A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,63% para 4,71% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.
Para 2025, a projeção da inflação também subiu de 4,34% para 4,4%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,81% e 3,5%, respectivamente.
A estimativa para 2024 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.
A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua e, assim, o CMN não precisará mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Em outubro, puxada principalmente pelos gastos com habitação e com alimentos, a inflação no país foi de 0,56%, após o IPCA ter registrado 0,44% em setembro. De acordo com o IBGE, em 12 meses o IPCA acumula 4,76%. A inflação de novembro será divulgada pelo instituto no próximo dia 10.
Juros básicos
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 11,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o colegiado aumentar o ritmo de alta dos juros na última reunião, no início deste mês.
A alta consolida um ciclo de contração na política monetária. Após passar um ano em 13,75% ao ano, entre agosto de 2022 e agosto de 2023, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano, começando a aumentar a Selic na reunião de setembro, quando a taxa subiu 0,25 ponto.
A próxima reunião do Copom está marcada para 10 e 11 de dezembro, quando os analistas esperam novo aumento da taxa básica. Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 11,75% ao ano.
Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica suba para 12,63% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida para 10,5% ao ano e 9,5% ao ano, respectivamente.
Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.
Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
PIB e câmbio
A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano está subiu de 3,17% para 3,22%. No segundo trimestre do ano, o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) surpreendeu e subiu 1,4% em comparação com o primeiro trimestre. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o segundo trimestre de 2023, a alta foi de 3,3%.
Para 2025, a expectativa para o PIB é de crescimento de 1,95%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro estima expansão do PIB também em 2% para os dois anos.
Em 2023, também superando as projeções, a economia brasileira cresceu 2,9%, com valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o IBGE. Em 2022, a taxa de crescimento havia sido de 3%.
A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,70 para o fim deste ano. No fim de 2025, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,60.
De sábado a segunda-feira, dias 7, 8 e 9 de dezembro, a ONG Adote 1 Campeão de 4 Patas promoverá um bazar beneficente para arrecadar recursos e garantir a continuidade de suas atividades em Amambai. O evento ocorrerá na Rua José Bonifácio, em frente à lateral da Escola Estadual Coronel Felipe de Brum, oferecendo à população a chance de colaborar com o trabalho da organização, que se dedica ao resgate e cuidado de animais.
No bazar, os visitantes terão a oportunidade de comprar roupas, calçados e acessórios a preços especiais. Toda a arrecadação será destinada ao custeio de despesas essenciais da ONG, como a aquisição de rações, medicamentos e outros custos relacionados aos resgates e cuidados de animais em situação de vulnerabilidade.
A ONG Adote 1 Campeão de 4 Patas, que há anos atua na proteção e apoio a animais abandonados no município, reforça a importância da solidariedade para garantir que seu trabalho continue a beneficiar cães e gatos que necessitam de amparo. Com itens de qualidade a preços acessíveis, o bazar também se configura como uma oportunidade para quem deseja fazer a diferença de maneira simples e direta.
Serviço:
Data: 07, 08 e 09 de dezembro
Local: Rua José Bonifácio, em frente à lateral da Escola Estadual Coronel Felipe de Brum
Objetivo: Arrecadar fundos para rações, medicamentos, cuidados e resgates de animais
A nova diretoria do Sindicato Rural de Amambai, com o presidente da Famasul, Marcelo Bertoni. (Fotos: Vilson Nascimento)
Vilson Nascimento
Uma cerimônia realizada na noite desta sexta-feira, dia 29 de novembro, no Tattersal Olenir Nunes da Silva, no Parque de Exposições, marcou a posse da nova diretoria do SRA (Sindicato Rural de Amambai).
Assumiu a presidência da entidade ruralista para o triênio, 2025/2027, o produtor rural, Manoel Douglas Antunes Pinto Júnior. A eleição aconteceu no dia 22 de outubro e teve chapa única.
Douglas substituiu na presidência do SRA o empresário e produtor rural, Rodrigo Ângelo Lorenzetti, que administrou o Sindicato Rural de Amambai por dois mandatos consecutivos.
O presidente do Sindicato Rural de Amambai, Manoel Douglas Antunes Pinto Júnior. Ele vai dirigir a entidade ruralista em um mandato de três anos.
A solenidade de posse da nova diretoria do Sindicado Rural de Amambai contou com a presença de produtores rurais, autoridades e representantes de vários segmentos da sociedade amambaiense, além de representantes de empresas, cooperativas agrícolas e instituições bancárias que atuam direta e indiretamente junto ao setor agro.
Também estiveram presentes na solenidade, representantes do Batalhão da Polícia Militar Rural, que atua na segurança no campo, em Mato Grosso do Sul e presidentes de sindicatos rurais da região, entre eles, Gino Ferreira, presidente do Sindicato Rural de Dourados, Carlos Eduardo Macedo Marquez, o “Kaká”, presidente do Sindicato Rural de Caarapó e o presidente do Sindicato Rural de Aral Moreira, Rene Glanert Marques.
O presidente da Famasul, Marcelo Bertoni. União da classe produtora garante força e representatividade na luta pelos direitos da categoria.
A oficialização da posse de Manoel Douglas e toda sua diretoria foi formalizada pelo presidente da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), Marcelo Bertoni que veio a Amambai exclusivamente para participar do ato de posse.
O presidente empossado, Manoel Douglas (d) prestou uma homenagem ao presidente substituído, Rodrigo Lorenzetti, pelos excelentes trabalhos prestados durante seus dois mandatos frente ao SRA.
