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quinta-feira, 23 de abril de 2026
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Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 9

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Foto: Lyon Santos/ MDS

A Caixa Econômica Federal paga nesta quinta-feira (29) a parcela de janeiro do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 9.Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 9Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 9

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com adicionais o valor médio do benefício sobe para R$ 697,77. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 18,77 milhões de famílias, com gasto de R$ 13,1 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento dos seguinte adicionais:

  • Benefício Variável Familiar Nutriz, que paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança
  • Acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam)
  • Adicional de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.
  • Adicional de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Pagamento unificado

Os beneficiários de 176 cidades de nove estados receberam o pagamento no último dia 19, independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 120 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Bahia (29), Sergipe (10), Roraima (6), Paraná (4), Amazonas (3), Piauí (2), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1).

Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Regra de proteção

Cerca de 2,44 milhões de famílias estão na regra de proteção em janeiro. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.

No ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.

Auxílio Gás

Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em fevereiro.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Calendário do Bolsa Família de 2026
Calendário do Bolsa Família de 2026 – Arte EBC

Casa do Trabalhador disponibiliza 51 oportunidades de emprego em Amambai

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Fachada da edificação onde funciona a Casa do Trabalhador em Amambai. Órgão oferece pelo menos 51 oportunidades de emprego. (Foto: Vilson Nascimento)

Vilson Nascimento

A Casa do Trabalhador, órgão ligado a Fundação do Trabalho (Funtrab) do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza pelo menos 51 oportunidades de emprego para esta quinta-feira, 29 de janeiro, em Amambai.

Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas

7 vagas para pedreiro 

5 vagas para vendedor ou vendedora 

4 vagas para atendente 

3 vagas para  vigia 

3 vagas para servente de pedreiro 

3 vagas para  mecânico de automóveis 

2 vagas para auxiliar de mecânico 

2 vagas para empregada doméstica 

1 vaga para confeiteiro 

1 vaga para cozinheira 

1 vaga para garçom 

1 vaga para padeiro 

1 vaga para costureira 

1 vaga para desenhista copista 

1 vaga para auxiliar mecânico de refrigeração 

1 vaga para controlador de qualidade 

1 vaga para instalador de sistema eletrônico 

1 vaga para banhista de animais domésticos 

1 vaga para auxiliar de linha de produção 

1 vaga para auxiliar de limpeza 

1 vaga para lavador de carro 

1 vaga para caçambeiro 

1 vaga para motorista categoria E 

1 vaga para mecânico de bicicleta 

1 vaga para mestre de obras 

1 vaga para pintor de obras 

1 vaga para servente de obras 

1 vaga para carpinteiro de obras 

1 vaga para torneiro mecânico 

Casa do trabalhador também oferece

A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região. 

Segundo o órgão para dar entrada no pedido de benefício o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade). 

A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa às instalações da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.

O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 11h. Das 13h às 17h o trabalho é interno.

Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148 ou celular/WhatsApp (67) 9880-0533

Nota de falecimento de Valmir de Jesus Rodrigues Lopes

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Comunicamos com pesar o falecimento nessa quarta-feira, dia 28 de janeiro, no Hospital Regional, em Ponta Porã, de Valmir de Jesus Rodrigues Lopes, de 58 anos.

Trasladado para Amambai, seu corpo foi velado no Memorial Primavera e o sepultamento aconteceu nesta quinta-feira (29) às 10h30 da manhã, no Cemitério Municipal Santo Antônio.

Informou Pax Primavera- Fone: 3481-1887

Zanotti decide, Corinthians bate Gotham e vai à final do Mundial feminino

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O Corinthians está na final do Mundial de Clubes feminino. Após se segurar em grande parte do jogo, as Brabas contaram com o faro artilheiro de Gabi Zanotti para vencer o Gotham por 1 a 0, no Gtech Community Stadium, em Brentford (Inglaterra), e carimbar a vaga na decisão.

As Brabas demoraram para entrar no jogo, e o Gotham empilhou chances perdidas. As norte-americanas controlaram, mas não acertavam a direção do gol de Lelê. Do outro lado, o Corinthians tentava nos contra-ataques e chegou perto com Andressa Alves.

No segundo tempo, mais pressão das norte-americanas, mas brilhou a estrela da capitã Gabi Zanotti. O Corinthians segurou as investidas do Gotham durante grande parte da etapa final, até que, em rara escapada, a camisa 10 marcou e colocou o time paulista na decisão.

Brilha estrela de Zanotti

Gotham dominou um afobado Corinthians, mas não acertou a meta de Lelê. O time norte-americano ditou o rimo da partida e teve facilidade para encontrar espaços, especialmente pelos lados do campo, e chegar à meta de Lelê. Faltou, porém, pontaria para abrir o placar. Do outro lado, a bola queimava nos pés das Brabas, que tinham dificuldade para construir e acalmar a partida.

Corinthians equilibrou e viu Andressa Alves perder a melhor chance da 1ª etapa. Após algumas puxadas em contra-ataque, mas sem grande perigo, o Alvinegro conseguiu equilibrar a semifinal na marca dos 20 minutos, ficando mais com a bola e colocando a zaga adversária para trabalhar.

Duda tentou do meio-campo, e Corinthians seguiu com dificuldade. Acuadas no seu campo, as Brabas passaram o segundo tempo correndo atrás do Gotham e quase não chegaram ao campo de ataque. Diante da dificuldade, Duda Sampaio viu a goleira Berger adiantada e tentou do meio-campo, mas a bola passou à esquerda do gol.

Brabas conseguem rara escapada, e Zanotti enfim abre o placar na Inglaterra. Aos 37 minutos do segundo tempo, o Corinthians puxou um contra-ataque pela direita, Tamires cruzou, e a camisa 10 bateu no cantinho. Berger ainda tocou na bola, mas ela morreu no fundo da rede.

Árbitra “acaba” o jogo, volta atrás e dá mais 2 minutos de acréscimo. Tess Olofsson causou uma confusão ao apitar duas vezes aos 98 minutos do segundo tempo — completados os oito minutos de acréscimos. As jogadoras do Corinthians começaram a comemorar a classificação, mas a pausa era apenas para sinalizar a adição de mais dois minutos de acréscimos. A partida foi retomada na sequência.

Setor produtivo reage à manutenção da Selic em 15% ao ano

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Foto: CNI/Divulgação

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa Selic em 15% ao ano, anunciada nesta quarta-feira (28), teve repercussão negativa entre representantes da indústria, da construção civil e de entidades sindicais, que apontam impactos sobre o crescimento econômico, o crédito e o emprego.Setor produtivo reage à manutenção da Selic em 15% ao anoSetor produtivo reage à manutenção da Selic em 15% ao ano

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avaliou que o atual patamar dos juros impõe um custo elevado à economia e desconsidera a trajetória recente de desaceleração da inflação. Para o presidente da entidade, Ricardo Alban, o Banco Central deveria ter iniciado o ciclo de flexibilização monetária.

