Presidente Lula fará pronunciamento de Natal neste domingo
O presidente Luiz Inácio Lula Silva fará um pronunciamento em cadeia de rádio e televisão na noite deste domingo (24). O discurso será transmitido às 20h30. No tradicional pronunciamento de Natal, Lula fará um balanço das ações do governo ao longo de 2023.

Em mensagem nas redes sociais na última sexta-feira (22), Lula disse que 2023 foi para recuperar o país e 2024 será de mais trabalho para melhorar a vida das pessoas.
De acordo com o Palácio do Planalto, o presidente vai passar o Natal com a família no Palácio da Alvorada, residência oficial. Após o Natal, o presidente ainda deve descansar por mais alguns dias. Até o momento, não foi informado se o presidente viajará durante as festividades de fim de ano.
Em mandatos anteriores, Lula costumava passar o réveillon na Base Naval de Aratu, próxima a Salvador, na Bahia. O local tem acesso controlado pela Marinha. Ele já se hospedou na unidade este ano, durante o feriado de Corpus Christi, em junho.
Mega da Virada: veja os números que mais foram sorteados
A Mega da Virada de 2023, cujo sorteio está marcado para 31 de dezembro, tem prêmio recorde estimado em R$ 570 milhões. Na história do jogo, que começou em 2009, alguns números tiveram destaque e apareceram mais do que outros.
De largada, o 10 é a dezena mais sorteada, aparecendo cinco vezes: nos anos 2009, 2010, 2017, 2018 e 2022. O número 5 vem na sequência, dando as caras quatro vezes: em 2014, 2016, 2018 e 2022.
Um fato curioso é que, em 2018, quando dois dos números mais queridinhos apareceram, a loteria chegou a contar com 52 vencedores. Lembrando que ninguém chegou a faturar o prêmio sozinho.
Já aqueles que se fizeram presentes em três anos são os números 3, 20, 33, 34, 36 e 58.
Veja a ocorrência de cada dezena na tabela abaixo:
Se a estratégia é apostar naqueles que ainda podem vir, outras 19 dezenas estão disponíveis, pois não apareceram em nenhuma das 14 edições do sorteio. São elas: 7, 8, 9, 13, 19, 21, 26, 28, 39, 44, 48, 54, 60.
Veja os números sorteados na Mega da Virada
- 2022: 4 – 5 – 10 – 34 – 58 – 59
- 2021: 12 – 15 – 23 – 32 – 33 – 46
- 2020: 17 – 20 – 22 – 35 – 41 – 42
- 2019: 3 – 35 – 38 – 40 – 57 – 58
- 2018: 5 – 10 – 12 – 18 – 25 – 33
- 2017: 3 – 6 – 10 – 17 – 34 – 37
- 2016: 5 – 11 – 22 – 24 – 51 – 53
- 2015: 2 – 18 – 31 – 42 – 51 – 56
- 2014: 1 – 5 – 11 – 16 – 20 – 56
- 2013: 20 – 30 – 36 – 38 – 47 – 53
- 2012: 14 – 32 – 33 – 36 – 41 – 52
- 2011: 3 – 4 – 29 – 36 – 45 – 55
- 2010: 2 – 10 – 34 – 37 – 43 – 50
- 2009: 10 – 27 – 40 – 46 – 49 – 58
Como apostar na Mega da Virada
Para apostar na Mega da Virada 2023/2024, basta ir até uma casa lotérica ou realizar a operação online, por meio do aplicativo ou pelo portal Loterias Caixa, com o valor mínimo de R$ 30.
Outra opção, disponível para quem é cliente Caixa, é o Internet Banking. Para jogar, é necessário escolher de seis a 20 números no volante, que conta com 60 números no total.
O valor da aposta simples, com 6 números, é de R$ 5,00.
É possível apostar de três formas:
- Apostas simples: Basta marcar de 6 a 20 números dentre os 60 disponíveis no volante. O valor muda conforme a quantidade de número escolhidos;
- Surpresinha: O sistema das Loterias escolhe de forma aleatória os números para o jogador;
- Bolão: Apostas realizadas em grupo também é uma possibilidade, disponível para indicar em cada volante.
Entenda como aconteceram as extinções em massa e como será a próxima
Nenhuma espécie dura para sempre, a extinção faz parte da evolução da vida.
Mas, pelo menos cinco vezes, uma catástrofe biológica engolfou o planeta, matando a grande maioria das espécies da água e da terra durante um intervalo geológico relativamente curto.
O mais famoso destes eventos de extinção em massa, quando um asteroide colidiu com a Terra há 66 milhões de anos condenando os dinossauros e muitas outras espécies, é também o mais recente. Os cientistas dizem, no entanto, que ele não será o último.
Muitos investigadores argumentam que estamos no meio de uma sexta extinção em massa, causada não por uma rocha espacial do tamanho de uma cidade, mas pelo crescimento excessivo e pelo comportamento transformador de uma única espécie: o Homo sapiens. Os humanos destruíram habitats e desencadearam uma crise climática.
Os cálculos de um estudo de setembro publicado na revista PNAS sugeriram que grupos de espécies animais relacionadas estão desaparecendo a uma taxa 35% vezes superior à taxa normalmente esperada.
E embora toda extinção em massa tenha vencedores e perdedores, não há razão para supor que os seres humanos, neste caso, estariam entre os sobreviventes.
Na verdade, o co-autor do estudo, Gerardo Ceballos, pensa que o oposto poderá acontecer. A sexta extinção em massa pode transformar toda a biosfera, ou a área do mundo hospitaleira para a vida, num estado em que poderá ser impossível para a humanidade persistir, a menos que uma ação dramática seja tomada.
“A biodiversidade irá se recuperar, mas os vencedores (são) muito difíceis de prever. Muitos dos perdedores nestas extinções em massa passadas foram grupos incrivelmente bem-sucedidos”, disse Ceballos, investigador sênior do Instituto de Ecologia da Universidade Nacional Autônoma do México.
Embora as causas das “cinco grandes” extinções em massa tenham variado, compreender o que aconteceu durante estes capítulos dramáticos da história da Terra, e o que emergiu na sequência destes cataclismos, pode ser instrutivo.
