13.1 C
Amambai
sábado, 20 de junho de 2026
Início Site Página 172

Venda de veículos cresce 8,6% em fevereiro, diz Anfavea

0
© PAULO PINTO/AGÊNCIA BRASIL

A venda de veículos cresceu 8,6% em fevereiro na comparação com janeiro, chegando a 185,2 mil emplacamentos. Na comparação com fevereiro do ano passado o crescimento foi 0,1%. No primeiro bimestre de 2026 as vendas somaram 355,7 mil unidades, resultado semelhante ao do mesmo período do ano passado, segundo os dados divulgados nesta sexta-feira (6) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

A produção também registou aumento em fevereiro ante janeiro, com 204,3 mil novas unidades saindo das fábricas, 24,9% a mais do que as 163,6 mil unidades produzidas em janeiro. Já no acumulado do ano, a produção foi de 368,0 mil autoveículos, um recuo de 8,9% na comparação com o primeiro bimestre do ano passado. Também houve recuo com relação a fevereiro de 2025 (8,2 %). “Importante frisar que, em 2025, o Carnaval caiu em março, contribuindo também para um melhor ritmo de produção em fevereiro do ano passado”, diz a entidade.

Segundo a Anfavea o bom ritmo de vendas em fevereiro não foi suficiente para segurar o ritmo de produção no primeiro bimestre, fortemente impactada pelo recuo nas exportações. No total, 59,4 mil unidades foram embarcadas ao exterior no primeiro bimestre do ano, o que representa uma queda de 28% ante o mesmo período de 2025.

Em fevereiro foram exportadas 33,5 mil. 29,6% a mais do que em janeiro (25,9 mil). Na comparação com fevereiro de 2025, houve queda de 34,0 %. “Causa preocupação a retração expressiva nas exportações para a Argentina, mercado que nos ajudou muito nos resultados positivos de 2025”, afirmou o presidente da Anfavea, Igor Calvet.

“Importante frisar que, em 2025, o carnaval caiu em março, contribuindo também para um melhor ritmo de produção em fevereiro do ano passado”, diz a entidade.

Segundo a Anfavea, o bom ritmo de vendas em fevereiro não foi suficiente para segurar o ritmo de produção no primeiro bimestre, fortemente impactada pelo recuo nas exportações. No total, 59,4 mil unidades foram embarcadas ao exterior, uma queda de 28% ante o mesmo período de 2025.

“Causa preocupação a retração expressiva nas exportações para a Argentina, mercado que nos ajudou muito nos resultados positivos de 2025”, afirmou o presidente da Anfavea, Igor Calvet.

O balanço mensal da associação mostra ainda que 28.120 unidades de veículos leves híbridos e elétricos foram emplacadas em fevereiro, representando 15,9% do total. A produção nacional chegou a 43% desse volume, maior participação na série histórica apurada pela Anfavea.

“O resultados dos investimentos em novas tecnologias e produtos é cada vez mais palpável. Temos desafios para manter nosso crescimento dos últimos anos, e o mais novo deles é a guerra no Oriente Médio, que pode ter impactos macroeconômicos e logísticos. Porém, de nossa parte, acreditamos na resiliência da cadeia automotiva brasileira e na firme intenção dos nossos associados de continuar investindo no país”, disse Calvet.

Fonte: Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil

Banco do Brasil lança Pix para compras na Argentina

0
© AGENCIA BRASIL/ARQUIVO

Os correntistas do Banco do Brasil (BB) podem fazer pagamentos em lojas físicas na Argentina pelo Pix. Em parceria com o Banco Patagonia, o BB lançou o Pix no Exterior.

A solução estreia na Argentina e poderá ser usada por qualquer usuário do Pix, mesmo que não seja correntista do banco.

O pagamento funciona por meio da leitura de um Código QR exibido pelo comerciante, que pode estar em uma maquininha ou outro dispositivo. O cliente acessa o aplicativo da instituição financeira brasileira, escaneia o código, confere os dados e confirma a transação, sem necessidade de cadastro ou habilitação prévia.

Câmbio e IOF

Por trás da operação, há uma conversão automática de moeda realizada pelo banco. O valor da compra é pago em reais pelo cliente, enquanto o comerciante recebe na moeda local. Esse processo ocorre por meio de uma operação de câmbio integrada à transação.

Na prática, o débito sai diretamente da conta corrente ou da poupança do usuário no Brasil e aparece no extrato como um Pix comum. Sobre a transação incide o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), tributo federal cobrado em operações de câmbio e crédito.

Segundo o banco, a conversão é viabilizada por meio de APIs, interfaces tecnológicas que conectam diferentes sistemas financeiros e permitem que a operação seja processada automaticamente em poucos segundos.

A solução foi desenvolvida em parceria com o Banco Patagonia, instituição financeira argentina que integra o conglomerado do Banco do Brasil. O sistema utiliza ainda a solução de cobranças Wapa e a infraestrutura tecnológica da Coelsa, empresa que atua no mercado de meios de pagamento na América Latina.

“O lançamento do Pix no exterior reforça a atuação internacional do Banco do Brasil e nosso compromisso com a inovação em meios de pagamentos voltada ao bem-estar das pessoas”, afirmou em nota Felipe Prince, conselheiro de administração do Banco Patagonia e vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Risco do Banco do Brasil.

O BB estuda a expansão do Pix no Exterior para outros países da América, Europa e Ásia, especialmente em regiões com grande presença de brasileiros. Segundo a instituição, a iniciativa faz parte da estratégia de ampliar a oferta de serviços financeiros digitais e simplificar pagamentos internacionais.

Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Mês da Mulher: Leis estaduais contribuem ao enfrentamento à invisibilização da violência

0
Práticas frequentemente não percebidas como violência silenciam as mulheres; leis aprovadas na ALEMS enfrentam essa situação. Foto: Luciana Nassar

O feminicídio é a ponta extrema de um ciclo de violências anteriores, frequentemente invisibilizadas. Dados do Disque 180 (Central de Atendimento à Mulher) mostram que, em Mato Grosso do Sul, 81% das denúncias registradas no ano passado referem-se a agressões que muitas vezes não são reconhecidas como violência, tais como humilhações, ameaças e controle emocional. Leis aprovadas pela Assembleia Legislativa (ALEMS) buscam ampliar a percepção da violência contra as mulheres e dar visibilidade a essas práticas.

Mês da Mulher: Leis estaduais contribuem ao enfrentamento à invisibilização da violência
ALEMS fortalece a legislação estadual de proteção às mulheres (Foto: Aline Kraemer/Arquivo ALEMS)

Entre as leis estaduais que ajudam descortinar a violência silenciada, estão a Semana Estadual da Mulher (Lei 3.411/2007), de autoria do deputado Paulo Duarte (PSD); a Semana de Conscientização sobre Violência Psicológica entre Mulheres, conhecida como “Wollying” (Lei 6.203/2024), proposta pela deputada Mara Caseiro (PSDB); e a lei que institui a Semana do Combate à Misoginia (Lei 6.176/2023), dos deputados Professor Rinaldo Modesto (Podemos) e Pedro Kemp (PT). Em comum, as iniciativas buscam incentivar campanhas, debates e ações educativas para tornar visíveis formas de violência que são socialmente ofuscadas.

Autora da lei que institui a Semana de Conscientização sobre Violência Psicológica entre Mulheres, a deputada Mara Caseiro destaca que o objetivo é evidenciar agressões que passam despercebidas. “A lei contribui justamente ao dar visibilidade a formas de violência que muitas vezes são silenciosas, como a psicológica, simbólica e cultural. Ao instituir a semana no calendário oficial do Estado, reconhecemos que palavras, humilhações, exclusões e constrangimentos também causam danos às mulheres e precisam ser enfrentados”, afirma. Segundo ela, a iniciativa busca estimular informação, reflexão e mudança de postura, fortalecendo o respeito e a união entre mulheres.

O deputado Paulo Duarte relembra que o tema da violência doméstica ainda era tratado de forma restrita quando apresentou a proposta. “Quando propus a criação da Semana Estadual da Mulher, muitos ainda tratavam a violência contra as mulheres como assunto escondido atrás das portas fechadas. Eu escolhi abrir as portas da Assembleia e trouxe Maria da Penha para que o Mato Grosso do Sul ouvisse, de frente, a força de sua história”, recorda. Para o parlamentar, transformar silêncio em debate público foi um passo importante para fortalecer políticas de proteção e conscientização.

Já o deputado Professor Rinaldo Modesto afirma que ampliar o conceito de violência é essencial para enfrentar o problema. “Muitas vezes a violência contra a mulher é associada apenas à agressão física, mas sabemos que ela também se manifesta de outras formas, como a violência psicológica, moral, simbólica e cultural”, explica. Segundo ele, a lei busca fortalecer ações de conscientização e prevenção, incentivando campanhas educativas, divulgação dos direitos das mulheres e dos canais de denúncia para ajudar a romper o silêncio.

