Em sua terceira visita ao Rio Grande do Sul em duas semanas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta quarta-feira (15), a criação da Secretaria Extraordinária da Presidência da República para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul. A nova pasta, com status de ministério, será ocupada por Paulo Pimenta, que deixa a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) para acompanhar os trabalhos de recuperação do estado, afetado pela maior catástrofe climática de sua história, com chuvas e enchentes que resultaram na morte, até o momento, de 149 pessoas e deixaram mais de 800 mil fora de suas casas.
Em seu discurso de posse, Paulo Pimenta sintetizou o trabalho na nova pasta, que, segundo ele, vai ser o de articular e apoiar o trabalho do governo do estado e das prefeituras.
“O presidente tomou essa decisão, de constituir um ministério específico, para articular, organizar as ações do governo federal, sem ter o caráter executivo, mas para facilitar o trabalho, para apoiar o governo do estado, apoiar as prefeituras municipais, para que o mais rapidamente possível a gente possa alcançar o nosso objetivo”, declarou.
Pimenta, que já vinha acompanhando os desdobramentos da tragédia desde o início das chuvas, lembrou que o governo federal vem dando todo o suporte ao estado. Ele destacou o resgate de mais de 80 mil pessoas nos últimos dias e agradeceu o envolvimento das forças de segurança e dos milhares de voluntários nessa tarefa.
Ao todo, cerca de 75 municípios já receberam recursos federais em ajuda humanitária e pelo menos R$ 100 milhões dos cofres federais já foram repassados para ações de resgate e acolhimento das pessoas afetadas pelas chuvas. O estado tem 80 mil pessoas em abrigos, sem previsão de retorno às suas casas, seja porque as áreas seguem inundadas ou porque tiveram residências destruídas pela força das águas.
“Só o que nós não temos condições de devolver para o nosso povo são as vidas das pessoas que foram perdidas”, disse o ministro, mencionando as ainda 150 pessoas desaparecidas.
Ele classificou as medidas anunciadas pelo governo federal para o estado como o maior plano de apoio a uma situação de catástrofe da história do país.
O presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro, avalia que Mato Grosso do Sul se tornou referência nacional na construção de um modelo sustentável de desenvolvimento que tem permitido ao Estado níveis de crescimento acima da média nacional sem uma ação predatória sobre o meio ambiente e não comprometendo os recursos naturais.
De acordo com Gerson, o parlamento estadual foi protagonista na formulação e rápida aprovação da Lei do Pantanal, que além de ser uma legislação moderna de proteção ao bioma , traz mecanismos para o Estado captar recursos com a venda de crédito de carbono . O recurso servirá para capitalização do Fundo Pantanal que permitirá , por exemplo, remunerar os produtores pantaneiros que preservam em suas propriedades áreas acima da reserva legal.
O presidente da Assembleia lembra que Mato Grosso do Sul tem mais de R$ 100 bilhões em investimentos privados contratados que resultarão no aproveitamento de áreas improdutivas após décadas de exploração como pastagens que hoje estão degradadas. ” Em seis anos teremos 2 milhões de hectares de florestas plantadas. O plantio de eucalipto tornou economicamente viável cerca de 1 milhão de hectares. Isso sem falar na valorização da terra. Há 16 anos um hectare na Costa Leste, o principal polo de plantio, valia R$ 1.800,00. Hoje, não se compra a mesma área por menos de R$ 30 mil”, compara.
O presidente da Assembleia desenha um cenário favorável para Mato Grosso do Sul conseguir em 2030 o reconhecimento como Estado Carbono Neutro com drástica redução de gás carbono a partir da utilização de combustível renováveis. “Com a entrada de novas usinas, em breve Mato Grosso do Sul passará de 4º para o 2º maior produtor de etanol do País. O Estado está concedendo incentivo fiscal para aumentar o consumo de gás natural, biogás e biometano.
Conforme os dados da Biogás, três plantas de produção de biogás e biometano já estão em operação em Mato Grosso do Sul, com capacidade total instalada de 8,16 milhões de Nm³/ano (metros cúbicos normais, ao ano). Já estão em operação as usinas da Adecoagro, em Ivinhema com capacidade de 2,4 milhões de Nm³/ano; a JBS, em Campo Grande, com capacidade de 1,38 milhão de Nm³/ano e a SF Agropecuária, no município de Brasilândia, com capacidade de 4,38 milhões de Nm³/ano.
O biogás e o biometano, extraído da vinhaça nas usinas de cana-de-açúcar ou do tratamento de dejetos da suinocultura e da bovinocultura, são o principal potencial de combustível renovável. A utilização dessa matriz energética já é realidade em veículos de transporte de carga.
A Prefeitura de Amambai, por meio das secretarias municipais de Assuntos Indígenas (SEIND) e Meio Ambiente (SEMAI), em parceria com a Itaipu Binacional, deu início a um importante projeto de recuperação de nascentes na Aldeia Amambai. A iniciativa visa preservar as fontes de água na região, promovendo a sustentabilidade e a qualidade de vida dos moradores locais.
Na última sexta-feira, dia 10, equipes da SEIND e da SEMAI realizaram a limpeza e o plantio de mudas de espécies nativas na nascente localizada na Aldeia Amambai, na região da Invernada, próximo à rodovia 386. Esta ação marca o início de um trabalho contínuo para revitalizar e proteger as nascentes da área.
