Uma antiga reivindicação dos moradores do distrito de Cristalina, em Caarapó, tornou-se realidade: a tão esperada torre de telefonia móvel da operadora Vivo foi instalada, marcando um avanço significativo na conectividade e desenvolvimento da região. A conquista, celebrada pela comunidade, promete impulsionar a comunicação, gerar novas oportunidades e elevar a qualidade de vida dos habitantes.
O vereador João Paulo Farias da Silva, conhecido como João Paulo do Dinho (PP) e atual presidente da Câmara Municipal de Caarapó, expressou grande satisfação com a concretização do projeto.
“Sempre defendi que a comunicação é um pilar fundamental para o progresso de qualquer comunidade. A instalação desta torre da Vivo em Cristalina representa um marco, indo muito além do simples acesso ao sinal de celular. É um passo crucial para a inclusão digital, o crescimento econômico local e, principalmente, para proporcionar mais qualidade de vida aos nossos cidadãos”, declarou o vereador.
A chegada da infraestrutura de telefonia móvel com conexão 4G é resultado de um esforço conjunto que envolveu o diálogo constante entre o vereador João Paulo do Dinho, autoridades competentes e a própria operadora Vivo. A nova torre permitirá que os moradores de Cristalina desfrutem de maior facilidade para manter contato com familiares e amigos, além de fortalecer o comércio local e otimizar o acesso a serviços essenciais, que agora poderão ser utilizados de forma mais ágil e eficiente através da rede móvel.
A instalação da torre representa um momento de alegria para o distrito de Cristalina, que agora vislumbra um futuro com mais conectividade e oportunidades. A comunidade local celebra essa importante vitória, que demonstra o impacto positivo da atuação política em prol do bem-estar coletivo.
O historiador e candidato à presidência nacional do PT, Valter Pomar, participa do debate em Dourados no próximo sábado (29) para falar “sobre os desafios do PT na conjuntura atual.”
O evento será realizado a partir das 16h, na câmara municipal de Dourados MS localizada na Av. Marcelino Pires 3600 (shopping)
Valter Pomar registrou sua candidatura no dia 15 de março, para concorrer pela tendência Articulação de Esquerda. A definição — por unanimidade — ocorreu durante o 9º congresso nacional da Articulação de Esquerda.
A Tendência organizada também em Mato Grosso do Sul, estará fazendo a devolutiva do congresso (14/02), sobre os rumos que a tendência tomará em MS. Chapa e candidat@ a presidência para o PED – processo de eleição Direta do PT em MS.
Brasília (DF) -- Novo cartão Bolsa Família 2023. Foto: MDAS/Divulgação
A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira (28) a parcela de março do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 9.
O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 668,65. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 20,5 milhões de famílias, com gasto de R$ 13,7 bilhões.
Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.
No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Os beneficiários de 550 cidades receberam o pagamento na terça-feira (18), independentemente do NIS. A medida beneficiou moradores do Rio Grande do Sul, afetados por enchentes no ano passado, e de mais nove estados, afetados por chuvas ou por estiagens ou com povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
Desde o ano passado, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).
Regra de proteção
Cerca de 3,11 milhões de famílias estão na regra de proteção em março. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 367,39.
Arte EBC
Auxílio Gás
Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em abril.
Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.
A busca por uma casa de abrigo para andarilhos em Amambai é uma das grandes lutas de Roberto Sangue Bom na Câmara Municipal local. (Foto: Divulgação)
Vilson Nascimento
Com intenção humanitária, visando garantir pelo menos o mínimo de assistência a esta margem da população, o vereador Roberto Peres, o “Roberto Sangue Bom” (MDB) tem buscado junto à administração municipal deste a legislatura passada, a implantação de uma Casa de Apoio para atender pessoas em situação de moradores de rua ou andarilhos que passarem pela cidade, em Amambai.
Em 2025 a indicação, que reiterando o pedido pela instalação do abrigo, foi apresentada ao Executivo Municipal durante a sessão da Câmara Municipal realizada no dia 17 de março.
Essa matéria reforça o pedido que já havia sido feito por meio de indicações apresentadas pelo vereador nos anos de 2022, 2023 e em 2024, mas que ainda não foram atendidas.
Na matéria Sangue Bom destaca que “o acolhimento de pessoas desabrigadas, com a intenção de oferecer atendimento provisório, será um grande gesto humanitário para com os cidadãos que por um motivo ou outro se encontram nesta situação, vivendo perambulando pelas ruas e calçadas sem destino fixo”.
“Somos sabedores do grande empenho do nosso prefeito, Dr. Bandeira, em promover o bem estar social para nossa comunidade e com certeza, dentro das possibilidades da administração municipal, ele irá buscar meios para atender esta nossa indicação”, enfatizou Sangue Bom.
Fachada da Escola Municipal Maria Bataglin Machado localizada no Jardim Panorama, em Amambai. Indicação do vereador Roberto Sangue Bom pede detector de metal nas entradas das escolas públicas. (Foto: Vilson Nascimento)
Vilson Nascimento
Pensando em garantir maior segurança para a comunidade escolar como um todo, tanto para os alunos como para professores e demais profissionais da área de educação, o vereador Roberto Peres, o “Roberto Sangue Bom” (MDB), defende a instalação de detectores de metal na entrada das escolas públicas municipais, em Amambai.
