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Robinho é o preferido em recepção calorosa à Seleção

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2007-11-17 19:39:00

A Seleção Brasileira teve uma recepção calorosa, nesta sexta-feira, em sua chegada a Lima para enfrentar o Peru. Após cinco horas e 30 minutos de vôo, a delegação desembarcou no Aeroporto Internacional de Lima às 19h (22h de Brasília) e seguiu para o hotel, onde teve o carinho de muitos torcedores.

Os fãs gritavam bastante à medida que os jogadores iam descendo do ônibus. Nenhum atleta, no entanto, foi tão assediado quanto Robinho. Ainda que o cordão de isolamento impedisse maior contato, ele e outros membros do grupo distribuíram autógrafos e posaram para fotos.

Na seqüência, a delegação se dirigiu ao restaurante para jantar. A recomendação é de repouso após a cansativa viagem, uma vez que o time trabalha neste sábado. Às 16h (19h de Brasília), Dunga comandará o último treino antes do confronto contra os comandados de José del Solar.

A atividade acontecerá no palco da partida, o Estádio Monumental de Lima. Durante a movimentação, o técnico da Seleção Brasileira, Dunga, espera contar com a participação da meia-atacante Ronaldinho, que se recupera de lesão no tornozelo direito.

É grande, no entanto, a possibilidade de o camisa dez desfalcar a equipe brasileira na terceira rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo. Se ele realmente ficar de fora do confronto com os peruanos, Elano ou Diego assumirá seu lugar entre os titulares.

Amambai disputa amanhã final da Copa Kayatt

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2007-11-17 18:49:00

A grande final da 7ª Copa Kayatt de Futebol Suíço, que será realizada neste domingo no Estádio Municipal Aral Moreira, em Ponta Porã, ganhou o status de confronto internacional, enfrentamento entre Brasil e Paraguai. As cores brasileiras serão defendidas pela Seleção de Amambai e as paraguaias estarão refletidas no Sport F.A., de Pedro Juan Caballero.
No primeiro jogo serão definidos o terceiro e quarto lugares, entre as equipes do Sei/Marechal e do Santa Isabel. Logo depois começa a finalíssima entre Sport F.A. e Seleção de Amambai. Das 96 equipes disputaram à competição desde o seu inicio restaram somente duas que vão brigar para chegar ao título e à atrativa premiação da Copa Kayatt. São 3.000 reais em prêmios para as quatro equipes melhores colocadas.

O time que chegar à quarta colocação no campeonato vai receber 300 reais em dinheiro, além do troféu. O terceiro colocado fica com 400 reais, troféu e 18 medalhas. O segundo lugar vai receber 800 reais, troféu e 18 medalhas. Sport F.A. de Pedro Juan ou Seleção de Amambai: uma das duas será campeã de 2007 e vai levar a bolada de R$ 1,5 mil de prêmio, além de 18 medalhas e o troféu de campeão.

A equipe ainda recebe o troféu transitório. O melhor goleiro e o artilheiro do campeonato também serão premiados com troféus. Neste domingo, as pessoas que forem ao estádio Aral Moreira em para acompanhar os jogos, estarão concorrendo a prêmios que serão sorteados no local, entre eles, 3 aparelhos de DVD, 3 ferros elétrico e uma bicicleta 18 marchas.

O radialista Tião Prado, da Cerro Corá FM vai transmitir a rodada, com comentários de Alexandre Nunes e Adão Bueno, reportagens de Mauro Camargo e Dora Nunes e na central técnica Hugo Maciel. O Mercosul News é um dos órgãos de imprensa que apóia o trabalho jornalístico da equipe de Tião Prado.
A Copa Kayatt já teve os seguintes vencedores conforme nos informou o organizador Paulinho Vieira:

Detran leiloa sucatas de veículos em sete municípios

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2007-11-17 17:57:00

O Detran/MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) vai promover um leilão de sucatas de veículos que foram apreendidos e recolhidos aos pátios de Campo Grande e outros seis municípios. O leilão será entre os dias 3 e 7 de dezembro em Campo Grande, Nova Andradina, Anaurilândia, Bataguassu, Dourados, Rio Brilhante e Três Lagoas.

Em Campo Grande, os lotes serão leiloados nos dias 3 e 4 no mês que vem. Interessados podem examinar os lotes nos dias 28, 29 e 30 de novembro de 2007. A visitação será de 8 horas às 13 horas.