O secretário municipal de Assuntos Indígenas, Zenaldo Moreira, explica que a recuperação das matas ciliares desempenha um papel fundamental na manutenção dos ecossistemas aquáticos. Além de evitar a erosão do solo e a contaminação das águas, a vegetação nativa atua como um filtro natural, contribuindo para a purificação dos recursos hídricos.
A Prefeitura de Amambai continuará a desenvolver e apoiar iniciativas que visem a proteção do meio ambiente e a melhoria das condições de vida da população.
O Brasil vai desenvolver formas de cultivar alimentos fora do planeta Terra. Segundo o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Marco Antônio Chamon, essa é a contribuição que o país tenta levar para o Projeto Artemis.
Idealizado pela Nasa, a agência espacial norte-americana, o programa pretende estabelecer uma base permanente na superfície da Lua. A proposta é que, partir dali, seja possível lançar missões tripuladas para Marte. Uma primeira missão sem tripulação, como parte do projeto foi lançada em 2022, e uma outra, com tripulantes, está prevista para 2025.
O Projeto Artemis reúne 39 países comprometidos com a proposta de estabelecer uma base lunar. De acordo com Chamon, nesse contexto, o Brasil tem buscado formas de contribuir com o projeto, apesar de não ter tradição na exploração espacial.
“Quando você tiver uma base permanente na Lua, não vai poder levar todas as coisas de que você precisa a partir da Terra. Você tem que ter meios locais de produzir oxigênio, energia e comida”, explicou Chamon, ao falar sobre os problemas que precisam ser resolvidos. Ele participou do webinar (seminário online em vídeo) Negócios Espaciais e o Papel do Brasil.
“O Brasil está tentando contribuir em algo em que tem um protagonismo internacional muito grande, que é a agricultura”, disse o presidente Agência Espacial Brasileira. Segundo Chamon, as tecnologias devem ser desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Há ainda expectativa de que os projetos para produção de alimentos no espaço possam ser aproveitados para aprimorar as práticas agrícolas na Terra, acrescentou Chamon.
A atividade econômica brasileira registrou alta no primeiro trimestre deste ano, de acordo com informações divulgadas, nesta quarta-feira (15), pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br) teve aumento de 1,08% de janeiro a março em relação ao trimestre anterior (outubro a dezembro de 2023), de acordo com dados dessazonalizados (ajustados para o período).
Em comparação ao primeiro trimestre de 2023, a alta foi de 1,04% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais).
Considerando apenas o mês de março de 2024, o IBC-Br teve retração de 0,34%, atingindo 147,96 pontos, dados dessazonalizados. Na comparação com o mesmo mês de 2023, houve queda de 2,18% (sem ajuste para o período). No acumulado em 12 meses, o indicador ficou positivo em 1,68%.
O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica do país e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 10,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade de setores da economia – indústria, comércio e serviços e agropecuária –, além do volume de impostos.
Taxa básica
A Selic é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas ajudam a redução da inflação, mas também podem dificultar a expansão da economia.
O comportamento dos preços já fez o BC cortar os juros pela sétima vez. Entretanto, a alta recente do dólar e o aumento das incertezas levaram o Copom a diminuir o ritmo do corte, que vinha sendo de 0,5 ponto percentual, para 0,25 ponto percentual.
Em ata da última reunião, o Copom mostrou preocupação com as expectativas de inflação acima da meta e, em meio a um cenário macroeconômico mais desafiador do que o previsto anteriormente, não prevê novos cortes na taxa Selic, os juros básicos da economia. Para os membros do colegiado, a extensão e a adequação de ajustes futuros na taxa “serão ditadas pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta”.
Apesar dos desafios, o Copom reconhece que o cenário do mercado de trabalho e a atividade econômica brasileira apresentaram um desempenho mais dinâmico do que o esperado no primeiro trimestre de 2024. Esse crescimento, impulsionado principalmente pelo setor de serviços, contribuiu para a decisão de reduzir a taxa Selic, ainda que em um ritmo mais lento.
De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, em um ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete vezes seguidas. Com o controle dos preços, o BC passou a realizar os cortes na Selic.
Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.
Produto Interno Bruto
Divulgado mensalmente, o IBC-Br emprega uma metodologia diferente da utilizada para medir o Produto Interno Bruto (PIB), que é o indicador oficial da economia brasileira. Segundo o próprio BC, o índice “contribui para a elaboração de estratégia da política monetária” do país, mas “não é exatamente uma prévia do PIB.”
O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país. Superando as projeções, em 2023, a economia brasileira cresceu 2,9%, com um valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2022, a taxa de crescimento havia sido 3%.
A próxima divulgação do PIB, com o resultado do primeiro trimestre de 2024, está previsto para o dia 4 de junho.
A Prefeitura de Naviraí, por intermédio da Gerência de Serviços Públicos, está executando mais um mutirão de limpeza na região do Bairro Vila Nova. A ação de limpeza começou na terça-feira (14/05), e tem prosseguimento com caminhões, pá carregadeira e servidores removendo entulhos, galhos e outros resíduos sólidos que foram colocados em frente às residências pelos moradores com antecedência, atendendo pedido da Prefeitura Municipal para facilitar a atuação das equipes da Gerência de Serviços Públicos.
A Prefeitura segue um cronograma elaborado para a execução periódica desses mutirões de limpeza em todos os cantos de Naviraí. Antes de chegar ao Vila Nova, as equipes da Gerência de Serviços públicos haviam executado mutirões de limpeza nas regiões do Residencial Harry Amorim Costa, Jardim Primavera, Jardim Eldorado, Jardim Progresso, Residencial Athenas, Jardim Alvorada, Jardim Tarumã I e II, além da região do Residencial Nelson Trad.
