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A garantia de água potável como direito fundamental deu um passo decisivo em Mato Grosso do Sul, com a assinatura hoje (16) do contrato para implantação dos sistemas de abastecimento de água nas aldeias indígenas Jaguapiru e Bororó, em Dourados. Os investimentos somam R$ 48,7 milhões.
O documento foi firmado pelo governador em exercício, Barbosinha, e pelo diretor-presidente da Sanesul, Renato Marcílio, e marca um dos maiores aportes em infraestrutura hídrica já destinados às comunidades indígenas do Estado.
Mais do que uma obra de engenharia, o projeto elaborado pela Sanesul representa um avanço estrutural em saúde pública, dignidade e qualidade de vida para quase 30 mil pessoas.
As intervenções foram planejadas para atender o crescimento demográfico (até 2033) das aldeias e garantir regularidade, segurança e eficiência no fornecimento de água tratada.
Na Aldeia Indígena Bororó, o sistema foi dimensionado para atender 14.179 habitantes. A solução prevê a perfuração de um poço tubular profundo especial, com capacidade de 150 mil litros por hora, além de adutoras de água bruta e tratada, estação elevatória e sistema de cloração por cilindro gasoso.
A estrutura inclui dois reservatórios apoiados de 500 mil litros cada e um reservatório elevado de 50 mil litros, assegurando estabilidade no abastecimento. A rede de distribuição alcança 103,84 quilômetros, com 2.904 ligações domiciliares, levando água diretamente às residências.




Já a Aldeia Indígena Jaguapiru, que concentrará 15.304 habitantes até 2033, contará com um sistema de porte semelhante. O projeto também inclui um poço profundo especial, tratamento com cloração, estação elevatória e um robusto conjunto de reservatórios: dois apoiados de 500 mil litros e um elevado de 50 mil litros.
A rede de distribuição terá 80,9 quilômetros de extensão, com 3.087 ligações domiciliares, ampliando o alcance do serviço e reduzindo desigualdades históricas no acesso à água potável.
A previsão é que as obras tenham início ainda no primeiro semestre, logo após a emissão das ordens de serviço e a conclusão dos trâmites técnicos iniciais. Para o governador em exercício, José Carlos Barbosa, o Barbosinha, a assinatura do contrato simboliza um compromisso histórico com as comunidades indígenas.
“Entre todos esses aportes, em Dourados, dentro de um volume que passa de R$ 80 milhões, se destaca a assinatura do contrato de R$ 48 milhões com a Caixa Econômica Federal, que
passa agora a analisar o projeto elaborado pela Sanesul, viabilizado por emendas da bancada federal, para que possamos resolver de forma definitiva o problema de abastecimento de água nas aldeias Jaguapiru e Bororó”.
Segundo Barbosinha, o investimento em saneamento básico é uma das formas mais eficazes de promover saúde, dignidade e desenvolvimento social, especialmente em territórios que, por décadas, aguardaram por políticas públicas estruturantes.
“Acreditamos que, no prazo de quatro a seis meses, já seja possível iniciar o canteiro de obras tanto na Jaguapiru quanto na Bororó. Enquanto isso, o Estado continua atuando de forma emergencial, com caminhões-pipa, inclusive com veículos adquiridos por meio de emendas parlamentares, além do apoio permanente da Sanesul”, completou.






Barbosinha ainda destacou ainda que levar água tratada às aldeias Jaguapiru e Bororó é garantir cidadania, preservar vidas e construir um futuro mais justo para milhares de famílias.
“Esse é um esforço que envolve diálogo constante com o governo federal, não só na área de saneamento, mas também em habitação, pavimentação e infraestrutura. Temos casas sendo construídas nas aldeias e uma atuação institucional próxima e produtiva, com apoio da bancada federal, dos senadores e dos deputados. O nosso objetivo é garantir que a água potável chegue a todas as residências indígenas, com segurança, dignidade e respeito às comunidades”.
Fernando Souza, subsecretário de Políticas Públicas para Povos Originários da SEC (Secretaria de Cidadania), frisou que as ações realizadas representam mais do que obras físicas, pois simbolizam o fortalecimento da dignidade, da inclusão social e do acesso a direitos essenciais, ao assegurar que políticas públicas cheguem de forma efetiva às comunidades, promovendo cidadania, qualidade de vida e desenvolvimento humano de maneira integrada.
“Para nós, enquanto comunidade indígena das aldeias Jaguapiru e Bororó, o sentimento hoje é de profunda gratidão ao Governo do Estado, à bancada federal e à Sanesul pela coragem e pelo compromisso de enfrentar um problema crônico que existe desde a criação da reserva: a falta de água. A assinatura desse acordo representa, de fato, a perspectiva concreta de solução para uma demanda histórica das comunidades indígenas. Ver hoje a assinatura desse convênio é motivo de muita satisfação, porque significa que estamos próximos de resolver de forma definitiva um problema histórico vivido pela população indígena. Até a conclusão da obra, o Estado, em parceria com a Sesai e a Sanesul, tem adotado medidas emergenciais para não deixar as comunidades desassistidas, como a perfuração de poços, a implantação de reservatórios, intervenções na rede e o uso de caminhões-pipa”, pontuou.






O prefeito de Dourados, Marçal Filho, reconheceu a importância desse projeto e da parceria com a Sanesul. “Esse é um passo fundamental para promover saúde, inclusão e justiça social nas aldeias Jaguapiru e Bororó e mostra que, quando há união de esforços, é possível enfrentar problemas históricos e dar respostas concretas às comunidades indígenas. Os recursos destinados a esse projeto representam respeito, dignidade e qualidade de vida para milhares de pessoas que vivem nas aldeias”.
O diretor-presidente da Sanesul, Renato Marcílio, enfatizou que o investimento é estruturante, com o objetivo de resolver definitivamente um problema histórico de abastecimento nessas comunidades indígenas.
“O principal foco deste momento é o projeto de captação, produção, reservação e distribuição de água para as aldeias Bororó e Jaguapiru, um conjunto de obras que ultrapassa R$ 40 milhões e que só se tornou possível graças a um trabalho coletivo e à parceria institucional. Trata-se de um investimento estruturante, pensado para resolver definitivamente um problema histórico de abastecimento nessas comunidades”.
Participaram ainda da agenda o senador Nelsinho Trad; Walter Carneiro, secretário da Casa Civil; Maurício Simões Corrêa, secretário de Saúde; além de autoridades locais.
Ao transformar projetos técnicos em impacto social direto, o contrato assinado simboliza mais do que números e obras: representa saúde preventiva, respeito às comunidades indígenas e um futuro onde a água deixa de ser um desafio diário para se tornar um direito plenamente assegurado.
Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Bruno Rezende/Secom
Na companhia de lideranças locais e regionais, o governador em exercício José Carlos Barbosa, o Barbosinha, protagonizou em Dourados uma agenda marcada por entregas concretas e novos compromissos que reforçam o saneamento básico e a estrutura de saúde do município. O conjunto de ações consolida um dos maiores volumes de investimentos recentes em água, esgoto e assistência hospitalar, com impacto direto na qualidade de vida da população.
Entre as obras concluídas pela Sanesul está a execução de 37 mil metros de rede de distribuição de água no bairro Campo Belo, com 220 ligações domiciliares, investimento de R$ 3.2 milhões que amplia o acesso à água tratada e fortalece a infraestrutura urbana. Também foi entregue o novo almoxarifado, a guarita e a urbanização da sede da Regional da Sanesul, obra de R$ 2,1 milhões que moderniza a estrutura operacional da companhia no município.
“A Sanesul tem um papel decisivo no desenvolvimento do Mato Grosso do Sul. Ao longo dessa caminhada, o saneamento esteve presente de forma firme e estruturante em todos os municípios que visitamos, porque só quem entende de saúde pública sabe o valor que esse investimento tem. Obras de saneamento são caras, muitas vezes invisíveis depois de prontas, mas salvam vidas.
Em Dourados, por exemplo, saímos de menos de 20% de coleta e tratamento de esgoto para cerca de 90%. Isso exigiu coragem, planejamento e muito trabalho da Sanesul, com substituição de redes antigas, ampliação do sistema e investimentos que transformaram a realidade da cidade. Hoje, avançamos para a universalização, colocando Dourados em um patamar diferenciado no cenário nacional”, disse Barbosinha.
Na área de produção e tratamento de água, foram realizadas melhorias na Estação de Tratamento de Água (ETA) do GEDEO, com adequação do sistema de guarda-corpo, reforma da torre de aplicação química e regularização do sistema de drenagem, totalizando R$ 1,8 milhão em investimentos.