“Ninguém viu estes acontecimentos, mas estão numa escala que pode se repetir. Temos (que) aprender com o passado porque esse é o nosso único conjunto de dados”, disse Michael Benton, professor de paleontologia de vertebrados na Universidade de Bristol, no Reino Unido, autor do novo livro “Extinctions: How Life Survives, Adapts and Evolves”.
Um dia realmente ruim: o asteroide que mata dinossauros e a anomalia do irídio
Embora os paleontólogos tenham estudado os fósseis durante séculos, a ciência da extinção em massa é relativamente nova.
A datação radiométrica, baseada no decaimento radioativo natural de certos elementos como o carbono, e outras técnicas revolucionaram a capacidade de determinar com precisão a idade de rochas antigas na segunda metade do século passado.
Os desenvolvimentos prepararam o terreno para o trabalho do falecido físico Luis Alvarez, ganhador do Prêmio Nobel, e de seu filho geólogo Walter, professor de ciências da Terra e planetárias na Universidade da Califórnia.
Junto com outros dois colegas, eles foram coautores de um artigo sensacional de 1980 sobre a “anomalia do irídio”, uma camada de rocha sedimentar com 1 centímetro de espessura rica em irídio, um elemento raro na superfície da Terra, mas comum em meteoritos.
Os investigadores atribuíram a anomalia, que identificaram inicialmente em Itália, Dinamarca e Nova Zelândia, ao impacto de um grande asteroide. Eles argumentaram que a camada incomum representava o momento exato em que os dinossauros desapareceram.
Encontrada pela primeira vez com ceticismo, a anomalia do irídio acabou sendo detectada em cada vez mais lugares ao redor do mundo.
Uma década mais tarde, um grupo diferente de investigadores identificou a arma fumegante: uma cratera de 200 quilômetros de largura ao largo da costa da Península de Yucatán, no México.
A rocha e os sedimentos tinham uma composição semelhante às camadas de irídio, e os cientistas sugeriram que a depressão, chamada cratera Chicxulub, foi causada pelo impacto de um asteroide.
Os pesquisadores acreditam que as outras anomalias detectadas em todo o globo foram causadas pela dispersão de detritos quando a rocha espacial atingiu a Terra.
A maioria dos paleontólogos aceita agora que o asteroide causou o que é conhecido como extinção do final do Cretáceo.
O ataque desencadeou um período de arrefecimento global, com poeira, fuligem e enxofre expelidos durante o impacto, bloqueando o sol e provavelmente interrompendo a fotossíntese, um processo fundamental para a vida.
Um sítio de fósseis em Dakota do Norte forneceu um nível de detalhe sem precedentes sobre como foi aquele dia e suas consequências imediatas.
Choveram detritos, alojando-se nas guelras dos peixes, enquanto enormes ondas de água semelhantes a um tsunami desencadeadas pelo ataque mataram dinossauros e outras criaturas. Os cientistas até descobriram que o asteroide colidiu com a Terra na primavera.
O desaparecimento de enormes dinossauros criou um mundo no qual os mamíferos — e, em última análise, os humanos — conseguiram prosperar.
E os dinossauros não eram os perdedores totais que parecem às vezes ser: os cientistas agora acreditam que os pássaros que voam em nossos quintais evoluíram diretamente de parentes menores do Tyrannosaurus rex.
Após a impressionante descoberta da dupla Alvarez, inicialmente pareceu aos cientistas que o impacto de uma rocha espacial poderia ser um mecanismo geral que explicasse todos os eventos de extinção em massa identificados no registo geológico.
Mas a extinção do final do Cretáceo é a única associada de forma confiável a um asteroide, de acordo com Benton.
Um culpado diferente, no entanto, explica vários episódios de extinção menores e pelo menos duas extinções em massa, incluindo a maior já registada.
Vulcões apocalípticos que causaram o aquecimento global
Algo conhecido como evento hipertérmico, um aquecimento repentino do planeta, significou a ruína para grandes segmentos da vida na Terra em mais de uma ocasião.
Estes eventos seguiram um padrão previsível: erupção vulcânica, libertação de dióxido de carbono, aquecimento global, chuva ácida, acidificação dos oceanos. O resultado foi um caminho mais longo para o esquecimento do que o anteroide que mata dinossauros, mas igualmente destrutivo.
O maior cataclismo em massa de todos os tempos, denominado extinção do final do Permiano, ocorreu há 252 milhões de anos.
Cerca de 95% das espécies desapareceram em terra e no mar como resultado do aquecimento global, com as temperaturas a subindo entre 10 °C e 15 °C, conforme observou Benton no seu livro.

Conhecido como “A Grande Morte”, o evento de extinção foi marcado por erupções super vulcânicas que expeliram gases com efeito de estufa numa região do tamanho da Austrália conhecida como Armadilhas Siberianas, na Eurásia.
Isso levou a chuvas ácidas extremas que mataram a vida vegetal e deixaram a superfície terrestre rochosa à medida que a precipitação levava solo rico para os oceanos, que por sua vez ficaram inundados de matéria orgânica, explicou Benton.
No entanto, no vazio que se seguiu surgiram diferentes criaturas que evoluíram a partir dos sobreviventes, exibindo muitas novas formas de existência com características como penas, cabelos e locomoção rápida, disse Benton.
“Uma das grandes mudanças em terra, ao que parece, foi um grande aumento na energia de tudo”, explicou ele.
“Todos os répteis sobreviventes rapidamente tornaram-se eretos em vez de (abaixados e) esparramados. (Alguns animais) tornaram-se de sangue quente de alguma forma porque rastreamos as penas desde os primeiros dinossauros do Triássico e seus parentes mais próximos, e do lado dos mamíferos, rastreamos a origem do cabelo.”
Quando os dinossauros ficaram grandes
Outro período de atividade vulcânica extrema, há 201 milhões de anos, marcou a extinção em massa do final do Triássico e tem sido associado à dissolução do supercontinente Pangeia e à abertura do Oceano Atlântico central.
Muitos répteis terrestres desapareceram como resultado desse evento catastrófico, abrindo caminho para os imponentes saurópodes e comedores de plantas blindados comumente vistos em livros infantis sobre dinossauros.
