18.8 C
Amambai
domingo, 12 de julho de 2026
Início Site Página 1205

Operação Rodovida reforça prevenção e fiscalização nas estradas

0

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) iniciou nesta segunda-feira (18), em todo o país, a Operação Rodovida 2023/2024. O principal objetivo é garantir a segurança das rodovias, com redução no número de acidentes, feridos e mortos no trânsito. A operação de fiscalização de veículos e passageiros, nas rodovias federais, será realizada por dois meses (de 18 de dezembro a 18 de fevereiro de 2024), com término previsto após o carnaval.Operação Rodovida reforça prevenção e fiscalização nas estradasOperação Rodovida reforça prevenção e fiscalização nas estradas

A nova edição da Operação Rodovida ampliará os trabalhos de prevenção de acidentes e de fiscalização em locais e horários com maior concentração de registros de acidentes, neste período de festas de fim de ano e aumento do fluxo de veículos nas estradas e rodovias federais.

Durante a cerimônia de lançamento nacional da operação, em Salvador, o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Fernando Oliveira, disse que decidiu abrir a operação fora de Brasília para regionalizar as ações da PRF. “A gente precisa trazer a polícia para perto do povo, trazer a PRF para perto de quem é o receptor das nossas ações. A gente trabalha para servir a comunidade. Para servir a sociedade, então, a gente queria trazer isso para mais perto.”

O diretor-geral ainda chamou a atenção dos condutores para boas práticas no trânsito, somadas ao trabalho dos agentes da instituição.

“Precisamos que os nossos condutores entendam que a segurança deles e de quem usa junto com eles, ao mesmo momento, as rodovias depende muito da condução que eles fazem. Todos precisam entender que, em casa, tem a sua família esperando que eles [motoristas, passageiros e pedestres] saiam em segurança e cheguem com segurança.”

Integração

A Operação Rodovida 2023/2024 amplifica as ações integradas de instituições federais, estaduais e municipais – participantes do Sistema Nacional de Trânsito (SNT) para promoção da segurança viária.

A diretora do Departamento de Segurança no Trânsito Ministério dos Transportes, Maria Alice Nascimento Souza, destacou a integração das instituições durante a operação. “Vamos resgatar essas ações integradas, coordenadas e organizadas em todo país. Iniciando, desde os governos federal, estadual e chegando lá nos municípios. É muito importante que todos estejamos engajados.”

“Essas ações têm como princípio que norteia todos nós que nenhuma morte no trânsito é aceitável. Ou seja, todos nós, com essa responsabilidade compartilhada, devemos deixar de colocar essa responsabilidade só no motorista. Porque, na verdade, a responsabilidade é muito mais ampla. Então, são a infraestrutura, a educação de trânsito, a fiscalização, as normatizações, agregando todas essas ações focadas, realmente, naquilo que tem como objetivo e meta de todos nós: a redução dessas mortes e sinistros.”

Nas ações de fiscalização da Operação Rodovida 2023/2024, as principais irregularidades que serão combatidas são a ultrapassagem indevida, embriaguez ao volante, falta de uso do cinto de segurança, transporte inadequado de crianças, falta de uso do capacete, excesso de velocidade e uso de celular durante a condução de veículos.

Trânsito compartilhado

Além das ações de fiscalização rotineiras neste período do ano, os agentes da Polícia Rodoviária Federal destacaram que as atividades educativas são importantes para reduzir a violência no trânsito e devem ser realizadas durante todo o ano, além do período de férias escolares, feriados de Natal, Ano Novo e carnaval.

O coordenador-geral de Segurança Viária da PRF, Jeferson Almeida Moraes, convidou os gestores municipais a participarem do Projeto Trânsito Compartilhado da instituição. Ele citou a edição realizada no município baiano de Belo Campo. O projeto Trânsito Compartilhado conta com equipes formadas por policiais aposentados da PRF, que compartilham vivências e experiências de quando atuavam nas rodovias, ministrando palestras sobre segurança viária.

“A PRF, por meio do Trânsito Compartilhado, demonstra seu compromisso contínuo com a educação para o trânsito, visando sensibilizar os agentes transformadores da sociedade para conscientização, vivência e comportamento seguro no trânsito. Os resultados operacionais não refletem apenas números, mas o impacto positivo da construção de um trânsito mais seguro e na diminuição de mortes decorrentes da violência nas estradas.”

Operação Rodovida

Existente desde 2021, o Programa Rodovida é um das ações brasileiras adotadas para alcançar a meta definida pela Organização das Nações Unidas (ONU) para a Segunda Década de Ação pela Segurança no Trânsito – 2021-2030. A meta é de redução de, pelo menos, 50% de lesões e mortes no trânsito no mundo inteiro.

O Programa Rodovida se fundamenta nos princípios de que nenhuma morte no trânsito é aceitável, reconhecendo a responsabilidade compartilhada por todos os envolvidos.

Divulgados gabaritos preliminares das provas escritas da seleção para banco reserva de professores temporários

0

As secretaria de Administração e Educação divulgaram nesta segunda-feira (18), no Diário Oficial do Estado, os gabaritos oficiais preliminares das provas escritas objetivas do processo seletivo simplificado para constituição de banco reserva de professores temporários.

Os candidatos poderão acessar os gabaritos na edição n. 11.354 do Diário Oficial, nas páginas 100 a 104

Quem discordar do gabarito da prova, poderá interpor recurso devidamente justificado no período compreendido entre hoje e amanhã (19), até às 23h59, de acordo com o horário oficial de Mato Grosso do Sul, por meio do site do Instituto Avalia: www.avalia.org.br.

Os recursos não terão efeito suspensivo e não alterarão o cronograma de realização das demais atividades do Processo Seletivo Simplificado.

Após a publicação das decisões dos recursos interpostos pelos candidatos contra o gabarito, o resultado oficial será divulgado por meio de edital próprio.

Abstenção

A aplicação das provas do processo seletivo para banco reserva foi realizada neste domingo (17) em Campo Grande, Dourados, Três Lagoas e Corumbá. Conforme informações do Instituto Avalia, responsável pela execução das provas, 31.844 mil candidatos realizaram os exames nas quatro cidades e 6.230 não compareceram, sendo 16,36% ausentes.

Sob responsabilidade da SAD (Secretaria de Administração), em conjunto com a SED (Secretaria de Educação), a seleção visa a convocação de professores em regime de suplência para a Rede Estadual de Ensino de modo a atender necessidades temporárias de excepcional interesse público. O certame recebeu 38.075 inscrições.

Certame

Com até 40 horas semanais, a convocação pode ser realizada em carga horária inferior a este limite e estar distribuída entre os turnos matutino, vespertino e noturno, de acordo com as necessidades da Secretaria de Estado de Educação. Quanto à remuneração, para as 40h, corresponde a R$ 5.712,00 (Graduação sem Licenciatura), R$ 6.346,00 (Graduação com licenciatura), R$ 6.770,00 (Especialização) e R$ 6.981,00 (Mestrado/Doutorado).

Raquel dos Passos, SAD

Estudo mostra desigualdades na evolução de pacientes com covid-19

0

A covid-19 expôs as desigualdades socioeconômicas e de saúde no Brasil, assim como a importância e as fragilidades do Sistema Único de Saúde (SUS), apontando a necessidade de se reverter a falta de investimento no sistema público de saúde universal.Estudo mostra desigualdades na evolução de pacientes com covid-19Estudo mostra desigualdades na evolução de pacientes com covid-19

Esta é a conclusão do artigo  Covid-19 inpatient mortality in Brazil from 2020 to 2022: a cross-sectional overview study based on secondary data (Mortalidade hospitalar por covid-19 no Brasil de 2020 a 2022: um estudo transversal baseado em dados secundários), assinado pelas pesquisadoras da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) Margareth Portela, Mônica Martins, Sheyla Lemos, Carla Andrade e Claudia Pereira.

Publicado no International Journal for Equity in Health, o estudo mostra que variações na mortalidade de pacientes internados pela doença estiveram associadas não somente à faixa etária e à gravidade do caso, mas também a desigualdades sociais, regionais e no acesso ao cuidado de boa qualidade.  

Para a realização da pesquisa, foram utilizados dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe), do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH-SUS) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os resultados apontaram que mais de 70% das internações por covid-19 no Brasil foram cobertas pelo SUS. O Sistema Único de Saúde atendeu os grupos populacionais mais vulneráveis, no entanto, apresentou pior mortalidade hospitalar ajustada. Em geral, os hospitais privados e filantrópicos não pertencentes ao SUS, em sua maioria reembolsados por planos privados de saúde acessíveis às classes socioeconômicas mais privilegiadas, apresentaram os melhores resultados. 

