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sábado, 11 de julho de 2026
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ANS define regras para notificação de inadimplente de plano de saúde

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Plano de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) definiu que a notificação de usuários de planos de saúde inadimplentes, que poderá resultar no cancelamento do contrato, poderá ser feita por meios eletrônicos, como e-mail, mensagem para celulares e aplicativo.ANS define regras para notificação de inadimplente de plano de saúdeANS define regras para notificação de inadimplente de plano de saúde

A agência reguladora divulgou, nesta sexta-feira (29), as novas regras sobre como deverá ser feita a notificação. A norma foi publicada no dia 20, no Diário Oficial da União (Resolução Normativa 593/2023) e passará a valer em 1º/04/2024.

O diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Alexandre Fioranelli, afirma que a nova norma moderniza a comunicação dos beneficiários por inadimplência. “A publicação desse normativo preenche algumas lacunas que existiam e moderniza a regulamentação, à medida que traz os meios eletrônicos, que facilitam a comunicação, tanto para o beneficiário como para a operadora.”

Meios de notificação

De acordo com a nova norma, as operadoras dos planos de saúde devem fazer a notificação por inadimplência por meios eletrônicos e usar os dados do cadastro do beneficiário, informados pelo contratante à operadora.

Entre os meios eletrônicos possíveis, a ANS lista o e-mail com certificado digital e com confirmação de leitura; mensagem de texto para telefones celulares; mensagem em aplicativo de dispositivos móveis que permita a troca de mensagens criptografadas; e ligação telefônica gravada com confirmação de dados pelo interlocutor.

Porém, a notificação realizada por mensagem de SMS ou aplicativo de dispositivos móveis, somente terá validade se o usuário responder confirmando ter ciência.

A ANS ainda permite a comunicação com o consumidor nos formatos anteriores, como por carta ou por meio de um representante da operadora, um preposto, com o devido comprovante de recebimento da notificação assinado pelo contratante.

Para quem

A nova regulamentação se aplicará aos contratos celebrados após 1° de janeiro de 1999 e àqueles que foram adaptados à Lei 9.656/1998.

Valem para quem não tiver pago as mensalidades nas modalidades de plano de saúde individual ou familiar, para o empresário individual que contrata um plano coletivo empresarial ou para aquele que paga a mensalidade de plano coletivo diretamente à operadora.

A exclusão do beneficiário, a suspensão ou a rescisão unilateral do contrato por falta de pagamento somente será possível se houver, no mínimo, duas mensalidades não pagas, consecutivas ou não, no período de 12 meses.

Notificação

A operadora deverá notificar o usuário até o quinquagésimo (50º) dia da inadimplência, como pré-requisito para exclusão do beneficiário do plano, suspensão ou até a rescisão unilateral do contrato por iniciativa da operadora, devido ao não pagamento.

Se a notificação ocorrer após o 50º dia, será considerada válida se for garantido, pela operadora, o prazo de dez dias, contados da notificação, para que seja quitado o débito. Mas, a operadora deverá comprovar  a notificação do consumidor sobre a inadimplência, com a respectiva data da notificação.

No texto da notificação, devem constar informações para o completo entendimento do consumidor: número de dias da inadimplência, indicação dos meses com pagamento em atraso; formas e o prazo para o pagamento da dívida e, consequentemente, regularização do contrato; bem como os contatos do plano de saúde para esclarecimento de dúvidas.

Nos casos em que a operadora não conseguir notificar o consumidor, a norma definiu que o cancelamento do plano somente poderá ocorrer após dez dias da última tentativa de contato com o beneficiário. A operadora deverá comprovar que houve tentativa de notificação por todos os meios autorizados.

Decreto regulamenta acesso à informação para dar mais celeridade e atender melhor a população

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Foi publicado nesta sexta-feira (29) no Diário Oficial do Estado o decreto que regulamenta no âmbito do Poder Executivo Estadual, o acesso à informação conforme a LAI (Lei de Acesso à Informação).

O decreto traz a descentralização de alguns serviços realizados pela equipe da Ouvidoria-Geral, da CGE-MS (Controladoria-Geral do Estado de Mato Grosso do Sul), para serem executados por representantes indicados pelos gestores de todos os órgãos da Administração Direta, pelas autarquias e pelas fundações do Poder Executivo Estadual.

“Com a nova determinação assinada pelo governador Eduardo Riedel e pelo controlador-geral do Estado, Carlos Girão, haverá mais celeridade nos trâmites e nas devolutivas para o cidadão. Em 2024, a equipe da Ouvidoria-Geral cadastrará os responsáveis designados de cada secretaria, autarquia e fundação para terem os acessos necessários ao sistema Fala.BR e trabalharem de acordo com as novas orientações legais”, afirma o ouvidor-geral, Álvaro Carneiro de Oliveira Neto.

Ele acrescenta que “neste início dos trabalhos as orientações, suporte e acompanhamento necessários serão efetuados pela equipe da Ouvidoria-Geral”, revela.

No artigo 4º da publicação foram estabelecidas as competências da CGE-MS. “coordenar as atividades de acesso à informação, atuando de modo articulado com os órgãos e as entidades do Poder Executivo Estadual, responsáveis por informações, para compatibilização dos procedimentos internos e o exercício das competências específicas”.

O documento ainda trata sobre transparência ativa e passiva, tratamento das informações pessoais e também a respeito das entidades privadas sem fins lucrativos que receberem recursos públicos, para realização de ações de interesse público.

LAI

A Lei de Acesso à Informação foi sancionada em novembro de 2011, mas entrou em vigor a partir de maio do ano seguinte. Ela permite que qualquer cidadão solicite dados da administração pública – Direta e Indireta – sem a necessidade de apresentar motivo para a demanda.

A norma instituiu o direito de acesso às informações de órgãos governamentais, das esferas da União, Estados e Municípios, acabando com a possibilidade de “sigilo eterno” de documentos.

Entidades privadas sem fins lucrativos que recebam, para realização de ações de interesse público, recursos públicos diretamente do orçamento ou por meio de auxílios sociais, contrato de gestão, termo de parceria, convênios, acordos, ajustes ou por outros meios parecidos também estão submetidas à regra.

