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domingo, 26 de abril de 2026
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Estamos lutando pelo futuro das próximas gerações”, declara Rodolfo Nogueira no último dia de manifestação em Brasília

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Após três dias de caminhada o deputado federal Rodolfo Nogueira participa, neste domingo (25), do último dia da manifestação nacional pela liberdade, realizada na Praça do Cruzeiro, na capital federal. O ato é liderado pelo deputado Nikolas Ferreira e reúne milhares de brasileiros de diferentes regiões do país.

Visivelmente cansado, mas firme em seu propósito, Rodolfo declarou que a mobilização representa mais do que um ato político. “Somos guerreiros lutando pelo futuro das próximas gerações”, afirmou. Para ele, a caminhada simboliza o sentimento de um povo que se recusa a se calar diante do que considera injustiças que atingem o país.

Durante as caminhadas, o parlamentar destacou que o movimento tem como uma de suas principais bandeiras a defesa do presidente Bolsonaro e dos brasileiros presos em decorrência dos atos do dia 8 de janeiro. “Estamos aqui por Bolsonaro e por todos os presos políticos do 8 de janeiro. Vamos marchar até que as muralhas da injustiça e da corrupção caiam”, declarou.

Rodolfo ressaltou que, apesar do desgaste físico enfrentado ao longo da caminhada, o sacrifício pessoal é pequeno diante do que, segundo ele, Bolsonaro vem enfrentando. “A caminhada é dura, o corpo sente, mas nada se compara ao que estão fazendo com Bolsonaro. O que ele vive hoje é muito mais pesado”, disse.

O deputado também citou casos de pessoas presas após os atos de 8 de janeiro, que, em sua avaliação, representam excessos e perseguições. Entre os nomes mencionados estão Débora Rodrigues, conhecida como “Débora do batom”, mãe de dois filhos e condenada a 14 anos de prisão; Adalgisa, uma idosa de 65 anos; além de outros brasileiros. Rodolfo lembrou ainda de Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão, que morreu na Penitenciária da Papuda após ser detido pelos atos.

O parlamentar concluiu destacando que o presidente Bolsonaro é alvo de perseguição política e que as decisões adotadas contra ele e contra os presos ultrapassam os limites do debate democrático.

Na chegada a Brasília, no sábado, o deputado Nikolas Ferreira publicou em suas redes sociais que os objetivos da caminhada foram alcançados. Segundo ele, o movimento cumpriu seu papel de despertar a nação brasileira e mobilizar pessoas que não aceitaram permanecer em silêncio.

Gianni Nogueira, pré-candidata ao Senado pelo MS, integra movimento pela liberdade liderado por Nikolas

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A pré-candidata ao Senado por Mato Grosso do Sul, Gianni Nogueira, passou a integrar o movimento em defesa da liberdade liderado pelo deputado federal Nikolas Ferreira. Ela chegou à capital federal na noite deste sábado (25) e participará do ato marcado para este domingo, às 12h, na Praça do Cruzeiro, em Brasília.

“Estamos vivendo um momento decisivo na história da nossa nação. A caminhada liderada por Nikolas Ferreira nos lembra que não existem soluções mágicas, nem salvadores da pátria, mas a verdadeira mudança acontece quando um povo decide caminhar passo a passo com propósito e constância”, afirmou Gianni em suas redes sociais. 

A mobilização reúne parlamentares, lideranças políticas e apoiadores que protestam contra as arbitrariedades do Supremo Tribunal Federal (STF), além de defenderem o respeito às garantias constitucionais, à liberdade de expressão e ao devido processo legal.

“Estamos todos reunidos pela liberdade do presidente Bolsonaro e de milhares de presos e perseguidos políticos”, enfatizou Gianni. 

Segundo aliados, a presença de Gianni Nogueira no movimento reforça seu posicionamento político alinhado às pautas conservadoras e à crítica ao que considera excessos de outros Poderes sobre o Legislativo e a sociedade civil. 

O ato deste domingo faz parte de uma série de manifestações organizadas em diferentes cidades do país, com foco na defesa das liberdades individuais e na cobrança por transparência e respeito à Constituição.

Mulher é presa após invadir casa do ex-marido em Amambai, provocar danos materiais e proferir ameaças

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Na Delegacia de Polícia Civil, em Amambai, a acusas foi autuada em flagrante. (Foto: Vilson Nascimento)

Vilson Nascimento

Uma mulher de 33 anos foi presa no final da tarde dessa sexta-feira, 23 de janeiro, sob acusação de invadir a casa do ex-marido, danificar um notebook, um aparelho celular iPhone 12 Pro Max, quebrar o para-brisa do veículo do homem, de 38 anos e praticar ameaças, inclusive de morte, contra ele e sua atual convivente, uma mulher de 21 anos.

Segundo a ocorrência policial, o ex-marido estava tomando banho quando a ex-esposa teria invadido sua casa, situada na região da Vila Mendonça e começado a chutar a porta do banheiro.

Ao sair do banheiro o morador teria se deparado com a acusada arma com uma faca. Ela teria tentado, sem sucesso, golpeá-lo e passado a proferir xingamentos e ameaças dizendo; “Vou te matar; eu vou ser presa, mas quando eu sair, eu vou te matar”.

Diante do exposto o homem teria conseguido conter a acusada e colocá-la para fora de sua casa, mas a mulher teria voltado a invadir a residência, foi quando teria provocado os danos acima descritos e em ato contínuo, também teria passado a promover xingamentos e inclusive ameaças de morte contra a atual convivente do ex-marido, uma mulher de 21 anos.

Consta também na ocorrência policial que a acusada teria sido contida e permaneceu retida pelo ex-marido até a chegada da Polícia Militar.

As partes envolvidas na ocorrência foram encaminhadas para a Delegacia de Polícia Civil, em Amambai, onde a acusada foi autuada em flagrante e enquadrada em delitos como; ameaça, violação de domicílio, dano e lesão corporal.  Depois de certo empo presa, as depois foi liberada pelo Poder Judiciário para responder pelas acusações em liberdade.

Segundo a polícia a acusada e a atual esposa do ex-marido da acusada não sofreram lesões, já o homem apresentava lesões aparentes tipo arranhões nas pernas, braços e boca, supostamente causados pela ex-esposa.

Brasil pode alcançar recorde no esmagamento de soja

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Foto: Expodireto Cotrijal

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) atualizou suas projeções para o complexo soja, evidenciando o protagonismo do processamento interno. O grande destaque do novo balanço é a expectativa de que o esmagamento de soja no Brasil alcance o patamar recorde de 61 milhões de toneladas em 2026, representando um aumento de 0,8% em relação à estimativa anterior.

Este impulso na atividade industrial é acompanhado pelo crescimento na oferta de derivados. De acordo com as projeções da ABIOVE para 2026, a produção de farelo de soja está estimada em 47 milhões de toneladas (+0,9%), enquanto a fabricação de óleo de soja deve chegar a 12,25 milhões de toneladas (+0,8%). Esse cenário é sustentado por uma produção agrícola robusta, que segundo dados da Conab está estimada em 177,1 milhões de toneladas para o próximo ciclo.

