Por intermédio da vereadora Célia Cristina Arias Davalos, a homenageada a receber o título de Cidadão Honorário Sapucaiense 2023 foi a senhora Nelly Nakagawa e Silva Batista.
HISTÓRICO:
Nelly Nakagawa e Silva, nasceu no dia 04 de setembro de 1956, na cidade de Maringá-PR. Formou-se na UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGA (UEM), em Farmácia-Bioquímica. Chegou em Coronel Sapucaia/MS, no ano de 1982 em busca de trabalho, lugar totalmente desconhecido para ela, fronteira com o Paraguai.
Conheceu seu esposo, Haroldo em Maracaju/MS, um mineiro que também estava em busca de oportunidades, e aqui constituíram família com dois filhos maravilhosos, Eduardo e Ulisses e um neto chamado Nicolas.
Quando chegou aqui, deparou-se com uma situação inusitada, não havia energia elétrica e nem asfalto e ainda era distrito de Amambai.
Nelly confessa que levou um susto, mas estava determinada a encontrar seu caminho, sua vida profissional e isso não seria um empecilho, como realmente não foi.
Estabeleceu laboratório de análises clinicas, o conhecido Laboratório São Lucas e mais tarde conseguiram montar a Farmácia São Lucas.
Ela viu com os próprios olhos o desenvolver da cidade, a energia elétrica chegando, o asfalto tão necessário para nos ligar a outras cidades, e também nas ruas de nossa cidade, sim, ela diz nossa cidade, porque se considera sapucaense por afinidade.
Conseguiu o reconhecimento profissional, uma família, amigos, companheiros(as), tanto brasileiros como badeños, que também a acolheram de braços abertos, desde que chegou à cidade.
Dentre outras pessoas, Dra. Nelly é muito grata ao Dr. Carlos Arturo Valiente, que sempre foi um apoio em sua vida.
Sobre o futuro? Nelly diz que é o amanhã, e o que mais deseja para Coronel Sapucaia é que nos tornamos cidadãos conscientes, dignos para acabarmos com o estigma “Coronel Sapucaia a cidade do medo.”
Hoje ela pode dizer com muito carinho e respeito a essa cidade que a acolheu de braços abertos, que continue com seu desenvolvimento.
Nelly é imensamente grata a essa indicação por intermédio da vereadora Celinha, que a considera como uma grande batalhadora no nosso Legislativo Municipal e que “ELA É SAPUCAENSE DE CORAÇAO”.
A Câmara Municipal realizou solenidade de entrega de Títulos Honorários aos novos cidadãos de Coronel Sapucaia pelos relevantes serviços prestados ao longo dos anos no município.
O evento foi realizado na noite desta quarta feira 20/12/2023, e faz parte das comemorações do 37º aniversário de Coronel Sapucaia.
Também tivemos duas atrações culturais, Natan Osterberg e Wesley Cazari que ambos fizeram uma brilhante apresentação.
A Cidadania Honorária é um título de honraria às pessoas que tenham prestado relevantes serviços ao município ou à sua gente.
O título de cidadão sapucaiense equipa a pessoa homenageada a uma adoção oficial. A pessoa agraciada passa a ser um irmão, um conterrâneo, uma pessoa da terra natal, mesmo que não tenha nascido no município, com essa homenagem o cidadão passa a ser filho de Coronel Sapucaia.
9 – Senhor, João Flor (o seu Macena), indicado pelo vereador Paulo Campos.
10 – Senhor, Ignácio Tyuco Assami, indicado pela vereadora, Sebastiana Rodrigues, salientamos que a vereadora não pôde estar presente no evento, mas enviou a Chefe de gabinete, Kiara, para a representar.
O Governo do Estado publicou no Diário Oficial, nesta quinta-feira (21), a lei de autoria do deputado estadual Coronel Dvid (PL) que confere o status de Utilidade Pública à ASRIO (Associação dos Agricultores Familiares de Rio Negro). A relevância do trabalho desempenhado pela associação, que se dedica em ajudar famílias que trabalham na produção agrícola, sem fins lucrativos, beneficiando os moradores e a economia local, foi crucial para que o parlamentar apresentasse a proposta na Casa de Leis.
“Desde 2020, a associação promove ações em favor da comunidade local, defendendo políticas públicas para a agricultura familiar e unindo as famílias produtoras para objetivos comuns”, afirma David.
A ASRIO já possui o reconhecimento como Utilidade Pública Municipal e concentra esforços em projetos que visam promover o impacto social nas pequenas propriedades rurais, contribuindo para reduzir as disparidades sociais.
“Agradeço ao governador que reconheceu a importância e o comprometimento sério da associação com o bem social e o estímulo a produção agrícola local”, comemora o parlamentar.
A Prefeitura de Naviraí informa que estará em recesso anual no período de 23 de dezembro a 05 de janeiro. Durante esse período, os órgãos e repartições da Administração Pública Municipal permanecerão fechados, conforme estabelecido na Lei Municipal nº 19/2011. Devido ao dia 05 de janeiro cair em uma sexta-feira, o atendimento ao público será retomado na segunda-feira, dia 08 de janeiro de 2024.
Vale ressaltar que, embora exista este período de recesso determinado por Lei para a maior parte dos setores da Prefeitura, há exceções para aqueles órgãos que têm a responsabilidade de administrar serviços considerados essenciais à população. Setores como o da saúde e da coleta de lixo, por exemplo, não poderão ser paralisados e garantirão a regularidade de seus serviços, sem interrupções durante a pausa anual.
A ITAIPU Binacional, reconhecida por sua atuação comprometida com a preservação ambiental, através do convênio nº 4500068827 disponibiliza recursos financeiros e técnicos para aprimorar a infraestrutura necessária à coleta seletiva eficiente nos municípios consorciados.
Além dos investimentos em infraestrutura, a parceria entre a ITAIPU e o CONISUL inclui programas de conscientização ambiental através da Educação Ambiental, nas escolas, empresas e comunidades locais. A ideia é envolver ativamente a população na separação correta dos resíduos, promovendo uma cultura de consumo responsável e reciclagem.
O presidente do CONISUL, Francisco Piroli, destacou o potencial transformador dessa colaboração: “Estamos diante de uma oportunidade única de mudar a trajetória ambiental de nossos municípios. Com a expertise da ITAIPU, estamos confiantes de que conseguiremos implementar práticas inovadoras e sustentáveis na gestão de resíduos sólidos.”
Dentro das metas da parceria estão equipamentos que fortalecerão a coleta seletiva nos municípios de:
Amambai: Prensa Horizontal, Empilhadeira, Triturador de galhos.
Aral Moreira: Prensa Vertical, Esteira de Elevação, Esteira de Separação, Balança, Elevador de fardos.
Eldorado: Prensa Vertical, Esteira de separação, Esteira de elevação, Balança, Elevador de fardos.
Caarapó: Esteira de separação, Esteira de Elevação, Balança, Empilhadeira.