“Os dinossauros já existiam, mas não se diversificaram totalmente”, disse Benton. “E então, no início do Jurássico, os dinossauros realmente decolaram.”
Mais atrás no tempo, um evento de extinção em massa que encerrou o Período Devoniano, uma era geológica em que a vida prosperou na terra pela primeira vez, também foi atribuído a um evento hipertérmico provavelmente desencadeado pela atividade vulcânica há 359 milhões de anos, de acordo com o livro de Benton.

Outra pesquisa publicada em 2020 sugeriu que múltiplas explosões estelares, conhecidas como supernovas, podem ter desempenhado um papel importante.
Logo se seguiu um período menos compreendido de resfriamento mundial. Pensa-se que estas crises gêmeas, separadas por apenas 14 milhões de anos, levaram a rápidas mudanças na temperatura e no nível do mar que resultaram na perda de pelo menos 50% das espécies do mundo.
Elas também exterminaram muitos peixes blindados, as primeiras plantas terrestres e animais, como os que estavam fazendo a transição da água para a terra.
A perda resultante de espécies marinhas abriu caminho para a idade de ouro dos tubarões durante o Período Carbonífero, quando os predadores dominaram os mares e evoluíram para incluir uma variedade de espécies com diferentes formas.
A queda das temperaturas e do nível do mar
As temperaturas mais frias e uma queda drástica no nível do mar, talvez até 10°C mais frio e 150 metros mais baixo, respectivamente, desempenharam um papel importante no primeiro evento de extinção em massa identificado, o fim do Ordoviciano, segundo Benton.
Essa mudança, que ocorreu há cerca de 444 milhões de anos, levou ao desaparecimento de 80% das espécies numa época em que a vida se limitava principalmente aos mares.
O que desencadeou a extinção foi o enorme supercontinente Gondwana (hoje América do Sul, África, Antártica e Austrália) à deriva sobre o Pólo Sul durante o Ordoviciano.
Quando uma massa de terra cobre a região polar, a calota polar reflete a luz solar e retarda o derretimento, resultando numa calota polar em expansão que reduz o nível do mar globalmente.
Somando-se ao cataclismo estava a atividade vulcânica. No entanto, neste caso, não pareceu aumentar as temperaturas globais. Em vez disso, o fósforo da lava e das rochas vulcânicas foi levado para o mar, devorando o oxigénio vital dos oceanos.
A iminente sexta extinção em massa
Um número crescente de cientistas acredita que um sexto evento de extinção em massa de magnitude igual aos cinco anteriores tem ocorrido nos últimos 10.000 anos, à medida que os humanos deixaram a sua marca em todo o mundo.
O dodô, o tigre da Tasmânia, o baiji ou golfinho do rio Yangtze e o rinoceronte negro ocidental são apenas algumas das espécies que desapareceram até agora no que é conhecido como extinção do Holoceno ou Antropoceno.
Embora a perda de uma única espécie seja devastadora, Ceballos, da Universidade Nacional Autônoma do México, destacou que o episódio contínuo de extinção está mutilando galhos muito mais grossos da árvore da vida, uma metáfora e modelo que agrupa entidades vivas e mapeia suas relações evolutivas.
Categorias inteiras de espécies ou gêneros relacionados estão desaparecendo. Esse processo, segundo ele, está afetando ecossistemas inteiros e colocando em perigo a sobrevivência da nossa própria espécie.
Ceballos e o coautor do estudo, Paul Ehrlich, professor emérito de estudos populacionais do Bing na Universidade de Stanford, avaliaram 5.400 gêneros de animais vertebrados, excluindo peixes.
Um único gênero agrupa uma ou mais espécies diferentes, mas relacionadas — por exemplo, o gênero Canis inclui lobos, cães, coiotes e chacais.
A análise da dupla descobriu que 73 gêneros foram extintos nos últimos 500 anos. Isto é muito mais rápido do que a taxa de extinção “de fundo” esperada, ou a taxa à qual as espécies morreriam naturalmente sem influência externa.
Na ausência dos seres humanos, estes 73 gêneros teriam levado 18 mil anos para desaparecer, disseram os pesquisadores.
As causas destas extinções são variadas, como alterações no uso dos solos, perda de habitat, desflorestação, agricultura, espécies invasoras, caça excessiva e a crise climática. Mas, todas estas mudanças devastadoras têm um fio condutor comum: a humanidade.
Ceballos apontou a extinção do pombo-passageiro, que era a única espécie do seu gênero, como um exemplo de como a perda de um gênero pode ter um efeito cascata num ecossistema mais vasto.
A perda da ave, resultado da caça imprudente no século 19, reduziu a dieta humana no leste da América do Norte e permitiu que os ratos de patas brancas, que abrigavam bactérias e estavam entre suas presas, prosperassem.
Além disso, alguns cientistas acreditam que a extinção do pombo-passageiro, combinada com outros fatores, está por trás do atual aumento de doenças transmitidas por carrapatos, como a doença de Lyme, que afeta tanto humanos como animais, de acordo com o estudo.
Não só as ações destrutivas dos seres humanos têm o potencial de corroer a nossa qualidade de vida a longo prazo, mas os seus efeitos em cascata podem eventualmente prejudicar o nosso sucesso como espécie, de acordo com Ceballos.
“Quando perdemos gêneros, estamos perdendo mais diversidade genética, estamos perdendo mais história evolutiva e estamos perdendo (muitos) outros bens e serviços ecossistêmicos que são muito importantes”, explicou.
Enquanto os ramos da árvore da vida desaparecem, a distribuição de certas espécies animais torna-se mais homogeneizada. O mundo alberga cerca de 19,6 bilhões de galinhas, 980 milhões de porcos e 1,4 bilhões de bovinos.
Em alguns casos, a agricultura intensiva pode desencadear surtos de doenças, como surtos de gripe aviária, que afetam as explorações avícolas e aumentam o risco de propagação em aves migratórias selvagens.
Outros animais de criação atuam como hospedeiros de vírus que infectam humanos, com potencial para causar pandemias como a Covid-19.
Em última análise, o planeta pode e irá sobreviver muito bem sem nós, acrescentou Ceballos. Mas, tal como a anomalia do irídio deixada pela rocha espacial que destruiu os dinossauros, como seriam os vestígios finais da civilização humana no registo geológico?