No comércio internacional, o Brasil deve manter sua liderança com a exportação de 111,5 milhões de toneladas de soja em grão (+0,5%). No segmento de subprodutos, as projeções indicam o embarque de 24,6 milhões de toneladas de farelo e um crescimento expressivo de 11,5% nas exportações de óleo de soja, que devem atingir 1,45 milhão de toneladas.

“O foco crescente no esmagamento reflete o amadurecimento da indústria brasileira. Ao processarmos 61 milhões de toneladas, estamos agregando valor à nossa matéria-prima e garantindo o suprimento de proteínas e energia para o mercado interno e global”, ressalta Daniel Furlan Amaral, Diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da ABIOVE.

Balanço do Complexo da Soja em 2025

O desempenho do setor em 2025 já antecipava essa tendência de alta. O esmagamento consolidado para o ano fechou em 58,5 milhões de toneladas, processando uma safra que atingiu 171,5 milhões de toneladas de grãos, segundo a Conab. Assim como a atividade industrial de 2025 que, de acordo com dados da ABIOVE, resultou na produção de 45,1 milhões de toneladas de farelo de soja e 11,7 milhões de toneladas de óleo de soja.

Quanto ao fluxo comercial, os dados validados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), confirmam a exportação de 108,2 milhões de toneladas de soja em grão, 23,3 milhões de toneladas de farelo e 1,36 milhão de toneladas de óleo. No lado das importações, o país adquiriu 969 mil toneladas de soja e 105 mil toneladas de óleo de soja para suprir demandas pontuais.

Processamento mensal e acumulado

O vigor da indústria foi reafirmado pelos dados mensais. Em novembro de 2025, o processamento de soja somou 4,369 milhões de toneladas, volume 5,4% superior ao registrado em novembro de 2024 (ajustado pelo percentual amostral).

No acumulado do ano, o setor apresenta um crescimento sólido. Entre janeiro e novembro de 2025, o processamento atingiu 48,1 milhões de toneladas, o que representa uma alta de 4,6% em comparação ao mesmo período do ano anterior, consolidando 2025 como um ano de expansão contínua para as indústrias de óleos vegetais.

Bioparque Pantanal desperta interesse nacional e atrai turistas para Campo Grande

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O Bioparque Pantanal se consolidou como um dos principais destinos turísticos do Brasil. Em quase quatro anos desde a inauguração, o complexo de aquários tem despertado em visitantes de todas as regiões do país, e também do exterior, o interesse em conhecer Campo Grande e o Pantanal.

Turistas relatam que, ao descobrirem o maior aquário de água doce do mundo, passam a planejar viagens à capital sul-mato-grossense com o principal objetivo de visitar o Bioparque Pantanal. O visitante Teruka Anamura, morador de Suzano (SP), integrou um grupo de 60 turistas do estado de São Paulo e compartilhou sua experiência.

Bioparque Pantanal desperta interesse nacional e atrai turistas para Campo Grande
Teruka Anamura conheceu o Pantanal somente aos 79 anos

“Sempre ouvi falar do Pantanal e agora, aos 79 anos, tive a oportunidade de conhecer. O Bioparque é inimaginável. Eu não imaginava que existiam tantas variedades de peixes, nem quantos milhões de litros de água são necessários para manter essa estrutura. É algo fantástico. Com certeza vou compartilhar essa experiência com meus amigos para que eles também façam essa visita”, relatou.

Para a visitante Marily Cleia, de Araras (SP), a passagem pelo Bioparque foi marcante e repleta de aprendizado. “É a primeira vez que venho a esse lugar maravilhoso. Fiquei sabendo por meio de amigos e está sendo uma experiência incrível. É um espaço organizado, acolhedor, eu adorei. Todos deveriam ter essa oportunidade, porque vale muito a pena”, afirmou.

Esse perfil de visitantes contribui diretamente para o fortalecimento do turismo em Campo Grande, impulsionando a economia local, a hotelaria, a gastronomia, a cultura e diversos outros serviços. Mesmo tendo o Bioparque Pantanal como principal motivação da viagem, muitos turistas aproveitam a estadia para conhecer outros pontos turísticos da cidade, como museus, parques, a Feira Central de Campo Grande, além dos biomas da região.

A diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, destaca que receber turistas de diferentes cidades do Brasil e de outros países é motivo de grande satisfação para toda a equipe.

“O Bioparque Pantanal tem o propósito de conectar as pessoas à biodiversidade. Ver visitantes planejando suas viagens especialmente para nos conhecer reforça a relevância desse trabalho. O Bioparque se consolida como uma porta de entrada para o Pantanal, despertando o interesse pela nossa cultura, pelos nossos biomas e pela conservação ambiental. Além disso, impulsiona o turismo sustentável, movimenta a economia local, gera oportunidades para Campo Grande e contribui para o desenvolvimento socioeconômico de Mato Grosso do Sul, levando a mensagem de valorização e proteção do Pantanal para todo o Brasil”, ressaltou.

Em 2023, o Bioparque Pantanal foi reconhecido pela revista internacional Time como um dos 50 destinos de viagem extraordinários do mundo. O empreendimento também se destaca pelo turismo acessível, ao oferecer uma experiência inclusiva e acolhedora para todos os públicos.

Bioparque Pantanal desperta interesse nacional e atrai turistas para Campo Grande
Grupo com 60 turistas veio conhecer o Bioparque

Exemplo disso é Leonardo da Silva, autista, que descobriu o Bioparque ao navegar pela internet e, encantado, pediu aos pais que viajassem mais de 20 horas de carro, de Palhoça (SC) até Campo Grande, exclusivamente para conhecer o maior aquário de água doce do mundo.

A mãe de Leonardo, Lisandra da Silva, contou que planejou a viagem meses antes para atender ao desejo do filho e se emocionou ao ver o sonho realizado. “Nós gostamos muito da experiência. Foi muito melhor do que imaginávamos. Estamos muito felizes e indicamos para que outras pessoas também venham visitar”, afirmou.

Além do programa “Bioparque Para Todos – Iguais na Diferença”, que reforça o compromisso com a inclusão, o complexo de aquários desenvolve ações voltadas à educação ambiental, pesquisa, conservação, cultura e lazer, aliadas ao uso de tecnologia e inovação, promovendo a conscientização sobre a importância da biodiversidade.

Caio Henrique Romero e Gabriel Issagawa, Comunicação Bioparque Pantanal
Foto: Eduardo Coutinho/Bioparque Pantanal

Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 92 milhões

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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.964 da Mega-Sena, realizado neste sábado (24). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 92 milhões para o próximo sorteio.Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 92 milhõesMega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 92 milhões

Os números sorteados foram: 03 – 09 – 15 – 17 – 30 – 60

  • 121apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 22.818,11 cada
  • 7.163 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 635,36 cada

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de terça-feira (27), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. Para o bolão, o sistema fica disponível até às 20h30 no portal Loterias Caixa e no aplicativo Loterias Caixa. 