A Região Sul do Brasil teve o melhor desempenho entre as macrorregiões, e a Região Norte o pior desempenho. Indivíduos negros e indígenas residentes em municípios de menor IDH e internados fora de sua cidade de residência apresentaram maiores chances de morrer no hospital. Além disso, as taxas ajustadas de mortalidade hospitalar foram mais altas nos momentos de pico da pandemia e foram significativamente reduzidas após a vacinação contra a covid-19 atingir uma cobertura razoável, a partir de julho de 2021. 

“Segundo as pesquisadoras, os achados demonstram a importância fundamental do SUS na prestação de cuidados de saúde, uma vez que a maior parte das internações por covid-19 foram cobertas pelo sistema público de saúde brasileiro. Por outro lado, os resultados também indicam fragilidades no desempenho das unidades hospitalares do SUS, em comparação com o setor privado ou mesmo, em algumas regiões, com as unidades hospitalares públicas não prestadoras de serviço para o SUS, refletindo problemas estruturais e de financiamento acumulados”, diz a Fiocruz.

Os achados também apontam maior mortalidade hospitalar por covid-19 entre pessoas pretas em todas as regiões do Brasil, e indígenas, nas regiões Norte e Centro-Oeste.

O estudo indicou ainda maior mortalidade hospitalar na primeira onda da pandemia (abril a agosto de 2020) e na segunda (dezembro de 2020 a maio de 2021) , tornando-se menor em 2022, mesmo durante a terceira onda (janeiro a fevereiro). O pico de ocorrência de óbitos ocorreu em março de 2021, quando, em todo o país, os hospitais estavam operando no máximo da capacidade ou acima dela, o que levou à escassez de recursos críticos, como ventiladores, oxigênio e leitos de UTI.

“Como lições aprendidas, melhorias precisam ser feitas para melhor preparar o sistema de saúde para futuras pandemias ou outras emergências de saúde em larga escala. Isso inclui investimento em mais infraestrutura de saúde, aumentando o número de profissionais de saúde, oferecendo melhor treinamento e suporte para esses trabalhadores, bem como melhores salários e condições de trabalho, incluindo dispositivos de proteção”, sugere a pesquisada. 

Para as autoras do artigo, apesar de seus desafios, o SUS apresenta diversos pontos fortes que o tornam essencial, único e valioso para os brasileiros. Segundo elas, os resultados alertam para a necessidade de investimento e melhoria do Sistema Único de Saúde, com enfoque especialmente nas causas das desigualdades na oferta, no acesso e nos resultados do cuidado, além de fornecerem elementos para o debate, em cenários de crise, sobre o papel e a atuação de cada tipo de prestador de cuidado hospitalar (privado e público) no sistema de saúde brasileiro. 

“Mudanças, investimentos e monitoramento são necessários para evitar os riscos de comprometer o acesso universal aos serviços de saúde e ampliar as desigualdades entre usuários do SUS e não SUS. Em resumo, o estudo destacou a necessidade de esforços contínuos para melhorar a qualidade e a equidade dos cuidados de saúde para todos”, concluem as pesquisadoras.

Combate à fome: MS recebe R$ 120 milhões para atender as famílias que mais precisam

0

Atender quem precisa, sem deixar nenhum sul-mato-grossense para trás. Com este sentimento Mato Grosso do Sul vai receber mais de R$ 120 milhões da União para redução da pobreza e combate à fome no Estado. A solenidade contou com o governador Eduardo Riedel e os ministros Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social), Simone Tebet (Planejamento) e Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima).

O evento aconteceu no auditório do Bioparque Pantanal, em Campo Grande. Além do anúncio dos recursos federais ao Estado, o governador assinou a adesão ao “Plano Brasil sem Fome”, que reúne 90 programas sociais da União, além do decreto que institui o Proacinq (Programa de Apoio às Comunidades Indígenas e Comunidades Quilombolas de MS), para beneficiar indígenas e quilombolas.

Combate à fome: MS recebe R$ 120 milhões para atender as famílias que mais precisam
Governador ao lado do ministro Wellington Dias (Foto: Saul Schramm)

“Estamos vivendo um momento histórico para nosso Mato Grosso do Sul. Uma agenda que é de caráter humanitário, de sensibilidade, de amor ao próximo, que é atender as pessoas que precisam, combater e aniquilar a fome neste País. Nosso Estado vai seguir firme para que possamos concluir nos próximos três anos algo que pode parecer impensável, que é buscar cada um sul-mato-grossense que não está dentro de qualquer programa, e precisam da nossa ajuda. São por volta de 30 mil”, afirmou o governador.

Riedel destacou que esta parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social é fundamental e que o Estado está fazendo sua parte, com programas sociais importantes entre eles o Mais Social, Energia Social: Conta de Luz Zero e “Cuidar de quem cuida”. “Não é motivo para se acomodar, enquanto tiver um sul-mato-grossense passando fome ou necessidade, nós temos que buscar e ajudar”.

Após anunciar os recursos ao Estado (R$ 120 milhões), o ministro Wellington Dias destacou que o objetivo é promover o compromisso social, com igualdade. “Redução da pobreza, com inclusão socioeconômica. Temos um conjunto de programas e vamos trabalhar em vários caminhos. O primeiro é a transferência de renda como Bolsa Família, com outros 36 voltados à população. Um dinheiro que ainda contribui com a economia, pois circula na sociedade, no mercado, farmácia e padaria”.

Combate à fome: MS recebe R$ 120 milhões para atender as famílias que mais precisam
Governador discursa durante evento no Bioparque Pantanal (Foto: Saul Schramm)

Ele fez questão de elogiar o trabalho social feito no Estado. “Mato Grosso do Sul é um dos estados com mais baixa proporção de pobreza do Brasil e pode ser o primeiro (estado) a tirar a sua população do mapa da fome. Estaremos juntos neste processo”, concluiu.

A ministra Marina Silva destacou que os programas sociais são a “portas de entrada”, mas que o acesso ao emprego é a porta de saída, pois traz a dignidade à pessoa. “Nós sabemos que o Bolsa Família é fundamental para as pessoas que estão com insegurança alimentar, que passam fome e precisam de um suporte de uma renda básica de cidadania. Mas é importante que a gente trabalhe também a inclusão produtiva da população e dos povos indígenas, para que sejam respeitados e tenham todos os seus direitos”.

Para Simone Tebet, ministra do planejamento, hoje é um dia de celebrar estas ações positivas para quem mais precisa. “Dignidade é deixar todas as famílias bem alimentadas, não deixando ninguém para trás. Brasil vai sair do mapa da fome no ano que vem, com as políticas que estão sendo implementadas”.

Combate à fome: MS recebe R$ 120 milhões para atender as famílias que mais precisam
Evento marcou a liberação de recursos para combate à fome (Foto: Saul Schramm)

Recursos

O Ministério de Desenvolvimento Social, Família e Combate à Fome (MDS) anunciou mais de R$ 120 milhões ao Estado para o combate à fome. Destes, R$ 89,5 milhões já foram liberados e R$ 31,6 (milhões) serão creditados em breve para diversas ações no setor social.

Dos recursos já liberado R$ 76,8 milhões são do MDS e R$ 12,6 milhões advindos de emendas parlamentares federais. Este aporte financeiro vai ajudar na aquisição de alimentos, compra de veículos e outras ações que visam beneficiar as famílias mais vulneráveis.

Mato Grosso do Sul beneficia 54 mil famílias por meio do programa “Mais Social”, que oferece um cartão para próprio cidadão fazer suas compras, além de 152 mil (famílias) do Conta de Luz Zero, em que o Estado arca com a conta de energia. As cestas básicas indígenas contemplam 19,8 mil famílias e o “Cuidar de quem Cuida” ajuda 2 mil.

Combate à fome: MS recebe R$ 120 milhões para atender as famílias que mais precisam
Mato Grosso do Sul se destaca por seus programas sociais (Foto: Bruno Rezende)

Central do CadÚnico

Logo quando chegaram hoje (18) pela manhã, os ministros Wellington Dias (MDS), Simone Tebet (Planejamento) e ministra Marina Silva (MMA), acompanhados do governador Eduardo Riedel, fizeram uma visita à Central de Cadastro Único de Campo Grande, no bairro Amambaí.

A nova sede da Central do CadÚnico, inaugurada em maio de 2021, oferece os serviços de encaminhamento para políticas públicas, entrevista familiar, atualização e/ou inclusão cadastral, consulta de situação do Bolsa Família e emissão de carteira intermunicipal para a região central.

Combate à fome: MS recebe R$ 120 milhões para atender as famílias que mais precisam
Fotos: Bruno Rezende
Combate à fome: MS recebe R$ 120 milhões para atender as famílias que mais precisam
Combate à fome: MS recebe R$ 120 milhões para atender as famílias que mais precisam

No local, os ministros receberam informações de técnicos sobre o atendimento e serviços oferecidos à população. Em média são realizados mensalmente 8,5 mil atendimentos do Cadastro Único na capital, sendo a Central responsável por aproximadamente 1,2 mil cadastros mensais.

