A Prefeitura Municipal de Caarapó iniciou a intensificação da Operação Tapa-Buraco, com foco na recuperação de ruas e avenidas que apresentam danos no pavimento. A ação busca garantir mais segurança no trânsito, melhorar a mobilidade urbana e oferecer melhores condições de tráfego para motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres.
Com o reforço das equipes, os serviços estão sendo realizados em pontos considerados mais críticos, onde os buracos causam transtornos à população e riscos de acidentes. A manutenção preventiva também contribui para evitar que os danos se agravem, reduzindo custos futuros com obras mais complexas.
Entre os principais benefícios da Operação Tapa-Buraco estão a redução de acidentes, a diminuição de danos aos veículos, a melhoria no fluxo do trânsito e mais conforto para quem utiliza as vias diariamente. A ação também impacta positivamente o transporte público e os serviços essenciais, como ambulâncias e coleta de lixo.
A Prefeitura destaca que os trabalhos serão contínuos e realizados conforme o cronograma, reforçando o compromisso com a conservação da malha viária e a qualidade de vida da população.
O município de Caarapó viveu um importante momento de conscientização e cuidado com a realização do evento do Janeiro Branco 2026, iniciativa voltada à promoção da saúde mental e ao fortalecimento dos vínculos comunitários. Com o tema “Paz, equilíbrio e saúde mental”, a ação destacou que cuidar da mente não é luxo, mas a base para viver melhor.
A programação reuniu a comunidade em uma noite marcada por palestras, atividades físicas, caminhada e corrida, além de ações de saúde, oficinas, vacinação e apresentações culturais. As atividades reforçaram, na prática, a importância de desacelerar, olhar para si, fortalecer relações e buscar equilíbrio emocional no dia a dia.
Durante o evento, a população teve acesso a orientações sobre autocuidado, bem-estar e prevenção, integrando saúde física e mental em um mesmo espaço. As apresentações culturais também contribuíram para tornar o momento ainda mais acolhedor, promovendo interação, expressão artística e conexão entre os participantes.
A Prefeitura agradeceu o empenho dos profissionais envolvidos, dos parceiros e de toda a população que participou do evento, destacando que ações como essa fortalecem as políticas públicas de saúde e ampliam o diálogo sobre um tema essencial para a qualidade de vida.
O Janeiro Branco 2026 reforçou a importância do cuidado contínuo com a saúde mental e deixou a mensagem de que promover acolhimento, escuta e bem-estar é um compromisso de todos.
Um incêndio de grandes proporções atingiu, na manhã desta terça-feira (20), a Usina Raízen, localizada no município de Caarapó. A ocorrência mobilizou o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (CBMMS), que foi acionado às 9h36 por meio do telefone de emergência 193.
De imediato, o trem de socorro foi deslocado até o local, com o emprego das viaturas ABT-32, UR-131 e AC-132, totalizando seis militares. Ao chegarem à usina, as equipes constataram que as chamas haviam atingido cinco células da torre de resfriamento da caldeira, estruturas construídas em fibra de vidro, que foram totalmente consumidas pelo fogo.
Antes da chegada do Corpo de Bombeiros, a brigada de incêndio da própria usina, com o apoio de três caminhões-pipa, conseguiu controlar o incêndio, permanecendo apenas a fase de rescaldo no momento do atendimento da guarnição.
Os bombeiros militares realizaram a análise técnica dos riscos, prestaram orientações de segurança aos responsáveis pela unidade e procederam à fiscalização das medidas de segurança contra incêndio, garantindo a eliminação de riscos residuais e a segurança das instalações e dos trabalhadores.
A ocorrência foi atendida pelo capitão QOBM Rafael Henrique Fernandes, comandante do 4º Subgrupamento de Bombeiros Militar do 2º Grupamento de Bombeiros Militar (4º SGBM/2º GBM) em Caarapó, juntamente com o subtenente QOBM Olicio da Silva Lemos, o sargento BM Bruno Pacito, os cabos BM Wilian Gomes e Sergio Junior e a soldado BM Calise Mariane da Silva.
Não houve registro de vítimas.
O Corpo de Bombeiros Militar destaca a importância da atuação integrada entre brigadas industriais e o CBMMS, especialmente em ambientes industriais, para a rápida contenção de sinistros e a preservação de vidas, do patrimônio e do meio ambiente.
Prefeito Vitor Malaquias vistoria obra da futura estação de transbordo de resíduos sólidos que está sendo construída em Japorã. Fotos: Roney Minella/PMJ
A Prefeitura de Japorã iniciou a implantação de uma Estação de Transbordo de resíduos sólidos. A obra está em fase de execução pela empreiteira BS Assessoria & Serviços. O empreendimento, localizado em área de propriedade do Município, fica na parte dos fundos da Chácara do Viveiro Municipal.
Durante vistoria no local, na tarde desta segunda-feira (19-01), o prefeito Vitor da Cunha Rosa – Malaquias, constatou o bom andamento dos serviços. O barracão com 289 metros quadrados de área coberta está pronto. A empreiteira segue construindo a rampa de acesso e demais repartições necessárias ao funcionamento do terminal de transferência. O empreiteiro responsável pela execução da obra, Walter Silva, informa que a Estação de Transbordo terá capacidade para abrigar quatro caçambas de resíduos, simultaneamente.
“A construção desta estação está custando aos cofres públicos do Município R$ 128 mil. É uma obra importante pois, garantirá um tratamento mais adequado e ambientalmente correto a todo o lixo urbano que for recolhido nas residências. Estamos atuando para que Japorã avance em suas questões ambientais, sobretudo, de preservação e mitigação de impactos ecológicos. Acabar com o lixão é uma das metas”, destaca o prefeito Vitor Malaquias.
