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Amambai:Caminhonete é furtada durante a Expobai

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2007-09-09 06:58:00

Vilson Nascimento

Uma caminhonete Mitsubishi L 200 de cor cinza, placas ADL 0046 de Amambai-MS foi furtada da frente do Parque de Exposições na noite desse sábado para domingo em Amambai.

Segundo a polícia o proprietário do veículo teria chegado com a família no Parque de Exposições de Amambai, situado na rodovia MS 156 trecho que liga Amambai a Caarapó, a cerca de dois quilômetros da cidade em Amambai, por volta das 20h30 desse sábado, estacionado a caminhonete e entrado no local, onde acontece uma exposição agropecuária e ao retornar, por volta da meia noite e meia o veículo não estava mais no local que havia deixado.

A Polícia foi acionada, efetuou diligências, mas não conseguiu localizar a caminhonete. O caso está sendo investigado.      


Termina dia 21 prazo para enviar freqüência do Bolsa Família

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2007-09-09 06:31:00

O Ministério do Desenvolvimento Social e Segurança Alimentar (MDS) alerta a todos os municípios brasileiros que recebem recursos do Programa Bolsa Família que o prazo para informar a presença dos beneficiários às aulas, referentes a junho e julho, encerra-se dia 21 de setembro. Apenas 19% dos 15,1 milhões de alunos beneficiários tiveram a freqüência escolar registrada pelos municípios no sistema do Ministério da Educação (MEC) até o dia 30 de agosto.

A freqüência escolar é condição necessária para que as famílias continuem recebendo o benefício do Bolsa Família, repassado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). O descumprimento da condicionalidade por cinco vezes consecutivas leva ao cancelamento do benefício. A presença de crianças e adolescentes na escola é acompanhada bimestralmente pelos ministérios da Educação e do Desenvolvimento Social.

Para continuar a receber a transferência de renda, os pais precisam, além de efetuar a matrícula dos filhos com idade entre seis e 15 anos, se certificar de que eles assistam, no mínimo, a 85% das aulas a cada mês. Os gestores municipais devem acessar o endereço eletrônico http://frequenciaescolarpbf.mec.gov.br e registrar os dados. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones: (61) 2104-6286/2104-6034/ 2104-8290/ 2104-8230/ 2104-8238/ 2104-8287.

Saúde- Os beneficiários do Bolsa Família também precisam manter atualizado o cartão de vacinação das crianças com até sete anos de idade. Devem, ainda, seguir as instruções do Ministério da Saúde e conduzir os filhos para que sejam medidos e pesados nos postos municipais. Gestantes devem fazer o pré-natal e nutrizes são orientadas, durante as atividades educativas promovidas nos postos de saúde, sobre a importância da amamentação e de uma alimentação saudável.

As informações colhidas durante o segundo semestre deste ano, sobre a vacinação das crianças e visitas das grávidas e nutrizes aos postos de saúde, devem ser enviadas pelos gestores municipais até 31 de dezembro. Os dados serão inseridos no Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan), do Ministério da Saúde. Para realizar o processo de envio de dados, os técnicos municipais precisam consultar os seguintes endereços: http://sisvan.datasus.gov.br ou www.saude.gov.br/nutricao.

Caixa começa liberar abono e PIS a partir do dia 12

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2007-09-09 05:30:00

 Começa na quarta-feira, dia 12, o pagamento do Abono Salarial e os rendimentos do PIS para quem faz aniversário em outubro. Os trabalhadores poderão receber tanto o abono quanto o rendimento até 30 de junho de 2008.

Têm direito ao abono salarial os trabalhadores que estiverem cadastrados no PIS/Pasep até 2002, que tenham trabalhado, no mínimo, 30 dias em 2006 com carteira de trabalho assinada e tenha recebido, em média, até dois salários mínimos mensais.

O valor do abono corresponde a um salário mínimo, atualmente R$ 380.
Para retirar os benefícios, o trabalhador deve estar com o Cartão do Cidadão e senha cadastrada. Quem não tem o cartão deve procurar uma agência da Caixa Econômica Federal com o documento de identidade e comprovante de inscrição no PIS.

O benefício pode ser sacado em terminais de auto-atendimento ou agências da Caixa Econômica Federal, casas lotéricas e Caixa Aqui. Os rendimentos do PIS estarão disponíveis aos participantes cadastrados até 4 de outubro de 1988, desde que ainda tenham saldo de quotas do PIS.