Outro avanço estratégico foi a reabilitação do poço tubular profundo DOU-021, no valor de R$ 1,4 milhão, assegurando maior segurança hídrica para Dourados.
O esgotamento sanitário também recebeu atenção especial. A ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Laranja Doce elevou a capacidade em 40 litros por segundo, com melhorias de eficiência que chegam a 80 litros por segundo, em uma obra de R$ 23,2 milhões. Para atender o Hospital Regional, foi concluída a construção de uma estação elevatória de esgoto bruto, além de 3 mil metros de linha de recalque e 445 metros de rede coletora, com investimento de R$ 2,1 milhões.
Outras frentes importantes incluem a execução de 11 mil metros de rede coletora de esgoto, 422 ligações domiciliares, construção de 1,1 mil metros de coletor no trecho Indaiá–Olinda, 1,8 mil metros de coletor tronco no Jardim Clímax e a implantação de uma elevatória de esgoto bruto no bairro Nações. As obras, somam R$ 2,2 milhões.
No campo da eficiência e do planejamento para o crescimento urbano, foram concluídos os serviços de engenharia voltados ao atendimento do crescimento vegetativo da rede de distribuição de água, ligações domiciliares e redução de perdas, com investimento expressivo de R$ 32,7 milhões, reforçando o compromisso com a universalização do saneamento.
Além das entregas, a agenda marcou a assinatura de duas ordens de início de serviço que ampliam ainda mais a cobertura de esgoto em Dourados.










A primeira autoriza a execução de 31,7 mil metros de rede coletora e 1.247 ligações domiciliares nos bairros Altos do Indaiá e Santa Fé, no valor de R$ 8,7 milhões. A segunda contempla 36 mil metros de rede e 1.253 ligações domiciliares nos bairros Mônaco e Sitiocas, investimento de R$ 8,2 milhões.
Além disso, o governador em exercício inaugurou a ampliação e reforma do escritório da Sanesul em Vila Vargas.
A agenda foi concluída com uma supervisão técnica e a entrega de equipamentos ao Hospital da Vida, às 11 horas, na Vila Planalto. O aporte de R$ 3 milhões, realizado pela Secretaria de Saúde, inclui 48 camas hospitalares elétricas, 21 macas, 15 ventiladores pulmonares, oito eletrocardiógrafos portáteis, três perfuradores ósseos, dois eletrocardiógrafos Ritmus com cardio, dois aparelhos de ultrassonografia, duas mesas cirúrgicas elétricas, um arco cirúrgico, um aparelho de raio-X fixo e um móvel.
O conjunto de obras e entregas reforça a integração entre saneamento básico e saúde pública, projeta Dourados para um novo patamar de infraestrutura urbana e consolida investimentos estruturantes que impactam diretamente o presente e o futuro da cidade.
Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Bruno Rezende/Secom
Após mais de duas décadas de luta das comunidades indígenas por um direito básico, as aldeias Jaguapiru e Bororó, em Dourados, deram um passo histórico rumo à dignidade com o avanço do sistema de abastecimento de água, uma conquista viabilizada por meio da articulação política e do acompanhamento da deputada estadual Lia Nogueira (PSDB). A agenda de entrega, assinatura e supervisão de obras, realizada ao lado do governador em exercício de Mato Grosso do Sul, José Carlos Barbosa (PSD), marcou um novo capítulo para milhares de famílias indígenas que, por anos, convivem com a escassez e a precariedade no acesso à água potável.
Durante o evento, Lia Nogueira fez questão de quebrar o protocolo e chamar as lideranças indígenas à frente, reconhecendo que a conquista pertence aos povos originários. Em um discurso emocionado, a parlamentar ressaltou que o acesso à água vai além da infraestrutura. “Água é dignidade, é um direito humano essencial. São mais de 20 anos de uma luta silenciosa de comunidades que não tem o básico para viver”, afirmou.
A deputada relembrou os períodos críticos de desabastecimento enfrentados pelas aldeias, em que famílias dependem de ações emergenciais para sobreviver. “Só quem esteve ali sabe o que é encontrar reservatórios vazios e ver crianças e idosos consumindo água imprópria. Isso é inaceitável em pleno século 21”, destacou, reforçando seu compromisso histórico com a pauta indígena.
Além do contrato para implantação dos sistemas de abastecimento de água nas aldeias, a agenda contemplou entregas de obras, assinaturas de ordens de serviço e contratos da Sanesul que garantem a ampliação dos sistemas de abastecimento de água, execução e expansão de redes de água e esgoto em diversos bairros, melhorias em unidades operacionais, ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto Laranja Doce, reabilitação de poços e implantação de novas redes coletoras de esgoto em Dourados.
Também foi entregue a obra de ampliação e melhorias do prédio de atendimento ao cliente e do escritório do Distrito de Vila Vargas da Sanesul, fortalecendo o atendimento à população local e ampliando a capacidade operacional da empresa no município.
Lia Nogueira destacou ainda que a conquista só foi possível graças à união de esforços entre a bancada federal, Assembleia Legislativa, Governo do Estado, prefeituras e lideranças indígenas, ressaltando que políticas públicas eficazes nascem do diálogo e da construção coletiva. A deputada fez questão de reconhecer o compromisso do governador Eduardo Riedel com a pauta social e indígena. “O governador deixou claro que não descansaria enquanto o problema da falta de água nas aldeias de Dourados não fosse resolvido. Esse é um compromisso de Estado”, afirmou.
A agenda foi encerrada com a supervisão técnica e entrega de equipamentos ao Hospital da Vida, reforçando os investimentos em saúde pública e o fortalecimento da rede hospitalar da região.
Com atuação firme, sensível e presente, Lia Nogueira consolida seu papel como uma das principais defensoras das comunidades indígenas em Mato Grosso do Sul, transformando articulação política em ações concretas que garantem dignidade, respeito e justiça social aos povos originários.
A primeira quinzena de janeiro foi marcada por temperaturas elevadas e chuvas intensas em boa parte da região Centro-Oeste. E a previsão para o restante do mês não deverá ser diferente. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Mato Grosso do Sul deve registrar volumes de chuva acima da média histórica, enquanto as temperaturas devem permanecer mais altas do que o normal em toda a região. O centro-oeste sul-mato-grossense, em especial, pode enfrentar um aquecimento acima da média climatológica do mês.
Esse cenário climático, somado ao período de férias escolares — quando mais pessoas permanecem em casa por mais tempo —, tende a aumentar significativamente o uso de aparelhos como ventiladores, ar-condicionado, chuveiros elétricos e eletrodomésticos em geral. Por isso, o momento é ideal para reforçar a importância do consumo consciente de energia elétrica, para evitar surpresas na conta de luz.
A coordenadora comercial da Energisa, Aline Mesquita, destaca que ninguém precisa abrir mão do conforto para economizar. “Não é necessário parar de usar o ventilador ou o ar-condicionado e se render ao desconforto provocado pelo calorão. Mas é possível se atentar a alguns detalhes para usar os eletrodomésticos de maneira mais eficiente”, orienta.

