O Orçamento da União para 2026 mantém recursos destinados aos principais instrumentos de gestão de riscos no campo, mas reacende o debate sobre a efetiva execução dessas verbas. Segundo avaliação da Frente Parlamentar da Agropecuária, a sanção da Lei Orçamentária Anual não resolve a fragilidade estrutural do seguro rural, que segue exposto a cortes ao longo do ano. A lei prevê R$ 1,017 bilhão para a subvenção ao prêmio do seguro rural e R$ 6,618 bilhões para o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária, valores semelhantes aos autorizados pelo Congresso em exercícios recentes.
Para a bancada, o ponto central não é o montante aprovado, mas a ausência de proteção orçamentária que impeça contingenciamentos. Em 2025, apesar de o Parlamento ter autorizado cerca de R$ 1,06 bilhão para o seguro rural, pouco mais da metade foi efetivamente liberada, o que comprometeu a contratação de apólices e reduziu a cobertura ao produtor. Esse cenário ocorre em um período de aumento da frequência de eventos climáticos extremos e de maior exposição a riscos sanitários.
A avaliação é de que, no curto prazo, o valor previsto para 2026 poderia atender à demanda, desde que haja execução integral. No entanto, a experiência recente reforça a preocupação com a repetição de bloqueios. A redução da área coberta pelo seguro rural nos últimos anos é citada como reflexo direto dessa instabilidade, o que afeta o planejamento da safra e a previsibilidade da renda no campo.
No caso do Proagro, o orçamento aprovado está dentro da expectativa de necessidade e conta com uma diferença estrutural relevante. Por ser classificado como despesa obrigatória, o programa não pode ser contingenciado, ao contrário do seguro rural, que permanece como despesa discricionária. Essa assimetria, na avaliação da FPA, enfraquece a política de gestão de riscos agropecuários.
Diante desse quadro, a bancada anunciou que fará da derrubada do veto presidencial à Lei de Diretrizes Orçamentárias uma prioridade quando o Congresso retomar os trabalhos. O dispositivo vetado equiparava o seguro rural ao Proagro, garantindo caráter obrigatório à despesa. Para a FPA, a medida é fundamental para assegurar previsibilidade ao produtor e evitar que recursos aprovados pelo Parlamento deixem de chegar ao setor.
A redistribuição desses volumes é considerada complexa - Foto: Divulgação
A adoção de salvaguardas pela China sobre a carne bovina importada eleva o grau de incerteza para o setor exportador brasileiro e reforça a necessidade de ampliar mercados de destino. De acordo com análise do Itaú BBA, as tarifas podem chegar a 67% para volumes que ultrapassem 1,1 milhão de toneladas, em um contexto de forte concentração das vendas externas. Em 2025, a China respondeu por cerca de 1,7 milhão de toneladas embarcadas pelo Brasil, o que evidencia a dependência do mercado asiático.
A redistribuição desses volumes é considerada complexa, já que o segundo principal destino, os Estados Unidos, absorveu pouco mais de 200 mil toneladas de carne bovina in natura no último ano. Ainda assim, o ambiente internacional é marcado por escassez da proteína, fator que tende a reduzir parte dos efeitos negativos de uma eventual retração chinesa. A avaliação é de que a menor disponibilidade global ajuda a sustentar a demanda, mesmo diante de ajustes nos fluxos comerciais.
Para 2026, a projeção é de queda próxima de 2% na produção brasileira de carne bovina, o que representaria uma redução de cerca de 200 mil toneladas na oferta. Esse volume equivale a aproximadamente um terço do excedente que poderia surgir caso as compras chinesas se repitam no mesmo patamar de 2025. A menor produção interna, portanto, atua como elemento de equilíbrio para o mercado.
Na América do Sul, Argentina e Uruguai receberam cotas superiores aos volumes efetivamente exportados em 2025, abrindo espaço para uma reorganização regional. Nesse cenário, o Brasil pode ampliar o fornecimento a países vizinhos e, ao mesmo tempo, direcionar parte da produção ao mercado chinês. Há também possibilidade de aumento das exportações aos Estados Unidos, em função do crescimento do déficit local.
O avanço rápido do sorgo na segunda safra em Mato Grosso do Sul mostra que a cultura deixou de ser apenas uma alternativa para momentos de aperto e passou a integrar, de forma planejada, as decisões econômicas do produtor rural. Em apenas cinco safras, a área cultivada no Estado saiu de pouco mais de 5 mil hectares para perto de 400 mil hectares, um crescimento superior a 7.700%, conforme os levantamentos do SIGA (Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio), ferramenta gerida pelo Governo do Estado, por meio da Semadesc em parceria com a Aprosoja.
De acordo com o secretário Jaime Verruck, da Semadesc, esse movimento “não é casual, é estratégia”. Segundo ele, a leitura dos últimos dados sobre o sorgo deixa claro que o fator decisivo para a expansão da oleaginosa é o mercado, especialmente a demanda criada pelas usinas de etanol de milho instaladas no Estado.
