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domingo, 5 de julho de 2026
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Polícia Militar cumpre mandados de prisão na área rural de Amambai

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Foto: Divulgação/PMMS/Ilustrativa

Na tarde desta segunda-feira (15), policiais militares da Rádio Patrulha da 3ª CIPM prenderam um homem de 49 anos que possuía dois mandados de prisão em aberto pelo crime de estupro de vulnerável.

A prisão foi resultado do trabalho integrado da rede de enfrentamento à violência contra mulheres e meninas do município. A ação teve início após uma mulher procurar a Sala Lilás da Delegacia de Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência por violência doméstica. Durante o atendimento, os policiais constataram que o acusado possuía dois mandados de prisão pendentes: um expedido pela 1ª Vara da Comarca de Iguatemi e outro pela Vara Criminal de Amambai, ambos pelo crime de estupro.

Imediatamente, a Polícia Civil acionou a equipe técnica do Programa Mulher Segura (PROMUSE) da 3ª CIPM. Após o levantamento de informações, a equipe atuou em conjunto com a Rádio Patrulha, que se deslocou até a área rural e efetuou a prisão.

A atuação em rede das forças de segurança garantiu a captura do agressor, que foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil para os trâmites judiciais. Posteriormente, ele será encaminhado ao sistema prisional para o cumprimento da pena.

Fonte: ASSECOM 3ª CIPM

Em meio a tensão geopolítica, Irã empata com Nova Zelândia na estreia

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Após meses de tensões geopolíticas, incertezas sobre participação e dificuldades de acesso aos Estados Unidos, o Irã estreou na Copa do Mundo em solo norte-americano. Nessa segunda-feira (15), a seleção asiática empatou por 2 a 2 com a Nova Zelândia em Los Angeles, pelo Grupo G da competição.Em meio a tensão geopolítica, Irã empata com Nova Zelândia na estreiaEm meio a tensão geopolítica, Irã empata com Nova Zelândia na estreia

Pelo número de gols marcados, iranianos e neozelandeses lideram a chave, que ainda tem Bélgica e Egito. As quatro equipes somam um ponto. Mais cedo nesta segunda, egípcios e belgas ficaram no 1 a 1 em Seattle. As seleções da Ásia e da Oceania sonham com uma classificação inédita à segunda fase do Mundial.

O próximo compromisso do Irã será contra a Bélgica, novamente em Los Angeles, às 16h (horário de Brasília) de domingo (20). No mesmo dia, às 22h, a Nova Zelândia vai até o Canadá enfrentar o Egito em Vancouver.

Crise extracampo

Desde o jogo contra os Estados Unidos (EUA) na Copa do Mundo da França, há 28 anos, uma partida da seleção iraniana era tão aguardada. Menos pela qualidade do espetáculo e mais pela expectativa gerada por causa da guerra com os norte-americanos. O país é sede dos três compromissos da equipe asiática na fase de grupos do Mundial. A solicitação para que os duelos fossem transferidos ao México, que também recebe a competição, não foi aceita.

Apesar do acordo de cessar-fogo por 60 dias anunciado no domingo (14), o conflito já havia respingado o suficiente no esporte. Jogadores, dirigentes e membros da comissão técnica do Irã tiveram problemas para obter o visto de entrada nos Estados Unidos. O presidente norte-americano, Donald Trump, chegou a dizer, em março, que a seleção asiática era “bem vinda” à Copa, mas que a participação do país não seria “apropriada”.

A crise política pode também ter impactado a convocação. O atacante Sardar Azmoun, terceiro maior artilheiro da seleção, ficou fora do Mundial, segundo a versão oficial, por ter descumprido prazos para a obtenção de visto. Em março, ele apareceu em foto ao lado do primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos e dirigente do Shabab Al-Ahli, clube que defende. O problema é que o país é aliado dos Estados Unidos.

Os iranianos estão concentrados em Tijuana, no México. A seleção foi autorizada a entrar em solo estadunidense um dia antes das partidas da fase de grupos, conforme o Departamento de Segurança Interna do país-sede do Mundial. A equipe chegou a Los Angeles no fim da tarde de domingo e terá de sair do país já nesta terça-feira (16).

Além disso, horas antes de a bola rolar, membros da comunidade persa de Los Angeles se reuniram em frente ao palco do jogo para protestar contra o governo iraniano. Embora alguns estivessem lá também para apoiar o time, para outros a seleção deveria ser retirada da Copa e os atletas eram coniventes com o atual regime.

Os manifestantes ostentavam a bandeira com um leão e um sol ao centro, que deixou de ser a oficial após a Revolução Islâmica de 1979. Por ser considerada um símbolo político, ela costuma ser proibida pela Fifa, mas muitos torcedores entraram com ela no estádio.

Duelo movimentado

Crise geopolítica à parte, o primeiro tempo em Los Angeles foi bastante animado, com as duas equipes buscando o gol a todo instante. Foram 16 chutes e 28 erros forçados – ou seja, bolas perdidas a partir de ações defensivas do adversário – ao longo dos 45 minutos iniciais.

A Nova Zelândia, que nada tem a ver com os problemas do outro lado, saiu na frente. Aos seis minutos, Elijah Just tentou a tabela na entrada da área com o também meia Sarpreet Singh. A bola sobrou com o atacante Chris Wood, que fez o domínio e devolveu para Just finalizar, sem chances para o goleiro Alireza Beiranvand.

A seleção da Oceania, mesmo em vantagem, manteve a postura ofensiva, dando também espaços para o Irã atacar em velocidade. O primeiro susto dos asiáticos veio aos 22 minutos, com o artilheiro Medhi Taremi. Em lance individual, o atacante carregou a bola desde o meio-campo e arriscou da entrada da área, acertando a trave esquerda.

Dez minutos depois, não teve quase. O lateral Ramin Rezaeian dominou na ponta direita e buscou a tabela com o meia Saman Ghoddos, que devolveu na pequena área. O atacante Shahriyar Moghanlou se antecipou para concluir e foi travado pelo zagueiro Finn Surman, mas Rezaian ficou com a sobra e mandou para as redes para empatar.

A virada quase saiu nos acréscimos. Aos 50 minutos, em cobrança de falta de Rezaeian da intermediária, o zagueiro Ali Nemati cabeceou no cantinho do goleiro Max Crocombe. O gol, porém, foi anulado por impedimento claro do defensor iraniano.

Os times voltaram do intervalo com a mesma postura do primeiro tempo. E, mais uma vez, foi a Nova Zelândia que balançou as redes. Aos nove minutos, Just puxou o contra-ataque pelo meio, fez a tabela com Wood e bateu para recolocar a equipe da Oceania à frente.

A vantagem neozelandesa, novamente, durou pouco. Foram nove minutos entre o gol neozelandês e o cruzamento de Rezaeian pela direita, preciso, na cabeça do meia Mohammad Mohebi, que escorou sem chances para Crocombe.

À medida que as equipes foram fazendo alterações, a velocidade do jogo caiu sensivelmente. Tanto Irã quanto a Nova Zelândia não abdicaram do ataque, mas já não conseguiam ter a mesma qualidade na preparação das jogadas. No fim, o empate prevaleceu.

Fixação biológica reduz custo na soja

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Foto: Vilson Nascimento

A fixação biológica de Nitrogênio ajuda a explicar por que a soja consegue manter produtividade elevada sem depender integralmente da adubação mineral. A fonte das informações é Fernando Souza, engenheiro agrônomo, com base em material elaborado pela Ag4study.

A relação econômica apresentada parte de uma estimativa: para cada 1.000 quilos de soja, a cultura precisa de 80 quilos de nitrogênio. Em uma produtividade de 3.697 quilos por hectare, a necessidade total chega a 295,76 quilos de nitrogênio por hectare. Desse volume, 15 quilos por hectare seriam disponibilizados pelo solo, considerando a matéria orgânica, reduzindo a demanda para 280,76 quilos por hectare.