É importante ressaltar que para que as vias públicas permaneçam limpas, é essencial que os moradores não depositem entulhos, galhos, lixos e outros resíduos sólidos de forma inadequada após os mutirões de limpeza. Dessa forma, a cidade estará sempre limpa, contribuindo para a diminuição dos casos de Dengue e outras doenças.
Ações desta natureza são benéficas para todos os cidadãos e cidadãs de Naviraí. A Prefeitura Municipal, por meio da Gerência de Serviços Públicos, atua de forma proativa e coordenada para manter a cidade limpa e saudável, sempre contando com a colaboração da população. O mutirão de limpeza na região do Vila Nova deve ser concluído até o final de semana.
Na manhã desta quarta-feira (15), equipe técnica composta por biólogos, veterinários e voluntários, juntamente a mais de 30 toneladas de suprimentos essenciais, partiu de Campo Grande com destino a Porto Alegre (RS).
A ação é uma iniciativa do Governo de Mato Grosso do Sul em resposta às enchentes que assolaram o estado do Rio Grande do Sul, visando auxiliar no resgate e cuidado dos animais domésticos e silvestres afetados pelo desastre natural.
A força-tarefa é organizada pela Suprova (Superintendência de Políticas Integradas de Proteção da Vida Animal), vinculada à Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura), em parceria com o Gretap (Grupo de Resgate Técnico Animal Cerrado Pantanal), órgão que pertence à Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), além do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar de Mato Grosso do Sul e Instituto Homem Pantaneiro.
O comboio inclui uma diversidade de insumos, como ração seca para diversos tipos de animais, medicamentos, vacinas, água mineral, mantas térmicas aluminizadas, cobertores, toalhas, colchonetes, caixas de transporte animal, entre outros.
Além disso, equipe multidisciplinar especializada, formada por 20 profissionais biólogos e veterinários, embarcou com a finalidade de fornecer suporte imediato às comunidades locais e às autoridades envolvidas nos esforços de resgate e recuperação.
A previsão de viagem até a capital gaúcha é de aproximadamente 30 horas, levando em consideração a distância, os limites de velocidade com o volume dos insumos arrecadados, além das intempéries climáticas.
A equipe multiprofissional está preparada para enfrentar os desafios decorrentes das condições adversas, proporcionando assistência qualificada e essencial para mitigar os impactos das enchentes na fauna da região.
“Estamos atendendo a uma convocação da Secretaria de Meio Ambiente do Rio Grande do Sul, em função dessa situação desesperadora por qual o estado passa, principalmente em relação aos PETs. A equipe e os insumos seguem direto para Porto Alegre (RS) e vão ficar à disposição do Governo do RS para receber as orientações necessárias em relação às áreas de maior vulnerabilidade”, destaca o secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Ferreira Miranda.
Os suprimentos foram arrecadados por meio de ação envolvendo pontos de coletas em diversos locais de Campo Grande, ao longo dos últimos dias.
“Sabemos que muitas vidas estão sendo perdidas naquela região e acho que Mato Grosso do Sul tem o dever de ajudar e está fazendo muito bem feito. A população nos ajudou a arrecadar 30 toneladas de ração e insumos. Sabemos que os animais estão ficando sem tempo e é por isso que nos mobilizamos e estamos descendo para o Rio Grande do Sul. Cada uma dessas pessoas que estão descendo para lá sabe o que vão passar, das necessidades, mas estamos indo com a certeza de salvar vidas, porque todas as vidas importam”, enfatiza o superintendente de Políticas Integradas de Proteção da Vida Animal, Carlos Eduardo Rodrigues.
Parte da equipe multiprofissional que atuará no resgate de animais no Rio Grande do Sul
O Instituto Homem Pantaneiro é um dos órgãos especializados no resgate de animais durante os períodos de queimada em grande escala no Pantanal. Coordenador do Instituto, Sérgio Barreto afirma que equipe está preparada para enfrentar as adversidades.
“Nossa equipe está levando os materiais necessários para eventuais resgates, como puçás, pinças, cambões, caixas de contenção e outros imprescindíveis. É um cenário diferente do que encontramos aqui no Pantanal, mas essa equipe realiza treinamentos periódicos, sempre se atualizando perante a desastres em outros ambientes. Estamos treinados para fazer o melhor possível por essa população”.
É importante ressaltar que a iniciativa abrange tanto animais domésticos quanto silvestres, de pequeno, médio e grande porte. Na próxima semana, um novo comboio com mais insumos sairá da capital sul-mato-grossense rumo ao Rio Grande do Sul. Além disso, em revezamento, mais profissionais descerão o mapa para auxiliar no resgate de animais.
Lucas Castro, Comunicação Setesc Fotos: Lucas Castro
Equipe com o secretário de Desenvolvimento Econômico Roberto Racchtiune, vereadora Rosa e a coordenadora Solange, da Casa do Trabalhador. Foto: Divulgação
Vilson Nascimento
A Casa do Trabalhador, órgão ligado à Fundação do Trabalho (Funtrab), do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza 35 oportunidades de emprego nesta quinta-feira, dia 16 de maio, em Amambai.
Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas
1 vaga para auxiliar de engenheiro da construção civil 1 vaga para manicure 1 vaga para costureira 2 vagas para cozinheira 6 vagas para empregada doméstica 1 vaga para abatedor 1 vaga para atendente de balcão 1 vaga para açougueiro (trabalhar em outro município) 1 vaga para operadora de caixa 1 vaga para montador de móveis 1 vaga para garçom 1 vaga para auxiliar pizzaiolo 1 vaga para assistente de vendas 1 vaga para assistente de prevenção de perdas 1 vaga para camareira 1 vaga para ajudante de carvoaria 1 vaga para auxiliar de arquitetura 1 vaga para motofretista 1 vaga para auxiliar de limpeza 1 vaga para mecânico de automóveis 1 vaga para repositor de mercadorias – PCD 1 vaga para auxiliar de estoque – PCD 1 vaga para auxiliar serviços de alimentação 1 vaga para auxiliar administrativo – PCD 1 vaga para atendente de consultório médico 1 vaga para teleoperador de marketing (híbrido) 1 vaga para mecânico de moto 1 vaga para recepcionista – PCD
Casa do trabalhador também oferece
A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região.
Segundo o órgão, para dar entrada no pedido de benefício, o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade).
A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.
O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 13h. Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.
Donativos de Caarapó foram acondicionados no centro de recepção de doações do município gaúcho de Arroio do Meio. Foto: Divulgação
A solidariedade da população de Caarapó em relação às vítimas da tragédia em curso no Rio Grande do Sul rendeu a doação de 35 toneladas de produtos diversos à população daquele Estado. Apelo da administração municipal, por meio da Secretaria de Assistência Social, mobilizou grande parte do povo caarapoense, e famílias do município gaúcho de Arroio do Meio já podem usufruir das doações feitas pelos moradores da cidade sul-mato-grossense.
De acordo com a secretária de Assistência Social de Caarapó, Juliana Monteiro, os donativos foram arrecadados no âmbito da campanha SOS Rio Grande do Sul, realizada no período de 8 a 10 deste mês, com dois pontos de arrecadação: a Praça Central e o CRAS Urbano. Também houve doações de voluntários do vizinho município de Vicentina.
“Ficamos impressionados com a solidariedade do povo caarapoense que, em tão pouco tempo, reuniu cerca de 35 toneladas de donativos, entre cobertores, água, produtos de limpeza e de higiene pessoal, alimentos não perecíveis, fraldas e colchões, entre outros”, sublinhou a secretária de Assistência Social de Caarapó.
O caminhão que transportou os donativos de Caarapó foi descarregado em Arroio do Meio na terça-feira (14). O transporte foi realizado de forma voluntária pelos caarapoenses Lindomar Iran e seu filho Ryan, que relataram que enfrentaram grandes dificuldades no percurso por conta das condições climáticas. “Chegamos ao nosso destino sob fortes chuvas e desmoronamento de estradas. O cenário encontrado era de guerra”, disseram os motoristas.
No município gaúcho, os caarapoense tiveram o apoio da Defesa Civil, Prefeitura, Bombeiros e escolta da PM.
Em vídeo enviado ao prefeito André Nezzi, a vice-prefeita de Arroio do Meio, Adriana Celestina, agradeceu ao mandatário e à população de Caarapó pela solidariedade manifestada através das doações. “A nossa gratidão é enorme. Não temos palavras para agradecer o que o povo caarapoense está fazendo por nós”, disse.
O Rio Grande do Sul enfrenta um dos piores desastres naturais de sua história. Desde o final de abril de 2024, chuvas torrenciais castigaram o estado, provocando inundações, enxurradas e deslizamentos de terra que impactaram severamente 447 dos 497 municípios gaúchos.
Dados divulgados pelas autoridades indicam que, até o dia 14 de maio, a tragédia já contabilizava 148 vítimas fatais e 127 pessoas desaparecidas. Mais de 615 mil pessoas foram obrigadas a deixar suas casas, buscando abrigo em locais seguros ou com amigos e familiares. Os prejuízos materiais ainda estão sendo calculados, mas estima-se que atinjam milhares de milhões de reais.
O prefeito municipal, Edinaldo Luiz de Melo Bandeira, esteve na manhã desta terça-feira, 14 de maio, averiguando os equipamentos de uso permanente que foram adquiridos para o uso da saúde de Amambai.
O investimento total foi de R$ 890.622,32, sendo R$ 447.805,00 uma emenda da ex-senadora e atual Ministra do Planejamento e Orçamento do Brasil Simone Tebet e R$ 442.817,32 de recursos próprios do município.
Os móveis e equipamentos serão utilizados para mobiliar as unidades básicas de saúde e os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e de Especialidades da Saúde que estão quase prontos para iniciar os atendimentos à população.
Dr. Bandeira agradeceu o investimento da Ministra e relembrou os recursos do Deputado Federal Geraldo Resende, que destinou R$ 1.300.000,00 para a construção do CAPS no município. “Estamos muito gratos a estes dois parlamentares que são parceiros do nosso município, ainda tem muita coisa para chegar, mas em breve estaremos oferecendo uma saúde com maior qualidade e muito mais humanizada para os nossos moradores que utilizam os serviços”, afirmou.
Entre os itens adquiridos estão: macas, camas, berços, geladeiras, fogões, ares-condicionados, balanças, biombos, armários, cadeiras, mesas, escadas e muitos outros produtos de utilidade pública.
O Clube Tereré realizou na noite do último sábado, 11 de maio, um evento especial em homenagem ao Dia das Mães. O jantar aconteceu na sede do próprio clube e contou com sucesso de público.
A programação muito animada contou com música ao vivo do cantor prata da casa Márcio Morinigo, teve sorteio de brindes para as mães presentes e garantiu momentos de descontração e alegria para todos os presentes.
