9.9 C
Amambai
quarta-feira, 15 de julho de 2026
Início Site Página 1251

Entidades alertam para cuidados em compras durante a Black Friday

0

2023-11-24 01:09:41

Entidades alertam para cuidados em compras durante a Black Friday

Por conta da Black Friday, que ocorre na última sexta-feira do mês de novembro, o comércio apresenta ofertas e condições especiais de pagamento aos consumidores, que podem durar até o mês inteiro. Para evitar compras desnecessárias e que ultrapassem o orçamento, a organização Akatu aponta que é importante estar alerta para compras por impulso e sem planejamento, que podem comprometer o orçamento familiar.

Segundo a entidade, que propõe reflexões sobre consumo consciente, é ótimo para o consumidor aproveitar as promoções de produtos de que realmente precisa, mas é preciso evitar cair em tentações que sejam prejudiciais para ele, para a sociedade e para o meio ambiente. O Akatu ressalta que empresas e comerciantes conseguem induzir o consumidor a comprar com estímulos que eles nem registram conscientemente.

Para evitar o consumo induzido pelo comércio, a farmacêutica Fernanda Souza contou que evita a busca por informação comercial. “Tento evitar olhar propaganda, tento evitar exposição à propaganda para não me induzir a um consumo, porque o marketing sabe trabalhar muito bem para nos induzir a uma compra que você não precisa. Então, eu tento fugir mesmo.” Diante disso, a relação dela com a Black Friday é de distância.

“Eu tento não cair numa cilada nunca, eu tento sempre seguir firme na minha decisão de comprar aquilo que eu preciso e quando realmente eu preciso. Se dá pra esperar, se é uma roupa que ainda dá pra esperar mais um período, eu espero. Se é algum outro item de cosmético, se não é extremamente essencial, eu aguardo. Tudo pensando no planejamento familiar e no consumo que a gente já tem aqui em casa, que é enorme, com relação ao cuidado com os filhos”, acrescentou.

O diretor de atendimento do ProconSP, Rodrigo Tritapepe, alerta que muitas dívidas são adquiridas após uma concessão de crédito ou cartão de crédito ao consumidor.

“A facilidade do crédito faz com que ele adquira produtos e serviços, muitas vezes, ocasionando um descontrole, levando ao endividamento”, disse.

Ele pontuou etapas para que os consumidores avaliem suas compras: ter condições financeiras para pagar as parcelas ou mesmo o produto com um grande desconto; avaliar a necessidade daquela aquisição; fazer uma busca da média de preço de mercado para identificar reais boas oportunidades; e procurar um fornecedor de sua confiança.

“Ele vai precisar ter certeza de que, naquele período, aquela oferta está sendo de verdade uma condição especial. Para isso, existem sites de monitoramento de preços que fazem isso. Uma busca rápida pela internet você vai encontrar sites que podem fazer uma pesquisa, por exemplo, de seis meses da variação do preço”, orientou.

Se o consumidor tiver problemas com as compras, ele orienta que procure inicialmente o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa e faça o registro. Caso não seja solucionado, procurar o Procon. Com a demanda registrada no Procon, a empresa tem dez dias para resolver o problema. Sem solução no órgão, o consumidor pode procurar o Judiciário como última via, pleiteando seu direito em uma ação, conforme orientou Tritapepe.

A professora Cíntia Faccini não pretende comprar nada específico nesta Black Friday. “Não acho necessariamente importante, porque com tempo e paciência é possível encontrar muitos itens mais baratos em outras épocas também. Mas acho interessante, porque geralmente é possível comprar com um bom desconto, em uma época certa”, contou.

Ela também evita o acesso a propagandas neste período para comprar apenas o necessário. “Evito ficar olhando os sites e anúncios, do contrário sempre compro alguma coisa não planejada, só porque estava barato”, relatou. Para evitar cair em propagandas enganosas sobre promoções, ela afirma que faz pesquisa de preços antes de efetivar compras.

Nota do Governo do Estado em Mato Grosso do Sul

0

2023-11-24 00:00:34

Nota do Governo do Estado em Mato Grosso do Sul

O governo de Mato Grosso do Sul rechaça veementemente a publicação irresponsável, que em nada contribui para a construção da 1a Lei do Pantanal, nesta quinta-feira (23), de matéria jornalística dando conta que a nova lei manterá índices atuais de desmatamento.

O texto da lei ainda se encontra em discussão, em uma ação ampla de colaboração, e consenso e sua construção conta com a participação efetiva de vários atores interessados na proteção do principal bioma sul-mato-grossense, entre eles, o próprio governo do Estado, ONGs ambientalistas, instituições de pesquisa, produtores rurais, entidades de classe, Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, dentre outros.

O projeto de Lei garante sim maior proteção do Bioma e a redução dos índices de desmatamento e reduzir sua discussão a percentuais é propor uma discussão rasa e superficial sobre um tema complexo que impacta a vida de milhares de sul-mato-grossenses.

O Governo de Mato Grosso do Sul reforça peremptoriamente seu compromisso com a conservação e proteção do bioma, com o desenvolvimento sustentável e com qualidade de vida do povo pantaneiro, que há quase 300 anos ocupa o Pantanal e contribui efetivamente para que quase 84% de todo belíssimo território se encontre preservado.

Lula veta prorrogação da desoneração da folha; 1 milhão de empregos podem ser fechados

0

2023-11-23 23:57:43

Lula veta prorrogação da desoneração da folha; 1 milhão de empregos podem ser fechados

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou integralmente o projeto de lei que prorroga até o fim de 2027 a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia brasileira, confirmou uma fonte do governo ao R7. Com a decisão do petista, a medida termina em 31 de dezembro deste ano, com risco de perda de 1 milhão de empregos após o fim da validade da prorrogação. Os segmentos atualmente desonerados, empresários, centrais sindicais e parlamentares pressionaram o governo federal pela sanção da matéria. O veto deve ser derrubado pelo Congresso, que aprovou com folga o projeto. 

O veto à prorrogação da desoneração foi recomendado pelo Ministério da Fazenda, comandado por Fernando Haddad, por meio de notas técnicas. Pela medida, em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha do funcionário, o tributo pode ser calculado com a aplicação de um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia de 1% a 4,5%, conforme o setor.

A contribuição é feita, mas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento. Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos.

A matéria é defendida por parlamentares. O veto de Lula ao projeto é contrário ao posicionamento de 84% dos deputados federais. Dos 513 parlamentares, 430 votaram a favor da proposta. Impedir a extensão da desoneração também significa ir na contramão da manifestação dos senadores, que aprovaram a matéria por votação simbólica, ou seja, quando não há contagem de votos. Por isso, nesse cenário negativo, deve haver uma forte reação do Congresso.