Como a eficiência do fertilizante nitrogenado foi considerada em 50%, a necessidade efetiva dobraria, chegando a 561,52 quilos de nitrogênio por hectare. Usando a ureia como exemplo, com 45 quilos de nitrogênio a cada 100 quilos do produto, seriam necessários 1.248 quilos de ureia por hectare para atender essa demanda.

Na simulação de preços, a tonelada de ureia aparece cotada a R$ 2.140,81. Com uma necessidade próxima de 1,25 tonelada por hectare, o custo estimado chegaria a R$ 2.672 por hectare. O cálculo é comparado ao custo de uma dose de Bradyrhizobium, indicada em R$ 5,00, reforçando o peso econômico da inoculação.

A análise questiona a viabilidade do cultivo sem a atuação eficiente do Bradyrhizobium e se o produtor conseguiria absorver conta desse tamanho apenas com fertilizante mineral. O material atribui esse avanço ao mérito da ciência brasileira, que investiu em cepas elites com desempenho em campo e observou esse ponto junto ao melhoramento de plantas, em contraste com o exemplo citado dos Estados Unidos. Também reconhece o papel dos produtores, que adotaram a tecnologia ao observar resultados.

Frio exige maior atenção no manejo de suínos

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“Durante o período mais frio do ano, não é só o desempenho dos animais que preocupa" - Foto: Embrapa - MORÉS, Nelson

A queda de temperatura em diversas regiões do país aumenta a atenção nas granjas de suínos, especialmente pela maior exigência energética dos animais e pelo risco de doenças respiratórias. Com o frio, parte da energia consumida na alimentação passa a ser usada para manter a temperatura corporal, o que pode reduzir o ganho de peso, piorar a conversão alimentar e elevar os custos de produção.

Segundo dados da Embrapa, falhas no manejo térmico comprometem os índices zootécnicos e o bem-estar do plantel. Os leitões estão entre os mais vulneráveis, por terem menor capacidade de adaptação ao frio e maior necessidade de aquecimento.

Gladstone Brumano, consultor técnico-comercial da MCassab Nutrição e Saúde Animal, observa que as baixas temperaturas não afetam apenas o desempenho produtivo. O período também favorece problemas sanitários e exige maior controle de ventilação, aquecimento e umidade nos galpões. 

“Durante o período mais frio do ano, não é só o desempenho dos animais que preocupa. Essa talvez seja a consequência mais fácil de se notar, porém as baixas temperaturas também favorecem o aparecimento de doenças e exige atenção redobrada do produtor com ventilação, aquecimento e controle da umidade nos galpões para manter os suínos saudáveis e produtivos”, destaca

Entre os sinais de desconforto térmico estão animais amontoados, tremores, menor movimentação e aumento do consumo de ração sem melhora proporcional no desempenho. O frio também pode favorecer pneumonia suína, influenza, pleuropneumonia e doença de Glässer, principalmente em ambientes úmidos, com correntes de ar ou ventilação inadequada.

A tentativa de aquecer os galpões por meio da redução excessiva da ventilação pode comprometer a qualidade do ar e aumentar o acúmulo de gases. Por isso, isolamento térmico, aquecimento para leitões, controle da umidade e nutrição de precisão são apontados como medidas importantes para preservar sanidade, desempenho e rentabilidade.

Uruguai arranca 1 a 1 com Arábia Saudita em estreia do Grupo H da Copa

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O Uruguai entrou em campo como favorito contra a Arábia Saudita na estreia pelo Grupo H da Copa do Mundo, no Estádio de Miami (Estados Unidos), mas quem abriu o placar foram os Falcões Verdes (apelido da seleção saudita) aos 41 minutos, com gol de Al-Amir. Depois do intervalo, a Celeste Olímpica pressionou até arrancar o empate, com gol de Maxi Araújo, aos 34 minutos. Os uruguaios pressionaram até o último minutos em busca da virada, mas o jogo terminou mesmo empatado, muito em parte pela atuação excepcional do goleiro Al-Owais.Uruguai arranca 1 a 1 com Arábia Saudita em estreia do Grupo H da CopaUruguai arranca 1 a 1 com Arábia Saudita em estreia do Grupo H da Copa

No primeiro tempo, a seleção uruguaia quase abre o placar aos quatro minutos. A jogada começou com Viña que avançou do lado esquerdo, ganhou da marcação e tocou com para Maxi Araújo na entrada da grande área. O camisa 20 chutou certeiro, mas o goleiro saudita atento fez ótima defesa.

O jogo seguiu cauteloso, com erros de lado a lado. Até que aos 17 minutos, a seleção saudita teve a primeira chance de abrir o  marcador. O meio-campista Salem Al-Dawsari interceptou a saída errada de bola dos uruguaios, avançou e chutou forte da entrada da área, mas a bola saiu pela linha de fundo. Aos 29 minutos, a Celeste voltou a atacar com Varela, pelo lado direito. O lateral triangulou com Betancur, que mandou a bola para a grande área. No bate-rebate, a bola sobrou para Vinãs, que chutou certeiro. O goleiro Al-Owais defendeu, mas já não valia nada, porque a arbitragem anotou uma falta.

Os 15 minutos finais foram de pressão total dos Falcões Verdes e quem brilhou foi o goleiro uruguaio Muslera. Primeiro socou a bola para longe na cobrança de falta do camisa 7 Al-Juwayr. Na sequência, aos 37 minutos, novamente o centroavante saudita teve a chance de abrir o placar, após bola de escanteio na área. Al-Juwayr dominou e chutou certeiro, mas Muslera fez linda defesa. Quatro minutos depois, saiu o gol saudita, após escanteio cobrado por Al-Juwayr, na medida para Kanno cabecear com perigo. Muslera ainda foi na bola, mas deu rebote, e Al-Amir aproveitou pare empurrar o fundo da rede.

Em desvantagem, os uruguaios pressionaram nos minutos finais. Aos 44 minutos, Araújo cobrou falta dentro da área para Viñas, que cabeceou com perigo, mas o goleiro Al-Owais evitou o gol.

Após o intervalo, os sauditas se fecharam na defesa ao passo que os uruguaios partiram com tudo para o ataque em busca do empate. A Celeste comandada pelo técnico argentino Bielsa enfileirou chances. A primeira delas aos quatro minutos: : Araújo cobrou escanteio direto para Viñas cabecear para o gol, mas a bola acabou saindo. Dez minutos depois, Ugarte desferiu um chute rasteiro, da entrada da área, e acertou a trave direita do goleiro Al-Owais, o grande destaque saudita na etapa final.

Aos 21 minutos, o arqueiro saudita voltou a brilhar, ao evitar o gol em cobrança de falta de Valverde. Os Falcões Verdes se defenderam a maior parte do segundo tempo. Mas não teve jeito e a pressão da Celeste se materializou no gol de empate ao 34 minutos. A jogada começou após cruzamento dentro da área para Viñas, que cabeceou com efeito para o chão. O goleiro Al-Owais chegou a ir na bola, mas deu rebote e Maxi Aráujo aproveitou para empurrar para o fundo da rede. Tudo igual no Estádio de Miami.

O jogo seguiu eletrizante até o final. Os uruguaios queriam virar o placar e por pouco não conseguem. Aos 38 minutos, o atacante Bryan Rodríguez avança pela esquerda, ajeita e solta uma bomba. A bola passa muito perto do gol. Aos 41 minutos, foi a vez dos sauditas quase desempatarem. Abdulhamid disparou com a bola do meio campo até chutar com perigo da entrada da área. Foi por pouco: a bola foi para fora, mas passou rente ao travessão. O ímpeto saudita parou por aí:

Nos minutos finais, com sete de acréscimo, o Uruguai foi incansável em busca da vitória. Aos 47 minutos, Valverde mandou uma bomba de fora da área, e o goleiro Al-Owais defendeu com categoria. Dois minutos depois, após escanteio, Cáceres chutou forte, mas a bola foi para fora. E o jogo terminou mesmo em 1 a 1.