Para o deputado Pedro Kemp, enfrentar a misoginia é parte central dessa agenda. “Hoje e todos os dias nós, homens, devemos lutar por uma vida sem violência para todas as mulheres. Combater o ódio digital que vira feminicídio nas ruas é uma urgência”, afirma. O parlamentar defende que a promoção da igualdade, do respeito e da dignidade das mulheres deve ser um compromisso permanente da sociedade e também das políticas públicas.

Mecanismos da invisibilização

“A violência nasce antes do tapa. Ela nasce quando a mulher é tratada como inferior, exagerada, incapaz ou propriedade de alguém”, afirma a psicóloga e mestre em Filosofia da Educação Talian Cordeiro. Ele explica que práticas violentas, como humilhação, isolamento, controle emocional ou financeiro e desqualificação constante são invisibilizadas socialmente.

Mês da Mulher: Leis estaduais contribuem ao enfrentamento à invisibilização da violência
Psicóloga Talian Cordeiro: “A violência nasce antes do tapa”

A especialista explica que expressões comuns no cotidiano, como “homem é assim mesmo” ou “isso é coisa da sua cabeça”, funcionam como mecanismos de silenciamento e invisibilidade. De acordo com ela, a violência psicológica se sustenta justamente por ocorrer de forma repetitiva e sutil, fazendo com que muitas mulheres passem a duvidar da própria percepção da realidade.

Os efeitos dessa violência contínua podem ser profundos. Ansiedade, depressão, perda de autoestima, isolamento social e dependência emocional estão entre as consequências relatadas em atendimentos psicológicos. Para Talian, esse tipo de agressão “corrói a subjetividade” e pode comprometer seriamente a autonomia da mulher quando ocorre de forma prolongada.

“Do ponto de vista da Psicologia, é fundamental nomear como violência a humilhação reiterada, o controle emocional, o isolamento, a chantagem, o gaslighting [manipulação em que o agressor distorce informações para fazer a vítima duvidar de sua memória e percepção], a desqualificação intelectual, o controle financeiro, a coerção sexual dentro de relacionamentos, a exposição da intimidade, o silenciamento e a desqualificação e objetivação dos corpos femininos em grupos de homens”, afirma.

Além disso, a psicóloga aponta que a misoginia estrutural contribui para a naturalização dessas práticas. Em uma cultura que historicamente desvalorizou o feminino, o sofrimento das mulheres tende a ser relativizado ou desacreditado. “Enquanto a violência for ‘reconhecida’ apenas quando sangra, vamos continuar ignorando as formas de dominação que silenciam, desqualificam e adoecem mulheres todos os dias”, afirma. Para ela, nomear essas violências invisíveis é um passo essencial para enfrentá-las e evitar que situações de abuso evoluam para formas mais graves, como o feminicídio.

Clique aqui e confira a entrevista na íntegra.

Os números da invisibilidade

Das violências sofridas pelas mulheres, a maior parte corresponde às que, muitas vezes, não são consideradas violência. A Lei Maria da Penha (Lei Federal 11.340/2006) elenca cinco formas de violência doméstica e familiar: violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. A física, por ser agressão direta ao corpo da mulher, é a mais percebida socialmente e, em geral, a única considerada como violência. No entanto, as demais, no conjunto, representam 81% dos atendimentos do Disque 180 a Mato Grosso do Sul durante o ano passado.

Mês da Mulher: Leis estaduais contribuem ao enfrentamento à invisibilização da violência
Arte: IA/Levantamento: Osvaldo Júnior

Foram 2.208 atendimentos do Disque 180 ao estado em 2025. No entanto, a maior parte diz respeito ao funcionamento da Central 180, orientações para serviços da rede, campanhas e outros assuntos que não são denúncias. Considerando apenas denúncias dos cinco tipos de violências previstos na Lei Maria da Penha, somaram 660 atendimentos – a violência psicológica aparece com o maior número de registros (294; 44% do total), seguida pela violência física (120), moral (112), patrimonial (89) e sexual (45). Essa última violência também é invisibilizada quando ocorre de forma “sutil”, como, por exemplo, a coerção dentro do casamento ou namoro.

Estatísticas do Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2025), do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, também indicam elevada incidência de violência invisibilizada. De acordo com o levantamento, foram registrados nas polícias de Mato Grosso do Sul 1.127 boletins de ocorrência de violência psicológica contra as mulheres no estado em dois anos (2023 e 2024), sendo 602 casos em 2023 e 525 em 2024.

Livros infantis provocam reflexão sobre o silenciamento e a delimitação do papel da mulher 

Além da produção e aprovação de leis, a ALEMS desenvolve ações diversas de promoção e defesa de direitos das mulheres e de enfrentamento da violência de gênero. Entre essas iniciativas, está a publicação de dois livros infantis que abordam violências invisibilizadas, provocando reflexões sobre “práticas sutis”: o 

Mês da Mulher: Leis estaduais contribuem ao enfrentamento à invisibilização da violência

silenciamento das mulheres e a construção social e histórica de papéis de gênero. As publicações integram a coleção “Cidadania é o bicho”, produzida pela Comunicação Institucional da ALEMS.

Um dos livros é “Iguana Calada: Uma História de Superação e Liberdade” (clique na imagem), da jornalista Glaucia Jandre. Rico em metáforas, o livro conta da dona Iguana, que sofre violência de seu marido, o Lobo Guará. A vontade de desaparecer para fugir do silenciamento causado pelo marido faz a dona Igu

Mês da Mulher: Leis estaduais contribuem ao enfrentamento à invisibilização da violência

ana se camuflar. Em sua solidão e invisibilidade, a dona Iguana tinha como amigos dois parasitas: um carrapato e um bicho-de-pé.

O outro livro é “A descoberta da oncinha de laço apertado” (clique na imagem), escrito pela jornalista Ana Maria Assis de Oliveira. É a história de uma onça que, convencida por um macaco que veio da cidade, passa a usar um laço na cintura que a aperta violentamente – a metáfora estimula a reflexão sobre imposições sociais de papéis e comportamentos padronizados a homens e mulheres. Acesso o livro, clicando na imagem ao lado. 

ALEMS e Elas

A Comunicação da Casa de Leis também desenvolveu a página multimídia “ALEMS e Elas”. Essa página reúne a legislação estadual de proteção às mulheres, informa dados e estatísticas, relaciona as deputadas que estão ou estiveram no Parlamento em diferentes legislaturas, apresenta breves biografias de mulheres que se destacaram em áreas diversas em Mato Grosso do Sul, entre outros materiais. Para acessar a página, clique aqui.

Serviço:

Veja onde procurar ajuda em caso de violência contra a mulher:

  • Denúncias e informações: ligue 180.
  • Patrulha Maria da Penha: ligue 153.
  • Casa da Mulher Brasileira: Rua Brasília, Lote A, Quadra 2 – Jardim Imá. Telefone: 2020-1300.
  • Centro Especializado de Atendimento à Mulher em situação de violência (Ceam): Rua Piratininga, 559 – Jardim dos Estados. Telefone: 0800-067-1236
  • Ministério Público: Atendimento pelo WhatsApp: (67) 9-9825-0096. O telefone da 72ª Promotoria de Justiça da Casa da Mulher Brasileira é  3318-3970.
  • Defensoria Pública: Atendimento por WhatsApp: (67) 9-9247-3968. Atendimento on-line: defensoria.ms.def.br. Núcleo de Defesa da Mulher: (67) 3313-4919.

Fonte: Osvaldo Júnior/ALEMS

Secretaria de Assistência Social de Iguatemi promove palestra para homenagear as mulheres dos programas sociais

0
Fotos: Assessoria

No próximo domingo, dia 8 de março, comemora-se o “Dia Internacional da Mulher”. Para celebrar esta data, a Secretaria Municipal de Assistência Social de Iguatemi promoveu um encontro das mulheres de todos os programas sociais. A solenidade aconteceu no Conviver “Lírios do Vale”, na manhã desta sexta-feira (6), com a presença da secretária de Assistência Social e primeira-dama, Cecília Welter Ledesma, coordenadoras e servidores da Assistência Social e da vereadora Miriam Krenczynski, que foi a responsável por ministrar uma palestra de conscientização e valorização da mulher.

Dando início ao evento, a secretária Cecília agradeceu a presença de todos e parabenizou antecipadamente todas as mulheres. “Não poderíamos deixar de homenagear as mulheres que fazem parte dos programas atendidos pela nossa Secretaria Social. Parabéns a vocês, mulheres fortes, corajosas e destemidas. Deus abençoe”, falou Cecília.

Houve um momento de louvor com Queila, que cantou dois belíssimos hinos em homenagem às mulheres. Em seguida, a vereadora Miriam fez uma breve palestra, ressaltando o valor das mulheres que, com dedicação, determinação e muita luta, desempenham suas funções com responsabilidade todos os dias.

Ao final, todas as mulheres receberam lembrancinhas da secretária de Assistência Social, Cecília, e das coordenadoras e servidoras que atuam nos programas sociais.

