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sábado, 2 de maio de 2026
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Carne suína ganha força no mercado interno e externo

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A carne suína manteve competitividade no mercado interno em setembro, segundo a edição de novembro do informativo Agro em Dados, elaborado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). O documento aponta que o produto “tem se mostrado competitivo frente à bovina”, embora a disputa “permaneça acirrada com o frango”. A combinação entre maior demanda e oferta limitada deve pressionar os preços nos próximos meses, em um cenário em que as compras domésticas tradicionalmente aumentam no segundo semestre.

O custo de produção em Goiás registrou queda no terceiro trimestre. “O valor foi de R$ 6,25 por quilo, uma redução de 6,2% em comparação ao trimestre anterior”, informou a Embrapa. Já o Cepea destacou melhora no poder de compra dos produtores em relação ao farelo de soja, condição que “favorece o setor da suinocultura”.

No mercado externo, as exportações brasileiras de carne suína atingiram, em setembro de 2025, um marco histórico para o mês. Foram embarcadas 148 mil toneladas, alta de 25,9%, com faturamento de US$ 365,2 milhões, avanço de 30%, para 88 destinos. O desempenho reflete, segundo o informativo, “um mercado aquecido e o fortalecimento dos mercados já existentes, além do alcance de novos destinos”.

Goiás também obteve resultados expressivos, com recorde no número de compradores e o melhor desempenho para o período em sete anos. Entre janeiro e setembro de 2025, tanto a carne suína brasileira quanto a goiana registraram valorização no preço por tonelada em todos os meses, acompanhada de aumento no valor exportado. Para o estado, Singapura, Vietnã, Geórgia e Chile ampliaram as aquisições ao longo do período.

Excedente previsto mantém açúcar em baixa

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A avaliação é de que o superávit esperado para 25/26 também reflete o desempenho do Hemisfério Norte - Foto: Divulgação

O mercado de açúcar atravessa um período de preços pressionados, em meio ao avanço da oferta global previsto para a próxima temporada, segundo levantamento da Hedgepoint Global Markets. Consultorias indicam que a queda ganhou força após o açúcar bruto tocar o menor nível em cinco anos, em 14,04 c/lb, movimento associado ao bom ritmo da produção no Centro-Sul do Brasil no segundo semestre da safra atual, que já supera o ciclo anterior.

A avaliação é de que o superávit esperado para 25/26 também reflete o desempenho do Hemisfério Norte, favorecido por clima mais regular, especialmente na Índia. Condições positivas na Tailândia e o bom desenvolvimento da cana indiana reforçam a perspectiva de maior oferta na região. A liberação das exportações indianas e a maior disponibilidade global compensam a entressafra brasileira e fortalecem o cenário de excedente.

“Embora o ATR (açúcar total recuperável) tenha permanecido abaixo dos níveis médios, a moagem de açúcar se recuperou após julho, o que nos levou a manter nossas expectativas de uma moagem total em torno de 605 Mt de cana-de-açúcar, ligeiramente inferior a 24/25. Como o mix também continuou em patamares mais altos – com recorde na primeira quinzena de agosto–, a produção acumulada de açúcar para o ciclo 25/26 superou os patamares 24/25 no final de setembro e deve encerrar a safra em alta”, diz Laleska Moda, analista de Inteligência de Mercado de Café.

Projeções indicam que a moagem brasileira deve manter ritmo firme, sustentada pelo mix elevado, mesmo com atratividade momentânea do etanol. A análise aponta oferta próxima de 40,9 Mt. No Hemisfério Norte, estimativas indicam cerca de 10 Mt na Tailândia e quase 31 Mt na Índia, com parte destinada ao etanol e influência do clima monitorada. O governo indiano autorizou exportações de 1,5 Mt, volume sujeito a ajustes conforme preços e paridade.

Bolsa e dólar caem em dia de liquidação do Banco Master

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A liquidação extrajudicial do Banco Master teve reflexos limitados no mercado financeiro. Apesar do recuo de ações de bancos, a bolsa de valores teve uma queda baixa. Influenciado pelo exterior, o dólar caiu após a alta da véspera.Bolsa e dólar caem em dia de liquidação do Banco MasterBolsa e dólar caem em dia de liquidação do Banco Master

O índice Ibovespa, da B3, fechou esta terça-feira (18) aos 156.522 pontos, com recuo de 0,3%. O indicador chegou a cair 0,7% nos primeiros minutos de negociação, mas recuperou-se parcialmente à tarde.

As ações de bancos, com peso importante no Ibovespa, caíram nesta terça, puxando o índice para baixo. No entanto, a maior parte da queda decorreu da influência das bolsas estadunidenses, que caíram em meio a incertezas sobre as empresas do setor de inteligência artificial.

O mercado de câmbio teve um dia de oscilações. O dólar comercial encerrou esta terça vendido a R$ 5,318, com queda de R$ 0,014 (-0,26%). A cotação chegou a subir para R$ 5,34 nos primeiros minutos de negociação e no início da tarde, mas inverteu o movimento e passou a cair a partir das 13h20, estabilizando-se em R$ 5,31 na hora final de negociação.

Num dia sem a divulgação de indicadores econômicos importantes, a moeda estadunidense operou sem direção única em relação às moedas de países emergentes. O dólar subiu perante o peso chileno, mas caiu ante o peso colombiano e o peso mexicano.

Os investidores globais estão no aguardo de dados econômicos dos Estados Unidos, após cerca de 40 dias de shutdown (paralisação do governo). Na quarta-feira (19), o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) divulga a ata da reunião de 29 de outubro. Na quinta (20) saem os dados do emprego nos Estados Unidos. Os dois documentos são aguardados para dar pistas sobre se Banco Central da maior economia do planeta poderá cortar os juros básicos em dezembro.