Autor do projeto de lei que pede a continuidade da desoneração, o senador Efraim Filho (União Brasil-PB) afirmou, na última terça (21), que o desafio do Brasil não é arrecadar mais dinheiro, e sim "gerar emprego". O parlamentar defendeu a importância do projeto, que "dialoga com a vida real" dos brasileiros, e afirmou que sem a desoneração são esperadas 600 mil demissões.

Para o deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), um dos articuladores da proposta na Câmara, o veto causa um desgaste desnecessário para o governo com diversos setores econômicos, ao potencialmente afetar mais de 9 milhões de empregos. "Além disso, pode gerar um atrito com a dinâmica do Congresso Nacional, que aprovou a proposta quase que por unanimidade. Esse cenário prejudicará a relação com o Legislativo e, certamente, dificultará futuras colaborações", avalia.

Entenda

O objetivo da desoneração é aliviar parcialmente a carga tributária. A medida está em vigor desde 2011, adotada durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Quando a concessão entrou em vigor, 56 setores eram contemplados, mas o ex-presidente Michel Temer (MDB) sancionou em 2018 uma lei que removeu 39 segmentos do regime. A medida valeria até 2021, mas foi prorrogada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL).

Preços podem aumentar

Com o veto de Lula, o país pode ver a inflação oscilar. A análise de especialistas consultados pela reportagem considera o cálculo de empresas e centrais sindicais que afirmam que, sem a continuidade da medida, há previsão de fechamento de 1 milhão de postos de trabalho e aumento no preço final de serviços e produtos.

"De fato, tanto os empregos estarão ameaçados quanto os custos das empresas vão se elevar. De uma forma ou de outra, toda a economia nacional sofrerá o impacto dessa mudança: as empresas terão que cortar custos para equilibrar as contas, podendo haver redução no número de empregados e aumento no valor dos produtos, que pressionará a inflação", avalia o economista Werton Oliveira.

A elevação dos preços ao consumidor final, segundo Oliveira, traria como efeito de curto prazo um aumento da inflação. Por outro lado, com as demissões gradativas, haveria uma diminuição do poder de compra dos brasileiros em um segundo momento, o que faria os preços diminuírem, mas traria prejuízo ao crescimento econômico.

Previdência Social

A perda de arrecadação para a Previdência Social, caso não houvesse a desoneração da folha de pagamento, teria sido de R$ 45,7 bilhões entre 2018 e 2022, revela um estudo feito neste ano pela Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom). 

A publicação mostra que, caso o mecanismo não existisse, a perda de arrecadação da Previdência Social teria sido de R$ 1,4 bilhão em 2018, R$ 5,7 bilhões em 2019, R$ 9,5 bilhões em 2020, R$ 13 bilhões em 2021 e R$ 16 bilhões em 2022. O contexto atual do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é de saldo negativo.

Com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), os representantes observaram que, em termos de evolução da empregabilidade, os setores desonerados contrataram mais de 1,2 milhão de novos trabalhadores entre 2018 e 2022, o que corresponde a cerca de 15,5% de crescimento. Sem a geração desses empregos, haveria uma queda na arrecadação previdenciária.

Com reforma da sede da Colônia Paraguaia de Dourados, Governo de MS valoriza cultura regional

0

2023-11-23 23:51:26

Com reforma da sede da Colônia Paraguaia de Dourados, Governo de MS valoriza cultura regional

Com investimentos de mais de R$1,8 milhão do Governo do Estado, a  sede da Colônia Paraguaia de Dourados passará por uma reforma completa. O governador Eduardo Riedel participou nesta tarde da assinatura do convênio para a reforma e ampliação do espaço.

"A cultura é a essência sul-mato-grossense e está associada a cultura paraguaia, presente em diversas áreas. Por isso estamos fazendo um investimento como este. Dourados merece celebrar a cultura paraguaia em local adequado", disse o governador Eduardo Riedel.

O repasse para reconstruir o prédio que há mais de 20 anos abriga as tradições do povo paraguaio em Dourados, será autorizado por meio da FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul), oriundo do FIC (Fundo de Investimentos Culturais).

O vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, participou do evento junto com o secretário Eduardo Rocha (Casal Civil) e o presidente da FCMS, Eduardo Mendes, e demais autoridades.

O presidente da Associação, Sérgio Lemes da Rosa, explicou que o prédio atual passará por intervenções que vão mudar completamente a estrutura atual, que ficará mais moderna e funcional. "É uma grande conquista e alegria poder formalizar esta reforma".

O deputado federal Geraldo Rezende também participou do evento e lembrou do início do projeto para a reforma do local. "Em 2021 inicei as tratativas e no ano passado entegamos o projeto. É uma forma de valorizar a influência da cultura paraguaia que é tão presente".

Será feita a reforma da cobertura, banheiros masculino e feminino, cozinha, bar e área da churrasqueira e o camarim, além da construção de banheiro com acessibilidade. Estão previstas ainda o fechamento do salão, construção e modernização da fachada, mezanino com área administrativa, acesso com bilheterias e implantação de estacionamento, entre outras intervenções.

A valorização da cultura paraguaia, reflete diretamente na valorização cultural de Mato Grosso do Sul, especialmente em Dourados devido à proximidade com o país vizinho, onde diversas tradições paraguaias foram incorporadas às raízes sul-mato-grossenses, na música – chamamé, polca e guarânias –, na culinária – tereré, chipa, sopa paraguaia, churrasco com mandioca e o pucheiro –, e em outros costumes. O município de Dourados abriga aproximadamente 30 mil paraguaios.

""
""
""
""

Natalia Yahn, Comunicação do Governo de MS

Fotos: Álvaro Rezende

Pacheco: ministros do STF não se sobrepõem ao Congresso e ao Planalto

0

2023-11-23 23:48:22

Pacheco: ministros do STF não se sobrepõem ao Congresso e ao Planalto

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que as decisões individuais de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) não podem se sobrepor ao Congresso Nacional e ao presidente da República.

A declaração ocorre após o Senado ter aprovado nessa quarta-feira (22) proposta de emenda à Constituição (PEC) que limita as decisões monocráticas (individuais) dos ministros da Corte Suprema e demais tribunais. Mais cedo, nesta quinta-feira (23), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, disse que a proposta é desnecessária e não contribui para o Brasil.

De acordo com Pacheco, a proposta tem embasamento técnico, foi amplamente debatida com a sociedade e pelos senadores e busca equilíbrio entre os Poderes. Ele argumenta ainda que a própria Constituição prevê que declarações de inconstitucionalidade de leis devem ser tomadas pelo colegiado do STF, o que não vem sendo, segundo ele, cumprido no país.