Entre as diversas autoridades e representantes de segmentos que estiveram presentes na solenidade de posse da nova diretoria do Sindicato Rural, em Amambai estavam a presidente da Câmara Municipal de Amambai, vereadora Lígia Borges, além de vereadores que estão no exercício do cargo e vereadores eleitos nas últimas eleições no município, o atual vice-prefeito de Amambai, Rodrigo Selhorst, que na ocasião representou o governo municipal local, o prefeito eleito de Amambai, Sérgio Diozébio Barbosa, o deputado federal Marcos Pollon, o comandante da 3ª Companhia Independente de Polícia Militar (3ª CIPM), com sede em Amambai, major Ryo Sato, o delegado titular de Polícia Civil, em Amambai, Dr. Guilherme Tiago Andrade, o presidente da ACIA (Associação Comercial e Empresarial de Amambai), Bruno Anderson Mattos e Silva e o empresário e vice-prefeito eleito, em Amambai, Jaime Vizotto, entre outras personalidades.
A Aprosoja-MS (Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul) foi representada na ocasião pelo seu diretor, Diogo Peixoto da Luz. Diogo é produtor rural em Amambai, já presidiu o Sindicato Rural local por dois mandatos e é irmão do atual presidente, Manoel Douglas, que assumiu a presidência do SRA nessa sexta-feira, dia 29.
O ex-presidente do SRA e diretor da entidade estadual, Diogo Peixoto, representou a Aprosoja-MS na ocasião.
O ato de posse a nova direção do SRA também foi marcada por troca de homenagens entre o agora ex-presidente, Rodrigo Lorenzetti e o presidente da Famasul, Marcelo Bertoni e uma homenagem prestada pelo presidente que assumiu o cargo, Manoel Douglas, a Rodrigo Lorenzetti, pelos relevantes trabalhos prestados durante os seis anos que permaneceu à frente da presidência da entidade ruralista.
A presidente da Câmara Municipal, Lígia Borges, estacou a vinda da Patrulha Rural para Amambai, fruto do seu trabalho no parlamento municipal e a parceria entre Câmara e Sindicato Rural, que possibilitou a manutenção da Estradado Choro.O prefeito eleito de Amambai, Sérgio Barbosa, enfatizou que sua gestão quer trabalhar em parceria com a classe produtora.O presidente da ACIA, Bruno Anderson, destacou a importância o agronegócio para a economia e o comércio local, bem como a parceria entre a Associação Comercial e o Sindicato Rural, em Amambai.
Confira a nova diretoria do Sindicato Rural de Amambai
Dia 1º de Dezembro é celebrado o “Dia Mundial da Luta Contra a Aids”, a Secretaria de Saúde de Iguatemi está intensificando as iniciativas voltadas à prevenção contra a doença. Dentro dessa proposta, os Profissionais que atuam nas Unidades de Saúde do Município estão realizando ações, sob o comando da Coordenadora do Programa IST/AIDS, Maria Olavinda de Souza, com Testagem e Aconselhamento aos iguatemienses.
As ações, tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância de se prevenir contra o vírus HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis. A mobilização faz parte da campanha e visa chamar a atenção para a importância do diagnóstico precoce como ferramenta de saúde para as pessoas portadoras do HIV. “É uma doença passível de tratamento, em que a carga viral pode zerar e se tornar indetectável, sem chance de transmissão do HIV se estiver seguindo o tratamento correto” segundo a Coordenadora Olavinda.
Dezembro Vermelho: Dia Mundial de Luta contra a AIDS. “No dia 27 de outubro de 1988, há 31 anos, a Assembleia Geral da ONU e a Organização Mundial de Saúde instituíram o dia 1º de dezembro como o Dia Mundial de Luta contra a Aids, cinco anos após a descoberta do vírus causador da aids, o HIV”.
Comunicamos com pesar o falecimento nesse sábado, dia 30 de novembro, em Ponta Porã, de Célia Guimarães, de 48 anos.
Trasladado para Amambai, seu corpo foi velado no Memorial Primavera e o sepultamento aconteceu neste domingo, 1 de dezembro, às 15h, no Cemitério Municipal Santo Antônio.
Comunicamos com pesar o falecimento no Hospital Regional, em Ponta Porã, de Joana Falconeri Jara de Oliveira, de 72 anos.
Trasladado para Amambai, seu corpo foi velado no Memorial Primavera e o sepultamento ocorreu neste domingo (01) às 9h no Cemitério Municipal Santo Antônio.
O futebol da América do Sul está oficialmente rendido ao Botafogo. Neste sábado (30), o Glorioso alcançou a maior conquista em 120 anos de história. Mesmo perdendo o volante Gregore expulso com menos de um minuto de jogo, a equipe carioca venceu o Atlético-MG por 3 a 1, no Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, na Argentina, garantindo o título inédito da Libertadores.
A conquista marca o fim de um longo jejum de títulos para além do âmbito carioca ou regional. O último grande troféu erguido pelo Botafogo era a do Campeonato Brasileiro de 1995, liderado pelo artilheiro Túlio Maravilha. De lá para cá, o Alvinegro até venceu cinco Estaduais (1997, 2006, 2010, 2013 e 2018) e um Torneio Rio São-Paulo em 1998, mas acumulou três rebaixamentos à Série B em menos de 20 anos.
