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Nova cultivar de capim-andropogon apresenta maior produtividade em áreas de baixa fertilidade

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2023-11-25 21:09:24

Nova cultivar de capim-andropogon apresenta maior produtividade em áreas de baixa fertilidade

Pesquisadores da Embrapa Cerrados (DF) desenvolveram uma nova cultivar do capim-andropogon, a BRS Sarandi. Trata-se de uma evolução do Andropogon gayanus cultivar Planaltina, a primeira forrageira tropical lançada comercialmente pela Embrapa em 1980. Além do ótimo desempenho para os rebanhos do Cerrado brasileiro, com ganhos que chegam a 1,15 kg de peso vivo por dia para bovinos em recria, durante a estação chuvosa, a nova variedade garante alta produtividade em solos de baixa fertilidade e maior valor nutricional.

"A nova cultivar da Embrapa é excelente opção para os ambientes mais desafiadores em relação ao clima e ao solo, como os que têm solos com baixa fertilidade ou passam por longos períodos de seca ou ainda os que sofrem com ataques severos de cigarrinhas. Esse capim se destaca por sua rápida rebrota, elevada qualidade nutricional e seu ótimo consumo pelos animais”, explica o pesquisador Marcelo Ayres, da Embrapa Cerrados.

A cultivar é recomendada para áreas com menor fertilidade natural do Cerrado, inclusive no Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), e também para áreas marginais das fazendas onde a agricultura e outras espécies forrageiras não se desenvolvem bem.

“Buscamos uma evolução da cultivar Planaltina e estamos colocando à disposição dos pecuaristas da região Central do Brasil um produto mais atual, com alta produtividade e ótima qualidade nutricional, capaz de proporcionar maiores ganhos de peso dos bovinos em pastejo”, ressalta Ayres, coordenador do projeto de desenvolvimento da nova forrageira.

Nos experimentos conduzidos na Embrapa Cerrados, a BRS Sarandi apresentou resultados de desempenho animal muito satisfatórios para o rebanho, como explica o pesquisador Gustavo Braga: “Avaliamos os ganhos de peso de animais bovinos da raça Nelore. Os animais mantidos no pasto de BRS Sarandi ganharam de 8% a 10% de peso quando comparados aos animais mantidos na cultivar Planaltina”. O pesquisador explica que essa diferença ocorre basicamente porque a cultivar Sarandi apresenta maior quantidade de folhas em relação à Planaltina. Consequentemente, ela tem melhor valor nutritivo e isso se reflete no desempenho dos animais em pastejo.

Os diferenciais da cultivar

No bioma Cerrado, a cultivar é a primeira a rebrotar logo após as primeiras chuvas. Ela garante alimento para o gado no início da estação chuvosa, quando as outras forrageiras ainda não começaram a produzir. Essa vantagem foi comprovada pelo empresário Celso Pess Júnior, responsável pela Sementes Ponto Alto, uma das empresas que está multiplicando as sementes do Andropogon, com propriedade em Ribas do Rio Pardo (MS).

“Nós colocamos a BRS Sarandi em uma área de baixa produtividade, degradada. E também, propositadamente, em uma área de fertilidade bem baixa. Mesmo assim, ela se destaca muito. Suas plantas passam as outras em altura e formam um bom volume de massa. Ela tem uma rebrota e um crescimento muito rápido, principalmente no início da estação chuvosa”, salienta ele.

Pess ressalta ainda a composição da forragem e sua aceitação pelos animais: “O volume da BRS Sarandi está muito relacionado ao volume de folhas que ela tem. A planta praticamente não tem talo, tudo o que ela produz é folha. É um material bem aveludado, bem macio. Os animais gostam muito. Nós vimos uma pressão de pastoreio muito grande em cima dela, na área onde tem outros pastos misturados”.

Fábio de Oliveira Júnior, responsável pela Agrosol, empresa de sementes situada em Goiânia (GO), ficou interessado na cultivar justamente quando soube que ela tem mais folhas do que as outras cultivares. Ele plantou uma área com a BRS Sarandi e colheu 40 toneladas. As sementes produzidas para  a comercialização na safra 2023/24 foram praticamente todas vendidas. “O mercado é carente de novas variedades, principalmente de Andropogon, que só tem duas”, justifica.

O empresário conta como foi essa primeira experiência com a cultivar: “Deu muito certo esse primeiro plantio. Foi até uma surpresa porque a produtividade foi muito boa. Colhemos em agosto e a produção foi quase toda vendida para pecuaristas de Goiás, Minas Gerais e Tocantins”.

Ele ressalta que o preço da semente ainda está alto porque tem pouca oferta no mercado. Mas acredita que em breve esse cenário mudará: “Na próxima safra, teremos uma produção maior. Com certeza, os preços estarão melhores para o pecuarista”.

Outros aspectos de destaque da cultivar são: maior qualidade da forragem, maior perfilhamento e plantas mais uniformes. “A resistência a pragas e doenças é um dos pontos fortes dessa espécie. Com ela, o pecuarista não precisa se preocupar com pragas como cigarrinhas e nematoides. Além disso, a espécie tolera bem a incidência de fogo”, salienta o pesquisador Marcelo Ayres.

Para orientar a recomendação da cultivar, a Embrapa Cerrados está preparando um material para os técnicos das revendas agropecuárias, com as principais características e orientações. “O objetivo é que as equipes de venda tenham à mão as principais características e orientações para saber indicar a cultivar”, explica o pesquisador.

Outro material será elaborado especificamente para o pecuarista, acompanhando as sementes compradas. Nele, constarão o período de plantio, de adubação, informações sobre os manejos do pasto e do rebanho, quando colocar e tirar o animal do pasto, entre outras, para garantir o melhor aproveitamento do material.

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Resultados além do esperado

“Os dados de produtividade que registramos foram altíssimos, não esperávamos esse resultado”, destaca Gustavo Braga. O ganho de peso vivo médio diário de bovinos Nelore machos em recria foi avaliado em pastagens de BRS Sarandi na Embrapa Cerrados entre abril de 2018 e junho de 2020. Os bovinos foram mantidos em três taxas de lotação (1,5, 2,5 e 3,3 unidades animal por hectare (UA/ha)), em piquetes de 1,5 ha, em lotação contínua. No experimento, a taxa de lotação intermediária (2,5 UA/ha) teve o melhor resultado: 15 arrobas de carcaça por hectare/ano.

Quanto à produtividade de forragem, a cultivar também foi avaliada por dois anos, durante os períodos das águas e da seca. A produtividade de massa seca e a forragem acumulada foram similares às das cultivares Planaltina e Baetí – de 11 a 15 toneladas por hectare por ano, com adubação de nitrogênio entre 40 e 60 quilos por hectare por ano. “Esse patamar pode aumentar com maiores doses de nitrogênio ou em ambientes com estação chuvosa mais prolongada”, informa Braga.

No entanto, apesar de as produtividades terem sido similares, a BRS Sarandi produziu maior quantidade de folhas, principalmente nas rebrotações da estação chuvosa, que é o período com maior acúmulo de forragem e hastes. O pesquisador ressalta o impacto dessas melhorias no sistema de produção: “As características da cultivar, como plantas mais uniformes e baixo porte, com mais folhas e menos hastes, facilitam o manejo do pasto pelo pecuarista e aumentam o consumo da gramínea pelos animais”.

A nova cultivar da Embrapa é recomendada para uso em pastagens puras ou consorciadas com leguminosas na região do Cerrado, em solos de baixa à média fertilidade, com textura que varia de arenosa à argilosa, sem problemas de drenagem.

“O cultivo em consórcio com milho ou sorgo é uma alternativa para amortizar os custos de implantação do pasto e ainda intensificar o uso da terra”, ressalta o pesquisador Allan Kardec, também componente da equipe da Embrapa Cerrados. Em Planaltina (DF), a semeadura simultânea com milho na primeira safra resultou em 5,2 toneladas por hectare (t/ha) de grãos e 2,1 t de massa seca (MS/ha) de massa de forragem.

O uso da BRS Sarandi deve ocorrer preferencialmente em sistemas extensivos de cria e recria de bovinos, com ênfase no aproveitamento da forragem na estação chuvosa. Em pastos bem manejados em sistemas mais intensificados, com alta oferta de forragem e de folhas, também pode proporcionar elevados desempenhos animais nas fases de engorda e terminação.

A forrageira é recomendada para ovinos, caprinos e até mesmo equinos. “Sobre a aceitação da forragem pelos animais, chamamos a atenção de que isso depende de um bom manejo dos pastos. Se as plantas estiverem muito altas, passadas, o animal terá dificuldade de consumir essa forragem e, consequentemente, o desempenho será mais baixo, seja em ganho de peso, seja na produção leiteira”, reforça Braga. Outra opção é usar a cultivar para produção de feno ou silagem.