Karla Tatiane, CGE-MS 
Foto: Ariane Sodré

Aneel mantém bandeira verde nas contas de luz em janeiro de 2024

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (29) que no mês de janeiro a bandeira tarifária será verde. Desta forma, os consumidores não terão custo extra nas contas de luz.Aneel mantém bandeira verde nas contas de luz em janeiro de 2024Aneel mantém bandeira verde nas contas de luz em janeiro de 2024

De acordo com a agência, a continuação da bandeira verde no início do próximo ano é porque as condições favoráveis de geração de energia permanecem. Há 21 meses o país tem adotado a bandeira verde após o fim da escassez hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril de 2022

O que são as bandeiras tarifárias

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos, que variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Quando a bandeira de escassez hídrica vigorou, de setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, o consumidor pagava R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

Confira as novas regras para aposentadoria em 2024

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Quem está contando os anos ou dias para se aposentar deve levar em conta como as novas regras aprovadas pela Reforma da Previdência causam efeitos em 2024. São as regras de transição que valem para quem já trabalhava antes de 13 de novembro de 2019 e contribui com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As contas que o trabalhador deve fazer para se aposentar são atualizadas todos os anos, conforme prevê a reforma.Confira as novas regras para aposentadoria em 2024Confira as novas regras para aposentadoria em 2024

Uma das possibilidades é se aposentar pelo sistema dos pontos. Para saber quantos pontos o trabalhador contabiliza, é necessário somar a idade com o tempo de contribuição. Em 2024, para as mulheres, são necessários 91 pontos (com pelo menos 30 anos de contribuição). Para os homens, 101 pontos (com 35 anos no sistema do INSS). Os tempos mínimos no sistema do INSS não se alteram.

Esses números sobem ano a ano. Em 2025, por exemplo, a somatória desses pontos será 92 para mulheres e 102 para homens. Essa regra de transição vai até 2035, quando mulheres precisarão somar 102 e homens, 105.

Outra possibilidade de aposentadoria seria pela idade mínima (para quem não tem os pontos, mas possui o tempo de contribuição necessário). A partir do ano que vem, são 58 anos e 6 meses de idade para mulheres e 63 anos e 6 meses para homens. Essas idades vão aumentando seis meses a cada ano. Para a mulher, chega a 62 anos de idade em 2031, enquanto que, para o homem, aos 65 anos, a partir de 2027.

Pedágio

Existem ainda as regras de transição “do pedágio” , que não mudam no ano que vem. Elas atendem às pessoas que estavam próximas de se aposentar. No pedágio de 50%, a pessoa estaria a dois anos da aposentadoria. 

Nesse caso, mulheres precisariam ter pelo menos 28 anos de contribuição e homens, 33. Prevê a regra que a pessoa precisaria trabalhar por mais metade do tempo que faltava para se aposentar. Se faltasse dois anos para aposentadoria, a pessoa deveria trabalhar três. 

No caso de pedágio de 100%, homens necessitariam ter 60 anos de idade, e mulheres, 57. Faltando dois anos para se aposentar, por exemplo, os trabalhadores teriam que ficar mais quatro anos no serviço.

Taxa de desemprego no trimestre encerrado em novembro cai para 7,5%

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A taxa de desocupação no trimestre encerrado em novembro foi de 7,5%. É o menor índice desde fevereiro de 2015. Especificamente para trimestres terminados em novembro, o índice é o menor desde 2014, quando alcançou 6,6%. Taxa de desemprego no trimestre encerrado em novembro cai para 7,5%Taxa de desemprego no trimestre encerrado em novembro cai para 7,5%

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No trimestre encerrado em agosto, a taxa estava em 7,8%. Já o indicador do trimestre encerrado em agosto de 2022 era de 8,1%.

O resultado foi influenciado pelo número de pessoas ocupadas, estimado em 100,5 milhões, o maior desde que a série histórica foi iniciada, em 2012. O número representa crescimento de 0,9% em 3 meses.

O número de desempregados ficou estável, 8,2 milhões de pessoas. É o menor contingente desde o trimestre encerrado em abril de 2015, quando havia 8,15 milhões de brasileiros procurando trabalho.

Ocupação 

A proporção de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar subiu 0,4 ponto percentual (p.p.) ante o trimestre móvel anterior, alcançando 57%. Das 853 mil pessoas incluídas nesse universo, a maioria, 515 mil, foi contratada com carteira assinada.  

Com esse reforço, o contingente de trabalhadores com carteira assinada soma 37,7 milhões, o segundo maior patamar da série histórica, perdendo apenas para o trimestre encerrado em junho de 2014, quando eram 37,8 milhões. 

O número de empregados sem carteira foi de 13,4 milhões. Apesar de ter ficado estável no período, é o maior da série histórica. 

Das dez atividades econômicas analisadas pelo IBGE, houve aumento no número de ocupados apenas na indústria, 369 mil pessoas, e na construção, 199 mil. As demais atividades permaneceram estáveis. 

“A expansão da atividade de construção ocorreu principalmente por meio da informalidade, com o aumento do emprego sem carteira assinada e por conta própria sem CNPJ, enquanto a indústria impulsionou os trabalhos formais”, disse a coordenadora de Pnad do IBGE, Adriana Beringuy. 

No trimestre, a taxa de informalidade foi de 39,2% da população ocupada, o que representa 39,4 milhões de trabalhadores informais. Nos três meses anteriores, a taxa tinha sido 39,1%. 

Rendimento 

O rendimento médio real do trabalhador chegou a R$ 3.034, aumento de 2,3% no trimestre. Em relação ao ano passado, a alta foi de 3,8%. No trimestre, esse crescimento foi mais acentuado entre os empregados com carteira assinada no setor privado (2,1%) e os trabalhadores por conta própria com CNPJ (7,6%).  

“Na comparação anual, nenhuma forma de inserção apresentou queda no rendimento, seja no trabalho formal, seja no informal. Todos registraram variação positiva”, ressalta a pesquisadora do IBGE. 

A pesquisa do IBGE é feita com uma amostragem de 211 mil domicílios em todo o país e busca informações sobre qualquer forma de trabalho, como contratados com carteira assinada, por conta própria e informais.  

Caged 

Outra estatística de referência sobre o mercado de trabalho é o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), compilado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que coleta dados apenas de admissões e demissões de trabalhadores com carteira de trabalho.  

A mais recente divulgação, nesta quinta-feira (28), apontou que novembro teve um saldo positivo de mais de 130 mil vagas. No acumulado de janeiro a novembro foram gerados no país 1.914.467 postos de trabalho.

Em entrevista prefeito Dr. Bandeira fala sobre ações da administração em 2023 e aponta boas perspectivas para Amambai em 2024

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O prefeito de Amambai, Dr. Edinaldo Bandeira (PSDB)- Foto: Vilson Nascimento/Reprodução

Vilson Nascimento

Em entrevista a reportagem do grupo A Gazeta, o prefeito Dr. Edinaldo Bandeira (PSDB) fez um balanço dos trabalhos da administração durante o decorrer do ano de 2023 e fez projeções otimistas para Amambai em 2024.

