O caso está sendo investigado pela Delegacia de Polícia Civil de Amambai. (Foto: Vilson Nascimento/Arquivo)
Vilson Nascimento
A Polícia Civil de Amambai está investigando o roubo de uma caminhonete Toyota Hilux, ocorrido na manhã dessa quarta-feira, 6 de novembro, na cidade.
Segundo informações apuradas pela reportagem do grupo A Gazeta, a vítima, uma mulher de aproximadamente 45 anos, saia de uma academia de ginástica situada na região central da cidade por volta das 9h da manhã, quando foi rendida pelo assaltante.
Quando a mulher entrou na caminhonete para ir para casa, o criminoso também teria entrado no banco de trás do veículo, encostado um objeto que não foi identificado pela vítima, mas supostamente seria uma arma, em sua barriga.
Rendida, a vítima foi obrigada a seguir dirigindo sua caminhonete por cerca de 20 quilômetros pela Rodovia MS-485, trecho de chão que liga Amambai a Aral Moreira.
A vítima teria sido deixada pelo assaltante às margens da rodovia estadual na altura da encruzilhada que dá acesso às cidades de Aral Moreira e Coronel Sapucaia, ambas na fronteira com o Paraguai, nas proximidades do Rio Canguery, quando pediu socorro, pegou uma carona e retornou a Amambai e registrou a ocorrência na Delegacia de Polícia Civil local.
De acordo com relatos da vítima, não foi possível identificar se o assaltante era do sexo masculino ou feminino, já que estaria de boné e usando óculos. A Polícia Civil está de posse de imagens de câmeras de monitoramento existentes na região que mostram o momento do assalto e espera identificar a autoria do roubo em breve.
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2024 tem 9.950 participantes maiores de 60 anos, o que representa 0,23% do total de 4.325.960 inscrições confirmadas. O número dessa faixa etária é o maior desde 2020, quando houve o registro de 11.768 idosos inscritos à época.
Nessa quarta-feira (6) o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), coordenador do exame nacional, divulgou dados comparativos de inscrições de 60+, desde 2015.
Número de participantes
· 2015: 10.685;
· 2016: 13.021;
· 2017: 9.619;
· 2018: 9.704;
· 2019: 8.259;
· 2020: 11.768;
· 2021: 6.004;
· 2022: 5.900;
· 2023: 8.531;
· 2024: 9.950.
O Ministério da Educação (MEC) destaca que o aumento de pessoas idosas entre os candidatos do Enem e o ingresso na educação superior acompanham a elevação da expectativa e qualidade de vida dos brasileiros.
De acordo com o Censo de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a quantidade de habitantes com 60 anos ou mais é de 32,1 milhões, enquanto em 2010 era de 20,5 milhões.
Na mesma linha de crescimento, o Censo da Educação Superior 2023, divulgado no último mês, registrou quase 10 milhões (9.977.217) de matrículas nos cursos de graduação e sequenciais de formação específica — presenciais e a distância. “Desse total, 60.735 matrículas foram de estudantes com 60 anos ou mais. Quase metade dos alunos nessa faixa etária (30.692) ingressou no ensino superior em 2023”, afirmou o MEC em nota.
Demais faixas etárias
O Painel Enem, disponibilizado pelo Inep para acesso a dados dos 4,32 milhões de candidatos confirmados no Enem 2024, mostra que no recorte por faixa etária dos candidatos, dos, 2,9 milhões (67%) têm até 18 anos; 420 mil (9,7%), entre 19 e 20 anos; 639 mil (14,8%), entre 21 e 30 anos; e 350 mil, (8,1%), entre 31 e 59 anos, além dos quase 10 mil (0,23%) com mais de 60 anos, já citados.
Escolaridade
O Ministério da Educação informa também que, dos quase 10 mil candidatos inscritos no Enem 2024 com mais de 60 anos, 558 ainda são estudantes do ensino médio da Educação de Jovens e Adultos (EJA), modalidade da educação básica voltada a pessoas com mais de 18 anos que não tiveram acesso à educação ou não concluíram na idade certa.
O grupo mais representativo é dos que já terminaram o ensino médio (1,8 milhão). Os concluintes em 2024 são 1,6 milhão dos inscritos.
Entre os inscritos, há 841.546 (19,4%) estudantes do primeiro e do segundo ano do ensino médio e há outras 24.723 (0,6%) pessoas que não cursam nem completaram o ensino médio. Os candidatos desses dois últimos grupos são treineiros, as pessoas que fazem o Enem para testar seus conhecimentos, e os resultados obtidos no exame servem somente para autoavaliação de conhecimentos.
O MEC explica que dados são autodeclaratórios e foram fornecidos no ato de inscrição.
