A Prefeitura de Juti, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realiza no próximo dia 7 de maio uma audiência pública voltada ao planejamento e fortalecimento das políticas educacionais do município.
Com o tema “Do Diagnóstico à Ação: PME 2024/2025 e o Novo Decênio”, o encontro tem como objetivo promover um espaço de diálogo, análise e construção coletiva, reunindo comunidade escolar, profissionais da educação, gestores, famílias e a população em geral.
A audiência será realizada a partir das 13h, na Câmara Municipal de Juti. A iniciativa busca envolver a sociedade nas discussões sobre os rumos da educação, contribuindo para o desenvolvimento de ações mais eficazes e alinhadas às necessidades locais.
De acordo com a organização, a participação popular é fundamental para fortalecer as políticas públicas educacionais e garantir avanços significativos no setor.
A administração municipal reforça o convite para que toda a população participe e contribua com ideias e propostas, ajudando a construir o futuro da educação em Juti.
Com o objetivo de consolidar os 240 km de extensão das regiões do Cone Sul e do Vale do Ivinhema em um verdadeiro rio de oportunidades, a Prefeitura de Naviraí, em parceria com o Sebrae/MS, avançam nas ações do Programa Cidade Empreendedora. Durante a realização do 1º Workshop sobre Turismo Náutico da região na ACEN, as metas para o setor agora ganham contornos práticos de execução.
O evento contou com a participação do Prefeito de Naviraí, Rodrigo Sacuno, acompanhado do Gerente de Desenvolvimento Econômico, José Uemura “Mano”, do Gerente de Meio Ambiente, Prof. Chocolate e do SEBRAE/MS, representada no território pelo analista Luiz Cavalcante e representantes de municípios que compõem o ecossistema náutico regional, como Mundo Novo, Itaquiraí e Guaíra (PR).
As potencialidades turísticas das áreas banhadas pelos rios Paraná e Ivinhema, incluindo as zonas de preservação, foram tecnicamente validadas por meio de vídeos institucionais e estandes que demonstraram os projetos em andamento. Sob a consultoria de Bianca Colepicollo, o planejamento regional agora foca em um painel de governança robusto, que reúne a expertise do Capitão de Fragata Eduardo Miranda da Fonseca (Marinha do Brasil), do advogado e professor Tiago Botelho, e de André Borges Barros de Araújo (Diretor-Presidente do IMASUL).
O intercâmbio de experiências e os casos de sucesso apresentados servem agora como base para a implementação de projetos estratégicos. O suporte técnico contínuo de representantes da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), da FUNDTUR, da SEMADESC (com Luis Eduardo) e da SEILOG (com Aristóteles Calonga Lopes) assegura a viabilidade das ações.
A união entre os poderes Legislativo e Executivo permanece como a peça-chave para agilizar regularizações e destravar investimentos que gerem emprego e renda. Este alinhamento institucional reafirma o compromisso com a preservação ambiental e a identidade regional, estabelecendo o caminho para que Naviraí, Itaquiraí, Eldorado, Mundo Novo e o Vale do Ivinhema despontem na vanguarda do turismo náutico sustentável.
O município de Sete Quedas se prepara para celebrar seus 46 anos de emancipação político-administrativa com uma programação diversificada entre os dias 14 e 17 de maio, reunindo cultura, entretenimento e atividades para toda a família.
Entre os destaques da festa está um gesto que vai além do entretenimento e reforça o espírito de comunidade. A cantora Ana Castela, junto com sua família, vai presentear as crianças do município com um show infantil gratuito, marcado para o sábado, dia 16 de maio, às 16h, na Praça Ponta Grossa.
A apresentação integra a programação oficial do aniversário e promete atrair grande público, especialmente o público infantil, em um momento pensado para valorizar a convivência e a participação das famílias.
Programação começa na quinta-feira
As comemorações têm início na quinta-feira (14), com abertura ao som de DJ às 19h30, seguida pelo concurso Miss Sete Quedas, às 20h30. O encerramento da noite fica por conta do show “Coração Apaixonado”, às 22h30. Durante o evento, o público também poderá aproveitar a feira de artesanato e a praça de alimentação.
Na sexta-feira (15), a programação segue com abertura às 19h30, pronunciamento de autoridades às 22h e show da dupla “Mais Pressão do Brasil” Pedro Paulo & Alex, conhecidos como “PPA” às 23h30. A noite será encerrada com DJ.
Sábado com programação para toda a família
No sábado (16), além do aguardado show infantil com Ana Castela, a programação inclui a abertura do Velocross, que será realizado no Moto Clube de Sete Quedas, localizado na Rua Monteiro Lobato, nº 520. O dia reúne atividades para diferentes públicos e é um dos pontos altos da celebração.
Encerramento com Velocross
As festividades chegam ao fim no domingo (17), com o encerramento das competições de Velocross, também no Moto Clube.
Com uma programação que reúne shows, esporte, cultura e ações voltadas à comunidade, Sete Quedas celebra mais um aniversário reforçando o vínculo com sua população e valorizando momentos de integração.
Serviço
Local principal: Praça Ponta Grossa
Velocross: Moto Clube de Sete Quedas (Rua Monteiro Lobato, 520)
Data: 14 a 17 de maio
Destaque: Show da Dupla Pedro Paulo e Alex (PPA) no dia 15/05
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam, nesta segunda-feira (27), em Caarapó, 1.990 pneus novos e 754 pneus usados transportados em um caminhão Volvo FH 12. Um homem de 51 anos foi preso em flagrante.
Os militares realizavam bloqueio na MS-156, zona rural do município, quando abordaram o caminhão trator acoplado a um semirreboque tipo baú. Durante a fiscalização, o condutor apresentou nota fiscal informando o transporte apenas de pneus usados.
Em vistoria minuciosa, os policiais constataram que pneus novos de diversas medidas estavam escondidos no interior da carga. Questionado, o motorista afirmou que a carga havia saído de Ponta Porã e teria como destino o Estado de São Paulo.
O autor, a carga e o caminhão foram encaminhados à Polícia Federal em Dourados. O prejuízo estimado ao crime foi de R$ 850 mil.