Fonte: Imprensa oficial

Secretaria de Assistência Social de Iguatemi realiza ampliação e reforma do prédio do Centro de Referência de Assistência Social – CRAS

0
Fotos: Assessoria

A Prefeitura de Iguatemi, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, está realizando obras de reforma e ampliação do Centro de Referência de Assistência Social. Tendo em vista que inúmeras famílias são atendidas nesse prédio, a reforma, ampliação e readequação se fazem necessárias para proporcionar um ambiente acolhedor aos usuários dos serviços. De acordo com a secretária de Assistência Social, Cecília Welter Ledesma, o objetivo principal é melhorar o atendimento aos usuários e também dar melhores condições de trabalho aos servidores do setor. O CRAS é a porta de entrada dos serviços oferecidos pela Assistência Social.

Para a reforma e ampliação do prédio, estão sendo investidos R$ 287.679,69 (duzentos e oitenta e sete mil e seiscentos e setenta e nove reais e sessenta e nove centavos), provenientes de recursos próprios do Fundo Municipal de Assistência Social. Para a execução da obra, foi contratada a Construtora Charrua Ltda. A contratação se deu por meio do Processo nº 000202/25, modalidade Concorrência nº 17/2025.

Portanto, uma reforma e ampliação para proporcionar comodidade e conforto a todos. O Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) é o local onde os beneficiários se reúnem para receber cestas básicas, produtos da agricultura familiar, participar de palestras e de algumas reuniões. Na nova sede, certamente os atendimentos serão feitos com muito mais qualidade.

Fonte: Imprensa oficial

Nota de falecimento de Raimundo de Oliveira Simões

0

Comunicamos com pesar o falecimento nessa sexta-feira, dia 6 de março, no Hospital da Cassems, em Dourados, do servidor aposentado da prefeitura, em Amambai, Raimundo de Oliveira Simões, de 84 anos.

Trasladado para Amambai, seu corpo foi velado no Memorial Primavera e o sepultamento aconteceu neste sábado (7) às 8h da manhã, no Cemitério Municipal Santo Antônio.

Informou Pax Primavera- Fone: 3481-1887

Mulheres avançam e ocupam 26% da força de trabalho da indústria de MS

0

Mais de 44 mil mulheres constroem diariamente a força da indústria de Mato Grosso do Sul. Elas representam 26% da força de trabalho. Um avanço expressivo, que cresce em ritmo superior ao da participação masculina e consolida, cada vez mais, o espaço feminino na indústria.

Na última década, aproximadamente 12 mil novas vagas foram ocupadas por mulheres na indústria sul-mato-grossense, o que confirma uma trajetória contínua de expansão. Entre 2014 e 2024, o emprego feminino no setor cresceu 37%, enquanto a mão de obra masculina avançou 27% no mesmo período. Os dados fazem parte de um levantamento do Observatório da Indústria da Fiems, com base na RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e no Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

O avanço também se reflete nos espaços de decisão. Em 2024, o Estado registrou mais de 1.500 mulheres em cargos de comando na indústria, o equivalente a 21% das posições de liderança no setor, além de um crescimento de 32% em relação a 2021. Esse movimento acompanha a própria estrutura da Fiems, que conta com três mulheres na diretoria estratégica, reforçando o compromisso com uma indústria mais plural, competitiva e preparada para os desafios do setor produtivo.

As trajetórias de Adriana Sato, Neca Chaves Bumlai e Simone Oliveira mostram que a ascensão feminina é resultado de qualificação, visão estratégica e determinação para assumir responsabilidades maiores.

Mulheres avançam e ocupam 26% da força de trabalho da indústria de MS
Adriana Sato

Com formação em medicina e especialização em medicina do trabalho, Adriana Sato construiu uma carreira sólida antes de migrar para o setor industrial. Hoje, como diretora de operações da Semalo, decidiu aprofundar seus conhecimentos em gestão e ressalta que a liderança começa por uma transformação interna constante e pela coerência entre discurso e prática.

“Liderar é, antes de tudo, liderar pelo exemplo. Não existe ‘faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço’. Para desenvolver pessoas e fortalecer a empresa, é preciso buscar diariamente a própria evolução, reconhecer pontos de melhoria e assumir a responsabilidade de ser a referência que se espera dos outros”, considera.

Para Adriana Sato, a liderança exige escuta ativa e conexão constante com outros gestores, especialmente porque o topo pode ser um lugar solitário. “A liderança é, muitas vezes, um caminho solitário. À medida que crescemos na hierarquia, os feedbacks se tornam mais raros e surge um receio natural de apontar melhorias a quem está no comando. Por isso, unir líderes e fortalecer espaços de troca é fundamental para manter o aprendizado contínuo”, enfatizou.

Na área educacional, Neca Chaves Bumlai transformou vocação em projeto de gestão. Economista, com mestrado e especializações na área, ela estruturou uma trajetória pautada pela formação técnica e pelo desenvolvimento de pessoas. À frente da Faculdade Insted, defende uma liderança democrática e baseada em competência. “Homens e mulheres se complementam. O fundamental é preparo, conhecimento e vontade constante de aprender”, relata. Ela acredita que fortalecer redes entre mulheres é essencial para ampliar a presença feminina em posições de comando.

Mulheres avançam e ocupam 26% da força de trabalho da indústria de MS
Neca Chaves Bumlai

Já Simone Oliveira construiu sua carreira na indústria têxtil a partir da qualificação técnica e da vivência prática no chão de fábrica, com formações pelo Senai. Passou por diferentes áreas até chegar à diretoria-executiva da Nilcatex Têxtil, empresa que vive um novo ciclo de expansão no Estado. Em um ambiente historicamente masculino, enfrentou desafios que exigiram ainda mais preparo e entrega de resultados. “Equipes diversas alcançam melhores resultados e fortalecem a tomada de decisão”, destaca. Simone argumenta que liderar é valorizar talentos e abrir caminhos para que outras mulheres também conquistem novos espaços.

Mulheres avançam e ocupam 26% da força de trabalho da indústria de MS
Neca Chaves Bumlai

Neste Dia Internacional da Mulher, dar visibilidade a essas lideranças é reafirmar que a presença feminina nos centros de decisão é um ativo para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso do Sul. Quando mais mulheres lideram, a indústria ganha em inovação, eficiência e competitividade, e toda a sociedade avança junto.

Mulheres avançam e ocupam 26% da força de trabalho da indústria de MS

Protagonismo feminino no interior de MS

Os números evidenciam que o protagonismo feminino na indústria está distribuído por todo o Estado, fortalecendo cadeias produtivas, impulsionando resultados e consolidando um novo capítulo para o setor industrial de Mato Grosso do Sul. Em 25 municípios, a participação da mão de obra feminina na indústria supera a média estadual da atividade.

Entre os destaques estão:

•             Itaquiraí – participação feminina de 49% (aproximadamente 1.500 mulheres);

•             São Gabriel do Oeste – 44% (cerca de 2.200 mulheres);

•             Sidrolândia – 41% (aproximadamente 1.700 mulheres);

•             Aparecida do Taboado – 36% (cerca de 2.200 mulheres);

•             Bataguassu – 35% (aproximadamente 1.300 mulheres);

•             Paranaíba – 34% (cerca de 1.000 mulheres);

•             Nova Andradina – 31% (aproximadamente 1.500 mulheres);

•             Dourados – 30% (cerca de 5.400 mulheres).

Educação de Japorã alinha a aquisição de alimentos para a merenda escolar da REME

0

A Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de Japorã realizou, nesta quinta-feira (05-03), uma reunião com os produtores que participam do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O encontro contou com a presença do agrônomo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), Elio kokehara.

Durante as explanações, os produtores rurais foram orientados e, sobretudo, receberam apoio, visando à busca da melhoria da produção, a qualidade dos alimentos e fortalecer a agricultura familiar no município. Durante a reunião foi apresentado o Planejamento de Trabalho para 2026 e, simultaneamente, discutidas técnicas de produção, organização do trabalho no campo e formas de ampliar a participação dos produtores no fornecimento de alimentos para a alimentação escolar.

“Esta ação reforça a importância da parceria entre os produtores, o município e as instituições de apoio, contribuindo para o desenvolvimento rural e para a oferta de alimentos de qualidade aos estudantes”, destaca a secretária municipal de Educação Veridiana Barbosa da Silva.

A nutricionista municipal, Camila Ribeiro Felisberto observa a importância do alinhamento entre agricultores familiares, prefeitura e Educação do município. “Esse encontro é imprescindível para dúvidas sejam dirimidas e os produtores sejam informados que os produtos têm que obedecer critérios de qualidade. Nossa responsabilidade é oferecer merenda segura, nutritiva e baseada em alimentos in natura ou minimamente processados, como frutas, legumes, verduras, proteínas e grãos, tudo isso de acordo com as diretrizes do PNAE”, pontua Camila.

“O Município tem priorizado a qualidade e a variedade de alimentos naturais. Valorizamos os agricultores familiares de Japorã na aquisição destes alimentos. O importante é que nossa Administração está empenhada em assegurar o direito à alimentação escolar a todos nossos estudantes da Rede Municipal de Ensino”, afirma o prefeito Vitor da Cunha Rosa (Malaquias).