Confira algumas dicas:
– Substitua lâmpadas incandescentes e fluorescentes por modelos de LED, que reduzem o consumo e aumentam a vida útil. Apagar luzes em ambientes desocupados continua sendo uma medida simples e eficiente.
– Evite colocar computadores, TVs, videogames e outros aparelhos em modo de espera. Desligar equipamentos da tomada ou usar filtros de linha com botão liga/desliga diminui o gasto oculto.
– Se a geladeira estiver instalada próxima ao fogão, considere mudá-la de lugar. A proximidade com fontes de calor faz com que o equipamento consuma mais energia para manter a refrigeração.
– Evite abrir e fechar a geladeira com frequência. Ao cozinhar, retire todos os ingredientes de uma vez para evitar desperdício de energia.
– Junte várias peças de roupa para passar de uma só vez, otimizando o uso do ferro elétrico.
– Aproveite a luz natural durante o dia para evitar o uso desnecessário de lâmpadas. Também é recomendável lavar o máximo de roupas de uma só vez e evitar o uso simultâneo de aparelhos como televisão e máquina de lavar.
– Se optar por banho quente mesmo no verão, evite banhos longos. O chuveiro elétrico é um dos vilões do consumo.
– No caso do ar-condicionado, verifique se o equipamento é adequado ao tamanho do ambiente e se está instalado em local com boa circulação de ar e proteção contra o sol. A temperatura ideal para equilíbrio entre conforto e economia é de 23 °C.
– Evite o uso simultâneo de aparelhos de alto consumo, como ar-condicionado, chuveiro elétrico, forno, ferro de passar e máquina de lavar, especialmente nos horários de pico (entre 17h e 21h).
– Priorize eletrodomésticos com selo de eficiência energética A ou superior. Eles consomem menos energia para oferecer o mesmo desempenho, o que ajuda a reduzir a fatura.

O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS) vem atuando de forma destacada em defesa dos policiais na Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados. Com foco na valorização dos servidores, o parlamentar protocolou o Projeto de Lei 6035/2025, que determina a criação de gratificação de função para policiais militares — oficiais e praças — que exerçam atividades de direção, chefia ou comando nas Polícias Militares dos Estados e do Distrito Federal.
Pela proposta, as legislações estaduais e do Distrito Federal deverão instituir gratificações específicas para esses cargos, definindo valores e critérios conforme suas realidades locais. O objetivo é assegurar reconhecimento institucional e remuneração compatível com o grau de responsabilidade das funções de comando.
Segundo Nogueira, hoje, em diversos Estados, sargentos, tenentes e capitães que assumem chefias de companhias, destacamentos ou pelotões não recebem qualquer gratificação adicional, apesar das responsabilidades ampliadas. Com o projeto, isso deverá mudar, garantindo uma remuneração condizente e reforçando a valorização desses profissionais.
A iniciativa busca promover tratamento uniforme e proporcional às responsabilidades atribuídas a oficiais e praças, reconhecendo o papel estratégico das funções de comando na estrutura hierárquica das corporações militares. Além disso, a medida pretende fortalecer a gestão operacional, aumentar a motivação profissional e aprimorar a qualidade dos serviços de segurança pública oferecidos à população.
A produção de petróleo da Petrobras alcançou 2,40 milhões de barris por dia (bpd), em 2025, com expansão de 11% em relação à produção do ano anterior. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (16) pela companhia.