A ação ocorreu no âmbito do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, parceria entre a Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) e o MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública).
As candidatas a rainha da ExpoIguatemi 2026 participaram, na manhã desta terça-feira (28), de um podcast no estúdio da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Iguatemi, para que a população conheça as três finalistas do concurso. O programa é comandado pelo locutor Edson Bolão e tem Jaiminho como técnico de som. Participou também o secretário municipal de Finanças, Jonas Ferreira, presidente da comissão organizadora da festa e do concurso.
As três candidatas que estão concorrendo ao cobiçado título de rainha da EXPOIGUATEMI deste ano são Ana Clara, Emanuelly Miranda e Maiara Ciconeti. O concurso contou com 20 concorrentes, e a classificação foi determinada pela maior quantidade de venda das rifas para definir as três finalistas.
O concurso é uma das tradições mais aguardadas da programação da festa. A iniciativa destaca a preparação, a vivência das concorrentes e a importância de correr atrás de um objetivo, que é o título de rainha da festa. As entrevistas aconteceram em um clima de muita descontração entre as concorrentes e o apresentador do “Informativo Municipal”.
Lançada na fronteira a Semana de Vacinação das Américas - Fotos: Wilhan Filgueira
Autoridades brasileiras e paraguaias reforçaram, na manhã desta terça-feira (28), que a vacinação é o método mais eficaz para proteger a população e salvar vidas. O lançamento da Semana de Vacinação nas Américas reuniu representantes dos dois países na Linha Internacional, entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, onde também foram montados postos de imunização para atender moradores da região de fronteira.
Falando em nome do prefeito Eduardo Campos, o secretário municipal de Saúde de Ponta Porã, Daniel Kayatt, destacou o caráter simbólico e prático da ação conjunta. “Ponta Porã e Pedro Juan Caballero são, na prática, uma cidade só. Existe uma linha imaginária, mas o povo é o mesmo. Por isso, nossas equipes atuam de forma integrada para erradicar doenças e garantir acesso à saúde pública para todos”, afirmou.
O secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul, Maurício Simões Corrêa, enfatizou os resultados positivos do Estado na cobertura vacinal e reforçou a importância da cooperação internacional.
“Mato Grosso do Sul tem se destacado entre os estados brasileiros nos índices de vacinação, fruto de um trabalho consistente. E essa integração com o Paraguai é fundamental para ampliarmos ainda mais esse alcance, especialmente em uma região de fronteira”, declarou. Ele também ressaltou o resgate de símbolos históricos das campanhas: “O retorno do Zé Gotinha fortalece a comunicação e amplia o alcance das campanhas vacinais entre os dois países”.
O vice-prefeito de Ponta Porã, Patrick Derzi, destacou a importância da união entre as instituições. “Vacina salva vidas. E quando trabalhamos juntos, conseguimos proteger muito mais pessoas”, pontuou.
Representando o Ministério da Saúde, a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Simão, fez um alerta sobre a necessidade de ampliar a conscientização da população.
“Estamos aqui por uma causa essencial. Embora Mato Grosso do Sul esteja na dianteira, ainda enfrentamos desafios. Existem grupos que negam a ciência, e isso impacta a cobertura vacinal. Precisamos reforçar que as vacinas são seguras, eficazes e salvam vidas”, afirmou. Ela também reforçou o compromisso do governo federal com a pauta: “O fortalecimento das campanhas de vacinação é uma prioridade do presidente Lula e uma diretriz clara do governo”.
A ministra da Saúde do Paraguai, María Teresa Barán Wasilchuk, destacou o impacto direto da vacinação na vida das pessoas e a importância da integração entre os países. “A vacina protege o cidadão e reduz a gravidade das doenças. Quando falamos em vacinação, falamos de famílias protegidas e comunidades mais seguras”, disse.
Ela também enfatizou a cooperação na fronteira:
“A saúde não pode ter limites. Precisamos manter esse trabalho conjunto, com respeito e compromisso permanente entre nossos países”.
O governador do Departamento de Amambay, Juan Silvino Acosta, reforçou a importância da união entre as autoridades, enquanto a representante da OPAS/OMS, Haydee Padilla, destacou que ações integradas como essa são fundamentais para o controle e erradicação de doenças.
O evento reuniu diversas autoridades brasileiras e paraguaias, profissionais de saúde e membros da comunidade, consolidando o compromisso conjunto com a promoção da saúde e o fortalecimento das campanhas de vacinação na região de fronteira. A Câmara Municipal de Ponta Porã foi representada pelo vereador Biro Biro, que também é líder do prefeito Eduardo Campos no Poder Legislativo.
Edilson José, Assessoria de Comunicação
Daniel Kayatt, secretário municipal de Saúde de Ponta PorãMaría Teresa Barán Wasilchuk, ministra da Saúde do ParaguaiMaurício Simões Corrêa, secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso do SulA médica Mariângela Simão, secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, representou o Ministério da Saúde do BrasilDurante o ato de lançamento também foram oferecidas vacinas para brasileiros e paraguaiosDurante o ato de lançamento também foram oferecidas vacinas para brasileiros e paraguaios
O presidente da Fiems e vice-presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Sérgio Longen, liderou nesta terça-feira (28/04), em Brasília, uma reunião no Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) com empresários do setor têxtil de diferentes estados brasileiros. O encontro teve como foco a defesa da indústria nacional frente ao avanço de práticas de dumping no mercado.
Na reunião, representantes da cadeia produtiva têxtil para apresentar ao governo federal as preocupações do setor em relação à importação de matéria-prima e à concorrência internacional considerada desleal. As demandas foram apresentadas à secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Lacerda Prazeres.
Segundo Sérgio Longen, o segmento têxtil vive um momento de grande preocupação, especialmente em razão da pressão causada pelo dumping sobre a competitividade da indústria brasileira.
“Estamos falando de um segmento que gera mais de 1,5 milhão de empregos diretos no país e que está em processo de investimento para modernização do parque fabril e ganho de competitividade. É fundamental trazer previsibilidade e tranquilidade para que essas empresas continuem investindo, produzindo e gerando empregos”, afirmou.
