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domingo, 12 de julho de 2026
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Petrobras amplia a compra de gás natural da Bolívia e viabiliza transporte pelo gasoduto em MS

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A Petrobras firmou na semana passada novo aditivo ao contrato de compra de gás natural com a Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB), estatal boliviana que atua na área de exploração, produção de venda de petróleo e derivados. A notícia é extremamente positiva para Mato Grosso do Sul que hoje tem o gasoduto com capacidade total de 30 milhões de metros cúbicos por dia, mas que registrou a passagem em média de 14 milhões de metros cúbicos de gás oriundos da Bolívia por dia neste ano.

Segundo a companhia brasileira, o contrato foi assinado após o cumprimento de trâmites internos de governança. O aditivo altera o perfil de entregas do volume total de gás contratado pela Petrobras, em função da disponibilidade de gás para exportação pela YPFB.

O contrato prevê a manutenção do volume máximo de 20 milhões de m³ por dia, com maior flexibilização dos compromissos firmes de entrega e recebimento de acordo com a sazonalidade e a disponibilidade da oferta.

Segundo a Petrobras informou na noite dessa sexta-feira (15), os termos garantem “o fornecimento em equilíbrio contratual para as empresas e a possibilidade de venda adicional de gás pela YPFB para outros importadores brasileiros. Além disso, [há] maior segurança e previsibilidade de suprimento de gás ao mercado atendido pela Petrobras”.

Petrobras amplia a compra de gás natural da Bolívia e viabiliza transporte pelo gasoduto em MS

De acordo com o titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Jaime Verruck), que tem entre suas vinculadas a Companhia de Gás de MS (MSGÁS),  o aumento na compra de gás da Bolívia é adequada para potencializar o uso do gasoduto e também na lógica da arrecadação de ICMS obtido com o gás no Estado.

“A decisão da Petrobras que foi acompanhada por nós junto com o governador Riedel é extremamente importante para o Brasil e impacta na arrecadação do Estado”, destacou Verruck, lembrando que neste ano somente em março o volume chegou a 19 milhões de metros cúbicos, os demais meses ficaram em apenas 14 milhões de m3/dia.

“Neste ano tivemos uma ociosidade de 50% no transporte do gasoduto. Então esta retomada de contrato por parte da Petrobras com maior compra de gás natural é muito favorável ao Estado. Pelo contrato a compra será de 20 milhões de metros cúbicos de gás. Diante de nossa capacidade total, ainda terá 10 milhoes de m3 disponíveis as empresas brasileiras que poderão fazer contratos diretos com Bolívia para utilizar este gasoduto”, acrescentou.

UFN3

Outro ponto ressaltado pelo titular da Semadesc é que o contrato de compra de gás por parte da Petrobras de 20 milhões de metros cúbicos indica a sinalização de que haverá fornecimento suficiente para abastecer a UFN3.

“O contrato que tem validado por dois anos, indica que um eventual abastecimento de 2,5 milhões de metros cubicos de gás por parte da UFN3, poderia ser suprido com este novo contrato”, concluiu.

Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc
Fotos: Arquivo

Governo paga R$ 95 milhões para ter mais policiais em 12 estados

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou nesta quarta-feira (20), em Brasília, que custeou R$ 95 milhões em diárias para que 12 estados possam ter mais policiais disponíveis, permitindo ações repressão, investigação e prevenção à criminalidade violenta. A iniciativa faz parte da chamada Operação Paz. Governo paga R$ 95 milhões para ter mais policiais em 12 estadosGoverno paga R$ 95 milhões para ter mais policiais em 12 estados

Os recursos são provenientes do Fundo Nacional de Segurança Pública. Desde 1º de setembro, o governo custeou o pagamento de mais de 315 mil diárias, informou o secretário nacional de Segurança Pública, Tadeu Alencar. 

O dinheiro foi aplicado em 482 municípios de 12 estados – Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Pará, Pernambuco, Maranhão, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio de Janeiro e Tocantins. Essas localidades concentram mais da metade dos crimes violentos intencionais do país.

Originalmente, o governo federal havia separado R$ 150 milhões para esse fim, mas efetivamente o gasto acabou sendo menor após o ministério receber as demandas dos estados. “Às vezes, o número de policiais não é suficiente para você ocupar toda a expectativa de ação, há estados com contingentes policiais menores”, explicou Alencar. 

Ações de inteligência

Além do pagamento de diárias, a Operação Paz inclui apoio a ações de inteligência. Em parceria com as secretarias estaduais, a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) promoveu, por exemplo, a seleção de 16 mil inquéritos criminais com maior potencial de realização de diligências policiais efetivas. 

“Tanto nós passamos muita informação para quem está na ponta, como também pegamos os mandados de prisão e qualificamos, levantando informações sobre aqueles elementos para que [isso] facilite ações de prisão”, explicou Romano Costa, diretor de Operações Integradas e de Inteligência da Senasp. 

Essa atuação resultou, até o momento, desde o lançamento em 1º de setembro, em 5.865 pessoas presas, nos 12 estados participantes da Operação Paz, segundo o Ministério da Justiça. Entre os presos, 1.455 estão envolvidos em crimes de morte violenta intencional (homicídio, feminicídio, latrocínio, lesão corporal seguida de morte, mortes em decorrência de atuação policial e tentativa de homicídio). 

Crimes violentos

Os demais detidos estão envolvidos em outros crimes violentos, sobretudo ligados ao crime organizado, ressaltou o secretário Tadeu Alencar. Ele atribuiu à articulação com os governos estaduais números que apontam para queda na criminalidade em estados como Rio de Janeiro. 

Segundo dados apresentados por Alencar, houve queda, por exemplo, de 58,3% no número de mortes causadas por atuação policial no Rio de Janeiro entre 1º de setembro e o fim de novembro, em comparação com o mesmo período do ano passado. Outro destaque foi a redução de 23,9% no número de vítimas de homicídios dolosos no Rio Grande do Norte, na mesma comparação. 

Nos 12 estados em que o governo federal aplicou recursos, houve redução de 41,5% nos latrocínios, informou o secretário. Os dados apresentados têm como base informações repassadas pelas secretarias estaduais de Segurança Pública.

Lula pede que ações do governo sejam agregadas em uma única marca

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu, nesta quarta-feira (20), que as ações do governo sejam consolidadas em uma única marca, para criar referência na população. A informação é do ministro da Casa Civil, Rui Costa, após a última reunião ministerial do ano, coordenada por Lula, no Palácio do Planalto.Lula pede que ações do governo sejam agregadas em uma única marcaLula pede que ações do governo sejam agregadas em uma única marca

Pela manhã, ao abrir o encontro, o presidente disse que ainda “há defeitos” na gestão e que conversaria com os ministros sobre “algumas coisas para consertar” para os próximos anos.

“Uma das coisas observadas, são 75 programas [lançados em 2023], e o que o presidente quer que façamos, no início do ano, é agregar esse conjunto de ações para que a gente tenha marcas e evitar o que a gente chama de efeito aerossol na gestão pública; um conjunto de ações que, se tocadas de forma pulverizada, não criam marca, não criam referência e não criam identidade na população”, disse o ministro Rui Costa.

“Isso nós vamos ajustar, inclusive alinhados com a comunicação, para que essas ações se consolidem como uma marca. Em várias áreas de governo nós temos ações que, obviamente, têm que ser tocadas por diferentes entidades, mas podem ser agregadas em uma marca única”, explicou.

Segundo Rui Costa, 2024 será um ano de entregas, após o lançamento desse conjunto de 75 programas em 2023. Um cronograma deve ser montado para que Lula apresente ações nas 27 unidades da federação ainda no primeiro semestre, em razão das eleições municipais no segundo semestre. Os ministros de Estado também devem intensificar as viagens pelo Brasil.

Entre as entregas, o ministro citou obras fundamentais de abastecimento de água, especialmente no Nordeste, projetos de infraestrutura rodoviária e obras de escolas em tempo integral. Para Rui Costa, além dos benefícios diretos, são obras que vão se materializar no aquecimento das cadeias produtivas e na geração de emprego e renda para a população.

Rui Costa disse que, ainda este ano, o governo está trabalhando para anunciar as obras contempladas em dois eixos do Programa de Aceleração do Crescimento Seleções (PAC), a macrodrenagem e proteção de encostas. Segundo ele, foram priorizadas cidades com histórico de alagamentos e deslizamentos de terras.

“Nós devemos antecipar para este ano o anúncio. Todos sabem, final de dezembro, apesar desse período de estiagem em função do El Niño e da escassez hídrica que nós estamos vivenciando, mas há previsão de fortes chuvas no final de dezembro e início de janeiro, é recorrente ao longo do tempo, e portanto a gente queria anunciar de forma antecipada, já escolhendo as cidades”, disse.