O resultado superou em 0,5 ponto percentual (p.p.) o limite superior da meta (+4%) estabelecida no Plano de Negócios 2025-2029.
Quando considerada a produção total de óleo e gás natural, o resultado superou em 2,8 p.p. o limite superior da meta (+4%), alcançando 2,99 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), com crescimento de 11% em relação à produção de 2024.
A produção comercial de óleo e gás natural registrou 2,62 milhões de boed, superando em 0,9 p.p. o limite superior da meta projetada (+4%).
As marcas de produção de óleo, produção comercial e produção total superaram ainda recordes anuais históricos registrados ao longo de mais de 70 anos da empresa, revelou a Petrobras.
A companhia também estabeleceu no pré-sal novos recordes anuais de produção total própria, de 2,45 milhões de boed, e operada, de 3,70 milhões de boed. O volume de produção no pré-sal representa 82% da produção total da Petrobras.
Além dos poços que a estatal utiliza em sua produção, há ainda aqueles em que ela atua como operadora e que foram arrematados por consórcios de empresas ou empresas.
No ano passado, duas novas plataformas no pré-sal da Bacia de Santos entraram em operação: o FPSO (navio plataforma flutuante) Almirante Tamandaré, localizado no campo de Búzios, e o FPSO Alexandre de Gusmão, no campo de Mero.
Além disso, o FPSO Marechal Duque de Caxias, em Mero, alcançou o topo de produção, e o FPSO Almirante Tamandaré atingiu recorde de produção, com média de cerca de 240 mil bpd nos meses de novembro e dezembro, tornando-se a plataforma de maior produção do Brasil.
A isso se somou a alavancagem dos FPSOs Maria Quitéria, no campo de Jubarte, Anita Garibaldi e Anna Nery, nos campos de Marlim e Voador.
“O aumento significativo de eficiência operacional de todas as unidades operacionais foi fundamental para a superação das metas de produção”, apontou a Petrobras, em nota divulgada à imprensa.
A empresa anunciou ainda que atingiu 1 milhão de barris de óleo por dia de produção operada, no campo de Búzios, com apenas seis plataformas, o que demonstra a produtividade elevada dos poços desse campo.
A sétima plataforma, P-78, que entrou em operação em 31 de dezembro, deverá contribuir para a continuidade da trajetória de crescimento da produção da companhia.
Segundo a empresa, os resultados obtidos “são fruto do esforço integrado da força de trabalho da Petrobras para aumentar a produção e manter o compromisso com a atenção total às pessoas, o respeito ao meio ambiente, a preservação da segurança operacional e a confiabilidade dos ativos”.
O Cone Sul de Mato Grosso do Sul passa a ter uma pré-candidata ao Senado que conhece de perto os desafios da região. Antes de ser preso, o presidente Bolsonaro gravou um vídeo em que faz uma sinalização política clara ao cenário eleitoral sul-mato-grossense, declarando apoio à Gianni Nogueira para a disputa ao Senado Federal.
Na gravação, Bolsonaro afirma que já tem sua pré-candidata no estado, destacando a proximidade de Gianni com sua família e chegando a dizer que ela “se parece um pouco com Michelle Bolsonaro”. No meio político, o gesto foi interpretado como uma verdadeira declaração de paternidade eleitoral, um endosso direto, raro e carregado de simbolismo.
Analistas avaliam que esse tipo de apoio não costuma deixar margem para disputas internas. Na prática, impõe uma escolha aos aliados: ou se alinham à candidatura chancelada por Bolsonaro, ou enfrentam o peso de sua influência junto ao eleitorado conservador, que segue expressivo no estado.
Nos bastidores, a avaliação é de que não há, hoje, concorrente em Mato Grosso do Sul capaz de disputar o mesmo capital simbólico com Gianni Nogueira. Nomes já colocados no debate não teriam a mesma capacidade de mobilização quando comparados a uma candidatura diretamente associada ao ex-presidente.
Mesmo enfrentando restrições e controvérsias judiciais, Bolsonaro segue sendo o maior ativo político. A leitura predominante é de que, mesmo preso, continua influenciando o processo eleitoral. Solto, seu poder de articulação e de campanha tende a ser ainda maior. Para aliados, o vídeo gravado antes da prisão reforça que Bolsonaro segue no centro do jogo político e disposto a definir rumos eleitorais, especialmente em estados onde mantém forte apoio popular.
*Perfil*
Gianni Nogueira é casada, mãe de três filhos, formada em Direito com MBA em Gestão. Cresceu dentro de uma congregação evangélica, ministra louvor na igreja desde a adolescência e é filha e neta de evangélicos. O perfil é visto como alinhado às expectativas de um eleitorado conservador que se diz frustrado desde o pleito que elegeu a atual senadora Soraya Thronicke, que posteriormente rompeu politicamente com Bolsonaro.
Nas redes sociais, Gianni se posiciona de forma clara em defesa das pautas da direita. Com discurso ideológico e conservador, critica o avanço da pauta do aborto, se opõe a tentativa da esquerda de adultizar crianças, defende a propriedade privada, o livre comércio, a família, a Constituição, a vida desde a concepção e a liberdade de expressão.
O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS), conhecido como “Gordinho do Bolsonaro”, afirmou que o Brasil passará por uma mudança significativa a partir de 2027 e classificou as eleições de 2026 como decisivas para esse cenário. Segundo o parlamentar, o pleito será marcado pela derrota do Partido dos Trabalhadores (PT).
“Minha mensagem para 2026 é essa: para o povo brasileiro voltar a sorrir, precisamos varrer o PT do Brasil, eu creio”, declarou Nogueira.
A expectativa da oposição é de que a direita retorne ao comando da Presidência da República nas próximas eleições. Nesse contexto, Rodolfo Nogueira declarou apoio irrestrito à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL), afirmando acreditar que o nome representa a continuidade do projeto político iniciado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).
Considerado um dos parlamentares mais críticos ao governo Lula, Nogueira ressaltou que sempre manteve fidelidade política a Bolsonaro e que, ao longo de seu mandato, tem adotado posicionamentos firmes contra as políticas implementadas pelo atual Governo Federal.
Em Mato Grosso do Sul e no Brasil, Nogueira é considerado uma das principais lideranças da direita, atuando em pautas alinhadas a esse espectro político. O deputado também é citado como um dos parlamentares federais mais atuantes do Estado.
A Prefeitura Municipal de Caarapó, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, alcançou a marca histórica de 137.207 exames laboratoriais realizados na rede pública, com investimento de R$ 1.186.870,92, ampliando o acesso gratuito ao diagnóstico preciso e rápido para a população, fortalecendo a atenção básica e consolidando o compromisso da gestão com a saúde pública no município.
Avanço expressivo na saúde pública municipal
O sistema público de saúde de Caarapó vive um momento considerado histórico quando o assunto é diagnóstico e prevenção. Dados divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde mostram que, ao longo do período recente de gestão, foram realizados exatamente 137.207 exames laboratoriais pelo Sistema Único de Saúde no município. O número expressivo evidencia não apenas a ampliação do acesso da população aos serviços de saúde, mas também o fortalecimento de uma política pública voltada para a prevenção de doenças, acompanhamento clínico e agilidade no atendimento.
O investimento total destinado à realização desses exames foi de R$ 1.186.870,92, valor aplicado integralmente para garantir que os moradores de Caarapó tivessem acesso gratuito a exames essenciais, fundamentais para o diagnóstico precoce e o acompanhamento de diversas condições de saúde. A iniciativa reforça o papel estratégico da atenção básica e da rede municipal no cuidado contínuo da população.
Exames essenciais para o acompanhamento da população
Entre os exames realizados estão alguns dos mais solicitados na rotina clínica e no acompanhamento de doenças crônicas, como hemograma completo, glicemia, hemoglobina glicada, colesterol total e suas frações LDL e HDL, além de triglicerídeos. Também fazem parte da lista exames como creatinina, ureia, urina tipo I, entre muitos outros que auxiliam no diagnóstico e monitoramento da saúde renal, metabólica e cardiovascular.
Esses exames são fundamentais tanto para o acompanhamento de pacientes que já possuem doenças diagnosticadas, como diabetes e hipertensão, quanto para a identificação precoce de alterações que podem evoluir para quadros mais graves caso não sejam tratadas adequadamente. A ampliação da oferta desses serviços permite que médicos e equipes de saúde atuem de forma mais eficaz, baseando suas condutas em dados laboratoriais confiáveis.
Diagnóstico rápido como ferramenta de prevenção
A realização de exames laboratoriais em grande escala é uma das principais estratégias para fortalecer a prevenção em saúde pública. O diagnóstico rápido possibilita intervenções precoces, reduz complicações, evita internações desnecessárias e melhora a qualidade de vida dos pacientes. Em Caarapó, o volume de exames realizados demonstra que a gestão municipal tem priorizado essa abordagem preventiva, alinhada às diretrizes do Sistema Único de Saúde.
Ao garantir exames de forma gratuita e eficiente, o município amplia o acesso da população aos serviços de saúde, especialmente de pessoas em situação de vulnerabilidade social, que muitas vezes não teriam condições de arcar com os custos na rede privada. Dessa forma, o investimento vai além dos números e se traduz em cuidado direto com a vida dos cidadãos.
Gestão e planejamento como pilares do investimento
O valor investido, superior a R$ 1,18 milhão, reflete um planejamento estratégico da Secretaria Municipal de Saúde, que buscou otimizar recursos e ampliar a capacidade de atendimento da rede pública. A aplicação desses recursos envolve desde a contratação de serviços laboratoriais até a organização logística para coleta, análise e entrega dos resultados à população.
A gestão destaca que o investimento em exames laboratoriais é parte de uma política mais ampla de fortalecimento da saúde pública, que inclui melhorias na estrutura das unidades de saúde, capacitação de profissionais e ampliação de serviços oferecidos à comunidade. A integração entre esses fatores contribui para um atendimento mais humanizado e eficiente.
Transparência e compromisso com o cidadão
Outro ponto ressaltado pela administração municipal é a transparência na aplicação dos recursos públicos. A divulgação detalhada dos números, tanto de exames realizados quanto do valor investido, permite que a população acompanhe de perto como o dinheiro público está sendo utilizado. Essa prática fortalece a confiança da comunidade na gestão e reforça o compromisso com uma administração responsável.
A Secretaria Municipal de Saúde enfatiza que saúde pública é um tema que exige seriedade, planejamento e dedicação contínua. Por isso, a divulgação desses resultados também funciona como uma prestação de contas à população, mostrando que os investimentos estão gerando impactos concretos no dia a dia dos moradores de Caarapó.
Impacto direto na qualidade de vida
O acesso facilitado a exames laboratoriais impacta diretamente a qualidade de vida da população. Com diagnósticos mais rápidos e precisos, os tratamentos podem ser iniciados de forma oportuna, reduzindo o agravamento de doenças e melhorando os prognósticos. Para pacientes com doenças crônicas, como diabetes e problemas cardiovasculares, o acompanhamento regular por meio de exames é essencial para manter o controle da condição e evitar complicações.
Além disso, a ampliação da oferta de exames contribui para desafogar a rede de saúde, uma vez que diagnósticos mais assertivos evitam encaminhamentos desnecessários para serviços de maior complexidade. Isso torna o sistema mais eficiente e beneficia toda a população.
Papel do PAM na ampliação dos serviços
O Pronto Atendimento Municipal, conhecido como PAM, tem papel central nesse avanço da saúde pública em Caarapó. A estrutura funciona como um importante ponto de apoio para a realização de atendimentos e encaminhamentos para exames, integrando os serviços da atenção básica e garantindo agilidade no cuidado com os pacientes.
A valorização do PAM, citada pela gestão municipal, simboliza o reconhecimento da importância de uma rede de saúde bem estruturada e preparada para atender às demandas da população. O fortalecimento desse serviço reflete diretamente na capacidade do município de oferecer um atendimento mais resolutivo e humanizado.
Saúde como prioridade de governo
A Prefeitura Municipal de Caarapó reforça que o investimento recorde em exames laboratoriais faz parte de uma visão de governo que coloca a saúde como prioridade. A gestão afirma que seguirá trabalhando com dedicação para ampliar ainda mais os serviços oferecidos, sempre com foco no bem-estar da população e na melhoria contínua da qualidade do atendimento.
O lema “Juntos por um Novo Tempo” traduz a proposta de uma administração que busca resultados concretos e políticas públicas eficientes, especialmente em áreas essenciais como a saúde. O fortalecimento do diagnóstico é visto como um passo fundamental para a construção de um sistema de saúde mais justo, acessível e resolutivo.
Perspectivas para os próximos anos
Com os resultados já alcançados, a expectativa da Secretaria Municipal de Saúde é de manter e, se possível, ampliar o volume de exames ofertados à população. O objetivo é garantir que todos os cidadãos tenham acesso aos serviços necessários para o cuidado com a saúde, independentemente de sua condição socioeconômica.
A continuidade dos investimentos e o aprimoramento da gestão dos recursos são apontados como fundamentais para sustentar esse avanço. A administração municipal acredita que o fortalecimento da saúde pública passa, necessariamente, por ações concretas como essa, que impactam diretamente a vida das pessoas.
Ao participar de cerimônia alusiva aos 90 anos do salário mínimo no Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta sexta-feira (16), que o valor do salário mínimo adotado no país é muito baixo.

