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domingo, 12 de julho de 2026
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Rota Bioceânica coloca o MS em outro patamar com novo cenário geoeconômico ao País

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Enquanto Mato Grosso do Sul se prepara para a Rota Bioceânica, especialistas já apontam algumas tendências e perspectivas do ponto de vista econômico, com a implantação desta nova alternativa para alcançar o mercado asiático. A professora Doutora Luciane Cristina Carvalho, coordenadora do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), estuda a Rota há cinco anos. Para ela, a Rota Bioceânica terá como principal atrativo a inclusão de produtos locais.

“Há perspectiva de ampliar as exportações dos produtos que já são comercializados com o continente asiático e que representam cerca de 50% das exportações de Mato Grosso do Sul. Além disso, haverá uma maior integração regional com os países vizinhos”, garante a pesquisadora.

Na avaliação da pesquisadora, existe uma tendência do aumento na comercialização de carnes, alimentos processados, pescados, vestuários, celulose e minérios.

“Existe ainda a possibilidade da entrada de novos produtos na cesta da balança comercial. Isso vai depender também do empreendedorismo no estado e da oferta, por exemplo, da economia criativa”, avalia.

De acordo a professora, a Rota Bioceânica ainda vai proporcionar a criação de diversos empreendimentos, como por exemplo, o estacionamento de repouso. “Já existe um que foi implantado por uma distribuidora em Porto Murtinho. Mas, poderão surgir outros para suportar o fluxo de trânsito e também a criação de postos alfandegários e espaços para as agências intervenientes do comércio exterior. Em Campo Grande, há expectativa que a capital se torne um hub logístico. É importante a criação de um centro de distribuição e a criação da Estação Aduaneira do Interior (EADI) ou um porto seco”, menciona a professora da UFMS.

Rota Bioceânica coloca o MS em outro patamar com novo cenário geoeconômico ao País
Na avaliação da professora da UFMS, Luciane Carvalho, existe a possibilidade da entrada de novos produtos na balança comercial

Só para se ter ideia do potencial econômico da Rota Bioceânica, de janeiro a setembro deste ano, as exportações sul-mato-grossenses contabilizaram cerca de  US$ 7,2 bilhões e as importações em torno de US$ 2 bilhões, indicando um superávit de US$ 5,2 bilhões. Junto ao mercado asiático, esta representatividade é ainda mais expressiva, totalizando cerca de US$ 3,2 bilhões para países como a China, Taiwan, Tailândia e Hong Kong.

“As cidades que estão ao longo da Rota podem se aproveitar muito, ofertando aos passageiros produtos e serviços. Há um potencial para novos investimentos privados, o que contribuirá para aumento de emprego, maior arrecadação fiscal para os municípios, incremento no setor de serviços, em especial, o turismo. No entanto, este potencial vai demandar melhoria em infraestrutura, como postos de gasolina, hospedagem, bares e restaurantes, oficinas, lojas de peças automotivas, além da qualificação da mão-de-obra.

Ainda há muitos desafios a serem superados. Em outubro, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil e a União Internacional dos Transportes Rodoviários (IRU) promoveram em Campo Grande o Seminário “A utilização de instrumentos de trânsito internacional para a dinamização do Corredor Bioceânico”.

Por parte do MRE, coube ao ministro João Carlos Parkinson de Castro fazer a palestra sobre as possibilidades do novo corredor internacional e os benefícios da adesão do Brasil à Convenção TIR – Sistema de trânsito internacional da ONU que permite o transporte de mercadorias através de vários países. Para ele, a implantação da Rota é a concretização da reconfiguração geoeconômica brasileira.

Com relação aos produtos que poderão ser transportados pela Rota, Parkinson afirma que serão de maior valor agregado e que possam ser conteinerizados. “O Corredor se presta essencialmente para a movimentação de cargas em contêineres. Isto significa que poderemos ter óleos de soja, proteínas animais, algodão, celulose, por exemplo. ”

Para o ministro do MRE, o traçado tortuoso da Rota pelos Andes, com altitudes superiores a 4 mil metros, com subidas e descidas, dificulta a movimentação de grandes carretas com cargas a granel. Na avaliação do diplomata brasileiro, a carga a granel só será possível se tiver avanços com a integração ferroviária. “Para isso, é necessário, a cooperação de países como a Argentina, que promova investimentos no trecho de 50 km de Yacuiba (Bolívia) até Salta (Argentina) e que precisam ser reabilitados para o escoamento através da Malha Oeste, Ferrovia Boliviana Oriental e Belgrano Cargas Norte”, complementa.

Rota Bioceânica coloca o MS em outro patamar com novo cenário geoeconômico ao País
Parkinson avalia que frutas, crustáceos, conservas, pescados, bebidas, açúcar, arroz., sucos e outros complexos devem compor a Rota

Em sua apresentação, o ministro Parkinson avalia que a Rota pode trazer uma redução de custos de cerca de 49% podendo chegar até 68%, em comparação com o caminho tradicional pelo Atlântico, via os portos de Santos e Paranaguá. Os produtos elencados, por ele, para atravessarem, via Rota Bioceânica, são as frutas, crustáceos, conservas, pescados, bebidas, açúcar, arroz, sucos e complexos de soja e milho.

Já na avaliação do professor Francisco Bayardo Mayorquim Horta Barbosa, doutorando em Engenharia da Produção e docente da UFMS, as empresas que optarem em distribuir seus produtos pela Rota Bioceânica vão ampliar mais facilmente suas operações, provavelmente, em função de um frete mais competitivo.

“A Rota se tornará competitiva para produtos como a carne bovina. Hoje, a carne produzida no Mato Grosso do Sul utiliza três caminhos rodoviários para alcançar o Chile. O primeiro, via Foz do Iguaçu, no Paraná; o segundo, via Dionísio Cerqueira, em Santa Catarina; e a terceira via é por meio de São Borja, no Rio Grande do Sul. Praticamente, 50% sai pelo estado gaúcho até chegar a área central do Chile. Não estamos aqui nem comentando a carne que segue para a Ásia pelo porto de Paranaguá”, argumenta.

Rota Bioceânica coloca o MS em outro patamar com novo cenário geoeconômico ao País
O traçado tortuoso da Rota dificulta a movimentação de grandes carretas com cargas a granel – Foto: Sílvio de Andrade

Para o professor Francisco, que estuda em seu doutorado a Contabilidade Ambiental, a Rota poderá proporcionar ao Mato Grosso do Sul dobrar a quantidade de exportação de proteína animal para o Chile.

Francisco analisa também que é imprescindível ter uma carga de retorno para baratear o frete. “Outros produtos estão na pauta de retorno, como por exemplo, o sal. Os grãos não são competitivos para rodar 2 mil km até alcançar o Chile.”

Ainda segundo o estudioso, outras cidades podem também se juntar à capital como locais logísticos, é o caso de Sidrolândia e Jardim, que podem se tornar pontos de apoio.

Ele acredita que os maiores desafios no contexto da Rota, ainda é a qualificação profissional em regiões como Porto Murtinho, além da conectividade digital e postos de abastecimento de combustíveis.

Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Foto: Bruno Rezende

Foto capa: divulgação 

Caixa conclui pagamento da parcela de dezembro do novo Bolsa Família

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A Caixa Econômica Federal conclui o pagamento da parcela de dezembro do novo Bolsa Família.  Recebem nesta sexta-feira (22) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 0.Caixa conclui pagamento da parcela de dezembro do novo Bolsa FamíliaCaixa conclui pagamento da parcela de dezembro do novo Bolsa Família

Pelo terceiro mês seguido, o benefício tem um adicional para mães de bebês de até seis meses de idade. Chamado de Benefício Variável Familiar Nutriz, o adicional corresponde a seis parcelas de R$ 50 para garantir a alimentação da criança. Com o novo acréscimo, que destina R$ 20 milhões a 420 mil mães neste mês, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome informa que está concluída a implementação do novo Bolsa Família.

Além do novo adicional, o Bolsa Família paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 680,61. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançou 21,06 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,25 bilhões.

Desde julho, passou a valer a integração dos dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes a renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS.

Com base no cruzamento de informações, 190 mil famílias entraram no programa em dezembro. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício. Desde março, 2,85 milhões de famílias passaram a fazer parte do Bolsa Família.

Regra de proteção

Cerca de 2,47 milhões de famílias estão na regra de proteção em dezembro. Em vigor desde junho, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 372,39.

Reestruturação

Desde o início do ano, o programa social voltou a chamar-se Bolsa Família. O valor mínimo de R$ 600 foi garantido após a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, que permitiu o gasto de até R$ 145 bilhões fora do teto de gastos neste ano, dos quais R$ 70 bilhões estão destinados a custear o benefício.

