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sexta-feira, 5 de junho de 2026
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Rota Bioceânica entra na fase final e projeta MS como novo eixo logístico internacional, destaca Gerson Claro

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A consolidação da Rota Bioceânica representa uma mudança estratégica no posicionamento de Mato Grosso do Sul no cenário internacional. A obra da ponte internacional que liga Brasil e Paraguai, em Porto Murtinho, entra em sua fase final e simboliza o avanço concreto de um projeto que promete transformar a logística e o comércio exterior de Mato Grosso do Sul.

Para o presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Gerson Claro, a evolução das obras e a articulação entre os países envolvidos colocam o Estado no centro de uma nova dinâmica internacional. O corredor rodoviário conecta o Centro-Oeste brasileiro aos portos do Pacífico, por meio de Paraguai, Argentina e Chile, criando uma alternativa estratégica ao escoamento tradicional pelo Atlântico.

Entre os principais impactos está a redução de custos e de tempo no transporte internacional, o que deve ampliar a competitividade dos produtos sul-mato-grossenses. Cadeias como proteína animal, soja e celulose tendem a ganhar eficiência logística, com acesso mais rápido a mercados asiáticos. Ao mesmo tempo, a rota favorece as importações, permitindo a chegada de insumos e mercadorias com menor custo e maior agilidade, fortalecendo a indústria e o agronegócio regional.

Outro avanço importante está na modernização dos processos aduaneiros. Com a adoção de medidas de facilitação do comércio internacional, a tendência é reduzir a burocracia e dar mais fluidez à circulação de cargas entre os países envolvidos, o que aumenta a atratividade do corredor para novos investimentos.

Para Gerson Claro, o momento exige acompanhamento institucional. “Estamos diante de uma transformação que reposiciona Mato Grosso do Sul no mapa logístico global. A Assembleia Legislativa tem o papel de acompanhar esse processo, contribuir com o debate e garantir que esses avanços se traduzam em desenvolvimento para a população”, afirma.

O deputado também ressalta que o protagonismo do Estado vai além da localização geográfica. Há um esforço coordenado para estruturar a infraestrutura complementar, organizar ambientes logísticos e integrar setores públicos e privados, preparando Mato Grosso do Sul para o aumento do fluxo comercial.

Com a conclusão da ponte e o avanço das demais etapas da Rota Bioceânica, o Estado se consolida como elo estratégico entre o Brasil e os mercados do Pacífico, ampliando oportunidades, reduzindo distâncias e fortalecendo sua presença no comércio internacional.

Rota Bioceânica entra na fase final e projeta MS como novo eixo logístico internacional, destaca Gerson Claro

Fluxo na BR-163 cai no feriado do Trabalhador, mas exige atenção de motoristas em MS

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Mesmo com redução, pico de movimento é esperado na saída e no retorno dos motoristas (Foto: Divulgação / Motiva Pantanal)

O movimento nas estradas durante o feriado do Dia do Trabalhador deve ser menor do que o registrado no último feriado prolongado em Mato Grosso do Sul, mas ainda exige atenção redobrada dos motoristas que pretendem viajar pela BR-163. A concessionária Motiva Pantanal estima a circulação de cerca de 265 mil veículos entre quinta-feira (30) e segunda-feira (4), número inferior aos 306 mil registrados no feriado de Tiradentes — uma redução de aproximadamente 41 mil veículos.

Apesar da queda no fluxo total, o maior movimento está previsto justamente no início da operação, na quinta-feira, quando cerca de 68,2 mil veículos devem passar pela rodovia. Já na sexta-feira (1º), feriado, são esperados 46,4 mil veículos. No sábado (2), a previsão é de 40,3 mil, enquanto no domingo (3) o fluxo volta a crescer, com 53 mil veículos. A segunda-feira (4), marcada pelo retorno dos motoristas, deve concentrar 57,3 mil veículos.

A Operação Dia do Trabalhador será realizada ao longo dos 845,4 quilômetros da rodovia e contará com reforço no atendimento e monitoramento. Segundo a concessionária, o tráfego será acompanhado 24 horas por meio de 477 câmeras do Centro de Controle Operacional, além de painéis eletrônicos com informações em tempo real.

Mais de 80 viaturas estarão distribuídas ao longo da estrada, incluindo ambulâncias, guinchos e veículos de inspeção. As 17 bases operacionais seguem abertas para apoio aos usuários, oferecendo estrutura com água potável, sanitários e atendimento.

Entre os pontos de apoio estão cidades como Campo Grande, Dourados, Coxim e Naviraí, além de outros municípios ao longo da rodovia.

A concessionária também reforça orientações de segurança, como o uso do cinto por todos os ocupantes, respeito aos limites de velocidade e evitar o uso do celular ao volante. Outra recomendação é seguir o “Movimento Afaste-se”, reduzindo a velocidade e mudando de faixa ao se aproximar de atendimentos na pista, medida que ajuda a proteger equipes e motoristas.

Fonte: EnfoqueMS

Eleições 2026: prazo para regularizar pendências termina em uma semana

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© TÂNIA RÊGO/AGÊNCIA BRASIL

Os eleitores que pretendem votar nas eleições de outubro têm até o dia 6 de maio para regularizar suas pendências na Justiça Eleitoral.

O prazo deve ser observado pelo cidadão que quer tirar o primeiro título de eleitor, regularizar o documento, cadastrar biometria, transferir o domicílio eleitoral e atualizar dados cadastrais.

A partir do dia 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado e não serão permitidas alterações nos dados dos eleitores.

Para resolver as pendências, o eleitor pode acessar o serviço eletrônico disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Pela plataforma, é possível enviar os documentos solicitados para cada tipo de serviço e acompanhar o andamento da solicitação.

O eleitor também pode procurar os cartórios eleitorais ou postos de atendimento presenciais em todo o país. A localização pode ser encontrada no site do tribunal. 

Alguns serviços, como a coleta de biometria e a solicitação do primeiro título, só podem ser realizados presencialmente.

Regularização 

Para verificar se o título está regular, o eleitor pode acessar a página do TSE na internet e clicar no menu Consultas. Em seguida, basta clicar em Situação do Título.

O passo a passo para a regularização será indicado pelo sistema eletrônico. 

Cancelamento

O prazo de regularização também deve ser seguido por quem teve o título cancelado por deixar de votar por três eleições seguidas (três turnos consecutivos) e não justificou ausência. 

Além de não conseguir votar nas eleições de outubro, a manutenção do cancelamento pode causar diversas restrições para o cidadão, como não conseguir tirar passaporte ou carteira de identidade, renovar matrícula em instituição pública de ensino e tomar posse em cargo público após ser aprovado em concurso.

