O Corpo de Bombeiros socorreu, no final da manhã dessa quarta-feira, dia 20 de maio, uma mulher de 59 anos, vítima de queimaduras, em Amambai.
Segundo os bombeiros, Aparecida Maria Medeiros Santos teve cem por cento do corpo queimado dentro de casa, mas não se sabe se foi proveniente de acidente doméstico ou o fogo teria sido provocado pela própria vítima.
Socorrida pelo Corpo de Bombeiros para o Pronto Socorro do Hospital Regional, em Amambai, a mulher recebeu atendimento de emergência, foi entubada e, devido a gravidade das queimaduras, foi transferida para a Santa Casa, em Campo Grande onde, segundo informações repassadas a reportagem do A Gazeta, acabou não resistindo e veio a óbito.
Matéria atualizada às 22h10 para acréscimo de informação
Um homem de 40 anos foi preso na noite de terça-feira (19), no bairro Salgado Filho, em Ponta Porã, após uma ocorrência de violência doméstica que terminou com resistência, desacato, ameaças e confronto com Policiais Militares.
De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada para atender uma denúncia em uma residência localizada na Rua Carnaubal. No local, as vítimas relataram que o autor chegou em casa embriagado e passou a insultar familiares, incluindo as próprias filhas.
Segundo o relato, durante a discussão, o homem teria se apoderado de um pedaço de ferro e tentado agredir uma das adolescentes, que precisou fugir da residência e aguardar a chegada da viatura em uma esquina próxima para evitar ser atacada. Ainda conforme as informações, o autor proferia ofensas e ameaças constantes contra as vítimas.
Familiares informaram aos policiais que o comportamento agressivo teria se intensificado em razão do processo de separação do casal, situação que estaria motivando frequentes episódios de violência física, verbal e psicológica dentro da residência.
Ao perceber a chegada da equipe policial, o homem tentou fugir pelos fundos do imóvel. Durante a abordagem, conforme o registro policial, ele desobedeceu às ordens da equipe e reagiu de forma violenta, desferindo socos, chutes e ameaças contra os militares.
Os policiais precisaram utilizar técnicas de imobilização e algemas para conter o indivíduo. A ocorrência foi dificultada pelas condições do terreno, que estava tomado por barro devido à chuva.
Ainda segundo o boletim, em determinado momento o homem tentou pegar a arma de um dos militares, afirmando que mataria os policiais.
Mesmo após ser colocados na viatura, o homem continuou fazendo ameaças de morte e insultos contra os policiais.
A mulher informou às autoridades que já havia sido vítima de agressões anteriores e manifestou interesse em solicitar medidas protetivas de urgência.
O autor foi encaminhado à Primeira Delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã, juntamente com as vítimas, para as providências cabíveis.
Um homem de 46 anos foi preso na tarde desta quarta-feira (20), no Fórum de Ponta Porã, durante o cumprimento de um mandado de prisão expedido pela Justiça.
De acordo com informações da Polícia Militar, a equipe da Área Sul foi acionada via COPOM para prestar apoio à segurança do Fórum, após a identificação de um indivíduo com ordem judicial em aberto.
No local, os policiais realizaram a abordagem e confirmaram a existência do mandado de prisão relacionado ao crime de homicídio, previsto no artigo 121 do Código Penal.
O homem foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã, onde permanece à disposição da Justiça.
A equipe econômica estuda a criação de um Fundo Garantidor para o agronegócio diante do aumento das perdas provocadas por eventos climáticos extremos e da escalada do endividamento rural.
A proposta foi confirmada nesta quarta-feira, 20, pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, após reunião com senadores, deputados e representantes de movimentos agrícolas para discutir o projeto de renegociação das dívidas do setor.
“A gente já sinaliza que a gente vai trabalhar nisso. A ideia é que nos próximos dias a gente tenha um texto final”, afirmou Durigan em coletiva no Ministério da Fazenda.
Segundo ele, o modelo em discussão deverá contar com participação do governo federal, dos bancos e também dos produtores rurais, em menor escala.
Novo mecanismo
O fundo faz parte de um pacote mais amplo de medidas voltadas ao financiamento e à renegociação das dívidas do agronegócio. Segundo Durigan, o fundo funcionaria nos moldes do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que cobre parcialmente prejuízos de investidores vítimas de quebra de instituições financeiras.
Esse fundo, informou o ministro, teria recursos do governo, das instituições financeiras e dos próprios agricultores.
A presença de recursos públicos seria uma diferença em relação ao FGC, que tem aportes apenas das instituições financeiras.
Carência e prazo maiores
O principal ponto do projeto é a criação de uma linha especial de crédito para renegociar passivos rurais utilizando recursos do Fundo Social do Pré-Sal e de outros fundos supervisionados pela Fazenda.
O texto prevê condições diferenciadas para os produtores, com prazo de até dez anos para pagamento das dívidas e carência de dois anos para início da quitação. Segundo Durigan, houve acordo com os senadores sobre esses pontos.
“O debate agora é sobre os melhores critérios de enquadramento. Um dos critérios da Fazenda é que seja identificada perda real por parte do agricultor”, disse o ministro.
Originalmente, o governo pretendia dar carência de um ano para o início do pagamento das dívidas e conceder prazo de até seis anos de pagamento das parcelas após a renegociação. De acordo com Durigan, a Fazenda concordou em ceder nesses dois pontos após a reunião desta quarta-feira.
Critérios e acesso
A equipe econômica quer limitar o acesso aos programas de renegociação a produtores efetivamente afetados por perdas climáticas ou crises econômicas. A intenção é evitar que o benefício seja utilizado de forma indiscriminada.
O relator do projeto no Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), defendeu a necessidade de construir uma solução estrutural para o endividamento do setor rural. Segundo ele, os problemas enfrentados pelos produtores deixaram de ser pontuais.
