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quinta-feira, 25 de junho de 2026
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Por onde andam os candidatos a prefeito de Amambai?

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Com o objetivo de informar a população, o Grupo A Gazeta publica diariamente a agenda de compromissos dos seis candidatos que disputam a prefeitura de Amambai.

Confira abaixo os compromissos de Daniel Lemes Vasques (PCO), Igor Limosine (PRD), Janete Córdoba (PSDB), Luciney Bampi (PT), Renato do Novo (Novo) e Sérgio Barbosa (MDB) para esta quarta-feira (25):

Daniel Lemes Vasques (PCO) – Sem coligação
• A assessoria do candidato não enviou a agenda até o horário estabelecido pela editoria do Grupo A Gazeta.

Igor Limosine (PRD) – Sem coligação
• A assessoria do candidato não enviou a agenda até o horário estabelecido pela editoria do Grupo A Gazeta.

Janete Córdoba (PSDB) – Coligação “Trabalho, Transparência e Resultado”
• Gravação de material de campanha
• Reunião no comércio
• Caminhada no Jardim dos Ipês e na Vila Mangay
• Reunião residencial
• Reunião com o Setor de Segurança Pública

Luciney Bampi (PT) – Coligação “Renovação e Transparência”
• A assessoria do candidato não enviou a agenda até o horário estabelecido pela editoria do Grupo A Gazeta.

Renato do Novo (Novo) – Coligação “Um Novo Tempo para Amambai”
• No momento, o candidato está se dedicando a cuidar da saúde de um familiar. Em breve estará voltando às atividades eleitorais.

Sérgio Barbosa (MDB) – Coligação “Amambai Muito Mais(+) Para Você”
• Caminhada no Por do Sol
• 12h00 – Entrevista na Rádio Jornal
• Caminhada nas vilas Rosa, Copacabana e Por do Sol
• Comício no Por do Sol

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: 
Drogaria São José   Fone: 3481-1213

Próximo ao Supermercado Mega

Gerson diz que projeto do Governo vai agilizar licitação de obras sem comprometer transparência

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Foto: Divulgação

Começou a tramitar nesta terça-feira (24) na Assembleia Legislativa, o projeto do Governo do Estado que abre possibilidade de mudança nas fases de licitação das obras. Pela proposta, o processo de habilitação das empresas participantes das licitações passa a anteceder a apresentação das propostas com planilhas, orçamentos e dos lances, no caso de o certame ser na modalidade eletrônica. A habilitação abrange a apresentação da documentação exigida (incluindo certidões) e comprovação da habilitação e capacidade técnica para executar o serviço a ser contratado ou fornecer o produto objeto da licitação.

Para o presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro, a proposta está respaldada na decisão do Supremo Tribunal Federal que considerou constitucionais as leis estaduais e municipais que permitem antecipar a fase de habilitação das empresas. “Está alteração será uma espécie de vacina, para evitar que empresas sem capacidade econômica e habilitação técnica, apresentam orçamentos irreais, apresentam os preços mais baixos   e acabam desabilitadas na fase seguinte, que é o da habilitação”, explica Gerson.

Segundo o parlamentar, a mudança atende o anseio dos prefeitos que também sofrem com a judicialização das licitações, só desclassificaram empresas que oferecem menores orçamentos, mas não conseguem comprovar habilitação técnica, estrutura ou capacidade financeira para a execução da obra em licitação.

O rito atual – em que a apresentação das propostas de orçamento antecedente ao da comprovação da capacidade técnica, de acordo com engenheiros da Agesul (Agência Estadual de Empreendimentos) tem travado a execução, principalmente as de infraestrutura, porque as licitações demoraram para serem concluídas. Em 2024, embora tenha recurso em caixa (R$ 1,2 bilhão só com recursos alocados do Fundersul), neste ano a Agesul não conseguiu concluir nenhuma licitação na área de infraestrutura, muito em função da abertura de prazos de recursos (assegurado na lei das licitações) no caso de inabilitação de empresas que não apresentam a documentação exigida e muitas recorrem à Justiça.

Mesmo quando o processo de inabilitação se esgota no âmbito administrativo, há um trâmite moroso. Inabilitada a 1ª colocada, a 2ª é convocada a executar a obra no valor orçado pela vencedora, mas tem a prerrogativa de recusar.