Primeiro título 

De acordo com a Constituição, o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos e facultativo para jovens entre 16 e 17 anos e quem tem mais de 70. 

Após completar 15 anos, os jovens poderão solicitar a emissão do primeiro título de eleitor. Contudo, somente estará apto a votar quem tiver completado 16 anos na data da eleição. 

Eleição

O primeiro turno das eleições será realizado no dia 4 de outubro, quando serão eleitos o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

Eventual segundo turno para os cargos de governador e presidente ocorrerá no dia 25 do mesmo mês. 

Fonte: André Richter – Repórter da Agência Brasil

Prazo para isenção de taxa do Enem 2026 termina nesta quinta-feira

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© MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

O prazo para os interessados em solicitar a isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 termina às 23 horas e 59 minutos desta quinta-feira (30).

A data também vale para o candidato que obteve a isenção de pagamento da taxa de inscrição do Enem de 2025 e não compareceu às provas nos dois dias de aplicação, em novembro passado, se desejar solicitar nova isenção para o exame.

Os dois procedimentos devem ser feitos exclusivamente na Página do Participante do exame, com o login no portal único de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

Quem tem direito

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prevê a gratuidade para quem se enquadra nos seguintes perfis:

  • estar matriculado no último ano do ensino médio em escola pública (em 2026);
  • ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada e possuir renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio;
  • ter inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) por estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A falta de atualização no CadÚnico pode levar ao indeferimento da isenção no Enem;
  • ser participante do Programa Pé-de-Meia do Ministério da Educação (MEC).

Para justificar a ausência no exame do ano passado, os documentos aceitos que comprovam as condições declaradas estão listados no edital do Enem 2026 que trata de cada uma das situações que podem ser justificadas na última edição do exame. Confira aqui.  

Resultados

De acordo com o novo calendário, a divulgação do resultado dos pedidos de isenção ocorrerá em 13 de maio. O período de recursos para quem tiver o pedido negado estará aberto entre 13 e 19 de maio. O resultado final dos recursos sairá em 25 de maio.

O Inep esclarece que não enviará qualquer tipo de correspondência à residência do participante para informar quaisquer resultados da justificativa de ausência no Enem 2025 e da solicitação de isenção de pagamento da taxa de inscrição no Enem 2026. 

É obrigação do participante acessar a Página do Participante do Enem e consultar o resultado.

Inscrição

Independentemente do resultado do pedido de isenção, o estudante precisará fazer a inscrição no Enem em período a ser anunciado no futuro edital do exame neste ano.

A inscrição no Enem é obrigatória, mesmo para quem solicitou a isenção e teve o deferimento concedido.

O candidato que teve o pedido do recurso de isenção negado em definitivo em 25 de maio, deverá pagar a taxa para se inscrever no exame.

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições de ensino superior de Portugal que têm convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame.

Fonte: Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil

Gasolina e alimentos pressionam, e prévia da inflação sobe para 0,89%

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© ARQUIVO/AGÊNCA BRASIL

O preço dos alimentos e dos combustíveis pressionaram o bolso do brasileiro em abril e fizeram a prévia da inflação do mês fechar em 0,89%. O resultado fica acima do apurado em abril (0,44%) e é o maior desde fevereiro (1,23%).

Em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), conhecido como prévia da inflação oficial, acumula 4,37%. Nos 12 meses terminados em março, o IPCA-15 estava em 3,9%.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para chegar à prévia da inflação do mês, o IBGE pesquisa o preço de nove grupos de produtos e serviços. Confira a evolução e o impacto em pontos percentuais (p.p.):

– Alimentação e bebidas: 1,46% (0,31 p.p.)

– Transportes: 1,34% (0,27 p.p.)

 -Saúde e cuidados pessoais: 0,93% (0,13 p.p.)

– Habitação: 0,42% (0,07 p.p.)

– Vestuário: 0,76% (0,04 p.p.)

– Despesas pessoais: 0,32% (0,03 p.p.)

– Artigos de residência: 0,48% (0,02 p.p.)

– Comunicação: 0,48% (0,02 p.p.)

– Educação: 0,05% (0,00 p.p.)

Dentro do grupo alimentação e bebida, o resultado foi influenciado, principalmente, pela alta na alimentação no domicílio, que acelerou de 1,10% em março para 1,77% em abril. Os produtos que mais contribuíram para essa alta foram:

– Cenoura (25,43%)

– Cebola (16,54%)

– Leite longa vida (16,33%)

– Tomate (13,76%)

– Carnes (1,14%)

A alimentação fora do domicílio subiu 0,70% (o dobro do mês de março (0,35%).

O economista-chefe da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Felipe Queiroz, diz que um dos motivos para a alta nos alimentos é o processo de entressafra.

“A menor produção de alguns itens, inclusive leite, tem pressionado o indicador”, afirma.

Combustíveis

A alta do grupo transportes é explicada pelos combustíveis, que subiram 6,06% no mês. De todos os 377 subitens (produtos e serviços) pesquisados pelo IBGE, a gasolina foi o que mais pressionou o IPCA-15, com alta de 6,23%, o que representa impacto de 0,32 p.p. O óleo diesel subiu 16% no mês, com impacto de 0,04%.

Guerra no Irã

Abril tem sido mais um mês de guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. O conflito no Oriente Médio tem causado reflexos negativos na indústria do petróleo. Um dos motivos é a situação delicada no Estreito de Ormuz, ao sul do Irã, que tem vivenciado seguidos bloqueios. Pela via marítima, costumava passar – antes da guerra – cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás.

A instabilidade na cadeia de produção resulta em menos oferta do produto e consequente elevação de preços. O petróleo e seus derivados, como a gasolina e o óleo diesel, são commodities, isto é, mercadorias negociadas a preços internacionais. Isso explica por que os preços sobem até mesmo em países produtores, como o Brasil.

O governo brasileiro tem tomado medidas para conter a escalada dos derivados de petróleo, com medidas como a isenção de cobrança de impostos e subsídio a produtores e importadores. 

Para Queiroz, da Apas, “um conjunto de ações adotadas para atenuar os efeitos da guerra sobre a economia doméstica têm apresentado ainda efeito diminuto, mas importante”.

Prévia x mês fechado

O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia da inflação oficial (IPCA), que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% no acumulado em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos. Os dados de abril mostram o país dentro do limite de tolerância.

A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa é feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação desta terça-feira, o período de coleta foi de 18 de março a 15 de abril.

Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.621.

O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). O IPCA cheio de abril será divulgado em 12 de maio.

Fonte: Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil

Fim da escala 6×1: estudos divergem sobre impactos no PIB e inflação

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© TÂNIA RÊGO/AGÊNCIA BRASIL/ARQUIVO

As propostas de redução da jornada de trabalho no Brasil, em tramitação no Congresso Nacional, têm mobilizado pesquisadores sobre os possíveis impactos da medida na economia, a partir do fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso, a chamada 6×1.

De um lado, estudos de entidades que representam o empresariado, as chamadas confederações patronais, projetam queda no Produto Interno Bruto (PIB) e alta da inflação.

Por outra perspectiva, análises da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desenham um cenário diferente, com impactos reduzidos atingindo apenas alguns setores, além da criação de mais empregos e possível aumento do PIB.  

Para a economista da Unicamp Marilane Teixeira, a diferença entre as pesquisas sobre os custos econômicos da redução da jornada ocorre porque não se trata de um debate puramente técnico, mas político.  

“Parte significativa da literatura econômica que discute o assunto parte de modelos que assumem, como regra, que qualquer redução na quantidade de horas trabalhadas levará, inevitavelmente, à redução da produção e da renda – ignorando, assim, os ajustes dinâmicos que historicamente ocorrem no mercado de trabalho”, aponta. 

Brasília (DF), 27/04/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Professora da Unicamp Marilane Teixeira. Foto: Pedro França/Agência Senado
Para a professora da Unicamp Marilane Teixeira, a diferença entre as pesquisas ocorre porque o debate é político. Foto: Pedro França/Agência Senado

Membro do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesite), Marilene defende que a resistência à redução da jornada, por parte dos empregadores, pode levar a projeções alarmistas.  

“Do ponto de vista dos empregadores, é claro que, qualquer mudança é vista a partir do seu negócio. Eles não olham a economia como um todo, mas isso traz benefícios para o conjunto da sociedade”, acredita. 

Previsões  

pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) calcula uma perda de R$ 76 bilhões no PIB brasileiro (-0,7%) com a redução da jornada das atuais 44 para 40 horas. No caso da indústria, o PIB cairia 1,2%. 

“Nossa indústria vai perder participação no mercado doméstico e internacional, a partir da redução nas exportações e da alta nas importações”, destaca o presidente da CNI, Ricardo Alban. 

Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que reúne empresários desses setores, afirma que a redução da jornada aumentaria os custos sobre a folha salarial em 21%. A estimativa da CNC cita que o repasse de preços ao consumidor poderia chegar a 13%.  Já a CNI aponta para altas nos preços de 6,2%, em média. 

“Sem redução dos salários nominais, espera-se por impactos significativos sobre a rentabilidade da atividade comercial no Brasil”, diz a CNC. 

Custos x benefícios 

Já o estudo do Ipea afirma que a alta no custo das empresas com os trabalhadores, a partir da redução da jornada, não passaria dos 10%, no caso dos setores mais impactados. Na média, a previsão é de um custo extra do trabalho de 7,8%.   

Porém, considerando o custo total das empresas, conta que engloba o conjunto de gastos, o impacto da redução da jornada varia de 1%, em setores como comércio e indústria, a até 6,6%, no caso do ramo de vigilância e segurança. 

“Os resultados indicam que a maioria dos setores produtivos apresenta capacidade de absorver aumentos nos custos do trabalho, ainda que alguns segmentos demandem atenção específica”, diz o estudo do Ipea. 

A exceção seriam as empresas com até nove trabalhadores, que empregam cerca de 25% dos assalariados formais do país. Segundo o Ipea, esses negócios podem precisar de apoio estatal para transição à nova jornada de trabalho.   

O coordenador de cadastro e identificação profisional da secretaria de trabalho, Felipe Pateo,fala à imprensa durante a divulgação dos dados de março do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged)
Autor do estudo do Ipea, Felipe Pateo afirma que o levantamento da CNC não demonstra, “de forma transparente”, como eles chegaram ao aumento de 21% no custo do trabalho.  Foto:Valter Campanato/Agência Brasil

Um dos autores do estudo do Ipea, Felipe Pateo, afirma que o levantamento da CNC não demonstra, “de forma transparente”, como eles chegaram ao aumento de 21% no custo do trabalho. 

“Mesmo olhando só para o custo do trabalho em si, a gente mostra que, matematicamente, não tem como esse aumento ser maior do que 10% porque é exatamente o tempo de horas que o empregador vai perder em relação ao trabalhador que faz 44 horas semanais”, afirmou. 

A Agência Brasil procurou a CNC para comentar as divergências, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem. 

Inflação dos preços 

SupermercadosFoto: Tânia Rêgo/Arquivo/Agência Brasil/Arquivo
Setor de comércio calcula aumento dos custos com redução da jornada  – Tânia Rêgo/Arquivo/Agência Brasil/Arquivo

Projeções de aumento de preços com o fim da escala 6×1 são destaque nos estudos de entidades patronais como CNC e CNI, que argumentam que o aumento do custo da mão de obra será repassado ao consumidor final.   

O economista da CNI Marcelo Azevedo pondera que a necessidade de contratar mais vai gerar aumento de custos na ponta. 

“Tem aumento de custo porque o valor do salário-hora aumentou, então vai ter aumento de custo. Todos os produtos vão ter aumento. Isso é um efeito que vai se acumulando porque cada setor tem o mesmo problema”, explica. 

Por sua vez, o economista do Ipea Felipe Pateo avalia que o impacto inflacionário será limitado, lembrando que os empresários podem ainda absorver essa diferença com redução de lucros. 

“O aumento no custo operacional é de 1%. Se o empresário repassar integralmente esse aumento, vai ser um aumento de 1% no preço do produto”, afirma Pateo. 

Já a economista da Unicamp, Marilane Teixeira, avalia que não há risco de aumento generalizado de preços. 

“Se fosse assim, então, toda vez que eleva o salário mínimo, você teria um aumento da inflação exponencial porque o salário mínimo tem impacto para o conjunto da economia”, compara. 

Ela acrescenta que praticamente todos os setores da economia atuam com capacidade ociosa, que permite aumentar a oferta em caso de pressão no lado da demanda. 

“Essa ideia de que uma elevação marginal no custo do trabalho pela contratação gera inflação, não se sustenta. O impacto disso no custo total é tão marginal que é óbvio que não vai impactar no preço do produto. E se a empresa compete, ele não vai reajustar preço porque corre o risco de perder cliente para o concorrente”, justifica. 

