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sábado, 4 de julho de 2026
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Anvisa autoriza registro de vacina que previne bronquiolite em bebês

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o registro da vacina Abrysvo, da farmacêutica Pfizer. A dose combate o vírus sincicial respiratório (VSR), causador de infecções no trato respiratório, como a bronquiolite. A resolução foi publicada nesta segunda-feira (1º) no Diário Oficial da União.Anvisa autoriza registro de vacina que previne bronquiolite em bebêsAnvisa autoriza registro de vacina que previne bronquiolite em bebês

Em nota, a Anvisa destacou que a bronquiolite é uma inflamação dos brônquios que acomete com bastante preocupação crianças pequenas e bebês. O imunizante é indicado para a prevenção da doença do trato respiratório inferior em crianças desde o nascimento até os seis meses de idade por meio da imunização ativa em gestantes.

“Isso significa que, para a proteção das crianças, a aplicação da vacina deve ser feita nas mães, durante a gestação. A vacina não é aplicada diretamente nos bebês”, reforçou a agência. A dose também foi autorizada para a prevenção da doença do trato respiratório inferior em pessoas com 60 anos ou mais, população também considerada de risco para a doença.

A vacina

A vacina Abrysvo é descrita como bivalente, já que é composta por dois antígenos da proteína de superfície F do VSR. A administração é intramuscular e em dose única. Segundo a Anvisa, o imunizante deve ser aplicado durante o segundo ou terceiro trimestre da gestação.

“Como todo medicamento, foram observados alguns efeitos colaterais na administração do imunizante, sendo os mais comuns: dor no local da vacinação, dor de cabeça e dor muscular”, destacou a agência. “Ainda assim, a totalidade das evidências apresentadas à Anvisa foi capaz de demonstrar que os benefícios da vacina são superiores aos seus riscos.”

A Anvisa já havia autorizado o registro da vacina Arexvy, da farmacêutica GlaxoSmith Kline, também destinada à prevenção de doenças causadas pelo VSR, porém, com indicação restrita à população com idade superior a 60 anos.

Prefeitura de Iguatemi concede 4,51% de reajuste salarial aos servidores municipais

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Foto: Assessoria

A Prefeitura de Iguatemi, través da Lei Complementar Nº 127/2024, concede a partir deste mês, revisão salarial aos servidores públicos municipais no valor 4,51% (quatro vírgula cinquenta e um por cento) sobre o vencimento base dos servidores, com efeito retroativo a 1º de março de 2024.

A administração municipal ressalta que, este resultado foi construído a partir de detalhadas avaliações no orçamento municipal ao longo do ano. O percentual foi definido após reuniões com as Secretarias de Finanças, de Governo e de Administração, além do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Iguatemi (Sindimig). Em seguida, o Projeto foi enviado para votação na Câmara Municipal onde foi aprovado.

Procura-se Nico, gato desaparecido em Amambai

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Redação

No dia 27 de março, o gato Nico desapareceu nas proximidades do Clube do Laço, no Pôr do Sol, em Amambai. Para sua tutora, Francieli Rocha, ele é de valor inestimável, e ela oferece recompensa para quem tiver informações que levem ao seu paradeiro.

Nico é um felino de pelagem cinza, atende pelo nome (sua tutora também costumava chamá-lo pelo apelido de Mami) e usava uma coleira azul no momento do desaparecimento. Ele não é castrado.

Se você avistar ou tiver qualquer informação que possa ajudar a encontrá-lo, entre em contato com Francieli Rocha pelo número (67) 99953-3680.

Preservação ambiental e desenvolvimento econômico são aliados em Fórum de Mudanças Climáticas de MS

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Com foco na preservação ambiental e sustentabilidade, aliado ao desenvolvimento econômico como estratégia para que o Mato Grosso do Sul alcance a meta de ser um território reconhecido internacionalmente como Carbono Neutro até o ano de 2030, o Governo do Estado realiza o “Fórum Estadual de Mudanças Climáticas: Por um MS Verde, o tempo é agora”.

Na abertura do evento realizado hoje (1°) – e que segue até amanhã (2), em Campo Grande –, o governador, Eduardo Riedel, afirmou que o Fórum deve direcionar as discussões sobre a temática, com caráter técnico-científico e ainda para transformar os ativos do Estado.

“Concretiza um eixo que é a base do nosso desenvolvimento, que é a responsabilidade ambiental e a sustentabilidade. Toda a nossa estratégia de desenvolvimento, tem na sustentabilidade um vetor principal, é necessário discutir sobre o ponto de vista econômico também, não só da preservação dos nossos biomas, da biodiversidade, do balanço de carbono, da proteção as águas. O fórum vem justamente para dar caráter científico, técnico e de valorar um pouco de tudo que a gente tem, transformar isso em um ativo para o estado de Mato Grosso do Sul de fato”, explicou o governador.

O evento, realizado hoje (1°) e amanhã (2) pelo Governo do Estado, por meio da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Informação), em parceria com o Sebrae/MS (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), reúne autoridades, especialistas e representantes da sociedade civil para promover a cooperação e o diálogo ante o enfrentamento dos problemas relacionados às mudanças climáticas, adaptação e suas consequências socioambientais e econômicas.

“As mudanças climáticas estão ocorrendo e precisamos avançar em estrutura, e os municípios precisam se preparar. Agora entramos na etapa de transformar a sustentabilidade em recursos, de como fazer o pagamento dos serviços ambientais”, afirmou Jaime Verruck, titular da Semadesc.

A meta tornar o Estado em território reconhecido internacionalmente como Carbono Neutro até o ano de 2030, está prevista no PROCLIMA (Plano Estadual MS Carbono Neutro) e a ativação do Fórum vai contribuir na consolidação dos planos.

“O Fórum Estadual de Mudanças Climáticas é um grande ambiente que congrega a discussão de toda a política pública ambiental do Estado com ampla participação da sociedade, de todos os segmentos, setor produtivo, academia, instituições de pesquisa e comunidades tradicionais do nosso Estado”, disse Verruck.

Preservação ambiental e desenvolvimento econômico são aliados em Fórum de Mudanças Climáticas de MS
Preservação ambiental e desenvolvimento econômico são aliados em Fórum de Mudanças Climáticas de MS
Preservação ambiental e desenvolvimento econômico são aliados em Fórum de Mudanças Climáticas de MS

Ações

Também foram assinadas a resolução para governança do FEMC (Fórum Sul-Mato-Grossense de Mudanças Climáticas) – instalado em junho de 2022 –, além do termo de cooperação entre Semadesc e Sebrae – ‘RoadMap: Território Carbono Neutro’ para identificar as potencialidades e vulnerabilidades dos 79 municípios do Estado, e a assinatura do lançamento do Edital de Mudanças Climáticas da Fundect-MS (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul).

Mato Grosso do Sul figura entre os estados que já adotaram medidas consideradas consistentes e eficazes para combater os efeitos das mudanças climáticas. A conclusão é da Câmara Técnica do Clima da Abema (Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Meio Ambiente), que em 2023 apresentou um balanço da situação de cada unidade da Federação no que tange aos esforços para cumprir as metas estabelecidas pela política climática do Brasil.

A Câmara Técnica do Clima dividiu os estados brasileiros em três grupos, quanto ao estágio de desenvolvimento das medidas para conter as mudanças climáticas – aqueles que ainda não iniciaram o trabalho (o menor grupo), os que precisam consolidar as ações (o grupo maior) e os que estão prontos para decolar porque todo o arcabouço legal e os programas necessários já foram implantados. Mato Grosso do Sul figura nesse último grupo, ao lado dos estados do Sul e do Sudeste do Brasil, além de Pernambuco e do Distrito Federal.

O Governo do Estado estabeleceu a meta de transformar Mato Grosso do Sul em “Estado Carbono Neutro” até 2030 e direciona todos os programas, projetos e ações públicos nesse sentido.

