A balança comercial de Mato Grosso do Sul registrou superávit – resultado positivo obtido quando as receitas superam as despesas – de US$ 1,8 bilhão em março de 2026, com exportações de US$ 2,55 bilhões e importações de US$ 751,6 milhões. O resultado foi impulsionado pela soja, que voltou a ocupar a primeira posição das exportações, após um período em que a celulose liderou os embarques estaduais.
Em março, a soja respondeu pela maior fatia das vendas externas, seguida por celulose e carne bovina. Além do fator sazonal, o câmbio segue como aliado da competitividade brasileira. Mesmo com oscilações recentes, o dólar em patamar elevado sustenta a atratividade da soja no mercado internacional, especialmente diante da demanda consistente da Ásia.
“A soja foi o principal produto que contribuiu para o superávit da balança comercial por dois fatores, devido ao momento sazonal referente à colheita da soja e por causa da quantidade ofertada de soja no mercado. Como a demanda pela soja brasileira permanece aquecida, mesmo com preços um pouco mais baixos na comparação com o mesmo período de 2025, a quantidade comercializada acaba contribuindo para o montante”, pondera o analista de Economia da Aprosoja/MS, Mateus Fernandes.
No campo das importações, o gás natural voltou a liderar o ranking, seguido por caldeiras, álcool, cobre e máquinas de empacotar, o que evidencia a dependência energética do Estado.
Em março, o IPCA avançou 0,88% e o IGP-M registrou alta de 0,52% , sinalizando pressão persistente sobre custos, especialmente em insumos como combustíveis e fertilizantes.
A ampliação do uso de biocombustíveis no Brasil, impulsionada pela transição energética e pela busca por fontes renováveis, tem reforçado o papel do biodiesel na matriz nacional. Desde 2008, a mistura obrigatória ao óleo diesel convencional avançou de 2% para 14% em 2024, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Atualmente, cerca de 70% do biodiesel produzido no país tem como base o óleo da soja, conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), criando uma ligação direta entre o campo e o setor energético.Esse movimento deve se intensificar na próxima década.
Para o analista de Economia da Aprosoja/MS, Mateus Fernandes,a expansão da demanda por biodiesel representa uma oportunidade relevante para o fortalecimento da cadeia agroindustrial da soja.”O aumento do consumo de matéria-prima pelas indústrias pode estimular investimentos em capacidade de esmagamento, infraestrutura logística e armazenagem, além de ampliar as alternativas de comercialização para os produtores rurais”.
Para sustentar essa expansão, o setor projeta investimentos da ordem de R$ 52,5 bilhões em novas usinas e unidades de esmagamento, segundo a Abiove. Mato Grosso do Sul, responsável por cerca de 8% da capacidade nacional de produção de biodiesel, tende a capturar parte relevante desse ciclo, conforme dados da ANP.
No Estado, a demanda por soja para biodiesel deve avançar de 3,45 milhões de toneladas em 2025 para 5,92 milhões em 2035, segundo o levantamento da Aprosoja/MS. O incremento de 2,47 milhões de toneladas equivale a praticamente uma nova safra média regional destinada exclusivamente ao setor energético.
Esse crescimento ocorre em um contexto de expansão acelerada do biodiesel no país. A produção nacional atingiu 9,07 milhões de metros cúbicos em 2024 e 9,84 milhões em 2025, de acordo com dados da ANP. A crescente demanda por biodiesel está diretamente ligada ao processamento industrial da soja.
O aumento da demanda interna tende a acelerar a transformação da soja dentro do próprio Estado. A capacidade de processamento em Mato Grosso do Sul deve crescer de 15,5 mil para 18 mil toneladas por dia, um avanço de aproximadamente 16%, segundo dados compilados pela Aprosoja/MS, com base na Abiove.
Isso significa uma mudança relevante no destino da produção. Parte do grão que hoje segue para exportação deve ser absorvida internamente, gerando óleo para biodiesel e farelo para ração animal.
O crescimento do esmagamento amplia a oferta de farelo de soja, insumo essencial para cadeias como avicultura e suinocultura, ampliando o efeito multiplicador sobre o agronegócio regional, conforme análise do estudo.
Para atender exclusivamente o biodiesel, a área cultivada em Mato Grosso do Sul pode crescer de 1,08 milhão para 1,84 milhão de hectares até 2035, de acordo com projeções da Aprosoja/MS.
Atualmente, a produtividade média no Estado é de 53,4 sacas por hectare, equivalente a cerca de 3,2 toneladas, considerando a média dos últimos dez anos.
A possível elevação da mistura para 17% já em 2026 reforça a tendência. Nesse cenário, o Brasil demandaria cerca de 14,6 bilhões de litros de biodiesel por ano, frente aos 12 bilhões atuais, conforme estimativas da Abiove. Isso exigiria aproximadamente 52,4 milhões de toneladas de soja, um aumento de 9,2 milhões de toneladas. No Mato Grosso do Sul, a demanda poderia alcançar cerca de 4,19 milhões de toneladas, ante 3,45 milhões no cenário atual.