Alguns cientistas apontam para vestígios geoquímicos de testes de bombas nucleares , especificamente de plutônio, um elemento radioativo amplamente detectado em todo o mundo em recifes de coral, núcleos de gelo e turfeiras.
Outros dizem que poderia ser algo totalmente mais mundano, como uma camada fossilizada de ossos de galinha, a ave domesticada criada industrialmente e consumida em todo o mundo em quantidades gigantescas, que foi deixada como o legado definidor da humanidade para sempre.
Uva-passa, chocolate e mais: saiba o que os pets não podem comer na ceia de Natal
Os pets fazem parte da família de seus tutores e sempre estão presentes nas festas de fim de ano. Por isso, é importante saber o que eles podem ou não comer nas ceias de Natal e Réveillon. Para facilitar essa busca e garantir que os bichos não passem mal nessa época de confraternização, o RPet preparou uma lista de alimentos para identificar o que é favorável para a dieta dos animais domésticos.
Júnior Borja, sócio-fundador da Garbo Pet Professional, explica como a alimentação interfere no físico e na aparência dos bichos. “O animal precisa ter uma alimentação mais natural. Comer comida, de fato! Não restos de comida. Isso reflete na saúde da pele, do pelo e na longevidade do cão. Quanto mais comida natural o bicho puder comer, melhor será”, diz.
Alimentos proibidos aos pets
De acordo com Monique Paludetti, veterinária nutróloga da Pet Care, alguns alimentos podem causar complicações à saúde dos cães. “Chocolate, por exemplo, contém substâncias extremamente tóxicas aos pets”, explica.
Além do doce feito com cacau, a uva e a uva-passa também são um problema sério. “Elas podem causar sérias complicações renais e devem ser totalmente evitadas”, conta.
Segundo Borja, o café e o abacate são tóxicos, e as macadâmias devem ficar longe dos pets. O consumo delas pode causar hipertermia, tremores musculares, fraqueza nas pernas e vômitos.
Ele acrescenta que a cebola e o alho, alimentos presentes no cotidiano dos humanos, não são alternativas favoráveis para os animais. O consumo deles pode gerar fraqueza, letargia e falta de apetite. Isso ocorre porque esses alimentos contêm compostos sulfóxidos e dissulfóxidos, que podem danificar as células vermelhas do sangue do bicho e causar anemia.
Alimentos permitidos
Monique afirma que, para o pet aproveitar a ceia, os tutores podem oferecer frutas, como pera, maçã, mamão e melão, carnes de vaca, frango, peru ou cordeiro — sem ossos ou temperos — e legumes e verduras.
Ela lembra que, mesmo que esses alimentos sejam permitidos, não é indicado deixar os animais comerem a noite toda. “O excesso de alimentos, além de favorecer o ganho de peso, também pode resultar em mal-estar. Um agrado ou petisco não deve ultrapassar 10% das calorias diárias ingeridas pelo pet”, ensina.
Caso o animal coma algum alimento que não é aconselhável, o ideal é procurar ajuda de um veterinário e evitar administrar medicamentos por conta própria.
Condições climáticas afetam cultivos na Região Sul
Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (21/12), na região de Bagé, Uruguaiana e Barra do Quaraí, produtores de moranga Cabotiá enfrentaram dificuldades na implantação das lavouras. Várias áreas estabelecidas enfrentaram perdas totais devido à alta incidência de fungos e ao apodrecimento das raízes.
Para minimizar os impactos das altas temperaturas ocorridas em 16/12 e 17/12, produtores de folhosas estão ativando estruturas de proteção com sombrites e utilizando irrigação complementar. Nas propriedades sem disponibilidade de irrigação, os efeitos do calor excessivo e da radiação solar intensa começam a afetar as plantas.
Na região de Ijuí, as olerícolas estão apresentando bom desenvolvimento, com melhora na qualidade dos produtos. As culturas de mandioca, batata-doce e abóbora cultivadas a campo estão crescendo rapidamente, porém, a abóbora enfrentou um aumento na incidência de oídio nas folhas basais. No cultivo de tomate envarado a campo, há relatos de abortamento de flores e menor formação de frutos. Já os cultivos em ambiente protegido apresentam bom desenvolvimento, baixa incidência de doenças, frutos de bom calibre, mas com sabor menos acentuado. Nas folhosas, observa-se um desenvolvimento satisfatório, apesar do aumento da podridão do colo ou esclerócio. Não houve variação de preço para as olerícolas em relação ao período anterior.
Na região de Pelotas, a radiação solar intensa e as temperaturas elevadas têm beneficiado a implantação de novas áreas de produção. Os olericultores retomaram a formação de novas áreas das principais hortaliças de verão devido às condições meteorológicas favoráveis. A colheita de cebola continua e se intensifica na região, substituindo as compras e o fornecimento via Ceasa de Porto Alegre. As colheitas de tomate e pimentão começaram, e espera-se um abastecimento pleno nos mercados locais e regionais assim que estas se intensificarem.
Polícia Civil apura morte a facadas de adolescente de 14 anos em Amambai
Vilson Nascimento
A Polícia Civil trabalha para desvendar formalmente a morte, a golpes de faca, de um jovem de 14 anos e a tentativa de assassinato de seu suposto comparsa, fato ocorrido na manhã desse domingo, 24 de dezembro, em Amambai.
Segundo levantamentos realizados pela investigação junto a testemunhas, a vítima fatal e a outra vítima, um homem que segundo a polícia tem várias passagens e até o final da manhã desse domingo estava em paradeiro incerto, teriam furtado, dias atrás, pertences de um pequeno comerciante da cidade.
Na ocasião o comerciante teria ameaçado a dupla de morte, caso voltasse a praticar tal alto, mas na noite desse sábado (23) para domingo os dois indivíduos teriam voltado a praticar furto no estabelecimento do comerciante, levando roupas e calçados.
Como forma de vingança, na manhã desse domingo, armado com uma faca, o comerciante teria se deslocado até uma casa onde a dupla estava, localizada na região da Vila Indiana e esfaqueado os dois.