Câmara aprova texto-base do projeto de lei antifacção

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Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Por 370 a 110 votos, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (18) o texto-base projeto de lei de combate ao crime organizado (PL 5582/2025). Os deputados acataram o texto apresentado pelo relator, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), que alterou trechos da proposta original encaminhada pelo governo federal. O relator apresentou cinco versões. Câmara aprova texto-base do projeto de lei antifacçãoCâmara aprova texto-base do projeto de lei antifacção

O projeto prevê penas mais duras para integrantes de facções criminosas e apreensão de bens de investigados. 

Derrite defendeu que “o enfrentamento do crime organizado no Brasil exige legislação de guerra em tempo de paz”. Os parlamentares governistas, contrários ao parecer de Derrite, dizem que o projeto Antifacção foi desconfigurado e descapitaliza a Polícia Federal.  

Deputados analisam agora os destaques, que podem mudar trechos do texto-base. O projeto segue depois para o Senado. 

“Vamos retomar texto original no Senado”

“Nós vamos lutar para retomar esse texto original. Vamos modificar no Senado para recuperar o propósito original do governo de combate à facção criminosa”, disse o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ).

O parlamentar destacou que o projeto foi elaborado depois de mais de seis meses de estudo. 

A deputada Jandira Feghali (PCdoB -RJ) argumenta que o texto de Derrite acaba protegendo as organizações criminosas.

“O relatório inova com uma ação civil pública que acaba protelando o confisco de bens do crime organizado”, criticou. Para ela, prejudica a investigação da Polícia Federal ao descapitalizar a corporação. No parecer, relator encaminhou “o quinhão cabível à PF ao Fundo Nacional de Segurança Pública”. 

Outra crítica do governo federal é que o parecer de Derrite só permitia ao Estado assumir o patrimônio do crime após o término da ação penal, o que poderia levar anos.

O deputado Kim Kataguiri (União Brasil – SP) concordou com o texto do relator de que a ação é necessária para recuperar os bens a serem apreendidos pela PF. “A gente ainda escuta discurso aqui de que nós estamos defendendo corruptos de colarinho branco, de que nós estamos defendendo o banqueiro”, criticou.

O texto aprovado prevê a apreensão prévia de bens do investigado em certas circunstâncias, com a possibilidade de perdimento dos bens antes da decisão final da Justiça.

Penas de 40 anos

O texto aumenta as penas para membros de facção ou milícia para 20 a 40 anos, podendo chegar a 66 anos para os líderes das organizações criminosas. 

O substitutivo também aumenta em 85% da pena o tempo necessário para progressão de regime. Fica proibida graça, anistia, indulto ou liberdade condicional para membros dessas organizações.

Autonomia do MP

O texto prevê a participação do Ministério Público nos casos de forças-tarefas que investiguem facções, por meio de Procedimentos Investigatórios Criminais liderados por Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO).

Organização ultraviolenta

O projeto traz a definição de organização criminosa ultraviolenta, apesar das críticas que apontaram que a criação de um novo tipo criminal poderia gerar um caos jurídico nos processos judiciais que tendem a beneficiar os criminosos.

Sobre audiência de custódia e julgamento de homicídios cometidos por membros de facção criminosa, o projeto prevê que as audiências de custódia sejam realizadas, “em regra, por videoconferência, salvo decisão judicial fundamentada em sentido contrário”.

Os homicídios cometidos por facções serão julgados, no primeiro grau de jurisdição, por um colegiado e não por um tribunal do júri.

Apoio de Motta

Antes da votação, os deputados federais governistas chegaram a solicitar que o Projeto de Lei Antifacção (PL 5582/25) fosse retirado da pauta de votação na Câmara, em vista de que o texto original teria sido “desconfigurado” pelo parecer do relator Guilherme Derrite. No entanto, foi mantida a votação por 316 votos favoráveis contra 110. 

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos -PB), argumentou que o texto seria a resposta “mais dura” da história da Câmara dos Deputados no enfrentamento ao crime organizado.

“Nós estamos dizendo que chefes de facções criminosas agora irão direto para os presídios federais, que os encontros com advogados serão gravados, que não terão visitas íntimas”, exemplificou. 

Motta afirmou que o projeto original do governo federal trouxe pontos positivos, mas que foram necessários mais olhares de outros setores e bancadas.

A Câmara denominou o substitutivo como “Marco legal de enfrentamento ao crime organizado”.  

Municipalismo: Governo e prefeituras alinham prioridades e projetos do programa MS Ativo

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O Governo de Mato Grosso do Sul se reuniu na tarde desta terça-feira (18) com 49 prefeitos para discutir as diretrizes e os próximos passos do programa MS Ativo Municipalismo 2. O encontro teve como foco o fortalecimento da parceria entre Estado e municípios, com a finalidade de ampliar demandas locais e prioridades para 2026.

Durante o encontro, foram debatidas possibilidades de avanço em setores como infraestrutura urbana e expansão da capacidade de atendimento à saúde. Os gestores municipais ressaltaram a importância do diálogo direto com o governo estadual, destacando que o modelo de municipalismo adotado pelo Estado busca acelerar entregas e melhorar a qualidade de vida nas cidades sul-mato-grossenses.

O governador Eduardo Riedel afirmou que o Estado manterá a cooperação ativa com as prefeituras e reforçou que o municipalismo seguirá como pilar da gestão. “Nosso compromisso é garantir previsibilidade para que cada município possa planejar, executar e entregar mais à população. O ‘MS Ativo Municipalismo 2’ nasce justamente da escuta, da transparência e da construção conjunta com os prefeitos. Seguiremos lado a lado, compartilhando responsabilidades e resultados”, declarou.

Riedel ainda salientou que o MS Ativo 1 representa um investimento total de R$ 1,5 bilhão por parte do Estado, dos quais R$ 1 bilhão já foi executado. Os R$ 500 milhões restantes serão aplicados no início do próximo ano, em paralelo ao MS Ativo 2, que prevê mais R$ 1 bilhão em recursos. Dessa forma, 2026 começa com a conclusão do MS Ativo 1 e o início da execução do MS Ativo 2.