As informações do SIGA apontam que a área plantada do sorgo em Mato Grosso do Sul passou de cerca de 5 mil hectares no início dos anos 2020 para quase 400 mil hectares na safra 2024/2025. Esses dados convergem com os números da Conab e do IBGE, que mostram o fortalecimento da cultura ao longo da década, mas é o SIGA que evidencia, com mais precisão espacial e recorte por safra, a velocidade e a distribuição desse crescimento dentro do território sul-mato-grossense.
A virada mais clara acontece a partir da safra 2021/2022, quando os dados do SIGA mostram o sorgo começando a ocupar áreas maiores e a ganhar escala rapidamente. Depois de ajustes naturais, a cultura volta a avançar com força na safra 2024/2025, praticamente dobrando de tamanho.
Para Verruck, esse comportamento confirma que o sorgo deixou de ser uma solução pontual e passou a fazer parte do planejamento da safrinha, sobretudo em áreas com janela curta após a soja, maior risco climático e necessidade de reduzir perdas produtivas e financeiras.
Na avaliação do sacretário, a consolidação das usinas de etanol de milho foi determinante para essa mudança. “Embora o sorgo sempre tenha sido conhecido pelo produtor, sua expansão era limitada pela falta de demanda estruturada. Isso mudou quando as indústrias passaram a firmar contratos de compra, garantindo previsibilidade, escala e segurança econômica”, afirma. A leitura, segundo ele, mostra a expansão contínua da área plantada a partir do momento em que o mercado passou a dar sustentação à cultura.
Conforme os dados do SIGA, na safra mais recente, cerca de metade de toda a área de sorgo de segunda safra no Estado concentrou-se em dez municípios, com destaque para Ponta Porã e Maracaju, seguidos por Bonito, Bela Vista e Sidrolândia. O desenho territorial indica que o sorgo avança justamente em regiões onde o milho enfrenta maiores limitações climáticas ou de janela de plantio, funcionando como instrumento de gestão de risco.
Para o secretário-executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Semadesc, Rogério Beretta, o SIGA mostra que o sorgo vem se firmando ao longo dos anos como alternativa viável para a segunda safra. “Por ser uma cultura mais resistente às intempéries climáticas e a problemas sanitários, o sorgo se encaixa melhor em áreas marginais, onde o milho teria mais dificuldade”, explica.
Beretta acrescenta que os dados do SIGA ajudam a demonstrar como a entrada das usinas de álcool de cereais mudou a lógica do plantio. Com mercado garantido, contratos de compra e estrutura de armazenagem disponíveis, entraves históricos da cultura foram superados. “Essas condições, que antes eram obstáculos, hoje dão segurança ao produtor para investir no sorgo”, avalia.
No cenário nacional, as projeções indicam que o Brasil deve ultrapassar 6,6 milhões de toneladas de sorgo na safra 2025/2026, com Mato Grosso do Sul ocupando a quarta posição entre os maiores produtores, conforme levantamento da Conab divulgado em dezembro de 2025.
Para o secretário Jaime Verruck, o caso do sorgo no Estado mostra que quando há mercado, contratos e visão de longo prazo, a produtividade cresce, o risco diminui e o desenvolvimento se consolida. Nesse contexto, as usinas de etanol de milho cumprem papel estratégico ao integrar produção agrícola, bioenergia e sustentabilidade, fortalecendo cadeias locais e ampliando o uso eficiente do solo.
O FCO (Fundo Constitucional do Centro-Oeste) injetou R$ 3,240 bilhões em Mato Grosso do Sul no ano passado. O volume é recorde e teve forte demanda do setor rural, que concentrou 75% dos recursos disponibilizados, bem acima da média verificada em anos anteriores quando a distribuição ficava em torno de 60% para o FCO Rural e 40% para a linha FCO Empresarial.
O repasse inicial da Sudeco (Superintendência para o Desenvolvimento do Centro-Oeste) a Mato Grosso do Sul foi de R$ 2,7 bilhões, porém com o aumento da demanda o valor foi sendo reajustado a maior até atingir R$ 3,2 bilhões.
Na avaliação do secretário executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Rogério Beretta, dois fatores podem ter contribuído para afastar o empresariado do financiamento: a taxa de juros, que acabou sendo maior devido ao aumento da Selic, e incertezas em relação à economia do País.
Força do campo
O superintendente comercial do BB, Fernando Porto Flor, entre os secretários Jaime Verruck e Artur Falcette (adjunto), em recente reunião na Semadesc. Presente também Rogério Beretta (direita).
A maior parte dos recursos do FCO Rural foi direcionada a projetos de pequenos e médios empresários. Eles ficaram com 72% do volume aplicado nessa linha, enquanto os demais 28% foram distribuídos entre médios e grandes produtores rurais.
Beretta destaca esse caráter do FCO, que prioriza o atendimento aos pequenos empresários do campo e da cidade. “A meta é aplicar no mínimo 50% em projetos de mini e pequenos empreendedores, e isso temos feito todos os anos”, salientou.