O PAC Seleções visa atender os projetos prioritários apresentados por prefeitos e governadores em áreas essenciais como saúde, educação, infraestrutura social e urbana e mobilidade. Na primeira etapa, estão previstos R$ 65,2 bilhões em investimentos.

1º Festival Cultural – Edição Natal – Tacuru

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Fotos: Assessoria

Prefeitura de Tacuru realiza o 1º Festival Cultural – Edição Natal

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Fotos: Assessoria

A Prefeitura Municipal de Tacuru realizou uma noite muito especial repleta de cultura e talento, com apresentações artísticas. O evento faz parte da Lei Paulo Gustavo, e foi denominada como 1º Festival Cultural – Edição Natal.

O evento, que aconteceu na Praça da Prefeitura Municipal contou com uma vasta programação cultural e foi a culminância dos projetos sociais dos serviços de fortalecimento de vínculos, escolas e habilitados no projeto da Lei Paulo Gustavo conforme editais 01 e 02/2023. Estiveram presentes, Secretários, Vereadores, Vice-Prefeito Municipal Pedrinho e o Prefeito Municipal Rogério Torquetti, além dos artistas integrantes do projeto.

O festival contou com um amplo espaço para a exposição e comercialização de produtos produzidos pelos artistas, incluindo artesanato, pinturas, gastronomia, entre outros. No palco preparado, os artistas e produtores culturais locais, puderam apresentar seus trabalhos e deixar a noite ainda mais agradável para os que prestigiavam o evento.

Através da comissão da Lei Paulo Gustavo, foram habilitados 28 artistas locais que direta ou indiretamente abrilhantaram o festival cultural, na qual os mesmos se inscreveram nos editais abertos e divulgados pela Prefeitura Municipal ainda na primeira etapa do Projeto.

O prefeito Rogerio Torquetti destacou a importância do festival para apoiar e incentivar os artistas locais, enquanto o vice-prefeito Pedrinho desejou sucesso a todos os participantes. O Chefe de Departamento de Cultura Jhony Lopes, ressaltou a relevância do evento para valorizar os talentos locais e enriquecer a cultura da cidade.

O evento foi promovido após a cidade ser contemplada com recursos da Lei Paulo Gustavo, e teve como objetivo apoiar e incentivar os artistas locais.

Criação do Ministério do Empreendedorismo é aprovada pelo Senado

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Por votação simbólica, o Senado aprovou nesta quarta-feira (20) a Medida Provisória (MP) 1.187/2023, que criou o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. O texto vai para sanção presidencial.Criação do Ministério do Empreendedorismo é aprovada pelo SenadoCriação do Ministério do Empreendedorismo é aprovada pelo Senado

Criada em setembro e comandada por Márcio França, a pasta é a 38ª do governo e resultou do desmembramento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), durante a reforma ministerial realizada no segundo semestre.

Segundo a MP, o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte é responsável por políticas, programas e ações de apoio e formalização de negócios, de arranjos produtivos locais e do artesanato, bem como por estímulos ao microcrédito e ao acesso a recursos financeiros.

Durante a reforma ministerial, França foi remanejado do Ministério de Portos e Aeroportos, que foi assumido pelo deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos-PE). Na ocasião, o deputado André Fufuca (PP-MA) assumiu o Ministério do Esporte.

Governo de MS regulamenta transporte ferroviário e empresas poderão construir ferrovias no Estado

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Decreto estadual que regulamenta a exploração do transporte ferroviário em Mato Grosso do Sul foi assinado na terça-feira (19) pelo governador Eduardo Riedel e pelo secretário Helio Peluffo, da Seilog (Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística), e publicado em Diário Oficial nesta quarta-feira (20). Na prática, o documento permite que empresas privadas construam ferrovias no Estado mediante autorização do governo estadual.

“O governador pediu que a Seilog e a Semadesc (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) estudassem uma regulamentação para construção de ferrovias em Mato Grosso do Sul. Agora, qualquer empresa ou entidade terá uma regulamentação, que diz como a solicitação deve ser encaminhada para a Seilog, que fará um estudo e depois dará a autorização para que possam construir a ferrovia”, explicou Peluffo.

A análise de cada pedido será feita em 30 dias. Já a exploração de cada ferrovia a ser construída será formalizada por meio de contrato de adesão a ser firmado entre o Estado e a pessoa jurídica, podendo ter no mínimo 25 anos de vigência e no máximo 99.

Após o ato de assinatura, Peluffo anunciou que a indústria chilena Arauco, que construirá uma fábrica de celulose em Inocência, com investimento de R$ 15 bilhões e capacidade de produção de 2,5 milhões de toneladas por ano, já manifestou interesse em construir um ramal ferroviário na região.

“A empresa tem interesse na construção de uma ferrovia que vai da fábrica deles em Inocência até a Malha Norte. Após esse pedido ser oficializado, será feito um estudo para autorização. Além disso, já estamos esperando mais dois pedidos na região de Corumbá e Três Lagoas. É o Governo do Estado inovando na questão das ferrovias”, afirmou o secretário.

Com 735 quilômetros de extensão, a ferrovia Malha Norte passa pelos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, partindo de Rondonópolis (MT) até a cidade de Aparecida do Taboado (MS), onde faz conexão com a ponte rodoferroviária e a Malha Paulista, que possui ligação com o Porto de Santos (SP), um dos principais pontos de saída da produção brasileira para o mercado exterior.

A assinatura do decreto que “regulamenta a exploração indireta de infraestrutura física e operacional do transporte ferroviário, sob o Regime de Direito Privado, mediante a outorga de autorização, do Sistema Ferroviário do Estado de Mato Grosso do Sul, instituído pelo Lei nº 5.983”, foi realizada no Bioparque Pantanal, em Campo Grande, pelo governador Eduardo Riedel e pelos secretários Helio Peluffo (Seilog) e Jaime Verruck (Semadesc).

Segundo o superintendente Viário da Seilog, Derick Machado, o decreto coloca Mato Grosso do Sul no rol de poucos estados que já possuem uma legislação do tipo aprovada e em funcionamento. “Isso significa que estamos dando competitividade para as empresas instaladas em aqui. Após a publicação do decreto, o próximo passo será a disponibilização no site da Seilog dos documentos necessários para o pedido de autorização”, explicou o superintendente.

O ato ocorreu durante evento do Governo Federal que reuniu os ministros George Santoro (interino dos Transportes) e Simone Tebet (Planejamento) para autorizar o início das obras de construção do acesso à Ponte Bioceânica, em Porto Murtinho, a partir da BR-267.

Bruno Chaves, Comunicação Seilog
Foto: Saul Schramm

Jads & Jadson animam show dos 65 anos de Caarapó hoje à noite

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Expectativa é de grande público para o show de Jads e Jadson na noite desta quarta-feira, no parque de exposições de Caarapó. Foto: Divulgação/Internet

A carismática dupla sertaneja Jads & Jadson será a grande atração do segundo show comemorativo aos 65 anos de emancipação político-administrativa do município de Caarapó. O evento, com entrada franca, será realizado no Parque de Exposições Pedro Pedrossian, a partir das 21h.

A exemplo da festa de ontem (19), quando o show ficou a cargo de Clayton & Romário, é esperado um grande público para o evento de hoje, dada a consolidação do sucesso de Jads & Jadson no mercado em nível nacional.

Aniversário de Caarapó

O município de Caarapó está completando exatamente hoje – dia 20 de dezembro – 65 anos de emancipação político-administrativa. Até 1958, era distrito de Dourados, quando, por lei, foi emancipado.

A história de Caarapó está ligada à exploração da erva-mate nativa abundante na região sul do então Mato Grosso no século passado. Depois, veio o ciclo da madeira, passando posteriormente pela agricultura de subsistência para, em seguida, surgir a agropecuária, com a criação de gado de corte e agricultura empresarial.

O nome do município vem do tupi-guarani Caa + rapó, que significa CAA=ERVA; RAPÓ=RAIZ. Logo, Caarapó é “raiz da erva-mate”.

Atualmente, a economia passa por transformações, com a exploração da cana-de-açúcar. Existe no município uma planta industrial que fabrica açúcar e etanol.

O comércio e o setor de prestação de serviços também contribuem substancialmente com a economia local.

O município passa também por uma grande fase na área de geração de emprego e renda, a partir da instalação de empresas ligadas ao agronegócio.

A administração municipal investe fortemente na infraestrutura do município, na saúde, na educação e na assistência social, de modo a oferecer serviços e condições de vida digna para os atuais moradores e para os que eventualmente vierem morar na cidade.