Municípios menores têm mais casos de dengue

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2007-11-17 16:45:00

Levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde, baseado em dados referentes ao período de janeiro a setembro deste ano, aponta que dos 481.316 casos de dengue notificados no país 43% (206.143) foram registrados em municípios com até 100 mil habitantes.

Para o presidente da Confederação Nacional de Municípios, Paulo Roberto Ziulkoski, essa situação se deve a problemas de saneamento nos pequenos municípios e na zona rural.

"Nós precisamos universalizar o saneamento, porque esse é um problema de saúde, é onde se insere a questão de transmissão da dengue".

O levantamento aponta, ainda, que apenas 14% dos casos de dengue ocorrem em municípios com mais de 1 milhão de habitantes e que 27% estão nas cidades que têm de 100 mil a 500 mil habitantes, enquanto aquelas na faixa até de 500 mil a 1 milhão concentram 16% dos casos.

Na avaliação de Ziulkoski, "os municípios estão fazendo a sua parte, com campanhas e orientações à população", mas as prefeituras não têm estrutura ou recursos para "um combate mais efetivo".

A União, lembrou, arrecada a maior parte dos recursos, "mas a cobrança pelas ações efetivas recai sobre os municípios".

O Ministério da Saúde citou exemplos de ações de combate à dengue em regiões metropolitanas, como o Plano Integrado desenvolvido em Belo Horizonte; o Plano de Intensificação Verão 2007, em São Paulo; e a campanha Pan sem Dengue, no Rio de Janeiro.

Para o próximo verão, após o Dia Nacional de Mobilização e Combate à Dengue (24 de novembro), o ministério destacou a realização do Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypiti, em 170 municípios mais suscetíveis à ocorrência de surtos da doença.

O mapeamento identificará os principais criadouros para que as prefeituras adotem medidas de redução da proliferação do mosquito antes do período mais crítico, de janeiro a maio.

Adriano chega ao Brasil para fazer tratamento psicológico

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2007-11-17 15:30:00

 atacante brasileiro, que encara duras críticas pela má fase no Internazionale de Milão, desembarcou na manhã deste sábado no Aeroporto de Internacional do Rio de Janeiro para uma temporada no Brasil. Adriano vai passar por tratamento pscicológico com uma clínica na capital paulista e vai treinar no São Paulo para recuperar a forma.

O "Imperador", que já foi peça fundamental na seleção brasileira, entrou em depressão após a morte do pai, em 2004. A partir daí, o seu rendimento em campo caiu e ele passou a ser alvo de manchetes de jornais de todo o mundo por freqüentar diversas casas noturnas e se embebedar. Com as duras críticas pelas atuações ruins no clube italiano, Adriano já pensou em deixar a Inter. Alguns times europeus como Parma e Arsenal já demostraram interesse no atleta.
Segundo o presidente da Inter de Milão Massimo Moratti, o clube já havia oferecido a estadia em uma clínica de recuperação de atletas ao brasileiro e a decisão de começar o tratamento foi do jogador.

Para recuperar a forma física, Adriano vai treinar no São Paulo a partir de janeiro de 2008. A passagem do Imperador pelo clube inicia rumores de que o atual campeão brasileiro queira tentar incluir Adriano em alguns jogos da Copa Libertadores do ano que vem. Isso aconteceu com Ricardo Oliveira, que se recuperou de uma lesão no Refis e logo depois vestiu a camisa são-paulina na competição.

MS apresenta emenda de bancada que acima de R$ 1 bilhão

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2007-11-17 14:44:00

Brasília – Os deputados e senadores apresentaram 9.707 emendas à proposta do Orçamento-Geral da União para 2008. Deste total, 9.619 são pedidos de liberação de verbas que somam R$ 62,59 bilhões. Outras 88 são emendas ao texto do projeto. O prazo para a apresentação das emendas encerrou-se na última quarta-feira.

O valor supera em R$ 47,59 bilhões a previsão de gastos com emendas estipulada pelo governo no orçamento do próximo ano, que é de cerca de R$ 15 bilhões. As informações constam de levantamento de técnicos das Consultorias de Orçamento da Câmara e do Senado.
Agora, as emendas serão analisadas pela Comissão Mista de Orçamento para ver se estão em acordo com a Constituição. Em seguida, elas serão encaminhadas aos relatores setoriais da comissão.

