Na manhã desta quinta-feira, dia 31, na Câmara Municipal de Paranhos, os vereadores da Casa de Leis, Chacal (presidente), Joãozinho e Ubaldo, participaram do evento “Caminhos da Fronteira”, reunindo representantes dos municípios de fronteira, o prefeito de Paranhos, Hélio Acosta, o vice-prefeito Alfredo, a secretária de Educação Tayzia G. Acosta, o secretário de Administração Maikon Waschsmann, o agente de desenvolvimento do município Nei Hoffmann e, de Ypejhú (PY), Guadalupe Rios (Eco-Tur) e o concejal presidente Ricardo Balcazar, além de representantes de Coronel Sapucaia e Sete Quedas.
A dinâmica teve as participações diretas de Walquíria Capusso, interlocutora da IGRs, do gerente da Inovação da Oferta Turística Edson Moroni, técnico da Fundação de Turismo Heder Sanchez, e com foco no fortalecimento do turismo, da cultura e da integração regional.
A IGR Caminhos da Fronteira é uma iniciativa que une cidades vizinhas para desenvolver o turismo de forma sustentável, colaborativa e estratégica, promovendo nossos atrativos e gerando oportunidades.
Representando o Moto Club Amigos da Fronteira, pilotos de Paranhos se destacaram na Copa Norte de Velocross, realizada no último domingo (27) em Capitán Bado, no Paraguai.
Silmar Pedro Zanella garantiu o 5º lugar na categoria VX4, enquanto Lorenzo Zanella conquistou a 7ª colocação na categoria 50cc. Já Alan Rossetti teve grande desempenho, subindo ao lugar mais alto do pódio em duas categorias — 1º lugar na VX1 e também na Intermediária Importada — além de conquistar o 3º lugar na Força Livre Nacional. Alair Rossetti também se destacou, com o 5º lugar na categoria VX1.
O evento reuniu competidores da região de fronteira e reforçou o potencial esportivo dos pilotos paranhenses no cenário do velocross.
As contas públicas fecharam o mês de junho com saldo negativo, com déficit em todas as esferas de governo. O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 47,091 bilhões no mês passado.
Houve aumento no déficit do mês em relação a junho de 2024, quando as contas fecharam com R$ 40,873 bilhões negativo. Nessa comparação interanual, houve crescimento de despesas em ritmo maior que as receitas.
As Estatísticas Fiscais foram divulgadas nesta quinta-feira (31) pelo Banco Central (BC). O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público (despesas menos receitas), desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.
Apesar do resultado negativo do mês, no acumulado de 2025, o setor público consolidado registra superávit primário de R$ 22,029 bilhões.No primeiro semestre do ano passado, houve um resultado negativo de R$ 43,448 bilhões, que agora se tornou positivo, com uma melhora de R$ 65,5 bilhões.
De acordo com BC, parte relevante dessa melhora tem influência do calendário de pagamento de precatórios (dívidas com sentenças judiciais definitivas) do governo federal. No ano passado, houve antecipação do pagamento em fevereiro, contribuindo para o déficit no primeiro semestre. Para este ano, está previsto o pagamento de R$ 63 bilhões em precatórios neste segundo semestre do ano.
Em 12 meses – encerrados em junho – as contas acumulam resultado positivo de R$ 17,925 bilhões, o que corresponde a 0,15% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país).
Em 2024, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário de R$ 47,553 bilhões, 0,4% do PIB.
Esferas de governo
Em junho último, a conta do Governo Central teve déficit primário de R$ 43,527 bilhões ante resultado negativo de R$ 40,188 bilhões em junho de 2024. Nessa comparação, as receitas permaneceram estáveis, com redução no recolhimento de dividendos de empresas estatais e bancos públicos, enquanto as despesas aumentaram em 1,6%.
O montante difere do resultado divulgado nesta quarta-feira (30) pelo Tesouro Nacional, de déficit de R$ 44,296 bilhões, porque o BC usa uma metodologia diferente, que leva em conta a variação da dívida dos entes públicos.
Os governos estaduais registraram déficit no mês de junho de R$ 1,354 bilhão, ante superávit de R$ 2,011 bilhões em junho do ano passado, também em razão do crescimento de despesas maior que as receitas. Já os governos municipais tiveram resultado positivo de R$ 400 milhões em junho deste ano. No mesmo mês de 2024, houve déficit de R$ 954 milhões para esses entes.
Com isso, contribuindo para aumentar o déficit das contas públicas, no total, os governos regionais – estaduais e municipais – tiveram déficit de R$ 954 milhões em junho passado contra resultado positivo de R$ 1,057 bilhão no mesmo mês de 2024.
