Plantão: Drogaria Miranda Fone: 99130-5978
Ao lado do O Boticário
Plantão: Drogaria Miranda Fone: 99130-5978
Ao lado do O Boticário
Redação
Em Amambai, a atuação conjunta entre sociedade civil e forças de segurança tem ganhado reforço por meio do Conselho Municipal de Cidadania e Segurança Pública (COMSISP), que tem atuado em ações voltadas à melhoria das condições e da atuação dos órgãos de segurança.
Criado em 2014 como entidade civil de direito privado e sem fins lucrativos, o conselho reúne integrantes da sociedade civil e membros das forças de segurança, com representantes das polícias Militar, Civil, Ambiental e Científica, além do Corpo de Bombeiros, Exército, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), sindicatos e lideranças comunitárias.
Para o biênio 2025/2026, o COMSISP é presidido pela advogada Jéssica Jandrey, tendo como tesoureiro Harrison Leite de Figueiredo, bancário, e como secretária Dejanira Domingues, professora aposentada.
O financiamento das ações ocorre, principalmente, por meio de recursos provenientes de autuações da Polícia Militar Ambiental, por meio de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) firmados com o Ministério Público, que são revertidos em melhorias estruturais e operacionais para os órgãos de segurança.
Entre as principais contribuições do conselho estão a construção e estruturação da sede da Polícia Militar Ambiental, a reestruturação da central de operações da Polícia Militar, apoio em reformas da PM, auxílio na implantação do Programa Mulher Segura e ao Projeto Florestinha, a destinação de recursos para estruturar e agilizar a instalação da unidade de perícia, além de melhorias na rede de internet da Polícia Civil e da aquisição de equipamentos para suporte às atividades das instituições.
O COMSISP também atua em parceria com a Prefeitura de Amambai por meio de convênios, viabilizando ações conjuntas voltadas à segurança pública.
As reuniões ocorrem a cada dois meses, quando são apresentadas e debatidas demandas dos órgãos de segurança e da comunidade, com deliberação conjunta das ações, sendo que a última reunião foi realizada no dia 18 de março, na sede do Ministério Público, onde foram discutidas solicitações relacionadas a equipamentos e estrutura para instituições como Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Científica e Exército.
Segundo o conselho, todas as entidades de segurança do município já foram beneficiadas por meio das iniciativas desenvolvidas ao longo dos anos. Para 2026, o conselho está em fase de planejamento de novos projetos, com foco no envolvimento da sociedade e do comércio local nas iniciativas da área.



Fonte: Grupo A Gazeta
Mato Grosso do Sul reafirma sua posição como um dos principais players da piscicultura nacional. Durante o Encontro Técnico de Piscicultura, realizado pela Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) durante a semana passada na Expogrande 2026, dados apresentados pela economista Bruna Mendes Dias revelaram que o Estado vive um ciclo de expansão acelerada, impulsionado pela profissionalização e pela abertura de mercados internacionais.
Com a maior projeção para o PIB do agronegócio em 2025, o Mato Grosso do Sul já ocupa a posição de 6º maior produtor de tilápia do Brasil. O destaque fica para o município de Selvíria, que lidera a produção estadual com 9,71 mil toneladas, seguido por Mundo Novo e Dourados. O setor é peça-chave na estratégia do Governo do Estado para se consolidar como uma potência agroambiental, unindo desenvolvimento econômico e sustentabilidade.
Na palestra a economista mostrou que a piscicultura brasileira ultrapassou a marca histórica de um milhão de toneladas em 2025. Desse total, a tilápia representa quase 70% da produção nacional (707.495 toneladas). “O mercado de pescado atravessa uma mudança estrutural clara, onde a produção controlada via aquicultura substitui a pesca extrativa. A tilápia hoje é uma commodity global, e o MS está pronto para essa demanda”, explicou Bruna Mendes Dias em sua apresentação na Expogrande.
Foco na Exportação e Industrialização
Um dos pontos altos dos dados apresentados no evento, foi a mudança no perfil das exportações sul-mato-grossenses. Enquanto em 2017 o foco eram peixes frescos, o estado evoluiu para a exportação de produtos de maior valor agregado, como filés congelados. Em 2025, os Estados Unidos absorveram 99,96% das exportações de tilápia do MS, consolidando uma parceria comercial sólida que totalizou mais de US$ 1,3 milhão em produtos processados.
De acordo com a economista o futuro do setor no Estado não está apenas na criação, mas na agroindústria. A tendência é que o valor migre da commodity para o produto processado, atendendo a um consumidor que busca saúde, qualidade e conveniência.
“Oportunidade está na agroindústria, não apenas na produção primária. A margem de lucro do produtor dependerá cada vez mais da eficiência e da capacidade de agregar valor dentro da nossa própria cadeia produtiva”, destacou a economista durante o evento.
