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quinta-feira, 2 de julho de 2026
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Inscrições para Vestibular e PASSE da UFMS terminam nesta quarta-feira

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Inscrições para o Vestibular e PASSE 2026 da UFMS encerram nesta quarta-feira (12) - (Foto: Arquivo)

Os candidatos interessados em ingressar na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) têm até esta quarta-feira (12) para se inscrever no Vestibular ou no Programa de Avaliação Seriada Seletiva (PASSE) 2026. As inscrições devem ser feitas exclusivamente no site, e só serão confirmadas após o pagamento da taxa de R$ 100.

As provas estão marcadas para 7 de dezembro (Vestibular) e 14 de dezembro (PASSE), no período das 8h às 13h (horário de Mato Grosso do Sul). Ambos os processos seletivos garantem ingresso em cursos de graduação presenciais e a distância no ano letivo de 2026.

Nesta edição, a UFMS ampliou sua oferta com três novos cursos de graduação aprovados pelo Conselho Universitário: Relações Internacionais (Esan), Inteligência Artificial (Facom) e Licenciatura em Ciências Sociais (Fach). As novidades reforçam o investimento da instituição em áreas estratégicas ligadas à tecnologia, humanidades e relações globais.

A universidade também disponibilizou o Manual do Candidato e o e-book “O texto dissertativo-argumentativo: construções e articulações”, que traz orientações práticas para a produção da redação, uma das etapas mais importantes do processo seletivo.

Formas de ingresso

O Vestibular UFMS 2026 é direcionado a candidatos que já concluíram ou vão concluir o Ensino Médio até o período de matrícula. A seleção ocorre em fase única, composta por prova objetiva e redação. As avaliações presenciais serão aplicadas em todas as cidades que possuem campus da UFMS: Campo Grande, Aquidauana, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã, Três Lagoas e Dourados.

Os candidatos também têm a opção de realizar a prova on-line, desde que disponham de um computador com câmera digital. Para testar o sistema, a universidade realizará um treinamento entre os dias 1º e 4 de dezembro. Já aqueles que não possuírem o equipamento poderão solicitar atendimento especial presencial.

O PASSE (Programa de Avaliação Seriada Seletiva), por sua vez, é voltado a estudantes que ainda estão cursando o Ensino Médio. O processo é composto por três etapas, aplicadas ao final de cada ano letivo, e a escolha do curso acontece apenas na terceira etapa, no último ano escolar.

Fonte: A Crítica de Campo Grande

IPCA: inflação recua para 0,09% em outubro, menor taxa para o mês em 27 anos

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— Foto: rawpixel.com/Freepik

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, ficou em 0,09% em outubro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo IBGE.

O resultado representa uma desaceleração de 0,39 ponto percentual em relação à setembro, quando os preços subiram 0,48% com o aumento na conta de luz. O recuo em outubro também ficou abaixo da expectativa do mercado, que previa um aumento entre 0,10% e 0,16% nos preços.

Segundo o IBGE, a taxa é a menor para um mês de outubro desde 1998, quando foi registrado 0,02%.

Com esses dados, a inflação oficial do país acumula alta de 3,73% em 2025 e 4,68% nos últimos 12 meses. Em outubro do ano passado, 2024, o IPCA havia avançado 0,56%.

Em outubro, o grupo Vestuário liderou a alta dos preços, subindo 0,51% e contribuindo com 0,02 ponto percentual no índice geral. No mês passado, esse grupo teve um alta ainda maior, 0,63%.

Por outro lado, a energia elétrica foi a principal influência negativa no índice do mês (-0,10 p.p.), com destaque para a energia elétrica residencial, que registrou queda de 2,39%.

IPCA: inflação recua para 0,09% em outubro, menor taxa para o mês em 27 anos
– Reprodução/g1

Veja o resultado dos grupos do IPCA em outubro

  • Alimentação e bebidas: 0,01%
  • Habitação: -0,30%
  • Artigos de residência: -0,34%
  • Vestuário: 0,51%
  • Transportes: 0,11%
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,41%
  • Despesas pessoais: 0,45%
  • Educação: 0,06%
  • Comunicação: -0,16%
IPCA: inflação recua para 0,09% em outubro, menor taxa para o mês em 27 anos
– Reprodução/g1

Conta de luz volta a registrar queda; calçados e acessórios mais caros
Em setembro, a conta de luz voltou a pesar no bolso após constribuir para a deflação em agosto. Com o fim do Bônus de Itaipu nas faturas, a energia elétrica residencial subiu 10,31% nomês.

Em outubro, no entanto, a conta de luz foi o principal motivo para a queda dos preços no mês passado. A energia elétrica residencial ficou 2,39% mais barata, segundo IBGE.

Segundo Fernando Gonçalves, gerente do IPCA, isso aconteceu porque a bandeira tarifária mudou: saiu da vermelha patamar 2, que cobrava R$ 7,87 a mais a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, para a vermelha patamar 1, com cobrança extra menor, de R$ 4,46.

Outros itens que também ajudaram a segurar a inflação no mês passado foram a queda no preço de aparelhos telefônicos (-2,54%) e no seguro de carros (-2,13%).

No IPCA de outubro, o grupo Alimentação e bebidas, que tem o maior peso na inflação, ficou praticamente estável, com alta de apenas 0,01%, interrompendo uma sequência de quedas.

De acordo com o IBGE, esse foi o menor resultado do grupo para o mês desde 2017.

Dentro desse grupo, a alimentação em casa caiu 0,16%, com destaque para a queda do arroz (-2,49%) e do leite longa vida (-1,88%). Já a batata-inglesa (8,56%) e óleo de soja (4,64%) ficaram mais caros.

A alimentação fora de casa, por sua vez, subiu mais em outubro — passou de 0,11% em setembro para 0,46% no mês passado. Os lanches ficaram 0,75% mais caros, e as refeições, 0,38%.

O grupo Vestuário teve a maior alta do mês (0,51%), puxada por calçados e acessórios (0,89%) e roupa feminina (0,56%). Em Despesas pessoais (0,45%), o destaque foi o aumento do empregado doméstico (0,52%) e do pacote turístico (1,97%).