Cronograma:

Nascidos em –  Recebem a partir de
Julho-                08/08/2007
Agosto-             15/08/2007
Setembro-          22/08/2007
Outubro-            12/09/2007
Novembro-         19/09/2007
Dezembro-         25/09/2007
Janeiro-              09/10/2007
Fevereiro-           17/10/2007
Março-               24/10/2007
Abril-                 09/11/2007
Maio-                13/11/2007
Junho-               21/11/2007







Amambai: 11ª rodada do Intervilas será na Poli

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2007-09-09 04:35:00

Sérgio da Luz

            A Fundesc realizará no domingo, 09, a 11ª rodada do Campeonato Mini Campo Intervilas 2007. Oito jogos estão previstos para a rodada, que será realiza no campo da Poli.

            O primeiro jogo será entre os desclassificados Cassiano Marcelo “A” e Cassiano Marcelo “B”, jogo válido pelo grupo C. Em seguida a Joana Batista (13 pontos) que quer garantir a primeira posição do grupo D, vai enfrentar a equipe da Vila Indiana, já sem chances de classificar. No terceiro, jogo a Vila Crepúsculo que também quer garantir o primeiro lugar do grupo, com 15 pontos, divide a liderança do grupo A, com a equipe do São Francisco. O último jogo da manhã, outra partida de desclassificados, Panorama “A” enfrenta a Guape “A”.

            Pela tarde os jogos começam ás 13hs. No primeiro jogo, válido pelo grupo D, a Vila Limeira “A” joga contra a desclassificada Vila Cristina “B”. O segundo jogo é entre a Vila Limeira “B” e o Previsul. Em seguida, a Vila Jussara enfrenta a Guape “B”.

            O inter Vilas é uma realização da Fundesc (Fundação de Desporto e Cultura de Amambai).

Colégio Militar recebe inscrições até sexta-feira

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2007-09-09 03:44:00

Interessados em uma vaga no Colégio Militar de Campo Grande podem fazer até o dia 14 de setembro, sexta-feira da próxima semana, as inscrições para matrículas em 2008 no 6º ano do ensino fundamental e no 1º ano do ensino médio.

Os interessados passarão por uma prova seletiva. As inscrições podem ser feitas na instituição, localizada na Avenida Presidente Vargas, 2800, bairro Santa Carmélia, ou na Seção de Inativos e Pensionistas/ 9, na Avenida Afonso Pena, 2270, Centro.

Mais informações nos telefones 3368- 4870 e 3368-4822, ou pelo site do Colégio.

UFMS promove Feira da Economia Solidária dia 20

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2007-09-08 23:35:00

A UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) realiza entre os dias 20, 21 e 22 a I Feira de Economia Solidária. O tema do evento é a "Inclusão produtiva – Alternativa para Economia Solidária e Sustentável". A feira tem como objetivo promover o fortalecimento da economia solidária no Mato Grosso do Sul, por meio da integração dos empreendimentos e da divulgação dos produtos e serviços sustentáveis com base comunitária, gerando um desenvolvimento justo e solidário.

A estrutura terá cerca de 30 estandes com temas regionais. Além das exposições, a Feira vai contar com a realização de shows, oficinas e atividades esportivas.

A abertura da feira acontecerá no dia 20 de setembro às 18 horas. Mais informações contatar pelo telefone 33453536.

Apenas 19% do Bolsa Família tiveram cadastro atualizado

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2007-09-08 22:36:00

Apenas 19% dos 15,1 milhões de alunos beneficiários do programa Bolsa Família tiveram os dados recadastrados pelos municípios, que devem informar a freqüência escolar em sistema do Ministério da Educação até o dia 30 de agosto. Caso os dados não sejam atualizados por cinco vezes consecutivas, o repasse é suspenso.

A presença de crianças e adolescentes na escola é acompanhada bimestralmente pelos ministérios da Educação e do Desenvolvimento Social. Para continuar a receber a transferência de renda, os pais precisam, além de efetuar a matrícula dos filhos com idade entre seis e 15 anos, se certificar de que eles assistam, no mínimo, a 85% das aulas a cada mês.

Os beneficiários do Bolsa Família também precisam manter atualizado o cartão de vacinação das crianças com até sete anos de idade. Devem, ainda, seguir as instruções do Ministério da Saúde e conduzir os filhos para que sejam medidos e pesados nos postos municipais. Os gestores municipais devem acessar o endereço eletrônico http://frequenciaescolarpbf.mec.gov.br e registrar os dados.

China inspecionará frigoríficos brasileiros

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2007-09-08 21:37:00

Uma missão do governo chinês deverá ir ao Brasil nas próximas semanas para inspecionar e certificar frigoríficos exportadores de carne. Oficiais do departamento de Administração Estatal de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena (AESQIQ) irão verificar as condições sanitárias dos abatedores e centros de processamento para autorizar a exportação de carne bovina à China.

O anúncio da missão feito nesta sexta-feira em Pequim, durante um encontro dos ministérios comerciais dos dois países. A carne é um dos produtos com maior potencial de incremento na pauta de exportação para a China, mas vinha sofrendo com entraves sanitários.