Preservação ambiental e desenvolvimento econômico são aliados em Fórum de Mudanças Climáticas de MS
Preservação ambiental e desenvolvimento econômico são aliados em Fórum de Mudanças Climáticas de MS

O lançamento do edital de ‘Mudanças Climáticas’ – com valor global de R$ 6 milhões – autoriza que a Fundect realize chamada pública para pesquisadores vinculados às Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs) e universidades sediadas em Mato Grosso do Sul, a apresentar propostas que possibilitem a geração de bases (gerencial e metodológica) voltadas para o desenvolvimento de tecnologias, produtos, processos, serviços, políticas públicas e outros ativos, visando obrigatoriamente o enfrentamento das mudanças climáticas no Estado.

O professor doutor Daniel Vargas ministrou a palestra como tema “Transição Climática e Conversão do Verde em Valor”. “A preservação, produção e economia andam de mãos dadas. É necessário olhar a transição climática, não como problema pontual e passageiro, mas como oportunidade para garantir sucesso ao Brasil”, afirmou Vargas.

O evento, realizado no Sebrae – em Campo Grande –, segue hoje (1°), com dois painéis temáticos. Nesta terça-feira (2), o Fórum oferecerá oficinas práticas, todas voltadas para a aplicação de soluções sustentáveis em diferentes setores, como pecuária, manejo do fogo, estratégias de carbono neutro, conservação de recursos hídricos e modelos inovadores de agropecuária sustentável.

“A questão do clima é um fenômeno global com efeitos locais e regionais. O Fórum é o ambiente oficial para construção de políticas públicas voltadas as necessidades que encontramos”, afirmou Artur Falcette, secretário-executivo de Meio Ambiente da Semadesc.

Também participaram do evento os secretários Rodrigo Perez (Segov), Eduardo Rocha (Casa Civil), e ainda o diretor superintendente do Sebrae/MS, Cláudio Mendonça e o diretor-presidente da Fundect, Márcio Araújo, além de deputados estaduais e outras autoridades.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm

Entenda o que é o transtorno do espectro autista

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A infância e a adolescência, em Volta Redonda, no sul fluminense, foram difíceis para Ricardo. Ele não conseguia conversar com outras pessoas da sua idade e evitava ambientes muito cheios. Era incompreendido pelos colegas e, por não conseguir se enturmar, foi vítima de bullying.Entenda o que é o transtorno do espectro autistaEntenda o que é o transtorno do espectro autista

“Eu sempre tive a compreensão de que eu era diferente. Que eu não conseguia fazer as mesmas coisas que as pessoas faziam. Falavam que eu era chato, enjoado, antissocial”, relembra ele. “Eu achava que era só isso. Não imaginava que tivesse um diagnóstico para isso”.

Ricardo Fulgoni hoje é juiz de direito e atua na Justiça estadual do Paraná, onde tomou posse em 2022, pouco depois de descobrir o motivo de ter tanta dificuldade para se relacionar com outras pessoas.

“Os anos foram passando. Na vida adulta, eu, com a compreensão de que era diferente, fui seguindo minha vida. Sabia que não conseguia fazer algumas coisas, mas fui seguindo, criando estratégias para superar as minhas dificuldades”.

Quando chegou a pandemia de covid-19, ele ainda era oficial de Justiça e se preparava para o concurso da magistratura. A mudança de rotinas, provocada pelo isolamento social, prejudicou seu cronograma de estudos e isso o afetou muito.

“Eu tinha provas já marcadas e eu estava com um cronograma de estudos muito bem desenhado. Eu sempre fui muito apegado ao planejamento, ao cronograma, à programação. Preciso disso para me sentir confortável. Imprevistos sempre foram muito difíceis para mim. E a pandemia foi uma quebra de rotina gigantesca. Eu tinha o roteiro todo traçado, com as datas das provas que eu ia fazer e aquilo me derrubou”.

Afetado pelas grandes mudanças e sem vontade de sair da cama, Ricardo pensou que estava com depressão, procurou ajuda profissional e começou a se tratar com antidepressivos. Mas isso não resolveu o problema.

“Depois de vários meses, nessas idas e vindas, tentando entender o que estava acontecendo comigo, veio a sugestão de que essas minhas crises de ficar de cama o dia inteiro poderiam não ser decorrentes da depressão, mas ser algo típico do autismo. Tem até um nome para isso: shutdown, que é o desligamento. Quando você está num nível de sobrecarga sensorial muito forte, seu corpo simplesmente desliga”.

O diagnóstico foi um choque, inicialmente, para Ricardo. Ele tinha a visão de que o autista era uma pessoa incapaz, que não conseguia trabalhar e que dependia da família. Não era o seu caso, ele trabalhava desde os 18 anos, quando se tornou servidor público do INSS.

“Então passei por uma avaliação neuropsicológica e veio a confirmação. Nesse processo, eu passei a estudar o tema e, quando eu comecei a ler sobre o que era o autismo, os sintomas, as características, estava ali um manual de instruções da minha vida. Estavam explicadas todas as dificuldades que eu tive ao longo da vida. O diagnóstico foi libertador porque tirou de mim toda a carga de culpa que eu carregava, de ser antissocial, ser chato, ser enjoado”, explicou.

Mesmo com dúvidas sobre se conseguiria tornar-se juiz depois do diagnóstico, ele seguiu em frente e foi aprovado no concurso. “Muita gente me questiona. Para que você quer saber esse diagnóstico agora na vida adulta, colocar esse rótulo de autista. Bem, rótulos eu tive a vida inteira. Fui sempre rotulado de chato, enjoado, antissocial, rótulos errados que eu tive a vida inteira. Se eu falar abertamente que sou autista, pelo menos vão me colocar o rótulo correto”.

Nesta terça-feira (2), celebra-se o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, criado em 2007 pela Organização das Nações Unidas (ONU), com o objetivo de levar informação à população e reduzir o preconceito contra indivíduos que apresentam o transtorno do espectro autista (TEA).

“O transtorno do espectro do autismo é uma condição do desenvolvimento neurológico atípico, que se manifesta nos anos iniciais do desenvolvimento e que acarreta atipicidade nas áreas de interação social e de comunicação social”, explica o neuropsicólogo Mayck Hartwig, que trabalha com o atendimento clínico de adultos autistas.

O juiz Ricardo Fulgoni é uma das pessoas que tiveram um diagnóstico tardio de TEA, mas é possível saber se a pessoa tem essa condição logo no início da infância. Segundo Hartwig, os primeiros sinais do autismo já podem ser percebidos a partir dos 18 meses de idade.

“O diagnóstico do autismo é feito de forma multidisciplinar. Envolve tanto um médico especialista, que é geralmente um psiquiatra ou um neurologista; o neuropsicólogo, que vai fazer também uma avaliação do comportamento; e pode incluir também outros profissionais da área de saúde que têm uma capacitação para identificação do autismo”, explica. “Em alguns casos, já é possível haver uma indicação diagnóstica e o encaminhamento para terapia. Em outros casos é mais difícil conseguir fazer um diagnóstico precoce”.

Lucinete Andrade descobriu que sua filha, Mayara, era autista quando a menina tinha cerca de dois anos de idade.

“Quando você recebe esse diagnóstico, primeiramente você tem muita insegurança em relação ao futuro do seu filho. Depois, você passa a ter insegurança em relação ao desenvolvimento dele, se ele vai conseguir acessar um serviço, uma escola, uma profissionalização. Então é uma constante insegurança”, conta. “Aquela primeira expectativa que você tinha na maternidade não existe mais. Então é preciso aceitar a situação do seu filho e entender que você pode ajudá-lo muito mais se entender e aceitar essas diferenças”.

Depois de receber o diagnóstico e aceitar a situação da filha, Lucinete Andrade passou a tentar ajudar não só a filha como também outras pessoas que não têm condições de pagar por tratamentos e terapias.

