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sexta-feira, 24 de abril de 2026
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Rodolfo Nogueira afirma: “a caminhada é árdua, mas nada se compara ao que estão fazendo com Bolsonaro”

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Durante a Caminhada pela Liberdade, liderada por Nikolas, o deputado federal Rodolfo Nogueira comentou o atual cenário político envolvendo o presidente Bolsonaro. Na ocasião, Nogueira afirmou que, apesar das dificuldades enfrentadas pelos participantes do movimento, “a caminhada é árdua, mas nada se compara ao que estão fazendo com Bolsonaro”.

“Estamos aqui por todos os presos políticos. Débora Rodrigues, conhecida como “Débora do batom”, mãe de dois filhos e condenada a 14 anos de prisão; Adalgisa, uma idosa de 65 anos e tantos outros brasileiros presos injustamente; além de Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão, que morreu na Penitenciária da Papuda após ser preso pelos atos do 8 de janeiro. Esses nomes simbolizam os excessos e perseguições políticas que estamos sofrendo no Brasil”, afirmou.

Segundo o parlamentar, o esforço físico e político da mobilização representa apenas uma fração do que o presidente vem enfrentando nos últimos tempos. Rodolfo Nogueira classificou a situação de Bolsonaro como uma injustiça e afirmou que as ações direcionadas contra ele e os demais perseguidos ultrapassam os limites do embate político.

“O caminho é difícil, exige resistência e união, mas nada disso se compara ao que está acontecendo com Bolsonaro, com o que estão fazendo com o presidente”, declarou o deputado durante o ato. Para Nogueira, o ex-presidente é alvo de perseguição e de decisões que ferem princípios básicos do Estado Democrático de Direito.

Nikolas adiantou que se os objetivos da caminhada não forem alcançados, ele vai continuar com o protesto. Os parlamentares pedem a liberdade dos presos políticos e de Bolsonaro. O evento tem como pauta principal a defesa das liberdades individuais, críticas ao sistema político e manifestações contra os excessos institucionais.

Aberto o primeiro leilão do ano do Detran-MS com VW/Up 2015 e Honda CG

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O primeiro leilão de 2026 do Detran-MS, sob responsabilidade do leiloeiro Carlos Ferrari, de veículos de circulação, sucatas aproveitáveis e sucatas inservíveis, foi aberto na quarta-feira, 21 de janeiro, às 9h (horário de Mato Grosso do Sul), e segue até o dia 5 de fevereiro, às 9h30 (horário de Mato Grosso do Sul).

No total, são ofertados 147 lotes de motocicletas e automóveis, além de um lote com material ferroso. Os veículos foram apreendidos e recolhidos em 10 municípios de Mato Grosso do Sul, e os proprietários não efetuaram a retirada dos bens dos pátios.

Os lances podem ser realizados pelo site www.carloferrarileiloes.com.br. A visitação aos lotes poderá ser feita nos dias 2, 3 e 4 de fevereiro, no pátio da Autotran, localizado na Avenida Gerval Bernardino de Souza, nº 644, no bairro Rita Vieira, das 8h às 11h e das 13h30 às 16h30.

Aberto o primeiro leilão do ano do Detran-MS com VW/Up 2015 e Honda CG

Na categoria Circulação, estarão disponíveis 108 lotes, sendo 78 motocicletas e 30 automóveis. Entre os veículos ofertados estão um VW/Up 2014/2015, na cor vermelha, com lance inicial de R$ 8.653,00, e uma Honda CG 2021/2022, também na cor vermelha, com lance inicial de R$ 3.702,00. Qualquer pessoa física ou jurídica pode ofertar lances nessa categoria.

Já na categoria Sucatas Aproveitáveis, apenas pessoas jurídicas devidamente credenciadas em qualquer Detran do país podem ofertar lances nos 39 lotes, que somam 59 motocicletas e 27 automóveis.

O lote único de Sucatas Inservíveis conta com 17 motocicletas e 7 automóveis, totalizando aproximadamente 16.830 kg de material ferroso. Podem participar apenas pessoas jurídicas que atuem nos ramos de siderurgia, fundição ou reciclagem, devidamente credenciadas no Detran-MS.

Rodrigo Maia, Comunicação Detran-MS

Prefeito de Naviraí esclarece que recomendação do MPMS não se refere à atual gestão

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Prefeito Rodrigo Sacuno - Foto: reprodução

O prefeito de Naviraí, Rodrigo Massuo Sacuno (PL), esclareceu que não é investigado por irregularidades nem responde por atos relacionados às denúncias conhecidas como “asfalto fantasma”, que dizem respeito a contratos e serviços executados em período anterior ao início de sua gestão. Apesar disso, a atual administração municipal foi formalmente notificada de uma recomendação expedida pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), de caráter preventivo, orientativo e administrativo, sem imputação de responsabilidade ao chefe do Executivo municipal.

A recomendação tem origem em um inquérito civil já concluído, que analisou contrato firmado entre a Prefeitura de Naviraí e o Conisul (Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento da Região Sul de Mato Grosso do Sul), referente a obras de pavimentação realizadas antes da atual administração. No curso da apuração, o MPMS identificou falhas na fiscalização e inconsistências documentais relacionadas à execução contratual daquele período.

Entre os apontamentos técnicos, relatório elaborado pelo Corpo de Engenharia e Arquitetura do MPMS cita registros da Usina de Asfalto, datados de janeiro e março de 2022, que indicariam a produção de 255,06 toneladas de CBUQ, sem a devida especificação do local de aplicação ou do serviço executado. O valor estimado do material seria de R$ 141.755,63, sem comprovação documental suficiente de sua destinação à época, segundo o Ministério Público.

O próprio MPMS ressalta que as irregularidades apontadas estão associadas à ausência de estudos técnicos preliminares, projetos básicos adequados e fiscalização eficiente no período analisado, não havendo qualquer menção a condutas praticadas pela atual gestão municipal.

Mesmo não sendo responsável pelos fatos investigados, o prefeito Rodrigo Sacuno afirmou ter recebido a recomendação com respeito institucional e reafirmou o compromisso de sua administração com a legalidade, a transparência e o fortalecimento dos mecanismos de controle da administração pública.

Na recomendação, o Ministério Público orienta que todas as licitações de obras e serviços de engenharia, incluindo manutenção asfáltica, sejam instruídas com projeto básico, conforme prevê a legislação vigente, além de acompanhamento técnico regular, medições padronizadas, vistorias presenciais e registros detalhados dos materiais utilizados.

A administração municipal reforça que a recomendação não implica culpa, investigação ou sanção, tratando-se de uma medida administrativa voltada ao aprimoramento das rotinas públicas. O prefeito informou ainda que permanece à disposição dos órgãos de controle e da sociedade, mantendo o compromisso com a correta aplicação dos recursos públicos.