O pagamento do adicional de R$ 150 começou em março, após o governo fazer um pente-fino no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), para eliminar fraudes.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. Em dezembro, o calendário é antecipado, e as parcelas são liberadas antes do Natal. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Calendário do Bolsa Família

Calendário do Bolsa Família – Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

Auxílio Gás

O Auxílio Gás também será pago nesta sexta-feira às famílias cadastradas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com NIS final 0. O valor caiu para R$ 104, por causa das reduções recentes no preço do botijão.

Com duração prevista até o fim de 2026, o programa beneficia cerca de 5,3 milhões de famílias. Com a aprovação da Emenda Constitucional da Transição e da medida provisória do Novo Bolsa Família, o benefício foi mantido em 100% do preço médio do botijão de 13 kg até o fim do ano.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Variedades da Moda é inaugurada em Amambai com opções de roupas, acessórios e cosméticos

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Nesta quinta-feira (21), mais uma empresa passa a fazer parte do cenário comercial de Amambai com a inauguração da “Variedades da Moda”. A loja, localizada na Avenida Pedro Manvailler, 2931, entre a Mari Capinhas e A Brasileira, é de propriedade da empresária Mayara Durand e oferece roupas, acessórios e cosméticos.

O evento contou com a presença do secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Roberto Racchtiune, representando o prefeito Dr. Edinaldo Luiz de Melo Bandeira. Além disso, estiveram presentes o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Amambai (Acia) Bruno Anderson, amigos, familiares e clientes.

Mayara Durand expressou sua gratidão durante a solenidade de inauguração. “Agradeço primeiramente a Deus por ter me dado essa oportunidade para melhor atendê-los. Estou aqui porque meus clientes, minha família e todos vocês me ajudaram. Obrigada pela presença.”

O secretário Racchtiune aproveitou a ocasião para destacar o sucesso do programa Cidade Empreendedora em Amambai, uma parceria entre a Prefeitura e o Sebrae/MS. Ele parabenizou a empresária Mayara, ressaltando sua dedicação e trabalho árduo.

“Enquanto o Elvis estava lendo o histórico da Mayara, pude ver a emoção e a trajetória dela. Pessoas como você, que acreditam na cidade, são abençoadas. Desejo bênçãos sobre você, e que Deus esteja no controle. É uma realização de um sonho, tenho certeza disso.”

O programa Cidade Empreendedora, desenvolvido pelo Sebrae/MS, visa impulsionar o empreendedorismo local. Roberto reforçou o compromisso da secretaria de Desenvolvimento Econômico em apoiar os empresários locais, informando que a partir de janeiro, a equipe do Sebrae estará nas ruas da cidade para oferecer orientações aos empresários.

Variedades da Moda é inaugurada em Amambai com opções de roupas, acessórios e cosméticos

Fonte e Fotos: Raquel Fernandes/Secom

Sol e chuva: típicos da estação, calor e nebulosidade marcam início da estação nesta sexta-feira

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Foto: Vilson Nascimento

Iniciando o verão com chave de ouro, a previsão do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) indica sol com aumento de nebulosidade ao longo do dia para esta sexta-feira (22). Além disso, ainda existe a probabilidade de chuvas de intensidade fraca a moderada e tempestades acompanhadas de raios e rajadas de vento.

Com calorão e pancadas de chuvas, situação típica da nova estação, as instabilidades atmosféricas ocorrem devido a disponibilidade de umidade e aquecimento diurno.

De acordo com o Cemtec, Campo Grande tem mínima de 24°C e máxima de 31°C. Em Dourados, as temperaturas iniciam aos 24°C e sobem até 35°C. Na região Sul, Ponta Porã e Iguatemi amanhecem o dia com 23°C, atingindo, no período da tarde, 33°C e 35°C, respectivamente.

No Bolsão, Três Lagoas tem mínima de 25°C e máxima de 34°C, já Paranaíba apresenta variação entre 23°C e 32°C. Coxim e Camapuã, no Norte do estado, têm mínimas semelhantes de 24°C, com máximas respectivas de 30°C e 32°C.

Os termômetros em Aquidauana e Corumbá, na região pantaneira, marcam 33°C nos horários mais quentes do dia, mas registram 25°C e 26°C, inicialmente. No Sudoeste, os valores em Porto Murtinho variam entre 26°C e 36°C.

Heloisa Duim, Programa de Estágio Supervisionado

Secretaria de Administração capacita mais de 1 mil servidores para operar o novo sistema e-MS

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O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul está em fase final da implementação do Sistema de Processo Administrativo Eletrônico e-MS, que começa a operar de forma efetiva em todos órgãos do Poder Executivo em janeiro de 2024. Visando oferecer informações mais aprofundadas sobre a plataforma, a Secretaria de Estado de Administração realizou nesta quinta (21) Workshop que reuniu mais de 1 mil servidores no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo.

O sistema vai substituir os processos físicos por procedimentos eletrônicos, 100% digitais. De acordo com a titular da Secretaria de Administração, Ana Nardes, a ferramenta marca o novo ciclo de inovação tecnológica para a gestão digital dos processos administrativos do Estado.

A iniciativa vai garantir celeridade, produtividade, economia, melhores resultados e modernização governamental. “ O Sistema de Processos Eletrônicos é de caráter oficial e será de uso obrigatório, destinado à gestão processual e de documentos”.

A secretária abriu o evento destacando o papel fundamental dos pontos focais no auxílio dos servidores das unidades. “Terão a missão de auxiliar os servidores, dirimindo dúvidas e sendo ponte entre as unidades, a Secretaria de Administração e a Secretaria-Executiva de Transformação Digital. Será responsável também pelo acesso dos servidores no sistema”.

Secretaria de Administração capacita mais de 1 mil servidores para operar o novo sistema e-MS
Secretaria de Administração capacita mais de 1 mil servidores para operar o novo sistema e-MS

Complementando as informações, a superintendente do Governo Digital (SETDIG), Maria Eduarda Delgado falou sobre acesso ao e-MS por meio do Portal Único (Gov.br) e o treinamento dos pontos focais que vão atribuir perfil e acesso ao sistema no GSI (Gestão de Segurança Integrada).

Dando Continuidade ao evento, a superintendente de Patrimônio, Gestão Documental e Frotas, Cárita Marilhants Silva de Castro, expôs os benefícios do processo eletrônico em comparação ao físico, entre eles, a atuação própria do servidor no processo, a execução mais rápida das tarefas, a redução de custos, o acesso remoto, a segurança da informação, entre outros.

“A adesão ao novo sistema trará uma maior praticidade na gestão dos processos, a erradicação da utilização de papel, maior segurança no procedimento, automação dos processos, facilidade de pesquisa e dados”.

Na oportunidade a superintendente, apresentou também as normativas que regulam o uso do sistema, por meio do decreto 16.037, de 25 de outubro e a Resolução Conjunta SAD/SEGOV n.01, de 28 de novembro de 2023. Cárita ainda respondeu aos questionamentos dos participantes durante o evento.

Convidado para o evento, o ouvidor-geral do Estado, Álvaro Carneiro de Oliveira Neto ressaltou o trabalho realizado pela ouvidoria, canal de comunicação do Governo do Estado e os cidadãos, que visa fomentar a participação e o controle social por meio de manifestações no Fala.BR.

Secretaria de Administração capacita mais de 1 mil servidores para operar o novo sistema e-MS
Secretaria de Administração capacita mais de 1 mil servidores para operar o novo sistema e-MS
Secretaria de Administração capacita mais de 1 mil servidores para operar o novo sistema e-MS
Secretaria de Administração capacita mais de 1 mil servidores para operar o novo sistema e-MS

A plataforma informatizada resulta da interação entre o e-Ouv e o e-SIC que possibilita tratar, em ambiente único, as manifestações de ouvidoria, pedidos de acesso à informação, reclamações, sugestões e denúncias.

“Os usuários externos poderão realizar o pedido de vista e cópia de processos diretamente ou por meio de seus representantes legais com documento que comprove a qualidade de interessado e por meio de formulário. Os pedidos serão analisados pela unidade organizacional responsável pelo andamento do processo”.

Na oportunidade, o ouvidor-geral apresentou as fundamentações legais relacionadas à Lei de Acesso a Informações e a obrigatoriedade do Estado de prestar o apoio necessário ao desempenho da função da ouvidoria.

Evento

Organizado pela Secretaria de Administração o evento foi direcionado aos servidores do Poder Executivo Estadual. Cerca de 1000 servidores das diversas áreas participaram do evento presencialmente. O evento foi transmitido ao vivo pelo YouTube, e está disponível no canal da Fundação Escola de Governo (EscolagovMS_Oficial), ampliando o número de participantes.

Secretaria de Administração capacita mais de 1 mil servidores para operar o novo sistema e-MS
Secretaria de Administração capacita mais de 1 mil servidores para operar o novo sistema e-MS
Secretaria de Administração capacita mais de 1 mil servidores para operar o novo sistema e-MS
Secretaria de Administração capacita mais de 1 mil servidores para operar o novo sistema e-MS
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Secretaria de Administração capacita mais de 1 mil servidores para operar o novo sistema e-MS
Secretaria de Administração capacita mais de 1 mil servidores para operar o novo sistema e-MS

Capacitação on-line

Todos servidores do Governo do Estado já podem acessar o curso on-line “Sistema Eletrônico de Processos: e-MS – Turma 01/2023” disponível na plataforma da Fundação Escola de Governo (Escolagov).