Com relação à finalidade, destacam-se a correção de solo (17,15%) e a reforma ou recuperação de pastagens (13,68%). “O que é muito importante para o Governo que tem a meta de transformar Mato Grosso do Sul em Estado Carbono Neutro até 2030”, pontuou Beretta. O combate à degradação do solo é uma das medidas prioritárias da Agropecuária visando aumentar o sequestro e a retenção de C02 e contribuir para descarbonizar as atividades.
Aquisição de matrizes bovinas de corte (12,5%), implantação de sistemas de irrigação (10,59%) e a compra de máquinas e implementos agrícolas (9,65%) foram outras demandas relevantes que completam o top cinco do ranking. Beretta chama a atenção, entretanto, para os investimentos em fruticultura (8,25%) e construção de armazéns agrícolas (7%), duas áreas prioritárias do governo.
“O Estado tem buscado atrair investimentos em citricultura, o governador Eduardo Riedel entende que temos potencial para sermos o novo polo produtor de laranja e suco de laranja do país considerando os problemas que o maior produtor, São Paulo, tem enfrentado em suas lavouras. Esse aporte de recursos em fruticultura é a demonstração clara de que Mato Grosso do Sul caminha rapidamente para se consolidar como importante player desse setor”, completou.
Já a ampliação da capacidade de armazenamento é uma necessidade constante, na medida em que a safra agrícola tem aumentado ano após ano no Estado. Ainda há um déficit considerável, mesmo com a crescente instalação de novos complexos.
Na distribuição regional, o FCO Rural contemplou projetos de todos os municípios sul-mato-grossenses em 2025, com destaque para os municípios de Paranaíba (6,64%), Bataguassu (8,58%), Dourados (6,78%), Sidrolândia (6,27%) e Paraíso das Águas (6,18%). Nesse quesito, Beretta ressalta o caráter descentralizado dos investimentos, que chega com força aos pequenos e médios municípios, levando desenvolvimento e melhoria da renda.
O papel da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) também foi citado pelo secretário executivo, “na elaboração de projetos para que os pequenos produtores rurais pudessem contrair os financiamentos”.
FCO Empresarial
Assim como a linha Rural, o FCO Empresarial beneficiou mais os mini e pequenos empresários (52% do total), enquanto os médio-grandes e grandes empresários ficaram com 10,6% do volume liberado.
Essa linha já apresenta um caráter mais centralizador no quesito da distribuição regional, tendo em vista que as grandes cidades concentram a maior parte das empresas. Dessa forma, Campo Grande foi destino de 40% dos recursos e Dourados, a maior cidade do interior, de outros 13%.
A principal finalidade do FCO Empresarial foi Capital de Giro (41,15%), compra de equipamentos (21,82%), construções (13,07%), reformas (8,03%) e aquisição de veículos (6,86%).
Para 2026, a Sudeco já estabeleceu orçamento de R$ 3,1 bilhões a Mato Grosso do Sul, divididos meio a meio entre as linhas FCO Rural e FCO Empresarial. Em relação ao volume disponibilizado no início do ano passado (R$ 2,7 bilhões), houve um incremento de 14% de um ano para o outro, o que demonstra a força da economia sul-mato-grossense. “No ano passado fomos o único Estado da região que precisou de novos aportes de recursos porque o valor disponibilizado foi insuficiente para atender a demanda”, afirmou.
As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 já podem ser consultadas na Página do Participante, na internet. Os resultados foram divulgados nesta sexta-feira (16) pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Segundo dados do balanço da aplicação do exame, participaram da edição de 2025 4,8 milhões de inscritos, com 72% de presença nos dois dias de prova.
Na Página do Participante é possível conferir tanto a nota da redação (que varia de zero a mil pontos) quanto a pontuação de cada uma das quatro áreas de conhecimento avaliadas. Para os chamados treineiros – aqueles que não concluíram o ensino médio em 2025, o boletim individual será publicado até 60 dias após a divulgação do resultado.
Com os resultados do exame, os participantes poderão concorrer a vagas em instituições de educação superior públicas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), com inscrições abertas de 19 a 23 de janeiro; tentar uma bolsa de estudo pelo Programa Universidade para Todos (Prouni), no período de 26 a 29 de janeiro; ou acessar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
A inscrição no Sisu não exige envio prévio de documentos. Os selecionados, no entanto, devem observar os prazos e requisitos, bem como apresentar a documentação solicitada pela instituição de educação superior no momento da matrícula.
Os participantes do Enem 2025 que atendem aos critérios estabelecidos e desejam utilizar o exame para fins de certificação de conclusão do ensino médio devem ficar atentos aos prazos para solicitar o certificado nas instituições, por meio do portal do Inep.
Para obter o certificado de conclusão do ensino médio pelo Enem, é necessário ter indicado essa finalidade no momento da inscrição e alcançar, no mínimo, 450 pontos em cada área do conhecimento, além de obter, pelo menos, 500 na redação.
