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segunda-feira, 22 de junho de 2026
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Curso teórico gratuito do Detran-MS preenche todas as vagas e órgão estuda ampliação

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Foto: Detran

Mesmo com a disposição do curso teórico de primeira habilitação gratuito pela aplicativo CNH do Brasil, do Governo Federal, a procura pelo curso presencial do Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Gross do Sul) superou as expectativas do órgão.

O curso teórico de primeira habilitação gratuito, oferecido pelo Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Gross do Sul) encerrou as inscrições da primeira turma, em somente um dia, nesta segunda-feira (02). Com a grande procura da população, o órgão estuda a possibilidade de abrir mais turmas nos meses seguintes.

Além de ser presencial, o curso oferece aulas com profissionais altamente capacitados do órgão sobre o conteúdo que abrange Legislação de Trânsito, Direção Defensiva e Primeiros Socorros. Os participantes ainda podem acompanhar a resolução de questões que fazem parte do Branco Nacional de Questões, para garantir um desempenho seguro no exame oficial.

A Escola Pública de Trânsito do Detran-MS estuda a possibilidade de abrir mais turmas do curso, já que a procura foi intensa. “Essa é uma possibilidade que estamos estudando e vamos avaliar conforme for aplicado esse primeiro curso”, explica a diretora de Educação para o Trânsito do Detran-MS, Andrea Moringo.

O primeiro curso teórico de primeira habilitação será realizado entre os dias 16 e 20 de março, no Bloco 19, na Sede do Detran-MS, saída para Rochedo, das 7h30 às 11h30.

Fonte: Emmanuelly Castro, Comunicação Detran-MS

Programa MS Supera está com inscrições abertas até o dia 11 de março; tire suas dúvidas

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Foto: Laucymara Ayala

Programa de bolsas de estudo do Governo do Estado, o MS Supera está com inscrições abertas até 11 de março. Estudantes de baixa renda do ensino superior e de cursos de educação profissional técnica recebem R$ 1.621 para continuar estudando e reduzir a evasão escolar.

Estão disponíveis 600 das 2.500 vagas oferecidas pela Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), sendo 480 para cursos de graduação e 120 para nível médio. Para fazer a inscrição, é necessário acessar o site da secretaria com os documentos necessários. 

Entre os requisitos estão ter renda familiar não superior a três salários mínimos ou, no caso de famílias unipessoais, um salário mínimo e meio; não possuir graduação de nível superior concluída; morar em Mato Grosso do Sul há mais de 2 anos; não ter registro de reprovações superiores a quatro disciplinas; e estar inscrito no CadÚnico (Cadastro Único dos Programas Sociais do Governo Federal). 

Para ajudar os estudantes, a Sead esclarece as principais dúvidas a respeito do programa.

1 – Quais são os requisitos para participar do Programa MS SUPERA?

R: O candidato ao benefício deverá comprovar:

1 – comprovar Renda Individual de até 1 ½  (um e meio) salário mínimo nacional mensal, para Famílias Unipessoais, considerada a renda bruta, se for o caso;

2 –  comprovar Renda Familiar de até 3 (três) salários mínimos nacionais mensais, considerada a renda bruta, se for o caso;

3 – estar aprovada(o)  e ou matriculada(o)  em curso de graduação presencial ou à distância autorizados pelo Ministério da Educação (MEC), nos termos da legislação vigente, mantidos por instituições de ensino superior pública ou privada, com pelo menos um pólo sediado no Estado de Mato Grosso do Sul, para candidatos de nível superior;

4 –  estar matriculada(o) em cursos de educação profissional técnica, de nível médio, presenciais ou a distância, previsto no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos – CNCT, instituído pelo Ministério da Educação (MEC) e que possuam duração mínima de 18 (dezoito) meses ou 800 (oitocentas) horas, para candidatos de nível médio;

5 – não possuir graduação de nível superior concluída;

6 – ser residente no Estado de Mato Grosso do Sul há mais de 2 (dois) anos;

7 – não ser beneficiada(o)  por qualquer outro tipo de benefício remunerado ou de auxílio financeiro que tenha a mesma finalidade deste Programa;

8 – não ter registro de reprovações superiores a 4 (quatro) disciplinas cursadas, nas datas de inscrição e de convocação para o Programa;

9 – estar inscrita(o)  no Cadastro Único dos Programas Sociais do Governo Federal (CADÚNICO);

10 – não possuir, simultaneamente, outro membro da família inscrito no Núcleo Familiar do Cadastro Único do Governo Federal, beneficiado por este Programa;

11- Possuir conta bancária com a Chave PIX registrada no CPF da(o) candidata(o);

12 – ser brasileira(o) nata(o) ou naturalizada(o) ou estrangeira(o) em situação regular no País.

2 – Conclui o Curso Técnico Profissionalizante de nível médio com o auxílio do Programa MS SUPERA e depois me desliguei do Programa. Posso me inscrever para participar do Processo Seletivo novamente?

R: Sim! O estudante que tenha concluído o curso técnico de educação profissional de nível médio, presencial ou à distância, poderá concorrer para um novo benefício, EXCLUSIVAMENTE para cursos de nível superior, presencial ou à distância. Não pode concorrer para outra vaga no Nível Médio.

3 – Qual a data de inscrição para seleção no Processo Seletivo MS SUPERA 2026 e onde eu faço minha inscrição?

As inscrições podem ser realizadas de 03 a 11 de março de 2026, diretamente no sitio da SEAD, aba Programas e Projetos / MS SUPERA. Acesse o link de inscrição e preencha corretamente seus dados, anexando todos os documentos atualizados, conforme Art. 5º da Resolução nº 134/2026.

4 – Eu fui beneficiário do Programa MS SUPERA e desisti do curso, por motivos pessoais. Hoje estou estudando novamente e preciso de auxílio. Posso me inscrever para participar do Processo Seletivo novamente?

R: Se você desistiu do Programa MS SUPERA antes de concluir seu curso, só poderá concorrer novamente em um novo processo seletivo após 12 meses, contado da data de validação do seu desligamento. Caso a desistência tenha ocorrido no último ano do seu curso ou durante o período de prorrogação no Programa, é vedada sua participação em novos processos seletivos por 24 meses (dois anos). Além disso, caso o beneficiário tenha recebido a bolsa do MS SUPERA por três anos, e desista do curso, ficará impedido de participar de novos processos seletivos pelo prazo de 4 (quatro) anos. (Conforme Art. 8º da Resolução SEAD nº 117/2025).

5 – Moro sozinha, não tenho renda e dependo financeiramente da minha mãe, que mora noutro município. Posso participar do Programa MS SUPERA?

R: Você precisará apresentar seu CADÚNICO Unipessoal, cujo endereço deve ser diferente do endereço da sua mãe. Além disso, no preenchimento da ficha de inscrição, deverá informar que não possui renda, anexar a declaração de ausência de renda (disponível no sitio da SEAD) preenchida e assinada e, nesta declaração, informar o nome do responsável financeiro, o CPF e o comprovante de renda dessa pessoa, além de informar o grau de parentesco.

6 – Estou matriculado em menos de 5 disciplinas porque, neste semestre, meu Curso não ofereceu mais do que três matérias. Mesmo assim posso participar do Processo Seletivo?

R: O MS SUPERA exige que você esteja matriculado em, pelo menos, 5 disciplinas. Porém, se você está matriculado no máximo de disciplinas disponíveis neste semestre, no seu caso 3, você deve obrigatoriamente anexar, juntamente com o comprovante de matrícula, num único PDF, uma declaração da sua Universidade, assinada pela Secretaria Acadêmica, dizendo que o seu curso oferta apenas estas disciplinas neste semestre. Dessa forma, seu documento PDF terá duas páginas: a primeira com o comprovante de matrícula nas três disciplinas e a segunda página, com a declaração da Secretaria Acadêmica, informando o número de matérias disponíveis neste semestre. Você precisa comprovar que está matriculado em todas as disciplinas ofertadas pelo Curso, se forem menos de 5 (cinco) ofertas.