O Governo reafirmou o compromisso de manter o planejamento conjunto, garantindo previsibilidade aos municípios e ampliando a transparência na execução das obras e ações previstas. O objetivo é que o MS Ativo Municipalismo 2 consolide uma nova etapa de desenvolvimento regional, com foco em resultados práticos, eficiência administrativa e integração entre Estado e prefeituras.

O presidente da Assomasul, Thalles Tomazelli, reforçou que o encontro aprofunda a pactuação entre Estado e municípios, especialmente diante do cenário econômico. Segundo ele, os debates incluíram a análise do andamento do MS Ativo 1 e do MS Ativo 2, além das perspectivas de execução e repasses previstos para 2026.

“O MS Ativo 1 ainda terá repasses no ano que vem, e o MS Ativo 2 também terá 60% executado em 2026. Existem municípios com 70% do MS Ativo 1 executado, outros com 50%. O importante dizer é que vamos concluir o MS Ativo 1 dentro do cronograma e do orçamento e, ao mesmo tempo, avançar no MS Ativo 2”, esclareceu Tomazelli.

A reunião, que contou com a participação e explicações dos secretários Maurício Simões (Saúde), Rodrigo Perez (Governo e Gestão Estratégica), Guilherme Alcântara (Seilog), Walter Carneiro (Casa Civil) e do vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, encerrou-se com a pactuação de novas agendas técnicas.

Municipalismo: Governo e prefeituras alinham prioridades e projetos do programa MS Ativo
Municipalismo: Governo e prefeituras alinham prioridades e projetos do programa MS Ativo
Municipalismo: Governo e prefeituras alinham prioridades e projetos do programa MS Ativo
Municipalismo: Governo e prefeituras alinham prioridades e projetos do programa MS Ativo

Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Saul Schramm/Secom

Paulo Corrêa reforça parceria com o Governo e destaca impacto social das emendas parlamentares

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Foto: Assessoria

Em reunião com o corpo técnico do Governo do Estado, nesta terça-feira (18), para definir o cronograma das emendas parlamentares de 2026, o 1º secretário da Assembleia Legislativa, deputado Paulo Corrêa (PSDB), destacou a parceria entre a Casa de Leis e o Executivo e afirmou que as emendas são um dos mecanismos mais eficazes para aproximar o Legislativo das necessidades reais da população sul-mato-grossense.

Durante o encontro, que contou com a presença do vice-governador Barbosinha e do titular da Casa Civil, Walter Carneiro Jr., Paulo Corrêa reforçou que as emendas são essenciais para fortalecer áreas prioritárias como saúde, educação e assistência social, garantindo que os recursos cheguem onde são mais necessários e promovam impacto social imediato.

“As emendas não são apenas um instrumento orçamentário, mas um canal direto para fortalecer as entidades que desempenham um papel essencial no cuidado das pessoas. Por meio delas, conseguimos direcionar recursos para serviços que realmente transformam vidas, especialmente em regiões que dependem da ação do Estado”, afirmou o parlamentar.

Corrêa destacou que a reunião técnica foi essencial para definir prazos, assegurar boa execução dos recursos e evitar prejuízos às áreas prioritárias em razão do calendário eleitoral, quando os cronogramas ficam mais restritos.

“Nossa prioridade é garantir que os recursos cheguem aos municípios sem atrasos e que nenhuma área essencial seja prejudicada por causa do período eleitoral que se aproxima. Antecipar o planejamento garante que as emendas sejam executadas dentro do prazo legal e que os recursos continuem chegando a hospitais, escolas, entidades e projetos que fazem a diferença no dia a dia das pessoas”, pontuou.

Paulo Corrêa reforça parceria com o Governo e destaca impacto social das emendas parlamentares
Corrêa propôs redução do valor mínimo das emendas destinadas à educação e assistência social, de forma a contemplar mais entidades

O deputado também enfatizou ainda que esse processo de alinhamento é resultado de um trabalho contínuo com prefeitos, vereadores e lideranças comunitárias, que ajudam a identificar as demandas mais urgentes de cada município.

“Quando ouvimos quem está na ponta, em contato direto com a população, entendemos quais são as verdadeiras prioridades de cada cidade, e o governador Eduardo Riedel tem a mesma visão. Ele sabe que as melhores decisões nascem dessa escuta, desse diálogo direto com quem vive a realidade local”, considerou.

Durante o encontro, Corrêa também propôs ajustes no valor mínimo das emendas destinadas à educação e assistência social. Atualmente fixado em R$ 50 mil, o piso pode ser reduzido para R$ 25 mil, permitindo fracionar os recursos e alcançar um número maior de escolas e instituições.

“Reduzir o valor mínimo permite atender mais escolas, mais entidades e mais projetos que fazem diferença no dia a dia das pessoas. É uma forma de ampliar o alcance social das emendas e garantir que o recurso público chegue a quem realmente precisa”, finalizou.

Fonte: Assessoria do Dep. Paulo Corrêa

 Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Farmácia São Marcos     Fone: 3481-1433

Ao lado do Supermercado Manso

Vale-alimentação melhora o bem-estar e a produtividade dos colaboradores

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Créditos: Jacob Wackerhausen/iStock

A oferta de benefícios é hoje um dos principais fatores de decisão para profissionais que buscam novas oportunidades. No atual mercado competitivo, os colaboradores avaliam não apenas o salário, mas também o conjunto de vantagens que garantem bem-estar, segurança e qualidade de vida. Por isso, empresas que investem em benefícios estruturados, como apoio à saúde e programas de desenvolvimento, tendem a atrair perfis mais qualificados e alinhados com suas necessidades.

Entre alguns dos motivos que tornam os benefícios corporativos um forte atrativo, estão:

  • redução de custos pessoais, o que aumenta a percepção de valorização e a estabilidade;
  • maior previsibilidade financeira, permitindo que o colaborador se organize melhor;
  • sensação de cuidado por parte da empresa, fortalecendo o vínculo emocional;
  • competitividade na atração de talentos, especialmente em setores com alta demanda por mão de obra qualificada.

Na prática, oferecer vantagens é também uma estratégia cada vez mais necessária para construir equipes engajadas e manter a empresa atraente aos olhos do mercado de trabalho.