A China tinha banido o alimento brasileiro por causa da febre aftosa, mas o Brasil questionou esse embargo na Organização Mundial do Comércio (OMC).Os chineses não distinguiam os Estados brasileiros em termos fitossanitários e aplicavam restrições generalistas.

Brasília conseguiu obter da China o reconhecimento de que Estados livres de aftosa têm o direito de exportar suas carnes para o mercado asiático. De acordo com o secretário-executivo do Ministério da Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Ivan Ramalho, a certificação de frigoríficos exportadores é uma questão antiga na agenda e agora finalmente parece estar se resolvendo.

"Obtivemos o compromisso do vice-ministro do Comércio chinês Gao Hucheng de que ele vai se empenhar pessoalmente na regularização das exportações de carne", disse Ramalho. Ironicamente, a China tem restrições ao consumo da carne verde-amarela, mas já "pirateia" o boi brasileiro.

Produtores chineses foram flagrados falsificando carne brasileira. A carne chinesa era exportada para a Rússia e União Européia embalada como se fosse original do Brasil, inclusive com um selo de inspeção do Ministério de Agricultura escrito em português.

O Brasil é o maior exportador de carnes do mundo desde 2004, seguido pela Austrália e os Estados Unidos, de acordo com dados da Apex (Agência de Promoção de Exportações e Investimentos).

No primeiro semestre deste ano as exportações de carnes chegaram a US$ 2,5 milhões e a expectativa é de que as vendas passem de US$ 3,4 milhões até dezembro. Durante o encontro ministerial também foi fechado um acordo de harmonização para as estatísticas comerciais dos dois países.

Vinha ocorrendo uma discrepância crônica no número das exportações chinesas ao Brasil. O dado asiático era sensivelmente superior ao latino-americano. "O primeiro setor beneficiado será o de brinquedos, mas a harmonização das estatísticas se estenderá na seqüência a todos os produtos", disse Ramalho.

Oficiais dos dois lados deverão se encontrar a cada seis meses para cruzar informações e nivelar os números comerciais. Também foi debatido um possível acordo de restrição voluntária das exportações de têxteis ao Brasil, mas não houve entendimento.

As negociações na área têxtil continuarão em Brasília, em novembro, durante encontro da Sub-comissão de Economia e Comércio Brasil x China.

Construir em MS ficou 0,22% mais caro no mês de agosto

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2007-09-08 20:29:00

Construir em Mato Grosso do Sul ficou 0,22% mais caro em agosto, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que divulgou nesta semana o INCC (Índice Nacional da Construção Civil). O IBGE apontou que foi preciso desembolsar R$ 563,45 para edificar 1 metro quadrado no Estado. O valor é menor que a média nacional, de R$ 593,17. O aumento no País foi de 0,29%.

Conforme o IBGE, na composição do custo nacional o que mais pesou foi o material de construção. Em agosto foram gastos, em média, R$ 339,94 para a compra de materiais e R$ 253,23 para pagamento de mão-de-obra.
A parcela dos materiais variou 0,39%, superior 0,03 ponto percentual à taxa de julho (0,36%). Já a mão-de-obra, com 0,16%, recuou 0,31 ponto percentual.

No ano, os materiais acumularam alta de 2,89%, taxa superior a observada em igual período de 2006 (2,63%), enquanto para a mão-de-obra o percentual foi 5,24%, abaixo do ano passado (5,50%).
Nos últimos doze meses, foram observadas as seguintes variações: 4,39% (materiais) e 6,29% (mão-de-obra).

Trem do Pantanal deve voltar aos trilhos em janeiro

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2007-09-08 19:26:00

Após anos de espera, a Serra Verde Express e o governo do Estado anunciaram que o Trem do Pantanal deve voltar aos trilhos a partir de janeiro de 2008. A princípio, conforme a empresa, o trajeto inicial será de Campo Grande a Aquidauana, uma distância de 132 quilômetros que será percorrida por uma locomotiva e dois vagões, sendo um vagão panorâmico para que os turistas apreciem a paisagem e outro vagão com restaurante.


De acordo com a Serra Verde Express, serão disponibilizados 192 lugares e a viagem terá quatro horas de duração, já que a locomotiva vai se deslocar a 30 km/h. Nos próximos meses, a estrada de ferro será adaptada para o transporte de passageiros, sendo que o objetivo é, até o fim do próximo ano, chegar até Corumbá, possibilitando aos turistas conhecerem de perto o explendor do Pantanal.

Amambai:Prefeito Sérgio destaca sucesso da Expobai

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2007-09-08 18:34:00

Vilson Nascimento

Durante visita aos stands instalados no Parque de Exposições no sábado, o prefeito de Amambai Sérgio Barbosa (PDT) destacou o sucesso da Expobai 2007.