“O endividamento rural hoje é uma questão estrutural da economia agrícola brasileira. Precisamos preservar a produção, o abastecimento e os empregos do setor”, afirmou o senador após a reunião.
Pressão climática
O avanço da proposta ocorre em meio ao aumento das perdas provocadas por secas prolongadas, enchentes e oscilações climáticas severas que afetaram diferentes regiões produtoras nos últimos anos.
Nos debates no Senado, parlamentares ligados à bancada ruralista argumentaram que as sucessivas quebras de safra agravaram as dificuldades de pagamento das operações de crédito rural contratadas anteriormente.
O novo fundo garantidor é tratado como uma tentativa de criar um mecanismo permanente de proteção financeira para o setor diante da intensificação dos riscos climáticos.
Impacto bilionário
Apesar do apoio político da bancada ruralista, a proposta enfrenta resistência dentro da equipe econômica por causa do impacto fiscal potencial.
Estimativas discutidas no Congresso apontam que o volume de dívidas rurais envolvidas pode chegar a cerca de R$ 180 bilhões. Os recursos inicialmente previstos incluem até R$ 30 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal, além de outras fontes públicas de financiamento.
A votação do projeto na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado foi adiada após pedido do Ministério da Fazenda por mais tempo de negociação sobre pontos considerados sensíveis no texto.
Após a reunião desta quarta, Calheiros e a senadora Tereza Cristina (PP-MS), que também participou das renegociações, disseram que os cálculos do impacto fiscal serão refeitos.
Produtores rurais que quiserem investir em inovação poderão contar com uma linha especial de crédito. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quarta-feira (20) uma mudança nas regras de financiamento à inovação e à digitalização com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
A medida amplia o acesso ao crédito para empresários individuais e pessoas físicas que atuam no agronegócio, na produção florestal, na pesca e na aquicultura.
Na prática, produtores rurais e trabalhadores desses setores poderão contratar financiamentos para modernização tecnológica, compra de máquinas e equipamentos e digitalização das atividades produtivas.
Os recursos são repassados pelo FAT ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que empresta o dinheiro com juros subsidiados.
O que muda
Antes da decisão, as operações de crédito eram restritas a empresas organizadas formalmente. Com a nova regulamentação, pessoas físicas e empresários individuais também passam a ser reconhecidos como beneficiários das linhas de financiamento.
A mudança vale para trabalhadores residentes e domiciliados no Brasil que exerçam atividades econômicas ligadas aos seguintes setores:
Agronegócio;
Produção florestal;
Pesca;
Aquicultura e
Serviços diretamente relacionados a esses segmentos
Como funciona
Os financiamentos usam recursos do FAT, fundo abastecido principalmente pelas contribuições do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). O dinheiro é transferido ao BNDES, que opera programas de crédito voltados ao investimento produtivo.
As operações utilizam a Taxa Referencial (TR) como base de remuneração, o que tende a tornar o crédito mais acessível em comparação a modalidades tradicionais de mercado.
Segundo o governo, os recursos poderão ser usados para:
Aquisição de máquinas e equipamentos;
Modernização tecnológica;
Digitalização da produção;
Aumento da produtividade;
Melhoria das condições de trabalho e produção.
Impactos esperados
A avaliação do governo é que a medida pode estimular a produção e a comercialização de máquinas agrícolas e equipamentos tecnológicos, além de beneficiar fabricantes, distribuidores e prestadores de serviço.
A expectativa também é de geração de empregos, aumento da renda e fortalecimento da atividade econômica nas regiões atendidas.
O governo argumenta ainda que a modernização tecnológica pode melhorar a eficiência da produção rural e ampliar a competitividade do setor.
Quem compõe o CMN
O Conselho Monetário Nacional é o principal órgão responsável por definir as diretrizes das políticas monetária, cambial e de crédito do país.
Atualmente presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o CMN também é composto pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.
A inflação aumentou no último mês para as famílias com renda de até R$ 2.299,82, considerada a faixa mais baixa de renda. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), nesta faixa de renda a inflação “avançou de 0,85% em março para 0,92% em abril.”
A variação geral de preços segundo o estrato econômico foi medida pelo indicador de inflação por faixa de renda calculado pelo Ipea.Conforme os dados analisados, a inflação desacelerou em abril para as faixas de renda acima dos R$ 2.299,82.
Nota do instituto afirma que os reajustes mais fortes dos preços da energia elétrica (0,72%) e dos produtos farmacêuticos (1,8%) em abril foram as maiores responsáveis pela aceleração inflacionária que repercutiu nas famílias de renda muito baixa.
De janeiro a abril de 2026, a taxa de inflação para quem ganha até R$ 2.299,82 de renda foi de 2,66%. “No acumulado em 12 meses, no entanto, as famílias de renda muito baixa seguem sendo as com menor variação inflacionária (3,83%)”, ressalva o Ipea.
Para o conjunto total de famílias, independente de renda, as principais pressões inflacionárias de abril vieram da alta de preços do arroz (2,5%), feijão carioca (3,5%), batata (6,6%), carnes (1,6%), ovos (1,7%) e leite (13,7%).
Além desses produtos, houve alta de no grupo de “saúde e cuidados pessoais”: puxado pelos acréscimos nos custos dos artigos de higiene (1,6%), e dos reajustes dos serviços médicos (1,0%).
Merece destaque ainda a pressão sobre os custos dos combustíveis (1,8%) devido à guerra contra o Irã iniciada pelos Estados Unidos e Israel.
Um homem de 32 anos foi preso nesta quarta-feira (20) após descumprir uma medida protetiva de urgência e ameaçar a ex-companheira no bairro Parque Ipês I, em Ponta Porã.
