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sexta-feira, 10 de abril de 2026
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Copa Paranhos de Futebol Suíço define campeões de 2026 neste sábado

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A equipe Amigos F.C, de Ypejhú, finalista da Copa Paranhos de Futebol Suíço 2026. (Fotos: Carlos Pavão/Sejel)

Vilson Nascimento

Acontecem na noite deste sábado, dia 28 de março, no campo do Parque Ecológico Clóvis Bronzin, na cidade da fronteira com o Paraguai, as finais da Copa Paranhos de Futebol Suíço 2026.

Na noite dessa quinta-feira (27) foram definidos os finalistas do certame regional, promovido pela Prefeitura de Paranhos através da Sejel (Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer), da categoria livre.

A equipe Amigos F.C da cidade paraguaia de Ypejhú chegou à final ao vencer a Super Motos, de Paranhos, pelo placar de 1×0. Já o Global F.C, da cidade de Mundo Novo, se garantiu na decisão ao derrotar o Duas Nações FC pelo placar de 4×3 nas cobranças de penalidades máximas, após empate em 1×1 no tempo normal de jogo.

Copa Paranhos de Futebol Suíço define campeões de 2026 neste sábado
A equipe Global F.C, da cidade de Mundo Novo.

Outras finalistas

Na noite de quarta-feira, 25 de março, também no campo do Parque Ecológico Clóvis Bronzin, foram definidos os finalistas das categorias, feminina e master da Copa Paranhos de Futebol Suíço 2026.

Pela categoria feminina da competição regional a Alcatéia FC, da Aldeia Pirajuí garantiu a vaga na decisão ao golear, em um das semifinais, a equipe Fúria AC, da Aldeia Arroio Corá pelo placar de 5×0 e a Aldeia Paraguassu se classificou para a grande final ao derrotar a equipe Flor FC pelo placar de 2×1.

Pela categoria master a Super Motos chegou a decisão ao vencer o Rancho do Sabor pelo placar de 1×0. O adversário da Super Motos na decisão da Copa Paranhos de Futebol Suíço 2026, que acontece neste sábado, dia 28 de março, será a equipe de Amambai, que na noite dessa quarta-feira (25) passou pelo Boleiros do Campinho ao vencer nos pênaltis pelo placar de 5×4 após empate sem gols no tempo normal de jogo.

O prefeito Heliomar Klabunde e o secretário de esportes do município, Denílson Rafaíne convidam a população de Paranhos e região para comparecer no campo do Parque Ecológico Clóvis Bronzin na noite deste sábado (28) para acompanhar as partidas decisivas.

Copa Paranhos de Futebol Suíço define campeões de 2026 neste sábado
A equipe de Amambai avançou à final da categoria master após vitória nos pênaltis na noite dessa quarta-feira.
Copa Paranhos de Futebol Suíço define campeões de 2026 neste sábado
A equipe Super Motos.
Copa Paranhos de Futebol Suíço define campeões de 2026 neste sábado
O elenco da Aldeia Pirajuí, finalista da categoria feminina.
Copa Paranhos de Futebol Suíço define campeões de 2026 neste sábado
O time Aldeia Paraguassu.

CMN reduz juros de financiamentos a cooperativas rurais pelo Pronaf

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As cooperativas da agricultura familiar terão acesso a juros mais baixos nos financiamentos à bovinocultura. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (26) a redução, de 8% para 3% ao ano, da taxa de juros do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), na modalidade Mais Alimentos.CMN reduz juros de financiamentos a cooperativas rurais pelo PronafCMN reduz juros de financiamentos a cooperativas rurais pelo Pronaf

Em nota, o Ministério da Fazenda explicou que a medida busca estimular investimentos na produtividade do setor.

A nova taxa de 3% ao ano passa a valer para operações contratadas por cooperativas que adquirirem sêmen, óvulos e embriões para melhoramento genético, com foco tanto na pecuária de corte quanto na de leite.

Até então, esse percentual mais baixo já era aplicado apenas para financiamentos contratados diretamente por agricultores familiares. Com a mudança, o benefício é estendido às cooperativas que atendem seus associados.

Incentivo genético

O CMN também autorizou o financiamento desses itens de forma isolada por meio do Renovagro, programa voltado a sistemas de produção agropecuária sustentáveis.

Além da aquisição de material genético, passam a ser financiados serviços associados, como inseminação artificial e transferência de embriões. Antes, essas operações estavam limitadas a 30% do valor total do crédito de investimento.

Fundo para o café

Na mesma reunião, o colegiado aprovou a destinação de R$ 7,37 bilhões para o financiamento do setor cafeeiro em 2026, por meio do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).

Os recursos serão utilizados em diversas frentes, como custeio da produção, comercialização, aquisição de café, capital de giro e recuperação de lavouras danificadas.

Destinação

Segundo o governo, a distribuição dos valores entre as diferentes linhas de crédito será definida pelo Ministério da Agricultura. As operações seguirão as regras estabelecidas no Manual de Crédito Rural.

Presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o CMN também é composto pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.

Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 40 milhões

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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.988 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (26). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 40 milhões para o próximo sorteio.Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 40 milhõesMega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 40 milhões

Os números sorteados são: 06 – 14 – 28 – 31 – 56 – 59

  • 44 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 33.183,44 cada
  • 2.443 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 985,14 cada

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (28), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. 

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

Alta do diesel dispara alerta no campo

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Nesse contexto, a eficiência no uso de combustível passa a ser um fator decisivo - Foto: Canva

O aumento do custo do diesel em 2026 já provoca efeitos diretos nas operações agrícolas, pressionando margens e exigindo maior controle sobre os gastos no campo. Em um ambiente de instabilidade no mercado internacional de petróleo, produtores intensificam a busca por soluções que preservem a rentabilidade ao longo da safra.