MS credencia comercializadores e avança na consolidação do novo mercado de gás natural

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Mato Grosso do Sul dá mais um passo no fortalecimento de um ambiente energético moderno e competitivo com a homologação dos primeiros comercializadores de gás natural credenciados pela Agência Estadual de Regulação (Agems) para atuar no Estado.

De acordo com a Agência, a medida amplia a transparência e a segurança regulatória de um mercado que já movimenta a maior parte do gás consumido pela indústria sul-mato-grossense.

Ao todo, nove empresas foram credenciadas após atenderem aos requisitos estabelecidos pela regulamentação da Agems. A iniciativa integra o processo de modernização do setor impulsionado pela Nova Lei do Gás e pelas normas estaduais que vêm criando condições para ampliar a concorrência, atrair investimentos e oferecer mais alternativas de contratação aos consumidores.

“Estamos consolidando um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, com regras claras, segurança jurídica e oportunidades para novos investimentos. A atuação regulatória busca justamente criar as condições necessárias para fortalecer a competitividade das empresas e contribuir para o desenvolvimento econômico sustentável de Mato Grosso do Sul”, afirma o diretor-presidente da Agems, Carlos Alberto de Assis.

Mercado, competitividade e desenvolvimento

O diretor de Gás, Energia e Mineração, Matias Gonsales Soares, explica que a iniciativa está alinhada às diretrizes da Lei do Gás e ao processo de abertura do mercado promovido nos últimos anos, pelas normas nacionais e as normas editadas localmente pela Agems.

“Hoje a indústria não está limitada à compra da molécula de gás por meio da distribuidora. Ela pode negociar diretamente com comercializadores autorizados, que compram o gás dos produtores e o disponibilizam aos consumidores”, conta. “Então o objetivo da Agems é abrir para mais comercializadores poderem entrar no mercado e incentivar que o preço do gás possa também diminuir. E, de fato, diminuiu para as nossas indústrias, porque elas agora têm liberdade de escolher o fornecedor”, completa.

Segundo o diretor, mais de 85% do gás natural consumido atualmente na indústria no Estado já são adquiridos por meio de comercializadores livres, demonstrando o avanço desse modelo e os benefícios para o setor produtivo.

Regulação preparada para o futuro

O credenciamento segue a norma mais recente da AGEMS, a Portaria nº 335, publicada em maio, e é resultado de uma série de aprimoramentos regulatórios conduzidos pela AGEMS nos últimos anos. Entre eles estão o modelo de contrato para uso do sistema de distribuição; a atualização das condições gerais para distribuição de gás natural e a regulamentação que permite incorporar o uso do biometano. A relação dos credenciados fica publicada no site da Agems.

Produzido a partir do aproveitamento energético de resíduos orgânicos, o biometano é considerado uma das principais alternativas renováveis para a expansão sustentável da matriz energética brasileira. Embora o credenciamento atual contemple empresas voltadas à comercialização de gás natural, a regulamentação estadual já prevê as condições necessárias para a futura participação de agentes desse segmento.

Comunicação Agems

Enamed recebe inscrições para edição de 2026 até dia 29 de junho

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Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Os estudantes que concluem medicina em 2026 e graduandos do quarto ano do curso devem preencher a inscrição para o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2026 a partir desta segunda-feira (15) até o dia 29 de junho.Enamed recebe inscrições para edição de 2026 até dia 29 de junhoEnamed recebe inscrições para edição de 2026 até dia 29 de junho

Os participantes já foram habilitados e inscritos pelo coordenador do curso para avaliação no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2026. Agora, o aluno deverá entrar no Sistema Enamed, preencher o cadastro e indicar, entre outros dados, o município e a unidade da federação onde fará a prova no dia 13 de setembro.

No momento da inscrição, o participante que necessitar de atendimento especializado ou desejar ser tratado pelo nome social deverá fazer as solicitações ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), no mesmo período: de 15 a 29 de junho.

O tratamento pelo nome social, destinado à pessoa trans, será apresentado em todos os documentos e materiais administrativos do Enamed, caso o participante tenha o nome social cadastrado na Receita Federal.

Quem deve participar

Conforme o edital, o exame é obrigatório para estudantes concluintes dos cursos de graduação em medicina avaliados no Enade 2026, desde que habilitados e inscritos pelos coordenadores de curso. O exame teórico também será obrigatório para os estudantes do quarto ano de medicina inscritos pelas instituições de ensino.

Além disso, os médicos já graduados em anos anteriores interessados em usar os resultados do Enamed para acesso direto do Exame Nacional de Residência (Enare) 2026/2027 podem se inscrever voluntariamente.

Inscrições

Ao entrar no Sistema Enamed para preencher os dados da inscrição, o participante deverá informar o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF), a data de nascimento, um endereço de e-mail válido, além de um número de telefone fixo ou celular para contato do Inep, se necessário.

Os dados pessoais informados devem ser iguais aos cadastrados na Receita Federal, para ter correspondência entre as informações.

Os concluintes de medicina que desejarem usar o resultado para concorrer ao Enare a fim de disputar uma vaga de residência médica devem indicar esta opção no Sistema Enamed. Em seguida, deverão continuar a sua inscrição no Sistema Enare, assim como os participantes do Enamed 2026 já graduados em anos anteriores.

O Inep avisa que será aceita apenas uma inscrição por número de CPF e que, depois de finalizada, a inscrição não poderá ser cancelada.

Enare 2026/2027

Os estudantes do quarto ano do curso de medicina que participarem do Enamed não podem se inscrever no Enare ou usar esse resultado para processos seletivos de programas de residência médica de acesso direto.

Já o participante concluinte do Enamed 2026 que desejar adotar os resultados para participação no Exame Nacional de Residência 2026/2027 deverá cumprir as regras e pagar a taxa de inscrição do Enare, que também está com inscrições abertas a partir desta segunda-feira (15), gerenciadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) neste ano.

Reaproveitamento de nota

Nesta edição do Enamed, pela primeira vez, os concluintes do curso de graduação em medicina e os graduados que pretendem concorrer a uma vaga no Enare em 2026, que possuem resultado válido no Enamed 2025, poderão escolher entre usar a nota já obtida para participar do Enare ou realizar o Enamed 2026 para tentar obter uma nova nota melhor.

A escolha pela nota deve ser feita no momento da inscrição no Enamed 2026.

Mesmo aqueles candidatos que optarem por reaproveitar a nota anterior e não quiserem participar da prova do Enamed 2026 deverão realizar a inscrição no exame para indicar a opção escolhida.

Em caso de reaproveitamento de resultado anterior do Enamed e também de realização da edição de 2026, para fins de classificação, o sistema do Enare vai puxar de forma automática a maior nota na escala de proficiência da Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Isto quer dizer que, se o candidato for melhor em 2026, vale a nova; se a nota de 2025 tiver sido maior, será mantida para a classificação.

Carro elétrico BYD: como a marca virou assunto no Brasil

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Foto: Divulgação

A chegada do carro elétrico byd ao mercado brasileiro mudou a conversa sobre mobilidade elétrica no país de uma forma que poucos esperavam. Em menos de quatro anos, a marca saiu de uma promessa para liderar as vendas de veículos 100% elétricos no Brasil, acumulando mais de 150 mil unidades vendidas até agosto de 2025 e registrando um recorde absoluto de 10 mil emplacamentos em um único mês, em dezembro de 2024. São números que colocaram a fabricante chinesa no mesmo nível de gigantes históricas do setor automotivo nacional.

Como a BYD chegou até aqui

A trajetória da BYD no Brasil começa em 2021, quando os primeiros modelos chegaram ao país ainda como uma aposta de nicho. O que mudou o jogo foi a combinação entre tecnologia própria de bateria, portfólio diversificado e uma estratégia de preços que tornou o elétrico acessível a um público muito maior do que o segmento premium costumava alcançar.