“Não podemos admitir que a individualidade de um ministro do Supremo Tribunal Federal declare inconstitucional uma lei sem a colegialidade do Supremo Tribunal Federal. Portanto, não admito que se queira politizar e gerar um problema constitucional ao entorno de um tema que foi debatido com a maior clareza possível, que não constitui nenhum tipo de enfrentamento, nenhum tipo de retaliação, e nós jamais nos permitiríamos a fazer isso”, disse em entrevista à imprensa.

Pacheco afirmou, que como presidente do Senado, já defendeu o STF e seu ministros. Ele ressaltou que nenhum Poder detém monopólio para defesa da democracia nem é intocável.

“Quero dizer que nenhuma instituição tem o monopólio da defesa da democracia no Brasil. Aqui desse púlpito e do plenário do Senado Federal, eu, como presidente do Senado, defendi o Supremo Tribunal Federal, defendi a Justiça Eleitoral, defendi as urnas eletrônicas, defendi os ministros do Supremo Tribunal Federal, defendi a democracia do nosso país, repeli a todo o momento as arguições antidemocráticas”, disse. “Isso não significa que as instituições sejam imutáveis, intocáveis em razão de suas atribuições”, acrescentou.

Barroso

Além de considerar desnecessária a PEC aprovada pelo Senado, o presidente do STF afirmou nesta quinta-feira que a matéria "não contribui para a institucionalidade do país".

"O Supremo Tribunal Federal não vê razão para mudanças constitucionais que visem a alterar as regras de seu funcionamento. Num país que tem demandas importantes e urgentes, que vão do avanço do crime organizado à mudança climática que impacta a vida de milhões de pessoas, nada sugere que os problemas prioritários do Brasil estejam no Supremo Tribunal Federal", declarou.

O ministro Gilmar Mendes, decano do STF, disse que alterar as regras que garantem o funcionamento do Supremo pode ser considerado inconstitucional. Mendes também afirmou que a Corte não admite intimidações. "Esta Casa não é composta por covardes, não é composta por medrosos", concluiu.

Pela PEC, ficam proibidas decisões monocráticas para suspender leis ou atos dos presidentes da República, da Câmara dos Deputados e do Senado. As decisões para suspensão dessas normas devem ser tomadas de forma colegiada.

O texto segue para Câmara dos Deputados, onde não há prazo da votação da matéria. Para ser promulgada, a proposta também precisa ser aprovada em dois turnos no plenário da Casa.

ANP regulamenta importação de biodiesel por distribuidores

0

2023-11-23 23:01:12

ANP regulamenta importação de biodiesel por distribuidores

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou nesta quinta-feira (23) uma resolução que regulamenta a importação de biodiesel para uso na mistura obrigatória ao óleo diesel refinado do petróleo.Decisão é contestada por empresários do mercado

A ANP argumenta que liberar as importações de biodiesel pelo Brasil "poderá dar acesso ao produto no mercado internacional, com diferentes origens alternativas, trazendo potenciais benefícios aos consumidores brasileiros".

A decisão, no entanto, foi contestada por empresários do mercado. A União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio) classificou em nota que a regulamentação das importações "diverge de todos os princípios que rezam sobre o interesse nacional".

Mistura obrigatória

O biodiesel é utilizado para a mistura obrigatória ao óleo diesel, que recebe, atualmente, de 12% do óleo de fontes renováveis. Essa mistura ocorre na etapa da distribuição, depois que o diesel deixa as usinas e antes que chegue aos postos de revenda aos motoristas.

Segundo a resolução aprovada, o volume importado de biodiesel, pelos distribuidores de combustíveis, estará limitado a 20% do volume total para a mistura obrigatória. Esse limite foi estabelecido porque a Resolução ANP nº 857/2021 determina que os distribuidores deverão comprovar mensalmente aquisição de biodiesel oriunda de produtor detentor do Selo Biocombustível Social, em parcela mínima de 80%.

A ANP afirma que seguiu diretriz do Conselho Nacional de Polícia Energética (CNPE), que determinou, na Resolução CNPE nº 14/2020, que a agência regulamentasse a importação desse produto.

Competição predatória

Para a Ubrabio, "a medida fatalmente resultará em efeitos nocivos à economia brasileira, tendo em vista a importância do biodiesel para a segurança alimentar, segurança energética, agenda socioeconômica e de saúde pública para o Brasil".

"A regulamentação intempestiva da importação, além de criar entraves para a transição energética, pode gerar uma competição predatória por parte dos players internacionais – esses, fortemente subsidiados no campo da exportação e sem o compromisso com as obrigações legais e sociais seguidas pelas usinas nacionais", complementa.

Confira a farmácia de plantão hoje, dia 23, em Amambai

0

2023-11-23 21:44:15

Confira a farmácia de plantão hoje, dia 23, em Amambai

Plantão: Drogaria São José

Fone: 3481-1213

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Total de pessoas desocupadas cai 20% em um ano e MS mantém 4º menor índice do país

0

2023-11-23 21:02:48

Total de pessoas desocupadas cai 20% em um ano e MS mantém 4º menor índice do país

A taxa de desocupação em Mato Grosso do Sul caiu de 5,10% para 4% no intervalo de um ano, conforme mostram dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e compilados pela Assessoria de Economia e Estatística da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).

A Pnad Contínua se refere ao terceiro trimestre do ano e levanta indicadores do nível de emprego, desemprego, subemprego, tanto no setor público, quanto privado.

Mato Grosso do Sul se mantém com a quarta menor taxa de desocupação (4%) do País, atrás apenas de Rondônia (2,3%), Mato Grosso (2,4%) e Santa Catarina (3,6%). A taxa de desocupação compreende o percentual de pessoas acima de 14 anos de idade que não estão empregadas e que procuram emprego.

Não inclui, por exemplo, estudantes ou outras pessoas que por razões diversas, preferem ou não podem trabalhar no momento. No terceiro trimestre de 2022, encontravam-se nessa situação 75 mil pessoas em Mato Grosso do Sul. Passado um ano esse número caiu para 60 mil pessoas, queda de 20%.

Por outro lado, Mato Grosso do Sul continua com o segundo maior contingente de população ocupada do país, que são aquelas pessoas que, na semana de referência, trabalharam pelo menos uma hora completa em trabalho remunerado em dinheiro, produto, mercadorias ou benefícios (moradia, alimentação, roupas, treinamento etc.) ou em trabalho sem remuneração direta em ajuda à atividade econômica de membro do domicílio ou, ainda, pessoas que tinham trabalho remunerado do qual estavam temporariamente afastadas nessa semana.

Em primeiro nesse ranking está Santa Catarina (65,3%) e logo a seguir, Mato Grosso do Sul com 64,2%.

Em números gerais, o Estado tinha no terceiro trimestre, 2,237 milhões de pessoas em idade de trabalhar (51 mil a mais que no ano anterior), sendo que 1,437 mil estavam efetivamente exercendo alguma atividade laboral (45 mil a mais que no terceiro trimestre de 2022).