Logística e infraestrutura entram no centro do debate
A mudança no perfil da demanda altera a lógica logística. Com maior processamento interno, reduz-se o envio de grão bruto para exportação, mas cresce a necessidade de transporte de derivados.
A expansão do biodiesel reposiciona a soja no Brasil como insumo estratégico da matriz energética. Para Mato Grosso do Sul, o movimento representa uma oportunidade de consolidar um modelo mais industrializado, com maior geração de valor dentro do próprio Estado. O desafio será equilibrar crescimento, infraestrutura e produtividade para sustentar essa nova demanda.
Como é produzido
Após a colheita, o grão é esmagado para extração do óleo vegetal, principal insumo do biocombustível, enquanto o farelo é destinado à produção de ração animal. Na etapa seguinte, o óleo passa por um processo químico conhecido como transesterificação, no qual reage com álcool, geralmente metanol, na presença de um catalisador. Dessa reação resultam o biodiesel e a glicerina, subproduto utilizado pela indústria química e farmacêutica. O combustível produzido passa por etapas de purificação antes de ser misturado ao diesel fóssil, em percentuais definidos por política pública.
As negociações em torno do Anexo C do Tratado de Itaipu, entre Brasil e Paraguai, caminham para definir uma redução no valor da tarifa de energia gerada pela usina hidrelétrica binacional, uma das maiores do planeta, a partir de 2027. A informação é do diretor-geral brasileiro de Itaipu, Enio Verri, que concedeu em entrevista a jornalistas na sede da empresa, em Foz do Iguaçu (PR), nessa segunda-feira (13).
“A ideia é que, no máximo em dezembro desse ano, a gente possa anunciar a tarifa para o ano que vem ou para os próximos anos, depende da negociação e como se monta isso. Mas uma coisa é certa, a partir do ano que vem seremos a menor tarifa do país”, garantiu Verri.
O diretor-geral brasileiro lembrou que, em 2024, foi assinada ata entre os dois países prevendo que o valor da tarifa da energia da hidrelétrica consideraria apenas os custos operacionais da usina, ficando entre US$ 10 e US$ 12 por quilowatt/mês (kW/mês).
O Custo Unitário dos Serviços de Eletricidade (Cuse) de Itaipu entre os anos de 2024 e 2026 foi definido previamente em US$ 19,28 kW/mês, aprovado pelo Conselho de Administração da usina. Porém, a tarifa comercializada pelo lado brasileiro é de US$ 17,66 kW/mês, viabilizada por um aporte extra de Itaipu, no valor de US$ 285 milhões, de forma a assegurar a modicidade tarifária.
Essa estrutura tarifária está em vigor nos últimos anos por um acordo temporário e vale até o fim dezembro, quando os dois sócios definirão a nova modelagem tarifária. No caso brasileiro, a tarifa de repasse é o valor a ser pago pelas distribuidoras cotistas para aquisição da energia da hidrelétrica, que é comercializada pela Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar).
O Tratado de Itaipu foi firmado entre dois países em 1973 e previa que, após 50 anos, haveria uma revisão do Anexo C, que regula as bases financeiras da usina e as regras para precificação e prestação dos serviços de eletricidade. A geração de energia a partir de Itaipu é igualmente dividida entre Brasil e Paraguai, mas o país vizinho não consome toda a sua cota de 50% e, por isso, tem interesse em aumentar o valor da tarifa. Já do lado brasileiro, o interesse vai no sentido oposto e o objetivo é oferecer energia mais barata aos consumidores. A Itaipu representa cerca de 8% da energia consumida pelo Brasil.
Enio José Verri, diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, diz que quanto mais barata for a energia, maior inclusão social – Foto Tânia Rêgo/Agência Brasil
“Para nós, política pública é energia barata, porque quanto mais barata for essa energia, mais inclusão social. Energia barata é para dona de casa, para o trabalhador, para o estudante. E para indústria também. Agora, o Paraguai espera esse preço alto para financiar o seu desenvolvimento. Que, sob a ótica do país, não há muito a se discutir também. Coloque-se no lugar de um país que quer se desenvolver”, disse Verri.
Ao comentar as posições na mesa de negociação, ele afirmou que o Paraguai tem números positivos, está avançando e espera ter a receita de Itaipu para investir na estrutura, na construção. Uma das possibilidades em negociação é que a cota paraguaia da energia gerada pela usina possa ser vendida no mercado livre de energia do Brasil, diretamente para distribuidoras e empresas.
Pelo tratado bilateral, as decisões da diretoria de Itaipu, composta por seis diretores brasileiros e seis paraguaios, devem se dar sempre por consenso. “Tem que ter muita negociação e, claro, é preciso muito cuidado no trato”, acrescentou. Os termos da revisão do Anexo C estão sendo negociados diretamente pelas altas partes do país, que envolvem chanceleres e ministros de Minas e Energia dos dois lados. Além disso, a revisão do tratado, quando for concluída, ainda precisará ser aprovada pelos parlamentos dos dois países
Com 20 unidades geradoras, de 700 megawatts (mW) cada, e 14 mil megawatts (MW) de potência instalada, Itaipu é a terceira maior usina hidrelétrica do planeta em capacidade, mas costuma estar no topo entre as que mais produzem energia anualmente. Responde por 8% da demanda do mercado brasileiro e 78% do mercado paraguaio.