“Não estamos fazendo esse ato de apologia ao valor do salário mínimo. Porque o valor do salário mínimo é muito baixo no Brasil. Estamos fazendo apologia aqui à ideia de um presidente da República que, em 1936, criou a possibilidade de se estabelecer um salário que garantisse aos trabalhadores os direitos elementares.”
Dentre os direitos dos trabalhadores citados por Lula em sua fala estão o direito de morar, comer e estudar, além do direito de ir e vir. “Desde que foi criado, o salário mínimo não preenche esses requisitos da intenção da lei”, disse o presidente durante a cerimônia, no Rio de Janeiro.
O novo salário mínimo, no valor de R$ 1.621, passou a valer a partir de 1º de janeiro deste ano. O reajuste aplicado foi de de 6,79% ou R$ 103. O salário mínimo anterior era de R$ 1.518.
O valor foi informado após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), utilizado no cálculo do reajuste anual do salário mínimo. O indicador registrou 0,03% em novembro e acumula 4,18% em 12 meses.
Pela estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o novo salário mínimo injetará R$ 81,7 bilhões na economia. O cálculo considera os efeitos sobre a renda, o consumo e a arrecadação, ainda que em um cenário de restrições fiscais mais rígidas.
A regra do reajuste do salário mínimo determina que o valor tenha duas correções: uma pelo INPC de 12 meses acumulado até novembro do ano anterior, ou seja, 4,18%, e outra pelo crescimento da economia de dois anos. No dia 4 de dezembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou os dados do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) de 2024, confirmando expansão em 3,4%.
No entanto, o arcabouço fiscal, mecanismo que controla a evolução dos gastos públicos, determina que o ganho acima da inflação seja limitado a um intervalo de 0,6% a 2,5%.
Pela regra, o salário mínimo de 2026 seria R$ 1.620,99 e, com o arredondamento previsto em lei, passa para R$ 1.621, reajuste de 6,79%.
Desde 1º de janeiro, o teste do pezinho ampliado passou a ser ofertado em Mato Grosso do Sul pelo SUS, ampliando a detecção de mais de 40 doenças em recém-nascidos e fortalecendo a triagem neonatal no Estado.
O exame integra o Programa Estadual de Triagem Neonatal, vinculado ao Projeto Bem Nascer MS, e representa um avanço na política de diagnóstico precoce e cuidado integral à saúde infantil. Com a ampliação, o Estado supera o modelo anterior, que possibilitava a identificação de apenas sete doenças.
Principais avanços do teste do pezinho ampliado em MS:
Para a secretária-adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone, a efetivação do teste reforça o compromisso do Governo do Estado com a primeira infância. “Estamos garantindo acesso gratuito a um exame fundamental, que permite identificar doenças ainda nos primeiros dias de vida, assegurando tratamento oportuno e melhores perspectivas para as crianças e suas famílias”, destacou Maymone.
A coleta do exame deve ser realizada, preferencialmente, entre o 3º e o 5º dia de vida do bebê, período considerado ideal para a identificação precoce de alterações. Entre as doenças rastreadas estão a atrofia muscular espinhal (AME), imunodeficiências primárias, galactosemias e diversos distúrbios metabólicos.
Segundo a gerente de Atenção à Saúde da Criança da SES, Cristiana Schulz, o diagnóstico precoce é determinante para a efetividade do cuidado. “Com o teste do pezinho ampliado, é possível iniciar o tratamento antes mesmo do surgimento dos sintomas, garantindo mais qualidade de vida e, em muitos casos, evitando complicações graves”, explicou Cristiana.
As análises das amostras são realizadas pelo IPED/APAE de Campo Grande, laboratório de referência habilitado pelo Ministério da Saúde, que também oferece acompanhamento multiprofissional às crianças diagnosticadas.
Como acessar o teste do pezinho ampliado:
A coordenadora técnica da instituição, Josaine Palmieri, destaca que a ampliação fortalece a rede de cuidado no Estado. “Em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde e o Governo do Estado, passamos a realizar o teste do pezinho ampliado, aumentando a prevenção, o diagnóstico precoce e o cuidado às crianças em todo o Mato Grosso do Sul”, afirmou Josaine.
Atualmente, cerca de 3 mil testes do pezinho são realizados mensalmente em Mato Grosso do Sul, atendendo os 79 municípios. Para as famílias, a ampliação representa mais segurança e tranquilidade desde os primeiros dias de vida. Mãe da recém-nascida Mariana, de três dias, Ana Cláudia Araújo destacou a importância da iniciativa. “Essa ampliação faz toda a diferença para nós, mães, porque amplia o cuidado e traz mais segurança ao permitir um diagnóstico mais completo desde o início”, relatou.

