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terça-feira, 30 de junho de 2026
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Agora é Lei: responsáveis por pessoas com deficiência terão desconto no IPVA

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Foto: Assessoria

O Governador Eduardo Riedel (PSDB) sancionou nesta semana, o Projeto de Lei 6.241 de autoria da Deputada Estadual Lia Nogueira (PSDB), que altera a redação de dispositivos da Lei 1.810, de 22 de dezembro de 1997. Com isso, o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) devido por proprietário ou por possuidor com deficiência física, visual, mental severa ou profunda, síndrome de down ou autista, definida no Regulamento, será reduzido em 60%, relativamente ao veículo automotor que se destine exclusivamente ao seu uso, limitada a um veículo por beneficiário. 

A parlamentar explica que a alteração na lei abrange o alcance do benefício. “É uma conquista muito grande para as famílias de pessoas atípicas e que utilizam estes veículos para o transporte destas pessoas. Só quem é pai, mãe ou responsável sabe da importância de uma medida como esta, que garante um acesso mais facilitado ao benefício”, disse a parlamentar.

Com apoio da Prefeitura, Naviraí terá Feira Cooperar da Sicredi no sábado (25) às 17h na Praça Euclides Fabris

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Fotos: Divulgação

Naviraí recebe no próximo sábado, dia 25 de maio, a Feira Cooperar, que é realizada pela instituição financeira cooperativa Sicredi Centro-Sul MS/BA e está sendo levada a diversos municípios do Mato Grosso do Sul em comemoração aos 35 anos da cooperativa. A Feira Cooperar tem uma parceria com “O Balaio Feira Criativa” e a vinda a Naviraí conta com o apoio da Prefeitura Municipal, por meio da Fundação Cultural.

O evento é aberto ao público e acontecerá na Praça Euclides Fabris, a Praça Central, das 17 às 21 horas. A feira contará com dezenas de expositores e irá oferecer uma variedade de atrações, como espaços dedicados à música, artesanato e gastronomia local. Uma das atrações de destaque será a Roda de Samba com a cantora Ana Paula Lopes.

A Feira Cooperar é uma oportunidade para os naviraienses desfrutarem de uma programação diversificada e envolvente. Com a parceria do “O Balaio Feira Criativa”, as dezenas de expositores e o apoio da Prefeitura Municipal, o evento promete ser um grande sucesso e atrair muitos visitantes.

Com apoio da Prefeitura, Naviraí terá Feira Cooperar da Sicredi no sábado (25) às 17h na Praça Euclides Fabris

Nilsinho pede que cultura se antecipe e crie campanha do “Natal Iluminado 2024” em Caarapó

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O vereador Clenilson Francisco da Silva o “Nilsinho” (PSDB) encaminhou documento ao Departamento Municipal de Cultura com cópia à Associação Comercial e Empresarial de Caarapó, solicitando se antecipem no sentido de promoverem a campanha “Natal Iluminado – 2024”.

Na proposição do vereador ele argumenta que a iniciativa visa promover e incentivar o comércio local e conscientizar a população a participar da campanha Natal Iluminado – 2024.

“Nessa campanha, seria fomentada a importância da decoração natalina, embelezando as ruas, praças e residências, realçando ainda mais o espírito natalino”, disse o vereador.

Sete Quedas recebe 4ª etapa da Copa SulMEMS de Velocross neste final de semana

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Na foto momento da etapa de abertura da Copa SulMEMS de Velocross 2024 em Amambai. Sete Quedas sedia a 4ª etapa da competição estadual neste final de semana. (Foto: Vilson Nascimento)

Vilson Nascimento

Sete Quedas sedia neste final de semana a 4ª etapa da Copa SulMEMS de Velocross, promovida pela Super Liga de Motociclismo de Mato Grosso do Sul (SulMEMS).

A competição, que faz parte do calendário festivo alusivo ao 44º aniversário do município da fronteira com o Paraguai, está sendo organizada pelo Moto Clube Sete Quedas e as expectativas são pela participação de mais de 150 pilotos oriundos de várias regiões de Mato Grosso do Sul e até de fora do Estado.

De acordo com a organização, que tem a frente o empresário Adão Sílvio Tavares, os motores começam a roncar na pista do Moto Clube local a partir das 14h deste sábado, 25 de maio, com os treinos lives, seguidos já de prova, com as categorias, Dinossauros Light, Dinossauros Pró e Pratas da Casa.

No domingo, dia 26 de maio, a largada da primeira bateria, já valendo pela etapa da Copa SulMEMS de Velocross, está prevista para acontecer a partir das 9h da manhã.

Segundo Adão Sílvio a etapa da competição em Sete Quedas que terá arquibancadas para garantir maior conforto e segurança aos espectadores, bem como sistema de sonorização de elevada qualidade, tem apoio da prefeitura local, da empresa Doce Mel, com sede em Amambai, do Café Iguaporã, da universidade Columbia Medicina, de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, da Câmara Municipal de Sete Quedas, do comércio e indústria local e do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul através da Fundação de Cultura e da Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura) de MS.