Além dos produtores da agricultura familiar, também participou da reunião o Gestor Sávio Simões Machado.

Educação de Japorã alinha a aquisição de alimentos para a merenda escolar da REME
Educação de Japorã alinha a aquisição de alimentos para a merenda escolar da REME
Educação de Japorã alinha a aquisição de alimentos para a merenda escolar da REME
Educação de Japorã alinha a aquisição de alimentos para a merenda escolar da REME
Educação de Japorã alinha a aquisição de alimentos para a merenda escolar da REME
Educação de Japorã alinha a aquisição de alimentos para a merenda escolar da REME
Educação de Japorã alinha a aquisição de alimentos para a merenda escolar da REME
Educação de Japorã alinha a aquisição de alimentos para a merenda escolar da REME
Educação de Japorã alinha a aquisição de alimentos para a merenda escolar da REME

Fonte: Panorama do MS

Anvisa: suplementos com cúrcuma podem trazer risco de danos ao fígado

0
© VALTER CAMPANATO/AGÊNCIA BRASIL

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta sexta-feira (6) um alerta de farmacovigilância para o uso de medicamentos e suplementos alimentares que contêm cúrcuma, também conhecida como açafrão.

Segundo a Anvisa, investigações internacionais identificaram casos raros, mas graves, de inflamação e de danos ao fígado associados ao uso desses produtos em cápsulas ou em extratos concentrados.

“O problema está associado especialmente a formulações e tecnologias que promovem um aumento na absorção da curcumina em níveis muito acima do consumo normal”, informou a agência em nota.

De acordo com o comunicado, agências reguladoras de países como Itália, Austrália, Canadá e França já fizeram alertas sobre o tema depois que autoridades de saúde registraram casos de intoxicação do fígado ligados ao uso de suplementos de cúrcuma.

Na França, a Agência Nacional de Segurança Sanitária da Alimentação, do Meio Ambiente e do Trabalho identificou dezenas de relatos de efeitos adversos associados ao consumo de suplementos com cúrcuma ou curcumina, incluindo casos de hepatite.

“O alerta apresenta orientações para profissionais de saúde, fabricantes de medicamentos e suplementos alimentares e consumidores”, destacou a Anvisa.

Alimentação

Na nota, a agência reforça que o risco de toxicidade não está relacionado ao uso da cúrcuma para o preparo de alimentos no dia a dia.

“O pó usado na culinária é seguro e não integra o alerta, uma vez que não há evidências de risco associado ao consumo da cúrcuma como alimento e aditivo alimentar”, detalhou a Anvisa.

“A diferença é que, em medicamentos e suplementos, o produto possui concentrações mais altas e uma capacidade de ser mais absorvido pelo organismo”, completou.

Sinais de alerta

Dentre os indícios citados pela Anvisa que podem indicar a necessidade de avaliação médica após o uso de medicamentos e suplementos alimentares que contêm cúrcuma estão:

* pele ou olhos amarelados (icterícia);

* urina muito escura;

* cansaço excessivo e sem explicação;

* náuseas e dores na região do abdômen.

Nesses casos, a orientação é interromper o uso imediatamente e procurar um profissional de saúde. Suspeitas de eventos adversos envolvendo medicamentos devem ser notificadas ao sistema VigiMed e, no caso de suplementos, no e-Notivisa.

Atualização de bulas

Como medida preventiva, a Anvisa determinou a atualização, com avisos de segurança, das bulas dos medicamentos Motore e Cumiah, ambos contendo cúrcuma.

No caso dos suplementos com cúrcuma, a agência informou que vai reavaliar o uso da substância e que também vai passar a exigir a inclusão de advertências obrigatórias sobre a possibilidade de efeitos adversos nos rótulos dos produtos.

Fonte: Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

Campo Grande: Pelo terceiro ano seguido, emendas de Lia Nogueira fortalecem trabalho social no Nova Lima

0
Foto: Assessoria

Antes de falar em emenda e recurso, Lia Nogueira (PSDB) faz questão de estar onde o impacto acontece. A deputada estadual voltou ao Movimento de Apoio Social Campo-grandense (MASC), em Campo Grande, para conferir a aplicação das emendas destinadas pelo mandato pelo terceiro ano consecutivo, que somam R$ 150 mil, e acompanhar os resultados do trabalho realizado pela entidade, que atende moradores do bairro Nova Lima e região.

A trajetória pessoal da deputada ajuda a explicar esse olhar para iniciativas sociais. Filha de uma mãe que criou sozinha três crianças em meio a dificuldades financeiras, Lia Nogueira conhece a realidade de muitas famílias que vivem, por gerações, sob o peso da vulnerabilidade e da ausência de oportunidades. Hoje, essa experiência se traduz em apoio a projetos que acolhem e abrem caminhos de autonomia.

No MASC, as emendas de R$50 mil por ano têm garantido estrutura para manter e ampliar atendimentos e ações de capacitação. Em 2024, o recurso possibilitou a contratação de assistente social, advogado, psicólogo e fisioterapeuta para o projeto “Mãos que se unem colhem resultados”. Em 2025, viabilizou prestadores de serviços, como professores e instrutores, incluindo o curso de embutidos que capacitou cerca de 25 participantes. Em 2026, a emenda destinada à entidade ainda está em tramitação e deve custear a prestação de serviços de terceiros.

O diretor do movimento, José Ferreira Rocha Neto, o Zé do Anache, afirma que o apoio chegou em um momento decisivo. “Nós estávamos com sérias dificuldades financeiras, inclusive para pagar profissionais e fornecedores. Esse apoio ajudou a reorganizar a casa, equilibrar as contas e continuar atendendo a comunidade”, disse.

Segundo ele, o recurso também permitiu ampliar o atendimento e colocar novas iniciativas em prática. “Hoje conseguimos contratar novos profissionais e tirar projetos do papel. É uma ajuda que faz diferença para quem está sendo atendido, porque dá estrutura para o trabalho social e cria oportunidade para quem mais precisa”, completou.

“Eu sei o que é ter que recomeçar sem chão. Por isso, quando destino recurso para um lugar como o MASC, não é número. É gente tendo chance de voltar a respirar, aprender, trabalhar e seguir com dignidade”, afirmou Lia Nogueira.

Fonte: Assessoria Dep. Lia Nogueira

Quem será o Anticristo? – Por Eloir Vieira

0

“Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos; por onde conhecemos que é já a última hora” (1ªJo 2.18).

A Bíblia não dá nome de quem será o anticristo; mas revela a sua personalidade, as suas características, e o que vai acontecer durante o seu curto tempo de governo de sete anos segundo a profecia das setenta semanas de Daniel, onde ele é chamado de príncipe com “d” minúsculo; o que caracteriza que não é o Principe da Paz (Jesus), mas um imitador: “E, depois das sessenta e duas semanas, será tirado o Messias e não será mais; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas assolações” (Dn 9.26).

O povo do príncipe já veio, trata-se do exército romano com o general Tito que destruiu Jerusalém no ano 70 d.C. Quando o príncipe vier, fará um acordo de paz por sete anos entre países em guerras; na metade do tempo combinado, ele quebrará o tratado; este fator é um ponto revelador; ele quebra o acordo na metade: “E ele firmará um concerto com muitos por uma semana; e, na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador” (Dn 9.27). Sete anos em profecia é uma semana: um dia igual um ano, sete dias, sete anos (Nm 14.34; Ez 4.6).

A vinda do príncipe, no livro do Apocalipse: Um guerreiro com arco montando um cavalo branco, simbolizando falsa paz. Coroa representa autoridade concedida a ele. Ele reunirá muitos aliados e será vencedor, mas por pouco tempo: “E olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vitorioso e para vencer” (Ap 6.2). A vinda de Jesus é representada simbolicamente por um cavaleiro com espada, montado num cavalo branco (Ap 19.11-16).

Em Apocalipse, o anticristo é chamado também de a besta que sobe do mar: “E eu pus-me sobre a areia do mar e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e, sobre os chifres, dez diademas, e, sobre as cabeças, um nome de blasfêmia” (Ap 13.1). Besta é a personalidade dele; um governante ditador cruel, sem escrúpulos pois vem com poder de Satanás. Mar, significa povos, e multidões, e nações, e línguas (Ap 17.15). As cabeças, são países aliados; chifres: poder; diadema: autoridade!

O apóstolo Paulo chamou o anticristo de homem do pecado, filho da perdição. Na ocasião, o mundo estará em completa apostasia: “Ninguém, de maneira alguma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição” (2ªTs 2.3). Apostasia significa abandono da fé, renúncia da religião. Com o arrebatamento da igreja, a apostasia é completa, e vem o anticristo.

Após o arrebatamento da igreja, vem a Grande Tribulação com o anticristo; Jesus o matará na sUa vinda: “E, agora, vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que, agora, resiste até que do meio seja tirado; e, então, será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca e aniquilará pelo esplendor da sua vinda” (2ªTs 2.6-8).