Perfil dos inscritos
A plataforma interativa do Inep revela ainda que dos participantes do Enem 2024, as mulheres são maioria entre os inscritos – equivalem a 60,59%, enquanto os homens representam 39,41%.
Em relação ao custo da inscrição, 63,6% são isentos da taxa de inscrição e 36,4% pagaram o boleto de R$ 85.
Sobre a declaração de raça e/ou cor dos candidatos, a maioria se reconhece de cor parda (1.860.766), seguida da branca (1.788.622) e preta (533.861). Outros 62.288 se consideram de cor amarela e 29.891 se declaram indígenas. Mais de 50 mil participantes não declararam raça ou cor.
Enem 2024
No próximo domingo (10), os candidatos farão as provas de ciências da natureza (química, física e biologia) e matemática da 26ª edição do Enem.
No primeiro dia, os candidatos prestaram provas de linguagens, ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia) e redação e houve abstenção de 26,6%, dos mais de 4,3 milhões de inscritos este ano.
De acordo com o Inep, a divulgação do gabarito das provas do Enem ocorrerá em 20 de novembro e o resultado final será conhecido em 13 de janeiro de 2025.
Mega-Sena, concurso da Mega-Sena, jogos da Mega-Sena, loteria da Mega-Sena
As seis dezenas do concurso 2.794 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.
O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. O prêmio está acumulado em R$ 140 milhões.
Caso apenas um apostador leve o prêmio e aplique o valor na poupança, receberá cerca de R$ 800 mil de rendimento no primeiro mês.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.
Sergio Barbosa nos estúdios Grupo Hora. Foto: Reuel Oliveira
Nesta quarta-feira (6), o Jornal da Hora recebeu o prefeito eleito da cidade de Amambai, Sérgio Barbosa (MDB), que falou em entrevista sobre as estratégias para o desenvolvimento econômico e de infraestrutura do município.
Sergio Barbosa irá assumir seu terceiro mandado como prefeito de Amambai. Ele assumiu a gestão do Município pela primeira vez em 2005, e retornou a liderança do executivo em 2013.
A cidade Amambai tem cerca de 40 mil habitantes e possui a segunda maior população indigena do Mato Grosso do Sul. Com a economia pautada na agropecuária, o município tem o maior rebanho bovino da região sul do estado e as áreas de plantio têm crescido significativamente na região.
Nos últimos anos o município se fortaleceu como comércio e tem se consolidado como um importante polo de desenvolvimento e presta apoio para os municípios vizinhos em relação à infraestrutura. O objetivo do prefeito é aproveitar o potencial de crescimento que Amambai apresenta “A cidade movimenta, com certeza, mais do que o dobro da população dela a nível de comércio local e serviços prestados […] Amambai precisa se apoderar desse título de polo de saúde, desenvolvimento local, inclusive para ajudar os municípios vizinhos”, afirma.
Nos últimos 60 anos, o aquecimento em algumas regiões brasileiras foi maior que média global, chegando a até 3º Celsius na média das temperaturas máximas diárias em algumas regiões, aponta o relatório Mudança do Clima no Brasil – síntese atualizada e perspectivas para decisões estratégicas. De acordo com o estudo, desde o início da década de 1990, o número de dias com ondas de calor no Brasil subiu de sete para 52, até o início da década atual.
“Eventos extremos, como secas severas e ondas de calor, serão mais frequentes, com probabilidade de ocorrência de eventos climáticos sem precedentes”, destaca o relatório.
O estudo, que será lançado oficialmente em Brasília, nesta quarta-feira (6), é um recorte para o Brasil do último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e de outros estudos científicos atuais, resultado de um esforço que reuniu o Ministério de Ciência, Tecnologia e Informação com as organizações sociais da Rede Clima, o WWF-Brasil e o Instituto Alana.
Projeção A partir das projeções para os próximos 30 anos, apresentadas de forma inédita pelo IPCC, com o objetivo de orientar ações de adaptações, os pesquisadores também concluíram que se o limite de 2ºC for atingido, em 2050 limiares críticos para a saúde humana e a agricultura serão ultrapassados com mais frequência.
Nesse cenário, a população afetada por enxurradas no Brasil aumentará entre 100 e 200%. Doenças transmitidas por vetores como os da dengue e malária também causarão mais mortes.
A Amazônia, por exemplo, perderá 50% da cobertura florestal pela combinação de desmatamento, condições mais secas e aumento dos incêndios. O fluxo dos rios serão reduzidos e a seca afetaria mais os estados do Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. O ciclo de chuvas no Brasil e na América do Sul também serão afetados.
Os estoques pesqueiros serão reduzidos em 77%, com redução de 30% a 50% dos empregos no setor. O impacto estimado na receita, em relação ao Produto Interno Bruto é 30%.
O Nordeste, onde vivem atualmente quase 55 milhões de pessoas, segundo dados preliminares do Censo 2022, pode ter 94% do território transformado em deserto.
