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sábado, 11 de julho de 2026
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Preços de fertilizantes devem se manter baixos em 2024

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O mercado brasileiro de armazenamento de fertilizantes tem testemunhado um aumento contínuo na demanda por estruturas flexíveis. Enquanto em 2022 a formação de estoques de segurança predominava, impulsionada por preocupações com os possíveis efeitos da Guerra na Ucrânia, 2023 trouxe um cenário aquecido, motivado pelo notável aumento nas safras agrícolas, que batem recordes consecutivos no Brasil. Para atender às necessidades variáveis do setor de maneira eficaz e econômica, muitos têm optado por investir em infraestrutura flexível.

A empresa Tópico compartilha que os impactos da guerra na Europa foram menos significativos do que o esperado. Isso contribuiu para uma queda expressiva nos preços dos fertilizantes em 2023, com estimativas apontando para a manutenção ou até mesmo uma redução adicional em 2024.

Uma preocupação emergente é o possível impacto da guerra em Israel, um importante player no segmento de fertilizantes. Em 2022, o Brasil importou aproximadamente US$ 1,4 bilhão em fertilizantes, defensivos e sementes de Israel, correspondendo a 9% de todo o cloreto de potássio adquirido e 11% do fosfato diamônico (DAP) no ano.

Sergio Gallucci Parisi, Diretor Comercial e de Marketing da empresa, relata que, até o momento, não houve impactos significativos nas importações vindas de Israel devido à guerra. Entretanto, ressalta que os efeitos do conflito podem se estender além da movimentação do produto em si, demandando atenção contínua. “O Oriente Médio tem um papel chave no preço do petróleo, e um conflito na região pode impactar a oferta desta commodity, pressionando a cadeia logística e os preços de transporte marítimo, por exemplo, que compõe os custos do produto final colocado no destino”, comenta.

No entanto, de acordo com o especialista, as guerras em curso, apesar de relevantes na formação de preços, são um dos inúmeros fatores que regulam o valor das commodities. Outros, como a demanda e safras em outras regiões, também devem ser levados em consideração. “Seguiremos crescendo junto com o setor, onde somos parceiros dos principais players relevantes na cadeia, sejam os misturadores, os operadores portuários, logísticos e produtores. O setor agrícola ainda deve seguir crescendo no Brasil, mas os fatores climáticos – marcadamente os efeitos do El Niño – não podem ser desconsiderados no impacto da produção e consumo de insumos”, finaliza o diretor. 

Hospital Regional de Amambai retoma visitas a pacientes internados

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A Sociedade Amigos de Amambai (SAA), entidade mantenedora do Hospital Regional de Amambai, anunciou que a partir desta segunda-feira, 8 de janeiro, as visitas a pacientes internados na instituição serão retomadas.

As visitas estavam temporariamente suspensas desde o dia 6 de novembro devido ao aumento na quantidade de casos confirmados de Covid-19.

Nesta quinta-feira, dia 4, o Hospital informou que não há nenhum paciente internado com Covid-19. Essa melhoria na situação epidemiológica permitiu à instituição reavaliar suas medidas restritivas, permitindo a retomada das visitas de forma segura.

Para garantir a segurança de todos, serão permitidos dois visitantes por vez. Os horários de visitas foram estabelecidos para a parte da manhã, das 10h às 11h, e no período da tarde, das 14h às 15h. A equipe do hospital ressalta a importância de respeitar rigorosamente esses horários, visando evitar aglomerações.

A direção do Hospital Regional de Amambai também recomenda o uso de máscaras de proteção durante a visita. Essa medida busca reforçar as práticas de prevenção e garantir um ambiente seguro para pacientes, visitantes e equipe hospitalar.

Fonte: Raquel Fernandes/Secom

Brasil quita dívidas com organismos internacionais

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O Brasil pagou, em 2023, R$ 4,6 bilhões em compromissos financeiros com organismos internacionais e zerou a dívida com essas instituições, divulgaram nesta quinta-feira (4), em Brasília, os Ministérios das Relações Exteriores (foto) e do Planejamento e Orçamento. O dinheiro foi repassado à Organização das Nações Unidas (ONU), bancos multilaterais, fundos internacionais e dezenas de instituições.Brasil quita dívidas com organismos internacionaisBrasil quita dívidas com organismos internacionais

Desse total, informou o Ministério do Planejamento, R$ 2,7 bilhões correspondem a valores em aberto em 31 de dezembro de 2022. O R$ 1,9 bilhão restante refere-se a compromissos do ano passado.