Prefeita Maria Lurdes Portugal destaca construção da UVR em Caarapó em parceria com a Itaipu

0
Prefeita Maria Lurdes Portugal durante visita à obra da UVR. Foto: Reprodução

Redação

A prefeita de Caarapó, Professora Maria Lurdes Portugal, destacou, nesta sexta-feira (6), o andamento da construção da Unidade de Valorização de Recicláveis (UVR) no município.

De acordo com informações publicadas nas redes sociais da prefeita, o projeto é fruto de uma cooperação técnica e financeira entre a Prefeitura de Caarapó e a Itaipu Binacional. A viabilização da estrutura conta com um aporte financeiro que totaliza R$ 748.373,14. Desse total, a Itaipu Binacional é responsável pelo repasse de R$ 636.117,16, enquanto a parcela restante é coberta pelos cofres municipais como contrapartida direta.

A iniciativa consolida as políticas de reciclagem na cidade. Segundo a prefeita, além de otimizar a gestão de resíduos, a unidade deve impulsionar a criação de novas frentes de trabalho e garantir maior proteção do meio ambiente na região.

Fonte: Grupo A Gazeta

Exportações somam US$ 1,43 bilhão e garantem superávit de US$ 902 milhões na balança comercial de MS em fevereiro

0
Foto: Divulgação

Mato Grosso do Sul registrou US$ 1,43 bilhão em exportações no acumulado até fevereiro de 2026 e manteve superávit de US$ 902,38 milhões na balança comercial. O resultado reflete a força das cadeias agroindustriais do Estado, com destaque para a celulose (32,31% da pauta exportadora), carne bovina fresca (22,2%) e soja (13,79%), que lideram as vendas externas sul-mato-grossenses. Os dados constam na Carta de Conjuntura do Setor Externo do mês de fevereiro, elaborada pela Assessoria Especial de Economia e Estatística da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), com base nas informações do sistema Comexstat.

Um dos destaques do período está no comportamento das importações. Pela segunda vez na série histórica sul-mato-grossense, o gás natural deixou de ser o principal produto importado pelo Estado. O item de maior participação nas compras externas passou a ser “caldeiras de geradores de vapor”, responsáveis por 23,72% das importações, seguido pelo gás natural (23,62%) e pelo cobre (7,5%). No acumulado do ano, as importações somaram US$ 530,57 milhões, valor 35,36% superior ao registrado no mesmo período de 2025, movimento associado principalmente à aquisição de bens de capital e equipamentos industriais.

Para o secretário Jaime Verruck, da Semadesc, o desempenho da balança comercial demonstra a capacidade produtiva e a dinâmica de investimentos na economia sul-mato-grossense. “Mato Grosso do Sul mantém crescimento no volume exportado e amplia investimentos industriais, evidenciados pelo aumento das importações de bens de capital. Esse movimento demonstra a expansão das cadeias produtivas e a consolidação do Estado como um dos principais polos agroindustriais do país”, afirma.

Segundo o relatório da Semadesc, as exportações cresceram 1,74% em valor na comparação com o mesmo período de 2025. No entanto, o volume embarcado apresentou expansão mais expressiva, de 14,26%, totalizando 3,86 milhões de toneladas. A diferença entre os indicadores revela redução no preço médio das exportações no mercado internacional.

Do ponto de vista setorial, todos os segmentos registraram aumento nas quantidades exportadas. A agropecuária apresentou crescimento de 17,4% no volume e aumento de 9,62% nos preços. Já a indústria de transformação registrou alta de 6,27% nas quantidades e de 3,12% nos preços exportados. A única exceção foi a indústria extrativa, que apresentou queda de 49,05% nos preços de exportação, mesmo com aumento de 24,68% no volume embarcado. O resultado reflete o comportamento do mercado internacional de minérios, especialmente a redução nas cotações do minério de ferro.

Entre os destinos das exportações sul-mato-grossenses, a China permanece como principal parceiro comercial, absorvendo 37,76% das vendas externas do Estado. Em seguida aparecem os Estados Unidos, com 10,16%, e os Países Baixos, com 4,4% de participação. No recorte por municípios, Três Lagoas lidera o ranking de exportações, respondendo por 21,63% do total exportado. Na sequência aparecem Ribas do Rio Pardo (14,85%), Dourados (9,22%) e Campo Grande (8,99%).

Fonte: Marcelo Armôa, Semadesc

Mato Grosso do Sul consolida nova matriz produtiva e lidera crescimento da indústria de transformação no país

0
Fotos: Metalfrio e Usina Sonora

Mato Grosso do Sul consolida uma nova matriz produtiva e lidera o crescimento da indústria de transformação no país. Nos últimos dez anos, o Estado vem passando por uma transformação estrutural inédita. De uma economia baseada quase exclusivamente na agropecuária, Mato Grosso do Sul passou a ocupar posição de destaque nacional na agroindústria e na indústria de transformação. Atualmente, o Estado lidera o crescimento da indústria de transformação no Brasil.

Segundo dados do IBGE, em uma década, o valor da transformação industrial (VTI) cresceu nominalmente 179% — a maior variação entre todos os estados brasileiros —, saltando de R$ 12,2 bilhões para R$ 34,0 bilhões no período. O VTI é um indicador que mede a riqueza gerada pelo processo produtivo, calculado a partir da diferença entre o valor da produção e o custo dos insumos consumidos.

Para o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, o desempenho está diretamente associado à estratégia adotada pelo Governo do Estado de apostar na agregação de valor à produção primária, no fortalecimento da agroindústria e na incorporação da agenda verde como eixo estruturante do desenvolvimento, combinando crescimento econômico, sustentabilidade ambiental, inovação tecnológica e atração de novos investimentos.

O Estado também se consolida como um dos protagonistas nacionais na transição energética e na agenda verde, com destaque para a produção de bioenergia.

Atualmente, Mato Grosso do Sul ocupa a quarta posição no ranking nacional de produção de etanol, é o quinto maior produtor de açúcar e o segundo na produção de etanol de milho.

“O desempenho coloca o setor como um dos pilares estratégicos do desenvolvimento econômico sul-mato-grossense”, avalia Verruck.

Com 22 usinas em operação, sendo três de etanol de milho, e outras três novas plantas em implantação, o Estado mantém diálogo permanente com o setor produtivo, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) e da Biosul, para garantir um ambiente de negócios competitivo e sustentável.

O Estado também tem o compromisso de se tornar território carbono neutro até 2030. No setor sucroenergético, já conta com uma plataforma própria de monitoramento de emissões e remoções de gases de efeito estufa, denominada Carbon Control.

O presidente da Fiems, Sérgio Longen, afirmou que o desempenho recente de Mato Grosso do Sul está diretamente ligado à construção de um ambiente favorável aos investimentos e à atuação integrada das entidades do setor produtivo.

Mato Grosso do Sul consolida nova matriz produtiva e lidera crescimento da indústria de transformação no país
Segundo o IBGE, o VTI cresceu 179% em dez anos — a maior alta entre os estados.

“Estamos construindo há muito tempo esse ambiente de negócios em Mato Grosso do Sul. Não só a Federação das Indústrias, mas a Famasul, a Fecomércio, o Sistema S como um todo, fazendo com que o investimento privado chegue aqui e seja bem acompanhado. É muito difícil hoje implantar uma empresa em qualquer lugar do Brasil. E essa diferença de Mato Grosso do Sul, muitas vezes, não é entendida por outros estados, o motivo de sermos tão ágeis. Hoje, nós temos cerca de R$ 90 bilhões em investimentos privados em várias áreas. Isso é muito bem planejado. A implantação de uma empresa passa, primeiro, pela demanda empresarial. O empresário visita o Estado, procura conhecer os problemas que pode ter, como logística, mão de obra e energia. É uma série de ações construídas antes de o empresário finalizar a decisão de implantar a empresa em Mato Grosso do Sul”, afirmou o dirigente.

De acordo com Longen, esse ambiente tem feito a diferença e os números confirmam esse movimento. “Mato Grosso do Sul cresce a dois dígitos, deixando, muitas vezes, até a China para trás”, disse o presidente.

Ao comentar a mudança estrutural da economia estadual, Longen ressaltou o avanço da industrialização e da diversificação produtiva.

“Antigamente, o Estado produzia basicamente grãos. Depois começamos a industrializar, com o álcool. Veio o etanol, depois o etanol de milho, depois o açúcar, depois a energia de biomassa. Agora são os biocombustíveis, é a neoindustrialização. Temos a evolução do etanol de milho e também de outros produtos, como o sorgo, que já está em pauta. Também avançamos na proteína. Somos grandes produtores de carne bovina, suína, de aves e de peixe. O Estado evoluiu muito. Mato Grosso do Sul se tornou um grande produtor de amendoim, fruto da rotação de cultura da cana e de muitos anos de pesquisa. Temos o melhor amendoim do Brasil”, destacou.

Na avaliação do dirigente, a política de agregação de valor à produção local tem sido decisiva para atrair novos empreendimentos e consolidar o Estado como polo da indústria do agro.