De acordo com informações da Polícia Militar, a equipe Canil foi acionada via Copom para atender a ocorrência em uma residência localizada nesse bairro. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o autor em frente à casa da vítima, uma mulher de 44 anos.
Conforme relato da vítima, ela manteve união estável com o autor por cerca de 14 anos e está separada há aproximadamente três anos. Ainda segundo a mulher, já existem registros anteriores contra o indivíduo por crimes praticados no contexto de violência doméstica, incluindo ameaça, perseguição, dano, injúria e vias de fato. Ela também informou possuir medidas protetivas de urgência expedidas pela Justiça.
Mesmo ciente das determinações judiciais, o homem teria ido até a residência da ex-companheira e passado a chamá-la insistentemente. A vítima contou que, após acionar a Polícia Militar, saiu para conversar com o autor, momento em que ele passou a fazer ameaças de morte e exigir que ela retirasse as denúncias registradas anteriormente.
A mulher afirmou aos policiais que teme por sua integridade física e psicológica e manifestou interesse em manter as medidas protetivas, além de representar criminalmente contra o autor.
Diante dos fatos, os envolvidos foram encaminhados à Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM) de Ponta Porã para as providências cabíveis.
A Casa do Trabalhador, órgão ligado a Fundação do Trabalho (Funtrab) do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza pelo menos 46 oportunidades de emprego para esta quinta-feira, dia 21 de maio, em Amambai.
Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas
15 vagas para oficial de serviços gerais na manutenção de edificações ajudante geral. Trabalhar no município de Inocência, salário R$ 2.112,00. Benefícios, cesta básica R$ 900,00 refeição fornecidas café almoço e janta plano de saúde.
6 vagas para vendedor ou vendedora
3 vagas para servente de pedreiro
3 vagas para atendente
1 vaga para voperador de caixa
1 vaga para consultor de vendas
1 vaga para balconista de açougue
1 vaga para auxiliar de linha de produção
1 vaga para auxiliar de pizzaiolo
1 vaga para empregada doméstica
1 vaga para instalador de sistema eletrônico de segurança
1 vaga para monitor de sistema eletrônico interno
1 vaga para técnico de telecomunicações
1 vaga para mecânico de autos em geral
1 vaga para mecânico de bicicleta
1 vaga para mecânico de máquinas pesadas
1 vaga para auxiliar de mecânico de autos
1 vaga para ajudante de serralheiro
1 vaga para serralheiro
1 vaga para pintor de obras
1 vaga para mestre de obras
1 vaga para soldador
Casa do trabalhador também oferece
A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região.
Segundo o órgão para dar entrada no pedido de benefício o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade).
A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa às instalações da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.
O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 11h. Das 13h às 17h o trabalho é interno.
Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148 ou celular/WhatsApp (67) 9880-0533
O dólar caiu, e a bolsa brasileira voltou a subir em meio à melhora do humor global diante de sinais de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã. A moeda norte-americana fechou próxima de R$ 5, enquanto o Ibovespa avançou cerca de 1,8%, recuperando parte das perdas acumuladas nos últimos pregões.
O movimento foi impulsionado pelo recuo do petróleo e pela redução das tensões em torno do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte mundial de petróleo.
O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (20) vendido a R$ 5,003, com recuo de R$ 0,037 (-0,74%). A cotação chegou a R$ 5,05 por volta das 10h, mas caiu ao longo do dia com o alívio no Oriente Médio.
Na semana, a moeda acumula queda de 1,27%. Apesar do recuo desta quarta-feira, o dólar ainda sobe pouco mais de 1% em maio. No ano, a queda em relação ao real chega a 8,85%.
O mercado reagiu positivamente a informações de que navios voltaram a atravessar o Estreito de Ormuz e a declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, indicando que um acordo com o Irã estaria em fase final de negociação. Com isso, diminuíram os temores de interrupção no fornecimento global de petróleo e de uma nova pressão inflacionária sobre a economia americana.
Dados do Banco Central mostraram ainda entrada líquida de US$ 3,027 bilhões no fluxo cambial da semana passada, puxada pelo canal financeiro. Em maio, até o dia 15, o saldo está positivo em US$ 1,588 bilhão.
Bolsa recupera perdas
Após três sessões seguidas de queda, o Ibovespa fechou em alta de 1,77%, aos 177.355,73 pontos, no maior avanço diário desde 8 de abril. O índice chegou a superar os 178 mil pontos na máxima do dia, sustentado pela melhora do apetite global por risco e pela recuperação das bolsas em Nova York.
Ações de mineradoras e de empresas ligadas ao consumo e a bancos puxaram a alta. O desempenho positivo ocorreu mesmo com a forte queda das ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa.
Pressionados pelo recuo do petróleo, os papéis ordinários (com voto em assembleia de acionista) da Petrobras caíram 3,85%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) recuaram 3,23%.
Entre os destaques de alta ficaram CSN Mineração (+10,29%), Cury (+8,53%) e Lojas Renner (+7,77%). Vale ON avançou 1,21%, e os grandes bancos também subiram.
Em Wall Street, os principais índices fecharam em alta, impulsionados pela expectativa em torno do balanço da Nvidia, maior fabricante de chips do mundo, e pelo alívio nos juros dos títulos do Tesouro estadunidense. O Nasdaq (índice das empresas de tecnologia) subiu 1,54%, enquanto o S&P 500 (índice das 500 maiores empresas) avançou 1,08%.
Petróleo despenca
O petróleo registrou forte queda, refletindo a retomada parcial do fluxo marítimo em Ormuz e as expectativas de um acordo diplomático entre EUA e Irã. O Brent, referência nas negociações internacionais, fechou em baixa de 5,62%, a US$ 105,02 o barril. O WTI, barril do Texas, referência nos Estados Unidos, caiu 5,7%, a US$ 98,26.