Itaquiraí: Prensa Vertical, Esteira de Elevação, Esteira de Separação, Balança, Elevador de Fardos,
Juti: Prensa Vertical, Esteira de Elevação, Esteira de Separação, Balança, Elevador de Fardos.
Naviraí: Prensa Horizontal, Caminhão baú, Triturador de galhos.
Paranhos: Prensa Vertical, Esteira de Elevação, Esteira de Separação, Balança, Elevador de Fardos.
Sete Quedas: Prensa Vertical, Balança.
Tacuru: Prensa Vertical, Balança, Elevador de Fardos.
Para a aquisição destes equipamentos foram R$ 1.732.441,10 de repasse da ITAIPU e Contrapartida dos municípios no valor de R$ 692.937,90.
Para a preservação de microbacias foram levantados 32,4 km de estradas e 330 km de curvas com valor da ITAIPU de R$ 1.635.061,84 e dos municípios R$ 1.635.061,84.
Ainda está em execução a instalação de 13 usinas fotovoltaicas com valor de R$ 1.939.860,00 da Itaipu e contra partida de R$ 215.540,00 dos municípios.
O valor total executado em no ano de 2023 somam um montante de R$ 5.307.362,94 da ITAIPU e de contrapartida dos municípios R$ 2.543.539,74, somando um montante de total de R$ 20.338.100,00 repasse da ITAIPU de R$ 14.992.570,00 e contrapartida do CONISUL R$ 5.345.530,00.
A parceria entre a ITAIPU Binacional e o CONISUL não apenas sinaliza um comprometimento com a preservação ambiental e desenvolvimento local, mas também representa um passo significativo em direção à construção de comunidades mais sustentáveis e resilientes.
Ainda neste ano de 2023 tivemos a doação de um caminhão Cavalo Scania feita pela Receita Federal unidade Mundo Novo, o veículo irá atender a demandas dos municípios na Usina de Asfalto.
Além do recurso federal advindo da Senadora Tereza Cristina no valor de dois milhões foi adquirido um caminhão Iveco para perfuração de poços artesianos para os municípios consorciados.
O Supremo Tribunal Federal (STF) vai retomar no dia 1° de fevereiro de 2024 o julgamento sobre a revisão da vida toda de aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O processo foi incluído na pauta de julgamentos nesta quinta-feira (21) pelo presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso.
A análise do caso foi suspensa em 1° de dezembro deste ano após um pedido de destaque feito pelo ministro Alexandre de Moraes no plenário vitual da Corte. Com a decisão, o julgamento foi suspenso e terá continuidade na modalidade presencial.
Em dezembro do ano passado, o Supremo validou a revisão da vida toda e permitiu que aposentados que entraram na Justiça possam pedir o recálculo do benefício com base em todas as contribuições feitas ao longo da vida.
A Corte reconheceu que o beneficiário pode optar pelo critério de cálculo que renda o maior valor mensal, cabendo ao aposentado avaliar se o cálculo da vida toda pode aumentar ou não o benefício.
Segundo o entendimento, a regra de transição que excluía as contribuições antecedentes a julho de 1994, quando o Plano Real foi implementado, pode ser afastada caso seja desvantajosa ao segurado.
Após o reconhecimento, o INSS entrou com um recurso para restringir os efeitos da decisão para excluir a aplicação da revisão a benefícios previdenciários já extintos, decisões judiciais que negaram direito à revisão conforme a jurisprudência da época e proibição de pagamento de diferenças antes de 13 de abril de 2023, data na qual o acórdão do julgamento do STF foi publicado.
Placar
Antes do pedido de destaque que suspendeu o julgamento, o placar estava indefinido sobre qual posicionamento deve prevalecer.
Os ministros Fachin, Rosa Weber (votou antes da aposentaria) e Cármen Lúcia votaram para estabelecer como marco para o recálculo o dia 17 de dezembro de 2019, data na qual o Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu o direito de revisão a um segurado do INSS.
Os ministros Cristiano Zanin, Dias Toffoli e Luís Roberto Barroso votaram pela anulação da decisão do STJ.
Moraes, que suspendeu o julgamento, entendeu que o marco temporal seria 1° de dezembro de 2022, data na qual o Supremo decidiu a questão.
Entenda
O processo julgado pelo STF trata de um recurso do INSS contra decisão do STJ que garantiu a um segurado do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) a possibilidade de revisão do benefício com base nas contribuições sobre o período anterior ao ano de 1994.
Durante a tramitação do processo, associações que defendem os aposentados pediram que as contribuições previdenciárias realizadas antes de julho de 1994 sejam consideradas no cálculo dos benefícios. Essas contribuições pararam de ser consideradas em decorrência da reforma da previdência de 1999, cujas regras de transição excluíam da conta os pagamentos antes do Plano Real.
Segundo as entidades, segurados do INSS tiveram redução do benefício em função da desconsideração dessas contribuições.
O Nitrato de amônio, amplamente utilizado como fertilizante em diversas culturas, revela um alto potencial explosivo muitas vezes negligenciado. A substância, comum em plantações de café e soja no Brasil, tem histórico global de acidentes quando exposta a pressão ou calor. A falta de legislação específica no país sobre o armazenamento desse produto pode representar um perigo invisível em grandes empresas dos setores industriais e do agronegócio. Entretanto, soluções estruturais podem minimizar os riscos, e especialistas alertam para a necessidade de atenção e cuidados no manuseio dessa substância.
“Há desconhecimento do perigo dessa substância”, comenta Felipe Capucci, Gerente de Projetos da Gerolin Engenharia. “Quando aquecido, o Nitrato de amônio entra em decomposição, liberando Nitrogênio, oxigênio e água, podendo produzir uma onda de choque. O Nitrato de amônio decompõe muito rápido”, acrescenta. A rapidez da decomposição torna essencial a implementação de medidas preventivas já na engenharia de fábricas e armazéns.
Um exemplo marcante de consequências devastadoras relacionadas ao nitrato de amônio ocorreu em Beirute, em 2020. Uma megaexplosão na zona portuária foi seguida pelo incêndio em um armazém que continha mais de duas mil toneladas da substância, sem medidas de segurança adequadas. O evento trouxe à tona a importância global de adotar práticas seguras no armazenamento desse composto.
O Brasil carece de legislação específica sobre o armazenamento de nitrato de amônio, observa Capucci. Muitos projetos de engenharia seguem normativas do Corpo de Bombeiros, mas medidas adicionais podem ser tomadas para garantir ambientes mais seguros. Isolar parte do material químico e implementar técnicas de resfriamento em caso de aquecimento são algumas estratégias recomendadas.
“A melhor forma de combater acidentes é aprimorar os projetos de engenharia pensando em prevenção, em estruturas que não comprimam o material, e estruturar formas de combater em caso de incêndio”, destaca o especialista. Apesar da falta de regulamentação específica, normas internacionais, como a NFPA 400, podem servir como referência para estabelecer requisitos mínimos de segurança.
