Pesquisadores avaliaram como diferentes estratégias de intensificação na pecuária influenciam o ganho de peso de bovinos nelore, a emissão de metano entérico e o acúmulo de carbono no solo. Foto: Thais Rodrigues de Sousa
Sistemas de integração lavoura-pecuária (ILP) que incluem consórcio entre leguminosas e gramíneas forrageiras de maior potencial produtivo promovem melhor desempenho animal e menor intensidade de emissão entérica de metano (CH₄), além de elevar o acúmulo de carbono no solo. A conclusão é de um estudo conduzido pela Embrapa Cerrados (DF), em parceria com a Universidade de Brasília (UnB). O trabalho científico foi destaque em simpósio internacional coordenado pelo Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical (CCARBON), da Universidade de São Paulo (USP). Veja quadro abaixo.
Os resultados fazem parte da tese de doutorado da bolsista Thais de Sousa, que está sendo desenvolvida com a colaboração dos pesquisadores da Embrapa Cerrados Arminda de Carvalho, Roberto Guimarães Junior e Robélio Marchão, sob orientação da professora da UnB Lucrécia Ramos.
Durante o estudo, pesquisadores avaliaram como diferentes estratégias de intensificação na pecuária influenciam o ganho de peso de bovinos nelore BRGN, a emissão de metano entérico e o acúmulo de carbono no solo. Foram analisados três sistemas de produção: uma pastagem contínua solteira de capim BRS Piatã (S1); uma pastagem contínua de BRS Piatã consorciada com a leguminosa feijão-guandu IAPAR 43 (S2); e uma pastagem em rotação com lavoura (ILP) de capim BRS Zuri (S3).
Os resultados mostraram que os animais apresentaram maior ganho de peso nos sistemas mais intensificados. No S1, o ganho médio diário foi de 0,44 kg; no S2, de 0,69 kg; e no S3, de 0,76 kg por animal. A intensidade de emissão de metano, que expressa a relação entre emissão e o ganho de peso total por área foi menor nos sistemas S2 e S3. Por outro lado, a pastagem solteira utilizada como referência no estudo alcançou 450 g CH₄ kg GPV/ha (quilo de ganho de peso vivo por hectare), o consórcio com leguminosa emitiu 269 g CH₄ kg GPV/ha e o sistema integrado com capim Zuri em rotação, 224 g CH₄ kg GPV/ha.
O estoque de carbono no solo na camada de 0 – 30 cm acompanhou a mesma tendência, sendo maior nos sistemas integrados, com destaque para o S2 com a presença da leguminosa, que apresentou 83,17 t C ha⁻¹ (toneladas por hectare), em comparação a 62,20 t C ha⁻¹ na pastagem solteira, ou seja, mais de 20 t ha⁻¹ de incremento de C no consórcio do Piatã com o guandu anão.
Emissões de GEE
O estudo também demonstrou que é possível intensificar a produção pecuária e, ao mesmo tempo, mitigar as emissões de GEE. Sistemas bem manejados, seja com a inclusão de leguminosas ou com a rotação lavoura-pecuária, permitiram maior produção de carne com menor emissão de metano, além de aumentarem o carbono armazenado no solo, melhorando o balanço geral. Resultados anteriores obtidos na mesma área experimental já haviam demonstrado que os sistemas integrados também reduzem as emissões de óxido nitroso (N2O), um outro gás de efeito estufa, em até 59%.
Esses resultados evidenciam que tecnologias como o consórcio de pastagens com leguminosas e a rotação com lavoura são fundamentais para tornar a pecuária mais sustentável e resiliente, contribuindo para a redução dos gases de efeito estufa e uma produção de carne de baixo carbono.
Os dados foram coletados no experimento com sistemas ILP mais antigo do Brasil, localizado na Embrapa Cerrados e implantado em 1991. As avaliações ocorreram em maio, agosto e dezembro de 2024.
Metano no centro dos debates
O Brasil é um dos maiores produtores de carne bovina do mundo, e mais de 90% dessa produção ocorre em sistemas a pasto, que ainda apresentam grande potencial de intensificação. A emissão de metano entérico, gerado no processo digestivo dos animais, tem um alto potencial de aquecimento global, 27 vezes maior que o do CO₂ em 100 anos, sendo influenciado principalmente pela qualidade, disponibilidade e consumo da forragem por ruminantes.
O tema foi destaque nas discussões sobre como a agropecuária brasileira pode contribuir para mitigação das mudanças climáticas durante a COP30, realizada em Belém (PA). “A redução das emissões sem comprometer o desempenho animal é um dos principais desafios da agropecuária, e sistemas integrados, consorciados ou intensivos têm se mostrado alternativas viáveis na descarbonização desse setor”, afirma a pesquisadora Arminda de Carvalho.
