O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs, na noite desta terça-feira (3), que a proposta de lei para o fim da escala 6×1 seja construída, em conjunto, por empregados, patrões e o governo.
A declaração de Lula ocorreu na abertura da Segunda Conferência do Trabalho, que ocorre na capital paulista até o próximo dia 5, no Anhembi.
Segundo o presidente, para os trabalhadores, será mais vantajoso realizar um acordo com a classe empresarial antes de o Congresso apreciar o tema.
“É melhor vocês construírem negociando do que vocês terem que engolir uma coisa aberta [vinda do Congresso], e depois ter de recorrer à Justiça do Trabalho”, disse.
“Tanto será melhor para nós se o que sair for o resultado de um acordo entre os empresários, os trabalhadores e o governo”, acrescentou.
O presidente disse ainda que o governo não irá “pender para um lado” nas discussões.
“Não iremos prejudicar os trabalhadores. E também não queremos contribuir com o prejuízo da economia brasileira. Nós queremos contribuir para, de forma bem pensada, bem harmonizada, encontrar uma solução”, disse.
O encontro, no Anhembi, visa, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, estabelecer diretrizes para a promoção do trabalho decente no Brasil e fortalecer o diálogo social e a construção coletiva de políticas públicas.
Aquidauana será o primeiro município a receber o programa MS Cidadão, iniciativa idealizada pela Secretaria da Casa Civil, do Governo do Mato Grosso do Sul, em parceria com o projeto UEMS na Comunidade. A proposta é fortalecer as políticas públicas de inclusão social, ampliar o acesso aos serviços essenciais e aproximar o Governo da população.
Neste sábado, 07 de março, o programa estará em Aquidauana, levando uma estrutura integrada de atendimentos nas áreas de saúde, educação, emprego, qualificação profissional e cidadania. A ação reúne diversos órgãos estaduais e parceiros institucionais, promovendo um mutirão de serviços e oportunidades para a população.
Entre as principais atividades previstas estão ações de saúde preventiva e orientação à população; oferta de vagas de emprego e encaminhamento profissional; educação no trânsito; atividades culturais, esportivas e de lazer; além de serviços de cidadania, como emissão de documentos, atualização cadastral e encaminhamento para programas sociais. O programa também realizará busca ativa de pessoas que possam ser enquadradas em políticas públicas do Estado, garantindo que os benefícios cheguem a quem realmente precisa.
Walter Carneiro Júnior
Em entrevista à Rádio América FM, o secretário Walter Carneiro Júnior disse que o MS Cidadão representa um novo modelo de gestão, baseado na presença ativa do Estado junto às comunidades. “O MS Cidadão é uma ação concreta de um Governo que acredita na inclusão e na proximidade com as pessoas. Nosso compromisso, como determina o governador Eduardo Riedel, é não deixar ninguém para trás. Estamos levando serviços essenciais, oportunidades de qualificação e acesso a programas sociais diretamente para a população”, destacou o secretário.
Segundo Walter Carneiro Júnior, a escolha de Aquidauana para abrir o programa reforça o compromisso do Governo com os municípios do interior.
“Aquidauana é estratégica para essa primeira edição porque simboliza essa política de presença do Estado nos municípios. Queremos ouvir a população, identificar demandas e oferecer soluções de forma direta, eficiente e humanizada”, afirmou.
A coordenadora do UEMS na Comunidade e Pró-reitora de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários (PROEC/UEMS), Profa. Dra. Erika Kaneta Ferri, reforçou o compromisso em compartilhar conhecimento e recursos com a sociedade. Érika lembra ainda a importância em atender aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU nas ações de extensão, ensino e pesquisa, buscando promover o desenvolvimento regional e a redução das desigualdades sociais.
Erika Kaneta Ferri (divulgação)
“Nossa missão enquanto instituição pública vai além de formar bons profissionais: devemos também promover, por meio do acesso ao conhecimento, um impacto positivo na melhoria da qualidade de vida das pessoas. Seguimos com o compromisso de continuarmos a ser uma universidade inclusiva, atuante nas demandas sociais e que contribui cada vez mais para o desenvolvimento regional, fortalecendo os laços entre comunidade acadêmica e a população sul-mato-grossense”.
A iniciativa integra a política permanente do Governo de transformação social e desenvolvimento regional, com foco na geração de emprego e renda, fortalecimento da educação e ampliação dos serviços públicos.
Como participar
A população deve comparecer ao ponto de atendimento no local indicado e procurar as equipes do MS Cidadão. É importante levar documentos pessoais para facilitar o cadastramento e o encaminhamento aos serviços disponíveis. A ação acontece neste sábado, 07 de março, das 8h às 16h, na E.E. Marly Russo, que fica localizada na Rua Marli Russi, S/Nº – Nova Aquidauana.
Beatricce Bruno, com Diana Gaúna Foto: Afrânio Pissini
Os bairros Moreninha III e Moreninha IV passarão por uma nova etapa de obras de infraestrutura, com implantação e restauração asfáltica e drenagem de águas pluviais, com aporte estadual de R$ 9 milhões, ampliando a qualidade urbana e a mobilidade na região. Com essas implementações, o Governo de Mato Grosso do Sul vai concluir a pavimentação de 100% das ruas nas Moreninhas – um dos maiores complexos habitacionais não apenas de Campo Grande, mas de todo o Estado.
O edital para a licitação da obra foi divulgado pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), e o resultado da empresa vencedora será anunciado no dia 20 de março. Para o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara de Carvalho, a atuação do Governo do Estado reforça o compromisso com as pessoas.
“Estamos realizando um investimento histórico nas Moreninhas, com obras estruturantes que envolvem pavimentação, drenagem e uma nova ligação viária que vai melhorar significativamente a mobilidade da região. Nosso objetivo é entregar infraestrutura completa, com solução técnica adequada, garantindo mais segurança, valorização do bairro e qualidade de vida para quem mora por lá. As Moreninhas têm uma importância histórica e social para Campo Grande, e investir aqui é investir nas famílias que vivem e trabalham na região”, afirmou o secretário.
As intervenções nas Moreninhas contemplam a Avenida Baobá, Rua Antônio Hostorio Rezende, Rua Antônio Pires de Oliveira, Rua Candida Menezes Cintra, Rua Clotilde Chaia, Rua Sambura, Rua Doralice Menezes, Rua Elpídio Reis, Rua Tertuliano Silva, Rua João Adolfo Cintra, Rua Maria Cândida de Rezende, Rua Mauricio Cantero, Rua Natividade Quevedo, Rua Oriomar Fernandes, Rua Jaraguamuru e Travessa Janeiras.
As obras de infraestrutura urbana na região das Moreninhas somam um amplo conjunto de intervenções já concluídas, em execução e em fase de licitação, envolvendo pavimentação asfáltica, drenagem de águas pluviais, restauração de vias e equipamentos públicos, com investimentos que totalizam R$ 135,2 milhões.
Entre as obras concluídas, está a pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais no bairro Moreninha IV, etapa 2, contemplando as ruas João Adolfo Cintra, Cândida Menezes Cintra, Antônio Pires de Oliveira, Elias Saad e Clotilde Chaia, com valor de R$ 1,3 milhão.