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

Do campo ao mercado: como o agricultor pode vender na Ceasa de Mato Grosso do Su

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A Ceasa-MS (Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul) é uma importante aliada do agricultor em um dos processos mais desafiadores para quem tira o sustento da terra: a comercialização da produção. Para vender no entreposto, o produtor precisa se planejar e estar atento a diversos fatores que influenciam o percurso do que ele colhe até chegar ao consumidor final.

Como vender na Ceasa

O primeiro passo recomendado é que o agricultor procure o escritório da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) em sua região. A agência é acionista majoritária da Ceasa-MS e está presente nos 79 municípios do Estado. Os endereços e telefones das unidades da Agraer podem ser consultados por meio deste link.

Além de prestarem assistência técnica adequada a cada agricultor, de acordo com o tipo de hortifrutigranjeiro produzido, os técnicos da Agraer também orientam sobre os procedimentos necessários para a comercialização da produção no Cecaf (Centro de Comercialização da Agricultura Familiar), localizado dentro da Ceasa.

É a Agraer quem analisa se o produtor se enquadra na agricultura familiar. Após o respectivo credenciamento na Agência, ele é autorizado a se cadastrar na administração da Ceasa para comercializar a sua mercadoria, conforme o fluxo de produção, nas “pedras” do Cecaf, como são chamados os espaços destinados à venda de produtos no pavilhão. O contato do Cecaf é pelos telefones (67) 3321-1044 / 3321-1048.

A partir do cadastramento na Ceasa de MS, o produtor passa a retirar os romaneios, documento que substitui a nota fiscal e que é o único custo que o agricultor tem ao vender seus hortifrutigranjeiros no Cecaf, conforme explica o diretor de Abastecimento e Mercado da Ceasa-MSS, Fernando Begena.

“Cada romaneio custa apenas R$ 5 e equivale a uma carga de produtos trazidos pelo agricultor para o Cecaf. O produtor só é autorizado a entrar na Ceasa e vender seus produtos no Centro de Comercialização da Agricultura Familiar mediante a apresentação do romaneio”, explica Begena.

O agricultor também pode optar por fornecer seus hortifrutigranjeiros diretamente às empresas sediadas na Ceasa, sem a necessidade de se estabelecer no Cecaf.

 “O produtor pode negociar a mercadoria diretamente com as empresas, desde que apresente o romaneio ou a nota fiscal de sua mercadoria. O objetivo desse trâmite é dar procedência a tudo aquilo que entra na Ceasa”, esclarece Fernando Begena.

Em ambos os casos, o diretor ressalta que o agricultor deve estar ciente de que todo o processo de comercialização é de sua inteira responsabilidade. A Ceasa-MS não intermedia as vendas, atuando como um polo que concentra e dinamiza a oferta de frutas, verduras e legumes de primeira qualidade produzidos nos municípios sul-mato-grossenses, além de mercadorias provenientes de outras regiões do país.

 “A Ceasa tem um fluxo intenso e diário, a partir das 4h, com a presença de centenas de comerciantes, representantes de grandes empresas e também do consumidor final, todos em busca de produtos de qualidade e bons preços. A demanda é grande, mas, para vender bem, o agricultor precisa entender de negócios, saber negociar, praticar preços adequados e avaliar se tem capacidade de atender às exigências do mercado. Da porteira para fora, ele também é um comerciante, além de agricultor”, destaca Begena.

Participação de Mato Grosso do Sul

O volume de hortifrutigranjeiros produzidos em Mato Grosso do Sul e comercializados na Ceasa cresce a cada ano, reforçando a força da agricultura familiar no Estado.

Entre janeiro e setembro de 2025, MS ficou em 2º lugar no ranking dos estados que mais forneceram produtos ao entreposto, com cerca de 25 mil toneladas de hortigranjeiros comercializados — um aumento de 8,93% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

A mandioca (4,3 mil toneladas), a laranja (4,2 mil toneladas) e o ovo (3,6 mil toneladas) foram os produtos sul-mato-grossenses mais comercializados nas Centrais nos primeiros seis meses do ano passado.

Comunicação Ceasa-MS

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Master Farma/Farmácia do Povo    Fone: 3481-4574

Próximo ao Silo Conveniência

Rodolfo Nogueira afirma: “a caminhada é árdua, mas nada se compara ao que estão fazendo com Bolsonaro”

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Durante a Caminhada pela Liberdade, liderada por Nikolas, o deputado federal Rodolfo Nogueira comentou o atual cenário político envolvendo o presidente Bolsonaro. Na ocasião, Nogueira afirmou que, apesar das dificuldades enfrentadas pelos participantes do movimento, “a caminhada é árdua, mas nada se compara ao que estão fazendo com Bolsonaro”.

“Estamos aqui por todos os presos políticos. Débora Rodrigues, conhecida como “Débora do batom”, mãe de dois filhos e condenada a 14 anos de prisão; Adalgisa, uma idosa de 65 anos e tantos outros brasileiros presos injustamente; além de Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão, que morreu na Penitenciária da Papuda após ser preso pelos atos do 8 de janeiro. Esses nomes simbolizam os excessos e perseguições políticas que estamos sofrendo no Brasil”, afirmou.

Segundo o parlamentar, o esforço físico e político da mobilização representa apenas uma fração do que o presidente vem enfrentando nos últimos tempos. Rodolfo Nogueira classificou a situação de Bolsonaro como uma injustiça e afirmou que as ações direcionadas contra ele e os demais perseguidos ultrapassam os limites do embate político.

“O caminho é difícil, exige resistência e união, mas nada disso se compara ao que está acontecendo com Bolsonaro, com o que estão fazendo com o presidente”, declarou o deputado durante o ato. Para Nogueira, o ex-presidente é alvo de perseguição e de decisões que ferem princípios básicos do Estado Democrático de Direito.

Nikolas adiantou que se os objetivos da caminhada não forem alcançados, ele vai continuar com o protesto. Os parlamentares pedem a liberdade dos presos políticos e de Bolsonaro. O evento tem como pauta principal a defesa das liberdades individuais, críticas ao sistema político e manifestações contra os excessos institucionais.

Aberto o primeiro leilão do ano do Detran-MS com VW/Up 2015 e Honda CG

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O primeiro leilão de 2026 do Detran-MS, sob responsabilidade do leiloeiro Carlos Ferrari, de veículos de circulação, sucatas aproveitáveis e sucatas inservíveis, foi aberto na quarta-feira, 21 de janeiro, às 9h (horário de Mato Grosso do Sul), e segue até o dia 5 de fevereiro, às 9h30 (horário de Mato Grosso do Sul).