A queda nas cotações do petróleo intensificou-se após relatos de que superpetroleiros voltaram a cruzar o estreito, responsável por cerca de um quinto do comércio mundial de petróleo. Apesar da queda expressiva, os preços seguem em patamar elevado, e o mercado continua atento ao risco de novas tensões no Oriente Médio.
No próximo domingo (24/05), Naviraí recebe o projeto Circula Cultura MS, iniciativa do Governo do Estado, por meio da Fundação de Cultura (FCMS), que utiliza uma carreta-palco para a realização de atrações culturais como base móvel de arte e muita alegria.
Idealizado para ampliar o acesso da população aos bens culturais, o projeto já passou por mais de dez cidades de Mato Grosso do Sul, com apresentações de artistas sul-mato-grossenses nas categorias solo, grupos ou coletivos.
Em Naviraí, haverá apresentações culturais locais com coral, música, cantores mirins, exposição de artesanato local, além de festival de fatias de doces e toda a gastronomia da economia criativa, atividades organizadas pela Fundação Cultural do Município.
O Circula Cultura MS integra as ações do Edital nº 017/2025/FCMS e é uma realização do Governo Federal, por meio da Lei Aldir Blanc; do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo, Esporte e Cultura e da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul; e da Prefeitura de Naviraí.
A Polícia Civil está apurado o furto de um veículo ocorrido nessa segunda-feira, dia 18 de maio, da frente de uma academia, em Amambai.
Segundo a ocorrência policial, a vítima, uma mulher de. 48 anos, teria chegado na academia, situada na Avenida Pedro Manvailler, região central da cidade, para dar aula por volta das 14h e ao sair, por volta das 19h, seu carro não estava mais no local que havia deixado. O carro furtado, segundo a ocorrência, é um Ford Ka, sedan, placa QAR1A75.
Sob supervisão do 1º secretário da Assembleia Legislativa, deputado estadual Paulo Corrêa (PL), foi inaugurado nesta quarta-feira (20) o novo estacionamento vertical da Casa de Leis, ampliando de 250 para 657 o número de vagas disponíveis para servidores e visitantes.
A obra homenageia o Deputado Amarildo Cruz (in memoriam) e integra o processo de modernização do Parlamento Estadual, com foco em acessibilidade, sustentabilidade e melhoria da estrutura da Casa de Leis.
Livro de Eronildo Barbosa detalha os 45 anos de história da Assembleia Legislativa
Durante a solenidade, que reuniu deputados, autoridades, servidores e ex-parlamentares, também foi lançado o livro que conta a história da Assembleia Legislativa, de autoria do escritor Eronildo Barbosa.
Paulo Corrêa destacou que o novo estacionamento vertical representa um novo momento para o Parlamento. “Estamos preparando a Assembleia para o futuro, pensando nas pessoas, no crescimento do Estado e em uma estrutura mais eficiente e sustentável. Esse investimento garante mais conforto, acessibilidade e organização para quem trabalha e para quem visita nossa Casa de Leis”, afirmou.
O parlamentar também ressaltou o compromisso com a preservação ambiental e os avanços tecnológicos implantados no projeto. “Aqui, escolhemos ampliar a área que já era utilizada como estacionamento, sem precisar avançar sobre áreas verdes do Parque dos Poderes. Além disso, a Assembleia hoje já produz mais energia do que consome, mostrando que é possível crescer com responsabilidade, sustentabilidade e eficiência”, acrescentou.
Modernização que acompanha o crescimento de MS
Corrêa, Gerson e Riedel visitam as novas instalações do estacionamento vertical
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gerson Claro, destacou que a nova estrutura acompanha o desenvolvimento vivido por Mato Grosso do Sul nos últimos anos e prepara a Casa de Leis para essa nova realidade. “Essa é uma estrutura planejada com olhar para a sustentabilidade, para a acessibilidade e para a modernização da Assembleia Legislativa, acompanhando o crescimento do Mato Grosso do Sul e as necessidades da população”, ressaltou.
“O Mato Grosso do Sul mudou muito, cresceu muito, e essa modernização da Assembleia Legislativa reflete exatamente esse novo momento vivido pelo Estado”, completou o governador Eduardo Riedel, afirmando que pretende aplicar esse novo modelo em outras estruturas do Estado.
Foi divulgado nessa quarta-feira (20) o Índice de Progresso Social (IPS Brasil) 2026, que define o índice de qualidade de vida dos municípios brasileiros. Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande lidera o ranking, seguida por Glória de Dourados e Dourados.
Conforme consta, a capital alcançou 69,77 pontos, destacando-se entre as 27 capitais, alcançando o 4º lugar. Já no ranking geral, com todos os mais de 5,7 mil municípios brasileiros, a Cidade Morena aparece na 41ª posição.
O melhor desempenho de Campo Grande foi na dimensão “Oportunidades”, que mede fatores como inclusão social, direitos individuais e acesso ao ensino superior. Entre os estados, Mato Grosso do Sul aparece em 7º lugar, com 64,14.
O IPS Brasil avalia indicadores sociais e ambientais relacionados à saúde, educação, segurança, moradia, saneamento, inclusão social e acesso a oportunidades. A nota média do Brasil ficou em 63,40 — uma melhora pequena em relação a 2025 (63,05) e 2024 (62,85).
A cidade de Gavião Peixoto (SP) lidera o ranking nacional pela terceira vez seguida, somando 73,10 pontos em uma escala que vai de 0 a 100. Em último lugar aparece Uiramutã, em Roraima, com 42,44 pontos.
No geral, 18 das 20 cidades mais bem colocadas de todo o Brasil ficam no Sul e Sudeste, enquanto 19 das 20 mais baixas colocações estão no Norte e no Nordeste.