A volta por cima
A Libertadores é o primeiro título desde que a Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do clube foi comprada pelo empresário inglês John Textor. No ano passado, o Botafogo esteve perto de conquistar o Brasileirão, com 13 pontos de vantagem para o segundo colocado ao final do primeiro turno, mas teve grande queda de produção na metade final da competição. Após 11 jogos sem vencer e viradas inacreditáveis sofridas contra Palmeiras e Grêmio, a equipe terminou o campeonato em quinto lugar.
A derrocada obrigou o Botafogo a disputar a fase preliminar da Libertadores deste ano, passando por Aurora, da Bolívia, e Red Bull Bragantino para chegarem à fase de grupos. Apesar do início ruim, com derrotas para Junior Barranquilla, da Colômbia, e LDU, do Equador, o Glorioso emplacou três vitórias seguidas e se classificou ao mata-mata onde bateu Palmeiras, São Paulo (ambos de forma dramática) e Penãrol, do Uruguai, este último com direito a goleada por 5 a 0 no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro.
A volta por cima pós-2023 está coroada, mas pode ficar ainda mais gloriosa. O Botafogo lidera o Brasileirão com 73 pontos, três a mais que o Palmeiras, restando duas rodadas para o fim da competição – Internacional e Fortaleza, com 65 pontos e três jogos pela frente, ainda podem alcançar o Alvinegro.
Partiu, Mundial
De quebra, o Botafogo se credenciou a duas competições da Federação Internacional de Futebol (Fifa). A primeira é a Copa Intercontinental, que substitui, no calendário, o Mundial de Clubes. No dia 11 de dezembro, em Doha, no Catar, o Glorioso encara o Pachuca, do México, vencedor da Concacaf (entidade responsável pela modalidade no Caribe e nas Américas do Norte e Central). Quem passar, pega na semifinal o Al-Ahly, do Egito, campeão africano. A final será contra o Real Madrid, da Espanha, ganhador da Liga dos Campeões da Europa.
Já entre 15 de junho e 13 de julho, o desafio será o novo Mundial da Fifa, nos Estados Unidos. O torneio reunirá 32 clubes, sendo seis da América do Sul. Quatro deles são os brasileiros campeões das últimas edições da Libertadores. Além do Botafogo, estarão Palmeiras (2021), Flamengo (2022) e Fluminense (2023). Os argentinos Boca Juniors e River Plate completam os representantes sul-americanos.
E agora, Galo?
O Atlético-MG, por sua vez, voltou a ser derrotado em uma final de 2024, após perder a Copa do Brasil para o Flamengo. Sem vencer há 11 partidas, sendo sete pelo Brasileirão, o Galo caiu na tabela do campeonato nacional e aparece na décima posição, com 44 pontos, a três do Bahia, oitavo colocado e que, com o título do Botafogo, passou a herdar uma vaga na fase preliminar da próxima Libertadores. Resta aos mineiros correr atrás de uma nova chance para tentar o bi em 2025.
Um a menos, dois a mais
Trinta e três segundos. Disputa de bola no círculo central entre Gregore, do Botafogo, e Fausto Vera, do Atlético-MG. O volante do Glorioso atinge a cabeça do argentino, que sangra. O árbitro Facundo Tello não tem dúvidas: cartão vermelho. Com menos de um minuto de jogo, os cariocas já estavam com um homem a menos na partida mais esperada da temporada.
A expectativa era tanto de pressão atleticana, fazendo valer a superioridade numérica em campo, como de alguma mudança por parte do Botafogo, para conter os ataques do adversário, reforçando o sistema de meio-campo ou defensivo com a saída de um atacante. Nem uma coisa, nem outra. O Galo se postou no campo ofensivo, mas assustou somente em chutes da entrada da área do atacante Hulk, defendidos pelo goleiro John.
Com apenas 22% de posse de bola, 79 passes trocados e um jogador a menos, o Botafogo foi letal. Aos 34 minutos, aventurou-se pela primeira vez no ataque. Na base da troca de passes, o meia Thiago Almada abriu para o atacante Luiz Henrique, que escapou da marcação pela esquerda ao invadir a área e rolou para o volante Marlon Freitas chutar. A batida explodiu no zagueiro Júnior Alonso e sobrou para Luiz Henrique, que mandou para as redes.
O Botafogo soube aproveitar a instabilidade do Atlético-MG. Aos 41, na segunda investida dos cariocas, Everson e Guilherme Arana não se entenderam na marcação e Luiz Henrique se antecipou ao volante do Galo. O goleiro, então, derrubou o atacante do Glorioso na entrada da área. Com ajuda do árbitro de vídeo (VAR), Facundo Tello deu pênalti, que o lateral Alex Telles bateu e converteu.
Fogão se segura e comemora
Para a etapa final, Gabriel Milito promoveu logo três mudanças, com as entradas do lateral Mariano, do meia Bernard e do atacante Eduardo Vargas nas vagas do zagueiro Lyanco e dos meias Gustavo Scarpa e Fausto Vera. Com um minuto, as mudanças já deram resultado. No primeiro ataque do Galo, escanteio. Hulk cobrou na área e Vargas, livre, sem precisar saltar, mandou de cabeça, no ângulo de John, descontando para o Atlético-MG. Aos oito, os mineiros reclamaram de um pênalti de Marlon Freitas em Deyverson, que não teria sido marcado.