A avó da bebê Antonela, Alessandra Azambuja, também ressaltou o impacto positivo da iniciativa. “Hoje conseguimos acessar pelo SUS um exame muito mais completo, que antes só era possível no particular, com um custo alto. Isso significa mais prevenção, mais acesso e mais tranquilidade para as famílias”, afirmou.
André Lima, Comunicação SES
Fotos: André Lima
A Prefeitura de Amambai promoveu, nesta quarta-feira, dia 14 de janeiro, um importante diálogo institucional sobre segurança pública, realizado na sala de reuniões do Gabinete do prefeito. O encontro foi conduzido pelo prefeito Sérgio Barbosa e reuniu autoridades municipais e representantes dos órgãos de segurança.
Durante o diálogo, foram discutidas ações conjuntas voltadas ao fortalecimento da segurança pública no município, com foco no enfrentamento a roubos e furtos, bem como na situação de pessoas em vulnerabilidade social que se encontram nas vias públicas.
O prefeito Sérgio Barbosa destacou a importância da integração entre os poderes e as forças de segurança para a construção de soluções efetivas. “O diálogo institucional é fundamental para avançarmos em ações que garantam mais segurança, organização e cuidado com a nossa população”, afirmou.
A iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura de Amambai com o trabalho conjunto, a responsabilidade social e a busca permanente por políticas públicas que promovam segurança e qualidade de vida para todos os amambaienses.
Fonte: Secom/Prefeitura de Amambai
O Programa Cinturão Ortopédico, da Secretaria de Estado de Saúde (SES), contabilizou 1.983 atendimentos de urgência em ortopedia entre junho e dezembro de 2025, ampliando o acesso a serviços especializados e fortalecendo a assistência regionalizada no Estado.
No período, os atendimentos foram executados principalmente nos municípios de Aquidauana, Coxim, Ribas do Rio Pardo, Sidrolândia, Maracaju e Bataguassu, com destaque para Aquidauana, que concentrou o maior volume de procedimentos ao longo dos meses analisados.
A evolução mensal dos atendimentos demonstra crescimento progressivo ao longo do segundo semestre, especialmente a partir de agosto, evidenciando a ampliação do acesso e a consolidação do fluxo assistencial do programa.
Para o Secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões, o Programa Cinturão Ortopédico representa um avanço concreto na regionalização da assistência em Mato Grosso do Sul. “O programa reforça o compromisso da SES em garantir atendimento ortopédico de urgência mais próximo da população, com organização da rede, uso racional dos recursos e resposta rápida às demandas dos municípios. Esses resultados demonstram que a regionalização fortalece o SUS e melhora o cuidado ao cidadão”, destacou Simões.
Para a responsável pela Gestão Estratégica da SES, Maria Angélica, os dados refletem a efetividade da organização regional da assistência. “Os números demonstram a importância do Cinturão Ortopédico como estratégia de organização da rede e de resposta rápida às urgências. Ao estruturar fluxos regionais e fortalecer os serviços de referência, conseguimos reduzir deslocamentos, otimizar recursos e garantir atendimento oportuno à população”, afirmou Maria Angélica.
Principais causas dos atendimentos
Entre os diagnósticos mais frequentes, segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), destacam-se:
Os dados evidenciam a predominância de traumas ortopédicos de membros superiores e inferiores, reforçando a importância da organização regional da assistência para atendimento ágil e especializado.
Municípios solicitantes
O programa atendeu solicitações de diversos municípios do Estado, com maior volume proveniente de Miranda (218), Coxim (169), Nioaque (130), Maracaju (129), Bonito (109) e Bodoquena (96), entre outros.
Fortalecimento da rede
O Cinturão Ortopédico integra a estratégia da SES para descentralizar o atendimento ortopédico de urgência, reduzir deslocamentos desnecessários de pacientes e fortalecer a articulação entre os municípios e os serviços de referência.
André Lima, Comunicação SES
Foto: Assessoria de Comunicação HAP
O Orçamento da União para 2026 mantém recursos destinados aos principais instrumentos de gestão de riscos no campo, mas reacende o debate sobre a efetiva execução dessas verbas. Segundo avaliação da Frente Parlamentar da Agropecuária, a sanção da Lei Orçamentária Anual não resolve a fragilidade estrutural do seguro rural, que segue exposto a cortes ao longo do ano. A lei prevê R$ 1,017 bilhão para a subvenção ao prêmio do seguro rural e R$ 6,618 bilhões para o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária, valores semelhantes aos autorizados pelo Congresso em exercícios recentes.
Para a bancada, o ponto central não é o montante aprovado, mas a ausência de proteção orçamentária que impeça contingenciamentos. Em 2025, apesar de o Parlamento ter autorizado cerca de R$ 1,06 bilhão para o seguro rural, pouco mais da metade foi efetivamente liberada, o que comprometeu a contratação de apólices e reduziu a cobertura ao produtor. Esse cenário ocorre em um período de aumento da frequência de eventos climáticos extremos e de maior exposição a riscos sanitários.
A avaliação é de que, no curto prazo, o valor previsto para 2026 poderia atender à demanda, desde que haja execução integral. No entanto, a experiência recente reforça a preocupação com a repetição de bloqueios. A redução da área coberta pelo seguro rural nos últimos anos é citada como reflexo direto dessa instabilidade, o que afeta o planejamento da safra e a previsibilidade da renda no campo.
No caso do Proagro, o orçamento aprovado está dentro da expectativa de necessidade e conta com uma diferença estrutural relevante. Por ser classificado como despesa obrigatória, o programa não pode ser contingenciado, ao contrário do seguro rural, que permanece como despesa discricionária. Essa assimetria, na avaliação da FPA, enfraquece a política de gestão de riscos agropecuários.
Diante desse quadro, a bancada anunciou que fará da derrubada do veto presidencial à Lei de Diretrizes Orçamentárias uma prioridade quando o Congresso retomar os trabalhos. O dispositivo vetado equiparava o seguro rural ao Proagro, garantindo caráter obrigatório à despesa. Para a FPA, a medida é fundamental para assegurar previsibilidade ao produtor e evitar que recursos aprovados pelo Parlamento deixem de chegar ao setor.
A adoção de salvaguardas pela China sobre a carne bovina importada eleva o grau de incerteza para o setor exportador brasileiro e reforça a necessidade de ampliar mercados de destino. De acordo com análise do Itaú BBA, as tarifas podem chegar a 67% para volumes que ultrapassem 1,1 milhão de toneladas, em um contexto de forte concentração das vendas externas. Em 2025, a China respondeu por cerca de 1,7 milhão de toneladas embarcadas pelo Brasil, o que evidencia a dependência do mercado asiático.
A redistribuição desses volumes é considerada complexa, já que o segundo principal destino, os Estados Unidos, absorveu pouco mais de 200 mil toneladas de carne bovina in natura no último ano. Ainda assim, o ambiente internacional é marcado por escassez da proteína, fator que tende a reduzir parte dos efeitos negativos de uma eventual retração chinesa. A avaliação é de que a menor disponibilidade global ajuda a sustentar a demanda, mesmo diante de ajustes nos fluxos comerciais.
Para 2026, a projeção é de queda próxima de 2% na produção brasileira de carne bovina, o que representaria uma redução de cerca de 200 mil toneladas na oferta. Esse volume equivale a aproximadamente um terço do excedente que poderia surgir caso as compras chinesas se repitam no mesmo patamar de 2025. A menor produção interna, portanto, atua como elemento de equilíbrio para o mercado.
Na América do Sul, Argentina e Uruguai receberam cotas superiores aos volumes efetivamente exportados em 2025, abrindo espaço para uma reorganização regional. Nesse cenário, o Brasil pode ampliar o fornecimento a países vizinhos e, ao mesmo tempo, direcionar parte da produção ao mercado chinês. Há também possibilidade de aumento das exportações aos Estados Unidos, em função do crescimento do déficit local.
O avanço rápido do sorgo na segunda safra em Mato Grosso do Sul mostra que a cultura deixou de ser apenas uma alternativa para momentos de aperto e passou a integrar, de forma planejada, as decisões econômicas do produtor rural. Em apenas cinco safras, a área cultivada no Estado saiu de pouco mais de 5 mil hectares para perto de 400 mil hectares, um crescimento superior a 7.700%, conforme os levantamentos do SIGA (Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio), ferramenta gerida pelo Governo do Estado, por meio da Semadesc em parceria com a Aprosoja.
De acordo com o secretário Jaime Verruck, da Semadesc, esse movimento “não é casual, é estratégia”. Segundo ele, a leitura dos últimos dados sobre o sorgo deixa claro que o fator decisivo para a expansão da oleaginosa é o mercado, especialmente a demanda criada pelas usinas de etanol de milho instaladas no Estado.
As informações do SIGA apontam que a área plantada do sorgo em Mato Grosso do Sul passou de cerca de 5 mil hectares no início dos anos 2020 para quase 400 mil hectares na safra 2024/2025. Esses dados convergem com os números da Conab e do IBGE, que mostram o fortalecimento da cultura ao longo da década, mas é o SIGA que evidencia, com mais precisão espacial e recorte por safra, a velocidade e a distribuição desse crescimento dentro do território sul-mato-grossense.