Longen destacou ainda que o objetivo da mobilização é assegurar condições para que a indústria têxtil nacional mantenha sua capacidade produtiva e continue contribuindo para o desenvolvimento econômico do país. “Nosso papel é construir caminhos que garantam segurança para o setor, permitindo que a indústria siga avançando e inovando e tenha condições de enxergar perspectivas concretas de futuro no Brasil”, concluiu.
A consolidação da Rota Bioceânica representa uma mudança estratégica no posicionamento de Mato Grosso do Sul no cenário internacional. A obra da ponte internacional que liga Brasil e Paraguai, em Porto Murtinho, entra em sua fase final e simboliza o avanço concreto de um projeto que promete transformar a logística e o comércio exterior de Mato Grosso do Sul.
Para o presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Gerson Claro, a evolução das obras e a articulação entre os países envolvidos colocam o Estado no centro de uma nova dinâmica internacional. O corredor rodoviário conecta o Centro-Oeste brasileiro aos portos do Pacífico, por meio de Paraguai, Argentina e Chile, criando uma alternativa estratégica ao escoamento tradicional pelo Atlântico.
Entre os principais impactos está a redução de custos e de tempo no transporte internacional, o que deve ampliar a competitividade dos produtos sul-mato-grossenses. Cadeias como proteína animal, soja e celulose tendem a ganhar eficiência logística, com acesso mais rápido a mercados asiáticos. Ao mesmo tempo, a rota favorece as importações, permitindo a chegada de insumos e mercadorias com menor custo e maior agilidade, fortalecendo a indústria e o agronegócio regional.
Outro avanço importante está na modernização dos processos aduaneiros. Com a adoção de medidas de facilitação do comércio internacional, a tendência é reduzir a burocracia e dar mais fluidez à circulação de cargas entre os países envolvidos, o que aumenta a atratividade do corredor para novos investimentos.
Para Gerson Claro, o momento exige acompanhamento institucional. “Estamos diante de uma transformação que reposiciona Mato Grosso do Sul no mapa logístico global. A Assembleia Legislativa tem o papel de acompanhar esse processo, contribuir com o debate e garantir que esses avanços se traduzam em desenvolvimento para a população”, afirma.
O deputado também ressalta que o protagonismo do Estado vai além da localização geográfica. Há um esforço coordenado para estruturar a infraestrutura complementar, organizar ambientes logísticos e integrar setores públicos e privados, preparando Mato Grosso do Sul para o aumento do fluxo comercial.
Com a conclusão da ponte e o avanço das demais etapas da Rota Bioceânica, o Estado se consolida como elo estratégico entre o Brasil e os mercados do Pacífico, ampliando oportunidades, reduzindo distâncias e fortalecendo sua presença no comércio internacional.
Mesmo com redução, pico de movimento é esperado na saída e no retorno dos motoristas (Foto: Divulgação / Motiva Pantanal)
O movimento nas estradas durante o feriado do Dia do Trabalhador deve ser menor do que o registrado no último feriado prolongado em Mato Grosso do Sul, mas ainda exige atenção redobrada dos motoristas que pretendem viajar pela BR-163. A concessionária Motiva Pantanal estima a circulação de cerca de 265 mil veículos entre quinta-feira (30) e segunda-feira (4), número inferior aos 306 mil registrados no feriado de Tiradentes — uma redução de aproximadamente 41 mil veículos.
Apesar da queda no fluxo total, o maior movimento está previsto justamente no início da operação, na quinta-feira, quando cerca de 68,2 mil veículos devem passar pela rodovia. Já na sexta-feira (1º), feriado, são esperados 46,4 mil veículos. No sábado (2), a previsão é de 40,3 mil, enquanto no domingo (3) o fluxo volta a crescer, com 53 mil veículos. A segunda-feira (4), marcada pelo retorno dos motoristas, deve concentrar 57,3 mil veículos.
A Operação Dia do Trabalhador será realizada ao longo dos 845,4 quilômetros da rodovia e contará com reforço no atendimento e monitoramento. Segundo a concessionária, o tráfego será acompanhado 24 horas por meio de 477 câmeras do Centro de Controle Operacional, além de painéis eletrônicos com informações em tempo real.
Mais de 80 viaturas estarão distribuídas ao longo da estrada, incluindo ambulâncias, guinchos e veículos de inspeção. As 17 bases operacionais seguem abertas para apoio aos usuários, oferecendo estrutura com água potável, sanitários e atendimento.
Entre os pontos de apoio estão cidades como Campo Grande, Dourados, Coxim e Naviraí, além de outros municípios ao longo da rodovia.
A concessionária também reforça orientações de segurança, como o uso do cinto por todos os ocupantes, respeito aos limites de velocidade e evitar o uso do celular ao volante. Outra recomendação é seguir o “Movimento Afaste-se”, reduzindo a velocidade e mudando de faixa ao se aproximar de atendimentos na pista, medida que ajuda a proteger equipes e motoristas.
Os eleitores que pretendem votar nas eleições de outubro têm até o dia 6 de maio para regularizar suas pendências na Justiça Eleitoral.
O prazo deve ser observado pelo cidadão que quer tirar o primeiro título de eleitor, regularizar o documento, cadastrar biometria, transferir o domicílio eleitoral e atualizar dados cadastrais.
A partir do dia 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado e não serão permitidas alterações nos dados dos eleitores.
Pela plataforma, é possível enviar os documentos solicitados para cada tipo de serviço e acompanhar o andamento da solicitação.
O eleitor também pode procurar os cartórios eleitorais ou postos de atendimento presenciais em todo o país. A localização pode ser encontrada no site do tribunal.
Alguns serviços, como a coleta de biometria e a solicitação do primeiro título, só podem ser realizados presencialmente.
Regularização
Para verificar se o título está regular, o eleitor pode acessar a página do TSE na internet e clicar no menu Consultas. Em seguida, basta clicar em Situação do Título.
O passo a passo para a regularização será indicado pelo sistema eletrônico.