A capacitação é essencial devido à mudança do Sistema de Comunicação Eletrônica (e-DOCMS) e o Módulo de Protocolo no Sistema de Comunicação Eletrônica – que permanecem em funcionamento até o dia 31 de dezembro de 2023 – para o uso, a aplicação e implementação do e-MS.

Atualmente, seis órgãos do Governo utilizam a plataforma unificada de demandas internas e externas, em fluxo fechado: CGE-MS, PGE (Procuradoria-Geral do Estado), Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) e as Secretarias de Estado de Governo e Gestão Estratégica (Segov); de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania (Setescc) e de Infraestrutura e Logística (Seilog).

A implementação está alinhada com as diretrizes governamentais de transformação digital do Governo do Estado, realizada em parceria entre a SAD (Secretaria de Estado de Administração) e a Segov (Secretaria de Governo).

O sistema para tramitação de documentos e virtualização de processos da administração pública – e-MS -, foi lançado em julho deste ano. O curso tem carga horária de 10 h/a e quatro módulos:

  • Processo Administrativo Eletrônico de MS;
  • Resolução Normativa;
  • LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais);
  • Passo a passo do Sistema e-MS.

Raquel dos Passos, Comunicação SAD
Fotos: Álvaro Rezende/Secom

Regulamentação do trabalho por aplicativos deve sair em janeiro

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A proposta do governo sobre a regulamentação das atividades de trabalhadores por aplicativos de transporte de passageiros deve ser assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e enviada ao Congresso Nacional em janeiro de 2024.Regulamentação do trabalho por aplicativos deve sair em janeiroRegulamentação do trabalho por aplicativos deve sair em janeiro

Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o principal objetivo do governo ao mediar as negociações entre trabalhadores e empresas é garantir condições decentes de trabalho. 

“Nós temos um salário mínimo vigente, e essa é a base número um de qualquer debate sobre mercado de trabalho. Não pode ter ninguém que chegou no final do mês, ficou à disposição de uma empresa e ganha menos que um salário mínimo. Isso é uma aberração econômica”, disse o ministro nesta quinta-feira (21), em conversa com jornalistas, em Brasília. 

Segundo ele, a base do acordo fechado entre trabalhadores e empresas prevê garantia à previdência e remuneração pelo valor hora trabalhado, além do pagamento mensal de fatores como desgaste do material do veículo e reposição de despesas.  

“Chegou-se a uma base de acordo que terá garantia à previdência, portanto ao seguro que a previdência oferece de garantia para contar o tempo de serviço para aposentadoria e para garantir, em uma eventualidade de um acidente ou de uma doença profissional, que ele [o motorista] eventualmente venha a ser vitimado, que hoje ele não tem absolutamente nenhuma cobertura”, explicou. 

Aplicativos de entrega de alimentos

O ministro disse que ainda não há um acordo com relação à regulamentação dos aplicativos de entrega de mercadorias e alimentos. “Os entregadores não chegaram a um acordo, as empresas não fizeram uma proposta que corresponda aos anseios e às necessidades que os trabalhadores colocaram na mesa”, acentuou. 

Ao fazer um balanço das ações do Ministério do Trabalho e Emprego em 2023, Luiz Marinho também adiantou que as alterações do saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) devem ser apresentadas até março. A proposta do governo deverá permitir ao trabalhador que optar pela modalidade de saque-aniversário a possibilidade de sacar também o saldo da conta, não apenas a multa rescisória, em caso de demissão.

O ministro também adiantou que o governo quer fechar com os setores de construção civil e de hortifruti pactos de boas práticas trabalhistas e garantia de trabalho decente, assim como já foi feito com os setores de cafeicultura e de vitivinicultura. 

Fiocruz firma acordo que torna acessível tratar artrite reumatoide

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O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) assinou acordo de transferência tecnológica para produção do medicamento citrato de tofacitinibe, clone genérico do Xeljanz®.Fiocruz firma acordo que torna acessível tratar artrite reumatoideFiocruz firma acordo que torna acessível tratar artrite reumatoide

A parceria foi firmada com a Pfizer Brasil, nessa quarta-feira (20), no Rio de Janeiro. A meta é fortalecer a produção nacional do medicamento e ampliar o acesso da população ao tratamento de doenças inflamatórias imunomediadas, ou seja, desencadeadas a partir de desequilíbrios do sistema imunológico como a artrite reumatoide.

“Estamos muito satisfeitos em anunciar essa importante parceria. O acordo é parte de uma estratégia estruturante da Fiocruz pela busca contínua de ampliação do acesso à saúde pela população. Fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e o Complexo Econômico e Industrial da Saúde é colocar mais medicamentos, vacinas e serviços à disposição dos brasileiros”, afirmou, em nota, o vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger.

Benefícios

Segundo a Fiocruz, além de ser uma parceria benéfica aos usuários do (SUS), esta é uma ação que vai ao encontro da Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Complexo Econômico Industrial da Saúde, instituída pelo Decreto nº 11.715, de 26/9/2023. O decreto tem entre seus objetivos expandir a produção nacional de itens prioritários para o SUS e reduzir a dependência do Brasil da importação de medicamentos, insumos e outros.

Aprovado no Brasil, o Xeljanz® é incorporado ao SUS e apresenta um mecanismo que age dentro das células, inibindo a janus quinase (JAK), uma proteína importante nos processos inflamatórios característicos de algumas doenças imunomediadas. O produto também inaugurou uma classe de medicamentos para artrite reumatoide, tornando-se o primeiro tratamento oral.

“Mais de 12 mil pacientes já são beneficiados pelo Xeljanz na rede pública de saúde do Brasil. Agora, mediante essa parceria, fortalecemos nosso compromisso de atuar para que essa inovação alcance ainda mais pessoas, transformando assim suas vidas”, disse, em nota, a presidente da Pfizer Brasil, Marta Díez. “Por meio dessa parceria [com a Fiocruz] também reforçamos nosso compromisso com o fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde do Brasil”, acrescentou Marta. 

A transferência tecnológica do citrato de tofacitinibe da Pfizer, por Farmanguinhos/Fiocruz, ocorrerá em etapas. Um registro do clone da molécula do medicamento a ser fabricado, por exemplo, já foi submetido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Quando aprovado, será possível iniciar o fornecimento do genérico pelo instituto para abastecer o SUS, conforme a demanda do Ministério da Saúde.  

“Um dos trabalhos feitos em Farmanguinhos é voltado para os medicamentos de alto valor agregado. Ou seja, aqueles que são de difícil acesso à população brasileira pelo seu alto custo. Com esta parceria, conseguiremos produzir esse medicamento no nosso país, facilitando o tratamento de pacientes que sofrem com doenças tão severas”, disse o diretor do Instituto de Tecnologia em Fármacos, Jorge Mendonça.   

Artrite reumatoide

A enfermidade é mais frequente em mulheres, na faixa etária de 30 a 50 anos, com pico de incidência na quinta década de vida. O histórico familiar aumenta o risco de desenvolvimento da doença de três a cinco vezes.

Entre os sintomas, estão dor e inchaço nas articulações e, caso não haja tratamento, danos importantes e irreversíveis nas articulações podem ocorrer.  

Lei sancionada garante programa ‘Energia Social: Conta de Luz Zero’ até 2026

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Sancionada pelo governador Eduardo Riedel, a lei que garante o programa ‘Energia Social: Conta de Luz Zero’ até 2026 foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira (21). Voltado para famílias de baixa renda, o programa paga a conta de luz de pessoas em vulnerabilidade social dentro dos critérios estabelecidos. Em 2023 o programa pagou, em média, 153 mil contas por mês.

Dentre outros critérios, a lei publicada hoje traz que para ser beneficiário do programa “Energia Social: Conta de Luz Zero”, o beneficiário deve preencher, cumulativamente, requisitos como residir em imóvel que pertença à classe de consumo “residencial – Subclasse Residencial Baixa Renda”; tenha como consumo mensal até 220 kWh, observada a periodicidade de leitura prevista pelo órgão regulador; não ser proprietário de mais de um imóvel residencial urbano ou rural; ser beneficiário do Programa Tarifa Social de Energia Elétrica do Governo Federal; estar inscrito em cadastro próprio do programa e ainda ter renda familiar mensal per capita igual ou inferior a meio salário mínimo nacional ou renda familiar mensal total de até dois salários mínimos.

A lei também garante que o benefício instituído pelo programa “Energia Social: Conta de Luz Zero” seja estendido às famílias que tenham entre seus membros, residentes na unidade consumidora, pessoa com patologia cujo tratamento médico requer o uso continuado de aparelhos, equipamentos ou instrumentos que, para seu funcionamento, demandam consumo de energia elétrica (eletrodependentes).

