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sexta-feira, 1 de maio de 2026
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Mudança no Imposto de Renda isenta quase 163 mil trabalhadores em MS a partir de 2026

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© Marcello Casal JrAgência Brasil

As alterações na cobrança do Imposto de Renda, sancionadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vão retirar 162.987 trabalhadores de Mato Grosso do Sul da lista de pagadores do tributo a partir de 2026. O benefício vale para quem tem renda mensal de até R$ 5 mil. Além disso, outras 82.010 pessoas que recebem entre R$ 5 mil e R$ 7,35 mil terão redução progressiva no imposto, totalizando 244.997 contribuintes alcançados no estado.

Hoje, segundo o governo federal, cerca de 229,6 mil sul-mato-grossenses já estão isentos do pagamento. Com a nova ampliação da faixa de isenção, o número deve subir para aproximadamente 392,6 mil contribuintes livres do IR.

Impacto nacional

A lei que atualiza a tabela e amplia a faixa de isenção foi assinada nesta quarta-feira (26). A estimativa do governo é que 10 milhões de brasileiros deixem de pagar o imposto e outros 5 milhões tenham redução no valor devido. A legislação também endurece a tributação sobre rendas mais altas, acima de R$ 600 mil anuais.

A medida começa a valer em janeiro de 2026. Proposta durante a campanha eleitoral, a mudança entrou no Congresso em março e foi aprovada por unanimidade tanto na Câmara quanto no Senado.

O governo já havia feito ajustes na tabela em 2023 e 2024, rompendo um período de mais de seis anos sem correções. Somando todas as alterações entre 2023 e 2026, a isenção plena chegará a 20 milhões de brasileiros, enquanto outros 5 milhões serão beneficiados com redução do imposto, totalizando 25 milhões contemplados desde o início da atual gestão.

Fonte: Flávio Verão/Dourados Agora

Caixa conclui pagamento da parcela de novembro do Bolsa Família 

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Foto: Lyon Santos/ MDS

A Caixa Econômica Federal conclui o pagamento da parcela de novembro do Bolsa Família. Recebem nesta sexta-feira (28) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 0.Caixa conclui pagamento da parcela de novembro do Bolsa Família Caixa conclui pagamento da parcela de novembro do Bolsa Família 

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 683,28. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançou 18,65 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,69 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário pode consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Pagamento unificado

Os beneficiários de 735 cidades receberam o pagamento no último dia 14, independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores dos 497 municípios do Rio Grande do Sul e de todos os 22 municípios do Acre. Também foram beneficiadas cidades em sete estados: Rio Grande do Norte (147), Paraná (38), Sergipe (9), São Paulo (7), Piauí (6), Roraima (6) e Amazonas (3). Entre as cidades paranaenses com pagamento unificado, está Rio Bonito do Iguaçu, que teve 90% das construções destruídas por um tornado.

Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Desde o ano passado, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Regra de proteção

Cerca de 2,42 milhões de famílias estão na regra de proteção em novembro. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.

Em junho, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição desde junho. Quem se enquadrou na regra até maio deste ano continuará a receber metade do benefício por dois anos.

Auxílio Gás

Neste mês não houve o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias inscritas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, ele voltará em dezembro.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Calendário Bolsa Família 2025 - novembro

Arte EBC

“É fundamental considerar judicialização”, diz Marina Silva sobre PL da Devastação

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Foto: © BRUNO PERES/AGÊNCIA BRASIL

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, disse que o governo federal considera judicializar a decisão do Congresso Nacional de derrubar 56 dos 63 vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Lei Geral do Licenciamento Ambiental, o chamado “PL da Devastação” (Lei nº 15.190/2025). A declaração foi dada na manhã desta sexta-feira (28) durante participação no programa Bom Dia Ministra, do CanalGov.

Segundo a ministra, todos os órgãos ambientais ficarão sem capacidade de atuação com a derrubada dos vetos, e como não se pode admitir que a população fique completamente desamparada, é fundamental considerar a judicialização.

“Estamos considerando fortemente. Porque é inconstitucional você passar por cima do artigo 225 da Constituição Federal que diz que todos os cidadãos e cidadãs têm direito a um ambiente saudável”

Para a ministra, a recomposição dos artigos da lei que reformulou o licenciamento ambiental é uma verdadeira demolição de regras consolidadas há 50 anos nos estados e quase 40 anos no plano federal.

“Uma consolidação que, ao longo dessas décadas, evitou centenas de milhares de tragédias. Todas as tragédias evitadas não têm como ser contabilizadas. A gente só olha para aquelas que, infelizmente, não foram evitadas”, destaca.

Segundo Marina Silva, a demolição das regras do licenciamento ambiental deixará a sociedade brasileira desprotegida em um contexto de completo desequilíbrio climático, em que é mais necessária a proteção.

“Só para você ter uma ideia, a Licença por Autodeclaração [restabelecida] é o empreendedor dizer que está em conformidade com a lei em casos como os de Mariana e Brumadinho”, explica.

A ministra diz ainda que, nesse caso, a ausência do Estado criando regras e padrões pode gerar um descontrole.

“Quando se tem o Conselho Nacional de Meio Ambiente estabelecendo regras gerais e, a partir daí, os estados e municípios se orientando, você tem um sistema com coerência”, acrescenta.

De acordo com Marina Silva, o discurso de modernidade e desenvolvimento adotado para justificar as mudanças no processo de licenciamento ambiental é para disfarçar tudo o que considera retrocessos e regressões.

“A gente não pode imaginar que as leis ambientais são para atrapalhar o desenvolvimento. Não há desenvolvimento sem clima equilibrado”, conclui.

Fonte: Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil

Receita paga lote da malha fina de novembro

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Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Cerca de 249 mil contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com o Fisco vão acertar as contas com o Leão. A Receita Federal paga  nesta sexta-feira (28), o lote da malha fina de novembro. O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores.Receita paga lote da malha fina de novembroReceita paga lote da malha fina de novembro

Ao todo, 214.310 contribuintes receberão R$ 494,09 milhões. Desse total, R$ 296,95 milhões irão para contribuintes com prioridade no reembolso.

Entre o público com prioridade, estão 138.164 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix. Também têm prioridade contribuintes de 60 a 79 anos; contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério; contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave; e contribuintes acima de 80 anos.

A Receita também pagará restituição a 30.867 contribuintes sem prioridade, que acertaram as contas e saíram da malha fina.

A consulta pode ser feita desde o último dia 21 na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

Pagamento

O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessar o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária.”

Quando o servidor recebe o 13° salário? Confira as datas de pagamentos

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Remuneração dos servidores movimenta mercado (Nathalia Alcântara, Jornal Midiamax)

Trabalhadores recebem nesta sexta-feira (28) a primeira parcela do 13° salário, sem descontos. No entanto, o calendário de pagamentos para servidores públicos é diferente. Enquanto a Prefeitura de Campo Grande pagará em parcela única, o Governo Federal e o Estadual pagam em duas parcelas.