“Ao manter a Selic em nível insustentável, o Copom prejudica a economia e aprofunda a desaceleração do crescimento. É indispensável iniciar a redução dos juros já na próxima reunião”, afirmou em nota.

Segundo a CNI, a inflação corrente e as expectativas inflacionárias caminham para o centro da meta. O IPCA fechou 2025 em 4,26%, abaixo do teto de 4,5%, enquanto projeções do Boletim Focus indicam inflação de 4% em 2026 e convergência gradual para 3% nos anos seguintes. Ainda assim, a taxa real de juros segue em torno de 10,5% ao ano, cerca de 5,5 pontos percentuais acima da taxa neutra estimada pelo próprio Banco Central.

O setor da construção civil também manifestou preocupação. Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato Correia, os juros elevados restringem o crédito imobiliário, reduzem a demanda por novos empreendimentos e dificultam a viabilização de projetos. “Uma política monetária contracionista desacelera a atividade e afeta toda a cadeia produtiva, com reflexos prolongados sobre emprego e renda”, disse.

Em tom mais moderado, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) avaliou que a decisão reflete cautela diante de incertezas fiscais e externas. O economista Ulisses Ruiz de Gamboa destacou que, apesar da desaceleração da atividade, inflação e expectativas ainda se mantêm acima da meta. Para ele, o comunicado do Copom será decisivo para entender se há sinalização de início do ciclo de cortes.

Centrais sindicais

Já as centrais sindicais reagiram de forma mais dura. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) afirmou que a manutenção da Selic mantém o Brasil no topo do ranking mundial de juros reais e penaliza a população. “Juros altos encarecem o crédito, reduzem o consumo e resultam em menos empregos”, afirmou Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Segundo a entidade, cada ponto percentual da Selic acrescenta cerca de R$ 50 bilhões aos gastos públicos com juros da dívida.

A Força Sindical classificou a decisão como “irresponsabilidade social” e acusou o Banco Central de favorecer a especulação financeira em detrimento do setor produtivo. Para o presidente da entidade, Miguel Torres, a política monetária atual restringe o crédito, eleva o endividamento das famílias e trava o desenvolvimento econômico.

Apesar das críticas, o Copom manteve a Selic pela quinta vez consecutiva em 15% ao ano, o maior nível desde 2006. A decisão veio em linha com a expectativa da maioria dos analistas de mercado, em um cenário de inflação ainda acima da meta, incertezas fiscais e riscos externos.

Coronel David articula na Seilog início imediato de pavimentação em bairros de Aparecida do Taboado

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O deputado estadual Coronel David (PL) cumpriu agenda nesta quarta-feira (28) na Seilog (Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística), onde se reuniu com o secretário Guilherme Alcântara de Carvalho, o diretor-executivo da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) Rudi Fiorese e o prefeito de Aparecida do Taboado, José Natan (PP), para tratar do início imediato das obras de pavimentação e drenagem nos bairros São João e Tauan.

Durante a reunião, foram alinhados os encaminhamentos técnicos para que as intervenções avancem nos próximos dias, dentro do pacote de investimentos de R$ 11 milhões anunciado pelo governador Eduardo Riedel (PP)  para o município, durante o MS Ativo Municipalismo. Os recursos contemplam obras de drenagem de águas pluviais e pavimentação asfáltica, além de recapeamento na Vila Pereira.

Coronel David destacou a prioridade dada às demandas apresentadas pelo município. “São melhorias esperadas há anos pelos moradores dos bairros São João e Tauan. e que agora começam a ganhar força”, afirmou.

O prefeito Zé Natan ressaltou que os investimentos representam avanço direto na qualidade de vida dos moradores, especialmente nas regiões que ainda sofrem com lama no período chuvoso e poeira na seca. Segundo ele, as obras aproximam o município da meta de universalização do asfalto, drenagem e esgoto, considerada fundamental para a estrutura urbana da cidade.

Os avanços em Aparecida do Taboado nos últimos três anos incluem obras realizadas com recursos próprios e em parceria com o Governo do Estado e com apoio do mandato de Coronel David, como a pavimentação e drenagem do bairro Redentora, já concluídas.

MS estrutura modelo integrado e fortalece combate à sonegação e recuperação de ativos

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Mato Grosso do Sul dá mais um passo estratégico no fortalecimento das ações de combate à sonegação fiscal e à recuperação de ativos públicos. Nesta quarta-feira (28), foi realizada a primeira reunião do ano do Grupo Diretivo do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos do Estado de Mato Grosso do Sul (CIRA-MS), instância responsável por definir diretrizes e coordenar a atuação integrada entre órgãos do Estado e do sistema de Justiça. O encontro aconteceu na Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ).

Instituído pelo Decreto nº 16.676, de 24 de setembro de 2025, o CIRA-MS tem como finalidade propor medidas para o aprimoramento das ações e a ampliação da efetividade na recuperação de ativos de titularidade do Estado, especialmente em casos envolvendo ilícitos fiscais, crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro e blindagem patrimonial.

A reunião marcou um avanço importante na consolidação do Comitê. Na pauta, os integrantes do Grupo Diretivo deliberaram pela aprovação do regimento interno do CIRA-MS e pela indicação dos membros que irão compor o Grupo Operacional, responsável pela execução das ações conjuntas, preventivas e repressivas.

“O combate à sonegação estruturada e aos crimes contra a ordem tributária exige cooperação institucional, inteligência e respeito às competências de cada órgão. A Secretaria de Fazenda tem orgulho de presidir esse processo e de contribuir para um Estado mais justo, que protege o erário, fortalece a legalidade e garante concorrência leal para quem cumpre suas obrigações”, destaca o secretário de Fazenda, Flávio César Mendes de Oliveira, que preside o Grupo Diretivo.

Para o secretário, o CIRA-MS simboliza uma mudança de patamar na atuação do Estado. A iniciativa reforça a justiça fiscal, protege os recursos públicos e contribui para a construção de um ambiente econômico mais equilibrado e transparente.

“Mato Grosso do Sul fortalece sua governança fiscal e avança na construção de um modelo institucional moderno, cooperativo e eficiente no enfrentamento aos ilícitos que afetam a arrecadação e o interesse público”, complementa.

O modelo institucional do CIRA-MS prevê uma atuação organizada em dois níveis. O Grupo Diretivo é responsável pelo estabelecimento das diretrizes estratégicas do Comitê. Já o Grupo Operacional atua na identificação e apuração de ilícitos, na proposição de ações integradas e na recuperação de bens e direitos obtidos ilegalmente.

O Grupo Diretivo é composto pelo secretário de Estado de Fazenda, pelo superintendente de Administração Tributária da Secretaria de Fazenda, pelo procurador-geral do Estado, pelo secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, pelo procurador-geral de Justiça do Ministério Público Estadual e pelo presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. A Secretaria-Geral do Comitê é exercida pelo Ministério Público Estadual.

