2008-11-21 15:20:00
Antonio Luiz
Na última quarta-feira, dia 19, o presidente do Sindicato Rural de Amambai e presidente da Comissão de Assuntos Fundiários e Indígenas da Famasul participou em Brasília da Audiência com o presidente da Funai Marcio Meira na Câmara dos deputados que tratou das portarias determinando estudos de áreas em 26 municípios do estado.
No mesmo dia, Bortolotto foi entrevistado pela repórter Juliana Lanari da TV Record e, com objetividade, explanou todos os problemas criados a partir da edição das portarias. A primeira intervenção do entrevistado foi direto na indagação que todos que vivem na região fronteiriça se fazem: O que a Funai pretende com isso, se todas propriedades são documentadas com o aval oficial. Christiano informou aos ouvintes que as portarias não foram suspensas como estão divulgando, tanto é que os antropólogos, na surdina, rondam pelas cidades causando tensão entre os proprietários que de uma hora para outra podem perder todo o trabalho amealhado durante a vida. Isso pode ser comprovado pelo Boletim de Ocorrência registrado
Quanto aos reflexos das demarcações, Christiano foi claro ao informar que os negócios imobiliários praticamente desapareceram nos municípios, que os investimentos cessaram dada à instabilidade causada pela crise criada o que determinou uma brusca queda na oferta de empregos e, por conseguinte, a enorme diminuição do consumo.








