2009-07-04 10:18:00
Antonio Luiz
O Sindicato Rural de Amambai realizou uma reunião com produtores rurais no último dia 30 de junho, em que foram tratados dois importantes e momentâneos assuntos.
Endividamento dos produtores, especialmente dos amambaienses, já que o município encontra-se no epicentro de todas as frustrações de safras ocorridas nestes últimos seis anos. O presidente do Sindicato, Christiano Bortolotto, explanou sobre a reunião que teve dias antes com o deputado federal Valdemir Moka e os senhores Ricardo Lot, superintendente do Banco do Brasil, o vice-presidente da Famasul, Eduardo Riedel e o presidente da Aprosoja, Almir Dalpasquale.
Naquela ocasião, o superintende do Banco do Brasil mostrou-se bastante receptivo, principalmente porque a instituição é a principal financiadora do custeio da safra, o grande fator do endividamento geral. O deputado Moka prometeu fazer gestões junto ao Governo para conseguir resolver o problema do endividamento diretamente com o órgão financiador.
Questões fundiárias
Como é de conhecimento geral, principalmente dos habitantes dos 26 municípios que poderão ser atingidos pelo TAC da FUNAI visando demarcação de supostas terras indígenas, os efeitos já começaram a ser sentidos com uma razoável diminuição no fluxo de dinheiro nessa região, queda no comércio e desvalorização de terras, além do temor de prováveis conflitos.
Na segunda-feira passada, ele esteve na Assembleia Legislativa
Depois, o general Felix foi à Famasul, onde encontrou-se com os produtores rurais que deixaram bem claro que a classe está preocupada, mas unida na preservação de seus direitos constitucionais.
O general ficou sabendo, que na verdade, o índio quer ser integrado na sociedade e não excluído como é atualmente. Porém, a FUNAI e os antropólogos insistem em não fazer nada em favor da socialização dos indivíduos, preferindo criar clima de conflito com atitudes desastrosas tanto da FUNAI como do CIMI, que insiste em incitar invasões, inclusive com indígenas de outros países.
Para se ter uma ideia da situação, armas são proibidas em todo território nacional para quem não tem o documento de porte, porém, nas aldeias é possível facilmente encontrar armas de fogo sem que a FUNAI tome qualquer providência.
Segundo voz corrente, o produtor não aceitará ser expropriado e pretende seguir sua vida em paz e tranquilidade com suas famílias. Porém, não se sabe o que poderá acontecer num caso desses. Os Sindicatos Rurais têm aconselhado muita calma a todos, entretanto não há como administrar situações em que produtores atingidos se rebelem e partam para o revide.










