2008-11-26 18:06:00
Após abrir em baixa de aproximadamente 1%, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) anulou as perdas nesta quarta-feira e operava em forte alta. A bolsa de Nova York teve abertura negativa, mas passou a subir durante a tarde e impulsionou ainda mais o Ibovespa, que registrava ganhos de 5,12%, aos 36.594 pontos, às 16h11 (de Brasília).
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Na bolsa americana, o índice NYSE subia 1,33%, aos 5446 pontos. Dow Jones tinha valorização de 1,31%, aos 8590 pontos. o Standar & Poor’s apresentava alta de 1,5%, aos 870 pontos.
Os investidores digerem o anúncio do presidente da Comissão Européia, José Manuel Barroso, de um pacote econômico de 200 bilhões de euros para reativar a economia da região. Além disso, o Banco Central da China anunciou um corte agressivo de 1,08% na taxa de juros do país.
Na agenda americana do dia, o feriado de Ação de Graças antecipou uma série de divulgações, entre elas dados do setor hipotecário, pedidos de auxílio desemprego, Índice de Gastos Pessoais (PCE, na sigla em inglês), pedidos de bens duráveis e venda de imóveis novos.
As encomendas de bens duráveis nos declinaram bem mais que o esperado em outubro, no maior ritmo desde igual mês de 2006, informou o Departamento de Comércio americano nesta quarta.
Já os gastos dos consumidores nos Estados Unidos tombaram 1%, taxa levemente acima do declínio de 0,9% previsto por economistas de Wall Street.
O dado positivo ficou por conta do número de pedidos de auxílio-desemprego. O número nos Estados Unidos caiu em 14 mil na semana passada, mas ainda está em níveis consistentes com um mercado de trabalho deteriorado.
Na ponta de alta da Bovespa apareciam papéis de empresas alvos de rumores de envolvimento em operações de fusão. A principal delas era Sadia.
"Estão falando que a empresa está para ser comprada pela Nestlé", disse o operador de uma grande corretora paulista que pediu para não ser identificado. Procurada, a companhia negou o rumor por meio de sua assessoria de imprensa.
A outra era TIM Participações. Os rumores, segundo a fonte, eram de que a operadora de telefonia móvel teria voltado a tratar de sua venda para a espanhola Telefônica, sócia com a Portugal Telecom das operações da Vivo.