7 – Sou estudante indígena e quero saber quais documentos são válidos para comprovar minha identidade indígena?

R: Você poderá comprovar sua identidade indígena anexando no cadastro apenas um dos seguintes documentos: RANI (Registro Administrativo de Nascimento Indígena); RACI (Registro Administrativo de Casamento Indígena); Certidão de Registro de Nascimento com identificação étnicaCarteira de Identidade com identificação étnica.

Caso não tenha nenhum desses documentos, você poderá comprovar sua identidade indígena anexando o comprovante de matrícula ou o histórico escolar onde está matriculado como estudante indígena, desde que conste nesse documento a autodeclaração “INDÍGENA” na vaga ocupada na matrícula de seu curso.

Você também poderá comprovar sua identidade indígena apresentando, num único documento em PDF, uma Declaração assinada por 03 (três) lideranças indígenas reconhecidas em sua comunidade, que atestem seu pertencimento étnico, acompanhada da cópia do documento oficial dessas 03 (três) lideranças indígenas. Se optar por esta declaração, consulte o modelo disponível no sítio da SEAD, em “modelos de documentos disponíveis para inscrição”.

8 – Posso declarar RENDA ZERO se não tiver nenhuma renda?

R: O Programa considera que, se você não possui renda ou declara renda zero, alguém do seu Núcleo Familiar custeia os gastos de sua sobrevivência (moradia, alimentação, transporte, saúde, etc). Portanto, se você reside com seu Núcleo Familiar, precisará informar o nome de todas as pessoas que residem com você e o valor da renda de todos os integrantes maiores de 16 anos. Os que não possuem renda, inclusive você mesmo, poderá informar renda zero. Além disso, precisará anexar os comprovantes de renda de todos os que trabalham, conforme Art. 5º, incisos X, XI e §4º da Resolução SEAD n. 134/2026. Se for renda informal ou declaração de ausência de renda, utilize os modelos que estão no sítio da SEAD, em “modelos de documentos disponíveis para inscrição”. Caso você declare residir sozinho (Família Unipessoal) e informe não possuir renda, deverá obrigatoriamente anexar a “declaração de ausência de renda do candidato ao benefício” e informar o nome, o CPF e o comprovante de renda do seu responsável financeiro (a pessoa que custeia seus gastos), além de informar o grau de parentesco dessa pessoa.

9 – Estou no primeiro semestre do curso superior e não tenho histórico escolar de disciplinas cursadas. Qual histórico escolar devo apresentar na minha inscrição do MS Supera?

R: No campo “histórico escolar” anexe o histórico escolar do seu curso atual, emitido pela Instituição de Ensino Superior (Secretaria Acadêmica) ou pelo sistema da própria instituição. É comum no primeiro semestre de curso não aparecem notas ou resultados finais, uma vez que você ainda está cursando. O que geralmente aparece são expressões como “matriculado”, “cursando”, “em andamento”, “em processo”, ao lado de cada disciplina que você se matriculou. Não são aceitos histórico escolar do Ensino Médio ou “Modelo 19” para candidatos a uma vaga no Ensino Superior.

10 – Sou estudante indígena da UEMS e recebo auxílio permanência pela Universidade. Posso me inscrever no Programa MS SUPERA, mesmo recebendo outro auxílio parecido?

R: Não é permitido ser beneficiado por outro tipo de auxílio financeiro, que tenha a mesma natureza do Programa MS SUPERA (bolsa permanência ou auxilio), conforme está previsto no Art. 3º, inciso VII da Resolução SEAD nº 134/2026. São exemplos de programas da mesma natureza do MS SUPERA: “Pé de Meia”; PIAE; PROAE; PIPOU, entre outros. Porém, você pode participar do Processo Seletivo do MS SUPERA e, na ficha de inscrição, responder “SIM” à pergunta “Possui outro benefício com a mesma natureza do MS SUPERA?” e, na sequência, preencher o “Termo de Opção de Benefício”, disponível no sítio da SEAD, em “modelos de documentos disponíveis para inscrição”, e anexar no campo próprio dentro do sistema. Isso significa que, apesar de já ter outro benefício, você poderá concorrer a uma vaga no Programa MS SUPERA e, se for habilitado e convocado para assinar o Termo de Concessão, você deverá se desligar do outro auxílio financeiro que possui em sua Universidade. Mas atenção: não peça desligamento do seu benefício antes de assinar o Termo de Concessão pelo MS SUPERA!

11 – A Equipe do MS SUPERA realiza visitas à residência de beneficiários?

R: Sim! A Equipe realiza visitas de monitoramento aos beneficiários do MS SUPERA, sem aviso prévio, com o objetivo de garantir o cumprimento do previsto na legislação do Programa, com base na Resolução SEAD nº 117/2025, que disciplina o processo de monitoramento e as regras de permanência no Programa. Além disso, o monitoramento dos beneficiários é realizado cotidianamente por meio do sistema do Programa e com o cruzamento de dados em outras bases disponíveis, a exemplo do CADÚNICO do Governo Federal.

Fonte: Paulo Fernandes, Comunicação Sead

MS: Polícia Civil deflagra operação contra empresa agropecuária envolvida em golpes contra produtores rurais no MT

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Fotos: PCMS
MS: Polícia Civil deflagra operação contra empresa agropecuária envolvida em golpes contra produtores rurais no MT

Delegacias de Polícia do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul deflagraram, na manhã desta quarta-feira (4), a Operação Agro-Fantasma, para cumprir ordens judiciais contra uma empresa agropecuária envolvida em fraudes na compra de grãos na região oeste do Mato Grosso.

Ao todo foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de contas bancárias e da indisponibilidade de bens móveis e imóveis dos investigados.

Os mandados são cumpridos em Cuiabá, Alto Taquari (MT) e Campo Grande (MS). O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Perícia Oficial e Identificação Técnica e das equipes da Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Bancos e Assaltos e Sequestros (Garras-MS) e do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco-MS).

As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cáceres, com base em investigações conduzidas pela Delegacia de Comodoro, que apuraram os crimes de estelionato e associação criminosa.

MS: Polícia Civil deflagra operação contra empresa agropecuária envolvida em golpes contra produtores rurais no MT

Investigação

As investigações apontaram que a empresa, que se apresentava com roupagem de solidez, atuava em fraudes estruturadas na compra de grãos, causando relevantes prejuízos financeiros às vítimas.

Para aplicar os golpes, os donos da empresa convenciam as vítimas a utilizarem o nome de suas propriedades para fazerem compras a prazo de grãos, que eram revendidos à vista pela empresa para indústrias.

Os valores das compras a prazo seriam quitados pelo grupo. Porém, somente nos primeiros meses os débitos foram pagos corretamente. Após certo tempo, os investigados deixavam de quitar as dívidas contraídas, deixando o produtor rural no prejuízo.

Após adquirir a confiança de uma das vítimas, o grupo realizou diversas compras de grãos, causando inadimplência superior a R$ 58 milhões a ela.

O grupo ainda é suspeito de fraude fiscal e recebimento de créditos indevidos. Dentre os bens alvo de sequestro, está uma aeronave avaliada em mais de R$ 5,8 milhões.

O grupo mantinha uma vida de luxo, com casa em condomínio de alto padrão e uso de veículos importados de alto valor de mercado, como Porsche, Dodge Ram e outros que também são alvos de sequestro na operação.

Fonte: Assessoria PCMS

Coordenadoria de Imunização do Estado realiza capacitação para servidores da Saúde de Mundo Novo

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Foto: Ascom

Na última terça-feira (03) foi iniciado um curso de capacitação em sala de vacina em Mundo Novo com a equipe da Coordenadoria de Imunização de estado do Mato Grosso do Sul.

