O mercado financeiro brasileiro teve um dia de forte turbulência nesta quarta-feira (13). O dólar disparou e voltou a fechar acima de R$ 5, enquanto a bolsa recuou quase 2%, após investidores reagirem à divulgação de uma reportagem que vincula o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.
Além do impacto político, o mercado também demonstrou preocupação com novas medidas anunciadas pelo governo para conter a alta dos combustíveis, consideradas por investidores como um possível risco fiscal por envolver subsídios.
Reação do mercado
O dólar comercial encerrou o dia em alta de 2,31%, cotado a R$ 5,009, no maior valor de fechamento desde 10 de abril.
Durante a tarde, a moeda norte-americana chegou à máxima de R$ 5,0130, ultrapassando a barreira psicológica de R$ 5 pela primeira vez em três pregões. A cotação operava em R$ 4,91 até por volta das 14h50, quando saiu a reportagem.
O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, caiu 1,8% e fechou aos 177.098 pontos, no menor nível desde 20 de março. O volume financeiro negociado somou R$ 66,39 bilhões.
Até o início da tarde, o índice ainda operava acima dos 180 mil pontos, mas perdeu força após a publicação da reportagem.
O maior encontro municipalista de Mato Grosso do Sul já tem data, tema e inscrições liberadas. A Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul) abriu, na segunda-feira (11), pelo site do Sebrae/MS, as inscrições gratuitas para o 4º Congresso dos Municípios de MS, que vai reunir gestores, autoridades, instituições e empresas nos dias 9 e 10 de junho, no Bosque Expo, em Campo Grande.
Com o tema “A eficiência do Municipalismo na construção do Brasil”, o congresso chega à quarta edição, consolidado como espaço de debates, articulação política, troca de experiências e apresentação de soluções voltadas à administração pública municipal.
Promovido pela Assomasul, com co-realização do Sebrae/MS e apoio do Governo do Estado, o evento deve reunir prefeitos, gestores municipais, secretários, técnicos, parlamentares, instituições parceiras e lideranças de diferentes setores que atuam diretamente no fortalecimento dos municípios sul-mato-grossenses.
Na última edição, o Congresso dos Municípios de MS reuniu mais de 4 mil participantes em um dos maiores encontros municipalistas do Estado/ Foto: Edson Ribeiro
A proposta temática desta edição reforça uma pauta defendida pela entidade: municípios mais fortes, eficientes e articulados são fundamentais para o desenvolvimento regional e nacional.
Presidente da Assomasul e prefeito de Itaquiraí, Thalles Tomazelli destacou a importância do congresso para construção de soluções e fortalecimento da gestão pública.
“Quando falamos em eficiência do municipalismo, falamos da capacidade de transformar a realidade das pessoas a partir da ponta. É no município que a vida acontece, que a política pública chega e que os resultados precisam aparecer. O 4º Congresso dos Municípios de MS será um espaço para unir lideranças, compartilhar soluções e reafirmar que fortalecer os municípios é, também, ajudar a construir um Brasil mais eficiente, mais equilibrado e mais próximo da população”, afirmou.
Na última edição, o Congresso dos Municípios de MS reuniu mais de 4 mil participantes em um dos maiores encontros municipalistas do Estado/ Foto: Edson Ribeiro
Segundo Thalles, o congresso também representa um ambiente estratégico para aproximação entre instituições públicas, empresas e gestores municipais de todo o Estado.
Além da programação técnica e política, a venda de estandes segue aberta para marcas, empresas e instituições interessadas em ampliar a conexão com prefeitos, secretários e tomadores de decisão. A área de exposição será um dos destaques do evento, reunindo soluções, serviços e inovação voltados à administração pública.
As etapas estaduais da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca serão realizadas no mês de junho em diversos estados. O objetivo é mobilizar pescadores, aquicultores, trabalhadores do setor, comunidades tradicionais, pesquisadores e demais atores envolvidos na cadeia produtiva do pescado no país.
Retomada após 16 anos pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), a Conferência possibilita a participação social na construção de políticas públicas para os setores pesqueiro e aquícola.
Além das etapas estaduais e distrital, estão previstas conferências livres e temáticas e uma etapa virtual. A etapa nacional presencial, será realizada em Brasília (DF), de 11 a 13 de novembro.
As datas das conferências nos demais estados serão divulgadas em breve.
Confira as datas das 13 conferências já confirmadas pelos governos estaduais:
A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou nesta quarta-feira (13) a análise do recurso apresentado pela Química Amparo, responsável pela marca Ypê, contra a suspensão da fabricação, venda e uso de produtos da marca.
Na abertura da 8º Reunião Ordinária, o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, anunciou a retirada do recurso da pauta de votação. O item voltará a ser analisado pela diretoria na próxima sexta-feira (15).
Safatle afirmou que a Anvisa e a empresa têm realizado reuniões técnicas para “mitigação dos riscos sanitários”. A previsão, segundo o presidente, é que a empresa apresente nesta quinta-feira (14) medidas para correção das irregularidades encontradas na fábrica.
De acordo com Safatle, em fiscalização realizada em abril deste ano, as equipes da Anvisa, em conjunto com o Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo e a Vigilância Municipal de Amparo, encontraram 76 irregularidades na unidade, como a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em mais de 10 lotes.
O presidente da agência reguladora manteve o alerta para que os consumidores não utilizem os lotes terminados em 1, por causa de contaminação.