A tecnologia central da marca é a Bateria Blade, desenvolvida internamente com química de lítio, ferro e fosfato. Além de oferecer autonomia competitiva, ela passou por testes considerados entre os mais rigorosos do setor, com desempenho estável em condições extremas de temperatura e impacto. Junto a isso, a plataforma e-Platform 3.0, base dos modelos elétricos puros da linha, foi desenhada para integrar motor, bateria e eletrônica de potência de forma mais compacta e eficiente do que arquiteturas convencionais adaptadas.

Os modelos disponíveis no mercado brasileiro

A linha da BYD no Brasil é uma das mais completas entre as marcas de elétricos no país. Cada modelo atende um perfil diferente de comprador:

  • Dolphin Mini — o mais acessível da linha, voltado para uso urbano, com autonomia de 280 km e custo por quilômetro entre os mais baixos do mercado nacional
  • Dolphin — hatch com autonomia de até 426 km, opção mais espaçosa e equipada que o Mini, líder de vendas da marca no Brasil por dois anos consecutivos
  • Dolphin Plus — versão intermediária com maior potência e bateria de maior capacidade
  • Yuan Plus — SUV compacto elétrico com autonomia de até 418 km, equilíbrio entre espaço interno e consumo eficiente
  • Seal — sedã esportivo com autonomia de até 568 km e desempenho que rivaliza com modelos de alto desempenho de outras marcas
  • Song Plus DM-i e Song Pro DM-i — híbridos plug-in para quem ainda não quer depender exclusivamente de recarga elétrica
  • Han e Tan — sedã e SUV de grande porte, voltados ao segmento premium

Além desses, modelos como o Sealion 7, o Atto 8 e a picape Shark ampliam a cobertura para quem busca SUVs maiores e alternativas para uso misto em estrada e cidade.

O que considerar antes de comprar um BYD elétrico

A decisão de migrar para um elétrico envolve variáveis que vão além do preço de aquisição. A infraestrutura de recarga é o ponto que mais preocupa quem mora fora das grandes capitais. A BYD oferece carregador residencial como acessório, e a rede de eletropostos públicos segue crescendo no país, mas ainda de forma desigual entre regiões.

O custo de operação é onde o elétrico se destaca com mais clareza. O Dolphin Mini, por exemplo, é anunciado pela marca como o carro mais econômico do mercado nacional em custo por quilômetro, usando como referência a tarifa média de energia elétrica residencial. Para quem roda muito na cidade, essa diferença acumula uma economia significativa ao longo de doze meses, especialmente quando comparada a modelos a combustão de mesma categoria.

A manutenção também costuma ser mais simples. Motores elétricos têm menos peças móveis do que propulsores a gasolina ou etanol, o que reduz a frequência de revisões e o custo médio de cada intervenção. Isso não elimina a necessidade de cuidado com pneus, freios e fluidos, mas muda o perfil de despesas ao longo da vida útil do veículo.

A fábrica no Brasil e o que muda a partir de agora

Em julho de 2025, o primeiro BYD Dolphin Mini produzido no Brasil saiu da linha de montagem em Camaçari, na Bahia, instalada na mesma área onde funcionou uma fábrica de carros encerrada anos antes. O investimento total previsto é de R$ 5,5 bilhões, e a unidade representa a maior fábrica de veículos elétricos da América Latina. A produção local tende a reduzir gradualmente os custos logísticos e pode abrir caminho para preços mais competitivos nos modelos fabricados no país, além de criar um novo polo industrial no Nordeste voltado para a mobilidade do futuro.

Fonte: Assessoria

União paga R$ 834,8 milhões em dívidas de estados e municípios em maio

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© José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

A União pagou R$ 834,8 milhões em dívidas atrasadas de estados e municípios em maio deste ano, segundo o Relatório de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito e Recuperação de Contragarantias, divulgado nesta segunda-feira (15) pelo Tesouro Nacional. Em 2026, o valor já chega a R$ 2,2 bilhões de dívidas de entes federados honradas pela União.

Os estados que precisaram de cobertura do Tesouro Nacional no mês passado foram:

– Rio de Janeiro: R$ 619,61 milhões;

– Rio Grande do Sul: R$ 212,36 milhões; e

– Rio Grande do Norte: R$ 2,66 milhões.

Em relação aos municípios, tiveram a dívida paga pela União as prefeituras de Paranã (TO), com R$ 99,88 mil, e Santanópolis (BA), com R$ 67,91 mil.

Desde 2016, a União pagou R$ 88,73 bilhões em dívidas garantidas. Além do relatório mensal, o Tesouro Nacional disponibiliza os dados no Painel de Garantias Honradas.

As garantias representam os ativos oferecidos pela União – representada pelo Tesouro Nacional – para cobrir eventuais calotes em empréstimos e financiamentos dos estados, municípios e outras entidades com bancos nacionais ou instituições estrangeiras, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Como garantidora das operações, a União é comunicada pelos credores de que não houve a quitação de determinada parcela do contrato.

Recuperação de garantias

Caso o ente não cumpra suas obrigações no prazo estipulado, o Tesouro compensa os calotes, mas desconta o valor coberto de repasses federais ordinários – como receitas dos fundos de participação e compartilhamento de impostos, além de impedir novos financiamentos. Sobre as obrigações em atraso incidem ainda juros, mora e outros encargos previstos nos contratos de empréstimo, também pagos pela União.

Há casos, entretanto, de bloqueio na execução das contragarantias pela adoção de regimes de recuperação fiscal, por meio de decisões judiciais que suspenderam a execução ou por legislações de compensação das dívidas. Dos R$ 88,73 bilhões honrados pela União, cerca de R$ 80,96 bilhões se enquadram nessas situações.

Desde 2016, a União recuperou R$ 6,04 bilhões em contragarantias. Os maiores valores são referentes a dívidas pagas pelos estados do Rio de Janeiro (R$ 2,77 bilhões) e de Minas Gerais (R$ 1,45 bilhão), além de outros estados e municípios. Algumas dessas contragarantias, entretanto, foram restituídos aos referidos entes por força de decisão judicial.

Em 2026, o Tesouro já recuperou R$ 118,04 milhões em contragarantias.

Propag

Até o fim do ano passado, os estados puderam aderir ao Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados (Propag), que prevê uma série de condições, como venda de ativos à União e um plano de corte de gastos para a liberação de até R$ 20 bilhões em investimentos pelos estados.

O Propag prevê descontos nos juros e parcelamento do saldo das dívidas estaduais em até 30 anos. Em troca, os estados que aderirem vão aportar recursos para o Fundo de Equalização Federativa (FEF), que distribuirá dinheiro para todos os estados que aderirem, mesmo os que não tiverem débitos com a União, para investimentos em educação, segurança pública, saneamento, habitação, transportes e outras áreas.

Após o Congresso derrubar os vetos ao Propag, no fim de novembro, 22 estados aderiram ao programa. Das unidades da Federação, só o Distrito Federal, o Mato Grosso, Pará, Paraná e Santa Catarina não ingressaram na renegociação especial.

Rio Grande do Sul

Por causa das enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024, a União suspendeu o pagamento da dívida do estado por 36 meses. Além disso, os juros que corrigem a dívida anualmente, em torno de 4% ao ano mais a inflação, serão perdoados pelo mesmo período.

O estoque da dívida do estado com a União está em cerca de R$ 100 bilhões atualmente e as parcelas que deveriam ser pagas serão repassadas a um fundo estadual destinado a realização de investimentos na reconstrução do estado devido à calamidade pública.

Em junho de 2022, o Rio Grande do Sul tinha fechado acordo com a União e teve o plano de recuperação fiscal homologado. O plano permite que o estado volte a pagar, de forma escalonada, a dívida da União, cujo pagamento estava suspenso por liminar do Supremo Tribunal Federal desde julho de 2017. Em troca, o governo gaúcho deverá executar um programa de ajuste fiscal que prevê desestatizações e reformas para reduzir os gastos locais.