IPTU Premiado

No dia 31, a Praça Central de Caarapó será palco do tradicional sorteio dos prêmios da campanha IPTU Premiado 2023. A premiação deste ano contempla um carro zero km e duas motocicletas igualmente novas.

De acordo com o Departamento de Tributação da prefeitura de Caarapó, a entrega dos cupons da campanha vai até o dia 29 deste mês. Têm direito a concorrer aos prêmios da campanha os contribuintes em dia com o Imposto Predial e Territorial Urbano. Os inadimplentes que quitarem o tributo também terão direito a participar do sorteio.

Os cupons deverão ser retirados na recepção da prefeitura, entre 8h e 12h. O contribuinte deverá preencher os tíquetes com as informações descritas e depositar na urna do sorteio, disponibilizada no saguão da prefeitura.

Na virada do ano, como já é tradição, haverá a costumeira queima de fogos, que promete iluminar o céu caarapoense com muitas luzes e cores, como forma de celebrar a chegada do ano-novo.

Senado aprova MP que restringe ajudas financeiras do ICMS

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Por 48 votos a favor e 22 contra, o plenário do Senado aprovou, no fim da tarde desta quarta-feira (20), a Medida Provisória (MP) 1.185, que restringe a dedução de incentivos fiscais estaduais do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Sem alterações em relação ao texto aprovado pela Câmara dos Deputados, o texto segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Senado aprova MP que restringe ajudas financeiras do ICMSSenado aprova MP que restringe ajudas financeiras do ICMS

A MP representa a principal aposta do governo para obter R$ 168 bilhões extras e tentar zerar o déficit primário zero em 2024. Logo após a cerimônia de promulgação da reforma tributária, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse a jornalistas que a aprovação é essencial para que o governo consiga reequilibrar o Orçamento no próximo ano.

Com potencial de arrecadação em R$ 35 bilhões no próximo ano, a medida corrige uma distorção provocada pela derrubada de um veto a um jabuti (emenda não relacionada ao tema de uma proposta) de uma lei de 2017.

Naquele ano, uma lei autorizou que as empresas usassem incentivos fiscais do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para deduzirem gastos com custeio e investimento. Em abril, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a subvenção (ajuda financeira) só pode ser usada para deduzir gastos de investimentos.

No fim de agosto, o governo editou a MP para regulamentar a decisão judicial e limitar a dedução de IRPJ e de CSLL aos gastos das empresas com investimentos, como modernização do parque produtivo e compra de equipamentos. Com a regulamentação antecipada, o governo pode iniciar a cobrança sem a necessidade de esperar o julgamento de recursos no Superior Tribunal Federal (STF).

Mudanças

A Câmara aprovou a MP com todas as mudanças inseridas pelo relator, deputado Luiz Fernando Faria (PSD-MG), na comissão especial. Em troca de restringir a ajuda financeira do ICMS, o Congresso aceitou incluir um mecanismo de transação tributária, semelhante ao existente desde 2020, para que as empresas renegociem, com até 80% de desconto, o passivo de R$ 90 bilhões acumulado desde 2017, caso dividam o valor em 12 meses. Para prazos maiores, o desconto ficará entre 50% e 35%.

A estimativa de R$ 35 bilhões está mantida porque a cobrança incidirá sobre as futuras receitas, com a renegociação abrangendo apenas o valor que deixou de ser pago nos últimos seis anos.

A maneira de concessão do incentivo mudou. Até agora, o benefício era abatido diretamente da base de cálculo do IPPJ e da CSLL. Com a MP, a empresa continuará a pagar os tributos normalmente, sendo reembolsada dois anos depois em 25% do IRPJ, caso comprove ter usado o incentivo para investimentos.

O relator também reduziu pela metade o prazo para que a Receita Federal reembolse as empresas que utilizarem a subvenção do ICMS corretamente, para abater investimentos. O intervalo caiu de 48 para 24 meses. O parlamentar também permitiu que empresas de comércio e de sérvios usem as ajudas financeiras estaduais para investimentos.

Além disso, a Receita passará a receber os pedidos assim que as receitas da subvenção forem reconhecidas, não no ano seguinte. Com a mudança, os créditos tributários (descontos no pagamento de tributos) poderão ser usados durante a execução da obra ou do investimento, não após a conclusão do empreendimento, como previa o texto original da MP.

JCP

A principal mudança aprovada foi a manutenção parcial dos juros sobre capital próprio (JCP). Por meio desse mecanismo, as empresas abatem do IRPJ e da CSLL parte dos lucros distribuídos aos acionistas.

No fim de agosto, o governo havia enviado outra medida provisória propondo a extinção do mecanismo, sob o argumento de que o mecanismo está defasado porque grandes empresas têm usado a ferramenta para buscarem brechas na lei e pagarem menos tributos. Com a mudança, a Câmara dos Deputados incluiu uma solução intermediária, que restringirá abusos no uso do mecanismo pelas empresas.

O fim do JCP aumentaria a arrecadação em R$ 10,5 bilhões no próximo ano. Nesta quinta-feira, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o governo editará medidas administrativas para aumentar a arrecadação, sem a necessidade de passar pelo Congresso, para compensar a manutenção parcial do JCP.

Toffoli suspende decisão do TCU e libera quinquênios a juízes federais

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O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (20) derrubar a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que suspendeu o pagamento do adicional por tempo de serviço (ATS) aos magistrados federais de todo o país.Toffoli suspende decisão do TCU e libera quinquênios a juízes federaisToffoli suspende decisão do TCU e libera quinquênios a juízes federais

O impacto do benefício é estimado em R$ 870 milhões. O adicional será pago aos magistrados que ingressaram na carreira até 2006 e corresponde ao acréscimo de 5% no salário a cada cinco anos.

Na decisão, o ministro entendeu que o TCU não pode adotar medidas para interferir na autonomia do Judiciário. A decisão do tribunal de contas foi proferida em abril deste ano a pedido da Associação dos Juízes Federais (Ajufe).

“Resta evidenciada, no presente caso, a ingerência do Tribunal de Contas da União na competência constitucional do Conselho Nacional de Justiça para fiscalizar os atos praticados pelos órgãos do Poder Judiciário”, escreveu Toffoli.

Ao barrar o pagamento do benefício, o TCU alegou que a decisão que restabeleceu o pagamento dos quinquênios, como é chamado o benefício, foi tomada sem “previsão legal”. A decisão foi tomada neste ano pelo Conselho da Justiça Federal (CJF).

No entendimento do TCU, o adicional foi extinto em 2006 e não poderia ser reintroduzido na folha de pagamento dos magistrados, inclusive no saldo de retroativos.

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Farmácia São Marcos

Fone: 3481-1433

Olimpíada de Matemática divulga resultado; veja lista de premiados

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A 18ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) divulgou nesta quarta-feira (20) o resultado da 18º edição. Os estudantes premiados vão receber um total de 8,4 mil medalhas, sendo 650 ouros, 1.950 pratas e 5.850 bronzes, além de 51 mil menções honrosas. A informação foi divulgada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), promotor da competição. A lista de premiados pode ser consultada aqui.Olimpíada de Matemática divulga resultado; veja lista de premiadosOlimpíada de Matemática divulga resultado; veja lista de premiados

A olimpíada premia separadamente escolas públicas e particulares e, este ano, dobrou o número de premiações das instituições privadas. Para o diretor-geral do Impa, Marcelo Viana, este ano, o sabor da olimpíada é ainda mais especial. “Além da premiação nacional, criamos também as premiações estaduais. São muito mais medalhas em todo o Brasil”. Serão distribuídas cerca de 20,5 mil medalhas estaduais.

Serão agraciados ainda professores, escolas e secretarias municipais de Educação que se destacaram pelo desempenho dos alunos. As cerimônias de premiação da 18ª Obmep estão previstas para o próximo ano, em data e local ainda a serem definidos. Este ano, a olimpíada reuniu mais de 18,3 milhões de alunos dos ensinos fundamental e médio. Trata-se da maior competição científica do país. Foram alcançados 99,78% dos municípios brasileiros e mais de 55 mil escolas participaram do certame.

Abrindo portas

O estudante Kevin Neves Ramos Badaro, 14 anos, do ensino fundamental da Escola Municipal Mariano Ferreira de Nazareth, localizada em Domingos Martins (ES), tem duas participações na Obmep, sendo uma no ano passado, com medalha de bronze, e a outra da edição de 2023, em que faturou o ouro. “Quando vi que tinha ganhado medalha de ouro, fiquei muito feliz mesmo”. Kevin contou que pretende continuar participando da olimpíada e que buscará sempre dar o seu melhor, “porque virão outras medalhas de ouro ainda”. Ele não tem certeza se vai cursar matemática no ensino superior. “Eu sou muito bom em matemática, mas a área da computação e da informática é muito boa hoje em dia. Estou pensando nisso, mas ainda não tenho certeza.”