O vale-alimentação retém talentos?

Sim. O benefício aparece entre os mais decisivos para a permanência em uma organização em pesquisas sobre satisfação no trabalho. Isso ocorre porque o vale-alimentação reduz gastos essenciais do dia a dia e contribui para o equilíbrio financeiro da família, fator determinante para a percepção de segurança e estabilidade.

Além disso, empresas que oferecem um pacote de benefícios estruturado tendem a registrar menor rotatividade e maior comprometimento das equipes.

Benefícios do vale-alimentação para empresas

O vale-alimentação é hoje um dos benefícios mais valorizados pelos profissionais, com impacto direto na qualidade de vida e na rotina de trabalho. Levantamentos indicam que colaboradores que recebem o benefício relatam maior disposição, melhor humor e menos fadiga ao longo do dia. E, para as empresas, os principais efeitos positivos incluem:

  • redução do absenteísmo;
  • aumento do engajamento e da satisfação;
  • fortalecimento da marca empregadora;
  • diminuição de custos relacionados à saúde ocupacional.

Além disso, a gestão do benefício pode ser feita de forma simples, graças às parcerias entre empresas e operadoras de benefícios. A administração é ágil, com pouca burocracia, permitindo que o RH direcione tempo e esforços para ações estratégicas, como desenvolvimento e clima organizacional.

Essa facilidade também favorece a adaptação dos benefícios às novas formas de trabalho, como modelos híbridos ou remotos.

Incentivos fiscais

Outro ponto relevante para o empregador é a possibilidade de aderir ao Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). O vale-refeição pode ser contabilizado como despesa operacional e não sofre encargos trabalhistas, reduzindo os custos tributários.

Essa economia permite que a empresa reinvista recursos em áreas estratégicas, fortalecendo a saúde financeira e ampliando programas internos de valorização.

Satisfação, produtividade e clima organizacional

O cartão vale-alimentação contribui diretamente para a satisfação dos colaboradores ao reduzir gastos pessoais e oferecer mais segurança no dia a dia. Esse reconhecimento ajuda a reforçar a percepção de cuidado por parte da empresa e melhora o engajamento, já que profissionais que se sentem valorizados tendem a estar mais motivados e atentos às demandas da rotina de trabalho.

O benefício também impacta a produtividade e o clima organizacional. Refeições adequadas influenciam energia, concentração e bem-estar, fatores essenciais para o bom desempenho. Além disso, o vale-alimentação ajuda a construir um ambiente mais positivo, com relações mais equilibradas, menor rotatividade e equipes mais colaborativas.

Vale-alimentação como diferencial competitivo

Em um mercado no qual os profissionais buscam empresas que ofereçam segurança e cuidado, o vale-alimentação funciona como diferencial competitivo. Dessa forma, oferecer esse benefício ajuda a atrair talentos, aumentar a satisfação, melhorar o desempenho e fortalecer a marca empregadora.

No fim, o benefício vai além da oferta de apoio financeiro, ele se consolidou como uma estratégia inteligente para empresas que desejam ampliar a produtividade, melhorar o clima interno e oferecer condições de trabalho que favoreçam colaboradores e gestores.

Fonte: Assessoria

Lei que reconhece Casa de Ensaio como patrimônio cultural é aprovada e segue para sanção

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Foto: Assessoria

De autoria do deputado Renato Câmara, a Assembleia Legislativa aprovou, nesta terça-feira (terça, 18/11), o projeto que reconhece a Casa de Ensaio como Patrimônio Material e Imaterial e Cultural de Mato Grosso do Sul. Pelo rito legislativo, a proposta agora segue para sanção do Governo do Estado e, após publicação no Diário Oficial, passa a ter validade jurídica.

O projeto detalha os bens reconhecidos como patrimônio. No campo material, estão incluídos a sede física, o acervo, os cenários, os figurinos, os instrumentos, os documentos e todos os elementos que compõem a memória construída pela Casa de Ensaio desde sua fundação. No campo imaterial, o texto contempla a metodologia Pedagogia das Artes Emendadas, o curso Brincaturas & Teatrices, a prática da Roda e os saberes, valores e expressões culturais transmitidos ao longo de quase três décadas.

De acordo com o texto do projeto, as providências ficam a cargo da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), vinculada à Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (SETESC). Caberá ao órgão executar todas as ações de registro, preservação e proteção previstas no Sistema Estadual de Patrimônio Cultural, regulamentado pela Lei 3.522/2008 e pelo Decreto 12.686/2008.

Lei que reconhece Casa de Ensaio como patrimônio cultural é aprovada e segue para sanção
Fachada da Casa de Ensaio localizada na rua Visconde de Taunay, 203 – Amambaí  | Cidade: Campo Grande – MS

Criada em 1996 pela artista e educadora Lais Dória, a Casa de Ensaio se tornou referência na formação artística e cidadã de crianças e adolescentes. Seu trabalho combina múltiplas linguagens — teatro, música, dança e educação estética — e já alcançou milhares de jovens em experiências que uniram afeto, cultura e pertencimento. Para informações e contato com a Casa de Ensaio, o atendimento está disponível pelo telefone (67) 3384-4843, WhatsApp +55 (67) 99128-4103 e pelo e-mail [email protected].

Fonte: Assessoria Renato Câmara

Lia Nogueira solicita construção de refeitório no Centro de Educação Infantil em Porto Vilma

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Foto: Assessoria

A deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) apresentou uma indicação ao Governo do Estado solicitando a construção de um refeitório no Centro de Educação Infantil Maísa Pereira de Arruda, no distrito de Porto Vilma, em Deodápolis (MS).

A proposta foi encaminhada ao governador Eduardo Corrêa Riedel (PP), ao secretário de Estado de Educação, Hélio Queiroz Daher, e o secretário de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara, assim como o prefeito de Deodápolis, Jean Carlos Silva Gomes (PP).

