Produtores que participam da Comitiva Leite Ativo recebem informações técnicas para aprimorar a própria produção e conhecem de perto as ações do programa Pró-Leite MS. Foto: Romulo Montagna
Amanhã (terça-feira, 14/10), a partir das 13h, o distrito de Taboco, em Corguinho, receberá a 4ª Comitiva Leite Ativo, iniciativa da Frente Parlamentar do Leite, presidida pelo deputado estadual Renato Câmara, vice-presidente da Assembleia Legislativa. O encontro tem como propósito fortalecer a produção leiteira, valorizar os produtores e ampliar o diálogo entre quem vive do campo e as instituições públicas que sustentam essa cadeia essencial para a economia sul-mato-grossense.
Durante o encontro, o deputado Renato Câmara destacou o papel da Frente Parlamentar do Leite e da Assembleia Legislativa na construção de políticas públicas que valorizam o produtor rural.
O evento conta com o apoio da Prefeitura de Corguinho, da Câmara Municipal, da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), do Sindicato das Indústrias de Laticínios de Mato Grosso do Sul (Silems) e da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite de Mato Grosso do Sul (CSCPL-MS), entre outros. A programação será realizada no Salão Paroquial do distrito de Taboco, na Avenida Pedro Balduíno.
A Comitiva Leite Ativo nasceu da necessidade de sair dos gabinetes e ouvir diretamente os produtores rurais, levando informação técnica, políticas públicas e oportunidades de crédito e melhoramento genético. Desde a sua primeira edição, o projeto percorre o estado promovendo debates sobre custo de produção, qualidade do leite, organização associativa e rentabilidade — temas que, segundo Câmara, são fundamentais para a sobrevivência do pequeno e médio produtor. “O leite é uma das cadeias mais estratégicas de Mato Grosso do Sul. Quando o produtor tem apoio técnico, crédito e mercado, ele permanece no campo com dignidade. A Comitiva é o espaço para ouvir quem produz e transformar essas demandas em políticas públicas efetivas”, afirmou o deputado.
As três primeiras edições já passaram por Batayporã, Nova Andradina e Sidrolândia, reunindo centenas de participantes entre produtores, técnicos e representantes de cooperativas. Agora, em Corguinho, a proposta é aprofundar as discussões sobre associativismo, melhoramento genético e sustentabilidade ambiental, temas diretamente ligados à expansão da produção leiteira.
A Comitiva Leite Ativo integra as ações da Frente Parlamentar do Leite e da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, em parceria com a Semadesc e com o programa Pró-Leite MS, que projeta aumentar a produção estadual em até 4 milhões de litros anuais nos próximos seis anos.
No último sábado, dia 11/10, foi realizado o encontro do CAA – Clube dos Amigos de Amambai. Fundado em 27/05/1994, sob a presidência da saudosa amambaiense Leila Mariano da Silva, o CAA foi criado com o objetivo de integrar os amambaienses que moram em Campo Grande.
Quem assume a presidência a partir de agora é Tiago Serejo Mariano. O evento contou com a presença de mais de 200 pessoas e foi um sucesso — empresários, funcionários públicos, autônomos e aposentados nascidos ou que, em algum momento, moraram em Amambai — com muita música regional e boas conversas.
Segundo Tiago Mariano, o objetivo agora é trabalhar para construir a sede do CAA. “Eu tenho um sonho ousado: termos nossa sede para nos reunirmos, mas também termos um local para acolhermos os amambaienses que vêm para a capital para tratamento de saúde.”
A nova diretoria do CAA trabalha agora para colocar em dia a entidade, que tem mais de 30 anos, e assim conseguir um terreno. “No ano de 2008, eu e o Bide (Alcebiades Vargas Sarmento) iniciamos uma conversa com a Prefeitura de Campo Grande para recebermos um terreno, mas, como na época eu voltei para Amambai, o assunto acabou ficando parado.”
O CAA deverá realizar, em março de 2026, um novo encontro, desta vez para mais de 500 pessoas.
A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados realiza, na quarta-feira (15), audiência pública para discutir o Programa Nacional de Rastreabilidade de Produtos Agrotóxicos e Afins do Ministério da Agricultura e Pecuária.