As empresas estatais federais, estaduais e municipais – excluídas dos grupos Petrobras e Eletrobras – também contribuíram para o aumento do déficit das contas consolidadas, com o resultado negativo de R$ 2,610 bilhões em junho. No mesmo mês de 2024, o déficit foi R$ 1,742 bilhão.
Despesas com juros
Os gastos com juros ficaram em R$ 61,016 bilhões no mês passado, uma redução de cerca de R$ 30 bilhões em relação aos R$ 94,851 bilhões registrados em junho de 2024. De acordo com o BC, não é comum a conta de juros apresentar grandes variações, especialmente negativas, já que os juros são apropriados por competência, mês a mês.
Mas, no resultado, há os efeitos das operações do Banco Central no mercado de câmbio (swap cambial, que é a venda de dólares no mercado futuro) que, neste caso, contribuíram para a melhora da conta de juros em junho. Os resultados dessas operações são transferidos para o pagamento dos juros da dívida pública, como receita quando há ganhos e como despesa quando há perdas.
Em junho de 2024, as operações de swap tiveram perda de R$ 28,6 bilhões, enquanto em junho deste ano houve ganho de RS 20,9 bilhões, reduzindo a conta de juros. Sem esses resultados, a conta de juros teria um aumento de R$ 15,7 bilhões na comparação interanual, em razão da alta taxa básica de juros, a Selic, e do próprio crescimento da dívida no período.
Com isso, o resultado nominal das contas públicas – formado pelo resultado primário e os gastos com juros – caiu na comparação interanual. No mês de junho, o déficit nominal ficou em R$ 108,107 bilhões contra o resultado negativo de R$ 135,724 bilhões em igual mês de 2024.
Em 12 meses encerrados em junho, o setor público acumula déficit R$ 894,388 bilhões, ou 7,3% do PIB. O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país, indicador observado por investidores.
Dívida pública
A dívida líquida do setor público – balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais – chegou a R$ 7,702 trilhões em junho, o que corresponde a 62,9% do PIB. É o maior valor da dívida na série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2001. No mês anterior, maio, o percentual da dívida líquida em relação ao PIB estava em 62% (R$ 7,547 trilhões).
O crescimento se deve ao déficit nominal do mês e à apreciação cambial de 4,4% em junho. Como o país é credor em moeda estrangeira, um aumento do dólar significa aumento da dívida líquida.
No mês de junho deste ano, a dívida bruta do governo geral (DBGG) – que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais – chegou a R$ 9,388 trilhões ou 76,6%, com aumento em relação ao mês anterior – R$ 9,264 trilhões ou 76,1% do PIB. Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada para traçar comparações internacionais.
Fonte: Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil
A deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) apresentou uma indicação à CCR MSVIA, concessionária responsável pela BR-163, solicitando a construção de um novo acesso de conversão à esquerda na rodovia, no trecho norte-sul, em Campo Grande. O objetivo é facilitar a entrada de motoristas no Centro de Distribuição da Shopee e do Mercado Livre.
A proposta atende a uma demanda crescente de entregadores que atuam com comércio eletrônico, setor que tem se expandido significativamente em Mato Grosso do Sul. Sem um acesso direto, esses profissionais precisam realizar manobras perigosas ou percorrer rotas alternativas para entrar na distribuidora, comprometendo a segurança do trânsito local.
“Esses motoristas são pais e mães de família que enfrentam o trânsito diariamente para garantir que os produtos comprados pela população cheguem ao destino. Eles merecem respeito, segurança e condições adequadas para exercer seu trabalho com dignidade”, defende Lia Nogueira.
Segundo dados do setor, o comércio eletrônico movimentou R$1,1 bilhão em Mato Grosso do Sul em 2023, um crescimento de 266% em relação ao ano anterior, o maior percentual do país. Esse avanço impulsionou o número de entregadores na capital, muitos dos quais utilizam veículos próprios e chegam a realizar até 100 entregas por dia, com rendimentos que podem ser a partir de R$200 por dia.
O aumento das entregas também impulsionou o número de entregadores em Campo Grande, muitos deles autônomos e com veículos próprios. A remuneração varia conforme a empresa e o tipo de veículo. No Mercado Livre, por exemplo, o ganho diário é de aproximadamente R$170 para quem utiliza carro passeio, R$280 para utilitários, R$300 para vans e pode chegar a R$450 para motoristas de Veículos Urbanos de Carga (VUC). Já em outras transportadoras, o pagamento é feito por pacote, com média de R$2,50 por unidade.
“A cidade precisa acompanhar essa nova dinâmica. O aumento expressivo nas compras online trouxe consigo um volume maior de entregadores nas ruas, especialmente nessa região da BR-163. Um acesso seguro e direto ao centro logístico dessas empresas é essencial não só para melhorar o fluxo do trânsito local, mas também para garantir a segurança dos trabalhadores”, reforçou a deputada Lia Nogueira.