“Reiteramos a recomendação de não utilização dos produtos listados na Resolução 1.834/2026 e de buscar o serviço de atendimento da empresa”, disse.
Em nota, a Ypê informou que está em colaboração com a Anvisa “na busca por uma solução definitiva para a situação envolvendo a suspensão da venda, comercialização e uso dos seus lava-roupas líquido, lava-louças líquido e desinfetantes com lotes de fabricação final 1, conforme dispõe a RE 1.834/2026”.
Representantes da empresa se reuniram ontem com diretores da agência “e apresentaram uma atualização do plano de ação com a evolução do seu processo fabril, reafirmando sua observância integral às recomendações pontuadas pela Anvisa”.
“A empresa está apresentando informações detalhadas e laudos técnicos de microbiologia com verificações realizadas nos processos, bem como a análise de risco para o consumidor”, disse a empresa, acrescentando que solicitou a manutenção da suspensão até que todas as medidas estejam concluídas.
Sobre a reunião, a Anvisa informou, também em um comunicado divulgado ontem, que a fábrica de Amparo intensificou “o trabalho para atender a 239 ações corretivas elencadas pela Ypê, com o objetivo de cumprir as exigências da vigilância sanitária. As medidas consideram também inspeções realizadas em 2024 e 2025”.
Participaram da reunião o diretor-presidente, Leandro Safatle; o diretor Daniel Pereira, responsável pela supervisão da fiscalização; o presidente da Ypê, Waldir Beira Júnior, e COO da empresa, Jorge Eduardo Beira.
A agência informou ter verificado “descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, o que inclui falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade”.
A empresa recorreu da decisão e a fabricação e comercialização dos produtos passaram a ficar liberados. No entanto, a Ypê não retomou a produção ainda.
>> Veja os produtos com os lotes que terminam com o número 1:
Bruno Moretti anuncia que no caso da gasolina o governo pretende subsidiar R$ 0,40 por litro .- Valter Campanato/Agência Brasil
O governo federal anunciou nesta quarta-feira (13) uma nova medida para tentar conter a alta dos combustíveis no país. A principal ação será a criação de uma subvenção, espécie de subsídio pago pela União, para reduzir o impacto do aumento da gasolina e do diesel sobre consumidores e empresas.
A medida será implementada por meio de uma medida provisória (MP) a ser editada presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo o governo, a ajuda poderá chegar a até R$ 0,8925 por litro de gasolina e R$ 0,3515 por litro de diesel. No entanto, o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, anunciou que, no caso da gasolina, o governo pretende subsidiar de R$ 0,40 a R$ 0,45 por litro no momento.
No caso do diesel, a subvenção de R$ 0,3515 entrará em vigor em junho, quando acabará a redução a zero dos tributos federais.
Como funciona
Bruno Moretti anuncia que no caso da gasolina o governo pretende subsidiar R$ 0,40 por litro .- Valter Campanato/Agência Brasil
Na prática, o governo vai devolver às refinarias e aos importadores parte dos tributos federais cobrados sobre os combustíveis, como Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide).
O pagamento será feito por meio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), diretamente às empresas produtoras e importadoras.
A ideia é impedir que toda a alta internacional do petróleo seja repassada aos postos e, consequentemente, aos consumidores.
O ministro Moretti comparou a medida a um sistema de “cashback” tributário.
“Quando a empresa paga esse valor de tributo, a gente devolve esse tributo como uma subvenção. Essa devolução é uma espécie de cashback capaz de absorver eventuais choques de preço dos combustíveis”, afirmou.
Alta do petróleo
O governo atribui a pressão sobre os preços à disparada da cotação internacional do petróleo, agravada pela guerra no Oriente Médio.
Antes do conflito, o barril do tipo Brent era negociado abaixo de US$ 70. Agora, a cotação já supera os US$ 100 no mercado internacional.
A preocupação aumentou após a Petrobras indicar que poderá reajustar o preço da gasolina nos próximos dias.
A presidente da estatal, Magda Chambriard, afirmou que o aumento “vai acontecer já já”.
Impacto fiscal
De acordo com o Ministério da Fazenda, cada R$ 0,10 de subsídio na gasolina terá custo mensal estimado em R$ 272 milhões para os cofres públicos.
No diesel, o gasto será de aproximadamente R$ 492 milhões por mês para cada R$ 0,10 de subvenção.
Com o subsídio estimado em R$ 0,40 para a gasolina, explicou Moretti, o custo para o governo federal ficará em R$ 1,2 bilhão por mês. No caso do diesel, a nova subvenção custará R$ 1,7 bilhão mensais. Depois de dois meses, o governo avaliará a necessidade de prorrogação da medida.
Mesmo assim, o governo afirma que a medida terá neutralidade fiscal, sem impacto sobre os cofres federais.
O secretário-executivo da Fazenda, Rogério Ceron, disse que o aumento das receitas obtidas com royalties, dividendos e participações do setor petrolífero compensará os gastos.
“É impossível neutralizar 100%, mas é possível atuar de forma rápida e mitigar os efeitos da guerra para a população”, declarou Ceron.
Diesel e gasolina
Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a nova subvenção começará pela gasolina porque o combustível ainda não havia recebido nenhum tipo de compensação tributária desde o início da crise internacional.