A Estação de Transbordo é o resultado de investimentos da Itaipu Binacional em parceria com o Conisul – Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento da Região Sul de Mato Grosso do Sul e contrapartida da Prefeitura de Japorã, conforme o Convênio Nº 4500068827. O custo total da obra está orçado em R$ 641.500,00, sendo R$ 513.400,00 são da Itaipu e o restante da Prefeitura de Japorã.
Com o aumento expressivo do transporte irregular de medicamentos utilizados no tratamento da obesidade e do sobrepeso nas rodovias estaduais, as forças de segurança vinculadas à Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) têm intensificado, nos últimos meses, as apreensões desse tipo de produto, popularmente conhecido como “caneta emagrecedora”. As mercadorias, em sua maioria oriundas do Paraguai, são frequentemente interceptadas durante ações de fiscalização na região de fronteira por equipes do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) e do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv).
Levantamento da Sejusp aponta que, desde 2025, já foram apreendidas mais de 3 mil caixas desse tipo de produto, cada uma contendo, em média, quatro unidades do medicamento. Somente na primeira quinzena de 2026, 189 caixas foram retiradas de circulação nas rodovias estaduais, evidenciando a continuidade e a intensidade dessa modalidade criminosa.
Produtos ilegais transportados junto a outras mercadorias – FOTOS: Comunicação DOF
O comandante do DOF, Tenente-Coronel Wilmar Fernandes, explica que as apreensões das canetas emagrecedoras ocorrem, em sua maioria, durante ações de combate a crimes transfronteiriços, especialmente contrabando e descaminho. Segundo ele, os produtos ilegais costumam ser transportados junto a outras mercadorias, como eletrônicos, perfumes e cigarros, na tentativa de burlar a fiscalização.
“Essas canetas têm sido encontradas em meio a cargas de descaminho e contrabando. Por se tratar de um produto que não possui autorização de importação pelos órgãos reguladores do país, a entrada é considerada crime de contrabando. Conforme previsto em lei, o responsável é autuado, o material é apreendido e encaminhado à Polícia Federal e, posteriormente, à Receita Federal, para os procedimentos legais”, detalhou o comandante.
Uma das ocorrências que chamaram a atenção nesta primeira quinzena de 2026 foi registrada durante uma abordagem realizada por equipes do BPMRv na rodovia MS-386, em Sanga Puitã, distrito de Ponta Porã, quando os policiais localizaram os produtos ocultos no compartimento do estepe de um veículo.
BPMRv reforçou as fiscalizações em rodovias estaduais – FOTOS: Comunicação BPMRv
O comandante do BPMRv, Tenente-Coronel Vinícius de Souza Almeida, destaca que, diante do aumento desse tipo de crime, o batalhão tem reforçado a presença ostensiva e as fiscalizações nas rodovias estaduais, especialmente nos trechos próximos à fronteira. Segundo ele, as ações seguem voltadas tanto à segurança viária quanto ao enfrentamento aos crimes transfronteiriços, o que tem permitido a identificação e a interceptação do transporte irregular de medicamentos.
“Temos percebido que os responsáveis adotam estratégias cada vez mais sofisticadas para tentar ocultar as mercadorias, utilizando compartimentos escondidos e até o estepe dos veículos. Ainda assim, a rotina operacional, a observação atenta durante as abordagens e a experiência das equipes possibilitam a localização desses produtos e a retirada deles de circulação”, afirmou.
Apreensão ocorrida no último fim de semana pelo BPMRv – FOTO: Comunicação BPMRv
O secretário-executivo de Segurança Pública, Wagner Ferreira da Silva, reforça que o enfrentamento ao transporte ilegal de canetas emagrecedoras integra uma estratégia mais ampla de combate aos crimes transfronteiriços no Estado.
“As forças de segurança de Mato Grosso do Sul estão atentas a essa nova dinâmica criminosa e atuam de forma integrada para coibir a entrada de produtos ilegais no território estadual. Além de configurar crime, esse tipo de mercadoria representa risco direto à saúde da população quando utilizado sem prescrição médica, o que torna ainda mais necessária a intensificação das ações de fiscalização, especialmente nas regiões de fronteira e nos principais corredores rodoviários”, destacou.
Orelhões começam a ser retirados das ruas após décadas de uso. Foto: Divulgação
O som metálico da ficha caindo, a voz pedindo “ligação a cobrar” e a espera silenciosa dentro de uma cabine colorida estão prestes a virar memória definitiva. A partir de janeiro de 2026, os orelhões — telefones públicos que marcaram gerações e se tornaram um símbolo do Brasil — começam a ser retirados das ruas do país, encerrando oficialmente uma era da comunicação.
Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), cerca de 38 mil aparelhos ainda permanecem espalhados pelo território nacional. Mais abaixo nesta reportagem, é possível conferir quantos orelhões ainda existem em cada município.
Quase indispensáveis até o início dos anos 2000, os telefones públicos se tornaram praticamente obsoletos com a popularização dos celulares. A retirada definitiva começa agora porque, em 2025, chegaram ao fim as concessões do serviço de telefonia fixa das cinco empresas responsáveis pela manutenção dos equipamentos.
Com o encerramento dos contratos, Algar, Claro, Oi, Sercomtel e Telefônica deixam de ter a obrigação legal de manter a infraestrutura de orelhões em funcionamento.
A desativação, no entanto, não ocorrerá de forma imediata em todo o país. A partir de janeiro, terá início a remoção em massa de carcaças e aparelhos já desativados. Os orelhões só devem ser mantidos em localidades onde não há cobertura de rede de celular — e apenas até 2028.