Também foi concluída em 2023 a obra de pavimentação, drenagem e restauração funcional do pavimento na Avenida Cafezais, com investimento de R$ 11,3 milhões.
Soma-se a esse conjunto a implantação asfáltica, drenagem e recapeamento na Avenida Alto da Serra e adjacências, na região das Moreninhas, lote 2, primeira etapa,abrangendo as avenidas Gury Marques e Alto da Serra, além das ruas Buenópolis, Inconfidente, Ubirajara, Guarani, Floreal, Salmorão, Jaguariuna, Israelândia, Joaquim Leonardo Maia, Crispim Moura, Bento de Souza, Osni Moura, Olívia Moura, Luiz Baptista Pereira de Almeida, Equipe Barrichelo, Equipe Gugelmim, Camocim, Macambira e Peruíbe, bem como as travessas Manoel José Toledo, Joana A. Souza e Licarião Freire, com investimento de R$ 50,7 milhões e término previsto para janeiro de 2026.
Ainda no bairro Moreninha IV, a obra de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais da etapa I, contemplou as ruas Maria Cândida de Rezende, Orlomar Fernandes, Ivo Osman Miranda e Copaíba, com investimento de R$ 1,4 milhão.
Outro projeto em fase de montagem do processo licitatório é a pavimentação e drenagem do acesso às Moreninhas, etapa 2, lote 1, com investimento estimado em R$ 60,0 milhões, com previsão de publicação do edital no primeiro semestre de 2026, obra que fará a ligação da Avenida Alto da Serra com a Avenida Salomão Abdala, criando uma nova conexão das Moreninhas com o bairro Rita Vieira.
Integra ainda o pacote de investimentos a construção da pista de skate e vestiários nas Moreninhas, no valor de R$ 1,5 milhão, com ordem de início dos serviços em outubro de 2025, previsão de conclusão em junho de 2026.
A estrutura contará com pista no padrão da Confederação Brasileira de Skate, em área de 1.019 metros quadrados, com vestiários amplos e funcionais e todos os elementos necessários para sediar eventos nacionais, com foco em acessibilidade, segurança, fluxo contínuo e alto desempenho esportivo.
O projeto prevê circulação segura, separação entre as áreas Street e Park e espaços amplos que favorecem mobilidade e visibilidade, incluindo obstáculos como quarter pipe, rampas com inclinações, china banks, caixote, trave, speed bump, palco manual, corrimão, hubba, bowl park, spine, mureta, escada e corner.
A pista de skate vai consolidar as Moreninhas como um marco para o desenvolvimento do esporte e para o uso comunitário na região.
Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS Foto de capa: Saul Schramm/Secom/Arquivo Galeria 1: Saul Schramm/Secom/Arquivo Galeria 2: Chico Ribeiro/Seilog/Arquivo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou nesta terça-feira (3) a farmacêutica Bionovis, na cidade de Valinhos (SP).
Fundada em 2012 pela união dos laboratórios Aché, EMS, Hypera Pharma e União Química, a fábrica se dedica ao desenvolvimento e produção de medicamentos biológicos de alta complexidade, e fornece cerca de 19 milhões de seringas e frascos de produtos farmacêuticos a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
Durante a visita, o Lula destacou que o papel do Estado não é ser produtor. “Ele não tem que ser a fábrica. Ele tem que ser o indutor, tem que ter política de crédito, de financiamento e ajudar na produção. Quando beneficia as pessoas, todo mundo ganha”.
O presidente da República estava acompanhado do presidente da Bionovis, Odinir Finotti, do vice-presidente Geraldo Alckmin, e dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Alexandre Padilha (Saúde) e Simone Tebet (Planejamento).
Lula também destacou ser fundamental que os investimentos estratégicos do país sejam orientados a garantir qualidade de vida à população e fez uma crítica ao contexto internacional de conflitos armados.
“Se você lugar a televisão de noite, está falando de guerra, de mísseis, de invasão. E aqui estamos falando de salvar vidas. Isso aqui é nosso míssil, não um míssil para matar, mas para salvar”, disse o presidente, ao exibir caixas de medicamentos que custam até R$ 6 mil por seringa, mas que são oferecidos gratuitamente pelo SUS..
“O paciente precisa tomar de 20 a 25 seringas dessa por ano para controlar uma doença como a artrite reumatoide”, destacou o presidente da Bionovis, Odinir Finotti. “Graças ao SUS, o Ministério da Saúde adquire esse produto pagando 80% menos do que ele custaria numa clínica. Esse produto é feito aqui na Bionovis e chega a todo o povo brasileiro”, acrescentou.
Lula mostra medicamentos da Bionovis ofertados pelo SUS- Ricardo Stuckert/PR
Segundo o governo federal, a política de fortalecimento do complexo industrial da saúde e soberania nacional na produção de medicamentos e insumos para a população conta com investimentos que atualmente somam R$ 15 bilhões em inovação e desenvolvimento industrial.
“Sem política de compras governamentais, isso aqui é impossível. Sem um BNDES, você também não tem condições de planejar uma empresa como essa, que é uma empresa privada, não é uma empresa pública. Mas, se não há uma parceria entre órgãos de Estado, a iniciativa privada, com ambiente de negócios favorável, para venda local e venda externa, esse projeto não se viabiliza”, enfatizou o ministro Fernando Haddad.
No ano passado, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 650 milhões para a Bionovis instalar linha de produção industrial pioneira para o desenvolvimento e fabricação de insumos e medicamentos biotecnológicos de alta complexidade na fábrica de Valinhos. Alguns dos insumos atualmente produzidos pela indústria brasileira só eram fabricados em países como China, Estados Unidos, Índia e Coreia do Sul.
A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (3) a retomada do financiamento para compra de imóveis residenciais acima de R$ 2,25 milhões com recursos da caderneta de poupança.
A modalidade, enquadrada no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), estava suspensa desde outubro de 2024 para contratações individuais. À época, o banco decidiu dar prioridade ao crédito para imóveis de menor valor, diante da redução de recursos disponíveis na poupança.
Com a decisão, pessoas físicas voltam a poder financiar imóveis de alto padrão com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), principal fonte de crédito imobiliário do país.
Em nota, a vice-presidenta de Habitação da Caixa, Inês Magalhães, informou que o pacote habitacional do fim do ano passado ampliou a disponibilidade de recursos da poupança para o crédito habitacional, permitindo a retomada gradual das operações nessa faixa de valor.
“A reabertura amplia o escopo de atuação do banco no crédito habitacional, fortalece o relacionamento com clientes de alta renda e contribui para o aquecimento do mercado imobiliário e da construção civil”, afirmou a executiva em nota.
No fim do ano passado, o governo lançou um novo modelo de crédito imobiliário. Entre as mudanças, está a redução gradual na destinação dos depósitos da caderneta para o compulsório, dinheiro que os bancos são obrigados a manter parados no Banco Central (BC), até que 100% dos recursos da poupança possam servir de referência para o crédito habitacional.
Suspensão
Desde 2024, a Caixa vinha destinando os recursos da poupança para imóveis enquadrados no Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que atende unidades de menor valor.