O curso Sala de Vacina tem duração de quatro dias e é uma formação voltada à qualificação de técnicos de enfermagem e enfermeiros que atuam diretamente na imunização.

Devido ao curso, as salas de vacinas do posto de saúde Central e Fleck retornam ao atendimento normal na próxima segunda-feira (09).

Fonte: Ascom Prefeitura

Prefeita Rosária recebe equipe da Fundtur-MS para diagnóstico turístico em Mundo Novo

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Foto: Ascom

A prefeita Rosária Lucca Andrade recebeu, quarta-feira (04) em seu gabinete, a equipe técnica da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul para o início do diagnóstico turístico oficial de Mundo Novo. A ação marca um passo estratégico para fortalecer o planejamento do setor e consolidar o município como destino emergente no Estado.

O levantamento técnico tem como objetivo identificar potencialidades, desafios e oportunidades de investimento, além de apontar melhorias na infraestrutura e nos serviços voltados aos visitantes. Com base nas informações coletadas, será possível estruturar políticas públicas mais assertivas e ampliar a promoção turística em âmbito regional e nacional.

A equipe permanece no município até o dia 05 de março, realizando visitas e análises nos principais atrativos, acompanhada pelo diretor de Turismo, Roferson Lisboa. Entre os locais visitados estão a Prainha do Cascalho, Porto Isabel, Porto Ilha Grande, Balneário Diamante, Pesqueiro do Tucano e o Refúgio Biológico M’Baracayu, evidenciando o potencial ambiental e de pesca esportiva da região.

A Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul também esteve na Radio Pantanal FM onde foram entrevistas pelo radialista Vanderlei Gomes no programa “Manhã 105”.

A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com o desenvolvimento sustentável e a valorização dos atrativos naturais, impulsionando o crescimento econômico e turístico de Mundo Novo.

Fonte: Ascom Prefeitura

Produção hospitalar cresce 49% em dois anos e consolida ampliação da rede estadual

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Foto: Arquivo SES

A produção hospitalar da rede própria do Governo de Mato Grosso do Sul cresceu 49,21% entre 2023 e 2025, passando de 39.486 para 58.916 internações. No mesmo período, o valor aprovado hospitalar aumentou 163,66%, refletindo a ampliação da capacidade instalada e a reestruturação do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande.

Os dados integram o RDQA (Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior), referente ao 3º quadrimestre de 2025, e o RAG (Relatório Anual de Gestão) 2025 da SES (Secretaria de Estado de Saúde).

Para o Secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões, os números consolidam o impacto direto dos investimentos estruturantes realizados nos últimos dois anos. “O crescimento da produção hospitalar é resultado de uma estratégia clara de fortalecimento da rede própria. Ampliamos leitos, reestruturamos unidades e investimos em equipamentos e equipes. Isso amplia o acesso, aumenta a resolutividade e fortalece a regionalização da saúde no Estado”, afirma.

Produção assistencial em crescimento

Entre julho e novembro de 2025, a rede própria estadual registrou crescimento expressivo:

  • Produção ambulatorial: 9.020.064 procedimentos aprovados, totalizando R$ 32,9 milhões, aumento de 75,99% na média mensal em comparação a 2023.
  • Produção hospitalar (3º quadrimestre): 24.814 internações aprovadas, somando R$ 25,9 milhões, crescimento de 85,93% em relação ao mesmo período de 2023.

Em dezembro de 2025, a rede contava com 84 estabelecimentos, sendo 61 de administração pública, consolidando a estrutura estadual de atendimento.

Expansão de leitos críticos e regionalização

O crescimento da produção está diretamente associado à ampliação da estrutura física e dos leitos críticos no Estado. Além da reestruturação do HRMS, houve reforço estratégico nos polos regionais, com ampliação da capacidade instalada em:

  • Dourados, no Hospital Regional de Dourados;
  • Três Lagoas, no Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé;
  • Ponta Porã, com ampliação estrutural e aquisição de equipamentos.

No HRMS, estão em andamento reformas na UTI e na enfermaria pediátrica (R$ 4,4 milhões), além de melhorias no CME (Central de Material e Esterilização) e na estrutura externa. Em dezembro de 2025, foi realizado o leilão da PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) para concessão dos serviços de “bata cinza” por 30 anos, prevendo aumento de 60% na capacidade de leitos da unidade.

A superintendente de Atenção à Saúde da SES, Angélica Congro, destaca que a expansão regional fortalece a linha de cuidado. “A ampliação de leitos críticos e a organização da rede de referência garantem atendimento de alta complexidade mais próximo da população, reduzindo deslocamentos e qualificando a assistência em todas as macrorregiões”, explica.

Execução orçamentária sustenta expansão

No 3º quadrimestre de 2025, o montante pago pela SES foi de R$ 985,2 milhões, sendo 79,24% provenientes de recursos estaduais. No consolidado anual, o valor pago em 2025 atingiu R$ 2,47 bilhões.

As principais despesas concentraram-se em outras despesas correntes (34,0%), transferências a municípios (26,5%) e pessoal e encargos (21,1%), assegurando suporte financeiro à ampliação da assistência e manutenção dos serviços.

Indicadores e qualificação contínua

O Hospital Regional alcançou 75% de satisfação do usuário, superando a meta estabelecida para 2025, enquanto a cobertura da APS (Atenção Primária à Saúde) atingiu 97,8% em Mato Grosso do Sul.

Entre as prioridades da gestão está o fortalecimento da linha de cuidado materno e infantil, com foco na qualificação do pré-natal, ampliação do acesso à assistência especializada e integração entre os níveis de atenção.

“Quando ampliamos estrutura hospitalar e articulamos com a atenção primária, garantimos um cuidado mais seguro, contínuo e resolutivo. O trabalho é permanente para que os indicadores avancem de forma consistente”, conclui Angélica Congro.

Fonte: André Lima, Comunicação SES

Detran esclarece dúvidas sobre resultado ‘não concluído’ no exame prático de direção veicular

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Foto:  Rachid Waqued

O novo modelo do exame prático de direção tem gerado dúvidas entre candidatos. Ao se deparar com o “não concluído” muitos acreditam que a nota ainda está em processamento ou que, por não terem atingido 10 pontos, estariam aprovados. Não é isso que acontece.

A possibilidade de interrupção do exame está prevista na Resolução nº 1.020/2025 do Conselho Nacional de Trânsito e já faz parte do processo de habilitação em todo o país.

Pelo novo formato, além de “apto” e “não apto”, o sistema pode registrar o exame como “não concluído”. Isso significa que a prova foi encerrada antes do fim por questões de segurança ou por falta de condições do candidato para continuar.

Os resultados “não apto” e “não concluído” estão previstos na Resolução nº 1.020 do Contran e no Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular. São aplicados quando o examinador identifica incapacidade técnica, instabilidade emocional ou qualquer condição que comprometa a continuidade segura do exame. 

“O exame registrado como ‘não concluído’, não gera aprovação, independentemente da pontuação parcial obtida até o momento. Trata-se de um procedimento regulamentado e padronizado em todo o território nacional. O candidato deverá realizar novo agendamento para refazer o exame prático”, esclarece a gerente de Exames, Lina Zeinab.

A interrupção pode ocorrer quando o examinador identifica incapacidade técnica para executar comandos básicos do veículo, erros repetidos que comprometam a condução, instabilidade emocional como crise de ansiedade ou pânico, ou ainda situações externas que prejudiquem a segurança do trajeto.

Nesses casos, o exame não é considerado concluído. E, por isso, não há aprovação, mesmo que o candidato não tenha atingido o limite máximo de 10 pontos.

O exame prático é avaliado por pontos acumulados ao longo do percurso. Cada infração tem um peso diferente: leve vale 1 ponto, média 2 pontos, grave 4 pontos e gravíssima 6 pontos.