As 482 emendas de bancadas estaduais somam R$ 32,2 bilhões. Nestas emendas, as reivindicações por maiores recursos concentram-se nas bancadas de São Paulo (R$ 3,56 bilhões), Minas Gerais (R$ 3,26 bilhões), Espírito Santo (R$ 2,73 bilhões), Rio de Janeiro (R$ 2,28 bilhões), Tocantins (R$ 1,55 bilhão), Pernambuco (R$ 1,45 bilhão), Bahia (R$ 1,21 bilhão), Maranhão (R$ 1,1 bilhão), Alagoas (R$ 1,1 bilhão) e Goiás (R$ 1,1 bilhão).

O Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Ceará também apresentaram emendas de bancadas que ultrapassam R$ 1 bilhão. Já as bancadas do Rio Grande do Norte (R$ 479,7 milhões), do Distrito Federal (R$ 388 milhões) e de Sergipe (R$ 324,59 milhões) e foram as que menos reivindicaram recursos.
As 87 emendas de comissões da Câmara pedem a inclusão de gastos que totalizam R$ 14,35 bilhões. No Senado, as comissões foram responsáveis por 52 emendas, que somam R$ 11,22 bilhões.
Em relação às emendas individuais, os deputados apresentaram 7.877 emendas, que somam R$ 4,1 bilhões. Os senadores apresentaram 1.121 emendas que totalizam despesas de R$ 640 milhões.

De acordo com o levantamento, a área com maior volume de emendas foi a de planejamento e desenvolvimento urbano, com 1.339 emendas que somam R$ 10,8 bilhões. Os investimentos em infra-estrutura estão reunidos em 149 emendas que totalizam R$ 10 bilhões.

Outro setor que se destaca é o de educação, cultura, ciência e tecnologia e esporte, com 2.299 emendas que prevêem gastos de R$ 9,9 bilhões. A área de fazenda, desenvolvimento e turismo recebeu 1.192 emendas que acrescentam R$ 8,4 bilhões ao orçamento do próximo ano.

A área de integração nacional e meio ambiente teve 472 emendas que somam R$ 6 bilhões. Para a saúde, os recursos reivindicados pelos deputados são de R$ 4,4 bilhões, distribuídos em 2.208 emendas

Projeto cria normas para cadastro de reforma agrária

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2007-11-17 13:40:00

O Projeto de Lei 1647/07, do senador Delcídio Amaral (PT-MS), fixa normas para atualização do cadastro nacional de áreas adquiridas e de beneficiários da reforma agrária. Conforme o projeto, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), manterá atualizado o cadastro de áreas adquiridas e de beneficiários da reforma agrária, disponibilizando tais informações por meio de banco de dados. As informações desse cadastro serão publicadas até 30 de março de cada ano.

Segundo o projeto, o poder público estadual e municipal, assim como os empreendimentos da iniciativa privada que assentam famílias em área rural, manterão seus cadastros atualizados e enviarão as relações ao Incra até 30 de janeiro de cada ano.

O Incra e as demais entidades que distribuem terras em programa de Reforma Agrária rastrearão as informações constantes dos arquivos antes de procederem ao assentamento dos inscritos. Caso descumpra a determinação, o responsável poderá responder civil, penal e administrativamente.

De acordo com o autor do projeto, o objetivo é impedir que falsos produtores rurais se infiltrem nos assentamentos com o objetivo de conseguir terras para revenda. Delcídio Amaral argumenta ainda que o controle proposto vai impedir que ex-proprietários desapropriados recebam indenizações milionárias para logo após recomprar as terras dos assentados, "como ocorre com freqüência".

Prazo de venda
O projeto mantém o prazo de dez anos para venda de imóveis distribuídos por meio programa de reforma agrária, mas estabelece que a União terá preferência na compra. O interessado em vender o imóvel fica obrigado a informar essa intenção à União, que terá 45 dias de prazo para definir se comprará o imóvel ou não.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

MEC cria laboratórios em 9 mil escolas públicas urbanas

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2007-11-17 12:57:00

Estudantes brasileiros serão beneficiados com a implantação, início do próximo ano, de laboratórios de informáticas, em 9 mil escolas públicas urbanas que ainda não estão equipadas. A Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação escolheu, por pregão eletrônico, a empresa que vai instalar os telecentros.