Com o crescimento populacional gerando uma demanda extra projetada de 735 mil toneladas até 2055, o Mato Grosso do Sul se prepara para ser o grande fornecedor de proteína de peixe de alta qualidade para o mundo.
Brasil
O setor da piscicultura brasileira vive um momento histórico, tendo ultrapassado a marca de um milhão de toneladas produzidas em 2025, com um crescimento de 4,41%. Desse volume total, a tilápia consolida-se como o principal protagonista, representando 69,94% da produção nacional, com 707.495 toneladas e um crescimento anual de 6,8%. Em contraste, a produção de peixes nativos registou uma ligeira queda de 0,63%.
O mercado global de pescado (seafood) atravessa uma mudança estrutural clara, marcada pela substituição da pesca extrativa pela produção controlada via aquicultura. A tilápia, especificamente, é tratada como uma commodity altamente padronizada de água doce. A dinâmica deste mercado é impulsionada por grandes exportadores, como a China, e grandes importadores, como os EUA, a União Europeia e o Japão.
Confira alguns dados da píscicultura
6º maior produtor de pacu e patinga (maior produtor: Ponta Porã).
No âmbito das exportações, o estado teve flutuações no perfil dos produtos: em 2017/2018 exportou apenas tilápias frescas ou refrigeradas, enquanto entre 2021 e 2023 o foco foram as tilápias congeladas. Em 2025, os principais destinos das exportações sul-mato-grossenses foram os EUA (99,96%) e o México (0,01%), com destaque para os filés de tilápia congelados.
Fonte: Rosana Siqueira, da Semadesc
O artesanato indígena é valorizado pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, que proporciona a comercialização na Casa do Artesão, a participação em feiras nacionais e também vai até as aldeias para emitir a Carteira Nacional do Artesão. No estado são nove etnias indígenas catalogadas, todas produzindo artesanato,, cerâmica, fibra e produtos em sementes.
Segundo Katienka Klain, diretora de Artesanato, Moda e Design da Fundação de Cultura, aqui em Mato Grosso do Sul, as etnias indígenas que mais comercializam, mais participam de eventos e de comercialização na Casa de Artesão são as etnias Terena,Kadiwéu e Kinikinaw, que são baseadas na questão da cerâmica.
“Hoje está tendo uma maior venda da material do Guató, do Ofaié, mas ainda de forma muito devagar, mas as maiores vendas são a terena, que é referência cultural, que é patrimônio cultural, e elas vendem muito por associações, também, às vezes, não indígenas, porque tem essa dificuldade de acesso financeiro de participar em alguns eventos”.
Katienka diz que os produtos que mais vendem nas feiras são artesanato indígena. “As feiras nacionais são vendidas, a grande maioria, através de associações de artesanato, nem sempre associações indígenas, também a participação de representação de pessoas não indígenas, e aí essa venda é realizada em grande número expressivo, mas a grande maioria está na cerâmica terena, ainda a gente tem que ter um trabalho maior no estado para aumentar a venda e qualificar mais os outros artesanatos”.
“O artesanato indígena é o primordial, é o que começou, onde tudo começou. Então, assim, está e grande parte quando a gente realiza a Carteira Nacional do Artesanato nas aldeias indígenas. Eles deixam claro que eles vivem do artesanato, então é fundamental o apoio da Fundação de Cultura através de comercialização nos Festivais de Inverno de Bonito, América do Sul, que são espaços próprios para eles. As vagas também nos editais, que também são vagas específicas para a população indígena, para que eles possam escoar essas peças e ter representatividade e também começar a entender o que é o mercado do artesanato”.
O artesanato indígena está presente há mais de 30 anos na Casa do Artesão, com a participação das etnias Kadwéu, Terena e Kinikinau. Segundo a coordenadora da Casa do Artesão, Eliane Torres, o artesanato indígena é “a nossa referência cultural, é a nossa identidade, é patrimônio histórico, tudo isso envolve, por isso que temos aqui nossos artesãos indígenas presentes na nossa casa”.
A artesã Cleonice Roberto Veiga, mais conhecida como Cléo Kinikinau, expõe suas peças na Casa do Artesão, junto com as peças da sua mãe, Ana Lúcia da Costa, há um ano. São peças em cerâmica e argila, além de colares, brincos e pulseiras. Para ela, é muito importante o papel da Casa do Artesão na divulgação do trabalho indígena.
“Para a gente é importante que vocês ajudem a gente a divulgar o nosso trabalho, a nossa cultura e também ajuda no custo financeiro, que isso é uma fonte de renda nossa, que muitas vezes a gente não tem um emprego fixo, não trabalha, e acaba ajudando isso para dentro de casa nossa. É muito importante, depois que a gente conheceu aí a Casa do Artesão, para a gente está sendo ótimo, está ajudando a gente, que de mês em mês, a Casa do Artesão, ela tem mandado para a gente o que tem vendido e valoriza mais o nosso trabalho. E é isso, é muito bom, muito importante mesmo para nós. Nosso artesanato Kinikinau é raro ver em lugares, mas está ajudando muito mesmo a gente”.