Abaixo mais detalhes da etapa da Copa SulMEMS de Velocross em Sete Quedas

Sete Quedas recebe 4ª etapa da Copa SulMEMS de Velocross neste final de semana
Sete Quedas recebe 4ª etapa da Copa SulMEMS de Velocross neste final de semana

Vinhos e petiscos de boteco: saiba quais as melhores combinações

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Tradicionalmente, petiscos de boteco como coxinha, croquete, pastel ou bolinho frito são acompanhados por uma cervejinha, não é mesmo? Porém, engana-se quem acha que esta é a única opção de bebida com potencial de harmonização. Os vinhos também podem ser boas companhias durante o seu happy hour.

A dica principal para tentar combinar as iguarias típicas brasileiras com vinhos é se atentar a dois fatores: métodos de cocção e predominância de ingredientes.

Para petiscos que são fritos por imersão, a untuosidade da gordura vai ser predominante no momento da mastigação, por isso é necessário escolher vinhos com alta acidez, como é o caso dos espumantes com baixo teor de açúcar (brut, extra-brut ou nature) ou brancos intensos.

Se o cardápio oferecer grelhados ou assados, até dá para arriscar um vinho tinto dependendo da proteína e dos molhos que serão servidos como acompanhamento.

Confira abaixo alguns dos petiscos mais populares do país e as respectivas sugestões de harmonização: 

  • Coxinha de frango
Coxinha de frango
Coxinha é um dos petiscos mais amados pelos brasileiros e cai bem com espumantes mais secos / Pixabay

A coxinha de frango é um dos mais tradicionais petiscos de boteco brasileiro. Geralmente, além da proteína, ela também é recheada com catupiry ou queijo cheddar. Portanto, além da massa frita, há o incremento da gordura dos queijos que fica evidente na boca.

Então, a melhor opção nestes casos é um espumante que tenha longo tempo de autólise e que seja o “mais seco” possível para poder limpar o paladar durante a mastigação. Prefira espumantes extra-brut ou nature, mas que sejam feitos pelo método tradicional (champenoise).

  • Espetinho de carne com farofa

Na hora de compartilhar bons momentos com os amigos, os bares costumam ter aquele “espetinho de carne especial” para quem quer beliscar e bebericar. Neste caso, os espetinhos, costumeiramente, são feitos a partir de carnes mais magras, como coxão mole, alcatra ou patinho. Então, você até pode arriscar um vinho tinto, mas o recomendado é que seja um de baixa intensidade. Nada de Malbec ou Cabernet Sauvignon, já que estas castas são indicadas para churrascos completos.

A melhor dica fica para um Tempranillo, de preferência espanhol, ou um Syrah do novo mundo sem a passagem por barrica de carvalho. Como você estará bebendo, comendo e conversando, o vinho deve ser fácil de beber, ou seja, não deve exigir decantação ou tempo de descanso na taça. Precisa ter aquele gostinho de “quero mais”, simples e gostoso.

  • Bolinho de camarão

Não dá para fugir da fritura, não é mesmo? O bolinho de camarão é um clássico e, além de estar no cardápio dos botecos, também faz parte das entradas de grandes restaurantes. Diferente dos outros petiscos, o camarão, por ser uma carne mais “magra”, contrasta com a massa e exige um vinho refrescante.

Aqui podemos deixar duas opções: um vinho branco como Sauvignon Blanc ou um Riesling itálico. Ambos possuem elevada acidez. Pelo prato ser consumido muito na beira da piscina ou do mar, rosés mais frutados podem tornar experiência incrível. Há também quem queira arriscar um Pinot Noir europeu jovem, mas é uma aposta menos certeira que as demais sugestões.

  • Dadinho de tapioca com geleia de pimenta
dadinhos tapioca mocoto
Dadinhos de tapioca conquistaram paladar brasileiro; na foto, exemplar do Mocotó, em SP / Ricardo D’Angelo

O dadinho de tapioca tem se tornado um dos petiscos mais queridinhos dos frequentadores de boteco. Aqui é preciso destacar, como mencionamos no início do texto, o método de cocção (fritura) e o molho que acompanha.

Pela geleia ser apimentada, a escolha do vinho deve contrastar com a intensidade deste sabor na boca. A melhor opção fica para brancos aromáticos como os alemães Riesling e Gewurztraminer. As duas variedades foram escolhidas por serem de baixo corpo e, acima de tudo, baixo teor alcoólico, para contrapor aquela sensação de “quentura” na garganta.

  • Croquete de carne moída

O croquete de carne moída possui um sabor marcante e uma persistência no paladar. Ao mastigar, existe a predominância da proteína animal. Desta forma, vale apostar em um vinho italiano que possua, mais uma vez, um grau a mais de acidez.

