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domingo, 12 de julho de 2026
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Companhias aéreas anunciam plano com passagens a R$ 799 em 2024

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As três maiores companhias aéreas do Brasil – Azul, Gol e a Latam – anunciaram, nesta segunda-feira (18), em Brasília, oferta passagens entre R$ 699 e R$ 799 por trecho viajado em 2024. Juntas, irão disponibilizar mais de 25 milhões de bilhetes aéreos.Companhias aéreas anunciam plano com passagens a R$ 799 em 2024Companhias aéreas anunciam plano com passagens a R$ 799 em 2024

A medida faz parte da primeira etapa do Programa de Universalização do Transporte Aéreo, detalhado pelo ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, aos lados dos diretores das três empresas, como estratégia para redução dos preços de passagens aéreas e queda dos custos de operações no país, em 2024.

Outras ações apresentadas pelas empresas estão: valores mais acessíveis para bilhetes comprados com até 14 dias de antecedência da data da viagem, inclusão de serviços de remarcação sem cobrança de taxa adicional, oferta de tarifas mais acessíveis para compras realizadas em determinados dias da semana; aumento no número de oferta de voos; ampliação da frota aérea, gratuidade no despacho de bagagens e marcação de assento para compras feitas em cima da hora e aumento na oferta de assentos.

Brasília (DF), 18/12/2023, O CEO da Gol linha aéreas, Celso Ferrer, o diretor-presidente substituto da Agência Nacional de Aviação Civil, Tiago Pereira, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o secretário nacional de aviação civil do ministério de portos e aeroportos, Juliano Noman, durante entrevista coletiva para apresentar e detalhar as medidas da primeira etapa do plano de universalização do transporte aéreo.  Foto: Jose Cruz/Agência Brasil
Ministro Silvio Costa Filho anuncia primeira etapa do plano de universalização do transporte aéreo. Foto: Jose Cruz/Agência Brasil

O ministro acredita que as medidas anunciadas tornarão os voos domésticos mais acessíveis aos passageiros. “Um conjunto de pacotes que vai beneficiar o consumidor final brasileiro. E a primeira etapa [do Programa de Universalização do Transporte Aéreo], ao longo de 2024, vamos, cada vez mais, ao lado das aéreas, ao lado de todo o governo, perseguir para que a gente possa ter uma redução nas tarifas no Brasil e fazer com que, ao final, o consumidor brasileiro viaje mais.”

Para Silvio Costa Filho, os planos das aéreas são fruto do constante diálogo entre o governo federal e as empresas. “O governo não pode fazer qualquer intervenção, até porque são empresas privadas e nós temos o livre comércio. O que nós estamos fazendo é um trabalho de sensibilização.”

Preço médio

Os preços dos bilhetes aéreos com tarifas máximas, de R$ 699 e R$ 799 por trecho, ficaram, no entanto, acima da tarifa aérea real média em voos domésticos, divulgada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). No último levantamento da agência reguladora, em setembro de 2023, o preço médio chegou a R$ 748, o maior do ano. O painel da Anac apresenta os dados das tarifas aéreas comercializadas desde 2002. 

Questionado sobre como as tarifas anunciadas pelas companhias acima do recorde apurado pela Anac tornariam as passagens mais baratas, o ministro de Portos e Aeroportos entende que, ainda assim, a população poderá ser beneficiada. “A gente está perseguindo esse valor para que possa haver uma redução, mas sem dúvida alguma, a gente vai ter, sobretudo, comprando com antecedência, passagens mais baratas, nessa agenda que a gente tem trabalhado,” avalia o ministro.

Planos das companhias aéreas

As propostas das três companhias aéreas serão válidas a partir de 2024. Confira as principais medidas anunciadas.

Azul

•             oferta de 10 milhões de passagens por até R$ 799 por trecho, por ano, para compras com antecedência de até 14 dias;

•             Marcação de assento e bagagem despachada gratuitamente para compras realizadas de última hora;

O CEO da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, John Rodgerson, esclarece que um terço dos assentos dos voos da companhia estarão nesta condição. “Estamos animados para fazer esta contribuição como primeiro passo, antes de ter uma saída com a judicialização ou do combustível, outras coisas, porque a gente acredita no mercado livre, que se atacarmos o custo de juros neste país, se atacarmos o preço do combustível, a tarifa média, naturalmente, vai cair”.

Gol

•             15 milhões de passagens por até R$ 699 por trecho para compras com antecedência mínima de 14 dias;

•             promoção com voos de R$ 600 a R$ 800, nas compras realizadas com 21 dias de antecedência da data do voo;

•             despacho gratuito da bagagem para o passageiro que comprar o bilhete de última hora;

•             tarifas de assistência emergencial com desconto de até 80% na tarifa disponível, quando ocorrer o falecimento de um familiar direto. 

 “A gente está aqui, justamente, para passar essa percepção, firmar compromissos para que a gente possa criar essa agenda positiva, para que a população brasileira saiba que tem um setor que quer, de fato, crescer, estar de portas abertas e dar acesso”, disse o CEO da Gol, Celso Ferrer.

Latam

•             campanhas publicitárias para ensinar os consumidores sobre como comprar passagens aéreas mais baratas, com planejamento;

•             promoção com um destino semanal com tarifa abaixo de R$ 199;

•             atualização do programa de fidelidade, que deixa de ter validade para uso das milhagens;

•             aumento da oferta em 3 milhões assentos, com a média de 10 mil assentos diários nos voos da companhia.

O CEO da LATAM Airlines Brasil, Jerome Cadier, anunciou ainda que no programa de milhas da companhia aérea os pontos não expirarão em dois anos. “Nossos pontos não irão caducar a partir de 2024, desde que usados com a LATAM”.

Ele ainda enfatizou a necessidade de haver um trabalho educativo com passageiros no Brasil sobre compras de passagens antecipadas, pois, 6% dos bilhetes custam mais de R$2 mil porque, na maioria das vezes, as passagens são compradas a menos de 10 dias do dia de embarque. “Precisamos fazer um esforço coletivo, que o povo brasileiro possa tentar comprar as passagens com mais antecedência, porque quanto mais planejamento, previsibilidade, eles vão comprar passagens mais baratas no Brasil”, afirmou.

Pequenos bovinocultores podem economizar R$ 1,45 bi anuais com biodigestores

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Biogás reduz custos na propriedade e emissões de dióxido de carbono

Se metade das pequenas e médias propriedades pecuárias brasileiras produzissem gás a partir de resíduos orgânicos, haveria uma economia total de 1,45 bilhão de reais anualmente. Esse é o valor que 504 mil fazendas, metade das que mantêm entre 10 e 100 cabeças de gado, economizariam ao deixar de comprar o botijão de gás liquefeito de petróleo (GLP).

Além disso, o impacto ambiental seria considerável: 595,2 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) equivalente deixariam de ser emitidas a cada ano. Essa redução provém da substituição de um combustível fóssil (GLP) por outro de fonte renovável, o biogás. As estimativas são de um estudo realizado por pesquisadores da Embrapa Agroenergia (DF), a partir de dados coletados de um biodigestor instalado em caráter experimental em uma propriedade em Luziânia (GO). Os dados estão publicados neste artigo.

Pequenos bovinocultores podem economizar R$ 1,45 bi anuais com biodigestores

Para esse trabalho, os cientistas utilizaram a RenovaCalc, ferramenta desenvolvida pela Embrapa Meio Ambiente que calcula a intensidade de carbono equivalente emitida por biocombustíveis. “A metodologia se baseia nos inventários de Avaliação do Custo de Vida (ACV) de cada rota de biocombustível e emprega métodos reconhecidos internacionalmente”, relata a pesquisadora Rosana Guiducci, uma das autoras do artigo. A RenovaCalc é utilizada pelo Renovabio, programa federal de incentivo ao uso de biocombustíveis coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), e é disponibilizada gratuitamente pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A RenovaCalc apontou que o biogás libera 83,11 gramas de CO2 equivalente para cada megajoule (unidade de energia) produzido, enquanto o combustível fóssil substituto, GLP, libera 86,7 gramas na mesma função. A diferença entre esses números foi usada para calcular a quantidade de CO2 que deixaria de ser emitida se pouco mais de 500 mil propriedades substituíssem o GLP pelo biogás: 595,2 mil toneladas por ano.