A Secretaria de Estado de Fazenda exerce papel central na condução do CIRA-MS, não apenas por presidir o Grupo Diretivo, mas também por atuar como instância de triagem técnica das demandas que envolvam indícios de fraude fiscal e elevado potencial de lesividade ao erário, conforme previsto no decreto.

“A consolidação do CIRA-MS é resultado de um trabalho que vem sendo construído há bastante tempo, com diálogo permanente e apoio das instituições que integram o Comitê. Hoje, esse esforço se concretiza em um modelo que será fundamental no enfrentamento à fraude e à sonegação estruturada. Estamos lidando com ações complexas, muitas vezes sofisticadas, que exigem cooperação institucional, inteligência fiscal e atuação integrada para que o Estado seja mais efetivo na proteção do erário e na promoção da concorrência leal”, afirma o superintendente de Administração Tributária da Sefaz-MS, Bruno Gouvêa Bastos.

O decreto que institui o CIRA-MS estabelece que a atuação do Comitê deve respeitar integralmente as autonomias, atribuições e competências legais de cada órgão e instituição participante. O compartilhamento de informações segue rigorosamente as normas legais vigentes, incluindo a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), e, quando necessário, depende de autorização judicial.

Além disso, o CIRA-MS poderá firmar convênios e acordos de cooperação com órgãos das esferas federal, estadual e municipal, ampliando o alcance das ações integradas e alinhando o Estado às melhores práticas nacionais no enfrentamento à sonegação estruturada e aos crimes econômicos.

Definidos os duelos e mandos de campo da Copa do Brasil até a 3ª fase

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Os confrontos, mandos de campos e chaveamento das primeiras três fases da Copa do Brasil 2026 foram definidos por sorteio nesta quarta-feira (28), na sede da CBF, no Rio de Janeiro. O torneio reunirá ao todo 126 times, sendo que apenas 28 deles começam a competir na primeira fase, a partir de 18 de fevereiro.Definidos os duelos e mandos de campo da Copa do Brasil até a 3ª faseDefinidos os duelos e mandos de campo da Copa do Brasil até a 3ª fase

A edição deste ano, com 34 times a mais que na edição do ano passado, distribuirá duas vagas para a Copa Libertadores (campeão e vice) e terá nove fases eliminatórias, as primeira quatro com jogos únicos. Os clubes da Série A do Campeonato Brasileiro entrarão na disputa na quinta etapa da Copa do Brasil – início dos jogos de ida e volta -, programada para o final de abril.

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Os 14 duelos da primeira fase serão entre os times com menos pontuação no Ranking Nacional de Clubes (RNC), elaborado pela CBF. Os times classificados se juntarão a outros 74 clubes que disputarão a segunda etapa, totalizando 88 equipes. Aterceira etapa reunirá os 44 classificados na etapa anterior e também os campeões da Copa Verde (Paysandu), Copa Nordeste (o vice-campeão Confiança herdou a vaga do Bahia, vencedor), Série C (Ponte Preta) e Série D.

A quarta fase está prevista para os dias 18 19 de março, com os 24 classificados na etapa anterior. Na quinta etapa da Copa do Brasil, entram na competição os 20 clubes da Série A: Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo, Palmeiras, Corinthians, São Paulo, Santos, Bragantino, Mirassol, Atlético-MG, Cruzeiro, Internacional, Grêmio, Athletico-PR, Coritiba, Bahia, Vitória, Remo e Chapecoense. A elite do futebol nacional se junta aos 14 classificados na quarta etapa. As partidas únicas serão nos dias 22 e 23 de abril (jogos de ida) e 13 e 14 de maio (volta).

A partir das oitavas de final, com exceção da decisão do título, os mandos de campos serão definidos por sorteio. O calendário prevê a disputa das oitavas em 1º e 2 de agosto (jogos de ida), e 5 e 6 de agosto (volta).  As quartas ocorrerão em 26 e 27 de agosto (ida) e 2 e 3 de setembro (volta). Já as semifinais estão programadas para 1º e 8 de novembro. A decisão do título da Copa do Brasil 2026, em 6 de dezembro, será realizada em estádio a ser definido pela CBF, com no mínimo 30 dias de antecedência.

Confira a lista de jogos, com os times mandantes de campo sempre à esquerda.