Após cinco anos de vacinação, covid recua, mas ainda preocupa

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A vacinação contra a covid-19, iniciada há 5 anos no Brasil, levou ao fim da pandemia – mas a doença ainda persiste, mesmo que em patamares muito menores. Por isso, especialistas alertam que é essencial manter a imunização entre aqueles que não foram vacinados antes ou que têm risco maior de desenvolver quadros graves da doença.Após cinco anos de vacinação, covid recua, mas ainda preocupaApós cinco anos de vacinação, covid recua, mas ainda preocupa

A cobertura, no entanto, está longe do ideal: em 2025, de cada 10 doses distribuídas pelo Ministério da Saúde aos estados e municípios, menos de 4 foram utilizadas. Foram, ao todo, 21,9 milhões de vacinas, e apenas 8 milhões aplicadas.

Dados da plataforma Infogripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que monitora a ocorrência da chamada síndrome respiratória aguda grave (SRAG), mostram as consequências dessa baixa cobertura. Em 2025, pelo menos 10.410 pessoas adoeceram com gravidade após a infecção pelo coronavírus, com cerca de 1,7 mil mortes. Os números se referem apenas aos casos confirmados com teste laboratorial e, como alguns registros são inseridos tardiamente no sistema de vigilância do Ministério da Saúde, os dados de 2025 ainda podem aumentar.

O coordenador do Infogripe Leonardo Bastos reforça que o coronavírus continua sendo um dos vírus respiratórios mais ameaçadores para a saúde.

“A covid não foi embora. De tempos em tempos a gente tem surtos e avalia constantemente se esses surtos crescem, se eles podem se transformar em uma epidemia. O que a gente vê hoje de número de casos e mortes ainda é algo absurdo. Mas, como a gente passou por um período surreal na pandemia, o que seria considerado alto, acaba sendo normalizado”, diz.

A pesquisadora da plataforma,Tatiana Portella complementa que o vírus ainda não demonstrou ter uma sazonalidade, como a influenza, por exemplo, que costuma apresentar aumento de casos no inverno.

“A gente pode ter uma nova onda a qualquer momento com o surgimento de uma nova variante, que pode ser mais transmissível, infecciosa, e não tem como prever quando que vai surgir essa nova variante. Por isso que é importante que a população sempre esteja em dia com a vacinação”, recomenda. 

Crianças

Brasília (DF) 15/04/2025 A Secretaria de Saúde do DF promove um dia de vacinação infantil  na Creche Sempre Viva, na cidade satélite de Ceilândia, DF  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A Secretaria de Saúde do DF promoveu dia de vacinação infantil na Creche Sempre Viva, na cidade satélite de Ceilândia – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Desde 2024, a vacina contra a covid-19 foi incluída no calendário básico de vacinação de três grupos: crianças, idosos e gestantes. Além disso, pessoas que fazem parte de grupos especiais (confira as informações completas abaixo) devem reforçar a imunização periodicamente. No entanto, cumprir esse calendário tem sido um desafio no Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde, 2 milhões de doses foram aplicadas no público infantil em 2025, mas a pasta não especificou qual o índice de cobertura atingido com esse total.

O painel público de vacinação indica que apenas 3,49% do público-alvo menor de 1 ano foi vacinado em 2025. Em nota, o Ministério informou que “os dados atuais subestimam a cobertura real: o painel apresenta apenas a aplicação em crianças menores de um ano, enquanto o público-alvo inclui crianças menores de cinco anos, gestantes e pessoas com 60 anos ou mais” e que “está desenvolvendo a consolidação dos dados por coorte etária”

Mesmo enquanto o status de emergência sanitária estava em vigor, a cobertura ideal de 90% ficou longe de ser atingida. A vacinação infantil começou em 2022, e até fevereiro de 2024, apenas 55,9% das crianças na faixa etária de 5 a 11 anos, e 23% das que tinham 3 e 4 anos tinham sido vacinadas. 

Para a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Isabela Ballalai, a principal causa disso é a baixa percepção de risco.

“O ser humano é movido pela percepção de risco. O Brasil foi um dos primeiros países que atingiram uma cobertura maior de 80% para toda a população adulta. Mas quando a vacina chegou para as crianças, o cenário era outro, com menos casos, menos mortes e a percepção de risco tinha diminuído. Aí o antivacinismo começa a fazer efeito. Porque as fake news contra a vacina só dão certo quando as pessoas não estão vendo o risco”, argumenta.

Mas o risco da covid existe e é alto. As crianças com menos de 2 anos são o segundo grupo mais vulnerável às complicações pela covid-19, atrás apenas dos idosos. Segundo dados da plataforma Infogripe, de 2020 a 2025, quase 20,5 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave foram registrados nessa faixa etária, com 801 mortes. Mesmo no ano passado, em que a doença estava teoricamente controlada, foram 55 mortes e 2.440 internações.

As crianças também podem desenvolver uma complicação rara associada à covid-19 chamada de Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P), que provoca a morte em cerca de 7% dos casos. De 2020 a 2023, o Brasil registrou cerca de 2,1 mil casos de SIM-P, com 142 óbitos. Além disso, um estudo com quase 14 milhões de crianças e adolescentes na Inglaterra mostrou também maior incidência de doenças cardiovasculares como miocardite e tromboembolismo após a infecção pela Covid-19. 

Por outro lado, a eficiência da vacina também foi comprovada. O acompanhamento de 640 crianças e adolescentes vacinados com a coronavac em São Paulo, mostrou que apenas 56 delas foram infectadas pela covid depois da vacinação e nenhuma com gravidade. As vacinas infantis também já se provaram seguras. Em 2022 e 2023, o Brasil aplicou mais de 6 milhões de doses da vacina contra a covid-19 em crianças, com poucas notificações de eventos adversos e a grande maioria leves, segundo o monitoramento do Ministério da Saúde.

A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações ressalta a importância dos profissionais de saúde para aumentar as coberturas vacinais. Isabela Ballalai defende que é preciso melhorar a formação médica, e que os profissionais já atuantes devem se manter atualizados conforme as melhores evidências da ciência, e recomendar a vacinação às famílias.

“Infelizmente nós temos médicos renomados, que sempre defenderam as vacinas, agora dizendo que nem todas as vacinas. Por trás disso há muitos interesses, políticos, financeiros, de vários tipos. E entre um médico que você já conhece e alguém que você ainda não conhece, em quem você vai confiar? Mas nós que defendemos as vacinas temos todas as evidências científicas pra provar o que a gente diz”

Quem deve se vacinar contra a covid-19?