Alexandre Silveira diz que subenção começa pela gasolina porque é o combustível que ainda não recebeu compensação- Valter Campanato/Agência Brasil
No caso do diesel, o governo já havia adotado medidas anteriores, como a suspensão de tributos federais e outros programas de compensação.
Prazo da medida
O subsídio terá validade inicial de dois meses, com possibilidade de prorrogação caso a crise internacional continue pressionando os preços.
Segundo o governo, as empresas que receberem o benefício terão de cumprir regras para garantir que a redução seja repassada ao consumidor final.
O desconto também deverá aparecer nas notas fiscais.
Medidas anteriores
Desde março, o governo vem anunciando uma série de ações para tentar reduzir os impactos da alta do petróleo.
Entre as medidas já adotadas estão:
zerar PIS/Cofins sobre diesel e biodiesel;
subsidiar diesel nacional e importado;
criar ajuda para o gás de cozinha;
zerar tributos sobre querosene de aviação;
liberar crédito para companhias aéreas;
ampliar fiscalização sobre preços abusivos nos postos.
A Agência Nacional do Petróleo (ANP), em conjunto com Procons e órgãos de segurança, intensificou a fiscalização em distribuidoras e postos de combustíveis em todo o país.
Projeto no Congresso
Paralelamente, o governo também enviou ao Congresso um projeto para permitir que receitas extras obtidas com petróleo sejam usadas para reduzir tributos sobre combustíveis.
A proposta prevê a possibilidade de diminuir impostos sobre gasolina, diesel, etanol e biodiesel em momentos de alta internacional do petróleo.
Enquanto o texto ainda aguarda votação, o governo decidiu recorrer à medida provisória para evitar um aumento imediato nos preços nas bombas
Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil
O Brasil fechou o ano de 2025 com um aumento de 5% no estoque de empregos formais, na comparação com 2024. O país fechou o ano passado com 59,971 milhões de trabalhadores com emprego formal.
Desse total, 46,128 milhões são celetistas; 12,657 milhões estatutários e trabalhadores em organizações sem fins lucrativos, sindicatos, pessoa física rural, entre outros, somaram 1,186 milhão.
As informações constam da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) divulgada nesta quarta-feira (13) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
“Apresentamos recentemente o menor índice de desemprego da história. Estamos num momento bom, apesar dos juros altos. Estamos no rumo certo. Poderíamos estar em uma situação melhor se não fossem os juros praticados”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, ao divulgar os números.
O principal setor responsável pelo estoque de empregos foi o de Serviços, com 35,695 milhões, uma alta de 7,2% em relação a 2024. Na sequência, vem o Comércio, com crescimento de 1,7% e 10,487 milhões de empregos, e a Indústria com 9,017 milhões e um crescimento também de 1,7%.
A construção somou 2,57 milhões de empregos, registrando uma alta de 2,5%, e a agropecuária, com 1,812 milhões de empregos e um crescimento de 1,6%.
No setor de serviços, a administração pública mostrou crescimento de 15,2% no número de empregos, com 1.483.555 vínculos. A maior parte desse crescimento ficou concentrada nos municípios, com 18,2% (1,182 milhões vínculos) e nos governos estaduais, de 10,3% (408.018 vínculos).
Houve aumentos expressivos na educação, com alta de 6,2% ou 212.611 vínculos, e de menor intensidade na saúde humana, com 4,2% ou 142.598 vínculos.
Apesar do aumento no estoque de empregos, a Rais mostrou que houve uma ligeira queda na remuneração média, de 0,5% na mesma base de comparação, chegando a R$ 4.434,38 em 2025.
A Rais é divulgada anualmente e apresenta informações sobre todos os estabelecimentos formais e vínculos celetistas e estatutários no Brasil. Segundo os dados, o número de estabelecimentos com empregados passou de 4,7 milhões para 4,8 milhões, um crescimento de 2,1%.
Os números mostram ainda que entre as regiões, o crescimento relativo foi mais intenso nas regiões Nordeste, de 10,1%, com 1.076.603 vínculos criados; depois vem a Norte com crescimento de 10,1% e 354.753 vínculos; a Centro-Oeste, com alta de 5,7% e 322.513 vínculos.
A Região Sudeste, com o crescimento de 2,9% e 807.240 vínculos, e a Sul, com alta de 2,9% e 285.514 vínculos, também tiveram aumentos absolutos expressivos.
A distribuição do emprego formal permaneceu concentrada na Região Sudeste (47,4%), seguida pela Região Nordeste (19,5%) e pela Região Sul (16,8%).
Entre as Unidades da Federação, o maior crescimento relativo do estoque de empregos em comparação a 2024 foi registrado no Amapá, com um crescimento de 20,5% e 31.396 vínculos; no Piauí, com alta de 13,2% e 74.244 vínculos; em Alagoas, cujo crescimento foi de 13%, gerando 81.633 vínculos; e na Paraíba, com 12,9% e 103.278 vínculos.
Em variação absoluta, os maiores crescimentos foram em São Paulo de 2,3% (357.493 vínculos), na Bahia, com 9,7% (266.035 vínculos), em Minas Gerais, crescimento de 3,7% (224.876) e no Ceará, com aumento de 10,6% (195.462 vínculos).
Fonte: Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
O município de Itaquiraí celebra hoje (13) seus 46 anos de emancipação política e administrativa, em uma agenda que contou com a presença do governador Eduardo Riedel. Ele entregou à população o novo Quartel do Corpo de Bombeiros da cidade, além de obras de infraestrutura e saneamento, e ainda assinou novos investimentos nas áreas de trânsito e habitação, totalizando investimentos na ordem de R$ 44,1 milhões.