A nota técnica do Ipea sustenta que a redução da jornada terá efeito semelhante a de aumentos do salário mínimo e afirma que as projeções que preveem redução do PIB e do emprego não são respaldadas por estudos que analisam a experiência histórica brasileira. 

“Aumentos reais [do salário mínimo], que chegaram a 12% em 2001, 7,6% em 2012 e 5,6% em 2024, não causaram efeitos negativos sobre o nível de emprego”, diz a nota técnica do Ipea. 

Divergências 

A divergência entre as pesquisas ocorre porque os levantamentos partem de pressupostos e premissas diferentes para calcular os impactos sobre o PIB e inflação, por exemplo.  

O estudo da Unicamp parte da premissa de que a redução da jornada vai incentivar os empregadores a contratar mais. Em contrapartida, o estudo da CNI parte do pressuposto de que a redução do total de horas trabalhadas diminuiria o total do produto final. 

O gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explicou à Agência Brasil que os estudos de projeções econômicas simplificam a realidade e precisam definir hipóteses para fazer projeções de impactos da mudança. 

“Você pode assumir que vai ter ganho de produtividade, você pode assumir que não vai ter ganho de produtividade. E tudo bem. Isso faz parte dos estudos, desde que bem explicitados que tipo de hipótese você está assumindo. Não à toa você tem visões diferentes e não necessariamente erradas, mesmo que conflitantes”, pondera. 

Marilene ressalta que a diferença entre as pesquisas não é resultado de uma manipulação das evidências. A partir dos mesmos dados, pode-se chegar a resultados distintos em razão da perspectiva política, econômica e social que o pesquisador tem do contexto que se analisa. 

“É um conflito que chamamos de conflito distributivo. É uma disputa para definir para onde canalizar os lucros, a renda do trabalho, o salário e o consumo. O que está em disputa são os ganhos da produtividade”, completa. 

Produtividade 

fábrica, indústria, sede da Suzano Celulose
Trabalhador da indústria- Amanda Oliveira/GovBA

O estudo da CNI aponta que a redução da jornada de trabalho vai impactar a competitividade das empresas. Ele avalia como improvável o aumento da produtividade para compensar a redução das horas trabalhadas. 

Entrevista coletiva sobre a Sondagem Industrial. Marcelo Azevedo, economista da CNI.Brasília (DF) 29.04.2015 - Foto: José Paulo Lacerda/CNI
O economista da CNI Marcelo Azevedo pondera que a necessidade de contratar mais vai gerar aumento de custos na ponta – Foto: José Paulo Lacerda/CNI

Ao aumentar a produtividade, uma empresa pode produzir o mesmo com menos tempo de trabalho. 

“A gente, infelizmente, e por diversas razões que não são simples de contornar, está com uma produtividade estagnada há muito tempo. Ela é baixa frente aos outros países. Acho difícil apostar numa melhora significativa de produtividade”, explicou à Agência Brasil o gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo. 

A economista Marilane Teixeira aponta que, mesmo com uma jornada relativamente extensa como a brasileira, a produtividade se mantém estagnada. 

“Portanto, não é a jornada de trabalho que vai resolver o problema da produtividade. Talvez, até reduzindo a jornada de trabalho, você possa melhorar a produtividade porque as pessoas vão estar mais descansadas”, completa. 

O técnico do Ipea Felipe Pateo afirma que há muitas possibilidades para adequação das empresas frente a redução da jornada, não sendo possível antecipar uma queda no PIB. 

“A hora liberada do trabalhador pode gerar também maior produção, maior consumo. Pode fazer com que as outras atividades, no tempo livre, tenham uma dinâmica positiva na economia”, explica.   

Evolução histórica 

“Declaro promulgado o documento da liberdade, da democracia e da justiça social do Brasil”, disse o então presidente da Assembleia Nacional Constituinte, Ulysses Guimarães, ao promulgar a nova Constituição Federal de 1988.
Presidente da Assembleia Nacional Constituinte, Ulysses Guimarães, ao promulgar a nova Constituição Federal de 1988. – Arquivo Agência Brasil

Em 1988, a Constituição brasileira reduziu a jornada de trabalho de 48 para 44 horas semanais. Em 2002, economistas da PUC Rio e da Universidade de São Paulo (USP) publicaram estudo que não identificou efeitos negativos no nível de emprego. 

“As mudanças relacionadas à jornada de trabalho em 1988 não aumentaram a probabilidade de o trabalhador afetado perder o emprego e diminuíram a sua probabilidade de sair da força de trabalho no ano seguinte à mudança regulatória”. 

O economista da CNI Marcelo Azevedo questiona a comparação da redução atual da jornada com a que foi realizada durante a Constituição de 1988, alegando que a economia mudou muito nesses 40 anos. 

“A economia era mais fechada, não tinha globalização como tem hoje, não tinha o comércio eletrônico de hoje. Era mais fácil absorver os custos com uma inflação elevadíssima como a daquela época”, rebate Azevedo. 

Fonte: Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil

Projetos da Agepen fortalecem a cultura indígena e ampliam a inclusão no sistema prisional de MS

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Fotos: Divulgação

O sistema penitenciário de Mato Grosso do Sul tem avançado na implementação de políticas públicas voltadas à valorização da diversidade cultural, especialmente no atendimento à população indígena privada de liberdade. Com iniciativas estruturadas e permanentes, a Agepen (Agepen Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) promove ações que respeitam tradições, fortalecem vínculos e contribuem para a reinserção social.

Atualmente, o estado contabiliza cerca de 500 indígenas custodiados, concentrados principalmente na região de Dourados, o que impulsiona a criação de estratégias específicas voltadas a esse público. Entre elas, destacam-se projetos educacionais, culturais e profissionalizantes que reconhecem a identidade dos povos originários como elemento essencial no processo de ressocialização.

Nesse contexto, unidades prisionais do estado vêm adotando práticas que garantem o respeito às crenças, costumes e idiomas indígenas. Entre as ações estão a oferta de ensino na língua materna, atividades culturais, oficinas de artesanato e acesso à documentação civil básica, promovendo cidadania e dignidade.

A alfabetização bilíngue, por exemplo, já é realidade em unidades como a Penitenciária Estadual de Dourados, onde internos indígenas participam de aulas em Português e Guarani, fortalecendo o aprendizado e a preservação cultural.

Projetos da Agepen fortalecem a cultura indígena e ampliam a inclusão no sistema prisional de MS

Destaque para Naviraí: projeto pioneiro no Brasil

Em Naviraí, a Penitenciária de Segurança Máxima se tornou referência nacional com o projeto “Tembiaporã: Che Añekambia”, iniciativa pioneira voltada exclusivamente ao atendimento de indígenas privados de liberdade.