Segundo o banco, a estratégia buscava democratizar o acesso ao crédito, atender maior número de famílias e ajustar a oferta à menor captação da poupança, que têm registrado mais retiradas que depósitos nos últimos anos.
Com a melhora na liquidez (dinheiro disponível ) do SBPE após as mudanças regulatórias, o banco decidiu ampliar novamente a atuação no segmento de alto padrão.
Selo de sustentabilidade
A Caixa havia retomado o financiamento para a construção de imóveis no SFI, mas com uma exigência adicional: os projetos precisam obter o Selo Casa Azul Uni, certificação de sustentabilidade concedida pelo banco.
O selo avalia critérios ambientais e de eficiência das obras e classifica os empreendimentos nos níveis Bronze, Prata ou Ouro. A medida está alinhada às metas ambientais, sociais e de governança (ESG) da instituição.
Com a decisão, a Caixa volta a atuar em todas as faixas do crédito imobiliário com recursos da poupança, ampliando a oferta tanto para imóveis populares quanto para unidades de maior valor.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (3) proibir a realização de saques em espécie de valores oriundos de emendas parlamentares. A medida também alcança recursos transferidos para contas de empresas beneficiárias dos recursos.
A decisão foi tomada no processo da Corte que trata de medidas de transparência e rastreabilidade de emendas.
O ministro afirmou que a proibição de saques não impede a movimentação financeira para pagamento de fornecedores e prestadores de serviços. Segundo Dino, os repasses poderão ser feitos por meio de transferências eletrônicas, incluindo PIX.
Bloqueio
Em agosto do ano passado, Flávio Dino determinou que o Banco do Brasil, a Caixa e o Banco do Nordeste adaptassem seus sistemas eletrônicos para impedir repasses das emendas por meio de contas de passagem e através de saques na boca do caixa. Contudo, foram constatadas que inconsistências ainda permanecem.
Dino também determinou que o Banco Central regulamente, no prazo de 60 dias, os saques de emendas. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) também deverá participar do trabalho.
Emendas
Em 2024, após tomar posse no Supremo, Flávio Dino assumiu a condução dos processos que tratam da transparência no repasse das emendas.
Em fevereiro do ano passado, Dino homologou o plano de trabalho no qual o Congresso se comprometeu a identificar os deputados e senadores responsáveis pelas emendas ao Orçamento e os beneficiários dos repasses. A medida liberou o pagamento dos recursos, que chegaram a ser suspensos por falta de transparência.
Em mais um dia de tensão mundial, o dólar disparou quase 2% em meio ao agravamento do conflito no Oriente Médio. A bolsa acompanhou o pessimismo e caiu mais de 3%, o maior recuo do ano, em meio à busca global por ativos considerados mais seguros.
O dólar comercial encerrou esta terça-feira (3) vendido a R$ 5,261, com alta de R$ 0,099 (+1,87%). A cotação chegou a acelerar para R$ 5,34 por volta das 12h20, mas diminuiu o ritmo de alta durante a tarde.
A moeda estadunidense está no maior nível desde 26 de janeiro, quando estava em R$ 5,28. Em meio à volatilidade, o Banco Central (BC) chegou a anunciar dois leilões de linha (venda de dólares com recompra meses depois), de US$ 2 bilhões cada, mas cancelou a operação minutos depois. Segundo o órgão, a divulgação ocorreu por engano, como parte de um teste interno.
No mercado de ações, a instabilidade marcou a sessão. O índice Ibovespa, da B3, fechou o pregão em queda de 3,27%, aos 183.104 pontos. Na mínima do dia, tocou 180.518 pontos, recuo de 4,64%.
Quase todas as ações do índice caíram. A bolsa brasileira, que no último dia 24 fechou acima dos 191 mil pontos, em nível recorde, atingiu o menor patamar desde 6 de fevereiro, quando estava em 182 mil pontos.
O Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. O Catar também suspendeu a produção de gás natural liquefeito, elevando o temor de desabastecimento global de energia.
Com o risco de interrupção na oferta, o petróleo e o gás dispararam. O barril do tipo Brent, usado nas negociações internacionais, subiu mais de 4%, para US$ 81. No início da sessão, valorizou-se 10%, mas a cotação desacelerou horas mais tarde. Na Europa, o gás natural na Europa avançou 22% no dia. A alta das commodities energéticas aumenta a preocupação com inflação global e desaceleração econômica.
O mau-humor foi generalizado no mercado global. Com a escalada do conflito, que tomou proporções regionais no Oriente Médio, os investidores vendem ações e aplicam em ativos considerados mais estáveis, como o dólar.
As bolsas caíram no mundo todo:
Ásia: Tóquio (-3,1%) e Seul (-7,24%);
Europa: quedas superiores a 3%;
Estados Unidos: Dow Jones (-0,83%), S&P 500 (-0,9%) e Nasdaq Composite (-1,02%).
O índice DXY, que mede a força da moeda americana em relação a outras divisas de economias avançadas, subiu 0,66%.
PIB brasileiro
No cenário doméstico, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 2,3% em 2025. Apesar da expansão no acumulado do ano, a economia perdeu fôlego no fim de 2025, com alta de apenas 0,1% no quarto trimestre.
A economia brasileira desacelerou em relação a 2024, quando tinha crescido 3,4%. O dado ficou em linha com a expectativa do governo para o ano, mas reforçou a percepção de desaceleração econômica. Com o conflito no Oriente Médio, o Banco Central pode cortar a Taxa Selic (juros básicos da economia) em apenas 0,25 ponto percentual na reunião deste mês, contra expectativa de redução de 0,5 ponto até recentemente.
Juros altos ajudam a segurar a cotação do dólar, mas prejudicam o crescimento da economia.
A Prefeitura Municipal de Naviraí, por meio da Gerência de Assistência Social (GEAS) e em conjunto com os Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e dos Direitos da Pessoa Idosa (CMDPI), realizou na manhã desta terça-feira (03-03), o lançamento oficial da campanha de destinação do Imposto de Renda 2026.
O evento, sediado na ACEN, reuniu autoridades, contadores e representantes da sociedade civil com o objetivo de conscientizar o contribuinte sobre a possibilidade de converter parte do imposto devido em investimentos diretos para projetos sociais locais. A iniciativa, que não gera custos adicionais para quem declara, busca fortalecer políticas públicas que transformam a realidade de crianças, adolescentes e idosos do município.
Durante o evento estiveram presentes o Gerente de Receita Edvan Thiago Barros Barbosa representando o Prefeito Rodrigo Sacuno e da Gerente de Assistência Social, Maria Telma de Oliveira Minari; do Presidente da Câmara Municipal, Daniel Moretto e a vereadora Geovana Silvério; a Presidente do CMDCA, Elisângela Pereira da Silva; a Presidente do CMDI, Lisneia Peralta Riquelme; e a Coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres, Naiza Capuci Sacuno. Durante o evento, foi destacado que a união de esforços entre o poder público e a comunidade é fundamental para o sucesso da arrecadação.