Segundo o presidente da Associação, Azor Cleodemar de Assis, a primeira edição do evento foi ainda melhor do que o esperado e a partir de agora, a ação fará parte do calendário anual do Clube. “Contamos com a presença de grande público e graças a parceria da nossa diretoria e de colaboradores realizamos um saboroso churrasco”, afirmou.
O Jantar contou com o apoio da Prefeitura de Amambai, por meio da Secretaria Municipal de Desporto e Cultura (SEDESC). Os recursos arrecadas ajudarão a custear as despesas da construção da casa do Clube feita especialmente para o caseiro que cuidará do local.
O Capítulo DeMolay 18 de Março Chow Chow n. 855 organizará os X Jogos DeMolay de Mato Grosso do Sul, em Amambai, nos dias 17, 18 e 19 de maio de 2024. O evento esportivo é destinado a jovens de 12 a 21 anos provenientes de vários municípios do Estado e espera reunir cerca de 250 participantes.
Os Jogos DeMolay contarão com uma variedade de modalidades, incluindo futebol, xadrez, cabo de guerra, tiro ao alvo (com arma de pressão), pescaria esportiva, atletismo, truco, ping pong, além de FIFA e Mortal Kombat no videogame.
De acordo com os organizadores do evento, “os jogos são um momento muito importante para os jovens da Ordem DeMolay, uma oportunidade de confraternização e prática de esportes, de desenvolvimento e aprendizado, sem contar que incentiva o companheirismo, que é uma das virtudes da instituição. Estamos muito felizes em receber os membros da Ordem DeMolay de Mato Grosso do Sul na nossa cidade, que os recebe de portas abertas”.
Os organizadores agradecem o apoio da Prefeitura Municipal de Amambai, do prefeito Dr. Edinaldo Luiz de Melo Bandeira, do Comandante Correa do 17 RC Mec, além de empresários e parceiros.
Ordem DeMolay
Fundada em 1919 nos Estados Unidos, a Ordem DeMolay é gerida por maçons e tem como objetivo formar líderes e melhores cidadãos entre jovens de 12 a 21 anos, promovendo valores como fidelidade, liderança e responsabilidade. A ordem está presente em treze países, incluindo o Brasil, e cultiva virtudes como amor filial, crença em Deus, cortesia, companheirismo, fidelidade, pureza e patriotismo.
X Jogos DeMolay acontece em Amambai nos dias 17, 18 e 19 de maio – Foto: Divulgação/DeMolay Mato Grosso do SulOrganizadores indicam o que os participantes devem levar no evento. – Foto: Divulgação/DeMolay Mato Grosso do Sul
Para atuar de maneira eficiente e garantir resposta rápida em caso de incêndios florestais na região do Pantanal de Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado iniciou a instalação de bases avançadas no bioma.
O trabalho realizado pelo CBMMS (Corpo de Bombeiros Militar) teve início ontem (14) com o envio de equipamentos pelo Rio Paraguai – por uma barca – para quatro bases localizadas em regiões conhecidas como Jatobazinho, Barra do São Lourenço e Redário, além da Santa Mônica, que é uma base terrestre com acesso mais rápido pelo rio.
Na Barra do São Lourenço os bombeiros recebem reforço de estrutura, pois o local já tem uma equipe em atuação desde o fim de abril, montada antecipadamente por conta de um incêndio da divisa com o estado do Mato Grosso.
“Com a nossa presença no local, caso aconteça um incêndio, a resposta é muito mais efetiva. A gente já vivenciou isso duas semanas atrás quando monitoramos o incêndio do lado do Mato Grosso. O trabalho no local já teve resultado positivo. A resposta aconteceu, a gente já viu que funciona. Agora é só estabelecer as demais bases com o intuito de levar principalmente prevenção. Mas se caso acontecer (um incêndio), estaremos mais perto com equipamento, viaturas e pessoal especializado”, disse a tenente-coronel Tatiane Inoue, diretora de Proteção Ambiental do Corpo de Bombeiros Militar, responsável pelo monitoramento e ações de combate aos incêndios florestais no Estado.
Na base mais distante, a previsão é de que a embarcação demore dois dias para chegar no local. “Num combate a incêndio real, em dois dias ele estaria muito propagado. No incêndio que atuamos próximo ao MT, quando se aproximou da divisa, adiantamos o estabelecimento da base. A equipe ficou monitorando a região. Quando o fogo se aproximou da divisa, fizemos um sobrevoo para poder avaliar a situação. A guarnição que já estava posicionada, quando o fogo atravessou a margem, fizeram um combate muito rápido, apenas 9 hectares foram atingidos e o incêndio foi controlado. Só para comparar, no lado do MT, a gente calculou mais de 3 mil hectares”, explicou a tenente-coronel Tatiane.
Coronel Adriano Rampazo
Nesta quarta-feira (15), mais três bases serão estabelecidas, via terrestre, na fazenda Novo Horizonte, Forte Coimbra e Campo Lourdes. Na próxima semana, outras seis bases serão instaladas.
“É a primeira vez que algo assim está acontecendo. Esta é a grande resposta que o Estado dá para o combate aos incêndios no Pantanal. A gente acredita muito nesta iniciativa porque estaremos aonde começam os incêndios, que é o mais importante, por conta da dificuldade de acesso às regiões do Pantanal”, afirmou o coronel Adriano Rampazo, subcomandante geral do CBMMS.