A Secretaria de Tesouro dos Estados Unidos (EUA) procurou o Ministério da Fazenda para marcar uma agenda para debater o tarifaço imposto pelo governo de Donald Trump contra parte das exportações brasileiras. Ainda não há data para reunião. O último encontro entre a Fazenda e o secretário de Tesouro dos EUA, Scott Bessent, foi em maio, antes do anúncio da tarifa de 50%.
“A assessoria do secretário Bessent fez contato conosco ontem [quarta-feira, 30] e, finalmente, vai agendar uma segunda conversa. A primeira, como eu havia adiantado, foi em maio, na Califórnia. Haverá agora uma rodada de negociações e vamos levar às autoridades americanas nosso ponto de vista”, disse nesta quinta-feira (31) o ministro Fernando Haddad.
O ministro destacou que é apenas o ponto de partida das negociações.
“Nós estamos em um ponto de partida mais favorável do que se imaginava. Mas longe do ponto de chegada. Há muita injustiça nas medidas que foram anunciadas ontem”, esclareceu Haddad.
Apesar das exceções, Haddad disse que o impacto é dramático para alguns setores, e que nos próximos dias o governo vai divulgar medidas para auxiliar essas empresas prejudicadas pelas tarifas.
“Há casos que são dramáticos, que deveriam ser considerados imediatamente. Nós vamos lançar parte do nosso plano previsto para ser lançado nos próximos dias de apoio e proteção à indústria e aos empregos”, disse.
O pacote de ajuda aos setores afetados deve contar com linhas de crédito e apoio às empresas. Haddad disse que está aliviado pelos setores que foram poupados, mas que é preciso proteger aqueles que ainda são afetados, em especial, os setores menores e mais frágeis.
“Tem setores que, na pauta de exportação, não são significativos, mas o efeito sobre eles é muito grande. Às vezes, o setor é pequeno, mas é importante para o Brasil manter os empregos”, explicou.
Mesmo setores grandes, de importantes matérias-primas [commodities], que têm mercado global, vão precisar se adaptar, avaliou o ministro.
“Obviamente, tem setores afetados cuja solução de curto prazo é mais fácil porque se trata de uma commoditie que o Brasil tem muitos mercados abertos, mas, ainda esses, vão exigir algum tempo de adaptação. Você não muda um contrato de uma hora para outra. Temos que analisar caso a caso e vamos ter as linhas [de crédito] para isso”, disse.
Interferência
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reafirmou ainda que a tentativa de interferir no julgamento da tentativa de golpe de Estado no Supremo Tribunal Federal (STF) não pode entrar na mesa de negociação, até porque o Judiciário é um poder independente do Executivo.
“Talvez o Brasil seja uma das democracias mais amplas do mundo, ao contrário do que a Ordem Executiva [do Trump] faz crer. Nós temos que explicar que a perseguição ao ministro da Suprema Corte [Alexandre de Moraes] não é o caminho de aproximação entre os dois países”, afirmou.
Fonte: Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil
Comunicamos com pesar o falecimento nessa quinta-feira, dia 31 de julho, no Hospital Evangélico, em Dourados, de Orlando Maria Brum, de 79 anos.
Trasladado para Amambai, seu corpo foi velado na Igreja Batista Central e o sepultamento aconteceu nesta quinta (31) às 16h30 no Cemitério Municipal Santo Antônio.
Nesta quinta-feira, 31 de julho, a Prefeitura de Amambai, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, comemorou os 5 anos de atuação da Casa do Trabalhador no município. A data foi marcada também por uma conquista importante: a doação de um veículo por parte da Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab), que será utilizado nas ações da secretaria.
O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Roberto Júnior Dias, destacou a importância da doação para o fortalecimento dos serviços prestados à população. “Quero agradecer à diretora-presidente da Funtrab, Marina Dobashi, por ter atendido nosso pedido com tanta atenção. Esse veículo representa mais autonomia, mobilidade e condições adequadas de trabalho para nossa equipe. É uma conquista importante para o município”, afirmou.
Durante a comemoração, o secretário também parabenizou a equipe da Casa do Trabalhador pelo empenho e dedicação ao longo dos anos. Somente no primeiro semestre de 2025, a unidade realizou 5.505 atendimentos e encaminhou 2.103 trabalhadores ao mercado de trabalho.
“Esses números mostram o quanto esse serviço é essencial para nossa cidade. Agradeço a cada servidor e servidora que, com compromisso e dedicação, ajuda a transformar vidas todos os dias”, completou Roberto.
Na última semana de Julho, crianças atendidas pelo Projeto Bombeiros do Amanhã e pelo SCFV (Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos) de Juti viveram uma experiência inesquecível ao visitarem o Bioparque Pantanal, localizado em Campo Grande-MS.