Primeira fase – dias 18 e 19 de fevereiro

Ji-Paraná-RO x Pantanal-MS

Ivinhema-MS x Independente-AP

Baré-RR x Madureira-RJ

Gama-DF x Monte Roraima-RR

Galvez-AC x Guaporé-RO

Vasco-AC x Velo Clube-SP

Araguaína-TO x Primavera-SP

Sampaio Corrêa-RJ x Desportiva Ferroviária-ES

Betim-MG x Piauí

América de Propriá-SE x Tirol-CE

Santa Catarina x IAPE-MA

Porto-BA x Serra Branca-PB

Maguary-PE x Laguna-RN

Primavera-MT x Bragantino-PA

Segunda fase – 25 e 26 de fevereiro, e 4 e 5 de março

Grupo 15 – Atlético-MG x América de Propriá-SE ou Tirol-CE

Grupo 16 – Ivinhema-MS ou Independente-AP x Volta Redonda

Grupo 17 – América-RN x Grêmio Sampaio-RR

Grupo 18 – Anápolis-GO x Cianorte-PR

Grupo 19 – Sampaio Corrêa-RJ ou Desportiva Ferroviária-ES x Sport 

Grupo 20 – Ypiranga-RS x Ji-Paraná-RO ou Pantanal

Grupo 21 – Rio Branco-ES x Athletic-MG

Grupo 22 – Manauara-AM x Itabaiana-SE

Grupo 23 – Fortaleza  x Maguary-PE ou Laguna-RN

Grupo 24 – Castanhal-PA x Guarani

Grupo 25 – Nova Iguaçu-RJ x Lagarto-SE

Grupo 26 – Ceilândia-DF x Jacuipense-BA

Grupo 27 – Santa Catarina ou IAPE-MA x Cuiabá

Grupo 28 – Novorizontino x Nacional-AM

Grupo 29 – Mixto-MT x Botafogo-PB

Grupo 30 – São Luiz-RS x Maranhão

Grupo 31 – Ceará x Araguaína-RO ou Primavera-SP

Grupo 32 – Joinville x CSA

Grupo 33 – São Bernardo FC-SP x Atlético-BA

Grupo 34 – ASA-AL x Operário-MS

Grupo 35 – Velo Clube-SP ou Vasco-AC x Vila Nova

Grupo 36 – Tombense-MG x Oratório-AP

Grupo 37 – Caxias-RS x Guarany de Bagé-RS

Grupo 38 – Operário VG-MT x Gazin de Porto Velho-RO

Grupo 39 – Atlético-GO x Primavera-MT ou Bragantino-PA

Grupo 40 – Retrô x Uberlândia-MG

Grupo 41 – Boavista-RJ x Maringá-PR

Grupo 42 – Trem-AP x Fluminense-PI

Grupo 43 – Gama-DF ou Monte Roraima x Goiás

Grupo 44 – Baré-RR ou Madureira x ABC

Grupo 45 – Águia de Marabá-PA x Independência-AC

Grupo 46 – Tuna Luso-PA x Tocantinópolis

Grupo 47 – Juventude x Galvez-AC ou Guaporé-RO

Grupo 48 – Londrina x Penedense-AL

Grupo 49 – Capital-TO x Manaus

Grupo 50 – Juazeirense-BA x Capital-DF

Grupo 51 – Betim-MG ou Piauí x Operário-PR

Grupo 52 – Imperatriz-MA x Amazonas

Grupo 53 – Figueirense x Azuriz-PR

Grupo 54 – Santa Cruz x Sousa-PB

Grupo 55 – CRB x Porto-BA ou Serra Branca-PB

Grupo 56 – Avaí x Porto Vitória-ES

Grupo 57 – Portuguesa x Altos-PI

Grupo 58 – Portuguesa-RJ x Maracanã-CE

Terceira fase – 11 e 12 de março

Grupo 59 – Barra-SC x vencedor do grupo 15

Grupo 60 – vencedor do grupo 16 x vencedor do grupo 17

Grupo 61 – vencedor do grupo 19 x vencedor do grupo 18

Grupo 62 – vencedor do grupo 21 x vencedor do grupo 20

Grupo 63 – vencedor do grupo 22 x vencedor do grupo 23

Grupo 64 – vencedor do grupo 24 x vencedor do grupo 25

Grupo 65 – vencedor do grupo 27 x vencedor do grupo 26

Grupo 66 – vencedor do grupo 29 x vencedor do grupo 28

Grupo 67 – vencedor do grupo 30 x vencedor do grupo 31

Grupo 68 – vencedor do grupo 32 x vencedor do grupo 33

Grupo 69 – vencedor do grupo 35 x vencedor do grupo 34

Grupo 70 – Confiança x vencedor do grupo 36

Grupo 71 – Ponte Preta x vencedor do grupo 37

Grupo 72 – vencedor do grupo 38 x vencedor do grupo 39

Grupo 73 – vencedor do grupo 41 x vencedor do grupo 40

Grupo 74 – vencedor do grupo 43 x vencedor do grupo 42

Grupo 75 – vencedor do grupo 44 x vencedor do grupo 45

Grupo 76 – vencedor do grupo 46 x vencedor do grupo 47

Grupo 77 – vencedor do grupo 49 x vencedor do grupo 48

Grupo 78 – vencedor do grupo 51 x vencedor do grupo 50

Grupo 79 – vencedor do grupo 52 x vencedor do grupo 53

Grupo 80 – vencedor do grupo 54 x vencedor do grupo 55

Grupo 81 – vencedor do grupo 57 x vencedor do grupo 56

Grupo 82 – Paysandu x vencedor do grupo 58

Embraer fecha 2025 com a maior carteira de pedidos de sua história

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Foto: Antonio Milena/Arquivo Abr

A Embraer fechou o ano de 2025 com uma carteira de pedidos de US$ 31,6 bilhões, a maior de sua história. O resultado é 20% superior ao registrado no final de 2024. Embraer fecha 2025 com a maior carteira de pedidos de sua históriaEmbraer fecha 2025 com a maior carteira de pedidos de sua história

O segmento da aviação comercial da companhia foi o que registrou mais pedidos em valor (US$ 14,5 bilhões), seguido da aviação executiva (US$ 7,6 bilhões), serviços e suporte (US$ 4,9 bilhões), defesa e segurança (US$ 4,6 bilhões).

Em número de aeronaves encomendadas, o segmento da aviação comercial totalizou 1.471 pedidos: o modelo E175 liderou, com 1.003 encomendas, seguido do E195-E2 (401) e do E190-E2 (67). As companhias que fizeram mais pedidos foram SkyWest-EUA (288), American Airlines-EUA (204), e Republic Airlines-EUA (187).

Em defesa e segurança, o KC-390 Millennium foi o mais encomendado (46 pedidos), principalmente pela Força Aérea Brasileira (18), Força Aérea Holandesa (5), e Força Aérea 

Austríaca (4). Já o A-29 Super Tucano recebeu 39 encomendas, principalmente da Força Aérea Portuguesa (12), Força Aérea Uruguaia (6) e Força Aérea do Panamá (4).

Em 2025, a companhia entregou 244 aeronaves, um crescimento de 18% em comparação às 206 entregues em 2024. As entregas, em número de aeronaves, foram lideradas pelo segmento de aviação executiva (155 entregas), seguido da aviação comercial (78) e defesa e segurança (11).

BC mantém juros básicos em 15% ao ano pela quinta vez seguida

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Banco Central

Apesar do recuo da inflação e do dólar, o Banco Central (BC) não mexeu nos juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 15% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.BC mantém juros básicos em 15% ao ano pela quinta vez seguidaBC mantém juros básicos em 15% ao ano pela quinta vez seguida

Essa é a quinta reunião seguida em que o Copom mantém os juros básicos. A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano.

No comunicado, o Copom confirmou que deverá começar a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico.

“O Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta”, informou o BC.

A decisão unânime ocorreu com o Copom desfalcado. No fim de 2025, expirou o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva só encaminhará as indicações dos substitutos na volta do Congresso Nacional, em fevereiro.

Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho do ano passado, sendo mantida nesse nível desde então.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em 2025, o IPCA ficou em 4,26% , o menor nível anual desde 2018. Com o resultado, o indicador voltou a ficar dentro do teto da meta contínua de inflação.

Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.

No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em janeiro de 2026, a inflação desde fevereiro de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em fevereiro de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de março de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.

No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária diminuiu para 3,5% a previsão do IPCA para 2026, mas a estimativa será revista, por causa do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o antigo Relatório de Inflação, será divulgada no fim de março.

As previsões do mercado estão menos otimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4%, levemente acima acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,05%.

Crédito caro

O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último Relatório de Política Monetária, o Banco Central aumentou de 1,5% para 1,6% a projeção de crescimento para a economia em 2026.

O mercado projeta crescimento um pouco melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 1,8% do PIB em 2026.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

Bolsa renova recorde e supera os 184 mil pontos

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Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, a bolsa de valores voltou a bater recorde e superou os 184 mil pontos. O dólar oscilou ao longo do dia, mas fechou estável e manteve-se no menor nível em quase dois anos.Bolsa renova recorde e supera os 184 mil pontosBolsa renova recorde e supera os 184 mil pontos

O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quarta-feira (28) aos 184.691 pontos, com alta de 1,52%. Em apenas duas semanas, a bolsa brasileira subiu 11,83%. Das últimas 11 sessões, o Ibovespa atingiu recorde em oito.