Nesse contexto, a eficiência no uso de combustível passa a ser um fator decisivo. Avaliações em campo indicam que máquinas com maior nível tecnológico conseguem reduzir significativamente o consumo por hora trabalhada, segundo Lucas Zanetti, gerente de Marketing de Produtos da Massey Ferguson. Considerando ciclos operacionais que podem alcançar cerca de 2.000 horas por safra, a economia pode ultrapassar 20 mil litros de diesel por equipamento, ampliando a área atendida com o mesmo volume de combustível .

A modernização da frota se consolida como uma estratégia técnica e econômica. Equipamentos com transmissões continuamente variáveis e motores mais eficientes apresentam menor consumo específico, além de melhorar o rendimento operacional e a previsibilidade dos custos. Outro efeito relevante é a redução do desgaste interno dos componentes, o que impacta positivamente a manutenção e a vida útil das máquinas .

Resultados de testes em diferentes culturas e sistemas produtivos reforçam esse cenário. Em operações de plantio, preparo de solo e subsolagem, o uso de tecnologias mais avançadas proporcionou reduções expressivas no consumo de combustível e ganhos de eficiência operacional. Em alguns casos, também houve diminuição no tempo de execução das atividades, antecipando etapas importantes do calendário agrícola .

“Isso significa que grandes propriedades conseguem finalizar suas janelas de operação com dias de antecedência, reduzindo o número de máquinas necessárias na lavoura, a necessidade de horas extras e, novamente, a exposição da frota ao consumo de diesel”, finaliza Zanetti.

Mercado de insumos nunca esteve tão pressionado

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O cenário reúne fatores que afetam diretamente o abastecimento - Foto: Divulgação

A pressão sobre o mercado global de fertilizantes já começa a impactar o planejamento da próxima safra brasileira, em meio a restrições simultâneas de oferta e incertezas geopolíticas. A avaliação é de Isan Rezende, presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso e do Instituto do Agronegócio.

O cenário reúne fatores que afetam diretamente o abastecimento. A Rússia, responsável por praticamente todo o fornecimento de nitrato de amônio ao Brasil, suspendeu temporariamente os embarques. Ao mesmo tempo, a China interrompeu exportações de fosfatados e nitrogenados, sem previsão clara de retomada. Soma-se a isso o bloqueio do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de fertilizantes, afetada por tensões envolvendo o Irã.

Os reflexos já aparecem nos custos de produção. Insumos como MAP, DAP e cloreto de potássio acumulam altas ao longo de 2026, pressionando as margens de culturas como soja e milho. O Ministério da Agricultura classifica o momento como de elevado risco de desabastecimento, com estimativa de déficit entre 1 e 3 milhões de toneladas de fosfatados.

A preocupação se intensifica diante do calendário agrícola. A demanda do Hemisfério Norte entra em fase de pico, enquanto o Brasil mantém forte dependência externa, com cerca de 85% do consumo de fertilizantes vindo de importações. Esse desequilíbrio estrutural, aliado à instabilidade internacional, reforça a tendência de preços elevados no curto prazo.

Para a safra 2026/2027, o ambiente é de incerteza. Produtores, cooperativas e investidores enfrentam um mercado mais caro e volátil, com risco concreto de escassez. Nesse contexto, decisões antecipadas de compra e diversificação de fornecedores passam a ser determinantes não apenas para controlar custos, mas para garantir produtividade.

Casa do Trabalhador disponibiliza 52 oportunidades de emprego nesta sexta-feira em Amambai

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Entrada da cidade de Amambai. Foto: Geovana Biron

Redação

A Casa do Trabalhador, órgão ligado à Fundação do Trabalho (Funtrab), do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza 52 oportunidades de emprego nesta sexta-feira, dia 27 de março, em Amambai.

Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas

7 vagas para pedreiro
3 vagas para atendente
3 vagas para motorista caminhão-pipa
3 vagas para auxiliar de mecânico de autos
2 vagas para mecânico de autos em geral
2 vagas para operador de pá carregadeira
2 vagas para vendedor
2 vagas para auxiliar de limpeza
1 vaga para assistente administrativo (cursando superior em administração – jovem aprendiz)
1 vaga para auxiliar de linha de produção
1 vaga para confeiteiro
1 vaga para cozinheira
1 vaga para auxiliar de cozinha
1 vaga para salgadeira
1 vaga para auxiliar nos serviços de alimentação
1 vaga para garçom
1 vaga para empregada doméstica
1 vaga para cuidador de idoso
1 vaga para caseiro
1 vaga para montador de móveis
1 vaga para instalador de sistema eletrônico de segurança
1 vaga para monitor de sistema eletrônico de segurança interno
1 vaga para ajudante de eletricista
1 vaga para mecânico de automóveis
1 vaga para auxiliar mecânico de refrigeração
1 vaga para mecânico de bicicleta
1 vaga para mecânico de máquinas pesadas (manutenção)
1 vaga para motorista (categoria E)
1 vaga para motorista de caminhão-guincho pesado com munck
1 vaga para operador de patrola niveladora
1 vaga para lavador de carro
1 vaga para serralheiro
1 vaga para soldador
1 vaga para torneiro mecânico
1 vaga para caçambeiro
1 vaga para mestre de obras

Casa do Trabalhador também oferece

A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região. 

Segundo o órgão, para dar entrada no pedido de benefício, o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade). 

A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.

O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta-feira no período das 7h às 13h. Mais informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai podem ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.

Lideranças de Japorã e Mara Caseiro reivindicam apoio da Semadesc para abatedouro de peixes

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Fotos: ©Vitor Chileno/Assessoria Parlamentar

O prefeito de Japorã, Vitor Cunha da Rosa (Malaquias); o presidente do Legislativo Gabriel José Klasmann; os vereadores Carlos Pavão e Jaclison Lopes; e o diretor do Departamento de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Sidinei Lobo, acompanhados pela deputada estadual Mara Elisa Caseiro mantiveram, no fim da tarde desta quinta-feira (26-03), audiência com o Secretário de Estado da Semadesc (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Jaime Verruck.