A iniciativa de Lia Nogueira atende a uma demanda da comunidade escolar, a coordenadora pedagógica Regiane dos Santos e a vereadora Fernandinha Cazuza (PSD) relataram que a unidade não dispõe de um local adequado para as refeições das crianças, o que afeta a organização, o conforto e a higiene no atendimento diário.

Para a deputada, a construção desse espaço não é apenas uma obra, mas um ato de cuidado com as crianças.

“Quando uma criança tem um espaço adequado para se alimentar, ela tem segurança, acolhimento e respeito. O refeitório é mais do que uma obra; é cuidado, é saúde”, afirmou Lia Nogueira.

O CEI Maísa Pereira de Arruda atende crianças pequenas e necessita de um ambiente seguro, coberto e devidamente equipado para a oferta da alimentação escolar. A implantação do refeitório contribuirá para melhorar a convivência, proporcionar bem-estar e oferecer condições mais dignas para o desenvolvimento dos alunos.

Fonte: Assessoria da Dep. Lia Nogueira

Gerson reforça caráter público das emendas e destaca R$ 96 mi destinados à população em 2026

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Foto: Assessoria

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), deputado Gerson Claro (PP), participou nesta terça-feira (18) da reunião que apresentou o cronograma de execução das emendas parlamentares de 2026, que somam R$ 96 milhões, sendo R$ 4 milhões destinados a cada parlamentar. O encontro reforçou o compromisso da Casa de Leis com a transparência e com a destinação social desses recursos. Participaram também o vice-governador José Carlos Barbosa, o secretário da Casa Civil, Walter Carneiro, e parlamentares estaduais.

Durante a apresentação, Gerson Claro destacou que as emendas não pertencem aos deputados, mas são instrumentos de investimento direto na população, fazendo questão de desfazer interpretações equivocadas sobre o tema.

“Emenda é para atender a população e o deputado faz uma indicação. É importante destacar que são 4 milhões por deputado. Não importa qual partido ele seja, não importa se ele é situação ou se ele é oposição. Ele indica os 4 milhões nas entidades, nos municípios, e o governo faz esse pagamento”, disse o presidente

O parlamentar ressaltou que, para 2026, os recursos serão aplicados em áreas essenciais, com aproximadamente R$ 60 milhões destinados à saúde, ampliando o atendimento e fortalecendo serviços em todo o Estado.

Gerson também comentou o andamento das emendas referentes a 2025 e afirmou que há esforço para acelerar a execução dos pagamentos. “Temos aí, em regra, 75% das emendas já pagos, e nós estamos cobrando o governo para efetivamente concluir isso.”

Gerson reforça caráter público das emendas e destaca R$ 96 mi destinados à população em 2026

Fonte: Assessoria do Dep. Gerson Claro

Prefeito de Iguatemi discute com vereadores vale-alimentação de R$ 300 para servidores municipais

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Prefeito Lídio Ledesma esteve na Câmara Municipal discutindo a proposta com os vereadores. Foto: Assessoria/Câmara

Redação

O prefeito de Iguatemi, Lídio Ledesma, esteve na Câmara Municipal na segunda-feira, dia 17, para discutir com os vereadores a implementação do vale-alimentação destinado aos servidores públicos municipais, estabelecido no valor de R$ 300,00. O benefício será concedido de forma linear a todos os funcionários.

De acordo com o prefeito Lídio, os vereadores estão de acordo com a proposta. Ele acrescentou: “Claro que se pudéssemos, ofertaríamos um valor muito maior, mas se tudo der certo a gente tem mecanismos nesse projeto de lei para aumentar esse valor”, afirmou.

Ledesma agradeceu o Legislativo e a equipe técnica envolvida na elaboração da medida, afirmando estar satisfeito com o avanço do diálogo e esperando que os servidores façam bom uso do benefício.

Em suas redes sociais, Lídio publicou mensagem reforçando a iniciativa, ressaltando que o envio do projeto de lei à Câmara representa mais um passo na valorização dos servidores municipais e no compromisso da administração com melhores condições de trabalho.

Fonte: Grupo A Gazeta

Tacuru: Reunião discute ações de prevenção e resposta a emergências da Defesa Civil

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Fotos: Divulgação/Redes sociais

Redação

Secretários municipais e a Coordenação Municipal de Proteção e Defesa Civil de Tacuru participaram, na segunda-feira (17), de uma reunião com o subtenente do Corpo de Bombeiros e coordenador da Defesa Civil de Amambai, Wilson Vicente Ferreira.

O encontro teve como foco discutir assuntos relacionados às ações de prevenção e resposta a emergências, alinhando orientações e estratégias que devem fortalecer a segurança e o bem-estar da comunidade.

A administração municipal ressaltou que o trabalho integrado entre as instituições é essencial para ampliar a eficácia das medidas adotadas em Tacuru.

Fonte: Grupo A Gazeta

MS: Bela Vista lidera acumulado de chuva em novembro; Corumbá tem menor volume registrado

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Campo Grande teve 181mm acumulado de chuva (Foto: Geone Bernardo)

Bela Vista foi o município que mais acumulou chuva nos primeiros 15 dias de novembro de 2025 em Mato Grosso do Sul. Dados compilados por Cemaden, Inmet, ANA e Semadesc mostram que a cidade somou 210,6 mm, número que supera em 31% a média histórica prevista para todo o mês. O volume coloca o município na primeira posição entre as mais de 60 localidades monitoradas no estado.

Entre os maiores acumulados também aparece Angélica, com 194,6 mm, quarta maior marca registrada no período. Além do expressivo volume, Angélica também teve o maior desvio positivo em relação ao que é esperado para novembro: 36% acima da média histórica de 142 mm. O dado indica que o município recebeu, em apenas metade do mês, quantidade de chuva que costuma ultrapassar o padrão mensal.

Na capital, Campo Grande registrou 181,4 mm na estação da UFMS, sendo o sexto maior acumulado entre os municípios monitorados. O volume representa 11% acima da média histórica calculada a partir da série climatológica do Inmet para novembro.