Saúde e cuidados pessoais (0,41%) foi o grupo que mais influenciou a inflação de outubro, com destaque para produtos de higiene (0,57%) e planos de saúde (0,50%).

Nos Transportes (0,11%), o aumento veio principalmente das passagens aéreas (4,48%) e dos combustíveis (0,32%). O óleo diesel foi o único a cair (-0,46%), enquanto etanol (0,85%), gás veicular (0,42%) e gasolina (0,29%) tiveram leve alta.

Fonte: Micaela Santos, g1

Martinho e Rui Cordeiro decidem a final da Copa Tereré nesta terça-feira (11) em Amambai

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Fotos: Divulgação

Redação

A Sociedade Esportiva Tereré realiza nesta terça-feira (11), a partir das 19h, a final da Copa Tereré de Futebol Interno entre Martinho e Rui Cordeiro, em Amambai. A disputa pelo terceiro lugar colocará frente a frente Galego e Assis Piroli.

As semifinais, realizadas na última terça-feira (4), terminaram com vitória de Rui Cordeiro sobre Assis Piroli por 3 a 1, e triunfo de Martinho sobre Galego por 3 a 0, definindo as equipes finalistas.

Além desses quatro times, a edição de 2025 contou com Paulinho Brescovit e Bando Velho Nelder na fase classificatória.

Segundo a organização, os nomes das equipes homenageiam sócios fundadores e membros antigos do clube, sendo uma iniciativa da Comissão Organizadora para valorizar o legado daqueles que contribuíram para a construção da história da Sociedade Esportiva Tereré.

Martinho e Rui Cordeiro decidem a final da Copa Tereré nesta terça-feira (11) em Amambai
Equipe Martinho.
Martinho e Rui Cordeiro decidem a final da Copa Tereré nesta terça-feira (11) em Amambai
Equipe Rui Cordeiro.
Martinho e Rui Cordeiro decidem a final da Copa Tereré nesta terça-feira (11) em Amambai
Equipe Assis Piroli
Martinho e Rui Cordeiro decidem a final da Copa Tereré nesta terça-feira (11) em Amambai
Equipe Galego
Martinho e Rui Cordeiro decidem a final da Copa Tereré nesta terça-feira (11) em Amambai
Equipe Paulo Brescovit.
Martinho e Rui Cordeiro decidem a final da Copa Tereré nesta terça-feira (11) em Amambai
Equipe Bando Velho Nelder.
Martinho e Rui Cordeiro decidem a final da Copa Tereré nesta terça-feira (11) em Amambai

Fonte: Grupo A Gazeta

Sol aparece, mas MS tem possibilidade de chuvas isoladas nesta terça

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Campo Grande inicia o dia com céu aberto (Foto: Marcos Maluf)

O tempo deve seguir instável em boa parte de Mato Grosso do Sul nesta terça-feira (11), conforme previsão do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima). A expectativa é de sol entre nuvens, com chuvas isoladas e temperaturas que variam entre 17°C e 37°C no Estado.

Em Campo Grande, o dia será de céu parcialmente nublado, com mínima de 21°C e máxima de 35°C. A umidade relativa do ar pode ficar abaixo de 40% nas horas mais quentes, o que exige atenção com hidratação e exposição ao sol.

Na região Pantanal, cidades como Corumbá (27°C/35°C) e Porto Murtinho (23°C/37°C) devem ter sol e possibilidade de pancadas rápidas de chuva à tarde. Já em Aquidauana, a previsão é de 27°C a 33°C, também com chance de chuva passageira.

No norte do Estado, Coxim (24°C/37°C) e Camapuã (20°C/35°C) terão tempo abafado, com aumento de nebulosidade ao longo do dia e possibilidade de chuvas isoladas.

A região leste, que inclui Paranaíba (19°C/35°C) e Três Lagoas (19°C/35°C), segue com clima quente e úmido, alternando momentos de sol forte e pancadas de chuva típicas de primavera.

No sudoeste e cone-sul, o tempo fica mais ameno. Ponta Porã registra mínima de 18°C e máxima de 31°C, enquanto Iguatemi deve variar entre 19°C e 31°C, ambas com previsão de céu nublado e possibilidade de chuva. Em Dourados, a mínima será de 17°C e a máxima de 33°C.

O Cemtec aponta que a combinação de calor e umidade favorece a formação de nuvens carregadas, o que pode resultar em pancadas isoladas de chuva e trovoadas em algumas regiões. A orientação é para que a população evite exposição prolongada ao sol, especialmente entre 10h e 16h, e mantenha-se hidratada ao longo do dia.

Fonte: Gabriel Neris/Campo Grande News

Por indicação de Suzana Ulisses, Câmara de Amambai homenageia motorista de ônibus universitário

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Fotos: Assessoria

Por indicação da vereadora Suzana Ulisses, a Câmara de Amambai homenageou o motorista da empresa AnjosTur, Marcos Sorce Correia, pelos relevantes serviços prestados à Associação dos Universitários de Amambai a Dourados (AUNAD), destacando-se pela seriedade, comprometimento, coragem, habilidade e experiência demonstradas no exercício de sua função.

No dia 27 de outubro de 2025, o ônibus da empresa AnjosTur, responsável pelo transporte de universitários de Amambai a Dourados, se envolveu em um acidente na rodovia, após a rotatória da Embrapa, já em pista dupla. Na ocasião, Marcos demonstrou profissionalismo e controle emocional ao evitar que o acidente tomasse proporções mais graves.

Durante uma ultrapassagem legal, o motorista de um caminhão que o ônibus pretendia ultrapassar não avistou o veículo universitário, pois desviava de um automóvel à sua frente. Diante da situação, o caminhão acabou colidindo lateralmente com o ônibus, que já se encontrava na pista. Com habilidade, Marcos estabilizou o veículo, evitando um acidente de maiores proporções e uma possível tragédia.