Em busca do título do Mundial de Clubes da Fifa, o Fluminense enfrenta o Manchester City (Inglaterra), a partir das 15h (horário de Brasília) desta sexta-feira (22) no Estádio Internacional Rei Abdullah, em Jedá (Arábia Saudita). O Tricolor das Laranjeiras chega ao confronto após superar o Al Ahly (Egito) por 2 a 0 na última segunda-feira (18), enquanto a equipe inglesa bateu o Urawa Red Diamonds (Japão) por 3 a 0 na outra semifinal, na última terça (19).
Tanto o Fluminense como o Manchester City buscam uma conquista inédita. A equipe comandada pelo técnico Fernando Diniz se garantiu na competição após vencer o título inédito da Copa Libertadores. Já o time do técnico espanhol Pep Guardiola alcançou a passagem para o Mundial depois de conquistar a Liga dos Campeões da Europa pela primeira vez na história.
Partida histórica
A equipe das Laranjeiras chega ao confronto com o claro objetivo de alcançar mais um feito em 2023. Em entrevista coletiva, o técnico Fernando Diniz afirmou que “o ano do Fluminense está sendo inesquecível para a torcida”. E a possibilidade de alcançar o título Mundial deixaria o ano ainda mais especial.
Para buscar este feito, o comandante do Fluminense não tem nenhum problema para escalar sua equipe. Com isso, o Tricolor deve voltar a repetir a formação que mandou a campo para medir forças com o Al Ahly: Fábio; Samuel Xavier, Nino, Felipe Melo e Marcelo; André, Martinelli e Ganso; Keno, Arias e Cano.
Desfalques importantes
Se o Flu chega completo, o City não poderá contar na decisão com duas de suas maiores estrelas, o meia belga Kevin De Bruyne e o atacante norueguês Erling Haaland. Com problemas físicos, os dois foram cortados da competição, junto com o atacante belga Jérémy Doku, antes mesmo da vitória sobre o Urawa Reds.
Com isso, o técnico Pep Guardiola, conhecido por sua inventividade, deve colocar em campo uma formação alternativa para medir forças com o Fluminense. A tendência é que o meio-campo volte a ser formado pelo espanhol Rodri, o português Matheus Nunes e pelo croata Kovacic. A maior dúvida fica no comando do ataque, onde o inglês Foden atuou como um falso nove diante dos japoneses. Mas há a possibilidade da entrada do argentino Julián Álvarez, um centroavante de ofício, na posição.
Desta forma o Manchester City deve entrar em campo com: Ederson; Walker, Akanji, Stones e Akê; Rodri, Matheus Nunes e Kovacic; Bernardo Silva, Grealish e Foden (Julián Álvarez).
O Governo federal publicou hoje (22) decreto no Diário Oficial da União (DOU), que regulamenta reserva de 30% das vagas para indígenas no concurso para provimento de cargos efetivos do quadro de pessoal na Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Os editais poderão prever pontuação diferenciada aos candidatos que comprovarem experiência com populações indígenas.
Pelo texto, poderão concorrer às vagas reservadas a indígenas os candidatos que se autodeclararem indígenas no ato da inscrição no concurso público, “conforme o quesito cor ou raça utilizado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), independentemente de residir ou não em terra indígena”. Além da autoidentificação haverá verificação documental complementar.
O decreto estabelece que os candidatos indígenas que optarem pela reserva de vagas concorrerão concomitantemente às vagas reservadas e às vagas destinadas à ampla concorrência, de acordo com a sua classificação no concurso público.
O candidato que optar por concorrer à reserva de vagas poderá, até o final do período de inscrição no concurso público, alterar sua opção por concorrer ou não ao sistema de reserva de vagas para indígenas.
Segundo o decerto, a reserva de vagas será aplicada sempre que o número de vagas oferecidas em concursos públicos para provimento de cargos efetivos do quadro de pessoal da Funai for igual ou superior a três. O texto também diz que a reserva de vagas para indígenas ocorrerá sem prejuízo das demais cotas previstas na legislação.
Pontuação
Em relação à pontuação diferenciada em concursos da Funai para quem comprovar experiência profissional junto a populações indígenas, o decreto diz que a experiência poderá ser em entidades de direito público ou privado, no desempenho de de atividades voltadas à proteção territorial ou etnoambiental para povos indígenas; promoção do etnodesenvolvimento ou de direitos e cidadania de povos indígenas; garantia de segurança alimentar e nutricional de povos indígenas; elaboração de estudos e pesquisas dirigidos à proteção e à promoção dos direitos dos povos indígenas; ou preservação e à divulgação do patrimônio cultural de povos indígenas.
Concurso
O concurso para a Funai foi autorizado e fará parte do Concurso Nacional Unificado. Serão 502 vagas. Do total, 152 serão destinadas para o ensino médio e 350 para cargos com exigência de nível superior. As remunerações serão de R$ 5.349,07 para o cargo de ensino médio e R$ 6.420,87 para nível superior. A publicação do edital de abertura para o concurso está prevista para o dia 10 de janeiro de 2024.
O Ministério da Agricultura e Pecuária determinou o recolhimento de 12 lotes de azeites de oliva que estão impróprios para o consumo. A medida, anunciada nessa quinta-feira (21), foi tomada após a confirmação – em análises laboratoriais – de que os produtos não correspondem aos padrões de identidade e qualidade estabelecidos por regulamento técnico.
“Ao todo, são dez marcas de oito empresas responsáveis que foram encontradas em supermercados, centros de distribuição ou em estabelecimento envasilhador [engarrafador] e que representam 82 mil litros do produto apreendido e retirados dos mercados”, informou o ministério.
Acrescentou que a orientação é no sentido de evitar o consumo dos produtos e que eles sejam devolvidos aos locais de venda em que foram adquiridos.
Fraude
O azeite é o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, atrás apenas do pescado. Entre as orientações para evitar que o consumidor seja enganado na hora da compra, o Ministério da Agricultura diz que ele deve desconfiar de preços muito abaixo da média do mercado; não compre azeite a granel; fique atento à data de validade e aos ingredientes contidos; e opte por produtos com a data de engarrafamento mais recente.
O Ministério da Agricultura informou, também, que, além dos 12 lotes anunciados, há também outros produtos que foram cautelarmente apreendidos devido a indícios de irregularidades. Esses produtos ainda aguardam parecer laboratorial final.
Confira abaixo a lista de azeites impróprios para consumo:
Sem acordo entre o governo e os bancos, os juros da dívida do rotativo do cartão de crédito e da fatura parcelada serão limitados a 100% da dívida a partir de 3 de janeiro, decidiu no fim da tarde o Conselho Monetário Nacional (CMN). O teto estava especificado na lei que instituiu o Programa Desenrola, sancionada em outubro.
A lei do Desenrola havia estabelecido 90 dias para que as negociações entre o governo, o Banco Central, as instituições financeiras, o Congresso Nacional e o Banco Central chegassem a um novo modelo para o rotativo do cartão de crédito. Caso contrário, valeria o modelo em vigor no Reino Unido, que estabelece juros até o teto de 100% do total da dívida, que não poderá mais subir depois de dobrar o valor.