Confira as 10 cidades mais bem colocadas de Mato Grosso do Sul:
Campo Grande — 69,77 pontos
Glória de Dourados — 66,46 pontos
Dourados — 65,89 pontos
Três Lagoas — 65,47 pontos
Bataguassu — 65,13 pontos
Jateí — 64,68 pontos
Chapadão do Sul — 64,50 pontos
Naviraí — 64,42 pontos
Angélica — 64,02 pontos
Nova Andradina — 63,87 pontos
Veja as 20 cidades do Brasil com os melhores índices de qualidade de vida
Gavião Peixoto (SP) — 73,10
Jundiaí (SP) — 71,80
Osvaldo Cruz (SP) — 71,76
Pompéia (SP) — 71,76
Curitiba (PR) — 71,29
Nova Lima (MG) — 71,22
Gabriel Monteiro (SP) — 71,16
Cornélio Procópio (PR) — 71,16
Luzerna (SC) — 71,10
Itupeva (SP) — 71,08
Rafard (SP) — 71,08
Presidente Lucena (RS) — 71,05
Adamantina (SP) — 70,97
Maringá (PR) — 70,87
Alto Alegre (RS) — 70,86
Ribeirão Preto (SP) — 70,80
Brasília (DF) — 70,73
Barra Bonita (SP) — 70,71
Araraquara (SP) — 70,70
Águas de São Pedro (SP) — 70,66
Municípios com pontuações mais baixas no IPS Brasil 2026
Uiramutã (RR) — 42,44
Jacareacanga (PA) — 44,32
Alto Alegre (RR) — 44,72
Portel (PA) — 45,42
Amajari (RR) — 45,58
Pacajá (PA) — 45,87
Anapu (PA) — 45,91
Japorã (MS) — 46,23
Santa Rosa do Purus (AC) — 46,70
Uruará (PA) — 46,80
Trairão (PA) — 46,82
Bannach (PA) — 47,23
São Félix do Xingu (PA) — 47,38
Recursolândia (TO) — 47,39
Cumaru do Norte (PA) — 47,43
Peritoró (MA) — 47,53
Oeiras do Pará (PA) — 47,57
Ladainha (MG) — 47,58
Anajás (PA) — 47,62
Paranã (TO) — 47,63
Pontuações das capitais no IPS Brasil 2026
Curitiba (PR) — 71,29
Brasília (DF) — 70,73
São Paulo (SP) — 70,64
Campo Grande (MS) — 69,77
Belo Horizonte (MG) — 69,66
Goiânia (GO) — 69,47
Palmas (TO) — 68,91
Florianópolis (SC) — 68,73
João Pessoa (PB) — 67,73
Cuiabá (MT) — 67,22
Rio de Janeiro (RJ) — 67,00
Porto Alegre (RS) — 66,94
Natal (RN) — 66,82
Aracaju (SE) — 66,35
Vitória (ES) — 66,02
Teresina (PI) — 66,02
São Luís (MA) — 65,64
Fortaleza (CE) — 65,15
Boa Vista (RR) — 64,49
Manaus (AM) — 63,91
Belém (PA) — 63,90
Rio Branco (AC) — 63,44
Recife (PE) — 63,22
Salvador (BA) — 62,18
Maceió (AL) — 61,96
Macapá (AP) — 59,65
Porto Velho (RO) — 58,59
Pontuações das Unidades da Federação no IPS Brasil 2026
Balanço do Ministério da Educação mostra que 65% dos participantes na Prova Nacional Docente (PND) 2025 foram considerados proficientes, ou seja, alcançaram o rendimento de pelo menos 50 pontos da escala que vai até 100 pontos.
Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (20), junto dos resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes das Licenciaturas. A PND teve 1.087.359 inscritos e 70% de comparecimento efetivo no dia do exame..
Dos 760.118 participantes, 492 mil atingiram o padrão de proficiência e estão aptos a lecionar. De acordo com o MEC, este volume supera a estimativa da procura anual do país por novos docentes, calculada em cerca de 118 mil professores por ano.
Durante a divulgação dos dados, Na sede do MEC, em Brasília, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, comentou que as notas dos candidatos na prova podem ser usadas pelas redes de ensino para seleção de professores para educação básica pública.
“Muitas redes municipais e algumas redes estaduais não faziam nenhum processo seletivo, era apenas uma lista de inscrição. Agora, elas têm à disposição um instrumento poderoso que vai poder selecionar, da melhor maneira possível, os professores”, disse o ministro.
Desempenho por área
Das 17 áreas de licenciatura avaliadas na PND, matemática registrou o pior desempenho: apenas 45,9% de estudantes com proficiência. De acordo com o MEC, 53.031 mil professores da disciplina participaram da prova.
Leonardo Barchini explicou que, apesar de matemática ter sido a única área em que a maioria dos candidatos ficou abaixo do nível mínimo, o governo federal tem instituído programas para melhoria da formação continuada desses profissionais.
“Vamos tomar medidas específicas para a formação inicial. Pela primeira vez, temos resultados dessa magnitude. Com esse detalhamento, vamos instituir novas políticas e novas ações para que a gente possa melhorar em todas as áreas da formação de professores no Brasil.”
Os resultados apresentados destacam que a área de ciências humanas teve o melhor resultado, com 80,2% dos participantes proficientes na PND.
Já o curso de pedagogia teve 62,8% dos participantes proficientes.
Leonardo Barchini apresenta os resultados da PND e do Enade das Licenciaturas de 2025 – Fábio Nakakura/Ministério da Educação
O ministro também adiantou que, em 2026, serão avaliadas 21 licenciaturas. A ampliação inclui quatro novas áreas: teatro, dança, ciências naturais e letras – espanhol.