Durante a entrevista Dr. Bandeira destacou a retomada e conclusão, em 2024, por meio de parceria com a Câmara Municipal, da conclusão do Centro de Educação Infantil da Vila Doriane, a vinda para Amambai do IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul), que vai funcionar na Escola Agrícola e trazer vários cursos e destacou a vinda de um curso de medicina para Amambai, que vai oferecer 60 vagas, parte delas para crianças de famílias carentes que estudam em escola pública e receberão bolsas integrais.

Assista a entrevista na íntegra

Dr. Bandeira também destacou a conquista para Amambai de um recurso vindo do exterior que, segundo ele, com a contrapartida da prefeitura e apoio do Governo do Estado, vai possibilitar a implantação do tão sonhado anel viário, que vai tirar o tráfego pesado do centro da cidade.

Ainda também durante a entrevista o prefeito Dr. Bandeira fez um breve balanço das ações da administração por secretarias.

Virada na Praça promete agitar o réveillon em Amambai

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Por meio da Secretaria Municipal de Desporto e Cultura (SEDESC) e da Secretaria Municipal de Comunicação Social (SECOM), a Prefeitura de Amambai realiza, no dia 31 de dezembro, mais uma edição da Virada na Praça para comemorar a chegada de 2024.

A programação reunirá atrações musicais que farão a alegria da população durante as festividades de réveillon, celebrando a chegada do novo ano que se inicia e vibrando juntos as energias positivas para a prosperidade do nosso município.

Os shows ficarão por conta do músico sul-mato-grossense e amigo de Amambai de longa data André Santinni e do grupo Alma Serrana que já conquistou o Brasil valorizando nossas raízes tocando muita vaneira e chamamé.

Todas as famílias amambaienses são convidadas a participar a partir das 21 horas, na Rua Sete de Setembro, ao lado da Praça Coronel Valêncio de Brum, de forma gratuita, compartilhando esse momento especial. É requisitado ainda que compareçam no local com cadeiras e bebidas para maior conforto durante o evento.

“Venha brindar conosco o início de mais um ano, celebrando as nossas conquistas de 2023 e dando boas-vindas à 2024, esperamos você no dia 31 de dezembro, na Praça Central, para a nossa grande festa”, convidou o prefeito Dr. Bandeira.

Fonte: Bruna Corrêa/SECOM

Governo publica MP com medidas para buscar déficit zero em 2024 

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Brasília (DF) 17/10/2023 – O ministro da Fazenda,Fernando Haddad deixando o ministério após reuniões internas. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou nesta sexta-feira (29) a medida provisória anunciada ontem (28) pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com o objetivo de manter o déficit zero nas contas públicas no ano que vem.  Governo publica MP com medidas para buscar déficit zero em 2024 Governo publica MP com medidas para buscar déficit zero em 2024 

As medidas foram anunciadas após derrotas no Congresso, como a derrubada do veto à desoneração da folha de pagamentos de 17 setores da economia, neste mês, que pesaram nas contas públicas, ameaçando o previsto na Lei Orçamentária Anual recentemente aprovada, de déficit fiscal zero – quando há equilíbrio entre receita e gastos públicos.  

São três medidas principais: a reoneração da folha de pagamentos das empresas; a revisão do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse); e a limitação de compensações de créditos tributários obtidos pelas empresas na Justiça.  

“Essas medidas de hoje são reavaliações de projetos que não deram certo. Estamos repondo uma perda de arrecadação para cumprir os objetivos do marco fiscal”, afirmou Haddad em coletiva de imprensa na quinta-feira (28).  “Estamos botando ordem no orçamento”, reiterou o ministro da Fazenda.    

A MP tem validade imediata, mas prevê que alguns pontos devem entrar em vigor apenas em 90 dias, em abril do ano que vem, atendendo a regras da legislação tributária.  

Reoneração da folha de pagamentos 

Uma das propostas mais controversas da MP publicada nesta sexta diz respeito a uma reoneração gradual da folha de pagamentos. A medida substitui uma lei aprovada no Congresso que desonerava a folha de 17 setores da economia. Trechos da lei chegaram a ser vetados por Lula, mas teve o veto derrubado pelos parlamentares.  

A MP prevê que, no lugar da desoneração, deve haver uma reoneração gradual pelos próximos quatro anos da contribuição patronal sobre a folha. Pelos cálculos da Fazenda, o objetivo é recuperar R$ 6 bilhões em arrecadação já no ano que vem.  

O governo não eliminou por completo a desoneração, mas estabeleceu que ela só deve incidir sobre o primeiro salário mínimo recebido pelos empregados. A cota patronal de contribuição à Previdência Social, contudo, fica restabelecida para pagamentos acima desse valor.   

Outra mudança é que, em vez de beneficiar setores inteiros, a medida estabelece grupos esmiuçados por atividade econômica: um composto por atividades de transporte, rádio e televisão e tecnologia da informação; outro com atividades ligadas à indústria têxtil e de calçados, obras de infraestrutura e mercado editorial.  

O primeiro grupo deverá voltar a pagar 10% de contribuição patronal sobre a folha de pagamentos em 2024, alíquota que sobre para 12,5% em 2025, 15% em 2026 e 17,5% em 2027. O segundo grupo será reonerado em 15% em 2024, 16,25% em 2025, 17,5% em 2026 e 18,75% em 2027.  

Vale lembrar que tais percentagens incidem somente sobre o primeiro salário mínimo recebido por cada trabalhador. Acima disso fica restabelecida as alíquotas previstas pela legislação que rege cada setor da economia. De todo modo, a reoneração deve entrar em vigor apenas em 1º de abril de 2024.    

Perse  

Outra medida prevê uma revisão no Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), que foi criado em 2021 para socorrer o setor com uma desoneração total de impostos em meio à paralisação provocada pela pandemia de covid-19. A medida foi inicialmente prevista para durar dois anos, mas neste ano foi prorrogada para cinco anos pelo Congresso.  

Pela MP publicada nesta sexta, o programa deve ser descontinuado pelos próximos dois anos. Em 2024, deve se voltar a cobrar as contribuições sociais sobre o faturamento das empresas. Em 2025 volta a cobrança do Imposto de Renda.  

Na quinta, Haddad disse que desde o início houve um entendimento do Congresso de que o Perse deveria ser revisto caso a renúncia fiscal inicialmente calculada, de R$ 20 bilhões em cinco anos, fosse superada antes desse prazo.  