O candidato é aprovado apenas se concluir toda a prova com até 10 pontos. Ao ultrapassar esse limite, é reprovado por pontuação. É importante esclarecer que não são “10 erros”. Cada erro tem um peso, e o que conta é a soma final.

Já com relação a diferença entre os resultados. Aprovado é quando o candidato conclui o exame com até 10 pontos e sem ocorrência de situações caracterizadoras de incapacidade técnica. Reprovado por pontuação, é utilizado quando o candidato conclui a prova, mas ultrapassa 10 pontos.

O resultado não concluído é utilizado quando o exame foi encerrado antes do final por falta de condições técnicas, emocionais ou por motivo de segurança. Nesse caso, o candidato precisa remarcar e realizar novo exame.

Em caso de dúvida o candidato pode consultar o resultado dos seus exames no aplicativo Meu Detran ou no portal de serviços Meu Detran. Logado, com CPF e senha ou via GOVBR e escolha a opção “Habilitação”, serviços de habilitação, consulta de exames e provas.

Fonte: Mireli Obando, Comunicação Detran-MS

Com atuação da Agepen, alternativas penais beneficiam instituições sociais e fortalecem políticas pública

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Fotos: Divulgação

A atuação da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) tem ampliado o alcance social das alternativas penais em Mato Grosso do Sul, consolidando um modelo que beneficia diretamente instituições sociais e reforça políticas públicas em áreas essenciais como saúde, assistência social e segurança.

Por meio das CIAPs (Centrais Integradas de Alternativas Penais), a agência penitenciária, e sua Polícia Penal, coordena a execução e o acompanhamento de medidas determinadas pelo Poder Judiciário, como a Prestação de Serviço à Comunidade (PSC) e penas pecuniárias.

Instaladas em Campo Grande e Dourados, as CIAPs são vinculadas à Diretoria de Assistência Penitenciária da Agepen e conduzidas por policiais penais com formação em áreas como Psicologia, Serviço Social, Direito e Administração. O trabalho inclui acompanhamento individualizado, fiscalização do cumprimento das medidas, visitas institucionais e articulação permanente com o Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e sociedade civil.

Com atuação da Agepen, alternativas penais beneficiam instituições sociais e fortalecem políticas pública
O Educandário Getúlio Vargas é uma das instituições atendidas em Campo Grande.

O resultado prático é duplo, gerando responsabilização efetiva do apenado e apoio concreto a entidades que atendem a população. Atualmente, 117 instituições estão cadastradas em Campo Grande e Dourados para receber pessoas em cumprimento de medidas alternativas.

Na capital, a CIAP mantém parceria com 63 instituições credenciadas pela 2ª Vara de Execução Penal. Entre elas estão o Educandário Getúlio Vargas,  Asilo São João Bosco, a Associação dos Amigos dos Gatos, o Hospital Espiritual Médicos do Além, a Associação de Apoio Social Clínica da Alma e o Centro de Equoterapia da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul.

Com atuação da Agepen, alternativas penais beneficiam instituições sociais e fortalecem políticas pública
Prestação de serviços na Guarda Municipal de Dourados.

Inaugurada em julho de 2024, a CIAP de Dourados já opera com 54 instituições parceiras, entre elas a Guarda Municipal, Secretaria Municipal de Assistência Social de Dourados, o 3º Batalhão da Polícia Militar, a Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso do Sul, o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul, o Lar do Idoso de Dourados e o Hospital da Vida.

As atividades desenvolvidas nessas instituições fortalecem diretamente políticas públicas locais, ampliando a capacidade de atendimento e contribuindo para a manutenção de serviços estratégicos à população.

Gestão técnica e impacto estrutural

Para a diretora de Assistência Penitenciária da Agepen, Maria de Lourdes Delgado Alves, direcionar casos de menor potencial ofensivo para alternativas penais, também contribui para reduzir a superlotação carcerária e racionalizar o uso das unidades prisionais, permitindo que o sistema concentre esforços nos crimes de maior gravidade.

“Mais do que uma estratégia de execução penal, o modelo adotado demonstra que é possível alinhar responsabilização, eficiência administrativa e fortalecimento da rede social, transformando a pena em instrumento de apoio às instituições e de consolidação das políticas públicas no Estado”, finaliza a dirigente.

Fonte: Comunicação Agepen

Chuvas irregulares e altas temperaturas acendem alerta de incêndios florestais em MS

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Incêndios no Pantanal - Saul Schramm / Governo de MS

Depois de um mês com volumes de chuvas acima da média histórica, as regiões Sul e Sudoeste de Mato Grosso do Sul devem sofrer um período de estiagem e escassez hídrica , fato já observado nos últimos dois meses. 

Por causa disso, as regiões ampliam o alerta para ocorrência de focos de calor e risco elevado para incêndios nos próximos dias. 

Os dados foram apresentados pelos meteorologistas do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec) durante reunião na manhã desta quarta-feira (4). 

A tendência meteorológica para o próximo trimestre no Estado indica ocorrência de chuvas irregulares e abaixo da média, além de calor acima do esperado. No período entre 3 a 19 de março, deve ocorrer expressiva diminuição de chuva nas regiões Sudoeste e Sul do Estado. 

Chuvas irregulares e altas temperaturas acendem alerta de incêndios florestais em MS
Fonte: Cemtec

Essas probabilidades colocam, ao menos, metade de Mato Grosso do Sul, especialmente na bacia do Rio Paraná, em alerta para risco de incêndios florestais. 

As condições são consequência do aquecimento das águas do Oceano Pacífico, causando o fenômeno conhecido como El Niño, provocando mudanças no clima em todo o planeta nos próximos meses. 

A tendência de poucas chuvas e altas temperaturas no Estado é a combinação favorável para a ocorrência de incêndios florestais. 

Para o secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, a situação é vista com preocupação. 

“Os dados apontam irregularidades no regime de chuva, o que obriga o Governo a se manter em alerta para eventualidades de descontrole dos focos de calor”, afirmou a Pasta. 

A reunião reuniu representantes do Corpo de Bombeiros, Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (Cepdec/MS), Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), Secretaria de Comunicação (Secom), Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e Semadesc, com o objetivo de planejar, coordenar e executar ações de prevenção e combate aos incêndios florestais no Estado. 

Como já noticiou o Correio do Estado, o Governo de Mato Grosso do Sul indica que já têm preparado as chamadas ações de combate aos incêndios, feitas através do Corpo de Bombeiros tanto por terra quanto também pelo uso de aeronaves. 

Em 2025, por exemplo, foram detectados por satélite aproximadamente 924 eventos de fogo, com o combate direto em 88 desses e um total de 1.105 ações. Foram quase 1,3 mil militares mobilizados e pelo menos 60 viaturas empregadas nas 4.391 ocorrências registradas, boa parte em perímetro urbano e periurbano. 

Histórico

Mato Grosso do Sul registrou 49.434 hectares de vegetação queimados de 1º a 27 de janeiro deste ano, sendo o pior mês de janeiro para incêndios florestais dos últimos 10 anos, como apresentado pelos meteorologistas do Cemtec. 

Conforme os dados, a área queimada em 2026 já representa mais que o dobro do mesmo período do ano passado, que até então era a pior da década para o mês, e quando foram registrados 22.036 hectares consumidos pelo fogo.

O fato foi contribuído pela estiagem que atingiu especialmente a região do Pantanal no primeiro mês do ano. Conforme o Cemtec, entre 1º e 26 de janeiro, nenhum dos pontos monitorados pela rede de estações meteorológicas do Estado alcançou a média histórica de chuvas.

Na região do Pantanal, em localidades como na Serra do Amolar, em Corumbá, o nível de chuvas ficou 98% abaixo do esperado. Em Paranaíba, região do Bolsão, 99% abaixo.

Em fevereiro houve uma melhora na distribuição de chuvas, mas ainda assim, em 29 dos 65 pontos monitorados pelo Cemtec/MS o volume de chuvas ficou abaixo da média.