O pedido ao prefeito do município, Sérgio Diozébio Barbosa, também do MDB, foi realizado formalmente por meio de indicação apresentada durante sessão da Câmara Municipal de Amambai realizada no decorrer deste mês de março.
Ao justificar o pedido Roberto Sangue Bom ressalta que a indicação se faz necessária diante das solicitações advindas da população para que possa prevenir atos de violência, preservando assim a integridade física e emocional de profissionais da educação e alunos que frequentam as unidades educacionais da rede municipal de ensino, em Amambai.
Região do Auto Posto Dakota, onde os universitários aguardam para embarque. (Foto: Vilson Nascimento)
Vilson Nascimento
Através de indicação apresentada em sessão da Câmara Municipal nesse mês de março de 2025, o vereador Roberto Peres, o “Roberto Sangue Bom” (MDB), reiterou pedido realizado anteriormente ao Executivo Municipal pela implantação de um abrigo para os universitários que aguardam os ônibus na Avenida Nicolau Otaño, nas proximidades do Auto Posto Dakota , em Amambai.
Ao justificar o pedido Sangue Bom ressalta que, enquanto os alunos universitários, que fazem curso superior na cidade de Dourados aguardam o transporte, ficam expostos às ações do tempo como chuva, frio e ventanias, por exemplo.
“Hoje os universitários contam apenas com a proteção das árvores ali existentes. Esse abrigo, com certeza vai oferecer maior conforto a nos estudantes de cursos superiores”, destacou o parlamentar.
O Superior Tribunal Militar (STM) decidiu manter a condenação de um major do Exército a dois anos de prisão por desobediência. O militar foi acusado de participar de atividades partidárias durante as eleições de 2022.
Segundo a investigação, o militar chegou a ser preso em maio de 2022 após ignorar as regras das Forças Armadas que proíbem manifestações político-partidárias e publicar nas redes sociais mensagens de apoio ao então candidato à reeleição Jair Bolsonaro e anunciar sua pré-candidatura a deputado federal pelo Piauí.
Em 2023, o major foi condenado pela primeira instância da Justiça Militar. Em seguida, a defesa recorreu ao STM para derrubar a sentença.
Condenação é mantida
Na última terça-feira (25), o plenário do STM decidiu manter a condenação com base no voto do relator, ministro Arthur Vidigal.
Para o relator, o artigo 142 da Constituição estabelece que as Forças Armadas devem manter-se apartidárias e ainda proíbe o envolvimento de militares da ativa na política.
“O acusado, ao ignorar reiteradamente as ordens de seus superiores hierárquicos, demonstrou completo desprezo pelas normas disciplinares e regulamentos internos do Exército brasileiro, o que não pode ser tolerado em uma instituição baseada na hierarquia e na disciplina”, argumentou Vidigal.
O Corinthians é campeão do Paulistão pela 31ª vez em sua história. Após vitória por 1 a 0 no Allianz Parque, o Timão fez o dever de casa na noite desta quinta-feira, 27, na Neo Química Arena, segurou o empate em 0 a 0 em um jogo brigado contra o Palmeiras e encerrou o jejum de seis anos sem títulos.
Em uma partida intensa e com direito a confusão generalizada entre os jogadores nos acréscimos da segunda etapa, o grande herói foi Hugo Souza. Em momento de pressão palmeirense, o goleiro defendeu cobrança de pênalti de Raphael Veiga.
Decisão do Paulista na Record bate audiência de penúltimo capítulo de novela da Globo Neo Química Arena antes de clássico entre Corinthians e Palmeiras Foto: Raul Godoy/Terra ‘Paulistinha’, ‘4º Centenário’ e mais: torcida do Corinthians provoca o Palmeiras antes de final
Mesmo com o empate desta quinta, o título começou a ser construído já no jogo de ida. No Allianz Parque, o Timão venceu por 1 a 0, com gol de Yuri Alberto, e garantiu a bem aproveitada vantagem para o duelo em seus domínios. Primeiro tempo brigado, mas de pouco perigo
Com o clima quente, o primeiro princípio de confusão aconteceu aos seis minutos. Após trombada de Vitor Roque em Hugo Souza, Matheuzinho chegou para tirar satisfação com o palmeirense. A discussão acabou rapidamente, mas o goleiro do Corinthians ficou no chão e recebeu atendimento médico.
Aos 14, Raniele puxou contra-ataque e tentou enfiar a bola para André Carrillo, mas o passe foi interceptado antes de alcançar o peruano. Mesmo sem finalizações, os primeiros minutos foram dominados pelo Corinthians no meio de campo.
O primeiro amarelo do jogo saiu para Félix Torres, por falta em Vítor Roque. A chegada de maior perigo do Palmeiras no começo da partida aconteceu aos 20. Mayke levantou bola na área e Matheuzinho colocou para escanteio. Na cobrança, Micael cabeceou para fora.
Após a chance palmeirense, a pressão corintiana voltou e Rodrigo Garro quase balançou a rede. Na jogada, Memphis Depay recebeu passe de José Martínez e enfiou para o argentino, que parou em Weverton. O lance foi suficiente para balançar a Neo Química Arena.