Atualização tecnológica
Atualmente, a hidrelétrica passa por um processo de atualização tecnológica. Os detalhes foram apresentados durante visita às instalações da usina, a convite da Itaipu Binacional. O plano começou a ser executado em maio de 2022 e prevê 14 anos de implementação, com conclusão em 2035 e cerca de US$ 900 milhões em investimentos totais previstos. Equipamentos eletromecânicos pesados, como turbinas, bem como a própria barragem, com quase 200 anos de vida útil, não são incluídos no projeto, pois, segundo a empresa, estão em excelentes condições e passam por rigorosas manutenções programadas.
As mudanças ocorrerão principalmente em equipamentos eletrônicos, alguns ainda analógicos da década de 1980, e nos sistemas computacionais. Também estão previstas a modernização do centro de controle, de cada uma das 20 unidades de geração de energia, a reforma de uma subestação de energia elétrica e a construção de almoxarifados para armazenar equipamentos.
A Itaipu Binacional ainda estuda a possibilidade de aumentar a geração de energia, com a eventual instalação de mais duas turbinas, o que demanda complexos estudos de impacto socioambiental e econômico, ou até o aumento da produtividade das atuais unidades geradoras.
“Quando elas foram feitas, 20 anos atrás, a ciência estava em um grau. Hoje, a ciência é outra. Então, você pode aumentar a produção ou a produtividade. Estamos preparando uma licitação para contratar um estudo internacional sobre isso”, disse Enio Verri.
Fonte: Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil
Estão abertas as inscrições para o evento presencial “Nova NR-1 – prepare suas empresas para as mudanças e o uso do DET”, que reunirá especialistas do Ministério do Trabalho e Emprego e do Sistema Fiems para debater as recentes alterações e seus impactos nas rotinas das empresas.
O evento será realizado na próxima quinta-feira (16/04), às 16 horas, no auditório do Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (Avenida Afonso Pena, 1206 – bairro Amambaí).
Com foco no Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET), o encontro tem como objetivo orientar empregadores, profissionais de Recursos Humanos e de segurança do trabalho sobre as implicações, benefícios e procedimentos relacionados à implementação da nova NR-1.
O DET é a plataforma oficial de comunicação entre o ministério e os empregadores, desenvolvida para garantir maior padronização, agilidade e segurança no envio e no recebimento de informações. Por meio do sistema, são disponibilizados atos administrativos, procedimentos fiscais, intimações, notificações, decisões administrativas e avisos em geral, centralizando toda a comunicação em ambiente digital. Com sua adoção, fica dispensada a publicação de ações fiscais no Diário Oficial da União ou o envio de documentos por via postal.
A programação contará com a participação dos seguintes palestrantes:
Marcelo Nantes – Auditor fiscal do trabalho e chefe do setor de multas e recursos da Superintendência Regional do Trabalho de Mato Grosso do Sul (SRTE/MS);
Érika Pedroga – Engenheira de segurança do trabalho do Sesi;
Flávio Nunes – Bacharel em Direito, engenheiro civil e engenheiro de segurança do trabalho.
O evento promovido pela Fiems é uma oportunidade para atualização profissional, esclarecimento de dúvidas e alinhamento às novas exigências legais, contribuindo para uma gestão mais eficiente e segura das empresas.
Serviço
Evento: Nova NR-1 – prepare suas empresas para as mudanças e o uso do DET
Data: Quinta-feira (16/04)
Horário: 16 horas
Local: Auditório do Edifício Casa da Indústria
Endereço: Avenida Afonso Pena, 1206 – Bairro Amambaí – Campo Grande (MS)
O presidente da Câmara Municipal de Amambai,
vereador Darci José da Silva. Reforma da Escola Polo João Rodrigues significa
reconhecer a importância da educação no campo, destacou Darci José da Silva. (Foto: Assessoria)
Vilson Nascimento
Por meio de indicação apresentada durante a sessão da Câmara Municipal dessa segunda-feira, dia 13 de abril, o presidente da Casa de Leis, vereador Darci José da Silva (PSD) pediu ao Executivo Municipal a reforma e ampliação, com construção de mais duas salas de aula, da Escola Polo Municipal João Rodrigues, instalada no Conjunto Habitacional Nossa Senhora Aparecida, região da antiga Hípica, em Amambai.
Na indicação o vereador destaca que a Escola Municipal Polo João Rodrigues desempenha um papel fundamental no atendimento educacional de dezenas de crianças e adolescentes, filhos de pequenos produtores, trabalhadores rurais e comunidades indígenas, porém a unidade escolar rural está com a estrutura física defasada, com salas inadequadas, ausência de espaços pedagógicos modernos e carência de infraestrutura que garanta um ambiente de aprendizado digno.
“Além disso, a escola tem registrado aumento gradual no número de matrículas, o que agrava ainda mais a limitação dos espaços atuais, comprometendo o conforto e a qualidade do ensino oferecido. Diante dessa realidade solicitei ao prefeito Sérgio Diozébio Barbosa, por intermédia dessa indicação, a elaboração e execução de um projeto de reforma completa e ampliação dessa escola”, disse Darci.