No bioma Pantanal, os acumulados desde o início do ano até dia 28 de fevereiro ficaram acima da média em seis das oito regiões monitoradas. Apenas na região de Corumbá (338,4 mm) e do Pantanal da Nhecolândia (442,6 mm) choveu mais que o esperado para o período. 

Como consequência direta da irregularidade das chuvas, o nível do rio Paraguai, principal curso de água da planície pantaneira, está próximo do registrado em 2024 nas regiões de Ladário e Porto Murtinho, quando atingiu 0,52 metro, considerado o menor nível da história. 

Atualmente, o nível do rio é de 0,90 metros em Ladário, nível fora da normalidade para o período, e de 1,23 metros em Porto Murtinho, com nível crítico para a navegação. Somente em Cáceres o nível do rio está bem acima do verificado em 2024 e próximo do registrado no ano passado.

Fonte: Karina Varjão/Correio do Estado

Câmara de Amambai apresenta indicações voltadas à infraestrutura, educação e segurança segunda-feira (2)

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Nesta segunda-feira, 2 de março, os vereadores de Amambai se reuniram para mais uma sessão ordinária no Plenário Lourinho de Jesus Albuquerque, dando continuidade aos trabalhos legislativos de 2026.

Na pauta, foram discutidas propostas voltadas à infraestrutura urbana, educação, saúde, segurança pública e melhorias em espaços de uso coletivo. A ata da sessão anterior foi lida e aprovada por unanimidade antes do início das apresentações das matérias.

Entre as proposições, a vereadora Suzana Ulisses protocolou o Requerimento nº 008/2026, solicitando informações sobre o saldo e a possibilidade de utilização dos recursos do Convênio de Trânsito, com questionamento específico sobre a viabilidade de aquisição de uma viatura para atender o município.

Também foi apresentado o Projeto de Lei CM nº 001/2026, de autoria da vereadora Talyta Escobar, que autoriza o Executivo a implantar a função de monitor escolar no transporte da rede pública municipal, com o objetivo de ampliar a segurança dos estudantes.

No campo das indicações, as demandas abrangeram diferentes regiões da cidade.

O presidente da Câmara, Darci José da Silva, propôs melhorias na estrutura interna do Hospital Regional de Amambai, solicitando pavimentação nas áreas próximas ao pronto-socorro e estacionamento, além de adequações no meio-fio para ampliação das vagas.

Voltadas aos espaços públicos, duas propostas trataram da manutenção urbana. Éder Pinzan solicitou uma ação completa no Parque Panduí, com limpeza, roçada, reparos estruturais e reforço na iluminação e segurança. Já Jota Roberto pediu serviços de capina, roçagem e manutenção em associações, praças e parques do município.

Na área de mobilidade e estrutura urbana, Roberto Peres indicou a necessidade de reforma e revitalização do Terminal Rodoviário. Joanir Martins propôs adequações em redutores de velocidade e implantação de travessia elevada na Aldeia Limão Verde. Runes Sabão solicitou melhorias na Pista de Caminhada Antônio Francisco Schultz, na saída para Caarapó.

Na educação, Cida Farias defendeu a continuidade do Curso Técnico em Enfermagem e a implantação do Curso Normal Médio da Rede Estadual em Amambai. Paulo Sérgio Locutor solicitou reforma da cobertura e melhorias estruturais na Escola Municipal Flávio Coelho Derzi, na Vila Limeira.

Já Dr. Cassiano Cardozo apresentou indicação para implantação de um ECO Ponto central destinado à coleta de resíduos de jardinagem. A vereadora Lígia Borges solicitou a destinação de uma viatura para a Polícia Civil e outra para a Polícia Militar do município. Encerrando as proposições, Rosa Linda indicou a implantação do Programa Academia da Saúde (PAS) em Amambai.

Durante a sessão, foi informado em plenário que os vereadores Joanir Martins e Roberto Peres não se sentiam bem e precisaram se ausentar para atendimento médico. As matérias de autoria dos parlamentares deverão retornar à pauta na próxima reunião ordinária.

A sessão foi aberta ao público e também transmitida pelos canais oficiais do Legislativo.

Confira a Palavra Livre dos vereadores no canal oficial do YouTube da Câmara de Amambai a partir de 03h21min

Fonte: A.N /Grupo A Gazeta

Gato castrado: cuidados pós-cirurgia e o que muda na alimentação e prevenção de doenças

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Créditos: Julija Matuka/iStock

A castração é um dos procedimentos mais recomendados por veterinários para promover saúde e controle populacional. Mas, após a cirurgia, muitos tutores se perguntam: o que muda na rotina do gato castrado? A resposta envolve ajustes na alimentação, atenção à cicatrização e acompanhamento do comportamento nas primeiras semanas.

Os primeiros dias exigem observação constante, principalmente para evitar complicações e garantir recuperação adequada.

O que muda na vida do gato depois da castração?

Entre as principais mudanças, estão alterações hormonais que impactam metabolismo, apetite e comportamento. O gato pode se tornar menos territorial e reduzir a marcação de território.

Em alguns casos, há diminuição do nível de atividade. Isso explica por que muitos tutores percebem diferença na rotina do pet após o procedimento.

Gato castrado engorda? Como evitar o ganho de peso?

Sim, o ganho de peso pode ocorrer, principalmente porque o metabolismo tende a ficar mais lento. Para evitar obesidade:

  • ajuste a quantidade diária de alimento;
  • estimule brincadeiras e atividade física;
  • evite petiscos em excesso;
  • mantenha horários regulares de alimentação.

A obesidade felina está associada a doenças metabólicas e articulares, por isso o controle alimentar é parte fundamental dos cuidados.

Melhor ração para gato castrado

A alimentação merece atenção especial. Pensar em rações específicas para gatos castrados, como a ração Golden Gatos Castrados, por exemplo, é muito importante, já que elas levam em consideração a mudança hormonal do animal.

Esse tipo de alimento costuma ter teor calórico reduzido e nutrientes voltados para saúde urinária, ponto sensível em felinos adultos.

Gato castrado pode ter problemas urinários? Como prevenir?

Sim, gatos castrados podem apresentar maior predisposição a alterações urinárias, especialmente se houver sobrepeso ou baixa ingestão de água. Para prevenir:

  • incentive consumo de água com fontes ou potes extras;
  • ofereça alimentação balanceada;
  • observe sinais como dificuldade para urinar.

Qualquer alteração deve ser avaliada por um veterinário.

Cuidados com a cicatrização do gato após a castração

Nos primeiros dias, é essencial manter o ambiente tranquilo. Evite que o gato pule ou faça movimentos bruscos.

A região operada deve permanecer limpa e seca. Caso haja vermelhidão intensa, secreção ou inchaço, o tutor deve buscar orientação profissional.

Quanto tempo o gato precisa usar o colar elizabetano?

Em geral, o colar é recomendado por 7 a 10 dias, ou até a liberação do veterinário. Ele evita que o animal lamba ou morda os pontos, o que pode comprometer a cicatrização.

Meu gato castrado não quer comer: o que fazer?

É comum que o apetite diminua nas primeiras 24 horas após a cirurgia, devido ao efeito da anestesia. Caso a recusa persista por mais de um dia, é indicado procurar o veterinário.

Diferença nos cuidados pós-castração de gato macho e fêmea

As fêmeas passam por um procedimento mais invasivo, pois envolve abertura abdominal. Por isso, o período de recuperação pode ser um pouco maior.

Os machos, em geral, apresentam recuperação mais rápida, mas os cuidados básicos são semelhantes.

Quanto tempo dura a recuperação da castração do gato?

A recuperação inicial costuma ocorrer em cerca de 10 a 14 dias. No entanto, a adaptação metabólica é gradual e exige atenção contínua à alimentação e à rotina.

Gato castrado fica mais calmo ou sonolento?