Aos 32, Vitor Roque recebeu lançamento de Raphael Veiga e caiu após contato de Félix Torres. O árbitro mandou o jogo seguir e a torcida vaiou o camisa 9 do Verdão. Publicidade
Mayke, do Palmeiras, recebeu amarelo por falta em Martínez, aos 36. Pouco antes, Fabrizio Angileri foi advertido com cartão por falta no próprio Mayke.
O fim do primeiro tempo foi marcado pelo crescimento do Palmeiras no jogo. A equipe de Abel Ferreira, porém, não conseguiu transformar a posse de bola e os escanteios em chances de perigo.
Corinthians segura pressão palmeirense na segunda etapa
O primeiro ataque da segunda etapa teve escanteio para o Palmeiras Aos dois minutos, Estêvão levantou a bola na área e a defesa corintiana cortou.
Melhor nos primeiros minutos da segunda etapa, o Verdão voltou a levar perigo em cobrança de escanteio de Veiga. O meio-campista bateu para trás e encontrou Joaquín Piquerez. O uruguaio levantou na área em direção a Murilo, que bateu para fora.
Emiliano Martínez foi amarelado por falta em Raniele no meio de campo, aos 10 minutos. Pouco depois, Garro chegou forte em Veiga e também foi advertido.
Aos 27 minutos, Vitor Roque caiu após carrinho de Félix Torres e Matheus Delgado Candançan apontou para marca da cal. Após longa espera e dúvida sobre o atacante ter caído dentro ou fora da área, o árbitro confirmou o pênalti.
Na cobrança, Hugo Souza pulou no canto direito e pegou o chute de Raphael Veiga. No lance seguinte, Torres chegou forte em Vitor Roque, novamente, recebeu o segundo amarelo e foi expulso.
Com a pressão palmeirense, as primeiras mudanças da segunda etapa aconteceram aos 33. André Ramalho e Ryan entraram nas vagas de Garro e Carrillo no Timão. Pelo lado do Verdão, Mayke, Emiliano Martínez e Aníbal Moreno saíram para as entradas de Naves, Richard Rios e Flaco López.
Pouco depois, Piquerez e Veiga sairam para dar entrada a Thalys e Felipe Anderson. O Timão tirou Martínez para a entrada de Charles.
Já nos acréscimos, uma confusão generalizada tomou conta do gramado.
O Corinthians não teve tantas dificuldades para conquistar o título do Paulistão. A fase de grupos garantiu a melhor campanha geral da competição ao grupo de Ramón Díaz. Em 12 jogos, o Timão somou 27 pontos com oito vitórias, três empates e uma derrota.
No mata-mata, o rendimento não era mais o mesmo da fase de grupos, mas isso não impediu o Corinthians de seguir vencendo. O alvinegro passou pelo Mirassol com o 2 a 0 nas quartas e pelo Santos com o 2 a 1, nas semifinais. Maior campeão estadual Publicidade
Com a conquista do título que não era alcançado desde 2019, o Corinthians aumentou a distância para os rivais na lista dos maiores campeões de São Paulo. O Timão agora lidera o ranking com 31 troféus.
Segundo com mais títulos, o Palmeiras tem 26. São Paulo e Santos aparecem com 22 conquistas cada um.
O Paulistão pode ser apenas o começo de um ano vitorioso para o time de Ramón Díaz. Já eliminado da Libertadores, o Corinthians ainda disputa a Copa do Brasil, Copa Sul-Americana e Brasileirão neste ano.
O campeonato nacional de pontos corridos, aliás, começa neste fim de semana. O Timão estreia contra o Bahia no próximo domingo, 30, na Fonte Nova, em Salvador.
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos para fixar que as multas aplicadas contra infratores ambientais são imprescritíveis. A questão é julgada no plenário virtual da Corte e será encerrada nesta sexta-feira (28).
Até o momento, a Corte registrou sete votos favoráveis ao entendimento. Além do relator, Cristiano Zanin, também votaram no mesmo sentido os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Flávio Dino, Dias Toffoli, Edson Fachin e Luiz Fux.
Para Zanin, a reparação de danos ao meio ambiente é um direito fundamental e deve prevalecer em relação ao princípio de segurança jurídica.
O ministro também propôs uma tese para aplicação nos casos semelhantes que estão em tramitação no Judiciário em todo o país.
“É imprescritível a pretensão executória e inaplicável a prescrição intercorrente na execução de reparação de dano ambiental, ainda que posteriormente convertida em indenização por perdas e danos”, definiu Zanin.
O caso foi decidido em um recurso do Ministério Público Federal (MPF) para derrubar uma decisão da primeira instância que foi favorável à prescrição de multas ambientais após o prazo de cinco anos. A infração que motivou o julgamento ocorreu em Balneário Barra do Sul (SC).
A decisão contou com atuação da Advocacia-Geral da União (AGU). Para o órgão, os infratores ambientais têm o dever de arcar com os danos provocados ao meio ambiente.
“O reconhecimento da incidência da prescrição em tais casos significaria impor às gerações futuras o ônus de arcar com as consequências de danos ambientais pretéritos. Assim, temos que a imposição de prazos prescricionais em favor do interesse individual está em desacordo com a própria natureza do bem jurídico tutelado”, argumentou o órgão.