Atualização das recomendações Recomendações sobre o uso de leguminosas em consórcio com pastagens estão sendo atualizadas. Uma circular técnica com orientações para a introdução do guandu-anão em consórcio com capim-braquiária, em sistema de plantio direto, foi publicada em setembro deste ano pela equipe de especialistas da Embrapa Cerrados e está disponível para consulta aqui.
Segundo o pesquisador Robélio Marchão, a Embrapa Cerrados tem atuado em projetos voltados a posicionar novas cultivares de forrageiras nos sistemas integrados, de acordo com suas funcionalidades. “Trata-se de um novo conceito, em que as plantas forrageiras têm sido utilizadas como espécies de duplo propósito ou plantas de serviço, podendo atuar tanto como pastagens nas áreas de integração com a pecuária quanto como plantas de cobertura nas áreas agrícolas, desempenhando papéis específicos na melhoria do sistema de produção”, destaca o pesquisador.
No caso do consórcio com guandu-anão, a equipe ressalta que, além de elevar o valor nutritivo da forragem, há uma melhoria na qualidade do solo que impacta diretamente a gramínea, aumentando a disponibilidade de nitrogênio em formas orgânicas.
Menção honrosa O trabalho “Enteric methane emission of Nellore cattle and soil carbon stock on integrated systems in the Cerrado” recebeu menção honrosa como destaque do “3rd CCARBON/USP Symposium – Sustainable and Resilient Livestock: Ecological Strategies for Climate Mitigation and Biodiversity Conservation”.
Segundo a doutoranda Thais de Sousa, o prêmio representa mais do que um reconhecimento acadêmico, pois materializa o esforço de uma equipe multidisciplinar que se empenhou para a realização do trabalho e reforça a importância das pesquisas sobre redução das emissões de gases de efeito estufa no setor agropecuário.
O 3rd CCARBON/USP foi organizado pelo Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical da USP e realizado em 6 de novembro, no auditório do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA/USP), em Piracicaba (SP).
O evento reuniu pesquisadores, empresas, formuladores de políticas públicas e produtores para discutir estratégias visando uma produção pecuária mais sustentável e voltada à redução das emissões de gases de efeito estufa.
Nesta segunda-feira, 5 de janeiro, o prefeito de Tacuru, Rogério Torquetti, divulgou um vídeo em suas redes sociais anunciando o início da troca do telhado do Hospital Municipal.
Na gravação, o prefeito aparece no teto da unidade de saúde e explica que a obra era necessária devido a problemas antigos de infiltração, que comprometiam o funcionamento do hospital. Segundo ele, o telhado estava em más condições e permitia a entrada de água em períodos de chuva.
Rogério Torquetti informou que toda a estrutura do telhado será substituída e que o novo material contará com telhas acústicas e térmicas, que devem reduzir o ruído e o calor no interior do prédio.
De acordo com o prefeito, a primeira etapa da obra consiste na manutenção e troca completa do telhado. Na sequência, será realizada a reforma da parte interna do hospital, com o objetivo de proporcionar mais conforto aos pacientes.
Ao final do vídeo, o prefeito destacou que a iniciativa faz parte das ações de melhoria na infraestrutura da saúde do município e reafirmou o compromisso da administração com a população de Tacuru.
Criada para permitir o acesso público a anúncios veiculados em plataformas digitais, a biblioteca de anúncios reúne informações sobre criativos, formatos e mensagens utilizadas por anunciantes. Segundo especialistas em marketing, a ferramenta ajuda a compreender padrões de comunicação e tendências de mercado.
De acordo com conteúdos publicados por portais especializados, a biblioteca de anúncios surgiu como resposta à demanda por maior clareza sobre publicidade digital, oferecendo um ambiente em que qualquer pessoa pode consultar anúncios ativos ou já veiculados.
Como acessar a biblioteca de anúncios do Facebook?
O acesso à ferramenta é aberto e não exige cadastro prévio. Conforme explicam materiais educativos do setor, basta entrar no site oficial da plataforma responsável pela biblioteca e selecionar o país e a categoria desejada. A navegação permite pesquisar anúncios por palavras-chave, nomes de páginas ou temas específicos.
Segundo publicação da Eduzz, a proposta é garantir que usuários, empresas e profissionais de marketing consigam visualizar campanhas em circulação, entendendo melhor como as marcas se comunicam com seus públicos.
Para que serve a biblioteca de anúncios da Meta?
A principal função da ferramenta é oferecer transparência sobre anúncios pagos. De acordo com análise publicada pela Reportei, a biblioteca permite acompanhar peças publicitárias ativas, entender variações de criativos e observar mensagens utilizadas em diferentes campanhas.