O pagamento mais recente ocorreu em 21 de dezembro, quando o governo quitou R$ 289 milhões em contribuições regulares à ONU e pagou R$ 1,1 bilhão em dívidas com missões de paz.

Sem passivos com as Nações Unidas, o Brasil garantiu o direito de voto na Assembleia Geral da ONU em 2024, num ano em que o país preside o G20, grupo das 20 maiores economias do planeta. No segundo semestre de 2023, o Brasil presidiu o Conselho de Segurança do organismo internacional.

“Esse quadro de adimplência, que resulta do trabalho conjunto do Ministério do Planejamento e Orçamento e do Ministério das Relações Exteriores, além de outros órgãos do governo federal, fortalece a imagem do Brasil no cenário internacional global e regional, reafirma o compromisso do país com o multilateralismo e reforça a capacidade de atuação diplomática em prol dos interesses nacionais e dos princípios que regem a política externa brasileira”, destacou nota conjunta dos dois ministérios.

O comunicado listou a recuperação de direito de voto nos seguintes órgãos:

•    Organização Internacional para as Migrações (OIM);

•    Organização do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares (CTBTO);

•    Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA);

•    Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ);

•    Tribunal Penal Internacional (TPI).

Outras dívidas

O país ainda saldou dívidas com organismos multilaterais como:

•    Organização dos Estados Americanos (OEA);

•    Organização Mundial do Comércio (OMC);

•    Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (Unesco);

•    Organização Internacional do Trabalho (OIT);

•    Organização Mundial da Saúde (OMS);

•    Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).

Meio ambiente

O governo brasileiro também quitou débitos na área de meio ambiente e mudança do clima. Segundo a nota conjunta, o ato reforça a importância do compromisso do país nas duas áreas, à medida que Belém, no Pará, sediará a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2025 (COP30).

Os principais passivos zerados nessas duas áreas foram os seguintes:

•    Contribuições relativas à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC);

•    Contribuições relativas ao Protocolo de Quioto;

•    Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB);

•    Convenção sobre Poluentes Orgânicos Persistentes (Convenção de Estocolmo);

•    Convenção sobre Mercúrio (Convenção de Minamata).

América Latina

Na esfera regional, o Brasil regularizou cerca de R$ 500 milhões em aportes para o Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem), em abril. O fundo fornece recursos para projetos em áreas como infraestrutura urbana, segurança, saneamento básico e saúde.

O pagamento permitiu que o Brasil acessasse R$ 350 milhões para financiar projetos em municípios brasileiros em regiões de fronteira com os países do Mercosul. Em dezembro, durante a 63ª Reunião Ordinária do Conselho do Mercosul, o governo saldou R$ 14,6 milhões com o Instituto Social do Mercosul (ISM).

Outras dívidas com órgãos regionais quitadas em 2023 foram estas:

•    Associação Latino-Americana de Integração (Aladi);

•    Secretaria do Mercosul;

•    Parlamento do Mercosul (Parlasul);

O país também pagou contribuições para os seguintes órgãos do Mercosul:

•    Instituto de Políticas Públicas de Direitos Humanos (IPPDH);

•    Secretaria do Tribunal Permanente de Revisão (TPR).

Histórico

No fim de 2022, o gabinete de transição para o governo atual informou que havia cerca de R$ 5 bilhões de dívidas do governo brasileiro com organismos internacionais. No fim de dezembro do mesmo ano, o Itamaraty recebeu R$ 4,6 bilhões, que foram convertidos em restos a pagar para 2023.

Cabe ao Ministério do Planejamento pagar as contribuições a todos os organismos internacionais dos quais o Brasil participa. O ministério também se responsabiliza pela integralização de cotas em bancos multilaterais e pela recomposição de fundos estrangeiros.