Quanto à fiscalização, a Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), responsável pelo programa, criará uma unidade interna para verificação de conformidade, que realizará a verificação, a conferência e o controle do cumprimento dos requisitos previstos na lei, sem prejuízo das atribuições dos demais órgãos de controle.

No Diário Oficial do Estado n. 11.359, a partir da página 3, é possível conferir a íntegra da lei.

Leomar Alves Rosa, Comunicação Sead
Foto: João Pedro Flores

Embrapa alerta sobre ocorrência maior e precoce de percevejos na soja na safra 2023/24

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A safra 2023/24 vem sendo marcada por instabilidades climáticas muito intensas, o que está afetando também a ocorrência de percevejos, uma das mais importantes pragas da soja, afirma o chefe de Pesquisa & Desenvolvimento da Embrapa Soja, Adeney de Freitas Bueno, em artigo publicado aqui no Blog da Embrapa Soja. 

Segundo ele, o percevejo geralmente é de ocorrência mais acentuada no período de enchimento dos grãos da soja, porém, nesta safra, a praga tem sido observada mais cedo e com populações mais altas. Neste sentido, a orientação é para que o produtor faça o monitoramento da sua lavoura para saber o momento ideal para realizar o controle da praga, assim como escolher o inseticida mais adequado para sua lavoura, o que irá garantir produtividade com equilibrado custo de produção. Vejam também o vídeo com orientações do pesquisador Samuel Roggia, da Embrapa Soja.

Inaugurado no Bioparque o Museu Interativo da Biodiversidade do Pantanal

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Mais um espaço inédito, que contribuirá para o segmento turístico de Mato Grosso do Sul e valorização da vida no planeta, foi inaugurado nesta quinta-feira (21), em Campo Grande. Trata-se do MiBio (Museu Interativo da Biodiversidade do Pantanal), que passa a funcionar dentro das instalações do Bioparque Pantanal. O novo equipamento oferece uma aula de Ciências e deve se tornar em breve referência nas áreas de educação, museologia e atrativo turístico no Brasil.

O “MiBio” é uma obra conjunta da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) e Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), pensada desde o ano de 2014. 

Com 450 m² quadrados construídos e 312 m² de projeção mapeada, além 46 projetores, 56 computadores, 43 televisores e 500 pontos de interação, o Museu é um espaço tecnológico que apresentará o tema da Biodiversidade, desde a sua formação na terra.

Museu Interativo Bioparque MiBio Foto Saul Schramm
Inaugurado no Bioparque o Museu Interativo da Biodiversidade do Pantanal
Inaugurado no Bioparque o Museu Interativo da Biodiversidade do Pantanal
Inaugurado no Bioparque o Museu Interativo da Biodiversidade do Pantanal

Na cerimônia de inauguração, o governador Eduardo Riedel afirmou ter ficado impactado pelo equipamento e orgulhoso de Mato Grosso do Sul. “É um show de tecnologia e aprendizado, com interação e ferramenta  para crianças e jovens. E a partir de agora, todos poderão conhecer este espaço”, disse o governador. 

O  museu propõe um ambiente de conhecimento dos processos ecológicos que ocorrem na maior planície inundável do mundo, o Pantanal.  O local ainda possui 16 estações interativas  Cada uma terá um tema específico, onde o público terá o conhecimento na ponta do dedo. Os painéis digitais estão também disponíveis em inglês e espanhol.

Mibio

O conceito do MiBio (Museu Interativo da Biodiversidade do Pantanal), de apresentar a biodiversidade de maneira interativa, foi pensado a partir de ideias e do trabalho do museógrafo Nivaldo Vitorino. Ele era de São Paulo, mas foi em Mato Grosso do Sul que faleceu, em agosto de 2018, quando idealizava um dos seus trabalhos mais apaixonantes: a concepção do Centro Histórico-Geográfico da cidade de Costa Rica. Em reconhecimento a todo o legado deixado, o museógrafo, que também atuava como pesquisador, urbanista, arquiteto e ambientalista, será homenageado com uma placa, instalada na entrada do MiBio.

Museu Interativo Bioparque MiBio Foto Saul Schramm
Museu Interativo Bioparque MiBio Foto Saul Schramm
Inaugurado no Bioparque o Museu Interativo da Biodiversidade do Pantanal
Museu Interativo Bioparque MiBio Foto Saul Schramm

Outra informação curiosa diz respeito ao conteúdo científico ligado à biodiversidade que será apresentado no museu. O material faz parte do trabalho de pesquisadores de instituições de ensino e pesquisa do próprio Mato Grosso do Sul, que pertencem ao grupo Biota MS – programa estadual de ciência, tecnologia e inovação.

Grande parte da captação das imagens exibidas nas telas interativas, são de autoria do cineasta sul-mato-grossense Mauricio Copetti.

Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Saul Schramm

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Drogaria Ultra Popular

Fone: 3481-1832

Pesquisa brasileira avança no uso de remineralizadores no solo

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O estado da arte sobre os remineralizadores e os fertilizantes silicatados, além de conceitos, dos efeitos diretos e indiretos de uso e das estratégias de pesquisa foram tratados pelo pesquisador Éder Martins, da Embrapa Cerrados (DF), em palestra no Workshop Remineralizadores –“Tropicalizando as Soluções da Natureza para uma Agricultura Regenerativa: da Mineração à Mesa e Seus Reflexos Climáticos”.

Promovido pelo Grupo Associado de Agricultura Sustentável (GAAS) e pela Associação Brasileira dos Produtores de Remineralizadores de Solo e Fertilizantes Naturais (Abrefen) de 5 a 7 de dezembro na sede da Embrapa, em Brasília, o evento teve a participação de mais de 200 especialistas, produtores rurais, consultores e empresas do setor mineral brasileiro. O pesquisador destacou a produção científica sobre o tema, destacando que os remineralizadores são compreendidos pela Agrogeologia, ciência que a partir da criação do conceito de Pedologia (ramo da Ciência do Solo), em 1945, concentrou-se no estudo do uso de rochas na agricultura. Nos anos 2000, foram iniciados os estudos em Agrogeologia Tropical.

Ao pesquisar o Catálogo de Teses e Dissertações do portal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Martins encontrou 160 dissertações de mestrado e 35 teses de doutorado sobre remineralizadores a partir de 2000, sendo a primeira tese (2000) e a primeira dissertação (2001) produzidas na Universidade de Brasília (UnB), também responsável pelo maior número de trabalhos (14).

Após a realização do I Congresso Brasileiro de Rochagem, em 2009, houve um aumento na produção de dissertações e teses. E depois da regulamentação dos remineralizadores e fertilizantes silicatados, em 2016 com a Instrução Normativa nº 5 do Ministério da Agricultura e Pecuária, a produção científica sobre o tema aumentou ainda mais. De acordo com o levantamento, as regiões brasileiras com maior produção de dissertações e teses são o Sudeste (34%) o Sul (30%) e o Centro-Oeste (19%). “Vemos que a relação entre a pesquisa e o desenvolvimento dos produtos é diretamente proporcional”, comentou.

Em outra consulta, dessa vez na base de dados internacional Scopus, Martins localizou 518 publicações sobre remineralizadores, como artigos, livros e revisões, a partir de 1983, observando um crescimento exponencial no número anual de trabalhos no mesmo período da etapa de produção brasileira de dissertações e teses sobre o tema. 

O Brasil produziu cerca de 20% (105) dessas publicações, e é o maior player mundial sobre o tema, que é multidisciplinar, abarcando diversas áreas de conhecimento – principalmente agricultura, mas também Ciências Ambientais, Ciências da Terra, Engenharia, entre outras. Outros países com grande número de publicações sobre o tema são o Reino Unido, a China, os Estados Unidos e a Índia. A Academia Chinesa de Ciências, a UnB, a Embrapa e a Universidade de Guelph (Canadá) concentram os maiores números de publicações. 

Assim como no restante do mundo, praticamente toda a pesquisa brasileira sobre remineralizadores é custeada por recursos públicos, sendo o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Capes, as fundações de amparo à pesquisa, a Embrapa, as universidades e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) os principais financiadores. Claudete Ramos, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e Suzy Theodoro, da UnB, são as pesquisadoras brasileiras com mais publicações sobre remineralizadores, e figuram entre os 10 autores com mais títulos sobre o tema em todo o mundo.

Conceitos

“A remineralização é um processo no qual imitamos a natureza. Usamos uma rocha existente na região e a aplicamos no solo onde já houve um intemperismo. É um processo de renovação do solo, em que reiniciamos o intemperismo”, definiu Martins, acrescentando que em solos jovens, ricos em minerais primários, o efeito da remineralização é menor. “Quanto maior o intemperismo do solo, quanto mais arenoso ele for, maior é a resposta do processo de remineralização”, completou. 