O projeto do Governo também abre a possibilidade, mediante justificativa e previsão no edital, de que as fases de apresentação de propostas e julgamento ocorram antes da habilitação. A nova legislação não será aplicável a obras que envolvam a entidade responsável pela política habitacional do Estado.

Atletas de Caarapó conquistam pódios em evento sul-americano de karatê

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Luan Elton Marques conquistou a segunda colocação na categoria adultos pesados, para competidores acima de 90 kg. Fotos: Divulgação

Redação

No sábado (21), quatro atletas de karatê de Caarapó ocuparam o pódio no evento sul-americano da Federação Iko-Matshushima, em Naviraí. A competição reuniu mais de 460 competidores, com atletas do Brasil, Argentina, Chile, Paraguai e Paquistão. O evento contou com a presença de 38 dojos, representando 26 cidades.

De acordo com informações do Caarapó News, os atletas de Caarapó, treinados pelo sensei Juraci Bairros Martins, da academia Scorpion King, obtiveram excelentes resultados. Luan Elton Marques ficou em 2º lugar na categoria adultos pesados acima de 90 kg, enquanto Maicon Barbosa da Silva alcançou o 3º lugar na categoria adulto super leve. Gabriel Coletti Mazarão também conquistou o 3º lugar na categoria 12 e 13 anos pesado, e Rodrigo Felisdório Rodrigues garantiu o 3º lugar na categoria kata.

A organização do evento foi conduzida por Fabiano dos Santos de Paula (shiran), que destacou o alto nível técnico dos competidores presentes.

Movimento reúne produtores em Maracaju para discutir o futuro do agronegócio em MS

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Fotos: Assessoria

Produtores rurais de Mato Grosso do Sul enfrentam um cenário crítico: clima desfavorável, custos elevados de produção e queda nos preços das commodities. Esse quadro, agravado pelo endividamento e pela dificuldade de acesso ao crédito, gera uma preocupação crescente: o risco de colapso no agronegócio, o que comprometeria a principal atividade econômica do Estado.

Movimento reúne produtores em Maracaju para discutir o futuro do agronegócio em MS

Diante desse desafio, uma reunião abrangente será realizada nesta quinta-feira (26), no Sindicato Rural de Maracaju, a partir das 18 horas. O encontro reunirá sindicatos rurais de municípios da região Centro-Sul, fortemente afetada, com o objetivo de discutir soluções para aliviar a pressão financeira sobre o setor.

A expectativa é que, após o encontro em Maracaju, a mobilização dos produtores ganhe força e se expanda para outros municípios.

“Após essa reunião, acreditamos que outras iniciativas e mobilizações sejam estruturadas.
Os municípios que estarão presentes aqui devem levar essa discussão adiante, envolvendo seus próprios comerciantes e produtores locais. O objetivo é fortalecer essa união e, quem sabe, organizar uma grande manifestação em nível estadual, que poderá ser construída nos próximos passos”, afirmam o produtor rural e empresário, Valdenir Portela.

Movimento reúne produtores em Maracaju para discutir o futuro do agronegócio em MS

Frente às incertezas e dificuldades do próximo ciclo de plantio — devido ao alto custo de produção e ao crescente endividamento —, os produtores se organizaram para buscar apoio em parceria com o Governo do Estado, entidades do setor produtivo e a Assembleia Legislativa.

Em uma reunião realizada na segunda-feira (17), com o governador Eduardo Riedel e o deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), os produtores alertaram sobre o risco de colapso do agronegócio e solicitaram apoio imediato.

Entre as soluções discutidas, está o alongamento das dívidas dos produtores rurais para um prazo de 20 anos, com juros compatíveis com o agronegócio, semelhante a programas de securitização anteriores. Esse modelo permitiria aos agricultores reestruturar suas finanças, garantindo a continuidade das atividades sem o peso das dívidas acumuladas.

Durante o encontro no Sindicato Rural de Maracaju, os produtores rurais irão debater o formato ideal para o alongamento das dívidas. A participação de representantes de diversos municípios reforça a importância da união do setor para enfrentar os desafios e assegurar a sustentabilidade do agronegócio em Mato Grosso do Sul.