Se por um lado alguns municípios superaram o volume típico, outros registraram índices muito baixos. Corumbá teve o menor acumulado de todo o estado, com apenas 6,6 mm nos primeiros 15 dias do mês, cerca de 94% abaixo da média histórica. O número confirma a condição mais seca observada na região pantaneira no período analisado.

MS: Bela Vista lidera acumulado de chuva em novembro; Corumbá tem menor volume registrado

O levantamento integra o balanço climático parcial do mês, elaborado com base em dados de satélite (produto Merge/Inpe), estações meteorológicas do Inmet e Semadesc e pluviômetros automáticos do Cemaden e ANA.

Os mapas gerados mostram que os maiores volumes de chuva se concentraram nas regiões centro, sul e sudeste do estado. Já as áreas do Pantanal, norte e nordeste registraram precipitações entre 0 e 60 mm, reforçando o contraste pluviométrico dentro de MS.

MS: Bela Vista lidera acumulado de chuva em novembro; Corumbá tem menor volume registrado

Fonte: Osvaldo Sato/Midiamax

Diretor-geral da PF diz que é ‘utopia’ controlar fronteira de MS com Paraguai e Bolívia

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Diretor-geral da PF em oitiva na CPI do Crime. (Andressa Anholete, Senado)

O combate às facções nas fronteiras secas do país foram assunto na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado nesta terça-feira (18). Mato Grosso do Sul possui 1,5 mil quilômetros de fronteira com países vizinhos. O controle absoluto das faixas de fronteiras é “utópico”, afirmou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Augusto Passos Rodrigues.

Esta é a primeira oitiva da CPI. O diretor de Inteligência Policial da PF, Leandro Almada da Costa, deverá falar na Comissão na próxima semana.

Ao presidente da CPI, senador Fabiano Contarato (PT- ES), o diretor da PF lembrou que o Brasil possui 17 mil quilômetros de fronteira. São 3,4 mil quilômetros apenas com a Bolívia.

Em contraponto, disse que os Estados Unidos possuem 3,1 mil quilômetros de fronteira com o México. “Então, os Estados Unidos e o México têm uma fronteira menor que a nossa fronteira”, pontuou Rodrigues.

Controle absoluto?

Logo, explicou que “é uma utopia se achar que a gente vai ter um controle absoluto”. Em seguida, completou afirmando que não conhece “país nenhum do mundo que tenha controle absoluto das suas fronteiras”.

No entanto, destacou que existe a possibilidade de melhorar o controle das fronteiras, incluindo as de Mato Grosso do Sul. “Nós temos que ter um maior controle, entendo que nós temos um controle bom. Temos que ter um maior controle, sempre há oportunidades de melhoria”, confessou.

Para isso, citou investimento em tecnologias como necessidade para combate ao crime nas fronteiras. Além disso, informou que os trabalhos de combate também acontecem em formato aéreo. “Paraná, Mato Grosso do Sul e Amazonas, onde nós já temos essas bases”, disse.

Fonte: Dândara Genelhú/Midiamax

Governo e Assembleia alinham mudanças para acelerar execução e ampliar impacto das emendas

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Fotos: Max Arantes/Casa Civil

O Governo do Mato Grosso do Sul, por meio da Casa Civil, apresentou nesta terça-feira (18) o novo cronograma para execução das emendas parlamentares do exercício de 2026. A reunião, realizada no Plenarinho da Assembleia Legislativa, reuniu deputados estaduais e representantes das equipes técnicas, com o objetivo de alinhar etapas, antecipar prazos e garantir maior eficiência na liberação dos recursos — especialmente diante das restrições impostas pelo calendário eleitoral.

O planejamento prevê que os parlamentares realizem as indicações de 1º a 20 de dezembro. Após análises preliminares e técnicas, os beneficiários deverão registrar os planos de trabalho entre 26 de janeiro e 28 de fevereiro. A análise final desses documentos ocorrerá até 30 de abril. A meta do governo é efetuar o pagamento das emendas aptas até o dia 8 de maio, antes do período crítico de limitações eleitorais.

Segundo a Casa Civil, o objetivo é concluir a execução ainda na primeira etapa. As indicações que não avançarem dentro do prazo terão uma segunda fase de tramitação, com pagamentos remanescentes programados para 4 de julho — exclusivamente para municípios, na modalidade fundo a fundo e custeio da saúde.

“Nós já havíamos discutido esse cronograma juntamente com a Mesa Diretora da Assembleia, e hoje o deputado presidente Gerson trouxe o tema para o plenário, permitindo que todos os parlamentares contribuíssem com adequações, sugestões e propostas. Esse diálogo é permanente, é constante, e é exatamente o que nos permite evoluir a cada ano para melhor atender as demandas dos deputados e, principalmente, da população do Mato Grosso do Sul”, explicou o secretário de Estado da Casa Civil, Walter Carneiro Junior.

Durante a reunião, técnicos reforçaram que um dos principais entraves do processo continua sendo a capacidade de execução dos beneficiários, sobretudo entidades com dificuldades estruturais para elaborar planos de trabalho. O Governo recomendou que os deputados avaliem esse fator no momento das indicações, a fim de evitar atrasos.

Governo e Assembleia alinham mudanças para acelerar execução e ampliar impacto das emendas

Os parlamentares também aproveitaram o encontro para discutir ajustes no valor mínimo das emendas destinadas às áreas de Educação e Assistência Social, atualmente fixado em R$ 50 mil.

Os deputados sugeriram a redução do piso, permitindo que os recursos sejam fracionados e alcancem mais escolas e instituições. A sugestão é que o limite para essas áreas seja de até R$ 500 mil por parlamentar.

“O que buscamos hoje, com transparência e parceria, é garantir que todo esse recurso seja aplicado da melhor forma, dentro do prazo e com o máximo de efetividade. Seguiremos trabalhando ao lado da Assembleia Legislativa para aprimorar o processo e assegurar que as emendas cumpram seu papel nos municípios”, finalizou.

A Casa Civil informou que as propostas serão analisadas tecnicamente junto às secretarias responsáveis, uma vez que valores menores geram maior volume de processos e exigem estrutura compatível para tramitação.