Na Semadesc as lideranças japoraenses e a deputada apresentaram o empresário Rodrigo Farias dos Santos, investidor que irá abrir uma agroindústria. “Temos um projeto em andamento visando à implantação de um frigorífico, abatedouro de peixes”, explicou Rodrigo apresentando as plantas baixas e prestando todos os esclarecimento do empreendimento.

Lideranças de Japorã e Mara Caseiro reivindicam apoio da Semadesc para abatedouro de peixes

“Já fizemos a doação da área de 10.000 m2, garantindo o principal incentivo à implantação do empreendimento. Vamos continuar apoiando, fomentando a piscicultura junto aos produtores da agricultura tradicional do município”, afirmou o prefeito Malaquias. “Temos o maior interesse na diversificação da produção da agricultura familiar, por isso, aprovamos a doação da área com o aval de todos os vereadores, e estaremos atuando firmes no desenvolvimento deste empreendimento, considerando que será opção de renda para nossos produtores e para o município”, acrescentou Gabriel Klasmann.

Lideranças de Japorã e Mara Caseiro reivindicam apoio da Semadesc para abatedouro de peixes

A deputada Mara chamou a atenção e entro na defesa do empresário na busca de incentivos e projetos do Governo do Estado para sacramentar o projeto. “Temos o maior interesse em projetos desta natureza. O governador Eduardo Riedel está determinado em oferecer respaldo à piscicutura. Temos os projetos Pró-Peixe. Além disso, muitos tanques estão ociosos em várias regiões do Estado e a meta é apoiar que os produtores voltem à atividade”, respondeu Verruck.

Lideranças de Japorã e Mara Caseiro reivindicam apoio da Semadesc para abatedouro de peixes

O agroindustrial Rodrigo Farias simultaneamente reivindicou apoio para acessar recursos do FCO – Fundo Constitucional para o Centro-Oeste. Jaime Verruck prontamente respondeu que a carta consulta deverá ser encaminhada o mais rápido possível para a análise dos conselheiros do FCO. “Não vejo problema. O incentivo fiscal também é de interesse do Estado que tem como meta a expansão da produção de proteínas, sobretudo, carne de peixe”, comentou o titular da Semadesc.

Lideranças de Japorã e Mara Caseiro reivindicam apoio da Semadesc para abatedouro de peixes
Vereador Jaclison, diretor de Desenvolvimento Ney Lobo, Prefeito Malaquias, empresário Rodrigo Farias, Presidente da Câmara de Vereadores Gabriel Klasmann, deputada Mara Caseiro, e vereador Carlos Pavão. © Vitor Chileno

A futura MS Fish tem como meta inicial abater 3 toneladas de peixe dia, com ênfase na agroindustrialização de tilápia, absorvendo toda a produção de Japorã, Eldorado e demais municípios do Cone Sul de Mato Grosso do Sul.

Fonte: Roney Minella – Repórter Panorama do MS

Dívida Pública sobe 2,31% em fevereiro e supera R$ 8,8 trilhões

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© JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL/ARQUIVO

A forte emissão de títulos prefixados fez a Dívida Pública Federal (DPF) subir em fevereiro. Segundo números divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 8,641 trilhões em janeiro para R$ 8,841 trilhões no mês passado – alta de 2,31%.

Em agosto do ano passado, o indicador superou pela primeira vez a barreira de R$ 8 trilhões. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado em janeiro, o estoque da DPF deve encerrar 2026 entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões.

A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) avançou 2,17%, ao passar de R$ 8,331 trilhões em janeiro para R$ 8,511 trilhões em fevereiro. No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 102,81 bilhões em títulos a mais do que resgatou, principalmente em papéis prefixados (com juros definidos com antecedência). A essa emissão líquida, somou-se a apropriação de R$ 77,76 bilhões em juros.

Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 14,75% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.

No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 143,26 bilhões em títulos da DPMFi. No entanto, mesmo com o baixo volume de vencimentos em fevereiro, os resgates foram menores e somaram R$ 40,46 bilhões.

A Dívida Pública Federal externa (DPFe) subiu 6,13%, ao passar de R$ 310,59 bilhões em janeiro para R$ 329,65 bilhões em fevereiro. Apesar da queda de 1,54% do dólar no mês passado, a dívida aumentou por causa do lançamento de US$ 4,5 bilhões em títulos do Tesouro Nacional no mercado externo no mês passado.

Colchão

Após queda em janeiro, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) voltou a subir em fevereiro. Essa reserva passou de R$ 1,085 trilhão em janeiro para R$ 1,192 trilhão no mês passado. O principal motivo, segundo o Tesouro Nacional, foi a emissão líquida (emissões menos resgates) no mês passado.

Atualmente, o colchão cobre 6,41 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,44 trilhão em títulos federais. No resultado de março, que será divulgado em abril, esse indicador deve apresentar queda porque o Tesouro recomprou cerca de R$ 49 bilhões em títulos da dívida pública após o início da guerra no Oriente Médio.

Composição

Com a forte emissão de títulos prefixados, a composição da DPF variou da seguinte forma de janeiro para fevereiro:

  • Títulos vinculados à Selic: de 49,42% para 49,1%;
  • Títulos corrigidos pela inflação: de 26,35% para 25,85%;
  • Títulos prefixados: de 20,65% para 21,33%;
  • Títulos vinculados ao câmbio: de 3,58% para 3,71%.

O PAF prevê que os títulos encerrarão o ano nos seguintes intervalos

  • Títulos vinculados à Selic: de 46% a 50%;
  • Títulos corrigidos pela inflação: de 23% a 27%;
  • Títulos prefixados: de 21% a 25%;
  • Títulos vinculados ao câmbio: de 3% a 7%.