Com participação de MS, propostas para solucionar processos de indenização e demarcação são apresentadas ao STF

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A quarta audiência de conciliação sobre a Lei do Marco Temporal (Lei 14.701/2023), realizada ontem (23) pelo STF (Supremo Tribunal Federal), reuniu nove especialistas para apresentarem propostas de solução para os processos de indenização e demarcação de terras indígenas. O objetivo das audiências é buscar uma solução consensual sobre medidas e propostas que garantam coesão institucional em torno de pontos assegurem proteção e segurança jurídica a todos.

O governador Eduardo Riedel, que há dois meses foi escolhido pelo Fórum Nacional de Governadores para ser o representante titular dos entes federativos na comissão especial – formada também por representantes da União, do Congresso Nacional, dos municípios, da sociedade civil e da população indígena –, participou da reunião híbrida, juntamente com a procuradora-geral do Estado Ana Ali.

“O processo demarcatório, totalmente legítimo, tem atropelado todas as outras instâncias de partes interessadas dentro do contexto. Boa parte desses conflitos tem base a partir dessa situação. O planejamento é importante para que a gente possa ter uma situação onde as etapas estejam previstas, se for o caso da indenização. Quando eu falo se for o caso, é a partir daquelas áreas, que aqui no Mato Grosso Sul é praticamente a totalidade, a origem dos títulos seja de boa fé e absolutamente legalizados, muito deles pela União na sua origem. Eu acredito que este é o cerne da questão. E esse sofrimento ele fica muito com todos, os indígenas que têm uma expectativa criada e frustrada, e com os produtores, na sua grande maioria pequenos produtores, aqui também, na estrutura fundiária”, afirmou Riedel.

O STF informou que os nomes dos expositores foram apresentados pelos integrantes da comissão especial e aprovados pelo ministro Gilmar Mendes, relator das cinco ações sobre o tema, na sexta-feira (20). Entre os especialistas ouvidos estava Luiz Henrique Eloy Amado (Eloy Terena) – secretário-adjunto do Ministério dos Povos – e Nelson Jobim – ministro aposentado do STF –, além de Aldo Rebelo (ex-ministro da Defesa), Eugênio Aragão (ex-ministro da Justiça), Arnaldo Zunizakae, general Alexandre Ribeiro de Mendonça, Márcio José Brando Santilli, Lucas Azevedo Carvalho e Ricardo Hermany.

Com participação de MS, propostas para solucionar processos de indenização e demarcação são apresentadas ao STF
Com participação de MS, propostas para solucionar processos de indenização e demarcação são apresentadas ao STF

“O objeto da audiência foi ouvir esses especialistas, que foram indicados pelos representantes nas ações, que são todos os lados, e que o ministro (Gilmar Mendes) acolheu as indicações, cada um com os seus pensamentos em relação a essa temática, propondo soluções. A realidade do Mato Grosso do Sul foi objeto desses debates, com o olhar trazido pelo governador”, afirmou a procuradora-geral do Estado.

Entre os temas debatidos estão o processo de demarcação e indenização por invasão a terras indígenas e discussões sobre diferentes visões de atividades econômicas pelos indígenas. A Confederação Nacional de Municípios também apresentou uma consulta feita aos municípios sobre políticas públicas e áreas demarcadas em seus territórios.

A comissão também foi informada que o ministro Gilmar Mendes solicitou à Senad (Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas) do Ministério da Justiça que realize um levantamento sobre terras expropriadas pelo uso de tráfico. A proposta a ser discutida pela comissão é utilizar essas terras para possível alocação de não indígenas da mesma região que aceitem fornecer sua terra em território indígena de volta à União. A possibilidade jurídica da sugestão será discutida pela comissão.

Na audiência, o governador Eduardo Riedel, afirmou que é necessário haver o encaminhamento da questão para uma solução que contemple os direitos previstos dos envolvidos na questão. “Dos direitos e das ações pretendidas pelas comunidades indígenas e o direito também dos produtores envolvidos nessa situação, e da sociedade como um todo. Esse é um tema que aflige o Mato Grosso do Sul, aflige a nossa sociedade, desgasta todos os setores envolvidos e é algo que a gente mais do que nunca precisa ver evoluído e com a participação de todos”, disse Riedel.