O vice-governador destacou que o diálogo permanente entre Executivo e Legislativo tem ampliado a eficiência das políticas públicas e reconheceu a relevância das emendas parlamentares para os municípios. “Nos últimos anos, o valor destinado a cada deputado aumentou de R$ 1,5 milhão para R$ 4 milhões, reforçando o compromisso do Governo com o fortalecimento da atuação legislativa”, ressaltou.

O encontro também foi marcado por elogios ao trabalho técnico das equipes envolvidas, que vêm aprimorando o fluxo operacional e contribuindo para elevar a taxa de execução das emendas, que no ano passado superou 70%.

O Governo do Estado reiterou que continuará trabalhando para agilizar processos e garantir a máxima execução das emendas dentro dos prazos, atendendo às demandas dos parlamentares e das comunidades beneficiadas.

Principais inovações

Governo e Assembleia alinham mudanças para acelerar execução e ampliar impacto das emendas

As principais inovações são resultados do diálogo constante entre o Executivo e o Legislativo e reafirmam o esforço do Governo do Estado em aprimorar a execução das emendas, garantindo mais eficiência, transparência e impacto real para Mato Grosso do Sul.

“Os principais ajustes definidos para o próximo exercício são três: a antecipação do início do cronograma para 1º de dezembro de 2025; o incremento de R$ 500 mil na cota parlamentar, exclusivamente para a saúde; e a elevação de 50% para 75% do percentual mínimo que deve ser destinado à saúde na modalidade fundo a fundo – custeio. São medidas que dão mais agilidade, fortalecem a saúde pública e aprimoram a execução das emendas”, explicou o superintendente das Emendas Parlamentares Estaduais e Federais, Édio Viegas.

CRONOGRAMA 2026 – EMENDAS ESTADUAIS

Fonte: Beatricce Bruno, Comunicação Casa Civil

Mato Grosso do Sul prepara serviços para oferta da vacina contra bronquiolite a gestantes pelo SUS

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Foto: Agência Brasil

Mato Grosso do Sul está com toda a rede de saúde estruturada para iniciar a vacinação contra a bronquiolite em grávidas a partir de 28 semanas de gestação. O imunizante que passará a ser disponibilizado pelo SUS (Sistema Único de Saúde) deve chegar ainda neste mês aos estados. Serão 1,8 milhão de doses distribuídas para todo o País como forma de combater o VSR (Vírus Sincicial Respiratório), que responde por 60% das pneumonias em crianças menores de 2 anos.

Mato Grosso do Sul prepara serviços para oferta da vacina contra bronquiolite a gestantes pelo SUS
Foto: Ilustrativa/Conselho Federal de Enfermagem

A SES (Secretaria de Estado de Saúde) concluiu o treinamento das equipes, alinhou fluxos com os municípios e equipes das UBS (Unidades Básicas de Saúde) que iniciarão a aplicação assim que o Ministério da Saúde entregar as vacinas. Ainda não há confirmação do quantitativo por estado, mas a expectativa é que 100% do público-alvo de gestantes a partir da 28ª semana recebam uma dose do imunizante.

“O alinhamento prévio com as equipes municipais permite que toda a rede opere com fluxo definido, garantindo segurança e eficiência na distribuição e aplicação. A rede está organizada para garantir que cada gestante receba a dose no tempo certo”, afirma a secretária-adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone.

Capacitação

Durante a web-reunião realizada na última semana com coordenadores municipais de imunização, a SES repassou todas as orientações oficiais do informe técnico, garantindo que o início da campanha ocorra de forma padronizada em todo o Estado.

Na ocasião, todos os municípios receberam informações acerca do fluxo de atendimento das gestantes, a importância da verificação da idade gestacional a partir de 28 semanas, a organização das salas de vacinação, o registro adequado das doses e a priorização do atendimento no pré-natal.

Mato Grosso do Sul prepara serviços para oferta da vacina contra bronquiolite a gestantes pelo SUS
Verificação de cadernetas de vacinação. Foto: Arquivo.

As equipes também alinharam detalhes sobre triagem, acolhimento e padronização dos procedimentos, garantindo que a campanha comece de forma segura e uniforme em todo o Estado. Segundo o gerente de Imunização da SES, Frederico Moraes, MS está preparado para iniciar quando as doses chegarem.

“Concluímos a capacitação dos municípios, revisamos todo o informe técnico e estruturamos a metodologia de aplicação. O Estado está plenamente preparado. Essa vacinação será determinante para reduzir internações e complicações por bronquiolite no início da vida”, ressaltou.

Por que a vacina é essencial para prevenir bronquiolite?

A proteção contra o VSR é considerada estratégica porque o vírus é a principal causa de bronquiolite e pneumonia em bebês — doenças que podem levar à internação e, em casos mais graves, à necessidade de suporte respiratório.

Mato Grosso do Sul prepara serviços para oferta da vacina contra bronquiolite a gestantes pelo SUS
Foto: Saul Schramm

A vacinação durante a gestação possibilita que os anticorpos passem para o bebê pela placenta, garantindo proteção desde o nascimento, período em que a criança é mais vulnerável a infecções respiratórias. Esse efeito é especialmente importante nos primeiros meses de vida, quando o bebê ainda não pode receber diretamente outros imunizantes contra o VSR.

Além disso, ao vacinar gestantes, a estratégia nacional reduz o risco de surtos sazonais, diminui a carga sobre as emergências pediátricas e evita agravamentos que são comuns no pico de circulação do vírus. A recomendação é que a dose seja aplicada a partir da 28ª semana, garantindo a máxima transferência de anticorpos e proteção contínua até o nascimento.

Fonte: Danúbia Burema, Comunicação SES

Valor Bruto da Produção Agropecuária de Mato Grosso do Sul cresce 23,6% e atinge R$ 76,3 bilhões

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Foto: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo

Mato Grosso do Sul deverá encerrar o ano com o valor da produção agropecuária superando R$ 76,3 bilhões, conforme a Carta de Conjuntura da Agropecuária, divulgada segunda-feira (17) pela Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).