Nada de tintos encorpados ou com taninos muito presentes: a harmonização será perfeita ao escolher rótulos italianos como Sangiovese (Chianti) ou um português Touriga Nacional. Além disso, como estamos falando de petiscos brasileiros, uma outra variedade que vai cair muito bem é o Cabernet Franc plantado no Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul.

*Os textos publicados pelos Insiders e Colunistas não refletem, necessariamente, a opinião do CNN Viagem & Gastronomia.

Sobre Stêvão Limana

O jornalista Stêvão Limana com taça de vinho na mão
O jornalista Stêvão Limana / Divulgação

Stêvão Limana é jornalista formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), pós-graduado em enologia e postulante a sommelier profissional. Na televisão fala sobre política e eleições, na internet sobre vinhos e gastronomia.

Festa do Dia das Mães da Rainha dos Apóstolos

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Fotos: Pascom

Por meio de e-mail moradora pede ações na região da antiga rodoviária da Capital e Neno Razuk leva o assunto ao plenário

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A situação de pessoas em situação de rua e crescente violência no entorno da antiga rodoviária em Campo Grande é um problema crônico, mas que continua incomodando moradores e comerciantes na região. Após receber a reclamação de uma das moradoras, o deputado estadual Neno Razuk (PL) levou para o plenário proposição para que sejam reforçadas as ações de policiamento no local.

“É um problema que sabemos ser crônico, mas que é preciso buscar soluções. Comerciantes não conseguem abrir as portas devido a questão dos moradores em situação de rua, além das pessoas adictas que ficam no entorno. Sabemos que não é só uma questão da segurança pública, que a assistência social e a saúde precisam de políticas públicas para essas pessoas”, elencou Neno sobre o pedido enviado ao gabinete.

Na solicitação a moradora relembra que a mídia constantemente fala sobre assunto e que há centenas de comentários demonstrando indignação. “Apear da amplitude da ação que essas pessoas precisam, há furtos e roubos na região que podem e devem ser coibidos por meio de policiamento ostensivo, uma vez que sabemos que a presença da Polícia Militar já auxilia bastante para coibir esses crimes”.

A proposição foi apresentada por meio de indicação para a SEJUS (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública) com cópia para o Comandante da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul Coronel Renato dos Anjos Garnes.

A solicitação da moradora foi enviada por meio do e-mail do gabinete no endereço eletrônico [email protected] .

Comemoração do aniversário de 29 anos do Centro Rural em Iguatemi contou com a participação do prefeito

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Foto: Assessoria

O Centro Rural Produtos Agropecuários Ltda é uma empresa instalada em Iguatemi há 29 anos, atendendo a população com produtos agrícolas e veterinários, contribuindo com o desenvolvimento do município e com a geração de empregos. E, nesta quarta-feira, dia 22 de maio, a empresa está comemorando seu aniversário em grande estilo, com um delicioso coffee break para os clientes e autoridades que prestigiaram o evento.

Presentes nas comemorações, estiveram o prefeito municipal, o presidente da Câmara de Vereadores, Genésio Boamorte, a vereadora Carol Vasconcelos e o secretário municipal de Administração Délsio Sovernigo.

Fomos comprados por Cristo? – Por Eloir Vieira

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Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (1ªCo 6.20).

Antes do sacrifício de Jesus na cruz, a humanidade estava destituída da glória de Deus (Rm 3.23). A glória de Deus é a presença de Deus, carregada de bondade, graça, compaixão, misericórdia (Êx 33.19). Foi por falta da glória de Deus na vida dos homens, que maltrataram, zombaram, escarneceram, crucificaram e mataram Jesus!

O preço exigido por Deus para o perdão dos pecados da humanidade, não era dinheiro, nem sacrifício de animais; mas sacrifício de um humano que fosse inocente, puro, imaculado, sem pecado; não existe um, no mundo. Somente Jesus, concebido pelo poder de Deus no ventre de uma mulher virgem, que ainda não conhecia homem na intimidade, poderia ser aprovado para derramar seu sangue para remissão dos pecados.

Jesus, não nasceu em pecado, não pecou, e, portanto, estava apto para ser o Cordeiro do sacrifício para a humanidade! Assim, fomos comprados a preço de sangue: “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado” (1ªPe 1.18,19).

Se somos de Cristo, vivemos para Cristo: “Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo, como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver, porquanto escrito está: Sede santos, porque eu sou santo. E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação, sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, o qual, na verdade, em outro tempo, foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado, nestes últimos tempos, por amor de vós; e por ele credes em Deus, que o ressuscitou dos mortos e lhe deu glória, para que a vossa fé e esperança estivessem em Deus. Purificando a vossa alma na obediência à verdade, para amor fraternal, não fingido, amai-vos ardentemente uns aos outros, com um coração puro; sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva e que permanece para sempre” (1ªPe 1.13-23).