Projetos da Agepen fortalecem a cultura indígena e ampliam a inclusão no sistema prisional de MS

De caráter permanente, o projeto atende atualmente 44 custodiados e tem como foco o resgate dos vínculos culturais, familiares e espirituais, aliado à qualificação educacional e profissional. Entre as principais ações estão o ensino da língua guarani kaiowá, ministrado por professor indígena, e a produção de artesanato tradicional como alternativa de geração de renda.

Como marco recente, foi realizada a entrega de certificados a 34 internos que participaram do atendimento educacional especializado em língua materna, desenvolvido em parceria com a Rede Municipal de Ensino. A participação nas atividades também garante remição de pena, ampliando os benefícios da iniciativa.

Os resultados já são expressivos: fortalecimento dos laços familiares — com aumento no número de internos que recebem visitas —, regularização documental de cerca de 80% dos custodiados e acompanhamento jurídico integral assegurado a todos, por meio da Defensoria Pública.

Amambai: cultura, cidadania e transformação social

O Estabelecimento Penal de Amambai também se destaca com ações que integram cultura, educação e desenvolvimento humano.

O projeto “Coração Valente” atua no fortalecimento da identidade cultural indígena por meio de rodas de conversa, oficinas de artesanato e música, além de palestras sobre temas como cidadania, cultura da paz, família e enfrentamento à violência. A metodologia participativa valoriza a escuta e a troca de experiências, promovendo reflexão e reconstrução de trajetórias.

A iniciativa considera a realidade local, onde cerca de 13,5% da população carcerária é indígena, e busca estimular autoestima, senso de pertencimento e construção de novos projetos de vida.

Complementando as ações, o Programa “Teko Porã” amplia as oportunidades com cursos profissionalizantes, suporte psicossocial e ações integradas de cidadania. Dentro desse contexto, destaca-se a implementação do projeto “Tekojoja: Semeando a Liberdade”, desenvolvido pelo Ministério dos Povos Indígenas em parceria com o Instituto Federal de Mato Grosso do Sul.

Projetos da Agepen fortalecem a cultura indígena e ampliam a inclusão no sistema prisional de MS

A iniciativa oferta cursos de curta duração, como horta comunitária e barbeiro/cabeleireiro, adaptados à realidade da unidade e à rotatividade dos internos. As atividades são acompanhadas por profissionais de diferentes áreas, incluindo apoio psicológico, orientação jurídica e mediação cultural com uso da língua guarani kaiowá.

Além da qualificação profissional, o projeto promove rodas de conversa e grupos de reflexão, fortalecendo vínculos, incentivando a responsabilização e contribuindo para uma reinserção social mais consciente e humanizada.

Sistema que valoriza a diversidade

De acordo com a Diretoria de Assistência Penitenciária da Agepen, as iniciativas desenvolvidas no sistema prisional do estado seguem diretrizes nacionais que asseguram o tratamento adequado à população indígena no sistema de justiça criminal, respeitando a autodeclaração e as especificidades culturais de cada povo.

Conforme a diretora da DAP, Maria de Lourdes Delgado Alves, “mais do que ações pontuais, os projetos implementados nas unidades penais de Mato Grosso do Sul representam uma política pública consistente, que reconhece a diversidade como elemento essencial para a construção de um sistema penitenciário mais justo, humano e eficiente”.

Fonte: Keila Oliveira, Comunicação Agepen/MS

Proprietários de veículos têm até o dia 30 de abril para pagar quarta parcela do IPVA

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Foto: Saul Schramm/Secom/Arquivo

Os proprietários de veículos em Mato Grosso do Sul que optaram pelo parcelamento do IPVA 2026 têm até o dia 30 de abril (quinta-feira) para efetuar o pagamento da quarta parcela do imposto. O cumprimento do prazo é essencial para evitar a incidência de juros e multas, além de garantir a regularidade do veículo e prevenir restrições no licenciamento anual.

O calendário do IPVA segue um modelo já consolidado no Estado, permitindo o parcelamento em até cinco vezes para os contribuintes que não aderiram ao pagamento em cota única, modalidade que ofereceu desconto de 15%, um dos mais elevados do país. O cronograma teve início em janeiro e se estende até maio, acompanhando o primeiro semestre do exercício fiscal.

Após o vencimento da terceira parcela, em março, o contribuinte agora avança para a quarta etapa do parcelamento. Na sequência, resta apenas a quinta e última parcela, prevista para o dia 29 de maio, encerrando o ciclo do imposto em 2026.

A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) reforça que manter o pagamento em dia é determinante não apenas para evitar encargos adicionais, mas também para assegurar a regularidade do veículo perante os órgãos de trânsito. O atraso impede a emissão do licenciamento e pode gerar penalidades administrativas.

Para o exercício de 2026, o Governo do Estado antecipou o processo de lançamento e disponibilização das guias de pagamento. Desde novembro do ano anterior, os boletos passaram a ser emitidos exclusivamente em formato digital, ampliando o prazo para planejamento financeiro e proporcionando maior comodidade ao contribuinte. A medida integra a estratégia de modernização da administração tributária e de fortalecimento da cultura de conformidade fiscal.

Atualmente, cerca de 870 mil veículos compõem a base tributável do IPVA em Mato Grosso do Sul. O valor mínimo fixado é de R$ 30 para motocicletas e de R$ 55 para os demais veículos, refletindo uma política que busca equilíbrio entre arrecadação e capacidade contributiva.

O Estado também mantém um dos conjuntos mais abrangentes de isenções do país. Estão dispensados do pagamento, entre outros, veículos oficiais, de entidades assistenciais, autarquias e fundações públicas, templos religiosos, tratores e máquinas agrícolas, aeronaves utilizadas na atividade rural, embarcações de pescadores profissionais, além de táxis, mototáxis, ambulâncias, viaturas do Corpo de Bombeiros, veículos diplomáticos e automóveis com mais de 15 anos de fabricação.

Pessoas com deficiência (PCD) contam com redução de 60% no valor do imposto, conforme critérios legais. Empresas com frotas a partir de 30 veículos têm direito a alíquotas diferenciadas. Veículos movidos a Gás Natural Veicular (GNV) seguem totalmente isentos, como forma de incentivo à adoção de alternativas mais sustentáveis. O imposto também não é cobrado em situações de furto, roubo ou perda total devidamente comprovadas.