O debate será realizado às 14h30, em plenário a ser definido.
O debate atende a pedido do deputado Pedro Lupion (PP-PR). Segundo o parlamentar, o objetivo é avaliar os impactos da nova regulamentação sobre o setor agropecuário, os produtores rurais, os órgãos de fiscalização e a indústria de insumos agrícolas.
Pedro Lupion explica que a medida busca promover maior transparência, segurança e controle sobre o uso, a comercialização e o transporte de agrotóxicos no país.
“O tema está diretamente relacionado à segurança alimentar, à saúde pública e à proteção ambiental, e exige um debate técnico e participativo entre governo, produtores e sociedade civil”, afirma.
A Jucems (Junta Comercial de Mato Grosso do Sul) registrou a abertura de 1.058 novas empresas no mês de setembro. O número é recorde para o mês e vem em uma sequência de nove meses em que a soma mensal dos registros de empresas fica acima de mil, um indicativo do vigor da economia sul-mato-grossense, conforme avaliação do presidente da Junta, Nivaldo Rocha.
“Comprovadamente o Estado vem num sistema acelerado de crescimento econômico, e mantendo o ritmo da série histórica a gente acredita que vamos terminar o ano superando a marca de todos os tempos de registro empresarial em Mato Grosso do Sul”, afirmou Rocha.
O setor de Serviços continua concentrando a maioria dos negócios. Foram abertas 764 empresas com essa finalidade no Estado em setembro. Já o setor de Comércio ganhou outras 266 empresas e a Indústria, 28.
Na distribuição por CNAE (Classificação Nacional de Atividade Econômica), que são os subsetores da economia, os resultados principais são os seguintes: Holding de Instituições Não-Financeiras (41), Serviços Combinados de Escritório e Apoio Administrativo (35), Transporte Rodoviário de Carga, Exceto Produtos Perigosos e Mudanças, Intermunicipal, Interestadual e Internacional (25), Construção de Edifícios (23), Atividade Médica Ambulatorial Restrita a Consultas (23), Atividade Odontológica (23), Treinamento em Desenvolvimento Profissional e Gerencial (21), Criação de Bovinos para Corte (20), Restaurantes e Similares (20), Atividades de Condicionamento Físico (20).
Esse é o nono mês consecutivo do ano em que a Jucems ultrapassa o número de mil registros mensais de empresas. Em 2024 essa marca só foi atingida em dois meses – abril e julho. Por conseguinte, o saldo de empresas abertas até setembro já chega a 10.248. São 7.708 novas empresas do setor de Serviços, 2.184 do Comércio e 356 da Indústria abertas em 2025 em Mato Grosso do Sul até setembro.
Na distribuição regional, Campo Grande concentrou a maior fatia de novas empresas no mês passado: 454, o que representa 42,91% do total. Em seguida vem Dourados, a segunda maior cidade do Estado, com 130; depois Três Lagoas (58), Ponta Porã (31), Naviraí (28), Nova Andradina (23), Maracaju (22), Corumbá (21), Chapadão do Sul (20) e Sidrolândia, fechando o ranking das 10 primeiras colocadas, com 16 novas empresas.
João Prestes, Comunicação Semadesc Foto: Bruno Rezende/Secom/Arquivo
A primeira estimativa da Hedgepoint para a safra brasileira de soja 2025/26 projeta uma produção de 178 milhões de toneladas, o que representaria um novo recorde. O número indica um aumento de 3,7% em relação à temporada anterior, quando foram produzidas 171,6 milhões de toneladas. A área plantada deve alcançar 48,24 milhões de hectares, crescimento de 1,2% frente à safra 2024/25. A produtividade média estimada é de 3.690 kg/ha, alta de 2,5%.
“Apesar de um novo avanço da área brasileira, destacamos que o crescimento esperado aponta para o menor avanço da área em muitos anos”, afirma Luiz Fernando Roque, coordenador de Inteligência de Mercado de Grãos & Oleaginosas da Hedgepoint Global Markets.
Segundo ele, a redução das margens de lucro dos produtores, os custos elevados e a menor aplicação de insumos podem limitar o desempenho da safra, sobretudo se as condições climáticas forem desfavoráveis.