O processo de retirada vem acontecendo de forma gradual nos últimos anos. Dados da Anatel indicam que, em 2020, o Brasil ainda contava com cerca de 202 mil orelhões instalados em vias públicas.
Como contrapartida pelo fim do serviço, a agência reguladora determinou que as empresas redirecionem os recursos antes destinados aos telefones públicos para investimentos em banda larga e telefonia móvel, tecnologias que hoje concentram a maior parte da comunicação no país.
Atualmente, mais de 33 mil orelhões estão ativos, enquanto cerca de 4 mil permanecem em manutenção, segundo dados oficiais.
Ícone de uma geração
Durante décadas, os orelhões foram fundamentais para a comunicação dos brasileiros, principalmente entre os anos 1970 e o começo dos anos 2000. Eles possibilitaram contatos urgentes, ajudaram a criar histórias, funcionaram como pontos de encontro e, em muitos casos, eram a única forma de falar com alguém fora de casa.
Era dentro dessas cabines que muitos aguardavam, ansiosos, a autorização para completar a ligação a cobrar — até que a ficha caísse, literalmente.
Recentemente, o telefone público voltou a ganhar destaque entre as gerações mais jovens ao aparecer no cartaz do filme O Agente Secreto, vencedor do Globo de Ouro e indicado pelo Brasil ao Oscar 2026. Na imagem, o personagem Marcelo, interpretado por Wagner Moura, aparece dentro da cabine oval segurando um telefone público.
Design brasileiro reconhecido no mundo
O orelhão surgiu em 1971, criado pela arquiteta sino-brasileira Chu Ming Silveira. No início, os modelos tinham outros nomes, como Chu I e Tulipa, antes de se consolidarem como um dos objetos urbanos mais reconhecidos do país.
Embora cabines telefônicas já existissem em outros países, o design brasileiro se destacou pela forma oval e funcionalidade. O formato foi pensado para melhorar a acústica: o som era projetado para fora da cabine, reduzindo ruídos externos e garantindo mais privacidade a quem utilizava o aparelho.
O modelo se tornou tão icônico que foi reproduzido em países como Peru, Angola, Moçambique e China, consolidando o orelhão como um símbolo brasileiro que atravessou fronteiras — e agora, entra para a história.
A UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) divulgou o edital do Sisu, com a oferta de 1.284 vagas em cursos de graduação presenciais, distribuídas em diversas unidades universitárias do Estado. As inscrições estão abertas desde o dia19 de janeiro e seguem até sexta-feira (23), exclusivamente pelo portal do Ministério da Educação, no endereço: https://sisualuno.mec.gov.br/login .
Do total de vagas, 836 são destinadas à ampla concorrência, enquanto 448 contemplam políticas de ações afirmativas, sendo 258 para candidatos negros (pretos e pardos), 122 para indígenas e 68 para pessoas com deficiência (PCD). A seleção utiliza as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) das edições de 2023, 2024 ou 2025.
Cada candidato pode escolher até duas opções de curso, indicando também a modalidade de concorrência: ampla concorrência, cotas para negros, indígenas ou pessoas com deficiência. Durante o período de inscrição, é possível alterar as opções, sendo considerada válida a última confirmação no sistema.
O resultado da chamada regular do Sisu será divulgado no dia 29 de janeiro. Já as matrículas dos aprovados começam a partir de 2 de fevereiro, conforme cronograma oficial da UEMS. Quem não for selecionado na chamada regular poderá manifestar interesse na lista de espera entre 29 de janeiro e 2 de fevereiro.
As aulas do ano letivo de 2026 estão previstas para iniciar em 19 de fevereiro. A UEMS reforça que é responsabilidade do candidato acompanhar todas as publicações de editais, convocações e orientações no site institucional: https://www.uems.br/pro-reitoria/proe/dind/sisu
Com a ampla distribuição de cursos e políticas de inclusão, o SiSU 2026 da UEMS representa uma das principais portas de acesso ao ensino superior público em Mato Grosso do Sul.
A Delegacia de Polícia de Caarapó esclareceu em poucas horas um roubo ocorrido na madrugada desta segunda-feira (19), nas dependências da Prefeitura Municipal. Durante a ação criminosa, o autor invadiu o prédio público e, portando um simulacro de arma de fogo, rendeu o vigilante mediante grave ameaça, subtraindo uma máquina lavadora de alta pressão utilizada nos serviços da municipalidade. Temendo por sua integridade física, o funcionário não reagiu, permitindo a evasão do criminoso.
Assim que tomaram conhecimento do fato, a Polícia Militar e a Polícia Civil compartilharam informações e conseguiram identificar o autor do roubo como sendo J.L.A. (21) através da análise cuidadosa das imagens do sistema de videomonitoramento da Prefeitura.
Com base nos elementos colhidos, as forças policiais empreenderam buscas ao longo do dia. Durante o período da tarde, a equipe do SIG conseguiu localizar o suspeito na rua Arcênio Cardoso. Confrontado, ele confessou o crime e informou ter vendido o objeto subtraído poucas horas após o roubo.
Na sequência, os policiais civis se deslocaram até o endereço indicado, onde identificou o receptador T.S.F. (36), recuperou a máquina roubada e efetuou a prisão em flagrante de ambos os envolvidos.
Tanto o autor do roubo quanto o receptador possuem extensa ficha criminal por delitos patrimoniais na cidade de Caarapó e agora estão novamente presos à disposição da Justiça.
O preço da cesta básica de alimentos caiu em todas as 27 capitais brasileiras no acumulado do último semestre de 2025. As quedas oscilaram entre -9,08%, em Boa Vista (RR,) e -1,56%, em Belo Horizonte (MG).
