A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 3,8 bilhões nas três primeiras semanas de janeiro, resultado de exportações de US$ 14,98 bilhões e importações de US$ 11,2 bilhões. Os dados preliminares foram divulgados nesta segunda-feira (19) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC). Apenas na terceira semana do mês, o saldo foi negativo em US$ 244 milhões, com exportações de US$ 5,1 bilhões e importações de US$ 5,4 bilhões.
Segundo a Secex, “as exportações cresceram 18% na comparação entre a média diária até a terceira semana de janeiro de 2026 e a média registrada em janeiro de 2025”. No mesmo período, as importações apresentaram recuo de 2,6%, conforme o órgão, ao comparar a média diária de janeiro de 2026 com a do mesmo mês do ano anterior.
Até a terceira semana de janeiro de 2026, a corrente de comércio, soma de exportações e importações, alcançou média diária de US$ 2,3 bilhões, enquanto o saldo médio diário ficou em US$ 341,51 milhões. De acordo com a Secex, “na comparação com janeiro de 2025, houve crescimento de 8,2% na corrente de comércio”, refletindo a expansão do fluxo comercial no início do ano.
Na análise setorial das exportações, a Secretaria informou que, na comparação do acumulado até a terceira semana de janeiro de 2026 com igual período do ano passado, houve avanço em todos os segmentos pela média diária. A Indústria Extrativa apresentou crescimento de 32,6%, a Agropecuária avançou 16,6% e a Indústria de Transformação registrou alta de 10,9%, contribuindo para o aumento do valor total exportado no período.
Em relação às importações, o comportamento foi de retração nos principais setores. Conforme a Secex, a média diária das compras externas caiu 26% na Agropecuária, 8% na Indústria Extrativa e 1,7% na Indústria de Transformação, movimento que resultou na redução do valor importado até a terceira semana de janeiro.
No desempenho mensal das exportações, até a terceira semana de janeiro de 2026, a Agropecuária somou US$ 2,21 bilhões, a Indústria Extrativa alcançou US$ 4,85 bilhões e a Indústria de Transformação totalizou US$ 7,85 bilhões. A Secretaria destacou que “a combinação destes resultados levou ao aumento do total das exportações”, mesmo com quedas pontuais em alguns produtos.
Do lado das importações, os dados indicam que, no acumulado do mês até a terceira semana, a Agropecuária registrou US$ 0,23 bilhão, a Indústria Extrativa US$ 0,51 bilhão e a Indústria de Transformação US$ 10,41 bilhões. Segundo a Secex, “a combinação destes resultados motivou a queda das importações”, ainda que alguns itens tenham apresentado aumento nas compras externas.
Integração e desenvolvimento regional. Com este foco o Governo do Estado está promovendo a restauração da MS-436, que liga os municípios de Camapuã e Figueirão. Dividida em dois lotes a obra chega na sua reta final. A população vai ganhar mais segurança viária e a economia local vai dispor de um melhor escoamento da produção.
Com investimento superior a R$ 248 milhões, a restauração de 111 km da rodovia faz parte de uma parceria entre o Governo do Estado e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Socia). Ela começa do entroncamento com a BR-060, em Camapuã, até a conexão com a MS-223, em Figueirão.
Obra segue de Camapuã até Figueirão
O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara, ressaltou que a restauração representa um investimento estratégico na melhoria da logística e da integração regional.
“Trata-se de uma obra fundamental para qualificar a malha rodoviária estadual, garantindo mais segurança, fluidez ao tráfego e melhores condições para o escoamento da produção. Os investimentos reforçam o compromisso do Governo de Mato Grosso do Sul com a infraestrutura como base para o desenvolvimento econômico e social das regiões atendidas”, afirmou.
O primeiro lote da obra sai de Camapuã até a Pontinha do Cocho. Este trecho tem 61,60 km, com investimento de R$ 140,5 milhões. Esta etapa já está com 76% dos trabalhos concluídos, seguindo para a reta final.
Rodovia restaurada vai facilitar escoamento da produção
Já o segundo (lote) dispõe de 49,9 km partindo da Pontinho do Cocho até Figueirão. Segundo a Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de MS) nesta fase 80% das atividades já estão prontas. São mais R$ 108 milhões neste trecho. Infraestrutura de qualidade para atender a população.
Este grande investimento vai reduzir os riscos de acidentes a todos que trafegam pela rodovia, além de dar mais mobilidade e evitar danos dos veículos. O trajeto é muito por toda região, assim como moradores de estados vizinhos como Goiás e Mato Grosso.
Juntando desenvolvimento, modernidade e cuidado com o meio ambiente, os dois trechos dispõem de dispositivos de proteção e direcionamento da fauna, buscando proteger a morte de animais selvagens e melhorar a segurança dos motoristas, assim como travessias de passagens para quem mora ou trabalha perto da estrada.