Roque explica que a recuperação da produtividade média nacional está relacionada, principalmente, ao desempenho esperado no Rio Grande do Sul. “Falando em produtividades, destacamos que o aumento esperado na produtividade média nacional deriva, principalmente, de uma provável recuperação das produtividades médias das lavouras do Rio Grande do Sul”, afirma. Ele acrescenta que, em contrapartida, pode haver redução em estados como Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás.
“De qualquer forma, não podemos descartar a repetição ou até mesmo a superação das altas produtividades registradas em 2024/25, o que, se ocorrer, pode levar a safra brasileira a superar a marca de 180 milhões de toneladas. Tudo depende do clima”, complementa o analista.
Roque destaca que o clima deve ser influenciado pelo retorno do fenômeno La Niña. Segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), há probabilidade de cerca de 71% de ocorrência do fenômeno entre outubro e dezembro de 2025. O analista explica que o La Niña tende a beneficiar as regiões Centro-Norte, mas pode reduzir as chuvas no Sul. “Nesse ponto, destacamos a relevância das produções do Paraná e do Rio Grande do Sul, que, em anos ‘normais’, estão entre os três maiores estados produtores do país, atrás apenas do Mato Grosso.”
De acordo com Roque, caso o La Niña tenha forte intensidade, o recorde de produção poderá ser comprometido. No entanto, as projeções atuais indicam um fenômeno de baixa intensidade, o que não deve causar grandes impactos. Mesmo assim, ele recomenda atenção especial à Região Sul.
As estimativas da Hedgepoint também indicam exportações recordes de 112 milhões de toneladas em 2025/26, impulsionadas pela demanda chinesa. O especialista ressalta, porém, que eventuais avanços nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China podem afetar os embarques brasileiros.
No mercado interno, o aumento da mistura obrigatória de biodiesel (B15), vigente desde agosto de 2025, e a expectativa de maior exportação de carnes devem elevar a demanda por óleo e farelo de soja. “Por ser um ano eleitoral, é possível que o novo aumento previsto para a mistura (de B15 para B16) não ocorra, com o governo dando maior atenção aos dados de inflação durante a corrida eleitoral”, afirma Roque.
Ele acrescenta que, embora improvável, uma redução na mistura também não está descartada caso o preço do biodiesel pressione os valores do diesel nos postos. “Dessa forma, é importante estarmos atentos aos impactos da corrida eleitoral na economia brasileira, com possíveis impactos diretos na demanda interna por soja”, pontua.
Com a produção em alta, a Hedgepoint estima estoques finais de 8,8 milhões de toneladas, avanço de 66% em relação ao ciclo anterior. “Diante disso, é possível vermos uma pressão negativa importante nos preços brasileiros, especialmente durante a colheita, o que merece uma atenção especial da ponta vendedora”, conclui Roque.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, nesta segunda-feira (13), em Roma, na Itália, do Fórum Mundial da Alimentação, promovido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Ele também tem uma série de encontros relacionados à Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e será recebido pelo papa Leão XIV, no Vaticano.
A reunião entre Lula e o líder da Igreja Católica será a primeira desde que Leão XIV foi eleito papa, em maio deste ano.
A comitiva presidencial desembarcou na capital italiana nesse domingo (12) e o retorno ao Brasil está previsto ainda para esta segunda-feira.
O convite para a participação no fórum partiu do diretor-geral da FAO, Qu Dongyu, em julho, quando Lula foi informado de que o Brasil saiu do Mapa da Fome. O país está abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficiente.
Em evento em São Paulo na última sexta-feira (10), Lula disse que, em seu discurso, vai abordar “o fim da fome, outra vez, no Brasil”.
“A gente tinha acabado com a fome em 2014. Voltei em 2023 e havia 33 milhões de pessoas dentro do Mapa da Fome. Agora, acabamos com ela outra vez em dois anos e meio”, destacou.
O Fórum Mundial da Alimentação vai até o dia 18, período em que também serão comemorados os 80 anos de criação da FAO. Criado em 1945, o fórum é uma plataforma global para acelerar a transformação dos sistemas agroalimentares, em consonância com a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS).