Bebês:

– 1ª dose aos 6 meses

– 2ª dose aos 7 meses

– 3ª dose aos 9 meses, apenas para as crianças que tiverem recebido a vacina da Pfizer

Crianças imunocomprometidas:

– 1ª dose aos 6 meses

– 2ª dose aos 7 meses

– 3ª dose aos 9 meses, independente do imunizante

– Dose de reforço a cada 6 meses

Crianças indígenas, ribeirinhas, quilombolas ou com comorbidades:

– Esquema básico semelhante ao das crianças em geral

– Dose de reforço anual

Crianças com menos de 5 anos que ainda não foram vacinadas ou que não receberam todas as doses devem completar o esquema básico

Gestantes:

– Uma dose a cada gravidez

Puérperas (até 45 dias após o parto):

– Uma dose, caso não tenham tomado durante a gravidez

Idosos, a partir dos 60 anos:

– Uma dose a cada 6 meses

Pessoas imunocomprometidas:

– Uma dose a cada 6 meses

Pessoas vivendo em instituições de longa permanência, indígenas que vivem ou não em terra indígena, ribeirinhos, quilombolas, trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência permanente, pessoas com comorbidades, pessoas privadas de liberdade, funcionários do sistema de privação de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos Correios:

– Uma dose por ano

Pessoas entre 5 e 59 anos, que não se encaixam nos grupos prioritários mas nunca foram vacinadas contra a covid-19:

– Uma dose

Rodolfo Nogueira afirma: “a caminhada é árdua, mas nada se compara ao que estão fazendo com Bolsonaro

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Durante a Caminhada pela Liberdade, liderada  por Nikolas, o deputado federal Rodolfo Nogueira comentou o atual cenário político envolvendo o presidente Bolsonaro. Na ocasião, Nogueira afirmou que, apesar das dificuldades enfrentadas pelos participantes do movimento, “a caminhada é árdua, mas nada se compara ao que estão fazendo com Bolsonaro”.

“Estamos aqui por todos os presos políticos. Débora Rodrigues, conhecida como “Débora do batom”, mãe de dois filhos e condenada a 14 anos de prisão; Adalgisa, uma idosa de 65 anos e tantos outros brasileiros presos injustamente; além de Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão, que morreu na Penitenciária da Papuda após ser preso pelos atos do 8 de janeiro. Esses nomes simbolizam os excessos e perseguições políticas que estamos sofrendo no Brasil”, afirmou. 

Segundo o parlamentar, o esforço físico e político da mobilização representa apenas uma fração do que o presidente vem enfrentando nos últimos tempos. Rodolfo Nogueira classificou a situação de Bolsonaro como uma injustiça e afirmou que as ações direcionadas contra ele e os demais perseguidos ultrapassam os limites do embate político.

“O caminho é difícil, exige resistência e união, mas nada disso se compara ao que está acontecendo com Bolsonaro, com o que estão fazendo com o presidente”, declarou o deputado durante o ato. Para Nogueira, o ex-presidente é alvo de perseguição e de decisões que ferem princípios básicos do Estado Democrático de Direito.

Nikolas adiantou que se os objetivos da caminhada não forem alcançados, ele vai continuar com o protesto. Os parlamentares pedem a liberdade dos presos políticos e de Bolsonaro. O evento tem como pauta principal a defesa das liberdades individuais, críticas ao sistema político e manifestações contra os excessos institucionais.

Ministério revisa diretrizes e custeio da rede de saúde mental do SUS

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Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF

O Ministério da Saúde estuda revisar as diretrizes e as normas de financiamento da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), que reúne os serviços públicos de todo o país destinados a pessoas em sofrimento psíquico ou que enfrentam problemas decorrentes do uso de álcool e outras drogas.Ministério revisa diretrizes e custeio da rede de saúde mental do SUSMinistério revisa diretrizes e custeio da rede de saúde mental do SUS

O exame inicial das duas portarias ministeriais que, desde setembro de 2017, estabelecem a forma como a Raps está organizada e é custeada está a cargo de um grupo de trabalho que contará com representantes das entidades que reúnem os secretários de saúde dos estados e do Distrito Federal (Conass) e municipais (Conasems).

O grupo de trabalho responsável por revisar e propor mudanças nas Portarias de Consolidação GM/MS nº 3 e nº 6 foi criado por meio da Portaria nº 10, publicada no Diário Oficial da União do último dia 6, eserá composto por seis representantes ministeriais; dois do Conass e dois do Conasems.

A portaria também prevê a possibilidade de especialistas e representantes de órgãos e entidades, públicos ou privados, participarem na condição de convidados especiais, sem direito a voto.

De acordo com o texto da portaria, o grupo de trabalho terá 180 dias para apresentar sua proposta de revisão das normas e diretrizes da Raps. Se necessário, o prazo inicial poderá ser prorrogado pelo mesmo período. Ao fim, as sugestões do grupo serão submetidas à avaliação da Comissão Intergestores Tripartites – foro de negociações e decisões composto pelo Ministério da Saúde, Conass e Conasems.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que a iniciativa integra suas ações de fortalecimento da política pública de atenção psicossocial e busca aprimorar “a articulação entre os diferentes pontos de atenção [da Raps], a partir das necessidades dos territórios”.

“Com a instituição do grupo de trabalho, o ministério reafirma o compromisso com o fortalecimento do SUS e com a consolidação de uma política de saúde mental orientada pelos princípios da integralidade, da atenção em rede, do cuidado em liberdade e da gestão compartilhada entre os entes federativos,” informou a pasta.

Fragilidades

Já o Conass informou que considera a iniciativa “legítima e necessária”, desde que preservados os fundamentos da Lei nº 10.216/2001, principal marco legal da chamada Reforma Psiquiátrica brasileira, por dispor sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e estabelecer um novo modelo assistencial em saúde mental.

De acordo com o conselho, há tempos as secretarias estaduais de saúde vem apontando “importantes fragilidades da Raps”, tais como a dificuldade de muitas prefeituras custearem assistência psicossocial aos munícipes; a falta de arranjos regionais que promovam e garantam este tipo de assistência e o subdimensionamento da saúde mental na atenção primária.

“Somam-se a isso novas demandas do pós-pandemia [como o crescente número de diagnósticos de autismo e outros transtornos mentais; de medicalização de crianças e adolescentes; uso de psicotrópicos pela população em geral; casos de violência nas escolas; jogos e apostas online e dos agravos enfrentados pela situação em população de rua] e impasses quanto ao papel das comunidades terapêuticas, frequentemente desvinculadas da rede de atenção psicossocial e alvo de denúncias de violações de direitos”, pontuou o conselho, acrescentando que, no grupo de trabalho, “continuará reiterando seu compromisso com o Sistema Único de Saúde (SUS), com a Reforma Psiquiátrica e com uma política de saúde mental baseada em evidências, direitos humanos e na realidade dos territórios.”