Durante a celebração dos 46 anos de Itaquiraí, o governador destacou o momento de crescimento do município e do Estado, reforçando o sentimento de orgulho pelas conquistas alcançadas ao longo das últimas décadas.
“Saneamento é o básico, mas o Brasil ainda não tem. Aqui já chegamos a 76% de cobertura e seremos o primeiro estado a universalizar o saneamento até 2028. Isso representa saúde e qualidade de vida para a população”.
Governador entrega obras de saneamento básico no município
O governador também destacou ações em habitação, mobilidade e rodovias, citando a viabilização de recursos internacionais para ampliar a infraestrutura estadual. “Conseguimos viabilizar um recurso de R$ 1,2 bilhão junto ao Banco Mundial para a reestruturação de 800 quilômetros de rodovias. Isso mostra a capacidade de articulação e planejamento do Estado”.
O Quartel dos Bombeiros possui uma área de 608 metros quadrados, com investimento de R$ 1,2 milhão. A iniciativa contou com parceria do Governo do Estado e a Prefeitura de Itaquiraí.
Cidade ganhou novo Quartel do Corpo de Bombeiros
Também foi assinada a autorização para execução de sinalização viária no município, por meio do Detran MS. O projeto prevê a implantação de 2.030 metros quadrados de sinalização horizontal, instalação de 58 placas de sinalização vertical, além de 10 placas indicativas.
A intervenção inclui ainda a adoção de sentido único nas ruas Carmem Barbosa Pupo e Avenida Campo Grande, com investimento total de R$ 467 mil.
Em discurso, o prefeito de Itaquiraí, Thalles Henrique Tomazelli, disse que o momento representa um avanço importante para o município, consolidando parcerias e ampliando a capacidade de atendimento à população.
“Celebramos este momento em um dia memorável, o aniversário de 46 anos de Itaquiraí, com a entrega desta unidade do Corpo de Bombeiros. Expressamos nossa gratidão ao governador, que demonstra constante atenção aos munícipes de Itaquiraí, aos nossos bairros, à área urbana e à área rural, impulsionando um desenvolvimento que almejamos em conjunto”.
Na área habitacional, foi formalizada a autorização para celebração de convênio para construção de 80 unidades habitacionais no Loteamento Jardim Nova Conquista. O investimento total é de R$ 5,7 milhões, sendo R$ 3,8 milhões provenientes do Estado e R$ 1,5 milhão do município.
As moradias terão 42,56 metros quadrados, com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço, além de estrutura completa com instalações hidráulicas, sanitárias e elétricas, fundação em estaca e bloco, cobertura em madeira, piso e forro no banheiro e na cozinha, além de fossa, sumidouro e padrão de energia com hidrômetro.
A programação em Itaquiraí reforça o ciclo de investimentos e evidencia a estratégia de integração entre Estado e município para ampliar infraestrutura, melhorar serviços públicos e impulsionar o desenvolvimento local.
Fonte:Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Realizar o sonho da casa própria vai ficar mais acessível para milhares de famílias de Mato Grosso do Sul. A Agehab (Agência de Habitação Popular do Estado de Mato Grosso do Sul) ampliou o alcance dos programas habitacionais e assim fortaleceu o apoio oferecido às famílias que buscam financiar sua moradia com mais segurança, dignidade e qualidade de vida.
As mudanças atualizam os limites de renda dos programas estaduais e reajustam os valores dos subsídios concedidos pelo Governo do Estado, permitindo que mais pessoas possam participar das iniciativas habitacionais desenvolvidas em parceria com os municípios e o Governo Federal.
Com a nova regulamentação, famílias com renda entre R$ 1,5 mil e R$ 8,1 mil passam a se enquadrar em modalidades como Crédito Associativo e Lote Urbanizado. A atualização acompanha a realidade econômica atual e amplia as possibilidades de acesso à moradia para trabalhadores que antes acabavam fora dos critérios dos programas.
A diretora-presidente da Agehab, Maria do Carmo Avesani Lopez, destaca que as alterações representam um avanço importante na política habitacional do Estado. “Nosso compromisso é fazer com que mais famílias tenham condições reais de conquistar sua casa própria. Muitas vezes, pequenos aumentos na renda acabavam impedindo o acesso aos programas habitacionais. Com essa atualização, conseguimos ampliar esse atendimento e alcançar pessoas que realmente precisam desse apoio”, afirmou.
Além da ampliação da faixa de renda, os subsídios estaduais também foram reajustados. Nos municípios com mais de 100 mil habitantes, o benefício poderá chegar a R$ 32 mil para famílias com renda de até R$ 3,2 mil. Já nos municípios menores e em cidades impactadas por grandes empreendimentos, os subsídios podem alcançar R$ 25 mil.
Outro ponto importante das novas regras é a exigência de acabamento interno nas unidades habitacionais contratadas a partir da atualização da portaria. As moradias deverão ser entregues com piso cerâmico, porcelanato ou laminado nas áreas internas, garantindo mais conforto e qualidade para os futuros moradores.
“A habitação vai além da entrega de paredes e telhado. Estamos falando de dignidade, acolhimento e qualidade de vida. Quando entregamos uma casa com melhor acabamento, também entregamos mais tranquilidade para as famílias iniciarem uma nova etapa de suas vidas”, ressaltou Maria do Carmo.