Normalmente, os papéis prefixados (com taxas definidas no momento da emissão) indicam mais previsibilidade para a dívida pública, porque as taxas são definidas com antecedência. No entanto, em momentos de instabilidade no mercado financeiro, as emissões caem porque os investidores pedem juros muito altos, que comprometeria a administração da dívida do governo.

Em relação aos papéis vinculados à Selic (juros básicos da economia), esses títulos estão atraindo o interesse dos compradores por causa das altas promovidas pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) até meados do ano passado. A dívida cambial é composta por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa.

Prazo

O prazo médio da DPF oscilou de 4,03 para 4 anos. O Tesouro só fornece a estimativa em anos, não em meses. Esse é o intervalo médio que o governo leva para renovar (refinanciar) a dívida pública. Prazos maiores indicam mais confiança dos investidores na capacidade do governo de honrar os compromissos.

Detentores

A composição dos detentores da Dívida Pública Federal interna ficou a seguinte:

  • Instituições financeiras: 31,76% do estoque;
  • Fundos de pensão: 22,59%;
  • Fundos de investimentos: 21,58%;
  • Não residentes (estrangeiros): 10,75%
  • Demais grupos: 13,3%.

Com a menor tensão no mercado financeiro em fevereiro, antes do início da guerra no Oriente Médio, a participação dos não residentes (estrangeiros) subiu em relação a janeiro, quando estava em 10,69%. O indicador atingiu o maior nível desde novembro de 2024, quando estava em 11,2%. Quanto maior a fatia de estrangeiros na dívida interna, maior a confiança no Brasil.

Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).

Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Farmácia do Edson         Fone: 3481-2645

Ao lado do Ponto do Pastel

Regional de Ponta Porã fortalece assistência no Mutirão da Saúde da Mulher e amplia acesso a procedimentos

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Foto: HRPP

O HRPP (Hospital Regional de Ponta Porã) integrou, no último fim de semana, o Mutirão da Saúde da Mulher — ação promovida pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), em parceria com o Governo Federal. A iniciativa mobilizou hospitais em todo o país para ampliar o acesso a procedimentos e contribuir para a redução da demanda reprimida.

Referência para a região sul do Estado, o hospital reorganizou fluxos internos e escalas assistenciais, com foco nas especialidades de Ginecologia e Cirurgia Geral. A mobilização contemplou pacientes previamente agendadas pelo sistema de regulação do SUS (Sistema Único de Saúde), assegurando agilidade, segurança e qualidade na assistência.

Com planejamento e integração das equipes multiprofissionais, o hospital obteve resultados expressivos durante a ação. Foram realizados 42 diagnósticos por imagem ― 12 ultrassonografias e 30 tomografias ― e onze procedimentos ― 7 histerectomias, 2 colpoperineoplastias e 2 cirurgias para retirada de vesícula.

Humanização e agilidade reconhecidas pelas pacientes

O impacto positivo da iniciativa foi destacado pelas próprias usuárias. A paciente Maria Célia Lupes Benitez, de 51 anos, comemorou a realização do procedimento aguardado há meses. “Estou muito feliz; já esperava há algum tempo e tudo aconteceu com muita rapidez. O atendimento foi excelente e sou muito grata a toda a equipe”, afirmou.

Marli Rosa Pinheiro, de 46 anos, também ressaltou a importância de ações voltadas à saúde da mulher, destacando a relevância de políticas públicas que garantam dignidade, acesso e cuidado especializado.

Compromisso com a eficiência e o acesso

Para o diretor técnico da unidade, o médico Antonio Sergio Martinussi, o desempenho da equipe demonstra o compromisso institucional com a eficiência e a ampliação do acesso à saúde pública.

“Com organização e empenho técnico, conseguimos otimizar cada etapa do processo para levar o SUS a quem mais precisa. É uma satisfação ver Ponta Porã inserida nesta iniciativa federal, contribuindo para agilizar diagnósticos e reduzir o tempo de espera”, destacou.

O Hospital Regional de Ponta Porã é referência em saúde pública para mais de 200 mil habitantes da região sul de Mato Grosso do Sul. A unidade pertence ao Governo do Estado do Mato Grosso do Sul e é gerenciada pelo Instituto Social Mais Saúde desde agosto de 2025, por meio de um contrato de gestão firmado com a Secretaria de Estado de Saúde.

O hospital possui 117 leitos e realiza serviços de urgência e emergência, internações, cirurgias e atendimento ambulatorial nas especialidades de clínica médica, ginecologia-obstétrica, pediatria e ortopedia, além de dispor de amplo suporte diagnóstico com exames de imagem e de laboratório.

Fonte: Comunicação SES
*com informações HRPP

No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas

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Fotos: Mairinco de Pauda

O secretário adjunto da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Artur Falcette, participou na manhã dessa quinta-feira (26) do 2º Encontro Regional Centro-Oeste do ICLEI Brasil, evento que integra a programação da COP15 sobre Conservação das Espécies Migratórias e Animais Silvestres e que aconteceu no auditório do Bioparque Pantanal, em Campo Grande. Em sua explanação, Falcette afirmou que o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul tem claro em seu planejamento que a conservação e o desenvolvimento têm a mesma finalidade: melhorar a vida das pessoas.

“O Estado tem uma abordagem muito pragmática no entorno da agenda de conservação. Como eu disse aqui inicialmente, primeiro, a partir de uma visão que a conservação não é feita contra as pessoas, em detrimento das pessoas, ela precisa ser feita com e para as pessoas. Ela faz parte daquilo que vai proporcionar a melhor qualidade de vida para o sul-mato-grossense, naturalmente”, disse Falcette.

“Esse processo de transformação é para as pessoas, ele é para, no fim do dia, poder entregar oportunidades. E naturalmente, para que o Estado também possa ter estrutura para investir em áreas prioritárias. E é aí que vem essa grande conexão com a agenda de conservação”, continuou.