Estruturado nos pilares Juventude, Ciência e Inovação e Investimentos, o evento adota os “quatro melhores” (four betters) que orientam a gestão do diretor-geral, Qu Dongyu: melhor produção, melhor nutrição, melhor meio ambiente e melhor vida.
A edição de 2025 será marcada por uma série de atividades comemorativas e de reconhecimento de boas práticas em segurança alimentar e agricultura sustentável.
Aliança contra a fome
Lula participa ainda da segunda reunião do Conselho de Campeões da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, que é composto por ministros, representantes de governos, agências da Organização das Nações Unidas (ONU), bancos multilaterais e organizações da sociedade civil.
Copresidido pelo Brasil e a Espanha, o encontro ocorrerá em formato híbrido e vai avaliar o progresso da iniciativa desde a sua criação, em 2024. A edição de 2025 será marcada por uma série de atividades comemorativas e de reconhecimento de boas práticas em segurança alimentar e agricultura sustentável.
Entre os principais temas estão os avanços da Iniciativa de Implementação Acelerada (Fast Track), que apoia planos nacionais de combate à fome e à pobreza em países como Etiópia, Quênia, Haiti, Ruanda e Zâmbia, com mais de 80 manifestações de interesse por parte de parceiros financeiros e técnicos.
Os primeiros resultados devem ser apresentados durante a Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Social da ONU, quando a aliança fará sua primeira reunião de alto nível. O evento ocorrerá em Doha, no Catar, em 3 de novembro, quando também serão anunciados novos compromissos de financiamento e cooperação internacional no combate à fome e à pobreza.
A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza foi lançada durante a presidência brasileira no G20 para apoiar e acelerar os esforços a fim de erradicar a fome e reduzir as desigualdades. A inciativa já conta com quase 200 membros, sendo 102 países, além de 53 fundações, 30 organizações internacionais e 14 instituições financeiras, que são as principais fontes de financiamento dos projetos e planos da aliança.
Lula também vai inaugurar o espaço do Mecanismo de Apoio da Aliança Global, que funcionará como o secretariado da iniciativa, com sede na FAO e escritórios em Brasília, Adis Abeba, Bangkok e Washington.
Devido ao reparo emergencial de rede de água, haverá falta de, água nas seguintes vilas da cidade.
Guaicurus, Por do sol, Residencial Bonito, Vila Vargas, Vila Corrêa, Vila Crepúsculo, Centro, Vila Copacabana, Vila Pimentel, Vila Panorama, Vila Orlando Viol, Vila Manvailler, Vila Marechal Rondon, Vila Mariana, Vila Alva, Vila Boa Sorte, Vila Presidente Vargas, Vila Fioramonte, Vila Xavier, Vila Mariana, Vila São Luiz, Vila Jussara, Vila Mangay, Jardim Durex, Conjunto Alcindo Franco Machado, Vila Pazeto, Conjunto Nhu Verá, Vila Etelvina, Vila Ana Mansano, Conjunto Caiuás, Vila Paulista, Vila Limeira e Vilas Militares.
A previsão da retomada de reabastecimento é a partir das 14h.
Uma forte tempestade atingiu o município de Juti no final da tarde deste sábado (11), provocando diversos estragos em diferentes pontos da cidade. De acordo com informações do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), os ventos chegaram a ultrapassar os 60 km/h durante o temporal, que teve duração aproximada de 30 minutos.
A força do vento destelhou casas, derrubou árvores e atingiu veículos estacionados em vias públicas. Até o momento, a reportagem não identificou registros de vítimas, apenas prejuízos materiais.
Um dos locais mais afetados foi o módulo esportivo Jonas Libert, onde a arquibancada foi completamente destruída pela ventania. Moradores e voluntários já iniciaram mutirões de limpeza, e a Administração Municipal, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Obras e da Defesa Civil, está mobilizada para prestar apoio e realizar os reparos emergenciais.
Devido às condições climáticas, a final do 2º Campeonato Municipal de Futsal que aconteceria neste sábado também foi adiada. A Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes (SEMECE) deve anunciar uma nova data nos próximos dias.
A Prefeitura de Juti orienta a população a redobrar os cuidados e evitar transitar por áreas com fios rompidos, galhos caídos ou estruturas danificadas.