Fomos comprados por Deus! Somos de Deus! Não devemos mais servir ao pecado, mas a Jesus Cristo, nosso Salvador e Senhor: “Ele nos tirou da potestade das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor, em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados” (Cl 1.13,14. Não devemos servir ao pecado, mas a Jesus: “Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens” (1ªCo 7.23). “Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (1ªCo 6.20). Deus abençoe!

Governo mantém previsão do salário mínimo de R$ 1.502 para 2025

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O salário mínimo deve chegar a R$ 1.502 a partir de 2025. O aumento será de 6,4%, R$ 90 a mais do valor atual, de R$ 1.412. A previsão consta da edição de maio do Boletim Macrofiscal, divulgada pela SPE (Secretaria de Política Econômica) do Ministério da Fazenda.

O PLDO (Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2025, enviado ao Congresso Nacional em abril, já previa este valor para o mínimo. Mas o número ainda pode mudar, já que o reajuste do piso nacional depende das projeções para a inflação e de eventuais revisões do PIB (Produto Interno Bruto).

A nova grade de parâmetros revela aumento das perspectivas de inflação medidas pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), o qual o reajuste do salário mínimo é baseado. A atual estimativa é de alta de 3,5% em 2024 (frente 3,25%, na grade anterior).

A regra adotada desde o ano passado para o reajuste do salário mínimo segue a política de valorização, para garantir um aumento real, acima da inflação. A fórmula é a soma da inflação medida pelo INPC, acumulada em 12 meses até novembro do ano anterior, de 3,5% até agora, mais a variação do PIB de dois anos antes, de 2,9%.

Veja os últimos reajustes do salário mínimo

2024 – R$ 1.412 (6,97%)

2023 – R$ 1.320,00 (8,91%)

2022 – R$ 1.212,00 (10,04%)

Publicidade

2021 – R$ 1.100,00 (5,2%)

2020 – R$ 1.045,00 (4,7%)

2019 – R$ 998,00 (4,6%)

2018 – R$ 954,00 (1,8%)

2017 – R$ 937,00 (6,48%)

2016 – R$ 880,00 (11,6%)

Impacto

O valor do salário mínimo tem impacto não só na remuneração dos trabalhadores, mas também nos benefícios. Entre eles estão aposentadorias, pensões e outros auxílios pagos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), além do seguro-desemprego, no abono salarial PIS/Pasep e do BCP (Benefício da Prestação Continuada).

Segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o salário mínimo é a base da remuneração de 60,3 milhões de trabalhadores e beneficiários do INSS.

O órgão estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário baseado no custo da cesta básica. Em abril, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 6.912,69 ou 4,90 vezes o mínimo atual de R$ 1.412,00.

Presidenta da FUNAI cumpre agenda em Dourados e Campo Grande

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Presidenta da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), Joenia Wapichana. Foto: Joedson Alves/Agência Brasil/Arquivo

Redação

A presidenta da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), órgão vinculado ao Ministério dos Povos Indígenas, Joenia Wapichana, inicia nesta quarta-feira, 22 de maio, uma agenda de compromissos que se estenderá até sexta-feira, 24 de maio, com visitas às cidades de Dourados e Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. A agenda inclui reuniões e eventos para discutir questões relacionadas aos povos indígenas e fortalecer a coordenação entre as autoridades locais e federais.

Iniciando na manhã desta quarta-feira (22) em Campo Grande, Wapichana terá uma reunião com a Coordenação Regional (CR) e servidores na CR local. Ainda na capital, Wapichana participará de um encontro com lideranças indígenas e membros do Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI) no Auditório do Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul (DSEI/MS).

Na quinta-feira (23), a presidenta da FUNAI se reunirá com o vice-governador de Mato Grosso do Sul, José Carlos Barbosa, o Barbosinha, no Palácio do Governo. Esta reunião contará com a participação da secretaria de Segurança Pública; os deputados Zeca do PT, Pedro Kemp (PT) e Gleice Jane (PT); o secretário da SEJUSP, Antônio Carlos Videira; Dr. Marcus Vinícius Zampieri Sellmann e Dra. Kelly Bernardo Trindade, representantes da Superintendência da Polícia Federal; coronel Renato dos Anjos, comandante da PMMS; Dra. Sulimar, representante da Procuradoria-Geral do Estado (PGE); Humberto, representantes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEMADESC); além de Ronaldo de Albuquerque e Elcio da Silva Julio, representando a Subsecretaria de Políticas Públicas para Povos Originários.

Ainda na quinta-feira (23), Joenia Wapichana viaja a Dourados, onde ela participará da entrega do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) indígena na Escola Tengatuí Marangatú, na Aldeia Jaguapiru. Em seguida, haverá uma reunião com a Coordenação Regional (CR) de Dourados e Ponta Porã.

Na sexta-feira (24), também em Dourados, Wapichana participará da Assembleia da Aty Guassu, na Aldeia Jaguapiru, um evento que reúne lideranças indígenas para discutir questões que visam as comunidades locais. Por fim, ela retornará a Campo Grande, de onde, na madrugada de sábado (25), fará seu retorno a Brasília-DF.