Hoje Mayara tem 20 anos e Lucinete preside a Associação Brasileira de Autismo, Comportamento e Intervenção (Abraci-DF), que oferece terapia ABA (Análise do Comportamento Aplicada) para 130 crianças e adolescentes do Distrito Federal.

Há, segundo o neuropsicólogo Mayck Hartwig, três níveis de autismo, que definem a necessidade de suporte que o autista necessitará ao longo da vida. Uma pessoa com nível 1, por exemplo, só precisa de um leve suporte. Já uma diagnosticada com o nível 3 precisa de suporte substancial.

“O autismo hoje é compreendido como um espectro de manifestação fenotípica bastante heterogênea, ou seja, existem várias manifestações diferentes do autismo. E essas manifestações ocorrem também com sinais mais ou menos evidentes em algumas pessoas”, pontua Hartwig.

Além da dificuldade para se comunicar e interagir com outras pessoas, que é comum a todos os autistas, o TEA também pode ter outras manifestações, como comportamentos repetitivos, interesses restritos, problemas em lidar com estímulos sensoriais excessivos (som alto, cheiro forte, multidões), dificuldade de aprendizagem e adoção de rotinas muito específicas.

“É um transtorno que tem um impacto muito grande, porque ele afeta principalmente a cognição social, os pilares da linguagem. Esse espectro tem diversas nuances que compõem o quadro. E é um quadro heterogêneo. De um lado você tem autistas com altas habilidades e outros com deficiência intelectual. Alguns com hiperatividade e outros mais calmos”, afirma Luciana Brites, especialista em Distúrbios do Desenvolvimento e coautora do livro Mentes Únicas.

Luciana, que também é diretora do Instituto Neurosaber, voltado para a disseminação de conhecimento sobre neurodesenvolvimento na infância e adolescência, afirma que o dia 2 de abril é uma data importante para se combater o preconceito e informar a população sobre questões como o diagnóstico precoce. “Quando a gente consegue fazer a detecção antes dos três anos de vida, a gente consegue, muitas vezes, mudar a realidade dessa criança, desse adolescente, desse adulto”.

Segundo ela, a data é importante também para ressaltar a importância da inclusão das crianças com autismo nas escolas e do acesso delas ao tratamento. “As políticas públicas de educação e saúde precisam ser muito bem sustentadas para que a gente consiga avançar no desenvolvimento dessas crianças, que vão virar adolescentes e adultos”.

Mayck Hartwig destaca que, no Brasil, as pessoas com autismo ainda encontram desafios importantes, não só em relação ao acesso a tratamento e terapias, como também à sua inserção nas universidades e no mercado de trabalho, quando adultas.

“Ainda existe um desafio importante em relação ao acesso a terapias e tratamentos em equipamentos públicos. Então boa parte das pessoas vai recorrer a tratamentos clínicos particulares. Aqueles que estão em situação de vulnerabilidade social e financeira não conseguem acessar esse tratamento. Tão importante quanto o diagnóstico é o acesso ao suporte clínico, social, de inserção e permanência nas universidades, de inserção e permanência no mercado de trabalho”.

Ainda não se sabe o que causa o autismo. Pesquisas mostram, no entanto, que essa condição do neurodesenvolvimento atípico é multifatorial e ocorre pela interação de componentes genéticos e ambientais.

Seleção feminina goleia Paraguai e fatura penta em Sul-Americano Sub17

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Após uma campanha invicta, a seleção brasileira feminina de futebol Sub 17 conquistou o pentacampeonato sul-americano, com com direito à goleada; Na noite de domingo (31), as brasileiras derrotaram as anfitriãs paraguaias. por 5 a 1, no Estádio Carfem, em Ypané. Além de levantar a taça pela quinta vez na história, a seleção também carimbou vaga na Copa do Mundo da categoria, programada para outubro, na República Dominicana.Seleção feminina goleia Paraguai e fatura penta em Sul-Americano Sub17Seleção feminina goleia Paraguai e fatura penta em Sul-Americano Sub17

“Foi uma partida muito interessante em que a equipe foi muito bem desde o princípio do jogo. Elas conseguiram impor e buscar o resultado, que era o objetivo. Tivemos momentos de oscilações, mas em nenhum momento elas perderam a confiança, porque estavam unidas e eu acredito que cumpriram o papel delas hoje”, analisou Simone Jatobá, em depoimento à CBF após a conquista.

Capitã da seleção, Juju Haris abriu o placar contra as paraguaias, no Estádio Carfem. A atacante dividiu a artilharia do Sul-Americano com a camisa 11 Giovanna Waskman, ambas com cinco gols cada.

“Estou muito feliz pela vitória, pelos gols, pelo campeonato e por tudo. Representar o Brasil e marcar em uma final é uma sensação única. Evoluímos muito na competição e a Simone [técnica] e a comissão nos ajudaram muito nesse processo. Agora vamos trabalhar firme para chegarmos preparadas no nosso próximo desafio, que é o Mundial”, projetou a camisa 9 da seleção.

Já a atuação da meio-campista Giovanna foi além dos cinco gols marcados ao longo do Sul-Americano, o último deles na final contra o Paraguai. Estreante na seleção, a camisa 11 brilhou com um hat-trick na no duelo contra o Equador, o primeiro do quadrangular.

“É um sentimento de muito orgulho representar o meu país no meu primeiro campeonato e trazer o título para o Brasil. Ser artilheira e ajudar a minha equipe com os gols foi muito gratificante e fiquei muito feliz. Nosso grupo é muito unido, nos damos muito bem, é como uma família, e vamos trabalhar para quando chegar no Mundial a gente estar mais forte ainda”, disse a jogadora de apenas 15 anos, que também prestou quatro assistências durante o torneio.

Os outros gols da goelada brasileira contra o Paraguai foram marcados por Aninha (camisa 7), Kalena (22) e Sofia (3).

A seleção somou cinco vitórias e dois empates no Sul-Americano. Estreou com 2 a 0 sobre a Venezuela. Depois, na segunda rodada, ganhou por 3 a 0 do Peru. Na partida seguinte, empatou em 3 a 3 com a Colômbia. Na sequência, no primeiro duelo do quadrangular, o Brasil aplicou 4 a 0 no Equador. A goleada final foi na disputa do titulo contra as anfitriãs paraguaias (5 a 1).

Seleção feminina goleia Paraguai e fatura penta em Sul-Americano Sub17

ISI Biomassa, UFRJ e ExxonMobil Brasil desenvolvem nova rota tecnológica para produção de biocombustível

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Tecnologias mais eficientes, econômicas e acessíveis estão entre os grandes desafios da transição energética. Fazer com que o uso de energias renováveis se torne rotina, no entanto, exige muitos testes e pesquisas. O projeto firmado entre o (Instituto Senai de Inovação em Biomassa (ISI Biomassa), localizado em Três Lagoas, o Laboratório de Intensificação de Processos e Catálise da UFRJ (LIPCAT) e a ExxonMobil Brasil busca desenvolver uma nova rota tecnológica para viabilizar a produção de biocombustíveis.

O projeto é fruto de um acordo de cooperação técnica firmado entre o Senai Nacional e a ExxonMobil Exploração Brasil, em 2023, para a execução de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) entre a empresa e Institutos Senai de Inovação credenciados na ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

ISI Biomassa, UFRJ e ExxonMobil Brasil desenvolvem nova rota tecnológica para produção de biocombustível

De acordo com o gerente de Gestão e Negócios do ISI Biomassa, João Gabriel Marini, a empresa se soma à lista de apoiadores reconhecidos e de grande porte da instituição. “É uma honra sermos reconhecidos por uma gigante mundial do setor de O&G, ainda mais por sermos um dos primeiros institutos Institutos de Pesquisa brasileiro em firmar um projeto de pesquisa com a ExxonMobil Brasil. E o mais importante é saber que empresas deste porte estão engajadas na busca de alternativas sustentáveis para nosso planeta”, destacou.