Pessoas que vivem nas grandes cidades brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte ficarão expostas à escassez de água. A estimativa é que no cenário de mais 2ºC, em 2050, 21,5 milhões de pessoas em áreas urbanas sejam afetadas pela quebra do ciclo hídrico e do impacto nas safras.
Medidas Nas conclusões, os pesquisadores consideram ser necessário manter o limite de 1,5ºC no aumento médio da temperatura global e não permitir que as emissões de gases do efeito estufa continuem crescendo e para isso é necessário rever as ambições das políticas nacionais. “As metas brasileiras não têm correspondido ao tamanho da redução das emissões que cabem ao país” destaca o relatório.
Entre os ajustes imediatos apontados pelo estudo estão: zerar o desmatamento em todos os biomas, investir em programas de pagamentos por serviços ambientais para incentivar a conservação, migrar para uma agricultura de baixo carbono, por meio de sistemas agroflorestais e integração entre lavoura, pecuária e floresta.
A gestão integrada dos recursos hídricos e a adoção de sistemas agrícolas resilientes às mudanças climáticas são apontados pelos cientistas como saídas para garantir as seguranças hídrica e alimentar.
Soluções baseadas na natureza são medidas necessárias para adaptar as cidades às mudanças climáticas, com o aumento de áreas verdes que tornem as regiões urbanas mais permeáveis com drenagem natural. O relatório também aponta a necessidade de investimentos em transporte público de baixo carbono, como incentivo ao uso de transportes coletivos e não motorizados.
O estudo aponta ainda a importância da cooperação internacional no financiamento climático desenvolvimento e transferência de tecnologias limpas, além do reforço coletivo para diminuir as emissões de gases do efeito estufa.
De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado nesta terça-feira (5), as chuvas sazonais mantiveram uma perspectiva favorável para a soja e outras culturas emergentes de verão no centro e nordeste do Brasil. Precipitações entre 10 e 100 mm beneficiaram regiões de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, e áreas orientais de Minas Gerais, oeste da Bahia e Tocantins. As altas temperaturas, com máximas nos 30°C em várias regiões, aceleraram a germinação, mas também elevaram as perdas por evaporação.
Em Mato Grosso, o plantio de soja chegou a 80% em 1º de novembro, avançando 24 pontos percentuais em uma semana e alinhando-se à média de cinco anos após um início lento devido ao atraso das chuvas. No sul, as chuvas diminuíram em relação à semana anterior, com precipitações de menos de 10 mm, enquanto temperaturas elevadas favoreceram a secagem do trigo e a rápida germinação de grãos de verão.
No Paraná, a colheita do trigo estava em 91% até 28 de outubro, com 97% do milho e 74% da soja de primeira safra plantados. No Rio Grande do Sul, os índices de plantio chegaram a 74% para o milho e 10% para a soja, enquanto 48% do trigo já foi colhido até o final de outubro.
Mato Grosso do Sul terá um reforço de R$ 30,3 milhões do Fundo Nacional de Segurança Pública para auxiliar na implementação de ações de combate à violência e ao crime organizado, desenvolvidas pela Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública).
O recurso, destinado ao eixo de Redução das Mortes Violentas Intencionais, foi confirmado com a publicação do Termo de Adesão, assinado pelo secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo.
A quantia será utilizada para a aquisição de novos equipamentos e viaturas, além de investimentos em tecnologia da informação. A previsão é que os recursos sejam aplicados durante os anos de 2025 e 2026, conforme plano de trabalho apresentado ao Ministério da Justiça pela Sejusp.
“Investir em segurança pública, ampliando o trabalho de inteligência, recursos humanos e tecnologia, é fundamental para entregar um bom serviço e garantir o bem-estar da população. É permanente esse desafio, um combate sempre firme”, frisa o governador Eduardo Riedel.
De acordo com o termo de adesão, a maior parte dos recursos, cerca de R$ 18,4 milhões, será destinada à compra de veículos. Estão previstos ainda investimentos de de R$ 4,5 milhões em munições letais e não letais, de R$ 4,1 milhões em equipamentos táticos, de proteção individual e uniformes e outros R$ 1,7 milhão em tecnologia da informação, que inclui drones, licenças e equipamentos de áudio e vídeo.
Para o secretário de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul, Antonio Carlos Videira, este investimento é de fundamental importância para fortalecer as ações de segurança pública no estado.
“São recursos que possibilitarão a continuidade da modernização e fortalecimento da segurança pública pelo Governo do Estado, bem como uma atuação mais eficaz das nossas polícias no combate à criminalidade e à redução dos índices de violência.”
Conforme o termo de adesão do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o plano de trabalho elaborado pela Sejusp, haverá ainda investimentos da ordem de R$ 9,1 milhões em ações de custeio, que inclui entre outros, a manutenção das frotas, formação e capacitação dos servidores da segurança pública de Mato Grosso do Sul.