As entidades fechadas de previdência complementar, categoria que engloba os fundos de pensão, não poderão investir em criptoativos e outros ativos virtuais, definiu nesta quinta-feira (27) o Conselho Monetário Nacional (CMN). O órgão aprovou as novas diretrizes para os investimentos dos recursos garantidores dessas entidades.
Em nota, o Ministério da Fazenda informou que a proibição para os investimentos em ativos virtuais decorre do risco e da volatilidade desse tipo de instrumento. A resolução do CMN, no entanto, liberou outros tipos de investimento.
Os fundos de pensão poderão aplicar em Fundos de Investimento em Cadeias Agroindustriais (Fiagros) e em debêntures de infraestrutura. O setor pedia autorização para esse tipo de investimento, mas a aplicação não será imediata. Isso porque o CMN determinou que os projetos que podem receber recursos dos fundos de pensão devem obedecer a critérios de sustentabilidade econômica, ambiental, social e de governança dos investimentos. Esses critérios serão regulamentados posteriormente.
Imóveis e terrenos
Na reunião desta quinta-feira, o CMN acatou parcialmente o pedido dos fundos de pensão e suspendeu a obrigatoriedade da venda de terrenos e imóveis em suas carteiras. Em 2018, o CMN proibiu os fundos de pensão de comprar imóveis e terrenos diretamente por entender que as entidades de previdência complementar estavam com alta alocação em imóveis. Na ocasião, o Conselho Monetário também obrigou os fundos de pensão a vender imóveis e terrenos até 2030.
O CMN, no entanto, contrariou o pedido dos fundos de pensão para comprar imóveis e terrenos diretamente. As entidades fechadas de previdência complementar só poderão adquirir imóveis indiretamente, por meio de fundos de investimentos imobiliários (FII), certificados de recebíveis imobiliários (CRI) e cédula de crédito imobiliário (CCI), como fazem atualmente.
Fundos de participações
O CMN também restringiu as regras para investimentos em Fundos de Participações (FIP). Agora, até 10% dos recursos do plano de previdência complementar poderão ser aplicados em cotas de FIPs. Os fundos também não poderão aplicar em FIPs com mais de 40% das cotas em uma mesma classe, exceto nos 12 meses iniciais e nos 12 meses finais do investimento. O FIP também deve ser qualificado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) como entidade de investimento.
Segundo o Ministério da Fazernda, a proposta aprovada pelo CMN teve como base discussões realizadas no âmbito da Agenda de Reformas Financeiras, coordenada pela Secretaria de Reformas Econômicas da pasta.
O Conselho Monetário Nacional é formado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad; pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo; e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.845 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (27). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 40 milhões para o próximo sorteio.
A quina teve 31 apostas vencedoras, que irão receber R$ 86.551,10 cada. Outras 2.307 apostas tiveram quatro acertos e faturaram R$ 1.661,45.
Apostas
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de sábado (29), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa Econômica Federal.
O Governo de Mato Grosso do Sul reforçou, nesta quarta-feira (26), durante a 23ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Condel/Sudeco), o pedido para que as instituições financeiras cumpram rigorosamente a legislação que rege as relações de integração na agropecuária.
A solicitação foi direcionada ao Banco do Brasil e diz respeito a Resolução CMN nº 5.195/2024, que determina que as operações de crédito destinadas à integração produtiva respeitem as normas da Lei nº 13.288/2016, conhecida como Lei da Integração.
Ao se manifestar como conselheiro, representando o governador Riedel, o vice-governador José Carlos Barbosa, Barbosinha, destacou a necessidade de agentes financeiros atenderem a Resolução CMN nº 5.195/2024, incluindo como pré-requisito para liberação de crédito, a conformidade das integrações com a lei federal, especialmente no que se refere ao funcionamento eficaz das Comissões para Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração (Cadecs).
“Nosso governo tem compromisso com os pequenos produtores e com a sustentabilidade das cadeias produtivas. É fundamental que a CADEC seja respeitada como instrumento legal e democrático de equilíbrio na relação contratual entre integradores e integrados. Não é razoável que o crédito público seja concedido sem essa verificação prévia”, afirmou Barbosinha.
O secretário de Estado da Semadesc, Jaime Verruck, que também integrou a comitiva do Estado, lembrou que a existência da Cadec é prevista por lei e deve ser parte integrante dos contratos de integração, garantindo voz aos produtores no acompanhamento das condições de produção, contratos, padrões de qualidade e investimentos.
“Precisamos proteger o produtor que está na ponta, executando a atividade. A Cadec garante transparência e justiça nessa relação, e o que estamos pedindo aqui é que os bancos cumpram o que já está previsto em lei”, ressaltou Verruck.
A 23ª Reunião Ordinária do Condel/Sudeco, realizada no receptivo oficial do Governo de MS, também teve como foco a aprovação de diretrizes e políticas externas à promoção do desenvolvimento sustentável e fortalecimento de setores estratégicos da economia regional.
Durante o encontro, o Banco do Brasil apresentou um balanço das operações com recursos do FCO (Fundo Constitucional do Centro-Oeste), entre outubro de 2024 e janeiro de 2025. Mato Grosso do Sul registrou 8 operações contratadas com valor igual ou superior a R$ 10 milhões, totalizando R$ 158 milhões em financiamentos.