Logo após a divulgação da decisão, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comentou o acordo. “É importante ressaltar que, neste período de 90 dias, as instituições não apresentaram nenhuma proposta”, disse Haddad, pouco antes de ir à confraternização de fim de ano dos ministros, na Granja do Torto.
“Se vocês pensarem no Desenrola, esse era um dos grandes problemas do país. As pessoas [que renegociaram os débitos no programa] estavam, muitas vezes, com dívidas dez vezes superior à original”, disse o ministro. “Agora, a dívida não poderá dobrar”, completou.
Portabilidade
Além de oficializar o teto de juros, o CMN instituiu a portabilidade do saldo devedor da fatura do cartão de crédito, item que não estava na lei do Desenrola. A dívida com o rotativo e com o parcelamento da fatura poderá ser transferida para outra instituição financeira que oferecer melhores condições de renegociação.
Segundo o CMN, a portabilidade entrará em vigor em 1º de julho de 2024. A medida também vale para os demais instrumentos de pagamento pós-pagos, modalidades nas quais os recursos são depositados para pagamento de débitos já assumidos.
A proposta da instituição financeira deve ser realizada por meio de uma operação de crédito consolidada (que reestruture a dívida acumulada). Além disso, a portabilidade terá de ser feita de forma gratuita.
Caso a instituição credora original faça uma contraproposta ao devedor, a operação de crédito consolidada deverá ter o mesmo prazo do refinanciamento da instituição proponente. Segundo o Banco Central (BC), a igualdade de prazos permitirá a comparação dos custos.
Transparência
O CMN também aumentou a transparência nas faturas do cartão de crédito. A partir de 1º de julho de 2024, as faturas deverão trazer uma área de destaque, com as informações essenciais, como valor total da fatura, data de vencimento da fatura do período vigente e limite total de crédito.
As faturas também deverão ter uma área em que sejam oferecidas opções de pagamento. Nessa área deverão estar especificadas apenas as seguintes informações: valor do pagamento mínimo obrigatório; valor dos encargos a ser cobrado no período seguinte no caso de pagamento mínimo; opções de financiamento do saldo devedor da fatura, apresentadas na ordem do menor para o maior valor total a pagar; taxas efetivas de juros mensal e anual; e Custo Efetivo Total (CET) das operações de crédito.
Por fim, as faturas terão uma área com informações complementares. Nesse campo, devem estar as informações como lançamentos na conta de pagamento; identificação das operações de crédito contratadas; juros e encargos cobrados no período vigente; valor total de juros e encargos financeiros cobrados referentes às operações de crédito contratadas; identificação das tarifas cobradas; limites individuais para cada tipo de operação, entre outros dados.
Vista da cidade de Amambai. Convenção coletiva definiu funcionamento do comércio para este final de ano e para 2024. (Foto: Robson Fritzen)
Vilson Nascimento
Uma convenção coletiva realizada nesse mês de novembro reunindo o SECPP (Sindicato dos Empregados do Comércio de Ponta Porã), que abrange também Amambai e representantes da Fecomércio-MS definiu as diretrizes para o funcionamento do comércio neste final de ano e durante os finais de semana e feriados no decorrer do ano de 2024, em Amambai. A convenção aconteceu no dia 13 de novembro, na sede da ACIA (Associação Comercial e Empresarial).
Abertura aos domingos
Em relação ao funcionamento nos domingos em 2024, ficou definido na convecção que estabelecimentos comerciais que trabalham do ramo de gêneros alimentícios poderão abrir das 8h às 12h mediante pagamento de R$ 70,00 para cada funcionário que trabalhar.
Nesse caso o empregador também deverá conceder meio dia de folga ao funcionário em data posterior ou pagar R$ 120,00 sem o direito a folga prevista.
Abertura em feriados
Em relação aos feriados o comerciante que optar por abrir terá que pagar extra a seu funcionário o valor de R$ 80,00 e garantir o direito compensatório de um dia de folga em data posterior
Já em relação a abertura aos sábados, ficou definido em convenção que o comércio de Amambai poderá abrir em tempo integral, ou seja, o dia inteiro, no segundo sábado de cada mês. Nesse caso o empregador deverá realizar o pagamento extra de R$ 40,00 ao empregado que trabalhar no sábado a tarde e recolher também R$ 10,00 como taxa em prol ao Sindicato Laboral.
Funcionamento no final de ano
Durante a convenção coletiva também foi homologado o cronograma para o funcionamento do comércio amambaiense neste mês de dezembro, onde as vendas deverão aumentar em decorrência das festividades do final de ano.
Segundo a ata da convecção até esta sexta-feira, dia 22 de dezembro (excluindo sábados e domingos) o comércio de Amambai poderá abrir até às 19h. Nos sábados, dias 23 e 30 de dezembro o comércio poderá abrir até às18h seguindo as diretrizes do pagamento extra ao funcionário de R$ 40,00 mais R$ 10, 00 para o Sindicato Laboral.
Neste domingo, dia 24 de dezembro, véspera de Natal, todo o comércio de Amambai poderá abrir das 8h às 18h, porém com o pagamento extra de R$ 80,00 para cada funcionário que trabalhar, folga compensatória de um dia em data posterior, ou mediante o pagamento de R$ 120,00 sem a folga compensatória.
De acordo com a ata da convenção coletiva divulgada pelo SECPP e pela Fecomércio-MS nos feriados de 25 de dezembro de 2023, dia de Nata, 1º de janeiro de 2024, Ano Novo, 1º de maio, Dia do Trabalhador, 29 de março, Sexta-feira Santa e 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida, não a acordo para a abertura do comércio, em Amambai.
O Ministério da Saúde confirmou o repasse de R$ 100 milhões para o financiamento da pesquisa de desenvolvimento da terapia celular CAR-T Cell na Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto, ligada à Universidade de São Paulo (USP), em parceria com o Instituto Butantan.
Os recursos serão liberados por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-Saúde) e o convênio está em fase de celebração, o que ocorrerá ainda em 2023.
“Neste governo, nosso objetivo é garantir à população mais carente o acesso a tratamentos mais modernos contra o câncer”, disse o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, Carlos Gadelha.
O estudo clínico é financiado pelo Ministério da Saúde, com apoio de estrutura por parte do Butantan e investimento de pesquisa da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
Combate ao câncer
A terapia celular CAR-T Cell é uma técnica que combate o câncer no sangue com as próprias células de defesa do paciente modificadas em laboratório.
São usados linfócitos T, células do sistema imune responsáveis por combater agentes patogênicos e matar células infectadas. Os linfócitos T são retirados, isolados, ativados e reprogramados para que consigam identificar células do câncer.
“Depois disso são inseridos de volta no organismo do paciente e nesse momento, as células de defesa modificadas voltam com mais força para eliminar as células tumorais. Todo esse processo, desde a coleta, modificação das células e aplicação no paciente, pode durar em torno de 60 dias”, explicou o Hemocentro.