“Nosso objetivo é garantir a segurança da população e proporcionar um ambiente mais tranquilo para todos”, assegura Videira.
Mais investimentos
Com outros dois planos de trabalho elaborados pela Sejusp e aprovados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, Mato Grosso do Sul receberá mais R$ 7,5 milhões, além dos R$ 30,3 milhões previstos na publicação do Diário Oficial da União desta terça-feira (5). Recursos estes que serão aplicados nos anos de 2025 e 2026.
São investimentos que contemplam os eixos de enfrentamento à violência contra a mulher, que receberá R$ 3,7 milhões e, a melhoria da qualidade de vida dos profissionais de segurança pública, onde também serão investidos de serão R$ 3,7 milhões. Todos os recursos são oriundos do Fundo Nacional de Segurança Pública.
Sobre o FNSP
O Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) é um instrumento financeiro destinado a financiar políticas públicas de segurança pública, com o objetivo de reduzir a violência e fortalecer as ações de prevenção e combate à criminalidade. Os recursos do fundo são distribuídos aos estados e municípios por meio de chamadas públicas e termos de adesão.
Joelma Belchior, Comunicação Sejusp Foto de capa: Chico Ribeiro/Arquivo
A situação do projeto de implantação da Infovia Digital, com a instalação de 7 mil quilômetros de rede de fibra óptica dedicada e de alta velocidade para todos os 79 municípios sul-mato-grossenses, foi apresentada ao governador Eduardo Riedel, hoje (6), pela empresa responsável.
A Infovia Digital proporciona o incentivo à conectividade do cidadão por meio da implantação de wi-fi com acesso gratuito em 129 locais públicos em todas as cidades do Estado. Em Campo Grande, o serviço estará disponível na Praça do Peixe, Praça Bosque da Paz, Praça Recanto dos Pássaros e Praça República da Bolívia.
O projeto estruturado pelo EPE (Escritório de Parcerias Estratégicas) e executado pela Setdig (Secretaria-Executiva de Transformação Digital), conecta 1.649 pontos de acesso do Governo do Estado em rede, com 15 mil ramais de telefonia, 157 câmeras, além de wi-fi em 129 praças e locais públicos em todo Estado.
A implantação da Infovia Digital, uma rede de conectividade e tecnologia de ponta que ligará todo o Estado, que concretiza a meta de um governo digital e inclusivo para Mato Grosso do Sul, teve início em 2023.
O contrato firmado entre o Governo do Estado e a empresa Sonda viabilizará a prestação de serviços de transporte de voz, dados e imagem para todos os equipamentos das unidades públicas estaduais. São 7 mil quilômetros de rede de fibra óptica instalados para interligar os 79 municípios sul-mato-grossenses.
“Tem várias entregas no projeto da Sonda, que tem todo um cinturão de infraestrutura de fibra no Estado. Os pontos de acesso público, que são as praças nos municípios, estão 95% concluídos. A gente começou a ativar a internet e o monitoramento das câmeras que ficam nas praças públicas. E a segunda fase, que também está 90% entregue, que é o cinturão, está praticamente finalizado. O projeto de infraestrutura base está colocado e agora o Estado está ativando os pontos do governo”, explicou o secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, Rodrigo Perez.
Na Capital serão 280 pontos estatais interligados, 236 já estão ativos dentro da rede de conectividade. Além das oito câmeras de monitoramento remoto (OCR), que estão em pleno funcionamento auxiliando os serviços de segurança pública e socorro nas cinco praças.
“Estamos conectando as escolas ao nosso data center, as ligações, as delegacias. A gente iniciou o projeto conectando primeiro o Detran, Secretaria de Estado de Fazenda, e todas as estruturas governamentais de Campo Grande. E estamos ampliando isso para o interior com prioridade para as escolas”, explicou Perez.
Todo o sistema do Governo será substituído por ramais VOIP (transmissão de voz pela internet), com conexão de fibra óptica. A proposta deve reduzir os custos com telefonia clássica do Estado, solução mais moderna e que possibilita integração com outras ferramentas dentro dessa rede.
A reunião para apresentar o avanço do projeto também contou com a presença do secretário Jaime Verruck (Semadesc), além da secretária especial Eliane Detoni (EPE), a secretária-adjunta Ana Nardes (Segov), e ainda os representantes da Sonda, José Orlandini (presidente), Rivaldo Ferreira (vice-presidente) e Ingo Ploger (diretor).
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS Foto: Bruno Rezende
A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar o ritmo de alta dos juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 11,25% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.
A alta consolida um ciclo de contração na política monetária. Após passar um ano em 13,75% ao ano, entre agosto de 2022 e agosto de 2023, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano, começando a aumentar a Selic na reunião de setembro, quando a taxa subiu 0,25 ponto.