Pequenos bovinocultores podem economizar R$ 1,45 bi anuais com biodigestores

A equipe tomou como base dados obtidos em uma instalação-piloto de biodigestor feita no início deste ano, na propriedade de Benedito Bento Gonçalves da Cruz, no município de Luziânia (GO), que mantém cerca de 60 cabeças de gado leiteiro (vídeo abaixo). Após três meses, a produção de biogás foi estabilizada e a família do produtor adotou o biogás na cozinha, deixando de utilizar o botijão de GLP. A partir daí, os pesquisadores puderam estimar a produção média para que um estabelecimento rural possa substituir uma quantidade equivalente a dois botijões por mês.

Veja como funciona o biodigestor nessa apresentação da primeira instalação-piloto.

“Fertilizante orgânico”

O biodigestor ainda gera um subproduto valioso: o digestato, efluente resultante da digestão anaeróbica feita por bactérias no interior do equipamento. O digestato pode ser utilizado como matéria-prima para a formulação de fertilizantes e pode ser aproveitado na lavoura na própria fazenda. O digestato ainda é apropriado para ser usado em cultivos orgânicos, pois é livre de aditivos químicos. Dessa forma, pode reduzir impactos ambientais pela diminuição do uso de fertilizantes convencionais. Os pesquisadores ressalvam, porém,  que ele não é recomendado para o uso direto em hortaliças.

Para o produtor que participou dos experimentos, os ganhos com o biodigestor foram grandes. “Só vi vantagens, além de economizar no botijão de gás, ainda produzo o adubo [digestato] para jogar nas plantas”, relata Cruz. Ele frisa que o manejo dos animais não sofreu grandes alterações. “Só mudou o modo de lavar o curral, um trabalho que eu já fazia todos os dias”, conta. Os dejetos dos animais devem ser coletados sem o uso de sabão ou outros químicos, a fim de se preservar as bactérias que vão executar a digestão do material e gerar o gás.

Pequenos bovinocultores podem economizar R$ 1,45 bi anuais com biodigestores

Em busca de parceiro

Cruz recebeu a primeira de três instalações experimentais que o projeto de pesquisa pretende instalar. O segundo biodigestor, também em Luziânia, começou a operar em novembro e um terceiro irá funcionar ainda no primeiro semestre de 2024. “Até o fim de outubro de 2024, pretendemos ter o protótipo validado. Assim, estamos abertos a parcerias com a iniciativa privada interessada em codesenvolver o biodigestor [veja quadro abaixo]”, revela a pesquisadora Itania Pinheiro Soares, que coordena o projeto de pesquisa.

Ela relata que os maiores desafios desse desenvolvimento são as adaptações feitas de peças convencionais. “Caixas d’água e algumas conexões, por exemplo, poderiam ser substituídas por estruturas já fabricadas para a finalidade do biodigestor, o que facilitaria o trabalho, reduzindo problemas operacionais. Daí a importância de termos um parceiro codesenvolvedor do ramo”, explica Soares.

A pesquisadora conta que a demanda veio da Cooperativa Mista da Agricultura Familiar, do Meio Ambiente e da Cultura do Brasil (Coopindaiá), preocupada em dar um destino adequado aos dejetos animais, um passivo ambiental comum na pecuária leiteira, principal atividade dos membros da cooperativa. A cientista informa, ainda, que já há uma iniciativa de parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) para capacitar produtores interessados na tecnologia.

Seja um parceiro da Embrapa Caso a sua empresa se interesse em codesenvolver o biodigestor para pequenas propriedades, entre em contato pelo e-mail: [email protected]. Outras tecnologias e oportunidades de parcerias podem ser acessadas na Vitrine Tecnológica, na página de inovação da Embrapa Agroenergia.

Ainda sem um valor de custo final para o biodigestor, os pesquisadores estimam que o sistema deve ficar em torno de 10 mil reais e acreditam que o sucesso de Benedito Cruz poderá ser replicado por muitos outros bovinocultores de pequeno e médio porte. Para isso, eles recomendam políticas públicas para o incentivo da adoção da tecnologia por pequenos produtores. “Além do subsídio à aquisição do equipamento, seria fundamental que essas políticas envolvessem a assistência técnica intensiva no início da produção do biogás”, recomenda Guiducci. “É preciso ter em mente que se trata de uma tecnologia nova para o pequeno produtor, que precisará de algum tempo para se adaptar”, justifica. Por outro lado, a pesquisadora acredita que, após a sua adoção, o bovinocultor verá que a manutenção é fácil e logo se acostumará ao processo de gerar a própria energia.

Fiems irá apoiar elaboração de plano diretor de Bonito

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Fiems irá apoiar elaboração de plano diretor de Bonito. Reunião nesse sentido foi realizada nesta segunda-feira (18/11), no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS), entre o chefe de gabinete da presidência da instituição e o prefeito da cidade turística, Josmail Rodrigues.

Segundo Robson Del Casale, essa é uma determinação do presidente da Fiems, Sérgio Longen. “É importante que a gente participe dessa discussão, porque a Fiems e todo o setor produtivo do Estado se sentem na obrigação de preservar o município de Bonito e seus rios, que são referências no mundo todo.

De acordo com o chefe de gabinete da Fiems, a partir de agora, a Federação das Indústrias faz parte grupo de trabalho que vai elaborar o plano diretor, bem com realizar estudos sobre a Bacia do Rio Formoso.

“Nós vamos aí colocar toda a nossa energia para que a gente consiga, o quanto antes, aprovar esse projeto do Plano Diretor, para que consiga criar esse cinturão de preservação tanto nascentes quanto na foz de todos os rios que são os atrativos turísticos da cidade”, finalizou Del Casale.

Fiems irá apoiar elaboração de plano diretor de Bonito

A ação está em sintonia com os itens 11 (cidades e comunidades sustentáveis), 12 (consumo e produção responsáveis), 13 (ações contra a mudança global do clima), 14 (vida na água), 15 (vida terrestre) e 17 (parcerias e meios de implementação) dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). As metas representam um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade.

COP28 dá destaque inédito para a agricultura

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Importantes negociações com participação da Embrapa marcam a COP 28

A Conferência das Nações Unidades sobre as Mudanças do Clima (COP28), que aconteceu de 30 de novembro a 12 de dezembro, em Dubai, chega ao fim nesta terça-feira com a inédita participação da agricultura no centro da agenda, com debates e fóruns de ampla participação sobre agricultura regenerativa, solos e água. É o que revelam os participantes da Embrapa que integram a missão oficial do Ministério da Agricultura e Pecuária: a presidente Silvia Massruhá, a diretora de Negócios, Ana Euler, o chefe da Assessoria de Relações Internacionais (Arin), Marcelo Morandi, e os pesquisadores Gustavo Mozzer e Jane Simone Almeida,  da Arin.

No Pavilhão Brasil, a Embrapa manteve vários contatos com organismos internacionais, ministérios, organizações não governamentais, além de participar de diversos painéis temáticos com foco na sustentabilidade ambiental.

A presidente Silvia destacou a importância de participar dos painéis, mas principalmente discutir projetos em parceria com os organismos internacionais, como o IICA e FAO, entre outras instituições, bem como participar de discussões com vários ministérios, como o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e do Ministério da Ciéncia, Tecnologia e Inovação (MCTI) e secretarias estaduais de agricultura de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. Silvia também participou de reunião com ministros da América do Sul mostrando o papel da Embrapa na produção de alimentos e da agropecuária sustentável.

“Estamos mostrando ao mundo o que o Brasil vem desenvolvendo, através da Embrapa, de tecnologias sustentáveis, para a adaptação e mitigação das mudanças climáticas, a importância de gerar dados e informações para desenvolvermos os indicadores tropicalizados e métricas para medir a sustentabilidade da agricultura brasileira. Apresentamos várias experiências no bioma Amazônia como a fixação biológica do nitrogênio, o plantio direto e os sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta”, explicou a presidente.