Depois de ferido com várias facadas o adolescente teria tentado fugir, mas acabou caindo e morrendo na rua. Seu suposto comparsa no suposto furto também teria sido esfaqueado, segundo a polícia, mas acabou fugindo do local.
De acordo com a Polícia Civil, após esfaquear a dupla o comerciante também teria se apoderado de uma motocicleta e fugido. Equipes de investigação da Delegacia de Polícia Civil de Amambai trabalham no caso.
Atenção: Matéria exclusiva do grupo A Gazeta. Proibida a reprodução total ou parcial sem que sejam citadas as respectivas fontes.
Agems chega aos 22 anos superando desafios e consolidando a inovação como principal meta
Aos 22 anos de criação, a Agência Estadual de Regulação (AGEMS) atinge a marca de 100% de metas cumpridas no ano, se tornando modelo e promovendo a entrega de serviços públicos cada vez melhores ao cidadão. Dando transparência e participação social a esses resultados, a Agência lançou a revista comemorativa de 2023, com o registro das principais realizações e perspectivas para o próximo ano.
Em 156 páginas, a publicação destaca a essência das entregas, valoriza a contribuição individual e coletiva de cada servidor e confirma como a gestão voltada para a inovação vem se consolidando em Mato Grosso do Sul e no Brasil.
“Esse é um produto que nos da muito orgulho, porque traz um grande recorte do que a Agência fez no ano, fruto de muito trabalho da direção, das áreas técnicas, dos setores que atuam de forma transversal. É uma ferramenta para prestar contas e nos comunicarmos de forma muito transparente com toda a sociedade”, conta a Diretora de Inovação e Relações Institucionais, Rejane Monteiro, coordenadora do projeto da revista.
Ideias que em 2022 eram projetos, neste ano se tornaram realidade. Projetos que estavam engatinhando, ganharam a maioridade. Inovações que desafiaram a capacidade da Agência, saíram do papel para se tornarem práticas premiadas. É um pouco de tudo isso que a Revista AGEMS 2023 deixa registrado.
Na apresentação da publicação, o diretor presidente, Carlos Alberto de Assis, sintetiza como a regulação em MS vive um novo momento e como a ampliação do diálogo com os usuários, com prestadores de serviço, com a sociedade, e com a equipe é essencial para atingir o patamar pretendido.


“Temos um grande desafio, mas com uma equipe técnica preparada, aliadas as novas ferramentas de modernização, estamos trabalhando com planejamento e responsabilidade para projetar a Agência de Regulação do Serviços Públicos de MS como referência em âmbito nacional”. (Carlos Alberto de Assis)
Em mensagem preparada especialmente para publicação da AGEMS, o governador Eduardo Riedel destaca avanços desse primeiro ano de gestão que comprovam como a velocidade e a capacidade de realizações na regulação se tornam essenciais no projeto de desenvolvimento sustentável do Estado.
“No plano interno, com as contas em ordem, o maior investimento público por habitante do Brasil, forte atração de novas empresas e negócios e um ciclo virtuoso de crescimento, decidimos pela menor alíquota de ICMS em vigor no país, que vai baratear o custo da energia, das telecomunicações e impactar produtos e serviços de diferentes setores, criando as condições necessárias para um rápido avanço da nossa competitividade”. (Eduardo Riedel)
A Revista AGEMS 2023 já está disponível em formato digital, e pode ser acessada pelo site da Agência. Clique aqui para conhecer a publicação.
Imagens: Arte Rodrigo Lupatini – revista AGEMS
Com investimento superior a 188 milhões, Sanesul expandiu os sistemas de água e esgoto ao longo de 2023
O ano de 2023 ficará marcado como um período determinante para a Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul), companhia referência nacional em saneamento básico, que concretizou um investimento histórico, ultrapassando a marca de R$ 188 milhões.
Os recursos destinados à área de saneamento nos 68 municípios do Estado, incluindo obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário, somam R$ 188.345.803,35 até outubro deste ano.
Por determinação do governador Eduardo Riedel, o investimento significativo da empresa em saneamento é um exemplo notável de compromisso com o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul.
Segundo o diretor-presidente da companhia, Renato Marcílio, a ampliação dos serviços essenciais reflete não apenas uma visão estratégica, mas também um impacto positivo direto na qualidade de vida dos cidadãos sul-mato-grossenses.
Esse valor substancial ao longo desses meses do ano permitiu à empresa manter e também ampliar sua presença, levando sistemas de água e esgoto a novas regiões atendidas.
Renato Marcílio compartilha sua visão sobre o sucesso dos empreendimentos realizados ao longo de 2023, destacando a importância estratégica desses investimentos para o desenvolvimento sustentável e o bem-estar das comunidades onde empresa detém a concessão dos serviços de água e esgoto.
“Estamos extremamente satisfeitos com os resultados alcançados em 2023. O investimento milionário não só fortaleceu a infraestrutura existente, mas também possibilitou que levássemos nossos serviços a áreas que há muito ansiavam por melhorias no saneamento básico,” afirmou o dirigente da estatal.
Ao longo do ano, a Sanesul concentrou seus esforços em projetos que visavam a expansão de sistemas de água e esgoto. Com um planejamento meticuloso, a empresa conseguiu atingir todas as regiões de sua área de abrangência, proporcionando acesso a serviços essenciais a milhares de pessoas.
“A expansão dos nossos sistemas representa um avanço operacional para a Sanesul e, acima de tudo, um compromisso com a qualidade de vida das comunidades que servimos. É gratificante vermos a diferença concreta que fazemos na vida das pessoas,” acrescentou o diretor-presidente.
Renato Marcílio ressaltou que o investimento maciço da Sanesul não se limitou apenas à infraestrutura física, mas também abrangeu a implementação de tecnologias de ponta. Novos sistemas de monitoramento e gestão foram incorporados para otimizar a eficiência operacional e garantir a entrega de serviços de alta qualidade.

“Nosso compromisso com a sustentabilidade também foi reforçado. Buscamos constantemente soluções que minimizem o impacto ambiental, ao mesmo tempo em que garantimos o acesso a recursos hídricos seguros para as gerações futuras,” enfatizou ele.