Fonte: Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

Motta convoca reunião de líderes para votar PL do fim da escala 6×1

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© Lula Marques/Agência Brasil.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira (15) que convocou para a tarde de amanhã (16) uma reunião do colégio de líderes para tratar do projeto de lei (PL) 1838/26, do governo federal, que acaba com a escala de seis dias de trabalho para cada dia de folga, a escala 6X1.Motta convoca reunião de líderes para votar PL do fim da escala 6x1Motta convoca reunião de líderes para votar PL do fim da escala 6x1

O objetivo é ter pontos do texto esclarecidos pelo relator, o deputado federal Léo Prates (Republicanos-BA).

Encaminhado pelo governo em abril, o projeto define em 40 horas semanais o limite da jornada normal de trabalho na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e oito diárias, além de garantir ao trabalhador dois repousos semanais remunerados de 24 horas consecutivas.

Por ter sido encaminhada em regime de urgência, a proposta está trancando a pauta do plenário da Câmara, que só pode deliberar propostas de Emenda à Constituição (PECs), Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) e requerimentos de urgência até que o projeto seja votado.

“Convoquei Reunião de Líderes para amanhã (16), às 14h. Na ocasião, o deputado @leopratesba vai esclarecer pontos do seu parecer sobre o PL que acaba com a escala 6×1, apesar de já termos aprovado a PEC sobre a redução da jornada de trabalho. Com a apreciação da matéria, destravamos a pauta da Casa”, escreveu Motta em uma rede social.

Na quinta-feira (11), Motta designou o deputado Leo Prates, que também relatou o texto da PEC que acabou com a escala 6×1, como relator do projeto. O texto aprovado no final de maio reduziu a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e estabelece a escala de cinco dias de trabalho por dois de folga (5×2). A atualmente a PEC está em análise no Senado Federal.

Além do projeto de lei que acaba com escala 6X1, os líderes vão debater ainda o PL 896/23, que equipara a misoginia ao crime de racismo, o que a torna inafiançável e imprescritível.

Na última quarta-feira (10), a coordenadora do grupo de trabalho que debate a proposta, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), apresentou uma nova versão do texto, que já foi aprovado no Senado.

“Já a deputada @tabataamaralsp apresentará os resultados do GT da Misoginia. Devemos votar os dois projetos em plenário ainda nesta semana”, completou Motta.

A relatora alterou principalmente a definição de misoginia.

“A fim de preservar a uniformidade conceitual da legislação penal e processual penal sobre o tema, propomos a substituição dos termos ‘ódio’ e ‘aversão’, previstos no projeto para a caracterização da misoginia, pelas expressões ‘menosprezo ou discriminação’ em razão da ‘condição de mulher’.”

Fonte: Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil

União tinha pedido bloqueio de ponte antes da morte de jovem em salto

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© Frame Entre Cordas e Ih Voei

A Secretaria de Patrimônio da União (SPU), do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), já havia solicitado à prefeitura de Limeira (SP) que bloqueasse o acesso de pessoas à Ponte do Esqueleto. Neste final de semana, a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu no local, após ser lançada, sem cordas, de uma altura de cerca de 40 metros (o equivalente a um prédio de 12 andares) em um salto de rope jump.União tinha pedido bloqueio de ponte antes da morte de jovem em saltoUnião tinha pedido bloqueio de ponte antes da morte de jovem em salto

Localizada na divisa entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, no interior paulista, a Ponte do Esqueleto é uma estrutura viária da antiga Rede Ferroviária Federal (RFFSA) que nunca foi concluída e que está desativada há anos, servindo como um ponto turístico informal. O local é utilizado para a prática de esportes radicais.

Segundo a SPU, em 2024, quando ocorreu um outro acidente fatal no local envolvendo uma ciclista, foi solicitado às prefeituras locais que bloqueassem o acesso à Ponte do Esqueleto. “Em 2024, em função dessa parceria, a ponte foi bloqueada por alguns meses. Posteriormente, a reabertura foi discutida e defendida por empresários locais em sessão na Câmara de Vereadores de Limeira”, diz a nota do órgão.

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, moradora de Jandira, morreu no último sábado (13) após ser arremessada da Ponte do Esqueleto sem estar presa a uma corda de segurança. O salto era parte de uma atividade de um esporte radical chamado rope jump, ou salto de corda, em que o praticante salta de locais elevados como pontes, viadutos ou penhascos, preso a cordas.

Esse esporte foi criado por Dan Osman, que morreu em 1998 após a corda de segurança ter falhado enquanto ele praticava o rope jump no Parque Nacional de Yosemite, nos Estados Unidos.

No dia do acidente com Maria Eduarda, a prefeitura de Limeira informou que iria processar o governo federal por omissão. Por meio de nota, a prefeitura informou que, desde 2025, vinha cobrando providências junto aos órgãos federais que são responsáveis pela Ponte do Esqueleto.

“A tragédia deste sábado (13), que resultou na morte de uma jovem de 21 anos, torna insustentável e inaceitável a continuidade dessa omissão. A responsabilidade pela fiscalização, manutenção e controle de acesso à Ponte do Esqueleto é exclusivamente do Governo Federal. A administração municipal e a Câmara Municipal, por iniciativa da vereadora Bruna Magalhães, já haviam encaminhado ofícios aos órgãos responsáveis cobrando medidas de segurança. Nenhuma providência concreta foi adotada”, diz a nota da administração municipal.

Para a Secretaria de Patrimônio da União (SPU), os poderes públicos precisam decidir, de forma conjunta, o futuro da Ponte do Esqueleto. “Entendemos que os poderes públicos de todos os níveis precisam, imediatamente, juntar esforços para evitar de forma definitiva o acesso à ponte do Esqueleto e coibir atividades ilegais”, diz a nota do governo federal.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, a morte de Maria Eduarda aconteceu durante uma atividade de rope jump promovida por uma empresa privada, que não amarrou a corda na jovem antes do salto. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou o óbito no local. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal.

Após a morte, a Polícia Militar prendeu três homens em flagrante por homicídio com dolo eventual.

Quem deveria fiscalizar

Em entrevista à TV Brasil, o advogado Arthur Rollo, ex-secretário nacional de Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça, disse que o acesso à Ponte do Esqueleto é responsabilidade da União, mas que o município é que deveria controlar e autorizar as atividades de lazer no local. Portanto, essa responsabilidade deveria ser compartilhada entre os entes federativos e a empresa prestadora de serviço, que sequer tinha qualificação ou preparo para realizar essa atividade.

“A responsabilidade, nesse caso, é solidária, ou seja, simultaneamente da União e da prefeitura de Limeira porque a área é federal e, sendo federal, caberia à União fazer a sua gestão. E, de outro lado, caberia também à prefeitura de Limeira fazer a fiscalização de empresas e profissionais que atuam naquela área e não têm alvará para atuar e não tem licença ou qualificação técnica para atuar. Então, a responsabilidade nesse caso é da União, que deveria ter zelado por aquela área e impedido o acesso, e também da prefeitura da Limeira que já sabe que aquela área é utilizada para atividades de aventura e deveria ter fiscalizado isso”, disse.

Segundo Arthur Rollo, o que ocorreu em Limeira também deve servir de alerta para outras regiões do país. “Isso é um alerta para todas as autoridades públicas e prestadores de serviços de aventura para que adotem providências para evitar novas mortes porque, infelizmente, não são incomuns essas mortes em atividades de aventura.”