O mercado de câmbio teve um dia de ajustes. Após duas quedas consecutivas, o dólar comercial fechou o dia em R$ 5,206, mesmo nível de ontem (27). A cotação oscilou, chegando a cair para R$ 5,17 por volta das 10h, mas passou a subir quando investidores aproveitaram a moeda barata para comprar. Por volta das 16h, a moeda subiu para R$ 5,22, mas recuou nos minutos finais de negociação.

A moeda estadunidense está no menor valor desde 28 de maio de 2025, quando estava em R$ 5,15. A divisa acumula queda de 5,16% em 2026.

Num dia sem surpresas em relação aos juros no Brasil e nos Estados Unidos, o mercado financeiro reagiu positivamente. A bolsa acelerou após o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) manter os juros básicos da maior economia do planeta entre 3,5% e 3,75% ao ano.

No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 15% ao ano, mas confirmou que deverá começar a reduzir a taxa em março. A diferença em relação aos juros nos Estados Unidos ajuda a atrair capitais financeiros para o Brasil, contribuindo para manter baixa a cotação do dólar.

Anvisa proíbe marca de fita usada para clareamento dental

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Foto: VM Global Trade/Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, distribuição, importação, propaganda, transporte e uso da fita 9D White Teeth Whitening Strips, usada para clareamento dental. Anvisa proíbe marca de fita usada para clareamento dentalAnvisa proíbe marca de fita usada para clareamento dental

A determinação foi publicada na terça-feira (27) no Diário Oficial da União. Na resolução, a agência determina a apreensão de todos os lotes da fita.

Em nota, a Anvisa esclarece que o produto não está regularizado junto à agência e que a empresa responsável, a VM Global Trade, não possui autorização de funcionamento para atuar nessa área no Brasil.

Apesar de estar irregular, foi identificada a importação e comercialização da fita no país. O uso de produtos sem registro pode causar danos à saúde, alerta a agência reguladora. 

Anvisa aprova cultivo de cannabis por empresas e amplia acesso

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Foto: TV Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (28) uma resolução que amplia o uso de terapias à base de cannabis. Com a norma, fica autorizada a venda do canabidiol em farmácias de manipulação e o cultivo da planta no país — por pessoas jurídicas — voltada para a fabricação de medicamentos e outros produtos aprovados.Anvisa aprova cultivo de cannabis por empresas e amplia acessoAnvisa aprova cultivo de cannabis por empresas e amplia acesso

Neste caso, a produção é restrita, compatível com a procura pelos itens e conforme indicado pelas empresas à Anvisa.

A Anvisa pretender criar e coordenar um comitê, integrado pelos Ministérios da Justiça, da Saúde e da Agricultura e Pecuária. Essa instância ficará incumbida de manter ações permanentes de controle e assegurar fiscalização e segurança em todas as etapas de produção.

Com a nova resolução do órgão, também fica permitida a comercialização de medicamentos usados via bucal, sublingual e dermatológica.

Também fica permitida a importação da planta ou do extrato para a fabricação de medicamentos.

Ficou decidido na reunião da Anvisa um limite de até 0,3% de THC (Tetrahidrocanabinol), composto da planta, tanto para materiais importados como para adquiridos. O THC é usado para tratamento de pessoas que vivem com diversas doenças debilitantes e crônicas.

As mudanças nas regras do uso da cannabis no país atendem a pedido do Superior Tribuna Federal (STF) que, no fim do ano passado, determinou que a Anvisa regulamentasse o uso da planta desde que com fins medicinais.

Otimismo

O mais novo passo na regulamentação da cannabis sativa como medicamento e objeto de pesquisa é recebido com otimismo por parcela significativa das entidades que levantam a bandeira.

Emilio Figueiredo, que participou da criação da primeira associação do país pensada para garantir o acesso de pacientes a medicamentos canábicos, celebra o avanço no debate e na concepção do ato normativo. “Foi muito interessante e surpreendente abrirem para a escuta”, afirmou o advogado, observando ser uma iniciativa inédita.

Cofundador da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas, Figueiredo aposta em mais lucidez e assertividade sobre as soluções de ampliação do acesso. Ele comenta, ainda, o poder de atração da cannabis em diversos círculos, independentemente da posição política-ideológica, de modo que “a gente não tem nenhum modelo em que as pessoas se reúnem da mesma forma”.

Durante a reunião desta manhã, Jair Pereira Barbosa Júnior, representante da Federação das Associações de Cannabis Terapêutica (Fact), de Alto Paraíso (GO), salientou a capacidade de auto-organização do movimento associativo e a diminuição da insegurança jurídica com a regulamentação.

Aderência à cannabis no Brasil

Apesar dos obstáculos para obtenção dos remédios à base de cannabis, o Brasil soma 873 mil pessoas em tratamento, segundo o anuário da Kaya Mind, de 2025. O número é recorde e aparece após uma curva ascendente, ano após ano.

No total, há 315 associações provedoras de cannabis medicinal, das quais 47 conquistaram avanços judiciais para cultivo. Ao todo, foram identificadas pela Kaya Mind 27 hectares de plantio mantido por essas organizações.

O faturamento anual também é uma demonstração da maior aceitação desse tipo de substância. Em 2025, houve uma alta de 8,4% na comparação com 2024, chegando a R$ 971 milhões. Por seu potencial de mercado, o Brasil sedia a ExpoCannabis, que, ano passado, realizou sua terceira edição.

A proporção é de cerca de 2,7 médicos que prescrevem medicamentos canábicos para cada 10 mil pacientes, com uma média que fica entre 5,9 mil e 15.100 profissionais da saúde receitando mensalmente. Se, entre médicos, tem havido popularização, dentistas têm tido mais resistência. Apenas 0,2% deles os indicam aos pacientes que atendem.

Desde 2015, ao menos R$ 377,7 milhões foram gastos com fornecimento público de produtos à base de cannabis e somente cinco estados ainda não têm leis de fornecimento público de cannabis medicinal. Além disso, oito em cada dez (85%) dos municípios brasileiros já tiveram ao menos um paciente tratado com cannabis desde 2019. O relatório ressalta o encaminhamento, por 68 empresas, de 210 pedidos de Autorização Sanitária pela Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) 327/19 desde 2020, com aprovação de 24 foram delas.

Dívida pública pode alcançar até R$ 10,3 trilhões em 2026

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Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

Depois de encerrar 2025 acima de R$ 8,6 trilhões e em nível recorde, a Dívida Pública Federal (DPF) deverá chegar ao fim deste ano entre R$ 9,3 trilhões e R$ 10,3 trilhões. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Tesouro Nacional, que apresentou o Plano Anual de Financiamento (PAF) da dívida pública para 2026.Dívida pública pode alcançar até R$ 10,3 trilhões em 2026Dívida pública pode alcançar até R$ 10,3 trilhões em 2026

O plano apresenta metas para a dívida pública para este ano. Assim como no ano passado, o governo criou um espaço para diminuir a fatia de títulos prefixados (com taxas de juros fixas e definidas antecipadamente) e aumentar a participação dos papéis corrigidos pela taxa Selic (juros básicos da economia). Isso ajudaria a atrair os investidores aos títulos vinculados à Selic, que estão no maior nível em quase dois anos.