Para as empresas, isso representa uma oportunidade de análise estratégica. Ao observar anúncios em circulação, profissionais conseguem identificar abordagens recorrentes, formatos mais usados e tipos de comunicação mais frequentes dentro de determinados segmentos.
Qual a importância da biblioteca de anúncios para empresas?
A importância da biblioteca de anúncios está diretamente ligada à inteligência de mercado. A ferramenta contribui para promover decisões mais embasadas, evitando estratégias baseadas apenas em tentativa e erro. Segundo especialistas citados pelo RD Station, analisar anúncios existentes ajuda empresas a compreender o cenário competitivo e aprimorar suas próprias campanhas.
Entre os principais benefícios apontados, estão:
maior compreensão das tendências de comunicação;
análise de mensagens utilizadas em diferentes setores;
apoio na construção de campanhas mais alinhadas ao mercado;
incentivo à transparência publicitária.
Nesse contexto, a importância dabiblioteca de anúncios vai além da simples consulta, tornando-se um recurso de aprendizado contínuo para equipes de marketing.
Como pesquisar anúncios na biblioteca de anúncios?
A pesquisa pode ser feita de forma simples e intuitiva. Conforme orientações disponíveis em guias especializados, é possível:
buscar por palavras-chave;
filtrar por país ou período;
selecionar categorias específicas;
visualizar anúncios ativos ou inativos.
Esses filtros facilitam a análise e permitem que o usuário encontre informações relevantes, de forma rápida e organizada.
A biblioteca de anúncios é paga ou gratuita?
Segundo informações divulgadas por portais de marketing digital, a ferramenta é totalmente gratuita. Não há cobrança para acessar, pesquisar ou visualizar anúncios, o que amplia o alcance e reforça seu papel como instrumento de transparência.
Como saber quais anúncios estão ativos na biblioteca da Meta?
A identificação de anúncios ativos ocorre diretamente na visualização da ferramenta. Conforme explicam materiais educativos do setor, cada anúncio exibe informações sobre seu status, período de veiculação e variações de criativos.
Para consultar a biblioteca de anúncios da Meta, por exemplo, é preciso acessar o site específico para isso, em que os anúncios são organizados de forma pública e acessível. Essa funcionalidade permite acompanhar campanhas em tempo real e entender como as mensagens estão sendo distribuídas.
A Prefeitura de Amambai, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou o boletim epidemiológico das arboviroses — dengue, chikungunya e zika — referente ao período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2025, com base em dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).
Conforme o levantamento, ao longo de 2025 foram 652 casos de dengue notificados no município. Deste total, 607 casos foram encerrados, sendo 28 confirmados e 579 descartados. Não houve registro de óbitos por dengue no período.
A Secretaria Municipal de Saúde ressalta que os números podem ser ainda maiores, uma vez que muitas pessoas com sintomas leves não procuram atendimento médico, o que pode resultar em subnotificação dos casos.
Em relação à chikungunya, foram 644 casos notificados, com 591 encerrados. Entre eles, 16 casos foram confirmados e 575 descartados, também sem registro de óbitos. Já sobre o zika vírus, o município contabilizou 17 notificações, todas encerradas, sem nenhum caso confirmado.
Prevenção é essencial
Mesmo com a ausência de óbitos, a Secretaria Municipal de Saúde reforça que a prevenção continua sendo a principal forma de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika.
A população deve manter cuidados simples no dia a dia, como eliminar água parada em recipientes, manter caixas d’água bem fechadas, limpar calhas e quintais e permitir o acesso dos agentes de endemias às residências.
A Prefeitura de Amambai reforça que o enfrentamento às arboviroses depende do envolvimento de toda a comunidade, sendo fundamental a colaboração da população para reduzir os riscos e proteger a saúde pública.
A Aldeia Amambai vive dias de intensa movimentação esportiva e integração comunitária com a realização da 5ª edição dos Jogos Indígenas de Verão, que teve abertura oficial no sábado, 3 de janeiro, e já contabiliza diversos jogos disputados com grande participação do público e dos atletas.
O evento reúne aproximadamente 600 atletas indígenas, representando aldeias e comunidades de diferentes municípios da região, entre elas Campestre (Antônio João), Takuaperi (Caarapó), CELSapucaia, Jaguapiru Bororó (Dourados), Sassoró (Tacuru), Guassuty e Guaviry (Aral Moreira), Sete Cerro (Paranhos) e Rancho Jacaré (Laguna), consolidando-se como um dos maiores encontros esportivos indígenas do sul do Estado.