Para evitar novas dívidas, o Orçamento de 2024 – aprovado no fim de dezembro – tornou obrigatórias as despesas com organismos internacionais e compromissos assumidos em tratados externos, o que proíbe o contingenciamento (bloqueio temporário). Segundo o Itamaraty e o Ministério do Planejamento, a mudança “corrige uma inadequação histórica e confere mais previsibilidade à atuação internacional do Brasil em nível multilateral”.

Tecnologia impulsiona sucesso dos cassinos online

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Foto: Pixabay

Ao longo dos últimos anos, milhões de pessoas já tiveram a oportunidade de desfrutar de um cassino online. A atividade tem feito imenso sucesso mundo afora e, entre outros fatores, este boom foi impulsionado pelos fortes investimentos em tecnologia.

Um dos principais avanços tecnológicos do segmento é a utilização da blockchain, uma corrente de blocos criptografados e interligados. Dessa forma, é possível rastrear todo o histórico dessas cadeias de informações.

E como os dados estão armazenados em diversos blocos distintos, seria preciso manipular todos os elos dessa cadeia para alterar alguma informação, o que torna qualquer fraude realizada por terceiros praticamente impossível.

Mas, além da blockchain, a Inteligência Artificial também vem sendo cada vez mais incorporada às atividades dos cassinos online. Isso porque ela melhora a jogabilidade, a interatividade, o suporte ao usuário e, acima de tudo, é capaz de detectar padrões suspeitos dentro das plataformas.

Gerando interesse no público

Os investimentos para melhorar a jogabilidade e a experiência dos usuários são importantíssimos para que as empresas tenham êxito. Ou seja, é preciso que os produtos e serviços oferecidos despertem o interesse das pessoas.

A Vulkanbet, por exemplo, apresenta diversas opções de jogos ao vivo, de modo que os usuários possam disputar com outras pessoas e ter a sensação de estar em um cassino real.

No Brasil, como se sabe, não há cassinos físicos e, portanto, o público interessado tem a opção de desfrutar dessas atividades no universo online e participar de partidas ao vivo, interagindo com outros jogadores e sentindo toda aquela emoção de um jogo competitivo.

Além disso, os jogos são desenvolvidos pelas principais provedoras do mercado, o que também aumenta o interesse do público, pelo nível dos gráficos, da interatividade e até da complexidade de alguns games.

As plataformas também se utilizam de muita tecnologia, como a própria Inteligência Artificial, já citada, que pode servir para entender as preferências dos usuários e até para se comunicar com eles, por meio de um chatbox, por exemplo, criando um sistema de suporte ao cliente bastante eficaz.

Segmento movimenta bilhões de reais no Brasil

O sucesso dos cassinos online no Brasil é inquestionável. Embora o segmento esteja em operação no país há apenas cinco anos, ele já movimenta bilhões de reais, e é responsável por ajudar a desenvolver toda uma indústria ligada à tecnologia e ao entretenimento.

Cobiçado pelas empresas de iGaming, o mercado brasileiro oferece tudo o que o segmento precisa: população numerosa, paixão por jogos e por entretenimento online.

Dessa forma, se em pouco tempo os cassinos online já fizeram um estrondoso sucesso, a perspectiva é de que esses números cresçam ainda mais nos próximos anos, com mais adeptos se interessando pelo tema e aderindo às principais plataformas.

Com jogos extremamente populares, boa jogabilidade, plataformas intuitivas e de acesso rápido, o mercado dos cassinos digitais tem um futuro bastante animador. O entretenimento online, afinal, já é uma realidade em nosso mundo hiperconectado, e será cada vez mais presente na vida das pessoas.

Preço do pão francês registra aumento de 2,6% em 2023

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O valor médio do “pão francês” no varejo apresentou um aumento de 2,6% ao longo de 2023 em comparação com o ano anterior, contribuindo de forma significativa para o cenário inflacionário. Em 2022, esse mesmo produto havia registrado uma alta expressiva de 13% em relação a 2021, impulsionado, em grande parte, pelo conflito entre Rússia e Ucrânia, importantes exportadores de trigo. No entanto, ao longo de 2023, as preocupações com o abastecimento dessas exportações diminuíram, contribuindo para o atual cenário de estabilização.