“O que chamamos hoje de indústria do agro é justamente transformar aquilo que Mato Grosso do Sul produz. Um exemplo é o etanol de milho com o DDG, subproduto da produção que hoje já é exportado, com valor agregado muito elevado. Essa transformação daquilo que produzimos no Estado tem sido prioridade para o setor privado, para o governo estadual e também para os municípios. Essa transformação tem um objetivo muito claro. Os pilares estão bem definidos e vêm sendo perseguidos para que o Estado continue nesse caminho. Esse esforço fez de Mato Grosso do Sul a bola da vez”, avaliou.

Para materializar e comprovar, na prática, o ciclo de desenvolvimento industrial vivido por Mato Grosso do Sul, a trajetória da Metalfrio se apresenta como um dos exemplos mais representativos desse processo. 

A Metalfrio é uma empresa global, de origem brasileira, que está entre as líderes mundiais do setor de refrigeração comercial. Com um completo portfólio de produtos, atende às necessidades dos mais diversos tipos de estabelecimentos, levando a melhor tecnologia, durabilidade e o menor consumo de energia para você e seu negócio. Esta expertise, adquirida ao longo destes 60 anos, está presente em cada detalhe da linha de produtos, contribuindo para que marcas regionais e estabelecimentos comerciais se beneficiem com máxima eficiência, baixa manutenção, redução de custos operacionais e menor consumo de energia.

A consolidação da companhia no Estado teve início em 2005, com a implantação da primeira fase da fábrica de refrigeradores e freezers em Três Lagoas, atividade central do negócio da empresa. Desde então, a operação foi ampliada em outras duas etapas, até a transferência integral das atividades anteriormente realizadas em São Paulo.

Mato Grosso do Sul consolida nova matriz produtiva e lidera crescimento da indústria de transformação no país
A Metalfrio é uma empresa global de origem brasileira e referência mundial em refrigeração comercial.

“Em 2005, iniciamos a primeira fase de produção em Três Lagoas e, ao longo dos anos, concluímos outras duas etapas até a transferência total das operações de São Paulo. Essa decisão foi baseada na combinação entre infraestrutura, disponibilidade de mão de obra e incentivos fiscais, além do apoio dos governos local e estadual”, afirma Luiz Eduardo M. Caio, executivo da empresa.

“Duas décadas depois, mantemos uma operação consolidada, com capacidade de produzir até 500 mil equipamentos por ano, distribuídos em todo o Brasil e também para os países do Mercosul, gerando mais de mil empregos diretos e contribuindo de forma efetiva para a diversificação econômica do Estado”, acrescenta.

Segundo o executivo, os incentivos fiscais seguem sendo determinantes para a viabilidade da operação. “Eles são essenciais para compensar custos adicionais, especialmente os logísticos. Diante dos impactos previstos da Reforma Tributária a partir de 2028, confiamos na construção de soluções que preservem a competitividade e a sustentabilidade da nossa operação”, conclui.

Outro exemplo concreto da transformação industrial de Mato Grosso do Sul vem da Usina Sonora, instalada no município de Sonora, no norte do Estado de Mato Grosso do Sul. Fundada em 1976, com a primeira safra de cana-de-açúcar realizada em 1979, a unidade tornou-se um dos principais vetores de desenvolvimento econômico e social da região, ao ampliar oportunidades de emprego, renda e dinamizar a economia local e dos municípios do entorno, como Pedro Gomes, Itiquira e o distrito de Ouro Branco do Sul.

Mato Grosso do Sul consolida nova matriz produtiva e lidera crescimento da indústria de transformação no país
A Usina Sonora produz 90 mil m³ de etanol por ano e contribui para fortalecer a matriz energética renovável do país.

Segundo o diretor-presidente da Usina Sonora, Luca Giobbi, a trajetória da empresa está diretamente ligada ao desenvolvimento social e econômico da região.

“A Usina Sonora nasceu com o propósito de gerar oportunidades, renda e desenvolvimento para Sonora e para toda a região do entorno. Desde a primeira safra, em 1979, a unidade vem ampliando sua estrutura produtiva e contribuindo para melhorar a qualidade de vida das famílias, fortalecendo a economia local e regional.”

Atualmente, a empresa produz o Açúcar Cristal Especial Sonora, comercializado nos estados do Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Santa Catarina. A capacidade instalada da unidade alcança 150 mil toneladas de açúcar bruto por ano.

A produção de etanol chega a 90 mil metros cúbicos anuais, abastecendo a frota interna da companhia e sendo comercializada nos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo, contribuindo para o fortalecimento da matriz energética renovável do país.

“Além do açúcar, avançamos fortemente na produção de etanol e na autossuficiência energética da unidade, o que reforça nosso compromisso com a sustentabilidade e com a transição para uma economia de baixo carbono”, destacou Giobbi.

Outro pilar estratégico da operação é a geração de energia elétrica a partir de fontes renováveis, por meio da biomassa da cana-de-açúcar, da hidrelétrica e da usina solar da empresa.

“Investimos continuamente na diversificação da nossa matriz energética, com biomassa, hidrelétrica e energia solar, como forma de garantir eficiência, sustentabilidade e segurança energética para o futuro”, afirmou.

A Usina Sonora emprega atualmente cerca de 1.800 colaboradores diretos, figurando entre os maiores empregadores da região, com impacto direto na geração de renda, no fortalecimento do comércio local e no apoio a iniciativas sociais, educacionais e comunitárias.

“Nosso papel vai além da produção industrial. Somos parte ativa do desenvolvimento social da região, apoiando projetos e iniciativas que geram oportunidades e fortalecem as comunidades locais”, ressaltou o dirigente.

Às vésperas de completar 50 anos de história, em 2026, a empresa projeta a continuidade de sua estratégia de crescimento sustentável.

“Celebrar cinco décadas é reconhecer uma trajetória construída com responsabilidade, inovação e respeito às pessoas. Nosso compromisso é seguir investindo, gerando oportunidades e contribuindo para o desenvolvimento regional e para as próximas gerações”, concluiu Luca Giobbi.

Fonte: Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS

Com ensino de qualidade, Rede Estadual realiza sonhos e aprova estudantes para universidades

0
Fotos: Bruno Rezende/Secom-MS

Era uma quarta-feira comum de fevereiro, quando Emily Teixeira de apenas 18 anos entra radiante e emocionada na Escola Estadual Emygdio Campos Widal, em Campo Grande. Ela tinha descoberto há poucos instantes a sua aprovação em Medicina na UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).

Um sonho de criança agora era realidade. Ao lado da sua mãe, ela escolheu a escola que estudou nos últimos três anos, como o primeiro lugar que iria comemorar esta grande conquista. Fez questão de agradecer os professores e diretor pelo apoio que recebeu durante todo o ensino médio. O sentimento era de alegria e gratidão.

“Foi uma emoção muito grande. Eu cheguei na escola e entrei na minha sala para agradecer os professores. Lembro de todas aulas, tudo que aprendi aqui. A escola além do aprendizado, sempre me senti acolhida, mostraram o quanto se importavam comigo, desde o início em 2023”, contou ela.

Com ensino de qualidade, Rede Estadual realiza sonhos e aprova estudantes para universidades
Emily Teixeira na biblioteca da Escola Emygdio Campos Widal

A aprovação em um curso tão concorrido em uma universidade pública mostra que além do empenho, dedicação e foco da estudante, havia uma unidade escolar preparada para oferecer um ensino de qualidade, que não ficaria devendo para qualquer escolar particular ou cursinho preparatório. Emily se preparou apenas na Escola Emygdio Campos Widal, no sistema de período integral.

“Aproveitei bastante a escola, principalmente no 3° ano. Aprendi muito com os bons professores que a escola tem e participava de tudo que podia. Aproveitava ao máximo o que a escola tinha a me oferecer. Quando chegava em casa continuava a estudar. Sempre tive muito incentivo da minha família. Desde pequena sonhava em ser médica. Depois minha irmã começou a fazer o curso (Medicina), o que me inspirou ainda mais. Inclusive minha intenção é ser pediatra”.

Com ensino de qualidade, Rede Estadual realiza sonhos e aprova estudantes para universidades
Com ensino de qualidade, Rede Estadual realiza sonhos e aprova estudantes para universidades
Clébia Teixeira

Mais feliz e realizada que Emily, apenas a sua mãe, Clébia Teixeira. Ela fez uma pesquisa minuciosa antes de colocá-la na Rede Estadual. “Pesquisei, falei com várias pessoas e descobri que esta escola (Emygdio Campos) tinha várias aprovações nos vestibulares e tinha esta preocupação com o sucesso dos estudantes. A nossa filha sempre gostou muito da escola, elogiava os professores e eu sempre fui muito bem atendida”.

Aos pais que desejam ver o mesmo sucesso dos filhos, Clébia destaca o apoio, incentivo e cobrança na rotina diária de estudo. “Cobrar seus filhos, acredito que é papel dos pais. Eu cobro bastante, tanto que glória a Deus vou ter duas médicas em casa. Outra coisa importante é acreditar no sonho e no potencial dos seus filhos, porque eles são capazes, até para que eles sejam mais do que nós”.