Fonte: Elaine Patricia Cruz e Dimas Soldi – Repórteres da Agência Brasil e da TV Brasil

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Farmácia Farma Popular   Fone: 3481-2272

Em frente a praça central

Tacuru promove 1ª Corrida e Caminhada Sustentável com ação de conscientização ambiental

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Foto: jcomp/Magnific/Ilustrativa

Redação

A Prefeitura de Tacuru, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, realizará no dia 28 de junho a 1ª Corrida e Caminhada Sustentável, com largada às 7h, na Rua João Tutis Antonine, nas proximidades da Praça da Prefeitura. O evento une incentivo à prática esportiva e ações de conscientização ambiental, oferecendo opções para participantes de diferentes perfis.

Os participantes poderão escolher entre a caminhada de 3 quilômetros ou a corrida de 5 quilômetros. As inscrições para a caminhada custam R$ 25,00 ou podem ser feitas mediante a doação de 2 quilos de ração para cachorro, enquanto as inscrições para a corrida têm o valor de R$ 50,00. Todos os inscritos receberão kit composto por camiseta, chip de cronometragem e número de peito.

A programação também prevê premiação em dinheiro para os melhores colocados das categorias Geral e Pratas da Casa, nos naipes masculino e feminino, variando de R$ 100 a R$ 400. Haverá ainda entrega de troféus para os três primeiros colocados de cada faixa etária e para atletas da categoria PCD, sendo que todos os participantes receberão medalha.

Além das atividades esportivas, o evento contará com uma ação de coleta de lixo eletrônico. Os atletas poderão levar itens como celulares, televisores, pilhas, baterias e outros equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos para descarte adequado. Quem contribuir com a iniciativa participará de sorteios de brindes.

As inscrições estão disponíveis pela internet, por meio do site www.correai.api.br. A expectativa dos organizadores é reunir atletas, caminhantes e moradores da região em uma manhã voltada ao esporte, à saúde e à preservação ambiental.

Tacuru promove 1ª Corrida e Caminhada Sustentável com ação de conscientização ambiental
– Divulgação/Prefeitura de Tacuru

Fonte: Grupo A Gazeta

Penitenciária de Dourados recebe ações integradas do programa Brasil Contra o Crime Organizado e reforça a segurança na região de fronteira

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Fotos: Senappen

A SENAPPEN (Secretaria Nacional de Políticas Penais) e a Agepen/MS (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário de Mato Grosso do Sul) intensificaram nesta semana as ações do Programa Brasil Contra o Crime Organizado na PED (Penitenciária Estadual de Dourados), localizada a aproximadamente 120 quilômetros da fronteira com o Paraguai. Situada em uma das regiões mais estratégicas do país para o enfrentamento ao crime organizado, a unidade passou a concentrar ações integradas do Projeto Padrão Segurança Máxima – PSM com a Força Penal Nacional – FPN, a Operação MUTE e a Operação Modo Avião.

Penitenciária de Dourados recebe ações integradas do programa Brasil Contra o Crime Organizado e reforça a segurança na região de fronteira

As ações mobilizam servidores da Força Penal Nacional, coordenada pela Polícia Penal Federal – PPF, equipes especializadas da Diretoria de Inteligência Penal da SENAPPEN e da Gerência de Inteligência do Mato Grosso do Sul e 50 policiais penais do estado, além de operacionais do Comando de Operações Penitenciárias – COPE. A atuação integrada reúne inteligência, tecnologia e apoio operacional especializado em unidades prisionais de alta complexidade. Atualmente, a PED custodia aproximadamente 2.800 pessoas privadas de liberdade.

Com a Operação MUTE, a equipe realiza revistas estruturadas para busca de aparelhos celulares e materiais ilícitos do ambiente prisional, enquanto com a Operação Modo Avião há o emprego de tecnologia especializada para identificação de sinais de telefonia móvel, fortalecendo a capacidade de monitoramento e contribuindo para a interrupção de comunicações criminosas originadas no interior das unidades prisionais.

Durante a ação também foi utilizado georradar, equipamento capaz de identificar estruturas subterrâneas sem a necessidade de escavações ou intervenções físicas no terreno. A ferramenta permite localizar possíveis túneis, galerias, cavidades e outras alterações estruturais que possam representar riscos à segurança da unidade prisional.

Penitenciária de Dourados recebe ações integradas do programa Brasil Contra o Crime Organizado e reforça a segurança na região de fronteira

A PED também integra o Projeto Padrão Segurança Máxima, iniciativa da SENAPPEN que prevê investimentos em equipamentos, tecnologia e qualificação profissional. A unidade deverá receber equipamentos como aparelhos de raio X, scanners corporais (body scan) e viaturas especializadas, ampliando a capacidade de fiscalização, controle de acessos e segurança institucional.

Para o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia, a atuação simultânea das diferentes frentes do Programa Brasil Contra o Crime Organizado demonstra a estratégia adotada pelo Governo Federal para enfrentar as organizações criminosas. “Estamos levando para as unidades prisionais estratégicas aquilo que há de mais moderno em tecnologia, inteligência e procedimentos operacionais. O enfrentamento ao crime organizado exige integração permanente entre União e estados. Quando fortalecemos o controle prisional, interrompemos fluxos de comunicação criminosa, reduzimos a capacidade de articulação dessas organizações e ampliamos a proteção da sociedade.”

Segundo o diretor-presidente da Agepen/MS, Rodrigo Rossi Maiorchini, as ações demonstram a relevância da unidade e o enfrentamento às organizações criminosas. “A Penitenciária Estadual de Dourados ocupa uma posição estratégica no sistema prisional brasileiro e desempenha papel fundamental para a segurança pública da região. Essa ação conjunta fortalece os nossos protocolos, amplia as capacidades operacionais das equipes e contribui para elevar os padrões de segurança da unidade. Um esforço que beneficia diretamente a sociedade e reforça a presença do Estado no combate ao crime organizado.”

Penitenciária de Dourados recebe ações integradas do programa Brasil Contra o Crime Organizado e reforça a segurança na região de fronteira

Força Penal Nacional em Mato Grosso do Sul

O Ministério da Justiça e Segurança Pública autorizou, por meio da Portaria MJSP nº 1.214/2026, o emprego da Força Penal Nacional em unidades prisionais de Mato Grosso do Sul pelo período inicial de 90 dias.

A atuação é coordenada pela Polícia Penal Federal e reúne policiais penais de diferentes unidades da Federação, promovendo a integração de experiências e boas práticas desenvolvidas pelos sistemas penitenciários estaduais e federal.

Atualmente, a missão conta com policiais penais federais e estaduais mobilizados, oriundos dos estados do Acre, Bahia, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, São Paulo e Sergipe, que atuam em conjunto com a Polícia Penal Federal e os policiais penais de Mato Grosso do Sul.

Sobre o Padrão Segurança Máxima

O Projeto Padrão Segurança Máxima – PSM integra o Programa Brasil Contra o Crime Organizado, coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, e tem como objetivo fortalecer o controle prisional, ampliar a capacidade de enfrentamento às organizações criminosas e modernizar o sistema penitenciário brasileiro.

Estruturado nos eixos de inteligência e operações, modernização tecnológica e capacitação de servidores, o projeto prevê investimentos em equipamentos, infraestrutura, tecnologia e qualificação profissional para 138 unidades prisionais estratégicas em todo o país.

A iniciativa busca integrar inteligência, tecnologia e atuação operacional para fortalecer as polícias penais, ampliar a segurança das unidades prisionais e contribuir para a proteção da sociedade.

Fonte: Senappen

Aquidauana: Governo abre licitações que passam de R$ 20,7 milhões para obras de pavimentação e drenagem

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Foto: Chico Ribeiro/Arquivo

Aquidauana vai receber um novo pacote de investimentos em infraestrutura urbana por parte do Governo de Mato Grosso do Sul. Publicados no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (15), dois avisos de lançamento de licitação somam mais de R$ 20,7 milhões para obras de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais no município, com foco na melhoria da mobilidade urbana, da segurança viária e das condições de tráfego para a população.