Em comunicado, o Copom informou que a incerteza nos Estados Unidos se ampliou. Sem citar diretamente a eleição do ex-presidente Donald Trump, o texto mencionou “a conjuntura econômica incerta nos Estados Unidos, o que suscita maiores dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed [Federal Reserve, Banco Central norte-americano]”.
Em relação ao cenário doméstico, o Copom informou que está acompanhando a política fiscal e cobrou ajustes dos gastos públicos. “O Comitê reafirma que uma política fiscal crível e comprometida com a sustentabilidade da dívida, com a apresentação e execução de medidas estruturais para o orçamento fiscal, contribuirá para a ancoragem das expectativas de inflação e para a redução dos prêmios de risco dos ativos financeiros, consequentemente impactando a política monetária”, destacou o comunicado.
Inflação
A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, subiu para 0,44%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), puxado pela bandeira vermelha nas contas de luz e pelo preço dos alimentos, que subiu por causa da seca no início do semestre. O IPCA de outubro só será divulgado na sexta-feira (8).
Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,42% em 12 meses, cada vez mais próximo do teto da meta deste ano. Para 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,5% nem ficar abaixo de 1,5% neste ano.
No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou para 4,31% a previsão para o IPCA em 2024, mas a estimativa pode subir ainda mais mudar por causa da alta do dólar e do impacto da seca prolongada sobre os preços. O próximo relatório será divulgado no fim de dezembro.
As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,59%, acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,38%.
O comunicado do Copom trouxe as expectativas atualizadas do Banco Central sobre a inflação. A autoridade monetária prevê que o IPCA chegará a 4,6% em 2024 (acima do teto da meta), 3,9% em 2025 e 3,6% no acumulado em 12 meses no fim do primeiro trimestre em 2026. Isso porque o Banco Central trabalha com o que chama de “horizonte ampliado”, considerando o cenário para a inflação em até 18 meses.
O Banco Central aumentou as estimativas de inflação. Na reunião anterior, de setembro, o Copom previa IPCA de 4,3% em 2024, de 3,7% em 2025 e de 3,5% no acumulado em 12 meses no fim do primeiro trimestre em 2026
Crédito mais caro
O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último Relatório de Inflação, o Banco Central elevou para 3,2% a projeção de crescimento para a economia em 2024. O número foi revisado após o expansão de 3,1% do PIB em 2024.
A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.
O presidente da ACIA, a Associação Comercial e Empresarial de Amambai, o empresário e advogado, Dr. Bruno Anderson. (Foto e Vídeo: Vilson Nascimento/Grupo A Gazeta)
Vilson Nascimento
Em entrevista a reportagem do grupo A Gazeta, o empresário, advogado e presidente da ACIA (Associação Comercial e Empresarial de Amambai), Bruno Anderson Mattos e Silva, abordou várias ações a serem realizadas pela entidade empresarial ao logo deste final de ano, em Amambai.
Bruno Anderson falou sobre a Convenção Coletiva, que vai regulamentar o funcionamento do comércio no final de ano e no decorrer do ano que vem, além de reger o reajuste dos trabalhadores no comércio de Amambai em 2025.
O presidente da ACIA também falou sobre o Black Friday no comércio amambaiense, do jantar aberto a comunidade amambaiense programado para o final desse mês, em comemoração aos 45 anos da Associação Comercial e Empresarial de Amambai, além do Natal Premiado, a campanha de final de ano promovido pela entidade com o objetivo de fomentar o consumo no comércio local.
Bruno Anderson também falou dos cursos e palestras oferecidas pela ACIA a seus associados, destacou a importância da classe empresarial se filiar a Associação Comercial local e destacou também o programa Clube de Vantagens que a ACIA está lançando para seus associados.
A desvalorização de diversas commodities (bens primários com cotação internacional) e o aumento das importações decorrentes da recuperação da economia fizeram o superávit da balança comercial (exportações menos importações) despencar em outubro. No mês passado, o país exportou US$ 4,343 bilhões a mais do que importou, queda de 52,7% em relação ao mesmo mês de 2023 e o pior resultado para outubro desde 2017 (superávit de US$ 4,095 bilhões).
Com o resultado de outubro, o superávit comercial nos dez primeiros meses do ano atinge US$ 63,022 bilhões. O montante é 22% inferior ao do mesmo período de 2023, mas é o segundo melhor para o período na série histórica, que mede as estatísticas do comércio externo desde 1989.
Em relação ao resultado mensal, as exportações caíram, enquanto as importações dispararam, impulsionadas por gás natural e bens de capital (bens usados na produção). Em outubro, o Brasil vendeu US$ 29,461 bilhões para o exterior, recuo de 0,7% em relação ao mesmo mês de 2023. As compras do exterior somaram US$ 20,501 bilhões, alta de 22,5%.