Creusa Virgílio, da etnia Kadwéu, disse que conheceu a Casa do Artesão há 14 anos. “Eu seguia minha mãe e minha irmã para vender cerâmica. E hoje eu continuo. Elas partiram e eu continuo na Casa do Artesão. Eu entrego peças para casa do artesão a cada 30 dias. A importância é, para mim, a mulher Kadwéu sobre a valorização do nosso estado, também é o momento de a gente divulgar e fortalecer a arte Kadwéu. O artesanato, para mim, é a renda familiar e a valorização da cultura, para que a cultura Kadwéu sempre viva e seja fortalecida em nosso estado”.




A artesã Rosenir Batista é da etnia Terena e foi homenageada na Semana do Artesão do ano passado. Ela sempre ministra oficinas em escolas, para os alunos conhecerem a cerâmica Terena. Durante a Semana do Artesão deste ano ministrou oficina para alunos na Escola Municipal Governador Harry Amorim Costa.
Rosenir nasceu em 8 de março de 1967. Trabalha com a Cerâmica Tradicional Terena desde a infância, há mais de 49 anos. “O saber ancestral da arte em cerâmica Terena aprendi com minha avó, e das primeiras peças produzidas (Bichinhos do Pantanal, vasos) meu trabalho evoluiu para diversos tipos de peças utilitárias e decorativas, que se transformaram na minha principal fonte de renda. Este conhecimento ancestral que recebi de minha avó já repassei para minhas filhas e netas, e eles já trabalham comigo, e temos o compromisso de manter está técnica viva de geração em geração”.
Rosenir mora na aldeia Cachoeirinha, município de Miranda, e trabalha com cerâmica desde quando tinha 12 anos. “Eu trabalhava com a minha mãe, minha mãe trabalhava já com cerâmica, eu ajudava. Na prática, hoje, eu tenho 25 anos na área de artesanato. A cerâmica para mim é um trabalho que minha mãe me deixou. Então eu não posso deixar morrer a cultura, o trabalho que ela deixou para mim, eu tenho que dar continuidade. É a cultura da aldeia onde eu moro, eu não posso deixar ser esquecido, toda a minha família hoje trabalha na cerâmica”.
Fonte: Karina Lima, Comunicação Setesc
A luta contra a violência doméstica e o feminicídio ganha as ruas de Campo Grande nesta terça-feira, dia 21 de abril, com a realização da Caminhada Contra o Feminicídio, marcada para às 9h, na Praça Ari Coelho. A mobilização tem o apoio do deputado estadual Coronel David (PL) e de sua equipe, reforçando uma das principais bandeiras do parlamentar: a defesa dos direitos das mulheres.
O ato chama atenção ao enfrentamento da violência de gênero e incentiva a participação feminina como forma de romper o silêncio que ainda cerca muitos casos. A proposta é simples, mas simbólica. Cada participante é convidada a levar outra mulher (amiga, irmã ou vizinha), ampliando a rede de apoio e fortalecendo a mensagem coletiva.
Em pronunciamento, Coronel David destacou o peso social do tema e a necessidade de engajamento da população. “O que mais dói não é só a violência, é o silêncio depois dela. É quando a dor vira estatística e a vida de uma mulher vira apenas mais um número. Essa caminhada é um recado claro: nenhuma mulher está sozinha”, afirmou.
Combate à violência
Na Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), o deputado tem atuação voltada à proteção das mulheres. Entre as principais iniciativas de sua autoria, está a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) nº 87/2021 que proíbe a nomeação, para cargos públicos, de pessoas condenadas por violência doméstica ou familiar.
A medida reforça o princípio da moralidade na administração pública, impedindo que indivíduos com histórico de violação de direitos ocupem funções de confiança. “A moralidade deve ser um critério fundamental na ocupação de cargos públicos, e aqueles que violam os direitos humanos não devem representar a sociedade”, defende o parlamentar.
Outro projeto de destaque é a criação do Cadastro Estadual de Criminosos Sexuais. O banco de dados, de acesso público, tem como objetivo ampliar a segurança de mulheres e crianças no estado, permitindo que a população tenha conhecimento sobre condenados por esse tipo de crime. A proposta é considerada uma ferramenta importante para prevenção e proteção das famílias sul-mato-grossenses.
Mobilização
A caminhada desta terça-feira integra um conjunto de ações que buscam não apenas denunciar a violência, mas também estimular a conscientização e o apoio entre mulheres. “O enfrentamento ao feminicídio depende de ações conjuntas do poder público, da sociedade e, principalmente, da coragem de romper o silêncio. Denuncie!”, finaliza o deputado.