O prefeito destacou as várias atrações disponibilizadas aos visitantes como shows artísticos, bailes e o rodeio profissional, além exposições diversas e palestras relacionadas à área rural.
Sérgio Barbosa destacou, também o grande número de expositores e elogiou a participação da classe empresarial de
Amambai através da ACIA (Associação Comercial e Empresarial de Amambai).

A Expobai 2007, realizada pelo Sondicato Rural de Amambai, contou com a parceria da a Prefeitura de Amambai que ofereceu estruturas materiais, financeiras e humana para a preparação da exposição, uma das mais importantes da região.



Supersafra faz setor prever ganho de até 10% em MS

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2007-09-08 17:32:00

Com clima favorável na safra de verão, bom nível de tecnologia empregado, manejo adequado, redução nos custos dos herbicidas, uso de melhores cultivares, somados a um produtor a cada dia mais atento às sinalizações das demandas internacionais, foram fatores identificados pela cadeia produtora, que permitiram a agricultura sul-mato-grossense pudesse ter atingido na safra 2006/07, o melhor resultado entre as últimas três safras, e um dos maiores do Estado, com produção de 8.277,2 mil (8,2 milhões) toneladas de grão e fibras, mesmo com redução da área em 1,9 %, caindo de 2.869,5 mil hectares para 2.815,2 mil hectares.

Com base nestes dados, e especialmente no contexto que levou ao desempenho surpreendente, já que a agricultura do Estado carrega uma âncora, a cada safra mais pesada, e estimada até 2006/07 em um passivo de R$ 3,5 bilhões, permite que especialistas, produtores e representantes do governo estadual estimem que a área da safra 2007/08 deva crescer entre 5% a 10% no Estado.

Porém, vale destacar que dados oficiais sobre a próxima safra só começam a ser colhidos nos campos do Estado a partir da segunda quinzena de setembro. Neste momento, boa parte dos produtores de milho-verão que já tomaram sua decisão, só aguardam a chuva para iniciar o plantio. Já os sojicultores ainda devem aguardar o final do vazio sanitário da cultivar que encerra em outubro.

O fechamento dos números da safra 2006/07, foi divulgado nesta terça-feira (4), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em seu último levantamento de Safra (12º). O estudo observou as culturas de algodão, amendoim, arroz, feijão, milho, soja, trigo e demais produtos. O grande destaque do estudo esteve por conta do crescimento de 25,8% na produção total de milho no Estado, que atingiu 2.818,2 mil toneladas, e sobretudo com o crescimento da área do milho safrinha em 42%, saltando de 521,3 mil hectares para 740,2 mil hectares.

O resultado, amplamente comemorado, para o Superintendente de Agricultura e Pecuária da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo (Seprotur), João Carlos Krug, pode ser compreendido sobre dois aspectos. Condições favoráveis de clima e redução nos custos de produção. “Sobre tudo nas culturas de verão, especialmente da soja, e do algodão, com condições que dificilmente poderá ser repetida nas próximas safras”.

“O produtor veio de uma safra de boa remuneração, e, mesmo com redução de área, fez uma planta bem feita, sobretudo com ajuda do clima”, destaca Krug, lembrando que no caso da soja, a cultura foi beneficiada pela política de vazio sanitário adotada nos estados vizinhos de Mato Grosso e Goiás, reduzindo os prejuízos com a ferrugem da soja, e também, pela queda dos preços dos fungicidas.

No caso da cultura do algodão, que registra no Estado a melhor produtividade por hectare do País, com o algodão em caroço registrando 3.930 quilos por hectares e ampliação de área de 52%, indo para 45,6 mil hectares, o quesito clima, foi “excepcional”, pontua Krug.

“O algodão teve um clima excepcional, não sabemos se isso poderá se repetir novamente”, lamenta.

Para o Superintendente da Conab no Estado, Alfredo Sergio Rios, o resultado histórico no Estado, mais do que sinalizar um início de recuperação, também registra um novo fenômeno no setor, especialmente no milho, soja e algodão. Ele conta que o mercado registrou elevação dos preços internacionais destes grãos acima dos seus patamares históricos, e isso não ocorre por uma adversidade sazonal, mas, por uma crescente e irreversível tendência provocada pela demanda mundial pela bioenergia.

“O mercado sinalizou na safra passada e está sinalizando alta soja e milho, temos estimativas, mas não sabemos o que vai acontecer com este crescimento, o mercado fala que devemos exportar nesta safra 2006/07, 12 milhões de toneladas de milho, quando prevíamos, no melhor cenário, 8 milhões de toneladas”, comenta Rios, revelando que a maior demanda pelo grão ocorre na comunidade européia.