Leucemia
Segundo as informações do Hemocentro de Ribeirão Preto, no estado de São Paulo, o Estudo Clínico de fase 1/2 vai incluir 81 pacientes com leucemia linfoide aguda de células B e linfoma não Hodgkin de células B, de forma gratuita.
O foco do estudo é integrado por pacientes que não responderam ou apresentaram o retorno da doença após a primeira linha de tratamento convencional, com o uso da quimioterapia, e o transplante de medula óssea.
“O CAR-T, desenvolvido no Hemocentro de Ribeirão Preto, é “treinado” para atingir um alvo específico que se chama CD19, presente somente na leucemia linfoide aguda de células B e no linfoma não Hodgkin de células B. Por isso, essa imunoterapia não possui efetividade em outros tipos de cânceres sólidos”, explicou o Hemocentro.
Para participar do estudo clínico, o paciente que acredita preencher os requisitos deve conversar com o seu médico e solicitar que ele entre em contato pelo e-mail, anexando o relatório de saúde do candidato. O pedido será analisado pela equipe médica das instituições participantes e, se o paciente se enquadrar, o médico responsável será avisado.
Em nosso país, é possível visitar muitos destinos bonitos, repletos de paisagens naturais e locais históricos. O estado de Mato Grosso é um dos destinos mais populares devido à vasta beleza de seus parques e reservas naturais.
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A beleza natural de Mato Grosso: parques e reservas
Uma das atrações mais importantes do Mato Grosso são seus parques e reservas, que exibem toda a beleza natural de suas paisagens. Entre os locais naturais mais populares do Mato Grosso estão Chapada dos Guimarães, Campo Novo do Parecis, Nobres, Jaciara e Pantanal.
Chapada dos Guimarães
A Chapada dos Guimarães é um dos destinos que merecem adquirir passagens aéreas. Entre suas principais atrações estão as cachoeiras, os paredões e toda a cultura de suas áreas rurais que convivem com as áreas urbanas.
Devido à dificuldade de alguns acessos a esse local, é aconselhável ingressar com um guia turístico local que conheça bem o terreno e suas características. Na Chapada dos Guimarães, é possível encontrar muitas hospedagens de diferentes estilos, para que cada viajante possa ficar onde se sentir mais confortável.
As falésias e as grandes cachoeiras que podem ser vistas na Chapada dos Guimarães fazem desse lugar um destino único e imperdível no Mato Grosso.
Campo Novo dos Parecis
Além da Chapada dos Guimarães, também é possível visitar outros destinos naturais repletos de beleza para curtir e vivenciar férias únicas e inesquecíveis. No caso de Campo Novo dos Parecis, além das incríveis cachoeiras, é possível conhecer mais sobre a cultura do povo Haliti-Pareci que vive ali.
Entre as paisagens naturais típicas de Campo Novo dos Parecis estão as impressionantes cachoeiras, como a Cachoeira do Salto Belo.
Nobres
Nobres é outro dos destinos naturais mais marcantes do Mato Grosso. Lá se pode observar a variedade e a beleza da fauna aquática local. As águas cristalinas e a grande variedade de animais que ali vivem fazem de Nobres uma experiência inesquecível.
Além disso, nesse destino é possível realizar uma grande variedade de atividades para toda a família, como tirolesa, caminhadas e muito mais. Muitos visitantes de Campo Novo dos Parecis também optam por visitar o Parque Estadual Gruta da Lagoa Azul, que fica nas proximidades.
Jaciara
Em Jaciara, você também pode curtir muitas atrações naturais e atividades para toda a família. Entre suas paisagens se encontram cachoeiras, praias, parques e jardins, onde se pode passar um dia único em um ambiente bonito e natural.
Além disso, Jaciara é um dos destinos mais destacados do Mato Grosso também por sua riqueza histórica e cultural, já que na cidade é possível encontrar muitos edifícios importantes, que deslumbram com sua arquitetura histórica.
Pantanal
O Pantanal é um dos destinos mais conhecidos do Mato Grosso e o motivo de muitas pessoas viajarem para essa região do nosso país. Lá é possível conhecer um dos ecossistemas mais diversificados do mundo.
Milhões de espécies de plantas e animais coexistem no Pantanal, criando um ambiente único para um tipo diferente de férias, apreciando a natureza. Essa reserva natural pode ser visitada, para descobrir novas espécies da fauna e flora locais a cada passo.
Cultura e história de Mato Grosso: cidades históricas e museus
Além de suas paisagens imponentes e da beleza de suas reservas e parques, no Mato Grosso também é possível conhecer cidades repletas de valor histórico e cultural. É o caso de Nova Xavantina, Campo Grande, Bonito, Bodoquena e Corumbá, entre outras.
Nova Xavantina
Entre as várias cidades para visitar no Mato Grosso, Nova Xavantina é uma das mais populares. Esse ponto turístico oferece uma paisagem urbana pitoresca, ideal para passeios turísticos durante a viagem.
A arquitetura histórica dos prédios de Nova Xavantina é uma de suas principais atrações, mas você também pode visitar o Rio das Mortes, com suas belas praias e mirantes.
Campo Grande
Campo Grande é a capital do Mato Grosso do Sul, o que a torna uma das cidades mais visitadas da região. Mas não é só isso, Campo Grande tem muito a oferecer, como seu entorno verde, suas avenidas arborizadas e sua excelente infraestrutura para o turismo.
Para conhecer cada canto da cidade, é possível fazer um City Tour que leva menos de 3 horas para visitar as 42 atrações turísticas mais importantes de Campo Grande.
Entre os prédios históricos mais importantes de Campo Grande estão a Casa do Artesão, construída em 1923, o Museu Dom Bosco, o Museu de Arte Contemporânea, entre outros locais incríveis.
Bonito
Uma das cidades mais visitadas é Bonito. Esse ponto turístico do Mato Grosso é especialmente conhecido por suas opções de ecoturismo, que permitem aproveitar a natureza de forma cuidadosa, preservando o meio ambiente.
Entre as principais atrações de Bonito estão seus rios de águas cristalinas, grutas, cachoeiras, praias e todas as atividades que podem ser realizadas, como tirolesa, cavalgadas, passeios de barco e muito mais.
Bodoquena
Bodoquena é um destino único, localizado dentro do Parque Nacional da Serra da Bodoquena, que oferece muitos locais imperdíveis, como a Fazenda Boca da Onça, o Poço do Macaco, o Poço da Lontra, as cachoeiras da Anta, do Jabuti, do Fantasma e a Garganta da Arara, e muito mais.
Corumbá
Corumbá é uma das cidades mais antigas de Mato Grosso e, por isso, sua riqueza cultural, histórica e arquitetônica é inestimável. Corumbá foi fundada em 1778, às margens do Rio Paraguai, onde é possível fazer passeios de barco.