As alterações também reorganizam a distribuição das cotas habitacionais em Mato Grosso do Sul. Campo Grande lidera a previsão de atendimento, com 4,3 mil unidades previstas, seguida por Dourados, Três Lagoas, Ribas do Rio Pardo e outros municípios contemplados pelos programas estaduais.
As novas regras entram em vigor a partir da publicação da portaria e serão válidas para novos contratos, solicitações de subsídio e futuras seleções habitacionais, sem aplicação retroativa.
A decisão de revogar a tributação sobre compras internacionais de pequeno valor – a chamada taxa das blusinhas – corrige uma política que não atingiu os objetivos propostos quando foi criada, segundo avaliação da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec).
Em vigor desde agosto de 2024, a taxa de 20% foi aplicada em compras internacionais online de até US$ 50. O governo federal, no entanto, voltou atrás e anunciou, na terça-feira (12), a decisão de zerar esse imposto.
Na avaliação da Amobitec, a aplicação da taxa resultou em aumento de preços ao consumidor no varejo nacional, “sem contrapartidas claras em geração de emprego e renda”.
De acordo com o diretor-executivo da associação, André Porto, a taxa das blusinhas foi justificada, à época, como uma medida para estimular a indústria nacional, gerar empregos e aumentar a renda nos setores protegidos.
No entanto, esses efeitos não foram verificados ao longo do período de vigência.
Aumento de preços
“O que vimos foi aumento de preços e lucros, sem contrapartida. Estudos comprovaram que não houve geração de emprego nem aumento de renda nos setores beneficiados”, disse à Agência Brasil o dirigente da entidade.
A avaliação se apoia em estudos de consultorias da Global Intelligence Analytics, que apontam ausência de ganhos em nível de emprego e indícios de reajustes acima da inflação.
Encomendado pela Amobitec, o estudo mostra que “os benefícios da medida foram absorvidos principalmente pelas empresas do varejo nacional por meio do aumento de preços em bens de consumo”.
Além disso, a medida reduziu a demanda por produtos importados de menor valor no e-commerce internacional, com impacto negativo especialmente sobre o consumo e o poder de compra das classes de menor renda.
A análise considera, segundo a associação, dados públicos de diferentes bases oficiais, como Receita Federal e PNAD, de 2018 a 2025, e os compara ao comportamento desses setores antes e após a implementação da taxação.
Acesso ao consumo
Com a retirada do tributo, a expectativa da Amobitec é de ampliação do acesso ao consumo, especialmente entre a população de menor renda.
Segundo André Porto, o modelo anterior criava uma desigualdade, já que consumidores de maior renda têm melhores condições para adquirir, durante viagens internacionais, bens no exterior, livres de taxações, enquanto os mais pobres dependem das compras online.
“A classe alta viaja e tem isenção de até US$ 1 mil. A medida justifica isenção para quem não pode viajar ao exterior”, argumentou.
Para André Porto, a revogação representa o retorno a um modelo mais alinhado a práticas internacionais, sem prejuízo relevante para a economia. “Estamos retornando a um status do qual não deveríamos ter saído”, afirmou.
A Amobitec, enquanto representante de plataformas de comércio online, reúne empresas como Amazon, 99, Alibaba, Buser, iFood, Flixbus, Lalamove, nocnoc, Shein, Uber e Zé Delivery
Críticas à revogação
A Amobitec é uma das poucas entidades que manifestaram publicamente apoio à decisão do governo federal em zerar o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50.
Confederação Nacional da Indústria (CNI), Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) são algumas das entidades que se disseram preocupadas com as consequências da revogação da taxa.
Em termos gerais, as argumentações apresentadas por essas entidades contrárias à revogação da taxa sugerem que a medida representa vantagem para empresas estrangeiras, na concorrência com o setor produtivo nacional.
As companhias dizem que, nesse contexto, as empresas brasileiras ficariam sujeitas a tributações mais altas, o que acaba por promover desigualdade tributária na concorrência com plataformas internacionais.
Todas as apostas realizadas na Mega-Sena passarão a ser exclusivas para o sorteio especial de 30 anos desta loteria a partir deste domingo (17). O prazo final para apostas individuais para este concurso especial (nº 3010) é até as 22h do dia 23 de maio, no horário de Brasília.
Para quem preferir participar de bolões da Mega-Sena 30 Anos, as cotas podem ser adquiridas até as 10h de 24 de maio, domingo, data do sorteio em comemoração aos 30 anos desta modalidade de loteria.
A Caixa Econômica Federal esclarece que todo sorteio especial de loterias tem um período de vendas exclusivas, como no caso da Mega-Sena 30 anos. Por este motivo, o calendário de apostas é reorganizado. “Não se trata de suspensão [das apostas]”, explicou a Caixa à Agência Brasil.
Como apostar
Os interessados não precisam aguardar até domingo para apostar na edição especial de 30 anos da Mega-Sena.
Os palpites já podem ser feitos nas lotéricas de todo o país; pelo site Loterias Caixa e aplicativo da Caixa, disponível para usuários das plataformas Android e iOS; e pelo internet Banking Caixa, canal exclusivo para correntistas do banco público.
O valor da aposta simples, com seis dezenas marcadas, é R$ 6.