Fonte: Assessoria Cel. David
A Prefeitura de Amambai segue acompanhando de perto o andamento das obras de pavimentação na Vila Cristina. Durante visita técnica ao local, foi realizada uma vistoria com engenheiros e a equipe da empresa responsável pela execução dos serviços, reforçando o compromisso com a qualidade e o cumprimento dos prazos.
A pavimentação atende a uma demanda antiga dos moradores e deve trazer melhorias significativas na mobilidade urbana, além de contribuir para a valorização dos imóveis e a elevação da qualidade de vida da população. Com o avanço dos trabalhos, a expectativa é de uma transformação concreta da região, garantindo mais conforto, segurança e dignidade no dia a dia dos moradores.
O prefeito destacou a importância da obra para o desenvolvimento da cidade. “Estamos acompanhando de perto cada etapa, porque sabemos o quanto essa pavimentação é importante para os moradores da Vila Cristina. Esse é um investimento que traz mais qualidade de vida, melhora o tráfego e valoriza toda a região. Nosso compromisso é continuar trabalhando para levar infraestrutura e desenvolvimento a todos os bairros de Amambai”, afirmou.
O presidente da Vila Cristina Delibio Alves Martins também ressaltou a relevância da obra para a comunidade. “Essa é uma conquista muito esperada por todos nós. Há anos os moradores aguardavam por essa pavimentação, e agora estamos vendo esse sonho se tornar realidade. Só temos a agradecer a todos que se empenharam para que esse projeto saísse do papel”, destacou.
O projeto é resultado de um esforço conjunto entre o Executivo Municipal, o Legislativo, parlamentares e o Governo do Estado, assegurando investimentos importantes para a melhoria da infraestrutura urbana do município.
Fonte: Secom /Prefeitura de Amambai

Redação
A Câmara de Juti realizou, no sábado (18), uma audiência pública para discutir a qualidade do fornecimento de energia elétrica no município. O encontro reuniu moradores, autoridades locais e representantes da Energisa, com o objetivo de ouvir demandas, cobrar melhorias e buscar soluções para os problemas enfrentados pela população.
Em publicação nas redes sociais, o presidente da Câmara, vereador Deunizar Dias, destacou que a audiência foi um momento importante de diálogo, transparência e compromisso com a comunidade. Segundo ele, a iniciativa permitiu que as principais reclamações fossem apresentadas diretamente à concessionária, além de possibilitar o alinhamento de ações que possam impactar positivamente o dia a dia dos moradores.
Deunizar agradeceu a participação de moradores e autoridades locais, entre elas o prefeito Gilson Cruz e o representante da Energisa, Dian Cleiton de Brito, afirmando que o trabalho seguirá com foco em avanços para o município e na melhoria da qualidade de vida da população.
Histórico
De acordo com o presidente da Câmara de Juti, Deunizar Dias, a mobilização em torno do tema teve início ainda no mês de março, quando ele, junto aos vereadores Luzia Rocha e Gabriel David, participou de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), em Campo Grande. Na ocasião, o grupo levou as demandas de Juti e cobrou providências diante das falhas no fornecimento de energia elétrica, problema que, segundo os vereadores, também afeta outras regiões do Estado.
Durante essa agenda na Capital, os parlamentares também dialogaram com representantes da Energisa. A partir desse contato, foi articulada a realização da referida audiência pública em Juti, com a proposta de ampliar o debate junto à população local.
Ainda conforme destacado por Deunizar na ocasião, o prefeito Gilson Cruz também demonstrou preocupação com a situação do serviço no município, reforçando a necessidade de buscar melhorias no fornecimento de energia.
Fonte: Grupo A Gazeta
No ultimo Domingo (19), o Alphaville Clube foi palco do Encontro da Família Gonçalves 2026, reunindo familiares em um dia marcado por união, alegria e valorização das tradições.
Durante o evento, o prefeito esteve presente e destacou a importância de iniciativas que fortalecem os vínculos familiares e comunitários. “É uma satisfação participar de um momento como este, que valoriza a união, o respeito e a história das famílias. Eventos assim reforçam os laços que constroem uma sociedade mais forte e solidária”, afirmou.
Representando a família, Antônio Adão Souza Gonçalves destacou a emoção de reunir diferentes gerações em um mesmo espaço. “É uma alegria muito grande ver nossa família reunida mais uma vez. São momentos como esse que fortalecem nossos laços, mantêm vivas nossas histórias e mostram a importância da união entre todos”, destacou.
O encontro foi marcado por confraternização, homenagens e muita integração, consolidando-se como um momento especial de celebração e pertencimento.