Cancelamento
O prazo de regularização também deve ser seguido por quem teve o título cancelado por deixar de votar por três eleições seguidas (três turnos consecutivos) e não justificou ausência.
Além de não conseguir votar nas eleições de outubro, a manutenção do cancelamento pode causar diversas restrições para o cidadão, como não conseguir tirar passaporte ou carteira de identidade, renovar matrícula em instituição pública de ensino e tomar posse em cargo público após ser aprovado em concurso.
Primeiro título
De acordo com a Constituição, o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos e facultativo para jovens entre 16 e 17 anos e quem tem mais de 70.
Após completar 15 anos, os jovens poderão solicitar a emissão do primeiro título de eleitor. Contudo, somente estará apto a votar quem tiver completado 16 anos na data da eleição.
Eleição
O primeiro turno das eleições será realizado no dia 4 de outubro, quando serão eleitos o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.
Eventual segundo turno para os cargos de governador e presidente ocorrerá no dia 25 do mesmo mês.
O prazo para os interessados em solicitar a isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 termina às 23 horas e 59 minutos desta quinta-feira (30).
A data também vale para o candidato que obteve a isenção de pagamento da taxa de inscrição do Enem de 2025 e não compareceu às provas nos dois dias de aplicação, em novembro passado, se desejar solicitar nova isenção para o exame.
Os dois procedimentos devem ser feitos exclusivamente naPágina do Participantedo exame, com o login no portal único de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
Quem tem direito
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prevê a gratuidade para quem se enquadra nos seguintes perfis:
estar matriculado no último ano do ensino médio em escola pública (em 2026);
ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada e possuir renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio;
ter inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) por estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A falta de atualização no CadÚnico pode levar ao indeferimento da isenção no Enem;
ser participante do Programa Pé-de-Meia do Ministério da Educação (MEC).
Para justificar a ausência no exame do ano passado, os documentos aceitos que comprovam as condições declaradas estão listados no edital do Enem 2026 que trata de cada uma das situações que podem ser justificadas na última edição do exame. Confira aqui.
Resultados
De acordo com o novo calendário, a divulgação do resultado dos pedidos de isenção ocorrerá em 13 de maio. O período de recursos para quem tiver o pedido negado estará aberto entre 13 e 19 de maio. O resultado final dos recursos sairá em 25 de maio.
O Inep esclarece que não enviará qualquer tipo de correspondência à residência do participante para informar quaisquer resultados da justificativa de ausência no Enem 2025 e da solicitação de isenção de pagamento da taxa de inscrição no Enem 2026.
É obrigação do participante acessar a Página do Participante do Enem e consultar o resultado.
Inscrição
Independentemente do resultado do pedido de isenção, o estudante precisará fazer a inscrição no Enem em período a ser anunciado no futuro edital do exame neste ano.
A inscrição no Enem é obrigatória, mesmo para quem solicitou a isenção e teve o deferimento concedido.
O candidato que teve o pedido do recurso de isenção negado em definitivo em 25 de maio, deverá pagar a taxa para se inscrever no exame.
Enem
O Exame Nacional do Ensino Médio é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.
Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições de ensino superior de Portugal que têm convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame.
Fonte: Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil
O preço dos alimentos e dos combustíveis pressionaram o bolso do brasileiro em abril e fizeram a prévia da inflação do mês fechar em 0,89%. O resultado fica acima do apurado em abril (0,44%) e é o maior desde fevereiro (1,23%).
Em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), conhecido como prévia da inflação oficial, acumula 4,37%. Nos 12 meses terminados em março, o IPCA-15 estava em 3,9%.
Para chegar à prévia da inflação do mês, o IBGE pesquisa o preço de nove grupos de produtos e serviços. Confira a evolução e o impacto em pontos percentuais (p.p.):
– Alimentação e bebidas: 1,46% (0,31 p.p.)
– Transportes: 1,34% (0,27 p.p.)
-Saúde e cuidados pessoais: 0,93% (0,13 p.p.)
– Habitação: 0,42% (0,07 p.p.)
– Vestuário: 0,76% (0,04 p.p.)
– Despesas pessoais: 0,32% (0,03 p.p.)
– Artigos de residência: 0,48% (0,02 p.p.)
– Comunicação: 0,48% (0,02 p.p.)
– Educação: 0,05% (0,00 p.p.)
Dentro do grupo alimentação e bebida, o resultado foi influenciado, principalmente, pela alta na alimentação no domicílio, que acelerou de 1,10% em março para 1,77% em abril. Os produtos que mais contribuíram para essa alta foram:
– Cenoura (25,43%)
– Cebola (16,54%)
– Leite longa vida (16,33%)
– Tomate (13,76%)
– Carnes (1,14%)
A alimentação fora do domicílio subiu 0,70% (o dobro do mês de março (0,35%).
O economista-chefe da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Felipe Queiroz, diz que um dos motivos para a alta nos alimentos é o processo de entressafra.
“A menor produção de alguns itens, inclusive leite, tem pressionado o indicador”, afirma.
Combustíveis
A alta do grupo transportes é explicada pelos combustíveis, que subiram 6,06% no mês. De todos os 377 subitens (produtos e serviços) pesquisados pelo IBGE, a gasolina foi o que mais pressionou o IPCA-15, com alta de 6,23%, o que representa impacto de 0,32 p.p. O óleo diesel subiu 16% no mês, com impacto de 0,04%.
Guerra no Irã
Abril tem sido mais um mês de guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. O conflito no Oriente Médio tem causado reflexos negativos na indústria do petróleo. Um dos motivos é a situação delicada no Estreito de Ormuz, ao sul do Irã, que tem vivenciado seguidos bloqueios. Pela via marítima, costumava passar – antes da guerra – cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás.
A instabilidade na cadeia de produção resulta em menos oferta do produto e consequente elevação de preços. O petróleo e seus derivados, como a gasolina e o óleo diesel, são commodities, isto é, mercadorias negociadas a preços internacionais. Isso explica por que os preços sobem até mesmo em países produtores, como o Brasil.
O governo brasileiro tem tomado medidas para conter a escalada dos derivados de petróleo, com medidas como a isenção de cobrança de impostos e subsídio a produtores e importadores.