O projeto “LignoOil Thermoprocess – Desenvolvimento de rota tecnológica para a produção de bio-óleo pirolítico hidrotratado a partir de biomassas e ligninas” tem como objetivo estudar, desenvolver, otimizar e validar uma nova forma de obter matéria-prima para produção de biocombustíveis.

De acordo com o pesquisador ISI Biomassa responsável pelo projeto, Paulo Renato, os processos químicos utilizados na transformação de biomassas e resíduos, como a pirólise rápida, liquefação hidrotermal e hidrotratamento catalítico, são consolidados e já empregados em diferentes tipos de materiais. “O uso dessas tecnologias integradas, no entanto, ainda é inexplorado e requer um estudo aprofundado”, explicou.

A vantagem do novo experimento está justamente no uso sustentável de material renovável e diversificado, como as biomassas, que consistem em matéria orgânica animal ou vegetal, para obtenção de bio-óleo hidrotratado com potencial de serem empregados em processos de refino tradicionais de geração de combustíveis renováveis.

O experimento visa a obtenção de óleos a partir de biomassa lignocelulósica e lignina.  A lignina, um dos componentes da biomassa, é uma estrutura que integra as paredes vegetais e tem grande potencial energético para produção de óleos e carvão.

Conforme o pesquisador, o desenvolvimento de combustíveis verdes tem benefícios que vão desde a inserção no mercado de produtos do tipo, com selo renovável e de caráter de carbono neutro, até a diversificação de matéria-prima gerando ganhos econômico e ambiental.

ISI Biomassa, UFRJ e ExxonMobil Brasil desenvolvem nova rota tecnológica para produção de biocombustível

Não quer sexo ao mesmo tempo que seu parceiro? Experimente esta técnica

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Sexo é igual a relação sexual. Se você não está fazendo sexo como as estrelas pornôs, você não está fazendo sexo bom. Sexo programado não é natural.

Vivemos numa sociedade em que somos bombardeados por esses mitos sexuais. Um dos mitos mais perniciosos é que o desejo sexual é “uma centelha elétrica de desejo” que acontece natural e instantaneamente. Se você não sente o desejo como um raio na parte de baixo dos eu corpo, há algo de errado com você.

Em seu primeiro livro, “Come As You Are: The Surprising New Science That Will Transform Your Sex Life”, a educadora sexual Dra. Emily Nagoski travou uma batalha contra esse conceito de desejo espontâneo, especialmente em nome de mulheres que se sentiam quebradas se elas não experimentavam o desejo dessa forma.

Mas o que acontece nos relacionamentos de longo prazo quando dois parceiros seguem caminhos diferentes para o desejo e não conseguem chegar lá ao mesmo tempo ou da mesma maneira?

Para responder a estas perguntas, Nagoski escreveu um novo livro chamado “Come Together: The Science (and Art!) of Creating Lasting Sexual Connections”, que se concentra na manutenção da compatibilidade sexual em relacionamentos de longo prazo.

Em “Goze Junto: A Ciência (e Arte!) De Criar Conexões Sexuais Duradouras (em tradução livre)”, Nagoski explica os obstáculos que podem prejudicar o prazer sexual com um parceiro de longa data e como se libertar deles.

Veja a entrevista editada da CNN com Nagoski.

Ian Kerner: Em “Come As You Are”, você destacou a diferença entre desejo espontâneo e desejo responsivo. Você pode explicar esse conceito?

Dra. Emily Nagoski: Ao contrário do desejo espontâneo – esta ideia de que experimentamos o desejo por sexo do nada –, o conceito de desejo responsivo coloca o prazer em primeiro lugar. Significa que o seu desejo por sexo surge em resposta ao prazer. Quando você está experimentando um desejo responsivo, seu corpo diz: “Ah, certo. Sim! Viva!”

Na época em que escrevi meu primeiro livro, as empresas farmacêuticas estavam desenvolvendo medicamentos para mulheres que não sentiam desejo espontâneo – essencialmente um tipo de “Viagra rosa”. Mas estava claro para mim que o que eles estavam tratando não era um problema. Eles estavam tratando o fato de as pessoas acreditarem numa mentira cultural. E foi sobre isso que escrevi: Basicamente, o desejo responsivo não é uma doença. Não existe normalidade quando se trata de sexo e existe mais de uma maneira de vivenciar o desejo sexual.

Kerner: Vamos falar sobre seu ímpeto para escrever “Come As You Are”. Você é bastante honesta sobre sua própria vida sexual.

Nagoski: Ironicamente, quando escrevo um livro, isso é muito ruim para minha vida sexual. Embora eu esteja lendo, escrevendo, pensando e falando sobre sexo o tempo todo, acabo sem interesse em realmente fazer sexo.

Depois que terminei de escrever “Come As You Are”, as coisas melhoraram um pouco na minha vida sexual com meu marido, mas depois fiz uma turnê do livro e pioraram muito.

Tentei seguir meu próprio conselho, que era colocar o corpo na cama e deixar a pele tocar a pele do parceiro, para criar um contexto que permita ao corpo acessar o prazer. E seu corpo diz: “Sim, foi uma ótima ideia”.

Mas quando fiz isso, literalmente comecei a chorar e adormeci. E pensei que precisava de conselhos melhores do que os que dei em meu próprio livro.

Então comecei a analisar pesquisas revisadas por pares para ver como casais bem-sucedidos mantêm uma forte conexão sexual.

Kerner: A discrepância de desejo é a questão sexual número 1 que os casais em relacionamentos de longo prazo parecem enfrentar: baixo desejo, nenhum desejo, libidos incompatíveis, um sentimento de incompatibilidade sexual. Em “Come Together”, você nos pede para ver a questão de forma diferente. Em vez de focar no desejo, você escreve que “o prazer é a medida” e que o objetivo deveria ser centralizar o prazer.

Nagoski: Eu já estava caminhando nessa direção em “Come As You Are” e quando olhei para a pesquisa nesta área, mais claro ficou que as experiências sexuais ideais não têm realmente a ver com desejo. Quando você conversa com pessoas que têm uma ótima vida sexual, elas não falam sobre desejo. Simplesmente não faz parte da equação. Em vez disso, falam sobre prazer; eles falam sobre autenticidade e vulnerabilidade. E acima de tudo, falam de empatia.

Pessoalmente, eu estava interessada em fazer sexo, mas não consegui chegar a um ponto onde meu corpo estivesse pronto para isso porque não estava no estado mental adequado.

Eu sabia que se conseguisse chegar lá, meu marido e eu teríamos um sexo ótimo, alegre, prazeroso, conectado, envolvente e maravilhoso. Mas existe uma relação muito forte entre o estresse e a dificuldade de acesso ao prazer sexual. Esse foi o desafio para mim.

Kerner: Muitas vezes podemos não ter um desejo inato por sexo, mas para chegar ao prazer ainda precisamos ter disposição e motivação, certo? Ainda precisamos superar todos os estressores diários que sufocam o sexo. É aqui que você fala sobre o conceito de “planta emocional”, que é essencialmente apenas um modelo de vários “espaços” emocionais e como eles interagem – ou não – com sua “luxúria” ou “espaço sexy”.

Nagoski: Para mim, não existe um caminho direto do meu “espaço de estresse” para o meu “espaço sexy”. Eu tenho que passar por outro espaço no caminho primeiro. Se estou em um estado mental curioso, intelectualmente engajado, exploratório, aventureiro ou brincalhão, é fácil entrar em um estado mental de luxúria. Preciso fazer a transição do estresse para a diversão e depois para a luxúria.

Obviamente, o mapa emocional de cada pessoa é diferente. Algumas pessoas podem passar de estressadas a sexy, por exemplo. Outros precisam passar por sentir-se cuidados antes de chegarem à luxúria. Mas o segredo é identificar em quais espaços você normalmente está antes de se sentir sexy e, então, fazer coisas que o levem a um estado de espírito em que você esteja aberto para sentir prazer.