“O Conass defende atualizar normas e critérios de custeio para fortalecer a Raps e ampliar o acesso e qualificar o cuidado desde que preservados os fundamentos da Reforma Psiquiátrica, como o cuidado em liberdade, serviços comunitários e territoriais, defesa de direitos humanos e protagonismo de usuários e familiares – conquistas da sociedade brasileira”, finalizou o conselho.

Desafios

Segundo o Conasems, União, estados e municípios vêm debatendo os componentes da Raps e os desafios que os gestores públicos enfrentam para garantir a oferta de serviços qualificados de cuidado em saúde mental desde o ano passado. De acordo com a entidade, as demandas relacionadas a sofrimentos psíquicos são cada vez mais complexas, exigindo cada vez mais do Sistema Único de Saúde (SUS).

“O problema da saúde mental não se reduz a questões de financiamento ou à atuação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), mas envolve a capacidade do sistema em integrar a rede de urgência e emergência, a atenção básica e a hospitalar, aliada à necessidade de profissionais qualificados, à articulação com outros setores e à redução do estigma na sociedade como um todo”, informou o Conasems à Agência Brasil.

Ainda de acordo com a entidade, frente a problemas como a insuficiência de profissionais capacitados e a dificuldade de atrair os existentes para regiões de difícil acesso, os integrantes do grupo de trabalho deverão discutir possíveis melhorias para a rede, considerando as diferenças e particularidades dos 5.570 municípios brasileiros.

“A proposta é que, no âmbito da governança tripartite do SUS, sejam debatidas possíveis melhorias, respeitando os preceitos da reforma psiquiátrica e contando com o apoio do controle social – incluindo usuários, familiares, profissionais e a sociedade em geral –, de modo a formalizar uma política nacional de saúde mental”, acrescentou o conselho de secretarias municipais de saúde. 

Suporte

A Raps oferece atendimento integral desde a atenção básica, o que inclui Unidades Básicas de Saúde (UBS); equipes de Consultório na Rua e Centros de Convivência e Cultura (Ceco), até a atenção psicossocial especializada, centrada nas diferentes modalidades de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).

A rede também ainda dá suporte às crises por meio da Atenção de Urgência e Emergência (SAMU 192, UPAs e salas de estabilização) e a Atenção Hospitalar, com enfermarias especializadas em hospitais gerais. Complementam a estrutura as Estratégias de Desinstitucionalização, como os Serviços Residenciais Terapêuticos, a Atenção Residencial de Caráter Transitório (unidades de acolhimento e serviços residenciais) e as ações transversais de Reabilitação Psicossocial, que juntas visam promover a autonomia e a reintegração social dos usuários.

Sorteio da campanha Natal Premiado da ACIA e sorteio do IPTU acontecem hoje em Amambai

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A Associação Comercial e Empresarial de Amambai (ACIA) realiza neste sábado, dia 24 de janeiro o sorteio da campanha Natal Premiado 2025. O evento acontece a partir das 18h30, no Parque da Cidade, e contará com show confirmado da dupla Guilherme & Rodrigo, além de praça de alimentação e outras atrações para o público.

Nesta edição, a campanha irá sortear R$ 45 mil em prêmios, distribuídos em dinheiro e vales-compras. Entre os prêmios estão um pix de R$ 15 mil, um de R$ 7,5 mil, um de R$ 5 mil, um de R$ 2,5 mil, dois prêmios de R$ 2 mil, além de seis vales-compras de R$ 1 mil e dez vales-compras no valor de R$ 500.

A campanha tem como objetivo valorizar o comércio local e incentivar os consumidores a realizarem suas compras nas empresas participantes.

Ainda dá tempo de participar do sorteio!

Para concorrer, basta solicitar o cupom ao realizar compras em uma das empresas participantes da campanha. Após preencher o cupom com os dados solicitados, o consumidor deve depositá-lo na urna disponível no próprio estabelecimento.

A ACIA reforça o convite para que a população prestigie o evento e participe do sorteio, que promete movimentar o comércio e reunir a comunidade em um momento de confraternização.

Sorteio do IPTU

A Prefeitura de Amambai também realiza neste sábado, dia 24 de janeiro, o Sorteio do IPTU referente ao exercício de 2025, como forma de reconhecer e valorizar os contribuintes que mantêm seus tributos em dia. O evento acontecerá a partir das 18h30, no Parque da Cidade, integrando a programação da Campanha Natal Premiado, promovida pela Associação Comercial e Empresarial de Amambai (ACIA).

Durante o sorteio, serão distribuídos 11 prêmios, sendo cinco televisores, cinco bicicletas e uma motocicleta, contemplando os contribuintes que estão com o IPTU regularizado. A iniciativa reforça o compromisso da administração municipal em incentivar a adimplência e, ao mesmo tempo, promover ações de valorização da cidadania.

Além do sorteio, a programação contará com praça de alimentação e show musical com Guilherme & Rodrigo, proporcionando um momento de lazer e integração para as famílias amambaienses.

A Prefeitura de Amambai convida toda a população a participar do evento, prestigiar o comércio local e acompanhar o sorteio, que une cidadania, entretenimento e incentivo ao desenvolvimento do município.

Fonte: Amambai Notícias

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Drogaria Amambai    Fone: 99626-7766

Ao lado do Posto Baronesa

Com US$ 18,365 bilhões de receita em 2025, Brasil transforma carne bovina em ativo estratégico e bate recorde histórico de exportações

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Foto: Divulgação

O Brasil encerrou 2025 com o maior desempenho de sua história nas exportações de carne bovina (considerando carnes in natura e industrializada, miudezas comestíveis e outros subprodutos da cadeia produtiva), consolidando o setor como um dos principais ativos estratégicos da balança comercial brasileira. Os embarques somaram 3,853 milhões de toneladas, crescimento de 20,7% em relação a 2024, enquanto a receita avançou praticamente 40%, para US$ 18,365 bilhões, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira dos Frigoríficos (ABRAFRIGO).

Segundo a ABRAFRIGO, mais do que um recorde pontual, o resultado sinaliza uma mudança de patamar do setor: a carne bovina deixou de ser apenas uma commodity cuja exportação é lastreada em volume para mercados menos exigentes para se afirmar como fonte relevante de geração de divisas, atendendo aos mais exigentes e sofisticados mercados em um momento de profundas mudanças e reconfiguração do comércio mundial. Em 2025, a carne bovina foi o segundo produto mais importante da pauta de exportações agropecuárias e o quarto da pauta geral, ficando atrás apenas de petróleo, soja e minério de Ferro. O avanço expressivo do faturamento, em 2025, refletiu uma combinação rara: aumento consistente de volume aliado à valorização dos preços médios ao longo do ano. A carne bovina in natura, que representou 90% das exportações do setor, teve crescimento de 42,3% em relação a 2024, alcançando US$ 16,59 bilhões, com volume de 3,083 milhões de toneladas embarcadas (+21,12%).