Graças à conduta e postura profissionais de Marcos, nenhum passageiro sofreu ferimentos. Além disso, a empresa AnjosTur prestou todo o suporte necessário, realizando os levantamentos legais e garantindo que os universitários chegassem em segurança à UNIGRAN.

Este ato demonstra valores que merecem ser reconhecidos e enaltecidos publicamente, como competência técnica, responsabilidade, compromisso com a vida e zelo pela segurança dos passageiros. Com isso, a Câmara de Amambai manifesta seu reconhecimento e aplausos a Marcos Sorce Correia, exemplo de profissional dedicado, responsável e comprometido com a segurança de todos.

Fonte: Assessoria, com edição Redação A Gazeta

Com 1.131 novas empresas abertas em outubro, MS completa 10 meses seguidos de crescimento

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Pelo décimo mês consecutivo, Mato Grosso do Sul avança na abertura de novas empresas. Em outubro, foram registradas 1.131 novas firmas, conforme balanço divulgado pela Junta Comercial de Mato Grosso do Sul (Jucems). No acumulado do ano, o Estado contabiliza 11.379 novas empresas constituídas, resultado que confirma o dinamismo da economia sul-mato-grossense.

O setor de serviços manteve a liderança, com 843 novos empreendimentos abertos em outubro. Na sequência aparecem o comércio, com 234 registros, e a indústria, com 54.

Entre os subsetores da economia, os destaques foram: Holding de Instituições Não Financeiras (54), Serviços Combinados de Escritório e Apoio Administrativo (38), Transporte Rodoviário de Carga Intermunicipal e Interestadual (32), Cultivo de Soja (30), Treinamento em Desenvolvimento Profissional e Gerencial (27) e Atividades Médicas Ambulatoriais (23), entre outros.

Segundo o levantamento, este é o décimo mês consecutivo em que a Jucems ultrapassa a marca de mil registros mensais. Do total de empresas abertas em 2024, 8.551 pertencem ao setor de serviços, 2.418 ao comércio e 410 à indústria.

Campo Grande lidera o ranking com 319 novas empresas, o que representa 46,7% do total. Na sequência estão Dourados (73), Três Lagoas (23), Chapadão do Sul (20), Corumbá (18), Naviraí (18), Ponta Porã (18), Costa Rica (11), Ribas do Rio Pardo (11) e Aquidauana (9).

Para o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, o resultado reflete o ambiente favorável aos negócios no Estado.

“Esse crescimento constante demonstra que Mato Grosso do Sul consolidou um ambiente de segurança jurídica e de incentivo ao empreendedorismo. As políticas de simplificação, desburocratização e apoio aos pequenos e médios negócios estão permitindo que mais pessoas invistam e formalizem suas atividades, fortalecendo a economia em todos os municípios”, destacou Verruck.

Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc

Agricultura sustentável impulsiona o Brasil na meta de neutralidade climática até 2050

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Com o início da COP30, em Belém (PA), o papel da agricultura brasileira na agenda climática global volta ao centro das discussões. Para a Famasul, o setor rural é peça estratégica no cumprimento das metas nacionais para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e alcançar a neutralidade climática até 2050.

Enquanto setores como o energético e o industrial enfrentam limitações para neutralizar emissões no curto prazo, o agro se destaca pelo potencial único de capturar carbono em larga escala, aliando produção de alimentos, fibras e energia à conservação de recursos naturais.

A nova meta climática brasileira, apresentada na COP29, prevê a redução das emissões líquidas entre 59% e 67% até 2035, em relação aos níveis de 2005. Segundo a analista do Departamento Técnico do Sistema Famasul, Lenise Castilho, a agricultura é o setor que mais oferece soluções efetivas e mensuráveis para mitigação das emissões, combinando aumento de produtividade com conservação ambiental.

Entre as práticas que fortalecem esse papel estão o plantio direto, a rotação de culturas, a recuperação de áreas degradadas e o uso crescente de bioinsumos. “O sistema de plantio direto, por exemplo, reduz a emissão de CO₂ e aumenta o estoque de carbono no solo. Já o uso de inoculantes biológicos em substituição parcial aos fertilizantes químicos diminui significativamente a liberação de óxido nitroso (N₂O), um gás de efeito estufa com potencial 265 vezes maior que o do CO₂

Outro destaque é a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), tecnologia que permite melhor aproveitamento do solo e maior sequestro de carbono. Pesquisas da Embrapa indicam que sistemas integrados podem alcançar saldo de até 51,3 toneladas de CO₂ equivalente por hectare em quatro anos, graças ao aumento do estoque de carbono em biomassa e no solo. Mato Grosso do Sul lidera nacionalmente na adoção de sistemas integrados, com mais de 3 milhões de hectares cultivados nesse modelo.

“O setor rural é protagonista na transição para uma economia de baixo carbono, mantendo a produção de alimentos, fibras e energia dentro de um modelo sustentável”, reforça Lenise.

Na safra 2025/26, está previsto o cultivo de 49,07 milhões de hectares com soja no país, um aumento de 3,6% em relação à safra anterior, avanço que deve ocorrer principalmente sobre áreas de pastagens degradadas. Em Mato Grosso do Sul, a expectativa é de 4,8 milhões de hectares cultivados, com 99,9% da área sob plantio direto, evidenciando o compromisso do estado com práticas conservacionistas e mitigação das emissões.

No âmbito estadual, a Famasul atua na disseminação das tecnologias que sustentam a agricultura de baixo carbono. Por meio do Senar/MS, promove capacitações, treinamentos e assistência técnica voltados à adoção de sistemas integrados, plantio direto, recuperação de pastagens e proteção de nascentes. A instituição também fortalece a articulação técnica com o setor público e a pesquisa, além de ampliar o acesso a programas como o PSA Pantanal, que incentiva a preservação ambiental e o uso racional dos recursos naturais.

Essa atuação fortalece a inserção de Mato Grosso do Sul na agenda climática nacional e reforça o protagonismo do produtor rural sul-mato-grossense na transição para uma agricultura cada vez mais sustentável, competitiva e alinhada às metas globais de neutralidade de carbono.