No total, são ofertados 147 lotes de motocicletas e automóveis, além de um lote com material ferroso. Os veículos foram apreendidos e recolhidos em 10 municípios de Mato Grosso do Sul, e os proprietários não efetuaram a retirada dos bens dos pátios.

Os lances podem ser realizados pelo site www.carloferrarileiloes.com.br. A visitação aos lotes poderá ser feita nos dias 2, 3 e 4 de fevereiro, no pátio da Autotran, localizado na Avenida Gerval Bernardino de Souza, nº 644, no bairro Rita Vieira, das 8h às 11h e das 13h30 às 16h30.

Aberto o primeiro leilão do ano do Detran-MS com VW/Up 2015 e Honda CG

Na categoria Circulação, estarão disponíveis 108 lotes, sendo 78 motocicletas e 30 automóveis. Entre os veículos ofertados estão um VW/Up 2014/2015, na cor vermelha, com lance inicial de R$ 8.653,00, e uma Honda CG 2021/2022, também na cor vermelha, com lance inicial de R$ 3.702,00. Qualquer pessoa física ou jurídica pode ofertar lances nessa categoria.

Já na categoria Sucatas Aproveitáveis, apenas pessoas jurídicas devidamente credenciadas em qualquer Detran do país podem ofertar lances nos 39 lotes, que somam 59 motocicletas e 27 automóveis.

O lote único de Sucatas Inservíveis conta com 17 motocicletas e 7 automóveis, totalizando aproximadamente 16.830 kg de material ferroso. Podem participar apenas pessoas jurídicas que atuem nos ramos de siderurgia, fundição ou reciclagem, devidamente credenciadas no Detran-MS.

Rodrigo Maia, Comunicação Detran-MS

Prefeito de Naviraí esclarece que recomendação do MPMS não se refere à atual gestão

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Prefeito Rodrigo Sacuno - Foto: reprodução

O prefeito de Naviraí, Rodrigo Massuo Sacuno (PL), esclareceu que não é investigado por irregularidades nem responde por atos relacionados às denúncias conhecidas como “asfalto fantasma”, que dizem respeito a contratos e serviços executados em período anterior ao início de sua gestão. Apesar disso, a atual administração municipal foi formalmente notificada de uma recomendação expedida pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), de caráter preventivo, orientativo e administrativo, sem imputação de responsabilidade ao chefe do Executivo municipal.

A recomendação tem origem em um inquérito civil já concluído, que analisou contrato firmado entre a Prefeitura de Naviraí e o Conisul (Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento da Região Sul de Mato Grosso do Sul), referente a obras de pavimentação realizadas antes da atual administração. No curso da apuração, o MPMS identificou falhas na fiscalização e inconsistências documentais relacionadas à execução contratual daquele período.

Entre os apontamentos técnicos, relatório elaborado pelo Corpo de Engenharia e Arquitetura do MPMS cita registros da Usina de Asfalto, datados de janeiro e março de 2022, que indicariam a produção de 255,06 toneladas de CBUQ, sem a devida especificação do local de aplicação ou do serviço executado. O valor estimado do material seria de R$ 141.755,63, sem comprovação documental suficiente de sua destinação à época, segundo o Ministério Público.

O próprio MPMS ressalta que as irregularidades apontadas estão associadas à ausência de estudos técnicos preliminares, projetos básicos adequados e fiscalização eficiente no período analisado, não havendo qualquer menção a condutas praticadas pela atual gestão municipal.

Mesmo não sendo responsável pelos fatos investigados, o prefeito Rodrigo Sacuno afirmou ter recebido a recomendação com respeito institucional e reafirmou o compromisso de sua administração com a legalidade, a transparência e o fortalecimento dos mecanismos de controle da administração pública.

Na recomendação, o Ministério Público orienta que todas as licitações de obras e serviços de engenharia, incluindo manutenção asfáltica, sejam instruídas com projeto básico, conforme prevê a legislação vigente, além de acompanhamento técnico regular, medições padronizadas, vistorias presenciais e registros detalhados dos materiais utilizados.

A administração municipal reforça que a recomendação não implica culpa, investigação ou sanção, tratando-se de uma medida administrativa voltada ao aprimoramento das rotinas públicas. O prefeito informou ainda que permanece à disposição dos órgãos de controle e da sociedade, mantendo o compromisso com a correta aplicação dos recursos públicos.

Após cinco anos de vacinação, covid recua, mas ainda preocupa

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A vacinação contra a covid-19, iniciada há 5 anos no Brasil, levou ao fim da pandemia – mas a doença ainda persiste, mesmo que em patamares muito menores. Por isso, especialistas alertam que é essencial manter a imunização entre aqueles que não foram vacinados antes ou que têm risco maior de desenvolver quadros graves da doença.Após cinco anos de vacinação, covid recua, mas ainda preocupaApós cinco anos de vacinação, covid recua, mas ainda preocupa

A cobertura, no entanto, está longe do ideal: em 2025, de cada 10 doses distribuídas pelo Ministério da Saúde aos estados e municípios, menos de 4 foram utilizadas. Foram, ao todo, 21,9 milhões de vacinas, e apenas 8 milhões aplicadas.

Dados da plataforma Infogripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que monitora a ocorrência da chamada síndrome respiratória aguda grave (SRAG), mostram as consequências dessa baixa cobertura. Em 2025, pelo menos 10.410 pessoas adoeceram com gravidade após a infecção pelo coronavírus, com cerca de 1,7 mil mortes. Os números se referem apenas aos casos confirmados com teste laboratorial e, como alguns registros são inseridos tardiamente no sistema de vigilância do Ministério da Saúde, os dados de 2025 ainda podem aumentar.

O coordenador do Infogripe Leonardo Bastos reforça que o coronavírus continua sendo um dos vírus respiratórios mais ameaçadores para a saúde.

“A covid não foi embora. De tempos em tempos a gente tem surtos e avalia constantemente se esses surtos crescem, se eles podem se transformar em uma epidemia. O que a gente vê hoje de número de casos e mortes ainda é algo absurdo. Mas, como a gente passou por um período surreal na pandemia, o que seria considerado alto, acaba sendo normalizado”, diz.

A pesquisadora da plataforma,Tatiana Portella complementa que o vírus ainda não demonstrou ter uma sazonalidade, como a influenza, por exemplo, que costuma apresentar aumento de casos no inverno.

“A gente pode ter uma nova onda a qualquer momento com o surgimento de uma nova variante, que pode ser mais transmissível, infecciosa, e não tem como prever quando que vai surgir essa nova variante. Por isso que é importante que a população sempre esteja em dia com a vacinação”, recomenda. 