A visita fez parte das atividades educativas e de lazer promovidas pela Prefeitura de Juti, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, e proporcionou momentos de encantamento, aprendizado e conexão com a natureza. No maior aquário de água doce do mundo, as crianças puderam conhecer de perto a diversidade da fauna aquática e terrestre do Pantanal e de outros biomas do planeta.
Inaugurado em 28 de março de 2022, o Bioparque Pantanal é um empreendimento público estadual, com 21 mil metros quadrados de área construída, 5 milhões de litros de água e 453 espécies de animais distribuídos em 239 tanques — sendo 31 voltados à exposição e outros destinados à pesquisa, conservação e sustentabilidade.
Durante a visita, os pequenos se encantaram com os destaques do complexo, como a sucuri Gaby Amarantos, a jiboia Rachel Carson, a píton albina Capitu, além dos jacarés, da jaú Maria Fernanda e do pintado Adriano. Além do contato com os animais, as crianças tiveram a oportunidade de aprender sobre educação ambiental, inovação, inclusão social e a importância da preservação da biodiversidade.
O Bioparque Pantanal tem como missão ser um espaço inclusivo, dinâmico e humanizado, oferecendo experiências que unem lazer, educação e conscientização ambiental. A visita contribuiu diretamente para o fortalecimento de vínculos, o desenvolvimento socioeducativo e o despertar da consciência ecológica dos participantes.
Para a secretária municipal de Assistência Social, Renata Bernadina, a atividade representa mais do que uma simples viagem:
“Foi uma experiência transformadora. Nossas crianças voltaram encantadas, mais conscientes e cheias de histórias para contar. Esse tipo de ação reforça os valores que queremos cultivar: respeito à natureza, curiosidade pelo conhecimento e fortalecimento dos vínculos entre eles e com os profissionais que os acompanham.”
Já o prefeito de Juti, Gilson Marcos da Cruz, destacou a importância de investir em experiências educativas que ampliam o olhar das crianças sobre o mundo: “A formação das nossas crianças passa também por oportunidades como essa. Ver o brilho nos olhos de cada uma delas é a prova de que estamos no caminho certo, promovendo inclusão, educação e acesso à cultura. Vamos seguir fortalecendo essas iniciativas com responsabilidade e carinho.”
A Prefeitura de Juti agradece a todos os parceiros envolvidos na realização desta visita e parabeniza as equipes do SCFV e do Projeto Bombeiros do Amanhã pela dedicação e cuidado com nossas crianças.
A medicina, historicamente, representa um campo da ciência muito importante para o desenvolvimento nacional. Os registros históricos indicam que o ensino de medicina no Brasil surgiu oficialmente em 1808, a partir da criação das Escolas de Cirurgia da Bahia, em Salvador e no Rio de Janeiro, por ordem de Dom João VI.
Estas escolas foram, também, um dos primeiros cursos superiores em território nacional, criados poucos dias depois da chegada da Corte portuguesa na época. A área, ao longo do tempo, passou por uma série de mudanças, e, atualmente, o cenário da formação médica nacional está prestes a presenciar novas transformações importantes.
Recentemente, o Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Secretaria de Educação Superior (SESU), a Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), desenvolveu o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed).
A finalidade é, além de unificar, fortalecer a avaliação dos cursos de medicina no Brasil. O exame surge em meio a um cenário de preocupação com a qualidade dos cursos de medicina no país. Nesse sentido, a partir de 2025, a prova do Enamed será realizada todos os anos, sendo obrigatória para todos os estudantes que concluem o curso de medicina.
O que é o Enamed, como surgiu e quais são seus objetivos?
Inicialmente, é importante destacar que o Enamed foi regulamentado pelo MEC a partir da Portaria nº 413, de 18 de junho de 2025. Esta portaria é responsável por estabelecer diretrizes, objetivos, formatos e critérios do novo exame.
Entre os objetivos do Enamed, estão: avaliar se os estudantes adquiriram os conhecimentos, as habilidades e as competências; verificar se os formandos estão preparados para atuar conforme os princípios e as necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS); estabelecer um instrumento unificado de avaliação; fornecer dados para a formulação e o aprimoramento de políticas públicas.
Nesse sentido, o desempenho dos discentes no Enamed será utilizado como parte da avaliação oficial dos cursos de graduação dentro do Enade. Os estudantes também poderão aproveitar a nota do exame para concorrer em programas de residência médica de acesso direto, através do Exame Nacional de Residência (Enare).
A prova do Enamed será composta por 100 questões de múltipla escolha, questões com cinco alternativas, sendo somente uma única resposta correta, e questionário do estudante concludente direcionado àqueles formados inscritos no Enade.