As competições acontecem diariamente, na quadra da Escola Municipal Guarani Kaiowá, nos horários das 13h às 17h e das 18h às 21h30, e seguem até a próxima semana. A data de encerramento será divulgada no início da próxima semana pela organização.
Abertura marcou celebração do esporte e da cultura indígena A cerimônia de abertura foi realizada no sábado (3), às 18h, e contou com a presença de autoridades municipais, lideranças indígenas e representantes da comunidade. Estiveram presentes o prefeito de Amambai, Sérgio Barbosa, acompanhado da primeira-dama, Maria Helena Rozin Barbosa, a vereadora Suzana Ulisses, além dos secretários municipais de Desporto e Cultura, Ramón Batista, e de Infraestrutura, Fernando Fischer, entre outras lideranças.
A abertura deixou em evidência o talento, a dedicação e o espírito coletivo dos atletas indígenas, reforçando a importância do esporte como ferramenta de inclusão, fortalecimento cultural e promoção da saúde. Organização e apoio Os Jogos Indígenas de Verão são idealizados e coordenados pelo professor de Educação Física Neimar Ortiz, com o apoio direto de Elivelton, Aguinaldo, Tailon e Jânio, que integram a equipe organizadora. O evento também conta com o apoio das lideranças da Aldeia Amambai, Flaviano Franco e Hernani Cáceres, além do suporte da Prefeitura de Amambai, por meio da Secretaria Municipal de Desporto e Cultura (SEdesc), e de diversos patrocinadores.
De acordo com a organização, a iniciativa tem como principal objetivo estimular hábitos saudáveis, promover a integração entre as aldeias e destacar os benefícios do esporte para a saúde física e mental, especialmente entre os jovens.
Modalidades disputadas Nesta edição, os jogos contam com quatro modalidades, disputadas nas categorias masculino e feminino: • Atletismo – corrida de 5 km • Voleibol misto • Futsal • Basquete As premiações são em dinheiro. No futsal, uma das modalidades mais aguardadas da competição, a premiação total será de R$ 10 mil, o que reforça a importância do torneio e valoriza ainda mais o empenho e a competitividade das equipes participantes. Vôlei misto já tem campeões definidos As disputas do voleibol misto já foram encerradas. Confira a classificação final: • 1º lugar – Dourados: R$ 2.000,00 • 2º lugar – Ava Mbareté Master (Amambai): R$ 300,00 • 3º lugar – Stars Vôlei: R$ 100,00
Os Jogos Indígenas de Verão seguem como um verdadeiro espaço de celebração do esporte, da cultura e da união entre os povos indígenas, fortalecendo laços comunitários e reafirmando a Aldeia Amambai como referência regional na promoção de atividades esportivas e sociais.
A prefeita de Aral Moreira, Elaine Soligo, publicou um vídeo nesta segunda-feira, 5 de janeiro, pedindo a colaboração da população para a preservação da praça central do município.
Durante a gravação, a prefeita destacou que o espaço passou por um processo de revitalização no final de 2025, mas que, ao passar pelo local nesta segunda-feira, encontrou a praça tomada por lixo, como garrafas PET, garrafas de cerveja e cacos de vidro.
Ela ressaltou que a situação compromete a segurança das famílias, especialmente das crianças, que ficam impossibilitadas de utilizar o espaço público de forma adequada e segura.
Elaine Soligo reforçou que a conservação dos espaços públicos depende do envolvimento de toda a comunidade e pediu o apoio da população para manter a praça limpa, garantindo o bom uso do local por todos os moradores.
Um cachorro chamado Kelvin está desaparecido em Amambai desde a manhã de domingo, 4 de janeiro. O animal sumiu na região da Vila Caiuás.
De acordo com a família, Kelvin faz uso de medicamento controlado e está tosado, o que aumenta a preocupação com seu paradeiro. Qualquer informação que possa ajudar a localizá-lo pode ser repassada pelo telefone (67) 9 9294-2586.
Uma cachorra chamada Samanta está desaparecida em Amambai desde o dia 31 de dezembro. De acordo com a tutora, o animal sumiu na região da Vila Cristina após se assustar com fogos de artifício.
Samanta é de porte médio e qualquer informação que possa ajudar a localizá-la pode ser repassada pelo telefone (67) 9 9886-1392.
A família pede o apoio da comunidade para compartilhar as informações e ajudar no reencontro.
A Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso do Sul (SEFAZ/MS) informa que o prazo para pagamento do IPVA 2026 à vista, com 15% de desconto, que venceria nesta segunda-feira (5), foi prorrogado excepcionalmente para quinta-feira, dia 8 de janeiro.