Segundo o levantamento, o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Estado deve crescer 23,68% em relação a setembro de 2024, quando somava R$ 61,7 bilhões. Com esse desempenho, Mato Grosso do Sul mantém a 7ª posição no ranking nacional, respondendo por 5,42% do VBP do Brasil.

Na composição da renda, a agricultura segue líder, representando 63,83% do VBP estadual — equivalente a R$ 48,71 bilhões, um avanço de 19,54% em comparação a 2024. A pecuária responde por 36,16% do valor total, com R$ 27,60 bilhões, crescimento de 31,71% na comparação anual.

Entre os produtos, os destaques do VBP estadual são: soja 34,48%; bovinos 26,76%; milho 14,42%; cana-de-açúcar 11,63%; frango 4,38%; suínos 3,77% e outros com 9,56%.

Valor Bruto da Produção Agropecuária de Mato Grosso do Sul cresce 23,6% e atinge R$ 76,3 bilhões
Foto: Mairinco de Pauda/Semadesc

Produção agrícola em 2025

A pesquisa também aponta avanço na produção agrícola estimada para 2025, que deve atingir 76,93 milhões de toneladas, aumento de 2,27% em relação a outubro de 2024. A área colhida deve totalizar 7,56 milhões de hectares, alta de 5,58% no mesmo comparativo. Desse total, 24,74 milhões de toneladas correspondem a cereais, leguminosas e oleaginosas.

Até outubro de 2025, foram colhidos 7,56 milhões de hectares, também representando alta de 5,58% frente ao ano anterior. Entre os maiores aumentos de produção estão: amendoim (1ª safra) 276%; sorgo 72% e arroz 42%. O sorgo é um dos destaques entre as culturas, com crescimento de quase 64% nesta safra saindo de 84 mil para 137,8 mil hectares.

O secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, frisou a importância da diversificação da matriz da produção. “Investimos na diversificação de culturas com a inserção de espécies como o amendoim e o sorgo, que hoje figuram como destaque na agropecuária estadual”, salientou.

Pecuária

O boletim aponta ajustes na produção pecuária. O maior crescimento ocorreu no rebanho de aves, que chegou a 125 milhões de cabeças, alta de 13,13%. Na sequência vem o bicho-da-seda, com 20 milhões de cabeças (+0,84%), além de outras categorias do setor, que somaram crescimento de 98,53%.

Emprego no setor agropecuário

Em setembro, o setor agropecuário registrou 100.125 trabalhadores empregados. O subsetor de Agricultura, Pecuária e Serviços Relacionados concentrou 83.194 desses trabalhadores (83,09% do total). O salário médio de admissão ficou em R$ 2.282,02. Entre janeiro de 2020 e outubro de 2025, o emprego no agro em MS cresceu 33,23%.

Verruck destacou que os números reforçam a força e a organização da agropecuária sul-mato-grossense.

“O crescimento expressivo do VBP e da produção agrícola e pecuária mostra que Mato Grosso do Sul permanece em trajetória sólida de expansão. Esse resultado é fruto direto do esforço dos produtores, da adoção de tecnologias e, principalmente, das políticas públicas implementadas pelo Governo do Estado. Trabalhamos para garantir segurança jurídica, infraestrutura, logística e incentivos que permitem ao setor crescer com sustentabilidade. Os dados comprovam que nosso planejamento está no caminho certo e que o agro segue sendo o grande motor do desenvolvimento econômico de Mato Grosso do Sul.”, comentou.

Confira o boletim completo aqui

Fonte: Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc

Rodolfo Nogueira quer sustar demarcação de terra indígena no MS e cobra explicações de Lewandowski

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Foto: Assessoria

O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS) apresentou, nesta semana, um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para sustar a Portaria nº 1.070/2025, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que declarou como posse permanente do povo Guarani Ñandéva a área denominada Terra Indígena Ypoi-Triunfo, no município de Paranhos (MS).

Segundo o parlamentar, o ato do Executivo extrapola o poder regulamentar, viola o artigo 231 da Constituição e desconsidera o marco temporal de 5 de outubro de 1988, requisito constitucional indispensável para o reconhecimento de terras tradicionalmente ocupadas.

O documento destaca que não há comprovação documental, antropológica ou histórica idônea que ateste presença indígena na área na data da promulgação da Constituição, o que torna o ato materialmente inconstitucional. Ainda de acordo com o texto, a portaria cria grave insegurança jurídica para produtores rurais que exercem posse mansa, pacífica e de boa-fé há décadas.

“Quando se amplia um perímetro territorial sem observar os limites constitucionais, afetam-se direitos fundamentais, como a propriedade privada, a livre iniciativa e a segurança jurídica”, argumenta o deputado no PDL.

Paralelamente ao PDL, Rodolfo Nogueira protocolou também um Requerimento de Convocação para que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, compareça à Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) para explicar a edição da Portaria nº 1.070/2025 e a forma como o Ministério tem aplicado a Lei nº 14.701/2023, que estabelece critérios para identificação e delimitação de terras indígenas.

O requerimento ressalta que a portaria declarou uma área de aproximadamente 19.756 hectares, gerando instabilidade fundiária, insegurança jurídica e potencial conflito rural ao avançar sobre propriedades tituladas há décadas.

O documento destaca ainda a necessidade de que a CAPADR tenha acesso às “razões técnicas e jurídicas” que fundamentaram a medida e verifique se o Ministério está cumprindo estritamente os critérios previstos na nova legislação.

Rodolfo Nogueira afirma que sua iniciativa busca restabelecer a legalidade, garantir a observância da Constituição e proteger produtores rurais afetados por atos administrativos que, segundo ele, “invadem competências do legislador e ignoram direitos de terceiros de boa-fé”.

O deputado, que preside a CAPADR, reforça que a comissão tem a responsabilidade institucional de fiscalizar atos do Poder Executivo que impactam diretamente o setor agropecuário.

Fonte: Assessoria Rodolfo Nogueira