Padrões
A proficiência da prova foi dividida em dois níveis, que dependem do desempenho do professor na PND:
Padrão 1: que corresponde à atuação profissional em um nível inicial, com competências básicas consolidadas
Padrão 2: referente a uma atuação consistente do professor e indica que o docente tem fundamentação teórico-prática consolidada, sendo capaz de planejar, aplicar metodologias e avaliações, com maior autonomia pedagógica.
Durante a coletiva à imprensa, o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Manuel Palacios, explicou como foi a construção deste modelo baseado na oferta de duas referências às redes de ensino.
“Os dois padrões de proficiência foram definidos a partir da participação de professores que propuseram às comissões [de elaboração da prova] o que caracterizaria cada um dos padrões de proficiência e que o INEP veio a definir.”
Participação
Entre os candidatos que participaram da PND, 196.237 eram concluintes de um curso de licenciatura inscritos no Enade das Licenciaturas. Deste total, 113,3 mil (57,8%) concluintes alcançaram o padrão considerado proficiente (aptos).
Outros 555.978 participantes do público geral, já são graduados em licenciatura e profissionais da educação que buscam ingresso no magistério. Neste universo, 67,5% tiveram bom aproveitamento e são proficientes.
Uso da PND
A PND tem o objetivo de estimular a realização de concursos públicos e processos seletivos qualificados nas redes públicas de ensino do Brasil.
Em 2025, a prova teve a adesão voluntária de 1.530 redes públicas de ensino para uso dos resultados da PND em processos de seleção para o magistério público, sendo 22 redes estaduais, 18 capitais e 1.490 outros municípios.
De acordo com o MEC, 117 editais de seleção de professores foram publicados por essas secretarias de educação com a previsão de uso dos resultados da PND de 2025. As bancas dos concursos consultaram os CPFs de 211 mil inscritos na PND no sistema do Inep para verificação do desempenho na prova.
Os governos estaduais, do Distrito Federal e municipais têm autonomia para decidir como e quando aplicar as notas obtidas pelos candidatos em seus editais locais dos próprios processos seletivos. Os resultados podem ser usados como etapa única (classificatória, eliminatória) ou complementar à prova prática, por exemplo, combinando-a com provas práticas, de títulos ou cursos de formação, a critério de cada gestor de educação local.
PND 2026
O ministro ressaltou que o MEC abriu o período de novas adesões voluntárias à PND até o dia 31 de maio para as redes de ensino que têm interesse em usar a edição de 2026 nos processos seletivos. De 2026 em diante, a participação será válida por prazo indeterminado.
As adesões formalizadas em 2025 permanecem válidas para 2026 em diante, sendo necessária apenas a confirmação no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec).
PND
A Prova Nacional Docente é um exame anual, feito pelo Ministério da Educação (MEC) e aplicado pelo Inep.
O produto corresponde à avaliação teórica do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas.
A iniciativa faz parte do programa Mais Professores para o Brasil, lançado em janeiro de 2025, que reúne ações de reconhecimento e qualificação do magistério da educação básica e de incentivo à docência no país.
Fonte: Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil
Na manhã desta quarta-feira (20), a Fiems participou da cerimônia de encerramento da Campanha Seu Abraço Aquece com uma fala da diretora estratégica da Federação, Adriana Sato, representando as instituições parceiras e correalizadoras da iniciativa durante a cerimônia. “Hoje é o dia de agradecer a cada um pelo empenho, pela dedicação que foram empregados aqui. Eu acredito que essa campanha desperta em nós sentimentos muito bons de ajuda ao próximo. Que ela sirva como um momento de reflexão para que a gente considere como podemos ajudar essas pessoas não só agora, nesse inverno, mas ao longo de todo o ano”.
Em 2026, a campanha arrecadou mais de 192 mil roupas, cobertores, calçados e acessórios de inverno para adultos, crianças, homens e mulheres em situação de vulnerabilidade em Mato Grosso do Sul – um aumento de aproximadamente 31 mil peças em relação ao ano passado. “Foi uma arrecadação maravilhosa”, diz a primeira-dama e madrinha da iniciativa, Mônica Riedel. “Hoje, a gente extrapola o Governo do Estado. A gente tem a ação das secretarias mas temos também muitos parceiros, todos os poderes mais a sociedade como um todo. Esse número nos torna muito felizes e mostra que estamos no caminho certo”. Para o vice-governador de Mato Grosso do Sul, José Carlos Barbosa, as doações representam quase 200.000 abraços. “Esse trabalho de amor merece ser reconhecido”.
A Fiems é parceira da campanha há três anos e cede a utilização do Centro de Convenções Albano Franco para a concentração, triagem e entrega das peças. “Nós organizamos as instruções de trabalho que definem como essas doações são recebidas, como os kits de cada entidade são montados e como são entregues”, completa Adriana. A 11ª edição também marca o atendimento a pelo menos uma entidade em todas as 79 cidades de Mato Grosso do Sul. As entregas na capital começam hoje a partir das 14h, no Centro de Convenções Albano Franco, e as do interior começam na próxima semana. “No interior, as agências do Detran organizam essa entrega: dia, horário, local”, descreve o Secretário de Estado de Administração, Roberto Gurgel. “Eles entram em contato com as entidades e também com os servidores públicos do interior Estado para que eles possam participar”.
Formações e cursos gratuitos
Junto às doações, diversos parceiros se mobilizaram para oferecer alternativas de qualificação profissional às populações atendidas pela campanha. Em uma reunião entre correalizadores e lideranças das entidades cadastradas, representantes do Sistema S como Senai, Senac, Sebrae e parceiros como a Funtrab apresentaram inúmeras opções de formações disponíveis. “Nós precisamos, enquanto instituições, fomentar o interesse para que essas pessoas façam os cursos, se capacitem”, completa a diretora estratégica da Fiems. “Vários de nós do Sistema S, inclusive, podemos atender in loco, levando as salas de aula para dentro dessas comunidades. Eles se interessaram e nós esperamos que, no ano que vem, a gente possa colher os frutos dessa nova iniciativa”.