Fonte: Secom /Prefeitura de Amambai

Vilson Nascimento
Com apoio da prefeitura local, que forneceu ônibus e caminhão para o transporte de material, o CTG Sentinela de Amambai representou e destacou com grande brilhantismo no nome da Cidade Crepúsculo durante a 23ª fase do FEGAMS (Festival Sul-Mato-Grossense de Folclore e Tradição Gaúcha) realizado no sábado (18) e no domingo, dia 19 de abril, em Maracaju.
Segundo o patrão do Sentinela de Amambai, Edilson Pinzan Mendonça, durante o evento o Centro de Tradição Gaúcha de Amambai conquistou oito pódios, sendo 6 de primeiro lugar, 1 de segundo e 1 de terceiro lugar.
O CTG amambaiense conquistou a 1ª colocação na declamação masculina juvenil, na declamação feminina adulta, na dança de salão adulta, na coreografia de entrada juvenil, na coreografia de saída juvenil e nas danças tradicionais juvenil.
O Sentinela de Amambai, que no próximo dia 2 de maio estará promovendo um grande bailão com o grupo Sina Gaúca (veja no banner abaixo) também conquistou a 2ª colocação na declamação feminina mirim e a 3ª colocação na declamação masculina adulta.

Maiores informações sobre eventos e as atividades do CTG Sentinela de Amambai poderão ser obtidas com o patrão do Centro de Tradição Gaúcha, Edilson Pinzan, pelo celular/WhasApp (67)

Nos dias 17 e 18 de abril, a Prefeitura de Coronel Sapucaia promoveu uma importante capacitação em urgência e emergência voltada à equipe médica e de enfermagem do município. A iniciativa contou com o apoio e incentivo da prefeita Niágara Kraievski e teve como foco o aprimoramento do atendimento prestado à população.
A formação foi conduzida pelo médico Dr. Rodrigo de Matos e pelo enfermeiro Rayan da Silva, profissional do Pronto Socorro do Hospital Regional de Ponta Porã, que compartilharam conhecimentos técnicos e experiências práticas no atendimento a pacientes em estado crítico.
Durante os dois dias de capacitação, foram abordados temas essenciais para o cotidiano dos profissionais da saúde, como condução inicial do paciente grave, atendimento em casos de parada cardiorrespiratória (PCR), manejo de taquiarritmias e bradiarritmias, além do protocolo ATLS (Atendimento ao Trauma) e abordagem de pacientes em estado de choque.
A ação teve como objetivo fortalecer a qualificação da equipe assistencial, promovendo atendimentos cada vez mais seguros, ágeis e resolutivos na rede municipal de saúde. A participação dos profissionais foi destacada como fundamental para o aprimoramento contínuo dos serviços oferecidos à população.
A capacitação foi organizada pela direção clínica do Hospital Aparício Vidal Garcia, sob coordenação da Dra. Glayce Leite.
Fonte: A.N /Grupo A Gazeta
Redação
O prefeito de Sete Quedas, Erlon Daneluz, anunciou nesta segunda-feira (20) o lançamento do programa JEPP (Jovens Empreendedores Primeiros Passos), iniciativa da Prefeitura por meio das secretarias municipais de Educação e de Desenvolvimento Econômico, com apoio institucional do Sebrae-MS (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).
De acordo com publicação nas redes sociais, Daneluz destacou que o programa vai além da entrega de apostilas impressas para cada série, do 1º ao 9º ano, e incluirá outras ferramentas voltadas ao desenvolvimento das crianças e adolescentes. A proposta é trabalhar, desde cedo, valores e competências como autoconfiança, cooperação, criatividade e visão de futuro.
Conforme o prefeito, a etapa final do programa prevê atividades práticas durante eventos realizados em diferentes datas e oportunidades no município, permitindo que os estudantes coloquem em prática o aprendizado adquirido ao longo da formação.
Daneluz afirmou também que a formação apresentará os fundamentos pedagógicos do JEPP, os princípios que sustentam a proposta e a relação do programa com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Além disso, será abordado o conceito de educação empreendedora, com o objetivo de preparar os professores para a aplicação da iniciativa nas escolas.
“Esse programa visa educar e capacitar nossas crianças para um futuro, onde teremos jovens empreendedores e pessoas capazes de ajudar a desenvolver o nosso município. Então hoje está lançada a semente desse trabalho maravilhoso, e a gente espera colher muitos frutos no futuro para nossa querida Sete Quedas”, afirmou Erlon Daneluz.
Fonte: Grupo A Gazeta
Amambai recebe, nos dias 22 e 23 de abril, o Workshop da Melhor Idade, um evento voltado à promoção da saúde, bem-estar e integração da população idosa. A iniciativa é uma realização do Governo do Estado, em parceria com a Prefeitura de Amambai.