De acordo com o MEC, cada laboratório será composto por dez microcomputadores, com estabilizador de tensão, uma impressora a laser e um roteador (equipamento que compartilha uma conexão entre os computadores, possibilitando comunicação via intranet e internet).

Dados do MEC mostram que, desde o início de 2007, o ProInfo expandiu o atendimento de 1,8 mil para 5,3 mil municípios, ampliando de cerca de 6,5 mil para 13 mil escolas equipadas com laboratórios de informática.

Estima-se que até 2010, cerca de 80 mil escolas da quinta à oitava séries que ainda não dispõem de laboratórios de informática devem estar equipadas. A programação prevê a inclusão no ProInfo de 20 mil escolas apenas em 2008.

MS e PR são rotas de 80% do agrotóxico

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2007-11-17 12:24:00

Os Estados de Mato Grosso do Sul e Paraná são rotas de 80% de todos os agrotóxicos contrabandeados que entram no Brasil. A informação é do assessor jurídico do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola (Sindag), Paulo Roberto Calmon, que está em Dourados acompanhando de perto o trabalho da Polícia Federal no combate ao esquema de contrabando, denominada Operação Ceres.


Conforme Calmon, os produtos pirateados ou contrabandeados provocam um prejuízo anual de US$ 360 milhões por ano, o equivalente a R$ 700 milhões. "Estimamos que o comércio de produtos ilegais seja responsável por 10% do comércio de produtos no mercado brasileiro, que fatura em média US$ 4 bilhões por ano", disse.


O Sindag vem fazendo campanhas nos últimos anos para tentar conscientizar os produtores rurais de todo país dos riscos em utilizar produtos sem origem. De acordo com o Sindicato, os pirateados quase sempre são batizados, ou seja, misturados com outros elementos que comprometem a eficácia e a segurança nas aplicações.


Com relação aos produtos contrabandeados, na maioria das vezes fabricado na China ou no Paraguai, Calmon alega que eles têm um composição química que difere dos padrões usados na agricultura brasileira, fator que pode comprometer o resultado final de uma lavoura. "O produtor faz um investimento muito alto para produzir, por isso não compensa se arriscar em aventuras. Sem contar que em caso de problemas com a aplicação dos produtos ele não tem para quem reclamar", alerta.


Durante a Operação Ceres, na quarta-feira, a Polícia Federal aprendeu 463 quilos de agrotóxicos ilegais em quatro Estados Brasileiros: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo. Os produtos, quase sempre, chegam às lavouras de forma camuflada em outras cargas. Segundo os técnicos uma pequena quantidade pode representar altos valores em dinheiro.


Um revendedor de Dourados, que preferiu não ter o nome divulgado na reportagem, disse que apesar da operação da PF, o uso de produtos ilegais ainda é muito comum em Mato Grosso do Sul, principalmente em Dourados e região. "No geral os produtos ilegais custam em média 50% mais baratos em relação aos comercializados aqui no Brasil. Pra mim é uma diferença que não vale a pena, por causa dos riscos que se corre", disse.


Na operação realizada pela PF descobriu-se que o comando do esquema funcionava em Sete Quedas, Amambai e Primavera do Leste (MT) e que os envolvidos eram, na maioria, produtores rurais e empresários do ramo agropecuário.

Conferência Nacional avaliará legalização do aborto

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2007-11-17 11:49:00

 Os cerca de 4 mil delegados com direito a voto na plenária final da 13ª Conferência Nacional de Saúde decidirão no domingo (18) se recomendam o tratamento do aborto como questão de saúde pública a ser descriminalizada, conforme encaminhado por 10 estados da federação.

Nas 10 plenárias prévias realizadas até hoje (16) predominou o equilíbrio entre delegados favoráveis e contrários: seis encaminharam a decisão para a plenária final, três aprovaram a questão, com mais de 70% dos votos, e uma rejeitou a recomendação.

A decisão que vier a ser tomada não tem efeito legal, mas é tida como um importante indicativo da sociedade para o Congresso Nacional, onde tramitam vários projetos sobre o assunto, um deles há 16 anos.
Para o presidente do Conselho Nacional de Saúde, Francisco Batista Júnior, em caso de aprovação da proposta, cabe ao governo federal promover o processo de regulamentação no Congresso Nacional.