Sorteio especial
A instituição esclarece que o concurso não acumula, se não houver ganhadores na faixa principal, como ocorre em outros sorteios especiais, a exemplo das edições da Mega da Virada, Dupla de Páscoa, Quina de São João e Lotofácil da Independência.
Caso ninguém acerte os seis números sorteados, o prêmio será redistribuído entre os acertadores da segunda faixa (acerto de cinco números). Se ainda assim não houver ganhadores, passa para a terceira faixa e assim sucessivamente, conforme as regras da modalidade.
Premiação garantida
Nesta quarta-feira (13), a Caixa estimou que o prêmio do sorteio especial poderá alcançar R$ 200 milhões.
Caso um apostador conquiste sozinho a Mega-Sena 30 anos e aplique integralmente o valor do prêmio na poupança, o rendimento no primeiro mês alcançaria o valor aproximadamente R$ 1,34 milhão, considerando os parâmetros atuais de rentabilidade deste investimento, calcula a instituição financeira.
Fonte: Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil
Exemplo de empenho e dedicação, o servidor da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), Lucas Helpis de Lima, usou sua própria história de vida como inspiração para fazer um mestrado profissional em Educação, que trata do processo de inclusão de pessoas com deficiência na universidade. Ele inclusive se tornou o primeiro mestre com deficiência decorrente de paralisia cerebral em Mato Grosso do Sul, consolidando uma caminhada construída entre formação acadêmica e atuação profissional.
Para a orientadora da pesquisa, a professora Celi Correa Neres, a conquista representa um avanço histórico. Segundo ela, o feito evidencia o protagonismo da pessoa com deficiência e também o amadurecimento de políticas inclusivas desenvolvidas ao longo das últimas décadas. “A pesquisa de mestrado do Lucas é considerada um marco para as políticas de inclusão. Ela mostra o protagonismo da pessoa com deficiência e é resultado das políticas de inclusão que vivenciamos ao longo do tempo”, destacou a docente.
Lucas Helpis de Lima finalizou sua dissertação de Mestrado na UFMS
Na dissertação, Lucas realizou uma análise sobre o processo de inclusão de pessoas com deficiência na UEMS, considerando a experiência universitária e os caminhos para o fortalecimento institucional. O estudo reúne diagnóstico, reflexão crítica e proposições que podem contribuir para qualificar ainda mais as ações já desenvolvidas pela universidade.
Lucas Helpis na época da sua graduação na UEMS
Ao explicar a escolha pelo mestrado profissional em Educação, Lucas ressaltou o caráter prático do programa. Para ele, o diferencial está na possibilidade de aliar formação acadêmica à produção de resultados concretos. “Além do processo acadêmico, a gente precisa gerar um trabalho, um produto que possa trazer benefício, melhoramento e resultado”.
Lucas também destacou que a pesquisa permitiu ampliar conhecimentos sobre direitos, legislação e acessibilidade, além de reconhecer os avanços já alcançados pela UEMS no atendimento às pessoas com deficiência. “Foi uma pesquisa que trouxe resultados e apontamentos de melhorias, mas também mostrou os avanços que a Universidade Estadual tem tido e sido referência”, avaliou.
O estudante completou quase dez anos de vínculo com a UEMS, entre graduação, trabalho e pós-graduação. Mesmo diante dos desafios do período da pandemia, quando muitos estudantes interromperam seus cursos, ele persistiu, concluiu a graduação e colou grau em fevereiro de 2022. Lucas simboliza uma universidade pública que amplia oportunidades, reconhece capacidades e transforma experiências em conhecimento, além de beneficiar a comunidade além dos portões da universidade.
Nesta quarta-feira, dia 13 de maio, o Projeto Florestinha recebeu uma ação educativa promovida pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), dentro da programação da campanha Maio Laranja, movimento nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.
A atividade contou com palestras e orientações voltadas às crianças e adolescentes atendidos pelo projeto, abordando temas relacionados à importância do respeito, da proteção e da denúncia de qualquer tipo de violência.
De forma educativa e acessível, a equipe trabalhou a conscientização sobre a prevenção ao abuso e à exploração sexual, reforçando a importância do diálogo, da confiança e da atuação da rede de proteção na garantia dos direitos das crianças e adolescentes.
A ação integra a programação especial desenvolvida durante o mês de maio pelo CREAS, em parceria com o Centro da Juventude, Projeto Florestinha e demais órgãos da rede de proteção do município.
A campanha Maio Laranja busca mobilizar toda a sociedade sobre a importância da prevenção e do enfrentamento às violências contra crianças e adolescentes, fortalecendo o compromisso coletivo com a proteção da infância e adolescência.
O CREAS reforça que casos suspeitos ou confirmados de abuso e exploração sexual podem ser denunciados anonimamente por meio do Disque 100.
Neste sábado, 16 de maio, o programa MS Cidadão realiza sua segunda edição em Campo Grande, levando serviços essenciais gratuitos à população e reforçando a presença do Governo do Estado junto às comunidades. A iniciativa já ultrapassou a marca de 3.200 atendimentos realizados nas edições promovidas em Aquidauana, Campo Grande, Jardim e Coxim.
Com uma proposta de atendimento integrado, o programa reúne em um único espaço serviços nas áreas de saúde, educação, assistência social, emissão de documentos, cultura e lazer. Entre os principais resultados já alcançados estão a emissão de cerca de 400 documentos de identidade, mais de 200 exames preventivos e mamografias, além de centenas de atendimentos médicos e odontológicos.