De acordo com a Sead, o governo estadual repassou, de janeiro a dezembro de 2023, R$ 24 milhões do Fundo Estadual de Assistência Social para a execução da política de assistência social nos 79 municípios, com previsão de aumento de 50% deste valor para 2024, totalizando R$ 36 milhões/ano para todos os municípios.

A Rede do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) em MS conta com 133 CRAS – Centros de Referência de Assistência Social, que atuam na prevenção de risco social, e dos quais 20 estão na Capital.

Combate à fome: MS recebe R$ 120 milhões para atender as famílias que mais precisam
Governador na Central do CadÚnico (Foto: Bruno Rezende)

Leonardo Rocha, com colaboração de Alexandre Gonzaga
Foto Capa: Saul Schramm

Lei do Pantanal é sancionada para garantir preservação e desenvolvimento do bioma em MS

0

A primeira Lei do Pantanal, projeto proposto pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul para conservação, proteção, restauração e exploração ecologicamente sustentável do bioma, foi sancionada hoje (18).

O ato foi realizado pelo governador Eduardo Riedel e as ministras Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima) e Simone Tebet (Planejamento e Orçamento). A cerimônia ocorreu no Bioparque Pantanal, em Campo Grande, e contou ainda com a presença do ministro Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome) e outras autoridades entre secretários estaduais, senadores, deputados federais e estaduais.

“A lei é da sociedade sul-mato-grossense, não é só do Governo do Estado. Houve equilíbrio para a construção e o Estado tem se tornado referência em garantir a preservação da biodiversidade”, disse Riedel.

Lei do Pantanal é sancionada para garantir preservação e desenvolvimento do bioma em MS

A ministra Marina Silva reconheceu a importância da legislação para a proteção do Pantanal, que vai atuar na preservação e crescimento econômico. “A sociedade brasileira quer ver desenvolvimento e ao mesmo tempo a proteção dos recursos naturais. O Pantanal é um bioma único no mundo e o Brasil se orgulha muito. Ter uma união para proteger o patrimônio do povo brasileiro é algo muito relevante”.

Na lei também é criado o Fundo Estadual de Desenvolvimento Sustentável do Bioma Pantanal, que será dominado como Fundo Clima Pantanal, para promover o desenvolvimento sustentável do bioma e possibilitar a gestão das operações financeiras destinadas ao financiamento de programas de pagamentos por serviços ambientais na área.

“O Governo de Mato Grosso do Sul criou fundo estadual para o Pantanal e estou sugerindo para o presidente Lula um fundo para todos os biomas. Assim é perfeitamente possível fazer parcerias com os fundos estaduais”, disse Marina Silva.

“Temos em torno de 84% do Pantanal preservado, e vamos redobrar a atenção garantindo espaço de biodiversidade única, com estoque importante de carbono e práticas sustentáveis. O fundo é um espaço para obter recursos e garantir que o Pantanal continue sendo preservado”, apontou o governador.

“As doações para o Fundo não vão concorrer com o orçamento, não tem problema de espaço fiscal, é livre para organismos internacionais, iniciativa privada, e faz toda diferença”, disse a ministra Simone Tebet.

Lei do Pantanal é sancionada para garantir preservação e desenvolvimento do bioma em MS
Lei do Pantanal é sancionada para garantir preservação e desenvolvimento do bioma em MS

O projeto de lei foi aprovado na quarta-feira (13), pela Assembleia Legislativa, com ampla maioria – 23 votos. “O governador Eduardo Riedel teve a capacidade de agir com coragem assumir a responsabilidade sobre o debate, e conseguiu colocar na mesma mesa pontos de vistas antagônicos. É nas diferenças que buscamos o consenso, e assim construímos legislações que realmente melhore a vida das pessoas”, disse o presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro.

A proposta, que vai contribuir na conservação, proteção, restauração e exploração ecologicamente sustentável da AUR-Pantanal em Mato Grosso do Sul, foi elaborada pelo Grupo de Trabalho Pantanal Sul-mato-grossense, instituído em portaria conjunta pela ministra Marina Silva, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e pelo governador Eduardo Riedel.

O texto da legislação foi construído com o apoio de todos os envolvidos e interessados, desde os produtores rurais até as ONGs que atuam na preservação ambiental, com apoio do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, e acompanhamento do Ministério da Agricultura e Pecuária, além de institutos nacionais e estaduais. O resultado da construção da lei tem reconhecimento de entidades e ONGs (organizações não governamentais) ambientais.

“É histórico, a primeira lei para um bioma que representa quase 1/3 do Estado. O Governo do Estado traz luz e importância ao Pantanal, um bioma único no mundo. A presença de três ministros de Estado na assinatura da lei hoje, ressalta esse momento. A discussão e construção da lei, colocou na mesma mesa lados que souberam dialogar e chegar num denominador comum. Isso dá legitimidade e força ao bioma, sua conservação e produção sustentável”, afirmou o presidente da SOS Pantanal, Alexandre Bossi.

“A habilidade do Executivo foi fundamental e processo, representa evidente maturidade e competência. A sensibilidade, competência e liderança do governador, com a sabedoria de um time técnico, trouxe uma legislação de respeito e equilíbrio”, afirmou o presidente do IHP (Instituto Homem Pantaneiro), Ângelo Rabelo.

Lei do Pantanal é sancionada para garantir preservação e desenvolvimento do bioma em MS
Lei do Pantanal é sancionada para garantir preservação e desenvolvimento do bioma em MS
Lei do Pantanal é sancionada para garantir preservação e desenvolvimento do bioma em MS
Lei do Pantanal é sancionada para garantir preservação e desenvolvimento do bioma em MS
Lei do Pantanal é sancionada para garantir preservação e desenvolvimento do bioma em MS

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm / Bruno Rezende (Pantanal)

2ª pesquisa Ranking aponta mudanças para as eleições 2024 Prefeita Rhaiza lidera as intenções de voto em Naviraí

0

Sob encomenda do site Diário MS News, o Instituto Ranking Brasil Inteligência realizou uma pesquisa de avaliação administrativa e intenção de votos para a Prefeitura de Naviraí nas eleições de 2024.

Os dados foram colhidos nos dias 13 e 14 de dezembro de 2023, junto a 500 moradores, com 16 anos ou mais de idade. Para a amostra de 500 entrevistas o intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 5%, para mais ou para menos.

Espontânea

Na pesquisa espontânea, a atual prefeita Rhaiza Matos (PSDB) lidera com 15% das intenções de votos, ou seja, 2,6 pontos percentuais a mais do que na anterior realizada em julho, quando obteve 12,4%, enquanto o ex-prefeito Dr. Izauri Macedo (MDB) está tecnicamente empatado com ela, considerando a margem de erro, com 10,2%, isto é, 5 pontos percentuais a menos que na anterior, quando teve 15,2%.

Logo atrás aparecem Rodrigo Sacuno, com 9,4%, o representa 3,2 pontos percentuais a mais que na anterior, quando alcançou 6,2%, Márcio Araguaia, com 7%, ou seja, 3,6 pontos percentuais a menos que na anterior, quando fez 10,6%, Luís Bruno, com 1%, que não foi citado na anterior, e Éderson Dutra, com 0,4%, outro não citado na anterior, sendo que 1% dos entrevistados apontaram outros nomes, mesmo percentual da anterior, e 56% não sabem ou não responderam, isto é, dois pontos percentuais a mais do que na anterior, quando fez 54%.

2ª pesquisa Ranking aponta mudanças para as eleições 2024 Prefeita Rhaiza lidera as intenções de voto em Naviraí

Estimulada 1

No levantamento estimulado, o Instituto Ranking Brasil Inteligência fez dois cenários e, no primeiro, a prefeita Rhaiza Matos mantém a liderança, com 25,4%, ou seja, 8,4 pontos a mais que no anterior, quando somou 17%, tendo em segundo o ex-prefeito Dr. Izauri Macedo, com 19%, isto é, 1,2 ponto percentual a menos do que no anterior, quando alcançou 20,2%.

Logo atrás estão Rodrigo Sacuno, com 18,2%, o representa 6,8 pontos percentuais a mais do que no anterior, quando chegou a 11,4%, Márcio Araguaia, com 12%, ou seja, 3 pontos percentuais a menos do que no anterior, quando totalizou 15%, e Luís Bruno, com 1,2%, que não foi citado no anterior, sendo que 24,2% dos entrevistados não sabem ou não responderam, isto é, 6 pontos percentuais a menos que no anterior, quando somou 30,2%.

2ª pesquisa Ranking aponta mudanças para as eleições 2024 Prefeita Rhaiza lidera as intenções de voto em Naviraí

Estimulada 2

No segundo cenário estimulado, a prefeita Rhaiza Matos mantém a liderança, com 30,2%, tendo em segundo Rodrigo Sacuno, com 24,4%, e o ex-prefeito Dr. Izauri Macedo, com 20%, sendo que 25,4% dos entrevistados não sabem ou não responderam.