Pelos cálculos preliminares da Fazenda, somente neste ano o programa já ocasionou a renúncia de no mínimo R$ 16 bilhões, motivo pelo qual o governo decidiu propor a revisão do Perse.  

Por envolver a volta da cobrança de impostos, a reoneração do setor de eventos também deve vigorar somente a partir de 1º de abril.  

Compensações tributárias  

A MP do governo também colocar regras para que as empresas possam compensar junto à Receita Federal os créditos tributários eventualmente obtidos em causa na Justiça contra a administração pública. 

Antes, as empresas podiam compensar 100% desses créditos de uma vez, por vezes eliminando totalmente o pagamento de impostos em determinado ano. Segundo estimativa parcial da Fazenda, somente neste ano foram R$ 65 bilhões em perda inesperada de arrecadação somente com essas compensações.  

Agora, tais compensações ficam limitadas e os créditos tributários somente poderão ser descontados dos impostos a pagar de forma escalonada, mês a mês. A limitação para as compensações vale para créditos acima de R$ 10 milhões, e os limites mensais ainda devem ser estabelecidos em ato do Ministério da Fazenda.  

A medida é a única da MP publicada nesta sexta que entra em vigor de imediato.    

Obra de indústria de etanol de cereais gera 600 empregos em Sidrolândia

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Com 600 homens trabalhando, as obras da fábrica de etanol de cereais da Inpasa em Sidrolândia estão a pleno vapor. Ontem (28), o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, esteve juntamente o secretário executivo de Qualificação Profissional e Emprego, Bruno Bastos, conhecendo o empreendimento.

A obra teve início em setembro. No momento estão sendo erguidos os armazéns que terão capacidade mais de 1 milhão de toneladas de grãos e tanques de fermentação. Além do milho, a indústria também deverá trabalhar com a transformação do sorgo em biocombustível, verticalizando ainda mais o mercado das commodities. Assim como nas demais plantas do grupo, a unidade iniciou as obras com perspectiva de ampliação. Para a construção, a Inpasa contou com a política de incentivo do Governo do Estado.

Obra de indústria de etanol de cereais gera 600 empregos em Sidrolândia

Segundo o secretário Jaime Verruck, a expectativa é de que até meados de janeiro seja liberada pelo Imasul a licença de instalação da indústria. Com isso, a meta é que a planta de etanol comece a operar ainda até o final de 2024.

O investimento total na segunda planta de etanol de milho da Inpasa em Mato Grosso do Sul será de R$ 1,2 bilhão. Em março, no pico da obra, devem ser gerados 2 mil empregos no município.

A Inpasa já opera uma planta em Dourados que tem capacidade para produzir quase um bilhão de litros de etanol por ano, 460 mil toneladas/ano de DDGS e 57 mil toneladas/dia de óleo de milho.

Rosana Siqueira, Semadesc

Fotos: Mairinco de Pauda

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Drogaria Miranda- Fone: 3481-2961

Lula sanciona lei que protege mulheres de violência em bares e shows

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que cria o protocolo Não é Não, mecanismo de combate ao constrangimento e à violência praticada contra mulheres em ambientes como casas noturnas, boates, bares, restaurantes, espetáculos musicais e demais locais fechados ou shows onde haja venda de bebidas alcoólicas.Lula sanciona lei que protege mulheres de violência em bares e showsLula sanciona lei que protege mulheres de violência em bares e shows

A lei 14.786, no entanto, “não se aplica a cultos nem a outros eventos realizados em locais de natureza religiosa”.

A nova legislação detalha alguns dos direitos das mulheres nesses ambientes, e deveres do estabelecimento. Entre eles está o de as mulheres serem imediatamente afastadas e protegidas do agressor, e de serem acompanhadas por pessoa de sua escolha tanto enquanto estiver no estabelecimento como para se dirigirem até seu transporte, caso queiram deixar o local. Estabelece também que caberá à mulher definir se sofreu “constrangimento ou violência”.

Estabelecimentos

Com relação aos deveres dos estabelecimentos, está o de assegurar que haja, na equipe de funcionários, pelo menos uma pessoa qualificada para atender ao protocolo “Não é Não”; e manter em locais visíveis informação sobre a forma de acionar o protocolo, bem como os telefones da Polícia Militar e da Central de Atendimento à Mulher – o Ligue 180.

Também caberá ao estabelecimento certificar-se com a vítima se ela está passando por situação de constrangimento (qualquer insistência física ou verbal por ela sofrida, após manifestada discordância com a interação) e, se for o caso, adotar medidas para preservar a dignidade e a integridade física e psicológica da mulher.

Havendo indícios de violência (situações em que o uso da força tenha como resultado lesão, morte ou dano), o estabelecimento deverá proteger a mulher, afastá-la do agressor, colaborar para a identificação de possíveis testemunhas, acionar autoridades de segurança e isolar o local onde haja vestígios da violência. Caso haja sistema de câmeras de segurança, garantir acesso das autoridades policiais.

O projeto prevê campanhas educativas sobre o protocolo e institui um selo a ser entregue às empresas que cumprirem as medidas, de forma a identificá-las como locais seguros para mulheres.

O poder público manterá e divulgará a lista Local Seguro Para Mulheres com as empresas que possuírem o selo Não é Não – Mulheres Seguras. A nova lei entrará em vigor no prazo de 180 dias.

Prefeito Rogério Torquetti vê 2023 como ano de conquistas relevantes para Tacuru

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Foto: Divulgação

O prefeito de Tacuru Rogério Torquetti ressalta bons momentos de 2023 que trouxeram desenvolvimento para o município e melhoraram a qualidade de vida para toda a população do município.

Segundo ele, entre as maiores conquistas estão a geração de emprego e renda para os moradores com a instalação do Laticínio Nova Tacuru e a construção do novo Silo da C-Vale, além de outras obras estruturantes que mudaram a realidade do município, entre elas novos asfaltos como o da Avenida Francisco Serejo Neto, um sonho concretizado.

Tacuru também recebeu muitos recapeamentos, a construção de uma pista de caminhada e ofereceu apoio a Bacia Leiteira. O pagamento dos servidores esteve sempre em dia, provando a organização das finanças do município e a transparência, sendo que o 13º salário foi prontamente quitado.

O Chefe do Executivo Municipal ressalta ainda a implantação e modernização da malha viária que melhorou diversas vias para o escoamento da produção e para o transporte escolar, oferecendo qualidade e segurança no trânsito rural, junto a outros apoios da gestão aos assentamentos e comunidades indígenas na Agricultura Familiar.