O Andropogon gayanus é uma planta forrageira perene que cresce em touceiras. É uma espécie pouco exigente em relação à fertilidade do solo e tolera ambientes com baixa pluviosidade. Por essas características, a BRS Sarandi pode ser cultivada em ambientes de outros biomas, como a região Norte (bioma Amazônia) e parte da região Nordeste (bioma Caatinga), onde já é feito o cultivo das outras cultivares de capim-andropogon, além de regiões com pluviosidade menor ou instável, como o Semiárido nordestino.

No entanto, ela não tolera encharcamento. O acúmulo de água no solo afeta o desenvolvimento das plantas. Portanto, a recomendação é para plantio em solos bem drenados, o que limita seu cultivo na região amazônica.

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O Andropogon, que você já conhece, agora muito melhor

Na década de 1990 estima-se que a cultivar Planaltina chegou a ocupar 5% do mercado formal de forrageiras em pastagens do Cerrado e da Amazônia. Hoje, ela ocupa cerca de 1,5 milhão de hectares, o que corresponde a 2% do mercado. Para os produtores que já utilizam o capim-andropogon, a BRS Sarandi traz facilidades e melhores resultados, mas mantém as características já conhecidas.

A expectativa é que ela substitua a cultivar anterior e ainda seja adotada por produtores que apostam na diversificação das pastagens. “Nós refinamos alguns atributos da cultivar Planaltina para chegar à BRS Sarandi. Depois de 40 anos, retomamos o programa de melhoramento genético da espécie. Focamos em algumas características e mantivemos as qualidades pelas quais ela já é conhecida, consolidadas pela história de sucesso das duas cultivares anteriores, a Planaltina e a Baetí [cultivar da Embrapa lançada em 1993]”, afirma Ayres.

Na próxima safra, pecuaristas do Cerrado já plantarão pastos com a nova forrageira. Francisco Laface Neto foi um dos que comprou sementes da primeira safra destinada à comercialização. O objetivo é plantar 50 hectares na fazenda Tamboril, que fica em João Pinheiro (MG). A propriedade terá 3 mil hectares, de um total 50 mil hectares, com a BRS Sarandi e no futuro, se a experiência der certo, conforme for sendo necessário renovar a pastagem, o capim antigo será substituído pela nova variedade.

Laface Neto conheceu a cultivar ao ler uma matéria sobre o aniversário de 50 anos da Embrapa, a BRS Sarandi foi uma das tecnologias lançadas na ocasião, e imediatamente ficou interessado. “Pelo o que eu li na matéria, inclusive com informações do Marcelo [Ayres], de que é um Andropogon, sendo que o Andropogon já é recomendado para o tipo de solo que nós temos, que é um solo do Cerrado, que aguenta períodos de seca, que é mais resistente, mais adaptado, logo fui atrás do material”, lembra.

A área onde o Sarandi será plantado já foi preparada, com calagem e adubação. Agora, é só esperar a chuva para plantar. Daqui a uns três meses, o pecuarista saberá se suas expectativas serão atendidas. “Nossas expectativas são as melhores. Se a cultivar replicar em campo 80% do que produziu durante a pesquisa, já está muito bom.” O plano é não só substituir todas as gramíneas que hoje estão no pasto da fazenda Tamboril, mas as de todas as fazendas do grupo Agropecuária dos Pratas, sete, no total, que hoje se dedicam à pecuária de cria.

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Da Planaltina à Sarandi

O programa de melhoramento de Andropogon gayanus começou com a coleta de sementes das cultivares da Embrapa – Planaltina e Baetí –, oriundas de oito localidades do Cerrado e do Semiárido brasileiro, mais especificamente dos estados de Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Mato Grosso, e do banco de germoplasma da própria Embrapa. A seleção partiu de 4.500 plantas e chegou a 150 que apresentaram melhor relação entre folhas e colmos.

Depois foram priorizadas plantas com florescimento tardio, para estender o período de utilização da forragem pelos animais. Como consequência, foram obtidas plantas com porte mais baixo. “Uma das características da Planaltina é que ela tem uma inflorescência muito grossa. Como os animais não conseguem comer essa parte da planta, elas continuam crescendo e dificultam o manejo do pasto, diminuem a qualidade da forragem e limitam o aproveitamento pelos animais. Com a BRS Sarandi, buscamos plantas com mais folhas e menos hastes, alcançando maior qualidade nutricional e melhorando o consumo animal”, detalha Gustavo Braga.

O nome da cultivar faz referência a uma das fazendas onde a Embrapa Cerrados foi instalada. Também é um regionalismo que significa terra fraca ou estéril, o que remete a um dos atributos da nova cultivar, que é a de se adaptar e produzir em solos de baixa fertilidade.

Fotos nesta matéria: Allan Kardec

Diversas espécies, um só pasto

As forrageiras mais utilizadas pelos pecuaristas brasileiros são do gênero Brachiaria e Panicum Maximum, que respondem por cerca de 90% das áreas com espécies tropicais. Desde 1990, a Síndrome da Morte do Braquiarão (Brachiaria brizantha), também chamada de morte súbita, tornou-se uma ameaça à cultivar Marandu e eliminou pastos inteiros em vários estados da Amazônia e do Cerrado. Com isso, vários produtores procuraram o Andropogon como opção para áreas com solos de baixa fertilidade.

Devido à adaptação e resistência à cigarrinha-das-pastagens e nematoides de solo, o cultivo do capim-andropogon ocorre de forma alternativa ou complementar às cultivares de Brachiaria e Panicum em sistemas extensivos de produção animal a pasto, principalmente em áreas de menor fertilidade das propriedades.

“A concentração de poucas espécies e cultivares em extensas áreas, associada à pequena variabilidade genética dentro de cada espécie, mostra-se um risco para a pecuária nacional”, alerta Marcelo Ayres. Foi o que aconteceu com a morte súbita do Braquiarão e com o colapso das pastagens de Brachiaria decumbens, que estavam sendo dizimadas pelo ataque das cigarrinhas das pastagens, também na década de 1980.

Uma das estratégias para lidar com esses problemas é a diversificação de espécies e cultivares de forrageiras plantadas na propriedade. Essa prática permite obter, do ponto de vista produtivo, o melhor de cada espécie ou cultivar. “A BRS Sarandi é uma ótima opção para a diversificação das pastagens em áreas com ataques frequentes das espécies de cigarrinhas. A cultivar também é resistente a nematoides, em especial o Pratylenchus brachyurus, o que possibilita seu uso como planta de cobertura ou em consórcio para o manejo dessa praga”, ressalta Allan Kardec.

Armazenadas para o futuro

Em 2021, sementes de Estilosantes e Andropogon foram enviados para o cofre do fim do mundo, o Svalbard Global Seed Vault, na Noruega. Dos capim-andropogon, tanto a cultivar Planaltina quanto a nova BRS Sarandi, juntamente com 322 acessos de Stylosanthes guianensis, estão armazenadas neste cofre a mais de 130 metros de profundidade, mantidas a -18ºC.

Inaugurado em 2008 para proteger materiais genéticos os mais diversos possíveis, o local já recebeu quase um milhão de amostras de sementes de diferentes espécies, enviadas por mais de 70 países. Só o Brasil enviou mais de 100 mil amostras. A estrutura foi planejada para oferecer proteção contra eventos climáticos catastróficos e até explosões nucleares. As câmaras de sementes estão localizadas a uma profundidade de 130 metros, com as temperaturas mantidas a -18ºC, em baixa umidade, possibilitando um armazenamento de longo prazo.

Onda massiva e misteriosa de energia vinda de parte vazia do espaço é detectada por cientistas

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2023-11-25 20:04:53

Onda massiva e misteriosa de energia vinda de parte vazia do espaço é detectada por cientistas

Astrônomos detectaram partículas de uma energia extremamente rara e intensa que atinge a Terra e se surpreenderam ao descobrir que ela vem de uma parte aparentemente vazia do Universo.

A onda, nomeada em homenagem à figura mitológica solar japonesa Amateratsu, é uma das mais fortes já catalogados pelos pesquisadores. No entanto, pouco se sabe sobre ela e também se desconhece como teria surgido.

Segundo o jornal The Guardian, os cientistas explicam que apenas os eventos cósmicos mais poderosos, muito maiores que a explosão de uma estrela, são capazes de produzir tais partículas energéticas.

No entanto, Amateratsu teria vindo do "Vazio Local", uma área vazia do espaço que está na fronteira da Via Láctea.

"Se traçamos a sua trajetória até a origem, não há nada suficientemente energético para produzi-la. Esse é o mistério, o que está acontecendo?", disse o professor John Matthews, coautor do artigo publicado na revista Science que descreve a descoberta.

"Quando vi pela primeira vez esse raio cósmico de energia ultra-alta, pensei que devia ter havido um erro, pois mostrou um nível de energia sem precedentes nas últimas três décadas", afirmou Toshihiro Fujii, professor da Universidade Metropolitana de Osaka, no Japão.

Um bom candidato para essa liberação seria um buraco negro supermassivo no centro de outra galáxia que expele prótons, elétrons e nêutrons a distâncias absurdas com uma velocidade próxima à da luz.