A Sanesul atende 68 dos 79 municípios do Estado, com investimentos substanciais em obras de fornecimento de água e de expansão de rede de esgoto, agora sob a responsabilidade da Ambiental MS Pantanal, a partir da consolidação da PPP (Parceria Público-Privada) com o grupo Aegea.
Apesar de o sistema de água ser universalizado, a companhia garante a segurança hídrica nos municípios sob a sua responsabilidade, perfurando novos poços onde é necessário visando ampliar a captação do produto, atendendo as demandas das prefeituras.
As obras incluem perfuração de poços, construção de reservatórios e ETA (Estação de Tratamento de Água), ligação de rede coletora e implantação de ETEs (Estação de Tratamento de Esgoto), entre outras obras complementares.
Perspectiva para o futuro
Faltando poucos dias para encerrar o ano, a diretoria da empresa expressa otimismo em relação ao futuro. Projetos inovadores estão em andamento, visando superar os padrões estabelecidos em 2023.
Renato Marcílio diz que a previsão de investimentos da companhia no setor de saneamento até 2026 é de R$ 456.640.817,70.
“O compromisso da Sanesul em expandir e aprimorar as infraestruturas de abastecimento de água tratada e esgotamento sanitário reflete a visão do governador Eduardo Riedel em promover um Estado mais saudável, próspero e sustentável para todos os moradores”, assegura.
Área de cobertura
A área de cobertura do esgoto é de 62% e o objetivo é Mato Grosso do Sul antecipar a meta estabelecida pelo novo marco legal do saneamento que prevê a universalização do sistema até 2033.
Entre as cidades com a área de cobertura avançada estão Alcinópolis (99%), Santa Rita do Pardo (99%), Tacuru (99%), Três Lagoas (99%), Paranaíba (98,36%), Japorã (96,76%), Bonito (96.13%), Ponta Porã (94,09%), Por Murtinho (92,29%), Dourados (85,07%), Chapadão do Sul (84,39), Ribas do Rio Pardo (83,91) e Jateí (83,15%).
Com um investimento milionário que deixará um legado duradouro, a Sanesul encerra o ano de 2023 com conquistas notáveis e uma visão clara para um futuro sustentável e próspero.
Comunicação Sanesul
O impacto da irrigação nos grãos brasileiros
Em 2023, a agricultura brasileira enfrentou desafios significativos nos setores de grãos, café, cana-de-açúcar e citros. A empresa líder em irrigação, Netafim, analisou as condições de mercado e climáticas, destacando obstáculos específicos em cada setor.
No caso dos grãos, o Coordenador Agronômico da Netafim, William Damas, apontou para a normalização dos preços das commodities, mas ressaltou incertezas políticas e desafios climáticos, como o El Niño. O início da safra 2023/24 foi desafiador, resultando na hesitação dos produtores em investir, o que se refletiu em uma redução na demanda por máquinas e novas tecnologias ao longo do ano.
“Com o El Niño, ocorreram muitas chuvas no sul do país, e abaixo da média na região central, ocasionando atrasos nos plantios de soja com prováveis e consideráveis perdas de produtividade para o grão. Como destaque, grandes regiões produtoras no Estado do Mato Grosso que já contabilizam perdas no início do desenvolvimento do cultivo da soja, principal grão produzido no estado e no Brasil”, detalhou Damas
Quanto ao futuro, o aumento do uso da irrigação, especialmente do gotejamento subterrâneo, busca assegurar a irrigação completa das áreas produtivas, oferecendo segurança frente a instabilidades climáticas e de mercado. Recomenda-se investir em tecnologias, como a irrigação, para aumentar a segurança e potencializar a produtividade, enfrentando incertezas climáticas e garantindo uma produção sustentável. O gotejamento subterrâneo é enfatizado como ferramenta estratégica para irrigar 100% da área produtiva, proporcionando segurança e garantia de produção diante das diversas instabilidades.
“O gotejamento é uma ferramenta estratégica para que o produtor consiga irrigar 100% de sua área produtiva, por meio da harmonização de sistemas de irrigação, tendo segurança e garantia de produção frente às instabilidades diversas, de mercado e climáticas”, finalizou Damas.
Fogos de artifício: manuseio adequado garante segurança nas festas de fim de ano
Entre tantos costumes que embalam as festas de final de ano, a queima de fogos de artifício é uma das atrações que, tradicionalmente, está presente neste período. Além de enfeitar o céu, o espetáculo se tornou característico por marcar celebrações com muita luz e cor, encantando pessoas de todas as idades.
Apesar da beleza e tradição, os fogos de artifício também podem representar grande perigo para a população. Apresentando maiores riscos antes de ser lançado ao céu, o artefato pode causar acidentes irreversíveis como queimaduras, perda de audição, cegueira, cortes e até amputação de membros.
Além disso, com as férias escolares e a presença de crianças em casa, o material exige um cuidado ainda maior. De acordo com Eduardo Tracz, Capitão Subcomandante Metropolitano do CBMMS (Corpo de Bombeiros Militar), os responsáveis devem atentar-se às crianças próximas aos fogos de artifício não só no manuseio, mas também em seu armazenamento.
“Ter fogos de artifício junto com crianças em casa é perigoso, tem algumas crianças que são meio atentadas. A recomendação é sempre afastar do alcance e monitorar o bolso das crianças para ver se não estão com fósforo ou isqueiro, se não ela pode querer se divertir e acabar tendo um acidente”.
Ainda, o consumo de bebidas alcoólicas associado ao manejo de fogos de artifício, também aumenta as chances de acidentes. “Quem for mexer com fogos de artifício não deve beber porque geralmente nessas festas sempre tem familiares, vizinhos e amigos, o que coloca todos em risco. O correto é evitar ao máximo misturar bebida alcoólica com fogos de artifício”.
Cuidados a serem tomados
Entre as medidas para evitar acidentes com fogos de artifícios, o primeiro passo é conferir que o material seja certificado tanto pelo Corpo de Bombeiros quanto pelo Exército Brasileiro antes da compra. “Isso vai garantir que você compre um produto de qualidade, certificado, e ainda vai minimizar os riscos de qualquer acidente”, afirma o Capitão Tracz.