Kerner: Você fala sobre casais que precisam de uma “terceira coisa” em seus relacionamentos. O que isso significa?

Nagoski: Este é um conceito que tirei de um ensaio do poeta Donald Hall. Ele escreveu sobre seu relacionamento com sua esposa: “Não passávamos nossos dias olhando nos olhos um do outro… na maioria das vezes nossos olhares se encontravam e se entrelaçavam enquanto olhavam para uma terceira coisa”. Essa terceira coisa pode ser qualquer coisa que os deixe entusiasmados ou que compartilhem interesse – seus filhos, seus animais de estimação, seu esporte, músico ou programa de TV favorito. E quando você faz da sua vida sexual uma terceira coisa, ela se torna um ponto de fascínio compartilhado que vocês desejam trabalhar juntos.

Kerner: Muitos de nós crescemos em lares que evitavam o sexo – é como se o sexo nem existisse – ou eram negativos em relação ao sexo – um ambiente de reprovação e vergonha. Então, como promovemos a “positividade sexual” em nossos próprios relacionamentos?

Nagoski: Para mim, ser sexualmente positiva significa ter autonomia corporal básica: todos podem escolher como e quando são tocados e como se sentem em relação ao seu corpo. Isso é liberdade – e quando nos sentimos livres, é quando podemos ter acesso ao prazer.

*Nota do Editor: Ian Kerner é um terapeuta matrimonial e familiar licenciado, escritor e colaborador sobre o tema relacionamentos da CNN. Seu livro mais recente é um guia para casais, “Então, conte-me sobre a última vez que você fez sexo”.

Vereadora Lígia pede ônibus exclusivo para atender ao esporte em Amambai

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A disponibilização de ônibus exclusivo facilitará a participação de equipes de Amambai em competições regionais, destaca Lígia Borges. (Foto: Divulgação)

Vilson Nascimento

Através de indicação apresentada durante a sessão da Câmara Municipal dessa segunda-feira, dia 1 de abril, a presidente da Casa de Leis, vereadora Lígia Borges (PP) pediu ao Executivo Municipal a destinação de um ônibus exclusivo para atender o setor de esportes da Sedesc (Secretaria de Desporto e Cultura) da prefeitura, em Amambai.

Segundo a vereadora, que é profissional de educação física e inclusive já foi secretária de esportes em Amambai, a indicação se faz necessária devido à devolução dos ônibus para a Secretaria Municipal de Saúde.

“Hoje não temos ônibus disponível para atender aos atletas, lembrando que a nossa cidade participa de diversas modalidades esportivas, como o futebol, voleibol, futsal, etc”, enfatizou Lígia Borges ao lembrar que os atletas de Amambai estão sempre se deslocando para outros municípios para participar de competições representando a cidade.

“Esse meio de transporte facilitará a condução, para que nossa cidade seja sempre bem representada nessas competições”, finalizou a parlamentar.

Foragido da Justiça é preso pelo DOF em Itaquiraí

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Foto: Assessoria/DOF

Policiais Militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) prenderam na manhã deste domingo (31), um homem de 34 anos de idade que estava foragido da Justiça. Contra ele havia um mandado de prisão a cumprir expedido pela 3ª Vara Criminal de Dourados.

Os militares realizavam um bloqueio policial para fiscalização na rodovia BR 163, área rural do município, quando deram a ordem de parada ao condutor de uma motocicleta Honda CG 150 de cor prata. Ele disse que seguia de Iguatemi para Itaquiraí e, inicialmente, mentiu o nome ao informar o nome de seu irmão.

Durante as averiguações junto ao sistema de cadastro criminal constatou-se o referido mandado de prisão a cumprir. Ele disse que mentiu o nome justamente por ter problemas com a Justiça.

A ocorrência foi registrada e entregue na Delegacia da Polícia Civil em Itaquiraí, juntamente com o homem detido e a motocicleta.

A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, parceria da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) com o MJ (Ministério da Justiça e Segurança Pública) e da Operação Ágata Fronteira Oeste II, em parceria com o Exército Brasileiro.

O DOF mantém um canal aberto direto com o cidadão para tirar dúvidas, receber reclamações e denúncias anônimas, através do telefone 0800 647-6300. Não precisa se identificar e, a ligação, será mantida em absoluto sigilo. O serviço funciona 24 horas por dia, sete dias por semana. Siga o DOF no Instagram: @dofpmms.

Homem é preso pelo DOF com arma de fogo e munições ilegais em Aral Moreira

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Foto: Assessoria/DOF

Policiais Militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) prenderam na tarde de sexta-feira (29), um homem de 21 anos de idade por porte e posse ilegais de uma pistola Glock de calibre 9 milímetros mais 41 munições intactas, de mesmo calibre.

Os militares realizavam um patrulhamento urbano na cidade de Aral Moreira quando foram informados, por populares, de que um homem em uma Toyota Hilux estaria armado. Durante as diligências pela cidade, os policiais localizaram a camionete.

Ao abordar condutor e passageiro, os policiais localizaram na cintura do condutor a pistola municiada com 16 munições intactas. Uma caixa com mais 25 munições estava no interior do veículo.

A ocorrência foi registrada e entregue na Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), em Dourados e, o prejuízo estimado ao crime foi de R$ 15 mil.

A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, parceria da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) com o MJ (Ministério da Justiça e Segurança Pública) e da Operação Ágata Fronteira Oeste II, em parceria com o Exército Brasileiro.

O DOF mantém um canal aberto direto com o cidadão para tirar dúvidas, receber reclamações e denúncias anônimas, através do telefone 0800 647-6300. Não precisa se identificar e, a ligação, será mantida em absoluto sigilo. O serviço funciona 24 horas por dia, sete dias por semana. Siga o DOF no Instagram: @dofpmms.

Passageiro de ônibus que seguia com droga para Campo Grande é preso pelo DOF em Amambai

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Foto: Assessoria/DOF

Policiais Militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) prenderam na manhã de sábado (30), um homem de 18 anos de idade por tráfico de drogas. Ele seguia para a capital sul-mato-grossense com oito quilos de skank.

Os militares realizavam um bloqueio policial para fiscalização na rodovia MS 156, área rural do município, quando deram a ordem de parada ao condutor de um ônibus de passageiros que seguia de Coronel Sapucaia para Campo Grande.

Durante vistoria no compartimento de bagagens localizou-se, em uma mochila preta, os oito quilos da droga. O homem disse que foi contratado para pegá-la em Coronel Sapucaia e entregá-la em Campo Grande.

A ocorrência foi registrada e entregue na Delegacia da Polícia Civil em Amambai. O prejuízo estimado ao crime foi de R$ 80 mil.

A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, parceria da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) com o MJ (Ministério da Justiça e Segurança Pública) e da Operação Ágata Fronteira Oeste II, em parceria com o Exército Brasileiro.

O DOF mantém um canal aberto direto com o cidadão para tirar dúvidas, receber reclamações e denúncias anônimas, através do telefone 0800 647-6300. Não precisa se identificar e, a ligação, será mantida em absoluto sigilo. O serviço funciona 24 horas por dia, sete dias por semana. Siga o DOF no Instagram: @dofpmms

Prefeitura de Paranhos realizou a sexta edição do Pesque Fest

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Fotos: Assessoria

No último sábado (30/03), a prefeitura de Paranhos realizou a 6ª edição do Pesque Fest no lago do Parque Ecológico Clovis Bronzin. O evento iniciou-se às 8 horas da manhã com o concurso de pesca.

Na cerimônia de abertura estiveram presentes o prefeito Donizete Viaro, a presidente da câmara de vereadores, Elizabeth Brites Benites, Vereadores Hélio Acosta, Milton Silva, Denilson Rafaine, Joãozinho de Quadros, Adriana Ribeiro, o agente Regional da Casa Civil, Antônio Dantas, e a Deputada Estadual Mara Caseiro.