Entre os pedidos de melhorias apresentados pelo presidente do Legislativo Municipal, vereador Darci, estão; a reestruturação das salas de aula, a criação de biblioteca e sala de informática, a instalação de cobertura adequada em áreas de recreação, adequações sanitárias e de acessibilidade e a construção de um refeitório moderno e funcional.
“Investir na melhoria dessa escola é reconhecer a importância da educação no campo, valorizar nossos professores e garantir às nossas crianças e jovens um futuro com mais oportunidades, conhecimento e dignidade”, destacou Darci José da Silva.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza nesta terça-feira (14), às 19h, uma votação simbólica para eleger o ministro Nunes Marques para o cargo de presidente da Corte eleitoral.
Atualmente, Marques é o vice-presidente do tribunal e vai assumir o comando do TSE após o fim do mandato da atual presidente, ministra Cármen Lúcia, que completará período de dois anos à frente do tribunal no final do mês de maio. O vice-presidente será o ministro André Mendonça.
A data da posse ainda não foi definida.
A votação será simbólica porque a escolha do comando do tribunal é feita por antiguidade entre os ministros que também compõem o Supremo Tribunal Federal (STF).
Diante da proximidade do período eleitoral, a ministra Cármen Lúcia decidiu antecipar sua saída do tribunal para permitir que a transição de gestão possa ser iniciada.
Ao deixar a presidência do TSE, a ministra poderia continuar em atuação na Corte até o mês de agosto. Contudo, ela já sinalizou que pretende deixar o tribunal para se dedicar exclusivamente às atividades no Supremo.
Dessa forma, o ministro Dias Toffoli vai assumir uma vaga de efetivo no TSE.
Perfil
Natural de Teresina (PI), Kassio Nunes Marques tem 53 anos e foi indicado ao Supremo, em 2020, pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para ocupar a vaga deixada pelo ministro aposentado Celso de Mello. Antes de chegar ao Supremo, atuou como desembargador do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, sediado em Brasília. Foi advogado por cerca de 15 anos e juiz do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Piauí.
Composição
O TSE é composto por sete ministros, sendo três do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados indicados pelo presidente da República, além dos respectivos substitutos.
Com a mudança de comando, a composição do tribunal ficará da seguinte forma após Cármen Lúcia deixar o tribunal.
Cadeiras do STF: Nunes Marques, André Mendonça e Dias Toffoli;
Cadeiras do STJ: Antonio Carlos Ferreira e Ricardo Villas Bôas Cueva;
Cadeiras dos juristas: Floriano de Azevedo Marques e Estela Aranha.
Foto: O movimento também reforça uma estratégia já recorrente dos Estados Unidos - Foto: Divulgação
A escalada de tensões no cenário internacional reacende discussões sobre segurança no fornecimento de insumos estratégicos e seus impactos sobre cadeias produtivas globais. A análise é de José Carlos de Lima Júnior, sócio do Markestrat Group e cofundador da Harven Agribusiness School.
Segundo ele, ao sugerir o fechamento do Estreito de Ormuz para navios de países parceiros do Irã, Donald Trump amplia o alcance do conflito, que deixa de ser restrito ao território iraniano e passa a afetar diretamente outras nações. A medida, na prática, interfere na autonomia de países para adquirir e pagar por insumos essenciais, como petróleo, gás natural liquefeito e fertilizantes.
O movimento também reforça uma estratégia já recorrente dos Estados Unidos, que é elevar o risco global associado à concentração desses insumos no Oriente Médio. Com isso, cresce a percepção de vulnerabilidade em relação à dependência da região, não apenas do Irã, mas de todo o bloco produtor.
Diante desse cenário, a tendência apontada é de uma revisão no mapa global de fornecimento, com países buscando diversificar suas fontes e reduzir a exposição geopolítica. Esse possível reequilíbrio deve impactar negativamente nações do Oriente Médio como um todo, independentemente de alinhamentos políticos, ao mesmo tempo em que abre espaço para novos fornecedores, como Argélia e Líbia.
A análise considera ainda dois caminhos possíveis para o desenrolar da crise. Um deles seria um recuo por parte dos Estados Unidos, mantendo o atual nível de tensão. O outro aponta para um agravamento do conflito, com consequências mais duras para o comércio internacional.
Mesmo sem mudanças concretas no fluxo pelo Estreito de Ormuz, a avaliação é de que o mercado global já começou a reagir, incorporando a necessidade de revisar a origem de seus fornecedores estratégicos. Há, segundo a análise, uma percepção de que os efeitos desse processo ainda estão sendo subestimados.
Nas últimas semanas, dois episódios chamaram atenção - Foto: Pixabay
O avanço da inteligência artificial começa a redesenhar o desenvolvimento de insumos agrícolas em um momento de pressão estrutural sobre o setor. A análise parte de reflexões recentes apresentadas por Christian Pereira, estrategista de Agronegócio na Bizup Strategy, que conecta mudanças tecnológicas a desafios já presentes na indústria.