Nesse sentido, ele explicou que o solo é um recurso geológico por ser oriundo de rochas e, portanto, é preciso entender qual rocha originou determinado solo por meio do intemperismo, especialmente em condições tropicais de longo prazo. Por outro lado, a rocha pode servir como recurso agronômico, pois pode ser transformada em insumo para o manejo da fertilidade do solo. Dessa forma, cientistas em todo o mundo têm mostrado possibilidades de uso de produtos de processos geológicos na agricultura, como as cinzas vulcânicas e os depósitos de origem glacial, que são rochas moídas de forma natural.

O pesquisador ressaltou que para a formação de um solo há sempre a geração de um mineral no final do processo. Enquanto os insumos comumente utilizados na agricultura (cloretos, carbonatos, sulfatos, fosfatos e boratos) se dissolvem completamente no solo, as rochas usadas como remineralizadores, principalmente os aluminossilicatos, têm dissolução parcial. “Significa que, obrigatoriamente, serão geradas novas fases minerais, que ficarão no solo no longo prazo, alterando as características físicas, químicas e biológicas do solo, além de disponibilizarem vários elementos químicos essenciais ao solo e às plantas”, disse.

A reação de intemperismo é, portanto, segundo Martins, a base do processo de remineralização, envolvendo a reação da rocha com a água, a acidez (que pode ser da água da chuva ou do solo, rico em gás carbônico) e a atividade biológica. São gerados como efeitos diretos novas fases cristalinas ou de baixa cristalinidade, ocorrendo também a liberação de nutrientes (silício, cálcio, magnésio, potássio, entre outros) e de hidroxilas ou bicarbonato para a correção do solo. 

Martins lembrou que as rochas são qualificadas a partir dos efeitos diretos que produzem, daí a necessidade de métodos que qualificam a correção do solo e o fornecimento de nutrientes, bem como quantifiquem a geração de novas fases minerais. “Cada rocha terá comportamentos diferentes”, afirmou, citando métodos existentes para avaliar o poder de neutralização para o calcário, o potencial de fornecimento de potássio no curto prazo e a geração de capacidade de troca de cátions (CTC, indicador relacionado à retenção de nutrientes) total pela formação de novos minerais.

Outro ponto destacado pelo pesquisador é que, na maior parte dos solos tropicais onde o intemperismo é profundo, há uma elevada capacidade de troca de ânions e uma baixa CTC. “O aumento das novas fases minerais (com o uso dos remineralizadores) vai contribuir para a geração de um reservatório de cátions nos nossos solos”, disse. Outro efeito do intemperismo é a diminuição dos níveis de micronutrientes no solo, “e os remineralizadores contribuem com o fornecimento de micronutrientes de forma equilibrada”, completou.

Os remineralizadores são uma categoria de agrominerais silicáticos com diversos grupos, podendo ser ricos em cálcio e magnésio (basálticos), cálcio (calcissilicáticos), magnésio (ultramáficos), potássio (alcalinos) ou cálcio, magnésio e potássio (ultramáficos alcalinos). Durante o Workshop, o Martins propôs a discussão técnica de uma nova classificação dos agrominerais silicáticos conforme o percentual da soma de bases da formulação química das rochas.

O pesquisador também destacou a reatividade biológica dos silicatos, fator que acelera o processo de intemperismo, sugerindo, nesse sentido, a classificação dos minerais em quatro grupos: rochas de alta reatividade química e biológica, que têm reação inicial imediata em solos ácidos, liberando bases e silício e alterando o solo sem interação direta com as plantas; rochas de alta reatividade biológica, que começam a liberar nutrientes rapidamente na presença de raízes de plantas; rochas de baixa reatividade biológica, que mesmo na presença de plantas levam mais tempo para reagirem; e rochas de reatividade biológica muito baixa, que não apresentam efeito significativo na escala de tempo agronômica.

Efeitos diretos e indiretos

Ao comentar sobre os efeitos diretos dos remineralizadores, Martins lembrou que o primeiro questionamento recebido quando iniciou os estudos no tema foi o de que esses minerais não promoveriam intemperismo na escala de tempo agronômica. Ele apresentou um gráfico com dados de uma tese de doutorado mostrando a geração de CTC por intemperismo direto de raízes de milho sobre o produto micaxisto, rico em biotita. O comportamento de três frações (tamanhos) granulométricas distintas foi analisado ao longo de 315 dias, tendo sido observado que a biotita foi transformada em vermiculita a partir do momento em que houve interação com as plantas.

Em outro trabalho, o remineralizador biotita sienito foi aplicado em diferentes doses agronômicas em um latossolo de Cerrado, gerando aumentos de até 47% de cargas iônicas permanentes. Segundo o pesquisador, isso promoveu aumento da CTC total e a triplicação da CTC permanente. 

Também foi apresentada uma pesquisa mostrando a interação relacionada a  processos de liberação de cálcio, magnésio e silício por rochas basálticas. “Um dos efeitos verificados na maioria dessas fontes é o aumento da disponibilidade de fósforo, mesmo em doses agronômicas, de 0 a 8 t/ha. Tanto em solo arenoso como em solo argiloso, houve incremento de fósforo disponível”, comentou, mostrando, ainda, que houve aumento da biomassa do solo e da produtividade de grãos em lavouras de milho e feijão.

Interações entre o remineralizador e substâncias húmicas do solo, de acordo com estudo apresentado por Martins, promovem o aumento significativo da eficiência da absorção de nutrientes como potássio, cálcio, nitrogênio e fósforo pelas plantas.

O pesquisador mostrou, ainda, pesquisas de eficiência agronômica de agrominerais potássicos de baixa disponibilidade, mostrando a liberação do potássio em primeiro ciclo de lavoura, o efeito residual e que não é necessário incorporar essas fontes caso o sistema produtivo tenha elevada atividade biológica, como o Sistema Plantio Direto com rotação de culturas. Outro artigo apresentado mostra os efeitos de rochas moídas como fontes de nutrientes isoladamente e em interação com outras fontes regionais em lavouras de milho e trigo no Sul do Brasil.

Já o sequestro de carbono é um dos efeitos indiretos do uso dos remineralizadores. Martins explicou que os gases de efeito estufa emitidos na produção, no transporte e na aplicação só têm chance de serem sequestrados no solo. Para as rochas basálticas, por exemplo, dependendo dos minerais, da granulometria, dos solos, do clima e do manejo, estima-se que possam ser sequestrados até 300 kg CO2-eq por tonelada aplicada.

Ele apresentou uma pesquisa com 138 experimentos na região central da China, comparando faixas de cultivos com e sem a aplicação de rocha basáltica. Foram observados diversos efeitos no sequestro de carbono, além de benefícios agronômicos, tendo sido verificado incremento de produtividade, sobretudo nos solos mais ácidos, além do aumento da biomassa do solo e do sequestro de carbono inorgânico. “Foi um projeto de três anos com resultados muito robustos. Temos que pensar em modelos experimentais desse tipo junto com o agricultor. É a melhor estratégia”, ensinou.

Segundo Martins, se os remineralizadores originam minerais novos, é necessário estudar um modelo causal da formação de complexos organo-minerais no solo. Ele mostrou um diagrama de um trabalho no qual a umidade, a produtividade primária (taxa de produção de compostos orgânicos a partir de minerais por fotossíntese ou quimiossíntese) e os solos ácidos são fatores de estabilização de matéria orgânica no solo. Para os solos tropicais, que já não contam com minerais primários intemperizáveis, o pesquisador acrescentou um quarto fator: “O intemperismo dos remineralizadores vai gerar fases minerais de baixa cristalinidade, e a matéria orgânica produzida no próprio sistema produtivo vai interagir com esses minerais, gerando assim os complexos organo-minerais”, concluiu, citando a formação de microagregados do solo como outro efeito indireto dos remineralizadores. 

Ele apontou algumas hipóteses a respeito da remineralização do solo, como o processo de intemperismo acelerado pela ação da rizosfera das plantas, concomitante à liberação de nutrientes e ao aumento do pH do solo, formando minerais e fases secundários a partir do primeiro ciclo anual. A planta consegue o nutriente ao mesmo tempo em que ocorre o intemperismo, e os novos minerais alteram as características químicas, físicas e biológicas do solo. 

“Todos esses fenômenos, juntos, contribuem para a performance da interação da cultura com o seu meio. Conforme os resultados dos agricultores, isso mantém ou aumenta a produtividade, com maior eficiência do uso da água, inclusive melhorando a qualidade dos produtos agrícolas e estabilizando a matéria orgânica na superfície das novas fases minerais”, afirmou.

Insumos multifuncionais

Ao falar sobre as estratégias para o desenvolvimento de soluções locais e regionais, o pesquisador lembrou que os remineralizadores e as fontes orgânicas agroindustriais e urbanas estão entre as matérias-primas regionais com processamento pouco intensivo (somente processos físicos). Já os nanomateriais e os bioinsumos demandam processamento mais intensivo (processos físicos, químicos ou biológicos) para serem produzidos.