A requalificação e pavimentação das rodovias do Estado faz parte da estratégia do Governo do Estado em criar as melhores condições para logística de diferentes regiões, interligando as cidades e contribuindo para economia regional. Mais segurança, empregos e melhor renda ao cidadão.
Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS *com informações da Seilog Fotos: Álvaro Rezende/Secom
Brasília (DF) -- Novo cartão Bolsa Família 2023. Foto: MDAS/Divulgação
A Caixa Econômica Federal paga nesta segunda-feira (26) a parcela de janeiro do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 6.
O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 697,77. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 18,77 milhões de famílias, com gasto de R$ 13,1 bilhões.
Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.
No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Pagamento unificado
Os beneficiários de 176 cidades de nove estados receberam o pagamento no último dia 19, independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 120 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Bahia (29), Sergipe (10), Roraima (6), Paraná (4), Amazonas (3), Piauí (2), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1).
Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível napágina do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).
Regra de proteção
Cerca de 2,44 milhões de famílias estão na regra de proteção em janeiro. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.
No ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.
Auxílio Gás
Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias inscritas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em fevereiro.
Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.
Comunicamos com pesar o falecimento nesse domingo, dia 25 de janeiro, no Hospital Divina Providência, em Amambai, de Heroci Brites dos Santos, de 60 anos.
Seu corpo foi velado no Memorial Primavera e o sepultamento aconteceu nesta segunda-feira (26) às 14h no Cemitério Municipal Crepúsculo.
O Brasil dependia apenas de um empate contra a Argentina para conquistar o tri consecutivo no Campeonato Sul-Centro Americano de handebol, em Assunção (Paraguai). Mas, por diferença de um gol, marcado por Giménez a 13 segundos do término do jogo, a taça ficou com o arquirrival sul-americano. Na noite de sábado (24), a Amarelinha foi superada por 26 a 25 pelos argentinos, na última rodada do torneio de pontos corridos.
A Amarelinha encerrou a campanha em segundo lugar geral, com oito pontos, dois a menos que a Argentina. Foi o segundo título dos hermanos, campeões pela primeira vez na edição inaugural, em 2023.
A competição distribuiu quatro vagas para o Mundial de 2027, na Alemanha. Além de argentinos e brasileiros, também se classificaram chilenos e uruguaios. Na rodada final, o Chile assegurou a medalha de bronze ao derrotar o Paraguai por 36 a 29. Já a última vaga no Mundial ficou com o Uruguai, que bateu o Peru por 36 a 17.
Comunicamos com pesar o falecimento nesse domingo, dia 25 de janeiro, em sua residência, em Amambai, de João Laurindo Leichtweis, de 90 anos.
Seu corpo está sendo velado no Memorial Primavera e o sepultamento acontece nesta segunda-feira (26) às 8h da manhã, no Cemitério Municipal Santo Antônio.
O resultado da primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) levantou uma discussão sobre a qualidade da formação médica no Brasil. Cerca de 30% dos cursos tiveram desempenho insatisfatório, porque menos de 60% dos estudantes não alcançaram a nota mínima para proficiência. A maioria dessas instituições são municipais ou privadas com fins lucrativos.
O Ministério da Educação anunciou sanções para as faculdades com os piores desempenhos. No que se refere aos alunos, entidades como o Conselho Federal de Medicina, voltaram a demandar a criação de um exame de proficiência, que avalie os recém-formados antes da concessão do registro profissional.
Eliana Amaral ressalta que providência mais importante é o fortalecimento do sistema de regulação que fiscaliza as faculdades- Cleo Velleda/Divulgação
Mas para a professora da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas, Eliana Amaral, a providência mais importante para garantir uma formação médica de qualidade no Brasil é o fortalecimento do sistema de regulação que fiscaliza as faculdades.
“A faculdade que inventou de ter uma escola de medicina sabe que vai transformar a pessoa em médico e portanto assumiu essa responsabilidade com a sociedade. Mas o sistema de regulação tem que orientar qual poderia ser a solução, tem que estabelecer um plano de trabalho e fazer essa instituição se comprometer”, defende a docente, que também já presidiu a Câmara de Educação Superior do Conselho Estadual de Educação de São Paulo e hoje é vice-presidente do colegiado.
Eliana Amaral lembra que esta é a primeira edição do Enamed, mas os formandos das faculdades de medicina, assim como os de todos os outros cursos, já eram avaliados pelo Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – Enade. Portanto, de acordo com a professora, muitos dos problemas apontados pelo Enamed já eram conhecidos.
Mas a professora também ressalva que é inadequado medir a qualidade de um curso apenas pelo desempenho dos alunos em uma prova, inclusive porque historicamente o Enade foi utilizado como instrumento de protesto, sob a forma de boicote.
Por isso, ela lembra que o MEC tem um Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior que leva em conta as notas do Enade, mas também inspeciona as instituições para verificar in loco a qualidade da formação oferecida.