O maior investimento previsto é de R$ 15.187.054,21, destinado à obra de infraestrutura urbana na MS-345, em Aquidauana. A licitação será realizada pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) no dia 2 de julho de 2026, às 8h30, por meio de concorrência eletrônica. A proposta prevê pavimentação asfáltica e drenagem, ampliando a capacidade da via e melhorando o escoamento das águas da chuva em um trecho importante para o deslocamento urbano e regional.

O segundo investimento, no valor de R$ 5.594.970,97, será aplicado em obras de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais em diversas ruas do bairro Guanandi. A abertura da licitação está marcada para 3 de julho de 2026, também às 8h30. Serão contempladas as ruas João de Almeida Castro, Duque de Caxias, 16 de Julho, Cândido Mariano, Guanandy, Rua 02 e Sol Levante.

Com as duas frentes, o Governo do Estado reforça a atuação em obras que impactam diretamente o dia a dia da população, com melhorias na trafegabilidade, redução de pontos de alagamento e mais segurança para motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. As intervenções também contribuem para valorizar os bairros atendidos e qualificar a infraestrutura urbana do município.

“Esses investimentos mostram o compromisso do Governo do Estado com uma infraestrutura que melhora a vida das pessoas na cidade e fortalece a mobilidade urbana. Em Aquidauana, estamos avançando com obras importantes de pavimentação e drenagem, tanto em um eixo estratégico como a MS-345 quanto em ruas do bairro Guanandi, levando mais segurança, melhores condições de tráfego e mais qualidade de vida para a população”, relata o secretário de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara de Carvalho.

As duas concorrências serão conduzidas pela Agesul, e os editais estão disponíveis nos canais oficiais do Governo do Estado. A publicação dos avisos no Diário Oficial marca mais um passo no conjunto de investimentos voltados à melhoria da infraestrutura de Aquidauana.

Fonte: Luciana Bomfim, Comunicação Seilog

HR de Dourados inicia atendimento oftalmológico com capacidade para mais de 1 mil procedimentos por mês

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Novo serviço contará com consultas, exames e cirurgias especializadas para pacientes de toda a macrorregião do Cone Sul, por meio da regulação estadual

O HRD (Hospital Regional de Dourados) inicia, nesta segunda-feira (15), os atendimentos do novo Serviço de Oftalmologia, ampliando a oferta de assistência especializada para pacientes da macrorregião do Cone Sul de Mato Grosso do Sul. As consultas, exames e procedimentos cirúrgicos serão realizados na Unidade II do complexo hospitalar, localizada na Avenida Coronel Ponciano.

A implantação do serviço representa um importante avanço para a rede pública de saúde da região, oferecendo uma linha de cuidado completa e resolutiva em oftalmologia, desde o diagnóstico até o tratamento cirúrgico.

A expectativa é realizar mensalmente 815 consultas especializadas e 238 procedimentos cirúrgicos, todos regulados pelo Estado, garantindo acesso aos pacientes encaminhados pelos municípios da macrorregião.

“A implantação do serviço amplia a oferta de consultas e cirurgias, e disponibiliza um parque tecnológico moderno, capaz de oferecer diagnósticos mais precisos e tratamentos mais eficazes. É um investimento que traz benefícios diretos para os pacientes e fortalece a rede pública de saúde do Estado”, afirma o diretor técnico do HRD, João Ângelo Hoffmann.

Estrutura amplia acesso a consultas, exames e cirurgias

O novo serviço contempla consultas ambulatoriais em Oftalmologia Geral, Retina, Plástica Ocular, Estrabismo e Oftalmologia Pediátrica, além de uma ampla oferta de exames diagnósticos e cirurgias de baixa e média complexidade.

Do total de consultas previstas por mês, serão 570 atendimentos em oftalmologia geral, 125 voltados para retina, 90 consultas eletivas com foco também em pacientes menores de 15 anos, 25 para plástica ocular e cinco para estrabismo.

Além do atendimento clínico especializado, os pacientes terão acesso a exames como ultrassonografia ocular, biomicroscopia, campimetria visual, tonometria, retinografia e biometria ocular, fundamentais para o diagnóstico e acompanhamento de diversas doenças que afetam a visão.

HR de Dourados inicia atendimento oftalmológico com capacidade para mais de 1 mil procedimentos por mês

Investimento superior a R$ 2,3 milhões garante tecnologia de ponta

O Serviço de Oftalmologia foi estruturado com um parque tecnológico avaliado em R$ 2.330.266,00, composto por equipamentos de alta precisão voltados ao diagnóstico e tratamento de doenças oculares.

Entre os principais destaques estão o vitreófago com facoemulsificador, utilizado em cirurgias de catarata e retina; o microscópio cirúrgico, indispensável para procedimentos oftalmológicos; o biômetro de coerência óptica, que permite medições precisas para o cálculo de lentes intraoculares; além dos sistemas de laser ND:YAG e fotocoagulador, empregados no tratamento de patologias da retina e glaucoma.

A estrutura também conta com retinógrafo com autofluorescência, campímetro, tonômetro de aplanação, lâmpada de fenda, refrator Greens, oftalmoscópio binocular indireto e ultrassom com biometria ocular, assegurando diagnósticos mais rápidos, precisos e totalmente digitalizados.

Fonte: Comunicação HRD

Educação financeira, cooperativismo e protagonismo juvenil ganham espaço nas escolas estaduais

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Fotos: Saul Schramm/Secom-MS

A formação de estudantes mais conscientes sobre o uso do dinheiro, preparados para a vida em sociedade e alinhados aos valores da cooperação e da responsabilidade coletiva está no centro do acordo de cooperação firmado hoje (15) entre o Governo de Mato Grosso do Sul e o Sicredi. A iniciativa permitirá ampliar a presença de programas de educação financeira, cooperativismo e cidadania nas escolas da Rede Estadual de Ensino, fortalecendo competências consideradas essenciais para os desafios do século XXI.

A parceria estabelecida entre a Fundação Sicredi e a SED (Secretaria de Educação), prevê a implantação e o fortalecimento de iniciativas como “A União Faz a Vida”, “Finanças na Mochila” e “Cooperativas Escolares”, programas já reconhecidos nacionalmente por estimular o protagonismo estudantil, a cooperação, a responsabilidade coletiva e a educação financeira desde os anos iniciais da formação escolar.

Durante a assinatura do acordo, o governador Eduardo Riedel destacou que a iniciativa está alinhada à estratégia educacional adotada pelo Estado e atende a demandas estruturais relacionadas à formação dos estudantes.

“Temos feito investimentos consistentes na infraestrutura das escolas, na formação dos professores e na organização pedagógica da rede. Nosso objetivo é garantir que cada iniciativa incorporada ao ambiente escolar tenha impacto real na formação dos alunos e contribua para melhorar os indicadores educacionais”, afirmou.

Segundo o governador, Mato Grosso do Sul consolidou uma das maiores redes de ensino em tempo integral do país, com 63% das escolas nesse modelo, além de ampliar significativamente a oferta de ensino técnico e profissionalizante.

“Em 2023, cerca de 16% dos alunos do ensino médio estavam matriculados em cursos técnicos. Hoje, esse percentual chega a 45%. Estamos preparando os jovens para o mercado de trabalho, ampliando oportunidades e conectando a educação às demandas do desenvolvimento do Estado”, destacou.

Educação financeira, cooperativismo e protagonismo juvenil ganham espaço nas escolas estaduais
Educação financeira, cooperativismo e protagonismo juvenil ganham espaço nas escolas estaduais
Educação financeira, cooperativismo e protagonismo juvenil ganham espaço nas escolas estaduais
Educação financeira, cooperativismo e protagonismo juvenil ganham espaço nas escolas estaduais

Riedel também enfatizou os avanços na transformação digital da educação, impulsionados pela expansão da conectividade nas unidades escolares e pela incorporação de novas tecnologias ao processo de ensino-aprendizagem.

Mais do que uma parceria institucional, o acordo é tratado pelos envolvidos como um investimento na formação das futuras gerações, estimulando desde a educação básica competências como colaboração, protagonismo juvenil, educação financeira, empreendedorismo, participação comunitária e cultura cooperativista.