Os gritos de “Eu acredito!”, entoados pela torcida atleticana na campanha do título da Libertadores de 2013, tomaram o Monumental. Percebendo o crescimento do adversário, Arthur Jorge respondeu às trocas de Milito, mandando a campo o volante Danilo Barbosa na vaga do meia Jefferson Savarino e o lateral Marçal no lugar de Alex Telles – que já tinha amarelo.
Com Hulk e Mariano ditando o ritmo, o Atlético-MG não saía do campo ofensivo, obrigando os jogadores de frente do Botafogo, como Luiz Henrique e Almada, a reforçarem o sistema defensivo, com dificuldades para contra-atacar. Arthur Jorge, então, trocou a dupla por Júnior Santos e Matheus Martins. Em resposta, Milito deu novo gás ao comando de ataque, com Alan Kardec substituindo Deyverson.
O Galo intensificou a pressão nos instantes finais. Aos 41, Mariano lançou Vargas, que se antecipou à marcação pelo meio e desviou por cima do travessão, com muito perigo. O chileno teve outra grande chance no lance seguinte, em recuo de bola ruim do zagueiro Adryelson que o deixou na frente de John, mas errou na tentativa de encobrir o goleiro.
As oportunidades perdidas fizeram falta. Aos 52 minutos, Júnior Santos fez bela jogada pela esquerda e tentou cruzar rasteiro para Matheus Martins. O volante Alan Franco até fez o corte, mas o próprio Júnior Santos conferiu para as redes, anotando o décimo gol dele na Libertadores, encerrando a competição como artilheiro. O gol do título.
Um caminhão desgovernado, supostamente após apresentar problemas mecânicos, acabou descendo de ré, invadindo o estacionamento do canteiro central e atingindo veículos estacionados, em Amambai.
O acidente aconteceu na tarde deste sábado, 30 de novembro, na Avenida Nicolau Otaño e, segundo as informações, não houve feridos, apenas danos materiais.
Nas fotos os veículos envolvidos no acidente. (Fotos e vídeo: Redes Sociais)
Vilson Nascimento
O Corpo de Bombeiros de Amambai atendeu, na tarde desse sábado, 30 de novembro, a um grave acidente de trânsito na Rodovia MS-386, trecho que liga Amambai e Ponta Porã.
Segundo os bombeiros, a colisão envolveu três veículos deixou uma pessoa morta e outras quatro feridas, que foram encaminhadas pela equipe de resgate para o Pronto Socorro do Hospital Regional de Amambai para passarem por cuidados médicos.
Informações levantadas pela reportagem do grupo A Gazeta dão conta que o acidente envolveu dois veículos Toyota Corolla, um de Amambai e outro de Bela Vista, além de um veículo Fiat Pálio, que seria pertencente a uma pessoa moradora em uma comunidade indígena da região de acesso a Laguna Carapã.
O acidente aconteceu em um trecho da rodovia estadual que corta o município de Aral Moreira, nas proximidades do trevo de acesso a Laguna Carapã e as circunstâncias do ocorrido deverão ser apuradas pela Polícia Civil de Aral Moreira.
A entrega dos carnês do IPVA 2025 terá início em dezembro. Conforme dados da Sefaz-MS (Secretaria Estadual de Fazenda), no primeiro lançamento serão entregues 872,9 mil boletos. O IPVA é a segunda fonte tributária mais importante do Governo do Estado, ficando atrás apenas do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e também dos municípios, que recebem 50% do total arrecadado.
De acordo com o secretário estadual de Fazenda, Flávio César, a expectativa de arrecadação para o próximo ano é de R$ 1,2 bilhão. O valor do tributo é apurado com a aplicação do percentual sobre o valor de mercado do veículo, constante da tabela da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).
“Para 2025, o Governador Eduardo Riedel manteve os descontos na alíquota referente aos veículos automotores e mais 15% para o pagamento à vista. O IPVA é a segunda fonte de arrecadação mais importante do Governo e os valores recebidos são aplicados conforme o planejamento financeiro, que vai de pagamento de servidores até políticas públicas como educação, saúde, segurança pública, entre outros”, explicou o secretário.
O coordenador do IPVA, auditor fiscal da Receita Estadual Rodrigo Uehara, informou que os boletos começaram a ser entregues no início de dezembro. Porém, para os proprietários que adquiriram seus veículos neste final de ano, será feita uma nova remessa no início de janeiro.
Pagamento
A novidade para o próximo ano é a forma de pagamento. Os carnês serão enviados com a opção de pagamento para parcela única e para quem optar pelo parcelamento, haverá apenas o boleto da primeira parcela; os demais precisarão ser impressos ou conferidos por meio do portal e-Fazenda (https://eservicos.sefaz.ms.gov.br).
Conforme o secretário Flávio César, para 2025 ainda haverá a possibilidade de emitir boletos simplificados em ambiente aberto. “Vamos manter o acesso simplificado, mas nossa recomendação é que façam pelo e-Fazenda haja vista a garantia que todas as transações serão realizadas com a máxima segurança, protegendo as informações pessoais e financeiras dos contribuintes. Isso porque o portal oferece um ambiente seguro e confiável, com autenticação robusta e rastreabilidade, em conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) (https://www.lgpd.ms.gov.br) “.
O cadastramento no e-Fazenda (https://eservicos.sefaz.ms.gov.br) é simples e intuitivo, com quatro passos – dados de identificação, endereço, validação e confirmação. Além disso, o usuário que possuir cadastro na conta ‘Gov.BR’, poderá fazer o seu cadastro no Portal e acessar vários serviços digitais da Sefaz, assim como o INSS permite com a carteira de trabalho digital, seguro desemprego, entre outros.