A comitiva que acompanha Joenia Wapichana em Campo Grande e Dourados inclui Maria Janete Albuquerque de Carvalho, diretora de Proteção Territorial; Lucia Alberta Andrade de Oliveira, diretora de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável; Matheus Antunes de Oliveira, procurador-chefe da Procuradoria Federal Especializada (PFE-Funai); Regina Flávia Azevedo Marques e Crizantho Alves Fialho Neto, da Procuradoria Federal Especializada; Ana Paula Sabino, assessora parlamentar; Lohana Chaves, assessora de Comunicação; Elvisclei Polidorio, coordenador regional de Campo Grande; e Felipe Almeida, assistente técnico da diretoria de Proteção Territorial.

Feno irrigado por gotejamento têm aumento na rentabilidade

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No entanto, há um déficit na oferta de feno na época seca - Foto: Pixabay

Nos últimos anos, a produção de feno no Brasil tem crescido devido à conscientização dos produtores sobre a importância da suplementação volumosa dos animais durante a entressafra. No entanto, há um déficit na oferta de feno na época seca, levando alguns produtores a adotarem alternativas, como a irrigação, para produzir feno o ano todo, segundo João Silva, especialista agronômico da Netafim. 

Em Pereira Barreto, Felipe Braga investiu na tecnologia de irrigação por gotejamento subterrâneo da Netafim em seu campo de Tifton 85, o que resultou em aumento tanto na produtividade quanto na qualidade do feno. Ele foca em feno de alta qualidade, utilizando irrigação e fertirrigação para obter feno “tipo A”, o que lhe garante um preço melhor de venda.

“No que diz respeito à produtividade, um bom manejo de água e nutrição, aliado às condições de temperatura e luminosidade da região, permite ao produtor realizar de 8 a 10 cortes por ano. Com a irrigação, o produtor tem a possibilidade de antecipar os cortes nos meses de setembro e outubro, quando a chuva ainda não se estabeleceu na região, e realizar mais cortes nos meses de abril e maio, época em que as chuvas se tornam mais escassas, mas ainda há condições de temperatura e luz que favorecem o desenvolvimento da forrageira”, afirma Silva.

Nos últimos anos, a produção de feno no Brasil tem crescido devido à conscientização dos produtores sobre a importância da suplementação volumosa dos animais durante a entressafra. No entanto, há um déficit na oferta de feno na época seca, levando alguns produtores a adotarem alternativas, como a irrigação, para produzir feno o ano todo. Em Pereira Barreto, Felipe Braga investiu na tecnologia de irrigação por gotejamento subterrâneo da Netafim em seu campo de Tifton 85, o que resultou em aumento tanto na produtividade quanto na qualidade do feno. Ele foca em feno de alta qualidade, utilizando irrigação e fertirrigação para obter feno “tipo A”, o que lhe garante um preço melhor de venda.

Na reta final, obra na MS-270 traz benefícios e muda realidade na região de fronteira

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Fotos: Bruno Rezende

Levar progresso e qualidade de vida à região de fronteira. Com este foco o Governo do Estado está na fase final da obra de pavimentação e drenagem da MS-270, que liga os trechos do Copo Sujo à Cabeceira do Apa, em Ponta Porã. O asfalto está pronto, falta apenas a implantação da sinalização vertical que está em andamento.

Na reta final, obra na MS-270 traz benefícios e muda realidade na região de fronteira
Rodovia MS-270 está praticamente pronta

A obra vai contribuir com a mobilidade urbana, escoamento da produção e viagem mais curta para quem segue viagem neste trecho de 35,56, que está todo pavimentado. Uma importante via de integração ligando cidades como Dourados, Maracaju, Guia Lopes, Jardim, Bela Vista e Antônio João. Ao todo foram R$ 58,9 milhões de investimento do Estado.

O engenheiro responsável pela obra, Marcos de Paula, destacou que a pavimentação e a drenagem de todo o projeto já foram concluídas, assim como a sinalização horizontal. Durante o caminho foi implantada uma ponte de concreto de 40 metros, sobre o Rio Samambaia. Estão sendo instaladas neste momento as placas verticais e as tachas refletivas. Todo trabalho deve ser finalizado em até 15 dias.

Na reta final, obra na MS-270 traz benefícios e muda realidade na região de fronteira
Obra de pavimentação e drenagem na MS-270

A rodovia já está com movimento constante de carros, motocicletas e carretas. O investimento do Governo mudou a realidade da região. É esta a avaliação de Rodrigo Santos, que é dono de uma mercearia nas margens da estrada. Ele conta que o asfalto ficou muito bom, os clientes no seu comércio aumentaram e o sofrimento com lama, barro e poeira acabou.