A ação conta com a participação de diversos órgãos estaduais, prefeituras municipais e instituições parceiras, promovendo mais agilidade, comodidade e acesso aos serviços públicos.
O secretário da Casa Civil, Walter Carneiro Junior, destacou a importância da iniciativa para aproximar o poder público da população. “Esse é um programa que representa o compromisso do Governo do Estado com as pessoas. O MS Cidadão leva dignidade, acesso aos serviços públicos e atendimento humanizado diretamente para as comunidades, aproximando o Estado da realidade da população”, afirmou.
Já o secretário-executivo de Políticas da Capital, Markitos Perez, ressaltou o impacto social das ações desenvolvidas pelo programa. “O MS Cidadão é uma ação que facilita a vida da população. Muitas pessoas conseguem resolver diversas demandas em um único lugar, com rapidez e qualidade no atendimento. É um trabalho de integração que gera resultados concretos para quem mais precisa”, pontuou.
Além da estrutura do Governo do Estado, a ação conta com o apoio de parceiros como Energisa, Cassems, Agems e instituições locais, fortalecendo a rede de serviços oferecida à população sul-mato-grossense.
Serviço Horário: 8h às 12h. Local: E.E Cívico Militar Marçal de Souza Tupã. Endereço: Rua Luís Vasconcelos, 200 – Jardim Los Angeles, Campo Grande (MS).
O futsal de Sete Quedas conquistou o vice-campeonato estadual nos Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul (JOJUMS), realizados em Três Lagoas, marcando a participação do município na competição e levando a equipe à final da modalidade. As disputas ocorreram entre sexta (8) e quarta-feira (13), período em que a equipe sete-quedense enfrentou uma sequência de seis jogos.
Com bom desempenho ao longo da competição, os atletas avançaram até a decisão contra a equipe de Miranda. Nessa final, Sete Quedas acabou superada pelo placar de 8 a 4, ficando com o título de vice-campeã estadual.
O secretário municipal de Esporte, Renato Bevilaqua, ressaltou a importância da conquista e afirmou que o trabalho de apoio ao esporte seguirá sendo realizado com seriedade, investimento e valorização dos jovens talentos. “Essa conquista é fruto de muito trabalho, dedicação e união. Seguiremos firmes, apoiando nossos atletas e acreditando no potencial da nossa juventude”, destacou.
A equipe teve como técnico Cleber, o “Xulepa”, e como auxiliar João Pedro Darmin, que integraram a comissão técnica durante a campanha. Também fizeram parte da conquista os atletas João Guilherme Milioli, Igor Hubner, João Lucas Willirich, Ryquelme Martins, Cristian Daniel Castro, João Gabriel Ferreira, Denis Souza, Jeferson Martine Benítez e Antônio Gabriel Cardoso.
Fonte: Grupo A Gazeta, com informações Assessoria da Secretaria Municipal de Esporte, Cultura, Turismo e Lazer de Sete Quedas
Ministros do governo Lula e lideranças da Câmara dos Deputados entraram em acordo, nesta quarta-feira (13), de que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1 deve contar com descanso remunerado de dois dias por semana, por meio da escala 5×2, além de reduzir a jornada semanal das atuais 44 para 40 horas.
Ficou acordado também que, além da PEC, será aprovado o projeto de lei (PL) com urgência constitucional enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para dar celeridade à pauta.
No caso do PL, ficou definido que ele vai tratar de temas específicos de algumas categorias, além servir para ajustar a atual legislação à nova PEC.
“Estabelecemos que o encaminhamento da PEC será pela redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas, com dois dias de descanso, sem redução salarial. Nós queremos também fortalecer as convenções coletivas para que elas possam tratar das particularidades de cada setor”, informou o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB).
Além de Motta, participaram da reunião o relator da PEC, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), junto com outros membros da Comissão Especial que debate o tema, além dos ministros do Trabalho, Luiz Marinho, do Planejamento, Bruno Moretti, e das Relações Institucionais, José Guimarães.
O ministro do Trabalho Luiz Marinho comentou que o Brasil caminha “a passos largos” para aprovar a PEC no Parlamento “e delegando, para o projeto de lei, as especificidades para complementar a PEC”, de forma a valorizar a negociação coletiva e para que “as coisas fiquem redondas para trabalhadores e trabalhadoras, e também para todos os empresários”.
A Comissão Especial que analisa o tema se comprometeu a votar o parecer da PEC relatado por Leo Prates no dia 27 de maio, com o tema seguindo para o plenário no dia 28 de maio. Se aprovado na Câmara, o tema segue para análise do Senado
A Comissão analisa duas PEC, uma do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), e outra da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que vinham pedindo a redução da jornada para 36 horas semanais, além do fim da escala 6×1.
Nesta terça-feira (12), o prefeito de Amambai, Sérgio Barbosa, cumpriu agenda no município de Juti, onde, na ocasião, juntamente com o vice-prefeito Elício Rocha, vistoriou o trecho que receberá as obras de implantação e pavimentação da rodovia MS-289, um importante investimento do Governo do Estado para o desenvolvimento da região sul de Mato Grosso do Sul. O trecho em questão, entre Amambai e Juti, representa um importante marco para o desenvolvimento local.
A obra, aguardada há muitos anos pela população local, é fruto de investimento do Governo do Estado, com o objetivo de promover melhorias na infraestrutura viária, ampliar a segurança no tráfego e impulsionar o crescimento econômico dos municípios atendidos.