Outra teoria seria que, por conta de a energia ser muito alta, a deflexão magnética seria muito maior do que a prevista, então ela estaria vindo de outro lugar.

Os astrônomos estão se baseando em pesquisas relacionadas à partícula "Oh-My-God", o raio cósmico mais poderoso já registrado, captado em 1991.

Enquanto Amateratsu tem uma energia superior a 240 exa-elétron-volts (EeV), milhões de vezes mais do que as partículas produzidas no Large Hadron Collider, o acelerador mais poderoso já construído, Oh-My-God chegou a 320 EeV e também não tinha uma fonte clara.

Nota de repúdio da ASSOMASUL e do COSEMS/MS

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2023-11-25 20:02:22

Nota de repúdio da ASSOMASUL e do COSEMS/MS

A Associação dos Municípios do Estado de Mato Grosso do Sul -ASSOMASUL  e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Estado de Mato Grosso do Sul – COSEMS/MS, publica a presente nota de repúdio conjunta, em atenção a entrevista veiculada no site “Hora Notícias.com.br”, no dia 23/11/2013, onde o Sr. Ronaldo de Souza, atual Superintendente Estadual do Ministério da Saúde no Estado de Mato Grosso do Sul profere sérias e levianas afirmações, alegando despreparo da Gestão dos Municípios do Interior.

É incorreto alegar despreparo por parte dos gestores municipais, como comprovado pelo notável desempenho no enfrentamento da pandemia mundial de COVID-19, onde o Estado de Mato Grosso do Sul destacou-se como líder na vacinação contra a doença por um longo período.

Clique AQUI para ver a nota na íntegra

A infundada declaração do atual superintendente do Ministério da Saúde revela seu total desconhecimento do árduo trabalho realizado nos municípios do interior para fortalecer e expandir o Sistema Único de Saúde (SUS), não poupando esforços nem recursos financeiros. As gestões municipais têm realizado investimentos crescentes em prol do SUS.

Prefeitos, prefeitas, gestores e gestoras municipais de saúde enfrentam responsabilidades significativas em relação ao orçamento público e à responsabilidade fiscal, que impõe limites percentuais para folhas de pagamento. Além disso, devem cumprir as políticas de saúde aprovadas pelos Conselhos Municipais de Saúde. Não possuem orçamento ilimitado para atender a todas as sugestões do Ministério da Saúde, que participa financeiramente com uma parcela mínima no custeio dos programas. Não sendo justo nem razoável transferir integralmente ao gestor municipal a responsabilidade pelo custeio de todas as políticas de saúde implementadas pela União.

Os municípios enfrentam uma crise financeira agravada em 2023, somada à redução da contrapartida por parte da União no financiamento do SUS, conforme destacado pelo estudo do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) na publicação “Financiamento do SUS na perspectiva municipal – contribuições do CONASEMS para o debate”, que ressalta, na página 25, a seguinte informação consolidada:

“Considerando dados desde 2002, uma projeção para os próximos três anos indica que tal composição em 2024 será de 41%; 33%; 26%. Significa dizer que mantendo o mesmo crescimento do gasto, estados e Municípios que hoje são responsáveis por 55% dos gastos em 2024 passarão a ser por 59%, com aporte predominantemente dos municípios.”

A afirmação de baixa adesão ao credenciamento de novas equipes do programa saúde da família ou outros programas de iniciativa do Ministério da Saúde é equivocada tendo em vista que a manutenção dessas equipes é impactada diretamente no tesouro municipal e minimamente financiada pelo Ministério da Saúde.

O cofinanciado pelas três esferas de gestão todas com suas atribuições bem definidas pela Lei nº 8080/90, e nº 8142/90 e demais legislações vigentes, dita que o gestor federal possui igual ou maior responsabilidade no financiamento das ações de saúde pública em todo o país.

A ASSOMASUL e o COSEMS/MS reiteram seu compromisso com uma gestão de saúde pública profissional e alinhada às demandas e necessidades da nossa população. Esperamos dos representantes do Ministério da Saúde no Estado de Mato Grosso do Sul uma parceria constitucional para fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) em nosso Estado.

Colocamo-nos à disposição para esclarecimentos adicionais e aguardamos que aqueles ocupando cargos em posições técnicas reafirmem seu compromisso com as funções institucionais que desempenham.

Campo Grande, 25 de novembro de 2023.

Edital vai apoiar cientistas negros e indígenas no pós-doutorado

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2023-11-25 20:01:57

Edital vai apoiar cientistas negros e indígenas no pós-doutorado

O Instituto Serrapilheira lançou a segunda edição do edital exclusivo para cientistas negros e indígenas. O foco são pesquisadores que tenham projetos na área de ecologia e que desejam obter, a médio prazo, uma posição formal como professor ou pesquisador. 

Segundo o Instituto, o objetivo é aumentar a participação desses grupos sub-representados na carreira científica.

Podem participar pesquisadores que tenham concluído o doutorado entre janeiro de 2013 e junho de 2024, prazo que se estende em até dois anos no caso de mulheres com filhos. Os interessados não devem ter vínculo formal com nenhuma instituição de ciência e tecnologia no momento da assinatura do contrato.

Serão selecionados até 12 candidatos. Os aprovados vão fazer pós-doutorado em grupos de pesquisa nos quais não tenham se formado nem atuado antes, nos estados das fundações parceiras do edital: Mato Grosso do Sul (Fundect), Pará (Fapespa) e Rio de Janeiro (Faperj).

Além de bolsa mensal de R$ 8 mil, os selecionados vão receber entre R$ 550 mil e R$ 700 mil para o financiamento da pesquisa durante três anos, renováveis por mais dois anos. O pagamento das bolsas virá das fundações. Já o auxílio à pesquisa será custeado por essas entidades em parceria com o Serrapilheira.

"Em nossa primeira chamada exclusiva para grupos sub-representados na ciência, lançada em parceria com a Faperj, selecionamos 12 cientistas negros e indígenas de excelência, e outros tantos ficaram de fora. Ficamos felizes em repetir a experiência, agora com mais FAPs parceiras e incorporando nosso aprendizado ao longo do processo”, disse, em nota, Cristina Caldas, diretora de Ciência do Instituto Serrapilheira. "Se não mudarmos a forma de seleção, cientistas negros e indígenas de excelência seguirão sendo excluídos do fazer científico, e todos os candidatos continuarão parecidos."

As inscrições vão de 4 de janeiro a 25 de janeiro de 2024. O Instituto Serrapilheira é uma instituição privada, sem fins lucrativos, que promove a ciência no Brasil. 

Cientistas com vínculo

Além do edital para cientistas negros e indígenas, o Serrapilheira lançou hoje outra chamada voltada a cientistas com vínculo permanente em instituições de ensino e pesquisa e com projetos nas áreas de ciências naturais, matemática e ciência da computação.

Ao todo, serão selecionados até 42 pesquisadores nos dois editais, que ocorrem em parceria com FAPs (fundações de amparo à pesquisa) de diferentes estados.

Juntas, as iniciativas preveem investimento de no mínimo R$ 21 milhões, entre pagamento de bolsas e financiamento de pesquisas. O valor total, que deve crescer, dependerá da quantidade de recursos que cada FAP disponibilizará – o que, por sua vez, só será definido depois que a seleção dos candidatos estiver concluída e os estados dos escolhidos forem conhecidos.

O objetivo dos dois editais é criar condições para jovens cientistas do Brasil desenvolverem suas pesquisas com recursos financeiros e autonomia na escolha dos projetos.

Os editais completos podem ser acessados no site do Serrapilheira.

Vereador Roberto Sangue Bom pede mais médio para o Posto da Vila Limeira em Amambai

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2023-11-25 19:54:09

Vereador Roberto Sangue Bom pede mais médio para o Posto da Vila Limeira em Amambai

Vilson Nascimento

Por meio de indicação apresentada durante a sessão da Câmara Municipal da segunda-feira, dia 13 de novembro, o vereador Roberto Peres, o “Roberto Sangue Bom”, levou ao conhecimento e consequentemente realizou o pedido ao prefeito, Dr. Edinaldo Bandeira, para a contratação demais um médio para atender no Posto de Saúde da Vila Limeira, a vila mais populosa da cidade, em Amambai.

Ao justificar a indicação o vereador ressaltou que o pedido foi feito pelo fato de ter poucos atendimentos à população no período da manhã, restringindo a quantidade de consultas a apenas 10 (dez) vagas. 

“O Posto de Saúde da Vila Limeira atende os munícipes residentes das Vilas Santo Antônio, Nossa Senhora Aparecida e Limeira, sendo assim necessita ampliar os atendimentos médicos para poder atender melhor a demanda dos moradores”, disse Sangue Bom. 

Estudos mostram que cigarro eletrônico pode ajudar a parar de fumar

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2023-11-25 19:04:18

Estudos mostram que cigarro eletrônico pode ajudar a parar de fumar

Desde seu surgimento no mercado, o cigarro eletrônico tem sido objeto de diversos estudos que avaliam os impactos do uso prolongado na saúde dos consumidores. Embora ainda seja um tema sensível no Brasil, uma vez que sua venda é proibida desde 2009, a lista de países que regulamentaram o cigarro eletrônico e o reconhecem como um importante instrumento para políticas de controle do uso de tabaco e redução de danos à saúde só cresce — já são mais de 80 países, incluindo Reino Unido, Canadá, Estados Unidos, Suécia, Nova Zelândia, todos os países da União Europeia, entre outros.

A opção pela regulamentação, todavia, não aconteceu sem embasamento. Afinal, todos esses países tomaram suas decisões respaldados pelo resultado de amplas pesquisas realizadas em diversos lugares do mundo.

O Cochrane, por exemplo, uma reconhecida rede internacional de saúde pública independente — com sede no Reino Unido e cientistas de todo o mundo, inclusive brasileiros — publicou em setembro de 2023 uma revisão de 319 estudos com mais de 157 mil indivíduos que atestou “concluímos com alto nível de certeza que os cigarros eletrônicos estão associados com altas taxas de cessação do ato de fumar”.

O Ministério da Saúde do Canadá também reitera a importância dos cigarros eletrônicos na redução de danos. Segundo a agência governamental Health Canada, “[…] o vape é mais eficiente que somente terapias de reposição de nicotina ou aconselhamento. […] Se você não consegue parar de fumar com métodos aprovados, substituir o cigarro convencional pelo uso dos vapes reduz significativamente sua exposição a substâncias tóxicas da fumaça do tabaco”.

A Inglaterra, por sua vez, foi responsável pela produção da maior e mais consistente revisão científica sobre o tema até hoje. Pesquisadores do King’s College London desenvolveram um estudo independente para revisão de mais de 400 pesquisas que versam sobre cigarros eletrônicos. A conclusão é que os cigarros eletrônicos possuem um impacto 20 vezes menor na saúde dos consumidores do que o cigarro convencional.

Tal estudo, inclusive, foi fundamental para subsidiar o recém anunciado pacote de medidas do governo britânico para atingir a meta de apenas 5% de fumantes até 2030. Entre as medidas anunciadas, está a doação de 1 milhão de kits gratuitos de cigarros eletrônicos para adultos fumantes como estímulo para que deixem de utilizar produtos de tabaco.

É fundamental esclarecer que o cigarro eletrônico é um produto de risco reduzido, mas não é inócuo. “O dispositivo não é isento de riscos, por isso não é recomendado para pessoas que não fumam e nem para menores de idade. Quando regulamentado e comparado com o cigarro comum, ele é considerado uma alternativa de menor risco para adultos fumantes”, esclarece Alessandra Bastos, farmacêutica, ex-diretora da Anvisa e consultora científica da BAT Brasil.

Para a farmacêutica, o que todos esses estudos possuem em comum é sua capacidade de subsidiar uma nova abordagem em relação ao cigarro eletrônico no Brasil. “Em 2009, quando a Anvisa optou pela proibição dos vapes no país, foi uma medida cautelosa porque não existiam muitas evidências científicas. Mas, hoje, temos uma infinidade. Essas pesquisas não podem ser ignoradas, principalmente por se tratar de um assunto de saúde pública”, explica Bastos.

Nota:

Vaporizadores e produtos de tabaco aquecido são produtos destinados a maiores de 18 anos, assim como o cigarro. Estes produtos não são isentos de riscos.

A redução de riscos de vaporizadores e produtos de tabaco aquecido é baseada nas evidências científicas mais recentes disponíveis e desde que haja a substituição completa do consumo de cigarros tradicionais.

“A BAT é operada por terceiro, sendo que este conteúdo não foi elaborado e não tem ingerência ou responsabilidade associada à CNN Brasil e/ou a nenhuma de suas empresas controladoras.”.

Rio Verde: Coronel David propõe emenda aditiva ao orçamento do estado para construção do Corpo de Bombeiros

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2023-11-25 18:05:31

Rio Verde: Coronel David propõe emenda aditiva ao orçamento do estado para construção do Corpo de Bombeiros

O deputado estadual Coronel David (PL) esteve em reunião com o prefeito de Rio Verde Réus Fornari (DEM), nesta sexta-feira (24). O parlamentar apresentou ao Executivo Municipal, sua proposta de emenda aditiva ao orçamento fiscal do estado para construção de uma unidade do Corpo de Bombeiros na cidade. “Rio Verde é um potencial turístico do Estado e precisa de uma guarnição do Corpo de Bombeiros para estabelecer normas de segurança para que a gente evite qualquer tipo de sinistro que possa afetar a população e seus visitantes”, argumenta o deputado.

Coronel David deu início na articulação para implantação do Corpo de Bombeiros em Rio Verde, em reunião realizada na última semana, com o comandante-geral do CBMMS (Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso do Sul), coronel Frederico Reis Pouso Salas.

Ainda no Paço Municipal, com o prefeito Réus Fornari, o parlamentar firmou compromisso para destinação de emenda parlamentar, já no próximo ano, que deverá ser aplicada na compra de uma ambulância solicitada pelo prefeito, a pedido do servidor público conhecido como Tico da Ambulância. Estavam presentes na reunião o vereador Zé Pimenta e o médico veterinário Rafael de Oliveira, filho do prefeito José de Oliveira, falecido em novembro de 2021. Seu Zé, como era conhecido, estava em mandato quando não resistiu a um câncer ósseo; foi prefeito de Rio Verde de Mato Grosso por cinco mandatos, além de deputado estadual e vereador.

Segurança

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Coronel David também esteve no 3º Pelotão da Polícia Militar de Rio Verde em reunião com o comandante do Batalhão de Coxim, tenente-coronel Magno e com o comandante do Pelotão de Rio Verde, tenente Pinho, tratando sobre a ampliação das vagas do curso de formação, retorno dos níveis salariais e aumento do efetivo da polícia militar. Cerca de 5 mil polícias fazem, atualmente, a segurança pública no estado. 

“É importante saber que tem alguém lá na Assembleia Legislativa brigando pelos nossos direitos e trazendo benefício para nossa instituição. Agradeço ao Coronel David pelo trabalho realizado pela corporação”, disse o tenente-coronel Magno.

O deputado também esteve em duas rádios locais e falou sobre as ações e prestação de contas de seu mandato para Rio Verde e região, reforçando o compromisso firmado em favor da população rioverdense.

“Esta semana irei propor ao governador Eduardo Riedel, que tem feito um trabalho excepcional no Estado, a inclusão no orçamento do governo de recursos para construção da sede do Corpo de Bombeiros em Rio Verde. Além disso, destinarei no próximo ano mais uma emenda parlamentar para compra de uma ambulância para auxiliar no conforto e segurança durante o transporte dos pacientes atendidos pelo serviço público. Continuo firme, trabalhando por um Mato Grosso do Sul forte e desenvolvido”, afirma. 

Estatais devem fechar ano com rombo de quase R$ 6 bi; Tesouro pode ter que bancar déficit

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2023-11-25 18:02:25

Estatais devem fechar ano com rombo de quase R$ 6 bi; Tesouro pode ter que bancar déficit

As estatais brasileiras devem terminar o ano com um rombo de quase R$ 6 bilhões, o que pode levar o Tesouro Nacional a cobrir esse déficit pela primeira vez em oito anos, conforme dados do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias, divulgado pelo Executivo nesta semana.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prevê que as companhias tenham até R$ 3 bilhões de déficit em 2023, mas o último relatório do governo federal atualizou esses números para um rombo muito maior do que o permitido.

Entre as estatais, estão a Dataprev, com previsão de perdas de quase R$ 200 milhões; os Correios, com rombo estimado na casa dos R$ 600 milhões; as Indústrias Nucleares do Brasil (INB), com déficit de R$ 300 milhões, e a Emgepron, com R$ 3 bilhões no vermelho.

Para Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, um dos motivos para esse desempenho pode estar na queda da receita das estatais. O especialista ainda pontua que no ano passado as contas das companhias foram beneficiadas pelo Imposto Inflacionário, gerado pelo governo ao emitir mais papel-moeda. 

Como exemplo, Agostini cita a alta nos preços de energia elétrica, combustíveis e outras commodities, que, segundo ele, ajudou o cofre das estatais em 2022.

“Agora que caiu a arrecadação, caiu o faturamento, caiu o preço e a conta não está fechando”, completa.

A LDO autoriza compensação entre as metas previstas para o resultado do governo e das estatais, caso algum resultado fique fora do limite estabelecido. No entanto, essa prática não foi utilizada nos últimos anos, uma vez que as estatais estavam operando no positivo.

O coordenador do MBA em Gestão Financeira da Fundação Getulio Varvas (FGV), Ricardo Teixeira, afirma que o cumprimento das metas do orçamento é uma das grandes dificuldades na gestão de estatais.

Segundo o especialista, isso se explica justamente pelo “conforto” das empresas em saber que existe uma alternativa caso a conta não feche — neste caso, o Tesouro.

“Para estatal, sempre existe uma possibilidade de socorro, diferentemente de uma empresa privada”, pontua.

“Essa busca incessante que deve existir com relação ao orçamento não é tão perseguida nas estatais quanto na iniciativa privada”.

Além disso, outros fatores, como o momento de mercado de cada empresa e eventuais mudanças de gestão, por exemplo, também devem ser consideradas.

“É uma posição mais confortável do que na iniciativa privada. No setor privado, não vai ter esse ‘colchão’. O motivo que faz com que as empresas estatais não observem os custos é exatamente você não ter uma situação de vulnerabilidade tão grande”, diz.

Sobre o aumento de gastos por conta da elevação de preços, Teixeira afirma ser necessário avaliar caso a caso, mas ressalta que empresas com preços controlados podem ter tido elevação de custos.

“Mas trabalham com preço de mercado, essas estão em pé de igualde com as privadas”, acrescenta.

Segundo dados do Banco Central (BC), as estatais federais tiveram superávit em quatro dos últimos cinco anos, à exceção de 2020 (durante a pandemia da Covid-19), quando fecharam com déficit de R$ 614 milhões.

Para 2023, essa compensação pode ser necessária, uma vez que o déficit previsto é maior que o permitido pela LDO. O Tesouro reconheceu essa necessidade em um relatório do fim de outubro.

“Apesar da expectativa presente de necessidade de compensação, pelo Tesouro Nacional, no ano de no ano de 2023, quanto ao resultado primário das empresas estatais federais, para os anos seguintes, não se vislumbra a necessidade de esforço fiscal adicional pelo governo central”, diz o texto.

Segundo o governo federal, a privatização da Eletrobras é um dos fatores que explica a revisão da meta fiscal. O Ministério da Gestão diz que, desde 2009, os investimentos da companhia não eram contabilizados na meta fiscal.

“Em 2022, quando foi privatizada a Eletrobras, o governo federal não previu na LDO 2023 a excepcionalização do conjunto das empresas públicas de energia restantes, agora no grupo ENBPar. O erro foi corrigido no PLDO 2024”, disse a pasta em comunicado.

Mas a Eletronuclear, que fazia parte da holding, não foi privatizada com a Eletrobras e permaneceu como empresa estatal. Neste ano, ela passou a fazer parte das estatísticas fiscais.

Segundo o ministério, entre 2018 e 2021 houve um aporte de cerca de R$ 20 bilhões do governo federal que entrou no caixa das estatais, explicando o resultado superavitário no período anterior.

“O que acontece é que a dificuldade de caixa da Eletronuclear eventualmente estava sendo coberto pela Eletrobras. Agora foi tirado cobertor, e a gente está vendo o que tem embaixo”, avalia Teixeira.

O professor destaca a importância das ações que envolvem a Eletrobras serem questionadas.

“A grande pergunta é: ‘o desempenho que era esperado pela empresa é o desempenho que vai ser entregue no final deste ano?'”, pondera.

Sobre a mudança na projeção de do rombo para 2023, o Ministério da Gestão afirmou que a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais está consolidando a última proposta de reprogramação do orçamento das Empresas Estatais não dependentes, “a fim de avaliar a necessidade de manter a compensação no último Relatório de Avaliação das Receitas e Despesas Primárias”.

Justiça libera R$ 2,1 bilhões para pagamento de atrasados do INSS

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2023-11-25 17:02:43

Justiça libera R$ 2,1 bilhões para pagamento de atrasados do INSS

Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que entraram na Justiça vão receber um total de R$ 2,1 bilhões em atrasados neste mês. O CJF (Conselho da Justiça Federal) liberou os atrasados para aqueles que conseguiram a concessão ou a revisão do benefício por meio de ação judicial.

O valor corresponde a ações previdenciárias e assistenciais, como revisão de aposentadorias, auxílios-doença, pensões e outros benefícios, de 103.747 processos, destinados a 133.515 beneficiários.

No total, foram repassados aos TRFs (Tribunais Regionais Federais) R$ 2,5 bilhões, para quitar ações de 175.504 processos, com 218.261 beneficiários. A maior parte (R$ 2,1 bilhões) é para segurados da Previdência.

O pagamento será feito de acordo com o cronograma de cada Tribunal Regional Federal. O montante é referente às RPVs (requisições de pequeno valor) de outubro deste ano.

As RPVs são valores atrasados de até 60 salários mínimos — neste ano, até R$ 79,2 mil —, pagos em ações propostas no Juizado Especial Federal. Acima desse valor, são os chamados precatórios.

Para receber o pagamento, o processo precisa ter sido finalizado, sem possibilidade de recursos do INSS, o chamado trânsito em julgado. É preciso ainda que a Justiça tenha concedido a ordem de pagamento, a requisição ou a autuação do processo.

A consulta deve ser feita com o advogado responsável pela ação ou no site do Tribunal Federal, que mostrará a data em que a ordem de pagamento foi emitida pela Justiça.

O Conselho esclarece ainda que cabe aos TRFs, segundo cronogramas próprios, o depósito dos recursos financeiros liberados.

Com relação ao dia em que as contas serão efetivamente liberadas para saque, essa informação deve ser buscada na consulta de RPVs disponível no portal do Tribunal Regional Federal responsável.

Veja o valor que será pago em cada região da Justiça Federal

TRF da 1ª Região (DF, MG, GO, TO, MT, BA, PI, MA, PA, AM, AC, RR, RO e AP)
• Geral: R$ 1.046.482.385,40;
• Previdenciárias/assistenciais: R$ 905.762.766,36 (45.889 processos, com 53.001 beneficiários).

TRF da 2ª Região (RJ e ES)
• Geral: R$ 183.681.354,26;
• Previdenciárias/assistenciais: R$ 145.108.730,23 (6.341 processos, com 8.656 beneficiários).

TRF da 3ª Região (SP e MS)
• Geral: R$ 320.027.721,89;
• Previdenciárias/assistenciais: R$ 247.775.407,07 (8.163 processos, com 10.285 beneficiários).

TRF da 4ª Região (RS, PR e SC)
• Geral: R$ 482.353.690,61;
• Previdenciárias/assistenciais: R$ 422.258.108,09 (21.231 processos, com 28.149 beneficiários).

TRF da 5ª Região (PE, CE, AL, SE, RN e PB)
• Geral: R$ 333.708.839,36;
• Previdenciárias/assistenciais: R$ 277.752.030,87 (13.880 processos, com 22.629 beneficiários).

Embrapa e AEB firmam parceria para projeto de base na Lua

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2023-11-25 16:01:51

Embrapa e AEB firmam parceria para projeto de base na Lua

A presidente Silvia Massruhá, da Embrapa, e o presidente Marco Antônio Chamon, da Agência Espacial Brasileira (AEB),  assinaram, terça-feira, 21 de novembro, protocolo de intenções entre as duas instituições em prol da participação do País no Programa Artemis, da Nasa, agência espacial norte-americana, que reúne projetos de colaboração internacional. O Brasil é um dos 27 países signatários da parceria para implantação de uma base lunar e a preparação para a futura missão para Marte. A assinatura foi um registro simbólico do acordo firmado em setembro passado.

A partir de agora, a Embrapa vai atuar como provedora de dados, tecnologias e produtos que serão usados tanto na conquista do espaço quanto no dia a dia da sociedade brasileira, gerando oportunidades que contribuam com a superação de desafios, como o das mudanças climáticas, novas formas de produção, como fazendas verticais e cultivares com características que atendam aos novos mercados.

A iniciativa é considerada um marco importante não só para a pesquisa agrícola quanto para a pesquisa espacial brasileiras. “A Embrapa se preparou para este momento em que novas parcerias para o futuro se fortalecem”, disse a presidente Sílvia. “A pesquisa agropecuária traçou uma trajetória de 50 anos que agora pode alçar novos horizontes, além do papel de referência em agricultura tropical no mundo. E participar do projeto Artemis representa esta nova visão”.

De acordo com o presidente da AEB, a instituição criada há 30 anos se estruturou para o cenário mundial à época, mas o futuro aponta para outras direções. “A AEB estava focada na produção de foguetes, satélites e tecnologias de sensoriamento remoto, mas é preciso avançar e usar os dados que são gerados na busca por outros horizontes para o desenvolvimento do programa espacial brasileiro”, afirmou. “A parceria com a Embrapa neste projeto é a esperança de novas descobertas que trarão benefícios para a sociedade”, completou Marco Antônio Chamon.

Estiveram presentes Alexandre Berndt, chefe-geral da Embrapa Pecuária Sudeste, e a pesquisadora Alessandra Fávero, responsável pela articulação do projeto com a AEB, Warley Nascimento, chefe-geral da Embrapa Hortaliças, Alexandre Alonso, chefe-geral da Embrapa Agroenergia, Cynthia Cury, chefe da Assessoria de Relações Institucionais e Governamentais (ARIG), Rodrigo Leonardi, diretor de Gestão de Portfólio (AEB),  e Paolo Gessini, diretor de Inteligência Estratégica e Novos Negócios (AEB).

Construção de parceria para o futuro

“Desde que o Brasil assinou o Acordo Artemis, em 2021, e os objetivos publicados em 2022, sendo alguns deles relacionados ao cultivo de plantas no espaço, vislumbrou-se a oportunidade de a Embrapa contribuir com avanços em pesquisa agrícola. Assim, levei a ideia de Space Breeding e Space Farming à gestão da Embrapa Pecuária Sudeste, que apoiou o avanço de articulações sobre a temática junto a pesquisadores da Embrapa Agroenergia, Instrumentação, Hortaliças, Agroindústria Tropical e Soja, bem como de diversas instituições de pesquisa e universidades e a Agência Espacial Brasileira”, conta a pesquisadora Alessandra Fávero.

No decorrer de 2023, a partir da parceria entre Embrapa e AEB, foi consolidada uma rede de pesquisa com 12 instituições e mais de 30 pesquisadores, com o objetivo de avançar no desenvolvimento de sistemas de produção e adaptação das culturas de batata-doce e grão de bico, espécies consideradas opções de base alimentar para humanos em condições fora da Terra.

A proposta é que pesquisas avancem na adaptação de culturas, desde o plantio em ambientes fechados até a qualidade nutricional dos alimentos, incluindo, entre outros aspectos, adequação de soluções nutritivas em hidroponia e aeroponia (cultivo que mantém as plantas suspensas no ar, apoiadas pelas raízes).

“Acredita-se que, além do avanço das pesquisas a serem usadas no cultivo no espaço, muitos resultados em benefício à sociedade poderão ser obtidos, como novas cultivares e tecnologias para auxiliar na superação de desafios como o de mudanças climáticas ou novas formas de sistemas de produção, como as fazendas verticais”, destacou Alessandra.

Na mesma linha, Alexandre Berndt entende que os materiais selecionados no espaço, por radiação ionizante ou baixa gravidade, possuem diversos fatores que vão estimular e direcionar o melhoramento genético, podendo resultar em plantas mais adaptadas para o Brasil, para as condições de desafios climáticos.

Também foi formalizado o apoio a pesquisas em agricultura espacial, envolvendo AEB, Embrapa e Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe), com a participação em fóruns no  Brasil e no exterior, e internamente, na Embrapa, a criação de um grupo de trabalho para tratar o tema como disruptivo, a partir da ruptura de modelos e tecnologias tradicionais.

A previsão é de que no próximo ano seja realizado um workshop presencial com todos os integrantes da rede de pesquisa, além da realização do I Congresso Brasileiro de Agricultura Espacial, no segundo semestre de 2024, em Brasília.  A proposta, em versão resumida, deve ser entregue a AEB até a próxima sexta-feira, dia 24 de novembro.  

Confira a farmácia de plantão hoje, dia 25, em Amambai

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2023-11-25 15:41:23

Confira a farmácia de plantão hoje, dia 25, em Amambai

Plantão: Drogaria Vidal Farma

Fone: 99329-1923

(em frente a Rodoviária)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bubalinocultura contribui com quase R$ 40 milhões para o Valor Bruto da Produção em 2022

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2023-11-25 15:00:52

Bubalinocultura contribui com quase R$ 40 milhões para o Valor Bruto da Produção em 2022

No decorrer do ano de 2022, a bubalinocultura no Paraná se destacou ao contribuir com uma quantia significativa de R$ 39,7 milhões para o Valor Bruto da Produção (VBP) do estado. Esta informação foi divulgada no Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 17 a 23 de novembro, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

Do montante total, R$ 31,5 milhões originaram-se da comercialização de bubalinos de corte, enquanto R$ 8,2 milhões foram provenientes da venda de leite de búfala. O relatório do Deral destaca que, apesar das dificuldades enfrentadas nas últimas décadas, como a redução das áreas disponíveis para a produção em regiões-chave do estado, os rebanhos paranaenses têm mantido uma estabilidade relativa, variando entre 32 mil e 35 mil cabeças no período. de 2018 a 2022.

Embora essa quantidade represente apenas uma fração mínima do rebanho brasileiro, que totaliza aproximadamente 1,5 milhão de cabeças, municípios específicos se destacam na produção. Cerro Azul, localizada na Região Metropolitana de Curitiba, desponta como o principal produtor estadual de leite de búfala, concentrando mais de 29% da produção do Paraná. Enquanto isso, Adrianópolis se destaca como o principal produtor de bubalinos de corte na região.

O relatório ressalta que a carne de búfalo é adquirida por abatedouros a preços equivalentes à carne bovina e destaca a importância do manejo frequente dos animais para evitar o asselvajamento. Contudo, a bubalinocultura apresenta não apenas desafios, mas também vantagens em comparação com a bovinocultura. A resistência natural desses animais permite que os produtores utilizem menos recursos profiláticos para reduzir a incidência de doenças, o que, por sua vez, diminui os custos com medicamentos.

Além disso, a carne de búfalo possui diferenças marcantes em relação à carne bovina, sendo mais magra e com maior teor de proteína. Quanto ao leite de búfala, sua utilização ocorre predominantemente na produção de muçarela, um queijo típico originário da região da Campânia, no Sul da Itália. Este queijo é produzido exclusivamente com leite de búfala cru, moldado em esferas e amplamente empregado na culinária italiana.

Mais Social: de fraldas a leite, beneficiárias apontam programa como essencial para o básico do dia a dia

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2023-11-25 14:09:06

Mais Social: de fraldas a leite, beneficiárias apontam programa como essencial para o básico do dia a dia

Aos 22 anos, mãe de três filhos, com dois meses, 1 ano e 9 meses e 3 anos, Mariane Oliveira, moradora do Jardim Noroeste, em Campo Grande, vê no programa Mais Social um apoio fundamental no seu dia a dia. “Compro para minhas crianças. Leite e fralda. É o que me ajuda a vencer o mês”, revelou a dona de casa durante a reunião socioassistencial, realizada em seu bairro nesta semana.

Casada, Mariane também aponta o programa como uma renda que complementa o salário obtido por seu esposo. “Com o salário do meu marido e o Mais Social vamos comprando as coisas. Tem que pesquisar. Eu uso direitinho e é muito bom”, explica.

Levantamento da Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), que gerencia o Mais Social, aponta que dentre os beneficiários do programa, 93% são mulheres, donas de casa, em sua maioria. Mais de 54 mil pessoas no estado recebem o benefício.

Assim como Mariane, Tatiane Cardoso, 24 anos, tem no Mais Social uma segurança para garantir a alimentação de seu bebê de seis meses. “Moramos nós quatro. Meu marido, meu outro filho eu e o bebê. A prioridade é comida para as crianças. Eles sempre pedem alguma coisa”, conta.

Previstas em lei, as reuniões socioassistenciais acontecem de forma permanente nos 79 municípios do estado. O momento é aproveitado pelos técnicos do programa para repassarem informações e tirarem dúvidas dos beneficiários, dentre outros pontos.

Titular da Sead, a secretária Patrícia Cozzolino, aproveitou a reunião dessa semana no Jardim Noroeste para conversar com os beneficiários da região. A secretária reforçou a necessidade da boa utilização do cartão e também incentivou os beneficiários a pesquisarem sempre antes de realizarem suas compras.

A secretária também esclareceu aos beneficiários dúvidas em relação aos demais programas do Governo do Estado, como o Cuidar de Quem Cuida e o Energia Social.

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Dona Maria Oliveira, 60 anos, também deu seu depoimento durante a reunião: "O Mais Social ajuda muito minha família".

Mais Social

O Mais Social é um auxílio financeiro do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul e tem por objetivo de prestar atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar e nutricional, bem como promover a inclusão social e acesso às demais ações de políticas públicas.

O beneficiário recebe um auxílio financeiro no valor de R$ 300,00, creditado no cartão próprio, para aquisição de gêneros alimentícios e produtos de higiene pessoal, sendo proibida a aquisição de bebida alcoólica, produtos à base de tabaco ou outros indicados no regulamento, sob pena de exclusão do beneficiário do Programa. O cartão é de uso pessoal e intransferível.

Leomar Alves Rosa, Comunicação Sead
Fotos: Monique Alves

Aprovado Projeto de Lei, de Lia Nogueira, que trata sobre a Mamanalgesia

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2023-11-25 13:29:10

Aprovado Projeto de Lei, de Lia Nogueira, que trata sobre a Mamanalgesia

Foi aprovado nesta quinta-feira, 23, por unanimidade, o Projeto de Lei, de autoria da deputada estadual Lia Nogueira (PSDB), que propõe a “Semana de Conscientização e Incentivo a Mamanalgesia”, sendo incluída no Calendário Oficial de Eventos do Estado. A mamanalgesia é o uso da alimentação, por meio do aleitamento materno, para diminuir dores e desconforto dos bebês durante procedimentos dolorosos, como aplicação de vacinas, medicamentos e coleta de sangue, assim como, para acalmar os lactentes.

Lia Nogueira justificou que o projeto tem como base a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) quanto a utilização do aleitamento materno como forma de trazer mais conforto e diminuir a dor dos bebês durante a vacinação, feita em 2015, endossado em 2021 pelo Ministério da Saúde, através de um estudo técnico.

Conforme a deputada, essa é uma prática que vai além do aspecto fisiológico, por fortalecer o vínculo emocional entre mãe e filho, não só aliviando a dor, mas também promovendo uma experiência positiva.

“Essa é uma oportunidade de fortalecermos as políticas de cuidados infantis em nosso Estado, garantindo que os bebês recebam a atenção e o conforto necessários, nos momentos mais delicados, desde os primeiros meses de vida. Ao apoiarmos a mamanalgesia, estamos investindo no futuro, proporcionando um começo de vida mais acolhedor por ser uma prática que vai além do aspecto fisiológico, mas fortalece o vínculo emocional entre mãe e filho”, detalhou a parlamentar.

O projeto segue para sanção do governador Eduardo Riedel.

Exportações brasileiras de mel in natura apresentam queda expressiva

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2023-11-25 13:07:59

Exportações brasileiras de mel in natura apresentam queda expressiva

Segundo informações fornecidas pela Agrostat Brasil, as exportações nacionais de mel in natura entre janeiro e outubro de 2023 apresentaram uma queda significativa de 27,4% em volume, passando de 32.346 para 23.471 toneladas em comparação ao mesmo período de 2022. Em termos de faturamento , a redução foi ainda mais pronunciada, totalizando US$ 72,053 milhões em 2023, contrastando com os US$ 120,765 milhões do ano anterior, representando uma redução de 40,3%.

Estas informações foram extraídas do Boletim de Conjuntura Agropecuária relativo à semana de 17 a 23 de novembro, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

Durante os primeiros dez meses de 2023, o Paraná ocupou a quarta posição no ranking de exportações de mel natural, registrando uma receita cambial de US$ 5,535 milhões e um volume de 2.006 toneladas, com um preço médio de US$ 2,76 por quilo . No mesmo período do ano anterior, foram exportadas 4.438 toneladas, gerando uma receita de US$ 16,692 milhões e um preço médio de US$ 3,76 por quilo.

Pacheco defende desoneração e promete pautar veto ainda neste ano

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2023-11-25 12:06:23

Pacheco defende desoneração e promete pautar veto ainda neste ano

Ao comentar nesta sexta-feira (24) o veto total ao projeto que prorrogava a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia e de municípios pequenos, o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), defendeu a desoneração e prometeu analisar o veto presidencial ainda neste ano. Ao mesmo tempo, Pacheco disse que a pauta econômica do governo não será atrasada por causa do veto.
“O problema é que a desoneração tem um prazo [de validade] até 31 de dezembro, e nós precisamos decidir se prorrogamos ou não a desoneração, pois gerará uma instabilidade e insegurança jurídica muito grande nessas empresas que podem, com a não prorrogação, ter uma demissão muito significativa”, afirmou.

O projeto de lei prorroga a redução de contribuições para Previdência Social de 17 setores da economia e de municípios pequenos até 2027. Essa desoneração existe desde 2011 e acaba neste ano.

Pacheco acrescentou que, antes de pautar o veto, vai ouvir as propostas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que prometeu adotar outras medidas para reduzir os efeitos do fim da desoneração para as empresas. Além disso, o presidente do Senado lembrou que o último veto à desoneração da folha de pagamento no governo anterior foi derrubado no Congresso.

O sentimento do Congresso, segundo Pacheco, é que a desoneração da folha é positiva para o país. Questionado se a apreciação desse veto não poderia atrasar as votações das medidas econômicas de interesse do governo, Pacheco afirmou que os projetos de taxação dos fundos exclusivos para super-ricos, dos fundos offshore (de empresas no exterior) e a taxação dos jogos online seguirão sua tramitação como previsto. “Vamos votar os projetos que sustentam o regime fiscal”, prometeu.

Ampla maioria

Como o projeto foi aprovado por ampla maioria na Câmara e no Senado, existe a expectativa para a possível derrubada desse veto, conforme alguns parlamentares já têm se manifestado. O líder do bloco que une os partidos PP e Republicanos no Senado, Ciro Nogueira (PP-PI), criticou o veto. “Esse lamentável veto certamente será derrubado pelo Congresso e em velocidade recorde”, disse.

A Agência Brasil procurou as lideranças do governo na Câmara e no Senado para comentar a estratégia para evitar a derrubada do veto. Mas não obteve retorno até o fechamento da matéria.

Posição do governo

Ao vetar a desoneração, o governo argumentou que a proposta é inconstitucional, porque reduz a receita da Previdência Social sem demonstrar o impacto financeiro orçamentário, nem indicar a compensação dessas perdas. Nesta sexta-feira, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse não acreditar que o fim dos incentivos provoque uma onda de demissões.

“Falaram em contratações quando houve a desoneração, e também não houve”, comparou. Para o ministro, a política de benefícios fiscais, adotada há 10 anos, “não está trazendo nenhum benefício para a economia brasileira”.

“O legislador fez constar na reforma da Previdência um dispositivo que não permitia mais benefícios fiscais para empresas, justamente para combater o déficit da Previdência”, destacou.

De acordo com o ministro, as medidas que concedem benefícios fiscais a alguns setores econômicos reduziram, ao longo dos últimos anos, a arrecadação do governo em o equivalente a 1,5% do Produto Interno Bruto (soma dos bens e serviços produzidos no país).

Entenda

Aprovado pelo Congresso em outubro, o projeto prorroga até 2027 a contribuição para a Previdência Social de setores intensivos em mão de obra entre 1% e 4,5% sobre a receita bruta. Até 2011, esses setores contribuíam com 20% da folha de pagamento para a Previdência.

Implementada inicialmente como medida temporária ainda em 2011, essa política de desoneração vinha sendo prorrogada desde então. Com o veto presidencial, a medida perde a validade em dezembro deste ano.

Os 17 setores beneficiados com a desoneração da folha são confecção e vestuário; calçados; construção civil; call center; comunicação; empresas de construção e obras de infraestrutura; couro; fabricação de veículos e carroçarias; máquinas e equipamentos; proteína animal; têxtil; tecnologia da informação (TI); tecnologia de comunicação (TIC); projeto de circuitos integrados; transporte metroferroviário de passageiros; transporte rodoviário coletivo; e transporte rodoviário de cargas.

Mega-Sena: sorteio deste sábado tem prêmio estimado em R$ 26 milhões

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2023-11-25 11:20:32

Mega-Sena: sorteio deste sábado tem prêmio estimado em R$ 26 milhões

Caixa Econômica Federal realiza neste sábado (25) o sorteio do concurso 2660 da Mega-Sena, com prêmio estimado de R$ 26 milhões para quem acertar as seis dezenas sorteadas.

O sorteio será realizado às 20h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo pelas redes sociais da Caixa.

Para concorrer, os apostadores podem registrar seus jogos até uma hora antes do sorteio, às 19h, em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, pelo site ou aplicativo do banco. O bilhete simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

Leia Mais

Para os jogos feitos pelo site da Caixa, o valor mínimo para apostar na Mega-Sena é de R$ 30, seja para uma única aposta ou mais.

Para fazer uma aposta maior, com sete números, o preço sobe para R$ 31,50, segundo a Caixa.

Outra opção para atingir o preço mínimo é fazer sete apostas simples, que juntas têm o mesmo valor, R$ 31,50.

Bolão

Uma forma de apostar na Mega-Sena, além dos jogos individuais, é formar um grupo para escolher os números, o chamado bolão.

Ao ser registrada no sistema, a aposta gera um recibo de cota para cada participante, que pode resgatar a sua parte do prêmio individualmente.

Os bolões têm valor mínimo de R$ 10 e cada cota deve ser de pelo menos R$ 5, sendo possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas.

O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. Basta solicitar ao atendente a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio.

Nesse caso, poderá ser cobrada uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica.

Premiação

O prêmio bruto corresponde a 43,35% da arrecadação. Dessa porcentagem:

  • 35% são distribuídos entre os acertadores dos 6 números sorteados (Sena);
  • 19% entre os acertadores de 5 números (Quina);
  • 19% entre os acertadores de 4 números (Quadra);
  • 22% ficam acumulados e são distribuídos aos acertadores dos 6 números nos concursos de final 0 ou 5.
  • 5% ficam acumulados para a primeira faixa — sena — do último concurso do ano de final 0 ou 5 (Mega da Virada).

Não havendo acertador em qualquer faixa, o valor acumula para o concurso seguinte, na respectiva faixa de premiação.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).

Filhos de isolados por hanseníase no passado vão receber pensão

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2023-11-25 11:04:32

Filhos de isolados por hanseníase no passado vão receber pensão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (24) a lei que institui o pagamento de pensão para os filhos de pessoas que foram isoladas em colônias de pacientes com hanseníase no século passado, sendo separados de seus pais. Os valores de indenização e os trâmites para o recebimento serão regulamentados em decreto que será publicado posteriormente.

O isolamento de pessoas com hanseníase aconteceu de forma mais intensa até a década de 1950, sendo reduzida a partir dos anos 1960. A política que determinava isolamento e internação compulsória de pessoas com a doença foi respaldada oficialmente pelo Estado até 1976.

A hanseníase é uma doença infecciosa, contagiosa, de evolução crônica, causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que atinge principalmente a pele, as mucosas e os nervos periféricos. Conforme estimativa do Movimento de Reintegração dos Acometidos pela Hanseníase (Morhan), cerca de 15 mil pessoas podem ser beneficiadas diretamente pela nova lei.

Na cerimônia de assinatura da lei, no Palácio do Planalto, o presidente Lula disse que o Estado falhou com essas famílias e que é preciso pedir desculpas e construir políticas públicas para reparar os danos sociais que a segregação causou.

“Nenhum dinheiro no mundo é capaz de compensar ou apagar as marcas que a segregação provocou na alma e no coração das pessoas portadoras de hanseníase e suas famílias. Mas estender aos filhos o direito a pensão especial é dar mais um passo importante para a reparação de uma dívida enorme que o Brasil tem com aqueles que durante anos foram privados dos cuidados e carinho de seus pais”, disse.

Lula também defendeu uma campanha de orientação para que a população possa descobrir os primeiros sinais da doença e para acabar com o preconceito. “Não tem mais sentido ter vergonha de ser chamado de leproso, de hanseniano, porque é uma doença que tem cura se for tratada”.

Em 2007, durante o segundo mandato do presidente Lula, foi instituída a Lei Nº 11.520, que passou a conceder pensão especial para pessoas atingidas pela hanseníase que foram submetidas a isolamento e internação compulsórios. A lei assinada nesta sexta-feira por Lula também estabelece que o valor pago às pessoas que ficaram isoladas não poderá ser inferior a um salário mínimo nas pensões. Atualmente, há cerca de 5,5 mil pessoas acometidas pela hanseníase que chegaram a ser isoladas compulsoriamente e ainda estão vivas.

Separação

A vítima de isolamento compulsório Maria de Fátima de Lima e Silva teve oito filhos, e todos foram separados dela logo após o nascimento. Hoje, ela só conhece quatro filhos. “Naquele tempo, quando a gente que era doente e tinha filho, tinha que doar para os sadios, porque não podia criar”, relatou.

Kátia Regina Pereira de Souza, filha de Maria de Fátima, foi separada da mãe ao nascer, mas conseguiu reencontrá-la depois de anos. “Essa reparação não vai apagar meu passado, mas vai me dar mais dignidade de vida. E é uma lição para o país, que não se deve fazer isso com ninguém”, disse Kátia.

O coordenador nacional do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan), Francisco Faustino Pinto, pediu ao governo que amplie as ações para diagnóstico precoce da doença, além de novos medicamentos, novos exames, prevenção das incapacidades físicas, reabilitação, cirurgias estéticas e para melhorar a mobilidade.

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, anunciou que o Sistema Único de Saúde disponibilizará testes rápidos para avaliação dos contatos dos pacientes e, a partir de 2024, oferecerá novos testes laboratoriais de biologia molecular para aperfeiçoar o diagnóstico. Ela também lembrou que o governo instituiu o Comitê Interministerial para Eliminação da Tuberculose e de Outras Doenças Determinadas Socialmente, que atua para eliminação da hanseníase.

Segundo a ministra, no século passado, o isolamento era feito em nome da ciência, e era visto como algo moderno. “Vamos trabalhar juntos para que essa agenda de hoje seja um momento de reparação histórica necessária e que seja uma reparação não apenas para filhos e pais separados, mas também para a ciência, que precisa mudar o seu modo de ver e, sobretudo, para a nossa sociedade”, avaliou.

Após onda de calor, final de semana deve ser fresco e previsão é de chuvas em MS

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2023-11-25 10:06:22

Após onda de calor, final de semana deve ser fresco e previsão é de chuvas em MS

A previsão do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) indica que o final de semana será de tempo instável, com probabilidade de chuvas para este sábado (25) em grande parte de Mato Grosso do Sul. Ainda, podem ocorrer tempestades acompanhadas de raios, rajadas de vento e eventual queda de granizo.

De acordo com o Cemtec, a formação de tempestades mais intensas deve ocorrer de maneira isolada. “O final de semana será de chuvas e temperaturas entre 30-33°C. São temperaturas mais amenas quando comparadas com o último final de semana (dias 18 e 19 de novembro), onde as temperaturas ultrapassaram os 40-42°C”.

Neste sábado, a temperatura em Campo Grande inicia aos 22°C, atingindo os 26°C ao longo do dia. Ponta Porã e Dourados amanhecem com 20°C e chegam aos 23°C e 24°C, respectivamente. Na região Leste, Anaurilândia tem mínima de 18°C e máxima de 24°C.

No Sudoeste do estado, Porto Murtinho marca 23°C inicialmente e atinge 29°C no período da tarde. Na região pantaneira, Corumbá tem mínima de 24°C e máxima de 28°C, enquanto Aquidauana apresenta variação entre 23°C e 28°C.

Três Lagoas, no Bolsão, registra 20°C pela manhã e 28°C à tarde; Paranaíba, na mesma região, tem mínima de 22°C e máxima de 30°. Desta vez, a temperatura mais alta do dia deve ser registrada no município de Coxim. Os termômetros marcam mínima de 22°C e chegam aos 31°C ao longo do dia.

Heloisa Duim, Programa de Estágio Supervisionado

UEMS aplica provas do Vestibular 2024 no domingo; veja ensalamento e horários

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2023-11-25 07:24:04

UEMS aplica provas do Vestibular 2024 no domingo; veja ensalamento e horários

Acontece neste domingo (26) o Vestibular UEMS 2024. As provas acontecem em várias cidades de Mato Grosso do Sul a partir das 8h (horário local), quando os portões se fecham e nenhum candidato pode adentrar mais ao respectivo local onde vai realizar o processo seletivo. Os exames incluem prova escrita objetiva e redação.

Cerca de 8 mil candidatos se inscreveram para concorrer às 811 vagas oferecidas pela UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), distribuídas entre os 38 cursos de graduação presencial em 13 das 15 unidades da universidade sul-mato-grossense, vinculada ao Governo do Estado.

Desde segunda-feira (20) a relação dos locais de prova e horários de realização das provas escritas e redação do Vestibular UEMS 2024 estão publicados. A publicação completa com o nome dos candidatos e seus respectivos locais de prova, com o endereço e detalhamento do número da sala e carteira, pode ser conferida neste link. O documento está em PDF e ele deve ser lido atentamente pelos vestibulandos.

Prevista para durar das 8h às 13h, as provas objetiva e de redação serão aplicadas nos municípios de Amambai, Aquidauana, Bataguassu, Campo Grande, Cassilândia, Corumbá, Coxim, Dourados, Glória de Dourados, Ivinhema, Jardim, Maracaju, Mundo Novo, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas, todos eles em Mato Grosso do Sul.

Conforme as especificações do edital, o candidato pode levar sua própria garrafa de água individual, desde que seja em material transparente. A responsabilidade pelo conhecimento das regrasm locais e horários das provas é atribuída exclusivamente aos candidatos.

"Recomenda-se que o/a candidato/a compareça ao local de realização das provas com antecedência mínima de 30 (trinta) minutos do horário fixado para fechamento dos portões, portando somente caneta esferográfica de tinta preta ou azul, fabricada em material transparente, e um documento de identidade original com foto", destaca o edital do vestibular.

Entre os documentos de identificação aceitos constam carteiras expedidas pelos comandos militares, pelas secretarias de Segurança Pública, pelos institutos de Identificação e pelos Corpos de Bombeiros Militares, carteiras expedidas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional (ordens, conselhos etc.) e passaporte brasileiro.

Também são aceitas carteiras funcionais expedidas por órgão público que, por Lei Federal, valham como identidade, carteira de trabalho e carteira nacional de habilitação. Documentos de identificação digitais não serão aceitos no dia da prova.

Não será permitida a saída dos candidatos do local de realização das provas antes do prazo de três horas de seu início. Decorrido esse período, o candidato que tiver terminado sua prova deverá entregar ao fiscal de sala o cartão-resposta e a folha de redação. Após essas três horas os candidatos também podem levar o caderno de provas.

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Nyelder Rodrigues, Comunicação Governo de MS
Foto: Álvaro Rezende

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