Eliana Amaral destaca que a formação médica do Brasil sempre foi de “altíssima qualidade”, e as diretrizes básicas que devem ser seguidas por todos os cursos garantem que o profissional formado saiba atender questões emergenciais. Ainda assim, a professora diz esperar que toda a discussão a respeito do Enamed atue como um “detonador” para fortalecer a fiscalização das faculdades, especialmente quanto ao ensino prático.
“Onde se aprende a cuidar de gente? Quando você cuida de gente. E pra isso a faculdade tem que garantir um bom estágio de clínica médica, pediatria, cirurgia. E depende não só de você entender os sintomas, o que você prescreve, mas também a postura profissional, que é altamente influenciada pelos exemplos adquiridos com bons professores”
Expansão
O presidente da Associação Médica Brasileira, César Eduardo Fernandes, também compartilha da mesma expectativa. Para ele, houve uma “expansão desenfreada” de vagas de medicina no país, colocando o ensino prático sob risco.
“Quase metade do curso tem que ser feito em campo prático, e isso pressupõe bons laboratórios, bons ambulatórios de atenção básica, unidades de pronto atendimento, de atenção ambulatorial de média complexidade.”
César Eduardo Fernandes diz que falta de médicos não deve ser contornada com abertura sem critério de faculdades – AMB/Divulgação
Fernandes defende que o problema da falta de médicos em determinadas regiões do país não deve ser resolvido com a abertura de faculdades médicas, mas com melhores políticas de alocação de profissionais, que passam pela melhoria da infraestrutura de atendimento, e a oferta de salários mais atrativos.
“É uma ideia equivocada criar escolas médicas como bancos assistenciais. Muitas vezes elas são colocadas em municípios que não tem menor condição de assistir a sua população, muito menos de usar essas vagas assistenciais como campo de ensino para o médico. A melhoria da estrutura tem que vir antes”
Já a professora da Unicamp Eliana Amaral acredita que um “acordo de sociedade” possa melhorar o cenário atual. “A necessidade de expansão para ocupar os lugares que não tinha médico é um problema no mundo. Isso não é um problema só no Brasil. O que a gente precisa é um acordo sério de sociedade e uma regulação séria. Abrir uma escola numa determinada região vai ajudar a desenvolvê-la? Então tem que chamar o Ministério da Saúde, as secretarias de Saúde para resolver qual o lugar onde os alunos vão poder aprender o que eles precisam”
Estudantes
A estudante de medicina Vanessa Conceição da Cruz se forma ainda este mês, após a graduação na Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, que obteve nota máxima no Enamed. Apesar de estar em uma cidade de interior, com menos de 80 mil habitantes, Vanessa diz que a universidade oferece uma formação prática de excelente qualidade
Vanessa acredita que a prova conseguiu avaliar bem a formação básica dos estudantes – Kello Imagens/Divulgação
“A estrutura é realmente muito boa. Temos os hospitais e parcerias com municípios vizinhos, o que nos permite ter uma uma gama de cenários bem diversificados, mais urbanos, mais rurais. E o contato com os pacientes ocorre desde os primeiros anos do curso. Um dos pontos fortes aqui é isso, muito contato com a porta de entrada da saúde, a atenção primária, as unidades básicas…”
Vanessa fiz acreditar que isso também possa ter ajudado os alunos da UFV na hora de fazer o Enamed, já que a prova teve muitas questões sobre diagnósticos e tratamentos, que são melhor compreendidos durante os estágios práticos. Na opinião da futura médica, a prova conseguiu avaliar bem a formação básica dos estudantes, mas também engrossa o coro por uma fiscalização constante das faculdades.
“Para ver os cenários práticos, se é suficiente para que os alunos possam ter contato, inclusive com a atenção primária. Porque o pronto-atendimento e os postos de saúde geralmente são as áreas que os estudantes recém-formados procuram para trabalhar. Então é importante que os médicos que estão se formando já tenham essa experiência”.
O Cruzeiro conquistou de forma invicta – nove vitórias em nove jogos – o bicampeonato da Copa São Paulo de Futebol Júnior, maior competição de base do futebo brasileiro. Após hiato de 19 anos, o time mineiro levantou a taça no Estádio do Pacaembu, com vitória sobre o São Paulo,c ampeão de 2025. William abriu o placar para as Crias da Toca (apelido do time sub-20 do Cruzeiro) e Isac empatou no finzinho do primeiro tempo. Na volta do intervalo, Gustavinho marcou o primeiro gol dele na competição, 11 minutos após deixar o banco de reservas, garantindo a vitória e o segundo título da história do Cruzeiro no torneio.
O equilíbrio deu o tom da partida na primeira etapa com leve predomínio do Cruzeiro na construção de jogadas. Os mineiros abriram o placar aos 11 minuto, após bobeada da defesa do Tricolor: Baptistella cobrou escanteio na segunda trave, na medida para William subir sozinho e cabecear para o fundo da rede. Após o gol, o jogo seguiu ainda mais acirrado. O Cruzeiro enfileirou chances de ampliar, mas o goleiro João Pedro brilhou com ótimas defesas.