A reunião também contou com a presença do secretário-executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável e superintendente de Produção Agropecuária, Rogério Beretta, além dos técnicos da Semadesc, Augusto Castro e Edson Ize, que acompanharam as discussões e reforçaram o posicionamento do Estado em defesa do fortalecimento da Cadec e do cumprimento da Lei da Integração nas operações de crédito.
O Governo do Estado reforça seu compromisso com o desenvolvimento equilibrado do setor produtivo, garantindo que a expansão econômica esteja sempre aliada à justiça contratual e à valorização do produtor rural.
Lucas Cavalheiro, Comunicação Vice-governadoria Foto: Lucas Cavalheiro
Vista da entrada da cidade, em Amambai. Casa do Trabalhador local disponibiliza 30 oportunidades de emprego nesta sexta-feira, dia 28 de março. (Foto: Vilson Nascimento)
Vilson Nascimento
A Casa do Trabalhador, órgão ligado a Fundação do Trabalho (Funtrab) do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza pelo menos 30 oportunidades de emprego nesta sexta-feira, dia 28 de março, em Amambai.
Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas
3 vagas para consultor de vendas
2 vagas para assistente administrativo com superior ou cursando
2 vagas para atendente
1 vaga para promotor de vendas
3 vagas para para vendedor ou vendedora
2 vagas para técnico em segurança do trabalho
1 vaga para instrutor de auto escola
1 vaga para padeiro
3 vagas para mecânico de automóveis
1vaga para mecânico de manutenção de máquinas agrícolas
1 vaga para moto entregador
1 vaga para motorista categoria E
1 vaga para motorista operador de betoneira
1 vaga para motorista caminhão
1 vaga para auxiliar de mecânico de autos
2 vagas para auxiliar de linha de produção sendo uma PCD
1 vaga para auxiliar de limpeza
1 vaga para desenhista gráfico de superfície
1 vaga para profissional de Educação física na saúde
Casa do trabalhador também oferece
A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região.
Segundo o órgão para dar entrada no pedido de benefício o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade).
A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa às instalações da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.
O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 11h. Das 13h às 17h o trabalho é interno.
Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.
A União, os estados e os municípios poderão pegar até US$ 3,5 bilhões emprestados no exterior para financiar 20 programas e projetos com garantia do governo federal. O valor foi liberado pela Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex) do Ministério do Planejamento e Orçamento, que fez nesta quinta-feira (27) a primeira reunião do ano.
Dos 20 programas e projetos, 15 são de estados e de municípios e cinco são de estatais federais.
Para os governos locais, a Cofiex aprovou projetos nas áreas de educação, sustentabilidade ambiental, agricultura familiar, energias renováveis, desenvolvimento urbano, gestão hídrica, transportes, gestão fiscal e reestruturação de dívidas. Há seis ações no Sudeste, cinco no Nordeste, três no Sul e um no Norte.
Na Região Sul, a Cofiex aprovou um projeto da prefeitura Joinville (SC) na área de educação, com financiamento de US$ 99,2 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Para o Nordeste, a comissão aprovou, entre outros projetos, a segunda fase do programa Paraíba Rural Sustentável, financiado com US$ 50 milhões do Banco Mundial.
Para o Sudeste, a Cofiex aprovou o financiamento de US$ 1,275 bilhão para o refinanciamento da dívida do estado de São Paulo. No Norte, a comissão liberou US$ 60 milhões para o Programa de Sustentabilidade Fiscal, Eficiência e Eficácia dos Gastos Públicos do Estado do Amazonas.
Em relação aos projetos federais, foram aprovados cinco projetos de estatais não dependentes (com receitas próprias), com destaque para o Projeto de Evolução do Parque Tecnológico do Serpro, no valor de US$ 433 milhões. No total, as empresas estatais tiveram aprovações no valor de US$ 920 milhões.
Além do Banco Mundial e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), os projetos serão financiados por bancos de multilaterais de desenvolvimento como o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e Banco Europeu de Investimentos (BEI), ou fundos internacionais, como o Fundo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e o Fundo Financeiro para Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata).
A Cofiex é responsável por analisar e deliberar projetos e programas da União, de estados e de municípios com financiamento externo de organismos multilaterais e bilaterais e garantia da União. O órgão é composto por representantes dos Ministérios do Planejamento e Orçamento, da Fazenda e das Relações Exteriores. A próxima reunião da comissão ocorrerá em junho.
Com ações integradas de desenvolvimento sustentável e para melhoria da qualidade de vida das comunidades e população que vive no Pantanal, em Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado lançou hoje (27) o maior programa de conservação ambiental do Brasil.
O “Pacto Pantanal” tem foco na conservação do bioma, com atuação transversal para execução de investimentos em infraestrutura essencial e será executado ao longo de cinco anos – até 2030 – com investimentos de mais de R$ 1,429 bilhão. Os projetos que serão executados nos próximos cinco anos, contemplam a melhoria da mobilidade, segurança, educação e produção dos moradores da região.
“Nós estamos construindo uma história de êxito para o Pantanal e as pessoas que vivem naquela região, para garantir o bem-estar de todos. O Pacto Pantanal é um conjunto de ações que contemplam diversas áreas, mas com foco na preservação e para beneficiar a população local”, explicou o governador Eduardo Riedel.