A decisão foi adotada em razão de uma inconsistência no sistema, que gerou instabilidade no período da manhã e dificultou a emissão do Documento de Arrecadação Estadual (DAEMS) para parte dos contribuintes. A medida tem como objetivo evitar prejuízos a aqueles que não conseguiram gerar o boleto dentro do prazo originalmente previsto.
Para quem optar pelo parcelamento, o imposto poderá ser dividido em até cinco parcelas, com os seguintes vencimentos:
Vista da entrada da cidade, em Amambai. (Foto: Vilson Nascimento)
Vilson Nascimento
A Casa do Trabalhador, órgão ligado à Fundação do Trabalho (Funtrab), do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza pelo menos 19 oportunidades de emprego nesta terça-feira, dia 6 de janeiro, em Amambai.
Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas
1 vaga para pedreiro
2 vagas para atendente de balcão
2 vagas para mecânico de automóveis
1 vaga para auxiliar de mecânico de autos
1 vaga para mecânico de bicicleta
1 vaga para recepcionista (necessário ter CNH)
1 vaga para vendedor
1 vaga para confeiteiro
1 vaga para contador
1 vaga para carpinteiro de obras
1 vaga para torneiro mecânico
Casa do trabalhador também oferece
A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região.
Segundo o órgão para dar entrada no pedido de benefício o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade).
A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa às instalações da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.
O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 11h. Das 13h às 17h o trabalho é interno.
Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.
Seleção de animais superiores, otimização de dietas, oferta de água de qualidade, aprimoramento da sanidade animal, e busca do bem-estar estão entre as estratégias para redução do metano na pecuária. Foto: Gisele Rosso
A Embrapa desenvolveu três protocolos para reduzir a emissão de gases de efeito estufa (GEE) e aumentar o sequestro de carbono na produção de leite. Denominados Boas práticas para a mitigação da emissão de metano dos bovinos; Boas práticas para a redução da emissão de amônia e óxido nitroso no solo; e Boas práticas de manejo de solos para acúmulo de carbono, eles são resultado de anos de pesquisa e incidem sobre os principais processos geradores de GEE da pecuária de carne e leite, como a aplicação de fertilizantes nos solos e o uso de insumos na produção de alimentos para os animais. A iniciativa representa uma contribuição concreta para a mitigação dos impactos climáticos na agropecuária.
Os protocolos, que fazem parte de um livro publicado pela Embrapa Pecuária Sudeste (veja mais detalhes no último quadro desta matéria), vão contribuir para os objetivos de descarbonização da cadeia leiteira do País e para o atendimento da meta 13 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), de combate às mudanças climáticas.
De acordo com a pesquisadora Patrícia Perondi Anchão Oliveira, da Embrapa Pecuária Sudeste (SP), a atividade leiteira é desafiadora para o produtor. A redução das emissões é mais um fator de preocupação que pecuaristas devem considerar na tomada de decisões nas propriedades para garantir a segurança alimentar das gerações futuras, com menor impacto ambiental, e atendendo ao mercado consumidor, cada vez mais exigente.
Segundo estimativas do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), de 2024, ano base 2022, o setor agropecuário é responsável por 30,5% das emissões de GEE do Brasil. Dessas, 19% são de metano. Das emissões de metano, 97% são provenientes dos bovinos e, desse montante, 86% do rebanho de corte e 11% do rebanho leiteiro.
Os três protocolos desenvolvidos pela Embrapa estabelecem métodos e tecnologias que podem ser adotados nos sistemas de produção de leite para diminuir as emissões e aumentar o sequestro de carbono. Técnicos e produtores têm à disposição soluções para cooperar na garantia da sustentabilidade do Planeta. “A adoção de tecnologias adequadas para cada tipo de sistema é crucial para desenvolver uma pecuária mais resiliente, sustentável e responsável”, destaca o chefe-geral da Embrapa Pecuária Sudeste, Alexandre Berndt.
Saiba mais detalhes sobre os três novos protocolos:
Boas práticas para mitigação da emissão de metano pelos animais A demanda por produtos de origem animal tem aumentado significativamente e supera a produção. Dessa forma, é necessário aprimorar os sistemas pecuários para atender a crescente necessidade por alimentos, sem deixar de lado a sustentabilidade e o bem-estar animal.
A pesquisadora lembra que os bovinos são capazes de transformar pasto em carne e leite, produtos de elevado valor nutricional. No entanto, liberam metano pela eructação (arroto), mais de 95%, e, uma pequena parcela, na forma de flatulência.
Cientistas têm se debruçado em busca de soluções para reduzir os impactos negativos do metano. No caso da produção leiteira, as estratégias incluem melhoria dos índices produtivos e reprodutivos; diminuição de animais de reposição; seleção de animais superiores; otimização de dietas, uso de aditivos; oferta de água de qualidade; avanço no manejo dos bovinos e das pastagens; aprimoramento da sanidade animal; e, busca do bem-estar.