“Também mostramos os resultados do consórcio de gramíneas e leguminosas na região Amazônica, que apontaram como resultados a conversão de 55 mil hectares e trouxe a redução de gases de efeito estufa de aproximadamente 36%. O que mostra a importância das práticas sustentáveis na agropecuária brasileira e a necessidade de se fazer um cálculo do ciclo de vida. A agricultura emite, mas tem condição de sequestrar carbono, por exemplo, no ILPF e muitas vezes gerar até um balanço positivo”, complementou.

Outro destaque foi a nova proposta do governo federal de recuperação de áreas degradadas, onde a Embrapa é participante ativa mapeando as áreas de pastagens e fazendo o cruzamento com o ZARC, para mostrar a aptidão de cada uma dessas áreas. “Muitas vezes podemos mudar de áreas de pastagens para agricultura ou sistema agroflorestal, sempre baseado na execução de políticas públicas voltadas para a recuperação de áreas degradadas”. Ao todo, destacou Sílvia, são 160 milhões de hectares de pastagens, sendo 40 milhões com aptidão agrícola.

COP28 dá destaque inédito para a agricultura

Silvia destacou a importância da presença da Embrapa na reunião que engloba todos os ministros da Agricultura da  América do Sul, Paraguai, Bolívia, Chile, Argentina, Uruguai e o Brasil. “Tivemos a oportunidade de mostrar o papel da pesquisa agropecuária para subsidiar as políticas públicas no Brasil e a Transferência de Tecnologia para outros países da América do Sul”, salientou.

A diretora de Negócios, Ana Euler, participou de painéis internacionais, bem como discutiu projetos no âmbito da biodiversidade e da bioeconomia, com várias áreas de interface, entre elas a atuação da Embrapa em territórios indígenas para promoção de segurança alimentar e conservação da agrobiodiversidade. 

“Destaco aqui a importância da coalização entre pesquisa, inovação e transferência de tecnologia entre os estados membros da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), organização intergovernamental, formada por oito países amazônicos: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, que assinaram o Tratado de Cooperação Amazônica (TCA), tornando-se o único bloco socioambiental da América Latina”, explicou a gestora. Entre os compromissos institucionais, a diretora reuniu-se com o coordenador da Unidade de Projetos do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Daniel Hincapie, coordenador da Unidade de Projetos do BID Amazônia.

COP28 dá destaque inédito para a agriculturaNessa mesma direção, Ana Euler reuniu-se com a ministra brasileira dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara para tratar da construção de projetos em parceria com as comunidades indígenas brasileiras visando o fortalecimento do empreendedorismo feminino e a ampliação da atuação em parceria com o respectivo ministério em temas considerados prioritários para a atual agenda da Embrapa: segurança alimentar e nutricional, conservação da agrobiodiversidade, agregação de valor às cadeias da sociobiodiversidade (foto à direita).

Outro tema que ganhou destaque na agenda foi  a parceria da Embrapa e a organização não governamental internacional ITC (International Trade Centre). Junto com a representante do Ministério das Mulheres, Joci Aguiar, a diretora de Negócios discutiu o desenvolvimento de um projeto para ações de apoio à promoção de inovação em negócios e exportação voltado para pequenas empresas relacionadas às cadeias da bioeconomia na Amazônia.

Com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), os representantes da Embrapa realizaram importante reunião na qual firmaram o compromisso de desenvolver parceria estratégica para gerar e monitorar dados em apoio ao inventário nacional de emissões do setor agropecuário do setor agropecuário. O tema tratado foi “Dados, Metodologia e Estruturação de Equipes” (foto abaixo).

COP28 dá destaque inédito para a agricultura

No dia 6, a equipe da Embrapa participou de evento promovido pelo Governo do Estado do Pará, onde reuniu-se com o governador Helder Barbalho, parlamentares, representantes de organismos internacionais para discutir a COP 30, em Belém, e a participação da Embrapa. “Tratamos do planejamento da COP 30 em parceria com o Governo Federal, que será a primeira COP realizada no coração da floresta tropical.

Nos dias 9 e 10, Ana Euler participou de vários painéis promovidos pelo Ministério do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário, FAO, ITC e Instituto Sociedade, População e Natureza. A presidente Silvia e a diretora Ana também se reuniram com a vice-diretora da FAO, Maria Helena Semedo.

Reuniões de alto nível e apoio a grupo de negociadores brasileiros

Marcelo Morandi, como membro convidado pelo Mapa para missão oficial, participou de diversas reuniões de alto nível. “As discussões ocorreram em diversas sessões desde o dia 29 de novembro, incluindo com a coordenação dos grupos negociadores (no caso do Brasil, o ABU e o G77+China), reuniões bilaterais entre as Partes e grupos e nas convocações para as reuniões de instrução e de negociação (Informal Consultations, Contact Group, Inf Inf Meetings). Foram obtidos avanços na construção dos diferentes elementos dos seis pontos de negociação, com a elaboração de um texto base, por parte do Brasil (Informal Note, sem status) para negociações.

COP28 dá destaque inédito para a agricultura

São esses os seis pontos: (1) Criação de um ‘roadmap’ até a COP31 (2026), com foco em ações que promovam a implementação de projetos e políticas públicas para adaptação da agricultura às mudanças climáticas e garantia da segurança alimentar; (2) Estabelecimento das bases para elaboração de um relatório síntese anual (Synthesis Report) pelo Secretariado da UNFCCC (Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Clima), relatando os avanços alcançados e os ‘gaps’ que devem ser solucionados para implementação das ações, incluindo financiamento; (3) Estabelecimento de um calendário de workshops anuais com temas relativos aos objetivos do SSH-JW (Sharm el-Sheikh), com foco na busca de mecanismos para superar os gaps relatados, assim como a discussão de novos temas e compartilhamento de experiências em implementação de ações climáticas para adaptação e resiliência da agricultura frente às mudanças climáticas; (4) Operacionalização de um Portal online para acompanhamento das ações, compartilhamento de experiências e negociação de financiamento para iniciativas nacionais das Partes (países membros) em implementação de ações climáticas para adaptação e resiliência da agricultura; (5) Elaboração das recomendações dos órgãos subsidiários para tomada de decisões na COP; (6) Definições relativas ao modelo de governança do SSH-JW.

  • Acesse aqui e acompanhe os relatos sobre negociações da missão brasileira na COP28

Programa de conversão de pastagens degradadas

No sábado (9), em Dubai, Roberto Perosa, secretário de Comércio e Relações Internacionais, liderou importantes reuniões representando o Mapa. Em um encontro com Martien van Nieuwkoop, diretor global de Agricultura e Alimentos do Banco Mundial, foram discutidos detalhes do programa de conversão de pastagens degradadas. O secretário enfatizou a importância do recente decreto presidencial que estrutura o programa e estabelece um comitê gestor interministerial.

Durante a conversa, Nieuwkoop manifestou interesse em estabelecer, em parceria com o Banco do Brasil, uma linha de crédito para projetos de descarbonização, incluindo a conversão de pastagens e se prontificou a colaborar na criação de um mecanismo financeiro para atrair investidores privados.

A Embrapa integra o Comitê Gestor Interministerial e realizou recentemente seminário para tratar sobre o tema em parceria com o Banco Mundial. Saiba mais sobre este assunto aqui

Aplicativo do governo vai agilizar bloqueio de celular roubado

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O governo federal vai lançar, nesta terça-feira (19), o aplicativo Celular Seguro, que permitirá o bloqueio imediato de linhas telefônicas e do próprio aparelho de telefone móvel em casos de roubo e furto.Aplicativo do governo vai agilizar bloqueio de celular roubadoAplicativo do governo vai agilizar bloqueio de celular roubado

Para utilizar o aplicativo, a pessoa deverá cadastrar os dados em uma página na internet a ser divulgada pelo governo federal. “Caso você seja roubado, é só acionar o sistema por um computador que operadora telefônica e bancos são notificados no mesmo instante, bloqueando acessos”, explicou o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta, em postagem nas redes sociais.