Foto: Freepik
Gastronomia Regional: sabores do Mato Grosso
Além de conhecer os incríveis destinos naturais e culturais do Mato Grosso, ao viajar para lá há alguns sabores típicos que não podem faltar. Entre eles estão a galinhada, um delicioso arroz de frango com temperos; a Mari Isabel, uma combinação de arroz branco e carne seca temperada; a mojica de pintado, um caldo feito de um peixe muito comum na região do Pantanal; o furrundu, um doce típico com mamão ralado, gengibre, cravo, rapadura e canela; a farofa de banana da terra madura e o caldo de piranha.
Como planejar sua viagem: dicas para comprar passagens aéreas para Mato Grosso.
Uma das melhores maneiras de viajar para o Mato Grosso sem gastar muito é pesquisar no site de Decolar voos, hospedagem e/ou pacotes turísticos para conhecer um dos destinos mais incríveis do Brasil.
Uma boa maneira de viajar para destinos diferentes e economizar é escolher voos e hospedagens durante a baixa temporada, quando os preços são mais baratos.
O Mato Grosso é, sem dúvida, um dos mais belos destinos para se visitar no Brasil, para saborear a melhor gastronomia, a natureza, as melhores atividades familiares e toda a sua riqueza cultural e histórica.
1º secretário da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB) participou, nesta semana, do ato de liberação de R$120 milhões em recursos para redução da pobreza e combate à fome em Mato Grosso do Sul.
O evento, realizado no Bioparque Pantanal, contou com a presença do governador Eduardo Riedel, dos ministros Wellington Dias (Desenvolvimento Social e Assistência Social), Simone Tebet (Planejamento) e Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima), entre outras autoridades.
Para Paulo Corrêa, atender as famílias mais carentes é prioridade em Mato Grosso do Sul. “É motivo de muita felicidade para nós participar de um momento tão importante como esse. Temos a obrigação, enquanto legisladores, de trabalhar para dar dignidade a quem mais precisa. Quem tem fome tem pressa”, avaliou.
Na ocasião, o governador Eduardo Riedel assinou a adesão ao “Plano Brasil sem Fome”, que reúne 90 programas sociais da União, além do decreto que institui o Proacinq (Programa de Apoio às Comunidades Indígenas e Comunidades Quilombolas de MS).
“Estamos vivendo um momento histórico para nosso Mato Grosso do Sul. Uma agenda que é de caráter humanitário, de sensibilidade, de amor ao próximo, que é atender as pessoas que precisam, combater e aniquilar a fome neste País. Nosso Estado vai seguir firme para que possamos concluir nos próximos três anos algo que pode parecer impensável, que é buscar cada um sul-mato-grossense que não está dentro de qualquer programa, e precisam da nossa ajuda. São por volta de 30 mil”, afirmou o governador.
O ministro Wellington Dias destacou que o objetivo dos programas é promover o desenvolvimento social com igualdade. “Redução da pobreza, com inclusão socioeconômica. Temos um conjunto de programas e vamos trabalhar em vários caminhos”, pontuou l.
“Mato Grosso do Sul é um dos estados com mais baixa proporção de pobreza do Brasil e pode ser o primeiro a tirar a sua população do mapa da fome. Estaremos juntos neste processo”, concluiu Dias.
A ministra Marina Silva destacou que os programas sociais são a “porta de entrada”, mas que o acesso ao emprego é a porta de saída, pois traz a dignidade à pessoa.
“Nós sabemos que o Bolsa Família é fundamental para as pessoas que estão com insegurança alimentar, que passam fome e precisam de um suporte de uma renda básica de cidadania. Mas é importante que a gente trabalhe também a inclusão produtiva da população e dos povos indígenas, para que sejam respeitados e tenham todos os seus direitos”.
Para Simone Tebet, ministra do Planejamento, “dignidade é deixar todas as famílias bem alimentadas, não deixando ninguém para trás”. Ainda segundo ela, o Brasil deve sair do mapa da fome no ano que vem, com as políticas que estão sendo implementadas.
Ao chegarem em Campo Grande, os ministros fizeram uma visita à Central de Cadastro Único, no bairro Amambaí. A nova sede da Central do CadÚnico, inaugurada em maio de 2021, oferece os serviços de encaminhamento para políticas públicas, entrevista familiar, atualização e/ou inclusão cadastral, consulta de situação do Bolsa Família e emissão de carteira intermunicipal para a região central.
Mato Grosso do Sul é exemplo nacional de atenção às populações mais carentes. O Mais Social beneficia 54 mil famílias com R$450 por meio de um cartão de débito em que o próprio cidadão faz suas compras.
Com o Conta de Luz Zero, o Governo do Estado paga a fatura das famílias que consomem até 200 KW/mês, além de fornecer cestas básicas para comunidades indígenas e quilombolas e recentemente ter implementado o programa Cuidar de Quem Cuida, que prevê ajuda de custo de R$900 àqueles de cuidam de familiares com necessidade de cuidado em tempo integral.
O governo quitará, nos próximos dias, R$ 93,1 bilhões em precatórios atrasados sem que os gastos sejam registrados no arcabouço fiscal nem incluídos no resultado primário. A Medida Provisória 1.200/2023 abriu crédito extraordinário para pagar os passivos autorizados pela Emenda Constitucional dos Precatórios.
Segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento, do valor total, R$ 15,8 bilhões referem-se ao passivo acumulado desde 2022 e R$ 44,3 bilhões são relativos a valores não pagos este ano. Há ainda R$ 32,3 bilhões não previstos no Orçamento de 2024 e R$ 714 milhões relativos ao recolhimento da contribuição patronal (contribuição para a Previdência do serviço público) originada do pagamento de precatórios a servidores públicos.
Os precatórios são dívidas do governo determinadas por sentenças judiciais definitivas – transitadas em julgado, sem a possibilidade de recurso. Em 2021, a Emenda Constitucional dos Precatórios permitiu o adiamento do pagamento de dívidas acima de 60 salários mínimos e o parcelamento de débitos do antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundeb) até o fim de 2026.
Desde a promulgação da emenda, o passivo estava acumulado em torno de R$ 95 bilhões, mas, segundo a equipe econômica, poderia chegar a R$ 250 bilhões no início de 2027 com a correção de multa e com o adiamento e parcelamento de novos precatórios de grande valor.
Supremo
No fim de novembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a quitação dos valores atrasados por meio de créditos extraordinários até o fim de 2026. Esses créditos estarão fora do limite de gastos do arcabouço fiscal e do cálculo do resultado primário – resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública.
Originalmente, o governo tinha pedido que apenas o valor principal dos precatórios fosse calculado como gasto primário e que os juros e as multas fossem computados como gastos financeiros. O STF negou esse pedido, mas permitiu a abertura dos créditos extraordinários de forma a restringir a exceção nas contas públicas até o fim de 2026.
Segundo o Ministério do Planejamento, o pagamento dos precatórios em atraso será custeado com recursos decorrentes de R$ 67,7 bilhões do excesso de arrecadação de determinadas fontes no exercício de 2023 (em relação aos valores do orçamento), e de superávit financeiro (recursos arrecadados em anos anteriores e não utilizados) de R$ 25,4 bilhões.