Para conferir se o empregador pagou a quantia certa de décimo terceiro, é possível fazer uma conta simples. Basta dividir o valor do salário integral por 12 e multiplicar o resultado pelo número de meses trabalhados. Se você trabalhou no mesmo local o ano todo, o valor pago deve ser um salário completo.

Além disso, o cálculo deve considerar médias de adicionais, como horas extras, comissões, adicional noturno e insalubridade.

Prefeitura de Campo Grande

Os servidores municipais de Campo Grande irão receber o 13º salário até o dia 20 de dezembro, em parcela única. A informação é do secretário-adjunto de Fazenda, Isaac José de Araujo.

Ao Jornal Midiamax, o representante da pasta confirmou: “Está programado. Vai acontecer até o dia 20 [de dezembro], igual no ano passado”.

Governo Estadual

Os servidores estaduais de Mato Grosso do Sul receberão a segunda parcela do 13º salário no dia 20 de dezembro, conforme cronograma da SAD (Secretaria Estadual de Administração). A primeira parcela havia sido paga em 25 de setembro.

O calendário foi publicado no Diário Oficial do Estado, no dia 23 de setembro, estabelecendo que a segunda parcela corresponde à diferença entre o valor líquido do décimo terceiro salário e o valor já antecipado.

O decreto determina ainda que, para a apuração do valor líquido, serão considerados contribuição previdenciária, imposto de renda e eventual pensão judiciária, quando houver.

Governo Federal

Conforme o MGI (Ministério de Gestão e da Inovação em Serviços Públicos), a segunda parcela do décimo terceiro será depositada no dia 1° de dezembro. No caso do Poder Executivo, os servidores podem receber de duas formas:

  • Em julho – adiantamento quando os servidores pedem para receber com as férias e solicitado até maio.
  • 1° dia útil de dezembro.

Fonte: Karina Campos/Midiamax

Amambai: Obras do poço artesiano da Aldeia Limão Verde entram na fase final e água é aprovada como potável

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Fotos: Divulgação/Secom

A Prefeitura de Amambai avança mais uma etapa importante no fortalecimento da infraestrutura de abastecimento de água nas comunidades indígenas. As obras do poço artesiano da Aldeia Limão Verde estão na fase final de execução, após a liberação oficial dos laudos que confirmaram a qualidade da água como própria para consumo humano.

Amambai: Obras do poço artesiano da Aldeia Limão Verde entram na fase final e água é aprovada como potável

Segundo a equipe técnica, os trabalhos aguardavam justamente a conclusão dos exames de potabilidade e de capacidade do poço para suportar o bombeamento contínuo. Com a aprovação dos resultados, as equipes retornaram ao local para dar sequência à etapa final da obra.

Nesta fase, está sendo realizado o alambrado de proteção do poço, com previsão de conclusão até o próximo domingo. Em seguida, serão finalizadas a casa de força e a casa química (clorador), estruturas fundamentais para garantir a segurança e o tratamento adequado da água distribuída à população.

Após a conclusão dessas etapas, será feita a ligação do poço à rede de abastecimento da aldeia, em parceria com o DSEI, assegurando que a água chegue de forma segura às famílias.

A expectativa da administração municipal é de que, já no mês de dezembro, o poço esteja em pleno funcionamento, garantindo mais qualidade de vida, saúde e dignidade para os moradores da Aldeia Limão Verde.

A Prefeitura de Amambai segue investindo em obras estruturantes que fortalecem o desenvolvimento social e asseguram direitos básicos à população, especialmente às comunidades que mais precisam.

Fonte: Secom/Prefeitura de Amambai

Naviraí: Com 15 mil luzes e anjo gigante moldado no neto, casa da ‘tia Célia’ viraliza e vira atração natalina

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Casa é iluminada com mais de 15 mil luzes. — Foto: Juliana e Ivan Karnopp

A casa da dona Célia Karnopp, de 70 anos, em Naviraí (MS), virou a resposta perfeita para a pergunta que muita gente faz nesta época do ano: até onde se pode ir para montar uma decoração de Natal? No caso da família Karnopp, a resposta envolve 15 mil luzes parceladas no cartão, uma ideia inusitada e um neto paciente que serviu de molde para um anjo de 1,70 m.

A história viralizou depois que a sobrinha, Helena Sezerino, gravou um vídeo “sem grandes pretensões” e postou nas redes. Em poucas horas, a rua da tia Célia virou ponto turístico.

“Eu acabei postando o vídeo por acaso. A decoração está linda e encanta todo mundo que passa pela rua. Todos os dias tem gente ali na frente da casa da tia Célia; é algo especial, mágico e importante para a comunidade”, conta Helena.

A tradição começou em 2024, quando os filhos de dona Célia, Juliana e Ivan Karnopp, decidiram ir além do pisca-pisca básico. Neste ano, empolgados, elevaram o nível: compraram mais de 15 mil LEDs e espalharam pela fachada como quem espalha glitter em roupa de festa.

Mas o auge da produção é o famoso anjo iluminado. Para construir a peça, Ivan recrutou o neto de dona Célia, André Felipe, que topou ser o “molde humano”. Foram metros e metros de fita enrolada no corpo do menino para moldar a estrutura. O resultado: um anjo do tamanho de gente que virou estrela do bairro.

Naviraí: Com 15 mil luzes e anjo gigante moldado no neto, casa da 'tia Célia' viraliza e vira atração natalina
Anjo iluminado foi feito a partir do molde do corpo do neto de dona Célia, André Felipe. — Foto: Juliana e Ivan Karnopp

A família se inspirou na decoração da Oxford Street, em Londres, e seguiu o estilo artístico “Art in Line”, feito com uma única linha. A opção pelos LEDs amarelos, explicam, é simples: fica mais bonito nas fotos, e ninguém discorda vendo o resultado.

Na casa moram Ivan e dona Célia. Ela ama sentar do lado de fora todas as noites só para ver as crianças encantadas diante das luzes.

Questionados sobre o custo de toda essa decoração causa na conta de energia, a família responde:

“A conta de energia é o de menos. É tão bonito ver o quanto as pessoas gostam, se emocionam, vêm com suas famílias para apreciar e se divertir. Isso vale mais. No fim, nem fica tão caro: fizemos as contas e aumenta 56 centavos por hora”, diz Juliana. As luzes acendem todos os dias assim que escurece.

E, como toda boa atração natalina, na casa da Célia haverá a chegada do Papai Noel. “Como tem ido bastante criança, no dia 7 de dezembro vamos fazer a chegada do Papai Noel, e ele vai distribuir balinhas. Falamos com o prefeito e eles até vão fechar a rua para ficar mais seguro para todos curtirem com suas famílias e amigos”, conta Juliana.

Naviraí: Com 15 mil luzes e anjo gigante moldado no neto, casa da 'tia Célia' viraliza e vira atração natalina
Casa é ponto turístico de Naviraí. — Foto: Reprodução

Fonte: Thais Libni, g1 MS

Antônio João: Aldeia Campestre recebe a 8ª edição do MS em Ação com atendimentos gratuitos

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Fotos: Matheus Carvalho/SEC/Arquivo

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e da Secretaria de Estado de Cidadania (SEC), realiza, nos próximos dias 29 e 30 a oitava edição do Programa “MS em Ação: Segurança e Cidadania”, na Aldeia Campestre, no município de Antônio João. O programa visa desenvolver ações que promovam o acesso a serviços essenciais, o bem-estar e a qualidade de vida.