Os medalhistas nacionais são convidados a participar do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC) com aulas avançadas para seu desenvolvimento acadêmico. Os participantes de escolas públicas recebem R$ 300 para integrar o programa. A bolsa é concedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) teve o valor reajustado em 200% este ano.

Impa Tech

A novidade deste ano é que medalhistas do nível 3 (ensino médio) na Obmep e em outras quatro olimpíadas de conhecimento poderão concorrer a uma vaga no Impa Tech, primeiro curso de graduação do instituto. As inscrições para o bacharelado em matemática da tecnologia e inovação estão abertas até 28 deste mês neste endereço eletrônico. O curso será uma qualificação de excelência para os estudantes entrarem de forma efetiva no mercado de tecnologia e inovação. O processo seletivo destina 20% das vagas para alunos com ótimo desempenho na prova de matemática do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O edital pode ser acessado aqui.

O coordenador-geral da Obmep, Claudio Landim, destacou que conquistar uma medalha na Obmep pode abrir as portas de uma universidade para os estudantes premiados. “Algumas das melhores universidades brasileiras têm admitido alunos baseados exclusivamente no seu desempenho em olimpíadas, como é o caso da recém-criada graduação do Impa, o Impa Tech.” 

Marcelo Viana informou que o Impa Tech será iniciado em 2024. A graduação do instituto reserva 80% de suas vagas para medalhistas das olimpíadas. “Quem ganhou medalha do nível 3 [ensino médio] já pode solicitar o seu certificado para se candidatar ao Impa Tech”, indicou.

Olimpíada

Criada pelo Impa em 2005 e realizada com apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), a Obmep é promovida com recursos dos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Educação (MEC). Destinada a estudantes do 6º ano do fundamental ao 3º ano do ensino médio, a competição contribui para estimular o estudo da matemática e identificar jovens talentos da disciplina.

Outro objetivo é contribuir para a melhoria da qualidade da educação básica, permitindo que um maior número de alunos brasileiros tenha acesso a material didático de qualidade. 

Governo de MS entrega nova unidade do Detran e implanta novos serviços digitais

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O Governo de Estado entregou hoje (20) a nova unidade do Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul), localizada dentro das instalações do Sest/Senat, no bairro Chácara Cachoeira, em Campo Grande, e que está realizando o curso do programa ‘Voucher Transportador’ para capacitação de motorista de carga e ônibus e inclusão nas categorias de habilitação “D” e “E”, sem custos. A agência ‘Horst Otto Schley’ é a 11ª de Campo Grande e fará atendimento ao público interno e externo.

Na inauguração, o governador Eduardo Riedel destacou o compromisso do governo em atender os anseios e necessidades da sociedade e contribuir para o desenvolvimento econômico e social do Mato Grosso do Sul. 

“Esta entrega tem um simbolismo grande pela transversalidade das ações das nossas políticas públicas em diferentes áreas. Eu procuro nunca, como governador, me desconectar da vida comum das pessoas. Identificamos que o mercado necessita de profissionais do setor logístico e é fazendo esta conexão que conseguimos ajudar a não deixar ninguém para trás. O processo de desenvolvimento do Estado, um dos que mais cresce no Brasil nos últimos anos, gera oportunidades para os cidadãos e cidadãs como esta que estamos vendo aqui, em parceria com Sest/Senat e Setlog [(Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística MS]”, afirmou o governador. 

Governo de MS entrega nova unidade do Detran e implanta novos serviços digitais
Governo de MS entrega nova unidade do Detran e implanta novos serviços digitais
Governo de MS entrega nova unidade do Detran e implanta novos serviços digitais

A ativação da agência é fruto de uma parceria em que o Sest/Senat assumiu os custos com adequação do espaço, mobiliário e comunicação visual, enquanto o Detran-MS ficou responsável pela instalação de sistemas e disponibilidade de equipe qualificada para atendimento ao público.

Além da nova unidade, o Detran-MS lançou novos serviços como parcelamento débitos (IPVA, licenciamentos e multas) no cartão de crédito, uma parceria com o Banco do Brasil, e o emplacamento digital.

Durante o evento, foram entregues as três primeiras CNHs (Carteira Nacional de Habilitação) do Programa MS Qualifica – Voucher Transportador. Realizado pelo Governo do Estado, o Programa tem parceria com o Sistema S pelo Sest/Senat. 

O diretor-presidente do Detran-MS, Rudel Trindade, aproveitou para também falar do Cadastro Positivo de Condutores, iniciativa que vai oferecer desconto para os bons motoristas nas taxas do Detran. “Finalizamos o ano, entregando novas sedes e reformando 19 agências, entregando serviços inéditos”, completou.

Daniele Batista Silva foi uma das motoristas que receberam a nova CNH, na categoria D, e por meio do Programa Voucher Transportador. “Aproveitei a oportunidade, porque financeiramente eu não estava em condições, e agora estou buscando um emprego no transporte de combustível e já tenho propostas de trabalho.

Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende

Proposta de Lei busca o reconhecimento da Festa de Aniversário de Vila Vargas em MS

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Foto: Assessoria

A deputada Lia Nogueira (PSDB) apresentou um Projeto de Lei que visa instituir o reconhecimento oficial do aniversário do distrito de Vila Vargas, localizado no coração de Mato Grosso do Sul e que, neste ano, celebra os 60 anos da sua criação. O objetivo é inserir a data no Calendário Oficial de Eventos.

Vila Vargas, conhecida como a “capital do alho”, foi estabelecido por meio da Lei Estadual n.º 2.092, de 20 de dezembro de 1963, pelo então Deputado Weimar Gonçalves Torres. O distrito desempenha um papel importante na história de Dourados.

O Projeto de Lei, proposto pela deputada, busca incluir a festa de aniversário que deve ser celebrada anualmente no dia 20 de dezembro, data que marca o nascimento do distrito.
“Ao longo dos anos, Vila Vargas construiu sua identidade como parte integrante do primeiro projeto de reforma agrária do país, a Colônia Agrícola Nacional de Dourados (CAND). O distrito, batizado em homenagem a Getúlio Vargas, tem desempenhado um papel fundamental na formação da história agrária e social da região”, justificou a deputada.

Lia Nogueira destacou que o reconhecimento é um passo significativo para preservar e promover as tradições do distrito e contribui não só para a identidade local, mas também com a história de Mato Grosso do Sul como um todo.

Casa do Trabalhador disponibiliza 91 oportunidades de emprego nesta quinta-feira em Amambai

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Fachada da Secretaria de Desenvolvimento/Casa do Trabalhador em Amambai. O órgão oferece pelo menos 91 oportunidades de emprego nesta quinta-feira, dia 21 de dezembro.

Vilson Nascimento 

A Casa do Trabalhador, órgão ligado à Fundação do Trabalho (Funtrab), do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza 91 oportunidades de emprego nesta quinta-feira, dia 21 de dezembro, em Amambai.

Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas

3 vagas para consultor de vendas

6 vagas para vendedor (2 com CNH)

1 vaga para vidraceiro

2 vagas para auxiliar administrativo (5 para PCD)

1 vaga para auxiliar de limpeza (PCD)

1 vaga para recepcionista (PCD)

1 vaga para consultor de vendas

1 vaga para atendente de balcão

1 vaga para auxiliar de arquitetura

2 vagas para auxiliar de engenheiro civil

1 vaga para pedreiro

1 vaga para secretária recepcionista com CNH

4 vagas para gerente de produção

2 vagas para representante comercial

1 vaga para mecânico de caminhão (morar em outro município)

1 vaga para mecânico de automóveis e caminhão

1 vaga para chapeador metalúrgico

1 vaga para cozinheira (trabalhar final de semana)

1 vaga para biomédico

1 vaga para cozinheiro

1 vaga para enfermeiro

1 vaga para nutricionista

4 vagas para empregada doméstica

1 vaga para operador de caixa

1 vaga para acabador de mármore e granito

1 vaga para auxiliar de mecânico pesado

1 vaga para balconista de crediário

1 vaga para ronda de segurança com CNH

1 vaga para monitor interno de alarme

1 vaga para costureira

1 vaga para repositor de mercadorias com CNH

1 vaga para auxiliar administrativo cursando superior em administração, ciências contábeis, direito

2 vagas para auxiliar administrativo

1 vaga para campeiro

1 vaga para salgadeira

1 vaga para recepcionista com CNH

2 vagas para cuidador de idoso

1 vaga para limpeza de carro

1 vaga para técnico agrícola (morar fora do município)

1 vaga para pedagogo

1 vaga para superintendente de marketing

25 vagas para trabalhador polivalente do curtimento de couro e pele (morar fora do município)

Casa do trabalhador também oferece

A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região. 