Com ensino de qualidade, Rede Estadual realiza sonhos e aprova estudantes para universidades
Com ensino de qualidade, Rede Estadual realiza sonhos e aprova estudantes para universidades

Ambiente e bons profissionais

A Escola Emygdio Campos Widal não aprovou apenas a Emily em vestibulares, mas sim 52 estudantes em diferentes universidades, em cursos diversos. Este cenário positivo é o resultado de um trabalho bem feito com os alunos do Ensino Médio.

“Nós temos professores extremamente qualificados, com mestrado e doutorado. Nós criamos boas expectativas e colhemos os frutos. A escola conseguiu cumprir seu papel de ser a ponte para que estes alunos tenham acesso às universidades. Para isto construímos um ambiente seguro, adequado e acolhedor”, garantiu o diretor da escola, Alexandre Fagundes Damian.

O diretor ponderou que quando chegam as aprovações, o sentimento é de felicidade e devem cumprido. “Estamos contribuindo para realizar o sonho deles, o projeto de vida que eles vão seguir. Também mostramos aos outros que é possível desde que se dediquem e acreditem em todo processo, principalmente em um momento de tanta tensão”.

Com ensino de qualidade, Rede Estadual realiza sonhos e aprova estudantes para universidades
Diretor Alexandre Damian
Com ensino de qualidade, Rede Estadual realiza sonhos e aprova estudantes para universidades

Uma das missões é mostrar aos alunos que eles têm condições de disputar as vagas nas universidades. “Importante acreditar na escola pública, que está entregando uma educação de qualidade. Nossa escola tem estrutura e material humano. Então sempre falo aos estudantes que aproveitem da melhor forma possível, pois a gente não deve nada pra ninguém, é só acreditar”.

A escola funciona em período integral, com 12 turmas no ensino médio, sendo três para educação profissional. Os estudantes chegam as 7h10 e saem apenas às 15h20 da tarde. Tem ainda o grupo que fica para outros projetos, como capoeira, xadrez badminton, tênis de mesa, futsal, voleibol, basquetebol e voleibol de areia.

Com ensino de qualidade, Rede Estadual realiza sonhos e aprova estudantes para universidades
Diretor e aluna Emily Texeira se abraçam para comemorar aprovação

Estrutura e investimento

Para oferecer boas condições e contribuir para o sucesso dos estudantes, o Governo do Estado faz grandes investimentos na Rede Estadual de Ensino. Um dos pilares é a reestruturação das unidades.  Das 352 escolas, 70% já passaram por intervenções, como reformas e ampliações. Um investimento que ultrapassa R$ 1,2 bilhão. Uma obra (reforma) é entregue a cada seis dias. Objetivo é entregar uma estrutura qualificada e preparada para atender os estudantes e profissionais de ensino.

Outro foco é a modernização das escolas, com um ambiente propício e preparado para o futuro, com lousas digitais e kits de robótica em diversas unidades. Assim como equipamentos que vão favorecer o ensino e aprendizado dos alunos. Mais de 900 mil itens foram entregues no ano passado, entre bens de consumo, linha branca para cozinha e demais dependências, mobiliários para estudantes e profissionais e equipamentos de tecnologia.

A valorização dos profissionais também faz parte deste pacote. O Estado paga um dos maiores salários do Brasil aos professores da Rede Estadual. A qualificação constante e capacitação dos docentes estão dentro deste processo.

“É com imensa alegria e orgulho que estamos acompanhando o ótimo desempenho dos nossos estudantes, caminhando para a continuidade dos estudos no ensino superior. Esses resultados são frutos de um trabalho conjunto, entre gestão escolar e equipe pedagógica, aliada à proposta da equipe da SED, que foca na preparação dos nossos estudantes. Essa é mais uma comprovação da excelência da qualidade de ensino que estamos ofertando”, afirmou o secretário estadual de Educação, Hélio Daher.

Com ensino de qualidade, Rede Estadual realiza sonhos e aprova estudantes para universidades
Alunos da Rede Estadual de Ensino durante ano letivo

Fonte: Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS

Procon de Mato Grosso do Sul divulga ações previstas para o Mês do Consumidor

0
Foto: Kleber Clajus/Procon/MS

O Procon Mato Grosso do Sul divulgou quinta-feira (5) a agenda de ações alusivas ao Mês do Consumidor, celebrado em março. As atividades incluem orientação, registro de denúncias e reclamações, além do encontro de gestores dos Procons municipais, em Campo Grande.

Nos casos de atendimento presencial, como a abertura de uma reclamação, é necessário que os consumidores apresentem um documento original com foto, comprovante de residência e outro que confirme a relação de consumo, por exemplo, um boleto, o recibo de pagamento ou a nota fiscal do produto ou serviço adquirido.

Haverá ainda, durante as ações, o incentivo para que os sul-mato-grossenses utilizem os canais digitais do Procon Mato Grosso do Sul, como o E-Procon e o aplicativo MS Digital.

Procon Móvel

7 de março – Em Aquidauana, das 9h às 16h, equipes de atendimento e orientação participam, na Escola Estadual Marly Russo, da primeira edição do Programa MS Cidadão. A iniciativa foi idealizada pela Secretaria da Casa Civil do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, em parceria com o projeto UEMS na Comunidade.

8 de março – Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, o IV Festival de Verão mobilizará, das 7h às 11h, no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, 65 instituições parceiras com a oferta de atividades esportivas, de lazer e orientação, incluindo os direitos dos consumidores. Toda a programação é promovida pela Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul).

14 de março – Alusivo ao Mês da Mulher, o Projeto UEMS na Comunidade – Por Elas realizará, das 8h às 12h, a oferta de serviços e orientações educativas voltadas à promoção da cidadania no Cras Hercules Mandetta, localizado na Rua Barbacena, s/n, no Jardim Noroeste, em Campo Grande.

A ação está alinhada ao quinto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que aborda a igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis.

21 de março – Moradores do Parque do Lageado, em Campo Grande, terão acesso aos serviços do Procon Mato Grosso do Sul, das 8h às 13h, durante o Mutirão Todos em Ação. O evento vai acontecer na Escola Municipal Padre Thomaz Ghirardelli, localizada na Rua Lúcia dos Santos, nº 386.

26 e 27 de março – A van de atendimento do Procon Mato Grosso do Sul estará posicionada no Pátio Central Shopping. No local será possível tirar dúvidas e registrar reclamações, das 8h às 15h, em espaço localizado na Rua Marechal Rondon, nº 1380, no Centro da Capital.

Encontro de Procons

Servidores que atuam nos Procons municipais se reúnem, na sede do Procon Mato Grosso do Sul, no dia 17 de março. O evento precede a Conferência de Defensoras e Defensores Públicos de Defesa do Consumidor, no Auditório Manuel de Barros, do Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande.

O secretário nacional do consumidor do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Morishita Wada, é um dos convidados a participar de ambos os eventos. Na conferência, o tema abordado será a defesa do consumidor na era da inteligência artificial e os desafios da tutela na economia digital.

Fonte: Kleber Clajus, Comunicação Procon/MS

DOF apreende agrotóxicos, cigarros e pneus avaliados em mais de R$ 400 mil

0
Foto: DOF

Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam, nesta terça-feira (3), em Ponta Porã, dois veículos carregados com 300 quilos de agrotóxicos, 1.500 pacotes de cigarros e 16 pneus. Na ação, um homem de 23 anos foi preso em flagrante.

Os policiais realizavam bloqueio na MS-384 quando os condutores, que seguiam juntos e com as luzes apagadas, furaram o bloqueio policial e empreenderam fuga. Após alguns quilômetros de acompanhamento, o condutor de um GM Corsa foi alcançado e detido. Já o motorista de um GM Vectra abandonou o veículo e fugiu a pé em meio a uma área de mata.

Questionado sobre os ilícitos, o homem afirmou aos policiais que havia sido contratado para pegar os materiais em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, e levá-los até Campo Grande, onde receberia R$ 1,3 mil pelo transporte.

O material apreendido, avaliado em aproximadamente R$ 410 mil, foi encaminhado à Receita Federal de Campo Grande.

A ação ocorreu no âmbito do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, uma parceria da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) com o MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública).

O DOF mantém um canal direto com o cidadão para denúncias anônimas, pelo telefone 0800 647-6300. O sigilo é garantido.

30ª Exponavi será realizada de 17 a 20 de abril em Naviraí

0
Registro da 29ª Exponavi,, realizada em 2023. Foto: Roni Silva/Prefeitura de Naviraí/Arquivo

Redação

A 30ª edição da Exponavi já tem data marcada e será realizada de 17 a 20 de abril, no Parque de Exposições Tatsuo Suekane, em Naviraí. A tradicional exposição agropecuária promete reunir público da cidade e de toda a região do Cone Sul em quatro dias de programação voltada ao entretenimento, negócios e cultura.

Entre as atrações confirmadas estão os shows das duplas Jennifer & Stephan e João Bosco & Vinícius, além do cantor Luan Pereira. A arena também receberá o rodeio, que contará com as locuções de Francis Carlos e Henrique Soares.