Por outro lado, o secretário adjunto lembrou outro aspecto importante da agenda ambiental: o custo. “Ela não depende exclusivamente de vontade política, ela depende muito mais de recurso. É muito fácil, por exemplo, propor a criação de uma unidade de conservação, de 100 mil, 200 mil, 300 mil hectares. Pode parecer simples, e para toda questão complexa, tem uma solução simples pronta para falhar miseravelmente”, salientou.

Discorrendo sobre dados econômicos de Mato Grosso do Sul para uma plateia de visitantes de outros estados e também estrangeiros, Falcette lembrou que nos três últimos anos o Estado cresceu mais do que crescia a China em seus tempos áureos. “É o Estado que, nos últimos 15 anos, mais se industrializou no Brasil, teve o maior avanço do seu parque de industrialização.”

Nesse ponto, o secretário adjunto lembrou que até pouco tempo havia a crença de que crescimento econômico não era compatível com a agenda conservacionista, e Mato Grosso do Sul provou que isso é possível.

“Nosso esforço é justamente esse: como a gente compatibiliza uma agenda de crescimento -que para o Estado ela é cara – e ela é prioridade, porque essa é a única forma que a gente consegue entregar algumas transformações como o fato de a gente ter reduzido para um terço o número de beneficiários de programas sociais nos últimos anos. De ter saído de um Estado que tinha o 21º salário médio no Brasil, para um dos cinco melhores do país, e a terceira maior renda per capita do Brasil”, completou.

Fazer conservação que vai muito além de ideologia esbarra na capacidade dos agentes públicos de criar um modelo que sustente essa agenda a longo prazo e que seja viável economicamente. Ele citou a criação da Lei do Pantanal, que incluiu mais de um milhão de hectares na área protegida do Estado, alertando para a necessidade do Estado ser capaz de “fazer gestão” e proteger esses territórios, só terá “criado uma reta”.

Falcette citou o PSA Pantanal (Programa de Pagamento de Serviços Ambientais do Pantanal) que já distribuiu mais de R$ 9 milhões entre entidades e proprietários rurais que ajudam a conservar o bioma, sendo esse o maior programa da natureza no Brasil. Entretanto, para que programas como o PSA Pantanal sejam sustentáveis em longo prazo, o Estado precisa ter a capacidade de gerar recursos. As organizações da sociedade civil “têm um potencial muito grande de alocar recursos para essa agenda, pois sabem fazer isso muito melhor do que o poder público”, disse Falcette.

Nesse aspecto, o secretário adjunto defende uma articulação multinível entre poder público e iniciativa privada para manter os programas e toda a agenda conservacionista. “Essa articulação entre todos esses entes que vai propiciar que a gente tenha capacidade de fazer essa articulação com os parceiros. É uma somatória de todos esses atores que faz com que a gente consiga caminhar nessa agenda com a expectativa de que ela seja uma agenda para melhorar a qualidade de vida das pessoas”, finalizou.

O ICLEI (Governos Locais pela Sustentabilidade) é uma rede global de mais de 2.500 cidades e regiões comprometidas com o desenvolvimento urbano sustentável, baixo carbono, resiliência e biodiversidade. Mato Grosso do Sul integra o ICLEI desde 2023 e Campo Grande, Porto Alegre, Florianópolis, bem como os Estados do Paraná e do Rio Grande do Sul e a cidade de São Lourenço do Sul (RS) passam a integrar a rede a partir da COP15.

No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas
No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas
No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas
No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas
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No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas
No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas
No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas
No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas

Fonte: João Prestes/Semadesc

Prefeitura de Amambai participa de audiência pública sobre fornecimento de energia elétrica em MS

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Foto: Divulgação

Nesta quarta-feira, dia 25, a Prefeitura de Amambai participou da audiência pública em Campo Grande, que debateu o fornecimento de energia elétrica em todo o estado de Mato Grosso do Sul. O encontro foi realizado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul e reuniu autoridades, representantes de municípios, parlamentares e a concessionária responsável pelo serviço.

Durante a audiência, o prefeito Sérgio Barbosa destacou a importância do diálogo entre os municípios e a concessionária, reconhecendo avanços no atendimento emergencial, mas reforçando a necessidade de soluções estruturais.

“É importante esse diálogo, isso é muito positivo. Tivemos recentemente um evento climático em Amambai que deixou mais de 10 mil casas sem energia, e precisamos reconhecer que o tempo de resposta foi eficiente naquele momento”, afirmou o prefeito.

Apesar do reconhecimento, Sérgio Barbosa pontuou diversos desafios enfrentados pelo município, principalmente na zona rural. Entre os principais problemas citados estão a precariedade da rede elétrica, com postes inclinados e estruturas antigas herdadas da antiga concessão, o que aumenta o risco de rompimento durante ventos fortes.

“O que vemos são muitos postes já inclinados, praticamente a 45 graus. Basta um vento mais forte para romper a rede e deixar regiões inteiras sem energia, principalmente no meio rural”, alertou.

Outro ponto levantado foi a recorrente interrupção no fornecimento de energia, que, segundo o prefeito, impacta diretamente serviços essenciais e a economia local. Ele destacou que, em áreas rurais e comunidades indígenas, a falta de energia também significa falta de água, comprometendo o funcionamento de escolas e postos de saúde.

“Quando falta energia no campo e nas aldeias, falta água. Muitas vezes é preciso suspender aulas porque não há condições básicas de funcionamento”, ressaltou.

Prefeitura de Amambai participa de audiência pública sobre fornecimento de energia elétrica em MS

O chefe do Executivo também chamou atenção para a baixa qualidade da energia fornecida em alguns pontos da cidade, o que tem prejudicado empresas que precisam recorrer a geradores para manter suas atividades.

A questão da poda de árvores e o planejamento urbano também foram citados como fatores que contribuem para as quedas de energia, indicando a necessidade de ações integradas entre concessionária e poder público.