Segundo o órgão, para dar entrada no pedido de benefício, o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade). 

A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.

O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 13h. Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.

Receita libera consulta a lote residual de restituição do IRPF 2023

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A Receita Federal abriu para consulta mais um lote residual de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) do mês de dezembro de 2023, nesta quarta-feira (20). O crédito bancário para 244.476 contribuintes será realizado no dia 28 de dezembro, no valor total de R$ 370.453.244,97.Receita libera consulta a lote residual de restituição do IRPF 2023Receita libera consulta a lote residual de restituição do IRPF 2023

Desse total, R$ 268.895.534,49 referem-se aos contribuintes que têm prioridade, sendo 4.314 idosos acima de 80 anos, 39.830 entre 60 e 79 anos, 4.945 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave, 8.831 cuja maior fonte de renda seja o magistério e, por fim, 93.584 contribuintes que receberam prioridade pelo uso da Declaração Pré-preenchida ou optado por receber a restituição via PIX. Foram contemplados ainda 92.972 contribuintes não prioritários.

Acesso

Para saber se a restituição está disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”. A página apresenta orientações e os canais de prestação do serviço, permitindo uma consulta simplificada ou uma consulta completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Se identificar alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificar a declaração, corrigindo as informações que porventura estejam equivocadas.

A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que possibilita consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

Pagamento

O pagamento da restituição é realizado na conta bancária informada na Declaração de Imposto de Renda, de forma direta ou por indicação de chave PIX. Se, por algum motivo, o crédito não for realizado (por exemplo, a conta informada foi desativada), os valores ficarão disponíveis para resgate por até 1 (um) ano no Banco do Brasil. 

Neste caso, o cidadão poderá reagendar o crédito dos valores de forma simples e rápida pelo Portal BB, acessando o endereço ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição no prazo de 1 (um) ano, deverá requerê-lo pelo Portal e-CAC, disponível no site da Receita Federal, acessando o menu Declarações e Demonstrativos > Meu Imposto de Renda e clicando em “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.

Fundect lança o Manual de Boas Práticas em conformidade com a LGPD

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A Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul) lançou um Manual de Boas Práticas, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados. 

É a primeira autarquia do Poder Executivo Estadual a publicar o guia com diretrizes que vão nortear as ações dos colaboradores e servidores quanto às condutas relacionadas à proteção e segurança de dados pessoais, de forma ética e transparente.

Para o presidente da Fundect, o documento é fundamental para mostrar o compromisso da fundação com a proteção dos dados dos colaboradores internos e externos.

“O Manual LGPD demonstra a importância que damos ao cuidado com os dados dos nossos pesquisadores e bolsistas. E demonstra ainda como a Fundect se preocupa com isso. É um documento importantíssimo, do ponto de vista metodológico, que garante a segurança dos dados”, explica Pereira.

Analupe Rique Urbieta, encarregada de dados na fundação, explica que o material aborda a importância da conscientização e da responsabilidade de todos na adequação da instituição à LGPD.

“O manual ajuda a garantir que todos os servidores/colaboradores da Fundect sigam as orientações nele descritas, protegendo a privacidade das informações e evitando problemas relacionados ao uso inadequado desses dados. É uma forma de demonstrar o compromisso da entidade em cuidar das informações de maneira responsável e promover a adequação dos procedimentos internos. Entendemos que a prevenção é um trabalho em conjunto e para que as estratégias implementadas tenham eficácia é necessário que todos estejam engajados”, destaca.

Neste mês de dezembro a Fundect concluiu outras etapas significativas em relação a adequação à LGPD, como a criação do Comitê Gestor da Lei Geral de Proteção de Dados (CGLGPD), PORTARIA “P” Nº 78, DE 8 DE NOVEMBRO DE 2023, e o II Treinamento e Conscientização sobre a LGPD, concluindo a capacitação de 100% dos servidores. Também foi criada e implementada a Política de Privacidade do sistema SigFundect e a Assinatura do Termo de Confidencialidade dos servidores/colaboradores da Fundect.

O Manual de Boas Práticas da Fundect, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) está disponível no link: https://www.fundect.ms.gov.br/lei-geral-de-protecao-de-dados/.

Comunicação Fundect

Congresso promulga emenda constitucional da reforma tributária

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O Congresso Nacional promulgou nesta quarta-feira (2), em sessão solene, a emenda constitucional 132/2023, que institui a reforma tributária, aprovada pela Câmara dos Deputados no último dia 15. A proposta já havia sido aprovada pelo Senado em novembro. O texto é proveniente da PEC 45/2019Congresso promulga emenda constitucional da reforma tributáriaCongresso promulga emenda constitucional da reforma tributária

A cerimônia, realizada no Plenário da Câmara, tem a presença dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco; da Câmara dos Deputados, Arthur Lira; e do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso.

A promulgação foi declarada pelo presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). “O dia de hoje será lembrado, não apenas como um marco histórico, mas também como um ponto de virada, um divisor de águas. É aqui que mudamos a trajetória do Brasil. Esse dia representa o início de um novo país rumo ao progresso. É uma conquista do Congresso Nacional, do povo brasileiro”, disse.

Após 30 anos de discussão, a reforma tributária simplificará a tributação sobre o consumo e provocará mudança na vida dos brasileiros na hora de comprar produtos e serviços.

Cesta básica, remédios, combustíveis, serviços de internet em streaming sofrerão mudanças. Com uma longa lista de exceções e de alíquotas especiais, o novo sistema tributário terá impactos variados conforme o setor da economia. Paralelamente, pela primeira vez na história, haverá medidas que garantam a progressividade na tributação de alguns tipos de patrimônio, como veículos, e na transmissão de heranças.

Ao longo do próximo ano, o Congresso terá de votar leis complementares para regulamentar a reforma tributária. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, os projetos serão enviados nas primeiras semanas de 2024.

Também no próximo ano, o governo poderá dar início à reforma do Imposto de Renda, com mudanças como a taxação de dividendos (parcela de lucros das empresas distribuídos aos acionistas). Nesse caso, porém, as mudanças ocorrerão por meio de projeto de lei, com quórum menor de votação.

Conflitos por preservação e ampliação de terras indígenas preocupam o País

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Vila Renascer, no Pará, de onde moradores estão sendo retirados. Foto: Lalo de Almeida/Folhapress

O índio precisa de mais terra? Essa é uma pergunta que o conteúdo desse material jornalístico vai abordar, a partir de um fato que está acontecendo lá no Estado do Pará e que vem ganhando as redes sociais com vídeos e depoimentos de moradores não indígenas que estão sendo “obrigados” a deixar suas casas, após uma decisão da Justiça Federal, mais precisamente do ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF) que determina a desintrusão de sete terras indígenas (TI) ou seja, a expulsão de pessoas não indígenas que morem ou exerçam alguma atividade dentro das TI’s.

Conflitos por preservação e ampliação de terras indígenas preocupam o País
Área de 2,3 milhões de hectares tem 1.500 habitantes indígenas

Dentre essas áreas está a aldeia Raio de Sol, no território indígena denominado Trincheira Bacajá, localizada a 150 km do município paraense de São Felix do Xingu. Outra área que também será alvo da ação é o Território Apyterewa. Juntos, os dois territórios têm uma área de cerca de 2,3 milhões de hectares, onde vivem 1,4 mil indígenas, conforme o censo de 2022, mas a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, disse recentemente que a população indígena ali chega a 2.400.

Conforme informações que constam do processo de desintrusão, os territórios indígenas foram homologados em 1996 (Bacajá) e 2007 (Apyterewa). As atividades ilegais dentro desse território, conforme consta nos processos judiciais, acontecem há mais de 30 anos, com invasão de fazendeiros, madeireiros e garimpeiros, provocando desmatamento. Desde 2009 o Ministério Público Federal requer a retirada dos não indígenas desses territórios.

Por outro lado, o que a Justiça e muitos veículos de informação nacional identificam como madeireiros, garimpeiros e fazendeiros – que ameaçam os indígenas, destroem o meio ambiente e poluem rios – são brasileiros comuns, produtores rurais que estão ali há 30 anos e formaram a comunidade denominada Vila Renascer, com cerca de 1.000 pessoas, alvo das operações de desintrusão. Fala-se em 3 mil o número de não indígenas vivendo nessa área de 2,3 milhões de hectares, lá no Pará.