“Precisamos interagir esses insumos e tecnologias”, disse, apontando o potencial de geração de novos produtos e tecnologias a partir das possíveis interações químicas, físicas e biológicas entre fontes orgânicas, minerais, bioinsumos e nanomateriais. “É um mundo de pesquisa que ainda precisamos fazer, com o desenvolvimento em conjunto com a indústria”, completou.

Entre as diversas possibilidades de uso de soluções regionais para o manejo sustentável da fertilidade do solo, o pesquisador elencou, além dos remineralizadores e fertilizantes naturais, a compostagem, os biofertilizantes, fontes orgânicas de uso direto, o processo de reciclagem de nutrientes, inoculantes, solubilizadores e bioestimulantes.

Martins caracterizou os remineralizadores de solo como insumos multifuncionais, uma vez que podem atuar como condicionadores e corretivos do solo (aumentam o pH e diminuem o alumínio trocável do solo, aumentam a eficiência de uso dos nutrientes, estimulam a atividade biológica do solo e das raízes das plantas e aumentam a capacidade de retenção da água no solo); como fertilizantes, disponibilizando cálcio, potássio, magnésio, silício, entre outros nutrientes; como formadores de novas fases minerais (aumentam a CTC pela formação de argilominerais e minerais de baixa cristalinidade e geram uma camada de solo estável no longo prazo e com propriedades superiores, resultantes das interações); além de serem matérias-primas para o desenvolvimento de processos e outros insumos locais e regionais, integrados a fontes orgânicas, bioinsumos e nanotecnologia.

Estratégias e demandas de PD&I

Segundo o pesquisador, o modelo experimental de pesquisa deve partir de um processo, que, no caso dos remineralizadores, é o biointemperismo dos minerais. Entre os sistemas a serem estudados, ele citou o mineral-solução, o mineral-solução-solo e o mineral-solução-planta, que devem ser inseridos num roteiro metodológico para o desenvolvimento das pesquisas. “Sabemos das limitações dessas abordagens, e por isso também precisamos fazer pesquisa junto com o agricultor”, ponderou.

Quanto à adoção dos remineralizadores, Martins ressaltou a necessidade de compreensão dos motivos do uso e do não uso pelos produtores rurais, bem como das crenças e das lacunas de entendimento que impedem a adoção completa da tecnologia. Ele também destacou o trabalho da Embrapa e do Serviço Geológico do Brasil no zoneamento agrogeológico, que contribuirá para o desenvolvimento de produtos regionais no País.

Outras demandas apontadas pelo pesquisador são o processo de beneficiamento de agrominerais com baixa emissão de carbono, a integração de fontes regionais e commodities e a avaliação do sequestro de carbono. “Essas são as grandes perguntas de pesquisa”, afirmou.

A palestra de Martins integrou o painel “Avanços e desafios dos remineralizadores no setor agrícola” moderado pelo pesquisador Carlos Augusto Posser Silveira, da Embrapa Clima Temperado (RS), que também contou com apresentações de Sirlene de Oliveira (doutoranda pela Unesp-Botucatu), sobre a pesquisa sistemática com remineralizadores e fertilizantes silicatados; e de Tassia Arraes (MCTI), sobre as ações de PD&I para o desenvolvimento da cadeia produtiva de remineralizadores.

Abertura do mercado boliviano impulsiona exportação de ovos

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O governo brasileiro celebra a recente decisão das autoridades sanitárias bolivianas em abrir suas portas para a exportação de ovos férteis de peru (meleagris gallopavo) do Brasil. A medida, anunciada após a aceitação do Certificado Sanitário Internacional (CSI) proposto pelo Brasil, representa uma nova oportunidade para o setor agropecuário brasileiro.

De acordo com dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), entre janeiro e novembro de 2023, as exportações de produtos agropecuários para a Bolívia alcançaram a marca de US$ 389 milhões. Esse valor supera o montante exportado durante todo o ano de 2022 e destaca produtos como itens florestais, bebidas e rações para animais.

O setor agropecuário brasileiro continua a registrar conquistas significativas em termos de comércio internacional. Somente em 2023, o Brasil expandiu suas operações para 76 novos mercados, distribuídos em 38 países. Esse sucesso é atribuído ao esforço conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

A abertura do mercado boliviano para os ovos férteis de peru é um marco importante nesse contexto. Além de fortalecer os laços comerciais entre os dois países, essa decisão impulsiona o crescimento do setor avícola brasileiro, abrindo novas oportunidades para produtores e empresas envolvidas na cadeia produtiva.

O Certificado Sanitário Internacional agora aceito pelas autoridades bolivianas serve como garantia de qualidade e segurança dos produtos exportados, reforçando a confiança mútua entre os países. Essa conquista representa mais um passo na consolidação do Brasil como protagonista global no agronegócio, evidenciando a qualidade e a competitividade de seus produtos no mercado internacional.

Produtores e comunidade indígena não concordam com invasão em Iguatemi

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Vista aérea da área indígena Aldeia Pyelito Kue, em Iguatemi. Foto: Divulgação

A questão da invasão de propriedades rurais em Iguatemi vem preocupando e causando revolta em produtores rurais e também na própria comunidade indígena, que não veem as invasões como causa defendida pela comunidade da aldeia local.

O Sindicato Rural de Iguatemi enviou documentos relatando a preocupação e pedindo apoio de órgãos municipal, estadual e federal: No dia 24 de novembro foi enviado ofício à Superintendência Regional da Polícia Federal de Mato Grosso do Sul; Gabinete do Secretário Executivo de Segurança Pública do MS; Procuradoria da República do Município de Naviraí; Senado e Câmara Federal; Funai (Fundação Nacional do Índio) de Iguatemi; 17 RCMec de Amambai (Exército); Gabinete do Governador de Mato Grosso do sul; Famasul (Federação de Agricultura de MS); Força Nacional; Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal; Assembleia Legislativa de MS; Câmara de Vereadores de Iguatemi e Prefeitura de Iguatemi, relatando a tentativa de invasão na Fazenda Maringá.

Já no último dia 18 de dezembro, com ocorrência de nova tentativa de invasão, desta vez na Fazenda Cachoeira, no município de Iguatemi, o Sindicato Rural voltou a encaminhar ofício relatando a preocupação e pedindo providências. Além dos órgãos já citados, o ofício também foi enviado para o delegado de Polícia Civil de Iguatemi, comandante da PM de Iguatemi, secretário de Estado de Justiça de MS; diretor do DOF (Departamento de Operações de Fronteira); Polícia Federal de MS; Presidente da Assembleia Legislativa de MS; e novamente para Funai de Iguatemi; Câmara e Prefeitura de Iguatemi.

Os produtores rurais relatam que as invasões têm sido incentivadas por grupos alheios à questão da terra indígena, já que não contam com o apoio da comunidade e são movimentos contrários à Lei, já que o Supremo Tribunal Federal decidiu no âmbito do julgamento do Tema 1.031, em sede de repercussão geral, que não existindo ocupação tradicional indígena em 1988, na data da promulgação da Constituição, ou renitente esbulho, mantêm-se válidos e eficazes os atos e negócios jurídicos referentes aos títulos e posses de boa-fé; este fato implica, nos termos daquilo que decidiu o STF, o direito à prévia indenização pelos proprietários e possuidores para que as terras passem ao domínio da União, com direito a retenção pelos proprietários até o pagamento do valor incontroverso.

De igual forma, invasões indígenas a propriedades privadas (narradas como retomadas pela comunidade indígena) vão de encontro à legislação, diante da derrubada de grande parte dos vetos apostos pelo Presidente Lula à Lei Federal 14.701/2023, que introduziu a tese do Marco Temporal ao regulamentar o art. 231 da Constituição. Com a introdução da tese do Marco Temporal à legislação, esta deve ser observada pelo Poder Público, independentemente da opinião dos agentes envolvidos.

“Especialmente, prevê o §2º do art. 4º a Lei Federal 14.701/2023 que ‘A ausência da comunidade indígena em 5 de outubro de 1988 na área pretendida descaracteriza o seu enquadramento no inciso I do caput deste artigo, salvo o caso de renitente esbulho devidamente comprovado.’ Ainda, dispõe o art. 9º da mesma Lei que antes de concluído o estudo demarcatório e indenizadas as benfeitorias, não se permite qualquer limitação ao uso e gozo da terra por aqueles que a ocupam de boa-fé, sendo garantida sua permanência sobre a área”, afirma o advogado Leonardo Catto Menin, mestrando em Direito pela USP.

COMUNIDADE INDIGENA NÃO APOIA AS INVASÕES

Com cerca de 64 famílias, conforme informações obtidas pelo Jornal A Gazeta, a comunidade indígena ocupa um área de 101 hectares, dentro da Fazenda Cambará, que é denominada de Aldeia Pyelito Kue. A comunidade está na Fazenda desde 2014, após invadi-la e conseguir um acordo judicial comodato de cerca de 100 hectares para o fim de liberar o restante da propriedade.