O desempenho mensal ao longo de 2025 foi marcado por sucessivos recordes, indicando não apenas demanda firme, mas também competitividade e maior capacidade do Brasil de capturar valor em um mercado cada vez mais afetado por questões geopolíticas e econômicas. Ao todo, o Brasil exportou carne bovina para 177 destinos, reforçando uma estratégia de diversificação que busca ampliar oportunidades e reduzir riscos, apesar de ainda haver elevada dependência de mercados chave, como a China. O país asiático respondeu por 48,2% das exportações do setor, com US$ 8,845 bilhões, que representam crescimento de 47,75% em relação ao resultado de 2024. Quando se considera apenas carne bovina in natura, a participação chinesa foi de 53,3% das receitas e 53,5% do volume embarcado.

Além disso, os 10 principais destinos da carne bovina brasileira representaram 83,8% das receitas, indicando elevada concentração. Os Estados Unidos, segundo maior destino, com 11,24% de participação, geraram US$ 2,064 bilhões em receitas cambiais, com crescimento de 25,9% em relação a 2024, apesar das tarifas adicionais do governo norte-americano que impactaram o setor de agosto a outubro de 2025. Para 2026, espera-se que as vendas para os Estados Unidos mantenham firme crescimento, enquanto o déficit de produção e os preços da carne bovina estiverem elevados naquele país. Na sequência aparecem União Europeia, Chile, México, Rússia, Filipinas, Egito, Hong Kong e Arábia Saudita, mercados com perfis distintos de consumo e exigências técnicas e sanitárias, o que amplia a complexidade da produção, mas também o alcance do produto brasileiro. Um dos melhores desempenhos de 2025 veio da União Europeia, onde as exportações cresceram 76,5%, para US$ 1,049 bilhão, em valores, e 57%, para 128 mil toneladas, em volume.

Apenas as vendas de carne bovina in natura para o bloco europeu cresceram 89%, para US$ 906,9 bilhões, com valores médios de exportação de US$ 8.439 por tonelada. A assinatura do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia abre uma janela de oportunidades para a ampliação de mercado, apesar de limitações impostas por regras de salvaguardas pelo lado europeu consideradas draconianas, as quais podem limitar significativamente os ganhos comerciais para a carne brasileira. Após dois anos de crescimento vertiginoso, o setor de carne bovina brasileiro enfrenta um teste sutil.

Para a ABRAFRIGO, a rápida expansão provavelmente dará lugar à consolidação, com a abertura e o avanço gradual em novos mercados tecnicamente complexos, como Japão e Coreia do Sul, além da efetiva conquista do Vietnã, aberto em 2025, mas que ainda não aprovou a habilitação da grande maioria dos frigoríficos brasileiros. A viabilização de novos mercados terá papel fundamental para a manutenção do forte protagonismo conquistado pela carne bovina brasileira no mercado mundial. Afinal, o ano de 2026 será desafiador em função de disputas geopolíticas, de tendências de acirramento de guerras comerciais e tarifárias e das medidas de salvaguardas comerciais impostas pela China, as quais limitam as importações de carne bovina do Brasil, livres de tarifa extraquota de 55%, a 1,1 milhão de toneladas.

Impasse com União Europeia adia benefícios do Acordo, alerta ABAG

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Foto: © União Europeia/Mercosul

A Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) manifestou preocupação com o futuro do Acordo de Associação entre Mercosul e União Europeia após a decisão do Parlamento Europeu de submeter a revisão do texto à Suprema Corte Europeia. Segundo a entidade, o encaminhamento representa um retrocesso no processo de integração entre os blocos e um sinal negativo para o comércio internacional.

“O acordo já passou por amplas análises técnicas e jurídicas ao longo de mais de duas décadas. Esse novo impasse limita o potencial da parceria e adia benefícios concretos para ambas as regiões”, afirmou a ABAG, em nota oficial.

Na avaliação da entidade, a medida posterga oportunidades de geração de valor, expansão de mercados e fortalecimento das cadeias produtivas. Além disso, enfraquece o multilateralismo em um momento de elevada incerteza geopolítica global.

“Em vez de estimular a cooperação e a previsibilidade nas relações comerciais, a decisão do Parlamento Europeu fragiliza a própria União Europeia em seu esforço por uma soberania compartilhada”, criticou a entidade.

Para o agronegócio brasileiro, o acordo representa uma via estratégica para ampliar o acesso a mercados com alto poder de consumo e padrões regulatórios reconhecidos. Segundo especialistas, a integração entre os blocos impulsionaria setores como carnes, grãos, frutas e produtos industrializados, com ganhos também para a sustentabilidade e rastreabilidade — exigências cada vez mais presentes no comércio europeu.

A ABAG defende uma retomada pragmática das negociações, com foco técnico e redução de incertezas que hoje travam investimentos e acordos bilaterais. A expectativa é que os países favoráveis ao tratado encontrem caminhos para acelerar sua implementação.

Com benefícios à população, Governo de MS entrega obras de infraestrutura urbana em Guia Lopes

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Obras essenciais de infraestrutura, que beneficiam diretamente a população e o desenvolvimento no município de Guia Lopes da Laguna, foram entregues nesta sexta-feira (23) pelo Governo de Mato Grosso do Sul. O governador Eduardo Riedel cumpriu agenda no município, onde entregou obras de pavimentação, restauração, drenagem e construção de uma ponte.

“Esse é o trabalho que estamos fazendo nos municípios para ajudá-los a se estruturar, seja na pavimentação, saneamento, equipamentos de educação ou saúde. A gente tem visto melhorias nos 79 municípios do Estado, acompanhando o crescimento e desenvolvimento. Guia Lopes tem recebido um volume de investimento muito grande por parte do Estado, por parte do privado, gerando grandes oportunidades para as pessoas”, disse Riedel.

As obras somam aproximadamente R$ 9,8 milhões em investimentos concluídos entre 2023 e 2024, fazem parte do programa MS Ativo Municipalismo, e refletem o compromisso do Governo do Estado e com todos os municípios de Mato Grosso do Sul.

A população experimenta ganhos imediatos em mobilidade, saneamento e oportunidades econômicas, promovendo desenvolvimento sustentável do município.

Em pavimentações asfálticas e sistemas de drenagem foram investidos mais de R$ 7,7 milhões nas ruas 15 de Novembro e Castro Alves, além da restauração de diversas ruas, que possibilitam caminhos sem poeira em dias secos e livres de atoleiros em dias de chuvas.

“São obras importantes que contribuem para a melhoria da infraestrutura urbana e no dia a dia da nossa população. E só são possíveis por conta desta parceria com o Estado”, disse o prefeito de Guia Lopes, Max Antônio Soares. Já a nova ponte de concreto de quase 40 metros de extensão sobre o Rio Feio facilita o tráfego de veículos agrícolas e o escoamento de produção rural.