O setor produtivo permanece contemplado com tratamento específico. Reduções de alíquotas seguem vigentes para veículos de carga, transporte coletivo e utilitários, incluindo diminuição de até 50% na base de cálculo para caminhões, ônibus e motorhomes, medida que contribui para a competitividade econômica e para a manutenção do equilíbrio fiscal.

Mais informações e acesso aos serviços do IPVA estão disponíveis no site oficial da Secretaria de Estado de Fazenda: www.sefaz.ms.gov.br/ipva.

Fonte: Michel Faustino, Comunicação Sefaz

5º Leilão do Sindicato Rural e Associados fortalece pecuária e impulsiona economia em Amambai

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Fotos: Divulgação

O 5º Leilão do Sindicato Rural e Associados consolidou-se como um importante evento para o fortalecimento da pecuária local e regional, evidenciando a união dos produtores e a qualidade do rebanho ofertado.

Ao todo, foram comercializadas 389 cabeças, alcançando um volume financeiro de R$ 1.751.380,00, números que demonstram a confiança do mercado e a força do setor produtivo.

Um dos destaques do evento foi a participação das famílias tradicionais da pecuária, que mais uma vez desempenharam papel fundamental no sucesso do leilão, seja pela oferta de animais de qualidade, seja pela credibilidade construída ao longo de gerações. Esse legado contribui para a continuidade e evolução da atividade na região.

Ressalta-se ainda o apoio da Prefeitura de Amambai, cuja parceria é essencial para a realização e o fortalecimento de eventos de grande porte, como a 35ª Expobai. A integração entre o poder público e o setor produtivo é determinante para impulsionar o desenvolvimento econômico, fomentar negócios e valorizar o agronegócio local.

O sucesso do leilão reforça o potencial da Expobai como vitrine da pecuária e dos demais segmentos do agronegócio, evidenciando que, com união e apoio institucional, é possível ampliar ainda mais os resultados e o alcance do evento.

Fonte: Secom/Prefeitura de Amambai

Prefeitura de Juti abre inscrições para oficina gratuita de grafite em parceria com a Itaipu Binacional

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Foto: Divulgação

A Prefeitura de Juti, por meio da Superintendência de Meio Ambiente, em parceria com a Itaipu Binacional, está com inscrições abertas para a Oficina de Grafite, uma iniciativa voltada à promoção da arte urbana, educação ambiental e inclusão social.

A atividade será realizada no dia 26 de maio, das 8h às 17h, no CEIM Marcy Brandão Fernandes (Extensão), em Juti. A oficina é destinada a adolescentes e jovens com idades entre 16 e 25 anos, com oferta de 20 vagas limitadas.

Durante a programação, os participantes terão a oportunidade de aprender técnicas de grafite, explorar a criatividade e contribuir para a construção de uma nova expressão artística no município, fortalecendo o senso de pertencimento e valorização dos espaços públicos.

As inscrições devem ser realizadas presencialmente na Superintendência de Meio Ambiente, localizada na Avenida Sérgio Maciel, nº 703, prédio da AGRAER.

Como forma de incentivo à participação, será oferecido almoço e lanche gratuitos aos inscritos durante a realização da oficina.

A ação integra os esforços do município em promover atividades socioambientais e culturais, ampliando o acesso da juventude a iniciativas educativas e de desenvolvimento pessoal.

As vagas são limitadas, e os interessados devem se inscrever o quanto antes.

FONTE: ASCOM – Donny Rojas

Câmara de Iguatemi aprova matérias voltadas a espaços públicos, esporte, educação e segurança

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Fotos: Divulgação

Na sessão ordinária desta segunda-feira (27), a Câmara de Iguatemi aprovou importantes matérias voltadas à melhoria dos espaços públicos, incentivo ao esporte, fortalecimento da educação e segurança da população.

Entre os destaques, foram aprovadas indicações para manutenção da quadra de areia no Bairro Cherogami, funcionamento do Ginásio de Esportes durante as festividades de fim de ano e construção de passarela elevada em frente à Escola Municipal Salvador Nogueira.

Também foi aprovado o Projeto de Lei nº 001/2026, que restabelece a vigência do Plano Municipal de Educação, reforçando o compromisso com o desenvolvimento da educação no município.

Durante a sessão, ainda foi aprovada Moção de Agradecimentos e Aplausos ao Executivo e Legislativo Municipal pela organização da festa realizada no último final de semana e pela receptividade à população e autoridades.

Fonte: Assessoria Câmara

Juti celebra o Dia do Trabalhador com grande programação gratuita no dia 1º de maio

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Fotos: Divulgação

O Governo Municipal de Juti realiza, no próximo dia 1º de maio, uma ampla programação em comemoração ao Dia do Trabalhador. O evento será no Módulo Esportivo Jonas Libert, com início a partir das 8 horas da manhã, reunindo esporte, lazer e entretenimento para toda a população. A participação é totalmente gratuita.

A programação contará com diversos torneios esportivos, incluindo futebol suíço, pênalti, futevôlei, vôlei de praia e beach tennis, nas categorias masculino e feminino, além de competições de truco e embido. As atividades foram organizadas com o objetivo de incentivar a prática esportiva, fortalecer a convivência comunitária e proporcionar um momento de integração entre os jutienses.

Além das competições, o evento contará com sorteio de brindes para os participantes, brinquedos para as crianças e praça de alimentação, garantindo estrutura e comodidade para que as famílias possam aproveitar o dia com tranquilidade.

Encerrando a programação, o público poderá prestigiar show ao vivo com o cantor Jeferson Lima, levando música e animação para fechar a celebração.

A iniciativa reforça o compromisso da administração municipal em valorizar o trabalhador, promovendo ações que incentivem o bem-estar, a qualidade de vida e o acesso ao esporte e à cultura.

O Governo Municipal de Juti convida toda a população jutienses, incluindo moradores da área urbana e rural, para participar deste momento especial. Traga sua família e venha celebrar o Dia do Trabalhador em um ambiente de união, alegria e reconhecimento a todos que contribuem diariamente para o desenvolvimento do município.

FONTE: ASCOM – Donny Rojas

Copa Trab dos Servidores Municipais entra na fase decisiva com jogos emocionantes em Coronel Sapucaia

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Fotos: Divulgação

A noite de segunda-feira (27/04) foi marcada por muita emoção na 4ª rodada da 1ª Copa Trab dos Servidores Municipais, em Coronel Sapucaia. Mesmo com frio, o público compareceu e vibrou com grandes jogos e muita entrega dos atletas em quadra.