Produtores e comunidade indígena não concordam com invasão em Iguatemi
Moradores da Aldeia Pyelito Kue são contra as invasões. Foto: Divulgação

Vídeos que circulam pela internet, de moradores da área do acampamento indígena, mostram que a própria comunidade indígena local não concordam com as invasões que vêm ocorrendo no município de Iguatemi. Um deles seria de uma moradora da Aldeia Pyelito Kue, que, junto a outros moradores que aparecem na imagem, diz que não é verdade que a comunidade vem sendo atacada por fazendeiros, mas o pessoal, que foi para fazenda reivindicar, segundo a moradora, é um “grupinho” e não a comunidade. A comunidade, segundo ela, está ciente dos seus direitos e está aguardando que possa tomar posse, de maneira legal, dentro da Lei, do que realmente “é nosso”, diz ela. Ela ainda diz que as ameaças que a comunidade sofre não partem de fazendeiros, mas “desse grupinho” que invadiu a área da fazenda.

Outra manifestação, de um pastor evangélico indígena que mora no acampamento, ao Jornal A Gazeta, disse que realmente é um pequeno grupo de indígenas, de no máximo 12 pessoas, inclusive indígenas de outras localidades fora de Iguatemi, que estão causando o conflito. Segundo ele, a comunidade quer esperar a decisão legal, dentro do tempo feito pela justiça, sem conflito.

A área reivindicada pela comunidade indígena, fruto de estudo demarcatório Iguatemi-Peguá, contempla uma área de 41.571 hectares, abrangendo 40 propriedades rurais.

Vídeos da comunidade indígena podem ser vistos abaixo:

AL cria Frente Parlamentar Invasão Zero

Coordenada pelo deputado estadual Coronel David (PL) a Frente Parlamentar Invasão Zero criada na Assembleia Legislativa de MS, realizou sua primeira reunião na tarde da última quarta-feira (20). O objetivo da reunião foi debater um plano de trabalho com todos os parlamentares e integrantes de entidades e secretarias que compõem o grupo. Na reunião também foi definida uma reunião com o Ministério Público Federal (MPF) para avaliar e tratar da situação na região de Iguatemi. Durante a reunião foi mencionado que as ações serão definidas em curto, médio e longo prazo e divididas em três eixos: segurança e proteção territorial, política fundiária e direito territorial, e mediação de conflitos e incentivo ao diálogo.

Da Redação do Jornal A Gazeta

Após mudanças, oito em cada dez geladeiras não poderão mais ser vendidas no Brasil

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As mudanças implementadas pelo governo Lula para o mercado de refrigeradores vão impedir a venda de oito de cada dez (81,25%) geladeiras registradas no Imetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), segundo levantamento realizado pelo R7

De acordo com os cálculos, das 528 geladeiras registradas (refrigeradores e refrigeradores-congeladores de 110 V ou 220 V), apenas 99 (18,7%) atendem ao novo padrão estabelecido.

A nova determinação do MME (Ministério de Minas e Energia), que passa a valer em 31 de dezembro, exige que os refrigeradores tenham eficiência energética de, no mínimo, 85,5%. A partir de 2025, a régua sobe ainda mais, e a indústria precisará adequar as geladeiras para 90% de eficiência.

Eletros (Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), que engloba fabricantes dos produtos que fazem parte da linha branca, estima que 83% das unidades atualmente não saem das fábricas com a exigência.

Assim, para a entidade, apenas os itens de alto padrão, com preço mínimo entre R$ 4.000 e R$ 5.000, estarão disponíveis nas lojas. Atualmente, o valor de entrada dos refrigeradores varia em torno de R$ 2.000.

“É necessário considerar a realidade brasileira. Infelizmente, com as novas regras, o consumidor de baixa renda será o mais prejudicado, e, consequentemente, a indústria e seus colaboradores. Desinvestimentos e perda de centenas de postos de trabalho podem ocorrer nos próximos meses. Apresentamos ao governo estudos técnicos mostrando este cenário ruim para a economia do país; porém, infelizmente, não foram considerados”, analisa Renato Alves, diretor da associação.

A resolução do MME determina que varejistas e atacadistas têm até o dia 31 de dezembro de 2025 para comercializarem os produtos fora do nível de 85,5%.

Ministério rebate

O Ministério de Minas e Energia rebateu a previsão da Eletros. Em nota, a pasta classificou a estimativa dos fabricantes de “inverídica e irresponsável”. O ministério, comandado por Alexandre Silveira, garante que a norma não retira nenhum equipamento de circulação até 2026, tempo suficiente para adaptação da indústria.

“Do total de 25 modelos de refrigerador de uma porta, 17 atendem às normas, portanto, apenas oito não poderiam ser comercializados a partir de 2026. Ainda assim, esses modelos podem ser adaptados e cumprir os novos requisitos estabelecidos”, argumentou.

Além disso, o ministério alegou que, com geladeiras que gastam menos energia, “a medida terá impacto direto e positivo” ao gerar economia na conta de luz.

“A economia decorrente do uso de equipamentos mais eficientes é significativa para consumidores de baixa renda. Esse tipo de economia é relevante, tendo em vista que 39% das despesas domésticas mensais são com eletricidade, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), considerando famílias de baixa renda. A geladeira é o item mais representativo no consumo dessas famílias”, disse o órgão.

Veja a íntegra da nota do Ministério de Minas e Energia

A afirmação da Eletros é inverídica e irresponsável, com o único objetivo de causar comoção. A referida associação apela para o sensacionalismo com o objetivo de reverter uma medida que vai, na verdade, beneficiar os consumidores, que pagam caro na conta de luz por conta de produtos ineficientes que são impostos. Em primeiro lugar, a norma não retira nenhum equipamento de circulação até 2026, tempo suficiente para adaptação da indústria.

Em segundo lugar, os equipamentos que seriam descontinuados em 2026 são uma fração pequena do mercado. Do total de 25 modelos de refrigerador de 1 porta, 17 atendem às normas, portanto, apenas 8 não poderiam ser comercializados a partir de 2026. Ainda assim, esses modelos podem ser adaptados e cumprir os novos requisitos estabelecidos.

A própria associação Eletros, em consulta pública realizada para definição desses novos índices, informou que uma projeção de aumento dos produtos seria de cerca de 23%, o equivalente a uma diferença de R$ 350,00 do preço praticado hoje — ou seja, dez vezes menor do que o valor informado por eles na imprensa. Enfatizamos que esse impacto ocorreria apenas em 2026, com a retirada do mercado desses últimos modelos mais ineficientes. O MME entende, no entanto, que esses valores devem ser ainda inferiores, considerando a competição em um cenário com novos equipamentos disponíveis em 2026.

Sobre as classes desfavorecidas e os impactos da norma:

A economia decorrente do uso de equipamentos mais eficientes é significativa para consumidores de baixa renda. Esse tipo de economia é relevante, tendo em vista que 39% das despesas domésticas mensais são com eletricidade, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), considerando famílias de baixa renda. A geladeira é o item mais representativo no consumo dessas famílias.

Com isso, a medida que terá impacto direto e positivo para essas famílias em que a energia elétrica tem participação elevada nos seus custos de vida, com destaque para o consumo de energia do refrigerador, que rapidamente retornam o investimento feito pelo consumidor.

Sobre a informação inverídica que de o setor produtivo foi surpreendido com a nova norma:

As discussões foram iniciadas em 2021 e desde então tem contado com participação intensa da sociedade civil e dos produtores de equipamentos. O processo culminou com a consulta pública iniciada em 2022. As contribuições formuladas pelo setor produtivo foram detalhadamente analisadas, de forma individualizada, o que consta do processo que culminou na referida decisão, que concluiu que os impactos da adoção da norma seriam benéficos.

Por que o Estado brasileiro estabelece índices mínimos?

Primeiro, porque não há qualquer motivação para que o mercado, por conta própria, aprimore a eficiência do equipamento, pois o benefício alcançado não é aparente ao consumidor no ato da compra. Nesse sentido, a condução de uma política de eficiência energética apresenta-se como poder-dever do Estado e, por isso, o poder público se vale de diversas ferramentas no contexto de eficiência energética, dentre elas, a indução do fabricante em produzir equipamentos mais eficientes por meio dos índices mínimos de eficiência. Esse tipo de medida é adotada nos mais diversos setores, estabelecendo-se requisitos mínimos de produtos e serviços visando maiores benefícios aos consumidores sem perder de vista a sustentabilidade do mercado.

Em segundo lugar, porque o Brasil deve cumprir com suas metas para redução de emissões, e a eficiência energética será um dos principais ativos para alcançar nossas metas. Por esse motivo, um dos principais resultados da COP foi o compromisso dos países em duplicar a eficiência energética até 2030. Essas políticas de eficiência energética estão alinhadas com os esforços do Brasil para alcançar compromissos firmados. Considerando o horizonte temporal de implantação da medida, o país economizará 11,2 TWh de energia até 2030, com redução de 1.604 MW de demanda na ponta, proporcionado uma economia de cerca de 2,8 bilhões de reais em investimentos evitados na geração de energia.