Marco Temporal

Segundo a tese do marco temporal, os povos indígenas teriam direito de ocupar apenas as terras que ocupavam ou já disputavam na data de promulgação da Constituição de 1988. Em setembro de 2023, o STF decidiu que a data não pode ser utilizada para definir a ocupação tradicional da terra pelas comunidades indígenas.

Em dezembro, antes de a decisão do STF ser publicada, o Congresso Nacional editou a Lei 14.701/2023 e restabeleceu o marco temporal. Desde então, foram apresentadas quatro ações questionando a validade da lei e uma pedindo que o STF declare sua constitucionalidade.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm

A Gazeta lança publicação especial comemorativa pelos 76 anos de Amambai

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No aniversário de 76 anos de Amambai, o Grupo A Gazeta preparou uma publicação especial que celebra a história, as conquistas e o futuro da cidade. A edição destaca empresas e personalidades que fazem parte do desenvolvimento de Amambai, além de trazer uma matéria especial sobre o ciclo da erva-mate, um marco fundamental na formação econômica e cultural do município.

A erva-mate, que foi um dos pilares da economia regional, ainda faz parte da memória coletiva de Amambai. O ciclo econômico trouxe prosperidade e ajudou a moldar a identidade da cidade, influenciando não apenas a economia, mas também a cultura local. A matéria explora um pouco dessa rica história.

A edição está repleta de mensagens que celebram o progresso, as tradições e os desafios superados ao longo da história de Amambai. Confira a edição clicando aqui.

A Gazeta lança publicação especial comemorativa pelos 76 anos de Amambai

Obras para implantação de estação de transbordo de resíduos sólidos estão em andamento em Iguatemi

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Fotos: Divulgação

O Consórcio Conisul, com recursos da Itaipu Binacional em parceria com a Prefeitura de Iguatemi, está desenvolvendo um importante programa de Gestão de Resíduos Sólidos. Para isso, está sendo construído um barracão na UPL de Iguatemi para a instalação da Estação de Transbordo de Resíduos Sólidos. A administração tem dado atenção especial à Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de Iguatemi – COOPERCI. A construção dessa estação possibilitará um local adequado para o acondicionamento dos resíduos recicláveis e não recicláveis.

De acordo com os diretores que irão coordenar os trabalhos, o projeto tem a intenção de valorizar não só os recicláveis, mas, principalmente, os catadores. O município de Iguatemi participa do Programa de Gestão de Resíduos Sólidos com outros municípios do Paraná e do Mato Grosso do Sul. A Itaipu promove ações há muitos anos para melhorar os trabalhos de reciclagem de lixo e, com isso, aumentar a geração de renda para os que trabalham nessa área.

Obras para implantação de estação de transbordo de resíduos sólidos estão em andamento em Iguatemi

Mulher de 54 anos morre após ser esfaqueada pelo marido em Amambai

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Fachada da Delegacia de Polícia Civil de Amambai. Foto: Divulgação/PCMS

Redação

Na segunda-feira, dia 23, por volta das 20h20, a Polícia Militar foi acionada via 190 por uma menina de 11 anos, que relatou que seu padrasto, J.D.C., de 51 anos, havia esfaqueado sua mãe, Marlene Salete Mees, de 54 anos, e que ambos estavam trancados no quarto da residência, localizada na Vila Etelvina, em Amambai.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, a menina aguardava a polícia na rua e contou que viu o padrasto esfaquear sua mãe e trancar o quarto. Ela também informou que havia mais duas crianças de 9 anos na casa, filhos de J.D.C.

Quando os agentes entraram na residência, ouviram os pedidos de socorro de Marlene. Ao forçarem a entrada no quarto, encontraram-na gravemente ferida em cima da cama, com aproximadamente nove facadas, e havia muito sangue no chão. J.D.C. estava sentado no chão, encostado na parede, com duas perfurações de faca no tórax e segurando uma faca, ameaçando se matar. O Corpo de Bombeiros foi acionado.

Após tentativas de negociação para que ele se rendesse e permitisse a entrada dos bombeiros, um policial disparou uma bala de borracha na mão direita de J.D.C., fazendo-o soltar a faca. O autor foi imobilizado e retirado do cômodo, possibilitando o atendimento à vítima, que não resistiu e morreu no local.