Crianças

Brasília (DF) 15/04/2025 A Secretaria de Saúde do DF promove um dia de vacinação infantil  na Creche Sempre Viva, na cidade satélite de Ceilândia, DF  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A Secretaria de Saúde do DF promoveu dia de vacinação infantil na Creche Sempre Viva, na cidade satélite de Ceilândia – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Desde 2024, a vacina contra a covid-19 foi incluída no calendário básico de vacinação de três grupos: crianças, idosos e gestantes. Além disso, pessoas que fazem parte de grupos especiais (confira as informações completas abaixo) devem reforçar a imunização periodicamente. No entanto, cumprir esse calendário tem sido um desafio no Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde, 2 milhões de doses foram aplicadas no público infantil em 2025, mas a pasta não especificou qual o índice de cobertura atingido com esse total.

O painel público de vacinação indica que apenas 3,49% do público-alvo menor de 1 ano foi vacinado em 2025. Em nota, o Ministério informou que “os dados atuais subestimam a cobertura real: o painel apresenta apenas a aplicação em crianças menores de um ano, enquanto o público-alvo inclui crianças menores de cinco anos, gestantes e pessoas com 60 anos ou mais” e que “está desenvolvendo a consolidação dos dados por coorte etária”

Mesmo enquanto o status de emergência sanitária estava em vigor, a cobertura ideal de 90% ficou longe de ser atingida. A vacinação infantil começou em 2022, e até fevereiro de 2024, apenas 55,9% das crianças na faixa etária de 5 a 11 anos, e 23% das que tinham 3 e 4 anos tinham sido vacinadas. 

Para a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Isabela Ballalai, a principal causa disso é a baixa percepção de risco.

“O ser humano é movido pela percepção de risco. O Brasil foi um dos primeiros países que atingiram uma cobertura maior de 80% para toda a população adulta. Mas quando a vacina chegou para as crianças, o cenário era outro, com menos casos, menos mortes e a percepção de risco tinha diminuído. Aí o antivacinismo começa a fazer efeito. Porque as fake news contra a vacina só dão certo quando as pessoas não estão vendo o risco”, argumenta.

Mas o risco da covid existe e é alto. As crianças com menos de 2 anos são o segundo grupo mais vulnerável às complicações pela covid-19, atrás apenas dos idosos. Segundo dados da plataforma Infogripe, de 2020 a 2025, quase 20,5 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave foram registrados nessa faixa etária, com 801 mortes. Mesmo no ano passado, em que a doença estava teoricamente controlada, foram 55 mortes e 2.440 internações.

As crianças também podem desenvolver uma complicação rara associada à covid-19 chamada de Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P), que provoca a morte em cerca de 7% dos casos. De 2020 a 2023, o Brasil registrou cerca de 2,1 mil casos de SIM-P, com 142 óbitos. Além disso, um estudo com quase 14 milhões de crianças e adolescentes na Inglaterra mostrou também maior incidência de doenças cardiovasculares como miocardite e tromboembolismo após a infecção pela Covid-19. 

Por outro lado, a eficiência da vacina também foi comprovada. O acompanhamento de 640 crianças e adolescentes vacinados com a coronavac em São Paulo, mostrou que apenas 56 delas foram infectadas pela covid depois da vacinação e nenhuma com gravidade. As vacinas infantis também já se provaram seguras. Em 2022 e 2023, o Brasil aplicou mais de 6 milhões de doses da vacina contra a covid-19 em crianças, com poucas notificações de eventos adversos e a grande maioria leves, segundo o monitoramento do Ministério da Saúde.

A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações ressalta a importância dos profissionais de saúde para aumentar as coberturas vacinais. Isabela Ballalai defende que é preciso melhorar a formação médica, e que os profissionais já atuantes devem se manter atualizados conforme as melhores evidências da ciência, e recomendar a vacinação às famílias.

“Infelizmente nós temos médicos renomados, que sempre defenderam as vacinas, agora dizendo que nem todas as vacinas. Por trás disso há muitos interesses, políticos, financeiros, de vários tipos. E entre um médico que você já conhece e alguém que você ainda não conhece, em quem você vai confiar? Mas nós que defendemos as vacinas temos todas as evidências científicas pra provar o que a gente diz”

Quem deve se vacinar contra a covid-19?

Bebês:

– 1ª dose aos 6 meses

– 2ª dose aos 7 meses

– 3ª dose aos 9 meses, apenas para as crianças que tiverem recebido a vacina da Pfizer

Crianças imunocomprometidas:

– 1ª dose aos 6 meses

– 2ª dose aos 7 meses

– 3ª dose aos 9 meses, independente do imunizante

– Dose de reforço a cada 6 meses

Crianças indígenas, ribeirinhas, quilombolas ou com comorbidades:

– Esquema básico semelhante ao das crianças em geral

– Dose de reforço anual

Crianças com menos de 5 anos que ainda não foram vacinadas ou que não receberam todas as doses devem completar o esquema básico

Gestantes:

– Uma dose a cada gravidez

Puérperas (até 45 dias após o parto):

– Uma dose, caso não tenham tomado durante a gravidez

Idosos, a partir dos 60 anos:

– Uma dose a cada 6 meses

Pessoas imunocomprometidas:

– Uma dose a cada 6 meses

Pessoas vivendo em instituições de longa permanência, indígenas que vivem ou não em terra indígena, ribeirinhos, quilombolas, trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência permanente, pessoas com comorbidades, pessoas privadas de liberdade, funcionários do sistema de privação de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos Correios:

– Uma dose por ano

Pessoas entre 5 e 59 anos, que não se encaixam nos grupos prioritários mas nunca foram vacinadas contra a covid-19:

– Uma dose

Rodolfo Nogueira afirma: “a caminhada é árdua, mas nada se compara ao que estão fazendo com Bolsonaro

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Durante a Caminhada pela Liberdade, liderada  por Nikolas, o deputado federal Rodolfo Nogueira comentou o atual cenário político envolvendo o presidente Bolsonaro. Na ocasião, Nogueira afirmou que, apesar das dificuldades enfrentadas pelos participantes do movimento, “a caminhada é árdua, mas nada se compara ao que estão fazendo com Bolsonaro”.

“Estamos aqui por todos os presos políticos. Débora Rodrigues, conhecida como “Débora do batom”, mãe de dois filhos e condenada a 14 anos de prisão; Adalgisa, uma idosa de 65 anos e tantos outros brasileiros presos injustamente; além de Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão, que morreu na Penitenciária da Papuda após ser preso pelos atos do 8 de janeiro. Esses nomes simbolizam os excessos e perseguições políticas que estamos sofrendo no Brasil”, afirmou. 

Segundo o parlamentar, o esforço físico e político da mobilização representa apenas uma fração do que o presidente vem enfrentando nos últimos tempos. Rodolfo Nogueira classificou a situação de Bolsonaro como uma injustiça e afirmou que as ações direcionadas contra ele e os demais perseguidos ultrapassam os limites do embate político.

“O caminho é difícil, exige resistência e união, mas nada disso se compara ao que está acontecendo com Bolsonaro, com o que estão fazendo com o presidente”, declarou o deputado durante o ato. Para Nogueira, o ex-presidente é alvo de perseguição e de decisões que ferem princípios básicos do Estado Democrático de Direito.