Nas últimas semanas, dois episódios chamaram atenção. Um ensaio publicado em 2024 por Dario Amodei aponta que a IA pode acelerar décadas de progresso científico em poucos anos, especialmente em biologia e medicina, ao mesmo tempo em que traz riscos relevantes. Em paralelo, a discussão com um executivo de uma empresa global expôs dúvidas sobre modelos de negócio no Brasil, entre atuar diretamente com produtores ou adotar estratégias de licenciamento.
As duas situações convergem para um ponto central: a necessidade de clareza estratégica diante de uma tecnologia que pode redefinir o setor. Segundo a análise, muitas empresas ainda tratam a IA de forma superficial, sem integração real aos processos de pesquisa e desenvolvimento.
Esse cenário se soma a uma crise estrutural. O investimento em P&D nas grandes companhias está estagnado, com foco maior em prolongar o ciclo de moléculas existentes do que em novas descobertas. Ao mesmo tempo, custos, prazos e exigências regulatórias aumentaram, pressionando ainda mais o modelo atual.
Enquanto isso, grandes empresas já incorporam IA de forma ampla em seus projetos, com uso de machine learning na descoberta de ativos, parcerias com plataformas de biotecnologia e մինչև automação de experimentos. A tendência indica que o processo de desenvolvimento pode mudar profundamente na próxima década, com triagem computacional e design molecular orientado por dados.
A análise também aponta para uma possível reconfiguração dos modelos de negócio. Em vez de competir diretamente no mercado final, empresas focadas em pesquisa podem ganhar escala licenciando tecnologias, replicando movimentos já observados em outros segmentos.
Nesse contexto, o fator decisivo deixa de ser apenas capacidade operacional e passa a ser velocidade de adaptação. A transformação não é mais uma hipótese, mas um movimento em curso que tende a redefinir competitividade no setor.
Prefeitura de Naviraí, por meio da Gerência Municipal de Saúde e em parceria com o Governo do Estado, iniciou nessa segunda-feira (13-04) a entrega de equipamentos para a rede de atenção básica (postos de saúde) do município. Ao todo, foram investidos R$ 169.739,68 em aparelhos que já estão sendo instalados nas Estratégias de Saúde da Família (ESFs), visando garantir mais conforto para os pacientes e melhores condições de trabalho para os servidores.
A entrega foi acompanhada pelo prefeito Rodrigo Sacuno e pela coordenadora de Imunizações, Cristina Gradella. Com os novos aparelhos, as unidades modernizam o atendimento diário garantindo dede a organização de prontuários até a segurança na conservação de medicamentos e vacinas. Com destaque para o refrigerador é considerado um item essencial para o armazenamento seguro de produtos biológicos sensíveis, fundamentais para as campanhas de vacinação e rotina de cuidados da rede municipal.
O investimento inclui a climatização dos ambientes com novos aparelhos de ar-condicionado. Para agilizar o atendimento administrativo, os kits incluem computadores e nobreaks, que asseguram que o sistema não sofra interrupções mesmo em situações de queda ou oscilação de energia elétrica.
A atual gestão destinou os aparelhos para as seguintes unidades: ESF Dr. Carlos Vidoto, ESF Ipê, ESF Maria de Lourdes dos Santos, ESF Paraíso I e II, ESF Pe. Antonio Koreman, ESF São Pedro e ESF Vila Nova.
Fachada da edificação onde funciona a Casa do Trabalhador em Amambai. Órgão oferece pelo menos 50 oportunidades de emprego nesta terça-feira, dia 14 de abril. (Foto: Vilson Nascimento)
Vilson Nascimento
A Casa do Trabalhador, órgão ligado a Fundação do Trabalho (Funtrab) do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza pelo menos 50 oportunidades de emprego para esta terça-feira, dia 14 de abril, em Amambai.
Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas
7 vagas para pedreiro
3 vagas para motorista caminhão pipa
3 vagas para servente de pedreiro
3 vagas para auxiliar de mecânico de autos
3 vagas para vendedor
2 vagas para mecânico de autos em geral
2 vagas para atendente
2 vagas para auxiliar de limpeza
1 vaga para confeiteiro
1 vaga para cozinheira
1 vaga para empregada doméstica
1 vaga para auxiliar nós serviços de alimentação
1 vaga para auxiliar de cozinha
1 vaga para salgadeira
1 vaga para monitor de sistema eletrônico de segurança interno
1 vaga para instalador de sistema eletrônico de segurança
1 vaga para auxiliar de linha de produção
1 vaga para montador de móveis
1 vaga para ajudante de serralheiro
1 vaga para serralheiro
1 vaga para agente de saneamento
1 vaga para ajudante de eletricista
1 vaga para auxiliar mecânico de refrigeração
1 vaga para mecânico de automóveis
1 vaga para mecânico de bicicleta
1 vaga para mecânico de máquinas pesadas manutenção
1 vaga para caçambeiro
1 vaga para motorista categoria E
1 vaga para motorista de caminhão guincho pesado com munk
1 vaga para operador de patrola niveladora
1 vaga para soldador
1 vaga para torneiro mecânico
1 vaga para mestre de obras
Casa do trabalhador também oferece
A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região.