No ano passado, o PAF originalmente previa que a Dívida Pública Federal poderia encerrar 2025 entre R$ 8,1 trilhões e R$ 8,5 trilhões. Em setembro, o PAF foi revisado para que o indicador fechasse 2025 entre R$ 8,5 trilhões e R$ 8,8 trilhões.

Composição

Segundo o documento, a DPF deverá encerrar 2026 com a seguinte composição:

  • Títulos vinculados à Selic: de 46% a 50%, atualmente está em 48,3%;
  • Títulos corrigidos pela inflação: de 23% a 27%, atualmente está em 25,9%;
  • Títulos prefixados: de 21% a 25%, atualmente está em 22%;
  • Títulos vinculados ao câmbio: de 3% a 7%, atualmente está em 3,8%.

Os números não levam em conta as operações de compra e venda de dólares no mercado futuro pelo Banco Central, que interferem no resultado.

Os títulos corrigidos por taxas flutuantes aumentam o risco da dívida pública, porque a Selic pressiona mais o endividamento do governo quando os juros básicos da economia sobem. Quando o Banco Central reajusta os juros básicos, a parte da dívida interna corrigida pela Selic aumenta imediatamente.

Em tese, os papéis prefixados trazem mais previsibilidade. Isso porque os juros desses títulos são definidos no momento da emissão e não variam ao longo do tempo. Dessa forma, o Tesouro sabe exatamente quanto pagará de juros daqui a vários anos, quando os papéis vencerem, e os investidores tiverem de ser reembolsados. No entanto, os títulos prefixados têm taxas mais altas que a da Selic e aumentam o custo da dívida pública em momentos de instabilidade econômica.

Prazo

O Plano Anual de Financiamento também abriu uma margem para aumentar o prazo da DPF. No fim de 2025, o prazo médio ficou em 4 anos. O PAF estipulou que ficará entre 3,8 e 4,2 anos no fim de dezembro. O Tesouro divulga as estimativas em anos, não em meses. Já a parcela da dívida que vence nos próximos 12 meses encerrará 2025 entre 18% e 22%. Atualmente, está em 17,5%.

Segundo o Tesouro, o governo tem dois mecanismos de segurança para garantir a capacidade de financiamento em caso de crise econômica que não permita ao Tesouro lançar títulos no mercado. Em primeiro lugar, o governo tem reservas internacionais suficientes para pagar os vencimentos da dívida pública externa em 2026, que totalizam R$ 33,3 bilhões. Além disso, tem um colchão de R$ 1,187 trilhão para cobrir 7,33 meses dos vencimentos da dívida pública interna.

Por meio da dívida pública, o Tesouro Nacional emite títulos e pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos. Em troca, o governo compromete-se a devolver os recursos com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic, a inflação, o câmbio ou ser prefixada, definida com antecedência.

Ouro bate recordes na cotação internacional; entenda os motivos

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No meio da tarde desta quarta-feira (28), a cotação do ouro no mercado internacional seguia a trajetória de alta, atingindo recordes de valorização. A onça troy, unidade de medida padrão para metais preciosos, equivalente a 31,1035 gramas, era negociada em torno de US$ 5.280, cerca de R$ 27,5 mil. Por volta das 15h, chegou a alcançar US$ 5.326, até então a maior cotação já alcançada pelo ouro à vista. Ouro bate recordes na cotação internacional; entenda os motivosOuro bate recordes na cotação internacional; entenda os motivos

O recorde é mais uma face da escalada do preço do metal, que apresenta disparada, principalmente nos últimos 12 meses, quando se valorizou em mais de 90%.

Esta semana, pela primeira vez, a cotação superou o marco de US$ 5 mil. Só em 2026, a valorização gira em torno de 22%.

Uma das principais regras da economia é a lei da oferta e procura. De forma direta, significa que quanto mais agentes econômicos buscam por um produto – ou ativo, como no caso do ouro – maior o preço negociado. Ou seja, o comportamento da cotação indica que o interesse pelo metal está em alta.

Um comportamento semelhante é percebido no preço da prata. Em um ano, a onça troy passou de US$ 30 para o recorde de US$ 115. Na tarde desta terça-feira (27), era negociada perto de US$ 112.

A Agência Brasil conversou com especialistas para entender os motivos que levaram à subida do preço de negociação dos metais no mercado internacional.

Não coincidentemente, a escalada do ouro fica flagrante a partir de janeiro de 2025, mês em que Donald Trump tomou posse como presidente dos Estados Unidos. À época, a onça troy do ouro era vendida a US$ 2,7 mil. De lá para cá, o preço quase dobrou.

Efeito Trump

O economista Rodolpho Sartori, da agência classificadora de risco de crédito Austin Rating, explica que a subida dos metais é reflexo de uma conjuntura atual “recheada de incertezas”.

Ele lembra que o ouro, mais destacadamente, e a prata, são tidos historicamente como reservas de valor. Reserva de valor é um ativo ou mercadoria que preserva o poder de compra ao longo do tempo.

Na visão dele, o principal gatilho para a incerteza global é a política econômica do presidente Donald Trump.

“Com as tarifas e o protecionismo quase mercantilista, já é por si só um rompimento com o livre comércio que os EUA sempre defenderam”, disse à Agência Brasil.

Sartori acrescenta como elemento gerador de incerteza as “truculências externas”.

“Ameaças a países, até mesmo aos parceiros comerciais, ampliam a desconfiança na figura de Trump”, avalia.

Desde que reassumiu a Presidência, Trump tem seguido uma agenda que, sob a alegação de proteger interesses americanos, impõe tarifas a parceiros comerciais, que ficou conhecida como tarifaço.

A professora de economia do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec-RJ) Gecilda Esteves acrescenta como fator de turbulência geopolítica a cobiça de Trump pela Groenlândia.

O presidente dos EUA tem pressionado e ameaçado a Dinamarca e outros países europeus para obter controle da ilha gelada no Ártico

“Isso abalou, de fato, a confiança entre os Estados Unidos e a Europa, gerando um receio de novas guerras comerciais na gestão do presidente Trump”, disse.

Ela acrescenta que o conflito entre Ucrânia e Rússia, que caminha para o sexto ano, também agrava o cenário de turbulência.

“O mercado começa a entender que existe um risco geopolítico real e imediato, e o ouro e a prata, obviamente, sobem”, sustenta.

Busca por estabilidade

Nesse pano de fundo, o ouro e a prata experimentam a corrida de investidores e governos pela segurança de seus patrimônios. Rodolpho Sartori aponta que eles tentam “se proteger em metais”.