Muitos tutores relatam que o gato castrado fica mais calmo, principalmente por redução dos comportamentos ligados ao cio. Isso não significa apatia, mas, sim, equilíbrio hormonal.

Com acompanhamento veterinário, ajustes na dieta e estímulo à atividade física, o gato pode manter qualidade de vida e saúde em longo prazo após a castração.

Fonte: Divulgação

Com apoio unânime, Lia Nogueira consolida homenagem a um dos grandes nomes da saúde de Dourados

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Foto: Assessoria

Em um gesto que une memória, gratidão e reconhecimento público, a Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade, em votação única, o projeto de lei da deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) que denomina como “Centro de Diagnóstico Dr. Antônio Albuquerque Maranhão” o Centro de Diagnóstico do Hospital Regional de Dourados/MS.

A proposta eterniza o nome de um dos médicos mais respeitados da história de Dourados, transformando o espaço de cuidado em símbolo de legado, ética e compromisso com a vida.

O agora denominado Centro de Diagnóstico Dr. Antônio Albuquerque Maranhão presta homenagem a um profissional que marcou gerações. Formado em Medicina pela UNESP (Botucatu/SP), com especialização em ginecologia e obstetrícia e pós-graduações em ultrassonografia e infertilidade conjugal, Dr. Maranhão construiu uma trajetória pautada pelo conhecimento técnico e, sobretudo, pela sensibilidade no atendimento aos pacientes.

Ele também atuou como preceptor no Hospital Universitário da UFGD e foi perito médico do INSS, contribuindo diretamente para a formação de novos profissionais e para o fortalecimento da saúde pública na região. Ao longo de mais de 40 anos de dedicação à medicina, deixou como marca o acolhimento aos mais humildes, o olhar atento às famílias e o compromisso inegociável com a ética.

Falecido em 16 de março de 2025, Dr. Maranhão teve sua história reconhecida oficialmente com a aprovação do projeto.

Autora da proposta, Lia Nogueira destacou que a homenagem vai além da mudança de nome.

 Que o reconhecimento fortalece a identidade da própria cidade. “Dourados tem orgulho dos seus grandes nomes. Preservar essa memória é valorizar nossa história e inspirar as próximas gerações a seguirem pelo caminho da ética, da competência e do amor à vida. E, para mim, essa homenagem também é muito pessoal. O doutor Antônio foi meu médico, meu ginecologista e obstetra. Meus três filhos nasceram pelas mãos dele. Ele também foi médico da minha mãe. Estamos falando de um profissional que acompanhou famílias inteiras, que faz parte da história de muitos lares douradenses. Muitos filhos de Dourados nasceram pelas mãos do doutor Maranhão”, completou a deputada.

Fonte: Assessoria Dep. Lia Nogueira

Salários de TI: o impacto real da faculdade na valorização e na sua carreira

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Créditos: pixdeluxe/iStock

A discussão sobre formação tecnológica e remuneração ganhou força nos últimos anos com a expansão do setor digital no país. Mas, afinal, ter faculdade de TI aumenta o salário e valoriza a carreira tecnológica no Brasil? Dados de instituições ajudam a responder com base concreta.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), trabalhadores com ensino superior completo recebem, em média, rendimentos significativamente maiores do que aqueles com apenas ensino médio. Com base no relatório Education at a Glance (EaG) 2025, da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), a diferença salarial entre quem tem graduação e quem não tem pode ultrapassar o dobro da renda, dependendo da área de atuação.

No setor de tecnologia, onde a qualificação técnica é determinante, esse impacto tende a ser ainda mais visível.

Qual o impacto da faculdade no salário de TI?

A formação superior está diretamente associada a melhores salários iniciais e maior estabilidade contratual. No caso da tecnologia, funções ligadas a desenvolvimento de sistemas, engenharia de software e análise de dados costumam exigir graduação como critério formal de contratação.

Além disso, levantamento da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) aponta que oito em cada dez graduados em TI conseguem emprego em até um ano após a conclusão do curso. A taxa reforça a relação entre diploma e inserção rápida no mercado.

Profissional de TI sem diploma ganha menos?

Embora o setor seja conhecido por valorizar habilidades práticas, dados do IBGE indicam que, no conjunto da economia, profissionais sem ensino superior tendem a ocupar cargos com menor remuneração média. Em tecnologia, isso se reflete especialmente em posições de entrada ou contratos informais.

A diferença salarial da TI com e sem ensino superior aparece principalmente em cargos estratégicos, nos quais o diploma é exigência formal. Nesses casos, o avanço salarial costuma ser mais acelerado entre graduados.

Carreiras de TI que mais valorizam a formação

Entre as áreas que mais exigem qualificação acadêmica estão:

  • engenharia de software;
  • segurança da informação;
  • ciência de dados;
  • gestão de projetos de tecnologia.

Por que fazer faculdade de TI compensa?

Além da empregabilidade, especialistas em mercado de trabalho apontam que a graduação amplia possibilidades de progressão hierárquica. Ter uma faculdade de ti pode representar acesso mais rápido a cargos de coordenação e liderança, especialmente em empresas de médio e grande porte.

Salário médio de quem tem graduação em tecnologia

Embora os valores variem por região e experiência, dados consolidados pelo IBGE mostram que profissionais com nível superior completo mantêm média salarial superior à de trabalhadores com escolaridade média. No setor financeiro e de tecnologia, estudos educacionais indicam que esses segmentos estão entre os que apresentam crescimento consistente de rendimentos nos últimos anos.

Faculdade de TI é essencial para crescer na carreira?

Não é obrigatória em todos os casos, mas os dados indicam que aumenta as chances de estabilidade, promoção e melhor remuneração. Em especial para cargos estratégicos, o diploma funciona como filtro inicial em processos seletivos.

Quais as áreas de TI que exigem diploma?

Funções reguladas ou que envolvem responsabilidade técnica formal, como engenharia da computação e análise de sistemas em grandes organizações, costumam exigir graduação reconhecida.

Com base em dados oficiais, a resposta à pergunta central é objetiva: a formação tecnológica não é o único fator de valorização, mas está associada a maior empregabilidade, renda média superior e melhores perspectivas de crescimento na carreira tecnológica no Brasil.

Fonte: Assessoria

Prefeitura de Iguatemi entrega 87 títulos fundiários para famílias dos bairros Cherogami e Jardim Élida

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Fotos: Assessoria

A prefeitura de Iguatemi, por meio da Secretaria de Assistência Social/ Departamento de Habitação, realizou na manhã desta quarta-feira (4), a entrega de 87 Títulos de Regularização Residencial para moradores do Bairro Cherogami e Jardim Élida. A entrega oficial aconteceu nas proximidades do Miniginásio Jardim Élida. O ato, contou com a presença do Prefeito Lídio Ledesma, da Secretária Municipal da Assistência Social e Primeira-dama Cecília Welter Ledesma, Diretora-presidente da AGEHAB Maria do Carmo Avezani, Vice-Prefeita Patrícia Margatto, o Presidente da Câmara Jesus Milane de Santana, o Presidente da OAB de Iguatemi Carlos Adão Nogueira, Vereadores e Secretários Municipais.

A solenidade teve início com o Chefe do Cerimonial Adilson Raldi convidando as autoridades para se posicionarem à frente do evento. Em seguida, fizeram uso da palavra a Secretária Social Cecília, o Presidente da Câmara Jesus Milane, a Diretora-presidente da AGAHB Maria do Carmo e finalizando os discursos, o Prefeito de Iguatemi Lídio Ledesma. Em suas falas, parabenizaram o trabalho do Departamento Municipal de Habitação e ressaltaram a importância da regularização definitiva das casas, com a entrega do Título definitivo do Programa REURB.