Este ano foram aproximadamente mil inscritos nas categorias, sendo o valor da taxa de inscrição de 1 kg de alimento não perecível, e tudo o que foi arrecadado será revertido para as famílias carentes. As premiações foram fornecidas pelos patrocinadores, para os classificados em primeiro lugar, maior e menor pescado, pescadores de menor e maior idade, além de sorteio de brindes durante o dia.

Com o objetivo de proporcionar às famílias Paranhenses e aos visitantes de diversos municípios da região do Conesul e do país vizinho momentos de lazer e descontração, o espaço do Parque do Lago contou com uma ampla praça de alimentação.

Em parceria com o Governo do Estado, através da Fundação de Cultura e Setescc, as atrações musicais proporcionaram um mega show para mais de 3 mil pessoas. João Lucas e Walter Filho foram os primeiros a subir ao palco e logo após o Grupo Tradição fechou com chave de ouro.

O prefeito Donizete fez uma avaliação positiva sobre o evento. “O evento ocorreu da maneira esperada, com um número expressivo de participantes, com a felicidade estampada no rosto dos competidores e famílias envolvidas. Tudo isso com o apoio da Câmara de Vereadores e do Governo do Estado, é com união que se faz um projeto sair do papel e se tornar realidade. Tenho certeza que o Pesque Fest não teria essa grandeza, com reconhecimento dos munícipes e dos visitantes, se não fosse essa parceria entre todos. Secretariados e colaboradores, meu muito obrigado a todos”, completou o prefeito.

Discussão sobre foro privilegiado se arrasta há pelo menos 17 anos no Congresso

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Tema de julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), a discussão sobre o fim do foro privilegiado tem se arrastado no Congresso Nacional há pelo menos 17 anos.

Por se tratar de uma alteração na Constituição, a pauta precisa ser debatida no Parlamento por meio de uma emenda à Carta Magna.

Atualmente, há quatro propostas de emendas à Constituição (PEC) em tramitação no Legislativo com o objetivo de alterar a regra do foro privilegiado. Três delas tramitam na Câmara dos Deputados e uma no Senado Federal.

A PEC com a tramitação mais avançada no Congresso acaba com a prerrogativa de foro para autoridades nos casos de prática de crimes comuns, inclusive corrupção.

Apresentada em 2013, a proposta foi aprovada pelo Senado em 2017. Em 2018, o texto recebeu o aval na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e na comissão especial destinada a analisar o conteúdo do texto. De lá para cá, a PEC, que está pronta para ser votada em plenário, espera um sinal para avançar.

Pela proposta aprovada pelo Senado, as autoridades deverão ser julgadas pela primeira instância no estado onde o eventual crime houver ocorrido, e não mais em tribunais superiores. O projeto estabelece uma exceção para os presidentes da República, da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal.

A proposta mais antiga e com tramitação ativa no Congresso foi apresentada na Câmara em 2007. O texto também foi aprovado pelas comissões da Casa, mas nunca chegou a ser analisado pelo plenário.

Discussão no STF

Na semana passada, o foro privilegiado voltou a pautar o STF, que tem analisado o tema. Até o momento, o placar está 5 a 0 pela ampliação do foro privilegiado. O presidente do tribunal, Luís Roberto Barroso, pediu vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso.

Relator da ação, o ministro Gilmar Mendes propôs que, em caso de crimes praticados no exercício da função, o foro privilegiado deve ser mantido mesmo após a autoridade deixar o cargo. A norma valeria para casos de renúncia, não reeleição, cassação, entre outros.

O entendimento difere do que foi decidido pelo STF em 2018, quando o plenário da Suprema Corte restringiu o foro privilegiado e determinou que só devem ser investigados no Supremo crimes praticados durante o mandato e relacionados ao exercício do cargo.

Pela regra atual, processos com relação a crimes cometidos antes do cargo ou cometidos no exercício do cargo, mas sem relação com a função, devem ser enviados para a primeira instância da Justiça. Ou seja, quando um parlamentar investigado deixa a função, o STF repassa o processo criminal para outra instância.

Antes, um inquérito ou uma ação penal que envolvia um parlamentar eram repassados ao STF, mesmo que tratassem de fatos anteriores ao mandato.

Nova PEC

Diante do debate simultâneo sobre o foro privilegiado, deputados e senadores têm ensaiado uma resposta ao Supremo Tribunal Federal.

Parlamentares da oposição voltaram a criticar o STF por uma suposta “interferência” do Judiciário no Legislativo.

Segundo a analista Raquel Landim, da CNN, o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), deve apresentar mais uma PEC sobre o assunto. Se for de fato protocolada, o Congresso terá cinco propostas para alterar regra do foro privilegiado.

“Quem legisla somos nós, não os ministros do STF”, disse Cavalcante à CNN.

A ideia é que a nova PEC mantenha o foro para o presidente da República e para presidentes dos demais poderes no Supremo Tribunal Federal, mas acabando com a norma para parlamentares.

O texto, segundo Sóstenes, prevê que casos de parlamentares iriam para os tribunais regionais federais, com possibilidade de recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o STF.

O deputado pretende começar a coleta de assinaturas em favor da PEC nesta semana. Para que a proposta de emenda à Constituição seja apresentada, ela precisa do apoio de, no mínimo, 171 deputados.

Em outro movimento, deputados da oposição também já trabalham para destravar a PEC já aprovada pelo Senado em 2017 e que está parada na Câmara há seis anos. Caberá ao presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), levar o item para análise do plenário.

Em 15 meses de gestão Lula, Brasil exportou mais do que o dobro do que Bolsonaro no mesmo período

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Farelo de soja está dentre os produtos exportados Marcelo Camargo/Agência Brasil

Desde o retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto, o Ministério de Agricultura e Pecuária exportou produtos do agro brasileiro para 100 novos mercados, em um ano e três meses. O número é mais do que o dobro do que foi registrado no mesmo período durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL): 48.

Não há uma estimativa formalmente estabelecida de ganhos com a abertura dos novos mercados. Dos 100 novos mercados na gestão do petista:
• 36 são na Ásia,
• 35 são nas Américas,
• 17 são na África,
• 7 são na Oceania; e
• 5 são na Europa.

Dentre os produtos, destacam-se algodão, carnes bovinas e suínas, suco de açaí, frango, mamão, arroz, pescados, ovos e café verde.

Em 2023, as exportações brasileiras do agronegócio superaram os recordes dos anos anteriores, atingindo US$ 166,49 bilhões, ou seja, 4,8% superior ao registrado em 2022, representando um aumento de US$ 7,62 bilhões. De acordo com o ministério, chefiado por Carlos Fávaro, o agro foi responsável por 49% do total das vendas internacionais no ano passado.

Confira o número de mercados abertos: 34 em 2019, 73 em 2020, 76 em 2021, 52 em 2022, 78 em 2023 e 22 em 2024. Entre os novos países, estão Taiwan, Indonésia, China, Zâmbia, Equador, Japão, Peru, África do Sul, Argentina, Chile, Butão, Colômbia, México, República Dominicana, Rússia, Singapura, Panamá, Vanuatu, Vietnã, Grã-Bretanha, Omã, Paquistão, entre outros.

Em relação aos produtos exportados, estão: couro e pele de animais, peixes vivos, leite e produtos lácteos, sêmen e embrião bovino, gergelim, plantas de eucalipto, termoprocessados de aves, ovos férteis, uvas, maças, plasma e hemoglobina bovina em pó, fibroblasto bovino para finalidade de clonagem, farelo de soja, lã suja de ovinos, mudas de cana-de-açúcar in vitro, estômago suíno, entre outros.

As novas aberturas, para o ministro da Agricultura, são fruto da relevância e retomada do Brasil no mercado internacional e reforçam o reconhecimento dos players mundiais no sistema de controle sanitário do país, além do reflexo positivo na economia brasileira.