Os dados, divulgados nesta terça-feira (20), são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Desde julho de 2025, a pesquisa engloba todas as 27 capitais do país. Anteriormente, o levantamento era feito apenas em 17.
Campeã em queda de preço entre as capitais, Boa Vista (RR) teve a redução de -9,08% no valor da cesta básica no último semestre do ano passado, com o preço passando de R$ 712,83 em julho de 2025, para R$ 652,1,4 em dezembro – R$ 60,69 menor.
A segunda capital com maior queda no período foi Manaus (AM), com diminuição de -8,12% no preço da cesta, de R$ 674,78 para R$ 620,42, ou seja, custo R$ 54,36 a menos. Fortaleza (CE) ocupa o terceiro lugar em diminuição do preço do conjunto de alimentos essenciais: queda de -7,90%, passando de R$ 738,09, em julho, para R$ 677, em dezembro, R$ 61,09 mais barata.
As capitais que tiveram menores baixas foram Belo Horizonte (MG), Macapá (AP) e Campo Grande (MS) com quedas de -1,56%, -2,10% e -2,16%, respectivamente, no acumulado do período.
Por regiões, Boa Vista (RR) lidera o cenário de baixa de preços não só nacionalmente, mas também no Norte, assim como Fortaleza (CE), ocupa não somente o terceiro lugar geral, mas também é campeã no Nordeste do país.
No Centro-Oeste, Brasília (DF), é a recordista em declínio de preço da cesta no período, com variação de -7,65% nos últimos seis meses de 2025. No Sul, a capital mais bem colocada é Florianópolis (SC), que teve redução de -7,67% no valor do conjunto de produtos. Vitória (ES) é a capital vencedora no Sudeste do país, com redução de -7,05% no preço da cesta básica de alimentos de julho a dezembro do ano passado..
Segundo o presidente da Conab, Edegar Pretto, o resultado dos últimos seis meses de 2025 demonstram que a política agrícola do Brasil está no caminho certo.
“Estamos comemorando porque essa queda generalizada é fruto dos investimentos que o governo federal vem fazendo no setor agropecuário brasileiro, aumentando a produção de alimentos para o consumo interno nacional”.
Ele destacou os planos Safra dos últimos três anos, tanto o empresarial quanto o da Agricultura Familiar.
“Já são três anos que ambos têm valores recordes, não faltando recursos para o financiamento agrícola, e com juros subsidiados”.
Fonte: Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil
Fachada do STJ usada por golpista em aplicativo de mensagem (Foto: Reprodução)
Mulher de 55 anos, moradora de Iguatemi, a 466 quilômetros de Campo Grande, registrou boletim de ocorrência após cair em um golpe de estelionato que resultou no prejuízo de R$ 120 mil. O caso foi comunicado à Polícia Civil na tarde de segunda-feira (19).
De acordo com o registro policial, a vítima relatou que recebeu contato por meio do aplicativo WhatsApp de um número com DDD 67 e foto de perfil associada ao STJ (Superior Tribunal de Justiça). Durante a conversa, o golpista afirmou ter realizado, por engano, um PIX no valor de R$ 14 mil para a conta da vítima, dizendo se tratar de um erro do tribunal.
Em seguida, o suspeito orientou que o valor fosse devolvido e enviou um link para que a vítima realizasse o procedimento. Ao clicar no link, a comunicante percebeu, momentos depois, uma movimentação suspeita em sua conta bancária, com a retirada de R$ 120 mil.
Ao notar o golpe, a vítima procurou uma agência do banco, onde recebeu a orientação para registrar o boletim de ocorrência. O caso foi registrado como estelionato e será investigado pela Polícia Civil.
Com investimento do Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), o Estado garante a oferta gratuita dos LARCs (sigla em inglês para métodos contraceptivos de longa duração) pelo SUS (Sistema Único de Saúde). O acesso aos métodos acontece a partir das UBSs (Unidades Básicas de Saúde) dos municípios, nas quais a mulher recebe orientação, passa por consulta com a equipe de saúde e inicia o acompanhamento necessário para a escolha do método mais adequado.
O primeiro atendimento ocorre nas unidades básicas de saúde, por meio de consulta com a equipe de saúde, especialmente com enfermeiros e médicos. Nesse momento, a mulher pode expressar seu desejo em relação ao método contraceptivo e receber todas as orientações necessárias.
“Durante a consulta, a mulher é orientada, fala sobre o desejo dela em relação ao método e recebe todas as informações: os prós, os contras, como funciona o procedimento e quais documentos são necessários”, explica a enfermeira e gerente de Saúde da Mulher da SES, Francielly Rosiani da Silva.
Nesse processo, são explicados detalhes sobre o procedimento, possíveis efeitos e a necessidade de acompanhamento após a inserção ou início do uso do método, garantindo segurança e continuidade do cuidado, sempre respeitando a decisão da mulher.
Em muitos municípios, a inserção já ocorre na própria UBS, desde que a unidade disponha de profissionais capacitados e estrutura adequada. Em outros casos, a Secretaria Municipal de Saúde organiza unidades de referência para a realização do procedimento.
Política pública efetiva
A Secretaria de Estado de Saúde orienta que a mulher procure o posto de saúde onde já é cadastrada e acompanhada. Esse vínculo facilita o atendimento e fortalece o acompanhamento ao longo do tempo. “O ideal é que ela vá ao posto onde já faz acompanhamento, onde recebe a visita do agente comunitário de saúde e onde a equipe já conhece a família e o território. Isso torna o atendimento mais próximo e facilita todo o processo”, reforça Francielly.