Por fim, o prefeito destacou a importância da população registrar oficialmente as ocorrências de falta de energia, para que os dados reflitam a realidade e contribuam para a melhoria dos indicadores.

A audiência pública teve como objetivo principal ouvir as demandas dos municípios e buscar encaminhamentos que garantam mais eficiência, qualidade e segurança no fornecimento de energia elétrica em todo o estado.

Fonte: Secom/Prefeitura de Amambai

Com hospitais sob pressão, Lia Nogueira pede ampliação do atendimento para casos de chikungunya

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Foto: Divulgação

A deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) levou à Assembleia Legislativa a preocupação com o avanço dos casos de chikungunya em Dourados e nas aldeias Jaguapiru e Bororó. Diante do cenário, a parlamentar apresentou indicação ao Governo do Estado solicitando a destinação de uma ala ou espaço específico no Hospital Regional para atendimento dos pacientes acometidos pela doença, além do reforço das medidas emergenciais já adotadas.

Ao abordar o tema, Lia Nogueira destacou que Dourados vive um momento muito delicado, com hospitais no limite e a rede de saúde cada vez mais exigida. A deputada reconheceu a disponibilização de 15 leitos, sendo 10 adultos e 5 pediátricos, mas ponderou que a estrutura pode não ser suficiente diante do aumento dos atendimentos. “Dourados enfrenta hoje uma situação muito difícil. O Governo do Estado anunciou leitos no Hospital Regional, o que é importante, mas a gente acredita que, diante da gravidade do momento, isso pode não ser suficiente”, afirmou.

A parlamentar ressaltou que o pedido não se restringe às aldeias, embora as comunidades indígenas estejam entre as mais afetadas. Segundo ela, a necessidade de ampliação envolve toda a cidade, já que o município concentra os casos mais graves e conta com um hospital de referência para mais de 30 municípios do Conesul. “Nós precisamos de um esforço concentrado. O Hospital Regional é referência na região. Por isso, defendemos um espaço específico para os casos de chikungunya, para que a rede tenha mais organização e consiga atender da forma que esse momento exige”, pontuou.

Por conhecer de perto a realidade de Dourados e a situação enfrentada nas aldeias, Lia Nogueira esteve nas comunidades afetadas e participou das articulações que envolvem poder público, lideranças locais e a força-tarefa montada para atender a população. Ao tratar do agravamento dos casos nas aldeias e nas áreas de retomada, a deputada destacou ainda que o problema também está ligado a dificuldades antigas, como a falta de saneamento e de água tratada.

Para Lia Nogueira, o momento exige união entre Governo do Estado, Governo Federal, prefeituras e rede de saúde. “A gente sabe que existem responsabilidades de cada ente, mas neste momento o mais importante é unir forças. O que está em jogo é a vida das pessoas. Dourados precisa de apoio, de estrutura e de uma resposta à altura da situação que está enfrentando”, declarou.

Fonte: Assessoria Dep. Lia Nogueira

Defron deflagra operação após apreensão de quase 4 toneladas de drogas pelo DOF em Caarapó

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Apreensão realizada durante a operação nesta quinta-feira, dia 26. Foto: Divulgação/Defron

Policiais civis da Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira) deflagraram, na manhã desta quinta-feira (26), a Operação Inquilinos, com o cumprimento de mandados de busca e apreensão nas cidades de Caarapó e Botucatu (SP), em endereços ligados ao pagamento de aluguéis de imóveis usados como depósitos de drogas. Durante a ação, um homem, de 33 anos, foi preso em flagrante com uma pistola calibre 9 milímetros com numeração raspada, além de 50 munições do mesmo calibre.

As investigações tiveram início em outubro do ano passado, após policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderem quase 4 toneladas de drogas em uma residência, na cidade de Caarapó, além de duas caminhonetes roubadas.

No decorrer das apurações, os policiais civis da Defron identificaram que o imóvel utilizado como entreposto do tráfico era alugado. Também foi constatado o envolvimento de duas mulheres, de 34 e 27 anos, e de um homem, de 32 anos, morador de Botucatu.

Após diversas diligências, a Defron concluiu que o grupo atuava de forma coordenada e estruturada para o tráfico de drogas. Diante das provas reunidas, foi representado pelos mandados de busca e apreensão em desfavor dos investigados, com o objetivo de obter mais informações para o esclarecimento dos fatos.

A operação contou com o apoio do DOF, da Delegacia de Polícia Civil de Caarapó e do Delegacia de Investigações Gerais de Botucatu, da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

De acordo com o delegado adjunto da Defron, Alexandre Neves, que esteve à frente das ações desta manhã, a Operação Inquilinos representa um duro golpe contra a organização criminosa que atuava no tráfico de drogas na região sul e com ramificações foram do estado.

“Essa investida demonstra a importância do trabalho contínuo, estratégico e em parceria para a repressão efetiva aos crimes transfronteiriços no país. As investigações terão continuidade para o completo esclarecimento dos fatos e a identificação de todos os envolvidos que integravam essa organização criminosa”, concluiu o delegado.

Fonte: Assessoria DOF

Em meio à COP15, ALEMS aprova novo símbolo para a Mata Atlântica em MS

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Ave residente da Mata Atlântica em Mato Grosso do Sul, a espécie agora reconhecida por lei como símbolo do bioma passa a ser também instrumento de preservação, reforçando ações de proteção e conscientização ambiental no Estado. Foto: Dione Sales

Em meio à realização da COP15 de Aves Migratórias, que coloca Campo Grande no centro das discussões globais sobre conservação e biodiversidade, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) aprovou nesta quinta-feira (26) um projeto de lei que reforça a identidade ambiental do Estado.