“É a chance do produtor acessar oportunidades até então inéditas. Isso gera demanda, o produtor precisa aumentar seu negócio, e o resultado é mais emprego e renda em todo o país”, afirmou Fávaro.

Mercosul

Em 2023, o Brasil registrou um crescimento de 21% nas exportações em real para o Mercosul, alcançando US$ 1,7 bilhões na participação, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Industria, Comércio e Serviços. Apesar do crescimento para países do bloco, no ranking com as demais moedas, o Brasil apresentou uma queda de 9,3% no total comercializado em real.

Mesmo com a queda em real, as exportações brasileiras cresceram 17,4% no primeiro bimestre de 2024, alcançando US$ 50,51 bilhões. De acordo com o ministério, a indústria extrativa, relacionada a recursos naturais e insumos, agropecuária e produtos da indústria da transformação foram as que tiveram o melhor desempenho.
 
Ainda de acordo com o relatório divulgado pela pasta, a União Europeia foi o segundo bloco com o maior destino das exportações em real, com participação de 15,6% do total. Ao mesmo tempo, a União Europeia é o maior destino das exportações em euro, com participação de 61,5%.

Projeto de lei quer obrigar menção a Santos Dumont em todos os voos domésticos

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Santos Dumont é patrono da aeronáutica brasileira Domínio Público

A Câmara dos Deputados analisa um projeto de lei que obriga incluir referências a Alberto Santos Dumont nos discursos proferidos pelos comissários de bordo ou comandantes de aeronaves em todos os voos domésticos do Brasil. O objetivo da proposta é reconhecer e valorizar “o legado do ‘pai da aviação’ e patrono da aeronáutica brasileira“.

“Embora possa parecer insignificante à primeira vista, o projeto de lei em questão representa uma oportunidade de valorizar um dos maiores inventores do mundo, que deveria ser motivo de
orgulho para todos os brasileiros”, afirma o autor da proposta, deputado Pedro Aihara (PRD-MG), que é do mesmo estado que Dumont. O “pai da aviação” faleceu em 1932, aos 59 anos. 

Além de prestar a homenagem, a citação por pilotos e comissários tem o objetivo de fortalecer o sentimento de identidade nacional e promover o turismo cultural, “destacando aos passageiros estrangeiros a relevância histórica e cultural de Santos Dumont para o Brasil”. 

Caso vire lei, a referência ao patrono da aeronáutica brasileira deverá ser feita pelo menos uma vez durante os voos nacionais, com homenagem ou menção a Santos Dumont e destaque à contribuição pioneira para o desenvolvimento da aviação.

Na Câmara, o projeto não tem previsão para ser levado ao plenário, já que tramitará em caráter conclusivo nas comissões de Viação e Transportes; de Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovado pelos deputados, a proposta vai para análise no Senado antes de seguir para sanção presidencial.

USDA diminui esperanças de alta da soja: O que fazer?

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O relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mostrou estoques e área plantada de soja maiores do que o esperado, resultando em expectativas pessimistas para os preços no curto, médio e longo prazos, a menos que ocorra uma catástrofe climática nas safras dos EUA ou Brasil. De acordo com a TF Agroeconômica, altas pontuais no mercado interno, causadas por disputas entre exportadores e indústrias, devem ser aproveitadas imediatamente, pois a tendência geral é de queda para o restante da temporada. 

A demanda da China aumentou ligeiramente, mas sua direção para a América do Sul não reduzirá os estoques americanos, incapaz de elevar os preços em Chicago ou internacionalmente. Os prêmios negativos de exportação indicam uma oferta muito maior do que a demanda.

Diante da análise apresentada, a recomendação é a seguinte: em primeiro lugar, sugere-se reduzir a área da próxima safra, atualmente em fase de planejamento, visando equilibrar a lucratividade a longo prazo. Em segundo lugar, é aconselhável aproveitar cada oportunidade de alta nos preços da soja ou nas cotações da CBOT para fixar preços ou vender o produto físico, dada a tendência geral de baixa esperada para 2024, com preços que dificilmente ultrapassam os níveis atuais. 

Por fim, considerando a estabilidade ou queda nos preços, recomenda-se a venda o mais rapidamente possível e a aplicação do capital no mercado financeiro, aproveitando os juros mais altos, como uma estratégia para maximizar os ganhos antes de cumprir as obrigações financeiras. Qualquer sugestão diferente dessas estaria promovendo ilusões que, no futuro, apenas resultarão em frustrações.

Segundo a TF, não existem fatores de alta no curto prazo, a não ser uma catástrofe na soja norte-americana. “O que pode haver são pequenas tomadas de lucro eventuais, por parte dos Fundos, que devem ser aproveitadas pelos vendedores de soja, farelo e óleo ao longo do ano, porque, de resto, os preços estarão em queda, em direção ao seu leito natural de $ 10/bushel, ou próximo disto”, comenta.

“O avanço da comercialização da soja do Brasil e o início da colheita na Argentina devem pressionar os preços da soja em 2024, segundo relatório trimestral sobre commodities agrícolas do Rabobank, divulgado hoje. Além disso, o aumento da área plantada nos Estados Unidos deve confirmar a tendência baixista. A queda também vem sendo influenciada pelo aumento na produção da América do Sul”, conclui.

O que acontece com o consignado após a morte de segurado do INSS?

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Dinheiro, Real Moeda brasileira

A concessão de crédito consignado a aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) teve um salto de 54% em um mês. Segundo o Banco Central, foram concedidos R$ 11 bilhões em janeiro deste ano, ante R$ 7,2 bilhões em dezembro de 2023. 

Mas muitas pessoas que aderem a esse tipo de empréstimo não sabem o que acontece com as parcelas devidas após a morte de um beneficiário. Apesar de o INSS e a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) afirmarem que a dívida é suspensa após falecimento, na prática, não é o que acontece.

A modalidade é oferecida a quem tem aposentadoria ou pensão creditada em conta-corrente. Pelo valor ser descontado diretamente na folha de pagamento, é uma opção de empréstimo fácil e com juro baixo, atualmente em 1,72% ao mês. 

Uma recente decisão da 10ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) determinou a permanência de dívida de empréstimo consignado, apesar do falecimento do devedor.

O relator, o juiz federal Pablo Baldivieso, observou que o contrato de empréstimo em questão não incluía seguro para o falecimento do mutuário, resultando no vencimento antecipado da dívida com a morte. Portanto, o óbito do consignante não anula a obrigação do empréstimo, pois a herança responde pela dívida, dentro de seus limites.

O magistrado votou por manter a sentença, concluindo que o falecimento do devedor não cancela a obrigação do empréstimo. Portanto, o espólio ou os herdeiros são responsáveis pela dívida dentro dos limites da herança.

Os herdeiros não são obrigados a pagar com o próprio dinheiro, mas os bens deixados pela pessoa que morreu devem ser usados para quitar a dívida restante. 

O advogado Rafael Verdant explica que não são os herdeiros que devem pagar, mas sim o patrimônio deixado pela pessoa falecida. Caso não haja patrimônio, a dívida não é transferida aos herdeiros, e sim extinta. 

“Quando tem o falecimento de uma pessoa com consignado, no passado se costumou a criar uma ideia que esse empréstimo se extinguia. Existia uma lei que previa essa extinção do crédito com a morte do devedor. Porém, essa lei foi alterada com o passar dos anos e hoje não existe mais essa previsão de extinção imediata com o falecimento do devedor”, afirma Verdant, líder do contencioso estratégico do Albuquerque Melo Advogados.

Seguro

Segundo ele, atualmente há duas possibilidades. A primeira é quando o devedor tem um seguro, o chamado seguro prestamista. Esse seguro existe para garantir o débito na hipótese de falecimento do devedor. Nesse caso, o débito é extinto porque será garantido pelo prêmio do seguro.