Nikolas adiantou que se os objetivos da caminhada não forem alcançados, ele vai continuar com o protesto. Os parlamentares pedem a liberdade dos presos políticos e de Bolsonaro. O evento tem como pauta principal a defesa das liberdades individuais, críticas ao sistema político e manifestações contra os excessos institucionais.

Ministério revisa diretrizes e custeio da rede de saúde mental do SUS

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Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF

O Ministério da Saúde estuda revisar as diretrizes e as normas de financiamento da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), que reúne os serviços públicos de todo o país destinados a pessoas em sofrimento psíquico ou que enfrentam problemas decorrentes do uso de álcool e outras drogas.Ministério revisa diretrizes e custeio da rede de saúde mental do SUSMinistério revisa diretrizes e custeio da rede de saúde mental do SUS

O exame inicial das duas portarias ministeriais que, desde setembro de 2017, estabelecem a forma como a Raps está organizada e é custeada está a cargo de um grupo de trabalho que contará com representantes das entidades que reúnem os secretários de saúde dos estados e do Distrito Federal (Conass) e municipais (Conasems).

O grupo de trabalho responsável por revisar e propor mudanças nas Portarias de Consolidação GM/MS nº 3 e nº 6 foi criado por meio da Portaria nº 10, publicada no Diário Oficial da União do último dia 6, eserá composto por seis representantes ministeriais; dois do Conass e dois do Conasems.

A portaria também prevê a possibilidade de especialistas e representantes de órgãos e entidades, públicos ou privados, participarem na condição de convidados especiais, sem direito a voto.

De acordo com o texto da portaria, o grupo de trabalho terá 180 dias para apresentar sua proposta de revisão das normas e diretrizes da Raps. Se necessário, o prazo inicial poderá ser prorrogado pelo mesmo período. Ao fim, as sugestões do grupo serão submetidas à avaliação da Comissão Intergestores Tripartites – foro de negociações e decisões composto pelo Ministério da Saúde, Conass e Conasems.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que a iniciativa integra suas ações de fortalecimento da política pública de atenção psicossocial e busca aprimorar “a articulação entre os diferentes pontos de atenção [da Raps], a partir das necessidades dos territórios”.

“Com a instituição do grupo de trabalho, o ministério reafirma o compromisso com o fortalecimento do SUS e com a consolidação de uma política de saúde mental orientada pelos princípios da integralidade, da atenção em rede, do cuidado em liberdade e da gestão compartilhada entre os entes federativos,” informou a pasta.

Fragilidades

Já o Conass informou que considera a iniciativa “legítima e necessária”, desde que preservados os fundamentos da Lei nº 10.216/2001, principal marco legal da chamada Reforma Psiquiátrica brasileira, por dispor sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e estabelecer um novo modelo assistencial em saúde mental.

De acordo com o conselho, há tempos as secretarias estaduais de saúde vem apontando “importantes fragilidades da Raps”, tais como a dificuldade de muitas prefeituras custearem assistência psicossocial aos munícipes; a falta de arranjos regionais que promovam e garantam este tipo de assistência e o subdimensionamento da saúde mental na atenção primária.

“Somam-se a isso novas demandas do pós-pandemia [como o crescente número de diagnósticos de autismo e outros transtornos mentais; de medicalização de crianças e adolescentes; uso de psicotrópicos pela população em geral; casos de violência nas escolas; jogos e apostas online e dos agravos enfrentados pela situação em população de rua] e impasses quanto ao papel das comunidades terapêuticas, frequentemente desvinculadas da rede de atenção psicossocial e alvo de denúncias de violações de direitos”, pontuou o conselho, acrescentando que, no grupo de trabalho, “continuará reiterando seu compromisso com o Sistema Único de Saúde (SUS), com a Reforma Psiquiátrica e com uma política de saúde mental baseada em evidências, direitos humanos e na realidade dos territórios.”

“O Conass defende atualizar normas e critérios de custeio para fortalecer a Raps e ampliar o acesso e qualificar o cuidado desde que preservados os fundamentos da Reforma Psiquiátrica, como o cuidado em liberdade, serviços comunitários e territoriais, defesa de direitos humanos e protagonismo de usuários e familiares – conquistas da sociedade brasileira”, finalizou o conselho.

Desafios

Segundo o Conasems, União, estados e municípios vêm debatendo os componentes da Raps e os desafios que os gestores públicos enfrentam para garantir a oferta de serviços qualificados de cuidado em saúde mental desde o ano passado. De acordo com a entidade, as demandas relacionadas a sofrimentos psíquicos são cada vez mais complexas, exigindo cada vez mais do Sistema Único de Saúde (SUS).

“O problema da saúde mental não se reduz a questões de financiamento ou à atuação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), mas envolve a capacidade do sistema em integrar a rede de urgência e emergência, a atenção básica e a hospitalar, aliada à necessidade de profissionais qualificados, à articulação com outros setores e à redução do estigma na sociedade como um todo”, informou o Conasems à Agência Brasil.

Ainda de acordo com a entidade, frente a problemas como a insuficiência de profissionais capacitados e a dificuldade de atrair os existentes para regiões de difícil acesso, os integrantes do grupo de trabalho deverão discutir possíveis melhorias para a rede, considerando as diferenças e particularidades dos 5.570 municípios brasileiros.

“A proposta é que, no âmbito da governança tripartite do SUS, sejam debatidas possíveis melhorias, respeitando os preceitos da reforma psiquiátrica e contando com o apoio do controle social – incluindo usuários, familiares, profissionais e a sociedade em geral –, de modo a formalizar uma política nacional de saúde mental”, acrescentou o conselho de secretarias municipais de saúde. 

Suporte

A Raps oferece atendimento integral desde a atenção básica, o que inclui Unidades Básicas de Saúde (UBS); equipes de Consultório na Rua e Centros de Convivência e Cultura (Ceco), até a atenção psicossocial especializada, centrada nas diferentes modalidades de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).

A rede também ainda dá suporte às crises por meio da Atenção de Urgência e Emergência (SAMU 192, UPAs e salas de estabilização) e a Atenção Hospitalar, com enfermarias especializadas em hospitais gerais. Complementam a estrutura as Estratégias de Desinstitucionalização, como os Serviços Residenciais Terapêuticos, a Atenção Residencial de Caráter Transitório (unidades de acolhimento e serviços residenciais) e as ações transversais de Reabilitação Psicossocial, que juntas visam promover a autonomia e a reintegração social dos usuários.

Sorteio da campanha Natal Premiado da ACIA e sorteio do IPTU acontecem hoje em Amambai

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A Associação Comercial e Empresarial de Amambai (ACIA) realiza neste sábado, dia 24 de janeiro o sorteio da campanha Natal Premiado 2025. O evento acontece a partir das 18h30, no Parque da Cidade, e contará com show confirmado da dupla Guilherme & Rodrigo, além de praça de alimentação e outras atrações para o público.