Na reta final, obra na MS-270 traz benefícios e muda realidade na região de fronteira
Rodrigo Santos tem uma mercearia na região

“Vim de Dourados e moro aqui há 22 anos em um assentamento da região. Antes do asfalto a gente sofreu bastante, poeira grande e as estrada ficava muito ruim na época de chuva. A obra trouxe alegria para toda região, já que ajudou muita gente. Minha mercearia aumentou muito de movimento, pois agora passa carro aqui o dia inteiro. Digo que o progresso chegou”, descreveu Santos.

Com 24 anos na região, Maria Aparecida Novaes é moradora antiga e diz que a mudança foi grande. “Não tem nem como comparar como era esta rodovia antes. Muito barro, vi muito carro atolado por aqui. Melhorou muito para todos que moram aqui perto. Até para ir ao hospital em Antônio João demorava, agora ficou bem mais rápido”.

Morador do Assentamento Boa Vista, que fica perto da MS-270, Josiel Custódio destacou que a obra do Governo do Estado valorizou as propriedades e casas da região. “Agora ficou 100% melhor, aqui ficou valorizado. Sou nascido aqui na região e posso dizer que a rodovia era muito ruim e complicada. A viagem era demorada para gente seguir a Ponta Porã ou Antônio João”.

Custódio reparou que após melhorias, muitas pessoas não querem nem pensar em mudar da região. “As rodovias aqui em volta da gente já estão asfaltadas. Tá muito fácil andar pelo trecho. Se Deus quiser vou morar aqui por bastante tempo”.

Na reta final, obra na MS-270 traz benefícios e muda realidade na região de fronteira
Rodovia ganhou mais movimento e ajuda no escoamento da produção

O secretário de Infraestrutura e Logística, Hélio Peluffo, afirmou que a MS-270 é de suma importância para a região sul do Estado, já que conecta três rodovias cruciais: a MS-164, a MS-382 e a MS-166.

“Recentemente, o governador autorizou estudos para a continuação da pavimentação da MS-270, partindo da MS-166 até a BR-060, criando uma nova via para o Conesul do Estado. Essa ligação facilitará o escoamento da produção agrícola e a chegada de calcário para a Grande Dourados, uma região de alta produtividade, com excelentes condições climáticas e altitude favorável. Além disso, beneficiará significativamente o transporte de calcário para Dourados, Ponta Porã e Amambai”, descreveu o secretário.

Peluffo revelou que até 2026 Mato Grosso do Sul tem projetado R$ 7,5 bilhões em investimentos nas rodovias. “Entre 2023 e 2024, mais de R$ 6,64 bilhões já estão sendo aplicados na recuperação, implantação e cascalhamento das estradas em todos os municípios do estado. O objetivo é melhorar as condições das rodovias e promover o desenvolvimento socioeconômico regional”, completou.

Na presidência do G20, Brasil quer menos burocracia nos fundos verdes

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A desburocratização do acesso aos quatro principais fundos internacionais voltados para o financiamento de projetos ambientais se tornou uma das pautas prioritárias do Brasil em sua passagem pela presidência do G20. Com o objetivo de identificar os principais nós a serem desatados, um grupo de especialistas vêm estudando cada um deles: Green Climate Fund (GCF), Climate Investment Funds (CIF), Adaptation Fund e Global Environment Facility (GEF).

“Parte dos recursos alocados nesses fundos não têm chegado na ponta”, afirmou o subsecretário de Financiamento ao Desenvolvimento Sustentável do Ministério da Fazenda, Ivan Oliveira. O tema foi discutido nesta terça-feira (21) durante reunião sobre financiamento climático, na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro.

Rio de Janeiro (RJ), 21/05/2024 - Ivan Oliveira, subsecretário de Financiamento ao Desenvolvimento Sustentável do Ministério da Fazenda, fala durante coletiva de imprensa após encontro  sobre financiamento climático entre bancos públicos de desenvolvimento e representantes do G20, no BNDES.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Ivan Oliveira, subsecretário de Financiamento ao Desenvolvimento Sustentável do Ministério da Fazenda, após encontro sobre financiamento climático entre bancos públicos de desenvolvimento e representantes do G20. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O evento integrou a agenda de esforços da presidência brasileira do G20. Participaram representantes do BNDES, do Ministério da Fazenda, da organização filantrópica Instituto Clima e Sociedade (iCS) e da Finance in Common (FiCS), uma rede global de bancos públicos de desenvolvimento que visa alinhar os fluxos financeiros em consonância com o Acordo de Paris para as Alterações Climáticas.

Segundo Oliveira, a dificuldade de acessar recursos dos fundos verdes afetam todos os países em desenvolvimento, mesmo aqueles que, como o Brasil, possuem instituições com grande experiência e capacitadas para realizar operações financeiras.

“O BNDES é uma das instituições acreditadas no GCF, por exemplo, e não tem conseguido acessá-lo a contento por conta da burocracia. Há um excesso de critérios que acabam dificultando que o projeto aconteça”, afirmou.