Além disso, terá, também, questionários contextuais direcionados aos demais participantes, questionários de percepção da prova e demais coberturas das áreas elementares da medicina, como: clínica médica; cirurgia geral; pediatria; ginecologia e obstetrícia; medicina da família e comunidade; saúde coletiva; saúde mental.
É importante enfatizar que o edital do Enare 2025[1][2] continua sendo o principal documento de orientação para os candidatos que pretendem ingressar em uma vaga de residência médica, mesmo com a estreia do Enamed no calendário nacional. É importante destacar, também, que o Enamed deverá ocorrer no dia 19 de outubro de 2025.
No fim, o ano de 2025 marca o início de uma nova fase na avaliação da formação médica no país, e a tendência é que esse processo seletivo influencie diretamente na melhora da qualidade do ensino e dos serviços prestados na saúde pública.
A medida provisória do governo federal que garantirá gás de cozinha gratuito a 17 milhões de famílias, já se encontra em “fase final de elaboração.” Segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), a iniciativa deverá ser oficializada em breve, no âmbito do programa Gás para Todos.
Recentemente, durante a inauguração da Usina Termelétrica GNA II, no Porto do Açu, em São João da Barra, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou a intenção do governo em oferecer gás gratuito às famílias mais pobres.
“Vamos anunciar, e tem que ser logo, que as pessoas mais humildes deste país vão parar de pagar o gás a R$ 140. Não é possível que a Petrobras consiga tirar o botijão de 13 quilos por R$ 37, e a pessoa, na sua casa, compre a R$ 130 ou R$ 140. Tem pouca gente ganhando dinheiro às custas do sofrimento de muitos. Então, nós vamos garantir que 17 milhões de famílias mais pobres tenham o gás de graça para poder cozinhar seu feijão e o seu arroz”, disse o presidente.
Contatado pela Agência Brasil, o MME disse que o programa representa uma política pública com foco social e energético.
“Pelo lado social, trata de melhorar as condições de vida da população mais carente, além de contribuir para a saúde pública, ao substituir o uso da lenha por uma fonte de energia mais limpa, protegendo principalmente mulheres e crianças da exposição à fumaça tóxica”, informou a pasta.
“Pelo lado energético, busca reduzir a pobreza energética por meio do acesso direto ao botijão pelas famílias beneficiadas, ajudando a reduzir o impacto do preço do botijão no orçamento familiar”, acrescentou.
A Prefeitura de Tacuru, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura (SMA) e em parceria com a Agraer e o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, realiza neste sábado, dia 2 de agosto, uma edição da Feira do Produtor Rural. O evento acontece das 15h às 18h, na Feira do Produtor, próxima à Escola Municipal Professora Cecília M. Perecin.
A feira contará com a venda de produtos hortifrutigranjeiros, doces caseiros, bolos, salgados e diversos outros itens direto do produtor para a mesa do consumidor. O objetivo da iniciativa é fortalecer a agricultura familiar e promover o consumo de alimentos frescos e de qualidade.
Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) — Foto: Divulgação/Agência Brasil
A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,8% no segundo trimestre de 2025, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A taxa do trimestre encerrado em junho de 2025 foi a menor da série histórica iniciada em 2012. A partir deste mês, os dados do IBGE foram recalculados com base no Censo 2022. (saiba mais abaixo)
Em relação ao trimestre imediatamente anterior, encerrado em março, houve queda de 1,2 ponto percentual (p.p.) na taxa de desocupação, que era de 7%. No mesmo trimestre de 2024, a taxa era de 6,9%.
Ao todo, 6,3 milhões de pessoas estão sem emprego no país, o que representa uma queda de 17,4% (ou mais 1,3 milhão de pessoas) em relação ao trimestre anterior, e um recuo de 15,4% (menos 1,1 milhão de pessoas) em comparação com 2024.
No trimestre encerrado em junho, a população ocupada foi estimada em 102,3 milhões de pessoas — novo recorde da série histórica iniciada em 2012. A alta foi de 1,8% no trimestre, ou 1,8 milhão de pessoas. No ano, o aumento foi de 2,4%, com mais 2,4 milhões de pessoas ocupadas.
– Reprodução/g1
Com isso, 58,8% das pessoas em idade de trabalhar no Brasil (14 anos ou mais) estão empregadas — é o que o IBGE chama de nível de ocupação. O aumento foi de 0,69 p.p. contra o trimestre anterior. Em relação ao mesmo período do ano anterior, a alta é de 1 p.p.
