2009-07-22 08:40:00
A corrida para a escolha da nova diretoria da OAB
Leonardo Duarte conseguiu neste início de campanha reunir, em um mesmo palanque, rivais históricos nas eleições da Ordem. “Fico feliz por representar a união desses dois grupos”, argumentou o candidato, para quem o seu nome, a partir desta união, “representa a advocacia e os advogados, sem distinção, e todos aqueles que colocam a OAB acima de seus interesses pessoais.”
Além de receber o apoio de 10 ex-presidentes da OAB, a força eleitoral de Leonardo Duarte pode ser constatada no pré-lançamento de sua campanha, que aconteceu na sede do Clube Nipo-Brasileiro, no dia 16 de maio passado. Mais de 1.500 pessoas participaram do evento, que reuniu advogados, professores universitários, acadêmicos e representantes dos vários segmentos do Direito.
Leonardo Duarte conta também com o apoio da Associação dos Advogados de Mato Grosso do Sul, presidida por Renato Corrêa, e também da diretora-tesoureira da atual gestão da OAB, Leny Ourives, e de conselheiros estaduais da entidade. “Minha candidatura representa o pensamento de advogados que estão descontentes com o rumo dado à OAB pela gestão atual”, ressaltou o candidato.
Leonardo Duarte reafirmou a necessidade de a OAB voltar a priorizar o advogado, defendendo as suas prerrogativas e lutando para que o Estatuto da Advocacia seja respeitado. “Infelizmente, o que vemos hoje na Ordem é muito superficialismo e pouca substância, poucas ações concretas”, destacou o candidato, para quem a necessidade hoje é de que haja “mais prática e menos discursos”.
Ao discorrer sobre as reuniões realizadas
Para Leonardo Duarte, se a Ordem não voltar suas ações para os advogados, fortalecendo a advocacia, “daqui a pouco não terá forças para defender aqueles que são a razão de sua existência e muito menos a sociedade”.
Segundo o candidato, a Ordem deve continuar atuando com força no campo institucional, “mas de maneira séria, sem a pirotecnia típica daqueles que estão em busca apenas dos holofotes da mídia para pavimentar projetos político-eleitorais de caráter meramente pessoal”.