“Uma medida importante para diminuir a dor de cabeça e as perdas financeiras de quem passa por furto ou roubo. Amanhã já estará disponível nas lojas de aplicativos”, completou o ministro.

A nova plataforma foi desenhada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) em parceria com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). De acordo com o secretário-executivo da pasta, Ricardo Cappelli, os celulares roubados serão transformados “num pedaço de metal inútil” após o bloqueio.

“Com apenas um clique, a vítima enviará um aviso simultaneamente para a Anatel, para os bancos, para as operadoras de telefonia e para os demais aplicativos”, anunciou.

OCDE estima crescimento de 1,8% do PIB brasileiro em 2024

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Economia, Moeda Real,Dinheiro, Calculadora

Após superar as previsões e crescer fortemente no início de 2023, a economia brasileira deverá crescer 1,8% no próximo ano, estimou nesta segunda-feira (18) a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A estimativa é um pouco inferior à da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, que prevê expansão de 2,2% em 2024.OCDE estima crescimento de 1,8% do PIB brasileiro em 2024OCDE estima crescimento de 1,8% do PIB brasileiro em 2024

Segundo a OCDE, organização formada por países que se comprometem com metas econômicas, sociais, ambientais e de desenvolvimento, depois de uma forte expansão no começo de 2023, a atividade econômica brasileira está “convergindo para o crescimento potencial”, com uma demanda doméstica e global enfraquecida.

“O consumo privado e os investimentos crescerão em 2024 em ritmo mais moderado do que no passado, por causa de condições de crédito mais restritivas e da desaceleração da economia global”, destacou a instituição no relatório bianual Estudos Econômicos da OCDE: Brasil. Para este ano, a OCDE projeta crescimento de 2,8%, abaixo dos 3% estimados pelo Ministério da Fazenda.

Segundo a organização, a desaceleração da economia chinesa, o principal comprador de produtos brasileiros, poderá diminuir o crescimento das exportações do Brasil. Apesar da desaceleração, o relatório projeta alta de 4% nas vendas do Brasil para o exterior em 2024.

Outros fatores compensam a queda da demanda doméstica e global. Segundo a OCDE, a queda da inflação abre espaço para novas reduções de juros, que resultarão em aumento de investimentos. “O crescimento mais lento do crédito e os aumentos menores de salários reduzirão a renda das famílias e contribuirão para diminuir a inflação”, ressaltou o relatório.

Regras fiscais

Chefe da Divisão de Estudos de Países da OCDE, Jens Arnold compareceu à divulgação do documento, no Ministério da Fazenda. Ele elogiou a aprovação do novo arcabouço fiscal, mas disse que o Brasil terá um grande desafio para cumprir as metas fiscais da nova regra, como o déficit primário zero em 2024.

“Isso [a aprovação do arcabouço] evidentemente implica que o trabalho seguinte será implantar esse marco, de forma que as metas fiscais possam ser cumpridas”. Apesar da dificuldade, Arnold diz que o novo marco fiscal traz mais certeza aos agentes econômicos e aumenta a previsibilidade das contas públicas.

Dívida pública

A OCDE também apresentou projeções para a dívida pública do país. Segundo a organização, o endividamento voltou a subir e poderá alcançar 90% do PIB em 2047. Para 2024, a instituição prevê que a dívida bruta do governo geral, indicador divulgado pelo Banco Central e usado para comparações internacionais, encerrará o ano próxima de 80% do PIB. Em outubro, o indicador estava em 74,7%.

Essas estimativas compõem o cenário-base da OCDE e considera que o novo arcabouço fiscal e a reforma tributária elevarão em 0,5 ponto percentual por ano o crescimento potencial do PIB, medida abstrata que considera o quanto a economia pode crescer em pleno emprego. Nessa situação, o superávit primário – economia do governo para pagar os juros da dívida pública – corresponderia a 1% do PIB a partir de 2026.

Sem o novo marco fiscal e a reforma tributária, ressaltou a OCDE, a dívida pública brasileira chegaria a 100% do PIB em 2037.

Declarações

Durante a entrevista coletiva de apresentação do relatório, o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, disse que um dos principais fatores para determinar o crescimento da economia brasileira em 2024 será “a consistência” da queda dos juros. Na semana passada, o Banco Central informou, logo após a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que continuará a reduzir a Taxa Selic no início do próximo ano, mas não detalhou quando pretende parar de cortar os juros.

Em relação à divergência entre as projeções da OCDE e da SPE, o secretário disse que as duas estimativas preveem trajetórias parecidas para o PIB no próximo ano. “Ambos têm a mesma visão de que a economia brasileira tende a crescer de forma mais equilibrada”, respondeu.

A secretária de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Tatiana Rosito, afirmou que o relatório da OCDE não coincide 100% com as avaliações da equipe econômica. Ela disse que o governo brasileiro ainda está avaliando o memorando inicial para a adesão do Brasil à organização, enviado à OCDE em outubro do ano passado pelo governo anterior.

De acordo com a diplomata, o grupo de trabalho do Ministério das Relações Exteriores analisa o relacionamento entre o Brasil e a OCDE, sem que a adesão seja o objetivo central e com avaliações não apenas políticas, mas técnicas.

“Desde o início do ano, o governo está realizando avaliações. O memorando de acessão [termo diplomático para pedir adesão a uma instituição internacional] é bastante amplo, são mais de mil páginas. Para além disso, envolve decisões e alinhamentos políticos. O grupo de trabalho vai apoiar o esforço de avaliação do governo, que vai além das áreas técnicas”, explicou a secretária.

Presidente da Fiems comemora aprovação da Reforma Tributária

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O presidente da Fiems, Sérgio Longen, comemorou a aprovação da Reforma Tributária, que simplifica impostos sobre o consumo, prevê fundos para o desenvolvimento regional e para bancar créditos do ICMS até 2032, além de unificar a legislação dos novos tributos.

A proposta foi aprovada na útlima sexta-feira (15/12) em primeiro turno por 371 votos a 121, e em segundo turno por 365 a 118, e foi comemorada pelo presidente da Fiems, Sérgio Longen, que acredita que trará um bovo formato para os brasileiros Brasil em termos empresariais.

“Entendo que é um avanço significativo. Teremos dez anos de adaptação a esse projeto aprovado na sexta-feira. Algumas leis complementares virão a partir do próximo ano, mas precisamos fazer com a sociedade um grande debate sobre os avanços da reforma tributária”, afirmou Longen

Ainda conforme o líder empresarial, o texto irá facilitar a vida. “Temos hoje muitas horas dedicadas a controles e planejamentos tributários. E o Brasil está atrasado há muitos anos nesse sentido e, na minha avaliação, é um avanço positivo a reforma aprovada”, concluiu.

Bolsa bate recorde e dólar cai após aprovação da reforma tributária

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Influenciado pela aprovação da reforma tributária no Brasil e pela alta na cotação internacional do petróleo, o mercado financeiro teve um dia de alívio. A bolsa de valores voltou a bater recorde, e o dólar caiu para o menor nível em 12 dias.Bolsa bate recorde e dólar cai após aprovação da reforma tributáriaBolsa bate recorde e dólar cai após aprovação da reforma tributária

O índice Ibovespa, da B3, fechou esta segunda-feira (18) aos 131.084 pontos, com alta de 0,68%. O indicador superou o recorde da última quinta-feira (14), quando tinha fechado no nível mais alto em dois anos e meio.

No mercado de câmbio, a sessão foi volátil. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 4,905, com queda de R$ 0,032 (-0,65%). A cotação operou com leve alta na maior parte das negociações, chegando a R$ 4,95 por volta das 10h30. No entanto, a partir das 15h, a moeda reverteu a trajetória e passou a cair, com a entrada de capitais do exterior.

A moeda norte-americana está no menor nível desde 6 de dezembro. A divisa cai 0,2% em dezembro e 7,1% em 2023.