Sobre os padrões internacionais:

A implementação de política de índices mínimos em vários outros países do mundo indica que o Brasil está avançando, mas ainda está muito atrás de outros países onde a maior parte das empresas fabricantes de refrigeradores atuantes no Brasil também atuam. Assim, entende-se que a nova medida incentiva os investimentos industriais em novas tecnologias no país, e, consequentemente, a geração de novos empregos.

Linhas de produtos somente seriam descontinuadas caso esses produtos não consigam alcançar os índices mínimos definidos, mas poderiam ser substituídas por novas linhas para produção de equipamentos mais eficientes. Além disso, a experiência internacional também demonstra que a definição de índices de eficiência energética mais restritivos para refrigeradores, ao contrário do que se espera, não tem gerado aumentos de preços dos equipamentos.

Atleta do Fortaleza, Mateus Ortega Ferreira curte férias em Aral Moreira

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Fotos: Arquivo pessoal

Redação

Mateus Ortega Ferreira, promessa no futebol da categoria sub-17 do Fortaleza, encontra-se em férias no distrito Vila Marques, na cidade de Aral Moreira, onde foi recebido com festa. O jovem jogador, de 16 anos, está aproveitando o período para recarregar as energias ao lado de seus pais, o vereador Mario Elias Ferreira e a professora Claudia Bonfim Ortega Ferreira.

A trajetória de Mateus no cenário futebolístico começou nas categorias de base do Corinthians, onde se destacou e atraiu atenção. Entretanto, a pandemia trouxe desafios e adiou temporariamente os planos do atleta. Em 2022, ele integrou as fileiras do Comercial de Ribeirão Preto, participando da Copinha 2023 aos 15 anos de idade. Meses mais tarde, o Fortaleza identificou o potencial do jogador, oficializando sua contratação.

Laguna Carapã: governador garante obras de infraestrutura urbana e na malha rodoviária da cidade

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O governador Eduardo Riedel se reuniu nesta quinta-feira (21) com a prefeita de Laguna Carapã, Zenaide Espíndola e vereadores da cidade para reafirmar os compromissos e parceria do Estado com o município. Também garantiu investimentos importantes na infraestrutura urbana e obras nas rodovias que ligam a cidade.

A prefeita Zenaide Espindola tomou posse do cargo em 11 dezembro deste ano, em função do falecimento do então prefeito Ademar Dalbosco. Foi sua primeira visita ao governador como chefe do executivo municipal. Na sua avaliação a reunião foi produtiva, onde recebeu todo apoio para investimentos no município.

“Estamos aqui nesta agenda após o município ter perdido nosso prefeito Ademar Dalbosco. Como já tínhamos agendas pactuadas com o governador, que são demandas importantes da cidade, viemos aqui reafirmar a parceria. O governador sinalizou que vamos colher bons frutos daquilo que já tinha sido planejado anteriormente e os projetos terão continuidade”, afirmou a prefeita.

Laguna Carapã: governador garante obras de infraestrutura urbana e na malha rodoviária da cidade
Reunião do governador com comitiva de Laguna Carapã

O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Hélio Peluffo, participou do encontro e detalhou as obras que o Estado vai realizar na cidade. “Já tinham muitas demandas construídas entre o prefeito e o governador, entre elas está a praça central e o sistema de drenagem do município, no valor de R$ 10 milhões, que o governador já autorizou”.

Ele ainda citou investimentos que serão feitos na malha rodoviária, para melhorar a logística e acesso de toda região. “Temos por exemplo a MS-380 que é uma ligação que sai de Laguna (Carapã) e liga a BR-463 no sentido de Dourados. Em janeiro vai sair a licitação, investimento na ordem de R$ 70 milhões”, revelou.

Prefeita Zenaide Espíndola - Laguna Carapã/MS Foto Saul Schramm
Prefeita Zenaide Espíndola - Laguna Carapã/MS Foto Saul Schramm
Prefeita Zenaide Espíndola - Laguna Carapã/MS Foto Saul Schramm

Também foi autorizado a elaboração do projeto para obra na MS-280, em um trecho de 30 km, que vai ser dividida em três lotes. “Esta era uma reivindicação da prefeita e dos vereadores, que será atendida pelo Estado. Ainda temos a MS-379, que liga Laguna a Dourados, que vai fazer parte de um novo projeto para sua recuperação definitiva. A cidade vai receber boas notícias em janeiro”, concluiu Peluffo.

Além do governador, participaram da reunião os secretários Eduardo Rocha (Casa Civil), Hélio Peluffo (Seilog), a prefeita Zenaide Espíndola e vereadores da cidade de Laguna Carapã.

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Saul Schramm

Dados de satélite ajudam a driblar o clima

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Na desafiadora safra de soja, as condições climáticas têm efeitos distintos nas áreas de plantio. O calor intenso e chuvas irregulares aceleram o desenvolvimento das plantas em locais como cascalho e areia, mas aumentam a pressão de insetos, impactando o potencial produtivo.

Por outro lado, os elevados volumes de chuva contribuem para a proliferação da ferrugem asiática. No Centro-Oeste, o IMEA alerta que o clima seco afetou o desenvolvimento das lavouras, encurtando o ciclo da soja e reduzindo o potencial produtivo em 3,07% em alguns talhões.

No Sul do Brasil, o Paraná enfrenta mais de 40 focos de ferrugem asiática, significativamente superior aos cerca de 10 focos na safra anterior, devido aos maiores volumes de chuva causados pelo fenômeno El Niño. A ampla janela de plantio da safra de soja também contribui para o aumento de pragas e doenças, dada a presença de diferentes estágios vegetativos nas plantas, muitas vezes na mesma propriedade e região.

“A safra está se desenrolando de maneira muito diferente em comparação aos anos anteriores, então, o monitoramento das lavouras tem que ser feito diariamente. Qualquer descuido pode trazer perda de potencial produtivo da planta. Enfrentar altas temperaturas e excessos de chuva requer um esforço maior por parte do agricultor”, explica Ricardo Arruda, líder de Agronomia e Operações de Campo do xarvio Digital Farming Solutions no Brasil.

Os mapas de satélite, exemplificados pelo Mapa de Monitoramento da plataforma xarvio FIELD MANAGER, proporcionam uma visão abrangente e em tempo real das condições das plantações. Essa abordagem inovadora permite aos agricultores identificar áreas sob estresse devido a fatores como altas temperaturas, ondas de calor ou excesso de chuva. O mapa fornece detalhes, incluindo os níveis de biomassa em várias partes da lavoura, utilizando o Índice de Área Foliar (IAF) para avaliar a saúde vegetativa e identificar áreas com desenvolvimento não saudável.

Casa do Trabalhador disponibiliza 88 oportunidades de emprego nesta sexta-feira em Amambai

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Equipes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e da Casa do Trabalhador. Foto: Divulgação

Vilson Nascimento 

A Casa do Trabalhador, órgão ligado à Fundação do Trabalho (Funtrab), do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza 88 oportunidades de emprego nesta sexta-feira, dia 22 de dezembro, em Amambai.

Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas

3 vagas para consultor de vendas

7 vagas para vendedor (2 com CNH)

1 vaga para vidraceiro

2 vagas para auxiliar administrativo (4 para PCD)

1 vaga para auxiliar de limpeza (PCD)

1 vaga para recepcionista (PCD)

1 vaga para consultor de vendas

1 vaga para atendente de balcão

1 vaga para auxiliar de arquitetura

2 vagas para auxiliar de engenheiro civil

1 vaga para pedreiro

1 vaga para secretaria recepcionista com CNH

4 vagas para gerente de produção

2 vagas para representante comercial

1 vaga para mecânico de caminhão (morar em outro município)

1 vaga para mecânico de automóveis e caminhão

1 vaga para chapeador metalúrgico

1 vaga para cozinheira (trabalhar final de semana)

1 vaga para biomédico

1 vaga para enfermeiro

1 vaga para nutricionista

3 vagas para empregada doméstica

1 vaga para operador de caixa

1 vaga para acabador de mármore e granito

1 vaga para auxiliar de mecânico pesado

1 vaga para balconista de crediário

1 vaga para ronda de segurança com CNH

1 vaga para monitor interno de alarme

1 vaga para costureira

1 vaga para repositor de mercadorias com CNH

1 vaga para auxiliar administrativo cursando superior em administração, ciências contábeis, direito

2 vagas para auxiliar administrativo

1 vaga para campeiro

1 vaga para salgadeira

1 vaga para recepcionista com CNH

2 vagas para cuidador de idoso

1 vaga para limpeza de carro

1 vaga para técnico agrícola (morar fora do município)

1 vaga para pedagogo

1 vaga para superintendente de marketing

25 vagas para trabalhador polivalente do curtimento de couro e pele (morar fora do município)

Casa do trabalhador também oferece

A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região. 

Segundo o órgão, para dar entrada no pedido de benefício, o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade). 

A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.

O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 13h. Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.

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