Conflitos por preservação e ampliação de terras indígenas preocupam o País
Área com 1,5 mil indígenas (maior) e São Félix do Xingu, com 65 mil habitantes

A questão da terra

Se levarmos em consideração o número de habitantes nessa área de conflito no Pará, entre indígenas (1,4 mil) e não-indígenas (3 mil), a população que vive nos territórios Bacajá e Apyterewa não chega a 5 mil pessoas. Só para se ter uma ideia, a aldeia Amambai tem cerca de 3 mil hectares e uma população próxima de 9 mil habitantes.

O Jornal A Gazeta fez uma análise da situação e abordou o tema com algumas lideranças indígenas de Amambai. Sobre o comparativo de área e população, fica claro que a desigualdade na distribuição das terras indígenas – mesmo considerando os motivos e peculiaridades de cada povo em cada localidade do Brasil – é gigantesca. Enquanto 2,3 milhões de hectares abrigam 1.500 indígenas lá no Pará, aqui em Amambai, a aldeia Amambai, com 3 mil hectares (800 vezes menor) abriga 9 mil índios.

Conflitos por preservação e ampliação de terras indígenas preocupam o País
Área da aldeia Amambai (em vermelho – 3 mil hectares com 9 mil indígenas) e área do perímetro urbano de Amambai (circulada em azul) com cerca de 25 mil moradores

Mas a reflexão não para por aí. Fazendo um comparativo com o tamanho da aldeia Amambai (3 mil hectares e uma população de 9 mil índios) com a área urbana do município de Amambai (cerca de 4 mil hectares, com uma população de cerca de 25 mil habitantes – entre amambaienses natos ou pessoas oriundas de outras regiões do País), conclui-se que, tanto os moradores da aldeia Amambai, quanto os da área urbana da cidade, têm condições de se locomover e viver bem acomodados dentro de seus devidos espaços.

A pergunta é: o problema para melhorar a vida do índio, necessariamente passa por garantir mais extensão de área territorial? Ou ainda: voltar ao período de caça e pesca para garantir a subsistência de suas famílias é o que vai garantir uma vida melhor para essas comunidades? Nesse sentido, a conclusão é de que não é necessariamente esse o problema: a comunidade indígena quer a integração, quer desenvolvimento, quer as mesmas melhorias que a comunidade não indígena vem conquistando ao longo dos anos.

O Jornal A Gazeta conversou com uma indígena, a qual não vamos identificar nesta reportagem, que serve como um exemplo de pensamento. Morando há 12 anos no perímetro urbano de Amambai, ou seja, fora da aldeia, ela diz que não quer voltar para a área indígena. A vida, segundo ela, está melhor hoje na cidade do que na aldeia. “O que a gente quer é conforto, água quente pra tomar banho, água gelada pra beber, energia elétrica, água encanada e internet boa”, diz ela. Ou seja, o mesmo conforto que qualquer cidadão almeja para sua família.

Voz no Congresso Nacional

Conflitos por preservação e ampliação de terras indígenas preocupam o País
Deputada federal Silvia Waiãpi (PL-AP) está entre os seis representantes dos povos indígenas na Câmara dos Deputados. Foto: Divulgação

A deputada federal Silvia Waiãpi (PL-AP) está entre os seis representantes dos povos indígenas na Câmara dos Deputados. Ela se considera uma defensora de pautas progressistas para os indígenas e acredita que seu povo deve acompanhar a evolução da sociedade.

“Há índios que não querem viver como em 1.500. Alguns mais progressistas querem trazer os povos indígenas para viver no século XXI, podendo se desenvolver economicamente, para mostrarmos que somos tão bons como a sociedade urbana. Mas outro grupo acredita que devemos viver como em 1.500. Isso nos impede de termos cidadania para participar de igual para igual”, diz ela.

Outra deputada federal é a professora ativista indígena, Célia Xakriabá, que foi eleita pelo Psol de Minas Gerais. Sua pauta é a defesa dos territórios indígenas e ações que atenuem as mudanças climáticas. Foi da primeira turma de Educação Indígena da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2013.

Além dessas duas, outros três representantes indígenas atuam no Congresso Federal: Juliana Cardoso (PT) de São Paulo, Paulo Guedes (PT) de Minas Gerais e Silvia Waiapi (PL) do Amapá.

Influência das ONGs e a questão climática

A questão indígena defendida por Organizações Não Governamentais e pela linha mais ativista da esquerda, se confunde com as questões ambientais. Na bandeira de defender o meio ambiente e as questões climáticas, essa ideologia defende que o indígena seja preservado na sua cultura antiga, vivendo de forma rudimentar e primitiva, longe da civilização e da tecnologia moderna.

A desintrusão no Pará, na região denominada Trincheira Bocajá e Território Apyterewa, quer tirar cerca de 3 mil moradores não indígenas que estão dentro de uma área de 2,3 milhões de hectares, onde vivem menos de 2 mil indígenas, sob o argumento de proteger o meio ambiente. Mas a quem de fato interessa esse discurso?

O Congresso Nacional instalou a CPI das ONGs, que votou na terça-feira (12) seu relatório final, sugerindo implantação de seis projetos e pedindo indiciamento de representantes de ONGs envolvidos em supostas irregularidades. Entre os projetos, dois deles tratam da regulamentação de atividades econômicas em terras indígenas e do Fundo Amazônia, além de regras de transparência e responsabilização na prestação de contas das ONGs.

Indígenas e agro no mesmo barco

Em que pese a discussão que se criou de que o agronegócio é contra a causa indígena e vice-versa, há de se ressaltar que no Brasil há espaço para todos. Com uma extensão territorial de 851 milhões de hectares, 66% são ocupados por vegetação nativa – sendo que 13% estão em áreas indígenas; as pastagens ocupam 21,2% (sendo 8% nativas e 13,2% plantadas); a produção de grãos, frutas e hortaliças ocupa 7,8%; e ainda outro 1,2% é ocupado por florestas plantadas. Apenas 3,5% do território é ocupado para uso urbano, moradias, lazer, infraestrutura, entre outros (fontes: Embrapa, IBGE, FUNAI, DNIT, ANA, MPOG, de 2019).

Estudo da NASA, publicado em novembro de 2017, mostra que o Brasil protege e preserva a vegetação nativa em mais de 66% do seu território, e que a área cultivada é de 7,6%. O mesmo estudo mostra as áreas de produção em diversos países, como o Reino Unido (que cultiva em 63,9% do seu território), a Alemanha (56,9%), a Dinamarca (76,8%), a Irlanda (74,7%) e os Países Baixos (66,2%); Estados Unidos ocupa 18,3%, a China 17,7%; e a Índia 60,5%.

(Matéria editada pelo Jornal A Gazeta de Amambai – diretor Clesio Ribeiro)

Entenda a reforma tributária promulgada nesta quarta

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Economia, Moeda Real,Dinheiro, Calculadora

Depois de 30 anos de discussão, o Congresso Nacional deu um passo histórico e promulgou, nesta quarta-feira (20), a reforma tributária sobre o consumo. No próximo ano, os parlamentares se debruçarão sobre os projetos de lei complementar que regulamentarão vários pontos da emenda constitucional e iniciarão a segunda etapa da reforma, que mudará a cobrança e o pagamento do Imposto de Renda.Entenda a reforma tributária promulgada nesta quartaEntenda a reforma tributária promulgada nesta quarta

A emenda constitucional simplificará e unificará os tributos sobre o consumo, mas as mudanças ocorrerão aos poucos. A nova tributação das mercadorias e dos serviços começará a entrar em vigor em 2026 e só terminará em 2033. A transição para a cobrança do imposto no destino (local de consumo) se iniciará em 2029, levará 50 anos e só será concluída em 2078.

A principal mudança será a extinção de quatro tributos, que serão fundidos no Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Esse tributo seguirá o modelo dual, em que parte da administração ficará com a União e outra parte com os estados e municípios.

Os tributos federais a serem extintos são o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Eles serão substituídos pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), a ser arrecadada pela União. Inicialmente, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) seria incorporado à CBS, mas foi mantido e incidirá apenas sobre mercadorias concorrentes às produzidas na Zona Franca de Manaus.

Outros dois impostos a serem extintos são locais: o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), administrado pelos estados; e o Imposto sobre Serviços (ISS), arrecadado pelos municípios. Eles serão substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

Em troca de mudanças que trarão o fim da guerra fiscal entre os estados, o governo criará um Fundo de Desenvolvimento Regional para financiar projetos de desenvolvimento em estados mais pobres. Inicialmente orçado em R$ 60 bilhões por ano a partir de 2043, o fundo foi um dos principais pontos de embates durante as discussões.

Diversos governadores pediram a ampliação do valor para R$ 75 bilhões anuais, mas a Câmara inicialmente fixou o montante em R$ 40 bilhões. Posteriormente, o Senado elevou o valor para R$ 60 bilhões por ano. Haverá ainda um novo fundo, também abastecido com recursos da União, para a Zona Franca de Manaus.