Tanto fatores internos como externos contribuíram para o otimismo no mercado financeiro. No Brasil, a aprovação da reforma tributária e da medida provisória que limita as ajudas financeiras do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) compensaram as perdas dos últimos dias após a derrubada do veto da desoneração da folha de pagamentos.

No mercado internacional, a alta da cotação do petróleo trouxe alívio para os países produtores de commodities (bens primários com cotação internacional), como o Brasil. O ataque a navios petroleiros no Mar Vermelho elevou o preço do barril do tipo Brent para US$ 78, contra US$ 73 registrados na semana passada. Isso elevou as ações de petroleiras, que são os papéis com maior peso na bolsa brasileira.

Para prevenir assaltos a bancos, Sejusp lança pós-graduação para capacitar profissionais da segurança

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Mato Grosso do Sul conta agora com o curso de pós-graduação em Prevenção e Repressão a Crimes Violentos contra Instituições Financeiras, inédito no Brasil. A iniciativa é uma realização da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) e da Faculdade Insted.

O curso tem o objetivo de desenvolver no estudante desta pós a capacidade de aproveitar o conhecimento transmitido para utilizar a inteligência estratégica, integração cooperativa transversal, adoção de estratégias preventivas testadas e validadas de forma a prevenir os crimes violentos contra as instituições financeiras e suas mais diversas ramificações, antecipando sua postura frente aos desafios de seu desempenho, bem como conhecer a legislação para oferecer base nas condutas necessárias às ações.

A aula inaugural foi realizada na semana passada, na Faculdade Insted, em Campo Grande, e teve como palestrante o coronel Onivan Elias de Oliveira, da Polícia Militar da Paraíba, que abordou o tema ‘A Polícia que mais mata é a que mais morre? Vitimização e Letalidade Policial no Brasil’.

O diretor Administrativo da Faculdade Insted, Fernando Bumlai, ressalta que o curso é um modelo para todos os estados da Federação.

Para prevenir assaltos a bancos, Sejusp lança pós-graduação para capacitar profissionais da segurança
Para prevenir assaltos a bancos, Sejusp lança pós-graduação para capacitar profissionais da segurança
Para prevenir assaltos a bancos, Sejusp lança pós-graduação para capacitar profissionais da segurança

“Quando nós levamos a proposta dessa pós-graduação para a Sejusp, o secretário Antonio Carlos Videira de pronto aceitou. Junto com a Sejusp, estamos sendo pioneiros. Essa e a primeira pós-graduação com esse tema nessa área, com essa articulação nacional, pois os alunos vão poder interagir com os melhores profissionais da área de segurança pública do Brasil”, ressaltou.

Representando a Sejusp na aula inaugural, o secretário-executivo de Segurança Pública, coronel Wagner Ferreira da Silva, destacou a importância dessa iniciativa. “Que os profissionais aqui possam multiplicar os conhecimentos adquiridos e transmitirem para as forças de segurança e que seja de transformação das ideias, de comportamento”, disse o coronel.

Joelma Belchior e Tenente Albuquerque, Comunicação Sejusp
Fotos: PMMS

Microbiologia clínica do HRMS ganha certificação nacional de excelência

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O setor de Microbiologia Clínica, do Laboratório de Análises Clínicas do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (LAC/HRMS), obteve nesta semana certificação de excelência emitido pelo Programa Nacional de Controle de Qualidade (PNCQ).

A gerente e responsável técnica do LAC/HRMS, bióloga Eliane Borges de Almeida, explica que todos os laboratórios clínicos do país, sejam eles públicos ou privados, devem realizar o Controle Externo de Qualidade (CQE) para os exames realizados em sua rotina como forma de gerenciar a qualidade na prestação dos seus serviços.

No caso do LAC/HRMS, o CQE foi realizado pelo PNCQ que enviou ao laboratório amostras-controle (cepas de bactérias) para que o setor de Microbiologia Clínica realizasse todos os ‘ensaios de proficiência’, que consiste em uma ferramenta de avaliação do desempenho de laboratórios em seus exames, através de comparação com resultados de outros laboratórios.

“Uma vez que o programa nos envia amostras de cepas de bactérias que não sabemos quais são e que realizamos aqui todos os testes para identificar essas bactérias, remetendo esses resultados ao programa que nos avaliou com excelência, significando que o nosso trabalho é fidedigno e de qualidade. Mostra que a gente está no caminho certo, que temos uma equipe comprometida e que embora muitas vezes a população duvide da qualidade do serviço que a saúde pública oferece, esse certificado deixa claro que temos profissionais comprometidos e que executam técnicas que são aprovadas e certificadas”, afirmou a gerente.

Microbiologia clínica do HRMS ganha certificação nacional de excelência

O certificado foi conquistado depois que o setor de Microbiologia do LAC/HRMS foi inserido, em outubro de 2022, no projeto “Fortalecimento de um Sistema Brasileiro de Vigilância de Resistência Antimicrobiana (AMR)”,que conta com uma rede de 25 hospitais-sentinelas e 10 Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACENS) pelo país. 

A iniciativa deste projeto é liderada pela Fiocruz em parceria com Ministério da Saúde (através da SVSA/DAEVS/CGLAB), Laboratório Central de Saúde Pública do Paraná (LACEN/PR), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e conta com o financiamento dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. O principal objetivo do projeto é apoiar a estruturação da Rede de Monitoramento de Resistência aos Antimicrobianos no Brasil.

Para diretora-presidente do HRMS, Marielle Alves Corrêa Esgalha, a certificação mostra a eficiência do trabalho executado pela equipe do setor. “Esta nota de desempenho reflete, acima da capacidade técnica e qualidade do trabalho que entregamos a nossa população usuária do SUS, o nível de comprometimento e dedicação da equipe do setor de Microbiologia do LAC/HRMS”, afirmou.

Microbiologia LAC/HRMS

O setor de Microbiologia do LAC/HRMS é responsável pela identificação dos microrganismos causadores de processos infecciosos e também pela determinação do perfil de susceptibilidade aos antimicrobianos através da análise de amostras biológicas como: sangue, urina, materiais do trato respiratório, secreções cirúrgicas, fezes, líquidos biológicos e outros.

Isso possibilita adequar a terapia antimicrobiana, e indiretamente corrobora com o uso racional de antibióticos em conjunto com o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar.

Microbiologia clínica do HRMS ganha certificação nacional de excelência

Joilson Francelino, Comunicação HRMS
Foto: Divulgação

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Farmácia Santo Remédio

Fone: 99820-3883

Marcelinho Carioca é encontrado e levado para delegacia

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A Secretaria de Segurança Publica de São Paulo (SSP) confirmou na tarde desta segunda-feira (18) que o ex-jogador do Corinthians Marcelinho Carioca, que estava desaparecido desde ontem, foi encontrado.  O ex-jogador presta depoimento na sede da Delegacia Antissequestro (DAS), no centro da capital paulista. Marcelinho Carioca é encontrado e levado para delegaciaMarcelinho Carioca é encontrado e levado para delegacia

Mais cedo, a secretaria havia informado que dois suspeitos de participação no desaparecimento do jogador foram presos na cidade de Itaquaquecetuba, na região metropolitana de São Paulo. Chegaram à delegacia diversos veículos da polícia com possíveis suspeitos. 

A hipótese é de que Marcelinho tenha sido sequestrado após participar de um show em Itaquera, na noite de ontem. Segundo informações preliminares e que ainda estão sob investigação, os sequestradores teriam conseguido retirar pelo menos R$ 30 mil das contas do atleta. 

Mais cedo, um vídeo feito pelo jogador foi postado nas redes sociais em que ele dizia que havia sido sequestrado por um homem após ter saído com a esposa do suspeito. 

No vídeo, o ex-atleta aparece com um olho roxo, dizendo. “Bem gente, eu estava em um show em Itaquera, curtindo um samba e aí saí com uma mulher que é casada e o marido dela pegou e me sequestrou e esse foi o B.O”, disse ele. 