Para Queiroz, da Apas, “um conjunto de ações adotadas para atenuar os efeitos da guerra sobre a economia doméstica têm apresentado ainda efeito diminuto, mas importante”.
Prévia x mês fechado
O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia da inflação oficial (IPCA), que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% no acumulado em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos. Os dados de abril mostram o país dentro do limite de tolerância.
A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa é feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação desta terça-feira, o período de coleta foi de 18 de março a 15 de abril.
Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.621.
O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). O IPCA cheio de abril será divulgado em 12 de maio.
Fonte: Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil
As propostas de redução da jornada de trabalho no Brasil, em tramitação no Congresso Nacional, têm mobilizado pesquisadores sobre os possíveis impactos da medida na economia, a partir do fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso, a chamada 6×1.
De um lado, estudos de entidades que representam o empresariado, as chamadas confederações patronais, projetam queda no Produto Interno Bruto (PIB) e alta da inflação.
Por outra perspectiva, análises da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desenham um cenário diferente, com impactos reduzidos atingindo apenas alguns setores, além da criação de mais empregos e possível aumento do PIB.
Para a economista da Unicamp Marilane Teixeira, a diferença entre as pesquisas sobre os custos econômicos da redução da jornada ocorre porque não se trata de um debate puramente técnico, mas político.
“Parte significativa da literatura econômica que discute o assunto parte de modelos que assumem, como regra, que qualquer redução na quantidade de horas trabalhadas levará, inevitavelmente, à redução da produção e da renda – ignorando, assim, os ajustes dinâmicos que historicamente ocorrem no mercado de trabalho”, aponta.
Para a professora da Unicamp Marilane Teixeira, a diferença entre as pesquisas ocorre porque o debate é político. Foto: Pedro França/Agência Senado
“Do ponto de vista dos empregadores, é claro que, qualquer mudança é vista a partir do seu negócio. Eles não olham a economia como um todo, mas isso traz benefícios para o conjunto da sociedade”, acredita.
Previsões
A pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) calcula uma perda de R$ 76 bilhões no PIB brasileiro (-0,7%) com a redução da jornada das atuais 44 para 40 horas. No caso da indústria, o PIB cairia 1,2%.
“Nossa indústria vai perder participação no mercado doméstico e internacional, a partir da redução nas exportações e da alta nas importações”, destaca o presidente da CNI, Ricardo Alban.
Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que reúne empresários desses setores, afirma que a redução da jornada aumentaria os custos sobre a folha salarial em 21%. A estimativa da CNC cita que o repasse de preços ao consumidor poderia chegar a 13%. Já a CNI aponta para altas nos preços de 6,2%, em média.
“Sem redução dos salários nominais, espera-se por impactos significativos sobre a rentabilidade da atividade comercial no Brasil”, diz a CNC.
Custos x benefícios
Já o estudo do Ipea afirma que a alta no custo das empresas com os trabalhadores, a partir da redução da jornada, não passaria dos 10%, no caso dos setores mais impactados. Na média, a previsão é de um custo extra do trabalho de 7,8%.
Porém, considerando o custo total das empresas, conta que engloba o conjunto de gastos, o impacto da redução da jornada varia de 1%, em setores como comércio e indústria, a até 6,6%, no caso do ramo de vigilância e segurança.
“Os resultados indicam que a maioria dos setores produtivos apresenta capacidade de absorver aumentos nos custos do trabalho, ainda que alguns segmentos demandem atenção específica”, diz o estudo do Ipea.
A exceção seriam as empresas com até nove trabalhadores, que empregam cerca de 25% dos assalariados formais do país. Segundo o Ipea, esses negócios podem precisar de apoio estatal para transição à nova jornada de trabalho.
Autor do estudo do Ipea, Felipe Pateo afirma que o levantamento da CNC não demonstra, “de forma transparente”, como eles chegaram ao aumento de 21% no custo do trabalho. Foto:Valter Campanato/Agência Brasil
Um dos autores do estudo do Ipea, Felipe Pateo, afirma que o levantamento da CNC não demonstra, “de forma transparente”, como eles chegaram ao aumento de 21% no custo do trabalho.
“Mesmo olhando só para o custo do trabalho em si, a gente mostra que, matematicamente, não tem como esse aumento ser maior do que 10% porque é exatamente o tempo de horas que o empregador vai perder em relação ao trabalhador que faz 44 horas semanais”, afirmou.
A Agência Brasil procurou a CNC para comentar as divergências, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem.
Inflação dos preços
Setor de comércio calcula aumento dos custos com redução da jornada – Tânia Rêgo/Arquivo/Agência Brasil/Arquivo
Projeções de aumento de preços com o fim da escala 6×1 são destaque nos estudos de entidades patronais como CNC e CNI, que argumentam que o aumento do custo da mão de obra será repassado ao consumidor final.
O economista da CNI Marcelo Azevedo pondera que a necessidade de contratar mais vai gerar aumento de custos na ponta.
“Tem aumento de custo porque o valor do salário-hora aumentou, então vai ter aumento de custo. Todos os produtos vão ter aumento. Isso é um efeito que vai se acumulando porque cada setor tem o mesmo problema”, explica.
Por sua vez, o economista do Ipea Felipe Pateo avalia que o impacto inflacionário será limitado, lembrando que os empresários podem ainda absorver essa diferença com redução de lucros.
“O aumento no custo operacional é de 1%. Se o empresário repassar integralmente esse aumento, vai ser um aumento de 1% no preço do produto”, afirma Pateo.
Já a economista da Unicamp, Marilane Teixeira, avalia que não há risco de aumento generalizado de preços.
“Se fosse assim, então, toda vez que eleva o salário mínimo, você teria um aumento da inflação exponencial porque o salário mínimo tem impacto para o conjunto da economia”, compara.
Ela acrescenta que praticamente todos os setores da economia atuam com capacidade ociosa, que permite aumentar a oferta em caso de pressão no lado da demanda.