O Boletim de Conjuntura Agropecuária, referente à semana de 29 de dezembro de 2023 a 3 de janeiro de 2024, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), destaca que a oferta abundante de trigo no Brasil no início de 2023, resultado de uma safra recorde em 2022, também influenciou a contenção dos preços, juntamente com a cotação do dólar, que permaneceu em patamares inferiores àqueles registrados no ano anterior na maior parte de 2023.

Para o ano de 2024, as perspectivas são distintas. A safra colhida em 2023 foi prejudicada por chuvas, limitando o abastecimento dos moinhos, que deverão aumentar suas importações. Embora o trigo importado inicialmente apresente valores mais baixos do que os praticados no início de 2023, espera-se que essa vantagem seja reduzida ao longo do ano. Diversos fatores pesam contra essa vantagem, incluindo as cotações internacionais de trigo, que começam de forma mais ajustada e têm potencial para se manter em 2024, além das projeções de desvalorização do Real indicadas pelo relatório Focus. O câmbio, portanto, desempenhará um papel crucial na determinação dos preços do pão francês ao longo do ano.

MS Renovável: aposta no potencial do biometano fomenta mudança da matriz energética no Estado

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A política do Governo do Estado, de incentivo à produção e ao uso de combustíveis renováveis, como o biometano, é uma das linhas estratégicas da administração estadual para tornar Mato Grosso do Sul uma região próspera, verde e inclusiva.

“O biometano é hoje nosso principal potencial de combustível renovável, seja ele extraído da vinhaça nas usinas de cana-de-açúcar ou do tratamento de dejetos da suinocultura e da bovinocultura. Hoje, a utilização dessa matriz energética já é realidade em veículos de transporte de carga”, lembra o secretário Jaime Verruck, da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação).

O titular da Semadesc ressalta que, “é por meio do programa MSRenovável que tratamos dessa política de fomento à produção de energia limpa e renovável em Mato Grosso do Sul. Além disso, ela também é parte integrante do processo para atingirmos a meta do MS Carbono Neutro em 2030”. Segundo Verruck, com a implantação da coordenadoria de energia renovável na Secretaria, foi possível a realização de estudo sobre o potencial de produção de biometano no Estado.

“Nosso maior potencial está nas usinas. Temos uma experiência importante na Adecoagro, que produz o biometano a partir da vinhaça. Mas outros setores, como os frigoríficos, também têm projetos implantados. A JBS em Campo Grande inaugurou no ano passado sua usina de produção de biometano a partir do tratamento de resíduos. O objetivo é gerar energia, inclusive em substituição ao gás natural”, acrescentou.

MS Renovável: aposta no potencial do biometano fomenta mudança da matriz energética no Estado

Em dezembro, o Governo do Estado avançou na política de incentivo ao uso do biometano em Mato Grosso do Sul. A AGEMS (Agência Estadual de Regulação) publicou três novas normas de regulação: um novo Manual de Fiscalização, instituído pela Instrução Normativa nº 020; a Portaria nº 256, com as condições para a distribuição de biometano pelo sistema distribuidor de gás natural canalizado; e a Portaria nº 257, sobre Autorização de Projetos Estruturantes (PE) para a prestação dos serviços de distribuição de gás natural por redes locais.

“Regras de regulação modernas aprimoram a fiscalização, estimulam o aproveitamento do biometano originário do biogás e criam oportunidades para que o gás chegue a localidades onde não exista gasoduto convencional implantado. É importante lembrar que o biometano tem as mesmas características do gás natural. Por isso, a MSGás que é uma vinculada da Semadesc, lançou edital de compra de biometano e, dentro de sua política de combustível renovável, tem feito um trabalho para que a gente possa incorporar o biometano na tubulação de gás natural. Daí a importância dessa regulamentação da AGEMS”, pontuou Jaime Verruck.