A polícia, no entanto, ainda investiga o vídeo, inclusive a possibilidade de que o ex-jogador tenha sido coagido pelos sequestradores a gravá-lo. 

Mundial de Clubes: Fluminense supera Al Ahly para se garantir na final

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O Fluminense continua fazendo história em 2023. Em sua primeira participação no Mundial de Clubes, o Tricolor das Laranjeiras derrotou o Al Ahly (Egito) por 2 a 0, nesta segunda-feira (18) no Estádio Internacional Rei Abdullah, em Jedá, para garantir a presença na final da competição. Agora, o atual campeão da Copa Libertadores aguarda a outra semifinal, na próxima terça-feira (19) entre Manchester City (Inglaterra) e Urawa Red Diamonds (Japão), para conhecer seu adversário na grande decisão.Mundial de Clubes: Fluminense supera Al Ahly para se garantir na finalMundial de Clubes: Fluminense supera Al Ahly para se garantir na final

Com esta vitória o Fluminense se tornou o oitavo clube do Brasil a garantir presença na final do Mundial de Clubes no atual formato, depois de São Paulo, Internacional, Santos, Corinthians, Atlético-MG, Grêmio, Flamengo e Palmeiras.

Confronto aberto

Fluminense e Al Ahly fizeram um confronto aberto no primeiro tempo, no qual o goleiro Fábio teve trabalho em alguns momentos, como na defesa da cabeçada à queima-roupa de Kahraba aos 35 minutos. Já o Tricolor teve Arias como protagonista na etapa. O meia-atacante colombiano colocou duas bolas na trave.

Após o intervalo o time das Laranjeiras assumiu de vez o controle da partida, empurrando para a defesa o Al Ahly, que conseguia criar algum perigo em contra-ataques rápidos. Porém, o Tricolor foi mais eficiente e conseguiu superar o goleiro El Shenawy em duas oportunidades. A primeira em cobrança de pênalti perfeita de Arias aos 23 minutos e a segunda aos 43 minutos com batida colocada de John Kennedy.

A final do Mundial de Clubes será disputada na próxima sexta-feira (22), a partir das 15h (horário de Brasília), no Estádio Internacional Rei Abdullah, em Jedá.

Corregedoria-Geral, da CGE-MS, trabalha para prevenir e apurar infrações administrativas

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Durante 2023, dentre as ações realizadas pela CGE-MS (Corregedoria-Geral do Estado de Mato Grosso do Sul), destacam-se: a realização de procedimentos correcionais em 17 órgãos/entidades, com expedição de 123 recomendações; a condução de 14 procedimentos, entre investigativos e contraditórios, envolvendo a apuração de responsabilidade administrativa de pessoas jurídicas e servidores públicos estaduais; a expedição de 24 instrumentos de caráter consultivo, englobando despachos e notas técnicas, bem como a capacitação de mais de 100 agentes públicos para utilização do Sistema e-PAD.

A Corregedoria-Geral tem a finalidade de promover a coordenação e a harmonização das atividades da função de correição, no âmbito do Poder Executivo, atuando como órgão técnico.

Sendo assim, as ações desenvolvidas abrangem, em síntese, atividades relacionadas à prevenção e à apuração de irregularidades no âmbito do Governo do Estado, por meio da instauração e/ou condução e/ou acompanhamento de instrumentos correcionais. Esses procedimentos compreendem: correcionais, disciplinares e de responsabilização de pessoas jurídicas.

Para contribuir na conformidade dos trabalhos executados, o setor é subdividido nas seguintes Unidades de Procedimentos: Correcionais, Disciplinares, Preliminares e de Responsabilização de Pessoas Jurídicas.

Uma das ações que o setor incrementou durante o ano foi o projeto de implementação do e-PAD no âmbito do Poder Executivo – incluído, inclusive, no Contrato de Gestão da CGE-MS. A equipe disponibilizou o sistema para uso em 97% dos órgãos e entidades.

O e-PAD oferece suporte à atividade correcional, colhendo as informações necessárias para a condução de procedimentos, com o objetivo de serem geradas peças processuais, facilitando, com os dados já estruturados e organizados, o trabalho das admissibilidades, das comissões e as tomadas de decisão das autoridades competentes.

Com a preocupação de multiplicar e padronizar, cada vez mais, os conhecimentos para que os servidores tenham orientação técnica adequada, a Corregedoria-Geral ainda elaborou o Roteiro do Sistema e-PAD e promoveu a disseminação dos Manuais de Procedimentos Disciplinares e de Responsabilização de Pessoas Jurídicas, todos disponíveis no site oficial da CGE-MS.

Corregedoria-Geral, da CGE-MS, trabalha para prevenir e apurar infrações administrativas

Devido à importância dos trabalhos dos auditores que atuam na Corregedoria-Geral, eles são integrantes de diversos comitês e grupos de trabalho, designados para colaborar e fornecer as melhores orientações naquilo que se propõem visando a construção de uma sociedade plural e justa.

Para a corregedora-geral, Luciana da Cunha Araújo Matos de Oliveira, 2023 foi um ano edificante. “A avaliação dos trabalhos é positiva devido à maior aproximação com as unidades gestoras, por meio das atividades correcionais, contribuindo para o fortalecimento da CGE-MS como órgão central”, analisa.

A gestora acrescenta suas expectativas para 2024. “Novas frentes de atuação serão implementadas, especialmente, buscando contribuir para o aperfeiçoamento da atividade correcional desenvolvida pelos órgãos e entidades fomentando um ambiente íntegro e ético no Poder Executivo Estadual”, finaliza.

Texto e foto: Karla Tatiane, CGE-MS
Arte: Thaís Firmino

“Um dia para ficar na história de MS”, diz Paulo Corrêa sobre sanção da Lei do Pantanal

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“Hoje é um dia histórico para Mato Grosso do Sul. A Lei do Pantanal é fruto de muito diálogo, de consenso, e representa a união de esforços em torno da preservação desse bioma singular, que representa 1/3 do Estado e é a nossa maior riqueza”, destacou o deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB).

Autor da Lei das Águas Cristalinas, o 1º secretário da Assembleia Legislativa participou, nesta segunda-feira (18), da assinatura da Lei do Pantanal, que contou com a participação do governador Eduardo Riedel, três ministros de Estado e diversas autoridades.

Corrêa lembrou que o objetivo do texto é proteger o bioma e promover o desenvolvimento sustentável. “Foram feitas diversas discussões com a participação de todos os setores envolvidos para chegarmos a esse texto equilibrado, sensível e que marca um novo momento para Mato Grosso do Sul. Preservar o meio ambiente é e sempre será nossa prioridade”, afirmou Corrêa.

Pioneira, a Lei do Pantanal visa a conservação, proteção, restauração e exploração ecologicamente sustentável da maior planície alagável do mundo. Na Assembleia Legislativa, o projeto, de autoria do Governo do Estado, foi aprovado com apoio maciço dos deputados estaduais: 23 dos 24 parlamentares foram favoráveis à nova legislação.

“Com apoio dos demais deputados, aos quais agradecemos, aprovamos a matéria com a seriedade, rapidez e eficiência que o Pantanal merece e a sociedade esperava de nós”, pontuou.

Na avaliação do governador Eduardo Riedel, “a lei é da sociedade sul-mato-grossense, não é só do Governo do Estado. Houve equilíbrio para a construção e o Estado tem se tornado referência em garantir a preservação da biodiversidade”, apontou.

“Temos em torno de 84% do Pantanal preservado, e vamos redobrar a atenção garantindo espaço de biodiversidade única, com estoque importante de carbono e práticas sustentáveis. O fundo é um espaço para obter recursos e garantir que o Pantanal continue sendo preservado”, acrescentou o governador.

Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva reconheceu a importância da legislação para a proteção do bioma. “A sociedade brasileira quer ver desenvolvimento e ao mesmo tempo a proteção dos recursos naturais. O Pantanal é um bioma único no mundo e o Brasil se orgulha muito. Ter uma união para proteger o patrimônio do povo brasileiro é algo muito relevante”, disse.