“Acreditávamos que a maior ampliação de área poderia ser na cultura da soja, mas agora, observamos que pode ocorrer no milho, podendo crescer ainda mais”, destaca, explicando que no caso desta lavoura, a alta no preço do produto foi desencadeada pelos Estados Unidos da América, maior produtor e exportador mundial, quando anunciou sua intenção de usar mais milho para fazer álcool. Hoje, no Estado, o grão está sendo comercializado entre R$ 18 a R$ 20, e a tendência, para próxima safra, é de permanecer neste patamar.

No caso da soja, Rios lembra que a cultivar registrou redução de área de 10,9%, caindo de 1.946,8 mil hectares para 1.737,1 mil hectares, mesmo com o mercado sinalizando preços favoráveis.

“Embora o mercado sinalizasse preços bons para a soja, o limitante foi o poder aquisitivo do produtor, e identificamos que o produtor abandonou as áreas marginais, ou seja, sem recursos e créditos, produziu dentro de suas limitações e deixou de lado áreas de baixa produtividade”, revela.

O presidente da Associação dos Produtores de Soja do Estado (Aprosoja), Carmélio Roos, destaca que o bom resultado da safra se deu, no caso da soja, fundamentalmente pelo fato clima, já que na cultura a tecnologia usada foi menor.

“Além do clima, o produtor contou com aumento de produtividade das novas cultivares, que incorporam características melhores de produtividade. Devemos lembrar que a Monsanto constatou que a safra registrou 68% de grãos transgênicos, dentro de nossa previsão inicial”, lembrou, afirmando que a próxima safra estadual deverá produzir entre 75% a 80% de transgênicos.

Outro fato importante para o resultado da soja, destaca Roos, foi a redução de custo dos herbidas. Porém, no geral, os custos estão elevados na cultura, e a sua viabilidade está em quase estrangulamento, o que também explica a redução de área registrada. Para exemplicar este cenário, ele lembra que há 32 anos, o custo de produção da soja era estimado em 15 sacos de soja por hectare.

“Pagávamos todos os custos do plantio, hoje, temos situações onde o custo representa 45 sacos, ou seja, hoje, o custo cresceu três vezes”, alerta, lembrando que na época a produtividade média era de 25 sacos por hectare no Estado. Atualmente, a produtividade média é de 50 sacos.

“A produtividade dobrou, mas o custo triplicou”, revela, acrescentando que antes o produtor tinha como “lucro” 10 sacos do produto, e hoje, tem dificuldades em reduzir custos a cada safra maiores.

Seguindo o mercado- Já para a próxima safra, embora Roos concorde com a manutenção do cenário atual, é cauteloso em sua estimativa. Acredita que no caso da soja, a produção e área deve oscilar positivamente ou negativamente, dentro do registrado nos últimos anos.

“Se tivermos diminuição de área, será de no máximo de 5%, e se tivermos ampliação, também deverá ficar neste patamar”, prevê, justificando sua declaração pelo alto grau de endividamento do produtor na região, seja nas linhas oficiais ou nas multinacionais, e aposta em redução do uso de tecnologia.

“A leitura é que o Brasil está bem, está exportando muito, mas o produtor está mal, está sofrendo ano após ano, e não consegue colocar a casa em dia”, lamenta.

O vice-presidente da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), Eduardo Riedel, admite que embora o momento seja de comemoração, a maior preocupação de entidade é de equalizar os prejuízos acumulados pelos produtores nos últimos anos. Neste ponto, conta como maior aliado o governo estadual, que tem sinalizado que o mais breve possível deverá traçar uma política de longo prazo para o setor, permitindo seu crescimento, sobre tudo dentro da vocação natural, de grande exportador nacional de grãos.

“Esperamos que o governo gere o ambiente de maior competitividade, reduzindo as tarifas sobre os produtos de exportação. Isso tem sido outra âncora nesta recuperação. Sabemos que o Estado é penalizado pela Lei Kandir, concordamos, o problema é do governo federal, mas o produtor não tem como pagar a conta e ainda conseguir recuperar o passivo que traz ao longo dos anos. É preciso haver uma ruptura deste ciclo vicioso”, aponta.

Desafios do futuro- A grande expectativa do setor com a nova dinâmica do mercado, pressionado pela agroenergia, com os preços da soja e milho subindo de maneira bastante expressiva nos mercados internacionais, o consenso entre os entrevistados é de que haverá um leve aumento de área na safra 2007/08, que poderá oscilar entre 5% e 10%. Por outro Lado, Riedel lembra novamente do passivo do setor.