O arqueiro do Cruzeiro, Victor Lamourier também fez milagres. Mas, aos 47 minutos, ficou rendido: após cobrança de escanteio, Gutava Santana escorou para Isac deixar tudo igual no Pacaembu.
Na volta do intervalo, as equipes se fecharam na defesa e jogo ficou mais truncado. Aos 17 minutos, o técnico Mairon César colocou Gustavinho em campo no lugar de William, e ele mudaria a história do jogo 11 minutos depois. O camisa 7 arriscou um chute de longe, a bola bateur na trave e tocou caprichosamente nas costas do goleiro João Pedro antes de entrar. O Cruzeiro voltava a liderar o placar, agora por 2 a 1. Mesmo visivelmente cansados, os paulistas buscaram o empate. Aos 31 minutos, o árbitro anotou pênalti´a favor do São Paulo, após falta de Kaiquy Luiz. No entanto, em revisão do VAR foi marcada falta fora da área. À frente do placar, o Cruzeiro administrou o resultado Campanha do Cruzeiro na Copinha.
Campanha do Cruzeiro
As Crias da Toca dominaram o torneio desde o início. A 56ª edição da Copinha começou com 128 times, divididos em 34 chaves. O time mineiro concluiu a primeira fase na liderança do grupo 13, somando vitórias sobre Barra-SC, Esporte de Patos e Francana. Nas fases mata-mata (eliminatórias), o Cruzeiro eliminou Meia-Noite, Ponte Preta, Santos e Guanabara City. Depois, na semifinal, superou o Grêmio e, neste domingo (25), derrotou o São Paulo. Ao final de 22 dias de competição, as Crias da Tocas totalizaram 22 gols marcados, e sofreram apenas cinco.
Com dois títulos na Copinha, o Cruzeiro empata com em número de conquistas com o Palmeiras, Nacional-SP, Portuguesa e Ponte Preta. O maior vencedor da Copinha é o Corinthians, com 11 taças. O São Paulo, detém cinco títulos, mesmo total de Fluminense e Internacional.
Na manhã deste sábado (24/01/2026), por volta das 6h15, a equipe do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv) realizou a apreensão de 250 quilos de substância análoga à maconha durante fiscalização de trânsito na rodovia MS-156, no trecho entre Amambai e Caarapó.
Durante a fiscalização, os policiais deram ordem de parada a um veículo Fiat Argo, de cor branca, com placas do município de Apucarana/PR, ocupado por duas mulheres, moradoras de Londrina/PR. No momento da abordagem, a condutora e a passageira apresentaram nervosismo excessivo e informações contraditórias sobre o motivo da viagem, o que motivou a realização de vistoria veicular.
Durante a busca, foi localizada grande quantidade de entorpecente acondicionada a granel no porta-malas e no interior do veículo, atrás dos bancos. Após a retirada e contagem do material, foram apreendidos 249 tabletes, totalizando aproximadamente 250 quilos de maconha.
Em entrevista, as autoras relataram que haviam deixado o veículo na cidade de Amambai/MS, onde um indivíduo desconhecido teria carregado o automóvel com a droga. Informaram ainda que receberiam a quantia de R$ 5.000,00 para transportar o entorpecente até a cidade de Caarapó, onde receberiam novas instruções.
Diante dos fatos, foi dada voz de prisão às autoras pelo crime de tráfico de drogas, sendo garantidos seus direitos constitucionais. As envolvidas, o veículo e o entorpecente foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Amambai para as providências legais cabíveis.
O valor estimado da droga apreendida é de R$ 500.000,00, e o veículo foi avaliado em R$ 74.000,00, totalizando prejuízo de aproximadamente R$ 574.000,00 ao crime.
A Associação Comercial e Empresarial de Amambai (ACIA) realizou, neste sábado, dia 24, no Parque da Cidade, o sorteio da sua campanha Natal Premiado 2025, contemplando consumidores com vales-compras e prêmios em dinheiro via Pix, em uma ação que movimentou o comércio local e reuniu a comunidade.
Ao todo, foram sorteados 10 vales-compras de R$ 500,00, 6 vales-compras de R$ 1.000,00 e 6 prêmios em Pix, com valores que chegaram a R$ 15 mil. A campanha teve como objetivo incentivar as compras nas empresas participantes e fortalecer a economia de Amambai.