Outras medidas de segurança incluem:
- Ler atentamente as orientações presentes no rótulo do produto;
- Não soltar fogos de artifício em locais fechados;
- No caso de rojões de papelão, não sobrepor um ao outro e colocar sua base no chão, nunca soltar da mão;
- Posicionar o topo do foguete para cima, de forma perpendicular ao solo, nunca na diagonal;
- Atentar-se ao efeito retardado e não aproximar-se ou tentar reacender o rojão caso ele falhe.
Para mais informações ou em caso de emergências, entre em contato com o Corpo de Bombeiros Militar pelo telefone 193.
Heloisa Duim, Programa de Estágio Remunerado
Foto: Chico Ribeiro/Arquivo
Probabilidade de chuvas embalam véspera de Natal de sul-mato-grossenses
Nesta véspera de Natal, o tempo segue com probabilidade de chuvas de intensidade fraca a moderada e, pontualmente, chuvas mais intensas e tempestades acompanhadas de raios e rajadas de vento.
De acordo com o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), as instabilidades neste domingo (24) ocorrem devido a atuação de uma área de baixa pressão atmosférica sobre o Paraguai e a aproximação de uma frente fria oceânica no estado. Ainda, a passagem de cavados aliada ao transporte de calor e umidade também causam impacto no clima.
Campo Grande começa o dia com 23°C e atinge os 31°C. Em Dourados, os termômetros marcam 23°C inicialmente e chegam aos 32°C. Ponta Porã e Iguatemi, na região Sul, têm mínimas de 23°C e máximas de 31°C. Anaurilândia apresenta variação entre 23°C e 33°C.
Porto Murtinho, no Sudoeste do estado, marca 27°C pela manhã e 35°C no período da tarde. Na região pantaneira, Corumbá tem mínima de 26°C e máxima de 34°C, já em Aquidauana os valores variam entre 25°C e 33°C.
No Bolsão, os valores em Paranaíba registram variação entre 22°C e 31°C, enquanto Três Lagoas tem mínima de 23°C e 33°C. Coxim e Camapuã, na região Norte, apresentam temperaturas semelhantes, com mínimas de 24°C e máximas de 31°C.
Heloisa Duim, Programa de Estágio Supervisionado
Aplicativo Celular Seguro ultrapassa 500 mil registros em 3 dias
A plataforma Celular Seguro, aplicativo do governo que bloqueia smartphones e aplicativos digitais, em caso de perda, roubo ou furto do aparelho, ultrapassou a marca de 500 mil cadastros de usuários, até as 15h desta sexta-feira (22), portanto, três dias após o lançamento feito pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em parceria com a Agência Nacional de telecomunicações (Anatel) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).. 

O app é gratuito e pode ser acessado pelo site Celular Seguro do Ministério da Justiça e Segurança Pública ou nas lojas de aplicativos online. No Google Play Store, para celulares com sistema operacional Android, foram feitos 465.150 mil downloads. Em aparelhos iPhone (sistema iOS) foram contabilizados 194 mil downloads. Com isso, o aplicativo foi o mais baixado do país por dois dias seguidos.
Ao todo, a ferramenta recebeu 2.544 alertas de usuários referentes a perdas, roubos ou furto de aparelhos, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública. O secretário-executivo da pasta, Ricardo Cappelli, declarou que esses números demonstram confiança das pessoas nas ações do Ministério diante de problemas.
“Temos o compromisso de resolver os problemas mais graves da população. É assim em relação ao crime organizado, aos crimes violentos letais intencionais e também no combate ao roubo e furto de celulares. Realizamos ações que impactam positivamente o cotidiano da sociedade.”
Cadastro
O aplicativo foi criado para prevenir o uso indevido de celulares roubados ou furtados, por meio de notificações da situação de forma mais rápida das operadoras e instituições bancárias e de crédito. Com apenas um clique, o usuário pode preservar dados habitualmente armazenados nos celulares, como número de CPF e senhas.
Para fazer o cadastro o Celular Seguro, antes, o usuário deve acessar a própria conta no portal Gov.br, com login do CPF e senha. Não há limite para o cadastro de números, mas eles precisam estar vinculados ao CPF para que o bloqueio seja efetivado.
A pessoa cadastrada poderá indicar outras de sua confiança, que estarão autorizadas a efetuar os bloqueios, caso o titular tenha o celular roubado, furtado ou extraviado.
De acordo com o MJSP, até a tarde de sexta-feira, 331.470 pessoas de confiança foram incluídas.
Também é possível que a própria vítima bloqueie o aparelho acessando o site por um computador. Além disso, é possível acessar o aplicativo por meio de navegadores, como o Google Chrome e o Microsoft Edge, e registrar a ocorrência, de forma simples.
Bloqueio
Em um processo simples, o cidadão poderá acionar os bancos e sua operadora telefônica para o bloqueio do acesso remoto às contas e o sinal do aparelho. O bloqueio não é imediato e pode variar conforme a instituição bancária, em até 24 horas após o registro do sinistro.
Após o registro de perda, roubo ou extravio do celular, os bancos que aderiram ao projeto farão o bloqueio das contas.
De acordo com a Febraban, o bloqueio dos aparelhos celulares, por meio dos códigos dos IMEIs dos aparelhos, que funcionam como uma “impressão digital” única de cada celular. Este número de identificação, IMEI, permite que as operadoras identifiquem os aparelhos conectados à sua rede de telefonia móvel. O número IMEI pode ser acessado no menu “Configurações” do aparelho e fica disponível na aba “Sobre o telefone”. O número do IMEI aparecerá junto aos números de telefone, modelo e série do aparelho. Outra forma de encontrar o IMEI do celular é procurar na nota fiscal do aparelho ou na embalagem.
O corte das linhas telefônicas, porém, entrará em vigor até fevereiro de 2024.
Para conhecer as empresas que já aderiram ao aplicativo, o usuário pode conferir os termos de uso da plataforma. Até o momento, já aderiram à iniciativa 12 bancos: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander, Itaú, Banco Inter, Sicoob, XP Investimentos, Banco Safra, Banco Pan, BTG Pactual e Sicredi.
Recuperação de dados
O Ministério afirma que não há a opção de bloqueio temporário. Caso o aparelho seja recuperado, o usuário terá que entrar em contato com a operadora de telefonia e com os demais parceiros do Projeto Celular Seguro, como bancos e aplicativos, para reativar seus acessos.