O trabalho realizado será nas áreas de conservação, recuperação de bacias hidrográficas, implementação de práticas de produção resilientes às mudanças climáticas e fortalecimento da governança territorial.
“Isso é um resultado maravilhoso, e de pioneirismo no Brasil, uma conservação bem feita por um estado sério. E esse ano o Mato Grosso do Sul vai ser o primeiro estado com maior crescimento do PIB, e ao mesmo tempo você tem uma visão de conservação muito séria. Vocês vão estar preservando mais ou menos 30% do bioma com o primeiro pagamento de serviço ambiental no Brasil. Isso tem que servir de exemplo para outros estados, para outros governadores. Parabéns!”, disse Alexandre Bossi, presidente da SOS Pantanal.
Como parte das ações do Pacto Pantanal, foi formalizada a resolução que institui o PSA (Programa de Pagamento por Serviços Ambientais) Bioma Pantanal, para incentivar a provisão e manutenção dos serviços ambientais, promovendo a conservação dos ecossistemas, a restauração ecológica e o desenvolvimento sustentável.
“O que o Governo de Mato Grosso do Sul está fazendo, é inovador para o setor da produção agropecuária. Isso é extremamente fundamental, porque são parceiros centrais. É uma medida muito importante. O Estado sai na frente com esta iniciativa e vai atrair muitos recursos e parcerias. É pioneiro, está sendo aberta uma nova oportunidade, concretamente, com a ideia absolutamente inovadora de comprar licenças já emitidas. Gostaria de parabenizar pela concepção da ideia”, disse o ministro substituto do MMA (Ministério do Meio Ambiente), João Paulo Capobianco – que representou a ministra Marina Silva.
O MMA é parceiro nas ações de prevenção e planejamento de combate aos incêndios florestais, com o Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Pantanal (PPCDQ-Pantanal), o primeiro plano federal com foco específico no bioma, e entre outras coisas a criação da Sala de Situação Interministerial, que reúne dez ministérios e órgãos federais para monitoramento em tempo real, liberação de recursos extraordinários e coordenação das respostas.
Durante a TIF (Temporada de Incêndios Florestais) 2025, o MMA também poderá dar apoio operacional ao trabalho realizado em MS, com a contratação emergencial e ampliação de brigadistas em bases federais e regionais, repasses diretos ao Corpo de Bombeiros e recomendar ao Conselho Monetário Nacional para inclusão de linhas de crédito voltadas à prevenção e combate em propriedades rurais.
Eixos
O Pacto Pantanal terá ações nas áreas de saúde e saneamento, educação, desenvolvimento e produção, infraestrutura e meio ambiente. No período de cinco anos, a atuação vai garantir acesso a água tratada, implantação de novas escolas rurais, desenvolvimento de cadeias produtivas, melhoria de estradas – aterros, pistas e aeródromos –, além de prevenção e combate aos incêndios florestais no bioma.
“Estamos olhando para os próximos cinco anos, com ações imediatas e emergenciais já sendo executadas, especialmente na área de prevenção aos incêndios, com manutenção de estradas, e outras medidas necessárias. Vamos instalar estações meteorológicas, construir três aeródromos e estruturas permanentes do Corpo de Bombeiros, no Pantanal, tudo isso para sermos mais eficientes”, afirmou o secretário Jaime Verruck (Semadesc).
Durante o lançamento do Pacto Pantanal, também foi assinado o decreto de emergência ambiental, pelo prazo de 180 dias, para todo o Estado, em razão das condições climáticas que favorecem a propagação de focos de incêndios florestais.
Também foi feito aprovado o plano de operações do CBMMS (Corpo de Bombeiros Militar) com investimentos de mais de R$ 34,8 milhões para ações de combate aos incêndios florestais no ano de 2025.
A previsão é de que nos meses mais críticos de estiagem – entre junho e agosto –, quando a incidência de fogo é maior, 177 militares estejam em atuação todos os dias na área, que aina terá onze bases avançadas operacionais com equipamentos e materiais especializados necessários que garantem uma rápida resposta ao fogo em áreas remotas do bioma.
“Estamos preparados, com todo o planejamento e as equipes já em campo realizando ações preventivas. E quando os incêndios se intensificarem estaremos a postos para atender de maneira eficiente para controle e extinção das chamas, protegendo as pessoas e o meio ambiente”, afirmou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros de MS, coronel Frederico Salas.
PSA
Para remunerar ribeirinhos, produtores rurais, povos originários, que contribuem há séculos com a preservação do Pantanal, foram instituídas duas modalidades de PSA – “Conservação e Biodiversidade”, e “Brigadas”.
“O produtor rural, que sempre esteve no Pantanal e sempre preservou o bioma, vai ser remunerado, é uma ação extremamente importante. É fundamental este entendimento, o Pantanal e o homem pantaneiro agradecem demais”, disse o presidente da Famasul, Marcelo Bertoni.
O recurso para o pagamento dos PSA’s Bioma Pantanal será proveniente do Fundo Clima Pantanal, criado pela Lei do Pantanal – de dezembro de 2023 -, que possui ampla captação de recursos e contará com o aporte anual de R$ 40 milhões do governo estadual nos próximos cinco anos (2025 a 2030).