O setor privado responde por mais que o triplo desse mercado. São 732 mil pessoas trabalhando em empresas particulares e 220 mil no setor público.

Em contrapartida, caiu o universo de pessoas subutilizadas e também aquelas que trabalham informalmente. O número de pessoas que acreditavam trabalhar menos do que podiam e queriam ampliar a jornada de trabalho, caiu de 176 mil no terceiro trimestre de 2022 para 143 mil no mesmo período desse ano. Já as pessoas que trabalhavam na informalidade em 2022 eram 469 mil e nesse ano somam 458 mil.

Comunicação Semadesc
Foto: Bruno Rezende

Telefones do Corpo de Bombeiros foram restabelecidos em Amambai

0

2023-11-23 20:46:33

Telefones do Corpo de Bombeiros foram restabelecidos em Amambai

Redação

O 16º Subgrupamento de Bombeiros Militar (16º SGBM) de Amambai informa que os contatos para urgências e emergências foram restabelecidos. Após a instabilidade na rede de energia que afetou temporariamente o número 193 e o telefone fixo (67) 3481-6334, ambas as linhas encontram-se operacionais.

A corporação disponibilizou um contato temporário neste período em que as linhas convencionais ficaram inoperantes.

Reitera-se o compromisso do 16º SGBM em garantir a eficiência e prontidão nos serviços prestados, assegurando a segurança e bem-estar da população.

Casa do Trabalhador disponibiliza 81 oportunidades de emprego nesta sexta-feira em Amambai

0

2023-11-23 20:38:22

Casa do Trabalhador disponibiliza 81 oportunidades de emprego nesta sexta-feira em Amambai

Vilson Nascimento 

A Casa do Trabalhador, órgão ligado a Fundação do Trabalho (Funtrab) do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza 81 oportunidades de emprego nesta sexta-feira, dia 24 de novembro, em Amambai.

Veja as oportunidades de emprego disponibilizadas

  • Estagiário na área de Direito, Ciências Contábeis, Administração: 3 vagas
  • Jovens Aprendizes: 1 vaga
  • Vendedor: 6 vagas (2 com CNH)
  • Técnico em Manutenção de Equipamentos de Informática: 1 vaga
  • Vidraceiro: 1 vaga
  • Auxiliar Administrativo: 1 vaga (6 para PCD)
  • Auxiliar de Limpeza (para PCD): 1 vaga
  • Recepcionista (para PCD): 1 vaga
  • Consultor de Vendas: 3 vagas
  • Atendente de Balcão: 3 vagas
  • Monitor Externo de Alarme: 1 vaga
  • Auxiliar de Arquitetura: 1 vaga
  • Auxiliar de Engenheiro Civil: 2 vagas
  • Pedreiro: 1 vaga
  • Secretária Recepcionista: 1 vaga
  • Gerente de Produção: 4 vagas
  • Representante Comercial: 2 vagas
  • Analista Contábil (morar em outro município): 1 vaga
  • Auxiliar Operador de Silo (morar em outro município): 1 vaga
  • Operador de Pavimentadora (asfalto, concreto e similares): 1 vaga
  • Mecânico de Caminhão (morar em outro município): 1 vaga
  • Auxiliar de Montador de Móveis: 1 vaga
  • Vigilante com Curso (morar em outro município): 1 vaga
  • Instrutor de Cursos: 1 vaga
  • Mecânico de Automóveis e Caminhão: 1 vaga
  • Chapeador Metalúrgico: 1 vaga
  • Cozinheira (trabalhar final de semana): 1 vaga
  • Biomédico: 1 vaga
  • Cozinheiro: 1 vaga
  • Enfermeiro: 1 vaga
  • Nutricionista: 1 vaga
  • Ajudante de Eletricista: 1 vaga
  • Auxiliar Financeiro: 1 vaga
  • Operador de Caixa: 2 vagas
  • Cuidador de Idoso: 1 vaga
  • Empregada Doméstica: 7 vagas
  • Servente de Obras: 1 vaga
  • Motorista (categoria E): 1 vaga
  • Acabador de Mármore e Granito: 1 vaga
  • Auxiliar de Mecânico Pesado: 1 vaga
  • Repositor de Mercadorias: 1 vaga

Casa do trabalhador também oferece

A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região. 

Segundo o órgão para dar entrada no pedido de benefício o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade). 

A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade. 

O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 13h. Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.

PL de Lia Nogueira coloca Festa do Padroeiro da Colônia Zanata no Calendário de MS

0

2023-11-23 20:37:29

PL de Lia Nogueira coloca Festa do Padroeiro da Colônia Zanata no Calendário de MS

O Projeto de Lei apresentado pela Deputada Estadual Lia Nogueira (PSDB) que inclui a Festa do Padroeiro da Colônia Zanata no Calendário de MS, foi aprovado nesta semana pela Assembleia Legislativa. 

O evento é em homenagem ao Santo Antônio e tem 65 anos e conta com culto religioso e atrações musicais, além de almoço com leilão e atrações artísticas, acontece tradicionalmente no mês de junho, é organizado pela família Zanata, que mantêm a tradição dos primeiros italianos que chegaram no município, por volta de 1943, junto com a criação da Colônia Agrícola Nacional de Dourados.

De acordo com Nivaldo Zanata, um dos líderes da comunidade, o Projeto de Lei da Deputada Lia Nogueira, eleva o patamar do evento que antes era apenas regional e agora ganha reconhecimento estadual. “Ficamos satisfeitos com a deferência feita pela Lia Nogueira e isso sem duvidas vai ajudar em manter uma tradição que era apenas familiar, em uma manifestação cultural, religiosa e na valorização dos pioneiros da Colônia Agrícola Nacional de Dourados”, disse Nivaldo.

Prefeito de Sete Quedas recebe medalha pelo reconhecimento público e pelos bons serviços

0

2023-11-23 20:13:56

Prefeito de Sete Quedas recebe medalha pelo reconhecimento público e pelos bons serviços

O prefeito Francisco Piroli foi homenageado na manhã desta quinta-feira, 23 de novembro, pelo governador do Estado Eduardo Riedel e pelo delegado geral da Polícia Civil, Dr. Roberto Gurgel de Oliveira Filho, com a medalha "Prêmio" pelo reconhecimento público e pelos bons serviços prestados à ordem, à segurança e à tranquilidade.

A delegada titular de Sete Quedas, Dra. Lucélia Constantino, em companhia do delegado regional Clemir Vieira Júnior, repassou a medalha para o prefeito de Sete Quedas. A autoridade policial de Sete Quedas fez a indicação pelos bons préstimos e apoio que o Sr. Francisco Piroli tem oferecido à segurança pública.