“A agricultura do país carrega no ombro um passivo de R$ 100 bilhões, mas equacionando esta divida e com os preços que estamos vendo no mercado futuro para a próxima safra, o aumento seria muito mais expressivo”, diz, informando que o mercado futuro já está negociado o milho para fevereiro e março de 2008 com a saca a R$ 23 e R$ 24 em Campinas e de até R$ 25 em Paranaguá. No Estado, o grão está sendo travado a R$ 17 e R$ 18. Na soja, a previsão para o mesmo período no Estado, é de U$ 15, o que representaria com o dólar cotado a R$ 1,99, uma saca a R$ 29,85.

“Ai cabe outra análise, revelada pelos agentes de mercado internacional. Quem vai ditar o preço da soja no mercado internacional será o câmbio brasileiro”, afirma Ridel, revelando que para os analistas o Brasil é o único lugar no mundo onde pode haver ampliação de área de forma rápida.

“Então, o preço pode ir até U$ 20, a um dólar cotado a R$ 1,80, e acho importante este conceito, porque em dólar o preço está bom, mas o câmbio não se traduz em margens de lucro suficientes ao produtor brasileiro, por isso, nossa estimativa é de que a nossa área tenha ampliação de 4% a 5%, e ai temos a área de soja comprometidas com a cana”, pondera Riedel.

Outro gargalo que poderá pontuar o ritmo do crescimento da agricultura do Estado na próxima safra, lembrado pelo presidente da Aprosoja, é a elevação dos preços dos fertilizantes e a concentração de terras, outro fenômeno, contrário a reforma agrária, e que começa a preocupar o setor, com a manutenção de sistemas monocultores.

“Este fenômeno está ocorrendo no Estado, uma contra-reforma agrária, com propriedades aumentando de tamanho, e com grandes grupos internacionais procurando a região para plantar e produzir agroenergia. Mas não tenho visto a preocupação sobre os adubos e nutrientes necessários para esta produção. As fontes destes produtos são poucas no Brasil, e eu prefiro andar de burrico, mas vivo, do que andar de espaçonave e não ter o que comer”, alerta.

O superintendente de Agricultura e Pecuária da Seprotur, João Carlos Krug, analisa duas situações para a próxima safra: os excelentes preços internacionais, acima do patamar histórico, e o aumento dos custos dos insumos, especialmente dos fertilizantes que já aumentaram praticamente 100% e o câmbio, o que não irá mudar a realidade do produtor que, endividado, terá que comprometer a safra, antecipando os recebimentos dos contratos.

“Esta situação é a do cara que passa fome, e tem que vender a janta para almoçar”, e explica: “o agricultor tem que vender antecipado não porque quer, mas porque precisa”, lamenta, lembrando que mais da metade dos produtores do estado terão que comprometer a “refeição”.

Momento de reflexão- Neste momento de tomada de decisão, Krug lembra para o produtor consultar o mercado e não colocar todas suas fixas em um produto só. Para ele, o agricultor precisa pensar na rotação de cultura, e diversificar para minimizar os riscos.

“O momento não é de euforia, mas de recuperação, e dentro de poucos anos, vamos ter um agricultor forte, como já é nossa agricultura”, afirma, lembrando que embora a economia do Estado não permita o lançamento de grandes obras, o governador André Puccineli já se comprometeu em manter as estradas em condições de tráfico no período da colheita.

Sergio Rios, da Conab, concorda com a Seprotur, para ele o produtor precisa agir realisticamente sobre sua condição, o suporte de negociação, e ver o que pode fazer, e não sair além de sua capacidade, porque, neste momento, se os EUA mudarem sua situação, o que é pouco provável, o mercado sofrerá um baque e ficará com o prato da mão.

“O produtor não pode colocar todos os ovos em uma cesta só, afinal, o que vai sobrar para comercializar? Será que vai sobrar recursos para investir na safra de inverno?”. E acrescenta: “O produtor não pode achar que nesta safra irá recuperar o prejuízo dos últimos anos. Não vai salvar sua situação em uma safra apenas”.

Eduardo Riedel lembra que o país caminha para a próxima safra novamente sem uma política agrícola consolidada, o que faz com que o produtor viva sendo obrigado apagar incêndios, e alerta para que o setor possa participar mais da estratégia de gerenciamento de risco.

“Este é um trabalho que estamos fazendo para melhorar esta cultura, mas temos que ter capital para isso, temos instrumentos de travamento de preço, mas o produtor fará? Este é o conhecimento que o produtor tem que ter e começar a usar, usar o mercado a termo. Nosso recado é de cautela, com perspectivas positivas, mas de cautela e muito pé no chão”, pondera.

A grande preocupação de Riedel é que o setor comece um ciclo desenfreado, é mesmo diante de um cenário de mudanças dos patamares históricos de preço, o produtor precisa usufruir disso, mas para isso, vai ter que gerenciar seus riscos como nunca.