Diálogo, parceria e trabalho. É assim que Naviraí avança! Ao lado do governador Barbosinha, o prefeito Rodrigo Sacuno agradece e reforça o compromisso de seguir alinhado para trazer melhorias para cada canto da nossa cidade.(Foto: Assesssoria de Imprensa/PMN)
As pessoas vivem nas cidades. Com esta visão municipalista, o governador em exercício José Carlos Barbosa, ao lado do prefeito Rodrigo Sacuno, do senador Nelsinho Trad e de vereadores, entregou uma série de obras em Naviraí. São investimentos em educação, infraestrutura e saneamento, incluindo novas pontes de concreto, escola reforma e ampliação na cobertura de água e esgoto.
A solenidade ocorreu nesta quinta-feira (14-01), no escritório da SANESUL (Empresa de Saneamento de MS). Para o saneamento, foram entregues as obras de novas ligações domiciliares de esgoto, implantação de uma estação elevatória de esgoto bruto e outras adequações no valor de R$ 21,8 milhões, além da perfuração e ativação de dois poços tubulares, que somados ultrapassam R$ 2,4 milhões. Estes investimentos mostram o compromisso do Estado em universalizar o saneamento nas cidades, proporcionando mais saúde e melhor qualidade de vida à população.
“Estamos aqui em Naviraí hoje com entregas de mais de R$ 39 milhões. Fruto de parceria e de um governo municipalista, que recebe os prefeitos e ouve a população, para saber o que ela realmente precisa”, disse o governador. Barbosinha ainda destacou a grande evolução no saneamento em todo Estado, em que Naviraí foi contemplada. “Antigamente, o Estado tinha baixa cobertura de esgoto e problemas no abastecimento, agora tivemos uma transformação significativa. Para a cidade são mais de 65 km de rede de esgoto, atendendo 3.437 domicílios. Isto faz a diferença.” completou.
O prefeito Rodrigo Massuo Sacuno agradeceu o apoio e parceria do Estado. “Temos que agradecer ao Estado pela atenção que nos dá, sempre abrindo as portas e solucionando os problemas da cidade. Uma parceria muito importante para gerir o município. Governo municipalista que olha para a população”.
O presidente da SANESUL, Renato Marcílio, destacou a importância destes grandes investimentos para cidade. “Saneamento significa saúde para a população de Naviraí. Os poços vão garantir a segurança hídrica, por isso é um prazer fazer estas entregas. O trabalho é grande para cumprir as obrigações previstas no Marco Legal. Seremos o primeiro estado a ter cobertura plena de saneamento”.
No evento, ainda teve a entrega de três pontes de concreto, duas sobre o Rio Laranjaí e uma no Córrego Moroti. Ambas ficam em rodovias vicinais de Naviraí e Juti. O investimento chega a R$ 4,4 milhões. O objetivo é dar mais segurança, facilitar o acesso da população local e contribuir com o escoamento da produção.
Na educação, foram inauguradas as reformas da Escola Estadual Eurico Gaspar Dutra (R$ 6 milhões) e do Centro Estadual de Educação Profissional Senador Ramez Tebet (R$ 4,1 milhões). A reestruturação das escolas é uma prioridade da gestão estadual. O foco é criar um ambiente moderno e positivo para os alunos e profissionais, o que trará resultados diretos no ensino e aprendizagem.
Fachada da edificação onde funciona a Casa do Trabalhador em Amambai. Órgão oferece pelo menos 55 oportunidades de emprego. (Foto: Vilson Nascimento)
Vilson Nascimento
A Casa do Trabalhador, órgão ligado a Fundação do Trabalho (Funtrab) do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza pelo menos 55 oportunidades de emprego para esta sexta-feira, 16 de janeiro, em Amambai.
Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas
7 vagas pedreiro
4 vagas para vendedor ou vendedora
3 vagas para vigia
3 vagas para servente de pedreiro
3 vagas para mecânico de automóveis
3 vagas para atendente
2 vagas para auxiliar de limpeza
2 vagas para auxiliar de mecânico de autos
1 vaga para auxiliar de linha de produção
1 vaga para auxiliar de expedição
1 vaga para abatedor
1 vaga para controlador de qualidade
1 vaga para contador
1 vaga para recepcionista ter CNH
1 vaga para padeiro
1 vaga para confeiteiro
1 vaga para cozinheira
1 vaga para garçom
1 vaga para empregada doméstica
1 vaga para repositor
1 vaga para caseiro (casal)
1 vaga para costureira
1 vaga para cuidador de idoso ter curso
1 vaga para desenhista copista
1 vaga para banhista de animais domésticos
1 vaga para classificador de grãos
1 vaga para lavador de carro
1 vaga para mecânico de bicicleta
1 vaga para motofretista
1 vaga para motorista categoria E
1 vaga para caçambeiro
1 vaga para pintor de obras
1 vaga para carpinteiro de obras
1 vaga para servente de obras
1 vaga para torneiro mecânico
Casa do trabalhador também oferece
A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região.