O trecho da MS-289 liga a MS-156, em Amambai, até a BR-163, passando pelo município de Juti, sendo considerado estratégico para a integração regional e para o fortalecimento da logística de transporte. A rodovia atende uma ampla área produtiva, composta por propriedades rurais, assentamentos e comunidades indígenas, que dependem diretamente da estrada para o deslocamento diário, acesso a serviços essenciais e escoamento da produção agrícola e pecuária.
Atualmente, em períodos de chuva, o tráfego na região enfrenta dificuldades devido às condições da estrada, o que gera transtornos para moradores, produtores rurais, estudantes e trabalhadores que utilizam a via diariamente. Com a pavimentação, a expectativa é garantir melhores condições de trafegabilidade ao longo de todo o ano, proporcionando mais segurança, conforto e agilidade para quem transita pela rodovia.
Nesta primeira etapa da obra, serão pavimentados 34 quilômetros. Os trabalhos terão início no sentido Juti–Amambai, marcando o começo de uma importante transformação na infraestrutura regional.
Além de melhorar a mobilidade, a pavimentação da MS-289 deverá gerar impactos positivos na economia local, facilitando o transporte da produção agropecuária e reduzindo custos logísticos. A obra também deve contribuir para o fortalecimento do comércio, atração de investimentos e valorização das comunidades localizadas ao longo do trecho.
Outro ponto relevante é o impacto social da pavimentação. A melhoria da rodovia beneficiará diretamente centenas de famílias que vivem em áreas rurais e comunidades indígenas da região, garantindo mais facilidade no acesso à saúde, educação e demais serviços públicos.
O investimento do Governo do Estado reforça o compromisso com o desenvolvimento regional e com a melhoria da infraestrutura dos municípios do interior, promovendo integração, crescimento econômico e mais qualidade de vida para a população. A expectativa é de que, após concluída, a pavimentação da MS-289 se torne um importante corredor de desenvolvimento econômico e social para toda a região sul de Mato Grosso do Sul.
O governador
de MS, Eduardo Riedel. Ele percorre, essa semana, os municípios do Cone Sul do
Estado, realizando inaugurações de obras e lançando novas ações de governo. Nesta
quinta (14) as agendas serão em Japorã, Iguatemi, Tacuru e Sete Quedas. (Foto:
Assessoria)
Vilson Nascimento
O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, acompanhado pelos respectivos prefeitos, vereadores e representantes de classes, cumpre agendas nesta quinta-feira, dia 14 de maio, nos municípios de Japorã, Iguatemi, Tacuru e Sete Quedas.
Pela a agenda terá início por Japorã e se estende até Iguatemi. Ao meio dia a agenda será no município de Tacuru e no período da tarde em Sete Quedas.
Durante a agenda nos municípios citados, ao lado das autoridades locais, o governador fará supervisão em obras e ações desenvolvidas em parceria com o Governo do Estado, fará inaugurações, lançamentos de novas obras e assinatura de convênios para beneficiar a população dos municípios da região, entre eles, para a construção de 75 unidades habitacionais no Loteamento Sebastião Caetano Torquetti, em Tacuru.
Nessa quarta-feira, dia 13 de maio, o governador Eduardo Riedel, acompanhado por sua comitiva participa de agendas de trabalho em Itaquiraí, Eldorado e Mundo Novo.
Veja abaixo a agenda do governador Eduardo Riedel na região
O deputado federal Rodolfo Nogueira votou “sim” ao PL 488/2019, durante votação nominal realizada no plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira.
O projeto prevê medidas mais rígidas de controle e restrição para condenados por crimes sexuais contra crianças e adolescentes, incluindo monitoramento, limitações de circulação e proibição de contato com ambientes frequentados por menores.
A proposta também estabelece restrições como impedimento para exercer atividades com crianças e regras mais rígidas durante a execução da pena.
Conhecido pela atuação em pautas ligadas à segurança pública, proteção da família e defesa das crianças, Rodolfo Nogueira manifestou apoio ao fortalecimento das medidas de proteção à infância.
“Crime contra criança precisa de punição rigorosa. Não podemos admitir qualquer tipo de flexibilização para quem destrói vidas inocentes”, afirmou o parlamentar.
O PL 488/2019 aguarda agora a votação da redação final no Plenário da Câmara dos Deputados.
Vista aérea de Juti. Foto: Divulgação/Prefeitura de Juti
Redação
A Prefeitura de Juti prepara a realização da Feira das Mulheres Empreendedoras, em comemoração ao Mês das Mães. O evento está marcado para a próxima sexta-feira, dia 15, às 18h30, com local ainda a definir, e tem como proposta valorizar, celebrar e fortalecer o empreendedorismo feminino.
A programação contará com atrações especiais, incluindo apresentação de balé, flauta e violão, Grupo Conviver, Teatro Circula Cultura MS, show do Eraldo Gaiteiro e Banda, além da participação especial das crianças do CMA. A feira também terá sorteio de prêmios.
De acordo com a divulgação, a iniciativa convida a população a prestigiar as mulheres empreendedoras da cidade e a participar de uma noite de alegria, cultura, união e valorização da mulher jutiense.
O evento é realizado pela Prefeitura de Juti, por meio da Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres e da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte (SEMECE), com apoio de secretarias municipais e parceiros.