Alíquotas
Os automóveis ou veículos de passeio – além dos tradicionais 15% de desconto para pagamento à vista – terão a alíquota do IPVA mantida em 3% – redução de 40%, haja vista os 5% previstos em Lei. Para caminhão, ônibus e micro-ônibus a alíquota permanece 1,5%, com redução de 50% na cobrança.
Outra redução mantida é para os motorhomes: alíquota de 1,5% (redução de 50%). Já para as motocicletas a alíquota continua em 2%. Os automóveis com capacidade de até oito pessoas, excluído o condutor, que utilizem motores acionados a óleo diesel, a alíquota é de 4,5% (redução de 25%). Está mantida ainda a isenção tributária para veículos movidos a GNV.
Débitos
Os contribuintes que estão em débito de IPVA com a Fazenda poderão pagar o IPVA 2025 normalmente e regularizar valores referentes ao IPVA 2024 e/ou anos anteriores. Para a regularização de valores atrasados – desde que não estejam inscritos em dívida ativa – é possível o parcelamento da dívida em até 10 vezes. Para isso, basta acessar o portal e-Fazenda ou buscar auxílio junto às Agenfas (Agências Fazendárias) espalhadas por todo o Estado.
“A gente já mudou o nome”, diz, orgulhosa, a jornalista Leonor Costa, ao informar o nome completo da filha Safyra, de 6 anos, adotada em 2023. A adoção, além de simplesmente ter dado um lar e uma família para a Safyra, evitou que a menina vivenciasse uma situação traumática: o retorno a um abrigo após ter sido devolvida por outra mãe adotiva.
Moradora de Brasília, a jornalista conta que Safyra já tinha passado por dois abrigos e estava vivendo com uma “família acolhedora” – um programa que insere a criança de forma provisória em um lar até ela ser adotada definitivamente. “É muito melhor que estar em um abrigo”, diz.
No começo de 2023, uma pretendente iniciou, com aval da Justiça, um período de aproximação com a menina. O processo começa com visitas e vai avançando a convivência gradativamente. Cerca de um mês depois do primeiro contato e, após ter levado a Safyra para passar um fim de semana em casa pela primeira vez, a potencial mãe comunicou à Vara da Infância e da Juventude que tinha desistido do processo.
“A Safyra já a estava chamando de mãe”, conta Leonor à Agência Brasil.
A menina voltou para a família acolhedora, no entanto com um novo problema. Estava se esgotando o tempo em que ela poderia ficar no lar provisório. Se não fosse adotada em alguns meses, voltaria para um abrigo. “Voltar ao abrigo seria o pior sofrimento que essa criança poderia passar”, afirma Leonor.
Foi nesse ínterim que a jornalista recebeu a ligação da Vara da Infância indicando que havia uma criança dentro do perfil que ela tinha indicado ainda em 2017, quando se dispôs a entrar na fila de adoção.
Em 2018, Leonor descobriu que o diagnóstico de infertilidade que tinha recebido de um médico era errado e acabou engravidando. Mesmo assim, não retirou o nome da fila de espera para adoção.
“A gente disse que sim, que seguiria com o processo”, relembra ela da resposta que deu à Vara da Infância.
A jornalista Leonor Costa e sua filha Safyra, adotada há um ano – Bruno Peres/Agência Brasil
Casos desfeitos
Casos de interrupção de processos de adoção, como o que envolveu Safyra antes de se unir a Leonor, fazem parte de uma estatística revelada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de transparência e controle do Poder Judiciário. De cada 100 crianças em guarda provisória de processo de adoção no Brasil, aproximadamente oito tiveram o processo desfeito. Isso representa 1.666 crianças. Foram analisados dados partir de 2019.
O estudo inédito foi feito com base em entrevistas com equipes de unidades de acolhimento, representantes do Poder Judiciário envolvidos em processos adotivos e dados do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), que contabilizou 21.080 crianças e jovens em processo de guarda provisória desde 2019. Ou seja, o percentual de interrupções foi de 7,9%.
No caso de Safyra, o desejo de Leonor impediu que a menina fosse para um abrigo.
“Deu certo. Estamos com ela já tem um ano. Agora saiu a sentença, ela já é nossa filha perante o Estado. Ela já tem a nossa certidão, já é nossa filha definitivamente”, comemora. “A gente já a conquistou, ela está bem ambientada, entendeu que essa é a família dela, chama minha outra filha de irmã o tempo todo, mamãe e papai”, conta a mãe.
Leonor explica que Safyra é neurodivergente. Ela acompanhava a menina na terapia, quando conversou com a Agência Brasil. “A gente está vendo se é um grau de autismo, de deficiência intelectual ou de TDAH [Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade]”, descreve.
“Agora ela está supertranquila, mas ela era uma criança muito agitada”, diz. “A moça não conseguiu, disse que não ia dar conta, ela é sozinha. Eu não condeno”, conta ao se referir ao processo anterior de adoção de Safyra.
O Sistema Nacional de Adoção foi criado pelo CNJ, órgão de transparência e controle do Poder Judiciário, e traz dados como os perfis de crianças aptas à adoção e dos pretendentes.