Nas fotos momentos do ano de lançamento de 60 novas moradias nessa sexta-feira, 10 de outubro, em Naviraí. (Fotos e vídeos: Vilson Nascimento)
Vilson Nascimento
Graças a ação do poder público, 60 famílias de Naviraí vão poder realizar o sonho da casa própria. Em localidade privilegiada, ao lado do Balneário Municipal, o Loteamento Interlagos I terá toda a infraestrutura logística, como asfalto, por exemplo, e inclusive biblioteca e praça.
Durante o lançamento do novo Loteamento, o prefeito de Naviraí, Rodrigo Sacuno, fez questão de ressaltar que as 60 moradias, que terão 49,53 m² de área construída em lotes de até 320 m², um investimento na ordem de mais de R$ 11,2 milhões, é fruto de uma tríplice parceria entre governo federal através do Programa Minha Casa, Minha Vida, Faixa 1, do Ministério das Cidades, do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul através da Agehab (Agência de Habitação Popular do Estado de Mato Grosso do Sul) e da Prefeitura de Naviraí, através da Superintendência de Habitação e Regularização Fundiária.
Sacuno também fez questão de mencionar que o empreendimento, que vai melhorar a qualidade de vida de dezenas de pessoas que hoje pagam aluguel ou dependem de terceiros, só foi possível graças ao empenho da atual administração em Naviraí, que garantiu a contrapartida.
O prefeito também destacou o compromisso e o empenho da atual administração em buscar recursos e ações, tanto em escala estadual como federal, para promover o desenvolvimento do município e melhorar a qualidade de vida da população naviraiense.
“Apesar de pensamentos divergentes, no que diz respeito a gestão, deixamos de lado a questão política e ideológica e como políticos buscamos o que é melhor para nosso município e nossa população”, disse Rodrigo Sacuno. (ASSISTA ABAIXO)
O lançamento do novo Residencial contou com a presença de moradores, autoridades e agentes públicos de várias áreas, além do senador da República, Nelsinho Trad.
Nelsinho, que tem como seu primeiro suplente ao Senado Federal o empresário José Chagas, que é de Naviraí, destacou seu compromisso com o município e ressaltou a importância do bom relacionamento entre prefeitura e Câmara para, segundo ele, conquistar recursos e promover o bem-estar da população.
O senador também destacou positivamente o trabalho desenvolvido pela gestão do prefeito Rodrigo Sacuno e sua vice-prefeita, Telma Minari.
“Estou vendo aqui em Naviraí uma administração com olhar para o futuro, levando à ponta do lápis as contas públicas, organizando a cidade e implementando um jeito moderno de administrar”, disse Nelsinho Trad. (ASSISTA ABAIXO)
Além do prefeito, Rodrigo Sacuno, que no ato estava acompanhado da primeira-dama, Naiza Capuci e autoridades e personalidades já citadas, também estiveram presentes, prestigiando o lançamento das 60 novas moradias, em Naviraí o superintendente do patrimônio da União no Mato Grosso do Sul, Tiago Botelho, o presidente da Câmara Municipal de Naviraí, vereador Daniel Moretto que estava acompanhado dos demais vereadores do município, Ubitratan Rebouças Chaves, diretor executivo da AGEHAB/MS, Márcio Albino, superintendente de habitação e regularização fundiária de Naviraí e representantes da Caixa Econômica Federal, demais gerentes da administração local e o coordenador político regional da Casa Civil do Governo do Estado, em MS, Gerson Schaustz.
O prefeito de Naviraí, Rodrigo Sacuno.O senador Nelsinho Trad.O presidente da Câmara, vereador Daniel Moretto.O representante da Agehab-MS, Ubitratan Rebouças Chaves.O representante da Caixa Econômica Federal, instituição pela qual é liberada a parte do recurso federal para a obra.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) firmaram uma cooperação para expandir o atual Centro Nacional de Vacinas (CN Vacinas), sediado no Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC).
Criado em 2016, o CN Vacinas é parte de uma estratégia do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) que transformou o antigo Centro de Tecnologia de Vacinas da UFMG em um local de pesquisas em biotecnologia e inovação em imunobiológicos.