Caso seja necessário, a própria UBS realiza os encaminhamentos dentro da rede do SUS, garantindo que a mulher continue sendo acompanhada.
Nos últimos anos, a estratégia do Governo de MS de ampliar a oferta de métodos contraceptivos de longa duração como DIU e implantes subdérmicos, aliada à qualificação de profissionais da rede pública, vem apresentando resultados importantes.
A SES intensificou capacitações e a distribuição dos métodos, fortalecendo a atuação da Atenção Básica e qualificando equipes para inserção destes procedimentos nas unidades de saúde.
Esse movimento integrado contribuiu para que, entre 2022 e 2025, a taxa de gravidez na adolescência em MS tenha caído de 14,92% para 12,65%, contrariando a tendência nacional e marcando a menor taxa registrada na última década — reflexo da política pública que amplia o acesso, promove educação e fortalece a autonomia das mulheres em todo o Estado.
No dia 8 de dezembro de 2020, menos de 1 ano após a primeira comunicação oficial sobre as infecções causadas pelo coronavírus, a britânica Margaret Keenan se tornava a primeira pessoa vacinada contra a doença no mundo fora dos ensaios clínicos.
A rapidez, classificada como suspeita por disseminadores de desinformação, na verdade foi uma demonstração do nível de mobilização global para controlar a doença, e uma vitória do acúmulo científico. A avaliação é da diretora do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz), Rosane Cuber, uma das pessoas responsáveis por trazer a vacina ao Brasil.
A pesquisadora explica que todas as vacinas, mesmo as vacinas de RNA e as de vetor viral, já eram plataformas estabelecidas, que já tinham sido desafiadas e usadas em outras situações.
“Elas só passaram por uma adequação. Não surgiram do nada. Tem muito acúmulo de pesquisa, muito acúmulo de conhecimento que foi aproveitado pro desenvolvimento rápido de novas vacinas”, complementa.
Durante a pandemia, Rosane era vice-diretora de qualidade em Bio-Manguinhos, que é a unidade da Fiocruz responsável pela produção de vacinas, biofarmacos e kits diagnósticos. O instituto trouxe a vacina de Oxford/Astrazeneca para o Brasil, e entregou ao todo 190 milhões de doses ao Programa Nacional de Imunizações.
diretora do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Biomanguinhos/Fiocruz), Rosane Cuber Foto: André Rocha/Ascom Bio-Manguinhos
Em paralelo, outro grupo de trabalho dentro da instituição passou a prospectar vacinas em desenvolvimento, para identificar qual poderia ser trazida ao Brasil por meio de um contrato de transferência de tecnologia.
As negociações com a Universidade de Oxford e a farmacêutica Astrazeneca começaram em agosto do mesmo ano e logo exigiram adaptações no instituto, a começar pela construção de um arcabouço jurídico que permitisse a transferência de tecnologia de um produto que ainda não estava pronto.
“A gente conseguiu porque nós paramos todas as outras atividades do instituto. Os grupos todos se voltaram para esse único objetivo de trazer a vacina, com muitos treinamentos diários”.
“A gente teve uma mobilização da sociedade civil também muito grande para poder facilitar a compra de equipamentos, insumos, material”.
Já a partir de fevereiro, apenas o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) da vacina continuou a ser importado, e o instituto passou a fazer o envaze, a rotulagem e o controle de qualidade nas suas próprias instalações.
Controle de Qualidade interno de Bio-Manguinhos durante a produção das vacinas contra covid-19 foto: Bio-Manguinhos/Fiocruz
Enquanto isso, lembra Rosane, áreas produtivas foram adaptadas para a última etapa da transferência de tecnologia: a produção do IFA em solo nacional. A partir de fevereiro de 2022, a população passou a receber a vacina 100% brasileira.
Rosane Cuber ressalta que todo esse processo foi facilitado pelas capacidades que Bio-Manguinhos já possuía, como principal laboratório público de desenvolvimento de vacinas do Brasil. A diretora explica ainda que a Anvisa acompanhou todo o processo de perto, reforçando a segurança da vacina.
“A gente já tem uma história muito grande de fazer transferência de tecnologia e de produzir aqui. Então, realmente, só foi possível porque Bio-Manguinhos tinha capacidade instalada. A gente já tem vacinas que são completamente nacionalizadas, que são produções nossas de muitos anos. E que possibilitaram não só um conhecimento técnico, mas também uma capacidade industrial instalada”
Legado
A produção da vacina pela Fiocruz foi interrompida com o fim da pandemia, depois que outras vacinas mais modernas passaram a ser adquiridas pelo Ministério da Saúde. O imunizante produzido pelo instituto foi o mais utilizado no Brasil em 2021, ano em que a imunização começou no Brasil. Especialistas estimam que 300 mil vidas foram poupadas apenas neste primeiro ano
“Só o fato da gente ter conseguido contornar e bloquear a covid no Brasil, isso por si só já bastaria como legado. Mas, além disso, esse processo nos deixou qualificados e com a estrutura fabril pronta para outros produtos que são importantes também para os SUS” afirma a diretora de Bio-Manguinhos.
Uma das heranças diretas desse período é a pesquisa para criar uma terapia avançada para o tratamento da atrofia muscular espinhal (AME), doença rara e degenerativa que leva à perda da força muscular, afetando a mobilidade e até a deglutição e a respiração. Os medicamentos disponíveis chegam a custar R$ 7 milhões.
A terapia criada por Bio-Manguinhos utiliza uma plataforma de vetor viral, a mesma utilizada na vacina de Oxford/Astrazeneca. A Anvisa já autorizou os estudos clínicos para verificar a eficácia do medicamento, que devem começar este ano.