“Em 2023 foi criada a Lei do Pantanal, e tudo foi discutido e validado com os representantes dos produtores rurais, organizações não governamentais, universidades do Estado. E agora o Pacto Pantanal, que consolida tudo isso, e é uma construção da sociedade de Mato Grosso do Sul”, afirmou secretário-adjunto Artur Falcette (Semadesc).
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS Fotos: Saul Schramm/Secom
O governador Eduardo Riedel assinou nesta quinta-feira (27) o decreto de emergência ambiental em todo Estado pelo prazo de 180 dias. A medida foi concretizada devido as condições climáticas adversas que favorecem a propagação de focos de incêndios florestais em todos os biomas, principalmente o Pantanal.
O ato de assinatura ocorreu durante o lançamento do “Pacto do Pantanal”, que é um programa integrado de desenvolvimento sustentável na região pantaneira. O evento teve a participação do ministro substituto do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), João Paulo Capobianco.
“O decreto de emergência foi assinado em função das condições climáticas adversas, avaliadas através do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de MS), Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) e da própria Lasa (Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais do Departamento de Meteorologia) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro)”, afirmou o secretário Jaime Verruck, da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).
Verruck destacou que a medida vai contribuir para ações de prevenção e enfrentamento aos incêndios florestais. “Estamos com volume hídrico abaixo da média histórica para o período da região do Pantanal. Então este decreto de emergência que vale por 180 dias contribui para ordenarmos todas as nossas ações de prevenção e sabemos que daqui um mês já estaremos fazendo ações de combate a incêndios florestais no Pantanal”, completou.
Combate a incêndio no Pantanal em 2024 (Foto: Álvaro Rezende)
Preparo
Para realizar o combate aos incêndios florestais, o Corpo de Bombeiros Militar de MS terá investimento de R$ 34,8 milhões neste ano e estará presente em todo território do Pantanal, com 177 militares nas guarnições de combate aos incêndios (florestais), distribuídos em 11 bases operacionais.
A estrutura dispõe de equipamentos e materiais especializados, com o apoio de viaturas, embarcações e aeronaves. O anúncio da aprovação do Plano de Operações do Corpo de Bombeiros também ocorreu durante o evento do Pacto do Pantanal.
“A corporação tem um grande desafio pela frente. Ano passado (2024) tivemos resultados bem expressivos na preservação de muitas áreas devido a estratégia e reforço de outras instituições no combate aos incêndios florestais. Em 2025 será repetida esta estratégia. Estamos mantendo 11 bases avançadas em toda região do Pantanal para termos um tempo de resposta muito mais ágil”, afirmou o comandante do Corpo de Bombeiros, o coronel Frederico Salas.
Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS Fotos: Saul Schramm
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quinta-feira (27) uma resolução que suspende todos os lotes do Creme Dental Colgate Total Clean Mint, produto da empresa que substitui a linha Total 12 da marca. Segundo a agência, a medida é preventiva e temporária, com o intuito de proteger a saúde da população.
A suspensão tem duração de 90 dias, período no qual ocorrem as investigações sobre as reações adversas notificadas sobre o produto. Não existe determinação de recolhimento, no momento, mas o produto deve ficar separado e não deve ser exposto ao consumo ou uso.
A resolução recomenda a suspensão da comercialização e do consumo até que seja comprovada a segurança. Uma das possibilidades é que a inclusão da substância fluoreto de estanho na fórmula possa ser a causadora das reações, que incluem:
Lesões bucais
Sensações dolorosas
Sensação de queimação/ardência
Inflamação gengival
Edema labial
“Estes sintomas têm impactado significativamente a qualidade de vida dos consumidores, resultando, em alguns casos, em custos médicos, afastamento do trabalho, dificuldades para se alimentar e se comunicar, e sofrimento emocional”, informa a Anvisa.
Orientações
Caso o consumidor tenha o produto com a embalagem secundária (cartucho de cartolina), deve procurar no rótulo o número do processo, na Anvisa, que é 25351.159395/2024-82, e caso tenha somente a bisnaga verifique se na composição há “fluoreto estanoso”.
Segundo a Agência, consumidores que sofreram eventos indesejados relacionados ao uso do produto devem comunicar imediatamente a Anvisa por meio dos canais de notificação Limesurvey e e-Notivisa.
A Agência Brasil procurou a Colgate para esclarecimentos, mas não teve sucesso no contato. A empresa não se manifestou em redes sociais até a conclusão desta reportagem.
Procon
O Procon-SP notificou a Colgate para esclarecer sobre as providências que a empresa está adotando em função da suspensão. O órgão de defesa do consumidor questiona a multinacional sobre como o consumidor pode identificar os produtos interditados, quais os lotes envolvidos e quais as orientações prévias.
Reações
Segundo nota do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (Crosp), todos os ingredientes usados em dentifrícios (pasta, creme ou géis dentais) para a escovação dos dentes são aprovados pela Anvisa como seguros à saúde geral dos consumidores e reações são raras. Pesquisas da área atribuem essa sensibilidade aos agentes flavorizantes usados (essências de óleos) e ao detergente aniônico lauril sulfato de sódio.