2ª pesquisa Ranking aponta mudanças para as eleições 2024 Prefeita Rhaiza lidera as intenções de voto em Naviraí

Rejeição estimulada

No quesito rejeição estimulada, a prefeita Rhaiza Matos está na frente com 18%, seguida de perto por Márcio Araguaia, com 16,4%, pelo ex-prefeito Dr. Izauri Macedo, com 15,2%, Luís Bruno, com 8,6%, e Rodrigo Sacuno, com 4,2%, enquanto 37,6% dos entrevistados não sabem ou não responderam.

2ª pesquisa Ranking aponta mudanças para as eleições 2024 Prefeita Rhaiza lidera as intenções de voto em Naviraí

Espontânea para vereador

O Instituto Ranking Brasil Inteligência também coletou as intenções de votos para vereador no município no quesito espontâneo os melhores colocados são Rodrigo Sacuno, com 2%, Rick Eventos, com 1,2%, e Rosangela Sofá, com 1%, enquanto empatados com 0,8% cada um estão Mario Nelvo, Fi da Paiol e Rafael Volpato.

Logo atrás aparecem, também empatados, mas com 0,6% cada um, estão Ederson, o “Neninha”, Antonio Bianchi, Murilo Matos, Vanderlei Chagas, Jânio Pavão, Lucia Galo e Sara Castelão. Empatados com 0,4% cada um estão Simon Rogério, Alessandro, Amauri, Dr. Klein, Daniel Moretto, Junior do PT, Fabiano Domingos, Giovana Zecão, Nascimento PM, Onevanzinho, Fabiano Taquara e Leandro Caliza. 

Ainda constam na pesquisa empatados com 0,2% cada um Flávio Jardel Bahia, Joaninha, Maykon Oliveira, Milton Carvalho, José da Usina, Regivan Moraes, Éder Felipe, José Pinheiro, Ronaldo Botelho, Sandro Rigonato, Adriano Fontes, Doutor Colchão, Professor Cleiton, Fernando Fono, Josias de Carvalho, Adevano da Gazim, Edivan Henrique, Luiz Garcia, Bolacha, Brendo, Péba, Ricardo, Vanderlei do Ônibus e Claudio Tuiuiu, sendo que 79,2% dos entrevistados não sabem ou não responderam.

2ª pesquisa Ranking aponta mudanças para as eleições 2024 Prefeita Rhaiza lidera as intenções de voto em Naviraí

AVALIAÇÕES

Prefeita Rhaiza Matos

A pesquisa apontou que a administração da prefeita de Naviraí, Rhaiza Matos, é considerada boa ou ótima para 34% da população, ou seja, 1,4 ponto percentual a mais do que na anterior, quando fez 32,6%, enquanto 36,6% dos entrevistados consideram a gestora municipal como regular, isto é, 5,6 pontos percentuais a mais do que na anterior, quando totalizou 31%, e 24,6% disseram que é ruim ou péssima, 5,6 pontos percentuais a menos do que na anterior, quando teve 30%, sendo que 4,8% não sabem ou não responderam, o que representa que 1,6% a menos do que na anterior, quando somou 6,4%.

2ª pesquisa Ranking aponta mudanças para as eleições 2024 Prefeita Rhaiza lidera as intenções de voto em Naviraí

Câmara Municipal

Já a avaliação da Câmara Municipal de Naviraí aponta que a Casa de Leis é considerada boa ou ótima para 35% dos entrevistados, ou seja, 0,6 ponto percentual a mais do que na anterior, quando fez 34,4%, regular para 20,4%, isto é, 1,6 ponto percentual a menos do que na anterior, quando alcançou 22%, e ruim ou péssima para 27%, o que representa 1,2 ponto percentual a menos do que na anterior, quando teve 28,2%, sendo que 17,6% não sabem ou não responderam, ou seja, 2,2 pontos percentuais a mais do que na anterior, quando totalizou 15,4%.

2ª pesquisa Ranking aponta mudanças para as eleições 2024 Prefeita Rhaiza lidera as intenções de voto em Naviraí

Principais problemas

O Instituto Ranking Brasil Inteligência ainda levantou quais são os maiores problemas do município de Naviraí e a maioria dos entrevistados apontou melhorar a saúde pública e acabar com a falta de médicos, que obteve 35,6%. Depois aparecem a falta asfalto e de recapear as ruas já pavimentadas, com 17,4%, a falta de infraestrutura, com 13,4%, e a falta de limpeza na cidade, com 11,8%.

Logo em seguida são citados como principais problemas a falta de segurança pública e de policiamento, com 10,6%, a falta de saneamento básico, com 9,4%, a falta de emprego e renda, com 8,2%, a falta de gestão, com 7,4%, a inflação alta, com 6%, a falta de moradias populares, com 5,4%, melhorar a educação e falta de vagas nas creches, com 4,6%, melhorar o transporte escolar, com 4%, e falta de manutenção nas estradas, com 3,8%.

Ainda na lista de principais problemas estão falta de mais de ajuda social, com 3%, sinalização do trânsito, com 2,8%, limpar a cidade, com 2,6%, trocar as lâmpadas da iluminação pública, com 2,4%, melhorar os sinais de Internet e de celular, com 2%, e falta de cultura, esporte e lazer, com 1,8%, sendo que 1,4% dos entrevistados apontaram outros problemas e 6,8% não sabem ou não responderam.

2ª pesquisa Ranking aponta mudanças para as eleições 2024 Prefeita Rhaiza lidera as intenções de voto em Naviraí

Governador Riedel

O Instituto Ranking Brasil Inteligência também avaliou que o governador Eduardo Riedel (PSDB) no município é considerado bom ou ótimo para 45,4% dos entrevistados, ou seja, 1 ponto percentual a mais do que no levantamento anterior, quando fez 44,4%, enquanto 31,8% disseram que é regular, isto é, 0,4 ponto percentual a menos que no anterior, quando teve 32,2%, e 14,6% opinaram que é ruim ou péssimo, o que representa 2 pontos percentuais a menos do que no anterior, quando somou 16,6%, sendo que 8,2% não sabem ou não responderam, ou seja, 1,4 ponto percentual a mais do que no anterior, quando totalizou 6,8%.

2ª pesquisa Ranking aponta mudanças para as eleições 2024 Prefeita Rhaiza lidera as intenções de voto em Naviraí

Presidente Lula

Com relação ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 30,2% dos entrevistados consideraram bom ou ótimo, ou seja, 9 pontos percentuais a menos que no anterior, quando obteve 39,2%, já 25,8% disseram que é regular, isto é, 1,8 ponto percentual a mais do que no anterior, quando chegou a 24%, e 40% afirmaram que é ruim ou péssimo, o que representa 9,6 pontos percentuais a mais do que no anterior, quando teve 30,4%, sendo que 4% não sabem ou não responderam, ou seja, 2,4 pontos percentuais a menos do que no anterior, quando chegou 6,4%.

2ª pesquisa Ranking aponta mudanças para as eleições 2024 Prefeita Rhaiza lidera as intenções de voto em Naviraí

RANKING BRASIL INTELIGÊNCIA

Contato: (67) 9 9968-0055/67 9 9962-3334

E-mail: [email protected]

www.rankingpesquisa.com.br

2ª pesquisa Ranking aponta mudanças para as eleições 2024 Prefeita Rhaiza lidera as intenções de voto em Naviraí

De recapeamento na Duque de Caxias a construção do aeroporto de Inocência, governo lança novas obras em MS

0

Dando sequência ao lançamento de novos investimentos para Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado publicou licitações para obras de infraestrutura que vão atender seis municípios: Campo Grande, Inocência, Naviraí, Nova Alvorada do Sul, Paranhos e Sete Quedas.

Para a Capital foi lançada a licitação do lote 2 do recapeamento  da Avenida Duque de Caxias, no caminho que vai do Aeroporto Internacional ao Núcleo Industrial Indubrasil (lado esquerdo). O trecho contrário (lado direito) já passa por obras de revitalização do asfalto.

Em benefício de Campo Grande e Nova Alvorada do Sul, foi lançada licitação para construção de uma ponte de concreto de 70 metros de largura sobre o Rio Anhanduí, na estrada vicinal CG-284, que liga os dois municípios.

Já Inocência, que recebe investimento bilionário da empresa Arauco devido ao projeto que vai construir uma fábrica de celulose na cidade, terá um aeroporto construído pelo governo. A licitação publicada visa a implantação da pista de pousos e decolagens, taxiway, pátio e cerca operacional para o aeródromo, que será construído em uma área já adquirida pela prefeitura.

Para Paranhos, foi publicada licitação para pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais na Avenida Industrial, na Rua Fernando Correa da Costa e em vias adjacentes.

Já para Sete Queda, licitação lançada visa a execução da obra de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais em partes das Avenidas Concórdia, 1ª de Maio, 28 de Agosto, Iporã e Arthur Alves da Rocha, além da Rua Antônio Costa Sobrinho, no Jardim Paraíso.