Para o presidente da Central Sicredi Brasil Central, Celso Ronaldo Raguzzoni Figueira, a formalização da parceria representa a ampliação de programas educacionais já consolidados em diversas regiões do país para a rede estadual de ensino de Mato Grosso do Sul.

“Essa cooperação técnica materializa o grande diferencial do cooperativismo. Além dos serviços financeiros, temos uma fundação com foco essencialmente educacional, que desenvolve programas voltados para crianças, jovens e educadores. “Hoje damos um passo importante ao oficializar esse acordo de cooperação com o Estado de Mato Grosso do Sul, assegurando a presença estruturada dos nossos programas educacionais nas escolas estaduais. Essa parceria reafirma nosso compromisso com a educação como um pilar estratégico para o desenvolvimento das pessoas, das comunidades e dos territórios onde estamos presentes”, frisou.

Educação financeira, cooperativismo e protagonismo juvenil ganham espaço nas escolas estaduais

Já a secretária-adjunta de Estado de Educação, Mary Nilce Peixoto, avaliou que a parceria amplia as oportunidades de aprendizagem dos estudantes ao incorporar temas como cooperativismo, cidadania e educação financeira ao ambiente escolar. Segundo ela, os programas poderão ser trabalhados de forma transversal, dialogando com diferentes componentes curriculares e contribuindo para a formação integral dos alunos.

“Recebemos essa parceria com muito entusiasmo porque ela agrega conhecimento e valores importantes para a formação dos nossos estudantes. Os programas permitem trabalhar temas como cooperativismo, cidadania e educação financeira de forma transversal, integrando diferentes disciplinas e contribuindo para que os alunos estejam cada vez mais preparados para os desafios da vida em sociedade”.

Com a implantação dos programas A União Faz a Vida, Finanças na Mochila e Cooperativas Escolares, os estudantes da Rede Estadual terão acesso a conteúdos e experiências que contribuam para o desenvolvimento de competências financeiras, sociais e empreendedoras, fortalecendo a capacidade de tomada de decisões conscientes e o exercício da cidadania.

Fonte: Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS

Com destaque em programação internacional, MS fortalece imagem como referência em ecoturismo na América Latina

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Foto: @visitmsoficial

Mato Grosso do Sul estará presente em mais uma edição do AdventureELEVATE Latin America, que acontece entre os dias 16 e 18 de junho, em Lima, no Peru. Promovido pela Adventure Travel Trade Association (ATTA), principal associação de ecoturismo e turismo de aventura do mundo, o encontro reúne operadores, compradores internacionais, imprensa especializada e lideranças do setor para discutir o desenvolvimento sustentável do turismo de aventura na América Latina.

Parceiro do evento há quase uma década, Mato Grosso do Sul terá participação de destaque na programação, com apresentação dos destinos turísticos do estado, rodadas de negócios e presença em painel temático sobre gestão de destinos, sustentabilidade, governança e fortalecimento da economia local. Para o diretor-presidente da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur-MS), Bruno Wendling, a participação no AdventureELEVATE é estratégica para ampliar a presença do estado nos principais mercados internacionais.

“O evento reúne os principais compradores e operadores emissivos dos Estados Unidos e da Europa interessados na América Latina. Mato Grosso do Sul é um dos principais apoiadores e, por isso, tem bastante destaque na programação, com espaço para apresentar nossos destinos e participar das rodadas de negócios individualmente com os operadores. Neste ano, também estaremos em um painel sobre gestão de destinos, sustentabilidade, governança e economia local. O estado chega forte e bem representado em um evento do qual participamos há quase uma década, fortalecendo cada vez mais a imagem de Mato Grosso do Sul como um dos principais destinos de ecoturismo e turismo de natureza do Brasil”, destaca.

Com foco em capacitação, inovação e networking, o AdventureELEVATE Latin America é uma conferência regional voltada para profissionais do turismo de aventura. Durante os três dias de programação, os participantes acompanham palestras, workshops e painéis sobre temas como tendências de viagens, tecnologia, marketing, operações e desenvolvimento de negócios.

Além das atividades técnicas, o evento promove oportunidades de relacionamento entre os participantes e experiências imersivas no destino anfitrião, valorizando as características culturais e naturais da região. A edição de 2026 tem como tema “Alquimia”, conceito que destaca a combinação entre natureza, cultura e criatividade na construção de experiências transformadoras para os viajantes. A proposta também evidencia o papel das comunidades locais, guias, operadores e parceiros na consolidação de um turismo mais sustentável e inovador.

A programação inclui palestras principais, feira de negócios, almoços de networking e atividades de capacitação. As sessões serão conduzidas em espanhol, com tradução simultânea para o inglês nas palestras principais, enquanto o inglês será o idioma oficial das interações comerciais com compradores e representantes da imprensa internacional.

Fonte: Débora Bordin, Comunicação Fundtur MS

Nova Lei da CNH exige regulamentação e Contran prorroga validade de habilitações vencidas até setembro

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Foto: Mireli Obando

A implementação da nova Lei da CNH, sancionada pelo Governo Federal em 5 de junho de 2026, levou o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) a prorrogar excepcionalmente a validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e da Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC) dos condutores com vencimento entre 5 de junho e 8 de setembro de 2026.

A medida foi publicada por meio da Deliberação nº 278, de 10 de junho de 2026, e tem como objetivo garantir a continuidade dos serviços enquanto são regulamentadas as mudanças previstas na nova legislação e realizados os ajustes necessários nos sistemas e procedimentos dos órgãos de trânsito de todo o país.

Com a deliberação, os documentos abrangidos permanecem válidos até o dia 9 de setembro de 2026, sem necessidade de emissão de novo documento ou qualquer procedimento por parte do condutor.

A nova legislação altera dispositivos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e estabelece novas regras para a renovação da habilitação. Apesar de prever a chamada renovação automática da CNH para condutores cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), a lei mantém a obrigatoriedade dos exames de aptidão física e mental. A avaliação psicológica também continua sendo exigida nos casos previstos na legislação.

Além disso, a norma determina que os exames sejam realizados por médicos e psicólogos peritos examinadores autorizados pelo órgão máximo executivo de trânsito da União, seguindo critérios que ainda serão regulamentados pelo Contran. A legislação também prevê a definição nacional dos valores cobrados pelos exames.

Neste momento, o Sistema Nacional de Trânsito trabalha na regulamentação dos procedimentos e na adequação dos sistemas que darão suporte às novas regras. Por esse motivo, o Contran decidiu estabelecer um período de transição, evitando prejuízos aos cidadãos que teriam a CNH vencida durante a fase de implementação.

De acordo com o diretor de Habilitação do Detran-MS, Luiz Fernando Ferreira, a prorrogação garante segurança jurídica aos condutores enquanto a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) promove as adequações necessárias para a implementação da nova legislação.

“Estamos acompanhando de perto todas as mudanças promovidas pela nova Lei da CNH e aguardando a regulamentação dos procedimentos pelo Contran e pela Senatran. Neste momento, ainda dependemos da definição dos procedimentos e das adequações sistêmicas que serão implementadas nacionalmente para compreender de que forma as mudanças serão aplicadas nos Estados e qual será o impacto no atendimento ao cidadão. A partir dessas definições, o Detran-MS fará as adequações necessárias para cumprir a nova legislação”, explica.

Conforme a Deliberação nº 278 do Contran, após o encerramento do prazo de prorrogação, os condutores contemplados pela medida terão 30 dias para renovar a habilitação. Na prática, as CNHs abrangidas pela norma permanecerão válidas até 9 de setembro de 2026, e a renovação deverá ser realizada até 9 de outubro de 2026.

A prorrogação não se aplica aos condutores com o direito de dirigir suspenso ou com a CNH cassada.

Fonte: Mireli Obando, Comunicação Detran-MS