Segundo o órgão para dar entrada no pedido de benefício o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade).
A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa às instalações da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.
O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 11h. Das 13h às 17h o trabalho é interno.
Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148 ou celular/WhatsApp (67) 9880-0533
A venda de motocicletas no país em 2025 foi a maior registrada desde 2003. Foram comercializadas 2.197.851 unidades no ano passado, uma alta de 17,1% em relação a 2024 (1.876.427 unidades).
O segundo ano com mais vendas foi 2011 (1.940.543 unidades) e o terceiro, 2008 (1.925.558 unidades).
Os dados, divulgados nesta quinta-feira (15), são da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).
“O desempenho do setor reflete a demanda aquecida por veículos de duas rodas, impulsionada principalmente pela mobilidade urbana e pelo uso profissional”, destaca o presidente da entidade, Marcos Bento.
No ano passado, 1.980.538 motocicletas foram produzidas nas linhas de montagem das fabricantes instaladas em Manaus, volume 13,3% superior ao registrado em 2024. Esse foi o melhor desempenho do setor desde 2011 e o terceiro maior da história da indústria motociclística nacional, desde 2003.
As exportações encerraram 2025 com 43.117 motocicletas embarcadas, volume 39,1% superior ao registrado no ano anterior.
Projeções para 2026
A Abraciclo estima que a produção em 2026 deverá ser de aproximadamente 2.070.000 motocicletas, volume 4,5% superior às 1.980.538 unidades fabricadas em 2025.
A previsão da entidade é que sejam vendidas no país, neste ano, 2.300.000 motocicletas, um avanço de 4,6% em relação às 2.197.851 unidades comercializadas no ano passado.
As exportações, segundo a Abraciclo, também devem apresentar elevação. A entidade estima que 45.000 motocicletas sejam destinadas ao mercado externo em 2026, crescimento de 4,4% na comparação com 2025.
“As projeções indicam o crescimento consolidado do segmento no Brasil e reforçam o papel estratégico do Polo Industrial de Manaus, o maior polo de produção de duas rodas fora do eixo asiático”, afirma o presidente da Abraciclo.
Ambiente moderno e adequado para transformar a vida dos estudantes. O município de Caarapó ganhou nesta quinta-feira (15) um pacote de obras que contou com a inauguração de reforma em cinco escolas estaduais da cidade. Os investimentos em educação somam mais de R$ 24,7 milhões.
O evento ocorreu na Escola Estadual Cleusa Aparecida Vargas Galhardo, que ganhou uma reforma com acessibilidade no valor de R$ 3,8 milhões.
“Investimentos em cinco escolas da cidade. Isto mostra o compromisso do Estado com a educação. Cerca de 70% das nossas escolas (estaduais) já foram reformadas. Um trabalho que já começa a dar resultado nos índices favoráveis. Somos o segundo estado que mais cresceu na alfabetização. O trabalho feito na educação no presente, projetando o futuro”, afirmou o governador em exercício.
Barbosinha ainda citou investimentos em áreas importantes da cidade. “Grandes investimentos em infraestrutura e saneamento, que em breve Caarapó vai universalizar o serviço de esgoto”.
A diretora da escola, Nilza Helena, ressaltou o esforço e o trabalho em equipe na unidade. “São 1,2 mil estudantes nesta escola estadual, um trabalho de toda equipe que atende a comunidade e a cidade. Estamos aqui para fazer a diferença e fazer dar certo”.
Também foram entregues as reformas nas escolas estaduais Arcênio Rojas (R$ 4,5 milhões), Frei João Damasceno (R$ 7,8 milhões), que fica no distrito de Nova América, além da obra na Escola Padre José de Anchieta (R$ 5,9 milhões), do distrito de Crisaltina.
Já a Escola Indígena YvY Poty ganhou a reforma e construção da quadra de esporte com arquibancada, que teve investimento de R$ 2,6 milhões. As intervenções e melhorias nas unidades da Rede Estadual de Ensino geram benefícios diretos no ensino e aprendizado dos alunos, que dispõem de estruturas preparadas para oferecer educação de qualidade.
O secretário adjunto de Educação, Sérgio Gonçalves, destacou os investimentos e trabalho eficiente dos servidores. “Temos que agradecer a Rede Estadual por todo trabalho desenvolvido. Aqui foram quase R$ 28 milhões, no entanto o mais importante são os bons índices de educação em Caarapo, que fazem diferença no aprendizado”.
Durante a solenidade ainda foi entregue a obra de ampliação da rede de esgoto na cidade, com 1.406 ligações domiciliares (esgoto). Promovida pela Sanesul (Empresa de Saneamento de MS), ela faz parte do Programa Avançar Cidades 3ª Etapa.
“Maratona de entregas que traz orgulho e muito prazer em participar. Estamos atingindo 63% da cobertura de esgoto na cidade, que traz bem-estar a população. Saneamento é sinônimo de saúde”, disse o diretor-presidente da Sanesul, Renato Marcílio.