Mas, se o devedor não contratou o seguro, qual é a solução?

Não se herda dívida no direito brasileiro. Quando uma pessoa morre, ela deixa um patrimônio. Então esse espólio tem que fazer o pagamento dos débitos. Ou seja, sempre a herança vai fazer o pagamento de um débito consignado ou qualquer outro débito.

Rafael Verdant

Já o advogado trabalhista Ruslan Stuchi, sócio do escritório Stuchi Advogad Ruslan Stuchi, faz uma ressalva.

O banco que fez os empréstimos vai ter que verificar como cobrar isso do espólio. Isso se o falecido deixou bens. Pode ser que o banco ingresse com ação para cobrar do espólio para ter acesso aos bens da pessoa que morreu. Mas, em regra geral, na prática, o banco acaba não cobrando esses valores remanescentes.

Ruslan Stuchi

A Caixa afirma que, no caso de falecimento do contratante de operações de crédito consignado, a família do cliente pode verificar a existência de cobertura securitária, a exemplo do seguro prestamista, e acionar a seguradora para cobertura de parte ou da totalidade do valor do empréstimo (a depender das condições da cobertura securitária).

“Caso permaneça saldo devedor no contrato após o acionamento da cobertura securitária ou caso o cliente não possua tal cobertura, cabe aos herdeiros do contratante falecido a quitação da dívida de empréstimo consignado contratado por ele, dentro dos limites da herança. Esse é o entendimento unânime da 10ª Turma do TRF-1, que estabelece que o óbito do devedor não cancela a obrigação do empréstimo”, afirma a Caixa em nota.

“O banco disponibiliza a todos os clientes um rol de opções para renegociação de operações de crédito, de forma a possibilitar o melhor atendimento a cada um de seus clientes ou dos herdeiros de seus clientes falecidos”, acrescenta o texto.

O INSS informou que “os herdeiros não têm que quitar o consignado, a instituição assume o risco da operação”. Segundo a Febraban, nesses casos, a dívida é extinta.

Veja a previsão para o início do mês de abril

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Formação de frente fria, área de baixa pressão e instabilidades tropicais são os mecanismos de aumento nas chuvas - Foto: NOAA

O primeiro dia do mês começa com possibilidade de chuvas intensas em áreas da região Norte, Nordeste, Centro-Oeste e extremo sul do Brasil. Apesar de estarmos no outono, pode-se dizer que ainda teremos uma dinâmica de verão nesta segunda-feira (01.04).

As chuvas no extremo sul devem surgir devido à formação de uma frente fria na região. Já no Centro-Oeste as instabilidades mais fortes ficam a cargo de uma região de baixa pressão que está atuando sobre o Paraguai.

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Já na região Norte, as chuvas se intensificam com as instabilidades tropicais. Enquanto que no Nordeste do Brasil, as chuvas devem se concentrar na faixa norte, devido à atuação da Zona de Convergência Intertropical. 

Apesar das condições de chuvas, todas as regiões do Brasil devem registrar temperaturas elevadas nesta segunda-feira, mesmo que o amanhecer possa ser ameno em áreas de mair altitude como no Sul e Sudeste.

Veja o mapa de previsão e o texto por região

Veja a previsão para o início do mês de abril

Região Norte

As instabilidades tropicais devem ganhar força na região, com destaque para o estado do Amazonas, onde as projeções indicam chuvas intensas e abrangentes. Porém, mesmo com essas chuvas, não há previsão de redução no calor na região. Nas demais localidades, as condições para instabilidades também são altas, contudo essas chuvas devem ocorrer com grande irregularidade, tanto em volumes quanto na distribuição dessas chuvas,. Destaque para o Tocantins, onde alguns pontuais podem superar os 40 mm no decorrer do dia. 

Região Nordeste

As instabilidades ainda devem seguir o padrão associado à ZCIT, mantendo as condições de chuvas elevadas ao norte da região. Os destaques em relação aos volumes são direcionados para o estado do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e extremo oeste da Paraíba. Pontualmente os volumes podem superar a casa dos 50 a 60 mm. Os corredores de umidade também contribuem com a formação das nuvens carregadas em áreas do oeste da Bahia, assim como a presença de uma frente fria “velha” que mantém o canal de instabilidades ao sul do estado Baiano, onde também há possibilidade de pancadas localmente fortes. Embora as condições de chuvas sejam elevadas em grande parte da região, o Recôncavo Baiano deve registrar uma condição de tempo mais seco. 

Região Centro-Oeste

Os corredores de umidade e o fator termodinâmico – combinação entre calor e umidade – devem favorecer a formação das nuvens de chuva em toda a região. Contudo, a presença de uma região de baixa pressão sobre o Paraguai traz a possibilidade de tempestades ao sul de Mato Grosso do Sul, onde os acumulados podem superar os 60 mm no decorrer do dia. Essas instabilidades mais intensas também serão registradas na parcela mais central do estado. Já nos estados de Mato Grosso e Goiás, as condições de chuvas se apresentam na forma de pancadas isoladas, passageiras, com irregularidade na distribuição dos volumes. O sol deve ser a condição mais provável em áreas do Sul do Mato Grosso e oeste de Goiás, mantendo as temperaturas elevadas. 

Região Sudeste

Os resquícios de uma frente fria ainda mantém as condições de chuvas ao norte de Minas Gerais, com destaque para a região de Almenara (MG) que pode registrar mais de 40 mm no decorrer do dia. Já no leste de São Paulo, sul de Minas, Rio de Janeiro e boa parte do Espírito Santo, devem contar com tempo firme. Alguns setores nas imediações de Presidente Prudente (SP) podem registrar algumas instabilidades isoladas e passageiras. Mesmo com a maior possibilidade de chuvas ao norte de Minas, as temperaturas devem ser elevadas, com registros acima dos 33°C, bem como no oeste Paulista.

Região Sul

A semana deve começar com a formação de uma nova frente fria ao sul da região, além de instabilidades no oeste, devido à uma área de baixa pressão sobre o Paraguai. Estes dois sistemas trazem a previsão de chuvas na forma de tempestades localizadas , especialmente no sudeste do Rio Grande do Sul onde as projeções indicam mais de 40 mm no decorrer do período. Já em áreas do oeste do Paraná, os volumes previstos variam entre os 10 e 20 mm, mas que podem ser na forma de temporais localmente fortes. Áreas do norte Gaúcho, leste de Santa Catarina e leste do Paraná, devem contar com a presença do sol. Além disso, as temperaturas entram em elevação. 

Gilberto pede e deputado Londres Machado garante recursos para novo ESF do Capitão Vigário em Caarapó

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O presidente da Câmara Municipal de Caarapó Gilberto Segóvia (PSDB), recentemente esteve na Assembleia Legislativa, ocasião em que protocolou documento junto ao deputado estadual Londres Machado (PP), pedindo recursos para o novo ESF do Capitão Vigário.

Durante o encontro com o deputado, o vereador argumentou que fez uma visita às futuras instalações do Posto de Saúde, acompanhado do secretário de Saúde Vincío de Andrade e levantou as principais demandas para por em funcionamento o Posto.

“Argumentei ao deputado Londres que este Posto de Saúde fica localizado em um bairro em franco crescimento e vai atender cerca de 4 mil pessoas – e, pensando em contribuir, visitei o local em companhia do secretário, onde ele relacionou as principais demandas, sendo inicialmente os climatizadores e computadores para por em funcionamento o ESF”, disse o vereador.

Ao tomar conhecimento das demandas, o deputado Londres de imediato se comprometeu a viabilizar R$ 60 mil que deve ser liberado ainda nesse semestre. “Portanto agradeço ao empenho e dedicação do nosso secretário Vincío, prefeito André Nezzi pelo apoio, bem como do nosso deputado Londres pela imediata resposta ao nosso pedido”, disse Gilberto.