“Foi um ano de muito trabalho feito para a nossa população, conquistamos muito para a nossa gente e esperamos que em 2024 possamos chegar ainda mais longe, oferecendo sempre o melhor e desenvolvendo nossa Tacuru”, concluiu Torquetti.

Tentativas de fraudes a consumidores passaram de 837 mil em outubro

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Comércio eletrônico,Cartão de Crédito

Em outubro, foram contabilizadas 837.419 tentativas de fraude contra consumidores e empresas no Brasil, o que corresponde a uma a cada 3,2 segundos, segundo o Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian. Em relação a setembro, o aumento foi de 2,3%. O segmento com a maior parte das ocorrências foi o de bancos e cartões (50,2%) e o menos visado pelos criminosos foi o de serviços (28,2%). Tentativas de fraudes a consumidores passaram de 837 mil em outubroTentativas de fraudes a consumidores passaram de 837 mil em outubro

De acordo com a Serasa Experian, o crescimento nas tentativas de fraude nos meses finais do ano é marcado pelo aumento nas compras e no uso de crédito. De acordo com a entidade, muitos criminosos tentam roubar identidades para pedir empréstimos e abrir contas em bancos.

“Nesse cenário, a prevenção de fraudes é uma responsabilidade compartilhada entre empresas, consumidores e autoridades regulatórias e todos devem estar atentos para proteger suas informações pessoais e financeiras por meio de ferramentas eficazes. A segurança e autenticação em camadas de proteção, que envolve níveis de tecnologia como biometria facial, verificação de documentos, de dispositivos e identidade, ainda são a melhor opção para identificar quem é quem e, de fato, blindar pessoas e empresas contra golpes”, disse o diretor de Produtos de Autenticação e Prevenção à Fraude da Serasa Experian, Caio Rocha.

Consumidores com idades entre 36 e 50 anos (35,8%) foram os alvos preferidos dos fraudadores, enquanto aqueles que têm até 25 anos tiveram a menor incidência (7%). 

Em outubro, todas as unidades federativas registraram crescimento nas ocorrências fraudulentas, com destaque para a região Norte, que liderou o ranking com as maiores variações em Rondônia (3,1%), Amazonas (2,7%), Acre (2,7%), Tocantins (2,6%) e Roraima (2,6%). Em relação aos locais com mais investidas criminosas, São Paulo teve a maior participação (28,8%) com 241.379.

O indicador ainda mostrou que ocorreram 3.866 investidas fraudulentas a cada um milhão de habitantes no Brasil. No recorte por unidades federativas, o Distrito Federal liderou o ranking (6.376), seguido por Santa Catarina (5.445) e Paraná (5.251).

MP da reoneração vai gerar insegurança jurídica no primeiro dia de 2024, dizem setores econômicos

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Após o anúncio feito nesta quinta-feira (28) pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad de que o governo vai encaminhar ainda neste ano ao Congresso Nacional uma medida provisória com propostas de alteração na atual política de desoneração da folha de pagamento, o Movimento Desonera Brasil, formado pelos 17 setores que mais empregam no país, manifestou preocupação.

Segundo o grupo, a MP “traz insegurança jurídica para as empresas e para os trabalhadores já no primeiro dia do ano de 2024”. Além disso, os setores concordam que a lei que prorroga a desoneração da folha de pagamento por quatro anos, publicada nesta quinta-feira (28) no Diário Oficial da União (D.O.U.), foi aprovada pela maioria no Congresso Nacional, “ratificada pelas duas Casas na derrubada ao veto presidencial”.

Haddad anunciou três matérias que visam substituir a perda de arrecadação federal. São elas: limite para compensações judiciais; programa voltado para a retomada do setor de eventos; e reoneração parcial das empresas. Não há um valor bruto do impacto de todas elas, mas o ministro garantiu que as duas últimas são da ordem de R$ 6 bilhões.

Haddad vai propor uma medida para regular as compensações judiciais acima de R$ 10 milhões. O ministro informou que foram devolvidos cerca de R$ 500 bilhões às empresas. “A União foi condenada a devolver, não para o consumidor, mas para a empresa que recolheu o imposto que cobrou do trabalhador”, disse ela durante uma coletiva de imprensa na manhã desta quinta (28).

Na manifestação, os 17 setores esclarecem que as propostas mencionadas por Haddad não estão claras e sinalizam alterações importantes que não foram discutidas com o Congresso, com o setor empresarial nem com os sindicatos dos trabalhadores. “São propostas que não devem ser impostas à sociedade sem discussão prévia ampla e abrangente, por meio de uma medida provisória”, diz a nota.

O grupo defende propostas alternativas sobre a tributação da folha de pagamento, por meio de um projeto de lei ou que sejam discutidas, como está previsto na próxima etapa da reforma tributária, que deve ser encaminhada pelo governo ao Congresso em até 90 dias após a promulgação da primeira etapa. “Isso, sim, permitirá um debate produtivo sobre as diversas alternativas e o alcance da melhor solução para o Brasil a longo prazo.”

A manifestação contra as propostas do ministro da Fazenda é feita pelas seguintes instituições:

Abert – Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão
Abes – Associação Brasileira das Empresas de Software
Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados
Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos
Abit – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção
Abol – Associação Brasileira de Operadores Logísticos
ABPA – Associação Brasileira de Proteína Animal
Abratel – Associação Brasileira de Rádio e Televisão
ABT – Associação Brasileira de Telesserviços
ANJ – Associação Nacional de Jornais
Assespro – Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
Brasscom – Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais
CICB – Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil
Fabus – Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus
Fenainfo – Federação Nacional das Empresas de Informática
Feninfra – Federação Nacional de Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática
Igeoc – Instituto Gestão de Excelência Operacional em Cobrança
NTU – Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos
OCB – Organização das Cooperativas Brasileiras

Ainda de acordo com o grupo, os 17 setores econômicos empregam atualmente, com carteira assinada, mais de 9 milhões de trabalhadores, tendo criado mais de 300 mil postos de trabalho apenas em 2023 (até agosto). 

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) manifestou preocupação com a reversão gradual da desoneração da folha de pagamentos. A entidade diz em nota que reconhece o esforço do governo para atingir a meta de zerar o déficit das contas primárias no próximo ano. Porém, alerta que a reoneração parcial da folha pode afetar parte dos 1,5 milhão de postos de trabalho formais mantidos pelo setor.