Nesta edição, a programação ocorrerá na Escola Municipal Indígena Mbo’eroy Tupa’i Arandu Reñoi com a posse da Diretoria dos membros do Conselho Comunitário de Segurança da aldeia, às 9h do dia 29, seguida pela abertura oficial e atendimentos, que se estenderão até as 17h. No domingo, dia 30, os serviços serão oferecidos das 8h às 12h.

Nos serviços de documentos, serão oferecidas a emissão da Carteira de Identidade Naciona (CIN), CPF, Certidão de Residência e Declaração de Atividade Rural, e de Título Eleitoral. A emissão de 2ª via da Certidão de Nascimento/ANOREG estará disponível no sábado.

Na área da Saúde, serão realizados serviços de multivacinação, teste rápido de Hepatite B, C, Sífilis e HIV, Exame de Aferição de Pressão Arterial, atendimento odontológico, além de posto médico da PMMS e Carreta da Saúde.

Entre os serviços diversos, haverá o Juizado em Ação nas Comunidades Tradicionais e Ônibus da Justiça Itinerante (TJMS), que fará reconhecimento de união estável, conversão de união estável em casamento, e tratará de outras causas que envolvam quantias de até 40 salários mínimos, como cobranças e indenizações.

Antônio João: Aldeia Campestre recebe a 8ª edição do MS em Ação com atendimentos gratuitos

No domingo, o Juizado também fará divórcio e pensão alimentícia. A Delegacia de Polícia Itinerante (NIC-PCMS-SEJUSP) fará Registros de BOs e Oitivas. Estarão presentes também Postos de Atendimento da Coordenadoria da Mulher (TJMS), do PROMUSE (PMMS-SEJUSP), da Defensoria Pública Estadual, do INSS, da FUNAI e do CETRAN.

A Defensoria Pública da União no Mato Grosso do Sul prestará orientações jurídicas, e a Funtrab/Casa do Trabalhador fornecerá informações sobre vagas de trabalho, carteira de trabalho, seguro-desemprego e inscrição Jovem Aprendiz.

As instituições de ensino também participarão com ações integradas no sábado. A Uniderp levará equipes multidisciplinares com serviços de saúde, orientação e bem-estar, incluindo Nutrição, Odontologia e Medicina Veterinária.

A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) oferecerá ações de Acessibilidade Linguística com intérpretes de Libras, exposição e oficina de impressão 3D (FABLAB SENAI-DEMS), produção e distribuição de repelentes naturais e sabão ecológico (Química), aferição de pressão arterial e glicemia (Enfermagem), atividades lúdicas de Matemática, Roda de Saberes e atividades culturais, oficina de Agroecologia Intercultural com distribuição de sementes e mudas, pesquisa de novos produtos alimentícios com erva-mate (Administração) e educação financeira para mulheres indígenas (Economia).

Haverá ainda exposição e atividades de equipamentos da BOPE/PMMS, do CBMMS e do DOF, exposição de Animais Taxidermizados (BPMA) e Exposição do Helicóptero (CGPA).

Serão oferecidas palestras e cursos nos dois dias, incluindo curso de informática básica (SENAI), palestras e orientações (NIC/DEAM), palestra sobre prevenção à violência contra a mulher (PROMUSE/PMMS), palestra sobre TEA e primeiros socorros (CBMMS) e divulgação das ações do Programa Protege (Subsecretaria de Estado de Políticas Públicas para Mulheres).

Fonte: Joilson Francelino, Comunicação Sejusp

Sociedade civil vê retrocesso grave em queda de vetos de PL Ambiental

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© POLÍCIA FEDERAL/DIVULGAÇÃO

Organizações da sociedade civil veem como um “retrocesso grave” a decisão do Congresso Nacional de derrubar 56 dos 63 vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei nº 15.190/2025), chamada pelos ambientalistas de “PL da Devastação”.

O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) diz, em nota, que a decisão do Congresso coloca em risco a vida de milhões de pessoas.

“Precisamos ser mais eficientes com licenciamento ambiental, mas jamais ao custo de insegurança e riscos atuais e futuros para a população. Será que os ilustres senadores não entenderam o recado que a natureza está nos dando? A COP30, em Belém, deixa claro que ultrapassamos limites. Temos que repensar nossa relação com nossos rios e florestas. E não é com um PL apressado e disfuncional que seremos mais harmônicos com o meio em que vivemos”, diz André Guimarães, diretor executivo do IPAM.

O instituto entende que a nova lei desmonta a capacidade do Estado de prevenir e controlar danos ao meio ambiente e atropela o direito dos povos originários, que não serão consultados sobre empreendimentos que possam gerar impactos em seus territórios.

A nota também fala em desrespeito do Congresso ao povo brasileiro, que aumenta a possibilidade de um mundo hostil e instável no futuro em razão da crise climática. A lei pode aumentar o desmatamento e acelerar os chamados “pontos de não retorno” em todos os biomas brasileiros. Os ecossistemas nacionais estão em risco de colapso.

O Instituto Internacional Arayara diz que o Congresso negocia vidas, fragiliza a proteção socioambiental e inviabiliza o cumprimento das metas climáticas assumidas pelo Brasil na COP30.

“O Congresso virou as costas para o país, abriu a porteira e deixou a boiada passar. Não ouviu as manifestações da sociedade civil, das populações vulneráveis, desconsiderou estudos de cientistas e entidades ambientais. Jogou no lixo os principais avanços na legislação ambiental da história do país”, diz um trecho da nota.

O Arayara entende que a lei atinge empreendimentos de médio potencial poluidor, como barragens de rejeitos de mineração. A nova legislação permite que o empresário preencha apenas um formulário online para iniciar a construção de um projeto, desconsidere a análise técnica e o risco de novas tragédias.

O instituto diz que já está se mobilizando para combater a decisão do Congresso na esfera jurídica. E que atuará em conjunto com o partido político PSOL na proposição de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI).

A Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM-Brasil) afirma que a derrubada dos vetos aumenta a vulnerabilidade dos territórios e biomas já pressionados pela expansão de atividades de alto impacto.

A entidade diz que a decisão do Congresso fragiliza salvaguardas fundamentais que protegem povos indígenas, comunidades tradicionais, rios, florestas e ecossistemas de todo o país.

A nota diz ainda que a REPAM vai acompanhar os desdobramentos da decisão, fortalecer a incidência pública e articular, junto às comunidades e organizações parceiras, caminhos de resistência em todos os territórios amazônicos e brasileiros.

A Conservação Internacional (CI-Brasil) diz que a decisão coloca em risco a natureza, todos que protegem e dependem dela.

“As mudanças propostas pela legislação, previamente vetadas, enfraquecem a proteção dos ecossistemas e colocam sob sério risco os meios de vida de povos originários, quilombolas e comunidades tradicionais, justamente quem mantém a floresta em pé. O Brasil perde segurança hídrica, alimentar e climática, bem como arrisca sua base econômica num momento em que as Soluções Baseadas na Natureza são decisivas para enfrentar as crises do clima e da biodiversidade simultaneamente”, diz Mauricio Bianco, vice-presidente da CI-Brasil.