Lei do Pantanal – A legislação também cria o Fundo Estadual de Desenvolvimento Sustentável do Bioma Pantanal, que será dominado como Fundo Clima Pantanal, para promover o desenvolvimento sustentável do bioma e possibilitar a gestão das operações financeiras destinadas ao financiamento de programas de pagamentos por serviços ambientais na área.
“As doações para o Fundo não vão concorrer com o orçamento, não tem problema de espaço fiscal, é livre para organismos internacionais, iniciativa privada, e faz toda diferença”, disse a ministra Simone Tebet.

A cerimônia ocorreu no Bioparque Pantanal, com a presença do governador Eduardo Riedel, das ministras Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima) e Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) e do ministro Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome), além de secretários estaduais, senadores, deputados federais e estaduais, entre outras autoridades.

*Com informações do Governo de MS

Dr. Alex assume presidência do União Brasil e reafirma pré-candidatura a prefeito em Jutí

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Pré-candidato a prefeito no município, Dr. Alex assumiu a presidência do União Brasil em Jutí. (Foto: Divulgação)

Vilson Nascimento

Alexandro de Souza, o “Dr. Alex”, assumiu oficialmente e presidente do União Brasil no município e reforçou anúncio feito anteriormente que é pré-candidato a prefeito para as eleições 2024, em Jutí.

Em agosto desse ano (2023) Dr. Alex, que goza de grande prestígio junto à população jutiense, já havia se reunido com a presidente do União Brasil, em Mato Grosso do Sul, a ex-deputada federal, hoje superintendente da SUDECO (Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste), Rose Modesto, para discutir uma possível filiação a sigla e tomar a frente da direção do partido no município.

Grande conhecedor das necessidades do município, Dr. Alex diz estar preparado para governar Jutí, caso sua candidatura seja consolidada e venha a ganhar as eleições.

Dr. Alex assume presidência do União Brasil e reafirma pré-candidatura a prefeito em Jutí
O pré-candidato, Dr. Alex com a presidente do União Brasil no Estado, Rose Modesto.

Casa do Trabalhador disponibiliza 92 oportunidades de emprego nesta terça-feira em Amambai

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Equipe da Casa do Trabalhador de Amambai durante atendimento. Órgão disponibiliza 92 vagas de trabalho nesta terça-feira, dia 19 de dezembro. Foto: Divulgação

Vilson Nascimento 

A Casa do Trabalhador, órgão ligado à Fundação do Trabalho (Funtrab), do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza 92 oportunidades de emprego nesta terça-feira, dia 19 de dezembro, em Amambai.

Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas

3 vagas para consultor de vendas

4 vagas para vendedor (2 com CNH)

1 vaga para vidraceiro

2 vagas para auxiliar administrativo (5 para PCD)

1 vaga para auxiliar de limpeza (PCD)

1 vaga para recepcionista (PCD)

1 vaga para consultor de vendas

2 vagas para atendente de balcão

1 vaga para auxiliar de arquitetura

2 vagas para auxiliar de engenheiro civil

1 vaga para pedreiro

1 vaga para secretaria recepcionista com CNH

4 vagas para gerente de produção

2 vagas para representante comercial

1 vaga para mecânico de caminhão (morar em outro município)

1 vaga para mecânico de automóveis e caminhão

1 vaga para chapeador metalúrgico

1 vaga para cozinheira (trabalhar final de semana)

1 vaga para biomédico

1 vaga para cozinheiro

1 vaga para enfermeiro

1 vaga para nutricionista

4 vagas para empregada doméstica

1 vaga para operador de caixa

1 vaga para acabador de mármore e granito

1 vaga para auxiliar de mecânico pesado

1 vaga para balconista de crediário

1 vaga para ronda de segurança com CNH

1 vaga para monitor interno de alarme

1 vaga para costureira

1 vaga para repositor de mercadorias com CNH

1 vaga para auxiliar administrativo cursando superior em administração, ciências contábeis, direito

2 vagas para auxiliar administrativo

1 vaga para campeiro

1 vaga para salgadeira

1 vaga para recepcionista com CNH

3 vagas para cuidador de idoso

1 vaga para limpeza de carro

1 vaga para técnico agrícola (morar fora do município)

1 vaga para pedagogo

1 vaga para superintendente de marketing

25 vagas para trabalhador polivalente do curtimento de couro e pele (morar fora do município)

Casa do trabalhador também oferece

A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região. 

Segundo o órgão, para dar entrada no pedido de benefício, o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade). 

A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.

O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 13h. Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.

Operação Rodovida reforça prevenção e fiscalização nas estradas

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) iniciou nesta segunda-feira (18), em todo o país, a Operação Rodovida 2023/2024. O principal objetivo é garantir a segurança das rodovias, com redução no número de acidentes, feridos e mortos no trânsito. A operação de fiscalização de veículos e passageiros, nas rodovias federais, será realizada por dois meses (de 18 de dezembro a 18 de fevereiro de 2024), com término previsto após o carnaval.Operação Rodovida reforça prevenção e fiscalização nas estradasOperação Rodovida reforça prevenção e fiscalização nas estradas

A nova edição da Operação Rodovida ampliará os trabalhos de prevenção de acidentes e de fiscalização em locais e horários com maior concentração de registros de acidentes, neste período de festas de fim de ano e aumento do fluxo de veículos nas estradas e rodovias federais.

Durante a cerimônia de lançamento nacional da operação, em Salvador, o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Fernando Oliveira, disse que decidiu abrir a operação fora de Brasília para regionalizar as ações da PRF. “A gente precisa trazer a polícia para perto do povo, trazer a PRF para perto de quem é o receptor das nossas ações. A gente trabalha para servir a comunidade. Para servir a sociedade, então, a gente queria trazer isso para mais perto.”

O diretor-geral ainda chamou a atenção dos condutores para boas práticas no trânsito, somadas ao trabalho dos agentes da instituição.

“Precisamos que os nossos condutores entendam que a segurança deles e de quem usa junto com eles, ao mesmo momento, as rodovias depende muito da condução que eles fazem. Todos precisam entender que, em casa, tem a sua família esperando que eles [motoristas, passageiros e pedestres] saiam em segurança e cheguem com segurança.”

Integração

A Operação Rodovida 2023/2024 amplifica as ações integradas de instituições federais, estaduais e municipais – participantes do Sistema Nacional de Trânsito (SNT) para promoção da segurança viária.

A diretora do Departamento de Segurança no Trânsito Ministério dos Transportes, Maria Alice Nascimento Souza, destacou a integração das instituições durante a operação. “Vamos resgatar essas ações integradas, coordenadas e organizadas em todo país. Iniciando, desde os governos federal, estadual e chegando lá nos municípios. É muito importante que todos estejamos engajados.”

“Essas ações têm como princípio que norteia todos nós que nenhuma morte no trânsito é aceitável. Ou seja, todos nós, com essa responsabilidade compartilhada, devemos deixar de colocar essa responsabilidade só no motorista. Porque, na verdade, a responsabilidade é muito mais ampla. Então, são a infraestrutura, a educação de trânsito, a fiscalização, as normatizações, agregando todas essas ações focadas, realmente, naquilo que tem como objetivo e meta de todos nós: a redução dessas mortes e sinistros.”

Nas ações de fiscalização da Operação Rodovida 2023/2024, as principais irregularidades que serão combatidas são a ultrapassagem indevida, embriaguez ao volante, falta de uso do cinto de segurança, transporte inadequado de crianças, falta de uso do capacete, excesso de velocidade e uso de celular durante a condução de veículos.

Trânsito compartilhado

Além das ações de fiscalização rotineiras neste período do ano, os agentes da Polícia Rodoviária Federal destacaram que as atividades educativas são importantes para reduzir a violência no trânsito e devem ser realizadas durante todo o ano, além do período de férias escolares, feriados de Natal, Ano Novo e carnaval.

O coordenador-geral de Segurança Viária da PRF, Jeferson Almeida Moraes, convidou os gestores municipais a participarem do Projeto Trânsito Compartilhado da instituição. Ele citou a edição realizada no município baiano de Belo Campo. O projeto Trânsito Compartilhado conta com equipes formadas por policiais aposentados da PRF, que compartilham vivências e experiências de quando atuavam nas rodovias, ministrando palestras sobre segurança viária.