A proposta prevê alíquotas reduzidas para alguns setores da economia e abre margem para a criação de um sistema de cashback (devolução de parte do tributo pago), que será regulamentada por lei complementar. O texto também prevê mudanças na tributação sobre patrimônio, com cobrança de imposto sobre meios de transporte de luxo e heranças.

Entenda as mudanças da reforma tributária:

Extinção e criação de tributos

Criação do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) dual, composto por dois tributos:

•   Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS): unificará o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins);

•   Imposto sobre Bens e Serviços (IBS): unificará o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS);

•   Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) inicialmente seria extinto, mas continuará a existir, incidindo sobre produtos concorrentes dos produzidos na Zona Franca de Manaus;

•   No modelo dual, a União define a alíquota da CBS; e os estados e municípios, do IBS. Em relação aos tributos locais, a diferença será que os governos estaduais e as prefeituras terão de concordar com uma alíquota única, em vez de cada ente público reduzir tributos para estimular a guerra fiscal;

•   Não cumulatividade plena: a CBS e o IBS não incidirão em cascata em nenhuma fase da cadeia produtiva. Hoje, o modelo brasileiro é de cumulatividade parcial. Alguns setores da economia continuam pagando em cascata. Outros pagam por valor adicionado em cada etapa da cadeia (pagam sobre o valor acrescentado sobre o preço anterior), mas contam com isenções ao longo das etapas que resultam em maior tributação ao fim da cadeia;

•   Cobrança no destino: mercadoria e serviço serão tributados no local do consumo, em vez da origem, como ocorre atualmente. Mudança acaba com guerra fiscal;

•   Desoneração de exportações e investimentos.

Imposto Seletivo

•   Cobrança sobre produtos que gerem danos à saúde ou ao meio ambiente;

•   Alíquotas definidas por lei;

•   60% da receita vai para estados e municípios;

•   Princípio da anualidade: cobrança só poderá começar no ano seguinte à sanção da lei;

•   Imposto regulatório: não tem objetivo de arrecadar, mas regular mercado e punir condutas prejudiciais;

•   Produtos:

      —     bebidas alcoólicas e cigarros;

      —     possibilidade de cobrança sobre combustíveis, agrotóxicos, defensivos agrícolas e alimentos processados e ricos em açúcar;

      —     alíquota de 1% sobre extração de recursos naturais não renováveis, como minério e petróleo;

•    Exclusão da incidência sobre:

      —     telecomunicações;

      —     energia;

      —     produtos concorrentes com os produzidos na Zona Franca de Manaus;

      —     armas e munições;

      —     insumos agrícolas que se beneficiem de alíquota reduzida para 40% da alíquota-padrão, exceto no caso de agrotóxicos e defensivos.

Transição

•   2026: início da cobrança da CBS e do IBS em 2026, com alíquota de teste de 0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS;

•   2027: extinção do PIS/Cofins e elevação da CBS para alíquota de referência (a ser definida posteriormente pelo Ministério da Fazenda);

•   2027: redução a zero da alíquota de IPI, exceto para itens produzidos na Zona Franca de Manaus;

•   2029 a 2032: extinção gradual do ICMS e do ISS na seguinte proporção;

– 90% das alíquotas atuais em 2029;

– 80% em 2030;

– 70% em 2031;

– 60% em 2032.

•   2033: vigência integral do novo sistema e extinção dos tributos e da legislação antigos;

•   2029 a 2078: mudança gradual em 50 anos da cobrança na origem (local de produção) para o destino (local de consumo).

Alíquotas

•   Alíquota única padrão: estimada em 27,5%, mas poderá ser menor caso governo reduza sonegação, valerá como regra geral;

•   Alíquota reduzida para 40% da alíquota-padrão aos seguintes grupos, com cadeia produtiva curta e que seriam prejudicados pelo IVA não cumulativo:

        –    Dispositivos médicos;

        –    Dispositivos de acessibilidade para pessoas com deficiência;

        –    Medicamentos e produtos de cuidados básicos à saúde menstrual (alíquota de IBS);

        –    Serviços de saúde;

        –    Serviços de educação;

        –    Produtos agropecuários fora da cesta básica, pesqueiros, florestais e extrativistas vegetais in natura;

        –    Insumos agropecuários, alimentos destinados ao consumo humano e produtos de higiene pessoal;

        –    Produtos e insumos da aquicultura

        –    Produções artísticas, culturais, jornalísticas e audiovisuais nacionais

        –    Atividades desportivas.

        –    Bens e serviços relacionados à segurança e à soberania nacional, à segurança da informação e à segurança cibernética;

        –    Comunicação institucional

        –    Produtos de limpeza consumidos por famílias de baixa renda

        –    Setor de eventos

        –    Nutrição enteral ou parenteral (que previnem ou tratam complicações da desnutrição)

•    Profissionais liberais com atividades regulamentadas pagarão 70% da alíquota-padrão do IVA

      —   Na prática, medida beneficia apenas empresas, escritórios e clínicas que faturem mais de R$ 4,8 milhões por ano. Isso porque a maior parte dos profissionais autônomos, que ganham abaixo desse valor, está incluída no Simples Nacional

•   Alíquota zero

        –    Cesta básica nacional com possibilidade de regionalização, a ser definida por lei complementar. Atualmente, cada estado tem sua composição.

        –    Medicamentos para tratamento de doenças graves;

        –    Serviços de educação de ensino superior: Prouni;

        –    Pessoas físicas que desempenhem atividades agropecuárias, pesqueiras, florestais e extrativistas vegetais in natura;

        –    No caso de produtor rural pessoa física, isenção de IBS e CBS vale para quem tem receita anual de até R$ 2 milhões. O produtor que recebe menos que esse valor por ano poderá repassar crédito presumido (tipo de compensação tributária) aos compradores de seus produtos.

      —   Serviços prestados por Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) sem fins lucrativos

      —   Compra de automóveis por taxistas e pessoas com deficiência e autismo

      —   Compra de medicamentos e dispositivos médicos pela Administração Pública e por entidades de assistência social sem fins lucrativos

      —   Reabilitação urbana de zonas históricas e de áreas críticas de recuperação e reconversão urbanística

        –    Compras governamentais: isenção, caso seja admitida a manutenção de créditos tributários de operações anteriores; repasse integral da arrecadação do IBS e da CBS recolhida

•   Ampliação da imunidade tributária para igrejas: de “templos de qualquer culto”, a medida agora abrangerá “entidades religiosas, templos de qualquer culto, incluindo suas organizações assistenciais e beneficentes”;

•   Se modificações na tributação do consumo aumentarem arrecadação geral, dispositivo no texto prevê a redução das alíquotas do IBS e da CBS ao ente público contratante (União, Estado ou município).

Livros

•   Livros continuarão com imunidade tributária.

Regimes tributários favorecidos

•   Zona Franca de Manaus

•   Simples Nacional, regime especial para micro e pequenas empresas.

Regimes tributários específicos

•   Combustíveis e lubrificantes: cobrança monofásica (em uma única etapa da cadeia), alíquotas uniformes e possibilidade de concessão de crédito para contribuinte;

•   Serviços financeiros, seguros, operações com bens imóveis, cooperativas, planos de assistência à saúde e apostas: alíquotas específicas, tratamento diferenciado nas regras de creditamento (aproveitamento de créditos tributários) e na base de cálculo; e tributação com base na receita ou no faturamento (em vez do valor adicionado na cadeia);

•   Serviços de hotelaria, parques de diversão e parques temáticos, restaurantes, agências de viagem, missões diplomáticas

•   Serviços de transporte coletivo de passageiros rodoviário, ferroviário e hidroviário, de caráter urbano, semiurbano, metropolitano, intermunicipal e interestadual;

•   Sociedades Anônimas de Futebol, que terão recolhimento unificado.

•   Na segunda votação, Câmara retirou os seguintes setores dos regimes específicos: saneamento básico, concessão rodoviária, transporte aéreo, microgeração e minigeração de energia, telecomunicações, bens e serviços “que promovam a economia circular”

Montadoras de veículos

•   prorrogação até 2032 de benefícios para fabricação de baterias e de veículos por montadoras instaladas no Norte, Nordeste e Centro-Oeste;

•   estados do Sul e do Sudeste discordavam da prorrogação, mas a Câmara manteve incentivos reincluído pelo Senado na reforma tributária

Revisão periódica

•    A cada cinco anos, exceções serão revisadas, com custo-benefício avaliado

      —    setores beneficiados deverão seguir metas de desempenho econômicas, sociais e ambientais;

      —     dependendo da revisão, lei determinará regime de transição para a alíquota padrão.