Bases avançadas dos bombeiros no Pantanal
A instalação das bases, consiste em disponibilizar estrutura – com caixas térmicas, mini geladeiras, motor, moto-gerador, equipamentos de combate a incêndios, utensílios de cozinha – para que as equipes do CBMMS estejam nos locais mais distantes de maneira permanente durante o período de temporada de incêndios florestais.
Os materiais e suprimentos, além de veículos para deslocamento nas áreas e viatura de transporte de água, foram enviados em uma barca para os quatro locais. E hoje as os militares foram enviados, também pelo Rio Paraguai, além das três equipes por terra.
“Em uma semana as 13 bases estarão instaladas. É uma logística e planejamento muito grande, mas o CMBMMS está pronto para atuar em todo o Estado”, afirmou Rampazo.
As bases avançadas são instaladas em paralelo ao trabalho preventivo – com orientação e educação ambiental –, para facilitar o deslocamento das equipes e a resposta no controle das chamas, especialmente em áreas de difícil acesso.
“Foi uma análise estratégica dessas bases avançadas por conta da dificuldade de acesso por terra, embarcação. Além de diminuir o tempo resposta, os militares vão estar mais próximos dessas comunidades ribeirinhas, povos originários e propriedades privadas. É uma questão também de cidadania”, afirmou a diretora do CBMMS.
A atuação dos bombeiros faz parte de um plano abrangente do Governo do Estado para mitigar os dados dos incêndios florestais no Pantanal, devido ao alerta climático para todo o MS que registra chuvas abaixo da média desde dezembro do ano passado.
A Prefeitura de Naviraí, por meio da Gerência de Assistência Social, está realizando diversas ações em referência à Campanha Nacional Maio Laranja. O principal objetivo dessa campanha é incentivar a execução de atividades que conscientizem, previnam, orientem e combatam a violência contra crianças e adolescentes. Com o slogan “Faça Bonito – Proteja Nossas Crianças e Adolescentes”, a iniciativa convoca a sociedade a se engajar nessa causa.
Foto: Júnior Lopes/ Assessoria
Em Naviraí, a Gerência de Assistência Social através de toda a equipe e do CREAS – Centro de Referência Especializado de Assistência Social, está empenhada para promover essas ações. Entre as atividades planejadas estão panfletagens e divulgações da campanha nas redes sociais, escolas e igrejas. O dia 18 de maio é conhecido como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infantil no Brasil, e a Campanha Maio Laranja busca dar visibilidade a esse tema tão importante.
Foto: Júnior Lopes/ Assessoria
É fundamental que toda a sociedade esteja envolvida na proteção e garantia dos direitos das crianças e adolescentes. A conscientização e a prevenção são ferramentas essenciais para combater a violência e proporcionar um ambiente seguro e saudável para essa parcela da população. Através da mobilização e engajamento da comunidade, a Campanha Maio Laranja em Naviraí busca promover a reflexão e ações efetivas para proteger nossas crianças e adolescentes contra qualquer forma de violência e abuso.
A Gerência de Assistência Social da Prefeitura de Naviraí atua durante em todos os meses do ano no combate a violência contra crianças e adolescentes. É primordial reforçar que qualquer pessoa pode denunciar casos de abuso e violência, sem que sua identidade seja revelada. O Disque 100 é um canal de denúncias anônimas que recebe e encaminha casos de abuso sexual de crianças e adolescentes para as autoridades competentes. É importante que todos estejam atentos e denunciem qualquer suspeita de abuso, pois isso pode salvar vidas e proteger os mais vulneráveis.
Segundo dados da Secex, divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), as exportações de algodão do Brasil em abril de 2024 atingiram um volume recorde para o período, com 241,48 mil toneladas. No acumulado da safra 2022/2023 (de agosto de 2023 a abril de 2024), o volume embarcado foi de 2,12 milhões de toneladas, um aumento de 69,07% em relação ao mesmo período da safra 2021/2022.
Esse crescimento foi impulsionado principalmente pelo aumento da demanda da China e pela maior produção de pluma na safra 2022/2023. Mato Grosso, maior estado exportador, enviou 1,32 milhão de toneladas de pluma, representando 62,19% dos embarques nacionais até o momento. No entanto, o estado reduziu sua participação nas exportações totais do Brasil em 3,75 pontos percentuais em relação ao mesmo período da safra passada, devido ao ganho de espaço de outros estados, como São Paulo.
Com os embarques aquecidos, o Imea projeta que Mato Grosso exportará, no acumulado total da safra (de agosto de 2023 a julho de 2024), 1,73 milhão de toneladas, um volume 4,84% maior que o registrado na safra 2021/2022.
“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6.7).
Deus criou todas as coisas, inclusive os seres humanos (Gênesis, capítulos 1 e 2).
Tudo continua sendo de Deus; Ele não deu, não vendeu, e não abandonou; nem a terra nem o mundo nem a sua criação; e tudo e todos estão sob seu domínio: “Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam” (Salmo 24.1).
Deus deu ao primeiro homem, tudo do bom e do melhor, sem pedir nada em troca. Mandou lavrar e cuidar da terra. E alertou para que não comece o fruto de uma árvore, para que não viesse a morrer: “E tomou o Senhor Deus o homem e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar. E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2.15-17).
Mas o homem decidiu fazer exatamente o contrário do que Deus determinou; ao invés de obedecer, se rebelou contra Deus: “E, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela” (Gn 3.6).
Resultado: “E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida. Espinhos e cardos também te produzirá; e comerás a erva do campo. No suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado, porquanto és pó e em pó te tornarás” (Gn 3.17-19).