A programação acontece no Centro de Eventos Anacleto Signori e reúne uma série de atividades que incentivam o envelhecimento ativo e a convivência social. Entre as ações previstas estão oficinas esportivas, atividades práticas de jogos e um baile de encerramento, proporcionando momentos de lazer e interação entre os participantes
O evento também contará com capacitação técnica destinada a professores e servidores que atuam com a pessoa idosa, fortalecendo as políticas públicas e qualificando o atendimento a esse público no município.
Confira a programação:
A proposta do workshop é valorizar a melhor idade, promovendo não apenas atividades físicas, mas também espaços de troca de experiências, inclusão e qualidade de vida.
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (67) 99846-3597.
A organização convida toda a comunidade a participar e viver momentos de alegria, movimento e integração.
Fonte: Secom/Prefeitura de Amambai
No último domingo (19), data em que se celebra o Dia dos Povos Indígenas, o prefeito Sérgio Barbosa cumpriu agenda oficial nas aldeias Aldeia Amambai e Aldeia Limão Verde, acompanhando de perto a programação organizada em alusão à data.
A programação contou com exposições de artesanato tradicional, apresentações de danças culturais, além da realização de um torneio de futebol nas duas aldeias . Também foram promovidos sorteios de brindes, ampliando a participação da comunidade e incentivando o envolvimento das famílias nas atividades. A presença do chefe do Executivo municipal reforça a importância institucional da data, reconhecida nacionalmente como um momento de reflexão sobre a história, os direitos e a contribuição dos povos originários para a formação da sociedade brasileira. Durante a visita, o prefeito conversou com lideranças locais e acompanhou de perto as ações desenvolvidas, destacando a relevância de iniciativas que promovam o respeito à diversidade cultural e o fortalecimento das tradições indígenas.
A agenda também evidencia o compromisso da administração municipal com o desenvolvimento de políticas públicas voltadas às comunidades indígenas, buscando garantir inclusão social, valorização cultural e melhoria na qualidade de vida. A celebração do Dia dos Povos Indígenas nas aldeias Amambai e Limão Verde reafirma a importância do diálogo entre poder público e comunidades tradicionais, consolidando ações que preservam identidades e promovem cidadania.









Fonte: Secom/Prefeitura de Amambai
No último sábado (18), foi realizada a 4ª Caminhada de Conscientização do Autismo, com concentração no Posto Giacomelli, às 8h, reunindo famílias, apoiadores, profissionais e autoridades em um importante momento de mobilização social. A ação teve como objetivo principal promover a conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), reforçando a importância do respeito, da inclusão e do acolhimento.
A ação foi organizada pela fonoaudióloga Gisele Landvoigt, em parceria com a vereadora Lígia Borges, e contou com o apoio da Prefeitura de Amambai, por meio das secretarias municipais. O objetivo foi sensibilizar a comunidade sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), promovendo o entendimento, a aceitação e o respeito às pessoas autistas.
Estiveram presentes o prefeito Sérgio Barbosa, as vereadoras Cida Farias e Lígia Borges, além de secretários municipais, lideranças de associações e representantes de entidades profissionais de diversas áreas, reforçando o compromisso coletivo com a causa.
Na Praça Coronel Valêncio de Brum, o Grupo de Escoteiros Sesquicentenário de Amambai ofereceu atividades recreativas para crianças e adultos, além de apresentar ao público o movimento escoteiro. A participação do grupo contribuiu para tornar o evento ainda mais acolhedor, fortalecendo o espírito de coletividade e inclusão que marcou toda a ação.
Com grande participação popular, a caminhada percorreu as principais vias da cidade, levando mensagens de empatia, informação e combate ao preconceito. Os participantes demonstraram apoio às pessoas com autismo e suas famílias, fortalecendo a luta por mais visibilidade e direitos.
Além de chamar a atenção da sociedade, o evento também buscou ampliar o conhecimento da população sobre o TEA, destacando a importância do diagnóstico precoce, do acompanhamento especializado e da construção de políticas públicas voltadas à inclusão.
A iniciativa contou com o apoio da Prefeitura Municipal, por meio de suas secretarias, reforçando o compromisso da gestão com ações que promovam a cidadania e a igualdade de oportunidades.
Durante a caminhada, representantes destacaram a relevância do evento. “A conscientização é fundamental para construirmos uma sociedade mais justa, onde todas as pessoas sejam respeitadas em suas individualidades”, ressaltou um dos organizadores.
A 4ª edição da caminhada reafirma o engajamento da comunidade com a causa e fortalece a rede de apoio às pessoas com TEA, mostrando que a inclusão é um compromisso de todos.


















Fonte: Secom/Prefeitura de Amambai
Comunicamos com pesar o falecimento nessa segunda-feira, dia 20 de abril, em sua residência, em Amambai, de Luiz Silva dos santos, de 67 anos.
Seu corpo foi velado no Memorial da Pax Vida Amambai e o sepultamento aconteceu nesta segunda (20) às 16h no Cemitério Municipal Crepúsculo.