Assessoria de Imprensa do Sistema Famasul – Ana Palma

MS aposta em recorde de etanol de milho e fortalece opções de comercialização para produtores

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Mato Grosso do Sul consolida seu protagonismo na bioenergia com a expansão da produção de etanol de milho, alternativa que combina sustentabilidade, competitividade e novas oportunidades para o campo. Para a Famasul, esse avanço está alinhado à meta de tornar o estado carbono neutro até 2030. Além de gerar empregos, atrair investimentos e agregar valor à produção agrícola, o etanol de milho se apresenta como uma opção estratégica de comercialização para o produtor rural, fortalecendo o desenvolvimento econômico e sustentável do setor.

Na safra 2024/2025, três usinas — duas da Inpasa Brasil, em Dourados e Sidrolândia, e uma da Neomille CerradinhoBio, em Maracaju — responderam por 38,1% dos 4,3 bilhões de litros produzidos no estado.

Para o analista de economia do Sistema Famasul, Jean Américo, o movimento reflete uma mudança de paradigma. “Estamos vivenciando uma transição energética, saindo de um combustível fóssil para um combustível renovável. O etanol, além de reduzir impactos ambientais, também representa um ganho econômico para o consumidor e para o produtor rural”.

O analista explica que a presença das indústrias em regiões estratégicas facilita o escoamento da safra e garante preços mais competitivos. “Com a produção ficando no estado, o produtor tem uma alternativa de comercialização que reduz custos logísticos e fortalece a renda. É uma oportunidade sustentável em todos os sentidos ambiental, econômico e social”, reforça.

Com a previsão, segundo a Conab, de que a produção alcance 4,9 bilhões de litros na safra 2025/2026, sendo 42,8% derivados do milho, o setor de bioenergia deve ganhar ainda mais relevância em Mato Grosso do Sul. A demanda das usinas tem incentivado os produtores a manterem ou ampliarem a área cultivada de milho segunda safra, que soma expectativa de 14 milhões de toneladas neste ciclo. Jean Américo reforça que esse cenário proporciona maior segurança ao agricultor. “Quando parte significativa da produção permanece no estado, há estabilidade de preços e uma alternativa mais competitiva em comparação à exportação. Essa integração fortalece tanto a indústria quanto o produtor”.

De acordo com o consultor técnico da Famasul, Lenon Lovera, o impacto é sentido diretamente no campo. “A demanda das usinas estimula o produtor a manter ou ampliar a área plantada de milho segunda safra, que se destaca como a principal cultura nesse período. O preço regional mais atrativo, os coprodutos e a sinergia com a pecuária incentivam o aumento da área cultivada e da rentabilidade”, diz.

Outro aspecto que reforça a competitividade da cadeia é a dinâmica de integração entre campo e indústria. O milho abastece as usinas e, em contrapartida, os coprodutos retornam para as propriedades rurais, barateando custos de produção e estimulando sistemas integrados, como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Esse movimento tem impulsionado a instalação de fábricas de ração, centrais de distribuição e novas estruturas de confinamento próximas às unidades industriais, fortalecendo a economia regional e promovendo um modelo de produção mais eficiente e sustentável.

Para o presidente da Biosul (Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul), Amaury Pekelman, esse avanço representa um marco para o setor. “Mato Grosso do Sul, que já se destacava como o quarto maior produtor de etanol de cana-de-açúcar, potencializou nos últimos três anos sua capacidade com a produção de etanol de milho. Foi um passo estratégico para expandir e complementar o potencial do setor, consolidando o estado como um dos líderes em biocombustíveis sustentáveis”, analisa.

Com 19 usinas de cana e 3 de milho em operação, o estado se firma em uma matriz energética diversificada e alinhada à agenda global de descarbonização. “Com tecnologia, eficiência e sustentabilidade, estamos transformando Mato Grosso do Sul em um hub energético verde, capaz de gerar emprego, renda e um modelo produtivo de baixo carbono para o Brasil e o mundo”, complementa Pekelman.

Além do combustível renovável, a cadeia do milho se amplia com os coprodutos do processamento, como o DDG (Distillers Dried Grains), o WDG (Wet Distillers Grains), óleo de milho e CO₂ industrial. Esses insumos alimentam a pecuária, a suinocultura e a avicultura, ampliando a sinergia entre agricultura e proteína animal. “O DDG tem elevado teor de proteína e fibras, o que o torna uma base nutricional importante nas rações e reduz custos em momentos de alta dos grãos”, explica Lovera.

Outro diferencial é a logística reversa, onde o milho entra nas usinas e os coprodutos retornam para as propriedades rurais, barateando a produção e estimulando modelos integrados, como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Esse movimento também favorece a criação de fábricas de ração, centrais de distribuição e novas estruturas de confinamento próximas às indústrias, fortalecendo a economia regional.

O Sistema Famasul acompanha de perto o setor, oferecendo suporte técnico, cursos e programas de capacitação por meio do Senar/MS. A entidade também atua em campanhas de estímulo ao uso do biocombustível e marca presença em eventos, reforçando políticas públicas voltadas à bioenergia.

Assessoria de Imprensa do Sistema Famasul – Ana Palma

Foto de capa – Mairinco de Pauda/Semadesc

Arbitral define final da 21ª Copa Assomasul em Nova Andradina com premiação de R$ 60 mil e uma van para o campeão

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O arbitral da fase final da 21ª Copa Assomasul foi realizado nesta quinta-feira (6), na sede da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul), em Campo Grande, reunindo representantes das equipes classificadas das Séries A e B, além das finalistas da Copa Feminina.

Durante o encontro, foram definidos os detalhes da grande final, que acontecerá em Nova Andradina, cidade escolhida por sorteio entre os municípios interessados — Porto Murtinho, Campo Grande e Nova Andradina. A decisão foi recebida com entusiasmo pelo prefeito Dr. Leandro, que destacou a importância de sediar um evento desse porte:

“É uma alegria enorme receber a final da Copa Assomasul. O esporte movimenta a cidade, fortalece o comércio e traz um clima de confraternização. Nova Andradina está pronta para receber as delegações e celebrar o futebol municipalista”, afirmou o prefeito.