A programação do lançamento incluiu palestras de especialistas da área jurídica e contábil. O Juiz de Direito da 1ª Vara Criminal de Naviraí, Dr. Fernando Moreira Freitas da Silva, e a Promotora de Justiça, Dra. Karina Ribeiro dos Santos Vedoatto, realizaram explanações sobre a importância da destinação e o impacto positivo desses recursos na rede de proteção social.
O contador parceiro Thiago Batistote orientou os presentes sobre os procedimentos práticos para a destinação no momento da declaração, enquanto a presidente do CMDCA detalhou como os recursos do Fundo da Infância e Adolescência são aplicados em benefício da comunidade. O evento foi encerrado com a exibição de um vídeo institucional e um agradecimento especial aos parceiros, como a Fundação Cultural, a ACEN e o Sindicato Rural.
A Prefeitura de Japorã, numa iniciativa da Administração “Amor pelo nosso povo”, está confirmando a doação de uma área de 9.684,28 metros quadrados para a Eldofish – Abatedouro e Frigorífico de Peixes Ltda – ME. Este é um dos passos mais decisivos do Governo de Japorã rumo à agroindustrialização, sobretudo, uma das principais metas do prefeito Vitor da Cunha Rosa (Malaquias).
“Estamos bastante empenhados na busca de instalação de empresas no município de Japorã. Nosso Governo está focado no sentido de fomentar e diversificar a matriz econômica local. Atuamos para colocar em prática esta meta, consequentemente, estamos garantindo a geração de empregos e de renda para a população japoraense”, frisa Vitor Malaquias.
O prefeito acrescenta que o representante da Eldofish, oriundo do município vizinho de Eldorado, inicialmente, apresentou carta-consulta que foi aprovada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico, pois, todos os conselheiros identificaram consistência e orientações econômicas da proposta apresentada.
Neste contexto, e para confirmar o interesse pela implantação do empreendimento, o Executivo Municipal inveja à Câmara de Vereadores o Projeto de Lei 001-2026. A matéria foi apresentada na 1ª sessão ordinária do ano, no último dia 23 de fevereiro, pelo presidente do Legislativo, Gabriel José Klasmann, e recebeu apoio total dos vereadores. O projeto foi aprovado por unanimidade.
“Com o apoio do Legislativo estamos garantindo o incentivo legal através do Programa Pró-desenvolvimento, regulamentado edentro da competência estabelecida pela Lei Municipal 267/2017. O imóvel que acaba de ser doado é um lote urbano de propriedade do Município, identificado com o número 01 da Quadra 03, e está localizado no Loteamento Distrito Industrial e Comercial de Japorã”, informou o Chefe do Executivo.
O sócio proprietário da Edufish, Rodrigo Farias dos Santos, informa que serão necessários investimentos superiores a R$ 1.500.000,00 na construção do abatedouro e frigorífico de peixes, especificamente no levantamento de barracão, instalações administrativas e aquisição de equipamentos.
A unidade industrial da Eldofish voltada ao abate, processamento e beneficiamento de pescados, tem como meta agregar valor à produção aquícola e pesqueira de todo o Cone Sul de Mato Grosso do Sul, principalmente, absorver toda a produção regional.
(Fotos abaixo: Gabriel Klasmann)
Área situada de frente para a MS-386……está localizada a 2,5 km do trevo de entrada da cidade de Japorã
“O nosso projeto prevê a operação com capacidade de abate de 66 toneladas de tilápias por mês. Para esta produção inicial contrataremos 10 colaboradores iniciais diretos e 20 indiretos. De forma programada, seguiremos os abates e, ao mesmo tempo, as contratações de mais colaboradores”, confirma Rodrigo dos Santos.
“A partir de agora vamos articular a resolução das demais questões burocráticas. Uma delas, será a busca de aprovação do Licenciamento Ambiental do empreendimento junto ao Imasul”, antecipou o empresário da Eldofish.
O acompanhamento técnico realizado pela Aprosoja/MS, por meio do Projeto SIGA-MS, aponta que as lavouras de soja em Mato Grosso do Sul apresentam, de maneira geral, condições majoritariamente boas, embora haja variações importantes entre as regiões, especialmente em função da irregularidade das chuvas e das altas temperaturas registradas nos meses de janeiro e fevereiro.
Na última semana de fevereiro, os técnicos mantiveram o monitoramento do desenvolvimento e da colheita da safra 2025/2026, além do acompanhamento do plantio do milho segunda safra. As informações são coletadas junto a produtores rurais, sindicatos e empresas de assistência técnica nos principais municípios produtores do Estado.
Condição das lavouras
Na região norte, 86,3% das áreas são classificadas como boas. As áreas regulares somam 6,7%, enquanto 7% enfrentam problemas, principalmente relacionados à textura arenosa do solo, períodos de estiagem e incidência de pragas.
Nas regiões nordeste, sudoeste e centro, as áreas em boas condições variam entre 61,9% e 69,5%. Já as lavouras classificadas como regulares representam entre 16,7% e 24,3%, enquanto as áreas com problemas mais severos chegam a 16,2%, reflexo de chuvas irregulares, falhas no estande de plantas e manejo.
O cenário é mais desafiador em parte das regiões oeste, sul, sul-fronteira e sudeste. Nessas localidades, o percentual de áreas em boas condições varia de 41,2% a 61,3%. As áreas regulares oscilam entre 20,4% e 44,2%, e as classificadas como ruins podem atingir até 18,3% da área, especialmente onde houve veranicos prolongados, altas temperaturas e maior pressão de pragas.
“Após um cenário considerado positivo em dezembro de 2025, quando mais de 75% das lavouras apresentavam boas condições, janeiro e fevereiro registraram agravamento no quadro climático. A estiagem associada às temperaturas elevadas comprometeu o desenvolvimento das plantas, sobretudo na região sul do Estado”, aponta o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena.
Levantamentos de campo indicam que mais de 640 mil hectares foram impactados por períodos superiores a 20 dias sem chuvas em determinadas localidades. Municípios como Dourados, Ponta Porã, Maracaju e Amambai estão entre os mais afetados.
Dados de precipitação mostram que, em janeiro de 2026, grande parte do Estado registrou volumes abaixo da média histórica. Dos 63 pontos monitorados, 59 apresentaram acumulados inferiores ao esperado para o período. O Índice Padronizado de Precipitação também aponta intensificação das condições de seca, especialmente nas regiões pantaneira e nordeste.
Colheita alcança 43,9% da área acompanhada
Mesmo diante dos desafios climáticos, a colheita da soja avança no Estado. Até 27 de fevereiro, a área colhida acompanhada pelo Projeto SIGA-MS atingiu 43,9%, o que representa aproximadamente 2,104 milhões de hectares.
A região sul lidera o avanço, com 53,2% da área colhida, seguida pela região centro, com 31,8%, e pela região norte, com 24,7%.
Em comparação com a safra 2024/2025, o ritmo da colheita está 6,6 pontos percentuais abaixo no mesmo período.
Plantio do Milho
O plantio do milho segunda safra 2025/2026 em Mato Grosso do Sul já alcançou 45,8% da área acompanhada pelo Projeto SIGA-MS. Até 27 de fevereiro, aproximadamente 1,010 milhão de hectares já haviam sido semeados no Estado.