“São terapias caríssimas e que a gente vai conseguir fazer uma redução aí significativa de custo pro SUS”, reforça Rosane.
Este ano também começam os testes em humanos de uma vacina contra a covid-19 utilizando a tecnologia de RNA mensageiro, a mesma utilizada na vacina da Pfizer, por exemplo. Rosane Cuber explica que a plataforma já estava sendo estudada no instituto para o tratamento do câncer, mas a criação de vacinas de mRNA durante a pandemia abriu os horizontes de pesquisa também para essa finalidade.
Bio-Manguinhos/Fiocruz segue realizando pesquisas com a plataforma mRNA. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
“Covid é um vírus que veio para ficar. Hoje, ele não é mais pandêmico, mas a gente ainda tem surtos. Se eu produzo essa vacina nacionalmente, eu reduzo o preço, e tem uma questão de soberania. Com uma vacina 100% nacional, você não precisa depender de ninguém”, defende Rosane Cuber.
O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fiocruz também foi escolhido pela Organização Mundial da Saúde como hub regional para o desenvolvimento de novos produtos com a plataforma de rna mensageiro. Rosane destaca a importância desse reconhecimento, considerando que Bio-Manguinhos é um laboratório público.
“O nosso direcionamento não é o lucro, mas sim aquilo que é lucro para sociedade. A gente faz entregas para a população brasileira”
A Federação de Laço de Mato Grosso do Sul deu início oficial aos trabalhos da nova temporada, reafirmando seu papel como uma das entidades esportivas e culturais mais representativas do Estado Com cerca de 35 mil filiados, distribuídos em 38 municípios, a federação movimenta a economia local, valoriza a cultura sul-mato-grossense e fortalece o laço comprido como tradição e esporte.
Um dos destaques do início da temporada é o 22º Encontro Estadual de Laço Comprido do MS, que será realizado de 22 a 25 de janeiro, na cidade de Sete Quedas. O evento é promovido pela Aliança da Fronteira e integra o calendário oficial da Federação, reunindo laçadores de diversas regiões do Estado.
O Vice-Presidente do grupo C da Federação de Laço de Mato Grosso do Sul, Jairo Vieira , organizador do evento em Sete Quedas afirmou que: “Esperamos pelo menos 500 laçadores no primeiro evento em Sete Quedas e que as famílias participem, afinal, o Laço Comprido é um esporte que nasce em família, tem modalidades disputadas em família e fortalece a convivência em comunidade, estamos muito animados em dar o ponta pé inicial da modalidade em Sete Quedas.”
O Prefeito de Sete Quedas, Erlon Daneluz, que já participou da modalidade afirmou em entrevista:
“Estamos muito contentes em saber que Sete Quedas receberá o início dos trabalhos da modalidade do Laço Comprido. É importante destacar todo o trabalho não só dos envolvidos na modalidade, mas também da prefeitura que tem adequado o espaço de tal forma que as competições ocorram da melhor forma possivel, além de movimentar a nossa cidade, este esporte demonstra a importância da convivência em família e da valorização dos animais dentro da prática esportiva”
A programação tem início na quinta-feira (22/01), a partir das 14 horas, com duelos profissional e amador. Na sexta-feira (23/01), os trabalhos começam às 13 horas, com a classificação das equipes, além do baile carapé, animado pelo Grupo Coração Apaixonado.
No sábado (24/01), as atividades iniciam às 4h30, com a reposição de armadas e a sequência da classificação das equipes. Às 20 horas, acontece a abertura oficial do evento, seguida de programação musical.
O encerramento ocorre no domingo (25/01), com início às 5 horas, quando acontecem as finais, incluindo as disputas da Taça de Bronze, Taça Patrão, Taça de Bronze Especial, Taça de Prata e Taça de Ouro.
Empresas vencedoras das licitações estão em fase de instalação e restauração da Guaira-Porã deverá iniciar nos próximos dias, diz Agesul. (Fotos: Vilson Nascimento e Divulgação)
Vilson Nascimento
O Governo do Estado deverá iniciar nos próximos dias a restauração da pavimentação asfáltica da Guaira-Porã, no trecho que liga Amambai a BR-163, em Eldorado, passando pelos municípios de Tacuru e Iguatemi.
Segundo o engenheiro civil, Gilson Cruz Filho, diretor da 11ª Residência Regional da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), com sede em Amambai, ao longo dos cerca de 155 quilômetros entre Amambai e Eldorado serão implantadas quatro frentes de trabalho.
Duas delas estão nos cerca de 69,2 quilômetros (fonte Google Maps) da MS-156 entre Amambai e Tacuru, uma nos cerca de 52,4 quilômetros da MS-295 entre Tacuru e Iguatemi e outra nos cerca de 34 quilômetros da também MS-295, entre as cidades de Iguatemi e Eldorado.
De acordo com a Agesul, além da total recuperação da pavimentação e implantação de sinalização, no projeto de restauração dos citados trechos de rodovias também está previsto a implantação de faixa adicional nas regiões de aclive acentuado com o objetivo de melhorar a trafegabilidade, tendo em vista que a Guaira-Porã é um importante eixo de escoamento de produção agropecuária e recebe cotidianamente um grande fluxo de veículos de carga.
Em Amambai o parque de máquinas e a usina de produção de asfalto de uma das empresas vencedoras da licitação pública para realizar a obra está sendo montado às margens da MS-156, nas proximidades de acesso a região da Kurussu Ambá.
A usina instalada em Amambai deverá entrar em funcionamento até o final desse mês.
Na quinta-feira, dia 15 de janeiro, em contato com um dos responsáveis pela instalação da usina de produção de CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado Quente), a reportagem do grupo A Gazeta foi informada que o equipamento deverá estar pronto para entrar em operação em quinze dias, ou seja, até dia 30 de janeiro.