Confira abaixo a relação completa dos ganhadores:
Vales-compras de R$ 500,00 (10)
Adriana Maciel Wildener – Pé Forte Calçados
Honorio Nunes Lemes – Panificadora Vendrame
Celina Fernandes – Mega Atacadista
Neusa Robaldo – Auto Posto Berlitz
Gloria Lucia Nogueira – D’Istak Cosméticos
Rayane Machado – Esporte Valotta Calçados
Lucielen dos Santos Jarra – Mega Mercado
Gabrielli Almeida da Silva Benites – São Luiz
Yrineu Peralta Arce – Grupo Arroyo
Miriam Gomes – Supermercado Mansou
Vales-compras de R$ 1.000,00 (6)
Cristiane Ortega Pereira – Supermercado Dutra
Clarice B. Françolin – Auto Posto Berlitz
Victor Pereira – Panificadora Vendrame
Sindulfa Mora Ortiz – Mercado Ki Bacana
Rosana Moraes Golsalves – Cresol
Francisca Baes – Solutrab
Prêmios em Pix
João Pedro Sarmento – R$ 2.000,00 – Esporte Valotta Calçados
Danielly da Silva Santos – R$ 2.000,00 – São Luiz
Roseli C. Sanches – R$ 2.500,00 – Sementes Moreira
Pedro Silveira Maciel Filho – R$ 7.500,00 – Auto Posto Berlitz
Hevillin Luana S. Ramos – R$ 15.000,00 – Grupo Arroyo
Durante o evento, também foi realizado o sorteio dos Prêmios Fidelidade, porém a lista oficial dos ganhadores será confirmada e divulgada nesta segunda-feira, após conferência das informações pela Associação Comercial e Empresarial de Amambai (ACIA). O sorteio foi transmitido ao vivo pela entidade, e a live permanece disponível na página oficial da ACIA no Instagram, permitindo que os interessados acompanhem ou revejam todos os momentos do sorteio.
Um ranking de riscos empresariais elaborado pela seguradora corporativa do Grupo Allianz, a Allianz Commercial, mostra que a inteligência artificial é a principal preocupação do setor de negócios no Brasil. Essa é a primeira vez que a IA aparece como o principal risco empresarial apontado pelos executivos brasileiros.
Segundo o levantamento, a inteligência artificial segue sendo vista como uma poderosa alavanca estratégica para os negócios, mas também como uma fonte crescente de riscos operacionais, legais e reputacionais, superando a capacidade das empresas de estruturar governança, acompanhar a regulação e preparar adequadamente suas equipes.
“Considerando a crescente importância da IA na sociedade e na indústria, não é surpreendente que ela seja o principal fator de variação no Allianz Risk Barometer. Além de trazer enormes oportunidades, seu potencial transformador, aliado à rápida evolução e adoção, está remodelando o cenário de riscos, tornando-se uma preocupação central para empresas”, destacou o CEO da Allianz Commercial, Thomas Lillelund.
As principais preocupações apontadas pelos empresários no ranking são:
Após três dias de caminhada o deputado federal Rodolfo Nogueira participa, neste domingo (25), do último dia da manifestação nacional pela liberdade, realizada na Praça do Cruzeiro, na capital federal. O ato é liderado pelo deputado Nikolas Ferreira e reúne milhares de brasileiros de diferentes regiões do país.
Visivelmente cansado, mas firme em seu propósito, Rodolfo declarou que a mobilização representa mais do que um ato político. “Somos guerreiros lutando pelo futuro das próximas gerações”, afirmou. Para ele, a caminhada simboliza o sentimento de um povo que se recusa a se calar diante do que considera injustiças que atingem o país.
Durante as caminhadas, o parlamentar destacou que o movimento tem como uma de suas principais bandeiras a defesa do presidente Bolsonaro e dos brasileiros presos em decorrência dos atos do dia 8 de janeiro. “Estamos aqui por Bolsonaro e por todos os presos políticos do 8 de janeiro. Vamos marchar até que as muralhas da injustiça e da corrupção caiam”, declarou.
Rodolfo ressaltou que, apesar do desgaste físico enfrentado ao longo da caminhada, o sacrifício pessoal é pequeno diante do que, segundo ele, Bolsonaro vem enfrentando. “A caminhada é dura, o corpo sente, mas nada se compara ao que estão fazendo com Bolsonaro. O que ele vive hoje é muito mais pesado”, disse.
O deputado também citou casos de pessoas presas após os atos de 8 de janeiro, que, em sua avaliação, representam excessos e perseguições. Entre os nomes mencionados estão Débora Rodrigues, conhecida como “Débora do batom”, mãe de dois filhos e condenada a 14 anos de prisão; Adalgisa, uma idosa de 65 anos; além de outros brasileiros. Rodolfo lembrou ainda de Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão, que morreu na Penitenciária da Papuda após ser detido pelos atos.
O parlamentar concluiu destacando que o presidente Bolsonaro é alvo de perseguição política e que as decisões adotadas contra ele e contra os presos ultrapassam os limites do debate democrático.
Na chegada a Brasília, no sábado, o deputado Nikolas Ferreira publicou em suas redes sociais que os objetivos da caminhada foram alcançados. Segundo ele, o movimento cumpriu seu papel de despertar a nação brasileira e mobilizar pessoas que não aceitaram permanecer em silêncio.