A região sul lidera o ritmo de plantio, com 48% da área implantada. Na sequência aparecem a região norte, com 42,9%, e a região centro, com 39,8%.
Em comparação com o mesmo período da safra passada, o plantio está 1,3 ponto percentual à frente.
“Nesta safra, o milho deve ocupar aproximadamente 46% da área destinada à soja no Estado, percentual inferior aos 75% já registrados em anos anteriores. A tendência é de que o cereal seja priorizado em áreas com menor risco climático. Nas demais, produtores devem optar por culturas alternativas de segunda safra, como sorgo, milheto e pastagens”, aponta Flavio.
Fonte: Crislaine Oliveira (Comunicação da Aprosoja/MS)
O mês de fevereiro apresentou índices elevados de chuva em algumas cidades e na maioria dos pontos de observação monitorados pelo Cemtec/MS (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) a precipitação acumulada ficou acima da média histórica. Em sete localidades o volume de chuvas ultrapassou o dobro previsto para o período. É o caso de São Gabriel do Oeste, onde choveu 665,2 milímetros durante o mês, ou 288% acima da média.
Em Corguinho, Camapuã, Campo Grande e Corumbá a chuva também ultrapassou a média histórica em mais de 100%. No geral, em 36 dos 65 pontos monitorados pelo Cemtec/MS (55% do total) o índice de precipitação ficou acima da média histórica. Já em 29 pontos a quantidade de chuva não correspondeu ao esperado para o período. Os menores volumes ocorreram em Paranaíba, no Vale da Celulose, com apenas 29,8 milímetros de precipitação (-84% da média) e em Itaquiraí, região Sul, com 64,4 milímetros ou, -56% da média histórica.
Em Campo Grande há cinco pontos de monitoramento da chuva. O que registrou o maior volume no mês de fevereiro foi na Estação Meteorológica localizada no campus da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), com 404,8 milímetros, ou 130% acima da média histórica para a cidade (170 milímetros). Nos demais pontos de medição da cidade os números registrados no mês foram: UPA Aparecida Gonçalves Saraiva, 395,2 milímetros; Jardim Panamá, 360 milímetros; Vila Santa Luzia, 351,4 milímetros e Embrapa, 264,8 milímetros.
Em comparação com os volumes registrados em fevereiro do ano passado, este ano foi muito mais chuvoso para o mês. Apenas três pontos monitorados em 2025 apresentaram índice de chuvas acima da média histórica no mês de fevereiro. Nesse ano foram 36. Também choveu mais em fevereiro de 2026 do que em fevereiro de 2024. Naquele ano, 34 pontos de medição ficaram com volumes de precipitação abaixo da média histórica e apenas nove, acima.
Com relação às temperaturas, o mês de fevereiro apresentou elevada variabilidade térmica, com diferença de 23°C entre o menor e o maior registro. A maior temperatura, de 39,4°C foi registrada em Fátima do Sul no dia 18 e a menor, de 16,2°C, em Amambai no dia 27.
Para o próximo trimestre (março, abril e maio), a média histórica da precipitação acumulada, com base em séries climatológicas de 30 anos, varia entre 200 e 400 milímetros na maior parte do Estado. Nas regiões Sul, Sudeste e Sudoeste, esses acumulados costumam ser mais elevados, oscilando entre 400 milímetros e 500 milímetros. A previsão dos meteorologistas do Cemtec/MS, entretanto, é de que o volume de chuvas no próximo trimestre fique abaixo da média histórica em Mato Grosso do Sul.
Veja AQUI o Boletim Mensal das chuvas de fevereiro
Mato Grosso do Sul iniciou 2026 com saldo positivo na geração de empregos formais. Em janeiro, foram registradas 37.353 admissões e 33.417 desligamentos, resultando na criação de 3.936 novos postos de trabalho com carteira assinada. Com esse desempenho, o Estado registrou o 9º maior saldo de empregos formais do país no primeiro mês do ano. No cenário nacional, foram criados 112.334 postos de trabalho, sendo que o Estado respondeu por 3,5% desse total.
Os dados estão no relatório conjuntural elaborado pela Assessoria Especial de Economia e Estatística da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), com base nos dados do Painel de Informações do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Para o secretário Jaime Verruck, os números confirmam a consistência da política de desenvolvimento econômico adotada pelo Governo do Estado. “Iniciamos 2026 com geração positiva de empregos e, mais importante do que o número absoluto, é a qualidade desse resultado. Somente em Inocência, onde estamos com as obras da Arauco, tivemos mais de 1 mil contratações. Temos os setores de Construção e a Agropecuária mostrando que os investimentos estão chegando ao interior e se transformando em oportunidades reais. Isso é reflexo de um ambiente de negócios estável, de segurança jurídica e de uma estratégia clara de crescimento sustentável”, afirmou.
Obras da Arauco, em Inocência. Município liderou as contratações em janeiro de 2026.
Segundo ele, a retomada do saldo positivo após o resultado negativo de dezembro reforça a resiliência da economia sul-mato-grossense. “Estamos consolidando um ciclo de crescimento com responsabilidade fiscal e foco na atração de investimentos, que se traduz em emprego, renda e melhoria da qualidade de vida para a população”, completou.
Na comparação com janeiro de 2025, houve leve retração de 0,8% nas admissões e queda de 2,36% nos desligamentos. Já em relação a dezembro de 2025, observa-se recuperação nas contratações, com alta de 68,26%, além de reversão no saldo, que saiu de resultado negativo no último mês do ano passado para resultado positivo no início de 2026. O estoque total de empregos formais em Mato Grosso do Sul alcançou 693.770 vínculos ativos, crescimento de 2,99% em relação a janeiro do ano anterior e de 0,57% frente a dezembro.
Entre os grandes grupamentos de atividades, a Construção liderou a geração de empregos no mês, com saldo de 2.358 novas vagas. Em seguida aparecem a Agropecuária, com 1.714 postos criados, a Indústria, com 286, e os Serviços, com 91. Apenas o Comércio apresentou saldo negativo, com 513 vagas a menos no período.
Entre os municípios, os maiores saldos positivos foram observados em Inocência (1.081), Chapadão do Sul (477), Costa Rica (424), Campo Grande (410) e Ponta Porã (152). Já os menores resultados ocorreram em Rio Brilhante (-217), Bataguassu (-117), Bataiporã (-53), Selvíria (-46) e Bonito (-44).
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse hoje (3), em São Paulo, que o governo poderá enviar um projeto de lei com urgência para o Congresso Nacional, caso as discussões que tratam sobre a jornada de trabalho, como o fim da escala 6×1 e a redução de horas semanais, não caminhem na”velocidade desejada”.
A urgência impõe que tanto a Câmara dos Deputados quanto o Senado tenham 45 dias para deliberar o tema, sob pena de trancamento da pauta.