O acordo com a Fiocruz visa potencializar o atendimento às demandas de autonomia e soberania nacional em tecnologia, testagem e produção de vacinas, além do desenvolvimento de kits de diagnósticos e fármacos, contribuindo para o Sistema Único de Saúde (SUS) e o desenvolvimento socioeconômico brasileiro.
O presidente da Fiocruz, Mário Moreira, explicou que esse não é um plano só da Fiocruz ou da UFMG, mas “um projeto de autonomia e de soberania no tempo em que se discute a redução da vulnerabilidade com relação a tecnologias e produtos desenvolvidos no exterior”.
“A covid-19 mostrou que precisamos ter mais altivez na discussão e elaboração de políticas públicas”, disse.
A reitora da UFMG, Sandra Goulart de Almeida, ressaltou que a cooperação com a Fiocruz é extremamente relevante para a instituição e para pesquisa na área de saúde.
“Esse é um projeto de Estado. A ideia é atender o país em uma área extremamente necessária, que a pandemia comprovou”, avaliou.
Com desenvolvimento crescente e foco nas exportações, o Mato Grosso do Sul se consolida com a diversificação produtiva, aliada a continuidade comercial de itens como carne, grãos e cana-de-açúcar.
O Estado tem grande visibilidade como vitrine de negócios para empresas e indústrias nacionais e internacionais, com projeção de alcançar o terceiro maior crescimento do PIB 2025 (5,3%) – conforme análise recente da Resenha Regional do Bando do Brasil.
Os dez principais destinos das exportações sul-mato-grossenses são China, Estados Unidos, Países Baixos, Indonésia, Itália, Chile, Argentina, Emirados Árabes Unidos, Turquia e Índia, que em conjunto, responderam por mais de 85% do valor exportado. Também figuram como principais parceiros comerciais do Estado países como Itália, Argentina, Holanda e Uruguai, num total de 120 países com os quais o MS mantém relações comerciais para exportação de produtos.
Investimentos na área de lojistíca – com a Rota Bioceânica e a Rota da Celulose –, além da transformação do Estado em ‘Carbono Neutro’ com base em políticas efetivas de transição energética, agricultura sustentável, redução do desmatamento e segurança alimentar, contribuem para a geração de emprego e renda em todos os municípios.
A relevância do Estado, como “potência agrícola” é evidente devido a representividade dos produtos sul-mato-grossenses no mercado interno e externo. Nas exportações, os destaques são os itens como carne (bovina, suína e de frango), soja, milho, produtos florestais, cana-de-açúcar, amendoim, cítricos e mineração.
Em 2024, Mato Grosso do Sul exportou aproximadamente US$ 7,5 bilhões, consolidando-se como um dos principais estados exportadores do Centro-Oeste. Os dados – do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) –, apontam que os principais produtos exportados, origem agroindustrial, são soja (em grãos), responsável por aproximadamente US$ 3,68 bilhões, além de produtos florestais (US$ 2,67 bilhão), carnes (US$ 1,71 bilhão) e cereais, farinhas e preparações (US$ 222,85 milhões)
E os principais destinos de produtos provenientes de MS são a China (47,09%), União Eropéia (11,89%) – bloco econômico composto por 27 países –, Estados Unidos (5,71%) e a Indonésia (2,96%). Mas países como Chile, Emiradores Árabes, Turquia, Índia, Egito e Argélia, também aparecem como outros destinos de produtos sul-mato-grossenses.
O mercado chinês, principal consumidor da produção de Mato Grosso do Sul, recebe principalmente soja, celulose e carne bovina. No caso da soja, são exportados mais de 5,6 milhões de toneladas, com valor de aproximadamente US$ 2,4 bilhões.
A lista de produtos exportados para diversos países também contém itens como ferro, pó de ferro ou aço, celulose, produtos florestais, farelos de soja e outros alimentos para animais, açúcares e melaços, milho, couro, minério de ferro, entre outros.
Os alimentos e outros produtos de MS são consumidos e utilizados em países da América do Sul e do Norte, além da Europa, África e Ásia, demonstrando a importância mundial da produção agrícola do Estado.