“Essa ideia de que uma elevação marginal no custo do trabalho pela contratação gera inflação, não se sustenta. O impacto disso no custo total é tão marginal que é óbvio que não vai impactar no preço do produto. E se a empresa compete, ele não vai reajustar preço porque corre o risco de perder cliente para o concorrente”, justifica.
A nota técnica do Ipea sustenta que a redução da jornada terá efeito semelhante a de aumentos do salário mínimo e afirma que as projeções que preveem redução do PIB e do emprego não são respaldadas por estudos que analisam a experiência histórica brasileira.
“Aumentos reais [do salário mínimo], que chegaram a 12% em 2001, 7,6% em 2012 e 5,6% em 2024, não causaram efeitos negativos sobre o nível de emprego”, diz a nota técnica do Ipea.
Divergências
A divergência entre as pesquisas ocorre porque os levantamentos partem de pressupostos e premissas diferentes para calcular os impactos sobre o PIB e inflação, por exemplo.
O estudo da Unicamp parte da premissa de que a redução da jornada vai incentivar os empregadores a contratar mais. Em contrapartida, o estudo da CNI parte do pressuposto de que a redução do total de horas trabalhadas diminuiria o total do produto final.
O gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explicou à Agência Brasil que os estudos de projeções econômicas simplificam a realidade e precisam definir hipóteses para fazer projeções de impactos da mudança.
“Você pode assumir que vai ter ganho de produtividade, você pode assumir que não vai ter ganho de produtividade. E tudo bem. Isso faz parte dos estudos, desde que bem explicitados que tipo de hipótese você está assumindo. Não à toa você tem visões diferentes e não necessariamente erradas, mesmo que conflitantes”, pondera.
Marilene ressalta que a diferença entre as pesquisas não é resultado de uma manipulação das evidências. A partir dos mesmos dados, pode-se chegar a resultados distintos em razão da perspectiva política, econômica e social que o pesquisador tem do contexto que se analisa.
“É um conflito que chamamos de conflito distributivo. É uma disputa para definir para onde canalizar os lucros, a renda do trabalho, o salário e o consumo. O que está em disputa são os ganhos da produtividade”, completa.
Produtividade
Trabalhador da indústria- Amanda Oliveira/GovBA
O estudo da CNI aponta que a redução da jornada de trabalho vai impactar a competitividade das empresas. Ele avalia como improvável o aumento da produtividade para compensar a redução das horas trabalhadas.
O economista da CNI Marcelo Azevedo pondera que a necessidade de contratar mais vai gerar aumento de custos na ponta – Foto: José Paulo Lacerda/CNI
Ao aumentar a produtividade, uma empresa pode produzir o mesmo com menos tempo de trabalho.
“A gente, infelizmente, e por diversas razões que não são simples de contornar, está com uma produtividade estagnada há muito tempo. Ela é baixa frente aos outros países. Acho difícil apostar numa melhora significativa de produtividade”, explicou à Agência Brasil o gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo.
A economista Marilane Teixeira aponta que, mesmo com uma jornada relativamente extensa como a brasileira, a produtividade se mantém estagnada.
“Portanto, não é a jornada de trabalho que vai resolver o problema da produtividade. Talvez, até reduzindo a jornada de trabalho, você possa melhorar a produtividade porque as pessoas vão estar mais descansadas”, completa.
O técnico do Ipea Felipe Pateo afirma que há muitas possibilidades para adequação das empresas frente a redução da jornada, não sendo possível antecipar uma queda no PIB.
“A hora liberada do trabalhador pode gerar também maior produção, maior consumo. Pode fazer com que as outras atividades, no tempo livre, tenham uma dinâmica positiva na economia”, explica.
Evolução histórica
Presidente da Assembleia Nacional Constituinte, Ulysses Guimarães, ao promulgar a nova Constituição Federal de 1988. – Arquivo Agência Brasil
Em 1988, a Constituição brasileira reduziu a jornada de trabalho de 48 para 44 horas semanais. Em 2002, economistas da PUC Rio e da Universidade de São Paulo (USP) publicaram estudo que não identificou efeitos negativos no nível de emprego.
“As mudanças relacionadas à jornada de trabalho em 1988 não aumentaram a probabilidade de o trabalhador afetado perder o emprego e diminuíram a sua probabilidade de sair da força de trabalho no ano seguinte à mudança regulatória”.
O economista da CNI Marcelo Azevedo questiona a comparação da redução atual da jornada com a que foi realizada durante a Constituição de 1988, alegando que a economia mudou muito nesses 40 anos.
“A economia era mais fechada, não tinha globalização como tem hoje, não tinha o comércio eletrônico de hoje. Era mais fácil absorver os custos com uma inflação elevadíssima como a daquela época”, rebate Azevedo.
Fonte: Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil
O sistema penitenciário de Mato Grosso do Sul tem avançado na implementação de políticas públicas voltadas à valorização da diversidade cultural, especialmente no atendimento à população indígena privada de liberdade. Com iniciativas estruturadas e permanentes, a Agepen (Agepen Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) promove ações que respeitam tradições, fortalecem vínculos e contribuem para a reinserção social.
Atualmente, o estado contabiliza cerca de 500 indígenas custodiados, concentrados principalmente na região de Dourados, o que impulsiona a criação de estratégias específicas voltadas a esse público. Entre elas, destacam-se projetos educacionais, culturais e profissionalizantes que reconhecem a identidade dos povos originários como elemento essencial no processo de ressocialização.
Nesse contexto, unidades prisionais do estado vêm adotando práticas que garantem o respeito às crenças, costumes e idiomas indígenas. Entre as ações estão a oferta de ensino na língua materna, atividades culturais, oficinas de artesanato e acesso à documentação civil básica, promovendo cidadania e dignidade.
A alfabetização bilíngue, por exemplo, já é realidade em unidades como a Penitenciária Estadual de Dourados, onde internos indígenas participam de aulas em Português e Guarani, fortalecendo o aprendizado e a preservação cultural.
Destaque para Naviraí: projeto pioneiro no Brasil
Em Naviraí, a Penitenciária de Segurança Máxima se tornou referência nacional com o projeto “Tembiaporã: Che Añekambia”, iniciativa pioneira voltada exclusivamente ao atendimento de indígenas privados de liberdade.