“A PRF, por meio do Trânsito Compartilhado, demonstra seu compromisso contínuo com a educação para o trânsito, visando sensibilizar os agentes transformadores da sociedade para conscientização, vivência e comportamento seguro no trânsito. Os resultados operacionais não refletem apenas números, mas o impacto positivo da construção de um trânsito mais seguro e na diminuição de mortes decorrentes da violência nas estradas.”

Operação Rodovida

Existente desde 2021, o Programa Rodovida é um das ações brasileiras adotadas para alcançar a meta definida pela Organização das Nações Unidas (ONU) para a Segunda Década de Ação pela Segurança no Trânsito – 2021-2030. A meta é de redução de, pelo menos, 50% de lesões e mortes no trânsito no mundo inteiro.

O Programa Rodovida se fundamenta nos princípios de que nenhuma morte no trânsito é aceitável, reconhecendo a responsabilidade compartilhada por todos os envolvidos.

Divulgados gabaritos preliminares das provas escritas da seleção para banco reserva de professores temporários

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As secretaria de Administração e Educação divulgaram nesta segunda-feira (18), no Diário Oficial do Estado, os gabaritos oficiais preliminares das provas escritas objetivas do processo seletivo simplificado para constituição de banco reserva de professores temporários.

Os candidatos poderão acessar os gabaritos na edição n. 11.354 do Diário Oficial, nas páginas 100 a 104

Quem discordar do gabarito da prova, poderá interpor recurso devidamente justificado no período compreendido entre hoje e amanhã (19), até às 23h59, de acordo com o horário oficial de Mato Grosso do Sul, por meio do site do Instituto Avalia: www.avalia.org.br.

Os recursos não terão efeito suspensivo e não alterarão o cronograma de realização das demais atividades do Processo Seletivo Simplificado.

Após a publicação das decisões dos recursos interpostos pelos candidatos contra o gabarito, o resultado oficial será divulgado por meio de edital próprio.

Abstenção

A aplicação das provas do processo seletivo para banco reserva foi realizada neste domingo (17) em Campo Grande, Dourados, Três Lagoas e Corumbá. Conforme informações do Instituto Avalia, responsável pela execução das provas, 31.844 mil candidatos realizaram os exames nas quatro cidades e 6.230 não compareceram, sendo 16,36% ausentes.

Sob responsabilidade da SAD (Secretaria de Administração), em conjunto com a SED (Secretaria de Educação), a seleção visa a convocação de professores em regime de suplência para a Rede Estadual de Ensino de modo a atender necessidades temporárias de excepcional interesse público. O certame recebeu 38.075 inscrições.

Certame

Com até 40 horas semanais, a convocação pode ser realizada em carga horária inferior a este limite e estar distribuída entre os turnos matutino, vespertino e noturno, de acordo com as necessidades da Secretaria de Estado de Educação. Quanto à remuneração, para as 40h, corresponde a R$ 5.712,00 (Graduação sem Licenciatura), R$ 6.346,00 (Graduação com licenciatura), R$ 6.770,00 (Especialização) e R$ 6.981,00 (Mestrado/Doutorado).

Raquel dos Passos, SAD

Estudo mostra desigualdades na evolução de pacientes com covid-19

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A covid-19 expôs as desigualdades socioeconômicas e de saúde no Brasil, assim como a importância e as fragilidades do Sistema Único de Saúde (SUS), apontando a necessidade de se reverter a falta de investimento no sistema público de saúde universal.Estudo mostra desigualdades na evolução de pacientes com covid-19Estudo mostra desigualdades na evolução de pacientes com covid-19

Esta é a conclusão do artigo  Covid-19 inpatient mortality in Brazil from 2020 to 2022: a cross-sectional overview study based on secondary data (Mortalidade hospitalar por covid-19 no Brasil de 2020 a 2022: um estudo transversal baseado em dados secundários), assinado pelas pesquisadoras da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) Margareth Portela, Mônica Martins, Sheyla Lemos, Carla Andrade e Claudia Pereira.

Publicado no International Journal for Equity in Health, o estudo mostra que variações na mortalidade de pacientes internados pela doença estiveram associadas não somente à faixa etária e à gravidade do caso, mas também a desigualdades sociais, regionais e no acesso ao cuidado de boa qualidade.  

Para a realização da pesquisa, foram utilizados dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe), do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH-SUS) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os resultados apontaram que mais de 70% das internações por covid-19 no Brasil foram cobertas pelo SUS. O Sistema Único de Saúde atendeu os grupos populacionais mais vulneráveis, no entanto, apresentou pior mortalidade hospitalar ajustada. Em geral, os hospitais privados e filantrópicos não pertencentes ao SUS, em sua maioria reembolsados por planos privados de saúde acessíveis às classes socioeconômicas mais privilegiadas, apresentaram os melhores resultados. 

A Região Sul do Brasil teve o melhor desempenho entre as macrorregiões, e a Região Norte o pior desempenho. Indivíduos negros e indígenas residentes em municípios de menor IDH e internados fora de sua cidade de residência apresentaram maiores chances de morrer no hospital. Além disso, as taxas ajustadas de mortalidade hospitalar foram mais altas nos momentos de pico da pandemia e foram significativamente reduzidas após a vacinação contra a covid-19 atingir uma cobertura razoável, a partir de julho de 2021. 

“Segundo as pesquisadoras, os achados demonstram a importância fundamental do SUS na prestação de cuidados de saúde, uma vez que a maior parte das internações por covid-19 foram cobertas pelo sistema público de saúde brasileiro. Por outro lado, os resultados também indicam fragilidades no desempenho das unidades hospitalares do SUS, em comparação com o setor privado ou mesmo, em algumas regiões, com as unidades hospitalares públicas não prestadoras de serviço para o SUS, refletindo problemas estruturais e de financiamento acumulados”, diz a Fiocruz.

Os achados também apontam maior mortalidade hospitalar por covid-19 entre pessoas pretas em todas as regiões do Brasil, e indígenas, nas regiões Norte e Centro-Oeste.

O estudo indicou ainda maior mortalidade hospitalar na primeira onda da pandemia (abril a agosto de 2020) e na segunda (dezembro de 2020 a maio de 2021) , tornando-se menor em 2022, mesmo durante a terceira onda (janeiro a fevereiro). O pico de ocorrência de óbitos ocorreu em março de 2021, quando, em todo o país, os hospitais estavam operando no máximo da capacidade ou acima dela, o que levou à escassez de recursos críticos, como ventiladores, oxigênio e leitos de UTI.

“Como lições aprendidas, melhorias precisam ser feitas para melhor preparar o sistema de saúde para futuras pandemias ou outras emergências de saúde em larga escala. Isso inclui investimento em mais infraestrutura de saúde, aumentando o número de profissionais de saúde, oferecendo melhor treinamento e suporte para esses trabalhadores, bem como melhores salários e condições de trabalho, incluindo dispositivos de proteção”, sugere a pesquisada. 

Para as autoras do artigo, apesar de seus desafios, o SUS apresenta diversos pontos fortes que o tornam essencial, único e valioso para os brasileiros. Segundo elas, os resultados alertam para a necessidade de investimento e melhoria do Sistema Único de Saúde, com enfoque especialmente nas causas das desigualdades na oferta, no acesso e nos resultados do cuidado, além de fornecerem elementos para o debate, em cenários de crise, sobre o papel e a atuação de cada tipo de prestador de cuidado hospitalar (privado e público) no sistema de saúde brasileiro. 

“Mudanças, investimentos e monitoramento são necessários para evitar os riscos de comprometer o acesso universal aos serviços de saúde e ampliar as desigualdades entre usuários do SUS e não SUS. Em resumo, o estudo destacou a necessidade de esforços contínuos para melhorar a qualidade e a equidade dos cuidados de saúde para todos”, concluem as pesquisadoras.

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