A pré-candidata ao Senado por Mato Grosso do Sul, Gianni Nogueira, passou a integrar o movimento em defesa da liberdade liderado pelo deputado federal Nikolas Ferreira. Ela chegou à capital federal na noite deste sábado (25) e participará do ato marcado para este domingo, às 12h, na Praça do Cruzeiro, em Brasília.
“Estamos vivendo um momento decisivo na história da nossa nação. A caminhada liderada por Nikolas Ferreira nos lembra que não existem soluções mágicas, nem salvadores da pátria, mas a verdadeira mudança acontece quando um povo decide caminhar passo a passo com propósito e constância”, afirmou Gianni em suas redes sociais.
A mobilização reúne parlamentares, lideranças políticas e apoiadores que protestam contra as arbitrariedades do Supremo Tribunal Federal (STF), além de defenderem o respeito às garantias constitucionais, à liberdade de expressão e ao devido processo legal.
“Estamos todos reunidos pela liberdade do presidente Bolsonaro e de milhares de presos e perseguidos políticos”, enfatizou Gianni.
Segundo aliados, a presença de Gianni Nogueira no movimento reforça seu posicionamento político alinhado às pautas conservadoras e à crítica ao que considera excessos de outros Poderes sobre o Legislativo e a sociedade civil.
O ato deste domingo faz parte de uma série de manifestações organizadas em diferentes cidades do país, com foco na defesa das liberdades individuais e na cobrança por transparência e respeito à Constituição.
Na Delegacia de Polícia Civil, em Amambai, a acusas foi autuada em flagrante. (Foto: Vilson Nascimento)
Vilson Nascimento
Uma mulher de 33 anos foi presa no final da tarde dessa sexta-feira, 23 de janeiro, sob acusação de invadir a casa do ex-marido, danificar um notebook, um aparelho celular iPhone 12 Pro Max, quebrar o para-brisa do veículo do homem, de 38 anos e praticar ameaças, inclusive de morte, contra ele e sua atual convivente, uma mulher de 21 anos.
Segundo a ocorrência policial, o ex-marido estava tomando banho quando a ex-esposa teria invadido sua casa, situada na região da Vila Mendonça e começado a chutar a porta do banheiro.
Ao sair do banheiro o morador teria se deparado com a acusada arma com uma faca. Ela teria tentado, sem sucesso, golpeá-lo e passado a proferir xingamentos e ameaças dizendo; “Vou te matar; eu vou ser presa, mas quando eu sair, eu vou te matar”.
Diante do exposto o homem teria conseguido conter a acusada e colocá-la para fora de sua casa, mas a mulher teria voltado a invadir a residência, foi quando teria provocado os danos acima descritos e em ato contínuo, também teria passado a promover xingamentos e inclusive ameaças de morte contra a atual convivente do ex-marido, uma mulher de 21 anos.
Consta também na ocorrência policial que a acusada teria sido contida e permaneceu retida pelo ex-marido até a chegada da Polícia Militar.
As partes envolvidas na ocorrência foram encaminhadas para a Delegacia de Polícia Civil, em Amambai, onde a acusada foi autuada em flagrante e enquadrada em delitos como; ameaça, violação de domicílio, dano e lesão corporal. Depois de certo empo presa, as depois foi liberada pelo Poder Judiciário para responder pelas acusações em liberdade.
Segundo a polícia a acusada e a atual esposa do ex-marido da acusada não sofreram lesões, já o homem apresentava lesões aparentes tipo arranhões nas pernas, braços e boca, supostamente causados pela ex-esposa.
A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) atualizou suas projeções para o complexo soja, evidenciando o protagonismo do processamento interno. O grande destaque do novo balanço é a expectativa de que o esmagamento de soja no Brasil alcance o patamar recorde de 61 milhões de toneladas em 2026, representando um aumento de 0,8% em relação à estimativa anterior.
Este impulso na atividade industrial é acompanhado pelo crescimento na oferta de derivados. De acordo com as projeções da ABIOVE para 2026, a produção de farelo de soja está estimada em 47 milhões de toneladas (+0,9%), enquanto a fabricação de óleo de soja deve chegar a 12,25 milhões de toneladas (+0,8%). Esse cenário é sustentado por uma produção agrícola robusta, que segundo dados da Conab está estimada em 177,1 milhões de toneladas para o próximo ciclo.
No comércio internacional, o Brasil deve manter sua liderança com a exportação de 111,5 milhões de toneladas de soja em grão (+0,5%). No segmento de subprodutos, as projeções indicam o embarque de 24,6 milhões de toneladas de farelo e um crescimento expressivo de 11,5% nas exportações de óleo de soja, que devem atingir 1,45 milhão de toneladas.
“O foco crescente no esmagamento reflete o amadurecimento da indústria brasileira. Ao processarmos 61 milhões de toneladas, estamos agregando valor à nossa matéria-prima e garantindo o suprimento de proteínas e energia para o mercado interno e global”, ressalta Daniel Furlan Amaral, Diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da ABIOVE.