Segundo o órgão para dar entrada no pedido de benefício o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade).
A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa às instalações da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.
O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 11h. Das 13h às 17h o trabalho é interno.
Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148 ou celular/WhatsApp (67) 9880-0533
O dólar fechou abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de dois anos, enquanto a bolsa brasileira renovou recordes e superou os 198 mil pontos nesta segunda-feira (13).
Mesmo com o início do bloqueio do Estreito de Ormuz pelos Estados Unidos, o clima no mercado financeiro melhorou após declarações do presidente Donald Trump sobre um possível acordo com o Irã.
A moeda estadunidense encerrou o dia em queda, acompanhando o movimento no exterior, enquanto a bolsa brasileira avançou impulsionada por ações de commodities (bens primários com cotação internacional) e pelo fluxo de capital estrangeiro.
Câmbio recua
O dólar comercial à vista fechou a R$ 4,997, em baixa de R$ 0,014 (-0,29%). A cotação está no menor valor desde 27 de março de 2024. Na mínima do dia, por volta das 14h20, chegou a R$ 4,98.
No mês, a divisa acumula queda de 3,51%. Em 2026, o recuo chega a 8,96%.
Após subir no início do dia, refletindo as tensões no Oriente Médio, o dólar perdeu força ao longo da tarde. A mudança de direção ocorreu após Trump afirmar que o Irã estaria interessado em negociar.
No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda estadunidense diante de uma cesta de divisas fortes, também recuou, reforçando o movimento observado no Brasil.
O euro comercial fechou esta segunda vendido a R$ 5,876, com baixa de apenas 0,02%. A cotação está no menor valor desde o fim de junho de 2024.
Recorde histórico no Ibovespa
Na bolsa brasileira, o Ibovespa avançou 0,34% e fechou aos 198.001 pontos, atingindo o maior nível da história. Durante o pregão, o índice chegou a superar os 198.100 pontos.
O desempenho foi sustentado principalmente por ações de grandes empresas ligadas a commodities, como mineração e petróleo, além da entrada contínua de recursos estrangeiros. No mês, o índice acumula alta de 5,62% e, no ano, ganhos de 22,89%.
O movimento positivo no Brasil acompanhou o desempenho das bolsas em Nova York, que também reagiram às sinalizações de distensão geopolítica.
O índice Dow Jones, das empresas industriais, subiu 0,63%. O S&P 500, das 500 maiores companhias, ganhou 1,02% e anulou as perdas desde o início da guerra no Oriente Médio. O Nasdaq, das empresas de tecnologia, avançou 1,23%.
A expectativa de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã ajudou a reduzir a aversão ao risco nos mercados globais.
Petróleo abaixo de US$ 100
Os preços do petróleo avançaram, impulsionados pelas tensões no Oriente Médio e pelo bloqueio de portos iranianos pelos Estados Unidos.
O barril do tipo Brent, referência internacional, fechou em alta de 4,36%, a US$ 99,36, enquanto o WTI, do Texas, subiu 2,6%, a US$ 99,08.
Durante a maior parte do dia, ambas as cotações ficaram acima de US$ 100, mas desaceleraram após as declarações de Trump.
A volatilidade continua elevada, com investidores atentos aos desdobramentos no Estreito de Ormuz, região estratégica para o fluxo global de petróleo.
A Prefeitura Municipal de Paranhos, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SEMEC), deu início às festividades em comemoração à Semana dos Povos Originários. O evento celebra a cultura, a história e as tradições dos povos indígenas que fazem parte da identidade do município.
As atividades estão sendo organizadas pelas coordenadoras Mirna Tavares Jara e Rozângela Alegre, que prepararam uma programação especial voltada à valorização das comunidades indígenas locais, com apresentações culturais, danças, cantos, exposições e desfiles.
Durante a semana, acontecem desfiles para escolha da Miss e do Mister Indígena em todas as aldeias do município, promovendo a integração e o orgulho cultural entre os participantes.
A cerimônia de abertura contou com a presença do prefeito Heliomar Klabunde, do vice-prefeito Alfredo Soares, da secretária de Assistência Social Neftali Klabunde, do diretor das escolas indígenas Huto Vera, do vice-capitão da Aldeia Arroio Corá Rafael Gonçalves, do diretor de Cultura Douglas Rodrigues e da secretária de Educação Cleonice Barce.
O evento reforça o compromisso da administração municipal com o respeito e a valorização das raízes culturais de Paranhos, promovendo o diálogo e o reconhecimento da importância dos povos originários na formação da sociedade local.
Campeão da Copa de Rodeio Super Bulls, da LNR durante a 10ª Expoita, Alisson Lima de Melo (P1) garantiu vaga para representar Amambai e o MS em Barretos. (Fotos: Divulgação)
Vilson Nascimento
Peões de Amambai destacaram, nesse final de semana, o nome da Cidade Crepúsculo garantindo pódios em dois rodeios em touros de alto nível, realizados no interior do Estado, em Mato Grosso do Sul.