Fake news
Por fim, o Ministério da Justiça e Segurança Pública alerta os donos de celulares para fake news que estão sendo espalhadas na rede sobre o funcionamento do Celular Seguro. Ele afirma que o governo federal não acessa nenhum dado que esteja no telefone do usuário. Nem envia e-mails ou links para que o usuário acesse a plataforma.
Entenda o que é o chip da beleza condenado por entidades médicas
O “alarmante e crescente” uso de implantes hormonais, frequentemente contendo esteróides anabolizantes, tem sido motivo de preocupação de especialistas em endocrinologia, obesidade e ginecologia. O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, recebeu de sete entidades médicas um pedido público de providências quanto ao uso indiscriminado de implantes hormonais no Brasil. 

Chamados de “chip da beleza”, os implantes são prescritos como estratégia para emagrecimento, tratamento da menopausa, antienvelhecimento, redução da gordura corporal, aumento da libido e da massa muscular. Segundo as entidades, eles podem conter inúmeras substâncias, embora normalmente sejam compostos por testosterona ou por gestrinona, um progestágeno com efeito androgênico. Combinações contendo estradiol, oxandrolona, metformina, ocitocina, outros hormônios e NADH também são produzidas.
Não aprovados pela Anvisa para uso comercial e produção industrial, os implantes hormonais são manipulados, não possuem bula ou informações adequadas de farmacocinética, eficácia ou segurança. A exceção é o implante de etonogestrel, chamado de Implanon, que é aprovado como anticoncepcional.
Os médicos alertam que não existe dose segura para o uso de hormônios para fins estéticos ou de performance e os efeitos colaterais dos dispositivos podem ser imprevisíveis e graves, com os riscos ultrapassando qualquer possível benefício.
“Casos de infarto agudo do miocárdio, de tromboembolismo e de acidente vascular cerebral vêm se tornando frequentes. Complicações cutâneas, hepáticas, renais, musculares e infecções estão associadas ao uso dos implantes. Manifestações psicológicas e psiquiátricas, como ansiedade, agressividade, dependência, abstinência e depressão são cada vez mais comuns”.
As entidades pedem que a Anvisa aprimore o controle do uso de esteroides anabolizantes e regulamente a manipulação de medicamentos somente pela via de administração na qual o medicamento foi registrado. “Uma via diferente necessita de dados científicos publicados de eficácia, segurança e desfechos a longo prazo”.
As entidades que assinam o pedido são a Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
A Anvisa ainda não se manifestou sobre o pedido das entidades.
Fazenda Flamboyant vence nos pênaltis e título da Copa Santa Rosa de Suíço 2023 fica em Amambai

Vilson Nascimento
A equipe da Fazenda Flamboyant, de Amambai, venceu o União Bom Fim de Laguna Carapã pelo placar de 22×21 as cobranças de penalidades após empate sem gols no tempo normal de jogo e conquistou, na noite dessa sexta-feira, dia 22 de dezembro, o título da edição 2023 da Copa Santa Rosa, uma das mais tradicionais competições de futebol suíço da região de fronteira, no Cone Sul do Estado, realizada anualmente, em Amambai.
Com a conquista do título por parte da Fazenda Flamboyant, a equipe Time dos Amigos, também de Amambai, que havia perdido para os campeões em uma das semifinais pelo placar de 4×1, acabou ficando com a terceira colocação do campeonato.
Apesar de perder o título, o União Bom Fim teve o artilheiro do certame, o jogador Alexandre Alves e também o goleiro menos vazado do campeonato, que foi o Carlos Henrique.
Categoria veterana

Na categoria veterana da Copa Santa Rosa 2023, que teve a frente da coordenação o Ramão Batista Júnior, o “Fubica”, a equipe do Mooca Sênior, da cidade de Ponta Porã foi a campeã ao bater na final do time Corralito, de Coronel Sapucaia, pelo placar de 4×0.
Nessa categoria o artilheiro foi o jogador Anderson Tarley e o goleiro menos vazado foi o Rafa Júnior, ambos do time campeã, o Mooca Sênior.
Além da presença de um grande público, autoridades de Amambai estiveram presentes no campo da Chácara Santa Rosa prestigiando as finais da com petição regional. Entre elas a presidente da Câmara Municipal de Amambai, vereadora Lígia Borges e o advogado e vereador no município, Dr. Odil Puques.
O prefeito de Amambai, Dr. Edinaldo Bandeira foi representado na ocasião pelo secretário de desporto e cultura da prefeitura local, Ronaldo Mayr, o “Ronaldinho”.
















Realizado há 14 anos em Amambai, Natal Solidário Amigos da Janete Córdoba 2023 acontece neste sábado

Vilson Nascimento
Está programada para acontecer na tarde deste sábado, dia 23 de dezembro, a edição 2023 do Natal Solidário Amigos da Janete Córdoba, em Amambai.
Promovido há 14 anos pela gerente executiva da Pax Primavera, hoje vereadora no município, Janete Córdoba, com apoio de seus familiares e amigos voluntários, o Natal Solidário deste ano, que acontece na Rua Lourival Nunes Vargas, esquina com a Rua Monte Castelo, nas proximidades da Igreja São Vicente Pallotti, está previsto para iniciar a partir das 13h.
Segundo Janete Córdoba, o evento, que a exemplo das edições anteriores será aberto a toda a sociedade amambaiense, terá brincadeiras diversas, inclusive com um parquinho infantil montado a base de brinquedos infláveis, distribuição de guloseimas e, ao final, como já é uma tradição, Janete Córdoba com traje de Mamãe Noel fará a distribuição de brinquedos para as crianças e sorteio de brindes para os pais presentes no evento.
“Queremos convidar a toda a população amambaiense, em especial aos pais e mães para levarem seus filhos para participaram com a gente dessa tarde mágica e cheia de diversão”, enfatizou Janete Córdoba ao destacar que o Natal Solidário foi uma iniciativa de sua autoria, mas só alcança o sucesso que vem alcançando ano a ano graças a parceria e o apoio de seus familiares e dosa amigos voluntários que participam da organização.