Balanço do Complexo da Soja em 2025
O desempenho do setor em 2025 já antecipava essa tendência de alta. O esmagamento consolidado para o ano fechou em 58,5 milhões de toneladas, processando uma safra que atingiu 171,5 milhões de toneladas de grãos, segundo a Conab. Assim como a atividade industrial de 2025 que, de acordo com dados da ABIOVE, resultou na produção de 45,1 milhões de toneladas de farelo de soja e 11,7 milhões de toneladas de óleo de soja.
Quanto ao fluxo comercial, os dados validados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), confirmam a exportação de 108,2 milhões de toneladas de soja em grão, 23,3 milhões de toneladas de farelo e 1,36 milhão de toneladas de óleo. No lado das importações, o país adquiriu 969 mil toneladas de soja e 105 mil toneladas de óleo de soja para suprir demandas pontuais.
Processamento mensal e acumulado
O vigor da indústria foi reafirmado pelos dados mensais. Em novembro de 2025, o processamento de soja somou 4,369 milhões de toneladas, volume 5,4% superior ao registrado em novembro de 2024 (ajustado pelo percentual amostral).
No acumulado do ano, o setor apresenta um crescimento sólido. Entre janeiro e novembro de 2025, o processamento atingiu 48,1 milhões de toneladas, o que representa uma alta de 4,6% em comparação ao mesmo período do ano anterior, consolidando 2025 como um ano de expansão contínua para as indústrias de óleos vegetais.
O Bioparque Pantanal se consolidou como um dos principais destinos turísticos do Brasil. Em quase quatro anos desde a inauguração, o complexo de aquários tem despertado em visitantes de todas as regiões do país, e também do exterior, o interesse em conhecer Campo Grande e o Pantanal.
Turistas relatam que, ao descobrirem o maior aquário de água doce do mundo, passam a planejar viagens à capital sul-mato-grossense com o principal objetivo de visitar o Bioparque Pantanal. O visitante Teruka Anamura, morador de Suzano (SP), integrou um grupo de 60 turistas do estado de São Paulo e compartilhou sua experiência.
Teruka Anamura conheceu o Pantanal somente aos 79 anos
“Sempre ouvi falar do Pantanal e agora, aos 79 anos, tive a oportunidade de conhecer. O Bioparque é inimaginável. Eu não imaginava que existiam tantas variedades de peixes, nem quantos milhões de litros de água são necessários para manter essa estrutura. É algo fantástico. Com certeza vou compartilhar essa experiência com meus amigos para que eles também façam essa visita”, relatou.
Para a visitante Marily Cleia, de Araras (SP), a passagem pelo Bioparque foi marcante e repleta de aprendizado. “É a primeira vez que venho a esse lugar maravilhoso. Fiquei sabendo por meio de amigos e está sendo uma experiência incrível. É um espaço organizado, acolhedor, eu adorei. Todos deveriam ter essa oportunidade, porque vale muito a pena”, afirmou.
Esse perfil de visitantes contribui diretamente para o fortalecimento do turismo em Campo Grande, impulsionando a economia local, a hotelaria, a gastronomia, a cultura e diversos outros serviços. Mesmo tendo o Bioparque Pantanal como principal motivação da viagem, muitos turistas aproveitam a estadia para conhecer outros pontos turísticos da cidade, como museus, parques, a Feira Central de Campo Grande, além dos biomas da região.
A diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, destaca que receber turistas de diferentes cidades do Brasil e de outros países é motivo de grande satisfação para toda a equipe.
“O Bioparque Pantanal tem o propósito de conectar as pessoas à biodiversidade. Ver visitantes planejando suas viagens especialmente para nos conhecer reforça a relevância desse trabalho. O Bioparque se consolida como uma porta de entrada para o Pantanal, despertando o interesse pela nossa cultura, pelos nossos biomas e pela conservação ambiental. Além disso, impulsiona o turismo sustentável, movimenta a economia local, gera oportunidades para Campo Grande e contribui para o desenvolvimento socioeconômico de Mato Grosso do Sul, levando a mensagem de valorização e proteção do Pantanal para todo o Brasil”, ressaltou.
Em 2023, o Bioparque Pantanal foi reconhecido pela revista internacional Time como um dos 50 destinos de viagem extraordinários do mundo. O empreendimento também se destaca pelo turismo acessível, ao oferecer uma experiência inclusiva e acolhedora para todos os públicos.
Grupo com 60 turistas veio conhecer o Bioparque
Exemplo disso é Leonardo da Silva, autista, que descobriu o Bioparque ao navegar pela internet e, encantado, pediu aos pais que viajassem mais de 20 horas de carro, de Palhoça (SC) até Campo Grande, exclusivamente para conhecer o maior aquário de água doce do mundo.
A mãe de Leonardo, Lisandra da Silva, contou que planejou a viagem meses antes para atender ao desejo do filho e se emocionou ao ver o sonho realizado. “Nós gostamos muito da experiência. Foi muito melhor do que imaginávamos. Estamos muito felizes e indicamos para que outras pessoas também venham visitar”, afirmou.