A pesquisadora explica que qualquer animal que, por questões sanitárias ou de estresse, paralise a produção, agrava as emissões por litro de leite, uma vez que a vaca continua emitindo metano mesmo sem produzir, por ser um processo natural dos ruminantes.
A exposição às doenças aumenta a quantidade de energia e nutrientes despendidos para combatê-las, diminuindo a disponibilidade deles para produção. Assim, manter bovinos saudáveis reduz a quantidade de metano produzido por quilo de leite. Outro fator é a especialização genética. Em pastagens de alta qualidade, verificou-se diferença na produção de metano em função das raças, de 18,4 e 25,3 gramas por litro (g/L) de leite em holandesas puras e girolandas, respectivamente. Ou seja, as vacas holandesas, com maior produção, distribuem melhor a carga de metano pelo leite produzido.
Melhores índices zootécnicos também influenciam na emissão, e podem ser alcançados com práticas nutricionais, sanitárias e reprodutivas. Segundo o chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Pecuária Sudeste, André Novo, animais saudáveis de alta produtividade colaboram para a redução do impacto do setor sobre as mudanças climáticas.
Ele afirma que um rebanho equilibrado é composto por 70% de vacas e 30% de fêmeas jovens. Do total de vacas adultas, em média, 83% devem estar em lactação. Quanto mais bovinos lactantes, maior a produtividade total em litros de leite por ano, resultando em maior eficiência e menor emissão. Para mostrar a importância dos índices zootécnicos nas emissões por quilo de leite corrigido para gordura e proteína, os pesquisadores realizaram simulações usando uma calculadora em desenvolvimento pela Embrapa.
Na primeira, foi avaliado um rebanho com 12 meses de intervalo entre partos, idade ao primeiro parto de 24 meses, 10 meses de lactação e dois de descanso no pré-parto. Na segunda, o foco foi um rebanho com 18 meses de intervalo entre partos, idade ao primeiro parto de 30 meses, 15 meses de lactação e três de descanso no pré-parto.
Observou-se que a emissão de metano aumentou de 0,906 para 1,108 quilos de gás carbônico (CO2) equivalente por quilo de leite corrigido, quando se passou do primeiro para o segundo cenário. A adoção de índices inapropriados levou a um aumento na emissão de 22%, ressaltando a necessidade da observação desses indicadores.
Melhorar os sistemas pecuários em equilíbrio com o meio ambiente e com foco em bem-estar, manejos na dieta, promoção da saúde e melhoramento genético é o caminho para uma agropecuária mais sustentável.
Boas práticas para a redução da emissão de amônia e óxido nitroso no solo O segundo protocolo refere-se a medidas para diminuição de dois gases poluentes. O óxido nitroso (N2O) tem potencial de aquecimento global 298 vezes superior ao dióxido de carbono (CO2), permanecendo na atmosfera por até 114 anos. A emissão de N2O ocorre pela aplicação de fertilizantes nitrogenados, dejetos animais e queima de combustíveis fósseis.
O outro gás, a amônia (NH3), é um composto volátil que se forma no solo após a aplicação da ureia, provocando emissão indireta de GEE, uma vez que parte da amônia é transformada em N2O na atmosfera. As emissões de óxido nitroso e amônia ainda representam desperdício desses fertilizantes, gerando prejuízos econômicos e baixa eficiência agronômica.
O produtor pode empregar ações para diminuir as emissões e as perdas. Leguminosas consorciadas com gramíneas fixam nitrogênio no solo e contribuem para reduzir a emissão de GEE porque diminuem o uso de fertilizantes nitrogenados. Conforme o estudo, com a eficácia dessa redução, evita-se a emissão de 5,42 quilos de CO₂ do processo de fabricação para cada quilo de fertilizante produzido.
A distribuição mais uniforme dos dejetos animais também reduz a emissão desses gases. Para isso, o pecuarista deve organizar os bovinos na área ao longo do tempo para não ter altas concentrações em locais específicos, sendo a lotação rotativa uma alternativa.
Ainda, os fertilizantes de eficiência aumentada disponibilizam o nitrogênio gradualmente, fazendo com que a planta aproveite melhor os seus benefícios, amenizando as perdas. Há práticas capazes de reduzir a volatilização de amônia decorrente da utilização de ureia, como aplicação incorporada no solo, parcelamento da aplicação, irrigação ou chuva após emprego do fertilizante.