De autoria do deputado estadual Renato Câmara, vice-presidente da Assembleia Legislativa e presidente da Comissão de Meio Ambiente, a proposta institui a juruva (Baryphthengus ruficapillus) como ave símbolo dos domínios da Mata Atlântica em Mato Grosso do Sul. O projeto segue para sanção do governador;

A iniciativa foi aprovada em um momento considerado estratégico. A COP15, que reúne especialistas, pesquisadores e autoridades de diversos países, reforça a importância da preservação dos ecossistemas e da biodiversidade — cenário que dialoga diretamente com o objetivo da nova lei.

Segundo dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e da Fundação SOS Mata Atlântica, Mato Grosso do Sul possui remanescentes do bioma Mata Atlântica concentrados principalmente na região leste do Estado, ao longo do rio Paraná. Essas áreas representam uma parcela reduzida do território original do bioma, altamente fragmentado ao longo das últimas décadas, o que reforça a necessidade de políticas de preservação e valorização ambiental.

Em meio à COP15, ALEMS aprova novo símbolo para a Mata Atlântica em MS
Foto: Wagner Guimarães/Alems Renato Câmara: “O reconhecimento de uma ave como símbolo amplia o interesse das pessoas e fortalece o turismo de observação de aves”.

Ao justificar o projeto, Renato Câmara destacou o papel simbólico e prático da iniciativa.

“Esse projeto vai no sentido de fazermos com que a gente tome posse do nosso meio ambiente. E a gente toma posse de um lugar com seus símbolos e também com o seu meio ambiente, porque ele é próprio daquela região”, afirmou.

A juruva é considerada uma espécie associada a ambientes bem preservados, sendo também reconhecida como bioindicadora da qualidade ambiental. Para o parlamentar, a escolha da ave contribui para fortalecer a consciência ecológica e ampliar o interesse pela conservação.

“A juruva é uma das aves mais belas que a Mata Atlântica abriga. Destacar essa ave é também valorizar uma área que representa esse bioma em Mato Grosso do Sul, principalmente nas margens do rio Paraná”, disse.

O projeto estabelece que o reconhecimento da espécie como símbolo tem objetivos que vão além da valorização cultural, incluindo o estímulo à educação ambiental, à pesquisa científica e à conscientização da população sobre a importância da conservação da fauna e de seu habitat.

Outro ponto destacado pelo deputado é o potencial econômico da medida. A observação de aves, prática que cresce no Brasil e no mundo, tem se consolidado como atividade turística relevante.

“Quando você reconhece uma ave como símbolo, isso desperta o interesse das pessoas. O turismo de observação de aves já é uma das atividades mais rentáveis e pode atrair visitantes de vários lugares do mundo”, afirmou.

Ainda segundo Renato Câmara, o fato de a juruva ser uma espécie ameaçada de extinção reforça o caráter de proteção da proposta.

“Esse reconhecimento também se torna uma forma de preservação, de proteção a essa espécie, que tem um papel ecológico muito importante”, completou.

O deputado também associou a aprovação ao momento vivido pelo Estado.

“É um dia de comemoração, principalmente porque estamos vivendo este momento histórico de receber, aqui em Campo Grande, a COP15. Hoje, Campo Grande é a capital das aves migratórias e recebe, de presente, a aprovação desse projeto”, declarou.

Com a aprovação na Assembleia, a expectativa é que a sanção governamental consolide a juruva como símbolo ambiental da Mata Atlântica sul-mato-grossense, fortalecendo ações de educação, conservação e turismo sustentável no Estado.

Fonte: Débora Louise/ALEMS

Feira do Produtor Rural e Empreendedor acontece em Tacuru no dia 1º de abril

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Feira do Produtor Rural e Empreendedor Local realizada recentemente em Tacuru. Foto: Divulgação/Prefeitura de Tacuru/Arquivo

Redação

A população de Tacuru terá a oportunidade de prestigiar mais uma edição da Feira do Produtor Rural e Empreendedor, que será realizada na próxima quarta-feira, dia 1º de abril, a partir das 17h, no espaço da feira do produtor, localizado nas proximidades da Escola Municipal Professora Cecília Mutsumi Honda Perecin.

O evento tem como objetivo valorizar a produção local e incentivar o empreendedorismo, reunindo uma variedade de produtos como hortifrúti, pães, salgados, bolos, doces e itens de artesanato. Um dos destaques da programação será a comercialização de peixes vivos e congelados, ampliando as opções disponíveis ao público.

A feira é promovida pela Prefeitura de Tacuru, por meio das secretarias e departamentos envolvidos, com apoio de instituições parceiras como a Agraer, Semadesc e Sebrae. A iniciativa busca fortalecer a economia local, incentivando a geração de renda e aproximando produtores e consumidores.

A organização convida toda a população a participar e prestigiar os produtores da região, reforçando a importância de valorizar o que é produzido no município.

Feira do Produtor Rural e Empreendedor acontece em Tacuru no dia 1º de abril
– Divulgação

Fonte: Grupo A Gazeta

Lula diz que governo apresentará solução para famílias endividadas

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© RICARDO STUCKERT/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta quinta-feira (26), ter demandado ao novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que apresente soluções para o endividamento das famílias brasileiras. Segundo o presidente, essa solução precisa vir acompanhada de campanhas voltadas à educação financeira das pessoas, para que melhor planejem seus orçamentos.

Em visita à unidade industrial da montadora Caoa, em Anápolis (GO), Lula disse que, apesar de a economia do país estar bem, há ainda um problema a ser resolvido: “temos a sociedade brasileira um pouco endividada”.

De acordo com o presidente, algumas dívidas podem ser consideradas boas, como é o caso das que são adquiridas para a formação de patrimônio, como imóveis; ou que garantam qualidade de vida, como a aquisição de automóveis ou aparelhos domésticos.

O problema, segundo ele, é quando a dívida ou a prestação ficam maiores do que o que sobra de dinheiro no final do mês.

“Aí, a gente fica zangado e culpa quem? Culpa o governo. O mundo é assim. A gente culpa o governo por tudo que dá errado. Eu sei que, na cabeça das pessoas, funciona assim”, disse o presidente.