O Observatório do Clima (OC), rede que reúne 161 integrantes da área socioambiental, afirma que organizações irão à Justiça contra a nova lei. O entendimento é de que ela é “inconstitucional, expõe a risco a saúde e a segurança dos brasileiros, libera a destruição ampla dos nossos ecossistemas e viola as metas climáticas do país”.

“Os dispositivos que retornaram com a derrubada dos vetos colidem com os direitos dos indígenas e quilombolas, dão um cheque em branco para os entes subnacionais fazerem o que quiserem com o licenciamento, restringem o campo da aplicação do licenciamento ambiental e reduzem a responsabilidade das instituições financeiras, entre outros absurdos”, diz Suely Araújo, coordenadora de Políticas Públicas do OC.

Para a especialista em políticas públicas do Greenpeace Brasil, Gabriela Nepomuceno, a nova lei favorecerá a expulsão e deslocamentos forçados de povos indígenas e comunidades tradicionais, assim como facilitará a emissão de licenças de blocos de petróleo.

“Empreendimentos considerados ‘estratégicos’, como a perfuração de petróleo na Foz do Amazonas, poderão ser aprovados num prazo inexequível, comprometendo qualidade e segurança e potencializando danos socioambientais irreparáveis”, diz

Fonte: Rafael Cardoso – Repórter da Agência Brasil

Novo mapa estratégico projeta a segurança pública de Mato Grosso do Sul até 2030

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Fotos: Tenente Isabela Leal Pereira

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) apresentou, nesta quinta-feira (27), o Mapa Estratégico 2025–2030, concluindo o ciclo de mentoria em gestão e planejamento conduzido pela Oscar 1. O documento reúne missão, visão, os valores e objetivos estratégicos. Além disso foi elaborado a nova estrutura de governança que orientará a execução do Plano Estadual de Segurança Pública.

O material organiza 14 objetivos estratégicos, distribuídos nas perspectivas de Fortalecimento Institucional, Processos Internos e Retorno à Sociedade, abordando temas como capacitação, infraestrutura, governança, inteligência, comunicação e proteção das pessoas, do patrimônio e do meio ambiente.

A missão foi atualizada para “Proteger as pessoas, o patrimônio e o meio ambiente, promovendo justiça e segurança pública”, e a visão reforça uma segurança pública integrada, inteligente e inovadora.

Novo mapa estratégico projeta a segurança pública de Mato Grosso do Sul até 2030
O general Valério Luiz Lange, sócio fundador da Oscar 1

Ao comentar a entrega, o general Valério Luiz Lange, sócio fundador da Oscar 1, destacou que o mapa marca o início de um novo ciclo.

“Estamos entregando um planejamento que orienta a Justiça e Segurança Pública até 2030. Também aprimoramos a governança do Plano Estadual de Segurança Pública, com ações práticas e imediatas.”

Para ele, o trabalho deixa um legado de governança e compromisso institucional. “Uma geração caminha sobre aquilo que a anterior construiu.”

O general Gerson Menandro reforçou a relevância dos documentos. “Foram dois meses intensos que resultaram em materiais imprescindíveis e de excelência, comparáveis – e até superiores – aos melhores produzidos no país. Mato Grosso do Sul pode se orgulhar disso. Agora cabe a nós transformar tudo isso em realidade.”

Novo mapa estratégico projeta a segurança pública de Mato Grosso do Sul até 2030
Melisa Porto Tronchini, coordenadora de Planejamento da Sejusp durante apresentação do mapa estratégico

A coordenadora técnica de Planejamento e Estratégia da Secretaria-Executiva de Gestão Estratégica e Municipalismo, Katiuscia Campos Fernandes, destacou o avanço para a gestão por resultados. “Sem planejamento, qualquer resultado é apenas um resultado. A efetividade para a sociedade depende de ações coordenadas e estruturadas, que garantem o bom uso dos recursos.”

Novo mapa estratégico projeta a segurança pública de Mato Grosso do Sul até 2030
O secretário-executivo de Segurança Pública da Sejusp, Wagner Ferreira da Silva

O secretário-executivo de Segurança Pública da Sejusp, Wagner Ferreira da Silva, que conduziu os trabalhos, afirmou que a próxima etapa exige foco e execução. “Criamos uma estrutura de governança que permitirá tirar do papel tudo o que foi planejado. Agora é executar o monitoramento, a avaliação e trabalhar para colocar as políticas públicas em prática.”

Para o secretário-adjunto Ary Carlos Barbosa, o processo representa um marco raro na trajetória institucional. “Pela primeira vez participo de um planejamento tão robusto, com método, metas claras e objetivos concretos.”

Novo mapa estratégico projeta a segurança pública de Mato Grosso do Sul até 2030
O secretário da Sejusp, Antonio Carlos Videira, parabenizou a equipe pelo resultado da mentoria

Encerrando o evento, o secretário Antonio Carlos Videira destacou o propósito e a missão da pasta. “Planejamos estrategicamente com visão clara e inspiração divina, para entregar não apenas segurança ou justiça, mas um Estado e um país melhores. Peço a Deus que conceda a cada um de nós o dom e o talento necessários para cumprirmos nossa missão. Que possamos fazer muito além do que acreditamos ser possível hoje. Encerramos este ciclo com orgulho e com a certeza de que estamos construindo o futuro.”

Participaram ainda os coronéis Saulo Ramos de Carvalho e Reinaldo Costa de Almeida Rego, integrantes da equipe de mentoria; o comandante da PMMS, Renato dos Anjos Garnes; o comandante do CBMMS, Frederico Reis Pouso Salas; o delegado-geral da PCMS, Lupérsio Degerone Lucio; o coordenador-geral de Perícias, José de Anchiêta Souza Silva; o diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini; e o diretor-presidente do Detran-MS, Rudel Espíndola Trindade Júnior.

Fonte: Joilson Francelino, Comunicação Sejusp

Referência nacional, Mato Grosso do Sul apresenta resultados da Agenda Climática no Turismo

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Fotos: Flávia Neri

Na última semana, a Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul reforçou seu protagonismo na agenda de sustentabilidade ao participar dos Dias Temáticos do Turismo da COP 30, em Belém (PA). Alinhado ao objetivo de tornar o Estado carbono neutro até 2030, o órgão apresentou como transformou a ação climática em premissa de gestão e estratégia competitiva para o setor.

A participação, dividida entre a Zona Azul e a Zona Verde, permitiu demonstrar resultados concretos que posicionam a Fundtur como referência nacional no enfrentamento da emergência climática por meio do turismo.

O diretor-presidente da Fundtur MS, Bruno Wendling, destaca a importância da participação da instituição.

“É um ano emblemático, com a COP 30 acontecendo no Brasil e pudemos verificar in loco a referência que é o Mato Grosso do Sul no âmbito do turismo e na agenda climática. Temos o reconhecimento tanto da ONU Turismo quanto do Ministério do Turismo como destino que lidera essa agenda, então foi importante estarmos presentes e poder falar um pouco sobre o nosso destino. Além disso, trocamos experiências importantes com outros parceiros durante o evento”.