Resultados:
Saúde 6 x 5 Esporte
Câmara Municipal 3 x 13 Infraestrutura
Administração 2 x 2 Educação

Agora é hora da semifinal, nesta terça-feira:
19h30 – Administração x Infraestrutura
20h30 – Saúde x Educação

A expectativa é de casa cheia para mais uma noite decisiva. E a grande final já está marcada para quinta-feira (30/04).

A prefeita Niágara Kraievski, o vice Carlão e o secretário Bruno França reforçaram o convite à população para prestigiar esse grande momento do esporte local.

A Copa Trab segue como símbolo de integração e lazer entre os servidores e a comunidade.

Chame a família e venha torcer.

Fonte: Zé Roberto – Assessoria de Comunicação

Prefeitura de Iguatemi realiza adesivaço para divulgar a 3ª ExpoIguatemi 2026

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Fotos: Divulgação/Prefeitura de Iguatemi

Com o objetivo de divulgar a Expoiguatemi-2026, em celebração aos 61 anos de emancipação política do município, na noite dessa segunda-feira (27), dezenas de carros foram adesivados. O evento aconteceu na Avenida Presidente Vargas, em frente à loja Appaloosa Country.

A ação contou com a participação da secretária municipal de Governo, Sandra Arcoverde, do assessor de Comunicação, Denner Almeida, das candidatas à Rainha da Expo e de servidores municipais. O prefeito municipal, Lídio Ledesma, e a assessora de gabinete, Cleonice Martins, estiveram presentes, prestigiando o adesivaço.

A cada carro adesivado, seu respectivo condutor ganhou um lindo boné da Expo. Com a distribuição dos adesivos e dos bonés, a administração municipal procurou reforçar a divulgação de um dos maiores eventos festivos da região.

Fonte: Imprensa Oficial

Editais destinam R$ 1 milhão ao audiovisual de MS com foco em produção, exibição e circulação

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A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) lançou três editais, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), que somam R$ 1 milhão para fortalecer o setor audiovisual no Estado, abrangendo produção, difusão e participação em festivais. As inscrições seguem abertas até 19 de maio, exclusivamente pela internet.

Um dos editais prevê R$ 100 mil para licenciamento de 30 obras audiovisuais finalizadas a partir de 2023, que serão exibidas em projetos como o Rota Cine, mostras do Museu da Imagem e do Som (MIS) e na TV Educativa. Os selecionados receberão até R$ 5 mil, conforme a categoria, e deverão oferecer contrapartidas culturais gratuitas ao público.

Outro edital destina R$ 500 mil para a produção de cinco curtas de animação inéditos, com até R$ 100 mil por projeto. As propostas devem incluir ações formativas gratuitas na área audiovisual, além de medidas de acessibilidade e exibições públicas, com reserva de vagas para pessoas negras, indígenas e com deficiência.

Já a terceira chamada pública disponibiliza R$ 400 mil para apoiar a participação de produções sul-mato-grossenses em festivais e mostras no Brasil e no exterior. Os valores variam entre R$ 10 mil e R$ 40 mil, conforme o destino, visando ampliar a circulação e o intercâmbio cultural das obras.

Editais destinam R$ 1 milhão ao audiovisual de MS com foco em produção, exibição e circulação

Os três editais são voltados a agentes culturais com atuação comprovada de pelo menos dois anos no Estado e seguem cronograma unificado, com resultado final previsto para julho de 2026.

Karina Lima, Comunicação Setesc
Foto de capa: João Paulo/FCMS
Interna: Daniel Reino/FCMS

Hospital Regional de Mato Grosso do Sul inova com tecnologia que transforma diagnósticos em horas

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Com investimento contínuo no parque tecnológico, o HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) deu mais um passo na qualidade do atendimento aos pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). O Laboratório de Análises Clínicas da unidade passou a contar com o MALDI-TOF — técnica avançada de espectrometria de massa que identifica microrganismos como bactérias e fungos com alta velocidade e precisão. O HRMS é o único hospital público do Centro-Oeste equipado com essa tecnologia.

Se antes a identificação de bactérias e fungos levava até cinco dias, agora o diagnóstico microbiano pode ser liberado em menos de 24 horas. Na prática, isso significa que o paciente inicia o tratamento adequado mais rápido e, com isso, pode até receber alta mais cedo.

Segundo a bióloga Eliane Borges de Almeida, gerente e responsável técnica do laboratório, a grande inovação está na velocidade. “Enquanto os métodos tradicionais de identificação de bactérias e fungos levam de 48 a 72 horas, o MALDI-TOF entrega o resultado em poucos minutos. Para um paciente em estado grave, como em casos de sepse, cada minuto conta para aumentar as chances de sobrevivência”, explica.

Hospital Regional de Mato Grosso do Sul inova com tecnologia que transforma diagnósticos em horas
Hospital Regional de Mato Grosso do Sul inova com tecnologia que transforma diagnósticos em horas

Ela destaca ainda o impacto no uso de medicamentos: com a identificação imediata do agente causador da infecção, a equipe médica pode prescrever o antibiótico exato logo no início do tratamento. Isso evita o uso de medicamentos de amplo espectro desnecessários, combatendo a resistência bacteriana.

Os benefícios vão além do paciente individual. A diretora técnica do HRMS, Patricia Rubini, ressalta o impacto no sistema como um todo. “Quando o paciente recebe o tratamento com o antibiótico específico desde o primeiro dia, sua recuperação é mais rápida e segura. Isso significa alta mais precoce, mais leitos disponíveis para quem precisa e um uso muito mais responsável dos recursos do SUS. O MALDI-TOF é, ao mesmo tempo, uma conquista clínica e uma ferramenta de gestão eficiente para o hospital”, destaca a médica.

Na prática, a redução no tempo de internação permite que mais pacientes sejam atendidos pela unidade, otimizando a fila do SUS. 

Patrícia Belarmino, Comunicação HRMS
Fotos: Patrícia Belarmino

Alta da soja é impulsionada por derivados

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No Brasil, o cenário é marcado por contrastes regionais - Foto: Leonardo Gottems

O mercado da soja registrou valorização nesta segunda-feira, sustentado principalmente pelo desempenho positivo dos derivados e por fatores externos que influenciaram as negociações internacionais.

Segundo análise da TF Agroeconômica , os contratos em Chicago encerraram o dia em alta superior a 1%, com o vencimento de maio cotado a US$ 11,77 por bushel. O movimento foi impulsionado pelo avanço do farelo, que reagiu após a União Europeia identificar traços de um evento transgênico não autorizado em cargas argentinas, gerando maior procura por contratos na bolsa. O óleo de soja também contribuiu, acompanhando a valorização do petróleo e a demanda aquecida por biodiesel nos Estados Unidos.