Com benefícios à população, Governo de MS entrega obras de infraestrutura urbana em Guia Lopes
Com benefícios à população, Governo de MS entrega obras de infraestrutura urbana em Guia Lopes
Com benefícios à população, Governo de MS entrega obras de infraestrutura urbana em Guia Lopes
Com benefícios à população, Governo de MS entrega obras de infraestrutura urbana em Guia Lopes
Com benefícios à população, Governo de MS entrega obras de infraestrutura urbana em Guia Lopes
Com benefícios à população, Governo de MS entrega obras de infraestrutura urbana em Guia Lopes
Com benefícios à população, Governo de MS entrega obras de infraestrutura urbana em Guia Lopes

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm/Secom

Bolsa supera 178 mil pontos e tem melhor semana desde abril de 2020

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Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, a bolsa encostou nos 179 mil pontos, voltou a bater recorde e registrou a melhor semana desde abril de 2020. O dólar teve um dia estável e continua abaixo de R$ 5,30.Bolsa supera 178 mil pontos e tem melhor semana desde abril de 2020Bolsa supera 178 mil pontos e tem melhor semana desde abril de 2020

O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta sexta-feira (23) aos 178.858 pontos, com alta de 1,86%. O indicador chegou a subir 2,38% e superar os 180 mil pontos às 17h31, mas desacelerou na hora final de negociação com investidores realizando lucros e vendendo papéis para embolsar ganhos recentes.

No quarto recorde seguido, a bolsa brasileira subiu 8,53% na semana. Essa foi a maior alta semanal desde a semana encerrada em 9 de abril de 2020, quando a bolsa subiu 11,71%. Na ocasião, o mercado de ações se recuperava das fortes quedas nas semanas anteriores, marcadas pelo início da pandemia da covid-19.

A euforia não se repetiu no mercado de câmbio. Após dois dias de forte queda, o dólar comercial fechou a sexta-feira vendido a R$ 5,287, com alta de apenas 0,05%. A cotação encostou em R$ 5,30 no fim da manhã, por causa de investidores que aproveitaram o dólar barato para comprar moeda, mas voltou a operar perto da estabilidade com a entrada de capitais externos.

A moeda estadunidense caiu 1,61% na semana. Em 2026, acumula queda de 3,68%. A cotação está nos menores níveis desde a primeira quinzena de novembro.

Mais uma vez, o mercado global assiste a uma fuga de capitais dos Estados Unidos que beneficia países emergentes, como o Brasil. Somente neste mês, até 21 de janeiro, a B3 registrou a entrada líquida (ingressos menos saídas) de R$ 12,35 bilhões. Isso equivale a quase metade dos R$ 25,5 bilhões de saldo positivo registrado em 2025.

No caso do dólar, os juros altos no Brasil ajudam a atrair capitais externos, que se aproveitam da forte diferença de taxas diante de economias avançadas. Na próxima semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reúne-se para avaliar o futuro da Taxa Selic, juros básicos da economia, atualmente em 15% ao ano, no maior nível em quase 20 anos.

Jaime Vizzotto assume a prefeitura em Amambai

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Momento da transição do cargo. Jaime Vizzotto (e) ficará à frente da prefeitura por 14 dias, durante licença não remunerada do prefeito Sérgio Barbosa. (Fotos: Vilson Nascimento)-

Vilson Nascimento

O vice-prefeito Jaime Vizzotto (PP), assumiu nessa sexta-feira, dia 23 de janeiro, o cargo de prefeito, em Amambai.

O empresário, que já foi vereador e inclusive já esteve à frente dos trabalhos do Poder Legislativo Municipal local tempos atrás, vai administrar Amambai pelo período de 14 dias em substituição ao prefeito, Sérgio Diozébio Barbosa (MDB), que pegou licença não remunerada para tratar de assuntos pessoais.

A transição do cargo do prefeito para o vice-prefeito aconteceu na tarde dessa sexta-feira (23) no gabinete do prefeito, na Prefeitura de Amambai, onde estiveram presentes secretários municipais, diretores de departamentos, a primeira-dama, a empresária e profissional da área de educação, Maria Helena Rozin Barbosa e a empresária e agora primeira-dama em exercício, Idelza Vizzotto, esposa de Jaime Vizzotto.

Assista no vídeo a transição de cargo e fala das autoridades

A Câmara Municipal foi representada na ocasião pela vereadora Lígia Borges, que no ano legislativo de 2026 será a líder do prefeito Sérgio Barbosa na Casa de Leis.

Jaime Vizzotto assume a prefeitura em Amambai
A vereadora Lígia Borges, que em 2026 será a líder do Executivo na Casa de Leis, representou a Câmara Municipal.
Jaime Vizzotto assume a prefeitura em Amambai
As primeiras-damas, Maria Helena e Idelza Vizzotto e secretários municipais estiveram presentes, acompanhando a transição do cargo.
Jaime Vizzotto assume a prefeitura em Amambai
Jaime Vizzotto assume a prefeitura em Amambai

Prefeito Heliomar Klabunde agradece governador e Agesul por ponte e recuperação de rodovia em Paranhos

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Nas fotos o prefeito Heliomar Klabunde e o vereador Joaozinho acompanhando o início da reconstrução da ponte sobre o Córrego Destino, no acesso ao Português e vistoriando o trabalho de tapa-buracos realizado na MS-295. (Fotos e vídeos: Assessoria Prefeitura)

Vilson Nascimento

Ao vistoriar, nessa quinta-feira, 22 de janeiro, acompanhado pelo vereador João Maria de Quadros, o “Joãozinho”, a obra de reconstrução da ponte sobre o Rio Destino e localidades onde antes estavam tomados por buracos na Rodovia MS-295, único acesso asfaltado a cidade da fronteira com o Paraguai, o prefeito Heliomar Klabunde agradeceu ao governador do Estado, Eduardo Riedel, ao secretário de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso do Sul, Guilherme Alcântara e ao diretor da 11ª Residência Regional da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de MS), com sede em Amambai, Gilson Cruz Filho, por entender as necessidades e atender demandas emergenciais do município, em Paranhos.

No final ano passado (2025) Paranhos foi atingido por fortes temporais que provocaram diversos danos na zona rural do município, como destruição de pontes e cabeceira de pontes, aterros, estradas e inclusive contribuindo para fragilizar a estrutura da pavimentação asfáltica da MS-295 que liga a cidade de Paranhos a MS-156 (entre Amambai e Tacuru) e consequentemente ao resto do Estado, onde acabaram surgindo muitos buracos, sobretudo no trecho que se compreende a cidade até o Rio Iguatemi.

Diante dos elevados danos provocados pelas intempéries, após levantamentos técnicos realizados pela Defesa Civil local, o prefeito Heliomar Klabunde decretou situação de emergência no município e recorreu ao Governo do Estado em busca de apoio.