Os avisos de lançamentos foram publicados em diário oficial na última quinta-feira (14) pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), autarquia de obras públicas vinculada à Seilog (Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística). Nesta mesma data foi divulgada a contratação do serviço de inspeção especial, elaboração de projeto executivo e supervisão de obras para recuperação e recondicionamento da estrutura da ponte da BR-262, sobre o Rio Paraguai, no município de Corumbá.

Contratações de obras

Também na última semana, o governo estadual, através da Agesul, divulgou a contratação de quatro novos empreendimentos. Ao custo de R$ 1 milhão, foi contratada a obra de reconstrução do pavimento e drenagem de águas pluviais no bairro Cohab, Bonito.

Com valor de R$ 9,4 milhões, foi contratada a obra de construção do Centro de Capacitação de Segurança Pública, no município de Campo Grande. Conforme projeto,  o centro terá um bloco escola, com seis salas de aula, setor administrativo, alojamentos masculino e feminino, vestiários masculinos e femininos, banheiros e refeitório com cozinha. O local ainda terá guarita de controle de acesso, palco de eventos e treinamentos e torre de treinamento com quatro pavimentos.

Também foram contratadas pelo governo estadual as obras de construção de um hangar para helicóptero no DOF (Departamento de Operações de Fronteira), em Dourados, com R$ 1 milhão, e de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais em diversas ruas no município de Coxim, com R$ 1,7 milhão.

Bruno Chaves, Comunicação Seilog
Foto: Chico Ribeiro (Obras na Avenida Duque de Caxias)

Candidatos aprovados para 113 vagas de engenheiros e arquitetos da Agesul são convocados

0

O processo seletivo simplificado para contratação temporária de 113 engenheiros e arquitetos que vão trabalhar para a Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul) a partir de 2024 chegou ao fim com a convocação dos candidatos aprovados.

Serão contratados 85 engenheiros civis, 4 engenheiros ambientais, 1 engenheiro eletricista, 1 engenheiro sanitarista, 1 engenheiro mecânico, 1 engenheiro florestal , 1 engenheiro geólogo e 19 arquitetos. Com salário de R$ 10.908,00 e carga horária de 40 horas semanais, o período de contratação será de três anos, podendo ser prorrogado.

Três editais publicados em Diário Oficial na última quinta-feira (14) trazem o resultado da 3ª etapa, de entrevista pessoal (EDITAL n. 9/2023 – SAD/AGESUL/FISCAL); o resultado final, contendo a classificação dos candidatos aprovados em todas as fases (EDITAL n. 10/2023 – SAD/AGESUL/FISCAL); e a homologação do processo seletivo (EDITAL n. 11/2023 – SAD/AGESUL/FISCAL ), com prazo de validade de um ano, podendo ser prorrogado uma vez, por igual período.

Um quarto edital divulgado convoca os candidatos aprovados (EDITAL n. 12/2023 – SAD/AGESUL/FISCAL) para apresentação de documentos e comprovação de requisitos para a contratação.

Os profissionais classificados devem se apresentar na sede da Seilog (Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística) entre os dias 8 e 10 de janeiro de 2024, em horários já definidos, para apresentação de documentos e comprovação de requisitos para a contratação.

A secretaria fica na Avenida Desembargador José Nunes da Cunha, S/N, Bloco XIV, Parque dos Poderes, em Campo Grande.

Mais detalhes sobre a convocação e também sobre os quatro editais podem ser conferidos a partir da página 68 do Diário Oficial do Estado da última quinta-feira (14), disponível no link https://www.spdo.ms.gov.br/diariodoe/Index/Download/DO11351_14_12_2023.

Bruno Chaves, Comunicação Seilog
Foto: Chico Ribeiro

Ter os documentos da casa em mãos é presente de Natal para quem construiu toda a vida no Aero Rancho

0

Os olhos de quem viu um bairro ser erguido entre o sol forte e a terra batida ao longo de três décadas e uns quebrados se enchem de lágrimas ao ter em mãos uma folha toda verde, com as inscrições de quadra, lote e o nome dos proprietários. Eis que finalmente aquele teto que foi o cenário de uma vida inteira finalmente é seu, todo seu.

“Eunaldo Campos Oliveira”, chama a cerimonialista no microfone. De pronto um senhor de 73 anos, a cinco meses de completar 74, se levanta, segue em direção ao palco, abraça a mulher que o recebe e chora. “Esse foi o meu maior presente de Natal”, diz o morador.

Ele não era o único ali. Centenas de pessoas, sozinhas ou em família, foram na manhã desta segunda-feira (18) até a Escola Estadual Mário Blandino, no Aero Rancho, para receber 165 títulos de propriedade de seus imóveis, todos já quitados e aguardando apenas o documento de propriedade do imóvel – agora entregue pela Agehab (Agência de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul), braço do Governo do Estado que cuida da questão habitacional.

“Tenho que agradecer a Deus. Esse é meu presente de Natal”, destaca Terezinha Benedita Ferreira, de 66 anos, moradora do Núcleo Habitacional Aero Rancho – como consta em seu título de propriedade – há 34 anos. “Estou aqui desde 1989. Era só barro e terra. Se chovia, ninguém saia, só com sacolas nos pés. Mas hoje está um paraíso”.

Ter os documentos da casa em mãos é presente de Natal para quem construiu toda a vida no Aero Rancho
Ter os documentos da casa em mãos é presente de Natal para quem construiu toda a vida no Aero Rancho

O documento da casa em mãos é a cereja do bolo de Terezinha, declaradamente uma amante de um dos mais tradicionais bairros da periferia campo-grandense. “Criei meus filhos aqui, criei meus netos aqui. É aqui que está a nossa vida, nossas raízes”.

Eunaldo é outro que não mede palavras ao saudar o seu bairro. Com voz ainda meio embargada e os olhos vermelhos pelas lágrimas de poucos minutos antes, ele faz questão de lembrar as dificuldades que os moradores dali já passaram e o que podem usufruir hoje dali.

“Eu fiquei muito emocionado, mas quem não fica? Eu enterrei o umbigo aqui e não saio mais. Entrei aqui e não era nada, era um barro, uma poeira. Não podia ir ao Centro que já falavam ‘lá vem a turma do aero barro’. Hoje é diferente, nem precisamos ir ao Centro mais, temos tudo o que precisamos aqui. Temos o nosso próprio centro”, conta Eunaldo.

Trabalho que mexe com o coração

Ter os documentos da casa em mãos é presente de Natal para quem construiu toda a vida no Aero Rancho
Ter os documentos da casa em mãos é presente de Natal para quem construiu toda a vida no Aero Rancho
Ter os documentos da casa em mãos é presente de Natal para quem construiu toda a vida no Aero Rancho
Ter os documentos da casa em mãos é presente de Natal para quem construiu toda a vida no Aero Rancho

A emoção evidente nos olhos de Eunaldo e a alegria no sorriso de Terezinha representam uma parcela de tudo que o trabalho de regularização fundiária urbana significa. O público-alvo são os moradores das antigas vilas erguidas por antigos programas habitacionais, como o CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano).

“Com essas 165 regularizações de hoje, são 460 títulos entregues só para a comunidade do Aero Rancho. São 460 famílias aqui que tem essa segurança, essa tranquilidade, de ter o documento de sua moradia em mãos, comprovando a propriedade”, explica a diretora-presidente da Agehab, Maria do Carmo Avesani. “Somente neste ano foram 4 mil famílias em todo o Estado, e em Campo Grande são mais de 2 mil contempladas”, revela a gestora habitacional.

Entre alguns dos bairros alvo do trabalho, estão o próprio Aero Racho, as Moreninhas e também o Rouxinóis. “Nosso trabalho continua em vários locais no ano que vem. A meta é regularizar e titular todas as famílias desses antigos programas”, conclui Avessani.

Todo o processo de regularização fundiária é gratuito para as famílias que recebem até cinco salários mínimos ou que não tenham outro imóvel. O evento desta segunda-feira contou também com a presença da deputado federal Beto Pereira e do deputado estadual Rinaldo Modesto.

Ter os documentos da casa em mãos é presente de Natal para quem construiu toda a vida no Aero Rancho
Bairro é um dos mais tradicionais e o mais populoso de Campo Grande

Nyelder Rodrigues, Comunicação Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende

Mercado reduz previsão da inflação de 4,51% para 4,49% este ano

0
Edifício-Sede do Banco Central em Brasília

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – teve redução, passando de 4,51% para 4,49% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (18), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) (foto) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.Mercado reduz previsão da inflação de 4,51% para 4,49% este anoMercado reduz previsão da inflação de 4,51% para 4,49% este ano

Para 2024, a projeção da inflação permaneceu em 3,93%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,5% para os dois anos.  

A estimativa para 2023 está acima do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%.   