O corpo de Marlene permaneceu no local para que os procedimentos de perícia fossem realizados e J.D.C. foi levado ao Hospital Regional de Amambai sob escolta policial.

Ainda conforme o boletim de ocorrência, o local do crime foi isolado e o delegado Dr. Guilherme Tiago de Andrade compareceu acompanhado de um investigador e da equipe da Polícia Científica, que realizaram os devidos levantamentos.

Os dois filhos de J.D.C. foram levados para a casa da avó paterna, enquanto a filha da vítima ficou sob os cuidados de uma familiar, conforme definido pelo Conselho Tutelar. J.D.C. permaneceu internado e, após a alta, foi levado à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais.

Amambai: Sanesul informa sobre falta d’água nesta terça-feira (24)

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Foto: Sanesul

Através de um comunicado, a Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul) informa que poderá faltar água nesta terça-feira (24), nas vilas Guaicurus, Por do Sol, Res. Bonito, Corrêa, Crepúsculo, Centro, Copacabana, Centro Pimentel,  Panorama, Marechal Rondon, Mariana, Alva, Boa Sorte, Firamonte, Xavier, Mariana, São Luiz, Jussara, Mangay, Durex, Alva, Esperança Alcindo Franco Machado, Pazeto, Etelvina, Ana Mansano, Indiana, São Jorge, Caiuas, Paulista,  Limeira e Vilas Militares.

O motivo da falta d’água, de acordo com a empresa, é um rompimento de rede de água. A previsão para a volta da água é para às 15h.

Fonte: A.N /Grupo A Gazeta

Nesta terça-feira, névoa seca continua encobrindo o Mato Grosso do Sul e sem previsão de chuvas

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Foto: Bruno Rezende

Uma névoa seca de fumaça em decorrência das queimadas ainda predomina em todo o Estado, e sem previsão de chuvas para esta terça-feira (24). Ainda segundo o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), a previsão indica tempo firme, com sol e variação de nebulosidade. “Pela configuração dos ventos o céu deverá continuar encoberto por uma camada de fumaça oriunda de incêndios florestais na região amazônica e também de estados e países vizinhos”, avalia o Cemtec.

Esta situação meteorológica ocorre devido a atuação de um sistema de alta pressão atmosférica favorecendo o tempo quente e seco no Estado.

As temperaturas continuam acima da média, podendo atingir até 41°C, além de baixa umidade do ar, que vai variar entre 7% e 20%. Por isso, recomenda-se a ingestão de bastante líquido, evitar exposição ao sol nos horários mais quentes e secos do dia e umidificar os ambientes.

Também de acordo com o Cemtec, as condições meteorológicas previstas, de tempo quente e seco, favorecem a ocorrência de incêndios florestais. Desta forma, recomenda-se que a população não ateie fogo em nenhuma situação, pois é considerado crime ambiental.

Nesta terça-feira, névoa seca continua encobrindo o Mato Grosso do Sul e sem previsão de chuvas

Nota de falecimento de Marlene Salete Mees

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Comunicamos com pesar o falecimento na noite de ontem, dia 23, em Amambai, de Marlene Salete Mees, de 53 anos.

Seu corpo será trasladado e sepultado em Serranópolis do Iguaçu (PR).

Informou Pax Primavera – Fone: 3481-1887

Por onde andam os candidatos a Prefeito de Amambai?

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Foto: A Gazeta

Com o objetivo de informar a população, o Grupo A Gazeta publica diariamente a agenda de compromissos dos seis candidatos que disputam a prefeitura de Amambai.

Confira abaixo os compromissos de Daniel Lemes Vasques (PCO), Igor Limosine (PRD), Janete Córdoba (PSDB), Luciney Bampi (PT), Renato do Novo (Novo) e Sérgio Barbosa (MDB) para esta terça-feira (24):

Daniel Lemes Vasques (PCO) – Sem coligação

  • Manhã: Distribuição de panfletos na região da antiga Escola do Sertãozinho
  • Tarde: Reunião na região Vitorino, Ponte da ABB

Igor Limosine (PRD) – Sem coligação

  • A assessoria do candidato não enviou a agenda até o horário estabelecido pela editoria do Grupo A Gazeta.