IBGE analisa dados sobre a biodiversidade brasileira

0

2023-11-23 20:04:11

IBGE analisa dados sobre a biodiversidade brasileira

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) disponibiliza – a partir desta quinta-feira (23) – uma avaliação de dados sobre a biodiversidade no Brasil em 2022. Inédito, o estudo mapeou registros de ocorrência da fauna e da flora oriundos de diferentes fontes e inseridos no Sistema de Informação da Biodiversidade Brasileira (SiBBr).

Foram analisados mais de 22,5 milhões de registros de ocorrência da fauna e da flora, provenientes de diversas fontes. Os grupos taxonômicos observados foram anfíbios, artrópodes, aves, fungos, mamíferos, moluscos, peixes ósseos, plantas vasculares e répteis. O Brasil está entre os 17 países que abrigam mais de 70% das espécies conhecidas no planeta, mas, segundo o IBGE, ainda há muito a descobrir e catalogar.  

Por se tratar de uma investigação experimental, aperfeiçoamentos serão feitos a partir da recepção dos usuários. Leitores interessados na temática podem escrever ao IBGE suas percepções, críticas e sugestões que podem ser realizadas através do canal de atendimento oficial do instituto. 

Ecossistemas brasileiros

O SiBBr – plataforma do governo federal gerenciada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) – foi criada em 2014 com a função de armazenar e disponibilizar informações sobre a biodiversidade e os ecossistemas brasileiros.

A ferramenta fornece subsídios aos órgãos públicos para a conservação e sustentabilidade. Instituições nacionais de ensino e pesquisa, públicas ou privadas, projetos e programas de pesquisas e redes temáticas são os principais provedores de dados para o SiBBr. 

O sistema faz parte da Global Biodiversity Information Facility, iniciativa multilateral com aproximadamente 60 países.

“Há uma demanda muito grande, dentro e fora do Brasil, por informações sobre a biodiversidade nacional. O objetivo do estudo foi avaliar o conjunto de informações disponíveis no SiBBr, identificando lacunas e limitações dos dados. O IBGE tem a missão de retratar o Brasil e a biodiversidade é uma peça fundamental desse retrato. Além de contribuir com SiBBr através de coleções biológicas mantidas pelo IBGE, também temos procurado avançar na produção de estatísticas”, explicou, em nota, Leonardo Bergamini, analista de biodiversidade do IBGE.  

Os publicadores dos dados foram divididos em quatro categorias: Ciência Cidadã (registros publicados por uma comunidade de usuários), Coleções Biológicas (repositórios de organismos ou amostras organizadas para fins científicos), Projetos ou Programas de Pesquisa (resultados de pesquisas científicas) e Outros (não se enquadram em nenhuma das categorias supracitadas).  

Aves e plantas

Nos grupos analisados, à exceção de aves, o número de registros com informações completas não chega a 30% do total de dados disponíveis. Aves e plantas, grupos mais facilmente detectados e coletados, apresentaram maior número e melhor distribuição dos registros, enquanto artrópodes, moluscos e fungos tiveram uma amostragem menos representativa. 

Clara Fonseca, analista de Negócios do SiBBr, reforça a relevância de parcerias como a do IBGE com o sistema na difusão do conhecimento sobre biodiversidade no país.

“Precisamos que mais pessoas conheçam o SiBBr, de modo que os dados possam ser utilizados pela sociedade em políticas públicas de preservação do meio ambiente. Quanto mais visibilidade o sistema tiver, maior será o número de pesquisadores estimulados a divulgar suas descobertas”, explicou. 

“Existem muitos trabalhos que fazem avaliação de bancos de dados, mas a maioria deles analisa grupos específicos. Um dos diferenciais desta pesquisa é o fato de estarmos trabalhando com o país inteiro, abrangendo nove grupos taxonômicos, informações espaciais e temporais. Nossa intenção é identificar os problemas, entender o que temos e o que pode ser melhorado”, argumentou Mariza Pinheiro, analista de Biodiversidade do IBGE.

Presidente do COSEMS/MS destaca Dia D de combate à dengue, zika e chikungunya; Amambai participou

0

2023-11-23 20:02:30

Presidente do COSEMS/MS destaca Dia D de combate à dengue, zika e chikungunya; Amambai participou

Com a aproximação do período mais chuvoso do ano, que se estende até maio, o COSEMS/MS destaca a preocupação com o aumento expressivo dos casos de dengue

A Presidente do COSEMS/MS, Josiane de Oliveira comenta, “muitos municípios realizam no último sábado (18), o Dia D de combate à dengue, zika e chikungunya; como uma forma promover a conscientização e de lembrar a comunidade da iminência do aumento dos casos”.

Em Amambai o trabalho preventivo já começou, “toda a população já sabe que os focos se concentram principalmente em materiais inversíveis jogados nos quintais ou na natureza. Esta semana fizemos uma grande ação no Córrego do Retiro, onde tiramos 180 sacos, de 100 litros. Pedimos encarecidamente que a população colabore, pois essa é uma luta de todos nós”, pede a Secretária de Saúde, Dirlene Zanetti Rodrigues.

Segundo o Boletim Epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde, referente à semana epidemiológica nº 46/2023, datado de 21 de novembro de 2023, Mato Grosso do Sul já registrou neste ano 40 óbitos relacionados à dengue, além de 40.273 casos confirmados. A preocupação é destacada pelo fato de que 75 municípios já se encontram em situação de alta incidência da doença. A necessidade de ações coordenadas e a participação ativa da população são enfatizadas diante desse cenário alarmante.

Em fase de homologação, sistema de gestão das emendas parlamentares começa a ser testado

0

2023-11-23 19:51:59

Em fase de homologação, sistema de gestão das emendas parlamentares começa a ser testado

O sistema do Governo do Estado que dará mais celeridade aos processos das emendas parlamentares, já está em fase de homologação e teste e com previsão de funcionamento para o ano de 2024.

Em reunião na Assembleia Legislativa, nesta última quarta-feira (22), o superintendente das emendas parlamentares da Casa Civil, Édio Viégas, apresentou a plataforma para que uma comissão de servidores da ALEMS possa testar as funcionalidades da nova ferramenta, antes de colocar em uso já para o próximo ano.

“O sistema está já na fase de homologação e precisamos que seja testado, já que a meta é entrar 2024 com a ferramenta a pleno vapor”, explicou Édio.

A nova plataforma será um divisor de águas no que se refere à gestão pública. O sistema, além de promover mais agilidade nos processos, também atende outros pilares da gestão do governador Eduardo Riedel: digital e sustentável, já que elimina o uso do papel.  

“Todo planejamento foi pautado nestes pilares. Com o sistema vamos garantir menor tempo para processamento porque o parlamentar fará a sua indicação pelo sistema, o Governo fará a análise também pela plataforma e os beneficiários da indicação também vão inserir toda a documentação online”, frisou.