Referência nacional, Mato Grosso do Sul apresenta resultados da Agenda Climática no Turismo
Referência nacional, Mato Grosso do Sul apresenta resultados da Agenda Climática no Turismo

Estratégia e liderança

A agenda da Fundtur integrou o Mutirão Setorial de apoio à Agenda de Ação, em parceria com o Ministério do Turismo e a ONU Turismo. Em 19 de novembro, na Zona Verde, o órgão participou do painel Roadshow of Local Initiatives, apresentando o case de Bonito e o processo de internalização da ação climática no turismo.

Durante o painel ‘Iniciativas locais e soluções na Ação Climática no Turismo’ realizado na Greenzone, o diretor-presidente Bruno Wendling apresentou dados que reforçam a liderança de Bonito como destino global de ecoturismo responsável. O município completou seu terceiro ciclo de inventário de emissões e alcançou, entre 2021 e 2023, redução acumulada de 4,65% nas emissões por turista.

O indicador de eficiência caiu de 46,17 para 44,02 kgCO2eq no período, mesmo com o aumento do fluxo de visitantes. Bonito também já compensou 1.380 toneladas de CO2 equivalente, abrangendo totalmente os escopos 1, 2 e 3, e mantém a meta de reduzir em 20% suas emissões até 2030.

Esses resultados consolidam a certificação de Bonito como o primeiro destino de ecoturismo carbono neutro do mundo e como eixo estruturante de uma política climática estadual aplicada ao turismo.

No dia seguinte, a Fundtur participou de evento promovido pela ONU Turismo com novos signatários do Acordo de Glasgow, do qual o órgão sul-mato-grossense foi o primeiro representante público brasileiro a aderir em 2023.

A Fundação destacou que a mudança climática é incorporada também à sua própria operação, tendo compensado 581 toneladas de carbono geradas por eventos e atividades institucionais. Também contribuiu para a mesa-redonda Practical Solutions, dedicada à discussão de governança multinível e políticas públicas de incentivo à descarbonização do setor.

Em parceria com a Compensei e a Green Initiative, a Fundtur adota um modelo pautado em medir, descarbonizar, mitigar, colaborar e financiar, reforçando que a certificação não é uma ação isolada, mas a expressão da corresponsabilidade do turismo frente à crise climática.

Para a assessora de sustentabilidade da Fundtur, Flávia Neri de Moura, a presença na COP 30 reforça o alinhamento de Mato Grosso do Sul às diretrizes estratégicas da nova gestão da ONU Turismo, centradas em clima e meio ambiente.

Na programação oficial, também foi apresentado o Plano de Ação Climática do Turismo de Bonito, estruturado em quatro pilares que dialogam com a agenda global: gestão de resíduos e economia circular, transição energética e mobilidade climática, educação climática envolvendo trade, comunidade e visitantes, e restauração de ecossistemas com foco na proteção de recursos hídricos e ações de reflorestamento.

Este é o segundo ano em que o turismo é reconhecido como setor prioritário para a adaptação climática. Como desdobramento dessa agenda, a Fundtur continuará conectando suas iniciativas às políticas de conservação e desenvolvimento do estado de Mato Grosso do Sul e adotará as diretrizes do Plano de Adaptação Setorial do Turismo, cuja construção contou com a participação ativa da instituição.

Fonte: Débora Bordin, Comunicação Fundtur MS

Elo forte entre produtor e Governo impulsiona o agronegócio e abre novos mercados para produtos de MS

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Fortalecer o elo entre o produtor e os governos estadual e federal é a chave para manter o status de área livre de aftosa em Mato Grosso do Sul. E esta união é que vai fazer o Estado alçar mais mercados internacionais para escoar seus produtos.

Esta foi a principal mensagem reforçada nesta quarta-feira (27), pelo secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (semadesc) Jaime Verruck, durante a abertura do 8º Fórum PNEFA MS, promovido no âmbito do Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para Febre Aftosa (PNEFA).

O Fórum orienta as ações de vigilância sanitária e de prevenção à febre aftosa no Estado, reunindo representantes do governo estadual (por meio da Iagro e da Semadesc), produtores, lideranças do setor agropecuário, técnicos, médicos-veterinários, zootecnistas, sindicatos e demais atores do agronegócio, tanto do setor público quanto privado.

O evento contou com a presença do secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck; do diretor-presidente da Iagro, Daniel Ingold; e do secretário-executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Rogério Beretta.

Durante o encontro, o diretor-presidente da Iagro, Daniel Ingold apresentou as ações de vigilância desenvolvidas pela Iagro, com destaque para o sistema digital adotado pela agência.

“A conquista da área livre de aftosa é uma grande conquista, porém, exige trabalho contínuo. Nosso governador e nossa equipe têm se dedicado a abrir esses mercados e demonstrar a viabilidade do Estado. A vigilância epidemiológica e a segurança sanitária são cruciais, especialmente para a proteção contra doenças como a febre aftosa, considerando a localização estratégica do Mato Grosso do Sul. A ausência de vacinação contra a aftosa não representa um risco, dado que o vírus foi erradicado. No entanto, a vigilância sanitária permanece rigorosa. Em caso de eventualidade, como a ocorrência de febre aftosa, nossa agência, que trabalha com inteligência e monitoramento territorial, está preparada para responder”, explicou.

O secretário da Semadesc, Jaime Verruck falou sobre a importância do status sanitário sem vacinação e as ações que estão sendo tomadas para manter o status e a qualidade do rebanho sul-mato-grossense.

“Acreditamos que alcançamos resultados significativos com a área livre de aftosa, colocando o Brasil em posição de destaque na sanidade agropecuária. Mas é fundamental estabelecer um programa de vigilância permanente. Nosso foco é manter essa vigilância”, salientou o titular da Semadesc.

Elo forte entre produtor e Governo impulsiona o agronegócio e abre novos mercados para produtos de MS

Mercados potenciais

Na sua palestra, “Do MS para o Mundo: Ações do Governo para acesso a novos mercados”, destinada a uma plateia de produtores, técnicos e lideranças rurais, Verruck mostrou que o Mato Grosso do Sul tem se consolidado como uma potência agroambiental, com forte expansão produtiva e transição econômica. Ampliação nos últimos anos ficou em 516% na área plantada com as mais diversas culturas.

“Estamos ampliando áreas de grãos, cana-de-açúcar e florestas plantadas sobre pastagens, fortalecendo cadeias produtivas que contribuem para o desenvolvimento sustentável e competitivo” sustentou.

Ele lembrou que a economia sul-mato-grossense se destaca nacionalmente com uma das maiores taxas de crescimento do país, impulsionada pelo agronegócio, pela industrialização e pela expansão de mercados internacionais. “A transformação produtiva tem reposicionado o Estado como referência em equilíbrio entre produção, conservação ambiental e inovação tecnológica”, destacou.