Janete Córdoba (PSDB) – Coligação “Trabalho, Transparência e Resultado”

  • A assessoria do candidato não enviou a agenda até o horário estabelecido pela editoria do Grupo A Gazeta.

Luciney Bampi (PT) – Coligação “Renovação e Transparência”

  • A assessoria do candidato não enviou a agenda até o horário estabelecido pela editoria do Grupo A Gazeta.

Renato do Novo (Novo) – Coligação “Um Novo Tempo para Amambai”

  • Não há compromissos agendados.

Sérgio Barbosa (MDB) – Coligação “Amambai Muito Mais(+) Para Você”

  • A assessoria do candidato não enviou a agenda até o horário estabelecido pela editoria do Grupo A Gazeta.

Nota de falecimento de Altamir Gavilan

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Comunicamos com pesar o falecimento, no Hospital Regional, em Amambai, de Altamir Gavilan, de 66 anos.

Seu corpo está sendo velado no Pax Vida Amambai e o sepultamento ocorre nesta terça-feira, dia 24, às 16h, em local a ser definido.

Informou Pax Vida Amambai– Fone: (67) 3481-1922

Planejamento descarta mudança na meta de déficit zero para 2024

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© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Apesar de frustrações importantes de receitas, como a dos processos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), o governo manterá a meta de déficit primário zero em 2024, com a devida margem de tolerância, disse nesta segunda-feira (23) o secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Gustavo Guimarães. Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o novo arcabouço fiscal preveem margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB).

Com essa margem de tolerância, o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – poderá fechar 2024 com déficit primário de até R$ 28,75 bilhões. O déficit primário representa o resultado negativo das contas do governo sem os juros da dívida pública.

Apesar de críticas do mercado financeiro à capacidade do governo de cumprir a meta, Guimarães disse que as estimativas estão próximas da realidade. “Fizemos ajuste nas metas dos anos seguintes sem alterar a de 2024. Mesmo após essa mudança, sempre havia algum ruído de que poderia ter alteração de meta este ano. E a gente tem mostrado a cada bimestre todo o esforço do governo para que isso não aconteça, como não vai acontecer”, disse Guimarães, durante entrevista coletiva sobre o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento.

Divulgado na noite de sexta-feira (20), o relatório descongelou R$ 1,7 bilhão do Orçamento de 2024. O aumento na estimativa de arrecadação fez o governo reduzir para R$ 28,3 bilhões a estimativa de déficit primário em 2024. O valor é R$ 400 milhões inferior ao limite mínimo da margem de tolerância para o cumprimento da meta.

O atual marco fiscal exclui da meta os R$ 38,6 bilhões em créditos extraordinários para reconstruir o Rio Grande do Sul nem os R$ 514 milhões para o combate a incêndios florestais anunciados na semana passada, assim como outras despesas excepcionais. Sem os gastos fora do arcabouço fiscal, o governo encerraria o ano com déficit primário de R$ 68,8 bilhões.

Contabilidade criativa

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, reagiu às críticas de que a equipe econômica esteja recorrendo à contabilidade criativa para fechar as contas deste ano. Ele disse que o crescimento econômico acima do previsto e medidas de arrecadação sobre os mais ricos, como a tributação de offshores (empresas de investimento no exterior) e de fundos exclusivos, trarão as receitas necessárias para o governo cumprir a meta.

“Há, de fato, incômodo na equipe econômica quando a gente percebe alguma irracionalidade na repercussão, quando se ignora alguns fatos da realidade, alguns números que se apresentam. O fato é que o fiscal se recuperou e tem superado as expectativas. Isso é um fato. Outro fato é que a economia está surpreendendo em sua performance, também superando expectativas”, rebateu.

Valores a receber

Para liberar o R$ 1,7 bilhão do Orçamento e reduzir a previsão de déficit primário para R$ 28,3 bilhões, o relatório elevou as previsões de receitas não administradas diretamente pela Receita Federal. O principal destaque foram R$ 18,3 bilhões das medidas para compensar a desoneração da folha de pagamento, que entrarão nos cofres federais este ano, R$ 10,1 bilhões adicionais de dividendos de estatais ao Tesouro Nacional e mais R$ 4,9 bilhões de royalties do petróleo.