“Por isso, eu pedi ao ministro da Fazenda para a gente resolver o problema da dívida das pessoas”, acrescentou.

Busca por uma solução

Lula disse não querer que as pessoas deixem de se endividar “para ter uma coisa nova da vida”.

“O que nós queremos é ver como é que a gente faz para facilitar o pagamento daquilo que as pessoas devem, e como é que a gente pode começar a ensinar as pessoas a administrar o salário”, disse, ao falar também sobre os riscos de comprometer o orçamento futuro por meio do uso exagerado do cartão de crédito.

“Por isso o Dario Durigan está com a função de apresentar essa solução”, acrescentou.

Momento raro

Durigan assumiu o cargo de ministro da Fazenda após a saída de Fernando Haddad, que vai disputar as próximas eleições. Segundo o novo ministro, o país passa por um “momento raro”.

“Não é senso comum nem algo básico que um país cresça e se desenvolva gerando emprego; que tire as pessoas do Mapa da Fome e, ao mesmo tempo, mantenha a inflação sob controle. Estamos vivendo um momento raro”, disse o ministro.

Ele lembrou que o atual governo foi o que mais fez concessões na área de infraestrutura; e o que mais apostou no desenvolvimento do país.

“Ao mesmo tempo, foi o que mais passou recursos a estados e municípios. Isso também não é comum. É raro e mostra que nosso compromisso é com todos: com o meio ambiente, com o agronegócio, com a indústria, com a economia e com a democracia. Mais que tudo isso, nosso compromisso é para que o nosso povo viva com qualidade de vida.”

Produtividade e inovação

Segundo ele, um dos desafios a ser enfrentado pelo ministério é aumentar a produtividade e a inovação no país. Algo que, na avaliação do governo, abrange uma melhor formação de trabalhadores e, também, a redução da escala 6 por 1, que dará, aos brasileiros, o direito a folgar dois dias por semana.

Ainda nesse contexto, ele destacou os benefícios que a reforma tributária trarão para a produção no país, uma vez que dará mais eficiência e racionalidade ao pagamento de tributos.

“No ano que vem, vamos ganhar — e muito — em racionalidade, eficiência e celeridade na nossa economia. Isso aumenta a produtividade, com cada um de nós trabalhando melhor. Não necessariamente mais tempo, mas, no tempo de trabalho que a gente tem, com a gente entregando todo o nosso potencial”, argumentou.

Fonte: Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil

Rodolfo Nogueira apresenta PDL para barrar desapropriação na picadinha em Dourados e reforça defesa do produtor rural

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Foto: Divulgação

O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS) apresentou um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para sustar os efeitos do decreto de Luiz Inácio Lula da Silva que determina a desapropriação de áreas rurais na região da Picadinha, em Dourados (MS).

A medida do petista declara como de interesse social imóveis inseridos no território quilombola Dezidério Felipe de Oliveira/Picadinha, o que, na prática, abre caminho para a retirada de produtores de suas terras. Para Nogueira, a decisão representa mais um ataque direto ao direito de propriedade e à segurança jurídica no campo.

“O Estado deveria proteger quem produz, mas esse governo faz exatamente o contrário: cria insegurança, ameaça famílias e coloca em risco décadas de trabalho no campo”, afirmou o parlamentar.

O PDL, de número 159/2026, apresentado pelo deputado se baseia no artigo 49 da Constituição Federal, que permite ao Congresso sustar atos do Poder Executivo que extrapolem seus limites. Segundo Nogueira, o decreto nº 12.890/2026 amplia de forma preocupante o uso da desapropriação, fragilizando o direito à propriedade privada um dos pilares da Constituição.

Na justificativa do projeto, o deputado destaca que a medida gera instabilidade jurídica e afeta diretamente produtores rurais que dependem da previsibilidade para investir e manter suas atividades. Ele também alerta para o risco de decisões precipitadas, com possibilidade de retirada de posse antes mesmo da conclusão de disputas judiciais.

“A propriedade privada não é apenas um direito, é a base da liberdade e do desenvolvimento. Quando o governo atropela isso, atinge toda a cadeia produtiva e a economia do país”, reforçou.

Nogueira ainda criticou o que chamou de “desvio de finalidade” do governo federal ao utilizar mecanismos de desapropriação de forma recorrente, criando um ambiente de incerteza no campo brasileiro.

O parlamentar reafirmou que seguirá atuando em defesa dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul e de todo o Brasil. “Não vou aceitar que famílias sejam expulsas de suas terras por decisões políticas. Minha luta é pelo produtor, pela segurança jurídica e pelo direito de propriedade”, concluiu.

Fonte: Assessoria Dep. Rodolfo Nogueira

Iguatemi: Mutirão de atendimento do Incra e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico visa regularização das propriedades rurais

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Fotos: Divulgação

Para garantir a identidade do imóvel, o Instituto Nacional de Colonização Agrária (INCRA), com o apoio da Prefeitura de Iguatemi, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, está promovendo um Mutirão para emissão gratuita de documentos para os agricultores e familiares. A ação conjunta, está acontecendo na sede da própria Secretaria e tem como objetivo a Regularização de Lotes, emissão de Boletos de pagamento do Título de Domínio e liberação de cláusulas Resolutivas do Título.

A regularização da documentação permitirá o acesso às políticas públicas do Governo Federal, como obtenção de linhas de crédito para financiamento da produção, cadastramento para o acesso ao Credito Instalação e pedido de regularização da terra. Os trabalhos, estão sendo desenvolvidos pela Coordenadora do Programa Terra Cidadã Jaqueline Angelo de Souza, e pelos servidores do INCRA, Josiane Moraes Mendonça, Pedro Gabriel Sousa Silveira, Alexandra Tolini, Anny Diarte. 

Fonte: Imprensa oficial