“Temos que ter cautela, e não se deixar levar pelo entusiasmo de safra recorde. O preço está bom, mas e ai? Tem muita gente saindo da atividade, então, temos que ter cautela”, conclui.

Fórum debate a questão fundiária na Famasul

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2007-09-08 16:28:00

Com o tema “Mato Grosso do Sul, O Estado da Legalidade”, a Federação da Agricultura e Pecuária de MS (FAMASUL), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Governo de Mato Grosso do Sul e Associação Brasileira de Florestas Plantadas (ABRAF) promovem no próximo dia 17, no Centro de Convenções de Rubens Gil de Camillo, o Fórum Agrário Empresarial.

Para o presidente da Comissão Nacional de Assuntos Fundiários da CNA, Leôncio de Souza Brito, Mato Grosso do Sul é um estado que conta com o apoio das autoridades para que o empresariado consiga investir. “Quem investir em Mato Grosso do Sul não corre riscos com a situação fundiária. O Estado é o estado da legalidade e tem o apoio da Assembléia e do Governo para que isso se cumpra”, comentou Brito.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.famasul.com.br/forumempresarial. Informações podem ser obtidas pelo telefone (67) 3326-6211.

Expobai atingiu todas as metas, diz presidente do SR

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2007-09-08 16:18:00

Vilson Nascimento

A 19ª edição da Expobai (Exposição Agropecuária de Amambai) alcançou todas as metas estipuladas. As informações são do presidente do Sindicato Rural de Amambai Christiano Bortolotto.

O balanço geral da festa deverá sair no decorrer desta semana, mas segundo o presidente os negócios fluíram dentro das expectativas, com destaque para a comercialização na área da pecuária que em primeira avaliação teria superado as metas e batido recordes de vendas nos leilões realizados.

Em relação aos expositores Christiano Bortolotto destacou o grande número de empresas que expuseram seus produtos na Expobai desse ano e também destacou a presença do público que compareceu em grande número durante todos os dias. “Ainda não temos números oficiais, mas a população de Amambai e toda a região compareceu em grande número, abrilhantando a Expobai 2007 aqui em Amambai. Agradecemos a todos pela presença”, disse o presidente ao destacar o grande público que se fez presente no sábado, que, inclusive pode ter estipulado um recorde de público na história da tradicional festa.

Cristiano agradeceu, também, a toda a equipe do Sindicato Rural de Amambai, desde os funcionários até os associados e os membros da diretoria, expositores e a Prefeitura de Amambai pela colaboração para que a festa se tornasse o sucesso que foi. “Agradecemos a todos que colaboraram direta ou indiretamente para o grande sucesso da Expobai desse ano”, finalizou o presidente.





Dieese: salário mínimo deveria valer R$ 1.733,28

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2007-09-08 15:33:00

De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo deveria ser atualmente de R$ 1.733,88. O instituto de pesquisa divulgou o valor, nessa terça-feira, utilizando a prerrogativa da Constituição de que o mínimo deveria ser suficiente para cobrir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

Na pesquisa do instituto no mês de julho, o valor do salário mínimo para cobrir as despesas do brasileiro deveria ter sido de R$ 1.688,35. Hoje, o mínimo vale R$ 380 no País.

O Dieese divulgou também que o valor da cesta básica subiu nas 16 capitais pesquisadas pelo instituto, de julho para agosto. As variações mais altas foram registradas em Natal (9,62%), Fortaleza (8,18%) e Belo Horizonte (8,14%).

De janeiro a agosto o Dieese afirma que também houve aumento no valor da cesta básica nas 16 capitais pesquisadas.

Cinco partidas abrem hoje a 25ª rodada do Brasileirão

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2007-09-08 14:42:00

Cinco partidas abrem neste sábado a 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. A competição prossegue amanhã com outros cinco jogos. O São Paulo segue na liderança da competição com 51 pontos, seguido por Cruzeiro, 42, Santos, 39, Vasco, 39, Botafogo, 39, e Grêmio com 38.

De acordo com o portal Terra, hoje entram em campo Vasco x São Paulo, Internacional x Flamengo, Figueirense x Atlético-MG, Cruzeiro x Grêmio e Santos x Juventude.

Fechando a rodada, no domingo, jogam Paraná x Corinthians, Palmeiras x Goiás, Náutico x Botafogo, América x Sport e Fluminense x Atlético-PR.