Essas receitas extraordinárias compensaram a queda de R$ 25,8 bilhões na entrada de recursos com o voto de desempate do governo no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão administrativo da Receita Federal. Durigan, no entanto, esclareceu que os R$ 8,5 bilhões de valores esquecidos no sistema financeiro, que também ajudaram a compensar a desoneração da folha de pagamento, não entraram no relatório.

“Como houve atualização nos códigos e critérios do Banco Central, é preciso hoje que se faça um batimento com a nomenclatura para que não haja dúvida em relação a isso. Como a gente ainda está debatendo esse tema, um ajuste redacional, de que forma ele deve ser feito, ele ainda não foi considerado para fins de relatório bimestral”, justificou o secretário-executivo da Fazenda.

Divergências

Apesar de aprovada pelo Congresso, a forma de contabilizar os valores esquecidos no sistema financeiro ao Tesouro Nacional opõe a Fazenda e o Banco Central (BC). Para o BC, a transferência dos valores esquecidos para o Tesouro não pode entrar no cálculo da meta zero de déficit primário porque representa dinheiro dos correntistas.

O Ministério da Fazenda alega que há precedentes que permitem a inclusão dos recursos como receitas primárias, como os R$ 26,3 bilhões parados no antigo Fundo PIS/Pasep. O montante entrou na conta única do Tesouro em dezembro de 2022, com a emenda constitucional da transição.

Incêndios e seca na Amazônia e no Pantanal batem marcas históricas

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© Joédson Alves/Agência Brasil

Os focos de incêndio e a seca que atingem há mais de dois meses o Pantanal e a Amazônia já podem ser considerados os maiores das séries históricas. Alguns estados da Amazônia Legal concentram mais de 80% de todos os focos de incêndios ocorridos no Brasil nas últimas 24 horas. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e se referem aos estados do Acre, do Amazonas, do Maranhão, de Mato Grosso, do Pará e de Rondônia.

Segundo o Inpe, em setembro, até o dia de ontem (22), o estado do Amazonas registrava 6.054 focos de incêndio, totalizando, de janeiro até agora 21.289 focos de incêndio. Desde 1988, quando começaram os registros, o recorde era o ano de 2022, com 21.217 focos registrados durante todo o ano.

No Acre, desde o início de setembro, foram registrados mais de 3 mil focos de incêndio. O grande volume fez com que o Ministério Público (MP) do Acre entrasse na última sexta-feira (20) com ação civil pública pedindo que o Estado adote medidas efetivas para combater os incêndios no território.

Entre as medidas propostas pelo MP, estão a deflagração de força-tarefa em 5 dias para ações de combate a incêndios; a proibição imediata do uso do fogo na agricultura até o fim da tramitação da ação; aparelhamento imediato das equipes de combate a incêndios com equipamentos adequados e capacitação contínua; autorização para locação emergencial de maquinário para combate a incêndios; convocação imediata dos aprovados no concurso público para soldados do Corpo de Bombeiros; embargo ambiental imediato de imóveis com desmatamento ilegal, bloqueio de cadastros ambientais e investigação administrativa e abstenção de regularização fundiária de imóveis com desmatamento ilegal.

Em Mato Grosso, os brigadistas combateram mais de 50 focos de incêndio, apenas neste domingo (22). O estado, que abriga os biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, passa por uma situação crítica, com o fogo atingindo várias terras indígenas.

Em diversos estados dos biomas Pantanal e Amazônia, os rios também passam por seca intensa, e vários atingiram volumes menores que os mínimos históricos registrados.

Dados do Inpe mostram que o número de dias de estiagem consecutivos aumentou no Brasil nas últimas décadas, passando de 80 a 85 dias, em média, na década de 1990 para cerca de 100 dias, na última década, especialmente nas áreas que abrangem o norte da Região Nordeste e o centro do país.

No sábado (21), o Rio Paraguai, no trecho de Cáceres, a 250 quilômetros de Cuiabá, atingiu 35 cm de profundidade, o nível mais baixo de água dos últimos dois anos. De acordo com o Centro de Hidrografia e Navegação do Oeste, da Marinha do Brasil, o nível esperado para esta época do ano é de 1,54 metro (m).