No campo ambiental, programas estratégicos como o PSA Bioma Pantanal, o PSA Brigadas de Incêndio, o Plano de Desenvolvimento de Cadeias Produtivas e o incentivo ao uso múltiplo dos rios cênicos reforçam o compromisso do Governo com a sustentabilidade e a valorização dos serviços ambientais.

O comércio exterior do Estado demonstra robustez, movimentando R$ 9,9 bilhões ao ano, com forte presença em mercados internacionais, exportando para 170 países, especialmente na Ásia, Europa e América do Norte.

“As exportações são diversificadas e incluem proteínas animais, complexo soja, produtos florestais e outros itens relevantes da pauta agropecuária. A China permanece como principal destino, mas o Estado tem ampliado sua presença em mais de uma centena de países”, frisou.

Verruck enfatizou que as oportunidades para novos mercados vêm se fortalecendo com a abertura comercial promovida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. “A diversificação de produtos e categorias fortalece a participação do Brasil — e do MS — no comércio mundial, com destaque para proteínas, frutas, sementes, material genético e produtos de origem animal e vegetal”, pontuou.

O setor de proteína animal no Mato Grosso do Sul segue com desempenho consistente, com crescimento das exportações de bovinos, suínos e frangos. O Estado mantém posição de destaque no ranking nacional, contribuindo de forma significativa para o resultado brasileiro no setor.

No ranking nacional, conforme dados de 2024, MS é o 7º maior exportador de carnes do País, atrás de PR (1º), SC (2º), SP (3º), respondendo por 6,54% das exportações nacionais de carnes. A participação da Proteína animal nas Exportações do MS é de 17,93%. Em valores foram mais US$ 1,9 bilhão no setor, relativo a quase 490 mil toneladas de carnes.

A implantação da plataforma de conformidade ambiental — desenvolvida em parceria com a União Europeia e instituições acadêmicas — coloca o MS na vanguarda do atendimento às exigências internacionais relacionadas ao desmatamento zero e ao rastreamento produtivo. O foco inclui as cadeias da soja, milho e pecuária.

Entre os desafios do mercado de proteínas animais estão a adequação ambiental para atender exigências europeias, acordos internacionais, comprovação de sustentabilidade, baixa emissão de carbono, recuperação de pastagens e integração lavoura-pecuária-floresta. Também influenciam o cenário global fatores como transição tributária e instabilidades geopolíticas.

Logística em foco

Elo forte entre produtor e Governo impulsiona o agronegócio e abre novos mercados para produtos de MS

A logística é outro ponto estratégico da gestão estadual, conforme afirmou o titular da Semadesc.

“A Rota Bioceânica consolida-se como o principal vetor de integração entre o Mato Grosso do Sul e os mercados do Pacífico, reduzindo distâncias, custos e prazos para o comércio exterior. A ponte internacional entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta, já em fase final com mais 80% concluída e simboliza essa transformação. O Estado também avança em rodovias, hidrovias e ferrovias que dão suporte ao desenvolvimento produtivo”, complementou.

“O Governo de MS reforça que o diálogo com o setor produtivo, a inovação e a sustentabilidade são pilares essenciais para ampliar mercados, garantir competitividade e consolidar o Estado como referência mundial em produção sustentável”, concluiu.

Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc
Fotos: Mairinco de Pauda/Semadesc

Casa do Trabalhador disponibiliza 133 oportunidades de emprego em Amambai

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Fachada da edificação onde funciona a Casa do Trabalhador em Amambai. Órgão oferece pelo menos 133 oportunidades de emprego. (Foto: Vilson Nascimento)

Vilson Nascimento

A Casa do Trabalhador, órgão ligado a Fundação do Trabalho (Funtrab) do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza pelo menos 133 oportunidades de emprego para esta sexta-feira, 28 de novembro, em Amambai.

Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas

30 vagas para ajudante de cozinha trabalhar outro município 

25 vagas para cozinheiro ou cozinheira trabalhar outro município 

20 vagas para auxiliar de cozinha trabalhar outro município 

9 vagas para pedreiro 

4 vagas para vendedor ou vendedora 

4 vagas para atendente sendo uma PCD 

3 vagas para oficial de serviços diversos na manutenção de edificações 

3 vagas para servente de pedreiro 

2 vagas para auxiliar de mecânico de autos 

2 vagas para eletricista 

2 vagas para mecânico de autos em geral 

1 vaga para técnico de suporte de Ti 

1 vaga para artes finalista 

1 vaga para recepcionista ter CNH 

1 vaga para auxiliar financeiro 

1 vaga para contador 

1 vaga para confeiteiro 

1 vaga para padeiro 

1 vaga para garçom 

1 vaga para cuidador de idoso ter curso 

1 vaga para manicure 

1 vaga para desenhista copista 

1 vaga para costureira 

1 vaga para lavadeira 

1 vaga para auxiliar de linha de produção 

1 vaga para montador de móveis ter CNH 

1 vaga para mecânico de bicicleta 

1 vaga para mestre de obras 

1 vaga para motofretista 

1 vaga para encarregado de construção civil trabalhar em outro município ter experiência na área comprovada em carteira 

1 vaga para gerente de obras trabalhar em outro município ter experiência comprovada em carteira 

1 vaga para carpinteiro de obras 

1 vaga para caçambeiro 

1 vaga para operador de pá carregadeira 

1 vaga para operador de retro escavadeira 

1 vaga para motorista operador de betoneira 

1 vaga para torneiro mecânico 

Casa do trabalhador também oferece

A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região. 

Segundo o órgão para dar entrada no pedido de benefício o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade). 

A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa às instalações da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.

O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 11h. Das 13h às 17h o trabalho é interno.

Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148 ou celular/WhatsApp (67) 9880-0533

Período de chuvas requer atenção para controle do capim-navalha e da cigarrinha-das-pastagens

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Foto: Foto: Divulgação BASF

No período de chuvas que começa com a primavera em boa parte do país, o verde volta a dominar a paisagem do campo. Mas junto com o alívio dos pecuaristas, que veem as pastagens se recuperando depois de meses de seca, vem um alerta: é nesta época que pragas e plantas invasoras encontram condições ideais para se multiplicar e comprometer a produtividade das áreas de forragem.

Entre os principais desafios deste período estão o capim-navalha (Paspalum virgatum) e a cigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta). “É um momento importante de virada para o pasto. As condições climáticas são extremamente favoráveis para o produtor, mas também criam o ambiente perfeito para o avanço de visitantes indesejados. Por isso, o manejo deve ser feito no início das infestações, seja na ocorrência das primeiras ninfas ou quando o pecuarista observar o desenvolvimento inicial das plantas invasoras”, explica a pesquisadora de Desenvolvimento de Produto e Mercado da BASF Soluções para Agricultura, Isadora Cristófoli Pereira.

Esses inimigos silenciosos, embora muitas vezes subestimados, podem comprometer seriamente o rendimento das pastagens se não forem controlados a tempo. “O capim-navalha e a cigarrinha-das-pastagens afetam a qualidade dos pastos e impactam diretamente o desempenho animal, provocando uma queda na produtividade e rentabilidade das fazendas”, alerta a pesquisadora.