De caráter permanente, o projeto atende atualmente 44 custodiados e tem como foco o resgate dos vínculos culturais, familiares e espirituais, aliado à qualificação educacional e profissional. Entre as principais ações estão o ensino da língua guarani kaiowá, ministrado por professor indígena, e a produção de artesanato tradicional como alternativa de geração de renda.
Como marco recente, foi realizada a entrega de certificados a 34 internos que participaram do atendimento educacional especializado em língua materna, desenvolvido em parceria com a Rede Municipal de Ensino. A participação nas atividades também garante remição de pena, ampliando os benefícios da iniciativa.
Os resultados já são expressivos: fortalecimento dos laços familiares — com aumento no número de internos que recebem visitas —, regularização documental de cerca de 80% dos custodiados e acompanhamento jurídico integral assegurado a todos, por meio da Defensoria Pública.
Amambai: cultura, cidadania e transformação social
O Estabelecimento Penal de Amambai também se destaca com ações que integram cultura, educação e desenvolvimento humano.
O projeto “Coração Valente” atua no fortalecimento da identidade cultural indígena por meio de rodas de conversa, oficinas de artesanato e música, além de palestras sobre temas como cidadania, cultura da paz, família e enfrentamento à violência. A metodologia participativa valoriza a escuta e a troca de experiências, promovendo reflexão e reconstrução de trajetórias.
A iniciativa considera a realidade local, onde cerca de 13,5% da população carcerária é indígena, e busca estimular autoestima, senso de pertencimento e construção de novos projetos de vida.
Complementando as ações, o Programa “Teko Porã” amplia as oportunidades com cursos profissionalizantes, suporte psicossocial e ações integradas de cidadania. Dentro desse contexto, destaca-se a implementação do projeto “Tekojoja: Semeando a Liberdade”, desenvolvido pelo Ministério dos Povos Indígenas em parceria com o Instituto Federal de Mato Grosso do Sul.
A iniciativa oferta cursos de curta duração, como horta comunitária e barbeiro/cabeleireiro, adaptados à realidade da unidade e à rotatividade dos internos. As atividades são acompanhadas por profissionais de diferentes áreas, incluindo apoio psicológico, orientação jurídica e mediação cultural com uso da língua guarani kaiowá.
Além da qualificação profissional, o projeto promove rodas de conversa e grupos de reflexão, fortalecendo vínculos, incentivando a responsabilização e contribuindo para uma reinserção social mais consciente e humanizada.
Sistema que valoriza a diversidade
De acordo com a Diretoria de Assistência Penitenciária da Agepen, as iniciativas desenvolvidas no sistema prisional do estado seguem diretrizes nacionais que asseguram o tratamento adequado à população indígena no sistema de justiça criminal, respeitando a autodeclaração e as especificidades culturais de cada povo.
Conforme a diretora da DAP, Maria de Lourdes Delgado Alves, “mais do que ações pontuais, os projetos implementados nas unidades penais de Mato Grosso do Sul representam uma política pública consistente, que reconhece a diversidade como elemento essencial para a construção de um sistema penitenciário mais justo, humano e eficiente”.
Os proprietários de veículos em Mato Grosso do Sul que optaram pelo parcelamento do IPVA 2026 têm até o dia 30 de abril (quinta-feira) para efetuar o pagamento da quarta parcela do imposto. O cumprimento do prazo é essencial para evitar a incidência de juros e multas, além de garantir a regularidade do veículo e prevenir restrições no licenciamento anual.
O calendário do IPVA segue um modelo já consolidado no Estado, permitindo o parcelamento em até cinco vezes para os contribuintes que não aderiram ao pagamento em cota única, modalidade que ofereceu desconto de 15%, um dos mais elevados do país. O cronograma teve início em janeiro e se estende até maio, acompanhando o primeiro semestre do exercício fiscal.
Após o vencimento da terceira parcela, em março, o contribuinte agora avança para a quarta etapa do parcelamento. Na sequência, resta apenas a quinta e última parcela, prevista para o dia 29 de maio, encerrando o ciclo do imposto em 2026.
A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) reforça que manter o pagamento em dia é determinante não apenas para evitar encargos adicionais, mas também para assegurar a regularidade do veículo perante os órgãos de trânsito. O atraso impede a emissão do licenciamento e pode gerar penalidades administrativas.
Para o exercício de 2026, o Governo do Estado antecipou o processo de lançamento e disponibilização das guias de pagamento. Desde novembro do ano anterior, os boletos passaram a ser emitidos exclusivamente em formato digital, ampliando o prazo para planejamento financeiro e proporcionando maior comodidade ao contribuinte. A medida integra a estratégia de modernização da administração tributária e de fortalecimento da cultura de conformidade fiscal.
Atualmente, cerca de 870 mil veículos compõem a base tributável do IPVA em Mato Grosso do Sul. O valor mínimo fixado é de R$ 30 para motocicletas e de R$ 55 para os demais veículos, refletindo uma política que busca equilíbrio entre arrecadação e capacidade contributiva.
O Estado também mantém um dos conjuntos mais abrangentes de isenções do país. Estão dispensados do pagamento, entre outros, veículos oficiais, de entidades assistenciais, autarquias e fundações públicas, templos religiosos, tratores e máquinas agrícolas, aeronaves utilizadas na atividade rural, embarcações de pescadores profissionais, além de táxis, mototáxis, ambulâncias, viaturas do Corpo de Bombeiros, veículos diplomáticos e automóveis com mais de 15 anos de fabricação.
Pessoas com deficiência (PCD) contam com redução de 60% no valor do imposto, conforme critérios legais. Empresas com frotas a partir de 30 veículos têm direito a alíquotas diferenciadas. Veículos movidos a Gás Natural Veicular (GNV) seguem totalmente isentos, como forma de incentivo à adoção de alternativas mais sustentáveis. O imposto também não é cobrado em situações de furto, roubo ou perda total devidamente comprovadas.