Veja os destaques da pesquisa
Taxa de desocupação: 5,8%
População desocupada: 6,3 milhões de pessoas
População ocupada: 102,3 milhões
População fora da força de trabalho: 65,5 milhões
População desalentada: 2,8 milhões
Empregados com carteira assinada: 39 milhões
Empregados sem carteira assinada: 13,5 milhões
Trabalhadores por conta própria: 25,8 milhões
Trabalhadores informais: 38,7 milhões
Taxa de informalidade: 37,8%
– Reprodução/g1
Carteiras assinadas batem novo recorde
O número de trabalhadores com e sem carteira assinada no setor privado cresceu 3% em relação ao ano passado e chegou a 52,6 milhões. Houve alta nos dois comparativos: 1,3% no trimestre e 2,7% no ano.
Entre os empregados com carteira assinada, o número absoluto de profissionais chegou a 39 milhões, também no maior patamar da série.
Contra o trimestre anterior, a alta foi de 0,9%, agregando 357 mil pessoas ao grupo. Contra o mesmo trimestre do ano passado, o ganho é de 3,7%, o que equivale a 1,4 milhão de trabalhadores a mais.
Já os empregados sem carteira são 13,5 milhões. A alta para o trimestre foi de 2,6%, com aumento de 338 mil trabalhadores no grupo. No comparativo com 2024, houve estabilidade.
A taxa de informalidade ficou em 37,8% da população ocupada (ou 38,7 milhões de trabalhadores). No trimestre anterior, o percentual era de 38% e, no mesmo período de 2024, de 38,6%.
No setor público, o número de empregados (12,8 milhões, recorde da série) subiu 5% (mais 610 mil pessoas) no trimestre e subiu 3,4% (mais 423 mil pessoas) no ano.
Os trabalhadores por conta própria somam 25,8 milhões, o que representa crescimento de 1,7% no trimestre (mais 426 mil pessoas) e um crescimento de 3,1% (ou mais 767 mil pessoas) no ano.
Fora da força de trabalho
Seguindo o padrão internacional, o IBGE classifica como desocupadas as pessoas sem trabalho que estão procurando emprego. A soma desse grupo com o dos empregados totaliza a população dentro da força de trabalho no Brasil.
O número de pessoas dentro da força de trabalho teve alta de 0,5%, estimado em 108,6 milhões.
Assim, 65,5 milhões de brasileiros estão fora da força de trabalho, estabilidade no trimestre e no ano. São pessoas de 14 anos ou mais desempregadas, mas que não estão em busca de emprego ou disponíveis para trabalhar.
Neste grupo estão, por exemplo, aposentados, adolescentes em idade escolar e donas de casa que não têm interesse ou condições de trabalhar fora, além dos desalentados.
A população desalentada caiu a 2,8 milhões. Há recuo de 13,7% no trimestre e de 14% contra o mesmo período de 2024.
🔎 Os desalentados são pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego por acharem que não encontrariam, por falta de qualificação ou de oportunidades na região onde moram, por exemplo.
A taxa de subutilização, que faz a relação entre desocupados, quem poderia trabalhar mais e quem não quer trabalhar com toda a força de trabalho, segue em tendência de baixa.
São 16,5 milhões de pessoas, o que gera uma taxa de 14,4% de subutilização, a menor da série histórica. Ela registra queda de 1,5 p.p. contra o trimestre anterior e de 2 p.p. na comparação anual.
Rendimento registra alta
O rendimento real habitual foi recorde da série histórica, e passou a R$ 3.477. A alta no trimestre foi de 1,1%. Na comparação anual, o crescimento foi de 3,3%.
Já a massa de rendimento real habitual também foi recorde, estimada em R$ 351,2 bilhões. O resultado teve ganho de 2,9% frente ao trimestre anterior, e cresceu 5,9% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado.
Reponderação de dados com base no Censo
O IBGE atualizou os resultados da PNAD Contínua a partir dos dados demográficos do Censo 2022. Veja a nota do instituto abaixo.
A partir hoje, 31 de julho de 2025, as estimativas dos trimestres móveis da PNAD Contínua foram atualizadas e reponderadas, para refletir as novas estimativas populacionais do IBGE, baseadas no Censo 2022.
As populações utilizadas no cálculo dos fatores de expansão da PNAD Contínua foram atualizadas, mantendo-se a metodologia anteriormente adotada para as datas de referência da pesquisa. Mais detalhes sobre essa reponderação estão na nota técnica, aqui.
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) em conjunto com a Receita Federal de Mundo Novo, apreenderam nesta quarta-feira (30), em uma carreta Volvo, carregada com materiais para reciclagem, mais de 100 quilos de haxixe.
Os policiais chegaram até o entorpecente, avaliado em aproximadamente R$ 7,5 milhões, após uma denúncia anônima. Segundo as informações recebidas pelo DOF, uma carreta estaria estacionada no pátio da Receita Federal de Mundo Novo carregada com a droga.