Rodeio agita noites da Expobai

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2007-09-08 14:34:00

Sérgio da Luz

Dezenas de piões se arriscam durante oito segundos na busca do prêmio do rodeia da Expobai 2007, que esse ano dará uma moto O km
 
09 de Setembro (domingo)
Grandiosa queima de fogos
15h – Montaria infantil em carneiros
18h – Mesa da Amargura
20h30 – Semifinais do Rodeio
21h – Final do Rodeio- Narração: Gleydson Rodrigues

Chinaglia diz que CPMF será votada até o fim do mês

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2007-09-08 14:28:00

O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse ontem, sexta-feira, acreditar que o projeto de prorrogação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) seja votado pelo plenário da Casa até o fim do mês. Chinaglia reconheceu que a obstrução de partidos de oposição contrários ao projeto prejudica a sua tramitação, mas ressaltou que o governo deve se empenhar nas articulações políticas se quiser aprovar a matéria.

"A CPMF deverá ser votada até o final de setembro. No Congresso, ali é tradição haver tensão. Não basta pautar, você tem que articular, tem que haver um convencimento. É natural que haja pressão", disse.
Chinaglia afirmou que a prioridade da Câmara, nas próximas semanas, será colocar em votação a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que prorroga a CPMF até 2011. A vigência da contribuição termina no dia 31 de dezembro deste ano, daí a necessidade do governo em aprovar a prorrogação da cobrança.

O presidente da Câmara disse estar disposto a convocar sessões extraordinárias da Casa para contar o prazo necessário às discussões sobre o tema na comissão especial que analisa o projeto. "Na presidência da Câmara, o que tenho feito rotineiramente é que, quando há matéria importante, é chamar muitas sessões extraordinárias."

Após aprovação na comissão especial, a proposta deve seguir para o plenário da Câmara. Depois de os deputados aprovarem a medida, será a vez de os senadores discutirem e votarem o tema. No Senado, o governo não tem maioria, o que preocupa o Palácio do Planalto.

Chinaglia admitiu que as articulações ainda estão em ritmo mais "lento" que o necessário para a votação do projeto, mas ressaltou que a Casa vem produzindo "pequenos acordos" que poderão agilizar a sua tramitação. A prorrogação da CPMF é prioridade para o governo federal na Câmara. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já orientou líderes partidários a cobrar de partidos aliados o fechamento de questão em torno da aprovação da PEC que prorroga a cobrança da contribuição.

Carro de polícia capota por causa de ave

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2007-09-08 13:32:00

Um carro da Polícia Civil de Porto Feliz, a 112 km de São Paulo, capotou na tarde de sexta-feira (6) na Rodovia Castello Branco. No veículo estavam duas investigadoras e um preso. Segundo a polícia, uma ave na pista provocou o acidente.

As duas investigadoras levavam um preso para uma penitenciária na cidade de Mairinque. Na altura do km 98 da Castello, em Porto Feliz, a motorista perdeu o controle do veículo por causa de uma seriema que passava pela pista.

De acordo com os policiais, a ave atingiu um veículo que estava à frente do carro da polícia. Para não bater, a investigadora desviou, atingiu o meio-fio e capotou.

O carro parou cerca de 50 metros de distância. Peças ficaram espalhadas pela grama. As investigadoras tiveram ferimentos leves, segundo a polícia, e foram levadas a um hospital em Itu. O detento foi levado para um PS em Sorocaba.

MS:Aftosa deixa dívida de R$ 40 milhões para produtores

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2007-09-08 12:51:00

Os focos de febre aftosa descobertos em outubro de 2005 nos municípios de Japorã, Mundo Novo, Eldorado, Iguatemi e Itaquiraí deixou uma dívida de quase R$ 40 milhões nas costas dos agricultores familiares das cinco cidades. A projeção é do prefeito de Japorã, Rubens Freire Marinho (PT), o “Rubão”, explicando que os produtores já enfrentavam crises referentes a dois anos de seca na região que prejudicou a agricultura.

“Existem hoje produtores que, além de perderem tudo, estão endividados junto ao Banco do Brasil. É injusto com o nosso produtor que trabalha de sol a sol para colocar o pão na mesa de todos nós e hoje o pão falta na sua própria mesa porque o Estado e a União não estão se unindo pra fazer a sua parte e abandonando esses produtores”, disse Rubão.

As propostas de abatimentos de dividas anunciadas pelo Banco do Brasil, de acordo com os prefeitos Humberto Amaducci (Mundo Novo), Mara Caseiro (Eldorado) e Lídio Ledesma (Iguatemi), se quer amenizam a situação do endividamento dos produtores dos cinco municípios que foram afetados.

“Estamos a um passo da paciência desses produtores se esgotarem porque até agora só ouviram conversa e, junto com a gente, eles vêm apoiando ações e cumprindo prazos que o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e o Iagro (Agência Estadual de Vigilância Sanitária Animal e Vegetal) estabelecem. Mas se dia 30 essa realidade não mudar já não temos mais a certeza do que vai acontecer e qual será a reação deles”, comenta o prefeito de Japorã.