Para a Secretária Cecília, fazer parte deste momento é muito gratificante, pois a entrega desse título assegura ao proprietário o direito legal sobre sua casa, protegendo-o e garantindo que ele possa usufruir de sua propriedade. “É um privilégio vivenciar junto com as famílias este importante momento que regulariza a real conquista da casa própria. Obrigada a todos pela presença e parabéns pela conquista”, falou Cecília.

“O trabalho realizado pela equipe da Secretaria de Habitação vem ajudando muito a nossa população. A regularização fundiária promove a cidadania e oferece possibilidades aos moradores, que a partir da regularização de seus imóveis passam a ser os proprietários legais. Isso é mais qualidade de vida para o povo de Iguatemi”, agradeço aos servidores do Departamento Municipal de Habitação, a nossa Diretora da AGEHB Maria do Carmo, a Secretária Social Cecília, aos Vereadores e a todos que se esforçaram para que essas casas fossem regularizadas”, destacou o Prefeito Lídio Ledesma.

Após a cerimônia, as autoridades entregaram oficialmente 5 títulos para seus respectivos proprietários e, os outros foram assinar e pegar o título com as servidoras do Departamento de Habitação.

Fonte: Imprensa oficial

Coronel David age para garantir ponte de concreto na MS-229 e proteger o agronegócio de Chapadão do Sul

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Foto: Assessoria

A precariedade da travessia de veículos pesados sobre a atual ponte do Rio Indaiá, na rodovia MS-229, foi debate nesta quarta-feira (4), na Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul). O deputado estadual Coronel David (PL) encaminhou indicação ao governador Eduardo Riedel (PP), com cópia ao secretário de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara, solicitando a viabilização de recursos para a construção de uma nova ponte de concreto no trecho que liga o município de Chapadão do Sul à região da Pedra Branca.

A iniciativa tem origem em demanda apresentada pelo vereador Julinei Raul (PL), que levou ao gabinete do parlamentar estadual relatos sobre a situação crítica da estrutura atual. Segundo o documento, a ponte existente apresenta sinais avançados de fadiga, agravados pela topografia acidentada da região, marcada por uma serra adjacente que torna o trecho ainda mais sensível a acidentes.

Do ponto de vista técnico, o problema ultrapassa a mera conservação viária. Conforme relatado pelo vereador, “a fragilidade da travessia tem causado prejuízos concretos a produtores rurais, com perdas de carga e dificuldades no escoamento da safra”.

Para Coronel David, gargalos logísticos como este, impactam diretamente a competitividade econômica e a arrecadação de Chapadão do Sul, reconhecido pela força do agronegócio local.

“É incompatível a estrutura atual da ponte com o peso e o volume da frota moderna de caminhões que por ela transitam diariamente. A produção local necessita dessa ponte de concreto, para suportar a demanda produtiva e garantir segurança a motoristas, moradores e estudantes que utilizam o transporte escolar neste trecho”, disse Coronel David.

Fonte: Assessoria Coronel David

Vereador Nilsinho solicita limpeza e desobstrução de bueiros em Caarapó

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Foto: Assessoria

O vereador Clenilson Francisco da Silva o “Nilsinho” (PSDB) apresentou documento endereçado ao secretário municipal de Planejamento, Projetos, Habitação e Controle Urbano, Ernani de Almeida Silva Junior, solicitando que viabilize, com a maior brevidade possível, a limpeza e desobstrução de todos os bueiros do município.

A solicitação tem como objetivo prevenir alagamentos e demais transtornos causados pelo entupimento das bocas de lobo, especialmente neste período de chuvas mais intensas. De acordo com o parlamentar, o acúmulo de lixo e vegetação rasteira tem comprometido o escoamento adequado das águas pluviais, gerando riscos à população.

Na justificativa apresentada, o vereador destaca que a obstrução dos bueiros pode resultar em sérios problemas, como enchentes em vias públicas e residências, além da proliferação de mosquitos, insetos e animais peçonhentos, colocando em risco a saúde dos moradores.

Clenilson ressaltou ainda que a demanda tem sido constantemente cobrada pelos moradores, de bairros mais baixos onde o acumulo é ainda maior. O parlamentar reforçou que a medida é preventiva e necessária para garantir segurança, qualidade de vida e bem-estar à população. “Estamos atendendo a uma reivindicação dos moradores e buscando evitar problemas maiores no futuro”, pontuou.

Diante do exposto, o vereador manifestou confiança no pronto atendimento da solicitação por parte da Secretaria Municipal, destacando a importância da manutenção contínua da infraestrutura urbana para o bom funcionamento da cidade.

Fonte: Assessoria Câmara

Prefeitura de Paranhos realiza entrega de uniformes e EPI’s para servidores da Coleta e Unidade de Recicláveis

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Fotos: Assessoria

A Prefeitura de Paranhos nesta quarta-feira (04/3) realizou a entrega de novos uniformes e Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) aos servidores que atuam na Coleta de Lixo e na Unidade de Recicláveis do município. A ação tem como objetivo garantir mais segurança, conforto e valorização aos trabalhadores que desempenham um papel essencial na limpeza urbana e na preservação do meio ambiente.

Esteve presente o prefeito Heliomar Klabunde e o Biólogo  Paulo Klaus, representando a Secretaria Municipal de Meio Ambiente. que destaca a importância de oferecer melhores condições de trabalho aos servidores, reconhecendo o esforço diário de cada um na manutenção da cidade limpa e sustentável.

De acordo com o prefeito, a entrega dos uniformes e EPI’s reforça o compromisso da administração municipal com a segurança e o bem-estar dos colaboradores, além de contribuir para a melhoria dos serviços prestados à população.

Com os novos equipamentos, os servidores passam a contar com mais proteção e conforto no desempenho de suas atividades, refletindo diretamente na qualidade do serviço e na preservação ambiental do município.

Prefeitura de Paranhos realiza entrega de uniformes e EPI’s para servidores da Coleta e Unidade de Recicláveis

Fonte: Assessoria Prefeitura

Área ocupada por favelas quase triplicou em 40 anos no Brasil

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© TÂNIA RÊGO/AGÊNCIA BRASIL

As favelas brasileiras cresceram e ocuparam uma área de 92,3 mil hectares nos últimos 40 anos, aponta o Mapeamento Anual das Áreas Urbanizadas no Brasil, do Mapbiomas, divulgado nesta quarta-feira (4).

De acordo com o estudo, as favelas quase triplicaram de tamanho em quatro décadas, e se tornaram 2,75 vezes maiores, enquanto as cidades, de forma geral, cresceram 2,5 vezes.

O aumento foi observado entre os anos de 1985 e 2024, quando a área urbana de favelas saltou de 53,7 mil hectares para 146 mil hectares.

Manaus foi a cidade brasileira em que as favelas mais cresceram em extensão se comparadas aos outros territórios urbanos nesse período. A área ocupada pelas favelas da capital amazonense aumentou 2,6 vezes.

O estudo revelou ainda que a dinâmica de crescimento das favelas foi mais intensa nas regiões metropolitanas do país, que em 2024, abrigavam 82% das áreas urbanizadas em favelas.

O geógrafo e coordenador do Mapiomas, Júlio Pedrassoli, considera que o crescimento mais acelerado das áreas de favelas em comparação com a média nacional e sua forte concentração em regiões metropolitanas sugerem uma tendência conhecida e preocupante.

“As metrópoles concentram muita riqueza, mas também intensificam problemas estruturais. Frente às mudanças climáticas em curso, se acende um sinal de alerta”, reforça Pedrassoli.

As regiões metropolitanas que abrigam as maiores áreas urbanizadas em favelas são as de São Paulo (SP), Manaus (AM) e Belém (PA), com territórios de 11,8 mil hectares, 11,4 mil hectares e 11,3 mil hectares, respectivamente.

No recorte por favela, o Distrito Federal abriga as que mais cresceram no período entre 1985 e 2024. Esse crescimento posicionou as favelas Sol Nascente e 26 de Setembro em primeiro e segundo lugares das maiores favelas do Brasil, com 599 hectares e 577 hectares.