Por causa da maldade do homem, Deus mandou um dilúvio sobre a terra; poupando apenas um homem com sua família, por ser o único temente a Deus: “E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. Então, arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra, e pesou-lhe em seu coração. E disse o Senhor: Destruirei, de sobre a face da terra, o homem que criei, desde o homem até ao animal, até ao réptil e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito. Noé, porém, achou graça aos olhos do Senhor” (Gn 6.5-8). Então, o dilúvio destruiu tudo!
Até hoje o homem continua em rebelião contra Deus! O ocultismo, o satanismo, a idolatria, a degradação moral, a prostituição, o egocentrismo do homem, são as causas da sua própria destruição. Vêm catástrofes, tragédias naturais e sobrenaturais; pestes, fomes, guerras, terremotos, tsunamis, inundações. E o homem fica se perguntando: Por que? Onde está Deus? E continua na sua rebelião! Não busca Deus; rejeita a Cristo!
Estamos colhendo o que semeamos: “Porque o que semeia na sua carne da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito do Espírito ceifará a vida eterna” (Gl 6.8). “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido” (Gl 6.9). Ainda há tempo de voltarmos para Deus: “Então, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé” (Gl 6.10).
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) publicou a primeira projeção de oferta e demanda mundial de soja para a safra 2024/2025. Segundo o informado no relatório e divulgado pelo boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a produção global de soja deve alcançar 422,26 milhões de toneladas, um aumento de 6,40% em relação à safra 2023/2024.
De acordo com os dados divulgados pelo Imea, este crescimento é impulsionado principalmente pelas estimativas recordes de produção no Brasil e nos EUA, com aumentos projetados de 9,70% e 6,80%, respectivamente, em comparação à safra anterior. A demanda global por soja também deve crescer, com o consumo projetado em 401,74 milhões de toneladas, um aumento de 4,70% em relação ao ano passado.
A China permanece como o principal consumidor, com uma estimativa de consumo de 126,80 milhões de toneladas, de acordo com o USDA. Apesar do crescimento da demanda, a produção projetada será ainda maior, resultando em um aumento de 15,00% nos estoques finais, previstos para 128,50 milhões de toneladas.
Esse cenário de alta oferta poderá pressionar os preços da soja e aumentar a competitividade entre os principais produtores.
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) recuperaram, na tarde desta terça-feira (14), uma Fiat Fiorino de cor branca carregado com 331,7 quilos de maconha, mais 20,2 quilos de skank.
Os militares realizavam um patrulhamento ostensivo e preventivo por uma estrada vicinal próximo da reserva indígena Jaguapiré, área rural do município de Tacuru, quando deram a ordem de parada ao condutor da Fiorino que seguia no sentido contrário, Tacuru/Reserva Indígena. O homem desobedeceu e acelerou o carro por cerca de dois quilômetros até abandoná-lo e correr para uma plantação de milho, onde foi localizado e detido.
Questionado sobre a fuga disse que transportava drogas e que foi contratado, por um desconhecido, em Contagem (MG) para ir até Paranhos (MS) pegar os 351,9 quilos da droga e retornar à cidade de origem.
Durante a checagem dos agregados do veículo, os policiais descobriram um registro criminal de furto ocorrido em Belo Horizonte (MG), no dia 3 de março do corrente ano registrado por uma empresa. A ocorrência foi registrada e entregue na Delegacia da Polícia Civil em Tacuru e o prejuízo estimado ao crime foi de R$ 941,5 mil.
A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, parceria da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) com o MJ (Ministério da Justiça e Segurança Pública), da Operação Ágata Fronteira Oeste II, em parceria com o Exército Brasileiro e da Operação COSUD (Consórcio de Integração Sul e Sudeste) deflagrada na manhã desta quarta-feira (8) no Mato Grosso do Sul com a integração de sete Estados brasileiros.
Mato Grosso do Sul ocupa a primeira posição no indicador “Qualidade de Crédito para Pessoa Física”, do Ranking de Competitividade dos Estados 2023, elaborado pela organização não governamental CLP (Centro de Liderança Pública). O indicador, produzido a partir de dados do Banco Central, avaliou o percentual de modalidades não-emergenciais (consignado, habitacional, veículos e rural) para pessoa física.
De acordo com o diretor-presidente da CLP, Tadeu Barros, as modalidades de crédito consideradas no indicador, como consignado, habitacional, veículos e rural, estão ligadas à qualidade do crédito.
“O consignado, para citar um exemplo, é descontado diretamente da folha de pagamento, diminuindo o risco de inadimplência. Já o crédito habitacional e para veículos engloba a aquisição de ativos tangíveis (imóveis, carros, etc..) os quais permitem mais segurança para quem está emprestando o recurso. Por fim, o crédito rural é considerado de alta qualidade devido à natureza estável e indispensável do setor agrícola, além do apoio governamental associado a esse tipo de crédito”, explica Tadeu Barros.
Ainda segundo o dirigente, tais modalidades de crédito evidenciam mais estabilidade financeira e responsabilidade por parte dos tomadores de recursos, incrementando a qualidade do crédito concedido. “Portanto, quanto maior sua participação no crédito total melhor será o perfil do mercado de crédito do Estado”, analisa.
O Ranking de Competitividade dos Estados, ferramenta que reúne dados para auxiliar gestores públicos a diagnosticar problemas e elencar prioridades, já é utilizado por mais de 20 estados brasileiros.