Nesta edição, a campanha irá sortear R$ 45 mil em prêmios, distribuídos em dinheiro e vales-compras. Entre os prêmios estão um pix de R$ 15 mil, um de R$ 7,5 mil, um de R$ 5 mil, um de R$ 2,5 mil, dois prêmios de R$ 2 mil, além de seis vales-compras de R$ 1 mil e dez vales-compras no valor de R$ 500.

A campanha tem como objetivo valorizar o comércio local e incentivar os consumidores a realizarem suas compras nas empresas participantes.

Ainda dá tempo de participar do sorteio!

Para concorrer, basta solicitar o cupom ao realizar compras em uma das empresas participantes da campanha. Após preencher o cupom com os dados solicitados, o consumidor deve depositá-lo na urna disponível no próprio estabelecimento.

A ACIA reforça o convite para que a população prestigie o evento e participe do sorteio, que promete movimentar o comércio e reunir a comunidade em um momento de confraternização.

Sorteio do IPTU

A Prefeitura de Amambai também realiza neste sábado, dia 24 de janeiro, o Sorteio do IPTU referente ao exercício de 2025, como forma de reconhecer e valorizar os contribuintes que mantêm seus tributos em dia. O evento acontecerá a partir das 18h30, no Parque da Cidade, integrando a programação da Campanha Natal Premiado, promovida pela Associação Comercial e Empresarial de Amambai (ACIA).

Durante o sorteio, serão distribuídos 11 prêmios, sendo cinco televisores, cinco bicicletas e uma motocicleta, contemplando os contribuintes que estão com o IPTU regularizado. A iniciativa reforça o compromisso da administração municipal em incentivar a adimplência e, ao mesmo tempo, promover ações de valorização da cidadania.

Além do sorteio, a programação contará com praça de alimentação e show musical com Guilherme & Rodrigo, proporcionando um momento de lazer e integração para as famílias amambaienses.

A Prefeitura de Amambai convida toda a população a participar do evento, prestigiar o comércio local e acompanhar o sorteio, que une cidadania, entretenimento e incentivo ao desenvolvimento do município.

Fonte: Amambai Notícias

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Drogaria Amambai    Fone: 99626-7766

Ao lado do Posto Baronesa

Com US$ 18,365 bilhões de receita em 2025, Brasil transforma carne bovina em ativo estratégico e bate recorde histórico de exportações

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Foto: Divulgação

O Brasil encerrou 2025 com o maior desempenho de sua história nas exportações de carne bovina (considerando carnes in natura e industrializada, miudezas comestíveis e outros subprodutos da cadeia produtiva), consolidando o setor como um dos principais ativos estratégicos da balança comercial brasileira. Os embarques somaram 3,853 milhões de toneladas, crescimento de 20,7% em relação a 2024, enquanto a receita avançou praticamente 40%, para US$ 18,365 bilhões, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira dos Frigoríficos (ABRAFRIGO).

Segundo a ABRAFRIGO, mais do que um recorde pontual, o resultado sinaliza uma mudança de patamar do setor: a carne bovina deixou de ser apenas uma commodity cuja exportação é lastreada em volume para mercados menos exigentes para se afirmar como fonte relevante de geração de divisas, atendendo aos mais exigentes e sofisticados mercados em um momento de profundas mudanças e reconfiguração do comércio mundial. Em 2025, a carne bovina foi o segundo produto mais importante da pauta de exportações agropecuárias e o quarto da pauta geral, ficando atrás apenas de petróleo, soja e minério de Ferro. O avanço expressivo do faturamento, em 2025, refletiu uma combinação rara: aumento consistente de volume aliado à valorização dos preços médios ao longo do ano. A carne bovina in natura, que representou 90% das exportações do setor, teve crescimento de 42,3% em relação a 2024, alcançando US$ 16,59 bilhões, com volume de 3,083 milhões de toneladas embarcadas (+21,12%).

O desempenho mensal ao longo de 2025 foi marcado por sucessivos recordes, indicando não apenas demanda firme, mas também competitividade e maior capacidade do Brasil de capturar valor em um mercado cada vez mais afetado por questões geopolíticas e econômicas. Ao todo, o Brasil exportou carne bovina para 177 destinos, reforçando uma estratégia de diversificação que busca ampliar oportunidades e reduzir riscos, apesar de ainda haver elevada dependência de mercados chave, como a China. O país asiático respondeu por 48,2% das exportações do setor, com US$ 8,845 bilhões, que representam crescimento de 47,75% em relação ao resultado de 2024. Quando se considera apenas carne bovina in natura, a participação chinesa foi de 53,3% das receitas e 53,5% do volume embarcado.

Além disso, os 10 principais destinos da carne bovina brasileira representaram 83,8% das receitas, indicando elevada concentração. Os Estados Unidos, segundo maior destino, com 11,24% de participação, geraram US$ 2,064 bilhões em receitas cambiais, com crescimento de 25,9% em relação a 2024, apesar das tarifas adicionais do governo norte-americano que impactaram o setor de agosto a outubro de 2025. Para 2026, espera-se que as vendas para os Estados Unidos mantenham firme crescimento, enquanto o déficit de produção e os preços da carne bovina estiverem elevados naquele país. Na sequência aparecem União Europeia, Chile, México, Rússia, Filipinas, Egito, Hong Kong e Arábia Saudita, mercados com perfis distintos de consumo e exigências técnicas e sanitárias, o que amplia a complexidade da produção, mas também o alcance do produto brasileiro. Um dos melhores desempenhos de 2025 veio da União Europeia, onde as exportações cresceram 76,5%, para US$ 1,049 bilhão, em valores, e 57%, para 128 mil toneladas, em volume.

Apenas as vendas de carne bovina in natura para o bloco europeu cresceram 89%, para US$ 906,9 bilhões, com valores médios de exportação de US$ 8.439 por tonelada. A assinatura do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia abre uma janela de oportunidades para a ampliação de mercado, apesar de limitações impostas por regras de salvaguardas pelo lado europeu consideradas draconianas, as quais podem limitar significativamente os ganhos comerciais para a carne brasileira. Após dois anos de crescimento vertiginoso, o setor de carne bovina brasileiro enfrenta um teste sutil.

Para a ABRAFRIGO, a rápida expansão provavelmente dará lugar à consolidação, com a abertura e o avanço gradual em novos mercados tecnicamente complexos, como Japão e Coreia do Sul, além da efetiva conquista do Vietnã, aberto em 2025, mas que ainda não aprovou a habilitação da grande maioria dos frigoríficos brasileiros. A viabilização de novos mercados terá papel fundamental para a manutenção do forte protagonismo conquistado pela carne bovina brasileira no mercado mundial. Afinal, o ano de 2026 será desafiador em função de disputas geopolíticas, de tendências de acirramento de guerras comerciais e tarifárias e das medidas de salvaguardas comerciais impostas pela China, as quais limitam as importações de carne bovina do Brasil, livres de tarifa extraquota de 55%, a 1,1 milhão de toneladas.