Segundo o BC, no último Relatório de Inflação, a chance de o índice oficial superar o teto da meta em 2023 é 67%. A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda se situa dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.  

Em novembro, o aumento de preços dos alimentos pressionou o resultado da inflação. O IPCA ficou em 0,28%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual foi maior que a taxa de setembro, que teve alta de 0,24%. 

A inflação acumulada este ano atingiu 4,04%. Nos últimos 12 meses, o índice está em 4,68%. 

Juros básicos  

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 11,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada por economistas.   

O comportamento dos preços fez o BC cortar os juros pela quarta vez no semestre, na reunião do Copom da semana passada, a última do ano. Em comunicado, o Copom informou que continuará a promover novos cortes de 0,5 ponto nas próximas reuniões, mas não detalhou quando vai parar de reduzir a taxa Selic. Segundo o BC, o momento dependerá do comportamento da inflação no primeiro semestre de 2024. 

Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9,25% ao ano. A primeira reunião do Copom no ano que vem ocorre em 30 e 31 de janeiro. Para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 8,75% ao ano e 8,5% ao ano, respectivamente.   

De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, energia e combustíveis. Por um ano, de agosto do ano passado a agosto deste ano, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.   

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.   

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.  

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.   

PIB e câmbio  

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano permaneceu em 2,92%.  Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 1,51%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2%, para os dois anos. 

Superando as projeções, no terceiro trimestre do ano a economia brasileira cresceu 0,1%, na comparação com o segundo trimestre de 2023, de acordo com o IBGE. Entre janeiro e setembro, a alta acumulada foi de 3,2%. 

Com o resultado, o PIB está novamente no maior patamar da série histórica, ficando 7,2% acima do nível antes da pandemia, registrado nos três últimos meses de 2019.   

A previsão para a cotação do dólar está em R$ 4,93 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5.

Vereador Nilsinho é atendido com melhorias no Parque Infantil da Praça Central de Caarapó

0

O vereador Clenilson Francisco da Silva o “Nilsinho” (PSDB) foi atendido pela municipalidade com melhorias no Parque Infantil da Praça Central. Recentemente o vereador havia encaminhado indicação à Secretaria Municipal de Planejamento, Projetos, Habitação e Controle Urbano, solicitando a manutenção ou troca do tapete de grama sintética do parque.

Conforme narrou o vereador, partes do tapete sintético do parque infantil estavam danificadas, causando até alguns arranhões e ralados nas crianças que desfrutam do espaço para seus momentos de lazer.

“Mas graças à eficiência da secretaria responsável, fomos atendidos em tempo hábil e as crianças terão um espaço para diversão e recreação neste final de ano. Por isso agradeço ao prefeito André Nezzi e à sua equipe por atender o nosso pedido” , disse o vereador Nilsinho.

Ao tomar posse, Gonet diz que MP é técnico e não busca holofotes

0

Ao tomar posse nesta segunda-feira (18), o novo procurador-geral da República, Paulo Gonet, disse que a atuação do Ministério Público é técnica e não busca holofotes. Ele exaltou a harmonia entre poderes e o respeito à dignidade humana e às garantias individuais. Ao tomar posse, Gonet diz que MP é técnico e não busca holofotesAo tomar posse, Gonet diz que MP é técnico e não busca holofotes

“No nosso agir técnico, não buscamos palco nem holofotes, mas com destemor havemos de ser fiéis e completos no que nos delegaram os constituintes”, disse Gonet, referindo-se às regras da Constituição que disciplinam a atuação do MP. 

Segundo Gonet, a instituição vive “momento crucial” na história, sendo “corresponsável pela preservação da democracia” e do equilíbrio republicano. Gonet frisou que não cabe ao MP formular políticas públicas, mas garantir o adequado funcionamento de políticas aprovadas por representantes eleitos. 

“A harmonia entre os Poderes, fundada no respeito devido por cada um deles às altas missões próprias e dos outros, é pressuposto para o funcionamento proveitoso e resoluto do próprio Estado Democrático de Direito. A isso, o Ministério Público deve ater-se e é isso que lhe incumbe propiciar”, disse o PGR. 

Em seu discurso, ele sublinhou ainda o compromisso “indeclinável” da procuradoria com o combate à corrupção e às organizações criminosas, mas ressalvou que mesmo os criminosos possuem direitos fundamentais. 

“Haveremos de ser os primeiros a mostrar nossos compromissos com os direitos de dignidade de todos, mesmo do mais censurável malfeitor, submetendo-nos sempre às garantias constitucionais dos que estão a nossa volta”, afirmou.  

Gonet é o décimo procurador-geral da República a ser indicado a tomar posse desde a redemocratização, além de três interinos. Ele substitui a procuradora-geral interina Elizeta Ramos, que permaneceu 75 dias no cargo. 

Brasília (DF), 18/12/2023 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o novo procurador-geral da República, Paulo Gonet, durante solenidade de posse na sede da Procuradoria (PGR), em Brasília. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o novo procurador-geral da República, Paulo Gonet, durante solenidade de posse na sede da Procuradoria (PGR), em Brasília. Foto:  – Marcelo Camargo/Agência Brasil

A posse ocorre após ele ter sido indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e de a indicação ter sido aprovado pelo Senado, com placar de 65 votos favoráveis e 11 contrários, além de uma abstenção.

Atribuições

Uma vez no cargo, Gonet tem o poder de nomear os ocupantes de postos estratégicos, como o vice-procurador-geral, que pode substituir o procurador-geral em sustentações orais e pareceres junto ao Supremo, e o vice-procurador-geral Eleitoral. 

O PGR é também o procurador-geral Eleitoral, a quem cabe atuar perante o Tribunal Superior Eleitoral, embora tal atribuição costume ser delegado ao vice da área. 

Cabe ao procurador-geral da República atuar, por exemplo, em ações constitucionais perante o Supremo Tribunal Federal (STF), sendo o PGR uma das autoridades aptas a questionar leis. 

Gonet ficará à frente também de casos criminais em tramitação no Supremo, envolvendo pessoas com prerrogativa de foro, como parlamentares federais e autoridades do Executivo, como ministros e o presidente da República. 

Entre os processos que serão assumidos, e nas quais cabe à PGR apresentar manifestações e pedir diligências, por exemplo, estão as investigações sobre os atos antidemocráticos de 8 de janeiro. 

Há também diversas frentes de investigação abertas que têm como alvo o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é alvo da Procuradoria-Geral da República (PGR) em apurações sobre o 8 de janeiro e em outros casos, como o que trata dos presentes oriundos da Arábia Saudita, que teriam sido desviados pelo ex-mandatário. 

Outro caso diz respeito à suposta falsificação do cartão de vacinação de Bolsonaro, no qual teriam sido inseridos registros falsos de vacinação contra covid-19. Caberá a Gonet também analisar a delação premiada do coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens, que trata deste e de outros casos. 

Perfil 

Nascido no Rio de Janeiro, Paulo Gustavo Gonet Branco tem 62 anos e é um dos 74 subprocuradores da República em atuação na PGR. Ele entrou no Ministério Público Federal (MPF) em 1987. É formado em direito pela Universidade de Brasília (UnB), onde também obteve título de doutorado. Possui mestrado em direitos humanos pela Universidade de Essex, na Inglaterra. 

Junto com o ministro Gilmar Mendes, do STF, é cofundador do Instituto Brasiliense de Direito Público e foi diretor-geral da Escola Superior do Ministério Público da União. O subprocurador é autor do livro Curso de Direito Constitucional, escrito em parceria com Mendes. 

Nos bastidores, Gonet contou com apoio dos ministros de Mendes e também de Alexandre de Moraes para chegar ao cargo de procurador-geral. Ele também já atuou como vice-procurador-geral Eleitoral durante a eleição presidencial de 2022, tendo dado parecer favorável à inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

O nome de Gonet sofreu resistência de entidades jurídicas e movimentos sociais, que enviaram carta a Lula apontado seu perfil conservador e listando o que seriam posicionamentos do subprocurador contrários, por exemplo, à política de cotas em universidades públicas. 

Outro ponto questionado foi sua atuação na Comissão de Mortos e Desaparecidos, na década de 1990, quando Gonet votou contra a responsabilidade do Estado em casos rumorosos, como o da estilista Zuzu Angel. 

Em nota, a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) elogiou o perfil de Gonet, afirmando que a trajetória dele “o qualifica para o exercício da função, com a independência que o cargo exige e com o olhar na defesa dos valores essenciais da nossa Constituição, no que contará com nosso apoio”. 