O diretor-presidente da AGEMS, Carlos Alberto de Assis, reforça que, “além de consolidar o biometano como uma alternativa viável e inovadora, a regulamentação proporciona segurança jurídica, estimula investimentos e impulsiona a pesquisa e desenvolvimento tecnológico. A AGEMS, com sua capacidade técnica e seu papel regulador, está totalmente empenhada nesses projetos rumo a diversificação da matriz energética que é fundamental para o compromisso do estado em alcançar metas ambientais e promover o desenvolvimento sustentável”.

“É importante lembrar que, em Mato Grosso do Sul, a suinocultura tem realizado investimentos em tecnologia para aprimorar a produção de biogás e agora caminha para a geração de biometano, que é o biogás filtrado e pronto para uso. O biogás já é utilizado hoje pelos suinocultores para produção de energia elétrica em suas propriedades. Este movimento de economia circular que é a proposta de política pública para Mato Grosso do Sul”, concluiu Jaime Verruck.

Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc
*com informações da AGEMS

Fotos: Mairinco de Pauda

Preços na saída das fábricas recuaram 0,43% em novembro 

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O Índice de Preços ao Produtor (IPP) registrou deflação (queda de preços) de 0,43% em novembro de 2023, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador mede a variação dos preços dos produtos na saída das fábricas brasileiras. Preços na saída das fábricas recuaram 0,43% em novembro Preços na saída das fábricas recuaram 0,43% em novembro 

A deflação veio depois de três altas de preços consecutivas. Em outubro, por exemplo, a inflação foi 1,07%. Com o resultado de novembro, o IPP acumulou taxas de deflação de 4,89% nos 11 primeiros meses de 2023 e de 6,09% em 12 meses. 

Treze das 24 atividades da indústria apresentaram deflação em novembro, com destaque para indústrias extrativas (-7,09%), outros produtos químicos (-1,36%) e veículos (-0,12%). 

Por outro lado, dez atividades registraram inflação, com destaque para alimentos (0,56%) e refino de petróleo e biocombustíveis (0,83%). O setor de borracha e plástico manteve os mesmos preços de outubro. 

Entre as quatro grandes categorias econômicas da indústria, houve deflações de 0,40% em bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo; de 0,66% em bens intermediários, ou seja, os insumos industrializados usados no setor produtivo; e de 0,18% em bens de consumo semi e não duráveis. Os bens de consumo duráveis tiveram inflação de 0,31%. 

Ampliado prazo para ajuste na formação de professores do ensino básico

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O Conselho Nacional de Educação (CNE) ampliou em 90 dias o prazo de implantação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial de professores da educação básica.Ampliado prazo para ajuste na formação de professores do ensino básicoAmpliado prazo para ajuste na formação de professores do ensino básico

A medida, publicada nesta quinta-feira (4), define o dia 20 de março para que as instituições de educação superior concluam as mudanças, tendo como referência a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores (BNC-Formação).

Entenda

A educação básica é composta pela Educação Infantil, o Ensino Fundamental – com nove anos de estudo obrigatório – e o Ensino Médio. Para garantir qualidade em toda essa etapa de formação, assegurada pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, foi criada uma base nacional comum para orientar as redes de ensino do país.

Com as mudanças implementadas ao longo dos anos, a formação de professores que atuam em toda rede também precisou ser ajustada. Em 2018, o Ministério da Educação elaborou uma proposta que foi analisada pelo CNE e resultou na Base Nacional Comum da Formação de Professores da Educação Básica e nas diretrizes para a formação inicial desses profissionais.

Em 2019, uma resolução definiu os ajustes a serem implementados em todas as modalidades de cursos e programas destinados à formação docente. O documento definiu competências fundamentais, de conhecimento, práticas e de engajamento profissional obrigatórias na política de formação dos docentes.

Foi estabelecida uma organização curricular, com carga horária mínima de 3,2 mil horas para formação nos cursos de licenciatura distribuídas em três grupos de conhecimentos a serem adquiridos ao longo da formação. Também foram estabelecidas regras para segunda licenciatura e formação pedagógica para graduados.

O texto define ainda a formação para educadores que desejem atuar em atividades pedagógicas e de gestão como administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional.

Também implementou o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) como instrumento para medição qualitativa a ser utilizado em conjunto com outras ferramentas como o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).