Arbitral define final da 21ª Copa Assomasul em Nova Andradina com premiação de R$ 60 mil e uma van para o campeão

Fotos: Edson Ribeiro

A fase final contará com dez equipes classificadas:

  • Série A: Porto Murtinho, Campo Grande, Nova Andradina e Tacuru.
  • Série B: Selvíria, Alcinópolis, Anastácio e Dois Irmãos do Buriti.
  • Copa Feminina: duas equipes finalistas, sendo uma neste sábado (8), em Campo Grande, e outra no dia 22 de novembro, em Mundo Novo.

A Assomasul confirmou R$ 60 mil em prêmios em dinheiro para a Série A, valor que contempla os quatro primeiros colocados, o melhor artilheiro e o goleiro menos vazado, além de uma van zero quilômetro oferecida pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul ao time campeão.

Na Série B, o montante total de R$ 30 mil também será dividido entre os quatro primeiros colocados, o melhor artilheiro e o goleiro menos vazado, somando ainda R$ 100 mil em materiais esportivos destinados à equipe campeã.

“Chegamos à reta final com o sentimento de dever cumprido. A Copa Assomasul é um evento que integra, valoriza o servidor público e leva o nome dos municípios para todo o estado. O regulamento precisa ser cumprido até o fim, garantindo uma disputa justa e equilibrada. Boa final a todos”, destacou o diretor de Esportes da entidade, Delegado Cleverson.

Arbitral define final da 21ª Copa Assomasul em Nova Andradina com premiação de R$ 60 mil e uma van para o campeão

A Copa Assomasul é uma realização da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul), com apoio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte) e da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (SETESC), por meio do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.

Estudo mostra papel do produtor na preservação ambiental

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Foto: Vilson Nascimento

O estudo “Atribuição, uso e ocupação do solo no Brasil”, da Embrapa Territorial, lançado no pavilhão AgroBrasil, na AgriZone, revela que os produtores rurais brasileiros preservam 29% das matas nativas do Brasil dentro das propriedades.

De acordo com o estudo, cerca de 65,6% do país ainda mantém vegetação nativa preservada. As áreas dedicadas às atividades agropecuárias (lavouras, pastagens e florestas plantadas) ocupam 31,3% do território.

Os números reforçam que, para cada hectare dedicado à agropecuária, há 0,9 hectares de protegido dentro das propriedades e 2,1 hectares de vegetação nativa total.

Bruno Lucchi, diretor técnico da CNA, que mediou o painel do lançamento do estudo, reforçou o protagonismo do produtor rural na preservação ambiental e a relevância global do modelo produtivo brasileiro.

“Hoje, 44% das áreas preservadas no país estão sob a responsabilidade de produtores rurais. Na Amazônia, a cada hectare produzido, dois são preservados, o que reflete que o Brasil é uma referência mundial em produção aliada à conservação”, destacou.

Lucíola Alves, chefe-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, destacou dados sobre a atribuição, ocupação e uso das terras no Brasil e evidenciou o papel fundamental do produtor rural na preservação ambiental.

Já o pesquisador da Embrapa, Alfredo Homma, apresentou os desafios e as oportunidades para uma agricultura mais sustentável na região Amazônica.

Amazônia – Nesse bioma, o estudo da Embrapa apontou que os produtores rurais destinam 27,4% da área total dos imóveis rurais à preservação ambiental e contribuem, assim, que 83,7% do território do bioma mantenha cobertura de vegetação nativa. As atividades agropecuárias ocupam apenas 14,1% da área, sendo que 12,1% são de pastagens e 2% são de lavouras.

A proporção revela um cenário de equilíbrio em que, para cada hectare utilizado em produção agropecuária, há quase dois hectares dedicados à preservação ambiental dentro dos imóveis rurais e seis hectares de vegetação nativa em todo o bioma.

Ou seja, um terço de toda a vegetação nativa amazônica é preservada dentro das propriedades rurais.

Cerrado – No bioma, os produtores rurais destinam 34,7% da área dos imóveis à preservação ambiental e contribuem para que 52,2% do bioma permaneça coberto por vegetação nativa, de acordo com o estudo da Embrapa Territorial.

No levantamento, é possível notar que as atividades agropecuárias ocupam 45,9% do território de cerrado, com destaque para pastagens (30%), lavouras (14,2%) e silvicultura (1,7%). Na prática, isso significa que, para cada hectare produtivo, há 0,8 hectares de protegidos dentro das propriedades e 1,1 hectares de vegetação nativa total.

Uso do WhatsApp no agronegócio cresce 291%

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“A comunicação via WhatsApp é hoje um insumo estratégico para o agronegócio". (Foto: Vilson Nascimento)

A digitalização avança de forma acelerada no campo brasileiro, e a comunicação por aplicativos se consolida como uma ferramenta essencial para o agronegócio. Um levantamento recente mostrou que o WhatsApp se tornou o principal canal de contato entre produtores, clientes e fornecedores, refletindo a transformação tecnológica que atinge o setor em todo o país.

Segundo pesquisa da Poli Digital, empresa goiana especializada em automação de canais, o volume de mensagens trocadas por clientes do agro cresceu 291% entre maio de 2023 e maio de 2025. A média mensal de interações passou de 7.755 para 27.848, um salto que confirma o peso do aplicativo nas relações comerciais e no suporte às vendas.

“A comunicação via WhatsApp é hoje um insumo estratégico para o agronegócio. Ele conecta produtores, clientes e fornecedores de forma instantânea, gera relacionamento e impulsiona vendas”, afirma Alberto Filho, CEO da Poli Digital. “Com a digitalização cada vez mais intensa do campo, tornou-se um canal essencial”.

O movimento acompanha o ritmo de expansão das chamadas agtechs. Estudo da AgTech Garage, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), estima que o mercado de tecnologias voltadas ao agro já movimenta cerca de R$ 25 bilhões ao ano e deve continuar crescendo até 2030. 