Polícia prende dois suspeitos do desaparecimento de Marcelinho Carioca

0

A polícia de São Paulo investiga o desaparecimento do ex-jogador de futebol Marcelinho Carioca. Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), o paradeiro dele é desconhecido desde ontem (17).Polícia prende dois suspeitos do desaparecimento de Marcelinho CariocaPolícia prende dois suspeitos do desaparecimento de Marcelinho Carioca

Na manhã deste segunda-feira (18), duas pessoas foram presas por suspeita de participação no desaparecimento do ex-jogador. De acordo com a secretaria, os suspeitos foram presos na cidade de Itaquaquecetuba, na região metropolitana São Paulo, na mesma região onde, mais cedo, foi encontrado o carro de Marcelinho Carioca.

A secretaria informou que um boletim de ocorrência foi registrado como desaparecimento de pessoa e localização de veículo. “O Sistema de Identificação Automatizada de Impressões Digitais foi acionado para apurar as circunstâncias e identificar os envolvidos”, diz a nota do órgão.

Marcelinho Carioca fez história vestindo a camisa do Corinthians, onde conquistou o Mundial de Clubes da Fifa no ano 2000, o Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil e o Paulista. Ele também defendeu o Flamengo, Vasco, Valencia e Santos.

3ª CIPM divulga resultados da operação Saturação – Fronteira

0
Fotos: Assecom/3ª CIPM

A 3ª CIPM, por meio de uma operação estratégica realizada na área de fronteira, entre os dias 14 e 17 de dezembro, alcançou resultados significativos no combate ao tráfico de drogas e crimes relacionados, de maneira preventiva 364 pessoas e 298 veículos foram abordados.

Os esforços coordenados pelo setor de inteligência da 3 CIPM, juntamente com as equipes envolvidas nesta operação, foram fundamentais para o êxito das ações de combate ao crime organizado que opera nas áreas fronteiriças. A ação, realizada com sucesso, resultou na apreensão de 211,1 kg de substâncias ilícitas e na recuperação de um veículo produto do latrocínio ocorrido na área rural do munícipio de Amambai na última terça-feira (12).

Não obstante, a 3ª CIPM reforça seu compromisso inabalável de levar os responsáveis por este ato criminoso à justiça. É importante ressaltar que o telefone para realização de denúncias continua disponível, +55 (67) 99987-9291, qualquer informação pode ser determinante para a elucidação deste e de outros crimes.

O comando da 3ª CIPM agradece o apoio da comunidade e reforça o compromisso da Polícia Militar em continuar trabalhando incansavelmente visando a combater todas as formas de criminalidade, buscando assegurar a paz e a ordem, não somente na região de fronteira, mas em toda a área pertencente a 3ª CIPM.

Serviços poderão ficar mais caros com reforma tributária

0

A reforma tributária poderá encarecer os serviços em geral. Sem cadeia produtiva longa, o setor se beneficiará menos de créditos tributários e será tributado com uma alíquota de IVA dual, estimada em 27,5%, mais alta que os atuais 9,25% do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) cobrado sobre empresas com lucro presumido, situação que engloba a maioria das empresas prestadoras de serviço.Serviços poderão ficar mais caros com reforma tributáriaServiços poderão ficar mais caros com reforma tributária

Alguns tipos de serviço, no entanto, terão alíquota diminuída em 60%. Na primeira votação, em julho, a Câmara havia concedido a redução para serviços de transporte coletivo, de saúde, de educação, cibernéticos, de segurança da informação e de segurança nacional.

O Senado incluiu na lista os segmentos de comunicação institucional e de eventos. Serviços prestados por Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) sem fins lucrativos serão isentos. Os serviços de transporte coletivo intermunicipal e interestadual migraram da alíquota reduzida para regime específico, com impostos a serem definidos apenas após a reforma tributária.

O Senado também incluiu agências de viagem, serviços de saneamento e de telecomunicações em regimes específicos, que preveem sistema de coleta e alíquotas diferenciadas. Os senadores proibiram ainda a incidência do Imposto Seletivo sobre os serviços de energia e de telecomunicações.

Na segunda votação na Câmara, na sexta-feira (15), os deputados retiraram os seguintes segmentos dos regimes específicos: saneamento básico, concessão de rodovias, transporte aéreo, microgeração e minigeração de energia, telecomunicações e bens e serviços “que promovam a economia circular”.

Em audiência na Câmara dos Deputados no fim de junho, o secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, afirmou que outros elementos deverão compensar as alíquotas mais altas. Primeiramente, ele citou o crescimento econômico decorrente da reforma tributária como fator de geração de empregos e de negócios.

Além da expansão da economia, Appy afirmou que o fim da cumulatividade (tributação em cascata) trará ganhos às empresas de serviços, que poderão usar créditos tributários não aproveitados atualmente. Ele também citou a simplificação do sistema e a redução do litígio e do custo do investimento como fatores que estimularão os serviços. Na cerimônia de instalação da Comissão Temática de Assuntos Econômicos do Conselhão, no último dia 4, o secretário disse que a carga tributária para alguns tipos de serviço cairá de 7% a 13% com a reforma tributária.

Serviços de internet

Assim como para os serviços em geral, as empresas de streaming (exibição de vídeos, filmes e séries) de internet pagarão alíquota maior. O mesmo ocorre com aplicativos de transporte e de entrega de comidas. O Ministério da Fazenda assegura que a redução do preço da energia elétrica compensará esses aumentos, resultando em pouco impacto para o consumidor.

Imposto Seletivo

A reforma tributária institui a possibilidade de criação do Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. Na prática, essa tributação atingirá bebidas alcoólicas, cigarros e alimentos com excesso de açúcar ou de sal.

Assim como o IVA dual, a alíquota do Imposto Seletivo será determinada posteriormente à reforma tributária. Para os cigarros e as bebidas alcoólicas, não deverá haver grandes alterações de preços, porque esses produtos há décadas pagam grandes alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), como política de saúde pública.

Para os demais produtos com riscos sanitários e ambientais, o Imposto Seletivo resultará em encarecimento. A inclusão dos agrotóxicos e defensivos agrícolas, no entanto, ainda será discutida em lei complementar. Para facilitar a aprovação da reforma tributária pela bancada ruralista, o governo concordou em excluir do Imposto Seletivo os insumos agrícolas, inclusive os agrotóxicos, que se beneficiam da alíquota de IVA reduzida em 60%.

O Senado tinha incluído o Imposto Seletivo sobre armas e munições, exceto as compradas pela Administração Pública. No entanto, na aprovação do último destaque no segundo turno de votações nesta sexta-feira, a Câmara retirou o tributo sobre esses produtos.

Heranças

Atualmente, as heranças e doações no Brasil pagam Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD). Cada estado define a alíquota, mas o imposto médio correspondia a 3,86% em 2022, sem progressividade (alíquotas maiores para heranças maiores) na maioria das unidades da Federação.

A reforma tributária estabelecerá que a alíquota será progressiva, para que as famílias mais ricas paguem mais e também permitirá a cobrança sobre heranças e doações vindas de outros países. Para facilitar as negociações, no entanto, o relator Aguinaldo Ribeiro isentou a transmissão para entidades sem fins lucrativos com finalidade de relevância pública e social, inclusive as organizações assistenciais e beneficentes de entidades religiosas e institutos científicos e tecnológicos. Uma lei complementar definirá as condições para essas isenções.

Cashback

A reforma prevê a possibilidade de cashback, devolução parcial do IVA dual a mais pobres, a ser definido por meio de lei complementar. Ainda não está claro se o mecanismo abrangerá apenas as famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) ou se abrangerá limite maior de renda, como famílias com renda de até três salários mínimos.

No Senado, o mecanismo foi aperfeiçoado. As famílias mais pobres também receberão cashback na conta de luz e no botijão de gás. Nos dois casos, o ressarcimento ocorreria no momento da cobrança, entrando como desconto na conta de luz ou como abatimento na compra do botijão. Os detalhes serão regulamentados pela lei complementar.

Em audiência pública na Câmara dos Deputados em março, Appy apresentou sugestões sobre como ocorreria essa devolução <https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-03/secretario-defende-regulamentacao-de-cashback-para-pobres-por-lei>. Segundo ele, o cashback poderia ter como base o Cadastro de Pessoa Física (CPF) emitido na nota fiscal, com o valor da compra e a inscrição no Cadastro Único sendo cruzadas para autorizar a devolução.

O secretário citou o exemplo do Rio Grande do Sul, que implementou um sistema de devolução do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 2021 a famílias inscritas no Cadastro Único com renda de até três salários mínimos, por meio de um cartão de crédito.

Inicialmente, o governo gaúcho devolvia um valor fixo por família e agora começou a devolver por CPF, com base no cruzamento de dados entre o valor da compra e a situação cadastral da família. Em locais remotos, sem acesso à internet, Appy sugeriu um sistema de transferência direta de renda, complementar ao Bolsa Família.

Energia eólica: os avanços e desafios na transformação dos ventos em fonte de energia e riqueza

0

O quarto episódio da série “O Futuro da Energia” mostra o potencial dos ventos como fonte de energia e riqueza. O gigante dos ventos, o estado nordestino do Rio Grande do Norte é o maior produtor de energia eólica do Brasil.