Vistoria
O governador em exercício aproveitou a agenda para vistoriar obras importantes entregues na cidade. Entre elas a ampliação do bloco e sala de aula da Escola Frei João Damasceno.
“São 200 estudantes no período integral. A comunidade esperava há muito tempo por esta obra, que é de suma importância. Melhora o ambiente de aprendizado, o aluno vem estudar mais feliz”, avaliou o diretor Nei Geller.
Barbosinha ressaltou que a reforma e ampliação possibilitou inclusive a implantação da educação integral. “Uma estrutura com a mesma qualidade dos grandes centros urbanos também nos distritos”.
Também passou na Estação de Tratamento de Esgoto do município e visitou a obra do Hospital Beneficente São Mateus, que está em andamento e tem apoio do Estado.
A prefeita Maria Lurdes Portugal destacou que os investimentos do Estado é significante. “Gratidão muito grande, o governo tem um olhar especial para o município. Todas as escolas receberam reforma. Educação é um ato de amor. Além da infraestrutura, tem os investimentos importantes em saneamento”.
Leonardo Rocha, Comunicação Governo de MS Fotos: Álvaro Rezende/Secom
Mato Grosso do Sul já registrou 132 casos prováveis de Dengue, sendo 2 casos confirmados, em 2026. Estes dados foram apresentados no boletim referente à 1ª semana epidemiológica, divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) nesta quinta-feira (15). Segundo o documento, nenhum óbito foi confirmado em decorrência da doença ou está em investigação.
Vacinação
Ainda conforme o boletim, 201.633 doses do imunizante já foram aplicadas na população alvo. Ao todo, Mato Grosso do Sul já recebeu do Ministério da Saúde 241.030 doses do imunizante contra a dengue. O esquema vacinal é composto por duas doses com intervalo de três meses entre as doses.
A vacinação contra a dengue é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias de idade, faixa etária que concentra o maior número de hospitalização por dengue, dentro do quadro de crianças e adolescentes de 6 a 16 anos de idade.
Chikungunya
Em relação à Chikungunya, o Estado já registrou 131 casos prováveis, sendo 2 confirmados no SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação). Até o momento, nenhum caso da doença foi confirmado em gestantes.
A SES alerta que as pessoas devem evitar a automedicação. Em caso de sintomas de dengue ou Chikungunya, a recomendação é procurar uma unidade de saúde do município.
Num dia de alívio no mercado financeiro, a bolsa voltou a bater recorde e aproximou-se dos 166 mil pontos. O dólar teve a primeira queda após três altas consecutivas e voltou a ficar abaixo de R$ 5,40.
O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quinta-feira (15) aos 165.568 pontos, com alta de 0,26%. O indicador chegou a subir 0,56% às 15h10, mas perdeu força perto do fim da sessão, com investidores que venderam ações para embolsarem os lucros.
Essa foi a segunda sessão seguida em que a bolsa brasileira bateu recorde. O Ibovespa só não subiu mais porque as ações da Petrobras, as mais negociadas, caíram por causa do recuo de 4% da cotação do petróleo no mercado internacional. Os papéis da estatal caíram 1,02% (ações ordinárias) e 0,63% (ações preferenciais).
O mercado cambial teve um dia de correção. Após ultrapassar os R$ 5,40, o dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,368, com queda de R$ 0,034 (-0,62%). A cotação chegou a operar acima de R$ 5,40 no fim da manhã, mas recuou à tarde, em meio ao aumento da entrada de recursos no Brasil.
A liquidação extrajudicial da Reag Investimentos, no início da manhã, afetou pouco o impacto das negociações. O principal motivo para a queda do dólar foi o alívio no cenário externo, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que não tem intenção de demitir o presidente do Federal Reserve (Fed, Banco Central dos EUA), Jerome Powell, e declarar que “o massacre no Irã cessou”, diminuindo as chances de uma intervenção militar estadunidense.
A notícia em relação ao Irã fez a cotação do petróleo cair, mas a bolsa no Brasil foi ajudada pela perspectiva de queda dos juros pelo Banco Central. A divulgação de que o comércio brasileiro cresceu 1% em novembro, com desaceleração na atividade, aumentou as chances de redução da Taxa Selic (juros básicos da economia). Juros mais baixos favorecem a migração de aplicações em renda fixa para o mercado de ações.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou nesta quinta-feira (15) a imediata transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal para a Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
O ex-presidente já foi transferido para o local, mais conhecido como Papudinha, onde deverá cumprir a pena de 27 anos e três meses de prisão por liderar tentativa de golpe de Estado. Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal, e Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), estão presos na mesma área, em celas individuais.
Na decisão desta quinta, Moraes definiu também que o ex-presidente seja submetido imediatamente a uma junta médica oficial, composta por médicos da Polícia Federal, para avaliação do quadro clínico, das necessidades para o cumprimento da pena e da eventual necessidade de transferência para hospital penitenciário.