No universo avaliado, de 21.080 crianças, não estão incluídas as que passam pela chamada “adoção pronta”, casos que costumam ocorrer dentro da própria família, em que o adotante não precisa ter cadastro prévio no SNA. Em alguns casos, por exemplo, os pais biológicos decidem passar a guarda da criança para terceiros sem notificarem a Justiça.
Adoção legal
No processo de adoção legal, os pretendentes precisam passar por etapas para se tornarem habilitados. Eles são submetidos a análise de documentação, avaliação psicossocial e precisam participar de um programa de preparação para adoção.
Uma vez habilitados, entram na fila do SNA. Após esse cadastramento, ocorre a vinculação, quando o perfil de criança indicado pelo pretendente corresponde ao perfil de uma criança em unidade de acolhimento, respeitando a fila no cadastro. Até esse momento, crianças e adultos ainda não se conhecem.
A partir de então, o pretendente passa a conviver com a criança de forma monitorada pela Justiça e pela equipe técnica, em um processo de aproximação. O convívio é gradual e se realiza por meio de visitas ao lugar em que a criança vive ou por meio de pequenos passeios.
Se a aproximação se mostrar bem-sucedida, começa o estágio de convivência, em que a criança ou o adolescente passa a morar com o postulante. Ainda há o acompanhamento da equipe técnica do Poder Judiciário. O estágio de convivência tem prazo máximo de 90 dias, prorrogável por igual período.
O levantamento do CNJ também contabilizou casos de reversões que aconteceram depois de a adoção ter se tornado definitiva. Foram 139 registros em um universo de 17.946 (0,8%).
A legislação brasileira diz que adoção é um ato irrevogável. No entanto, o estudo do CNJ ressalta que pais adotivos que optam por voltar atrás na decisão de adotar uma criança conseguem desfazer o compromisso.
“O Juízo da Infância acaba atendendo a esse pedido e reacolhendo a criança”, frisa o estudo, ressaltando que a decisão é baseada no bem-estar dos adotados.
Desistência durante guarda
O levantamento do CNJ não aponta objetivamente o motivo que levou os pais adotivos a desistirem da adoção, mas mapeou o perfil das crianças que tiveram que voltar ao sistema de adoções. Para buscar possíveis indícios de motivações, os pesquisadores compararam o perfil das pessoas adotadas com as que tiveram o processo revertido.
A análise apontou que os perfis de crianças que voltaram aos pontos de acolhimento se diferenciam em questões como idade, diagnóstico de deficiência mental, problema de saúde tratável e uso contínuo de medicamentos.
Por exemplo, a proporção de crianças com mais de 5 anos no grupo das que tiveram o processo interrompido é muito maior que entre as adotas. Pessoas com mais de 5 anos são 22,7% dos casos de adoção e 54,1% dos casos de processos desfeitos.
Leonor faz parte de uma comunidade de pais adotivos e relata o caso de adoção de uma criança de 9 anos que terminou em retorno para unidade de acolhimento. “A criança começou a querer muito a presença da genitora”. Segundo ela, os pais adotivos insistiram no processo, mas não foi possível demover a criança da ideia de voltar para o abrigo. “É um trauma para todo mundo”, constata.
Em relação a deficiência mental, o CNJ mostra que 2,5% dos adotados apresentavam diagnóstico, enquanto entre os que tiveram o processo desfeito, eram 4,4%. Em relação ao uso de medicamentos, os percentuais são 7,5% entre as crianças adotadas e 17,3% entre as que voltaram para abrigos.
“Se tiver transtorno mental, alguma deficiência intelectual ou algum nível de autismo, isso é um fator que pesa e que as famílias não conseguem sustentar esse desejo da adoção de crianças com esse perfil”, respondeu aos pesquisadores uma equipe técnica de psicologia.
Em relação a cor, crianças negras (conjunto de pretas e pardas) foram 59% das adotadas e 68% das com processo desfeito. Por outro lado, as brancas representam 39,6% das adotadas e 31,3% das que voltaram para o acolhimento.
Desistência após conclusão
No grupo das crianças que tiveram que retornar a abrigos após a conclusão do processo de adoção, ou seja, já depois da guarda provisória, pessoas com mais de 15 anos são 9,4% dos casos de adoção e 46,2% dos casos revertidos.
Em relação a deficiência mental, 2% dos adotados apresentavam diagnóstico, enquanto entre os que voltaram para abrigos eram 10,1%.
Em relação ao uso de medicamentos, os percentuais são 7,9% entre as crianças adotadas e 22,3% entre as que tiveram o processo revertido.
Em relação a cor, crianças negras (conjunto de pretas e pardas) foram 57% das adotadas e 63% das que retornaram para o acolhimento. Por outro lado, as brancas representam 39% das adotadas e 34% das que voltaram.
Consequências
Além de apresentar perfis, a pesquisa indica encaminhamentos para que ocorram menos revogações de processos por parte dos adotantes, uma vez que esses episódios afetam a saúde psicológica e emocional das crianças e adolescentes.
Os entrevistados identificaram sentimentos de culpa, tristeza, baixa autoestima e transtornos como a depressão e questões comportamentais como quadros de agressividade.
A secretária aposentada Débora Teixeira Alli vivenciou essa consequência. Ela tem duas filhas adotadas. Uma delas é Alessandra Alli Marques, hoje com 22 anos e uma trajetória com marcas de uma devolução durante processo de adoção.
Aos 3 anos de idade, foi retirada pela Justiça da tutela da genitora, que vivia em situação de rua. Alessandra morou um ano e meio em um abrigo, até entrar em um processo para ser adotada por uma família.