“Os metais podem até ser vistos como investimento, mas aquele tipo de investimento que busca trazer menos volatilidade [forte oscilação] para a carteira. Neste cenário é proteção mesmo”, afirma.

Apesar de figurarem como compradores de ouro ao lado de grandes investidores profissionais, os bancos centrais não são apontados como os responsáveis pela disparada do preço do ouro, na opinião do economista.

“Bancos centrais, inclusive o brasileiro, têm ampliado suas reservas em ouro. Todavia, não considero que seja isso que está fazendo o ouro ‘explodir”, avalia.

Para ele, o movimento é derivado do mercado de investidores, que tem buscado metais para diversificar investimentos e fugir dos riscos da conjuntura atual.

“Evidentemente a mudança de postura dos bancos centrais ao redor do globo é extremamente relevante em termos de economia política, mas não inflaria o preço do ouro sozinho. A demanda por ouro aumentou também por parte dos investidores”, pontua.

A professora Gecilda Esteves, do Ibmec-RJ, avalia que governos, representados por bancos centrais, têm aumentado o apetite por metais “para diversificar as suas reservas com propósito de reduzir a dependência de moedas fiduciárias [sem lastro, ou seja, garantidas pela confiança]”.

“São ativos que têm valor intrínseco. Não é uma moeda fiduciária, não depende de nenhum governo para garantir sua viabilidade e sua potência econômica”, explica.

“É o porto seguro, uma apólice de seguro contra qualquer colapso de sistema financeiro ou inflacionário”, diz.

Reserva brasileira

Aqui no Brasil, o Banco Central (BC) aumentou a quantidade de ouro nas reservas internacionais, espécie de colchão de segurança contra crises e choques externos.

Em janeiro de 2025, o BC tinha 129,7 toneladas de ouro nas reservas, quantidade que saltou para 172,4 toneladas em dezembro, segundo dado mais recente. O crescimento foi de 33%.

Em valores financeiros, o país tinha US$ 11,7 bilhões em ouro em janeiro de 2025, valor que subiu para US$ 23,9 bilhões em dezembro, ou seja, mais do que dobrou. Os valores não levam em conta a inflação do período, calculada em  cerca de 4,5%.

A valorização reflete tanto o aumento no número de toneladas quanto na apreciação da cotação do ouro no mercado internacional.

Dessa forma, o ouro, que respondia por 3,6% das reservas em janeiro de 2025, passou a representar 6,7% dos mais de US$ 358 bilhões que o país tinha em dezembro.

Brasília (DF), 11/07/2025 - Edifício do Banco Central. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
 Banco Central aumentou as reservas brasileiras com ouro – Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Rentabilidade

A professora do Ibmec-RJ pontua que a pressão de alta do ouro leva para os investidores um elemento mais além da segurança do patrimônio.

“Quando o ouro rompe a barreira histórica dos US$ 5 mil, deixa de ser só uma proteção e passa a ser um componente de rentabilidade [lucro] extremamente agressivo na carteira, em um cenário de incerteza global”, explica.

Reflexo no dólar

Ao mesmo tempo em que turbulências geopolíticas elevam a procura pelo ouro, a moeda americana, o dólar, passa por uma desconfiança, conforme explica a professora.

“O preço do ouro acaba funcionando como um termômetro da saúde do dólar. Quando o ouro sobe, está denunciando que existe desconfiança na moeda americana”, diz.

Para ilustrar a perda de força do dólar, o economista Sartori detalha que quando Trump assumiu em janeiro de 2025, o DXY, indicador que mede o desempenho do dólar perante uma cesta de moedas estrangeiras (real não está incluído), beirava 110 pontos. Atualmente ronda os 96 pontos.

“Parece claro que há alguma desconfiança em relação ao dólar. Acho cedo para pontuar uma desdolarização ou uma perda de hegemonia da moeda, mas de fato, há desconfiança”, avalia.

Aqui no Brasil, a desvalorização foi sentida no mercado de câmbio. Nos últimos 12 meses, o dólar recuou 11%. Só em 2026, a desvalorização está em cerca de 5,5%.

Na terça-feira, a moeda fechou negociada a R$ 5,20, menor patamar em 20 meses.

DólarFoto: Valter Campanato/Agência Brasil/Arquivo
Dólar passa por uma desconfiança nas economias mundiais – Foto: Valter Campanato/Agência Brasil/Arquivo

Mais fatores

Além dos fatores conjunturais que levaram à escalada do ouro, o economista Rodolpho Sartori indica um fator estrutural. Citando um estudo do economista Robin Brooks, da Brookings Institution, em Washington, Sartori entende que muitos países têm dívidas bastante elevadas, o que pode estar influenciando a percepção dos agentes econômicos sobre a sustentabilidade da dívida pública.

“Por consequência, tem ocorrido alguma diversificação no destino de investimentos para além das moedas. Muitos metais preciosos têm se valorizado recentemente”, explica.

A professora Gecilda Esteves acrescenta ainda que há uma busca de proteção contra uma possível correção (queda) no mercado de capitais, como bolsas de valores, com “a possível bolha de inteligência artificial [IA], que já começou a dar estresses no início deste ano”. Há o receio de que empresas de IA estejam supervalorizadas, na iminência de sofrerem queda abrupta de preço das ações.

Confira também as informações do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Drogaria Bem Popular Brasil    Fone: 99166-4242

Próximo ao antigo Hospital Santa Joana

Prefeitura de Japorã executa tapa-buracos na rodovia MS-386

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Equipe da Infraestrutura Municipal faz tapa-buracos na MS-386. © Divulgação/PMJ

“O aparecimento de vários buracos, resultantes do deterioramento asfáltico é um grave problema e assusta os motoristas. Nossa preocupação é muito grande com a vida das pessoas devido ao iminente risco de acidentes. Por isso, fizemos gestões junto à empreiteira Vale do Rio Novo Engenharia e Construções, que ganhou licitação junto ao Governo do Estado para a recuperação asfáltica na região. Porém, por causa da excessiva demora dos serviços, decidimos executar a melhoria utilizando mão de obra de nosso pessoal da Infraestrutura neste tapa-buracos”, explica o prefeito Malaquias.

O superintendente do Executivo, Paulo Franjotti, observa que após contatos com diretores da empreiteira Vale, a resposta é que a operação na MS-386 será realizada somente após a empresa instalar o seu canteiro de obras na região. “Mas como cobramos celeridade. Então, a Vale atendeu a reivindicação e nos forneceu o material asfáltico usinado, permitindo que a Administração Municipal faça a manutenção no perímetro que liga Japorã ao distrito de Jacareí, até a Aldeia Porto Lindo”.

Prefeitura de Japorã executa tapa-buracos na rodovia MS-386
Prefeitura de Japorã executa tapa-buracos na rodovia MS-386
Prefeitura de Japorã executa tapa-buracos na rodovia MS-386
Prefeitura de Japorã executa tapa-buracos na rodovia MS-386

O secretário municipal de Obras e Infraestrutura, Renner dos Reis Ramos, confirmou que está utilizando um caminhão, pá carregadeira e compactador manual de asfalto. “A Prefeitura também entrou com a mão de obra. É uma manutenção paliativa até a Vale vir e executar o trabalho completo com remoção total da camada asfáltica e fazer o novo recapeamento”, disse Renner.