De olho nesse cenário, a Poli Digital desenvolveu soluções para integrar o WhatsApp às rotinas empresariais do campo. A empresa também aposta em integração financeira com o Poli Pay, sistema que permite gerenciar pedidos e realizar cobranças diretamente pelo chat, com catálogo e carrinho de compras. O índice de conversão chega a 46%, o dobro da média dos e-commerces tradicionais. Com o aplicativo presente em 99% dos celulares brasileiros, a troca instantânea de informações se tornou decisiva no agronegócio.

“No agro, o amanhã pode ser tarde demais”, resume Alberto. “Respostas rápidas, formas de pagamento e até o tom de voz fazem diferença na hora de fechar um negócio”, conclui.

INSS e Caixa suspendem venda de seguro ligado ao crédito consignado

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a Caixa Seguridade, subsidiária da Caixa Econômica Federal, firmaram um acordo para suspender a venda do seguro prestamista vinculado às operações de crédito consignado oferecidas a aposentados e pensionistas.INSS e Caixa suspendem venda de seguro ligado ao crédito consignadoINSS e Caixa suspendem venda de seguro ligado ao crédito consignado

Conhecido como “proteção financeira” ou “seguro vida prestamista”, o produto é atrelado ao empréstimo e cobre o saldo devedor em caso de morte, invalidez ou outras situações previstas em contrato.

Segundo o INSS, a medida busca garantir a proteção dos beneficiários e a regularidade na concessão do crédito consignado.

Pelo termo de compromisso, a Caixa Seguridade comprometeu-se a:

  • suspender temporariamente a oferta do seguro prestamista;
  • impedir a vinculação comercial entre o crédito e o seguro;
  • manter a liberação do consignado sem exigência de contratação de seguro;
  • aguardar a conclusão de processo administrativo para restituir seguros cobrados indevidamente de aposentados e pensionistas;
  • respeitar o limite de contratação de até 1,6 vez a renda mensal do benefício;
  • restituir os valores emprestados acima do limite de contratação; e
  • informar ao INSS, a cada 60 dias, o andamento das restituições.

A suspensão valerá por 30 dias ou até a conclusão do processo administrativo que analisará possíveis irregularidades na cobrança do seguro.

Em nota, o INSS afirmou que o acordo “visa assegurar a defesa dos interesses dos beneficiários e a observância integral da legislação na contratação do crédito consignado”.

A Caixa Seguridade informou que entende estar em conformidade com as normas vigentes, mas aceitou a suspensão “para avaliar a adequação dos procedimentos e colaborar com o processo de apuração”.

Outros bancos

Em junho, o INSS suspendeu novas autorizações de crédito consignado a segurados. A decisão ocorreu após a operação da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU) que identificou descontos indevidos realizados por associações e entidades de aposentados e pensionistas.

Em agosto, o órgão cancelou acordos de cooperação técnica com oito instituições financeiras. Em outubro, mais quatro bancos e financeiras tiveram a autorização para operações de consignado do INSS suspensas de forma cautelar.

Em 30 de outubro, o INSS firmou compromisso para que o Banco BMG restitua mais de R$ 7 milhões cobrados indevidamente de cerca de 100 mil beneficiários. O valor será abatido diretamente nas faturas.

Casa do Trabalhador disponibiliza 125 oportunidades de emprego em Amambai

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Fachada da edificação onde funciona a Casa do Trabalhador em Amambai. Órgão oferece pelo menos 125 oportunidades de emprego. (Foto: Vilson Nascimento)

Vilson Nascimento

A Casa do Trabalhador, órgão ligado a Fundação do Trabalho (Funtrab) do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza pelo menos 125 oportunidades de emprego para esta terça-feira, 11 de novembro, em Amambai.

Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas

30 vagas para ajudante de cozinha, salário R$ 2.037,71, morar em outro município 

25 vagas para cozinheiro ou cozinheira, salário R$ 2.682,10 morar em outro município 

20 vagas para auxiliar de cozinha salário R$2.103,44

6 vagas para pedreiro 

4 vagas para vendedor ou vendedora 

3 vagas para oficial de serviços diversos na manutenção de edificações 

3 vagas para servente de pedreiro 

3 vagas para técnico em segurança do trabalho

3 vagas para atendente de balcão sendo uma PCD 

2 vagas para auxiliar de linha de produção sendo uma PCD 

2 vagas para auxiliar de mecânico de autos 

2 vagas para eletricista 

2 vagas para mecânico de autos em geral 

1 vaga para recepcionista ter CNH 

1 vaga para contador 

1 vaga para padeiro 

1 vaga para confeiteiro 

1 vaga para garçom 

1 vaga para cuidador de idoso ter curso 

1 vaga para desenhista copista trabalhar com cópia 

1 vaga para lavadeira 

1 vaga para manicure 

1 vaga para costureira 

1 vaga para arte finalista 

1 vaga para montador de móveis 

1 vaga para zeladora 

1 vaga para mecânico de bicicleta 

1 vaga para mestre de obras 

1 vaga para motorista categoria E 

1 vaga para operador de escavadeira 

1 vaga para operador de pá carregadeira 

1 vaga para operador de retro escavadeira 

1 vaga para torneiro mecânico 

Casa do trabalhador também oferece

A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região. 

Segundo o órgão para dar entrada no pedido de benefício o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade). 

A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa às instalações da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.

O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 11h. Das 13h às 17h o trabalho é interno.

Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148 ou celular/WhatsApp (67) 9880-0533

Bolsa sobe pela 14ª vez seguida e ultrapassa os 155 mil pontos

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Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, a bolsa subiu pela 14ª vez seguida e superou a marca dos 155 mil pontos, em um novo recorde. O dólar caiu para o menor valor desde o fim de setembro, com a expectativa de fim do shutdown (paralisação do governo) nos Estados Unidos.Bolsa sobe pela 14ª vez seguida e ultrapassa os 155 mil pontosBolsa sobe pela 14ª vez seguida e ultrapassa os 155 mil pontos

O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta segunda-feira (10) aos 155.257 pontos, com alta de 0,77%. Em alta durante toda a sessão, a bolsa brasileira foi impulsionada principalmente por ações de petroleiras, mineradoras e bancos. O indicador bateu recorde pela 11º vez consecutiva e está perto de igualar a sequência de 15 altas entre maio de junho de 1994, pouco antes do Plano Real.