Já este ano, com a continuidade do crescimento das exportações de MS, o secretário Jaime Verruck (Semadesc), confirmou que o cenário demonstra a força e o dinamismo do setor exportador do Estado. “Mesmo em um cenário de incertezas no comércio internacional, Mato Grosso do Sul conseguiu expandir suas vendas externas, com destaque para a carne bovina e para a diversificação de destinos. Esse desempenho reforça nossa competitividade e abre caminho para novos mercados”.
Com a quarta maior produção de carne bovina, com 3,96 milhões de cabeças, o MS também é o quarto estado no ranking desta exportação no País. Já em produtos florestais, o Estado é o segundo em produção, e o primeiro em exportação, com 1,75 milhão de hectares (eucalipto, seringueira e pinus).
“Podemos destacar a solidez do desempenho de nossas exportações lideradas pela celulose, seguida de perto pela soja e com uma participação importante do setor de carnes. Nossa economia está fortemente alicerçada nessas commodities. Somos essencialmente um Estado exportador”, disse Verruck, sobre o resultado das exportações nos nove primeiros meses do ano.
O Estado é ainda o terceiro maior exportador de etanol do Brasil, com vendas que somaram US$ 98 milhões. O produto é adquirido por 35 países, incluindo Holanda, Canadá, China, Egito, Iraque, Portugal, Rússia, Uruguai e Bangladesh.
Além do impacto econômico, a bioenergia em MS exerce um papel essencial na agenda ambiental. O setor é protagonista na mitigação das emissões de carbono, não apenas por seu processo produtivo eficiente e sustentável, mas também pela oferta integrada de combustíveis, alimentos e energia de fonte limpa e renovável, com menor pegada de carbono.
A contribuição estratégica fortalece o protagonismo do setor no MS Carbono Neutro 2030, plano estadual que reconhece o papel da bioenergia na construção de um futuro mais sustentável e de baixo carbono.
Desenvolvimento
O fluxo de exportações contribui diretamente para fortalecer a balança comercial, mitigando desequilíbrios, além de promover estabilidade cambial, reduzir a exposição do país a choques externos, ampliar a capacidade de investimentos públicos e privados, gerar emprego e renda, e ainda sustentar as cadeias produtivas ligadas à produção, transporte, armazenamento e serviços de apoio ao comércio exterior.
O desempenho positivo gera impactos diretos na economia e na produção agropecuária do Estado, com estímulo a continuidade de investimentos e ainda contribui para o desenvolvimento das regiões produtoras. O cenário ainda reforça a confiança dos produtores rurais para manter investimentos em tecnologia, produtividade e qualidade, que sustentam a competividade do agronegócio.
O Estado mantém o ritmo de expansão das exportações, consolidando a presença dos produtos sul-mato-grossenses nos principais mercados internacionais, mesmo em um cenário global com desafios. O trabalho conjunto entre produtores e agroindústrias, com o apoio do Governo de MS, reforçou a competitividade e a qualidade da produção regional.
Cadeias estáveis e permamentes de produção – soja, carne e celulose, que juntas representam 70% do faturamento – mantém as exportações estaduais, ao mesmo tempo que novos mercados e produtos reforçam a diversificação e a resiliência do setor em MS.
Para o interior de MS, um dos efeitos diretos do dinamismo das exportações está relacionado a interiorização do desenvolvimento econômico, em municípios como Campo Grande, Dourados, Corumbá, Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo, que se consolidam como polos de produção, processamento e escoamento de matérias-primas estratégicas, como soja e minério de ferro.
O processo favorece a atração de investimentos estrangeiros diretos, aumenta a arrecadação estadual e municipal, expande a infraestrutra logística e energética e ainda contribui para adoção de tecnologias voltadas à eficiência produtiva e sustentável. Fatores que reforçam o papel do comércio exterior como vetor de integração competitiva de Mato Grosso do Sul à economia global.
O cenário exportador de Mato Grosso do Sul evidencia um modelo de crescimento sustentado pela inserção internacional, onde a combinação entre agronegócio, industrialização e inovação tecnológica posiciona o Estado com destaque na geração de riqueza e na estabilidade macroeconômica do Brasil.
Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS Fotos: Álvaro Rezende/Secom
A servidora municipal Arlete Sarate marcou presença como delegada na 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, realizada em Brasília entre os dias 29 de setembro a 1º de outubro de 2025. Sua participação representou não apenas o município de Caarapó, mas também o compromisso local com a construção de políticas públicas voltadas à igualdade de gênero e ao enfrentamento das desigualdades sociais.