O G20 é formado pelas 19 maiores economias do mundo, além da União Europeia e da União Africana. O grupo se consolidou como foro global de diálogo e coordenação sobre temas econômicos, sociais, de desenvolvimento e de cooperação internacional. Em 1º de dezembro de 2023, o Brasil substituiu a Índia e assumiu a presidência. O mandato é de um ano. É a primeira vez que o país assume essa posição no atual formato do G20, estabelecido em 2008. Em novembro de 2024, está prevista a realização da Cúpula do G20 no Rio de Janeiro.

Outro tema que também está na pauta da agenda brasileira é a reforma de bancos multilaterais de desenvolvimento, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (Bird), também conhecido como Banco Mundial. Apesar de reconhecer que o G20 não tem poder decisório, Oliveira considerou que o grupo pode ser protagonista das mudanças.

“Esperamos que G20 dê um impulso político para que os conselhos diretivos iniciem um processo de reforma tanto na área de acreditação, mas também na área de desembolsos”.

Segundo ele, o grupo de especialistas dedicado ao tema é coordenado por Josué Tanaka, especialista com vasta experiência em finanças ambientais. “Eles têm feito contato tanto com as instituições que conseguiram acessar os fundos como com aquelas que não conseguiram. A ideia é mapear cada caso e assim chegar com recomendações específicas para cada um dos fundos, que têm sistema de governança muito diferentes”, acrescentou.

O primeiro relatório com recomendações deve ser entregue no próximo mês, em Belém, onde ocorrerá um evento do G20 dedicado às finanças sustentáveis.

Sertão Vivo

Segundo Oliveira, por conta da burocracia excessiva, o projeto Sertão Vivo demorou a sair do papel. Lançado no ano passado, ele visa mitigar efeitos da mudança climática, fortalecer a agricultura familiar, aumentar a produtividade e combater a fome no Nordeste. A iniciativa foi elaborada junto ao Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida) da Organização das Nações Unidas (ONU) e contou também com recursos do GCF e do BNDES.

“É um excelente modelo de como você pode usar diferentes fontes de dinheiro público para gerar impacto em um tema absolutamente importante que é a pobreza rural e a agricultura familiar no Brasil. E ao mesmo tempo tendo foco na adaptação climática. Ou seja, conecta perfeitamente dois temas que o governo têm tentado impulsionar. Mas esse projeto levou sete a oito anos para acontecer. E parte desse atraso tem a ver com acesso aos serviços do GCF. O Sertão Vivo é um projeto relevante que agora está acontecendo no Brasil, mas que demorou tempo demais para ser implementado e as mudanças climáticas exigem que os fundos façam entregas com mais agilidade para gerar impacto nas nossas economias”.

Rio de Janeiro (RJ), 21/05/2024 -  O presidente da rede global de bancos de desenvolvimento Finance in Common (FiCS), Rémy Rioux, fala durante coletiva de imprensa após encontro  sobre financiamento climático entre bancos públicos de desenvolvimento e representantes do G20, no BNDES.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O presidente da rede global de bancos de desenvolvimento Finance in Common (FiCS), Rémy Rioux, durante encontro sobre financiamento climático entre bancos públicos de desenvolvimento e representantes do G20. Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil 

O francês Rémy Rioux, presidente da FiCS, disse concordar que os procedimentos para acessar os recursos do GCF têm sido excessivamente longos, mas apontou duas razões para considerá-lo um fundo especial. Segundo ele, sua governança é provavelmente a mais equilibrada entre o Norte global e o Sul global. Além disso, o acesso ao GCF não seria restrito a um número pequeno de instituições. Rioux destacou que muitos bancos públicos se adaptaram para ser capazes de captar recursos e financiar projetos verdes. “É o mais aberto. Se você quiser ter acesso, você tem uma chance”, disse.

Criado em 2020, o FiCS surgiu da necessidade de produzir conhecimento e de fomentar a troca de informações entre os bancos públicos de desenvolvimento, sejam eles nacionais, internacionais ou multilaterais. Nesse processo, foram identificadas 530 instituições. De acordo com Rioux, elas somam US$ 23 trilhões em ativos e, anualmente, são investidos US$ 2,5 trilhões. Desse total, 90% são disponibilizados por bancos nacionais e 10% pelos internacionais. “Isso não é uma promessa. É o que já estamos entregando anualmente”.

Safra de arroz do RS deve alcançar 7,1 milhões de toneladas

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Foto: Canva

A safra de arroz 2023/2024 no Rio Grande do Sul deve alcançar cerca de 7.149.691 toneladas, conforme dados divulgados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). Mesmo com as perdas ocasionadas pelas inundações que assolaram o estado em maio, o volume previsto é bastante próximo ao da safra anterior, que registrou 7.239.000 toneladas. Este número confirma a autossuficiência do arroz gaúcho no mercado brasileiro, tornando desnecessária a importação do grão.