Cortando o mal pela raiz

O capim-navalha é uma gramínea invasora muito comum em áreas úmidas. Seu nome vem das folhas longas e cortantes, que dificultam o pastejo e reduzem a palatabilidade da área. Se desenvolve intensamente, tornando-se uma planta daninha agressiva que infesta pastagens e compete por espaço, nutrientes e água com as forrageiras, plantas que servem como alimento para gado, e, como consequência, reduz a capacidade de suporte da pastagem.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) classifica a espécie como uma das mais problemáticas do país, especialmente em regiões de solo úmido, como o Centro-Oeste, Norte e o Sudeste, além da Amazônia. Em infestações severas, o manejo se torna ineficiente e o produtor é obrigado a reformar a área, com manejo químico, rotação e plantio de forrageira.

Ele possui um sistema radicular denso e rizomas resistentes, o que lhe permite rebrotar mesmo após períodos de seca. Além disso, sua semelhança com as forrageiras dificulta o uso de herbicidas não seletivos, exigindo soluções de atuação específicas, como o Vaboro®, herbicida seletivo eficaz contra o capim-navalha.

O produto, que conta com registro para uso aéreo, é ideal para o planejamento do pasto, pois ajuda a eliminar a competição indesejada, melhorando a disponibilidade e a qualidade da matéria verde para forrageio. “Ele tem ação direcionada e apresenta alta eficácia, permitindo controlar o capim navalha em área total”, diz o gerente.

Um inseto pequeno, grandes prejuízos

Já a cigarrinha-das-pastagens é considerada uma das principais pragas da pecuária brasileira. A umidade do período ativa a eclosão dos ovos em dormência, levando a uma infestação significativa. Estudos da Embrapa apontam que, no Brasil, os prejuízos causados por elas podem chegar a US$ 800 milhões anuais apenas na região do Cerrado, onde a braquiária (espécie para pasto) ocupa uma área de 15 milhões de hectares.

O inseto é prejudicial em todo seu ciclo de vida. As ninfas, que ficam protegidas sob uma espuma na base do capim, sugam a seiva das plantas, provocando amarelamento, secamento e até morte das folhas. Esse fato reduz a eficácia de aplicações superficiais e favorece reinfestações sucessivas. Já na fase adulta, atacam as folhas, liberando toxinas que afetam a forrageira, reduzindo sua produção e qualidade.

O inseticida Nepaxir® é a opção mais eficiente para combater esses insetos, tanto nas fases de ninfa, quanto adulta. Ele possui um duplo mecanismo, combinando ação sistêmica e de contato, o que aumenta a eficiência do controle tanto nos adultos quanto para as ninfas.

Sua aplicação é flexível e pode ser realizada por meio de pulverização terrestre ou aérea. Além disso, o produto permite uma reentrada mais rápida dos animais no pasto. De acordo com Zanquettim, essa abordagem preserva a produtividade e a qualidade do pasto, trazendo controle rápido e eficaz dessa praga.

A cigarrinha-da-pastagem é considerada uma das principais pragas da pecuária brasileira 

O momento certo de agir

O manejo antecipado é fundamental para evitar prejuízos e o momento certo para agir é no início do período de chuvas. “É quando as pragas estão em estágios iniciais de desenvolvimento e mais suscetíveis ao controle”, afirma o Gerente Sênior de Negócios da BASF Soluções para Agricultura, Ricardo Zanquettim.

Ele ressalta que as soluções da BASF para controle dessas ameaças são fundamentais para apoiar o pecuarista nesse desafio. “O uso correto neste momento ajuda na recuperação rápida do pasto e o equilíbrio do sistema”, explica Zanquettim.

Um pasto bem manejado é a base de uma pecuária produtiva e sustentável. “O que se faz agora, no início das chuvas, vai refletir diretamente na engorda dos animais e na rentabilidade da fazenda nos próximos meses”, conclui o executivo.

A entrega de inovações específicas, como o Vaboro® e o Nepaxir®, é resultado de uma visão abrangente da BASF Soluções para a Agricultura, que tem na pesquisa e desenvolvimento (P&D), um dos seus principais aliados para auxiliar produtores de todo mundo em seus desafios diários. A companhia investe globalmente cerca de € 915 milhões por ano em P&D para toda a Divisão, garantindo o desenvolvimento de um portfólio completo que inclui proteção de cultivos, sementes e ferramentas digitais. É dessa fonte constante de inovação e tecnologia que a pecuária se beneficia, assegurando que o produtor tenha acesso às melhores e mais recentes soluções para um pasto produtivo e uma maior rentabilidade da fazenda.

Mapas climáticos reforçam combate à ferrugem

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Os dados meteorológicos são fornecidos pela plataforma NASA POWER - Foto: Instituto Internacional de Agricultura Tropical

A ferrugem asiática segue como uma das principais ameaças à produção de soja no Sul do Brasil, exigindo manejo rigoroso devido ao alto potencial de perdas. Segundo Emerson Del Ponte, professor da Universidade Federal de Viçosa, o inóculo da doença está sempre presente no ambiente, o que explica relatos já no início da safra. A severidade, no entanto, depende diretamente das condições meteorológicas de cada ciclo, especialmente da combinação entre alta umidade e temperatura favorável. A fonte das informações é Emerson Del Ponte.

A partir desta semana, serão divulgados mapas de risco climático atualizados a cada três dias, criados para apoiar o monitoramento e orientar decisões em conjunto com os relatos do Consórcio Antiferrugem. Esses mapas trazem uma leitura regionalizada do risco de infecção, especialmente útil em anos de maior irregularidade climática.

A partir da safra 2025/26, o Laboratório de Epidemiologia da UFV, em parceria com a Rede Fitossanidade Tropical, ampliará o trabalho e passará a gerar mapas específicos para as áreas do Centro Sul, que incluem Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo, regiões onde a ferrugem ocorre com maior frequência. Os mapas são produzidos com base em um modelo climático que utiliza interação entre umidade relativa e temperatura para calcular a favorabilidade diária à infecção, metodologia desenvolvida por Reis e colaboradores em 2004.

Os dados meteorológicos são fornecidos pela plataforma NASA POWER e acumulados em janelas de sete dias. As classes de risco permitem intensificar o monitoramento nas áreas mais vulneráveis. A recomendação é que os produtores consultem também o site do Consórcio Antiferrugem para verificar a presença de esporos ou focos ativos na região.

Paulo Corrêa articula construção de sede da PM no Distrito Águas de Miranda, em Bonito

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Foto: Assessoria

Para ampliar a presença policial na região, o deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), 1º secretário da Assembleia Legislativa, solicitou ao Governo do Estado nesta semana a construção de uma sede da Polícia Militar no Distrito Águas de Miranda, em Bonito. A proposta busca reforçar o policiamento ostensivo e garantir mais segurança a moradores, trabalhadores e turistas.

Atualmente, o distrito conta apenas com o quartel da Polícia Militar Ambiental, mas o aumento do fluxo de visitantes após a pavimentação da MS-345 e a expansão do turismo de pesca, a necessidade de uma unidade própria da corporação se tornou ainda mais urgente, conforme Corrêa.