“No braço direito do Amazonas e do Pantanal temos vários pontos que já atingiram seca extrema e também mínima histórica. O Rio Acre, na cidade de Rio Branco, já atingiu a mínima histórica”, disse à Agência Brasil o coordenador do Sistema de Alerta Hidrológico do Serviço Geológico Brasileiro (SGB), Artur Matos.

Dados do SGB mostram que, com descidas diárias de 24 centímetros, o Rio Negro chegou, nesta segunda-feira (23) em Manaus, à marca de 14,5 m, o que reafirma a situação de seca. Em Manacapuru, próximo a Manaus, O Rio Solimões atingiu a cota de 4,29 m, configurando situação de seca extrema.

Em Tabatinga, o Rio Javari registrou cota negativa de 17,1 cm. No Amazonas, em Manacapuru, cortada pelo Rio Solimões, a situação é de seca. Já nos municípios de Itapéua, cortado pelos rios Solimões e Coari; Itaituba, margeado pelo rio de mesmo nome e Fonte Boa, cortado pelo Rio Solimões, os níveis dos rios já atingiram o menor nível histórico.

“Manacapuru e Manaus têm grandes chances de atingir mínima histórica. Humaitá, que fica depois de Porto Velho, está em seca extrema e atingindo a mínima histórica”, continuou Matos.

Nesta segunda-feira, a cota do Rio Madeira, em Porto Velho, atingiu 35 cm, o menor nível histórico, desde 1967. Em Ji-Paraná, o Rio Ji-Paraná atingiu a 6,08 m, situação de seca extrema.

No Rio Acre, que corta a capital acriana, Rio Branco, a cota registrada foi de 1,31 m, próximo da marca mínima histórica de 1,24 m, registrada em 2022.

De acordo com o SGB, no Pantanal, os rios seguem em ritmo de descida e estão abaixo da faixa da normalidade na maioria das estações. Em Ladário, Mato Grosso do Sul – estação de referência – a cota chegou a -38 cm, décima mínima histórica. Os níveis mais baixos, de -61 cm e -60 cm, foram observados em 1964 e 2021, respectivamente.

“No Pantanal, tem Barra do Bugres, que também já atingiu a mínima histórica e a Estação de Ladário, que é a mais antiga do Brasil e referência do Pantanal, com 124 anos de dados históricos, ainda não atingiu o mínimo histórico, mas faltam aproximadamente 20 cm para atingir a mínima histórica”, lamentou Matos.

Emissão de gases por incêndios é recorde em dois estados

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Foto Polícia Federal/MS

As emissões de gases do efeito estufa pelos incêndios no Amazonas e no Mato Grosso do Sul atingiram, neste ano, um volume recorde, segundo o Serviço de Monitoramento Atmosférico Copernicus (Cams), da União Europeia. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (23), as queimadas nesses dois estados têm resultado nos maiores volumes de emissão desde que o Cams começou a monitorar esse tipo de fenômeno, há 22 anos.

As emissões de carbono na atmosfera pelo Brasil pelos incêndios, segundo o observatório europeu, acumulam, neste ano, um volume de 183 milhões de toneladas, dos quais um terço (65 milhões de toneladas) foram apenas no mês de setembro. Com isso, as emissões seguem um caminho similar ao recorde registrado em 2007.

No Amazonas e no Mato Grosso do Sul, as emissões por incêndios, neste ano, atingiram 28 milhões e 15 milhões de toneladas, respectivamente.

Ainda de acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira, as emissões das queimadas na Bolívia em 2024 já acumulam o maior volume dos últimos 22 anos: 76 milhões de toneladas.

Em nota, o Cams informa que as emissões têm estado consistentemente acima da média (até mesmo quebrando recordes nacionais e regionais), principalmente devido a graves incêndios nas regiões do Pantanal e da Amazônia, impactando severamente a qualidade do ar em toda a região.

“A ocorrência destes incêndios florestais pode ser considerada fora do comum, mesmo considerando que julho-setembro é o período em que normalmente ocorrem incêndios florestais na região. As temperaturas extremamente altas que a América do Sul tem experimentado nos últimos meses, a seca prolongada indicada pela baixa umidade do solo e outros fatores climatológicos provavelmente contribuíram para o grande aumento da escala das emissões de incêndios, fumaça e impactos na qualidade do ar”, prossegue a nota.

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