“Tem um debate importante com a direção das duas Casas [Câmara e Senado]. O presidente [da Câmara] Hugo Motta assumiu conosco de tocar as duas coisas: as PECs [Proposta de Emenda à Constituição] que estavam lá e também os projetos de lei [PL] vigentes que estão tramitando na Casa. Evidentemente que o PL pode ter uma velocidade maior que o da PEC. Mas o governo não descarta, a depender da conversa entre o presidente Hugo Mota e o presidente Lula, de mandar um projeto de lei em urgência. Se as coisas não caminharem na velocidade desejada, nós podemos encaminhar um projeto de lei com urgência que, acredito, seria a possibilidade dela evoluir”, disse o ministro, durante entrevista coletiva em que divulgou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.
Uma das PECs que tramitam atualmente no Congresso aumenta de um para dois dias o descanso mínimo semanal — preferencialmente aos sábados e domingos – e diminui de 44 para 36 horas o tempo máximo de trabalho semanal, sem contar horas extras. Atualmente, a Constituição estabelece que a carga de trabalho será de até oito horas diárias e até 44 horas semanais.
Durante entrevista a jornalistas, Marinho disse considerar viável o fim da jornada 6×1, mas ressaltou que a prioridade do governo é a redução de jornada que, em sua visão, já deveria ter ocorrido.
“Nesta fase, acredito sinceramente que é plenamente possível reduzir a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais. E, portanto, isso pode levar à condição de acabar com a escala 6×1, que é o grande sonho de milhões de trabalhadores e trabalhadoras, em particular do comércio e serviço.”
Ele também reiterou que não há discussão atualmente no governo sobre compensações fiscais às empresas como contrapartida para a mudança. Para ele, “o pressuposto para a compensação é o aumento da produtividade”.
“Não faz sentido, na minha opinião, pensar em incentivos fiscais para a questão [da redução] da jornada parcial”, disse o ministro.
“É preciso que o mundo empresarial, os trabalhadores e suas representações colaborem no sentido de melhorar o ambiente do mundo do trabalho. Se você evitou acidente, evitou doenças, você vai aumentar a produtividade. Se você investir em tecnologia, você vai garantir o aumento da produtividade. E o Brasil precisa melhorar a produtividade”, afirmou.
Caged
Em janeiro, o Brasil apresentou saldo positivo de 112.334 mil novos postos de trabalho com carteira assinada, segundo o Caged. O resultado foi obtido com a admissão de 2.208.030 pessoas e 2.095.696 desligamentos.
Apesar do balanço positivo, este foi o pior janeiro desde 2024, com saldo de 173.127 novos postos de trabalho. Segundo o ministro, a queda que vem sendo observada ocorre por causa dos juros altos (Selic), atualmente estabelecida em 15% ao ano.
“Cantamos essa bola desde 2004. O ritmo do juro praticado [em patamar elevado] ia levar a uma diminuição da velocidade [da criação de novos empregos]. Então, o que aconteceu foi uma diminuição da velocidade”, explicou.
Segundo o Caged, quatro setores tiveram um desempenho positivo em janeiro, com destaque para o da indústria, que teve um saldo positivo de 54.991 postos de trabalho. Em seguida aparece o da construção, com 50.545 de saldo; serviços (40.525) e agropecuária (23.073). Já o setor de comércio teve um desempenho negativo, com saldo de -56.800 postos de trabalho.
No acumulado de doze meses (entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026), o saldo de novos vínculos celetistas foi de 1.228.483.
Salário
O Caged apontou ainda que o salário médio real de admissão em janeiro deste ano foi de R$ 2.289,78, o que representou uma variação positiva de R$ 77,02 em relação a dezembro do ano passado.
Fonte: Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil
A loja A Pé Legal entra em uma nova fase em Amambai. No próximo dia 6, a empresa reinaugura em um prédio maior, mais moderno e com estrutura ampliada. O cerimonial terá início às 8h40, com a presença dos empresários proprietários e autoridades do município, e a abertura oficial ao público está marcada para as 9 horas, consolidando a confiança no potencial econômico local e no fortalecimento do comércio da cidade.
O novo espaço foi planejado para oferecer mais conforto, variedade de produtos e uma experiência diferenciada aos clientes. Entre as novidades está a ampliação do leque de marcas e modelos disponíveis e a implantação de um playground (parquinho), pensado especialmente para garantir a alegria das crianças e mais comodidade aos pais durante as compras.
Segundo os empresários, investir em Amambai é acreditar na força do município. A cidade sempre esteve no radar dos fundadores da marca, principalmente por seu forte poder econômico, inicialmente impulsionado pela pecuária e, mais recentemente, fortalecido ainda mais pelo crescimento do agronegócio.
A abertura da filial levou tempo porque a empresa buscava um ponto comercial estratégico. A oportunidade surgiu no início de 2024 e, em maio do mesmo ano, a tão sonhada unidade foi inaugurada. Agora, menos de dois anos depois, a reinauguração em novo prédio simboliza expansão, confiança e satisfação com o retorno obtido.
Programação especial de reinauguração
Para celebrar esse novo momento, a A Pé Legal prepara uma grande reinauguração nos dias 6 e 7, com uma programação especial para a comunidade:
20% de desconto em toda a loja, para qualquer produto e forma de pagamento
Pipoca, balões e ambiente festivo
Apresentação musical com a Banda NHS, direto de Dourados
Vale-compras de R$ 50 para os 100 primeiros clientes que chegarem antes da abertura da loja
Produtos originais e qualidade garantida
A Pé Legal trabalha exclusivamente com produtos e marcas originais, com procedência e qualidade asseguradas. A proposta é garantir ao cliente segurança na compra e a certeza de estar adquirindo calçados que oferecem conforto e tranquilidade para as mais diversas demandas do dia a dia.
O setor de máquinas e equipamentos iniciou 2026 em desaceleração, após encerrar o ano passado com um crescimento moderado. Essa redução no ritmo de crescimento se deve principalmente à política monetária, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).
Em janeiro deste ano, a receita líquida total do setor somou R$ 17,3 bilhões, o que representou queda de 17% na comparação com janeiro de 2025 e de 19,3% em comparação a dezembro. Segundo a Abimaq, isso foi resultado de um recuo tanto nas vendas para o mercado doméstico quanto no mercado externo.
No mercado doméstico, a queda foi de 19% devido a um “reflexo da política monetária contracionista”, o que provocou, segundo a entidade, inibição dos investimentos, encarecimento do custo de vida, comprometimento de renda e aumento da inadimplência. Já no mercado externo, a influência negativa foi em decorrência da valorização de 11% do real frente ao dólar.
As exportações de máquinas e equipamentos somaram US$ 838 milhões em janeiro, com queda de 41,5% em relação a dezembro, mas crescimento de 3,1% em relação a janeiro de 2025. De acordo com a associação, a retração na comparação mensal se deve a fatores sazonais e também à base elevada de comparação, já que dezembro de 2025 apresentou o segundo maior valor da série histórica.
As importações, por sua vez, tiveram queda em janeiro, somando US$ 2,48 bilhões. No entanto, ressalta a Abimaq, elas seguem em patamares elevados, o que vem ocorrendo pelo menos desde 2015 e se intensificou com a pandemia da covid-19, “quando a substituição da produção nacional por bens importados ganhou força”.