Os dados foram calculados pelo Instituto Rio Grandense do arroz (Irga) e apresentados durante uma reunião extraordinária da Câmara Setorial do arroz, realizada remotamente nesta terça-feira. Segundo o presidente do Irga, Rodrigo Machado, a colheita já estava 84% concluída quando ocorreram as enchentes, restando 142 mil hectares a serem colhidos. Destes, 22 mil hectares foram totalmente perdidos e 18 mil ficaram parcialmente submersos, além de um comprometimento de 43 mil toneladas de grãos estocados nos silos.

“A estimativa de produção total leva em consideração os 6.440.528 toneladas já colhidas até a ocorrência das enchentes, somadas à produtividade esperada para os 101.309 hectares restantes de área não atingidos, com uma média de produção de 7 mil quilos por hectare. Com isso, a produção estimada totaliza 7.149.691 toneladas de arroz para a safra atual”, explicou Machado. Ele ainda reforçou que, mesmo com as perdas, a safra atual é praticamente idêntica à anterior, garantindo que não haverá desabastecimento de arroz.

A região da Depressão Central foi a mais afetada, com os produtores enfrentando severas perdas. “Os produtores da região já haviam perdido toda a safra no plantio inicial e precisaram replantar. Agora, além das lavouras, perderam suas casas, máquinas e animais. Será necessário implementar linhas de crédito e seguros específicos para esses produtores”, destacou o presidente da Federarroz, Alexandre Velho.

Velho também expressou preocupação com a decisão do governo federal de suspender a Tarifa Externa Comum (TEC) para a importação de arroz, em vigor até o fim do ano. “A retirada da TEC desestimula o produtor e pode levar a uma nova redução da área cultivada no estado. Vender arroz a R$ 4,00 significa que o produtor receberá abaixo do custo de produção, tornando a atividade inviável”, alertou.

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 4

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A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (22) a parcela de maio do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 4.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 682,32. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 20,81 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,18 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até 6 meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos de idade e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos de idade.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

A partir deste ano, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Cadastro

Desde julho do ano passado, passa a valer a integração dos dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, cerca de 250 mil famílias foram canceladas do programa neste mês por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família. O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes a renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS.

Em compensação, outras 170 mil famílias foram incluídas no programa neste mês. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício.

Regra de proteção

Cerca de 2,59 milhões de famílias estão na regra de proteção em maio. Em vigor desde junho do ano passado, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até 2 anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 370,87.

Brasília (DF) 19/11/2024 - Arte calendário Bolsa Família Maio 2024Arte Agência Brasil
Arte Agência Brasil

Auxílio Gás

Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em junho.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 42 mi no próximo sorteio; veja as dezenas

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Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.727 da Mega-Sena sorteadas nesta terça-feira (21). O prêmio da faixa principal ficou acumulado e poderá pagar R$ 42 milhões no próximo sorteio, na quinta-feira (23). Os números sorteados foram: 04 – 32 – 39 – 48 – 51 – 57.

Os 5 acertos tiveram 58 apostas ganhadoras, com prêmio de R$ 47.840,90 para cada uma. Já os 4 acertos registraram 3.350 apostas ganhadoras, com R$ 1.183,27 de prêmio para cada uma delas.

Para concorrer à chance de se tornar milionário, basta ir a uma casa lotérica até as 19h do dia do sorteio e marcar de seis a 15 números do volante; há ainda a opção de deixar que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) e/ou concorrer com a mesma aposta por dois, quatro ou oito concursos consecutivos (Teimosinha).

Cada jogo de seis números custa R$ 5. Quanto mais números o apostador marcar, maior o preço da aposta e maiores são as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do país. Outra opção é o Bolão Caixa, que permite fazer apostas em grupo.

Quarta-feira tem previsão de tempo firme, com sol e variação de nebulosidade em MS

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Foto: Vilson Nascimento

Para esta quarta-feira (22), a previsão indica sol e variação de nebulosidade em grande parte de Mato Grosso do Sul. Além disso, de acordo com o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), a atuação de um sistema de alta pressão atmosférica favorece o tempo seco e a elevação gradual das temperaturas em todo o Estado.

Em Campo Grande, o dia inicia com 21ºC e atinge 31ºC nos horários mais quentes. Em Dourados, a mínima é de 19ºC e a máxima de 32ºC. Na região sul, Ponta Porã e Iguatemi têm mínimas de 19ºC e máximas de 29ºC e 31ºC, respectivamente. Anaurilândia, no leste, apresenta variação entre 20°C e 33°C.

Na região do Bolsão, os termômetros em Paranaíba marcam 20°C inicialmente e atingem os 32°C, já Três Lagoas tem mínima de 22°C e máxima de 33°C. No norte, Coxim registra 20°C pela manhã e 33°C à tarde.

Em Corumbá, no Pantanal, a mínima é de 22°C e a máxima de 32°C; em Aquidauana, na mesma região, os valores variam entre 20°C e 33°C. No sudoeste do Estado, Porto Murtinho tem mínima de 22°C e máxima de 32°C.

Quarta-feira tem previsão de tempo firme, com sol e variação de nebulosidade em MS

Heloisa Duim, do Programa de Estágio Supervisionado