Informou Pax Vida Amambai– Fone: 3481-1922
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta segunda-feira (20), durante visita à Alemanha, o que chamou de trajetória pioneira dos biocombustíveis brasileiros e criticou o regulamento ambiental adotado pela União Europeia (UE). As declarações foram dadas durante o Encontro Econômico Brasil-Alemanha, em Hanôver.

“Nosso etanol, de cana-de-açúcar, produz mais energia por hectare plantado, tem uma das menores pegadas de carbono do mundo e reduz emissões de até 90% em relação à gasolina”, disse, ao citar que a UE espera chegar a 50% de renováveis em sua matriz até 2050 enquanto o Brasil já cumpriu essa meta em 2025.
Em sua fala, Lula destacou que o transporte figura atualmente como um dos principais gargalos de descarbonização da Europa. “Apesar disso, a União Europeia está revisando o seu regulamento sobre biocombustíveis. Estão na mesa propostas que ignoram práticas de sustentabilidade no uso do solo brasileiro”.
O presidente lembrou que, em janeiro, entrou em vigor um “mecanismo unilateral” de cálculo de carbono que desconsidera o baixo nível de emissões do processo produtivo brasileiro baseado em fontes renováveis.
“Essas iniciativas podem dificultar a oferta de energia limpa ao consumidor europeu em momento crítico. A elevação de padrões ambientais é necessária, mas não é correta. Adotar critérios que ignorem outras realidades e prejudicam os produtores brasileiros”, completou.
“Estamos dispostos a deixar de ser um país em vias de desenvolvimento e queremos nos tornar um país desenvolvido. E não jogaremos fora as oportunidades da transição energética que estão colocadas para o mundo. Quem quiser produzir com energia mais barata e com energia verdadeiramente limpa, procure o Brasil, que nós temos espaço e oportunidade para quem quiser apostar no futuro”, concluiu.
A Caixa Econômica Federal paga nesta segunda-feira (20) a parcela de abril do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 678,22. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 18,9 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,8 bilhões.
Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.
No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Os beneficiários de 173 cidades de 11 estados receberam o pagamento na quinta-feira (16), independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 121 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca, e cinco municípios mineiros atingidos por enchentes. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Amazonas (3), Bahia (17), Pará (1), Paraná (1), Piauí (3), Rio de Janeiro (8), Roraima (6), São Paulo (2) e Sergipe (6).
Essas localidades foram afetadas por chuvas, estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).
Cerca de 2,34 milhões de famílias estão na regra de proteção em abril. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até R$ 706.
Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.

Calendário de pagamentos do Bolsa Família 2026 – Arte EBC

A proposta de realização de um censo da suinocultura sul-mato-grossense ganhou força em reunião da Frente Parlamentar da Suinocultura realizada na Expogrande 2026, no espaço da Assembleia Legislativa no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande. O encontro foi coordenado pelo vice-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), deputado Renato Câmara, e reuniu produtores, lideranças e representantes da Associação Sul-Mato-Grossense de Suinocultores (Asumas), presidida por Renato Spera, além da diretora-presidente da Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab), Marina Dobashi.
O levantamento é apontado pelo setor como ferramenta estratégica para mapear a cadeia produtiva, identificar gargalos e orientar políticas públicas voltadas ao crescimento da atividade. A ideia é reunir informações sobre produção, distribuição regional, demanda por energia, logística, qualificação profissional e estrutura sanitária.
Renato Câmara afirmou que o objetivo é transformar as demandas do campo em ações concretas. “A suinocultura tem papel importante na geração de empregos, no fortalecimento da agroindústria e no desenvolvimento regional. Para que continue avançando, precisamos trabalhar com dados reais. O censo permitirá identificar prioridades, organizar investimentos e dar respostas mais rápidas às necessidades dos produtores”, declarou.
Além do censo, a reunião debateu a manutenção do programa Leitão Vida, considerado estratégico para a melhoria sanitária das granjas e para o fortalecimento das barreiras de biosseguridade no Estado. Também foram apresentados números de ações ligadas ao setor, com 312 granjas no Estado, 251 adesões e 50 itens mapeados para melhorias nas propriedades.
Outro tema tratado foi a implantação de projeto-piloto de rastreabilidade da produção suína, associado ao levantamento do consumo de energia, com foco em certificação e sustentabilidade. Os participantes também defenderam revisão técnica de normas para permitir inovação sem comprometer os protocolos sanitários.
O presidente da Asumas, Renato Spera, destacou que Mato Grosso do Sul reúne condições favoráveis para ampliar a competitividade da atividade. Segundo ele, o Estado conta com reconhecimento sanitário, crescimento da produção de grãos, atuação consolidada da defesa agropecuária e novas oportunidades logísticas com a rota bioceânica.