Durante diligências realizadas pelo DOF, em conjunto com a Receita Federal, um veículo com as mesmas características foi localizado. Em vistoria minuciosa foram encontrados, em um compartimento oculto, diversos volumes de haxixe, que após a pesagem totalizaram 102 quilos da droga.
O material apreendido foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Naviraí.
A ação envolvendo os policiais do DOF aconteceu dentro do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, parceria da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) com o MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública).
Na noite desta quarta-feira (30), a Delegacia de Mundo Novo realizou uma operação que resultou na apreensão de 16,2 kg de cocaína e na prisão em flagrante de um homem de 33 anos.
As investigações, coordenadas pela Delegacia local, apontavam que o suspeito vinha realizando o transporte de entorpecentes do tipo cocaína para outros estados da federação, com carregamentos provenientes do Paraguai. Os carregamentos eram ocultados em veículos de passeio durante o trânsito internacional.
Durante monitoramento realizado na tarde desta quarta-feira (30), os policiais identificaram que o suspeito, conduzindo um GM Astra, adentrou ao Paraguai. No início da noite, foi possível visualizar o mesmo veículo trafegando pelo centro de Mundo Novo.
Com base nas investigações pretéritas e em fundada suspeita, os agentes realizaram a abordagem do automóvel. Durante vistoria minuciosa, foram encontrados escondidos ocultos nas portas do veículo 15 tabletes de substância análoga à cocaína. Após pesagem, a droga totalizou 16,2 kg.
O homem que já possuía histórico criminal por contrabando e descaminho, foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas e encontra-se à disposição da justiça.
Com execução eficaz, os projetos logísticos em andamento poderão transformar Mato Grosso do Sul em um dos principais eixos produtivos e de escoamento do agronegócio brasileiro nos próximos 10 a 20 anos. Para a Famasul, esse é um momento estratégico de reestruturação, que pode gerar impactos duradouros na competitividade do setor, na atração de investimentos e na geração de emprego e renda no campo.
A Federação acompanha com atenção o avanço de obras estruturantes, como a concessão da BR-163 à empresa Motiva. Com contrato de 29 anos e previsão de R$ 16,6 bilhões em investimentos ao longo dos 847 km de rodovia, o projeto inclui duplicações, faixas adicionais, acostamentos, passarelas, viadutos e áreas de descanso para caminhoneiros. A modernização dessa rodovia é essencial para garantir mais fluidez, segurança e eficiência no transporte da produção agropecuária.
Outro projeto estratégico é a Rota da Celulose, que por hora, segue suspenso em razão de questionamentos da segunda colocada no leilão, a XP Infra Fundo de Investimentos. O vencedor, Consórcio K&G, previa a recuperação e modernização de 870 km de vias estaduais e federais com foco na cadeia florestal. O investimento de R$ 10 bilhões ao longo de 30 anos inclui duplicações, faixas adicionais, acostamentos da BR-262, BR-267, MS-040, MS-338 e MS-395 entre Ribas do Rio Pardo, Campo Grande, Três Lagoas, Água Clara, Bataguassu, Nova Andradina, Nova Alvorada do Sul e Santa Rita do Pardo, municípios que concentram as maiores operações da indústria de celulose nacional.
Para a Famasul, o enfrentamento dos gargalos logísticos, como a baixa integração entre modais, as limitações de armazenagem e os entraves ambientais em portos e terminais, é condição indispensável para que o estado amplie seu protagonismo no agronegócio nacional. Nesse sentido, a diversificação da matriz logística também ganha destaque, com o modal hidroviário entrando na rota de investimentos.
A hidrovia do Rio Paraguai, entre Corumbá e Porto Murtinho, está em fase de estudos para concessão. A proposta inclui dragagem, balizamento e sistemas inteligentes de navegação, que podem ampliar a competitividade do modal fluvial, com menor custo e menor impacto ambiental em comparação ao rodoviário.
A logística rural também tem sido foco de estudos técnicos. Em março desse ano, em parceria com a Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA), a equipe do Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial (Esalq-Log) da USP, percorreu cerca de 1.300 km na microrregião de Dourados, que foi uma das regiões selecionadas no país para elaboração de um mapeamento situacional das estradas vicinais. O estudo ocorre em decorrência da publicação da Portaria nº 777/2025, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que estabelece diretrizes para a melhoria da infraestrutura rural no Brasil.
Foco nas exportações
Com a conclusão da Rota Bioceânica — corredor que conecta Mato Grosso do Sul aos portos do Pacífico —, a exportação de produtos será potencializada, com redução de custos e ampliação do acesso aos mercados internacionais. A instituição enxerga que essa é uma das transformações mais relevantes para o futuro do estado, pois insere MS de forma estratégica nas cadeias globais de valor, de forma sustentável e alinhada aos compromissos ambientais.