""
Secretário Eduardo Rocha (Casa Civil) – Foto: Álvaro Rezende

Além de tornar esse caminho mais ágil, a ferramenta também amplia a transparência no trato do pagamento dos recursos.

“Só benefícios nessa nova modalidade, parlamentares ganham no tempo e assertividade, o Governo no objetivo, e a população que ganha com a agilidade na liberação dos recursos para projetos que repercutem diretamente na vida dos sul-mato-grossenses”, finalizou Édio Viégas.

O secretário da Casa Civil, Eduardo Rocha, destacou o avanço que a plataforma dará na gestão dos processos das emendas parlamentares.

"Com o processo todo sistematizado, vamos garantir que os recursos das indicações sejam todos bem empenhados e de forma mais célere, desta forma, alcançamos mais rápido os anseios da população de Mato Grosso do Sul", completou.

Beatricce Bruno, Comunicação Casa Civil
Foto de capa: Wagner Guimarães/ALEMS

Corpo de Bombeiros disponibiliza contato alternativo para emergências em Amambai

0

2023-11-23 19:48:14

Corpo de Bombeiros disponibiliza contato alternativo para emergências em Amambai

Redação

O 16º Subgrupamento de Bombeiros Militar (16º SGBM) de Amambai destaca uma alteração temporária no procedimento de acionamento para urgências e emergências devido a instabilidades na rede de energia que afetaram o número 193 e o telefone fixo (67) 3481-6334.

Diante das dificuldades enfrentadas pela população ao tentar utilizar os contatos convencionais, o 16º SGBM informa que, temporariamente, as urgências e emergências podem ser comunicadas através do telefone/WhatsApp, utilizando o número (67) 99822-0592.

A medida visa garantir a continuidade dos serviços prestados pelos bombeiros, mesmo diante de circunstâncias imprevistas.

Presidir G20 é maior responsabilidade do Brasil, diz Lula

0

2023-11-23 19:30:49

Presidir G20 é maior responsabilidade do Brasil, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu atenção a seus ministros, durante a presidência brasileira no G20 em 2024, para que não esqueçam que a prioridade do governo é a gestão do próprio país. Para Lula, coordenar o grupo das 20 maiores economias do mundo, possivelmente, é a maior responsabilidade internacional do Brasil.

A presidência brasileira no bloco inicia-se em 1º de dezembro deste ano e segue até 30 de novembro de 2024. Lula falou, nesta quinta-feira (23), durante a abertura da reunião de instalação da Comissão Nacional para a Coordenação da Presidência do G20, no Palácio do Planalto.

“Todo mundo vai ter muita tarefa, mas é importante vocês não esquecerem que vocês foram eleitos, indicados ministros para governar o Brasil, que portanto a prioridade é a função para a qual vocês foram escolhidos, para ser ministro. Significa que vocês vão ter que trabalhar mais do que já estão trabalhando, significa que vocês vão ter que se virar em dois ou em duas para que a gente possa atender as necessidades de organização do G20 e para que a gente não possa deixar a peteca cair”, disse.

“Se esse primeiro ano [de governo] foi o ano de reconstrução das coisas que nós tivemos que recolocar nesse Brasil, o ano que vem é o ano da gente colocar o pé na estrada, visitar esse país, conversar com prefeitos, governadores, deputados, senadores e, sobretudo, conversar com o povo que tem expectativa que a gente atenda os interesses que eles estabeleceram durante o processo eleitoral”, acrescentou o presidente.

A Comissão Nacional para a Coordenação da Presidência do G20 foi instituída em junho deste ano e será composta por representantes de todos os ministérios, além do Banco Central e da Assessoria Especial do Presidente da República.

“É uma tarefa árdua, é a primeira vez, nós não temos experiência, nós vamos adquirir experiência com quem já fez o G20”, disse Lula, explicando a coordenação dos trabalhos no Brasil ficará a cargo dos ministérios das Relações Exteriores e da Fazenda.

Agenda de trabalho

A agenda do G20 será decidida e implementada pelo governo do Brasil, com apoio direto da Índia, última ocupante da presidência, e da África do Sul, país que exercerá o mandato em 2025. Esse sistema é conhecido como troika e é um dos diferenciais do grupo em relação a outros organismos internacionais.

É a primeira vez que o Brasil assume a presidência do G20 desde a sua criação, em 1999. O país esteve presente desde o início, quando as 20 maiores economias do mundo se reuniram com o objetivo de buscar uma solução para a grave crise financeira que abalou todos os mercados e que levou à quebra de um número enorme de bancos e outras companhias.

O grupo reunia, à época, apenas ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais. Em 2008, para enfrentar nova crise financeira internacional, passou a ter o formato atual, com chefes de Estado e de Governo. Hoje, o G20 reúne 19 das maiores economias do mundo e a União Europeia. A União Africana também tornou-se membro permanente durante a 18ª Cúpula de Chefes de Estado e Governo, em agosto, em Nova Déli, na Índia.

De dezembro deste ano a novembro de 2024, o Brasil deverá organizar mais de 100 reuniões oficiais em várias cidades do país, que incluem cerca de 20 reuniões ministeriais, 50 reuniões de alto nível e eventos paralelos. O ponto alto será a 19ª Cúpula de Chefes de Estado e Governo, nos dias 18 e 19 de novembro de 2024, no Rio de Janeiro.

Já no próximo dia 13 de dezembro, Lula receberá, em Brasília, os representantes da trilha de política, mais ampla e onde se discutem políticas públicas, e da trilha de finanças, as questões de financiamento. O Brasil está propondo uma aproximação entre essas duas instâncias, para que trabalhem de forma mais coordenada.

Participação social

A presidência brasileira no G20 vai criar ainda um canal de diálogo entre os chefes de Estado e governo e a sociedade civil. Um grande evento de participação popular será realizado previamente à reunião dos líderes no Rio de Janeiro.

Como exemplo, o presidente Lula saudou a intenção do presidente da Câmara, Arthur Lira, de realizar um encontro de mulheres parlamentares. “Não vamos deixar nenhum segmento da sociedade fora do debate do G20”, disse Lula, anunciando que também será instalado um grupo de trabalho sobre empoderamento das mulheres.

Lira também esteve na reunião no Palácio do Planalto, assim como o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso.

Ontem (22), o presidente Lula participou da Cúpula Virtual do G20, que marcou o fim da presidência da Índia do bloco, que vai até 30 de novembro. Na ocasião, ele anunciou que a presidência do Brasil no G20 terá uma iniciativa para a bioeconomia. O Brasil também criará duas forças tarefas no bloco, uma contra a fome e a desigualdade e a outra contra a mudança do clima.

Prioridades

A presidência brasileira no G20 terá três prioridades, uma delas é a inclusão social e a luta contra a desigualdade, a fome e a pobreza. “Não é mais humanamente explicável um mundo tão rico, com tanto dinheiro atravessando os atlânticos a gente ter tanta gente ainda passando fome”, afirmou Lula.

A segunda prioridade é o enfrentamento das mudanças climáticas, com foco na transição energética, e a promoção do desenvolvimento sustentável em suas dimensões econômica, social e ambiental.

“Essa tradição energética se apresenta para o Brasil como a oportunidade que nós não tivemos no século 20, de termos no século 21 a possibilidade de mostrarmos ao mundo que quem quiser utilizar energia verde para produzir aquilo que é necessário à humanidade, o Brasil é o porto seguro para que as pessoas possam vir aqui fazer os seus investimentos e fazer com que esse país se transforme num país, definitivamente, desenvolvido”, disse o presidente.

Por fim, o Brasil vai defender a reforma das instituições de governança global, que reflita a geopolítica do presente. Desde que assumiu o mandato, em discursos em diversas instâncias internacionais, Lula tem defendido que o modelo atual de governança, criado depois da Segunda Guerra Mundial, não representa mais a geopolítica do século 21. Para o presidente, é preciso uma representação adequada de países emergentes em órgãos como o Conselho de Segurança das Nações Unidas e em instituições de financiamento como o Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Lula defende que a dívida externa dos países mais pobres precisa ser equacionada. “[Não é possível que essas instituições continuem] funcionando como se nada tivesse acontecendo no mundo, como se tivesse tudo resolvido muitas vezes, instituições que emprestam dinheiro não com o objetivo de salvar o país que está tomando dinheiro emprestado, mas para pagar dívida, não para produzir um ativo produtivo, em uma demonstração de que não há contribuição para salvar a vida dos países”, disse, citando a dívida da Argentina com o FMI e o endividamento de países africanos que chega a US$ 800 bilhões.

“Se não houver rediscussão de como fazer financiamento para os países pobres, a gente não vai ter solução, os ricos vão continuar ricos, os pobres para vão continuar pobres e quem tá com fome vai continuar com fome”, afirmou.

Presidir G20 é maior responsabilidade do Brasil, diz Lula

0

2023-11-23 19:30:49

Presidir G20 é maior responsabilidade do Brasil, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu atenção a seus ministros, durante a presidência brasileira no G20 em 2024, para que não esqueçam que a prioridade do governo é a gestão do próprio país. Para Lula, coordenar o grupo das 20 maiores economias do mundo, possivelmente, é a maior responsabilidade internacional do Brasil.

A presidência brasileira no bloco inicia-se em 1º de dezembro deste ano e segue até 30 de novembro de 2024. Lula falou, nesta quinta-feira (23), durante a abertura da reunião de instalação da Comissão Nacional para a Coordenação da Presidência do G20, no Palácio do Planalto.

“Todo mundo vai ter muita tarefa, mas é importante vocês não esquecerem que vocês foram eleitos, indicados ministros para governar o Brasil, que portanto a prioridade é a função para a qual vocês foram escolhidos, para ser ministro. Significa que vocês vão ter que trabalhar mais do que já estão trabalhando, significa que vocês vão ter que se virar em dois ou em duas para que a gente possa atender as necessidades de organização do G20 e para que a gente não possa deixar a peteca cair”, disse.

“Se esse primeiro ano [de governo] foi o ano de reconstrução das coisas que nós tivemos que recolocar nesse Brasil, o ano que vem é o ano da gente colocar o pé na estrada, visitar esse país, conversar com prefeitos, governadores, deputados, senadores e, sobretudo, conversar com o povo que tem expectativa que a gente atenda os interesses que eles estabeleceram durante o processo eleitoral”, acrescentou o presidente.

A Comissão Nacional para a Coordenação da Presidência do G20 foi instituída em junho deste ano e será composta por representantes de todos os ministérios, além do Banco Central e da Assessoria Especial do Presidente da República.

“É uma tarefa árdua, é a primeira vez, nós não temos experiência, nós vamos adquirir experiência com quem já fez o G20”, disse Lula, explicando a coordenação dos trabalhos no Brasil ficará a cargo dos ministérios das Relações Exteriores e da Fazenda.

Agenda de trabalho

A agenda do G20 será decidida e implementada pelo governo do Brasil, com apoio direto da Índia, última ocupante da presidência, e da África do Sul, país que exercerá o mandato em 2025. Esse sistema é conhecido como troika e é um dos diferenciais do grupo em relação a outros organismos internacionais.

É a primeira vez que o Brasil assume a presidência do G20 desde a sua criação, em 1999. O país esteve presente desde o início, quando as 20 maiores economias do mundo se reuniram com o objetivo de buscar uma solução para a grave crise financeira que abalou todos os mercados e que levou à quebra de um número enorme de bancos e outras companhias.

O grupo reunia, à época, apenas ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais. Em 2008, para enfrentar nova crise financeira internacional, passou a ter o formato atual, com chefes de Estado e de Governo. Hoje, o G20 reúne 19 das maiores economias do mundo e a União Europeia. A União Africana também tornou-se membro permanente durante a 18ª Cúpula de Chefes de Estado e Governo, em agosto, em Nova Déli, na Índia.

De dezembro deste ano a novembro de 2024, o Brasil deverá organizar mais de 100 reuniões oficiais em várias cidades do país, que incluem cerca de 20 reuniões ministeriais, 50 reuniões de alto nível e eventos paralelos. O ponto alto será a 19ª Cúpula de Chefes de Estado e Governo, nos dias 18 e 19 de novembro de 2024, no Rio de Janeiro.

Já no próximo dia 13 de dezembro, Lula receberá, em Brasília, os representantes da trilha de política, mais ampla e onde se discutem políticas públicas, e da trilha de finanças, as questões de financiamento. O Brasil está propondo uma aproximação entre essas duas instâncias, para que trabalhem de forma mais coordenada.

Participação social

A presidência brasileira no G20 vai criar ainda um canal de diálogo entre os chefes de Estado e governo e a sociedade civil. Um grande evento de participação popular será realizado previamente à reunião dos líderes no Rio de Janeiro.

Como exemplo, o presidente Lula saudou a intenção do presidente da Câmara, Arthur Lira, de realizar um encontro de mulheres parlamentares. “Não vamos deixar nenhum segmento da sociedade fora do debate do G20”, disse Lula, anunciando que também será instalado um grupo de trabalho sobre empoderamento das mulheres.

Lira também esteve na reunião no Palácio do Planalto, assim como o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso.

Ontem (22), o presidente Lula participou da Cúpula Virtual do G20, que marcou o fim da presidência da Índia do bloco, que vai até 30 de novembro. Na ocasião, ele anunciou que a presidência do Brasil no G20 terá uma iniciativa para a bioeconomia. O Brasil também criará duas forças tarefas no bloco, uma contra a fome e a desigualdade e a outra contra a mudança do clima.