De acordo com Fernando Valente Pimentel, diretor-superintendente da Abit, a entidade está pronta para essa discussão. “Mas não faz sentido nessa altura do campeonato trazer mais insegurança jurídica para as empresas eh ao adentrar o ano de 2024 que esperamos que seja melhor para o nosso setor que foi em 2023,” disse.

Para o senador Rogério Marinho (PL-RN), qualquer ação do governo deveria vir por meio de um projeto de lei, e não por medida provisória. “O governo tenta atropelar o Poder Legislativo e a negociação realizada no parlamento, que culminou na promulgação, pelo Congresso Nacional nesta quinta-feira (28), da Lei que prorroga a desoneração da folha de pagamento até 2027”, afirmou.

Segundo o parlamentar, o governo tem o direito de discutir qualquer matéria tributária, desde que utilize os instrumentos corretos e democráticos. “Ao propor uma Medida Provisória, se sobrepondo à soberania do Congresso, o governo sinaliza uma postura ditatorial e evidencia sua dificuldade em dialogar com o setor empresarial, além de seu desespero com a meta fiscal de 2024, pois sabe que não conseguirá cumpri-la,” acrescentou.

Segundo o senador Ciro Nogueira (PP-PI) o PT quer tirar o salário criando imposto para os sindicatos e aumentar os impostos da folha de pagamentos”. A afirmação foi feita em uma rede social (veja abaixo).

O que é a desoneração?

O objetivo da desoneração é aliviar parcialmente a carga tributária. Pela medida, em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha do funcionário, o tributo pode ser calculado com a aplicação de um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia de 1% a 4,5%, conforme o setor.

A contribuição é feita, mas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento. Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos.

A medida está em vigor desde 2011. Quando a concessão foi implementada, 56 setores eram contemplados, mas o ex-presidente Michel Temer (MDB) sancionou, em 2018, uma lei que removeu 39 segmentos do regime. A medida valeria até 2021, mas foi prorrogada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL) até 2023.

MSGÁS repassa R$ 480 mil de incentivos fiscais para projetos sociais, culturais e assistenciais

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A MSGÁS concluiu o repasse de R$ 480 mil para seis entidades que tiveram projetos selecionados pelo programa de apoio às ações sociais, culturais, esportivas e assistenciais desenvolvido com aporte financeiro de incentivos fiscais. Com esse valor, a Companhia chega ao total de R$ 2 milhões destinados à promoção e desenvolvimento de projetos na comunidade desde 2020. 

Entre os projetos estão o Lar do Idoso e produção de filme sobre Manoel de Barros, um dos maiores ícones da literatura brasileira, importante referência cultural de MS. A Cia. Dançurbana, em atividade há 20 anos, comemora o fato de ter seu segundo projeto selecionado e destaca a importância do apoio financeiro, o que vai permitir seguir ampliando e possibilitando a democratização do acesso aos bens culturais.

Neste ano, foram contemplados projetos da Associação Cultural Dançurbana (R$ 100 mil), Obras Sociais Francisco Thiesen (R$ 110 mil), Polo MS Cinema e Vídeo (R$ 110 mil), Sirpha Lar do Idoso (R$ 80 MIL) e Associação dos Amigos da Criança com Câncer – AACC (R$ 40 mil) e Lar do Idoso Peniel (R$ 40 mil).

MSGÁS repassa R$ 480 mil de incentivos fiscais para projetos sociais, culturais e assistenciais
Projetos atendem população ribeirinha

“A finalidade do programa é apoiar projetos de alcance social, marcando o compromisso da Companhia com o desenvolvimento humano”, iniciativa que já permitiu a destinação de e recursos oriundos do imposto devido pela empresa que, graças à Lei do Incentivo Fiscal, pode ser aplicado em ações de inclusão social, valorização da vida, assistência à criança, idosos e às pessoas com deficiência, as atividades culturais, esportivas e de proteção ao meio ambiente.

Desde o início do programa, em 2020, a empresa publica Edital de Chamada, com regras, critérios e condições de acesso para que o maior número de entidades e instituições possam participar. Neste ano, por conta do alcance, houve recorde de propostas, quatro vezes a média de 30 projetos cadastrados nos anos anteriores.

A participação expressiva foi “uma grata surpresa”, segundo o diretor-presidente da Companhia, Rui Pires dos Santos, atribuindo o grande interesse à forma como a empresa conduziu as etapas de preparação da

Chamada Pública, com ampla divulgação e total transparência e, sobretudo, pelos resultados que o programa obteve nas fases anteriores. “É muito importante o incentivo fiscal, pois permite que uma parcela do imposto gerado pelos negócios da companhia seja aplicada aqui mesmo, dentro do Estado”.

“A possibilidade de ajudarmos a viabilizar projetos na área de atuação da empresa, reforçam e valorizam ainda mais o nosso compromisso socioambiental. É um suporte financeiro que contribui e pode ser decisivo para alcançar a população atendida pelas ações de promoção e assistência”.

A seleção de projetos sociais leva em conta quatro princípios: relevância para a missão da Companhia e para o Estado, acesso democrático, transparência do processo de escolha e acompanhamento que permita o cumprimento dos objetivos de cada ação.

“Nosso desejo é que as ações sociais cresçam e a consciência cidadã se torne mais presente na vida das pessoas. A MSGÁs tem esse objetivo como uma de suas missões, é uma forma de retribuir a confiança que nos é dada como concessionária de um serviço essencial, o que fortalece a presença da companhia na comunidade e seu papel solidário e engajamento nas campanhas de prevenção e combate ao câncer, apoio ao idoso e à criança e a reabilitação da pessoa com deficiência.

Comunicação da MSGÁS
Fotos: Divulgação/MSGÁS

Governo de MS investe mais de R$ 780 mil em reforma de hospital em Novo Horizonte do Sul

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Para melhorar o atendimento na área da saúde em Novo Horizonte do Sul, o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul vai investir aproximadamente R$ 780 mil para a reforma e ampliação do local. Esta é mais uma frente de atuação do Executivo, que trabalha em diversas frentes de desenvolvimento em todas as regiões para fortalecer os municípios do Estado.

O convênio com o município foi celebrado hoje (29) pelo governador em exercício, Gerson Claro e o prefeito de Novo Horizonte do Sul, Aldenir Barbosa do Nascimento, e ainda o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões.

Por meio da SED (Secretaria de Estado de Saúde), o Governo do Estado vai disponibilizar R$ 780.171,60 para a obra.

“Na área da saúde os investimentos são sempre importantes e o planejamento é essencial”, afirmou Claro.