Durante a reunião, produtores também relataram desafios ligados à falta de mão de obra qualificada, oscilações no fornecimento de energia elétrica e necessidade de melhoria dos acessos rodoviários em regiões produtoras. A participação da Funtrab reforçou o debate sobre empregabilidade e capacitação para atender à demanda crescente da cadeia produtiva.
Ao final do encontro, Renato Câmara afirmou que a Frente Parlamentar irá consolidar as propostas apresentadas e buscar encaminhamentos junto aos órgãos competentes para fortalecer a cadeia produtiva da suinocultura em Mato Grosso do Sul.
Fonte: Débora Louise/Assessoria Renato Câmara
Arroz, feijão, sal, macarrão, leite em pó, óleo de soja, açúcar cristal, fubá de milho, charque bovino, canjica amarela e erva de tereré. São alimentos simples que fazem parte do dia a dia do sul-mato-grossense e que garantem a segurança alimentar de 20 mil famílias indígenas de 88 aldeias em áreas rurais de 27 municípios no Estado.
Na aldeia Passarinho, em Miranda, Angélica dos Santos, de 35 anos, recebe a cesta todos os meses. A entrega feita pelo Governo de MS, por meio da Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), garante o sustento de 8 pessoas da família dela. O esposo trabalha como pedreiro enquanto ela cuida das crianças, 4 meninos e 2 meninas, mas o salário não é suficiente.
“Eu tenho seis filhos. O mais velho está com 15 (anos) e a menina mais nova tem seis anos. Só com o salário de pedreiro ia ficar difícil, né? Essa cesta é muito boa, os alimentos ajudam muito”, conta a indígena da etnia Terena.
Ali perto, na Aldeia Moreira, também em Miranda, Lourença Gonçalves, de 90 anos, é outra a receber os alimentos todos os meses. Viúva, ela mora com o neto de 17 anos. “Criei três filhos. Minha filha vai carregar a comida até em casa. Hoje só meu neto mora comigo. Eu cozinho e lavo roupa. E essa comida eu não ia ter se não fosse o governo”, explica.




Somente em Miranda são 2.248 famílias indígenas que recebem cestas do programa Mais Social em 9 aldeias. A entrega de alimentos faz parte do Mais Social. Para quem mora na área urbana, o programa fornece um cartão no valor de R$ 450,00 para aquisição, exclusivamente, de alimentos, gás de cozinha e produtos de limpeza e higiene, sendo proibida a aquisição de bebida alcoólica ou produtos à base de tabaco.
Já para os indígenas que moram na área rural, a Sead faz a entrega da cesta de alimentos. Com isso, eles não precisam se deslocar para a cidade para fazer as compras. Têm direito ao Mais Social famílias inscritas e atualizadas no CadÚnico, com renda per capita de até meio salário mínimo, residentes em Mato Grosso do Sul há pelo menos dois anos. O programa prioriza famílias com menor renda, chefiadas por mulheres, com crianças pequenas ou mulheres em situação de violência doméstica.
Serviço
A lista de telefones e endereços das sedes do programa estão disponíveis em https://www.sead.ms.gov.br/programas-e-projetos/mais-social.
Fonte: Paulo Fernandes, Comunicação Sead
O mercado de alho na América do Sul enfrenta um cenário de forte pressão, marcado pela concorrência internacional e disputas comerciais que afetam produtores em diferentes países. A crescente oferta externa tem provocado desequilíbrios de preços e ampliado as preocupações sobre a viabilidade da atividade no curto prazo.
Produtores de Mendoza já haviam alertado para dificuldades diante da presença massiva de alho chinês no principal destino de exportação, o Brasil. A facilitação de acesso a esse produto contribuiu para a formação de uma sobreoferta, reduzindo o espaço do alho argentino no mercado brasileiro.
Agora, o problema também atinge produtores do sul do Brasil, especialmente em Santa Catarina, principal região produtora. Estimativas indicam que até 60% da safra pode se tornar inviável nas condições atuais, colocando em risco cerca de 60 mil empregos. A Associação Nacional de Productores de Ajo aponta que o alho chinês chega ao país com preços cerca de 15% inferiores ao custo de produção local, caracterizando prática de dumping.
Além disso, há preocupação com o avanço do alho argentino no mercado interno brasileiro. Segundo o deputado Ismael dos Santos, o produto argentino é comercializado a valores significativamente menores que o nacional, ampliando a pressão sobre os produtores locais. O tema foi levado à Frente Parlamentar Agropecuária e ao Ministério da Agricultura, junto com dados sobre custos e volumes de importação.
Entre as medidas solicitadas estão a abertura de investigação antidumping contra o alho argentino e a revisão do modelo aplicado ao produto chinês. A associação também alerta que o preço de referência das importações pode cair ainda mais, enquanto os custos de produção no Brasil seguem em alta, agravando o cenário competitivo.