Com apoio da Lex Contabilidade, Alisson Lima de Melo foi campeão da Copa de Rodeio Super Bulls, da LNR (Liga Nacional de Rodeio), durante a 10ª Expoita, que aconteceu no distrito de Nova Itamarati, em Ponta Porã.
Com a conquista da 1ª colocação na festa em Nova Itamarati, Alisson Lima garantiu a vaga para representar Amambai e o Mato Grosso do Sul no Rodeio Internacional de Barretos, que acontece de 20 a 30 de agosto na cidade paulista.
Já Denilton Júnior da Rosa Pereira também brilhou na arena ao conquistar para Amambai, o título de vice-campeão no rodeio em touros do 2º Shopping Show Rural, evento promovido pelo Sindicato Rural de Nioaque, com apoio da prefeitura local.
Denilton Júnior da Rosa levou Amambai à 2ª colocação no pódio durante o rodeio em touros do 2º Shopping Show Rural, em Nioaque.
A Prefeitura de Japorã, por determinação do prefeito Vitor da Cunha Rosa (Malaquias), está construindo uma calçada de 1.100 metros quadrados, no espaço onde serão instaladas as barracas e praça de alimentação do 5º Agrishow – Festa da Agricultura Familiar, e será servido o tradicional almoço – churrasco raiz (4º Costelão Fogo de Chão).
Na manhã de hoje, segunda-feira (13-04), a empreiteira contratada pelo Município iniciou a construção do novo pavimento, aplicando concreto usinado, com supervisão da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura. O prefeito Vitor Malaquias e o diretor do Departamento de Indústria e Comércio, Sidinei Lobo de Souza (Ney Lobo) também acompanharam de perto a execução do trabalhos.
“Decidimos investir na implantação de calçamento neste pátio da garagem municipal, utilizando recursos próprios da Prefeitura. Neste local, todo os anos instalamos as barracas da festa do aniversário da cidade. O espaço que antes era chão com pedra brita agora ficará totalmente calçado, portanto, muito melhor para recebermos os visitantes e autoridades que vierem participar da comemoração dos 34 anos de Japorã”, explica o prefeito Malaquias.
O prefeito aproveitou o momento para fazer um convite geral à população, moradores dos municípios vizinhos, lideranças locais, regionais e estaduais para participarem da programação festiva que terá início no dia 24, com a realização do 2º Festival de Música Estudantil. Nos dias 25 e 26 a programação segue com grandes atrações.
Neste final de semana, Campo Grande foi palco do Campeonato Estadual de Kickboxing MS 2026, uma seletiva nacional para o Campeonato Brasileiro. O evento, realizado no Ginásio do Guanandizão, pela Federação de Kickboxing de Mato Grosso do Sul (FKBMS), contou com a participação de 417 atletas de várias cidades do estado.
A equipe Paranhos/CT Black Wolf, liderada pelo professor Cristiano Ramalho Jara, teve um ótimo desempenho, Fábio Junior em primeiro lugar na categoria Kick Light 57 kg e Elizeu Ortellado conquistando o terceiro lugar na categoria Kick Light 74 kg.
O evento foi um sucesso e mostrou o talento e a dedicação dos atletas de kickboxing de Mato Grosso do Sul. A FKBMS parabeniza todos os participantes e agradece à equipe de organização pelo trabalho realizado.
Uma família de Amambai está em busca de informações sobre a cadelinha Pitty, que desapareceu na noite desta quarta-feira, por volta das 22h, na região da Vila Cassiano Marcelo.
Segundo os tutores, Pitty é muito querida pela família e atende pelo nome.
A família pede a colaboração da população e informa que oferece recompensa de R$1.000 para quem encontrar a cachorrinha.
Quem tiver qualquer informação pode entrar em contato pelos telefones/WhatsApp: (67) 99911-9662, (67) 99981-0814 ou (54) 99264-4305.
Com embarque previsto para a próxima quinta-feira (16), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitará Espanha, Alemanha e Portugal. Entre os objetivos da viagem, está ampliar apoio à candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de Secretária-Geral das Nações Unidas.
De acordo com a assessora especial do Itamaraty, embaixadora Vanessa Dolce de Faria,a comitiva contará com 15 ministros, além de presidentes de órgãos como Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Fundação Oswaldo Cruz e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
O primeiro destino será Barcelona, na Espanha, dias 17 e 18 de abril, a convite do presidente espanhol, Pedro Sánchez. Na sequência, Alemanhã, nos dias 19 e 20, onde participará da Hannover Messe – a maior feira de inovação e tecnologia industrial do mundo.
A viagem se encerrará dia 21, com uma rápida visita de Estado a Portugal.
Espanha
Lula chegará a Barcelona na noite do dia 16, para participar, ao longo do dia 17, da 1ª Cúpula Brasil-Espanha, no Palácio de Pedralbes. Ele será recepcionado pelo primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, com quem terá se reunirá.
Secretário de Europa e América do Norte, o embaixador Roberto Abdalla adianta que as expectativas são de que, durante a cúpula, as convergências entre Brasil e Espanha sejam ampliadas em temas como multilateralismo, direito internacional e solução pacífica de conflitos.