Governo de MS investe mais de R$ 780 mil em reforma de hospital em Novo Horizonte do Sul
Governador em exercício Gerson Claro recebe prefeito de Novo Horizonte do Sul Guga – Foto Álvaro Rezende
Governo de MS investe mais de R$ 780 mil em reforma de hospital em Novo Horizonte do Sul
Governador em exercício Gerson Claro recebe prefeito de Novo Horizonte do Sul Guga – Foto Álvaro Rezende

Obra

Em outubro, o Governo de Mato Grosso do Sul formalizou investimento de mais de R$ 2,5 milhões para restaurar a Avenida Marcos Freire, em Novo Horizonte do Sul. Com aproximadamente 1,1 quilômetros, em duas pistas, a avenida tem grande importância para a população do município e será recapeada para dar mais fluidez e agilidade ao trânsito.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende

Vai viajar? Agems dá dicas para viagens de ônibus mais seguras neste fim de ano

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Com a proximidade do Réveillon, muitas pessoas estão se preparando para viajar, tornando essencial redobrar os cuidados antes e durante a jornada, especialmente para aqueles que optam pelo transporte rodoviário. A Agems (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul) desempenha um papel crucial ao estabelecer normas e fiscalizar a prestação de serviços pelas empresas de linhas regulares e de fretamento.

Carlos Alberto de Assis, diretor-presidente da Agência de Regulação, destaca a prioridade da segurança. “Precisamos tomar todo o cuidado possível, porque estamos falando de vidas. E eu sempre pergunto, quanto vale uma vida? Todos nós sabemos que uma vida não tem preço. Nós estamos aqui para regular e fiscalizar, a fim de oferecer o melhor serviço aos nossos cidadãos”, afirma.

“Desde a compra da passagem em pontos oficiais até o cuidado ao escolher as empresas autorizadas pela Agems, cada precaução é valiosa. A atenção às normas estabelecidas pela Agência e a conscientização sobre a importância de relatar qualquer irregularidade contribuem significativamente para uma viagem mais tranquila”, explica a diretora de Transportes e Rodovias, Caroline Tomanquevez.

Vai viajar? Agems dá dicas para viagens de ônibus mais seguras neste fim de ano
Vai viajar? Agems dá dicas para viagens de ônibus mais seguras neste fim de ano

Então, se você pretende viajar, fique ligado nessas orientações valiosas para garantir viagens seguras e tranquilas neste período festivo:

Compra de Passagem:

-Adquira o bilhete somente em pontos oficiais de venda e com empresas cadastradas.

-Ao escolher grandes transportadoras, que têm pontos nos terminais, essa prática é segura.

-Se optar por vans ou micro-ônibus, certifique-se de que o transportador seja autorizado pela AGEMS, emitindo bilhetes e mantendo cadastro e vistoria do veículo atualizados.

Gratuidade:

-Operadores de transporte devem oferecer as gratuidades garantidas por lei.

-Nos ônibus, 2 poltronas grátis para idosos, 2 para pessoas com deficiência e 2 com 50% de desconto para idosos.

– Nos micro-ônibus, 1 poltrona grátis e 1 com 50% de desconto para idoso, e 1 poltrona grátis para pessoa com deficiência.

Não ao clandestino:

-Não viaje com transportadores clandestinos.

-Solicite ao motorista a verificação de documentos que comprovem seu registro e regularização.

Embarque Seguro:

-Afivele o cinto de segurança após embarcar.

-O risco de ferimentos em acidentes com ônibus é semelhante ao de carros de passeio.

-A Agems exige orientação verbal sobre o uso do cinto antes da saída.

Trajeto:

Em linhas longas, todos os passageiros devem estar sentados.

Denuncie empresas que vendem passagens acima da capacidade, sugerindo que os passageiros viajem em pé.

Turismo:

Empresas de fretamento turístico devem contar com transportadores credenciados pela Agência Reguladora.

Exija a Licença de Viagem Eventual/Turística para confirmar a regularidade da empresa.

Denúncias:

-Em caso de irregularidades, utilize a Ouvidoria da AGEMS.

-Entre em contato pelo WhatsApp (67)3025-9505 e fale com a atendente virtual Gegê.

-Pelo telefone 0800 600 0506, e-mail [email protected] ou preencha o formulário de reclamação no site da AGEMS.

A Agems disponibiliza canais eficientes para informações, dúvidas e reclamações, visando assegurar a qualidade e a segurança das viagens de ônibus durante o período de fim de ano.

Bruna Aquino, Agems

Prestes a encerrar 2023, prefeito Thalles e vice Dr. Bruno comemoram grandes avanços em todas as áreas da administração municipal

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Foto: Divulgação

O município de Itaquiraí está sendo transformado em um grande canteiro de obras, isto porque o prefeito Thalles Tomazelli e o vice, Dr. Bruno, estão conduzindo a prefeitura de maneira responsável e investindo na qualidade de vida das pessoas.

O município não para de avançar, são vários feitos inéditos que estão acontecendo, dentre eles, a reforma, revitalização e ampliação da Praia da Amizade, ponto turístico que irá impulsionar o turismo e deve se concretizar como referência em lazer no sul do estado. São aproximadamente R$ 1 milhão em recursos próprios que estão sendo investidos. Outro fator importante que irá contribuir com o desenvolvimento turístico do município, é a pavimentação asfáltica da MS 488, que liga a área urbana até a prainha e Porto Santo Antônio, obra que está sendo executada pelo governo do estado e tem um investimento de mais de R$ 20 milhões.

Em três anos, o gestor municipal levou drenagem e pavimentação para 3 bairros, proporcionado mais conforto e qualidade de vida para os moradores. Além de todos os investimentos em infraestrutura urbana e rural, saúde, educação, agricultura e assistência social receberam melhorias significativas e são assistidas de perto pelo chefe do executivo.

As estradas rurais do município recebem atenção que garantem a manutenção constantes das vias, garantido trafegabilidade para quem mora na zona rural. O município investe pesado para que os produtores possam desenvolver ainda mais os trabalhos dentro de suas propriedades. Outra novidade para os agricultores familiares é a reforma da Feira do Produtor que foi transformada em um local moderno para que os produtos da agricultura familiar sejam comercializados em um ambiente adequado e organizado. A distribuição de calcário para todos os pequenos produtores é outra melhoria que garante incentivo ao pequeno produtor. Para isso, a Prefeitura está investindo mais de R$ 1 milhão de recursos próprios na compra e transporte do insumo.

As pessoas que mais necessitam de auxílio do poder público passaram a receber, desde 2022, o kit natalino. Uma forma de proporcionar mais alegria para as famílias beneficiárias dos programas Bolsa Família e PAIF. Em Itaquiraí a Assistência Social trabalha para garantir dignidade para todos.