A correção e a fertilização dos solos da mesma forma melhoram a sustentabilidade pela eficiência de uso e diminuição das perdas de nutrientes. A lista é composta de análise de solo, uso de corretivos, agricultura de precisão, uso de fertilizantes de eficiência aumentada e de leguminosas. As medidas, se adotadas, vão representar redução do impacto no clima e economia de dinheiro na redução do uso de fertilizantes e eficiência.
Boas práticas de manejo de solos para acúmulo de carbono O carbono (C) presente na atmosfera na forma de CO2 é o principal GEE, e um dos gases mais diretamente relacionados às mudanças climáticas.
Por outro lado, pode ser retirado da atmosfera (sequestro de C) e incorporado no solo, por longos períodos, para mitigar a emissão. Isso ocorre, principalmente, quando resíduos vegetais são depositados no solo e transformados em matéria orgânica (MOS).
As práticas de conservação como plantio direto, adubação verde, sistemas integrados, recuperação de pastagens e intensificação do manejo da pastagem, irrigação e bioinsumos são primordiais para aumentar e preservar o carbono sequestrado no solo. Em sistemas integrados com árvores ainda é possível abater as emissões dos animais.
São necessários a taxa de crescimento de 52 eucaliptos para compensar a emissão de uma vaca produzindo 26 quilos de leite por dia, durante um ano . Pastagens tropicais têm alto potencial de sequestro de carbono, quando bem manejadas. Áreas com forrageiras bem manejadas são capazes de sequestrar carbono em mais de um metro de profundidade.
Além das mudanças climáticas, animais criados no pasto são menos suscetíveis a doenças e estresse, por estarem em seu habitat natural. Técnicas como calagem, fertilização, manejo intensivo de pastagens, consorciação, plantio direto, plantas de cobertura e adubação verde podem aumentar a produção das culturas e pastagens e contribuírem para elevar a quantidade imobilizada de carbono.
Segundo Berndt, o principal desafio para ampliar a adoção de práticas sustentáveis é o custo, principalmente do investimento inicial. “Migrar para uma produção mais eficiente e sustentável exige que o pecuarista adote tecnologias, o que implica em um custo inicial para o produtor, que muitas vezes encontra-se descapitalizado. Contudo, após a adoção, passa-se a produzir mais e de forma mais eficiente.
A rentabilidade da atividade subsequente vai permitir a realização de novos investimentos”, explica. Políticas públicas, como o Plano ABC+, são essenciais. Além disso, arranjos locais envolvendo cooperativas, associações ou indústrias (como laticínios) podem ajudar nessa transição.
Apoiada pela Prefeitura de Naviraí, após aval do poder legislativo local, a Teston deverá aumentar, em 2026, sua atuação no município. Com investimento que passará de R$ 3 milhões, o grupo paranaense construirá o prédio de uma concessionária de equipamentos agrícolas ligados ao setor sucroalcooleiro.
Atendendo a solicitação do Prefeito Rodrigo Sacuno, o titular da pasta do Desenvolvimento Econômico José Antônio Cordeiro Umemura (Mano) e o Presidente do Legislativo Vereador Daniel Moretto, estiveram na sede da empresa, em Cianorte, para entregar pessoalmente os documentos que oficializam o incentivo da gestão municipal. “Fomos lá para fazer a entrega e conhecer um pouco mais o projeto da Teston”, disse Mano, ressaltando que a nova empresa, será não só uma alternativa para os agricultores locais, mas também ajudará no fomento ao desenvolvimento e crescimento da região.
A Teston em Naviraí, já oferece 250 empregos, atuando como terceirizada no plantio e colheita de cana-de-açúcar. Com a concessionária, serão abertas entre 15 e 25 novas oportunidades diretas. Definida como umas das grandes prioridades, a busca por mais investimentos para Naviraí, o trabalho seguirá firme em 2026. Para tanto o Prefeito Rodrigo Sacuno e equipe da Gedec contam com apoio do legislativo que, em sua maioria trabalha efetivamente a favor do sucesso da gestão, o que, por consequência resulta na evolução e progresso da cidade e também das pessoas que aqui vivem.
“A meta no caso da empresa Teston é seguir trabalhando muito para impulsionar a economia local por meio da diversificação e fortalecimento do mercado agrícola”, finaliza Mano.
A prefeita de Aral Moreira, Elaine Soligo, divulgou nesta segunda-feira, 5 de janeiro, um vídeo informando o início de um levantamento da situação das estradas rurais do município. A ação tem como objetivo avaliar as condições das vias após o período de chuvas e dar início aos trabalhos de manutenção.
No vídeo, a prefeita explicou que está percorrendo as estradas para verificar de perto os pontos que necessitam de intervenção. Segundo ela, apesar dos transtornos causados pelas chuvas, o volume registrado é considerado positivo, especialmente para os produtores rurais, que devem ter uma colheita farta neste ano.