“Prontamente fomos recebidos pelo governador Eduardo Riedel e pelo secretário de Estado de Infraestrutura, Guilherme Alcântara e eles se comprometeram em ajudar Paranhos, garantindo a reconstrução de uma ponte considerada crucial para nosso município, que foi totalmente destruída pelo temporal, que é a ponte da chamada Estrada Velha que liga Paranhos a Amambai ou Estrada do Português onde, além de inúmeras propriedades rurais é também acesso as comunidades indígenas, Ypoy e Sete Serros e ao Assentamento Beira Rio, entre outras localidades”, disse o prefeito.

No vídeo Heliomar Klabunde fala sobre a ponte no Rio Destino

Heliomar Klabunde também destacou o empenho e agradeceu ao diretor da Regional da Agesul, em Amambai, o engenheiro civil, Gilson Cruz Filho, por entender a necessidade urgente de recuperação, por meio de tapa-buracos, de pontos críticos do trecho da MS-295 que liga a cidade de Paranhos ao trevo de acesso a Tacuru.

“Levamos essa demanda ao diretor regional da Agesul que prontamente atendeu ao pedido do Poder Público aqui de Paranhos e realizou os reparos”, disse Heliomar Klabunde ao destacar que a reconstrução da ponte sobre o Rio Destino, que dá acesso a região do Português já iniciou e a obra deverá ficar pronta em cerca de 30 dias e o trabalho de tapa-buracos na MS-295 já foi concluído e o serviço realizado foi de excelente qualidade.

No vídeo abaixo o prefeito fala sobre o tapa-buracos na MS-295

Prefeito Heliomar Klabunde agradece governador e Agesul por ponte e recuperação de rodovia em Paranhos
O tapa-buracos na MS-295 já foi concluído.
Prefeito Heliomar Klabunde agradece governador e Agesul por ponte e recuperação de rodovia em Paranhos
Prefeito Heliomar Klabunde agradece governador e Agesul por ponte e recuperação de rodovia em Paranhos

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Farmácia São Paulo    Fone: 3481-1693

Ao lado dos Correios

Prefeitura de Japorã capacita servidores para a implementação da Central de Compras

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Servidores da Administração de Japorã participaram de mais um treinamento de capacitação continuada visando à Lei de Licitações. Foto: Caíque Fernandes/PMJ

A Administração do município de Japorã reuniu, na manhã de hoje, sexta-feira (23-01), os setores envolvidos na implantação da Central de Compras da Prefeitura. O encontro foi liderado pela empresa Capacitar Cursos e Treinamentos. “Esta reunião visa planejar as ações de capacitação dos servidores,com foco voltado aos avanços e rumo à Nova Lei de Licitações”, informou o superintendente geral da Prefeitura, Paulo César Franjotti (Paulão).

O programa prevê treinamentos e mentorias para a Alta Administração e para os servidores que atuam nos setores envolvidos nas licitações, a fim de prepará-los para as mudanças que vêm pela frente, garantindo a continuidade legas dos trabalhos, até a implementação total da Lei n° 14.133/2021.

“Temos como meta a qualificação de todo o quadro de funcionários do Executivo. Por isso, também já estamos estudando a possibilidade de capacitar os demais servidores. O que pretendemos é a melhoria do clima institucional, sobretudo, para proporcionar o atendimento mais humanizado ao público, como parte das ações previstas para o ano, com foco na sociedade e na excelência das políticas públicas do Município”, antecipa o prefeito Vitor da Cunha Rosa, o Malaquias.

Fonte: Assessoria Prefeitura de Japorã

PNAE abre editais que somam mais de R$ 40 milhões para agricultura familiar em MS

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Foto: Néia Maceno

A agricultura familiar de Mato Grosso do Sul tem uma importante oportunidade de comercialização de alimentos em 2026. Estão abertos cerca de 264 editais de compras públicas, que somam mais de R$ 40 milhões, destinados à aquisição de alimentos para a merenda das escolas estaduais, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Os editais atendem as instituições públicas de ensino distribuídas em praticamente todos os 79 municípios de MS. A iniciativa fortalece a produção local e assegura alimentos frescos, diversificados e de qualidade para milhares de estudantes da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul, sob gestão da Secretaria de Educação (SED), do Governo do Estado.

Até o presente momento, estão disponíveis 264 editais de compras públicas vinculados ao PNAE (Estadual). No entanto, o número pode variar, já que o sistema de publicações é dinâmico e rotativo, com possibilidade de abertura de novos editais, conforme a demanda da Rede Estadual de Ensino. Por isso, a orientação é acompanhar o site com frequência para não perder oportunidades de comercialização.

Projetos – Para participar, os agricultores familiares interessados devem consultar os editais a fim de conhecer os critérios de seleção, os produtos demandados, além das datas, prazos e locais de entrega dos projetos. As chamadas públicas e os pregões especiais estão disponíveis no site oficial do Governo do Estado: https://cheffescolar.sed.ms.gov.br/cheffescolar/chamada-publica.

Presente em todos os municípios de Mato Grosso do Sul, a Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) está à disposição para orientar e esclarecer os agricultores familiares que tenham interesse em participar do processo de seleção para fornecimento de alimentos às unidades escolares.

O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) é uma política pública federal que garante alimentação adequada e saudável aos estudantes da educação básica. Pela legislação, no mínimo 30% dos recursos da merenda escolar devem ser aplicados na compra direta de alimentos da agricultura familiar, promovendo geração de renda no campo, fortalecimento das economias locais e valorização da produção regional.

Ao acessar o mercado institucional, o agricultor familiar conquista previsibilidade de vendas, preços justos e maior segurança na comercialização, ao mesmo tempo em que contribui diretamente para a alimentação escolar e para o desenvolvimento sustentável de Mato Grosso do Sul.

Receita Federal destina R$ 120 milhões em mercadorias apreendidas em MS

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Delegados da Receita federal com Maria Olga Mandetta, presidente da Casa da Amizade do Brasil - Crédito: Divulgação / Receita Federal

A Receita Federal em Mato Grosso do Sul destinou R$ 120 milhões em mercadorias apreendidas a entidades sociais e a órgãos públicos nos últimos cinco anos.

As destinações ocorreram entre 2021 e 2025, por meio da Delegacia da Receita Federal em Campo Grande e das alfândegas de Ponta Porã, Corumbá e Mundo Novo.

Entre os itens doados ou incorporados estão veículos, como ônibus e utilitários, aparelhos eletroeletrônicos, equipamentos hospitalares e produtos destinados à realização de bazares, como perfumes, celulares, roupas, calçados e acessórios diversos.

As mercadorias apreendidas têm quatro destinações possíveis: leilão, destruição, incorporação por órgãos públicos ou doação a entidades sem fins lucrativos.