“Tem havido relato de pessoas que tiveram reações bucais de sensibilidade a dentifrícios. Algumas marcas modificaram suas fórmulas e retiraram o fluoreto de sódio (NaF) e substituíram por fluoreto estanhoso (SnF2). Porém, as reações adversas bucais que têm sido relatadas não podem ser atribuídas ao íon flúor (fluoreto) porque este é comum nas duas formulações”, explica o cirurgião-dentista Jaime Aparecido Cury, da Unicamp.
O uso do estanho na formulação tem o objetivo de melhorar a prevenção de doenças da gengiva, por conta de sua eficácia antibacteriana. Reações como a observada nestes casos em geral param logo após ser interrompido o uso do produto, e o conselho recomenda a interrupção caso haja reações.
O governo federal confirmou nesta quinta-feira (27) que o reajuste salarial dos servidores públicos, que dependia da aprovação do Orçamento Geral da União de 2025, será incluído na folha de abril, com pagamento a ser efetivado em maio.
A Medida Provisória (MP) 1.286, que consolidou os reajustes salariais de diversas categorias, negociados ao longo do ano anterior, será prorrogada no dia 2 de abril, por mais 60 dias. Mesmo assim, o governo enviará um projeto de lei (PL) para substituir a MP.
Enquanto o PL não é aprovado, a MP continua surtindo efeito, informou o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, em nota.
Ocupantes de funções e de cargos comissionados também foram contemplados pela medida, mas são válidos a partir de 1º de fevereiro, e não de 1º de janeiro.
A Lei Orçamentária Anual foi aprovada na semana passada pelo Congresso, e aguarda ainda a sanção presidencial para entrar em vigor, o que deve ocorrer nas próximas semanas.
O reajuste dos servidores será pago de forma retroativa a janeiro, ou seja, incluindo as diferenças salariais que já deveriam estar sendo pagas desde o começo do ano.
“Dado o prazo para sanção da LOA, e os procedimentos necessários para operacionalizar a folha de pagamentos, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e os demais órgãos da administração federal estão adotando todos os procedimentos para realizar o pagamento do salário de abril e dos salários retroativos no dia 2 de maio”, disse a pasta.
Apesar de pressões do Congresso, a ajuda ao setor de eventos acabará neste mês, e as empresas deverão voltar a recolher tributos em abril, disse nesta quinta-feira (27) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O ministro negou qualquer discussão para prorrogar o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), criado durante a pandemia de covid-19.
No início do ano passado, o Congresso aprovou a extensão do Perse até o limite de R$ 15 bilhões para as desonerações. Há duas semanas, o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, afirmou, em audiência na Comissão Mista de Orçamento do Congresso, que os recursos acabam neste mês.
“Todos concordam que o Perse acaba com R$ 15 bilhões. Ocorre que as informações prestadas pelas empresas vão até janeiro, e as projeções indicam que esses valores, até março, vão chegar a R$ 16 bilhões. Então, o que nós convencionamos? As empresas passam a recolher a partir de abril”, declarou Haddad.
“Se deixássemos o programa seguir, ele ia atingir R$ 18 bilhões, R$ 19 bilhões [até o fim do ano]. Então, ele tem que parar”, acrescentou.
Haddad reiterou que, a partir de abril, as empresas beneficiadas pelo Perse terão de pagar alíquota cheia dos tributos federais desonerados pelo programa: Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).
Auditoria
Segundo o ministro, o governo assumiu o compromisso apenas de dar transparência aos números e auditar os gastos tributários (quanto deixou de arrecadar) com o Perse. A auditoria será feita com base da Declaração de Incentivos, Renúncias, Benefícios e Imunidades de Natureza Tributária (Dirbi), criada no ano passado para que as próprias empresas declarem os benefícios fiscais à Receita Federal.
Como as empresas têm 60 dias para preencherem a Dirbi, os benefícios tributários de março só deverão ser conhecidos no fim de maio. Haddad afirmou que o governo poderá reabrir o Perse apenas se a auditoria confirmar que as renúncias fiscais ficaram abaixo de R$ 15 bilhões, mas o ministro disse que isso dificilmente acontecerá porque as próprias projeções da Receita indicam que o valor final pode ficar em R$ 16 bilhões.
O ministro foi enfático ao negar qualquer possibilidade de prorrogação do programa.
“Ninguém mais está discutindo e nem pretende rediscutir o acordo que foi firmado na residência oficial do então presidente da Câmara, que era o Arthur Lira. Ninguém está propondo rediscussão, reabertura do Perse, nada disso. O que foi pactuado foi a auditoria dos números depois das informações prestadas pelas empresas. Não há outra coisa a não ser essa auditagem”, afirmou.
Criado em maio de 2021 para ajudar empresas que dependem da circulação de público afetadas pela pandemia de covid-19, o Perse beneficia os seguintes setores:
Hotelaria
Restaurantes e similares
Bares e similares
Bufês
Aluguel de equipamentos recreativos, esportivos, de palcos
Cinemas
Teatro, musicais e espetáculos de dança
Com a expectativa do fim do Perse, a Frente de Comércio e Serviços (FCS) pediu a manutenção do programa com um redutor de 80% até o fim deste ano e de 50% até o fim de 2026, quando originalmente estava prevista a extinção do programa pela lei que o criou. A entidade mobiliza parlamentares para tentar a prorrogação da ajuda.