Do lado das exportações, a queda no preço internacional da soja, do milho, do ferro, do aço e do açúcar foram os principais fatores que provocaram a queda no valor vendido. As vendas de alguns produtos, como café, celulose e carne bovina, subiram no mês passado, compensando a diminuição de preço dos demais produtos.
Do lado das importações, as aquisições de medicamentos, motores, máquinas, adubos e fertilizantes químicos subiram. A maior alta, no entanto, foi relacionada ao gás natural, cujo valor comprado aumentou 306,6% em outubro na comparação com outubro do ano passado. O Brasil importou 187,3% a mais em volume do combustível, com preço 41,5% mais alto na mesma comparação.
No mês passado, o volume de mercadorias exportadas subiu 6,6%, puxado pelo café, pela carne bovina e pela celulose, enquanto os preços caíram 6,7% em média na comparação com o mesmo mês do ano passado. Nas importações, a quantidade comprada subiu 34,2%, mas os preços médios recuaram 8,5%, indicando o aumento das compras externas decorrentes da recuperação da economia.
Setores
No setor agropecuário, a queda no preço pesou mais na redução das exportações. O volume de mercadorias embarcadas caiu 5,3% em outubro na comparação com o mesmo mês de 2023, enquanto o preço médio caiu 7%.
A indústria de transformação foi a exceção, com a quantidade exportada subindo 9,2%, com o preço médio avançando 0,8%. Na indústria extrativa, que engloba a exportação de minérios e de petróleo, a quantidade exportada subiu 10,3%, enquanto os preços médios recuaram 22,2%.
Estimativa
Em outubro, o governo tinha revisado para baixo a projeção de superávit comercial para 2024. A estimativa caiu US$ 79,2 bilhões para US$ 70 bilhões, queda de 28,9% em relação a 2023. Na previsão anterior, de julho, a queda estava estimada em 19,9%. Essa foi a última projeção do ano.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, as exportações devem cair 1,2% em 2024 na comparação com 2023, encerrando o ano em US$ 335,7 bilhões. As importações subirão 10,2% e fecharão o ano em US$ 264,3 bilhões. As compras do exterior deverão subir por causa da recuperação da economia, que aumenta o consumo.
As previsões estão mais pessimistas que as do mercado financeiro. O Boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, projeta superávit de US$ 77,78 bilhões neste ano.
Com bom ambiente de negócios em Mato Grosso do Sul, a empresa Agroceres PIC vai inaugurar a primeira unidade de genética suína do Centro-Oeste, em Campo Grande. Ela está localizada na rodovia MS-040 e conta com um investimento de R$ 50 milhões. Mais empregos e oportunidades na Capital.
A inauguração da unidade vai ocorrer no próximo dia 26 de novembro. Sérgio Luís Dall’Igna Filho, representante da empresa, esteve nesta quarta-feira (6) com o governador Eduardo Riedel para fazer o convite oficial da realização do evento. A unidade terá 800 machos (suínos) para coleta permanente e vai gerar 40 empregos diretos.
“Viemos aqui convidar o governador para participar da inauguração. É a primeira unidade deste modelo no Centro-Oeste. Será a mais moderna do Brasil. A unidade de Campo Grande terá o objetivo de fazer disseminação desta genética, voltado para produção de carne suína”, explicou Sérgio Luiz.
Fotos: Bruno Rezende
O representante da empresa destacou que a unidade de coleta de sêmen irá abastecer tanto os produtores do Estado, como de toda região Centro-Oeste. “Somos uma multinacional, a principal empresa de genética de suíno do mundo. Já temos unidades em outros estados e agora chegamos no Mato Grosso do Sul”.
Para o secretário da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Jaime Verruck, a nova unidade complementa o que faltava na cadeia produtiva da suinocultura em Mato Grosso do Sul.
“A primeira coisa que trouxemos ao Estado foram as empresas que produzem matrizes de mães dos leitões, mas a compra de sêmen suíno era feita fora do Estado e muitas vezes até importados. Agora teremos esta produção local em Campo Grande, que serão vendidos para as granjas locais”, afirmou o secretário.
Fotos: Mairinco de Pauda
Verruck explicou que Campo Grande foi a cidade escolhida por não possuir uma densidade alta da suinocultura, o que favorece a questão da segurança sanitária. “Agora trazemos Campo Grande para o mapa da suinocultura estadual. A empresa é referência na área de genética, com sêmen de alta qualidade e produtividade”.
Mato Grosso do Sul passa a contar agora com uma cadeia (suína) com produção de sêmen, produção de matrizes e leitões, assim como industrialização e venda. “Isto garante ao Estado a manutenção da produtividade, já temos a melhor do país, pois nossas matrizes produzem o maior número de leitões do Brasil”, completou o secretário.