O setor produtivo permanece contemplado com tratamento específico. Reduções de alíquotas seguem vigentes para veículos de carga, transporte coletivo e utilitários, incluindo diminuição de até 50% na base de cálculo para caminhões, ônibus e motorhomes, medida que contribui para a competitividade econômica e para a manutenção do equilíbrio fiscal.
Mais informações e acesso aos serviços do IPVA estão disponíveis no site oficial da Secretaria de Estado de Fazenda: www.sefaz.ms.gov.br/ipva.
O 5º Leilão do Sindicato Rural e Associados consolidou-se como um importante evento para o fortalecimento da pecuária local e regional, evidenciando a união dos produtores e a qualidade do rebanho ofertado.
Ao todo, foram comercializadas 389 cabeças, alcançando um volume financeiro de R$ 1.751.380,00, números que demonstram a confiança do mercado e a força do setor produtivo.
Um dos destaques do evento foi a participação das famílias tradicionais da pecuária, que mais uma vez desempenharam papel fundamental no sucesso do leilão, seja pela oferta de animais de qualidade, seja pela credibilidade construída ao longo de gerações. Esse legado contribui para a continuidade e evolução da atividade na região.
Ressalta-se ainda o apoio da Prefeitura de Amambai, cuja parceria é essencial para a realização e o fortalecimento de eventos de grande porte, como a 35ª Expobai. A integração entre o poder público e o setor produtivo é determinante para impulsionar o desenvolvimento econômico, fomentar negócios e valorizar o agronegócio local.
O sucesso do leilão reforça o potencial da Expobai como vitrine da pecuária e dos demais segmentos do agronegócio, evidenciando que, com união e apoio institucional, é possível ampliar ainda mais os resultados e o alcance do evento.
A Prefeitura de Juti, por meio da Superintendência de Meio Ambiente, em parceria com a Itaipu Binacional, está com inscrições abertas para a Oficina de Grafite, uma iniciativa voltada à promoção da arte urbana, educação ambiental e inclusão social.
A atividade será realizada no dia 26 de maio, das 8h às 17h, no CEIM Marcy Brandão Fernandes (Extensão), em Juti. A oficina é destinada a adolescentes e jovens com idades entre 16 e 25 anos, com oferta de 20 vagas limitadas.
Durante a programação, os participantes terão a oportunidade de aprender técnicas de grafite, explorar a criatividade e contribuir para a construção de uma nova expressão artística no município, fortalecendo o senso de pertencimento e valorização dos espaços públicos.
As inscrições devem ser realizadas presencialmente na Superintendência de Meio Ambiente, localizada na Avenida Sérgio Maciel, nº 703, prédio da AGRAER.
Como forma de incentivo à participação, será oferecido almoço e lanche gratuitos aos inscritos durante a realização da oficina.
A ação integra os esforços do município em promover atividades socioambientais e culturais, ampliando o acesso da juventude a iniciativas educativas e de desenvolvimento pessoal.
As vagas são limitadas, e os interessados devem se inscrever o quanto antes.
Na sessão ordinária desta segunda-feira (27), a Câmara de Iguatemi aprovou importantes matérias voltadas à melhoria dos espaços públicos, incentivo ao esporte, fortalecimento da educação e segurança da população.
Entre os destaques, foram aprovadas indicações para manutenção da quadra de areia no Bairro Cherogami, funcionamento do Ginásio de Esportes durante as festividades de fim de ano e construção de passarela elevada em frente à Escola Municipal Salvador Nogueira.
Também foi aprovado o Projeto de Lei nº 001/2026, que restabelece a vigência do Plano Municipal de Educação, reforçando o compromisso com o desenvolvimento da educação no município.
Durante a sessão, ainda foi aprovada Moção de Agradecimentos e Aplausos ao Executivo e Legislativo Municipal pela organização da festa realizada no último final de semana e pela receptividade à população e autoridades.
O Governo Municipal de Juti realiza, no próximo dia 1º de maio, uma ampla programação em comemoração ao Dia do Trabalhador. O evento será no Módulo Esportivo Jonas Libert, com início a partir das 8 horas da manhã, reunindo esporte, lazer e entretenimento para toda a população. A participação é totalmente gratuita.
A programação contará com diversos torneios esportivos, incluindo futebol suíço, pênalti, futevôlei, vôlei de praia e beach tennis, nas categorias masculino e feminino, além de competições de truco e embido. As atividades foram organizadas com o objetivo de incentivar a prática esportiva, fortalecer a convivência comunitária e proporcionar um momento de integração entre os jutienses.
Além das competições, o evento contará com sorteio de brindes para os participantes, brinquedos para as crianças e praça de alimentação, garantindo estrutura e comodidade para que as famílias possam aproveitar o dia com tranquilidade.
Encerrando a programação, o público poderá prestigiar show ao vivo com o cantor Jeferson Lima, levando música e animação para fechar a celebração.
A iniciativa reforça o compromisso da administração municipal em valorizar o trabalhador, promovendo ações que incentivem o bem-estar, a qualidade de vida e o acesso ao esporte e à cultura.
O Governo Municipal de Juti convida toda a população jutienses, incluindo moradores da área urbana e rural, para participar deste momento especial. Traga sua família e venha celebrar o Dia do Trabalhador em um ambiente de união, alegria e reconhecimento a todos que contribuem diariamente para o desenvolvimento do município.
A noite de segunda-feira (27/04) foi marcada por muita emoção na 4ª rodada da 1ª Copa Trab dos Servidores Municipais, em Coronel Sapucaia. Mesmo com frio, o público compareceu e vibrou com grandes jogos e muita entrega dos atletas em quadra.
Resultados: Saúde 6 x 5 Esporte Câmara Municipal 3 x 13 Infraestrutura Administração 2 x 2 Educação
Agora é hora da semifinal, nesta terça-feira: 19h30 – Administração x Infraestrutura 20h30 – Saúde x Educação
A expectativa é de casa cheia para mais uma noite decisiva. E a grande final já está marcada para quinta-feira (30/04).
A prefeita Niágara Kraievski, o vice Carlão e o secretário Bruno França reforçaram o convite à população para prestigiar esse grande momento do esporte local.
A Copa Trab segue como símbolo de integração e lazer entre os servidores e a comunidade.