Com alta de 3,82% apenas em outubro, a bolsa brasileira sobe 29,08% em 2025. Essa é a maior alta anual acumulada desde a valorização de 31,58% registrada em 2019.

No mercado de câmbio, o dia também foi positivo. O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,307, com recuo de R$ 0,029 (-0,55%). A cotação operou em queda durante toda a sessão, mas aprofundou a tendência de baixa por volta das 15h, quando se firmou na faixa de R$ 5,30.

A moeda estadunidense está no menor valor desde 23 de setembro, quando tinha fechado em R$ 5,27. A divisa cai 1,36% em novembro e acumula queda de 14,12% em 2025.

Tanto fatores internos como externos contribuíram para a euforia no mercado. No cenário internacional, a perspectiva do fim do shutdown nos Estados Unidos, após um acordo entre os republicanos e a parcela centrista da bancada democrata no Senado, fez as bolsas estadunidenses subirem fortemente e o dólar cair em todo o planeta.

No Brasil, o mercado financeiro está sob a expectativa da divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom), nesta terça-feira (11), e da inflação oficial em outubro. Os investidores querem analisar o tom do documento para ter pistas de quando o Banco Central (BC) deve começar a baixar a Taxa Selic (juros básicos da economia).

Em relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caso a inflação em outubro venha mais baixa que o previsto, haverá a abertura de espaço para o Copom começar a cortar a Selic em janeiro, em vez de março do próximo ano. Juros mais baixos estimulam a migração de investimentos para a bolsa de valores.

BC: bandeira de cartão terá de pagar transações em caso de falhas

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Banco Central (BC) publicou nesta segunda-feira (10) novas regras para o gerenciamento de riscos em arranjos de pagamento, que são os conjuntos de regras e procedimentos que disciplinam a prestação de determinados serviços de pagamento ao público, entre os quais os cartões de crédito e de débito.BC: bandeira de cartão terá de pagar transações em caso de falhasBC: bandeira de cartão terá de pagar transações em caso de falhas

Aprovadas após consulta pública realizada em 2024, as medidas, informou o BC, visam aumentar a segurança, a transparência e a eficiência no funcionamento do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).

As normas constam da Resolução BCB nº 522, que altera normas de 2021 que regulavam o tema.

Segundo o BC, as mudanças “asseguram maior clareza quanto às responsabilidades de cada participante e reforçam a proteção ao usuário recebedor de pagamentos”. As regras entram em vigor imediatamente, mas as bandeiras de cartões terão 180 dias para ajustar seus regulamentos e solicitar autorização formal para adequação.

Responsabilidade das bandeiras

O BC deixou claro que as bandeiras, como Visa, Mastercard e Elo, passam a ser responsáveis diretas por garantir o pagamento das transações aos usuários recebedores, mesmo que ocorram falhas nos mecanismos de proteção do sistema. Se houver problemas em alguma instituição participante, como um emissor de cartão (bancos, fintechs e outros) ou credenciadora (maquininhas), a bandeira deverá utilizar recursos próprios para assegurar o repasse dos valores.

A resolução também estabelece que as bandeiras, consideradas as “instituidoras” dos arranjos de pagamento, não podem delegar às credenciadoras a responsabilidade pelo gerenciamento de riscos das subcredenciadoras, nem permitir a exigência de garantias entre participantes do arranjo. Além disso, fica vedado que credenciadoras ou subcredenciadoras discriminem emissores de cartões, reforçando o princípio conhecido como honor all cards (aceitar todos os cartões).

Chargeback

O novo marco regulatório também altera o processo de chargeback, reversão de uma transação contestada pelo titular do cartão. A norma limita a responsabilidade financeira dos participantes a 180 dias após a autorização da transação. Após esse prazo, caso as regras do arranjo permitam, a responsabilidade passa a ser integralmente da bandeira.

Apesar de conceder liberdade para que as bandeiras escolham seus mecanismos de gestão de risco, o BC destacou que essa escolha não as exime da responsabilidade final pela liquidação de todas as transações.

Transparência e controle

Outro ponto relevante é o aumento da exigência de transparência nos critérios de implementação e dimensionamento dos mecanismos de repasse e de gestão de riscos financeiros. O objetivo é deixar claro o papel de cada instituição — bandeiras, bancos, credenciadoras e subcredenciadoras — em caso de falha no fluxo de pagamento.

As novas regras também reforçam o monitoramento centralizado das operações, obrigando todas as subcredenciadoras a participarem integralmente dos sistemas de liquidação e compensação centralizadas, o que deve reduzir vulnerabilidades nas operações.

Prevenção a fraudes

O BC informou que a resolução traz comandos específicos para aprimorar a gestão de riscos de fraudes e golpes, além de medidas de prevenção à lavagem de dinheiro, ao financiamento do terrorismo e à proliferação de armas de destruição em massa. As medidas também alinham os procedimentos dos arranjos de pagamento aos padrões de controle exigidos do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

Prazos e adequação

Embora as novas regras já estejam em vigor, as instituições terão até 180 dias para protocolar pedidos de autorização de ajustes nos regulamentos dos arranjos de pagamento e para implementar as mudanças operacionais exigidas.

“Os regulamentos atuais continuam válidos até a autorização das alterações”, informou o BC em nota.

A autoridade monetária destacou ainda que o conjunto de medidas traz maior robustez ao arcabouço regulatório do setor e fortalece a confiança dos consumidores e empresas nas operações eletrônicas de pagamento.

Em audiência pública, Paulo Corrêa defende uso da tecnologia no tratamento do diabetes em MS

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Foto: Assessoria

O 1º secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), participou nesta segunda-feira (10) de uma audiência pública que debateu o uso da tecnologia no tratamento do diabetes tipo 1 e a ampliação do acesso aos sensores de glicose como política pública de saúde. O encontro, promovido pelo vereador Ronilço Guerreiro (Podemos), reuniu pacientes, familiares e profissionais da área da saúde.