No modal aéreo, o Plano Aeroviário Estadual prevê R$ 250 milhões até 2026 para modernizar aeroportos e aeródromos estratégicos. Estão em andamento a ampliação da pista do Aeroporto Santa Maria, em Campo Grande, e a construção do novo terminal de passageiros do Aeroporto Regional de Dourados. A iniciativa amplia a conexão de Mato Grosso do Sul com os mercados nacional e internacional, fortalecendo a logística de pessoas e cargas.
A Federação ressalta que a infraestrutura adequada é fator decisivo para a previsibilidade nas entregas, a redução de perdas e o fortalecimento da imagem de MS como fornecedor confiável. Estudos do IPEA e da FGV mostram que cada R$ 1 bilhão investido em infraestrutura pode gerar até R$ 3,5 bilhões de PIB adicional em dez anos. Considerando que os investimentos públicos e privados previstos em logística em Mato Grosso do Sul superam os R$ 13 bilhões até 2030, o potencial de impacto econômico direto e indireto pode ultrapassar os R$30 bilhões apenas no agronegócio.
A integração entre rodovias, ferrovias e hidrovias pode reduzir em até 30% o custo logístico por tonelada transportada — dado que reforça a urgência e a importância desses investimentos. A nova malha logística também tem despertado o interesse de empresas dos setores de armazenagem, agroindústria, energia e transporte, o que evidencia o potencial de atração de novos empreendimentos e o fortalecimento da agroindustrialização.
De maneira geral, esses projetos representam um divisor de águas para o agronegócio sul-mato-grossense, criando as bases para um novo ciclo de crescimento sustentável e competitivo.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema Famasul – Ana Palma e Laura Toledo
A Casa do Trabalhador, órgão ligado à Fundação do Trabalho (Funtrab), do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza pelo menos 62 oportunidades de emprego nesta quinta-feira, dia 31 de julho, em Amambai.
Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas
8 vagas para vendedor ou vendedora 8 vagas para carpinteiro (salário R$2.552,00, vale compras R$700,00, ter 6 meses de experiência em carteira) 6 vagas para pedreiro (salário R$2.552,00, vale compras R$700,00, ter 6 meses de experiência em carteira) 4 vagas para atendente de balcão 3 vagas para mecânico de automóveis 3 vagas para ferreiro armador na construção civil (R$2.552,00 salário, vale R$700,00, 6 meses de experiência em carteira) 3 vagas para classificador de grãos 3 vagas para auxiliar de linha de produção, sendo uma PCD 2 vagas para representante comercial 2 vagas para consultor de vendas 2 vagas para auxiliar de mecânico de autos 1 vaga para cuidador de idoso 1 vaga para costureira 1 vaga para desenhista copista (trabalhar com cópia) 1 vaga para barbeiro 1 vaga para manicure 1 vaga para ajudante de cozinha 1 vaga para auxiliar de limpeza 1 vaga para padeiro 1 vaga para motorista categoria E 1 vaga para montador de móveis 1 vaga para mestre de obras (R$2.552,00, vale compras R$700,00, 6 meses de experiência em carteira) 1 vaga para mestre de construção civil (R$2.552,00, vale compras R$700,00, 6 meses de experiência em carteira) 1 vaga para servente de pedreiro (R$1.650,00, vale compras R$700,00, 6 meses de experiência em carteira) 1 vaga para viveirista de flores e plantas ornamentais (trabalhar com flores e plantar) 1 vaga para arte finalista 1 vaga para carvoeiro 1 vaga para encanador 1 vaga para almoxarife (R$2.807,00, vale compras R$700,00, 6 meses de experiência em carteira)
Casa do trabalhador também oferece
A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região.
Segundo o órgão para dar entrada no pedido de benefício o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade).
A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa às instalações da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.
O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 11h. Das 13h às 17h o trabalho é interno.
Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.
Na manhã desta quarta-feira, 30 de julho, o presidente da Câmara Municipal de Paranhos, vereador Chacal (PP), acompanhado do vereador Joãozinho (PSDB), esteve na região do Rincão das Laranjeiras, nas proximidades do Km 30, para vistoriar as condições das estradas vicinais.
Durante a visita, os parlamentares constataram a necessidade de manutenção nas vias, que apresentam pontos críticos, comprometendo a segurança e a fluidez do tráfego local. A situação tem impactado diretamente moradores, produtores rurais e demais usuários que utilizam diariamente as estradas da região.
Diante do cenário, os vereadores informaram que irão solicitar à Secretaria Municipal de Obras a realização de serviços de reparo e conservação das estradas. O objetivo é garantir melhores condições de trafegabilidade, promovendo segurança e mais qualidade de vida para a população local.