Mas, a princípio, o Executivo não pensa um elaborar um novo projeto: “O Congresso já vem debatendo. Não significa que a cada proposta importante aprovada na Conferência Nacional de Saúde o governo tenha que fazer um projeto. Acredito que os parlamentares saberão ouvir as reivindicações de um movimento democrático como esse”, afirmou Adson França, diretor do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério da Saúde.


O debate em torno da questão foi acirrado nas plenárias. Em uma delas, o médico obstetra José Antônio Romano e o estudante de medicina Vinícius Rangel expuseram teses conflitantes. O primeiro considerou um equívoco colocar o aborto como primordial à saúde da mulher. “O grande problema das mulheres brasileiras é a baixa inserção em programas de pré-natal e de planejamento familiar. O que se tem que pensar é em melhorar as políticas sociais”, defendeu Romano.

Rangel, por sua vez, preferiu enfatizar os problemas provocados pela prática clandestina: “Conheci adolescentes que se auto-agredem para interromper uma gravidez indesejada. Outras, que adotam procedimentos recomendados por pessoas irresponsáveis e, se o aborto não é feito de forma adequada, a criança vai nascer com más formações”. Em rápida passagem pela conferência, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que defende a legalização do aborto, disse estar satisfeito, independentemente do que for decidido na plenária final.

“Era um tema que estava meio velado, sem ser discutido de maneira aberta e já houve avanços. A questão exige um grau de amadurecimento da sociedade brasileira que só vem pelo debate qualificado. Qualquer decisão que a conferência tome será significativa”, avaliou.

Ponta Porã : Jovem é preso com 13 kg de maconha

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2007-11-17 11:18:00

Na madrugada de hoje no terminal rodoviário de Ponta Porã, a polícia apreendeu, Elton Welliton da Silva Brito, de 20 anos, com 13 quilos de maconha. A polícia foi informada que Elton estava cuidando uma sacola de nylon no terminal. Ao chegarem o local os policiais constataram que dentro da sacola havia sete tabletes de maconha.

Mega-Sena deve pagar R$ 14 milhões neste sábado

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2007-11-17 10:28:00

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 919 da Mega-Sena, sorteados na quarta-feira (14). O prêmio acumulado pode chegar a R$ 14 milhões, de acordo com estimativas da Caixa Econômica Federal neste sábado.

As apostas para concorrer ao prêmio acumulado podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de hoje. A aposta mínima –seis números– custa R$ 1,50.

Ao menos 37 bilhetes acertaram os números da quina. Cada um deles levará o prêmio de R$ 28.441,93. Outros 3.505 acertaram a quadra e cada um fica com o prêmio de R$ 299,10.

Dia do Não Fumar alerta sobre conseqüências do tabagismo

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2007-11-17 09:56:00

Ontem (16) se comemorou em todo o país o Dia do Não Fumar, que teve como proposta mobilizar a população para discutir as conseqüências do tabagismo para a saúde. Nos últimos anos, o crescente número de doenças provocadas pelo fumo reforçou os questionamentos sobre os efeitos do tabagismo.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vício do cigarro é considerado a principal causa de mortes inevitáveis em todo o mundo.Para o pneumologista Celso Antônio Rodrigues, chefe do Núcleo de Prevenção da Gerência do Câncer do Distrito Federal, a importância de datas como a de hoje é a possibilidade de promover debates e alertar a população.

“Nunca uma epidemia causou tanta morte quanto está causando o tabagismo, uma epidemia que alcança o mundo inteiro. Não tem um país em que não se fuma.”
O especialista afirma que, dentre as substâncias presentes no cigarro, as mais maléficas à saúde humana são o benzopireno e o monóxido de carbono, que alteram o DNA da célula, transformando uma célula normal em uma célula diferente e, posteriormente, em um tumor.
Dentre as doenças relacionadas ao uso prolongado do cigarro, o médico destaca os diversos tipos de câncer, além de problemas vasculares, derrame cerebral e até mesmo a amputação de membros.

“Não tem um órgão do organismo que esteja livre em função do indivíduo fumar”.
O médico explica que o câncer de pulmão, doença mais associada ao tabagismo, pode se manifestar de diferentes formas. O adenoma, um tumor benigno, pode ou não ter relação com o cigarro. Já o adenocarcinoma e o carcinoma espinocelular são causados diretamente pelo fumo.