No Brasil, o cenário é marcado por contrastes regionais. No Rio Grande do Sul, a colheita alcança 68% da área, com produção estimada em 20,2 milhões de toneladas, abaixo do potencial inicial devido à irregularidade climática. Em Santa Catarina, a produção de 3,1 milhões de toneladas se mantém dentro do esperado, com expansão da segunda safra como estratégia de diversificação.

O Paraná caminha para safra recorde de 22 milhões de toneladas, mas enfrenta limitações estruturais, como déficit de armazenagem e impacto cambial, que reduzem a rentabilidade. Situação semelhante ocorre no Mato Grosso do Sul, onde a colheita praticamente encerrada convive com custos logísticos elevados e falta de capacidade de estocagem.

Já o Mato Grosso consolida produção de 49,6 milhões de toneladas, com atenção voltada ao escoamento e ao aumento dos custos para a próxima safra, estimados em alta de 15%. O conjunto desses fatores mantém o mercado atento tanto às condições externas quanto aos desafios internos de logística e comercialização.

Safra maior reacende debate sobre valor no café

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O crescimento reforça o papel do Brasil como principal origem global de café - Foto: Divulgação

A safra brasileira de café deve crescer em 2026/2027, impulsionada por expansão de área, clima mais favorável e maior uso de tecnologia no campo. Segundo Nivio Domingues, Founder & Director at Samba Export Brazil Origin Commodities, o avanço esperado recoloca uma questão estratégica para o setor: produzir mais é suficiente para ampliar a posição do país na cadeia global?

As estimativas para a nova temporada indicam um intervalo entre 66,2 milhões e 75,65 milhões de sacas, com aumento relevante em relação ao ciclo anterior, dentro do padrão de recuperação da bienalidade. A Safras & Mercado projeta uma safra recorde de 75,65 milhões de sacas de 60 quilos. Já a CONAB, Companhia Nacional de Abastecimento, estima 66,2 milhões de sacas, volume 17% superior ao da temporada anterior.

O crescimento reforça o papel do Brasil como principal origem global de café, especialmente na produção e exportação de grão verde. O país já exporta, em média, mais de 40 milhões de sacas por ano, o equivalente a cerca de 2,4 milhões de toneladas, com receita anual entre US$ 8 bilhões e US$ 10 bilhões, conforme as condições de mercado. Com uma safra maior, o potencial de receita também aumenta.

Parte importante desse fluxo é viabilizada por agentes com forte presença na originação e no comércio internacional, como Cooxupé, Olam Coffee, Louis Dreyfus Company e ECOM Agroindustrial Corp. Ltd. Esse modelo confirma a força brasileira na base da cadeia global, mas também evidencia onde está o maior espaço de avanço.

A cadeia do café vai além do grão. As etapas de maior valor agregado estão mais próximas do consumidor final, quando o produto deixa de ser tratado apenas como commodity e passa a incorporar diferenciação, marca, conveniência e experiência de consumo. Isso inclui torrefação e moagem, industrialização em cápsulas, solúvel e outros formatos, posicionamento de marca, distribuição e presença em cafeterias e linhas premium.

O Brasil já participa dessas etapas e conta com indústria relevante. Ainda assim, sua inserção internacional permanece mais concentrada na exportação do café verde. Esse cenário não reduz a força do país, mas aponta uma oportunidade clara: avançar nas etapas mais rentáveis da cadeia, onde o valor do café é ampliado antes de chegar ao consumidor.

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 8

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A Caixa Econômica Federal paga nesta terça-feira (28) a parcela de abril do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 8.Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 8Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 8

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 678,22. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 18,9 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,8 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até 6 meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Pagamento unificado

Os beneficiários de 173 cidades de 11 estados receberam o pagamento no último dia 16, independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 121 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca, e cinco municípios mineiros atingidos por enchentes. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Amazonas (três), Bahia (17), Pará (uma), Paraná (uma), Piauí (três), Rio de Janeiro (oito), Roraima (seis), São Paulo (duas) e Sergipe (seis).

Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Regra de proteção

Cerca de 2,34 milhões de famílias estão na regra de proteção em abril. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda ganhem 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até R$ 706.

Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.

Calendário de pagamentos do Bolsa Família 2026

Calendário de pagamentos do Bolsa Família 2026 – Arte EBC

Para melhorar o atendimento à comunidade vereadora Suzana pede CRAS Indígena na Aldeia Amambai

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 CRAS Indígena no município de Dourados. (Foto: Divulgação)

Vilson Nascimento

Com o objetivo de garantir mais qualidade de vida e melhorar o atendimento a população local, a vereadora Suzana Ulisses está buscando pela implantação de um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS Indígena) para atender as demandas da comunidade indígena da Aldeia Amambai, em Amambai.

A indicação com o pedido de instalação do CRAS Indígena na comunidade foi oficializado ao ministro dos Povos Indígenas do Brasil, Luiz Eloy Terena, por meio de indicação parlamentar apresentada na sessão da Câmara Municipal dessa segunda-feira, dia 27 de abril.

Na indicação Suzana Ulisses lembra que o município de Amambai possui uma população indígena estimada em aproximadamente 10.000 pessoas, sendo o terceiro maior município de Mato Grosso do Sul nesse aspecto.

“Parte significativa dessas famílias vivem em situação de vulnerabilidade social, com acesso limitado aos serviços socioassistenciais. A implantação de um CRAS Indígena na Aldeia Amambai representa um avanço fundamental para a promoção da equidade, da inclusão social e da justiça social”, disse a vereadora ao enfatizar que, ao ser instalada, a unidade atenderá diretamente as famílias dentro do território indígena, respeitando suas especificidades culturais e garantindo um acolhimento mais próximo, humanizado e eficiente.

“O CRAS é a porta de entrada da política de assistência social e desempenha papel crucial na prevenção de riscos e no fortalecimento de vínculos comunitários. Em modelo indígena, permitirá a 1 composição de equipe técnica com profissionais indígenas e bilíngues, promovendo um atendimento ainda mais sensível e eficaz”, ressaltou Suzana ao destacar que a experiência positiva da implantação do CRAS Indígena em outros municípios, como Caarapó, reforça a viabilidade dessa proposta e os benefícios que ela pode gerar à população indígena de Amambai.

VEJA ABAIXO A INDICAÇÃO NA ÍNTEGRA

Para melhorar o atendimento à comunidade vereadora Suzana pede CRAS Indígena na Aldeia Amambai
Para melhorar o atendimento à comunidade vereadora Suzana pede CRAS Indígena na Aldeia Amambai