Além do programa “Bioparque Para Todos – Iguais na Diferença”, que reforça o compromisso com a inclusão, o complexo de aquários desenvolve ações voltadas à educação ambiental, pesquisa, conservação, cultura e lazer, aliadas ao uso de tecnologia e inovação, promovendo a conscientização sobre a importância da biodiversidade.
Caio Henrique Romero e Gabriel Issagawa, Comunicação Bioparque Pantanal Foto: Eduardo Coutinho/Bioparque Pantanal
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.964 da Mega-Sena, realizado neste sábado (24). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 92 milhões para o próximo sorteio.
121apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 22.818,11 cada
7.163 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 635,36 cada
Apostas
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de terça-feira (27), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. Para o bolão, o sistema fica disponível até às 20h30 no portal Loterias Caixa e no aplicativo Loterias Caixa.
A Ceasa-MS (Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul) é uma importante aliada do agricultor em um dos processos mais desafiadores para quem tira o sustento da terra: a comercialização da produção. Para vender no entreposto, o produtor precisa se planejar e estar atento a diversos fatores que influenciam o percurso do que ele colhe até chegar ao consumidor final.
Como vender na Ceasa
O primeiro passo recomendado é que o agricultor procure o escritório da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) em sua região. A agência é acionista majoritária da Ceasa-MS e está presente nos 79 municípios do Estado. Os endereços e telefones das unidades da Agraer podem ser consultados por meio deste link.
Além de prestarem assistência técnica adequada a cada agricultor, de acordo com o tipo de hortifrutigranjeiro produzido, os técnicos da Agraer também orientam sobre os procedimentos necessários para a comercialização da produção no Cecaf (Centro de Comercialização da Agricultura Familiar), localizado dentro da Ceasa.
É a Agraer quem analisa se o produtor se enquadra na agricultura familiar. Após o respectivo credenciamento na Agência, ele é autorizado a se cadastrar na administração da Ceasa para comercializar a sua mercadoria, conforme o fluxo de produção, nas “pedras” do Cecaf, como são chamados os espaços destinados à venda de produtos no pavilhão. O contato do Cecaf é pelos telefones (67) 3321-1044 / 3321-1048.
A partir do cadastramento na Ceasa de MS, o produtor passa a retirar os romaneios, documento que substitui a nota fiscal e que é o único custo que o agricultor tem ao vender seus hortifrutigranjeiros no Cecaf, conforme explica o diretor de Abastecimento e Mercado da Ceasa-MSS, Fernando Begena.
“Cada romaneio custa apenas R$ 5 e equivale a uma carga de produtos trazidos pelo agricultor para o Cecaf. O produtor só é autorizado a entrar na Ceasa e vender seus produtos no Centro de Comercialização da Agricultura Familiar mediante a apresentação do romaneio”, explica Begena.
O agricultor também pode optar por fornecer seus hortifrutigranjeiros diretamente às empresas sediadas na Ceasa, sem a necessidade de se estabelecer no Cecaf.
“O produtor pode negociar a mercadoria diretamente com as empresas, desde que apresente o romaneio ou a nota fiscal de sua mercadoria. O objetivo desse trâmite é dar procedência a tudo aquilo que entra na Ceasa”, esclarece Fernando Begena.
Em ambos os casos, o diretor ressalta que o agricultor deve estar ciente de que todo o processo de comercialização é de sua inteira responsabilidade. A Ceasa-MS não intermedia as vendas, atuando como um polo que concentra e dinamiza a oferta de frutas, verduras e legumes de primeira qualidade produzidos nos municípios sul-mato-grossenses, além de mercadorias provenientes de outras regiões do país.
“A Ceasa tem um fluxo intenso e diário, a partir das 4h, com a presença de centenas de comerciantes, representantes de grandes empresas e também do consumidor final, todos em busca de produtos de qualidade e bons preços. A demanda é grande, mas, para vender bem, o agricultor precisa entender de negócios, saber negociar, praticar preços adequados e avaliar se tem capacidade de atender às exigências do mercado. Da porteira para fora, ele também é um comerciante, além de agricultor”, destaca Begena.
Participação de Mato Grosso do Sul
O volume de hortifrutigranjeiros produzidos em Mato Grosso do Sul e comercializados na Ceasa cresce a cada ano, reforçando a força da agricultura familiar no Estado.
Entre janeiro e setembro de 2025, MS ficou em 2º lugar no ranking dos estados que mais forneceram produtos ao entreposto, com cerca de 25 mil toneladas de hortigranjeiros comercializados — um aumento de 8,93% em comparação com o mesmo período do ano anterior.
A mandioca (4,3 mil toneladas), a laranja (4,2 mil toneladas) e o ovo (3,6 mil toneladas) foram os produtos sul-mato-grossenses mais comercializados nas Centrais nos primeiros seis meses do ano passado.