A virada mais clara acontece a partir da safra 2021/2022, quando os dados do SIGA mostram o sorgo começando a ocupar áreas maiores e a ganhar escala rapidamente. Depois de ajustes naturais, a cultura volta a avançar com força na safra 2024/2025, praticamente dobrando de tamanho.
Para Verruck, esse comportamento confirma que o sorgo deixou de ser uma solução pontual e passou a fazer parte do planejamento da safrinha, sobretudo em áreas com janela curta após a soja, maior risco climático e necessidade de reduzir perdas produtivas e financeiras.
Na avaliação do sacretário, a consolidação das usinas de etanol de milho foi determinante para essa mudança. “Embora o sorgo sempre tenha sido conhecido pelo produtor, sua expansão era limitada pela falta de demanda estruturada. Isso mudou quando as indústrias passaram a firmar contratos de compra, garantindo previsibilidade, escala e segurança econômica”, afirma. A leitura, segundo ele, mostra a expansão contínua da área plantada a partir do momento em que o mercado passou a dar sustentação à cultura.
Conforme os dados do SIGA, na safra mais recente, cerca de metade de toda a área de sorgo de segunda safra no Estado concentrou-se em dez municípios, com destaque para Ponta Porã e Maracaju, seguidos por Bonito, Bela Vista e Sidrolândia. O desenho territorial indica que o sorgo avança justamente em regiões onde o milho enfrenta maiores limitações climáticas ou de janela de plantio, funcionando como instrumento de gestão de risco.
Para o secretário-executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Semadesc, Rogério Beretta, o SIGA mostra que o sorgo vem se firmando ao longo dos anos como alternativa viável para a segunda safra. “Por ser uma cultura mais resistente às intempéries climáticas e a problemas sanitários, o sorgo se encaixa melhor em áreas marginais, onde o milho teria mais dificuldade”, explica.
Beretta acrescenta que os dados do SIGA ajudam a demonstrar como a entrada das usinas de álcool de cereais mudou a lógica do plantio. Com mercado garantido, contratos de compra e estrutura de armazenagem disponíveis, entraves históricos da cultura foram superados. “Essas condições, que antes eram obstáculos, hoje dão segurança ao produtor para investir no sorgo”, avalia.
No cenário nacional, as projeções indicam que o Brasil deve ultrapassar 6,6 milhões de toneladas de sorgo na safra 2025/2026, com Mato Grosso do Sul ocupando a quarta posição entre os maiores produtores, conforme levantamento da Conab divulgado em dezembro de 2025.
Para o secretário Jaime Verruck, o caso do sorgo no Estado mostra que quando há mercado, contratos e visão de longo prazo, a produtividade cresce, o risco diminui e o desenvolvimento se consolida. Nesse contexto, as usinas de etanol de milho cumprem papel estratégico ao integrar produção agrícola, bioenergia e sustentabilidade, fortalecendo cadeias locais e ampliando o uso eficiente do solo.
Marcelo Armôa, Comunicação Semadesc
O FCO (Fundo Constitucional do Centro-Oeste) injetou R$ 3,240 bilhões em Mato Grosso do Sul no ano passado. O volume é recorde e teve forte demanda do setor rural, que concentrou 75% dos recursos disponibilizados, bem acima da média verificada em anos anteriores quando a distribuição ficava em torno de 60% para o FCO Rural e 40% para a linha FCO Empresarial.
O repasse inicial da Sudeco (Superintendência para o Desenvolvimento do Centro-Oeste) a Mato Grosso do Sul foi de R$ 2,7 bilhões, porém com o aumento da demanda o valor foi sendo reajustado a maior até atingir R$ 3,2 bilhões.
Na avaliação do secretário executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Rogério Beretta, dois fatores podem ter contribuído para afastar o empresariado do financiamento: a taxa de juros, que acabou sendo maior devido ao aumento da Selic, e incertezas em relação à economia do País.
Força do campo