Ao participar da 1ª etapa estadual da Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em Mato Grosso do Sul, a Fiems reafirmou o compromisso da indústria com a sustentabilidade e a construção da Agenda 2030.
O evento, realizado nesta quarta-feira (20/05), em Campo Grande, marca o início da mobilização estadual para a conferência nacional e reuniu representantes do poder público, universidades, setor produtivo, movimentos sociais e organizações da sociedade civil. Representando a Fiems no encontro, a gerente de sustentabilidade, Cláudia Borges, falou sobre a responsabilidade assumida pela federação como indutora das discussões sobre Agenda 2030 e sustentabilidade junto ao setor produtivo industrial sul-mato-grossense.
“Como entidade representativa do setor empresarial, a Fiems tem compromisso com os desafios relacionados à parte ambiental, social e econômica. Nosso trabalho tem sido apresentar esses desafios às indústrias e engajá-las para caminharem conosco, relacionando suas estratégias de negócio com a redução de impactos na sociedade. A presença da Fiems visa contribuir com a discussão na construção de propostas para nortear políticas públicas nacionais”.
Eixos de discussão Após a abertura oficial, foram formados grupos de trabalho para debater propostas específicas que serão levadas à conferência nacional. Os eixos 5 (governança participativa) e 6 (colaboração multissetorial e financiamento da Agenda 2030) tiveram como facilitadores Cláudia Borges (Fiems) e Tamires Domingues (Sebrae-MS), além dos relatores Pedro Henrique Franco (Fiems) e João Vítor (Procidis/UFMS).
Sobre o evento
Com o tema “A Agenda 2030 no Brasil: Fortalecer a Democracia e Defender os Direitos Humanos para a construção coletiva de um novo modelo de desenvolvimento socialmente justo e inclusivo, ambientalmente responsável e economicamente viável”, a conferência foi realizada no campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande.
A etapa estadual integra o processo preparatório da 1ª Conferência Nacional dos ODS, promovida pela Comissão Nacional para os ODS (CNODS), vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República. A realização da conferência em Mato Grosso do Sul resulta de uma articulação entre a Comissão Nacional dos ODS (CNODS), o Movimento Nacional ODS e a UFMS, consolidando uma aliança institucional em torno da Agenda 2030.
Sobre a Agenda 2030
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável constituem um pacto global voltado à erradicação da pobreza, proteção do meio ambiente e enfrentamento das mudanças climáticas, promovendo melhores condições de vida para a população.
A Agenda 2030 reúne metas relacionadas à saúde, educação, igualdade de gênero, trabalho digno, redução das desigualdades, cidades sustentáveis, consumo responsável, preservação ambiental e fortalecimento das instituições democráticas. No Brasil, foi incorporado ainda o 18º ODS, voltado à promoção da igualdade étnico-racial.
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado estadual Gerson Claro, participou nesta terça-feira (20) da solenidade de inauguração do novo estacionamento vertical “Deputado Amarildo Cruz” e do lançamento do livro que resgata os 45 anos de história da Casa de Leis sul-mato-grossense. O evento reuniu parlamentares, ex-deputados, autoridades estaduais e representantes de diferentes instituições no Palácio Guaicurus, em Campo Grande.
A cerimônia contou com a presença do governador Eduardo Riedel, além de integrantes do Tribunal de Justiça, do Ministério Público, secretários estaduais e lideranças políticas que acompanharam a entrega da nova estrutura e o lançamento da obra “Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul – Estado do Pantanal – 45 anos”, escrita pelo historiador Eronildo Barbosa da Silva.
Durante o evento, Gerson Claro destacou que os dois atos representam momentos complementares da trajetória da Assembleia: a modernização da estrutura física do Parlamento e a valorização da memória política de Mato Grosso do Sul.
“O estacionamento amplia a capacidade de atendimento ao público e melhora a estrutura da Assembleia para os próximos anos, enquanto o livro registra a contribuição de homens e mulheres que ajudaram a construir a história do nosso Estado e do Poder Legislativo”, afirmou o presidente.
Batizado em homenagem ao ex-deputado Amarildo Cruz, o novo estacionamento vertical amplia de cerca de 250 para 600 o número de vagas disponíveis no complexo da ALEMS. A estrutura foi planejada com foco em acessibilidade, mobilidade e sustentabilidade, utilizando a mesma área do antigo estacionamento para evitar novos impactos ambientais.
Ao discursar, Gerson Claro também ressaltou a importância de preservar a trajetória institucional da Assembleia Legislativa por meio do livro comemorativo dos 45 anos da Casa. Formado em História, o parlamentar lembrou que compreender o desenvolvimento político de Mato Grosso do Sul também passa pelo reconhecimento do papel desempenhado pelo Legislativo estadual desde a criação do Estado.
O governador Eduardo Riedel destacou que a nova estrutura prepara a Assembleia para as próximas décadas e homenageou Amarildo Cruz pela contribuição à vida pública sul-mato-grossense.
A solenidade reuniu ainda deputados estaduais, ex-presidentes da ALEMS, representantes dos poderes constituídos e familiares de Amarildo Cruz, em um ato marcado pelo reconhecimento à história política do Estado e pela entrega de uma das maiores obras de infraestrutura já realizadas pela Assembleia Legislativa.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta quarta-feira (20), decreto que atualiza a regulamentação do Marco Civil da Internet. O texto trata dos deveres e possibilita a responsabilização das plataformas digitais sobre os conteúdos distribuídos em seus ecossistemas.