A usina de produção de massa asfáltica instalada no município de Tacuru já estará em operação no decorrer desta terça-feira, dia 20 de janeiro. A informação foi passada por meio de redes sociais pelo prefeito de Tacuru, Rogério Torquetti, que também é o presidente do Conisul (Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento da Região Sul de Mato Grosso do Sul). Ele esteve visitando o parque de obras da empresa na semana passada.
Usina de produção de massa asfáltica instalada em Tacuru deverá entrar em operação já nesta terça, disse o prefeito local e presidente do Conisul, Rogério Torquetti.
A Caixa Econômica Federal paga nessa terça-feira (20) a parcela de janeiro do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 2.
O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 697,77. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 18,77 milhões de famílias, com gasto de R$ 13,1 bilhões.
Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.
No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Pagamento unificado
Os beneficiários de 176 cidades de nove estados receberam o pagamento na segunda-feira (19), independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 120 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Bahia (29), Sergipe (10), Roraima (6), Paraná (4), Amazonas (3), Piauí (2), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1).
Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).
Regra de proteção
Cerca de 2,44 milhões de famílias estão na regra de proteção em janeiro. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.
No ano passado, o tempo de permanência na Auxílio Gás
A China respondeu por 28,7% das exportações brasileiras - Foto: Claudio Neves/APPA
A relação comercial entre Brasil e China alcançou em 2025 o maior patamar da série histórica, consolidando o país asiático como principal parceiro do comércio exterior brasileiro. Segundo dados analisados por Tulio Cariello, do Conselho Empresarial Brasil-China, a corrente de comércio entre os dois países somou US$ 171 bilhões no ano, crescimento de 8,2% em relação a 2024.
O valor mais que dobrou o registrado nas trocas entre Brasil e Estados Unidos, que atingiram US$ 83 bilhões, mantendo os norte-americanos como segundo principal parceiro comercial. O desempenho reforçou uma trajetória de superávits brasileiros com a China que já dura 17 anos consecutivos. Em 2025, o saldo positivo chegou a US$ 29,1 bilhões, equivalente a 43% de todo o superávit comercial do Brasil com o mundo.
A China respondeu por 28,7% das exportações brasileiras e por 25,3% das importações, liderando nos dois fluxos. As vendas externas para o país cresceram 6% e alcançaram US$ 100 bilhões, o segundo maior valor já registrado, enquanto as importações avançaram 11,5%, somando US$ 70,9 bilhões, recorde histórico.
O resultado das exportações foi puxado principalmente pela agropecuária e pela indústria extrativa. A China absorveu 47% das vendas externas do agro brasileiro e 51,5% da indústria extrativa. O petróleo teve destaque, com recordes de volume e valor, totalizando 44 milhões de toneladas e US$ 20 bilhões, o equivalente a 45% de todo o petróleo exportado pelo Brasil.
Produtos agropecuários também apresentaram desempenho relevante. As exportações de café não torrado mais que dobraram em valor, enquanto a carne bovina atingiu máxima histórica. Em contrapartida, as vendas de frango e de carne suína recuaram. No lado das importações, além da compra de uma plataforma de petróleo de US$ 2,66 bilhões, cresceram as aquisições de veículos híbridos, produtos químicos e farmacêuticos, reforçando o peso da China como principal fornecedora de bens da indústria de transformação.
Nas proteínas, o acordo cria cotas com tarifas reduzidas - Foto: Divulgação
O acordo entre a União Europeia e o Mercosul tende a gerar impactos positivos, porém limitados e graduais, para o agronegócio brasileiro, com maior potencial concentrado em café, aves, etanol e açúcar. Segundo análise do BTG Pactual, elaborada por Thiago Duarte e Guilherme Guttilla, os principais ganhos devem vir da melhora nos preços e da ampliação moderada dos mercados de exportação, sem mudanças relevantes de volume no curto prazo.
No açúcar, a cota de 180 mil toneladas livres de tarifa equivale a cerca de 3% das exportações brasileiras, o que limita o impacto aos preços dentro desse volume. Para o etanol, a cota de 650 mil toneladas, sendo 450 mil livres de tarifa, representa cerca de metade das exportações do Brasil, mas como o mercado externo corresponde a apenas 4% da produção nacional, o efeito agregado permanece restrito, ainda que positivo para a expansão do etanol de milho.
Nas proteínas, o acordo cria cotas com tarifas reduzidas. A carne bovina terá cota crescente até 99 mil toneladas em 2031, o que ainda representa parcela pequena da produção do Mercosul, embora com preços cerca de 60% superiores à média brasileira. O frango se destaca, com a cota subindo para 180 mil toneladas, podendo elevar em até 65% as exportações brasileiras para a UE, mesmo que o volume continue pouco relevante frente à produção total. Já os suínos permanecem com impacto marginal.
Entre os bens de consumo, o café se beneficia da eliminação gradual da tarifa de 7,5%, em um mercado que já absorve 47% das exportações brasileiras. O arroz passa a contar com uma cota de 60 mil toneladas livres de tarifa. Para grãos, não houve mudanças relevantes para soja e farelo, e a cota de milho não altera os fluxos atuais. O BTG ressalta que o acordo ainda depende de ratificação, terá implementação gradual e inclui mecanismos de salvaguarda que podem limitar seus efeitos.
O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul), iniciou 2026 com um trabalho intensificado de articulação e alinhamento técnico com todos os municípios, estruturando ações conjuntas de controle vetorial para enfrentar o período sazonal de maior risco para a proliferação do Aedes aegypti. A estratégia prioriza padronização das medidas, apoio técnico às gestões municipais e atuação integrada em todo o território estadual.