A maior parte dos recursos do FCO Rural foi direcionada a projetos de pequenos e médios empresários. Eles ficaram com 72% do volume aplicado nessa linha, enquanto os demais 28% foram distribuídos entre médios e grandes produtores rurais.
Beretta destaca esse caráter do FCO, que prioriza o atendimento aos pequenos empresários do campo e da cidade. “A meta é aplicar no mínimo 50% em projetos de mini e pequenos empreendedores, e isso temos feito todos os anos”, salientou.
Com relação à finalidade, destacam-se a correção de solo (17,15%) e a reforma ou recuperação de pastagens (13,68%). “O que é muito importante para o Governo que tem a meta de transformar Mato Grosso do Sul em Estado Carbono Neutro até 2030”, pontuou Beretta. O combate à degradação do solo é uma das medidas prioritárias da Agropecuária visando aumentar o sequestro e a retenção de C02 e contribuir para descarbonizar as atividades.
Aquisição de matrizes bovinas de corte (12,5%), implantação de sistemas de irrigação (10,59%) e a compra de máquinas e implementos agrícolas (9,65%) foram outras demandas relevantes que completam o top cinco do ranking. Beretta chama a atenção, entretanto, para os investimentos em fruticultura (8,25%) e construção de armazéns agrícolas (7%), duas áreas prioritárias do governo.
“O Estado tem buscado atrair investimentos em citricultura, o governador Eduardo Riedel entende que temos potencial para sermos o novo polo produtor de laranja e suco de laranja do país considerando os problemas que o maior produtor, São Paulo, tem enfrentado em suas lavouras. Esse aporte de recursos em fruticultura é a demonstração clara de que Mato Grosso do Sul caminha rapidamente para se consolidar como importante player desse setor”, completou.
Já a ampliação da capacidade de armazenamento é uma necessidade constante, na medida em que a safra agrícola tem aumentado ano após ano no Estado. Ainda há um déficit considerável, mesmo com a crescente instalação de novos complexos.
Na distribuição regional, o FCO Rural contemplou projetos de todos os municípios sul-mato-grossenses em 2025, com destaque para os municípios de Paranaíba (6,64%), Bataguassu (8,58%), Dourados (6,78%), Sidrolândia (6,27%) e Paraíso das Águas (6,18%). Nesse quesito, Beretta ressalta o caráter descentralizado dos investimentos, que chega com força aos pequenos e médios municípios, levando desenvolvimento e melhoria da renda.
O papel da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) também foi citado pelo secretário executivo, “na elaboração de projetos para que os pequenos produtores rurais pudessem contrair os financiamentos”.
FCO Empresarial
Assim como a linha Rural, o FCO Empresarial beneficiou mais os mini e pequenos empresários (52% do total), enquanto os médio-grandes e grandes empresários ficaram com 10,6% do volume liberado.
Essa linha já apresenta um caráter mais centralizador no quesito da distribuição regional, tendo em vista que as grandes cidades concentram a maior parte das empresas. Dessa forma, Campo Grande foi destino de 40% dos recursos e Dourados, a maior cidade do interior, de outros 13%.
A principal finalidade do FCO Empresarial foi Capital de Giro (41,15%), compra de equipamentos (21,82%), construções (13,07%), reformas (8,03%) e aquisição de veículos (6,86%).
Para 2026, a Sudeco já estabeleceu orçamento de R$ 3,1 bilhões a Mato Grosso do Sul, divididos meio a meio entre as linhas FCO Rural e FCO Empresarial. Em relação ao volume disponibilizado no início do ano passado (R$ 2,7 bilhões), houve um incremento de 14% de um ano para o outro, o que demonstra a força da economia sul-mato-grossense. “No ano passado fomos o único Estado da região que precisou de novos aportes de recursos porque o valor disponibilizado foi insuficiente para atender a demanda”, afirmou.
João Prestes, Comunicação Semadesc
As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 já podem ser consultadas na Página do Participante, na internet. Os resultados foram divulgados nesta sexta-feira (16) pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 

Segundo dados do balanço da aplicação do exame, participaram da edição de 2025 4,8 milhões de inscritos, com 72% de presença nos dois dias de prova.
Na Página do Participante é possível conferir tanto a nota da redação (que varia de zero a mil pontos) quanto a pontuação de cada uma das quatro áreas de conhecimento avaliadas. Para os chamados treineiros – aqueles que não concluíram o ensino médio em 2025, o boletim individual será publicado até 60 dias após a divulgação do resultado.
Com os resultados do exame, os participantes poderão concorrer a vagas em instituições de educação superior públicas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), com inscrições abertas de 19 a 23 de janeiro; tentar uma bolsa de estudo pelo Programa Universidade para Todos (Prouni), no período de 26 a 29 de janeiro; ou acessar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
A inscrição no Sisu não exige envio prévio de documentos. Os selecionados, no entanto, devem observar os prazos e requisitos, bem como apresentar a documentação solicitada pela instituição de educação superior no momento da matrícula.
Os participantes do Enem 2025 que atendem aos critérios estabelecidos e desejam utilizar o exame para fins de certificação de conclusão do ensino médio devem ficar atentos aos prazos para solicitar o certificado nas instituições, por meio do portal do Inep.
Para obter o certificado de conclusão do ensino médio pelo Enem, é necessário ter indicado essa finalidade no momento da inscrição e alcançar, no mínimo, 450 pontos em cada área do conhecimento, além de obter, pelo menos, 500 na redação.

As pessoas vivem nas cidades. Com esta visão municipalista, o governador em exercício José Carlos Barbosa, ao lado do prefeito Rodrigo Sacuno, do senador Nelsinho Trad e de vereadores, entregou uma série de obras em Naviraí. São investimentos em educação, infraestrutura e saneamento, incluindo novas pontes de concreto, escola reforma e ampliação na cobertura de água e esgoto.
A solenidade ocorreu nesta quinta-feira (14-01), no escritório da SANESUL (Empresa de Saneamento de MS). Para o saneamento, foram entregues as obras de novas ligações domiciliares de esgoto, implantação de uma estação elevatória de esgoto bruto e outras adequações no valor de R$ 21,8 milhões, além da perfuração e ativação de dois poços tubulares, que somados ultrapassam R$ 2,4 milhões. Estes investimentos mostram o compromisso do Estado em universalizar o saneamento nas cidades, proporcionando mais saúde e melhor qualidade de vida à população.
“Estamos aqui em Naviraí hoje com entregas de mais de R$ 39 milhões. Fruto de parceria e de um governo municipalista, que recebe os prefeitos e ouve a população, para saber o que ela realmente precisa”, disse o governador. Barbosinha ainda destacou a grande evolução no saneamento em todo Estado, em que Naviraí foi contemplada. “Antigamente, o Estado tinha baixa cobertura de esgoto e problemas no abastecimento, agora tivemos uma transformação significativa. Para a cidade são mais de 65 km de rede de esgoto, atendendo 3.437 domicílios. Isto faz a diferença.” completou.

O prefeito Rodrigo Massuo Sacuno agradeceu o apoio e parceria do Estado. “Temos que agradecer ao Estado pela atenção que nos dá, sempre abrindo as portas e solucionando os problemas da cidade. Uma parceria muito importante para gerir o município. Governo municipalista que olha para a população”.
O presidente da SANESUL, Renato Marcílio, destacou a importância destes grandes investimentos para cidade. “Saneamento significa saúde para a população de Naviraí. Os poços vão garantir a segurança hídrica, por isso é um prazer fazer estas entregas. O trabalho é grande para cumprir as obrigações previstas no Marco Legal. Seremos o primeiro estado a ter cobertura plena de saneamento”.
No evento, ainda teve a entrega de três pontes de concreto, duas sobre o Rio Laranjaí e uma no Córrego Moroti. Ambas ficam em rodovias vicinais de Naviraí e Juti. O investimento chega a R$ 4,4 milhões. O objetivo é dar mais segurança, facilitar o acesso da população local e contribuir com o escoamento da produção.
Na educação, foram inauguradas as reformas da Escola Estadual Eurico Gaspar Dutra (R$ 6 milhões) e do Centro Estadual de Educação Profissional Senador Ramez Tebet (R$ 4,1 milhões). A reestruturação das escolas é uma prioridade da gestão estadual. O foco é criar um ambiente moderno e positivo para os alunos e profissionais, o que trará resultados diretos no ensino e aprendizagem.


