Entre 2021 e 2022, o volume de destinações foi impactado pela pandemia da Covid-19, período em que houve redução no número de apreensões e, consequentemente, queda nos processos de destinação. Em 2021, o valor dos produtos doados somou R$ 10,9 milhões, subindo para R$ 12,1 milhões em 2022.

Em 2023, as destinações praticamente triplicaram e ultrapassaram R$ 31 milhões. No ano seguinte, 2024, o total foi de R$ 10,9 milhões.

Em 2025, as destinações atingiram recorde histórico. As mercadorias entregues a órgãos públicos e a entidades sociais totalizaram R$ 54,7 milhões.

Visitas

O delegado-adjunto da Receita Federal em Campo Grande, Henry Tamashiro de Oliveira, afirma que o órgão tem buscado atender, de forma prioritária, pedidos de doações feitos por entidades filantrópicas. Somente em 2025, foram abertos 120 processos de destinação no Estado.

“Em Campo Grande, especificamente, temos visitado diversas entidades antes de autorizar as destinações. Queremos conhecer de perto a realidade de cada uma, suas urgências e suas dores”, explica.

Segundo a Receita Federal, as visitas dão mais segurança ao processo, permitindo agilizar procedimentos, priorizar casos críticos e assegurar que os produtos apreendidos cheguem a quem realmente precisa.

“Sem as ações de fiscalização da Receita Federal e de outros órgãos da União, essas mercadorias teriam chegado ao mercado ilegalmente, prejudicando comerciantes que atuam dentro da lei”, acrescenta o delegado.

Fonte: Dourados News

Anvisa proíbe venda de azeite e suspende doce de leite e sal grosso

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© MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA/DIVULGAÇÃO


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, distribuição, fabricação e consumo do azeite de oliva extravirgem da marca Terra das Oliveiras. De acordo com a Anvisa, o produto foi proibido por ter origem desconhecida, sendo vendido pela loja online Shopee. Além disso, explicou a agência, a empresa JJ-Comercial de Alimentos, que aparece no rótulo do produto como sua importadora, foi extinta. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Doce de leite e sal grosso

A agência impôs restrições de comercializações do sal grosso da marca Marfim e do doce de leite da São Benedito. 

Fabricado pela empresa M Gomes Praxedes, o lote 901124 do sal grosso Marfim foi suspenso por ter reprovado no teste de teor de iodo, que foi considerado insatisfatório. De acordo com a Anvisa, o lote deve ser recolhido. A determinação foi publicada no Diário Oficial da União.

Já o doce de leite em pedaços da marca São Benedito, da empresa JF Indústria Comercio de Doces e Laticínios, com data de fabricação de 25 de junho de 2025, não poderá ser comercializado, distribuído e nem consumido. De acordo com a Anvisa,  o lote desse produto não estava identificado. Além disso, foi reprovado no teste de ácido sórbico, conforme publicado no DOU. O ácido sórbico é um conservante que tem o propósito de evitar que microrganismos causem deterioração dos alimentos.

Procurada pela Agência Brasil, a São Benedito informou que, assim que foi notificada, colaborou com os órgãos competentes e ajustou processos internos “para garantir que cada pote que chegue à sua mesa esteja 100% dentro dos padrões”, afirmou em nota.

A empresa disse ainda que “preza pela tradição” e destacou que “o uso do conservante serve justamente para evitar microrganismos e garantir um alimento seguro”. 

A Agência Brasil também procurou a Marfim, mas não obteve retorno. Já a empresa responsável pela marca Terra das Oliveiras não foi encontrada.

Fonte: Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil

Conselho amplia poderes do FGC para socorrer banco antes da liquidação

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© ROVENA ROSA/AGÊNCIA BRASIL


As mudanças no estatuto do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) aprovadas na quinta-feira (22) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) permitem a adoção de medidas de socorro a instituições financeiras antes da liquidação pelo Banco Central (BC). Em nota, o FGC reforçou que as medidas ampliam os instrumentos de atuação do fundo, mas não afetam as liquidações recentes.

As alterações ocorrem em meio à crise do grupo Master, liquidado em novembro de 2025, cujo impacto para o FGC pode se aproximar de R$ 50 bilhões, o maior valor já registrado na história do fundo. Desde a última segunda-feira (19), o FGC iniciou os pagamentos a investidores com recursos aplicados em produtos cobertos da instituição.

Pelas novas regras, o FGC, fundo mantido pelas instituições financeiras, poderá atuar em situações de “dificuldade financeira relevante” reconhecidas pelo BC, flexibilizando o desenho das operações de assistência. Até agora, a atuação do fundo se restringia aos casos em que a liquidação já havia sido decretada.

Entre os mecanismos agora autorizados estão operações de mudança de controle da instituição em crise ou a transferência de ativos e passivos, como carteiras de crédito e depósitos, para outras instituições financeiras. Segundo o FGC, a medida busca evitar a interrupção de serviços aos clientes, reduzir os custos de uma eventual quebra e minimizar o impacto sobre o próprio fundo.

“A ideia é reduzir a possibilidade de contaminação do sistema financeiro, diminuindo riscos sistêmicos”, informou o FGC em nota.

O fundo acrescenta que as mudanças seguem padrões internacionais e fazem parte de um processo contínuo de modernização do arcabouço de proteção aos depositantes.

Outras mudanças

O CMN também aprovou alterações no artigo 7º do regulamento, permitindo que o conselho de administração do FGC proponha aumento ou redução das contribuições das instituições associadas, sempre que considerar necessário. A proposta deverá ser analisada pelo Banco Central e decidida pelo próprio CMN. Segundo o fundo, não há, neste momento, discussão sobre elevação das alíquotas.

Para mitigar impactos sobre a liquidez, o FGC poderá ainda antecipar em até cinco anos as contribuições das associadas e instituir cobranças extraordinárias, instrumentos que já estavam previstos nas normas. A antecipação ajudará a cobrir eventuais prejuízos para o Fundo Garantidor. No caso das liquidações recentes do Master e do Will Bank, o FGC terá de desembolsar pelo menos R$ 47 bilhões, quase um terço do patrimônio do fundo.

Outro ponto relevante é o estabelecimento de um prazo máximo de três dias para o início do pagamento das garantias, contado a partir do recebimento das informações formais enviadas pelos liquidantes. As mudanças incluem ainda regras mais claras para envio e correção de dados e maior transparência, com divulgação ao público do saldo de instrumentos cobertos por cada instituição associada.

Segundo o FGC, as alterações “contribuem para maior estabilidade e solidez do Sistema Financeiro Nacional, mantendo convergência com padrões de referência adotados internacionalmente”, sem afetar liquidações recentes.

O FGC garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira, em depósitos e créditos cobertos, protegendo correntistas e investidores em caso de falência de bancos autorizados a operar no país.

Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil