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segunda-feira, 13 de julho de 2026
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Comissão do Senado aprova Dino para o STF e Gonet para a PGR

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Indicações seguem agora para votação em plenário

Após quase 11 horas de sabatina, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (13) as indicações do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, ao Supremo Tribunal Federal (STF), e do subprocurador da República Paulo Gonet, à Procuradoria-Geral da República (PGR). Gonet obteve 23 votos favoráveis, quatro contrários e nenhuma abstenção. Já Dino recebeu votos favoráveis de 17 senadores, dez contrários e nenhuma abstenção.Comissão do Senado aprova Dino para o STF e Gonet para a PGRComissão do Senado aprova Dino para o STF e Gonet para a PGR

As indicações seguem agora para votação pelo plenário da Casa, após a CCJ aprovar o regime de urgência para a matéria, que deve ser analisada ainda na noite desta quarta-feira. Para serem aprovados em definitivo, ambos precisam obter pelo menos 41 votos entre os 81 senadores, a maioria simples.

“Ao longo dessas 10 horas, tivemos a oportunidade de acompanhar um debate assíduo, de alto nível, construtivo e democrático”, destacou o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), presidente da CCJ.

Sabatina

A sabatina, que começou por volta das 9h40, foi realizada em sessão conjunta com os dois indicados. Esse formato, decidido pelo presidente da CCJ, gerou críticas de senadores de oposição, mas acabou sendo mantido por Alcolumbre, após a mudança no rito previamente previsto, permitindo que os senadores pudessem fazer as perguntas de forma individualizada e não a cada bloco de três inquirições, como previamente estipulado.

Em sua fala inicial no início da sabatina, Paulo Gonet destacou o aspecto técnico de sua formação e enfatizou também a pretensão de defender os direitos fundamentais no Brasil, se aprovado para chefiar o Ministério Público Federal (MPF).

Em sua apresentação, Flávio Dino enumerou os princípios que pretende seguir em suas atividades no STF, como a defesa da separação e harmonia entre os poderes, a forma federativa do Estado, com direito ao voto, eleições periódicas, e garantia dos direitos fundamentais. Dino, que atualmente é senador licenciado e ocupa o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública, seguiu carreira como juiz federal durante vários anos. Durante sua fala inicial, ele também procurou diferenciar justamente os papeis de político e juiz.

No decorrer da sabatina, Paulo Gonet ponderou os limites da liberdade de expressão e Flávio Dino rebateu críticas sobre sua atuação como ministro da Justiça durante a tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro. Dino também opinou sobre temas como o mandato para ministro dos STF e a regulação de redes sociais.

Perfis

O atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, é formado em Direito pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), com mestrado na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Foi juiz federal por 12 anos, período no qual ocupou a presidência da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e a secretaria-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ele deixou a magistratura para seguir carreira política, elegendo-se deputado federal pelo Maranhão, em 2006.

O ministro também presidiu a Embratur entre 2011 e 2014, ano em que se elegeu governador do Maranhão. Em 2018, foi reeleito para o cargo. Nas últimas eleições, em 2022, elegeu-se senador e, logo após tomar posse, foi nomeado ministro da Justiça e Segurança Pública. Agora, aos 55 anos, é o indicado do presidente Lula para o STF.

Se aprovado no plenário do Senado, Dino assumirá a vaga deixada pela ministra Rosa Weber, que se aposentou compulsoriamente da Corte, ao completar 75 anos de idade, no início do mês. Rosa foi nomeada pela então presidente Dilma Rousseff, em 2011.

Já na Procuradoria-Geral da República (PGR), Paulo Gonet ocupará a vaga aberta com a saída de Augusto Aras. O mandato de Aras na PGR terminou no fim de setembro, e a vice-procuradora Elizeta Ramos assumiu o comando do órgão interinamente.

Paulo Gustavo Gonet Branco tem 57 anos de idade e é subprocurador-geral da República e atual vice-procurador-geral Eleitoral. Tem 37 anos de carreira no Ministério Público. Junto com o ministro Gilmar Mendes, do STF, é cofundador do Instituto Brasiliense de Direito Público e foi diretor-geral da Escola Superior do Ministério Público da União.

Fonte: Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil

Estados e 96,9% dos municípios aderem à Política Nacional Aldir Blanc

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Pela lei, entes da Federação terão R$ 3 bilhões anuais para a cultura

Cerca de 5.400 municípios (96,9% do total), 26 estados e o Distrito Federal poderão acessar recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB). A política dispõe de R$ 3 bilhões para atividades e projetos culturais, financiamento e manutenção de ações e de espaços artísticos entre outros objetivos estabelecidos na Lei 14.399/2022.Estados e 96,9% dos municípios aderem à Política Nacional Aldir BlancEstados e 96,9% dos municípios aderem à Política Nacional Aldir Blanc

Os recursos da PNAB devem ser gastos com a remuneração dos trabalhadores da cultura, e o pagamento de pessoas físicas e jurídicas que atuem “com produção, difusão, promoção, preservação e aquisição de bens, produtos ou serviços artísticos e culturais, incluindo o patrimônio cultural material e imaterial”, informa nota do Ministério da Cultura (Minc).

No ano que vem, os estados receberão um total de R$ 1,5 bilhão e o conjunto de municípios terão o mesmo valor. No caso dos estados, deverão aplicar um total de R$ 300 milhões em obras, destinadas à cultura, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os estado e mais o DF devem destinar até 25% dos recursos que receberem para a construção de centros culturais comunitários.

Bahia, Paraíba, Goiás e Alagoas já receberam juntos mais de R$ 264 milhões da PNAB. Em 18 estados, nove da Região Nordeste, todos os municípios aderiram à PNAB. Todas capitais estaduais também estão inscritas na política.

São Paulo, a unidade da Federação mais populosa (44,4 milhões de habitantes), terá mais recursos à disposição: mais de R$ 265 milhões para execução do governo estadual e mais de 302 milhões para serem gastos com cultura por meio das prefeituras municipais (total de mais de R$ 567 milhões). Roraima, o estado menos populoso (636 mil habitantes), receberá R$ 32,1 milhões – R$ 19 milhões via governo estadual e R$ 13 milhões por meio das prefeituras.

Restos a pagar – De acordo com o Minc, cerca de 4 mil municípios (71,74%) já estão autorizados a receber os recursos. Os valores empenhados que não forem executados até o final deste ano ficarão compromissadas como restos a pagar. Nos próximos quatro anos (até 2027), novas dotações anuais de R$ 3 bilhões estarão disponíveis.

A inscrição na plataforma TransfereGov, para poder acessar os recursos da PNAB, começou em 31 de outubro e encerrou ontem (11 de dezembro). “Fizemos dezenas de lives, milhares de e-mail e de ligações de telefone para dar orientação”, descreve Thiago Rocha, diretor de Assistência a Estados, Municípios Distrito Federal do Minc. Em nota, a ministra da Cultura admitiu que “a adesão à PNAB superou as expectativas.”

A apresentação dos planos de ação enviados pelos estados e municípios e os pagamentos poderão ser acompanhados diretamente no Painel de Dados do Ministério da Cultura. Os gastos estão sujeitos ao controle interno do Minc, à Controladoria Geral da União, e aos tribunais de contas da União e dos estados.

Compositor e escritor – Aldir Blanc, que dá nome à política de fomento à cultura, foi escritor e um dos principais letristas da música popular brasileira. Ele é autor de grandes sucessos como O Bêbado e a Equilibrista (com João Bosco); Resposta ao Tempo (com Cristóvão Bastos); Catavento e Girassol (com Guinga); Cabô, meu pai (com Moacyr Luz e Luiz Carlos da Vila). Blanc nasceu em 1946 e morreu em 2020, vítima da covid-19. De acordo com o Minc, “sua obra é considerada um patrimônio cultural do país.”

Fonte: Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil

Mara Caseiro pede melhorias na estrutura física do CRAS de Jaraguari

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A deputada estadual Mara Caseiro (PSDB) solicitou ao governo estadual, a disponibilização de recursos para melhorias no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Jaraguari. O pedido encaminhado à secretária estadual de Assistência Social e dos Direitos Humanos, Patrícia Cozzolino, atende solicitação da secretária municipal de Assistência Social e Habitação, Glauce Urbieta.
Conforme ela, com quase oito mil habitantes, Jaraguari está necessitando de cuidados em sua esfera socioassistencial. “Existe hoje, um número elevado de vulnerabilidade no município, o que implica na melhoria do serviço público de assistência social”, disse a secretária municipal.
Como não possui espaço físico apropriado para atender a população que necessita de acesso a serviços, benefícios e projetos de assistência social, a deputada pediu a realização de melhorias na estrutura do CRAS. “O local atual dispõe de poucas e pequenas salas para atendimento psicológico e de assistência social. Além disso, também não há local adequado para atendimentos coletivos e com acessibilidade”, disse ela.
Mara Caseiro ressaltou no pedido que a indicação apresentará grande avanço para o bem da sociedade de Jaraguari. “O pedido é modesto, mas beneficiará muito o atendimento social das pessoas do município”, finalizou.

Fonte: Assessoria Deputada Mara Caseiro

Copom reduz juros básicos da economia para 11,75% ao ano

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Banco Central

Queda de 0,5 ponto era esperada pelo mercado financeiro

O comportamento dos preços fez o Banco Central (BC) cortar os juros pela quarta vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 11,75% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros .Copom reduz juros básicos da economia para 11,75% ao anoCopom reduz juros básicos da economia para 11,75% ao ano

Em comunicado, o Copom informou que continuará a promover novos cortes de 0,5 ponto nas próximas reuniões, mas não detalhou quando parará de reduzir a taxa Selic. Segundo o BC, o momento dependerá do comportamento da inflação no primeiro semestre de 2024.

“Em se confirmando o cenário esperado, os membros do comitê, unanimemente, anteveem redução de mesma magnitude nas próximas reuniões e avaliam que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário. O comitê enfatiza que a magnitude total do ciclo de flexibilização ao longo do tempo dependerá da evolução da dinâmica inflacionária”, ressaltou o Copom.

A taxa está no menor nível desde maio do ano passado, quando também estava em 11,75% ao ano. De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto do ano passado a agosto deste ano, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em novembro, o indicador ficou em 0,28% e acumula 4,68% em 12 meses . Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada pelos economistas.

O índice fechou o ano passado acima do teto da meta de inflação. Para 2023, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,75% nem ficar abaixo de 1,75% neste ano.

No Relatório de Inflação divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a estimativa de que o IPCA fecharia 2023 em 5% no cenário base. A projeção, no entanto, pode ser revista para baixo na nova versão do relatório, que será divulgada no fim de dezembro.

As previsões do mercado estão mais otimistas que as oficiais. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,51%, abaixo portanto do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,59%.

Crédito mais barato

A redução da taxa Selic ajuda a estimular a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais baixas dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Inflação, o Banco Central aumentou para 2,9% a projeção de crescimento para a economia em 2023.

O mercado projeta crescimento semelhante, principalmente após a divulgação de que o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas) cresceu 0,1% no terceiro trimestre , enquanto havia expectativa de queda. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 2,92% do PIB em 2023.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

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ArteDJOR

Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Para segurança de cidadãos, Mara Caseiro pede melhorias de trecho entre Juti e Vicentina

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Para melhorar o tráfego entre os municípios de Juti e Vicentina, a deputada estadual Mara Caseiro (PSDB) solicitou ao secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Hélio Peluffo Filho e ao diretor-presidente da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos, Mauro Azambuja Rondon, o patrolamento e cascalhamento de trecho MS-283 e MS-147. A indicação atende pedido do vereador de Juti, Vando Adão Claudino.

Segundo ele, essas rodovias estão “bastante danificadas”. “O trecho compreendido entre os municípios de Juti a Vicentina apresenta desgastes substanciais o que torna o tráfego da via muito perigoso para seus usuários”, disse Claudino.

Para a deputada, além do risco de acidentes, a situação apresentada nessas rodovias pode ocasionar em perda econômica nos municípios, já que há dificuldades na realização do traslado da produção rural, bem como da chegada de insumos agrícolas e outros produtos à região.

“Acima dos entraves econômicos causados pela situação da via, está a necessidade de prover ao cidadão um sistema viário que possibilite a movimentação de veículos com conforto e fluidez e, sobretudo, segurança, características estas que não estão sendo usufruídas pela população da região”, afirmou Mara Caseiro ao encaminhar ao governo estadual, o pedido de cascalhamento e patrolamento de trecho da MS-283 e MS-147.

Fonte: Assessoria Deputada Mara Caseiro

Casa do Trabalhador disponibiliza 70 oportunidades de emprego nesta quinta-feira em Amambai

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Nessa terça-feira, dia 12 de dezembro, as equipes da Casa do Trabalhador e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico prestigiaram a inauguração da Touti Cosmetics, em Amambai. (Foto: Divulgação)

O atendimento ao público na Casa do Trabalhador no município acontece de segunda a sexta das 7h às 13h. Órgão lembra que as vagas ofertadas podem ser preenchidas a qualquer momento sem aviso prévio.

Vilson Nascimento 

A Casa do Trabalhador, órgão ligado a Fundação do Trabalho (Funtrab) do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza 70 oportunidades de emprego nesta quinta-feira, dia 14 de dezembro, em Amambai.

Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas

3 vagas para consultor de vendas

4 vagas para vendedor (sendo duas ter CNH )

1 vaga para vidraceiro

2 vaga para auxiliar administrativo (5 para PCD-Pessoa com Deficiência)

1 vaga para auxiliar limpeza PCD

1 vaga para recepcionista PCD

1 vaga para consultor de vendas

2  vagas para atendente de balcão

1 vaga para auxiliar de arquitetura

2 vagas para auxiliar de engenheiro civil

1 vaga para pedreiro

1 vaga para secretaria recepcionista, ter CNH

4  vagas para gerente de produção

2 vagas para representante comercial

1 vaga para mecânico de caminhão (morar em outro município)

1 vaga para mecânico de automóveis e caminhão

1 vaga para chapeador metalúrgico

2  vagas para cozinheira, trabalhar final de semana

1 vaga para biomédico

1 vaga para cozinheiro

1 vaga para enfermeiro

1 vaga para nutricionista

4 vagas para empregada doméstica

1 vaga para operador de caixa

1 vaga para acabador de mármore e granito

1 vaga para auxiliar de mecânico pesado

1 vaga para balconista de crediário

1 vaga para ronda de segurança, ter CNH

1 vaga para monitor interno de alarme

1 vaga para costureira

1 vaga para repositor de mercadorias, ter CNH

1 vaga para auxiliar administrativo cursando ensino superior, administração, ciências contábeis, direito

2  vagas para auxiliar administrativo

1 vaga para campeiro

1 vaga para salgadeira

1 vaga para recepcionista, ter CNH

3 vagas para cuidador de idoso

1 vaga para limpeza de carros

1 vaga para técnico agrícola, morar fora do município

Casa do trabalhador também oferece

A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região. 

Segundo o órgão para dar entrada no pedido de benefício o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade). 

A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa a Secretaria Municipal de

Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.

O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 13h. Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Farmácia Farma Popular

Fone: 99613-1749

Reforma externa transforma Câmara de Aral Moreira em verdadeiro painel de obra de arte

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Inauguração aconteceu durante sessão solene na noite dessa terça-feira (13) com a presença de autoridades e representantes da sociedade local.
Nas fotos momentos da sessão solene de inauguração, a nova fachada e os painéis em alto-relevo, verdadeiras obras de arte que chamam a atenção de quem passa pela Câmara Municipal, em Aral Moreira. (Fotos: Vilson Nascimento)

Inauguração aconteceu durante sessão solene na noite dessa terça-feira (13) com a presença de autoridades e representantes da sociedade local.

Vilson Nascimento

A mesa diretora, da Casa de Leis, que tem a frente da presidência o vereador Gilson Ferreira Oliveira, o “Gilson Bicão”, juntamente com os demais vereadores que compõe a atual legislatura no município, fez a inauguração durante sessão solene realizada na noite dessa terça-feira, dia 12 de dezembro, da reforma da parte externa da Câmara Municipal, em Aral Moreira.

A fachada do prédio do Poder Legislativo Municipal recebeu aspecto moderno, com adequações para garantir boas condições de acessibilidade para pessoas com necessidades especiais, além de uma inovação, painéis em alto-relevo.

As esculturas, que transformaram as paredes da Câmara Municipal em verdadeiras peças de obra de arte e, no sentido figurado, parada obrigatória para quem vista o município da fronteira para registro fotográfico, ganharam esculturas que retratam as riquezas do município, a cultura que atravessa a fronteira Brasil e Paraguai, bem como as tradições da região fronteiriça, como o tereré, por exemplo.

A sessão solene de inauguração, que contou com a presença de autoridades e representantes de segmentos da sociedade local, foi aberta com mensagens de fé proferidas pelo pároco local, padre José Carlos Calado e pelo pastor Walace Motta Santiago, da Igreja Batista em Aral Moreira.

Na sequência a presidência da Casa de Leis abriu a palavra para o prefeito do município, Alexandrino Garcia, que parabenizou o presidente e a mesa diretora da Câmara pela iniciativa, para a empresária Silvana Alves Cordeiro, sócia-proprietária da empresa que executou a obra de reforma e para a secretária de educação do município, Vanir Linhares, que destacou a importância cultural das obras de arte implantadas nas paredes externas da sede do Legislativo, bem como também para os demais vereadores presentes na sessão, que fizeram suas explanações.

A sessão solene de inauguração também contou com a presença dos artistas responsáveis pela confecção dos painéis em alto-relevo, entre elas Márcia Soraia Mendonça Pereira, Rosângela Ferreira Soto, Javier Derene e Anísio Vera, além da arquiteta Michele Gasparoto Cordeiro, responsável pelo projeto arquitetônico da nova fachada da Câmara Municipal.

Reforma externa transforma Câmara de Aral Moreira em verdadeiro painel de obra de arte

“Foi uma iniciativa de nossa presidência, mas é um presente para toda a sociedade aralmoreirense”, disse o presidente da Câmara Municipal de Aral Moreira, vereador Gilson Bicão que encerra seu mandato frente a mesa diretora da Casa de Leis neste dia 31 de dezembro.

Além do presidente da Câmara, vereador Gilson Bicão, fazem parte da atual legislatura em Aral Moreira a vereadora Cleonice Nunes dos Santos, vice-presidente da Casa, o vereador Mário Elias Ferreira, o “Professor Mario”, 1º secretário, o vereador Estevão Castilho, 2º secretário e os vereadores, Caroline Brandão Cerqueira, a “Carol Brandão”, Wilson Gonçalves de Oliveira, o “Mordomia”, Vera Cruz, a “Professora Verinha”, o vereador Giovani Corbari, o vereador e o Jackson Machado Barbosa o “Professor Jackson”. 

Artesã e escultora Araci Vendramini foi destaque da Feira Cultural em escola de Sete Quedas

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Fotos: Divulgação

A escultora e artesã Araci Marques Vendramini esteve participando, na última semana, da Feira Cultural promovida pela Escola 13 de Maio no município de Sete Quedas. Durante o evento, que contou com diversas apresentações culturais, a artesã esteve expondo parte de suas obras em um estande montado exclusivamente para ela.

A escultora e artesã, que é natural de Ponta Porã, é moradora da região de Sete Quedas, onde reside em uma propriedade rural desde 1966.

Ela tem trabalhos expostos em vários municípios do Brasil, onde tem uma coleção de peças em argila, no Centro de Cultura do município de Ponta Porã, intitulada “Os Ervais”, representando o trabalho nos ervais em esculturas em tamanho natural. E em Campo Grande, na Fundação de Cultura, a artesã tem duas coleções expostas representando a fronteira, destacando as culturas fronteiriças entre Brasil, Paraguai e Bolívia. Também uma coleção de peças em tamanho natural, representando a cultura indígena, destacando o lado histórico da cultura. Essa coleção também se encontra na Fundação de Cultura em Campo Grande.

A escultora e artesã também já realizou exposições dos seus trabalhos, sempre destacando a cultura histórica das civilizações, na Capital Paulista, em Presidente Prudente e muitos outros municípios do Estado e do País.

Araci Vendramini destaca que o veio artístico sempre existiu na família, onde vários membros da família sempre gostaram e se dedicaram ao trabalho. ”Minha família toda é artesã. Minha mãe pintava, minhas irmãs trabalham, então nós temos essa arte de contar a história. Eu gosto de fazer essas obras grandes, em tamanho natural”, destaca.

“Com o chegar da idade, agora estou começando a trabalhar as pinturas em madeiras, que não exigem muito esforço. Mas minhas características sempre foram trabalhar na argila e na madeira. Eu gosto do rosto, pois ele exprime o local, o ambiente, a dor, alegria, e expressão que eu quero dar”, diz a artesã, que está sempre inovando seus trabalhos.

Ela se dedica, atualmente, mais às pinturas em madeira, destacando a cultura indígena e a cultura negra, seu povo e vestimentas, bem como a natureza e os animais, como onças, araras e demais animais silvestres.

“As minhas inspirações muitas vezes vêm dos meus sonhos. O artesão tem essa facilidade, pode buscar inspirações em sua alma. Eu ainda quero pintar os bichos do pantanal, os jacarés, onças, a natureza, a fauna, nos meus painéis. E também os cocares indígenas. A história indígena tem arte. Essa arte é apaixonante” finaliza.

BNDES destina verba do Fundo da Amazônia para merenda escolar

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Ideia é comprar de produtores sustentáveis da Amazônia Legal

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai destinar até R$ 336 milhões do Fundo Amazônia para promover a agricultura de base sustentável e a alimentação escolar saudável. Os recursos serão aplicados em dez projetos a serem selecionados por  edital, informou o banco nesta quarta-feira (13). Os projetos candidatos devem atuar no fortalecimento da capacidade de produção, aquisição e consumo de alimentos sustentáveis e da sociobiodiversidade, abrangendo todos os nove estados da Amazônia Legal.BNDES destina verba do Fundo da Amazônia para merenda escolarBNDES destina verba do Fundo da Amazônia para merenda escolar

O objetivo é levar comida saudável e segurança alimentar a crianças e jovens da rede pública de ensino, gerando emprego e renda para agricultores familiares, incluindo quilombolas, assentados e grupos de mulheres, povos indígenas e demais povos e comunidades tradicionais.

 “Essa abordagem, de apoio à demanda e à oferta de forma integrada, é inovadora e abre caminho para o desenvolvimento de modelos que podem ser disseminados pela Amazônia Legal e pelo país”, defende a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello

A seleção faz parte da iniciativa Amazônia na Escola: Comida Saudável e Sustentável, resultado de parceria entre BNDES, gestor do Fundo Amazônia, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). As instituições assinarão acordo de cooperação técnica prevendo ações para implementação da chamada.

Nova fase

Cada projeto selecionado será apoiado com, no mínimo, R$ 10 milhões. A previsão é alcançar 56 municípios, marcando nova fase do Fundo, voltada a projetos estruturantes, de maior escala e impacto. Tereza Campello garante que a consolidação de cadeias produtivas sustentáveis e justas é fundamental para um novo modelo de desenvolvimento, baseado na bioeconomia como alternativa às atividades indutoras do desmatamento.

A diretora diz que pretende dar soluções a vários desafios conhecidos da região, conciliando geração de emprego e renda, justiça social, conservação ambiental, estímulo à economia local a partir de atividades produtivas sustentáveis e aumento da segurança alimentar de crianças e jovens. Podem participar da seleção fundações de direito privado, associações civis e cooperativas.

O BNDES informou ainda, por meio de sua assessoria de imprensa, que serão selecionadas duas propostas para o estado do Pará e uma para cada um dos outros estados da Amazônia Legal (Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, Tocantins, Amazonas, Maranhão e Mato Grosso). O edital pode ser acessado no site do Fundo Amazônia.

Fonte: Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil

Prefeita Rhaiza Matos recebe relatório de ações executadas pela Gerência de Desenvolvimento Econômico em 2023

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O titular da GEDEC – Gerência de Desenvolvimento Econômico, Eugênio Guedes, entregou à Prefeita Rhaiza Matos na tarde desta quarta-feira (13/12), o relatório de dados resumidos sobre as ações executadas pela pasta ao longo do ano de 2023. Assim como no ano anterior, o relatório foi entregue tanto em formato impresso e encadernado, como em formato PDF, para que possa ser arquivado e acessado sempre que necessário para obtenção de informações sobre as ações realizadas pela GEDEC durante toda a gestão.

Essa abordagem garante um registro eficiente e de fácil acesso aos dados, facilitando a análise e tomada de decisões com base nas atividades desenvolvidas pela Gerência de Desenvolvimento Econômico. A entrega do relatório demonstra o comprometimento e a seriedade da equipe da GEDEC, na prestação de contas de suas ações realizadas ao longo de 2023.

Com base nas informações contidas no relatório será possível tomar novas decisões estratégicas e implementar políticas públicas que impulsionem ainda mais o crescimento econômico do município, promovendo uma qualidade de vida cada vez melhor para todos os cidadãos.

Grupo Sob Medida realiza show de lançamento oficial neste sábado (16) em Amambai

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Redação

O grupo Sob Medida, composto por quatro amigos que compartilham a paixão pela música, realizará um show de lançamento oficial no próximo sábado, dia 16 de dezembro, a partir das 22h, no Alphaville Club, em Amambai.

Os ingressos para o evento estão disponíveis pelo valor de R$ 30. Para mais informações e aquisição, basta entrar em contato pelo número (67) 99261-2490.

Agricultura familiar de MS terá mais R$ 4 milhões no Programa de Aquisição de Alimentos

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Mato Grosso do Sul terá mais R$ 4 milhões em recursos para aquisição de produtos oriundos da agricultura familiar. Foi publicada na segunda-feira (11) a portaria nº 150, no Diário Oficial da União que estabelece metas, limites financeiros, prazos e requisitos para execução da modalidade compra com doação simultânea, via Termo de Adesão no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Segundo o secretário-executivo de Agricultura Familiar (SEAF), Humberto Mello, a medida destina recursos para Mato Grosso do Sul implementar o PAA, na modalidade Compra com Doação Simultânea, durante o período de 12 meses a partir de sua pactuação. Na modalidade do PAA Compra com Doação Simultânea, o Governo federal por meio do MDS, Governo do Estado por meio da SEAF e coordenadoria de compras institucionais ajudam a combater a fome e promover a geração de renda no campo.

As compras são realizadas atendendo metodologia aprovada pelo Grupo Gestor do Programa de Aquisição de Alimentos (GGPAA), que baseia-se em critérios de vulnerabilidade social, alimentar e nutricional. As metas de execução são definidas com base no limite financeiro calculado por estado, dividido pelo limite anual por unidade familiar chegando-se assim à proposta de metas de número mínimo de beneficiários fornecedores.

“O Governo do Estado, através da SEAF e Semadesc em parceria com a Agraer e com os municípios, vêm executando este importante programa de melhoria da condição alimentar das famílias que vivem em condições de vulnerabilidade”, destacou Mello.

“Essa portaria que foi publicada no dia 11, atende aos anseios de produtores e produtoras da Agricultura Familiar que plantam hortifrutigranjeiros no Estado. Trata-se de mais uma opção de comercialização para os agricultores que produzem alimentos saudáveis para serem doados, para famílias em situação de vulnerabilidade social”, salientou Carlinda Rezende, coordenadora de compras institucionais.

Agricultura familiar de MS terá mais R$ 4 milhões no Programa de Aquisição de Alimentos
Agricultura familiar de MS terá mais R$ 4 milhões no Programa de Aquisição de Alimentos
Agricultura familiar de MS terá mais R$ 4 milhões no Programa de Aquisição de Alimentos
Agricultura familiar de MS terá mais R$ 4 milhões no Programa de Aquisição de Alimentos

Momento importante

O secretário-executivo Humberto Mello salienta que é um momento importante para o Estado porque ao longo deste ano, a Semadesc vem executando o PAA em várias modalidades.

“Começamos com o PAA Produto Leite no valor de R$ 1,2 milhão que beneficia quatro municípios e concentra as famílias indígenas que vivem na área urbana em Sidrolândia, Amambai, Dourados e Ponta Porã. Além disso do outro lado temos o PAA que contempla a agricultura Familiar pois são os agricultores que recebem um preço justo pela sua produção, no caso do leite, nos produtos como hortifrutis e protéicos como frango, queijo”, acrescentou.

Mello afirma ainda que SEAF encerrou a seleção de projetos em 35 municípios no valor de R$ 5 milhões. “Agora com esta portaria que destina mais R$ 4 milhões é o reconhecimento de que nós estamos trabalhando firmemente para melhorar a condição de vida que estão em vulnerabilidade social no MS”, ponderou.

O titular da Semades, Jaime Verruck pontua que este apoioa a agricultura familiar é uma das prioridades do Governo do Estado. “O governador Eduardo Riedel tem determinado para que nós na Semadesc, na Seaf, que possamos atuar diretamente para melhorar a renda dos produtores familiares e de outro lado a alimentação das famílias na cidade, nas aldeias, nas comunidades quilombolas. O objetivo é que estas pessoas possma receber uma cesta de alimentos de qualidade com produtos da agricultura familiar”, concluiu.

Agricultura familiar de MS terá mais R$ 4 milhões no Programa de Aquisição de Alimentos
Agricultura familiar de MS terá mais R$ 4 milhões no Programa de Aquisição de Alimentos

Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc
Fotos: Divulgação

Governo do Estado atende Lia Nogueira e mais duas escolas de Dourados serão reformadas

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O Governo do Estado, atendendo pedido da Deputada Lia Nogueira (PSDB) abriu processos licitatórios para as reformas das Escolas Abigail Borralho e Ramona da Silva Pedro ambas em Dourados. A solicitação da parlamentar foi feita em caráter de urgência, já que há tempos os dois locais não recebem melhorias.

De acordo com Lia Nogueira, a Abigail Borralho, por exemplo, foi fundada em 1947 e neste tempo todo passou por poucas reformas, sendo a última em 1998. Hoje o prédio já não comporta mais os cerca de 350 alunos. Existem problemas estruturais, hidráulicos, elétricos e de esgoto que precisam ser sanados.

Já a Escola Ramona da Silva Pedroso atende 243 alunos do 6° ano do ensino fundamental ao 3° ano do ensino médio em período integral e o prédio apresenta vários problemas estruturais que precisam ser corrigidos. Há também problemas de escoamento das águas pluviais e elétricos. Os processos licitatórios das duas escolas já foram abertos e estão em fase de conclusão.

“Nos últimos anos o Mato Grosso do Sul vem passando por uma revolução no setor educacional com investimentos em melhorias nas escolas e na valorização dos profissionais de Educação e a Abigail Borralho e a Ramona Pedroso não podem ficar fora deste processo”, ponderou a Deputada Lia Nogueira.

Governo do Estado atende Lia Nogueira e mais duas escolas de Dourados serão reformadas

Fonte: Assessoria Deputada Lia Nogueira

Câmara aprova auxílio para alunos de baixa renda do ensino médio

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Proposta segue agora para análise do Senado

A Câmara dos Deputados aprovou, por unanimidade, nesta terça-feira (12), projeto de lei que cria um incentivo financeiro para alunos de baixa renda do ensino médio se manterem na escola e concluírem o ensino básico. O texto cria um fundo com aporte de até R$ 20 bilhões que poderá ser feito pela União para cobrir as despesas. A proposta agora segue para análise do Senado. Câmara aprova auxílio para alunos de baixa renda do ensino médioCâmara aprova auxílio para alunos de baixa renda do ensino médio

O texto prevê o pagamento de dois tipos de auxílio, com valores ainda a serem definidos. O primeiro auxílio será pago mensalmente, ao menos por nove meses ao ano, e poderá ser sacado a qualquer momento. A proposta prevê ainda um pagamento anual ao final da conclusão de cada ano letivo, mas o saque, nesse caso, só poderá ser feito após a conclusão de todo o ensino médio.

O aluno ainda deverá ter uma frequência escolar de 80% dos dias letivos, devendo aumentar para 85% de presença na sala de aula em até três anos após o início do programa, sendo essa frequência superior aos 75% hoje exigidos para aprovação escolar.  

O benefício poderá ser pago aos estudantes regularmente matriculados no ensino médio das redes públicas e que sejam de famílias inscritas no Cadastro Único (CadÙnico) dos programas do governo federal, com prioridade para aqueles alunos de famílias com renda per capita mensal de até R$ 218. O incentivo também poderá ser pago aos estudantes da modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA), mas somente se tiverem entre 19 e 24 anos.

A seleção dos alunos deve obedecer aos critérios de inscrição do CadÚnico e poderá ter outros critérios fixados em regulamento do Executivo baseados em vulnerabilidade social, idade do estudante e modalidade de ensino. A relação dos estudantes beneficiados deverá ainda ser disponibilizada na internet com acesso público.  

O valor do auxílio deve ser definido periodicamente pelo Executivo federal por meio de regulamento “em decorrência da dinâmica socioeconômica do país e de estudos técnicos sobre o tema”. Porém, ao analisar o projeto, o governo estimou que seria possível pagar aproximadamente R$ 200 mensais, iniciados quando a matrícula for efetivada. Em relação ao aporte anual, a previsão é de um pagamento de R$ 1 mil ao final da conclusão de cada ano, “reiterando que estes últimos somente poderão ser resgatados após a obtenção do certificado de conclusão do ensino médio”.  

O projeto de lei definiu ainda que esse auxílio não pode ser contabilizado no cálculo da renda da família usado para obtenção de outros benefícios assistenciais, mas não poderá ser acumulado com o Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou com Bolsa Família no caso de famílias unipessoais.  

Combate à evasão escolar  

O relator do projeto na Câmara, o deputado Federal Pedro Uczai (PT-SC), aproveitou no texto a maior parte da Medida Provisória 1.198, editada pelo governo federal no final de novembro e que instituiu poupança para incentivar a permanência e conclusão escolar para estudantes do ensino médio.  

“O aumento de gastos promovido por essa política pública se reverterá em benefícios inequívocos para as políticas educacionais, com redução da evasão escolar e ampliação da escolaridade da população em geral”, argumentou Uczai.  

O parlamentar defendeu a aprovação do projeto devido aos números do Ministério da Educação (MEC) sobre evasão, reprovação e distorção entre idade e série no Ensino Médio brasileiro. Segundo o Censo Escolar de 2019 a 2022, a evasão escolar foi, em média, de 8,8% no 1º ano do Ensino Médio, de 8,3% no 2º ano e de 4,6% no 3º ano da última etapa da educação básica.  

O projeto é de autoria da deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) que, durante a sessão, destacou que o aluno não deve abandonar os estudos por precisar levar comida para dentro de casa.  

“Quando fazemos uma política pública para dizer que nenhum aluno vai ter que escolher entre o prato de comida, entre levar dinheiro para casa e terminar os seus estudos, essa é a melhor aposta que podemos fazer, essa é a sinalização mais forte de que, de fato, acreditamos que vale a pena investir em educação, acreditamos que vale a pena investir nesses jovens”, destacou.  

Fundo Social  

Os recursos que a União usará para bancar essa política virão dos superávits financeiros do Fundo Social (FS). Criado para receber recursos do governo federal com exploração do petróleo do pré-sal, esse fundo prevê o financiamento de ações em outras áreas, como saúde pública, ciência e tecnologia, meio ambiente e mitigação e adaptação às mudanças climáticas.  

O relatório do deputado Pedro Uczai determina que o projeto autoriza o uso de recursos do Fundo Social, que somam R$ 18,7 bilhões, que representa o total de superávit apurado entre 2018 e 2022, segundo cálculos da Secretaria do Tesouro Nacional.

Fonte: Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil

Modelos para o Brasil, programas habitacionais de MS são reconhecidos no país e apresentados em seminário

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Programas habitacionais realizados pelo Governo de Mato Grosso do Sul receberam reconhecimento nacional por facilitarem o acesso das famílias na aquisição da casa própria, além de aquecer o setor imobiliário no Estado.

O projeto “Bônus Moradia” e o programa “Financiado e Subsidiado”, ambos casos de sucesso, foram apresentados durante o Seminário Nacional de Habitação, realizado pelo Ministério das Cidades, nesta quarta-feira (13), em Brasília (DF).

A diretora-presidente da Agehab (Agência de Habitação Popular do Estado de Mato Grosso do Sul), Maria do Carmo Avesani Lopez, ministrou uma palestra sobre os projetos desenvolvidos no Estado e que servem de modelo para as políticas públicas voltadas à habitação no Brasil.

“Pela experiência de Mato Grosso do Sul com habitação, convidei a Maria do Carmo, para apresentar o “Minha Casa Cidades”. O Mato Grosso do Sul é um caso de sucesso de habitação de parceria com a Caixa Econômica, Ministério das Cidades. É muito importante ouvir as experiências do Estado”, disse o secretário nacional de Habitação – do Ministério das Cidades – Hailton Madureira de Almeida.

Modelos para o Brasil, programas habitacionais de MS são reconhecidos no país e apresentados em seminário

No seminário foi apresentada a implantação do programa “Minha Casa, Minha Vida Cidades”, iniciativa que dispõe de contrapartidas da União, estados, municípios – e do Distrito Federal -para operações de financiamento habitacional com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). O aporte é para famílias com renda mensal de até R$ 8 mil.

A iniciativa contará com três modalidades – o MCMV Cidades-Emendas (recursos com origem no Orçamento Geral da União, alocados por meio de emendas parlamentares), MCMV Cidades-Contrapartidas (recursos com origem no orçamento do Ente Público subnacional), e MCMV Cidades-Terrenos (quando houver doação de terreno pelo Ente Público subnacional).

Além de apresentar os programas, a diretora-presidente da Agehab também ministrou a palestra ‘Parcerias com entes públicos nos financiamentos habitacionais’ e destacou a importância da união de esforços de todos os entes públicos nas políticas e ações habitacionais.

“Por meio do ‘Bônus Moradia’, o Governo do Estado oferece subsídios de até R$ 25 mil para auxiliar o cidadão com recursos para a entrada na aquisição do imóvel. Esse subsídio pode ser somado com outros, como o proveniente do “Minha Casa, Minha Vida”, do Governo Federal. Desta forma, muitas famílias estão conseguindo zerar o valor da entrada. Em relação ao programa ‘Financiado e Subsidiado’ uma das vantagens é o fato do município doar o terreno para a construção das casas e a Agehab auxilia com o financiamento de uma parte da infraestrutura. Assim, o valor comercializado dos imóveis pelas construtoras fica mais acessível e abaixo do preço de mercado”, destacou Maria do Carmo.

O construtor Gustavo Castro ressalta que desde que o ‘Bônus Moradia’ foi lançado – em junho deste ano –, contribuiu para aquecer as vendas dos imóveis e a movimentar o setor imobiliário em Mato Grosso do Sul.

“Uma das grandes dificuldades no financiamento de imóveis, principalmente para as classes médias e baixas, é a família disponibilizar de recursos para a entrada. Com o Bônus Moradia esta realidade está mudando. Das 80 unidades que tínhamos para venda, conseguimos vender 60 para beneficiário do Bônus Moradia. Pessoas que até pouco tempo atrás não estavam conseguindo comprar, agora estão realizando o sonho da casa própria. Ou seja, as vendas estão crescendo com o fechamento de novos negócios, beneficiando todos os agentes do setor da construção civil, bem como do mercado imobiliário”, afirma Castro.

Modelos para o Brasil, programas habitacionais de MS são reconhecidos no país e apresentados em seminário

Bônus Moradia

O projeto ‘Bônus Moradia’, do Governo do Estado, tem a capacidade de atender 2.210 famílias em Mato Grosso do Sul, com subsídios que variam de R$ 6 mil a R$ 25 mil para a entrada na aquisição do imóvel próprio, que pode ser somado a outros subsídios como o ‘Minha Casa, Minha Vida’, do Governo Federal.

Para participar é necessário que o cidadão esteja cadastrado no banco de inscritos da Agehab, ter renda familiar mínima de R$ 1,5 mil e máxima de R$ 6,5 mil, não possuir casa própria, não ter sido beneficiado com casa em outro programa habitacional e ser aprovado na análise da instituição financeira – além de outros requisitos.

Atualmente, participam do projeto 35 empresas da construção civil e estão disponíveis para venda mais de 500 unidades habitacionais, distribuídas nos nove municípios que participam do ‘Bônus Moradia’. O valor máximo do empreendimento não pode ultrapassar R$ 208 mil.

O projeto recebeu o prêmio de Selo de Mérito, em novembro, considerado o mais importante do setor da habitação de interesse social do país. A premiação é realizada, anualmente, pela Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação (ABC), e este ano foi entregue durante o 70º Fórum Nacional de Habitação de Interesse Social, no Rio de Janeiro (RJ).

O prêmio tem o objetivo de estimular e divulgar os projetos relevantes desenvolvidos pelas entidades afiliadas à ABC no âmbito da habitação de interesse social e do enfrentamento aos problemas históricos de irregularidade e risco, além da busca de alternativas inovadoras, sustentáveis social e ambientalmente que contribuam para a melhoria da qualidade do ambiente construído, respeitando a cultura e os costumes do público alvo e incentivar o aperfeiçoamento das estruturas de estados e municípios, enfrentando do déficit habitacional.

Modelos para o Brasil, programas habitacionais de MS são reconhecidos no país e apresentados em seminário

Já o programa habitacional “Financiado e Subsidiado’, foi lançado pelo Governo do Estado em agosto de 2015, e incorpora subsídio estadual ao subsídio federal no financiamento do FGTS. Além disso, o município realiza da doação do terreno onde o empreendimento será construído. Para participar é necessário ter renda entre R$ 1,6 mil a R$ 6,5 mil.

Karla Martins, Agehab / colaborou Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende 

Preservação e sustentabilidade: 1ª Lei do Pantanal é aprovada e Alems destaca ‘consenso’ e ‘futuro’

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Um momento histórico e que marca o avanço por soluções modernas, inovadoras e que garantam a preservação de um dos principais biomas do planeta, aliadas a uma produção sustentável que atenda às demandas dos que ali estão. A 1ª Lei do Pantanal foi aprovada na manhã desta quarta-feira (13) pela Assembleia Legislativa, contando com ampla maioria – 23 votos.

Desenhada pelo Governo de Mato Grosso do Sul após a promoção de debates com instituições de proteção do meio ambiente, autoridades públicas e o setor produtivo, a legislação foi apresentada pelo Executivo no fim de novembro, sendo votada e aprovada em 15 dias – reflexo do êxito nas tratativas e na formatação de um projeto completo.

Contemplando diretrizes básicas da gestão, como inclusão (papel social), prosperidade (ser economicamente viável) e ser verde (conservação da biodiversidade), a Lei do Pantanal traz medidas que contribuem para a redução do desmatamento e restauração do território.

Sentaram à mesa juntos para fechar tal projeto ONGs (organizações não-governamentais), produtores rurais e os ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura, entre outros institutos de atuação regional e federal, construindo caminhos de consenso.

Além disso, a Lei joga luz a um futuro de compromisso ambiental, pensando no bem estar da atual e das próximas gerações. A questão foi bastante elogiada por especialistas e pelos deputados que avaliaram o projeto. “Entendo que é um momento histórico para Mato Grosso do Sul e para a humanidade”, destaca o presidente da Assembleia, Gerson Claro.

“O governador [Eduardo Riedel] tomou uma atitude extremamente madura e responsável”, destaca o presidente do IHP (Instituto do Homem Pantaneiro), Ângelo Rabelo. A ONG é uma das instituições que atuam no Pantanal sul-mato-grossense. Já o presidente da Famasul, Marcelo Bertoni, destaca que o projeto ficou a contento. “Tudo isso traz segurança jurídica ao produtor rural”.

Com aproximadamente 84% dos 9 milhões de hectares que formam o Pantanal preservados, a lei terá pontos importantes para ações que garantem a conservação do bioma. Além disso, será criado o Fundo Estadual de Desenvolvimento Sustentável do Bioma Pantanal, instrumento remunerador o produtor que adotar práticas especificadas pela Lei.

Chamado popularmente de Fundo Clima Pantanal, ele terá recursos provenientes de dotações orçamentárias do Estado – 50% advindos de pagamentos de multas ambientais –, créditos adicionais, transferências diversas como acordos, contratos, convênios e outros, captação, doações, emendas parlamentares e outros.

Outra fonte de arrecadação do fundo será a comercialização de Reduções Certificadas de Emissões (RCEs – créditos de carbono). “A ideia do Fundo Clima Pantanal já está fazendo sucesso, é algo inovador”, disse o presidente da SOS Pantanal, Alexandre Bossi.

Nyelder Rodrigues, Comunicação Governo de MS
Fotos: Wagner Guimarães/Alems

Volume de serviços recua 0,6% em outubro, revela IBGE

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Houve queda também na comparação com outubro de 2022: (-0,4%)

O volume de serviços no país caiu 0,6% em outubro deste ano, na comparação com setembro. Essa foi a terceira queda consecutiva do indicador, que acumula perdas de 2,3% em três meses. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quarta-feira (13), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Volume de serviços recua 0,6% em outubro, revela IBGEVolume de serviços recua 0,6% em outubro, revela IBGEFoi registrada queda também na comparação com outubro de 2022 (-0,4%). No ano e no período de 12 meses, no entanto, os serviços acumulam altas de 3,1% e 3,6%, respectivamente. Com o resultado, os serviços estão 10,2% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020), mas 3,2% abaixo do volume recorde da série histórica, obtido em dezembro do ano passado. Na passagem de setembro para outubro, a queda dos serviços foi puxada por duas das cinco atividades pesquisadas: transportes (-2%) e serviços prestados às famílias (-2,1%). A queda no segmento de transportes, em outubro, foi influenciada pela retração do transporte rodoviário de cargas.  “Isso está ligado à expectativa menor da próxima safra, o que faz com que o transporte de insumos e a preparação da próxima safra sejam menores, assim como o fim das colheitas recordes significa que o setor está passando por um ajuste. A produção industrial também vem demonstrando menor dinamismo, com uma queda nos bens de consumo e bens de capital, que impactam também no setor de transporte de cargas”, explica Luiz Almeida, pesquisador do IBGE.

Famílias

Já o recuo nos serviços prestados às famílias foi influenciado pela atividade de espetáculos, porque, em setembro, houve um grande festival em São Paulo, o que elevou a base de comparação para outubro. “Essa queda já era esperada, pois esse aumento em setembro foi devido a um grande festival de música ocorrido em São Paulo. Portanto, não houve a continuidade desses ganhos, o que explica a queda do setor, sendo um retorno ao patamar anterior”, afirmou Almeida. Em sentido oposto, dois segmentos do setor de serviços apresentaram alta: profissionais, administrativos e complementares (1%) e informação e comunicação (0,3%). Os outros serviços ficaram estáveis. Em relação à receita nominal os serviços caíram 0,1%, mas tiveram crescimentos de 3,9% na comparação com outubro de 2022, de 6,9% no acumulado do ano e de 7,8% no acumulado de 12 meses.

Fonte: Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

 

Curso de panificação foi mais uma capacitação gratuita ofertada pela Prefeitura de Naviraí e Sebrae-MS

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A Prefeitura de Naviraí, por meio da Gedec – Gerência de Desenvolvimento Econômico e da Gerência de Assistência Social Casa do Trabalhador, promoveu mais um curso de capacitação que faz parte do Programa Cidade Empreendedora e está sendo desenvolvido no município por meio da parceria com o Sebrae-MS. Desta vez, foi ofertado o Curso de Panificação, que contou com aulas teóricas e práticas ministradas na Unidade Móvel, a Carreta da Panificação. A carga horária total do curso foi de 8 horas e ocorreu entre 30 de novembro e 07 de dezembro.

O curso foi totalmente gratuito e abordou diversos tópicos relacionados à panificação, incluindo os fundamentos de panificação, introdução à fabricação de produtos de panificação, introdução à fabricação de cucas alemãs, panetone, biscoitos, pães e doces. Os participantes tiveram a oportunidade de aprender técnicas e práticas relacionadas a essas áreas, adquirindo conhecimentos essenciais para ingressar no ramo da panificação e reforçar a renda familiar.

O encerramento do curso contou com a presença da prefeita Rhaiza Matos demonstrando o engajamento e apoio do município no desenvolvimento econômico e no fortalecimento do empreendedorismo local. A Gerente de Assistência Social, Néia Garcia a gestora da Casa do Trabalhador, Vera Dantas e o Gerente do Núcleo de Industria, Comércio e Turismo da Gedec, Claudio José da Silva.

A prefeita ratificou comprometimento da Prefeitura Municipal em oferecer mais cursos gratuitos de capacitação e incentivar a educação como meio de empoderamento social e econômico. “Parabéns por terem participado e concluído este curso, pois certamente servirá para que possam auxiliar na renda de suas famílias. Nosso objetivo é seguir promovendo a inclusão social e melhorando a qualidade de vida da nossa população.”, concluiu a prefeita.

Curso de panificação foi mais uma capacitação gratuita ofertada pela Prefeitura de Naviraí e Sebrae-MS

Em entrevista, Longen faz balanço da indústria em 2023 e projeta desafios do próximo ano

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Os avanços da indústria sul-mato-grossense em 2023 e os desafios para o próximo ano foram os temas da entrevista concedida pelo presidente da Fiems, Sérgio Longen, ao site JD1 Notícias nesta terça-feira (12/12). O líder empresarial participou da série JD1 Retrospectiva e destacou a contribuição positiva do setor industrial para o crescimento econômico de Mato Grosso do Sul.

A geração de empregos foi um dos aspectos favoráveis da indústria em 2023. A estimativa é que o setor encerre o ano com 160 mil empregos diretos com carteira assinada.

“A indústria vem crescendo a níveis ótimos. avançamos positivamente em quase todas as regiões. A federação acaba dando suporte para as indústrias que estão se instalando. Também temos preparado outras empresas para terem condições de vender às grandes empresas que se instalam aqui”, disse Longen.

O presidente da Fiems ressaltou a capacidade de investimentos do governo estadual com fator que ajuda o setor privado a se expandir.

“Entendo que o Estado vem cumprindo seu papel. É um Estado com condições de fazer investimentos. O governo deve investir 16% do PIB este ano, enquanto na maioria dos estados esse número não chega a 3%. Vemos a valorização imobiliária em diversos municípios, e também propriedades rurais que receberam investimentos em infraestrutura e movimentaram a construção civil”, apontou.

Um dos grandes desafios para 2024, na opinião de Longen, será encontrar trabalhadores para suprir a oferta de empregos da indústria. Para tanto, o Sistema Fiems tem realizado parcerias com prefeituras e com o Governo do Estado para disponibilizar cursos gratuitos de qualificação profissional nos municípios.

Fonte: Assessoria Fiems

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