Trava para carga tributária

•    Teto para manter constante a carga tributária sobre o consumo;

•    Atualmente, esse teto corresponderia a 12,5% do PIB;

•    A cada 5 anos, seria aplicada uma fórmula que considera a média da receita dos tributos sobre consumo e serviços entre 2012 e 2021;

•    Fórmula será calculada com base na relação entre a receita média e o Produto Interno Bruto (PIB, bens e serviços produzidos no país);

•    Caso o limite seja superado, a alíquota de referência terá de cair;

•    Redução seria calculada pelo Tribunal de Contas da União, baseado em dados dos entes federativos e do futuro Comitê Gestor do IBS.

Cashback

•   Ideia inicial era incluir na PEC mecanismo de devolução a famílias de baixa renda, semelhante ao existente em alguns estados, mas sistema será definido em lei complementar.

•   Retirada de dispositivo que diz cashback buscaria redução da desigualdade de raça e gênero. Foi mantido apenas objetivo de reduzir de desigualdades de renda.

•    Devolução obrigatória de parte dos tributos da conta de luz e do botijão de gás para famílias de baixa renda;

•    Ressarcimento ocorreria no momento da cobrança, entrando como desconto na conta de luz;

•    Detalhes a serem regulamentados por lei complementar.

Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FDR)

•   Criado para reduzir desigualdades regionais e sociais;

•   Aportes feitos pela União;

•   Aplicação dos recursos: estudos, projetos e obras de infraestrutura; fomento a atividades com elevado potencial de geração de emprego e renda, com possibilidade de concessão de subvenções; ações para o desenvolvimento científico e tecnológico e à inovação.

•    Fundo começaria com aportes de R$ 8 bilhões em 2029 até chegar a R$ 40 bilhões no início de 2034;

•    Em 2034, aportes subiriam R$ 2 bilhões por ano até atingir R$ 60 bilhões em 2043.

•    Divisão dos recursos:

      —     70% pelos critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE);

      —     30% para estados mais populosos.

Fundo de Desenvolvimento Sustentável dos Estados da Amazônia Ocidental

•    Destinado a estados do Norte com áreas de livre-comércio;

•    Inicialmente restrito ao Amazonas, para beneficiar Zona Franca de Manaus, foi ampliado para Acre, Rondônia, Roraima e Amapá durante votação no Senado.

Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais

•   Fundo com recursos da União garantirá benefícios fiscais já concedidos pelos estados até 2032;

•   Em 2028, fundo chegaria ao ponto máximo, com R$ 32 bilhões. Posteriormente, recursos caem.

•    Seguro-receita para compensação da perda de arrecadação dos entes federativos com o fim de incentivos fiscais corresponderá a 5% do IBS;

•    Critérios de repartição:

      —     estados e municípios com maior perda relativa (em termos percentuais) de arrecadação;

      —     receita per capita (por habitante) do fundo não pode exceder três vezes a média nacional, no caso dos estados, e três vezes a média dos municípios de todo o país, no caso das prefeituras.

Desoneração da folha

•   Caso uma eventual criação de mais empregos, com a desoneração da folha a alguns setores da economia, resulte em maior arrecadação, esse aumento deve ser usado para reduzir a tributação do consumo de bens e serviços.

•   Nessa hipótese, demais setores não incluídos na desoneração poderão também ser beneficiados.

Bancos

•   Manutenção da carga tributária das operações financeiras em geral;

•   Manutenção da carga tributária específica das operações do FGTS e dos demais fundos garantidores, como Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), Fundo Garantidor de Habitação Popular (FGHab), vinculados ao Minha Casa, Minha Vida, e Fundo de Desenvolvimento Social (FDS)

Auditores fiscais

•   estados e municípios poderão aprovar leis para igualar a remuneração dos auditores fiscais locais aos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), atualmente em R$ 41 mil;

•   relator na Câmara tinha retirado dispositivo a pedido de governadores, mas Plenário da Casa reinstituiu a autorização.

Desvinculação de receitas

•   Prorrogação de 31 de dezembro de 2023 para 31 de dezembro de 2032, da desvinculação de 30% de receitas dos impostos, taxas e multas já instituídos por estados e municípios ou que vierem a ser criados até essa data, e de outras receitas correntes.

•   Mudança permite que até 30% da receita do IBS não sejam vinculados por lei, com exceção de algumas finalidades, como gastos mínimos em saúde e educação ou Fundeb.

Fundos estaduais para infraestrutura

•   Fundos estaduais formados por contribuições locais sobre produtos primários e semielaborados poderão continuar a existir até 2032, desde que estejam em vigor em 30 de abril de 2023;

•   Permissão vale apenas para estados com fundos em funcionamento em 30 de abril de 2023;

      —     Com a regra, apenas Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Pará poderão manter contribuição;

      —     Contribuição só poderá ser cobrada até 2032, para evitar nova guerra fiscal.

•   Dinheiro deverá ser usado para obras de infraestrutura e habitação;

•   Medida incluída a pedido do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e de outros governadores com fundos semelhantes, vinculados à concessão de benefícios fiscais do ICMS.

Transferências constitucionais

•   Critérios de repartição do IBS serão definidos por lei complementar. Câmara retirou média da arrecadação do ICMS entre 2024 e 2028;

•   Transferências constitucionais dos tributos extintos futuramente pela reforma (IPI e ICMS) continuam com os mesmos índices;

•   Da arrecadação do IBS que caberá aos estados, 25% continuam a ser repartidos entre os municípios de seu território, mas com percentuais diferentes:

        –    85% do montante, no mínimo, proporcionalmente à população;

        –    10% desse montante com base em indicadores de melhoria nos resultados de aprendizagem e aumento da equidade segundo lei estadual;

        –    5% em montantes iguais para todos os municípios do estado.

•   Índices de 85%, 10% e 5% também valerão para arrecadação do Imposto Seletivo em função da exportação de produtos industrializados, que contam com isenção;

•   Reserva de 18% da arrecadação da CBS para seguro-desemprego e abono salarial.

Comitê Gestor

•    Encarregado de gerir a cobrança e a arrecadação do IBS, Conselho Federativo foi rebatizado de Comitê Gestor;

•    Órgão passará a ter caráter exclusivamente técnico, assegurando divisão correta dos recursos, sem capacidade de propor regulações ao Legislativo;

•    Congresso poderá convocar o presidente do Comitê Gestor e pedir informações, como ocorre com os ministros;

•    Representação do órgão será feita por integrantes das carreiras da Administração Tributária e das Procuradorias dos estados, do Distrito Federal e municípios;

•    Emenda sobre representantes do órgão acatada a pedido dos Fiscos para impedir criação de carreiras e cargos dentro do Comitê Gestor;

•    Senado havia incluído sabatina para presidente do Comitê Gestor, mas Câmara retirou exigência.

IPVA

•   Inclusão de cobrança de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para veículos aquáticos e aéreos, como jatos, helicópteros, iates e jet skis;

•   Possibilidade de o imposto ser progressivo conforme o impacto ambiental do veículo. Quem polui mais, paga mais;

•   Possibilidade de que carros elétricos paguem alíquotas menores;

•   Lista de exceções para IPVA, incluída durante negociações:

        –    Aeronaves agrícolas e de operador certificado para prestar serviços aéreos a terceiros;

        –    Embarcações de pessoa jurídica com outorga de serviços de transporte aquaviário;

        –    Embarcações de pessoa física ou jurídica que pratique pesca industrial, artesanal, científica ou de subsistência;

        –    Plataformas que se locomovam na água sem reboques (como navio-sonda ou navio-plataforma);

        –    Tratores e máquinas agrícolas.

Herança e doação

•   Progressividade do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD);

•   Alíquota subirá conforme o valor da transmissão; transferência a competência do imposto sobre bens móveis, títulos e créditos ao Estado onde tiver domicílio;

•   Cobrança sobre heranças no exterior

•   Isenção de ITCMD sobre transmissões para entidades sem fins lucrativos com finalidade de relevância pública e social, inclusive as organizações assistenciais e beneficentes de entidades religiosas e institutos científicos e tecnológicos

IPTU

•   Possibilidade de prefeituras atualizarem base de cálculo do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) por decreto;

•   Decreto obedecerá a critérios gerais previstos em lei municipal;

•   Medida atende a pedido das prefeituras.

Iluminação pública

•   Contribuição para custear iluminação pública, de competência municipal, poderá ser usada para expansão e melhoria do serviço, finalidades não previstas hoje pela Constituição.

Segunda etapa da reforma

•   Prazo de até 180 dias após promulgação da reforma sobre o consumo para o envio da segunda etapa da reforma tributária, que trata da reforma dos tributos sobre a renda. Tema pode ser reformulado por projeto de lei.

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