Segundo Débora, por ter vivido nas ruas, Alessandra tinha um comportamento complicado, o que tornou difícil a convivência com a primeira família adotiva. Em menos de um ano, a pretendente, que já era chamada de mãe, pediu para encaminhar a menina de volta para o abrigo.
“Isso causou um trauma enorme na Alessandra”, constata Débora, que se tornou mãe da menina quando ela tinha 6 anos e meio.
Débora Teixeira e a filha Alessandra Marques – Débora Teixeira/Arquivo Pessoal
Débora explica que a filha tem leve deficiência intelectual, o que não a impede de trabalhar, a não ser que seja, por exemplo, mexendo com dinheiro. “Ela se dá muito bem, principalmente pelo convívio. É uma pessoa que, por onde passa, é amável, carinhosa, gentil. Todo mundo fica encantado com ela”.
Mesmo oferecendo lar, carinho e educação à filha, Débora percebe que a menina ainda continuou insegura em relação à plena aceitação pela nova família.
“Ela achava que se eu ficasse brava, eu iria devolvê-la”, conta. “Na porta da escola, por exemplo, ela vinha correndo, com medo de eu não estar lá”, acrescenta.
“É um trauma que tentei de todas as formas apagar na Alessandra. Não consegui. Ela teve psicólogo, psiquiatra, psicopedagoga, teve tudo e mais um pouco. Se eu ficava brava com ela, ela entrava em pânico com medo de que eu não fosse a querer mais”.
Débora acredita que um dos caminhos para passar segurança e acolhimento para a Alessandra e a outra filha, Ana Carolina Alli Marques, é enfatizar que elas não são um plano B.
“Elas eram tão desejadas quanto uma gravidez. Elas foram escolhidas”, afirma.
Ao lado da mãe, Alessandra conversou com a Agência Brasil. “Eu sou bastante feliz. É um sonho meu que eu queria muito”, disse sobre a vivência em família.
Recomendações
Entre as recomendações sugeridas pelos autores do estudo do CNJ estão padronização da avaliação dos pretendentes, de forma que seja mais fácil identificar motivações inadequadas para a adoção, expectativas irreais em relação à criança e despreparo para lidar com os desafios da adoção.
A jornalista Leonor Costa, a mãe da Safyra, faz questão de afirmar que não se pode haver romantização do ato de adotar uma criança. “As pessoas precisam ter compreensão do que está por vir. É importante saber que tem dificuldade, seus desafios”, sinaliza.
Outra iniciativa sugerida pelos pesquisadores é a promoção de programas de troca de experiências continuadas para os profissionais que atuam na avaliação e no acompanhamento dos pretendentes, com foco na identificação de fatores de risco comuns para pedidos de reversão dos processos de adoção.
De acordo com o coordenador acadêmico da pesquisa, Julio Adolfo Zucon Trecenti, é interessante que haja um protocolo mínimo, que tenha alguns quesitos a serem observados.
“A decisão sobre se a pessoa está preparada ou não também precisa ser baseada em critérios.”
Pode ser baseada na subjetividade e no conhecimento técnico das equipes, mas deve seguir algum protocolo mínimo que leve em conta um check list”, afirmou Trecenti durante o seminário de apresentação.
O estudo do CNJ aponta que “a rede de proteção ainda não oferece suporte psicológico e emocional que é essencial para crianças e adolescentes que são devolvidos em processo de adoção”.
“É fundamental investir na criação de programas e projetos específicos para oferecer suporte psicológico e emocional a esses indivíduos”, diz o texto, acrescentando que “esse acompanhamento pode ajudar a criança ou o adolescente a lidar com o trauma, a reconstruir sua autoestima e a desenvolver mecanismos de enfrentamento para os desafios futuros”.
Parte da equipe da Casa do Trabalhador em Amambai. Órgão disponibiliza pelo menos 24 vagas de trabalho nesta segunda-feira (2) em Amambai. (Foto: Divulgação)
Vilson Nascimento
A Casa do Trabalhador, órgão ligado a Fundação do Trabalho (Funtrab) do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza pelo menos 24 oportunidades de emprego nesta segunda-feira, dia 2 de dezembro, em Amambai.
Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas
1 Vaga para Operador de Empilhadeira
2 Vagas para auxiliar de
limpeza
1 Vaga de Atendente de
lojas e mercados
1 Vaga de emprega da doméstico
1 Vaga de Faxineiro
1 Vaga de Forneiro de alto-forno
1 Vaga de Gerente de departamento de
2 Vaga de Mecânico reparador de máquinas
1 Vaga de Monitor agrícola
1 Vaga de Operador de caixa
1 Vaga de Operador de escavadeira
1 Vaga para Rasteleiro de asfalto
2 Vaga de Cozinheira
2 vagas de Vendedor interno
1 Vaga para Representante comercial
1 Vaga para Atendente de Balcão
1 Vaga para Coordenador Administrativo
1 Vaga para Auxiliar de Mecânico
1 Vaga para copeiro
1 Vaga para Auxiliar de Escritório
Casa do trabalhador também oferece
A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região.
Segundo o órgão para dar entrada no pedido de benefício o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade).
A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa a Secretaria Municipal de
Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.
O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 13h. Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.
As seis dezenas do concurso 2.802 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.
O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 67 milhões.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.