A produção de energia eólica no Brasil

Os ventos são a segunda maior fonte de geração de energia elétrica do país. Só ficam atrás das hidrelétricas. O investimento em parques eólicos cresce a cada ano. Em 2022, a energia gerada pelo vento representou 26 milhões de toneladas de CO2 a menos no ambiente.

O Brasil tem hoje 940 parques eólicos, mais de 10 mil aerogeradores como esses e outros tantos em fase de testes. Todos no continente. Em terra firme, o caminho já está bem sedimentado. O desafio agora é capturar a força dos ventos em alto mar.

Comparação com outros países

No mar do Norte, na Noruega, a energia eólica off-shore já é realidade. O maior parque eólico flutuante do mundo gera eletricidade para campos de petróleo e gás. Produz o equivalente a energia eólica do Rio Grande do Norte.

O Brasil ainda está aprendendo a nadar nessas águas. Mas quer aprender. As turbinas em alto mar são maiores, os ventos mais fortes, assim como o potencial de geração de energia. Mas é preciso também atenção para evitar danos ambientais nas áreas de instalação.

“É uma nova fronteira que garantirá a segurança energética, numa transição energética justa, pra que a gente explore todo esse nosso litoral que tem um potencial absurdo. Essa boia aqui que pesa 7 toneladas é uma peça fundamental num projeto pioneiro pra desenvolver a energia eólica offshore no Brasil. Durante 3 anos, ela vai estar no mar, a 20 km aqui da Costa do Rio Grande do Norte e vai medir todas as variações tanto do oceano como do vento”, diz Antonio Medeiros, coordenador de pesquisa do Instituto Senado de Inovação e Energias Renovadas.

Desafios para produção nacional

São novos combustíveis, novas tecnologias. Segundo especialistas, o Brasil ainda precisa de mais pesquisa, investimento e de um marco regulatório.

“O Brasil não pode se dar o direito de abrir mão desse grande potencial e isso vai ser uma alavanca para o desenvolvimento (ver se dá pra cortar aqui), para garantir uma transferência energética e fazer com que o Brasil apoie o mundo nessa nova busca por mitigação de emissões”, diz Antonio Medeiros, coordenador de pesquisa do Instituto Senado de Inovação e Energias Renovadas.

Fontes renováveis x desmatamento

Todas as fontes que um país possui para gerar eletricidade fazem parte da sua matriz elétrica. No Brasil, mais 80% da matriz elétrica brasileira vem de fontes renováveis. No mundo, este índice não passa de 30%. Apesar deste dado positivo, vivemos uma contradição.

“O Brasil é um exemplo na questão da transição energética e é um péssimo exemplo na questão das emissões vinculadas ao desmatamento e a pecuária, principalmente. E a agricultura, de certa forma também, uma parte dela pelo menos”, analisa David Zilberstain, professor do Instituto de Energia da PUC.

O último relatório do Observatório do Clima, divulgado em novembro, revela que o Brasil ainda é um dos maiores poluidores do planeta. Está em sexto lugar no ranking de países que mais emitem gases de efeito estufa.

“Não adianta o Brasil ir lá fora e dizer nós temos uma matriz energética já bastante limpa, se a gente continua desmatando e emitindo bastante”, pontua Edmar de Almeida, professor de transição energética do Instituto de Energia da PUC Rio.

É um esforço duplo: investir em fontes de energia renovável de um lado. E reduzir drasticamente o desmatamento do outro.

“É uma política pública do Ministério do Meio Ambiente, que está sendo feito junto com o Ministério da Justiça e nós estamos diminuindo de forma extremamente contundente a questão do desmatamento ilegal. A nossa agricultura. Nós temos que trabalhar cada vez mais para ela ser uma agricultura de baixo carbono. Usando biocombustíveis de forma muito mais vigorosa do que os combustíveis fósseis, diminuindo a emissão de carbono”, ressalta o ministro.

Corrida global diante das mudanças climáticas

Governos do mundo todo se movimentam. A China é o país que mais investe em energia renovável. Mas é a maior poluidora: sozinha tem quase 1/3 das emissões de CO2 do mundo. O segundo maior emissor, os Estados Unidos, também tenta fazer a transição para fontes menos poluentes.

“A gente está numa corrida global em relação às mudanças climáticas, né? E ações urgentes são necessárias. O que a gente pode fazer é repensar estrategicamente planos que façam com que essa transição energética ela aconteça de forma mais rápida”, diz Drielli Peyerl, pesquisadora de transição energética.

Lançamento do livro A Folha da Figueira

0
Luiz Alberto Fonseca durante o lançamento de seu livro, "A Folha da Figueira". Fotos: Divulgação

Mais que armas e acessórios loja Precisão oferece uma ampla variedade de artigos para presentes em Amambai

0
Nas fotos a fachada e a variedade de produtos oferecidos pela loja Precisão, armas e acessórios, em Amambai. (Fotos: Vilson Nascimento)

Vilson Nascimento

Localizada na Rua da República, próximo ao Bradesco, no centro da cidade, a loja Precisão, Armas e Acessórios, vem se tornando uma referência desse ramo de comércio para Amambai e toda a região.

Além de armas e acessórios para armamentos, a Precisão também coloca à disposição de seus clientes uma infinidade de produtos para caça e pesca, acampamentos de finais de semana, camisetas, copos, botinas e uma grande quantidade de itens propícios para presentear amigos e familiares durante este final de ano, tudo a preços especiais.

Na Precisão, você também encontra barracas para acampamento de vários tamanhos e modelos, trajes tipo militar apropriados para caça e pesca, além de facas de vários modelos, próprias para as atividades do dia a dia e para presentear.

Faça uma visita e conheça a variedade de produtos oferecidos pela loja Precisão, em Amambai.

Em Amambai, evento na Câmara marca lançamento do livro A Folha da Figueira

0
Luiz Alberto Fonseca durante o lançamento de seu livro, "A Folha da Figueira". Fotos: Divulgação

Redação

Luiz Alberto Fonseca lançou seu livro “A Folha da Figueira” em um evento realizado na Câmara Municipal de Amambai. A obra, cujo cerne é um retrato da vida e conduta humana, explora aspectos culturais, morais e religiosos, conduzindo o leitor por uma jornada permeada por emoção e razão.

O autor, nascido em 1977, é filho de Maria Ferreira e Luiz Carlos Fonseca (in memorian). Casado há 24 anos com Raquel Cristiane Coradini Fonseca, Luiz Alberto é pai de Pamela Coradini Fonseca e João Mateus Coradini Fonseca. Ele é formado em Letras/Espanhol pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) desde 2001 e especializado em Metodologia de Educação pela Fiama em 2002. Além disso, obteve diploma em Direito em 2009 pela Uniderp de Ponta Porã (MS).

Luiz Alberto Fonseca atua como advogado desde 2010 e é especialista em Direito Processual Civil, Direito Eleitoral, Direito Processual Penal e Direito Administrativo, com formação pelo Instituto Damásio de São Paulo. Desde 2021, desempenha o papel de advogado assessor jurídico na Câmara Municipal de Amambai.

Além de sua trajetória na advocacia, Luiz Alberto é também pastor eclesiástico, tendo sido ordenado em 2012 pela Assembleia de Deus Belém Missões. Ele assume o cargo de advogado geral da Convenção de Ministros da Assembleia de Deus de Mato Grosso do Sul, é presidente da Comissão Eleitoral da Comadems e já ocupou o cargo de advogado geral da Assembleia de Deus Belém-Missões de Amambai.

O autor também é estudante da Língua Hebraica pelo Israel Institute of Biblical Studies, adicionando uma dimensão singular à sua trajetória profissional.

Abaixo, confira fotos do evento que marcou o lançamento do livro A Folha da Figueira.

Comunicado da Prefeitura de Naviraí sobre instabilidade no acesso ao site oficial

0
Foto: Assessoria

A Prefeitura Municipal de Naviraí comunica que o acesso ao site oficial da Administração (www.navirai.ms.gov.br) está enfrentando períodos de oscilação e indisponibilidade. Identificamos que a causa desses problemas é um ataque cibernético mal-intencionado.

Gostaríamos de assegurar aos cidadãos que a equipe de Tecnologia da Informação da Prefeitura, juntamente com a empresa responsável pela hospedagem de nosso servidor, está atuando incansavelmente para combater este ataque e restaurar o pleno funcionamento do site o mais rápido possível.

É importante destacar que medidas de segurança estão sendo reforçadas para garantir a integridade dos dados e evitar que incidentes como este se repitam no futuro. Além disso, estamos em contato constante com as autoridades competentes para que as ações adequadas sejam tomadas em relação aos responsáveis pelo ataque.

Pedimos sinceras desculpas por qualquer inconveniente que esta situação possa causar e agradecemos a compreensão de todos.

Atenciosamente,

Prefeitura Municipal de Naviraí
18 de dezembro de 2023

<--
-->