Impasse com União Europeia adia benefícios do Acordo, alerta ABAG

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Foto: © União Europeia/Mercosul

A Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) manifestou preocupação com o futuro do Acordo de Associação entre Mercosul e União Europeia após a decisão do Parlamento Europeu de submeter a revisão do texto à Suprema Corte Europeia. Segundo a entidade, o encaminhamento representa um retrocesso no processo de integração entre os blocos e um sinal negativo para o comércio internacional.

“O acordo já passou por amplas análises técnicas e jurídicas ao longo de mais de duas décadas. Esse novo impasse limita o potencial da parceria e adia benefícios concretos para ambas as regiões”, afirmou a ABAG, em nota oficial.

Na avaliação da entidade, a medida posterga oportunidades de geração de valor, expansão de mercados e fortalecimento das cadeias produtivas. Além disso, enfraquece o multilateralismo em um momento de elevada incerteza geopolítica global.

“Em vez de estimular a cooperação e a previsibilidade nas relações comerciais, a decisão do Parlamento Europeu fragiliza a própria União Europeia em seu esforço por uma soberania compartilhada”, criticou a entidade.

Para o agronegócio brasileiro, o acordo representa uma via estratégica para ampliar o acesso a mercados com alto poder de consumo e padrões regulatórios reconhecidos. Segundo especialistas, a integração entre os blocos impulsionaria setores como carnes, grãos, frutas e produtos industrializados, com ganhos também para a sustentabilidade e rastreabilidade — exigências cada vez mais presentes no comércio europeu.

A ABAG defende uma retomada pragmática das negociações, com foco técnico e redução de incertezas que hoje travam investimentos e acordos bilaterais. A expectativa é que os países favoráveis ao tratado encontrem caminhos para acelerar sua implementação.

Com benefícios à população, Governo de MS entrega obras de infraestrutura urbana em Guia Lopes

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Obras essenciais de infraestrutura, que beneficiam diretamente a população e o desenvolvimento no município de Guia Lopes da Laguna, foram entregues nesta sexta-feira (23) pelo Governo de Mato Grosso do Sul. O governador Eduardo Riedel cumpriu agenda no município, onde entregou obras de pavimentação, restauração, drenagem e construção de uma ponte.

“Esse é o trabalho que estamos fazendo nos municípios para ajudá-los a se estruturar, seja na pavimentação, saneamento, equipamentos de educação ou saúde. A gente tem visto melhorias nos 79 municípios do Estado, acompanhando o crescimento e desenvolvimento. Guia Lopes tem recebido um volume de investimento muito grande por parte do Estado, por parte do privado, gerando grandes oportunidades para as pessoas”, disse Riedel.

As obras somam aproximadamente R$ 9,8 milhões em investimentos concluídos entre 2023 e 2024, fazem parte do programa MS Ativo Municipalismo, e refletem o compromisso do Governo do Estado e com todos os municípios de Mato Grosso do Sul.

A população experimenta ganhos imediatos em mobilidade, saneamento e oportunidades econômicas, promovendo desenvolvimento sustentável do município.

Em pavimentações asfálticas e sistemas de drenagem foram investidos mais de R$ 7,7 milhões nas ruas 15 de Novembro e Castro Alves, além da restauração de diversas ruas, que possibilitam caminhos sem poeira em dias secos e livres de atoleiros em dias de chuvas.

“São obras importantes que contribuem para a melhoria da infraestrutura urbana e no dia a dia da nossa população. E só são possíveis por conta desta parceria com o Estado”, disse o prefeito de Guia Lopes, Max Antônio Soares. Já a nova ponte de concreto de quase 40 metros de extensão sobre o Rio Feio facilita o tráfego de veículos agrícolas e o escoamento de produção rural.

Com benefícios à população, Governo de MS entrega obras de infraestrutura urbana em Guia Lopes
Com benefícios à população, Governo de MS entrega obras de infraestrutura urbana em Guia Lopes
Com benefícios à população, Governo de MS entrega obras de infraestrutura urbana em Guia Lopes
Com benefícios à população, Governo de MS entrega obras de infraestrutura urbana em Guia Lopes
Com benefícios à população, Governo de MS entrega obras de infraestrutura urbana em Guia Lopes
Com benefícios à população, Governo de MS entrega obras de infraestrutura urbana em Guia Lopes
Com benefícios à população, Governo de MS entrega obras de infraestrutura urbana em Guia Lopes

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm/Secom

Bolsa supera 178 mil pontos e tem melhor semana desde abril de 2020

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Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, a bolsa encostou nos 179 mil pontos, voltou a bater recorde e registrou a melhor semana desde abril de 2020. O dólar teve um dia estável e continua abaixo de R$ 5,30.Bolsa supera 178 mil pontos e tem melhor semana desde abril de 2020Bolsa supera 178 mil pontos e tem melhor semana desde abril de 2020

O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta sexta-feira (23) aos 178.858 pontos, com alta de 1,86%. O indicador chegou a subir 2,38% e superar os 180 mil pontos às 17h31, mas desacelerou na hora final de negociação com investidores realizando lucros e vendendo papéis para embolsar ganhos recentes.

No quarto recorde seguido, a bolsa brasileira subiu 8,53% na semana. Essa foi a maior alta semanal desde a semana encerrada em 9 de abril de 2020, quando a bolsa subiu 11,71%. Na ocasião, o mercado de ações se recuperava das fortes quedas nas semanas anteriores, marcadas pelo início da pandemia da covid-19.

A euforia não se repetiu no mercado de câmbio. Após dois dias de forte queda, o dólar comercial fechou a sexta-feira vendido a R$ 5,287, com alta de apenas 0,05%. A cotação encostou em R$ 5,30 no fim da manhã, por causa de investidores que aproveitaram o dólar barato para comprar moeda, mas voltou a operar perto da estabilidade com a entrada de capitais externos.

A moeda estadunidense caiu 1,61% na semana. Em 2026, acumula queda de 3,68%. A cotação está nos menores níveis desde a primeira quinzena de novembro.

Mais uma vez, o mercado global assiste a uma fuga de capitais dos Estados Unidos que beneficia países emergentes, como o Brasil. Somente neste mês, até 21 de janeiro, a B3 registrou a entrada líquida (ingressos menos saídas) de R$ 12,35 bilhões. Isso equivale a quase metade dos R$ 25,5 bilhões de saldo positivo registrado em 2025.

No caso do dólar, os juros altos no Brasil ajudam a atrair capitais externos, que se aproveitam da forte diferença de taxas diante de economias avançadas. Na próxima semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reúne-se para avaliar o futuro da Taxa Selic, juros básicos da economia, atualmente em 15% ao ano, no maior nível em quase 20 anos.