Arlete Sarate destacou-se pelo engajamento em pautas fundamentais, como a ampliação da rede de proteção às mulheres em situação de violência, o fortalecimento da participação feminina nos espaços de decisão política e a valorização da mulher trabalhadora. Sua presença foi um símbolo de representatividade indígena e de voz ativa na defesa dos direitos femininos, levando as demandas locais para o debate nacional.
A 5ª Conferência reuniu lideranças de todo o país, com o objetivo de traçar diretrizes e propor ações que orientem as políticas públicas para os próximos anos.
A luta pelos direitos das mulheres é também uma luta local, que começa na comunidade, mas que ganha força e legitimidade nos espaços nacionais de discussão e formulação de políticas.
A população de Amambai vai receber, no próximo dia 17 de outubro, uma grande ação social com diversos atendimentos jurídicos gratuitos, promovida para facilitar o acesso à Justiça e oferecer orientação a quem mais precisa.
Os serviços serão realizados das 8h às 16h, na Associação Comercial de Amambai, e vão contar com a participação da Van dos Direitos, da Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul, e da Justiça Itinerante, do Tribunal de Justiça de MS (TJMS). A iniciativa tem o apoio da Prefeitura de Amambai e da Câmara Municipal, e atende a um pedido da vereadora Suzana Ulisses, por meio de indicação apresentada no Legislativo.
De acordo com o defensor público Marcelo Marinho, a ação representa uma oportunidade única para a comunidade.
Durante o evento, serão oferecidos atendimentos como:
Conversão de união estável em casamento, com emissão da certidão no mesmo dia;
Divórcio, guarda, pensão alimentícia, investigação de paternidade e inventário;
Usucapião, cobranças indevidas e demandas de saúde (exames, medicamentos, internações e consultas);
Atendimentos criminais e de execução penal;
Solicitação de segunda via de certidões de nascimento, casamento ou óbito;
Consulta de andamento processual;
Orientações jurídicas em geral para quem deseja conhecer melhor seus direitos.
Para ser atendido, é necessário levar documentos pessoais, como RG, CPF, certidões de nascimento ou casamento, comprovante de residência e renda, além de fotografias, recibos e os nomes e endereços das pessoas envolvidas. No caso da conversão de união estável em casamento, o casal deve apresentar também as certidões de nascimento dos filhos, se houver, e duas testemunhas que confirmem a convivência.
A Defensoria Pública lembra que o atendimento é voltado a pessoas que não têm condições de pagar por um advogado particular.
Com o apoio do TJMS, Defensoria Pública, Prefeitura, Câmara Municipal e da vereadora Suzana Ulisses, Amambai dá mais um passo importante para garantir acesso à cidadania e à Justiça para todos.
O governador Eduardo Riedel sancionou a Lei nº 6.480, de autoria do deputado estadual Coronel David (PL), que institui o Dia Estadual do Leonismo em Mato Grosso do Sul. A nova norma foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (9) e estabelece que a data será comemorada, anualmente, em 10 de outubro.
Com a sanção, o Dia Estadual do Leonismo passa a integrar o Calendário Oficial de Eventos do Estado, com o objetivo de reconhecer o trabalho voluntário realizado pelos membros do Lions Clube, divulgar os valores e as ações humanitárias do movimento leonístico e incentivar o engajamento da sociedade em atividades de caráter social, educativo e ambiental.
De acordo com o texto da lei, as comemorações alusivas à data poderão ser realizadas em parceria com clubes de serviço, entidades civis, escolas, universidades, prefeituras, câmaras municipais e demais órgãos públicos e privados.
Para o deputado Coronel David, a criação da data é uma forma de valorizar um movimento que, há décadas, contribui com a melhoria da qualidade de vida da população sul-mato-grossense.
“O Leonismo é sinônimo de solidariedade e compromisso com o próximo. Essa lei é um reconhecimento ao trabalho de todos os leoninos e leoninas que dedicam tempo e esforço para transformar realidades e fortalecer a cidadania em nosso estado”, destacou o parlamentar.