O laudo deverá ser apresentado em até dez dias. A defesa e a Procuradoria-Geral da República poderão indicar assistentes técnicos e apresentar quesitos no prazo de 24 horas.
Na mesma decisão, o ministro Alexandre de Moraes autorizou uma série de medidas relacionadas à saúde e às condições de custódia do ex-presidente. Entre elas, está a assistência médica integral, 24 horas por dia, tanto por profissionais do sistema penitenciário quanto por médicos particulares previamente cadastrados, sem necessidade de comunicação prévia ao Judiciário.
Também foi autorizado o deslocamento imediato para hospitais em casos de urgência, com posterior comunicação ao STF no prazo de até 24 horas.
Bolsonaro poderá realizar sessões de fisioterapia nos dias e horários indicados por seus médicos, mediante cadastramento do profissional e comunicação ao juízo responsável.
A defesa foi autorizada ainda a providenciar a entrega diária de alimentação especial, devendo indicar, no prazo de 24 horas, a pessoa responsável. Equipamentos de fisioterapia, como esteira e bicicleta, além da instalação de grades de proteção e barras de apoio nas acomodações, poderão ser instalados a critério da defesa, conforme recomendação médica.
Visitas
Quanto às visitas, ficou autorizada a visitação semanal permanente da esposa, Michelle Bolsonaro, dos filhos Carlos, Flávio, Jair Renan e Laura Bolsonaro, além da enteada Letícia Firmo da Silva, às quartas e quintas-feiras, em horários previamente definidos. As demais visitas deverão seguir as normas do sistema penitenciário do Distrito Federal e dependerão de autorização do STF.
Excepcionalmente, após a transferência realizada nesta quinta-feira, foi autorizada uma visita, ainda hoje, dos familiares diretos, com duração total de três horas, a ser dividida entre os visitantes.
O pedido de autorização para acesso a uma televisão do tipo Smart TV foi negado. Também foram considerados prejudicados pedidos anteriores relacionados às condições da custódia na Superintendência da Polícia Federal, em razão da transferência.
A Prefeitura de Amambai realiza, no próximo dia 24 de janeiro, o Sorteio do IPTU referente ao exercício de 2025, como forma de reconhecer e valorizar os contribuintes que mantêm seus tributos em dia. O evento acontecerá a partir das 18h30, no Parque da Cidade, integrando a programação da Campanha Natal Premiado, promovida pela Associação Comercial e Empresarial de Amambai (ACIA).
Durante o sorteio, serão distribuídos 11 prêmios, sendo cinco televisores, cinco bicicletas e uma motocicleta, contemplando os contribuintes que estão com o IPTU regularizado. A iniciativa reforça o compromisso da administração municipal em incentivar a adimplência e, ao mesmo tempo, promover ações de valorização da cidadania.
Além do sorteio, a programação contará com praça de alimentação e show musical com Guilherme & Rodrigo, proporcionando um momento de lazer e integração para as famílias amambaienses.
A Prefeitura de Amambai convida toda a população a participar do evento, prestigiar o comércio local e acompanhar o sorteio, que une cidadania, entretenimento e incentivo ao desenvolvimento do município.
As pessoas vivem nas cidades. Com esta visão municipalista o governador em exercício José Carlos Barbosa entregou uma série de obras em Naviraí. São investimentos em educação, infraestrutura e saneamento. Novas pontes de concreto, escola reforma e ampliação na cobertura de água e esgoto.
A solenidade ocorreu nesta quinta-feira (14), no escritório da Sanesul (Empresa de Saneamento de MS). Para o saneamento foram entregues as obras de novas ligações domiciliares de esgoto, implantação de uma estação elevatória (esgoto bruto) e outras adequações no valor de R$ 21,8 milhões.
Além da perfuração e ativação de dois poços tubulares, que somados ultrapassam R$ 2,4 milhões. Estes investimentos mostram o compromisso do Estado para universalizar o saneamento nas cidades, proporcionando mais saúde e melhor qualidade de vida à população.
“Estamos aqui em Navirai hoje com entregas de mais de R$ 39 milhões. Fruto de parceria e de um governo municipalista, que recebe os prefeitos e ouve a população, para saber o que ela realmente precisa”, disse o governo em exercício.
Barbosinha ainda destacou a grande evolução no saneamento em todo Estado, em que Navirai foi contemplada. “Antigamente o Estado tinha baixa cobertura de esgoto e problemas no abastecimento, agora tivemos uma transformação significativa. Para cidade são mais de 65 km de rede de esgoto, atendendo 3.437 domicílios. Isto faz a diferença“, completou.
O presidente da Sanesul, Renato Marcílio, destacou a importância destes grandes investimentos para cidade. “Saneamento significa saúde para população de Naviraí. Os poços vão garantir a segurança hídrica por isso é um prazer fazer estas entregas. O trabalho é grande para cumprir as obrigações previstas no Marco Legal. Seremos o primeiro estado a ter cobertura plena de saneamento”.