Leonardo Rocha, Bruno Chaves e Natália Yahn Foto da capa: Mairinco de Pauda/Semadesc
A recuperação asfáltica da MS-388 foi solicitada pela deputada estadual Mara Caseiro (PSDB) ao secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara, e ao diretor-presidente da AGESUL, Mauro Azambuja Rondon. A solicitação visa a recuperação asfáltica do trrecho que liga os municípios de Bataguassu a Santa Rita do Pardo.
A demanda foi protocolada na Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul e atende a uma reivindicação da população local, que tem enfrentado dificuldades de tráfego na rodovia. Conforme justificativa apresentada pela deputada, o estado da pista é tão crítico que em alguns pontos buracos chegam a ocupar faixas inteiras, o que representa um grande risco à segurança de quem transita pelo local.
Além de afetar diretamente os motoristas, a situação da via compromete o escoamento da produção agrícola da região, bem como a circulação de insumos necessários para o setor rural, que é uma das bases econômicas do Estado. “Estamos falando de uma via de grande importância para o Estado, que precisa ser mantida em boas condições para garantir o desenvolvimento e a segurança”, reforçou a deputada em sua solicitação.
Além dos riscos de acidentes, o mau estado da via traz prejuízos financeiros significativos aos motoristas, que sofrem com danos frequentes em seus veículos devido aos buracos e irregularidades na pista. A falta de infraestrutura também afeta diretamente o setor de transporte e a produção agrícola, dificultando o acesso e a logística das atividades econômicas locais. “As boas condições das estradas refletem o compromisso do Estado com o desenvolvimento e o bem-estar de todos os sul-mato-grossenses”, concluiu a deputada.
O deputado estadual Coronel David voltou a cobrar o cumprimento da Lei nº 5.597, de sua autoria, aprovada pela Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) em novembro de 2020. A legislação proíbe cláusulas de fidelidade e multas por quebra de contrato nos serviços de telefonia, internet e TV a cabo em todo o estado, mas, segundo o deputado, as operadoras de telefonia têm ignorado a norma e continuam aplicando multas, prejudicando os consumidores sul-mato-grossenses.
“Desde a aprovação desta lei, as operadoras, especialmente as de telefonia, insistem em desrespeitá-la, cobrando multas de fidelidade. Isso vai contra o que foi aprovado nesta Casa, e o mais grave é que, quando o consumidor questiona a cobrança, as empresas acabam negativando o nome dessas pessoas, gerando transtornos e danos à vida financeira dos cidadãos,” denunciou Coronel David.
A Lei nº 5.597 foi criada para proteger os consumidores de Mato Grosso do Sul, oferecendo a eles o direito de cancelar ou alterar contratos sem serem penalizados. O deputado ressaltou que a prática abusiva das operadoras vai contra o objetivo da legislação e pediu a atuação da comissão de eficácia legislativa da Alems para assegurar o cumprimento da norma.
“Peço que nossa comissão de eficácia legislativa atue para que as leis aprovadas por esta Casa sejam efetivamente respeitadas. Esta lei é uma conquista importante para os consumidores e não pode ser tratada com desprezo. Precisamos garantir que o cidadão de Mato Grosso do Sul tenha seus direitos assegurados e que essas empresas não continuem a desrespeitar as normas locais,” afirmou Coronel David.
Conforme o deputado, o desrespeito à legislação tem gerado prejuízos financeiros e transtornos emocionais para os consumidores, que acabam com seus nomes negativados e sofrem danos em sua reputação e crédito. Coronel David destacou que essa prática abusiva afeta a vida financeira de famílias e que a lei foi criada justamente para impedir esse tipo de situação.
A cobrança pelo cumprimento da Lei nº 5.597 é mais uma ação de Coronel David em sua luta pela defesa dos consumidores e pelo respeito às normas estaduais. “A nossa expectativa é que as operadoras se adequem à legislação e cessem as práticas de fidelização e multas abusivas, protegendo os direitos dos cidadãos sul-mato-grossenses”, finaliza David.
Nessa segunda-feira, 4 de novembro, a Casa do Trabalhador de Amambai, embarcou mais 200 trabalhadores do município e da região para trabaharem em lavouras de maçã no Sul do país. (Foto: Divulgação)
Vilson Nascimento
A Casa do Trabalhador, órgão ligado a Fundação do Trabalho (Funtrab) do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza pelo menos 28 oportunidades de emprego nesta quinta-feira, dia 7 de novembro, em Amambai.
Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas
10 Vagas de Alimentador de linha de Produção
1 Vaga de Gerente de Departamento de Produção
1 Vaga de Cabeleireiro feminino
1 Vaga de Mecânico
1 Vaga de Atendente de loja (PCD)
2 Vagas de Vendedor interno
1 Vaga para Forneiro de Alto-Forno
1 Vaga Cortador de Eucalipto
1 Vaga para Motofretista
1 Vaga para Motorista Entregador
1 Vaga de Promotor de Vendas
1 Vaga de Vendedor de comércio Varejista
1 Vaga para Monitor Agrícola
1 Vaga para serviços gerais
1 Vaga para Faxineiro
1 Vaga para Motorista Lombador
1 Vaga para Falguista
Casa do trabalhador também oferece
A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região.
Segundo o órgão para dar entrada no pedido de benefício o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade).
A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa a Secretaria Municipal de
Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.
O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 13h. Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.
Nessa segunda-feira, dia 4 de novembro, a Casa do Trabalhador de Amambai embarcou mais 200 trabalhadores indígenas para trabalharem em lavouras de maçã em Friaburgo, em Santa Catarina e em Vacaria, no Rio Grande do Sul.
A empresária amambaiense Suelen Freitas inaugurou oficialmente a Ótica Central, um novo espaço dedicado ao cuidado visual que chega com um ambiente moderno e mais acessível para atender à população de Amambai. Anteriormente, Suelen liderava o empreendimento sob o nome Ótica Novo Estilo, que funcionava em outro local, e agora, com uma nova estrutura e identidade, busca consolidar a Ótica Central como uma referência no município.
Suelen, que iniciou sua trajetória no ramo ótico em 2019 vendendo porta a porta, abriu seu primeiro estabelecimento, a Ótica Novo Estilo, em 2022. Para ela, o novo empreendimento é um sonho realizado.
Além dos serviços de conserto de armações, a Ótica Central conta com uma ampla variedade de óculos de sol e de grau, trazendo opções de marcas renomadas para os clientes. O local também realizará agendamentos para consultas com oftalmologista e optometrista, facilitando o acesso à saúde visual na cidade.
A chegada da Ótica Central reafirma o compromisso de Suelen Freitas em oferecer serviços de qualidade e contribuir para o bem-estar da população de Amambai, que agora conta com mais uma opção acessível e especializada em saúde visual.
A deputada estadual Mara Caseiro (PSDB) apresentou um pedido ao secretário estadual de Saúde, Maurício Simões, a destinação de uma caminhonete para a equipe de saúde rural do município de Costa Rica. A solicitação atende a um pedido conjunto dos vereadores locais, que apontaram dificuldades enfrentadas pelos agentes de saúde na região.
O requerimento, formulado com base em demandas apresentadas pelos vereadores Rosângela Marçal, Lucas Lázaro Gerolomo, Averaldo Barbosa da Costa, Prof. Manuelina M. da S. A. Cabral, Adair Tiago Oliveira, Ailton Martins de Amorim, Alecksander da S. Pimenta, Artur Delgado Baird, Evaldo Paulino Garcia, Jovenaldo F. dos Santos e Rayner Moraes Santos, destaca a necessidade urgente de um veículo que permita o deslocamento adequado dos profissionais nas visitas domiciliares.
Desafios no atendimento rural
Segundo a justificativa apresentada pela deputada, as estradas rurais de Costa Rica, que em sua maioria não são pavimentadas, dificultam a locomoção dos profissionais de saúde e comprometem a rapidez e qualidade no atendimento à população rural. As longas distâncias entre as residências tornam o atendimento dependente de um veículo adequado para enfrentar as condições de terreno, tarefa que, atualmente, a equipe encontra dificuldades em realizar.
“A falta de veículos apropriados não apenas prejudica o atendimento, mas compromete a saúde dos cidadãos que vivem na zona rural de Costa Rica”, pontua a deputada na justificativa do pedido. Mara Caseiro ressaltou ainda que a estrutura de saúde deve ser capaz de atender a população onde quer que ela resida, garantindo que o acesso aos serviços seja assegurado, independentemente das dificuldades de deslocamento.
A deputada reforçou que a disponibilização do veículo solicitado é essencial para uma gestão pública de qualidade, possibilitando uma resposta mais eficiente às demandas de saúde dos moradores rurais do município. “Peço atenção especial a esse pedido, pois será de grande importância aos cidadãos do município”, ressaltou ela.
A venda de veículos aumentou 21,6% em outubro deste ano, na comparação com o mesmo mês de 2023. No mês passado, foram licenciadas no país 264,9 mil unidades, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (6) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
No acumulado do ano – de janeiro a outubro –, as vendas cresceram 15% em relação ao mesmo período de 2023, com um total de 2,124 milhões de unidades.
A exportação de veículos também aumentou no mês passado. A alta foi de 39,2% ante outubro de 2023, chegando a 43,5 mil unidades exportadas.
No acumulado do ano deste ano, a exportação somou R$ 327,8 mil, o que representa queda de 7,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.