A medida ainda atribui competência à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) para regular, fiscalizar e apurar infrações ao Marco Civil da Internet.
O texto, que ainda será publicado no Diário Oficial da União, reforça que empresas que operam no Brasil precisam cumprir a legislação brasileira e atuar de forma proativa e proporcional para impedir a circulação massiva de conteúdos criminosos.
A assinatura ocorreu em cerimônia no Palácio do Planalto para marcar os 100 dias do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio. Na ocasião, Lula também firmou decreto que visa reforçar a proteção das mulheres no ambiente digital.
Com as novas regras, o governo está atualizando uma regulamentação que já existe desde 2016, quando foi publicado o Decreto nº 8.771, que detalhava as obrigações do Marco Civil da Internet.
Entretanto, em 2025, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou o artigo 19 do Marco Civil da Internet – que trata da responsabilização das plataformas – parcialmente inconstitucional e definiu obrigações para provedores de aplicações digitais que ainda precisavam de detalhamento operacional.
“Assim, o decreto precisou ser atualizado para incorporar a decisão do STF e para ampliar a capacidade de agir diante do crescimento de fraudes digitais, golpes online e novas formas de violência na internet”, explicou a Presidência, em comunicado.
Novas regras
O decreto estabelece medidas para o enfrentamento de fraudes digitais, anúncios enganosos e redes artificiais utilizadas para a disseminação de golpes. Uma das mudanças é a obrigação de empresas que comercializam anúncios guardarem dados que permitam eventual responsabilização dos autores e reparação de danos às vítimas.
As plataformas também deverão agir preventivamente para impedir a circulação de postagens relacionadas a crimes graves, como terrorismo, exploração sexual de crianças e adolescentes, tráfico de pessoas, incentivo à automutilação e violência contra mulheres, conforme o entendimento firmado pelo STF em relação ao Marco Civil da Internet.
Nos casos de conteúdos criminosos impulsionados por publicidade paga, as plataformas poderão ser responsabilizadas quando houver falhas recorrentes na adoção de medidas para prevenir fraudes, golpes e crimes. Para os demais casos, a remoção de publicações pode ocorrer após notificação, com espaço para análise pelas empresas, garantia de informação ao usuário notificante e dono do perfil ou conteúdo, e possibilidade de contestação da decisão.
A fiscalização do cumprimento das obrigações de atuação proativa das empresas caberá à ANPD. O decreto estabelece que a avaliação considerará a atuação sistêmica e diligente das plataformas, e não decisões isoladas sobre conteúdos específicos.
“Importante ressaltar que a ANPD está submetida à Lei das Agências Reguladoras e possui obrigações de transparência, prestação de contas e manutenção de processos públicos e auditáveis”, ressaltou a Presidência.
Serviços de mensageria privada, e-mail e videoconferência não estão enquadrados nas novas regras relacionadas à circulação de conteúdos ilícitos, uma vez que a Constituição preserva o direito ao sigilo das comunicações.
O decreto ainda resguarda o direito à expressão, à informação, a críticas, paródias, manifestações religiosas e a liberdade de crença.
Fonte: Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil
A Prefeitura de Naviraí, por meio da Gerência de Educação, iniciou nesta terça-feira (19/05) a entrega de novos kits de higiene, cuidados pessoais e materiais de expediente voltados aos Centros Integrados de Educação Infantil (CIEI). A primeira unidade beneficiada foi o CIEI Professor Francisco Antônio de Aquino, no Residencial Ipê.
O ato simbólico da entrega contou com a presença do prefeito Rodrigo Sacuno, do presidente da Câmara Municipal, Daniel Moretto, do gerente de Educação e Cultura, André Santana, além da diretora da unidade escolar, Elaine Paganotti Rodrigues de Almeida, professores e familiares dos matriculados da unidade.
Os kits foram projetados para garantir o bem-estar e o acolhimento na primeira infância. Para suprir a demanda diária das creches, a remessa inclui itens essenciais como fraldas descartáveis, termômetros, toalhas de banho com capuz, travesseiros, cobertores de microfibra, loção hidratante, shampoo, sabonetes e lenços umedecidos.
O prefeito Rodrigo Sacuno destacou que a ação oferece tranquilidade e segurança para as famílias que dependem do serviço público. “Trabalhamos para fazer o melhor pelos filhos de vocês. Não há nada mais gratificante para os pais do que trabalhar sabendo que seu maior tesouro está sendo bem cuidado. Nossa obrigação como gestor é priorizar a educação para construir um futuro melhor”, pontuou.
A escolha de cada item seguiu critérios técnicos e pedagógicos para a realidade dos berçários de tempo integral. O gerente de Educação destacou a importância do planejamento para as baixas temperaturas.
“Esses cobertores e travesseiros reforçam o estoque para o inverno. Incluímos a loção e os lenços umedecidos por conta da rotina de banhos nos berçários de tempo integral. Pensamos também na segurança, trazendo termômetros para o monitoramento imediato da saúde dos bebês”, explicou o gerente André Santana.
A diretora do CIEI, Elaine Paganotti, explicou como os novos materiais resolvem os problemas práticos enfrentados no cotidiano escolar.
“Esses insumos facilitam muito o nosso trabalho. Às vezes, a quantidade de fraldas trazida pelos pais não é suficiente para o dia, e agora temos estoque para reposição. Além disso, as toalhas e cobertores demoram a secar no frio, tornando essa reserva fundamental. Agradeço de coração a essa gestão por cuidar de quem cuida”, afirmou a diretora.
Com o início das entregas no Residencial Ipê, o cronograma da Gerência de Educação deve seguir nos próximos dias para abastecer as demais unidades da rede municipal de ensino infantil.