Na educação não foi diferente, todas as unidades de ensino foram reformadas e, algumas ampliadas, no caso, a Escola Municipal Jardim Primavera que recebeu R$ 3 milhões em investimentos. Marcante, assim ficou o dia em que a administração municipal apresentou e entregou os kits de uniformes completos para todos os alunos da rede municipal e anunciou a implantação da educação financeira para os estudantes da rede.

A construção do primeiro ginásio poliesportivo chama a atenção de todos pela sua grandiosidade. Uma obra que tem o aporte do governo do estado e leva um investimento de R$ 6 milhões, que só foi possível através da articulação política direta do prefeito Thalles Tomazelli.

Outra novidade que está chegando é o complexo esportivo. Um investimento de aproximadamente R$ 3 milhões de recursos próprios. Uma obra gigantesca que contará com pista de caminhada, quadra de areia, concha acústica, lanchonete, bancos para descanso, arborização, estacionamento, iluminação de led, enfim, é mais uma marca desse jovem que é destaque no estado.

A nova e moderna Itaquiraí não para de crescer. Esse é o trabalho da dupla Thalles e Bruno.

Clima afeta a produção de hortaliças

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Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, especificamente em Candiota e Hulha Negra, os produtores de sementes de coentro estão atualmente em período de colheita das lavouras. Entretanto, a produtividade tem se mantido abaixo de 1.000 kg/ha, confirmando as previsões de quebra na safra devido às chuvas. A fase de maturação da cenoura também gera perspectivas de resultados abaixo do esperado. Já na Fronteira Oeste, em São Borja, devido aos impactos das condições climáticas adversas, que prejudicaram as culturas de hortaliças, os produtores enfrentam dificuldades para atender à demanda local. Esse cenário tende a se agravar durante o verão, pois muitos produtores carecem de estruturas de proteção, como telas e sistemas de irrigação para amenizar o estresse causado pelas altas temperaturas, conforme os dados do Informativo Conjuntural da Emater/RS.

Na região de Ijuí, a produção de folhosas ainda não está atendendo à demanda necessária. No cultivo de tomate a campo, houve um notável avanço no desenvolvimento das plantas, com folhas mais robustas e hastes mais vigorosas. A floração também se mostrou favorável. Entretanto, persiste a alta incidência de bacteriose em vegetais como repolho, ocasionando menor tamanho nas colheitas devido à antecipação do processo. No cultivo de pepino, apesar do aumento na ocorrência de oídio, a produtividade mantém-se satisfatória.

Já na região de Pelotas, a incidência intensa de radiação solar e o aumento das temperaturas têm permitido a expansão de novas áreas de cultivo de hortaliças, acelerando seu desenvolvimento. O suprimento de hortaliças de alta demanda na região, como tomate, cebola e pimentão, é praticamente suprido pela produção local.

INSS: começa a valer a lista com 165 novas doenças ligadas ao trabalho 

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Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)

As condições de saúde que podem ser causadas ou agravadas pela atividade profissional ou pelo ambiente de trabalho estão entre as maiores causas de afastamentos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Desde 1999, o Brasil tem uma lista com 182 doenças profissionais reconhecidas, que, a partir desta sexta (29), passa a contar com um total de 347 patologias, entre elas a Covid-19.

A LDRT (Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho), do Ministério da Saúde, não era atualizada havia 24 anos. A inclusão de 165 patologias, apontadas como responsáveis por danos à integridade física ou mental dos trabalhadores, foi anunciada em 29 de novembro, com a publicação da Portaria GM/MS nº 1.999/2023 no D.O.U. (Diário Oficial da União), assinada pela ministra da Saúde, Nísia Trindade. A nova lista começa a valer nesta sexta-feira. 

O status de doença relacionada ao trabalho precisa ser reconhecido oficialmente para orientar as decisões do governo e de diferentes órgãos e empresas sobre a saúde do trabalhador. Com a inclusão das novas patologias, o poder público vai poder planejar medidas de assistência e vigilância para tentar evitar essas doenças em locais de trabalho, promovendo medidas para tornar os ambientes profissionais mais seguros e saudáveis.

A lista de condições de saúde provocadas pelo trabalho ou por características da atividade que o trabalhador exerce ganhou, além da Covid-19, itens como: distúrbios muscularesansiedade, depressão, tentativa de suicídio e alguns tipos de câncer. Também foram inseridos transtornos relacionados ao uso excessivo de álcool, drogas e café, pois foi reconhecido que o consumo de determinadas drogas, por exemplo, pode ser uma consequência de jornadas exaustivas e de assédio moral.

Além do Ministério da Saúde, a atualização da LDRT recebeu o parecer favorável dos ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social. Essas alterações dão respaldo para a fiscalização dos auditores do trabalho, favorecem o acesso a benefícios previdenciários e oferecem mais proteção aos trabalhadores que são diagnosticados com uma das doenças da lista.

As 165 novas patologias reconhecidas como doença ocupacional ou laboral foram selecionadas levando-se em conta todas as ocupações e valem para atividades exercidas por trabalhadores formais e informais, que atuem no meio urbano ou rural.

A Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho

A LDRT é um documento composto de duas partes: uma delas apresenta os riscos do ambiente profissional para o desenvolvimento de doenças, e a outra traz a descrição das doenças para identificação, diagnóstico e tratamento. A lista atualizada, com os 347 itens, está disponível no D.O.U. de 27 de novembro de 2023, em anexo à portaria GM/MS nº 1.999/2023.  

As inclusões foram avaliadas durante o 11º Encontro da Renast (Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador), realizado em Brasília entre os dias 27 e 29 de novembro. A Renast foi criada em 2002, envolve o Ministério da Saúde e as secretarias de Saúde de estados, municípios e Distrito Federal e tem um papel estratégico no desenvolvimento da atenção integral à saúde do trabalhador.

De 2007 a 2022, o SUS (Sistema Único de Saúde) atendeu quase 3 milhões de casos de doenças ocupacionais, segundo dados do Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), gerenciado pelo Ministério da Saúde. De todas as notificações, 52,9% estão relacionadas com acidentes de trabalho graves.

Os mesmos dados mostram que 26,8% das notificações foram provocadas por exposição a material biológico; 12,2% resultaram de acidentes com animais peçonhentos; e 3,7% foram decorrentes de LER (lesão por esforço repetitivo) ou Dort (distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho). Em 2023, só até a metade de novembro, já havia mais de 390 mil notificações de doenças relacionadas ao trabalho.

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