Prioridades

A presidência brasileira no G20 terá três prioridades, uma delas é a inclusão social e a luta contra a desigualdade, a fome e a pobreza. “Não é mais humanamente explicável um mundo tão rico, com tanto dinheiro atravessando os atlânticos a gente ter tanta gente ainda passando fome”, afirmou Lula.

A segunda prioridade é o enfrentamento das mudanças climáticas, com foco na transição energética, e a promoção do desenvolvimento sustentável em suas dimensões econômica, social e ambiental.

“Essa tradição energética se apresenta para o Brasil como a oportunidade que nós não tivemos no século 20, de termos no século 21 a possibilidade de mostrarmos ao mundo que quem quiser utilizar energia verde para produzir aquilo que é necessário à humanidade, o Brasil é o porto seguro para que as pessoas possam vir aqui fazer os seus investimentos e fazer com que esse país se transforme num país, definitivamente, desenvolvido”, disse o presidente.

Por fim, o Brasil vai defender a reforma das instituições de governança global, que reflita a geopolítica do presente. Desde que assumiu o mandato, em discursos em diversas instâncias internacionais, Lula tem defendido que o modelo atual de governança, criado depois da Segunda Guerra Mundial, não representa mais a geopolítica do século 21. Para o presidente, é preciso uma representação adequada de países emergentes em órgãos como o Conselho de Segurança das Nações Unidas e em instituições de financiamento como o Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Lula defende que a dívida externa dos países mais pobres precisa ser equacionada. “[Não é possível que essas instituições continuem] funcionando como se nada tivesse acontecendo no mundo, como se tivesse tudo resolvido muitas vezes, instituições que emprestam dinheiro não com o objetivo de salvar o país que está tomando dinheiro emprestado, mas para pagar dívida, não para produzir um ativo produtivo, em uma demonstração de que não há contribuição para salvar a vida dos países”, disse, citando a dívida da Argentina com o FMI e o endividamento de países africanos que chega a US$ 800 bilhões.

“Se não houver rediscussão de como fazer financiamento para os países pobres, a gente não vai ter solução, os ricos vão continuar ricos, os pobres para vão continuar pobres e quem tá com fome vai continuar com fome”, afirmou.

Receita com exportação de industrializados de MS alcança US$ 4,5 bi no acumulado de janeiro a outubro

0

2023-11-23 18:06:39

Receita com exportação de industrializados de MS alcança US$ 4,5 bi no acumulado de janeiro a outubro

A receita com a exportação de produtos industriais alcançou em outubro US$ 405,3 milhões de dólares, indicando recuo de 18% em relação ao mesmo mês de 2022, quando o valor ficou em US$ 493,7 milhões. Já no acumulado de 2023 a receita total alcançou US$ 4,509 bilhões de dólares, proporcionando crescimento de 5% em relação ao mesmo período de 2022, quando o valor ficou em US$ 4,306 bilhões.

“Esta é a maior receita já alcançada com a exportação de produtos industriais no período de janeiro a outubro. Quanto à participação relativa, no mês, a indústria respondeu por 61% de toda a receita de exportação de Mato Grosso do Sul. Já no acumulado do ano, a participação está em 51%”, explicou o economista-chefe da Fiems, Ezequiel Resende.

Grupos que apresentaram maior participação nas receitas de exportação

Ainda de acordo com Ezequiel Resende, os segmentos industriais que apresentaram maior participação nas receitas de exportação foram “Celulose e papel”, “Complexo frigorífico” e “Óleos vegetais e demais produtos de sua extração”, respondendo por 70% das exportações no período entre janeiro e outubro.

No grupo “Celulose e papel”, a receita com exportações de industrializados alcançou em outubro deste ano quase US$ 100 milhões. Já no acumulado de janeiro a outubro, o valor foi de US$ 1,2 bilhão. Os principais produtos exportados foram pastas químicas de madeiras e os principais compradores foram China, Estados Unidos, Itália, Holanda e Argentina.

Com relação ao grupo “Complexo frigorífico”, as exportações atingiram em outubro US$ 100,2 milhões, enquanto que no acumulado do ano, o valor chegou a US$ 1,12 bilhão. Os principais produtos comercializados foram carnes desossadas congeladas de bovino, pedaços e miudezas congelados de frango, carnes desossadas e refrigeradas de bovino e carne de suíno congelada. Os principais importadores foram China, Chile, Estados Unidos, Emirados Árabes e Japão.

Já quanto ao grupo “Óleos vegetais e demais produtos de sua extração”, a receita com exportações foi de US$ 52,2 milhões em outubro e de US$ 870,1 milhões entre os meses de janeiro e outubro. Os principais produtos exportados foram bagaços e resíduos da extração do óleo de soja, farinhas e pellets da extração do óleo de soja, óleo de soja bruto, óleo de soja refinado, farelo de milho e óleo de milho bruto. Os principais países compradores foram Holanda, Polônia, Indonésia, Índia e Venezuela.

Frente Parlamentar Invasão Zero dará posse aos membros na próxima quarta-feira

0

2023-11-23 17:31:54

Frente Parlamentar Invasão Zero dará posse aos membros na próxima quarta-feira

O deputado estadual Coronel David (PL) informou ao Parlamento nesta quinta-feira (23), durante sessão plenária, sobre a posse dos membros da FPIZ (Frente Parlamentar Invasão Zero), marcada para a próxima quarta-feira, 29 de novembro, às 8 horas. A reunião será na sala de reuniões da presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

A FPIZ foi proposta por Coronel David na Casa de Leis e aprovada por unanimidade em 7 de novembro. O objetivo central do grupo de trabalho é debater, propor soluções e acompanhar a implementação de políticas públicas para combater invasões de propriedades, tanto em áreas rurais quanto urbanas no Estado.

“Será um grande fórum de debates e ações para que o Mato Grosso do Sul não conviva com esta questão das invasões de terras e que o direito de propriedade seja respeitado por aqui. A principal intenção de minha iniciativa é levar a paz ao campo”, afirma Coronel David. 

Recentemente, em uma reunião com o presidente da Famasul (Federação de Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul), Marcelo Bertoni, e o presidente da Acrissul (Associação dos Criadores do MS), Guilherme Bumlai, Coronel David formalizou o convite para que os dirigentes participem dos trabalhos da Frente.

A posse dos membros da FPIZ contará com a presença do presidente da Casa de Leis, Gerson Claro (PP), do 1º secretário, deputado Paulo Corrêa (PSDB), da secretária-adjunta de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania, Viviane Luiza da Silva; além de integrantes da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), Famasul, Acrissul, sindicatos rurais, ASPNP (Associação Sul-Mato-Grossense de Produtores de Novilho Precoce) e representantes indígenas e do MST (Movimento Sem Terra).

<--
-->