Celso Antônio Rodrigues alerta que as pessoas que convivem com fumantes e que acabam se tornando fumantes passivos estão igualmente ameaçadas.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que o chamado o tabagismo passivo é a terceira principal causa de morte evitável no mundo, depois do tabagismo ativo e do consumo excessivo de álcool.

O ar poluído contém, em média, três vezes mais nicotina, três vezes mais monóxido de carbono, e até cinqüenta vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça que entra pela boca do fumante depois de passar pelo filtro do cigarro.

Outro mal causado pelo tabaco é o enfisema pulmonar, doença caracterizada pela destruição progressiva dos pulmões. Os sintomas iniciais se resumem à falta de ar, mas ao final, o paciente não consegue mais respirar sozinho, e sobrevive apenas à base de oxigênio. "Algumas pessoas, ao parar de fumar, melhoram muito a condição respiratória, mas aquilo que o cigarro destruiu não vai mais se recuperar”.

Dentre as dificuldades para largar o vício, o especialista destaca não somente a dependência química, que pode levar a crises de abstinência severas, como também o próprio condicionamento provocado pelo ato de fumar. “A pessoa cria aquele ritual de acordar, tomar um café e fumar, almoçar e fumar”.

Para Rodrigues, o fumante que deseja largar o vício precisa investir em uma mudança de comportamento. Para os que são considerados dependentes fortes, o pneumologista recomenda a reposição de nicotina por meio de gomas de mascar e adesivos transdérmicos, disponíveis no Brasil.

O médico garante que o indivíduo que consegue parar de fumar pelo período de um ano já pode ser considerado um ex-fumante. Ele afirma que os benefícios de parar de fumar podem ser percebidos ainda nas primeiras 24 horas sem o cigarro. “A pessoa já tem uma pressão arterial dentro da normalidade, melhora as suas condições respiratórias, dorme mais e melhor”.

Rodrigues lembra que a composição química da fumaça do cigarro envolve cerca de 4.720 produtos químicos, alguns deles radioativos, como o Polônio 210 e o Césio. Ele destaca o fato de que a receita para assistência à saúde no Distrito Federal, atualmente, é de R$ 20 milhões por mês, dos quais R$ 12 milhões são gastos com doenças relacionadas ao tabaco.

Brasil desperdiça 45% da água captada

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2007-11-17 09:34:00

De toda a água que se retira de mananciais para abastecer as capitais brasileiras, quase a metade (45%) se perde antes de chegar às casas e atender a população. A principal causa são os vazamentos na rede.

Porto Velho tem a pior situação entre as capitais em termos percentuais –78,8%– e o Rio de Janeiro tem a maior perda se for levado em conta o volume total jogado fora –o equivalente a 618 piscinas olímpicas.

Em São Paulo, a perda é menor do que a média das capitais e fica em 30,8% –em 2001, a estimativa era de 33,5%. Mesmo assim, o extravio ainda é muito superior ao considerado aceitável por especialistas –entre 15% e 20%. O Japão, por exemplo, tem perda de apenas 4%.

O problema não é novo. Em 2002, o Ministério das Cidades estimava a perda nacional de água em 40%. Desde então, a situação piorou.

Para chegar à quantidade de água perdida na rede, a conta é a seguinte: faz-se a subtração entre o que é retirado dos mananciais (a medição acontece nas Estações de Tratamento de Água) e o que é consumido pela população. Por isso, acaba sendo computado como perda, além de vazamentos, os erros de medição, as fraudes nos hidrômetros e as ligações clandestinas de água.

Segundo a Sabesp, por exemplo, os vazamentos são responsáveis por 65% do total perdido na capital paulista.
Esses e outros dados sobre abastecimento e consumo de água serão apresentados pelo ISA (Instituto Socioambiental) na próxima quarta-feira, no evento de lançamento da campanha "De Olho nos Mananciais", apoiada pela modelo Gisele Bündchen. A top model cedeu sua imagem para a divulgação da iniciativa.