Coordenador estadual de Controle de Vetores, Mauro Lúcio Rosário.
Entre as principais medidas fortalecidas estão o bloqueio químico adequado, com uso de bomba costal motorizada, e a ampliação da BRI (Borrifação Residual Intradomiciliar), que passa a ser executada por todos os municípios neste ano.
A metodologia consiste na aplicação de inseticida com efeito residual em pontos estratégicos, especialmente em locais com grande circulação de pessoas, garantindo proteção por várias semanas.
De acordo com o coordenador estadual de Controle de Vetores, Mauro Lúcio Rosário, o foco do trabalho neste ano é garantir a execução das ações de forma regionalizada.
“Estamos em contato direto com todos os municípios para alinhar as ações de controle vetorial em cada região. A proposta é atuar de forma integrada, oferecendo parceria técnica para que as ações sejam executadas de acordo com as diretrizes nacionais e com a realidade de cada local”, explica.
Monitoramento e novas metodologias ampliam a vigilância
Outra ação estratégica é a fase final de implantação das armadilhas ovitrampas nos 79 municípios do Estado, metodologia que permite monitorar com maior precisão a presença do mosquito. Atualmente, restam apenas nove municípios para a conclusão total dessa etapa.
Além disso, a SES amplia o uso das EDLs (Estações Disseminadoras de Larvicida), armadilhas que utilizam o próprio mosquito como vetor do produto. “O mosquito entra em contato com o larvicida e acaba levando esse produto para outros recipientes que muitas vezes não são visíveis ou acessíveis, como calhas, telhados ou áreas de construção. Isso nos permite um controle muito mais eficiente”, detalha Mauro Lúcio.
A capacitação das equipes municipais também integra o planejamento, com reuniões técnicas, treinamentos e encontros online para atualização e esclarecimento de dúvidas.
Cenário epidemiológico exige atenção contínua
Armadilhas ovitrampas estão em fase final de implantação nos 79 municípios. Foto: Ministério da Saúde.
Segundo a gerente de Doenças Endêmicas da SES, Jéssica Klener, o acompanhamento do cenário reforça a necessidade de antecipação das ações.
Ela explica que os registros de dengue neste início de ano estão ligeiramente acima dos observados na mesma semana do ano passado, enquanto a chikungunya já apresenta transmissão em alguns municípios, o que exige vigilância permanente e resposta coordenada.
Visita domiciliar e mutirões seguem como eixo central
Para 2026, a meta da SES é que 100% dos municípios realizem visitas domiciliares, consideradas a principal ferramenta de prevenção. Durante as visitas, agentes de combate a endemias e agentes comunitários de saúde orientam os moradores, identificam focos e registram situações que demandam encaminhamento a outros setores.
Os mutirões de limpeza seguem sendo incentivados com abordagem mais estratégica. “Não basta apenas recolher lixo. É fundamental identificar qual é o depósito predominante em cada município, seja lixo, caixas d’água, tonéis, fossas ou outros recipientes. Com base nesses dados, as ações se tornam mais eficientes”, reforça o coordenador estadual de Controle de Vetores. As ações contam ainda com apoio da Vigilância Sanitária, especialmente em pontos estratégicos como borracharias e ferros-velhos.
População é parte essencial da prevenção
A SES reforça que o controle do mosquito depende também do engajamento da população. Para a secretária-adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone, as ações do poder público precisam caminhar junto com a responsabilidade individual e coletiva.
“A atuação do Estado e dos municípios é fundamental, mas ela se torna ainda mais eficaz quando a população participa ativamente. Pequenas ações no dia a dia, como a limpeza regular do quintal e dos ambientes da casa, fazem diferença na redução dos focos do mosquito e fortalecem todo o trabalho de prevenção desenvolvido”, destaca.
A recomendação é que cada morador reserve ao menos 10 minutos por semana para eliminar recipientes que possam acumular água, contribuindo diretamente para a redução do risco de transmissão da dengue e da chikungunya ao longo de 2026.
Danúbia Burema, Comunicação SES Fotos: Kamilla Ratier/Arquivo SES
Na tarde dessa segunda-feira (19/01/2026), por volta das 13h, a equipe do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv) realizou a recuperação de um veículo com registro de roubo/furto e prendeu dois suspeitos durante ação de fiscalização na rodovia MS-289, km 130, no município de Amambai.
A ocorrência teve início após informações indicando que um Ford Ka, em atitude suspeita, estaria se deslocando no sentido Amambai–Coronel Sapucaia, possivelmente com destino à região de fronteira. Diante disso, foram iniciadas diligências na rodovia, com apoio de uma viatura da Polícia Militar de Coronel Sapucaia, a fim de impedir que o veículo adentrasse o território paraguaio.
O automóvel foi interceptado no km 130 da MS-289. Durante a abordagem, os ocupantes demonstraram nervosismo e apresentaram informações contraditórias sobre o motivo da viagem. Em checagem aos sistemas policiais, foi constatado que o veículo possuía registro de roubo datado de 18/01/2026, ocorrido no estado de São Paulo.
Questionados, os suspeitos relataram que receberam o veículo na Grande São Paulo e que o transportariam até a cidade paraguaia de Capitán Bado, onde receberiam a quantia de R$ 2.000,00 pelo serviço.
Diante da confirmação da ilicitude, foi dada voz de prisão aos envolvidos, com garantia de seus direitos constitucionais. Os suspeitos foram encaminhados ao hospital para exame de corpo de delito e, posteriormente, apresentados na Delegacia de Polícia Civil, juntamente com o veículo recuperado, para as providências legais cabíveis.