“A PMA já realiza um trabalho essencial no Águas de Miranda, cuidando do rio e fiscalizando a pesca. Mas a atuação dela é diferente da Polícia Militar. A comunidade precisa da Polícia Militar no dia a dia, do atendimento rápido e do policiamento constante. Por isso estamos articulando a construção dessa sede, para garantir mais segurança a quem vive e trabalha no distrito”, afirmou Paulo Corrêa.

A indicação foi enviada ao governador Eduardo Riedel, ao secretário de Segurança Pública, Antônio Carlos Videira, e ao comandante-geral da PM, coronel Renato dos Anjos Garnes, atendendo a pedido do prefeito Josmail Rodrigues e dos vereadores Adãozinho Duarte, Pedrinho da Marambaia, Professor PH, Lucas Capacete e Rose da Financeira. 

Fonte: Assessoria Dep. Paulo Corrêa

Paulo Corrêa solicita reforma total da E.E. Dr. Fernando Corrêa da Costa, em Aral Moreira

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Foto: Assessoria

Para garantir melhores condições de ensino aos estudantes de Aral Moreira, o deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), 1º secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, solicitou ao Governo do Estado, nesta semana, a reforma completa da Escola Estadual Dr. Fernando Corrêa da Costa.

A unidade, construída emergencialmente em 1988, apresenta infiltrações, desgaste estrutural e problemas nas instalações elétricas, e precisa de intervenções urgentes para continuar atendendo alunos e profissionais com segurança e qualidade.

O pedido foi reforçado após visita do parlamentar à escola na última sexta-feira (21), quando ele constatou a necessidade de melhorias em todo o espaço físico – salas de aula, áreas administrativas e infraestrutura geral.

“A escola cumpre um papel essencial na formação dos jovens de Aral Moreira, mas a estrutura atual já não oferece as condições adequadas. Precisamos garantir um ambiente digno para alunos, professores e toda a comunidade escolar”, destacou Paulo Corrêa.

A solicitação atende a um pedido dos vereadores Liquinho Mattos, Camilla Fatala e Adriana Veron, que acompanham de perto a realidade da unidade e defendem sua inclusão no plano de reformas da Rede Estadual para 2026.

A indicação foi encaminhada ao governador Eduardo Riedel, ao secretário de Educação, Hélio Queiroz Daher, e ao secretário de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara.

Fonte: Assessoria Dep. Paulo Corrêa

Agência determina retirada do mercado de vinagre de maçã

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento do vinagre de maçã da marca Castelo, produzido pela Castelo Alimentos. O item também teve a sua comercialização, distribuição e consumo suspensos. Agência determina retirada do mercado de vinagre de maçãAgência determina retirada do mercado de vinagre de maçã

O laudo de análise fiscal definitivo – emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) do Distrito Federal – reprovou o vinagre de maçã Castelo no ensaio de pesquisa quantitativa de dióxido de enxofre.

De acordo com a avaliação, o produto apresentou uma quantidade da substância que não está informada em seu rótulo. A decisão foi anunciada nessa quarta-feira (26).

“A presença de dióxido de enxofre em alimentos, principalmente se não estiver identificada, pode provocar reações alérgicas em pessoas sensíveis a esse composto químico”, explicou a Anvisa. 

Pó para bebida 

O pó para preparo de bebida vegetal da marca Livestrong/Essential Nutrition também sofreu ação fiscal e será recolhido por decisão da Anvisa. O produto da empresa INP Indústria de Alimentos teve suspensas a sua comercialização, distribuição, fabricação, divulgação e consumo.

O produto está irregular porque contém proteína de fava hidrolisada, que ainda não teve a sua segurança avaliada para uso em alimentos.

Picolé com creatina

Outro item retirado do mercado pela ação de fiscalização da Anvisa é o Picolé de Açaí, Guaraná e Canela Naturalle Ice, da empresa J M J Re Torres Indústria de Alimentos Ltda. 

Da mesma forma, foram suspensas a comercialização,  distribuição, fabricação, divulgação e consumo do produto. 

A creatina também não teve a sua segurança avaliada para utilização em alimentos, sendo autorizada apenas em forma de suplementos voltados ao público adulto.  

Governo quer regulamentar mercado de carbono até fim de 2026

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Até dezembro de 2026, o governo pretende publicar todas as normas infralegais necessárias para a adoção do mercado regulado de carbono no país, disse nesta quinta-feira (27) a secretária extraordinária do Mercado de Carbono do Ministério da Fazenda, Cristina Reis.Governo quer regulamentar mercado de carbono até fim de 2026Governo quer regulamentar mercado de carbono até fim de 2026

Criada em outubro, a secretaria será responsável por estruturar o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), previsto para entrar em operação em 2030.

A secretária disse que o mercado de carbono tem potencial para gerar oportunidades econômicas, renda e redução de desigualdades, mas lembrou que não se trata de uma “bala de prata” para enfrentar a crise climática.

“Essa jornada é de quase três anos no governo atual, mas é também de muitos anos de espera pela aprovação da lei do mercado regulado”, afirmou. 

Segundo ela, o trabalho envolve todo um ecossistema, incluindo setor público, empresas, setor financeiro, comunidades tradicionais e povos indígenas.

Cristina Reis disse que a nova estrutura tem caráter extraordinário, com começo, meio e fim, até que o governo institua um órgão gestor permanente. De acordo com projeções citadas por ela, o mercado de carbono pode elevar o crescimento adicional da economia em quase 6% até 2040 e 8,5% até 2050.

Segundo estimativas do Banco Mundial, as emissões de gás carbônico dos setores regulados poderiam cair 21% até 2040 e 27% até 2050. O preço da tonelada de carbono pode chegar a US$ 30 por tonelada, avançando para US$ 60 numa segunda fase.

Estudos

A subsecretária de Regulação e Metodologias da nova secretaria, Ana Paula Machado, informou que o governo conduz estudos e uma análise de impacto regulatório com foco em ampliar o escopo do mercado e aumentar sua eficiência. Segundo ela, o Ministério da Fazenda pretende preparar a economia brasileira para um cenário internacional em que a precificação de carbono seja considerada irreversível.

“Um país como o Brasil precisa estar equipado para monitorar emissões, precificar o carbono no processo produtivo e se inserir de forma competitiva no cenário internacional”, disse. 

Para ela, o Estado deve estar preparado para apoiar os agentes econômicos na transição para uma economia de baixo carbono.

Janela de oportunidade

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a criação da Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono aproveita uma “janela de oportunidade” aberta com a reforma tributária. Ele explicou que o órgão integrará a estratégia do governo para fortalecer o Plano de Transformação Ecológica e modernizar instrumentos de financiamento, como o Fundo Clima.

Durigan destacou que o governo segue uma programação contínua desde 2023 para avançar na agenda de descarbonização. 

“A nova secretaria é um passo concreto e fundamental para que a gente estruture o mercado de carbono regulado no Brasil. Este é o primeiro passo de anos de trabalho”, afirmou.

A Fazenda avalia que a regulamentação do mercado de carbono deve estimular investimentos em atividades de baixo carbono, contribuir para a competitividade da indústria e apoiar a transição ecológica do país.