Atlético-MG e Botafogo disputam, neste sábado (30) em Buenos Aires (Argentina), a Glória Eterna da Copa Libertadores da América. Para decidir quem fica com o título da principal competição de clubes da América do Sul, as equipes medem forças a partir das 17h (horário de Brasília) no estádio Monumental de Núñez.
Esta final é uma demonstração da força do futebol brasileiro no continente sul-americano no âmbito de clubes, pois nas últimas cinco decisões de Libertadores apenas uma não foi disputada apenas por equipes do Brasil: a da última edição, na qual o Fluminense derrotou o Boca Juniors (Argentina) no estádio do Maracanã para ficar com o troféu.
Fogão favorito
O Botafogo chega à decisão na condição de favorito. Isto pode ser afirmado em razão da temporada que a equipe comandada pelo técnico português Artur Jorge tem feito até o momento. Líder do Campeonato Brasileiro (condição que retomou após uma impressionante de vitória de 3 a 1 sobre o Palmeiras por 3 a 1 em pleno Allianz Parque na última rodada da competição nacional), o time de General Severiano tem a chance real de alcançar um feito que apenas o Flamengo de Jorge Jesus e o Santos de Pelé cumpriram: triunfar no Brasileiro e na Libertadores na mesma temporada.
Mas, para alcançar tal feito, o Alvinegro carioca precisa dar o primeiro passo neste sábado, conquistando um título inédito, a Libertadores. E o técnico Artur Jorge deixou claro, em entrevista coletiva concedida na última sexta-feira (29), que compreende a importância deste jogo: “Arrisco dizer que é o jogo mais importante da minha carreira. Não há dúvidas sobre isso. Também traz para mim a responsabilidade e a satisfação de podermos aproveitar o momento. Isso não quer dizer que não sabemos da nossa responsabilidade, pois carregamos muita gente em cima de nós, temos o sonho de muita gente atrás de nós”.
Para a partida decisiva o Botafogo colocará em campo o que tem de melhor. A única dúvida é o zagueiro Bastos, que, com uma lesão na coxa esquerda, deve dar lugar a Adryelson. Desta forma, a equipe de General Severiano deve iniciar a decisão com: John; Vitinho, Adryelson, Barboza e Alex Telles; Marlon Freitas e Gregore; Luiz Henrique, Almada e Savarino, Igor Jesus
Confiança do Galo
Se o Botafogo tem um leve favoritismo, o Atlético-MG chega confiante à final continental. “Tenho muita confiança neles [nos jogadores do Galo]. Sinto que faremos uma grande final. Que seremos muito competitivos para esse sonho de alcançar a taça”, declarou o técnico argentino Gabriel Milito em entrevista.
Quem também confia no título da equipe mineira é o atacante Hulk. O veterano, que aos 38 anos de idade disputa uma final de Libertadores pela primeira vez, admitiu o favoritismo do Botafogo, mas também destacou que o Atlético-MG tem condição de garantir o bicampeonato na competição (o Galo já venceu o torneio em 2013): “Realmente falei que o Botafogo é favorito e continuo compartilhando da mesma ideia. Se você analisar, o ano deles foi melhor do que o nosso. Mas se trata de uma final, ganha quem chegar melhor no dia, quem estiver mais concentrado, errar menos. A semana foi importante para a gente […]. Se queremos triunfar amanhã, temos que colocar em prática o que trabalhamos na semana. E acredito que temos condições disso”.
Na partida decisiva o Galo não contará com o meia-atacante Zaracho, desfalque por causa de uma lesão na coxa esquerda. Desta forma, não há certeza sobre a equipe que Milito escolherá para iniciar o confronto. Uma possibilidade é a opção pelo centroavante Deyverson, decisivo até aqui na competição continental, e que já decidiu uma final de Libertadores quando jogava pelo Palmeiras.
Assim, uma possível formação Atlético para a final com o Botafogo é: Everson; Lyanco, Battaglia e Alonso; Fausto Vera, Alan Franco, Scarpa e Arana; Paulinho, Hulk e Deyverson.
O prefeito de Iguatemi, Lídio Ledesma, esteve nesta sexta-feira (29) na sede da Casa Civil Estadual, onde foi recebido pelo secretário-chefe Eduardo Rocha. O encontro teve como objetivo tratar de diversas demandas relacionadas à infraestrutura do município.
Durante a reunião, o chefe do Executivo municipal apresentou as principais necessidades e melhorias que precisam ser realizadas na cidade. Entre os temas destacados, a correção da erosão no final da Avenida Octaviano dos Santos, próximo à Maçonaria, foi um dos principais pontos discutidos.
Outra questão abordada foi o retorno de algumas obras que estão paralisadas devido a questões burocráticas. Com a parceria do Governo do Estado, essas obras têm previsão de retomada para o início de 2025. Além disso, o prefeito destacou a importância de manutenção constante das estradas vicinais que conectam assentamentos, fazendas e outras localidades. Por serem de terra, essas vias demandam atenção frequente, e o apoio estadual é essencial para sua conclusão e execução de novos projetos.
“Tivemos uma reunião muito produtiva. Temos muito trabalho pela frente nos próximos anos. Estamos buscando o apoio dos parlamentares e do Governo do Estado para cumprir os compromissos assumidos e entregar mais melhorias à população iguateimiense. Mantendo sempre um bom relacionamento nos âmbitos estadual e federal, estamos sendo atendidos em nossas demandas”, destacou o prefeito Lídio Ledesma.