Rio de Janeiro (RJ), 22/02/2023 - Aglomerado de casas das favelas do Complexo do Alemão, zona norte da cidade.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Aglomerado de casas das favelas do Complexo do Alemão, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Segurança hídrica

As cidades brasileiras também ocuparam mais áreas ameaçadas pela disponibilidade de água para abastecimento das populações nos últimos.

De acordo com os pesquisadores, 25% das áreas naturais que foram urbanizadas estão localizadas onde a capacidade de abastecimento hídrico é crítica. Essas áreas somam cerca de 167,5 mil hectares.

Ao todo, esse montante inclui territórios em 1.325 municípios brasileiros, sendo que a cidade do Rio de Janeiro é a que concentra a maior área urbanizada em condições mínimas de segurança hídrica.

Na capital fluminense 7,6 mil hectares a mais foram urbanizados em áreas nessas condições ao longo de 40 anos.

“Existe um descompasso entre o crescimento das cidades e a disponibilidade de água. O fato de 1.325 municípios terem ampliado sua mancha urbana nessas condições revela que o problema é estrutural e nacional. Não é apenas uma questão de risco”, conclui Pedrassoli.

Fonte: Fabíola Sinimbú – repórter da Agência Brasil

Crime de estupro: entenda os agravantes e punições previstas em lei

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Foto: Freepik

No Rio de Janeiro, a Polícia Civil investiga um estupro coletivo contra uma garota de 17 anos, em Copacabana, na Zona Sul. O crime, ocorrido na noite de 31 de janeiro, teria a participação de quatro homens e um adolescente menor de idade.

A legislação brasileira prevê penas de prisão maiores quando o estupro é coletivo e quando é cometido contra menores de 18 anos. Alguns desses agravantes foram estabelecidos nos últimos anos, como resposta do Legislativo à repercussão pública de outros crimes.

Entenda quais são os principais tipos, agravantes e punições previstos na lei.

Crime de estupro

O texto que trata do crime de estupro está no artigo 213 do Código Penal. A redação atual foi aprovada por meio da Lei nº 12.015, de 2009.

Ela define estupro como o ato de “constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso”.

Os termos jurídicos podem trazer dúvidas. Em linguagem mais usual, “conjunção carnal” significa ato sexual em que há penetração.

“Ato libidinoso” é qualquer prática que tem o objetivo de satisfazer um desejo sexual, sem que haja necessariamente penetração: toques nas partes íntimas, masturbação em público, sexo oral ou anal, e qualquer contato corporal com conotação sexual sem consentimento.

Portanto, “constrangimento”, “violência”, “ameaça” e “ausência de consentimento” são termos centrais para tipificar qualquer prática sexual como crime. A previsão é de 6 a 10 anos de prisão para os responsáveis.

Alguns agravantes podem aumentar a pena. Se a vítima sofrer lesão corporal grave ou se for menor de 18 anos, o culpado pode pegar de oito a doze anos de prisão. Caso o crime resulte na morte da vítima, a pena prevista é de 12 a 30 anos de prisão.

Estupro coletivo

A lei nº 13.718, de 2018, aumentou as penas para os casos em que há estupro coletivo. Para ser considerado “coletivo”, basta ter duas ou mais pessoas responsáveis pelo crime. Também há menção ao chamado “estupro corretivo”, crime em que há o objetivo de “controlar o comportamento social ou sexual da vítima”.

Nesses casos, a pena pode ser aumentada entre 1/3 (um terço) e 2/3 (dois terços). O que significa que o tempo máximo de prisão passa de 10 anos (crime individual) para 16 anos e oito meses (crime coletivo).

A lei foi proposta depois da repercussão de um caso de 2016, quando uma mulher de 34 anos foi vítima de um estupro coletivo em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro.

Segundo ela, pelo menos dez homens participaram do crime. Os policiais apreenderam dois adolescentes em flagrante, mas os demais suspeitos conseguiram fugir.

Rio de Janeiro (RJ), 03/03/2026 – A 12ª Delegacia Policial investiga casos de estupro coletivo de uma adolescente ocorrido em Copacabana. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
A 12ª Delegacia Policial investiga casos de estupro coletivo de uma adolescente ocorrido em Copacabana. – Fernando Frazão/Agência Brasil

Estupro de vulnerável

A legislação brasileira prevê penas maiores nos casos em que a vítima de estupro é considerada vulnerável: menores de 14 anos e pessoas com deficiência. A atualização mais recente sobre o assunto foi estabelecida pela lei 15.280 de 2025.

O estupro de vulnerável passou a ser punido com reclusão de 10 a 18 anos. O estupro com lesão corporal grave terá pena de 12 a 24 anos, e o estupro com resultado morte prevê entre 20 e 40 anos de prisão.

Praticar ato sexual na presença de menor de 14 anos tem pena prevista de 5 a 12 anos. Submeter crianças e adolescentes à exploração sexual, pena de 7 e 16 anos. Oferecer, transmitir ou vender cenas de estupro passa a ser punido com 4 a 10 anos de reclusão.

Em fevereiro de 2026, o Senado Federal aprovou o Projeto de Lei 2.195/24. O PL reafirma que a relação sexual com menores de 14 anos é crime independentemente de consentimento, experiência sexual da vítima ou gravidez resultante do estupro.

O texto foi encaminhado para sanção presidencial.

O PL foi uma resposta a uma decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que havia absolvido um homem de 20 anos acusado de estuprar uma menina de 12 anos. O relator do caso afirmou que a relação entre eles era “consensual” e que não teria havido violência.

Depois da repercussão, o tribunal voltou atrás e condenou o homem.

Fonte: Rafael Cardoso – Repórter da Agência Brasil

Sebrae/MS, Governo do Estado e Prefeitura lançam Plano de Desenvolvimento Municipal de Amambai

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No dia 11 de março, das 19h às 21h, será lançado o Plano de Desenvolvimento Municipal (PDM) de Amambai. A iniciativa é realizada pelo Sebrae/MS, em parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), e Prefeitura Municipal. O evento integra as ações do programa Cidade Empreendedora, desenvolvido no município em uma parceria entre as instituições, e será realizado na Associação Comercial e Empresarial de Amambai, localizada na rua Sete de Setembro, 3981, Centro.

Voltado à promoção do desenvolvimento local e à melhoria da qualidade de vida da população, o Cidade Empreendedora reúne um conjunto de ações que fortalecem a gestão pública e impulsionam o fortalecimento dos pequenos negócios. Dentro dessa estratégia, o PDM é a principal ferramenta de orientação: um documento que apresenta o diagnóstico do município, projetos prioritários, indicadores e diretrizes de monitoramento. O material estabelece uma agenda integrada de desenvolvimento, alinhada às vocações do território e às necessidades da comunidade.

Desde 2018, o Cidade Empreendedora já atendeu 45 municípios em Mato Grosso do Sul. Atualmente, 36 cidades participam do programa, divididas em três modalidades: Transforma, Avança e Excelência. Amambai inicia o terceiro ciclo Cidade Empreendedora, já que aderiu ao programa em 2021 e 2023. Agora, o município ingressa no pacote Excelência – o mais completo e extenso das três opções ofertadas às prefeituras. Nessa frente de acompanhamento, que segue até 2028, são contemplados os oito eixos do programa, com atuação intensiva e ações focadas na eficiência da gestão municipal, melhoria do ambiente de negócios, fomento ao empreendedorismo e promoção do desenvolvimento a partir da vocação e identidade do município.

Serviço
Lançamento do Plano de Desenvolvimento Municipal de Amambai
Data: 11/03/2026 (quarta-feira)
Horário: 19h às 21h
Local: Associação Comercial e Empresarial de Amambai – Rua Sete de Setembro, 3981, Centro.

Fonte: Assessoria Sebrae