Por volta do meio-dia, o presidente brasileiro participará de uma reunião plenária com ministros dos dois países. Em, seguida, uma série de atos será assinada e, na sequência, será feita declaração conjunta à imprensa.
À noite, Lula participará de um jantar oferecido pelo presidente espanhol aos líderes do Fórum de Defesa da Democracia – que terá, na Catalunha, sua 4ª reunião de Alto Nível.
A reunião terá como foco questões relacionadas a multilateralismo, o que inclui a sucessão da Secretaria Geral da ONU; desigualdades, com o Brasil defendendo incluir na declaração final aspectos relacionados à violência política e digital de gênero; e combate à desinformação.
De acordo com a embaixadora Vanessa de Faria, a expectativa é de que a viagem à Espanha “coroe um processo de aproximação [entre os dois países] iniciado em 2023”, com atos e acordos visando avanços em áreas como igualdade de gênero, economia social solidária, saúde, cultura, empreendedorismo, serviços aéreos, telecomunicações, ciência e tecnologia.
Alemanha
Lula embarcará para a Alemanha na manhã do dia 19, onde ficará até o dia 20. Em Hannover, terá uma reunião privada com o chanceler alemão Friedrich Merz.
No dia 20, Lula participará, a partir das 8h, da abertura oficial da feira Hannover Messe 2026, onde abrirá o estande do Brasil.
O presidente brasileiro participará também de encontro com empresários e de uma comissão mista envolvendo autoridades ministeriais do Brasil e da Alemanha, segundo informou o chefe da Divisão de Programas de Promoção Comercial e Investimentos do Ministério das Relações Exteriores, Carlos Henrique Moscardo.
A expectativa da diplomacia brasileira é de que, ao final da visita à Alemanha, sejam assinados 10 acordos envolvendo os dois países.
Os acordos abrangem temas como defesa, mudanças climáticas, infraestrutura, inteligência artificial, inovações energéticas, bioeconomia, desenvolvimento sustentável, desenvolvimento de aplicativos e pesquisas nas áreas oceânicas e do cerrado brasileiro.
Portugal
Lula deixa Hannover na manhã do dia 21, com destino a Lisboa. A visita se inicia com um encontro com o primeiro-ministro português, Luís Montenegro, no Palácio de São Bento.
Depois, no Palácio de Belém, Lula se encontrará com o presidente de Portugal, António José Seguro.
Após os dois encontros, o presidente brasileiro retornará a Brasília.
A Câmara Municipal de Amambai realizou, na manhã desta segunda-feira, 13 de abril, a 11ª Sessão Ordinária da 2ª Sessão Legislativa.
Durante o expediente, foi apresentado o Projeto de Lei nº 05/2026, de autoria do vereador Joanir Martins, e o Requerimento nº 15/2026, de autoria da vereadora Talyta Escobar. Ambos foram retirados da pauta
Entre as indicações, a vereadora Suzana Ulisses apresentou proposta para implantação do serviço de coleta de lixo nas aldeias, considerando o crescimento populacional e a necessidade de destinação adequada dos resíduos.
O vereador Roberto Sangue Bom indicou a substituição e instalação de placas de identificação de ruas e sinalização de trânsito em todo o município, visando melhorar a organização urbana e a segurança.
Já o vereador Dr. Cassiano Cardozo solicitou a criação de um programa contínuo de limpeza urbana nas vilas, com cronograma semanal e realização de mutirões.
O vereador Runes de Oliveira indicou a realização de melhorias em estrada rural na região do Loteamento Querência, com serviços de manutenção para garantir melhores condições de tráfego.
Outra indicação apresentada foi do vereador Darci, que solicitou a reforma e ampliação da Escola Polo Municipal João Rodrigues, incluindo construção de novas salas e melhorias na estrutura.
A vereadora Lígia Borges indicou a revitalização da quadra poliesportiva Zenóbio Neves dos Santos.
O vereador Cida Farias apresentou indicação solicitando a instalação de portal na ponte do Rio Amambai, na rodovia MS-156, em homenagem ao ex-prefeito Dirceu Luiz Lanzarini.
A indicação do vereador Paulo Sérgio Locutor, foi retirada da pauta.
O vereador Éder Pinzan indicou a implantação de calçamento com bloquetes e sistema de drenagem no prolongamento da Rua Antônio Martins Dutra, na Vila Guape.
A vereadora Rosa Linda solicitou a destinação de emenda parlamentar no valor de R$ 100 mil para investimentos na área da saúde do município.
Encerrando as indicações, o vereador Jota Roberto solicitou a implantação de rede de esgoto na Rua Sebastião Espíndola, na Vila Cristina, com extensão para a Vila Planalto.
Na ordem do dia, foi aprovado o Parecer da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final sobre o Projeto de Lei nº 01/2026, de autoria da vereadora Talyta Escobar. O projeto autoriza o Executivo a instituir a presença de monitores no transporte escolar da rede municipal, com objetivo de garantir mais segurança aos estudantes. A proposta ainda não foi votada em plenário.