No evento ainda teve a entrega de três pontes de concreto, duas sobre o Rio Laranjai e uma no Córrego Moroti, ambos ficam em rodovias vicinais de Naviraí e Juti. O investimento chega a R$ 4,4 milhões. O objetivo é dar mais segurança, facilitar o acesso da população local e contribuir com escoamento da produção.
O prefeito Rodrigo Massuo Sacuno agradeceu o apoio e parceria do Estado. “Temos que agradecer ao Estado pela atenção que nos dá, sempre abrindo as portas e solucionando os problemas da cidade. Uma parceria muito importante para gerir o município. Governo municipalista que olha para população”.
Na educação foram inauguradas as reformas da Escola Estadual Eurico Gaspar Dutra (R$ 6 milhões) e do Centro Estadual de Educação Profissional Senador Ramez Tebet (R$ 4,1 milhões). A reestruturação das escolas é uma prioridade da gestão estadual. O foco é criar um ambiente moderno e positivo para os alunos e profissionais, que vão trazer resultados diretos no ensino e aprendizado.
A produção brasileira de veículos – o que inclui automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões – registrou alta de 3,5% no ano passado, somando 2,64 milhões de unidades. A informação foi divulgada hoje (15) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
Segundo a associação, esse crescimento se deu principalmente por causa dos veículos leves e mantém o país entre os maiores produtores do mundo.
As vendas totalizaram 2,69 milhões de unidades, o que representou aumento de 2,1% em relação ao ano anterior. Quanto às exportações, o crescimento foi de 32,1%, com quase 529 mil unidades comercializadas no período.
“Esperávamos mais, mas não foi um ano ruim para o setor. Ainda assim foi um ano com dados positivos”, disse o presidente da entidade, Igor Calvet.
Dezembro
No mês de dezembro, os emplacamentos de veículos tiveram crescimento de 17,1% em relação a novembro e de 8,5% em relação ao mesmo mês de 2024, com 279,4 mil unidades comercializadas. Segundo a Anfavea, esse crescimento se deve principalmente ao excesso de estoques.
As exportações, no entanto, caíram 47,7% na comparação mensal e 38,1% na comparação anual, com 18,7 mil unidades vendidas. Este foi o pior mês desde abril de 2020, destacou o presidente da entidade, Igor Calvet.
Quanto à produção, a queda foi de 15,8% em relação a novembro e de -3,9% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, com 184 mil unidades produzidas.
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam, na madrugada desta quinta-feira (15), na MS-290, em Naviraí, aproximadamente 494 quilos de maconha, que eram transportados em um veículo VW Saveiro.
Os militares realizavam patrulhamento pela Estrada da Balsinha, zona rural do município, quando deram ordem de parada ao condutor do automóvel. O motorista não obedeceu e tentou fugir.
Após alguns quilômetros de acompanhamento, o condutor abandonou o veículo, que estava carregado com diversos fardos da droga, e fugiu em meio a uma área de mata. Diligências foram realizadas na região, mas nenhum suspeito foi localizado.
O material apreendido, avaliado em aproximadamente R$ 1,1 milhão, foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Naviraí.
A ação ocorreu no âmbito do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, uma parceria da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) com o MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública).
O DOF mantém um canal direto com o cidadão para atendimento, denúncias e informações pelo telefone 0800 647-6300.
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nesta quinta-feira (15) que o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE) deve entrar em vigor no segundo semestre deste ano: “Um acordo que, há 25 anos, era trabalhado, mas nunca saía. Finalmente, [será] assinado no sábado (17).”
“Assinado, o Parlamento Europeu aprova sua lei e nós, no Brasil, aprovamos a lei, internalizando o acordo. A gente espera que aprove a lei ainda neste primeiro semestre e que tenhamos, no segundo semestre, a vigência do acordo. Aí, ele entra imediatamente em vigência.”
Em entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Alckmin avaliou que o acordo entre Mercosul e União Europeia é o maior acordo entre blocos do mundo, envolvendo 720 milhões de pessoas e US$ 22 trilhões de mercado.
“São cinco países no Mercosul [Brasil Argentina, Paraguai, Uruguai e, agora, Bolívia]. E a União Europeia, com 27 países dos mais ricos do mundo. Isso significa comércio: vamos vender mais para eles. Zerar a tarifa, então você tem livre comércio – mas livre comércio com regras. Também vamos comprar mais deles.”
“Ganha a sociedade, comprando produtos mais baratos e de melhor qualidade. Comércio exterior, hoje, é emprego na veia. Tem determinadas empresas que, se não exportarem, elas fecham. O mercado interno não é suficiente”, completou o ministro.
Alckmin ainda classificou o acordo como um exemplo para o mundo:
“Em um momento de instabilidade política, de geopolítica com guerras em vários lugares, de protecionismo exacerbado, você dá o exemplo de que é possível, através do diálogo e da negociação, fortalecer o multilateralismo e ter livre comércio.”