O Ministério da Saúde decidiu incorporar, nesta quinta-feira (21), a vacina contra dengue ao Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a ministra da Saúde, Nísia Trindade, o Brasil é o primeiro país do mundo a oferecer o imunizante no sistema público universal.
Conhecida como Qdenga, a vacina não será disponibilizada em larga escala em um primeiro momento, mas será focada em público e regiões prioritárias. A incorporação do imunizante foi analisada e aprovada pela Comissão Nacional de Incorporações de Tecnologias no SUS (Conitec).
“O Ministério da Saúde avaliou a relação custo-benefício e a questão do acesso, já que em um país como o Brasil é preciso ter uma quantidade de vacinas adequada para o tamanho da nossa população. A partir do parecer favorável da Conitec, seremos o primeiro país a dar o acesso público a essa vacina, como um imunizante do SUS. E, até o início do ano, faremos a definição dos públicos alvo levando em consideração a limitação da empresa Takeda do número de vacinas disponíveis. Faremos priorizações”, explicou a ministra da Saúde, Nísia Trindade.
A estratégia para utilização da quantitativo de vacinas será definida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) e pela Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (CTAI) que também vão estipular o público alvo prioritário e regiões com maior incidência da doença para aplicação das doses. A definição dessas estratégias deve ocorrer nas primeiras semanas de janeiro.
Segundo o laboratório, a previsão é que sejam entregues 5,082 milhões de doses em 2024, entre fevereiro e novembro. O esquema vacinal é composto por duas doses.
O imunizante Qdenga tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com indicação para prevenção de dengue causada por qualquer sorotipo do vírus para pessoas de 4 a 60 anos de idade, independentemente de exposição prévia.
Para o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri, a vacina será importante para controlar a dengue no país. “A dengue é uma doença que impacta praticamente todo o território nacional e o controle do vetor vem sendo insuficiente para reduzir as taxas de infecção. Estamos fechando o ano com recorde de óbitos. A vacina, sem dúvida, junto com outras medidas, será um importante instrumento para controle dessa doença”, disse.
Segundo ele, a Organização Mundial da Saúde preconiza entre 6 e 16 anos de idade como a faixa etária ideal de introdução da vacina. Dentro dessa faixa etária, já há outros imunizantes que podem ser associados à aplicação da vacina da dengue e otimizar os atendimentos nos hospitais.
Foi concluída pelo Governo do Estado a obra de pavimentação e drenagem no acesso ao campus do IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul) em Ponta Porã, instalado no Km 14 da BR-463. Com a ação de infraestrutura, o caminho para entrar e sair do instituto ficou mais seguro para centenas de estudantes, professores e outros profissionais que trabalham na unidade de ensino.
Iniciada em fevereiro deste ano, a intervenção na rodovia custou R$ 2,6 milhões – investimentos estaduais executados através da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul), autarquia de obras públicas vinculada à Seilog (Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística).
Segundo o engenheiro da Agesul que fiscalizou o empreendimento, Celso Hirahata, antes da obra, veículos que seguiam pela rodovia no sentido Dourados/Ponta Porã eram obrigados a aguardar no acostamento para ter acesso ao IFMS, tornando o caminho perigoso. A saída do local também era arriscada para quem seguia viagem a Ponta Porã.
Agora, a realidade é diferente. Com a construção da rotatória alongada, o fluxo do trânsito no local foi melhorado, evitando acidentes no acesso ao campus.
O secretário Helio Peluffo, da Seilog (Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística), esteve no local em junho deste ano, acompanhando agenda do governador Eduardo Riedel, e falou sobre o investimento em benefício das pessoas que frequentam o IFMS.
“O acesso ao campus está na BR-463, que é uma rodovia com muita movimentação de carga e turistas. Por isso, nada mais justo e importante ter esta rotatória de acesso. Muito importante para a segurança da comunidade, de quem trafega pela pista”, disse à época o titular da Seilog.
Já é verão no Brasil. Mais precisamente desde a 0h27 desta sexta-feira (22), quando a estação começou em todo o Hemisfério Sul. Depois de um ano marcado por ondas atípicas de calor, a previsão é de temperaturas acima da média histórica, segundo relatório climático produzido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Normalmente, o verão no país é marcado pela elevação de temperatura, dias mais longos do que as noites, chuvas fortes, descargas elétricas e ventos de intensidade moderada a forte. Devido ao fenômeno El Niño, que alterna a distribuição da temperatura da água no Oceano Pacífico, as alterações no clima devem ser mais intensas. No Brasil, os efeitos do El Niño podem se prolongar por toda a estação, que termina em 20 de março de 2024.
Entre os meses de janeiro e março, a Região Norte do país pode registrar calor com valores de 1ºC acima da média histórica. Em relação às chuvas, os estados do Acre, de Roraima, do Amapá e o sudoeste do Amazonas devem ter volumes próximos ou acima da média no trimestre. Outras regiões devem continuar enfrentando um período de seca. É o caso da maior parte do Amazonas, Pará, de Rondônia e do Tocantins.
A Região Nordeste também tem expectativa de temperatura acima da média, principalmente nos estados do Maranhão, Piauí e no norte da Bahia. Há previsão de chuva próxima ou abaixo da climatologia no centro-norte da região. Já no centro-sul, por causa do padrão de águas mais aquecidas do Atlântico Sul, podem ocorrer chuvas mais volumosas.
No Centro-Oeste, a tendência é de calor forte em todos os estados, com valores acima de 1ºC da média histórica. Também é esperada chuva próxima ou acima da média em praticamente toda a região, exceto no oeste de Mato Grosso, que deve ter volume ligeiramente abaixo da climatologia do trimestre.
Na Região Sudeste, as temperaturas devem ficar elevadas em todos os estados, com previsão de valores acima de 0,5ºC da média. A expectativa é que haja maior volume de chuva, principalmente em Minas Gerais, onde ela pode ser mais frequente e mais intensa.
No Sul, é esperado calor próximo ou ligeiramente acima do normal no Paraná, em Santa Catarina e no norte do Rio Grande do Sul. Nas demais áreas do último estado, possibilidade de valores na média ou abaixo dela. As chuvas devem ser mais intensas no Rio Grande do Sul, principalmente na parte sul do estado. Nas demais áreas da região, haverá chuvas irregulares, com totais próximos ou pouco abaixo da média.
Impactos na safra
O Inmet chama a atenção para os impactos do El Niño na safra de verão 2023/24. Nos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e da Bahia, a chuva ficou abaixo da média em outubro e novembro. Assim, os níveis de água do solo estão muito baixos, o que não favorece as fases iniciais dos cultivos de verão. A previsão é que os níveis continuem baixos nos próximos meses, com déficit hídrico e aumento da evapotranspiração devido às altas temperaturas.
No Brasil Central, houve elevação dos níveis de água no solo em algumas áreas, por causa do retorno da chuva nessa segunda quinzena de dezembro. Com exceção do norte de Minas Gerais, o cenário ficou favorável para a retomada do plantio de desenvolvimento dos cultivos de primeira safra.