De acordo com a entidade, o volume de importações demonstra que o país vem transferindo parcela relevante do dinamismo industrial para o exterior, principalmente para a China, responsável por mais de 32% das máquinas importadas pelo Brasil.
Exportações para os Estados Unidos
O setor de máquinas foi um dos mais prejudicados pela aplicação de tarifas de 50% pelo governo dos Estados Unidos, principal destino desses produtos no exterior. Apesar disso, o impacto acabou sendo menor do que o setor previa inicialmente.
“A medida que foi tomada pelo governo Trump impactou bem menos do que a gente previa no início. A gente achava que ia impactar brutalmente as vendas para aquele mercado, mas diversas empresas conseguiram se organizar, se estruturar e preservar aquele mercado, que é bastante importante”, avalia o presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq, Pedro Estevão Bastos.
Em entrevista concedida na tarde desta terça-feira (3), na capital paulista, ele disse esperar que as exportações voltem a ganhar força após a decisão da Suprema Corte ter derrubado as tarifas sobre produtos importados que haviam sido impostas globalmente pelo presidente Donald Trump. Mas, por enquanto, ele diz que o setor está cauteloso.
“Com relação ao futuro e com a reversão da medida, a gente espera conseguir reconquistar uma parte do mercado que foi perdido”, falou. “Mas há outros instrumentos que ele [Trump] pode utilizar e aí elevar a tarifa especificamente para o Brasil a outro patamar, além dos 10%. Então a gente tem conversado com as empresas do setor para ter cautela”, frisou.
Emprego
Em janeiro, o setor apresentou melhora no número de pessoas empregadas, somando 418,9 mil colaboradores. Na comparação com janeiro de 2025, isso representou um acréscimo de 18 mil pessoas.
Apesar disso, a Abimaq pondera que esse número é 2% inferior a outubro do ano passado, quando 422,7 mil pessoas estavam empregadas no setor.
Perspectivas
Para este ano de 2026, a associação projeta um crescimento de 3,5% na produção física de máquinas e equipamentos e de cerca de 4% na receita líquida. Para a Abimaq, esse avanço será sustentado pelo mercado doméstico, com a expectativa de expansão da demanda próxima de 5,6%.
“A gente está achando que, em 2026, vamos ter uma retração nas vendas em relação a 2025. De quanto vai ser ainda está muito cedo para a gente falar, mas talvez alguma coisa em torno de 5% seja bastante razoável”, disse Bastos.
Segundo ele, essas previsões ainda não levam em consideração fatores externos como o recente conflito no Oriente Médio.
Fonte: Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta terça-feira (3) o início do teleatendimento em saúde mental pelo SUS (Sistema Único de Saúde) com foco em jogos de apostas. O serviço é direcionado a pessoas a pessoas com 18 anos ou mais que apresentam compulsão por jogos, além de familiares e rede de apoio.
Realizado em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), o serviço gratuito garantirá assistência especializada a pessoas com compulsão pelas conhecidas bets. A expectativa inicial é a de 600 atendimentos online por mês, mas o ministério poderá ampliar esse número, a depender da demanda. A ideia é chegar a 100 mil atendimentos mensais.
“Somos nós podendo dar mais um passo para acolher e ajudar essas pessoas a sair do sofrimento mental que está diretamente associado à compulsão nas apostas eletrônicas que, além de ser um problema de saúde mental, leva ao acometimento financeiro e problemas familiares. Quando olhamos os dados dos CAPs [Centros de Atenção Psicossocial ], vemos, nos últimos anos, de 2 mil a 3 mil atendimentos apenas de pessoas que vão presencialmente falar que têm um problema com compulsão de jogos”, afirmou Padilha.
As consultas são realizadas por vídeo, duram em média 45 minutos e fazem parte de ciclos estruturados de cuidado, que podem incluir até 13 consultas por paciente, em grupo com sua rede de apoio ou individualmente. O atendimento é gratuito e confidencial. A equipe é multiprofissional, formada por psicólogos e terapeutas ocupacionais, com apoio de médico psiquiatra quando necessário, além de articulação com assistência social e medicina de família para integração com os serviços locais.
Como acessar
Para acessar o serviço, o interessado deve se cadastrar por meio do aplicativo Meu SUS Digital. Para utilizar o novo serviço, é preciso baixar o aplicativo, que está disponível de forma gratuita nas lojas Android, IOS ou na versão web, fazer login com a conta gov.br e, na página inicial, clicar no item “Miniapps”. Em seguida, selecionar a opção “Problemas com jogos de apostas?”.
A pessoa terá acesso a um autoteste, baseado em evidências científicas e validado no Brasil por especialistas, com perguntas que ajudam a identificar sinais de risco e orientar o próximo passo. Se o resultado indicar risco moderado ou elevado, o encaminhamento para o teleatendimento é automático. Nos casos de menor risco, o aplicativo orienta a procurar a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que inclui desde Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) a Unidades Básicas de Saúde (UBS).
O Meu SUS Digital também conta com conteúdos informativos sobre sinais de alerta, prevenção e impacto da prática na saúde mental. Além disso, a Ouvidoria do SUS está treinada e preparada para orientações sobre o tema. Os profissionais atendem pelo telefone 136, por teleatendimento, via formulário, WhatsApp ou chatbot no site do Ministério da Saúde. Todas as informações seguem as normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Um estudo recente apontou que as bets provocam perdas econômicas e sociais ao país estimadas em R$ 38,8 bilhões anualmente. “Esta ação do Ministério da Saúde é mais uma resposta ao fenômeno recente de comportamentos problemáticos relacionados a jogos e apostas, principalmente online. A procura espontânea por atendimento presencial ainda é baixa, muitas vezes por vergonha, medo de julgamento ou dificuldade de reconhecer o problema. Desta forma, o teleatendimento foi estruturado justamente para ampliar o acesso ao cuidado deforma reservada, segura e acessível”, diz o ministério.
Capacitação
Segundo Padilha, a pasta está capacitando os profissionais de saúde para esse atendimento específico, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Foram oferecidas 20 mil vagas aos trabalhadores da saúde.
“Nós já tivemos 13 mil inscrições para o curso e 1,5 mil já concluíram essa formação. Temos mais 7 mil vagas e acredito que teremos que abrir mais quando esse número acabar. Esse plano de cuidado tem como objetivo, se possível, resolver a compulsão com o teleatendimento. Senão, poder direcionar essa pessoa para o conjunto da Rede de Atenção Psicossocial”, ressaltou.
Dentro do conjunto de ações do governo federal para prevenir e auxiliar na compulsão por apostas online, há também a Plataforma de Autoexclusão Centralizada, para o bloqueio de sites de apostas, disponível desde dezembro passado. A ferramenta permite ao apostador que deseja interromper o vício, solicitar ser bloqueado dos sites de apostas, além de deixar seu CPF indisponível para novos cadastros ou para o recebimento de publicidade das bets. Pela plataforma, é possível escolher por quanto tempo o apostador deseja bloquear os sites de aposta: dois meses, seis meses, ou indeterminado. O cadastro pode ser feito pelo endereço eletrônico gov.br/autoexclusaoapostas, utilizando conta gov.br de nível prata ou ouro.