Durante a audiência, o vereador explicou que articulou, junto aos demais parlamentares da Câmara Municipal de Campo Grande, uma emenda impositiva no valor de R$ 500 mil para o fornecimento de sensores de glicose contínuos a um grupo de pacientes com diabetes tipo 1. O objetivo é substituir os furos diários nos dedos por um método mais moderno e menos doloroso, garantindo monitoramento mais preciso e melhor qualidade de vida.

Em sua fala, Paulo Corrêa reforçou o compromisso da Assembleia Legislativa em ampliar o debate sobre o tema e levar a proposta para todo o Estado.

“Essa iniciativa é um exemplo de como a tecnologia pode transformar vidas. Estamos falando de pessoas que enfrentam, todos os dias, a dor e as limitações de uma doença crônica. Garantir o acesso aos sensores de glicose é garantir mais autonomia, liberdade e qualidade de vida para esses pacientes. Queremos que esse cuidado chegue não só à Capital, mas também aos 78 municípios de Mato Grosso do Sul”, destacou o parlamentar.

Em audiência pública, Paulo Corrêa defende uso da tecnologia no tratamento do diabetes em MS
Corrêa e Guerreiro aplicaram o sensor de gligose para medição da insulina

O deputado também ressaltou a importância do olhar humano nas decisões de política pública. “Quando olhamos nos olhos das pessoas e ouvimos suas histórias, entendemos que saúde pública é mais do que números, é sobre dignidade, é sobre viver melhor. Vamos continuar trabalhando para que a tecnologia esteja a serviço da vida e chegue a quem mais precisa”, afirmou.

A audiência contou ainda com o depoimento de pacientes de diferentes faixas etárias, que relataram as dificuldades do tratamento convencional e a melhora significativa na qualidade de vida após o uso dos sensores de glicose. Para o deputado, esses relatos reforçam a importância de transformar a experiência dos pacientes em políticas públicas efetivas.

“Ouvir essas histórias nos motiva a agir. Cada depoimento mostra que estamos no caminho certo ao defender o uso da tecnologia na saúde. Nosso papel é garantir que todos tenham acesso a esses avanços, porque cuidar bem das pessoas é oferecer a elas mais liberdade, mais conforto e mais dignidade”, finalizou Corrêa.

Em audiência pública, Paulo Corrêa defende uso da tecnologia no tratamento do diabetes em MS

A endocrinologista Dra. Bianca Rahal Paraguassu destacou que o uso de novas tecnologias tem revolucionado o manejo da doença e proporcionado maior segurança e conforto aos pacientes. Segundo ela, o sensor de glicose é um monitor que permite acompanhar os níveis de glicose em tempo real, auxiliando o paciente a tomar as medidas necessárias para manter o controle da doença.

“No caso do diabetes tipo 1, o organismo não produz insulina, um hormônio essencial para a vida. O sensor faz a medição contínua da glicose, permitindo ajustar a dose de insulina conforme a necessidade de cada momento”, explicou.

Paulo Corrêa ressaltou que a iniciativa deve abrir caminho para novas políticas públicas voltadas ao tratamento do diabetes em todo o Estado.

“A tecnologia existe, o conhecimento existe, agora precisamos garantir o acesso. O que está em jogo é qualidade de vida. E o nosso compromisso é seguir lutando para que o cuidado com as pessoas venha sempre em primeiro lugar”, concluiu o deputado.

Fonte: Assessoria Paulo Corrêa

Mais segurança para Amambai e região: Vereadora Suzana Ulisses leva demandas ao Governo do Estado

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Foto: Assessoria

Na última terça-feira, 4 de novembro, a vereadora Suzana Ulisses esteve em Campo Grande para uma reunião com o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videira, onde tratou de pautas importantes voltadas ao fortalecimento da segurança pública em Amambai e na região Cone Sul.

Durante o encontro, a vereadora Suzana Ulisses, que estava acompanhanda pelo Éder Uilson França Lima, o “Tuta”, Secretário-Executivo de Gestão Estratégica e Municipalismo na Casa Civil Governo do Estado em MS, apresentou a necessidade de reforço no efetivo e na estrutura da Polícia Militar no município, destacando a importância da implantação de um Pelotão de Trânsito. A vereadora explicou que Amambai tem crescido significativamente, o que aumentou a frota de veículos e o fluxo de pessoas, especialmente durante eventos tradicionais e nos horários de pico. Segundo ela, o novo pelotão permitiria intensificar a fiscalização, organizar o tráfego e desenvolver ações de educação e conscientização no trânsito, contribuindo para a redução de acidentes e melhoria da mobilidade urbana

Outro ponto abordado pela vereadora Suzana Ulisses, foi a situação da Unidade Regional de Perícia e Identificação (URPI) de Amambai, que atende não apenas o município, mas também cidades vizinhas. A parlamentar destacou que, com o número reduzido de médicos legistas, muitas vítimas de violência têm sido obrigadas a se deslocar até Ponta Porã para realizar exames periciais, o que gera sofrimento e demora no atendimento. Ela reforçou ao secretário a necessidade de contratação de novos profissionais para garantir o funcionamento pleno da unidade e o acolhimento humanizado à população.

Segundo a vereadora, a reunião foi produtiva, e o secretário demonstrou sensibilidade às demandas apresentadas e ainda destacou a importância do diálogo direto com o Governo do Estado e afirmou: – “Saio de Campo Grande com a convicção de que estamos dando passos importantes para fortalecer a segurança pública, proteger vidas e melhorar o atendimento à nossa população.”

Fonte: Assessoria

Nota de falecimento de Primo Dalberto

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Comunicamos com pesar o falecimento nessa segunda-feira, dia 10 de novembro, em sua residência, em Amambai, de Primo Dalberto, de 84 anos.

Seu corpo foi velado no Memorial da Pax Vida Amambai e o sepultamento aconteceu nesta terça-feira (11) às 8h da manhã, no Cemitério Municipal Santo Antônio.

Informou Pax Vida Amambai- Fone: 3481-1922