Para o secretário-executivo da Segem (Secretaria Executiva de Gestão Estratégica e Municipalismo do Estado de Mato Grosso do Sul), Thaner Nogueira, os sul-mato-grossenses estão tendo acesso a linhas de crédito mais competitivas em comparação com outras regiões do País, evitando as altas taxas do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito.
“Os recursos obtidos pelas pessoas físicas não apenas oferecem vantagens individuais, mas também têm um maior potencial para impulsionar a economia, reduzindo os pagamentos de juros em suas transações”, complementa Thaner.
Recentemente, Mato Grosso do Sul também apresentou a segunda melhor taxa de investimentos (18,16%), no ranking da CLP de competitividade dos estados brasileiros.
No ano passado, o Estado recebeu o Prêmio CLP de Excelência de Competitividade 2023, na categoria “Destaque Boas Práticas”, com o programa “Contrato de Gestão”.
Mato Grosso do Sul prepara uma série de medidas para enfrentar a forte seca na região da bacia hidrográfica do Paraguai – que tem o rio Paraguai como principal ativo. Em reunião nesta semana a ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico), ficou definido que resolução federal nos próximos dias vai declarar Situação Crítica de Escassez Quantitativa dos Recursos Hídricos na Região Hidrográfica do Paraguai. A vigência da situação vai até 31 de outubro, podendo ser prorrogada.
Tal declaração oficial impõe uma série de condições especiais para o uso da água nos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Os diretores da ANA justificam a medida tendo em vista o cenário observado na região e com base em pareceres de instituições públicas como o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) e o SGB (Serviço Geológico do Brasil).
“A situação é preocupante e o Governo de Mato Grosso do Sul vem acompanhando junto com o Governo de Mato Grosso e a Agência Nacional de Águas o comportamento dos rios e a frequência das chuvas que estão abaixo da média histórica desde ano passado, o que fez com que não tivéssemos cheia no Pantanal nesse ano”, pondera o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, que participou da reunião de forma remota.
Foi criada pela ANA uma Sala de Crise para acompanhar a situação da bacia do rio Paraguai, da qual participam diversos órgãos públicos e instituições que atuam na área, inclusive o Cemtec/MS (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) e o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul).
Material apresentado pela ANA
No dia 7 de maio, a Sala de Crise se reuniu e ficou decidido que o colegiado indicaria à ANA a necessidade de declarar situação de escassez hídrica, após avaliação dos dados hidrológicos da região. O nível d’água do rio Paraguai, em abril de deste ano, atingiu o pior valor histórico observado em algumas estações de monitoramento ao longo de sua calha principal.
A situação desfavorável pode resultar em impactos aos usos da água, sobretudo em captações para abastecimento de água, especialmente em Cuiabá (MT) e Corumbá, além de dificultar e até inviabilizar a navegação, reduzir o potencial do aproveitamento hidrelétrico a fio d’água e comprometer atividades de pesca, turismo e lazer.
As captações outorgadas representam menos de 30% de comprometimento da vazão de referência, portanto o problema não estaria na quantidade de água retirada dos rios. Mas, em função da redução dos níveis dos rios, é possível que haja impacto nas estruturas de captação dessa água para abastecimento urbano, demandando a instalação de equipamentos adicionais.
O superintendente da ANA, Patrick Tadeu Thomas, é quem explica essa situação durante apresentação do relatório, e acrescenta ainda que as concessionárias, nesse caso, poderiam até mesmo criar taxas extras para bancar os custos adicionais. Ele citou o caso da cidade de Corumbá, com 102 mil habitantes, que se abastece do rio Paraguai.
A Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) instalou uma bomba para captar 632 litros de água por segundo do rio. “Em 2021, a estrutura de captação ficou submersa numa lâmina d’água de apenas 30 centímetros. Nesse ano estamos prevendo que o nível do rio fique mais baixo e a captação por essa bomba seja interrompida”, afirmou Thomas.
Reunião da ANA para decidir declarar a situação
As estratégias que devem ser adotadas a partir da declaração de escassez hídrica vão desde a estratégia de ajustes operacionais em reservatórios até melhoria do uso da água para setores de agricultura e indústria. “É um esforço em conjunto que requer a colaboração de todos os envolvidos para garantir a sustentabilidade da água naquela bacia”, ponderou Verruck.
Na próxima semana, o governador Eduardo Riedel vai reunir representantes de todas as secretarias e a Semadesc fará uma apresentação da situação hidrológica da região, quando então serão definidas ações de segurança hídrica, saúde, segurança, atendimento aos povos tradicionais e todas as providências necessárias para enfrentar a situação.
“Há um foco muito forte no monitoramento contínuo. Estamos utilizando estações de monitoramento para acompanhar em tempo real os níveis de rios e as condições climáticas, o que é fundamental para se antecipar e responder às mudanças que estão acontecendo na região. Além disso, a Sala de Crise serve para coordenar ações entre diferentes órgãos e garantir respostas rápidas e eficazes quando a situação evoluir”, enfatiza o gerente de Recursos Hídricos do Imasul, Leonardo Sampaio.
A Região Hidrográfica Paraguai ocupa 4,3% do território brasileiro, abrangendo parte de Mato Grosso e de Mato Grosso do Sul, o que inclui a maior parte do Pantanal=, a maior área úmida contínua do planeta, e se estende por áreas da Bolívia e do Paraguai. Dentre seus principais cursos d’água, destacam-se os rios Paraguai, Taquari, São Lourenço, Cuiabá, Itiquira, Miranda, Aquidauana, Negro, Apa e Jauru.