As informações foram obtidas no Snis (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento), do Ministério das Cidades, e têm como referência o ano de 2004. Os dados de São Paulo foram atualizados pela Sabesp e são de 2007.
Segundo Marussia Whately, coordenadora do Programa Mananciais do ISA, para alterar o quadro atual é necessário combate intenso aos vazamentos. "O atendimento rápido é muito importante. É preciso ter um sistema eficaz de monitoramento para notar os problemas e resolvê-los."

A instituição ressalta que a participação da população é essencial: as pessoas devem avisar as empresas sobre os vazamentos e cobrar o reparo.

Para José Aurélio Boranga, presidente da Abes (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental), é imprescindível investir em tecnologia e trocar a tubulação antiga.

De acordo com ele, as maiores perdas ocorrem nos ramais –pontos em que a água deixa a rede da rua e segue para as casas. "Fazer conserto em ramal é perder dinheiro. Quando há vazamento, precisa trocar."

Segundo as associações brasileiras de empresas estaduais (Aesbe) e de concessionárias (Abcon) de saneamento básico, seriam aceitáveis índices de perdas sempre abaixo de 20%, o que é raro no Brasil.

O superintendente-executivo da Aesbe, Walder Suriani, aponta o déficit tecnológico na estrutura do sistema e dos materiais empregados nas tubulações de água. "O material empregado no Brasil é frágil. Usamos tubos de 100 m com juntas a cada seis metros [o que permite mais vazamentos]”, diz.

O presidente da Abcon, Fernando Mangabeira, afirma que os resultados demoram a aparecer. A empresa que ele dirige, a Águas de Limeira, do interior de SP, levou sete anos para fazer caírem as perdas de 45% para 18%. "Não pode parar de investir, é preciso manter essa estratégia sempre."

Farmácia Popular já atende a 7 milhões

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2007-11-17 08:55:00

A paulista Lailla Hubner tem 20 anos e um problema de saúde que a acompanhará para o resto da vida: o diabetes. Por mês, gasta cerca de R$1.500 para custear seringas, insulina e medicamentos, que usa todos os dias para fugir dos problemas causados pela doença.

Ela poderia, como qualquer cidadão, comprar medicamentos nas Farmácias Populares a preço de custo. Dados do Ministério da Saúde indicam que cerca de 7 milhões de diabéticos em todo o Brasil compram, regularmente, os medicamentos de que precisam nas unidades do programa.

No entanto, Lailla não consegue encontrar nas unidades de Brasília, onde reside, o principal “ingrediente” para o tratamento: a insulina. “A maioria [das Farmácias Populares] nem geladeira tem”, constatou a estudante de direito, ao lembrar que a insulina deve ser conservada em refrigeradores.

A reclamação da jovem tem fundamento: a insulina não está na lista dos medicamento vendidos nessas farmácias. Mas no ano que vem entrará em vigor uma lei que o Ministério da Saúde regulamentou no dia 10 de outubro, determinando a distribuição gratuita de insulina em postos de saúde e em unidades básicas do Programa Saúde da Família de todo o país.

“Eu acho que não adianta muita coisa, porque os hospitais já distribuem – eles falam –, mas sempre está em falta. Quando eles têm a insulina, não fornecem a quantidade necessária, porque precisam economizar para distribuir a todos", acrescentou a estudante.

Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, em entrevista à Agência Brasil, um dos problemas da lei é que ela prevê um cadastro dos diabéticos para monitorar o tratamento.

“Já estamos trabalhando e eu vejo que gradualmente nós vamos avançar. O diabetes é um problema sério, estima-se que 7% da população brasileira tenham a doença e que grande parte tenha e não saiba”, disse. E concluiu: “Nós vamos ter que fazer um grande esforço, o PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] da Saúde coloca o diabetes e a hipertensão como dois problemas importantes a serem enfrentados”, concluiu o ministro.

O presidente da Associação Nacional de Assistência aos Diabéticos (Anad), Fadlo Fraige Filho, disse acreditar que a aplicação da lei poderá, inclusive, desonerar o governo no custeio das complicações da doença – além de hipertensão e problemas cardiovasculares, o diabetes pode levar à amputação de membros inferiores do corpo e, conseqüentemente, à aposentadoria precoce –, incluindo-se aí a Previdência Social.

“Tudo o que se puder fazer hoje para a população diabética, que aparentemente seria um gasto no tratamento, será um lucro para o governo, num futuro não distante", defendeu.