“Mais de 300 mil pessoas já estão se tratando ao se autoexcluir, reduzindo a exposição a esse risco, inclusive com bloqueio das propagandas. E a maioria das pessoas que acessou a plataforma selecionou o bloqueio por tempo indeterminado”, aponta Padilha.
Ele destaca que, quando o usuário se autoexclui, por meio do CPF é possível saber qual é o cartão SUS dele e se frequenta alguma Unidade Básica de Saúde.
“O esforço é identificar riscos graves de saúde mental e encaminhá-la para o atendimento corretamente e rapidamente”, disse Padilha.
Fonte: Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil
A expansão de 2,3% da economia brasileira em 2025 posiciona o Brasil na sexta posição do ranking de crescimento do G20, grupos das maiores economias do mundo.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira (3) que o Produto Interno Bruto (PIB) atingiu R$ 12,7 trilhões no ano passado.
O PIB é o conjunto de bens e serviços produzidos no país e serve como indicador do comportamento da economia. No ano passado, a agropecuária foi o principal motor do PIB nacional.
Logo após a divulgação do resultado pelo IBGE, a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda publicou um ranking com o desempenho do PIB entre as 16 economias do G20 que já divulgaram os dados consolidados de 2025.
A lista é liderada pela Índia, que apresentou um salto de 7,5% na comparação com 2024. O Brasil aparece imediatamente à frente dos Estados Unidos, maior potência econômica do mundo.
Confira o ranking:
1º) Índia: 7,5%
2º) Indonésia: 5,1%
3º) China: 5%
4º) Arábia Saudita: 4,5%
5º) Turquia: 3,6%
6º) Brasil: 2,3%
7º) EUA: 2,2%
8º) Canadá: 1,7%
9º) União Europeia: 1,6%
10º) Reino Unido: 1,4%
11º) Japão: 1,1%
12º) Coreia do Sul: 1%
13º) França: 0,9%
14º) Itália: 0,7%
15º) México: 0,6%
16º) Alemanha: 0,4%
Crescimento com desaceleração
O desempenho do PIB brasileiro em 2025 marcou o quinto ano seguido de expansão. No entanto, o resultado aponta desaceleração, isto é, perda de ímpeto. Em 2024, o crescimento havia sido de 3,4%.
Os técnicos do Ministério da Fazenda atribuem a perda de ritmo à política de juros altos.
“Esse movimento indica que a política monetária contracionista exerceu impacto relevante sobre a atividade, contribuindo para o fechamento do hiato do produto”, afirma o estudo.
Na linguagem dos economistas, hiato do produto é um indicador sobre a capacidade de produção da economia sem gerar pressão inflacionária. O fechamento do hiato citado pelo boletim da SPE indica que os juros altos desestimularam o consumo a ponto de diminuir a alta de preços.
Como juros agem
A política monetária contracionista, isto é, juros em patamar elevado, foi a ferramenta do Banco Central (BC) para conter a inflação, que ficou praticamente todo o ano de 2025 acima da meta do governo, de 3% ao ano com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Desde setembro de 2024, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC impôs trajetória de alta à Selic ─ taxa básica de juros ─ fazendo-a bater 15% ao ano em junho de 2025 e assim permanecendo até os dias atuais. É o maior patamar desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano.
A Selic influencia todas as demais taxas de juros do país e, quando elevada, age de forma restritiva na economia, ou seja, encarece operações de crédito e desestimula investimentos e consumo.
O impacto esperado é a menor procura por produtos e serviços, esfriando a inflação. O efeito colateral é que a economia em marcha lenta tende a diminuir a geração de empregos.
“A perda de fôlego tornou-se mais evidente no segundo semestre, quando a atividade permaneceu praticamente estável em relação ao primeiro”, aponta o boletim da SPE.
Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, avaliou que o conflito no Oriente Médio envolvendo o Irã não deve impactar a redução dos juros.
A SPE estima que o PIB deve crescer 2,3% em 2026.
“A expectativa é de desaceleração acentuada da agropecuária, compensada por maior ritmo de crescimento da indústria e dos serviços”, projeta a SPE.
Os técnicos enxergam que a provável redução de juros dará fôlego à indústria e à construção. A isenção de cobrança de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais, que entrou em vigor na virada do ano, é outro incentivo de crescimento, de acordo com a SPE.
“Para os serviços, a expectativa também é de maior crescimento, impulsionado pela reforma da tributação sobre a renda e pela expansão do crédito consignado para o trabalhador privado, além da resiliência do mercado de trabalho”, sustenta o boletim.
Fonte: Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil
O DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreendeu, nesta segunda-feira (2), em Mundo Novo, 40 mil pacotes de cigarros contrabandeados do Paraguai, que eram transportados em um caminhão baú.
Os policiais realizavam bloqueio na MS-386 quando o condutor do caminhão, ao perceber a presença dos militares, abandonou o veículo e fugiu em meio a uma área de mata. Buscas foram realizadas na região, porém nenhum suspeito foi localizado.
O material apreendido, avaliado em aproximadamente R$ 2,2 milhões, foi encaminhado à Receita Federal de Mundo Novo.
A ação ocorreu no âmbito do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, uma parceria da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) com o MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública).
O DOF mantém um canal direto com o cidadão para denúncias anônimas pelo telefone 0800 647-6300. O sigilo é garantido.
A Casa do Trabalhador, órgão ligado à Fundação do Trabalho (Funtrab), do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza 44 oportunidades de emprego nesta quarta-feira, dia 4 de março, em Amambai.
Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas
7 vagas para pedreiro 3 vagas para mecânico geral 3 vagas para servente de pedreiro 3 vagas para vendedor interno 2 vagas para auxiliar de linha de produção 2 vagas para caçambeiro 2 vagas para auxiliar de mecânico 2 vagas para porteiro 1 vaga para ajudante de eletricista 1 vaga para jovem aprendiz (estudando administração) 1 vaga para atendente de balcão 1 vaga para auxiliar de cozinha 1 vaga para auxiliar mecânico de refrigeração 1 vaga para recepcionista (secretaria) 1 vaga para confeiteiro 1 vaga para cozinheira 1 vaga para cuidador de pessoas idosas e dependentes 1 vaga para garçom 1 vaga para instalador de sistema eletrônico de segurança 1 vaga para lavador de carros 1 vaga para mecânico de bicicleta 1 vaga para mecânico de máquinas pesadas 1 vaga para mestre de obras 1 vaga para monitor de sistema eletrônico de segurança (interno) 1 vaga para motorista (categoria E) 1 vaga para motorista de caminhão guincho pesado (com munk) 1 vaga para operador de caixa 1 vaga para operador de pá carregadeira 1 vaga para operador de patrola 1 vaga para operador de retroescavadeira 1 vaga para promotor de vendas 1 vaga para salgadeiro 1 vaga para serralheiro 1 vaga para torneiro mecânico
Casa do Trabalhador também oferece
A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região.
Segundo o órgão, para dar entrada no pedido de benefício, o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade).
A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.
O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta-feira no período das 7h às 13h. Mais informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai podem ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.