Prefeitura de Japorã executa tapa-buracos na rodovia MS-386
Prefeitura de Japorã executa tapa-buracos na rodovia MS-386
Prefeitura de Japorã executa tapa-buracos na rodovia MS-386
Prefeitura de Japorã executa tapa-buracos na rodovia MS-386

Esta não é a primeira vez que a Prefeitura de Japorã executa tapa-buracos na MS-386. Em outras ocasiões os serviços contaram com apoio até de produtores das proximidades da rodovia. “Sempre estamos fazendo esta manutenção emergencial. Ao corrigir o pavimento, propiciamos o aumento da segurança viária imediata e, melhorando a trafegabilidade, evitamos acidentes danos aos veículos e, sobretudo, garantimos o escoamento da produção agrícola e avícola de Japorã”, pontuou o prefeito Malaquias.

Fotos: Secretaria de Infraestrutura/Divulgação/PMJ

TCE anula licitação para aquisição de veículos em Amambai

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A notícia da suspensão de uma licitação de R$ 12,8 milhões para compra de veículos pela prefeitura de Amambai gerou certa repercussão no município. A Suspensão feita pelo Tribunal de Contas e publicada no Diário Oficial do órgão, dia 27, interrompeu o processo antes mesmo da fase de lances, prevista para dia 29 de janeiro.

Desde que o Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul implantou o Esfinge em janeiro de 2025, sistema de fiscalização de contas, responsável por receber, analisar e verificar cumprimento da Lei de Licitações de prefeituras e Câmaras, autarquias e fundos, é de praxe o TCE apontar correções e irregularidades nos processos, anulando e exigindo as correções necessárias. 

No caso da licitação de Amambai, o TCE, conforme o relator do processo, Iran Coelho das Neves, a equipe técnica do Tribunal identificou falhas no planejamento da contratação, como ausência de justificativas técnicas que comprovem a real necessidade da quantidade de veículos pretendida, informações básicas como inventário da frota, relatório do uso dos veículos, custos de manutenção ou critérios objetivos que expliquem a demanda, além de falta de parecer jurídico prévio e preferências para empresas sediadas em Amambai, baseada numa lei municipal.

Com a decisão, o pregão eletrônico ficou suspenso, assim como todos os atos dele decorrentes. A prefeitura foi intimada a cumprir imediatamente a determinação e tem 5 dias úteis para apresentar justificativas e documentos que esclareçam cada uma das irregularidades apontadas. 

Caso descumpra a ordem, o gestor pode ser multado em R$ 15,8 mil. 

A prefeitura também deverá informar se vai corrigir o edital e reabrir a licitação ou se optará pela anulação definitiva do processo. O Tribunal informou que o caso seguirá em análise prioritária após a apresentação das respostas pelo município.

REPERCUSSÃO

O assunto ganhou repercussão nas redes sociais, entre grupos de watsapp e posts. A vereadora Thalita Escobar gravou um vídeo cobrando explicações por parte da prefeitura. O prefeito Sergio Barbosa que está de licença gravou um breve vídeo abordando o assunto.

O Jornal A Gazeta procurou a prefeitura para obter informações detalhadas dos fatos na tarde desta quarta-feira (28). A reportagem em conversa com o procurador do município, Dr. Caio Fachin, obteve a informação de que essas decisões do Tribunal de Contas são rotineiras e que os ajustes necessários serão observados.

ATA DE PREÇOS

Uma explicação que o jornal A Gazeta obteve foi de que o processo se trata de um Sistema de Registro de Preços (SRP) para aquisições futuras de veículos conforme a necessidade do município, podendo inclusive ser prorrogado por mais de um ano. 

No total o registro de preços previa uma aquisição de R$ 12,8 milhões em veículos, incluindo ônibus e micro-ônibus, ambulâncias e carros básicos para diversos setores. A intenção é que com um registro de preços já formalizado, compras futuras, não necessariamente obrigatórias, de determinados veículos ficariam mais ágeis.

POSICÃO DA PREFEITURA

Ao Jornal A Gazeta, a procuradoria Jurídica do município informou que  “o município (prefeitura ) promoveu a suspensão do certame e encontra-se em análise quanto à viabilidade jurídica de proceder às correções no âmbito do próprio procedimento ou, alternativamente, de promover sua anulação, dentro do prazo concedido pelo TCE/MS, para a instauração de novo certame que contemple integralmente as recomendações expedidas pela Corte de Contas.

Gestão da prefeita Niágara Kraievski fortalece parceria com a Pró-Leite e impulsiona o desenvolvimento da produção leiteira em Coronel Sapucaia

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A Prefeitura de Coronel Sapucaia segue demonstrando, na prática, o compromisso com o desenvolvimento econômico e o fortalecimento da agricultura familiar. No dia 26/01/2026, a administração municipal realizou uma importante reunião com a Associação Pró-Leite, consolidando mais uma parceria estratégica voltada ao crescimento da produção leiteira no município.

O encontro contou com a presença da prefeita Niágara Kraievski, do vice-prefeito Carlão, dos associados da Pró-Leite, além dos secretários municipais de Desenvolvimento Econômico e Sustentável, Claudinei e Administração, Thiago Valençoela, e representantes da AGRAER. A reunião teve como objetivo central alinhar ações concretas para fortalecer o setor leiteiro, uma das bases da economia local.

Durante a reunião, a prefeita Niágara Kraievski anunciou medidas significativas que demonstram o comprometimento da gestão com os produtores rurais. A Prefeitura irá reestruturar o imóvel da Associação Pró-Leite, garantindo melhores condições de trabalho e funcionamento, além de ceder um funcionário municipal para auxiliar diretamente nas atividades da associação, ampliando a capacidade de atendimento e organização dos produtores.

As ações anunciadas reforçam uma gestão que acredita no diálogo, na parceria e no investimento direto em quem produz. Ao apoiar a Associação Pró-Leite, a Prefeitura fortalece não apenas a cadeia produtiva do leite, mas também gera oportunidades, fomenta renda no campo e valoriza o trabalho dos produtores que movimentam a economia de Coronel Sapucaia.

A reunião evidenciou a importância da união entre o poder público, as associações e os órgãos de assistência técnica, como a AGRAER, para promover desenvolvimento sustentável, inovação e crescimento no meio rural. A administração municipal reafirma que investir no produtor local é investir no futuro do município.

Com ações concretas, planejamento e compromisso, a gestão da prefeita Niágara Kraievski mostra que governar é cuidar das pessoas, apoiar quem trabalha e transformar parcerias em resultados reais para Coronel Sapucaia.

Zé Roberto – Assessoria de Comunicação