Soja tem maior valor em 19 anos na CBOT

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2007-11-17 08:37:00

Os futuros da soja da bolsa de Chicago (CBOT) registravam alta no início dos negócios, com o primeiro contrato, o janeiro, atingindo o maior valor em 19 anos. Os futuros do milho seguiam a oleaginosa e eram influenciados também pela alta no petróleo, disseram fontes do mercado.

Por volta das 13h45 (horário de Brasília), o janeiro subia 7,50 centavos, para US$ 10,8625 por bushel. No mesmo horário, o dezembro do milho subia 6 centavos, para US$ 3,8075 por bushel. O trigo operava com queda nos vencimentos mais próximos. A soja registra alta devido aos fortes dados de exportação dos Estados Unidos.

UFGD recebe inscrições para concurso até o dia 22

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2007-11-17 08:00:00

Termina no próximo dia 22 o prazo de inscrições para o concurso da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) que visa a contratação de professores adjuntos.

No total são oferecidas 60 vagas. Outras informações podem ser obtidas no endereço eletrônico www.ufgd.edu.br, ou pelo telefone 67-3411 3649.

Céu parcialmente nublado com pancadas de chuva em MS

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2007-11-17 07:45:00

Neste sábado (17/11), o céu será parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva e em áreas isoladas de Mato Grosso do Sul, segundo previsão do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). A temperatura máxima está prevista em 34ºC e a mínima de 17ºC. Já em Campo Grande, o tempo não será diferente, a máxima fica em 31º e mínima será de 19ºC.

Bancada destina mais de R$ 1 bi para MS

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2007-11-17 07:20:00

A bancada federal de Mato Grosso do Sul está destinando R$ 1,040 bilhão para obras estruturantes no Estado, dentro do Orçamento Geral da União (OGU) de 2008. No total, os parlamentares apresentaram 16 emendas. A expectativa agora é de que o projeto seja votado na Comissão Mista de Orçamento (CMO) até o dia 18 de dezembro.

Segundo o deputado Geraldo Resende, coordenador da bancada de Mato Grosso do Sul, as emendas apresentadas pelos congressistas sul-mato-grossenses são resultado de várias rodadas de negociações entre os onze parlamentares que representam o Estado e os representantes do governo do Estado. “Demos uma demonstração de equilíbrio e bom senso, superando as divergências e priorizando aquilo que de fato tem mais relevância para o desenvolvimento de MS” disse avalia.

No entanto, o coordenador fez questão de ressaltar que os valores propostos servem apenas como referência. “São o que eu costumo chamar de “uma janela de segurança” para nos permitir lutar pelos interesses de Mato Grosso do Sul dentro do Orçamento Geral da União. O que vai ser determinante mesmo é mobilização e o esforço de cada deputado e senador para garantir que as obras pleiteadas se tornem mesmo realidade”, informa Geraldo.

O lote com as emendas propostas pela bancada de MS foi enviado à Comissão Mista de Orçamento, que vai analisar tecnicamente todos os pedidos e publicar uma lista oficial até o dia 19 de novembro. A partir desse momento, começa de fato um grande trabalho de negociação entre os parlamentares e os relatores para garantir que o que foi pedido conste no Orçamento Geral da União.

Nos próximos dias, os dez relatores setoriais do Orçamento terão de apresentar seus pareceres. Eles terão quase R$ 3,5 bilhões para emendas. As bancadas estaduais terão R$ 1,6 bilhão, e o relator-geral terá R$ 1,3 bilhão.

Emendas individuais

Na semana passada, os parlamentares da CMO concluíram a votação do relatório preliminar, elevando de R$ 6 para R$ 8 milhões o valor das emendas individuais que poderão ser propostas pelos deputados ou senadores.

O coordenador da bancada de MS disse que esta mudança é uma adequação às novas regras da Comissão, que acabaram com as emendas coletivas chamadas de “rachadinhas”, que eram emendas que deveriam ser utilizadas para obras estruturantes, e ao contrário disso eram divididas entre vários pequenos projetos, que nem sempre atendiam as necessidades dos Estados e municípios, funcionando como emendas individuais.

Geraldo explica que os deputados usavam as emendas de bancada para atender os seus municípios. “Como isso não vai mais poder ser feito, o aumento das individuais veio para compensar os parlamentares que têm muitos municípios na sua base”, disse o deputado.

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2007-11-17 06:07:00