Para a Região Sul, os volumes de chuva previstos devem manter elevados os níveis de água no solo. Mas a probabilidade de excedente hídrico é menor em algumas localidades. Com a diminuição da chuva em relação aos meses anteriores, a expectativa é de retomar a semeadura das culturas de primeira safra em regiões que estão com atraso.
Enquanto Mato Grosso do Sul se prepara para a Rota Bioceânica, especialistas já apontam algumas tendências e perspectivas do ponto de vista econômico, com a implantação desta nova alternativa para alcançar o mercado asiático. A professora Doutora Luciane Cristina Carvalho, coordenadora do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), estuda a Rota há cinco anos. Para ela, a Rota Bioceânica terá como principal atrativo a inclusão de produtos locais.
“Há perspectiva de ampliar as exportações dos produtos que já são comercializados com o continente asiático e que representam cerca de 50% das exportações de Mato Grosso do Sul. Além disso, haverá uma maior integração regional com os países vizinhos”, garante a pesquisadora.
Na avaliação da pesquisadora, existe uma tendência do aumento na comercialização de carnes, alimentos processados, pescados, vestuários, celulose e minérios.
“Existe ainda a possibilidade da entrada de novos produtos na cesta da balança comercial. Isso vai depender também do empreendedorismo no estado e da oferta, por exemplo, da economia criativa”, avalia.
De acordo a professora, a Rota Bioceânica ainda vai proporcionar a criação de diversos empreendimentos, como por exemplo, o estacionamento de repouso. “Já existe um que foi implantado por uma distribuidora em Porto Murtinho. Mas, poderão surgir outros para suportar o fluxo de trânsito e também a criação de postos alfandegários e espaços para as agências intervenientes do comércio exterior. Em Campo Grande, há expectativa que a capital se torne um hub logístico. É importante a criação de um centro de distribuição e a criação da Estação Aduaneira do Interior (EADI) ou um porto seco”, menciona a professora da UFMS.
Na avaliação da professora da UFMS, Luciane Carvalho, existe a possibilidade da entrada de novos produtos na balança comercial
Só para se ter ideia do potencial econômico da Rota Bioceânica, de janeiro a setembro deste ano, as exportações sul-mato-grossenses contabilizaram cerca de US$ 7,2 bilhões e as importações em torno de US$ 2 bilhões, indicando um superávit de US$ 5,2 bilhões. Junto ao mercado asiático, esta representatividade é ainda mais expressiva, totalizando cerca de US$ 3,2 bilhões para países como a China, Taiwan, Tailândia e Hong Kong.
“As cidades que estão ao longo da Rota podem se aproveitar muito, ofertando aos passageiros produtos e serviços. Há um potencial para novos investimentos privados, o que contribuirá para aumento de emprego, maior arrecadação fiscal para os municípios, incremento no setor de serviços, em especial, o turismo. No entanto, este potencial vai demandar melhoria em infraestrutura, como postos de gasolina, hospedagem, bares e restaurantes, oficinas, lojas de peças automotivas, além da qualificação da mão-de-obra.
Ainda há muitos desafios a serem superados. Em outubro, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil e a União Internacional dos Transportes Rodoviários (IRU) promoveram em Campo Grande o Seminário “A utilização de instrumentos de trânsito internacional para a dinamização do Corredor Bioceânico”.
Por parte do MRE, coube ao ministro João Carlos Parkinson de Castro fazer a palestra sobre as possibilidades do novo corredor internacional e os benefícios da adesão do Brasil à Convenção TIR – Sistema de trânsito internacional da ONU que permite o transporte de mercadorias através de vários países. Para ele, a implantação da Rota é a concretização da reconfiguração geoeconômica brasileira.
Com relação aos produtos que poderão ser transportados pela Rota, Parkinson afirma que serão de maior valor agregado e que possam ser conteinerizados. “O Corredor se presta essencialmente para a movimentação de cargas em contêineres. Isto significa que poderemos ter óleos de soja, proteínas animais, algodão, celulose, por exemplo. ”
Para o ministro do MRE, o traçado tortuoso da Rota pelos Andes, com altitudes superiores a 4 mil metros, com subidas e descidas, dificulta a movimentação de grandes carretas com cargas a granel. Na avaliação do diplomata brasileiro, a carga a granel só será possível se tiver avanços com a integração ferroviária. “Para isso, é necessário, a cooperação de países como a Argentina, que promova investimentos no trecho de 50 km de Yacuiba (Bolívia) até Salta (Argentina) e que precisam ser reabilitados para o escoamento através da Malha Oeste, Ferrovia Boliviana Oriental e Belgrano Cargas Norte”, complementa.
Parkinson avalia que frutas, crustáceos, conservas, pescados, bebidas, açúcar, arroz., sucos e outros complexos devem compor a Rota
Em sua apresentação, o ministro Parkinson avalia que a Rota pode trazer uma redução de custos de cerca de 49% podendo chegar até 68%, em comparação com o caminho tradicional pelo Atlântico, via os portos de Santos e Paranaguá. Os produtos elencados, por ele, para atravessarem, via Rota Bioceânica, são as frutas, crustáceos, conservas, pescados, bebidas, açúcar, arroz, sucos e complexos de soja e milho.
Já na avaliação do professor Francisco Bayardo Mayorquim Horta Barbosa, doutorando em Engenharia da Produção e docente da UFMS, as empresas que optarem em distribuir seus produtos pela Rota Bioceânica vão ampliar mais facilmente suas operações, provavelmente, em função de um frete mais competitivo.
“A Rota se tornará competitiva para produtos como a carne bovina. Hoje, a carne produzida no Mato Grosso do Sul utiliza três caminhos rodoviários para alcançar o Chile. O primeiro, via Foz do Iguaçu, no Paraná; o segundo, via Dionísio Cerqueira, em Santa Catarina; e a terceira via é por meio de São Borja, no Rio Grande do Sul. Praticamente, 50% sai pelo estado gaúcho até chegar a área central do Chile. Não estamos aqui nem comentando a carne que segue para a Ásia pelo porto de Paranaguá”, argumenta.
O traçado tortuoso da Rota dificulta a movimentação de grandes carretas com cargas a granel – Foto: Sílvio de Andrade
Para o professor Francisco, que estuda em seu doutorado a Contabilidade Ambiental, a Rota poderá proporcionar ao Mato Grosso do Sul dobrar a quantidade de exportação de proteína animal para o Chile.
Francisco analisa também que é imprescindível ter uma carga de retorno para baratear o frete. “Outros produtos estão na pauta de retorno, como por exemplo, o sal. Os grãos não são competitivos para rodar 2 mil km até alcançar o Chile.”
Ainda segundo o estudioso, outras cidades podem também se juntar à capital como locais logísticos, é o caso de Sidrolândia e Jardim, que podem se tornar pontos de apoio.
Ele acredita que os maiores desafios no contexto da Rota, ainda é a qualificação profissional em regiões como Porto Murtinho, além da conectividade digital e postos de abastecimento de combustíveis.
Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS Foto: Bruno Rezende Foto capa: divulgação