Além das apresentações musicais e das montarias, a programação inclui leilão de gado, exposição empresarial, praça de alimentação e parque de diversões, oferecendo diversas opções para cada visitante.

30ª Exponavi será realizada de 17 a 20 de abril em Naviraí
Foto: Divulgação

Fonte: Grupo A Gazeta

MS enfrenta calor de até 40 °C antes da chegada de frente fria

0
(Foto: EnfoqueMS)

Depois de dias de calor intenso, Mato Grosso do Sul deve enfrentar um fim de semana de temperaturas ainda mais elevadas antes da chegada de uma mudança no tempo. A previsão indica máximas que podem chegar a 40 °C em algumas regiões do estado entre sexta-feira (6) e sábado (7).

De acordo com o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec), o predomínio será de sol com variação de nebulosidade e tempo firme na maior parte do estado. A condição ocorre por causa da atuação de um sistema de alta pressão atmosférica, que dificulta a formação de nuvens de chuva.

Além do calor, os índices de umidade relativa do ar devem ficar baixos, variando entre 15% e 35%. Os meteorologistas alertam que esses níveis exigem atenção com hidratação e cuidados com a saúde, principalmente durante o período da tarde.

Mesmo com o tempo mais estável, não se descarta a ocorrência de pancadas de chuva rápidas e isoladas, principalmente na região norte do estado. Em pontos específicos, as chuvas podem vir acompanhadas de rajadas de vento superiores a 50 km/h.

Na capital, a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica temperatura mínima de 21 °C e máxima de 35 °C nesta sexta-feira, com possibilidade de chuva isolada ao longo do dia. Já o Climatempo aponta sol entre muitas nuvens e temperaturas entre 22 °C e 33 °C, sem previsão de chuva.

Calor continua no sábado

No sábado (7), o cenário deve ser semelhante, com sol, calor e variação de nebulosidade em Mato Grosso do Sul. As máximas podem atingir até 40 °C, especialmente nas regiões pantaneira e sudoeste.

Nas regiões sul, Cone-Sul e Grande Dourados, as mínimas devem variar entre 22 °C e 24 °C, enquanto as máximas podem chegar a 39 °C. No Pantanal e no sudoeste do estado, os termômetros podem marcar entre 24 °C e 27 °C pela manhã e atingir até 40 °C à tarde.

Em Campo Grande, a previsão indica mínimas entre 23 °C e 25 °C e máximas que variam entre 32 °C e 36 °C entre sexta e sábado.

Mudança no tempo no domingo

No domingo (8), o dia ainda começa com sol e calor, com máximas entre 33 °C e 37 °C. A umidade relativa do ar continua baixa, principalmente na metade sul do estado, com índices entre 20% e 40%.

A partir da tarde e da noite, porém, aumenta a chance de instabilidade. A previsão indica crescimento da nebulosidade e possibilidade de pancadas de chuva em diversas regiões.

Entre a noite de domingo e a segunda-feira (9), as condições para chuva devem se intensificar em todo o estado com o avanço de uma frente fria pelo oceano, associada a áreas de baixa pressão atmosférica e ao calor acumulado dos últimos dias.

Fonte: EnfoqueMS

Produtores que adotam gestão técnica atravessam ciclo pecuário com maior margem

0

Em um momento de transição do ciclo pecuário, marcado pela passagem gradual da fase de baixa para a fase de alta, as decisões tomadas dentro da porteira hoje terão impacto direto no médio e longo prazo. Para apoiar o produtor rural e evitar escolhas por impulso, a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar/MS oferece suporte no planejamento, na análise de mercado e na construção de sistemas produtivos mais eficientes e resilientes.

Na pecuária de corte, o tempo é um fator decisivo. Para o invernista de fêmeas, os efeitos costumam ser percebidos cerca de um ano depois, enquanto na atividade de cria esse prazo pode ultrapassar dois anos. Mesmo assim, ainda é comum que o produtor baseie suas escolhas apenas no cenário do momento, sem levar em conta a dinâmica do ciclo pecuário.

De acordo com o coordenador da ATeG Bovinocultura de Corte do Senar/MS, Fabiano Pessatti, compreender essa lógica é fundamental para reduzir riscos. “Quando o produtor toma decisões olhando apenas para o ‘hoje’, sem considerar o ciclo pecuário, ele acaba assumindo riscos elevados e, muitas vezes, comprometendo os resultados futuros da propriedade”, explica.

A dinâmica do ciclo segue a lei da oferta e da demanda e tem no preço do bezerro seu principal gatilho. A escassez de bezerros eleva preços e margens da cria, estimulando a retenção de fêmeas. Esse movimento reduz o abate, restringe a oferta de animais e contribui, com o tempo, para a valorização da arroba do boi gordo. Na sequência, o aumento da oferta futura de bezerros pressiona seus preços, dando início ao ciclo de baixa e reiniciando todo o processo.

Decisões reativas aumentam riscos e impactam nos resultados

Quando a condução do sistema produtivo ocorre de forma reativa, baseada apenas no instinto ou em leituras superficiais do mercado, sem estratégia definida, os impactos negativos tendem a aparecer de forma silenciosa. Dados do benchmarking da ATeG Bovinocultura de Corte do Senar/MS, referentes ao ano pecuário 2023/2024 – período considerado um dos momentos mais desafiadores do atual ciclo de baixa da pecuária – evidenciam que, mesmo entre propriedades assistidas, o desempenho produtivo e econômico varia de acordo com o nível de gestão e de adoção das recomendações técnicas.

Em uma atitude reativa, as propriedades acompanhadas apresentaram, em média, redução de 1,59 arroba por hectare (@/ha) no estoque. Nos sistemas de recria e engorda, as perdas foram ainda mais expressivas, com médias de 7,46 @/ha e 4,71 @/ha, respectivamente. Na prática, muitos produtores acabaram comercializando animais adquiridos a custos elevados justamente no menor preço médio da arroba registrado nos últimos três anos, muitas vezes com o objetivo de manter o fluxo de caixa da fazenda no azul.

“A ausência de planejamento e de análise estruturada do sistema produtivo intensifica esse problema. Quando o produtor não utiliza plenamente as forças da propriedade, deixa de corrigir gargalos, perde oportunidades e se expõe a ameaças tanto nos momentos de alta quanto nos de baixa do ciclo. Esse processo, muitas vezes gradual, leva à descapitalização da atividade, frequentemente atribuída apenas a fatores externos”, observa Pessatti.

As fazendas com margem bruta positiva, identificadas no levantamento, apresentaram taxa de desmama média de 67,36%, período médio de estação de monta de 7,67 meses e produção de 139,76 quilos de bezerro por matriz exposta, indicadores significativamente superiores aos observados nas propriedades com margem bruta negativa, que registraram taxa de desmama de 57,99% e produção de 114,73 quilos por matriz. Entre as propriedades acompanhadas, há realidades distintas, desde fazendas com estação de monta consolidada, de cerca de três meses, até aquelas que iniciaram a adoção da prática recentemente.

A diferença também se reflete no resultado econômico, enquanto os sistemas mais eficientes alcançaram margem bruta média de R$ 901,36 por hectare ao ano, aqueles com menor eficiência apresentaram resultado de R$ 459,98 por hectare ao ano. Em uma base que reúne mais de 580 mil hectares de pastagens e 740 mil cabeças, o benchmarking demonstra que o acompanhamento técnico e gerencial permite identificar gargalos, orientar correções e apoiar o produtor na transição de sistemas deficitários para modelos produtivos mais eficientes e rentáveis ao longo do ciclo pecuário.

Produtores que adotam gestão técnica atravessam ciclo pecuário com maior margem

Dados do benchmarking da ATeG Bovinocultura de Corte do Senar/MS

É nesse contexto que a Assistência Técnica e Gerencial se torna um diferencial estratégico. Por meio da ATeG, os técnicos de campo do Senar/MS auxiliam o produtor na realização de diagnósticos completos da propriedade, considerando histórico técnico, produtivo e econômico.

“A partir desse diagnóstico, são definidas metas alinhadas aos objetivos do produtor e construído um plano de ação coerente com a realidade do sistema produtivo. Isso permite que a propriedade se posicione de forma mais estratégica ao longo do ciclo pecuário”, destaca o coordenador.

A metodologia da ATeG incentiva a tomada de decisão baseada em números, indicadores e estratégias, sem desconsiderar a experiência do produtor. Custos de produção, produtividade, desempenho zootécnico e resultados financeiros passam a orientar escolhas mais conscientes, reduzindo riscos e aumentando a rentabilidade da atividade. Dessa forma, o produtor deixa de reagir aos movimentos do mercado e passa a se posicionar de forma estratégica diante do ciclo pecuário.

Por meio da ATeG, o Senar/MS abre portas para novas conquistas, promovendo sustentabilidade e fortalecendo a permanência do produtor no campo. Para saber mais, procure o Sindicato Rural do seu município.

Assessoria de Imprensa do Sistema Famasul – Ana Palma