Elaine Soligo anunciou ainda que as máquinas e patrolas do município já começaram a atuar na recuperação das estradas vicinais. O trabalho busca garantir melhores condições de tráfego, mais segurança e apoio ao escoamento da produção agrícola.
Para impulsionar a economia regional e contribuir com o crescimento do Estado, o Governo de Mato Grosso do Sul desenvolve um desafiador plano logístico aeroviário, com grandes investimentos nos aeroportos, com previsão de R$ 250 milhões até o final de 2026. O objetivo é qualificar esta infraestrutura para receber mais turistas, atrair novos capitais privados e assim gerar empregos e renda ao cidadão.
Aeródromo de Jardim foi reformado
Esta nova realidade já teve grandes frutos nos últimos anos. Desde 2023 já foram investidos R$ 140 milhões do Estado. Oito aeródromos que estavam inoperantes passaram a receber pousos de colagens e sete aeroportos já atendem voos diurnos e noturnos.
“Estamos fazendo investimentos no setor aeroviário em diversas cidades. Isto muda a realidade. Um olhar para Mato Grosso do Sul daqui dez anos. O Estado tem a missão de transformar os aeródromos e infraestrutura, para favorecer este ambiente de prosperidade. Um compromisso com a população e iniciativa privada A ampliação (aeroportos) contribui para o turismo, ambiente de negócios, qualidade de atendimento”, descreveu o governador Eduardo Riedel.
Camapuã – antesCamapuã – depois
As perspectivas para 2026 são positivas, com grandes projetos previstos. Entre eles está a ampliação do Aeroporto Santa Maria (Campo Grande) com previsão de R$ 40 milhões, além do balizamento noturno nos aeródromos de Porto Murtinho, Inocência, Paranaíba, Coxim, Naviraí, Maracaju, Nova Andradina e Jardim (R$ 24 milhões).
Focando na área de turismo, economia regional e combates a incêndios no Pantanal, serão implantados os aeródromos de Porto São Pedro e Nhecolândia (R$ 30 milhões). O Estado vai passar de 7 para 15 aeródromos operando 24 horas.
Também seguem outros projetos em andamento como para implantação de novos aeródromos em Amambai, Ribas do Rio Pardo, Aquidauana, Iguatemi e Mundo Novo.
Naviraí – antesNaviraí – depois
“Temos trabalho para incrementar o setor aéreo no Estado. O governador nos deu uma missão, que foi atuar dentro da superintendência para ligar regiões e criar corredores no espaço aéreo que posam facilitar a logística e o acesso rápido a áreas distantes como o Pantanal, por exemplo”, afirmou o superintendente de Logística e coordenador de transportes Aéreos, Derick Hudson Machado.
Ele destacou que os avanços já são significativos. “Pra ser ter uma ideia do avanço que conquistamos nos últimos três anos o estado vizinho, Mato Grosso, possui hoje cerca de um aeródromo a cada 36 mil km2. Já Mato Grosso do Sul possui um aeródromo a cada 18 mil km2. Isso consolida o sucesso do Plano Aeroviário que implementamos aqui”.
Cassilândia – antesCassilândia – depois
O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara, avalia que este plano logístico aeroviário mostra o planejamento e visão de longo prazo do Governo do Estado, que traz entregas concretas.
“Tudo isso reflete uma diretriz muito clara do governador Eduardo Riedel: usar a infraestrutura como ferramenta para integrar regiões, reduzir distâncias e gerar oportunidades. O que estamos construindo é uma malha aeroviária mais equilibrada, que conecta o Estado por terra e pelo ar, fortalece o interior e prepara Mato Grosso do Sul para crescer de forma moderna e competitiva. Em 2026, vamos avançar ainda mais”.
Paranaíba – antesParanaíba – depois
Fonte: Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
A Prefeitura de Amambai, por meio da Secretaria Municipal de Desporto e Cultura (SEDESC), abre a partir do dia 7 de janeiro as inscrições para o Torneio de Vôlei de Praia, que será realizado na Praça Orlando Viol. A competição tem início previsto para o dia 19 de janeiro.
O torneio contará com as categorias até 16 anos, nos naipes masculino e feminino, além da categoria livre, também no masculino e feminino, possibilitando a participação de atletas de diferentes faixas etárias.
As inscrições seguem abertas até o dia 14 de janeiro e devem ser realizadas presencialmente na SEDESC. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (67) 3481-3265.
A iniciativa tem como objetivo incentivar a prática esportiva, promover a integração da comunidade e fortalecer o esporte como ferramenta de lazer, saúde e convivência social, além de valorizar os espaços públicos do município.