Governo faz acordo para proteger extração de ouro

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O governo federal assinou nesta sexta-feira (5), em Brasília, um acordo de cooperação técnica com mineradoras para criar um plano de segurança nos municípios onde há extração de ouro. A meta é prevenir roubos de cargas por quadrilhas organizadas e fortemente armadas, conhecidas como “novo cangaço”, além de preparar a população para casos de ataques.Governo faz acordo para proteger extração de ouroGoverno faz acordo para proteger extração de ouro

A parceria foi firmada entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Segundo os representantes das duas partes, devem ser selecionados, inicialmente, cerca de 10 municípios entre as mais de 50 cidades onde a extração de ouro é mais intensa.

O ministro interino da Justiça, Ricardo Cappelli, destacou que o acordo é importante para dar segurança ao setor mineral do país, protegendo os investimentos e a economia brasileira.  

“O setor representa boa parte da balança comercial brasileira e tem importância estratégica para a economia do país. E quando estabelecemos essas parcerias, estamos, do ponto de vista do Ministério da Justiça e Segurança Pública, auxiliando no desenvolvimento porque a segurança faz parte da questão do desenvolvimento”, destacou Cappelli.   

Segundo o Ibram, entre 2010 e 2019, foram registrados 11 assaltos a cargas de ouro no Brasil. O vice-presidente do Ibram, Fernando Azevedo e Silva, afirmou que buscou o ministério porque o setor entendeu que eram necessárias medidas do poder federal para combater a ação das quadrilhas.  

Impacto

“A criminalidade violenta vem impactando as operações de empresas de mineração de ouro e de peças preciosas no país. A atratividade do ouro produzido em municípios do interior, com carência de recursos estatais para garantir a ordem pública, foi identificada como fator primordial de atos criminosos”, destacou Fernando, que foi ministro da Defesa do governo Bolsonaro.

O acordo firmado com as mineradoras faz parte do Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas, justificou o diretor de Operações de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Romano Costa.

“Será realizado nessas cidades um planejamento integrado com as forças de segurança pública e com as empresas, de forma que a gente possa planejar e gerar simulados e prevenção no tocante a possibilidade de realização de ataques das organizações criminosas na modalidade de domínio de cidade, vulgarmente conhecido como novo cangaço”, destacou. 

Inmetro anuncia projeto para descarbonização do transporte rodoviário

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O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) aprovou projeto para o desenvolvimento de um sistema de conectividade veicular com foco na redução das emissões de carbono para o transporte rodoviário. A iniciativa, anunciada nessa terça-feira (3), visa a auxiliar o desenvolvimento de tecnologias de descarbonização para o setor.Inmetro anuncia projeto para descarbonização do transporte rodoviárioInmetro anuncia projeto para descarbonização do transporte rodoviário

Chamado de Descarbonize.ai: Sistema Integrado para Análise, Monetização e Descarbonização do Tráfego Veicular, o programa vai aplicar nessa etapa R$ 18 milhões em projetos colaborativos entre instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) com empresas da cadeia automotiva e de tecnologia, a fim de gerar soluções de impacto e abrangência.

A iniciativa é desenvolvida em parceria com as universidades federais do Rio Grande do Norte (UFRN) e de Pernambuco (UFPE), e com as empresas Embeddo Computação Aplicada, Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWTB), Peugeot Citroen Do Brasil, e FCA Fiat Chrysler.

“A solução abrange a utilização de tecnologias disruptivas como internet das coisas, inteligência artificial e blockchain para viabilizar a geração de ambiente sustentável que promova a transição para uma frota veicular com maior eficiência energética e menor emissão de gases. Nesse contexto, motoristas, gestores de frota, montadoras e corporações em geral são incentivados a adotar iniciativas ecologicamente responsáveis”, informou o Inmetro.

Os recursos para o projeto são do programa Rota 2030, iniciativa do governo federal lançada em 2018, que define normas para a fabricação e a comercialização de veículos nacionais para os próximos 15 anos. 

Receita abre hoje adesão a programa de pagamento de dívidas sem juros e multas

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Começa nesta sexta-feira (5) o período para a adesão de pessoas físicas e jurídicas ao programa de Autorregularização Incentivada de Tributos, da Receita Federal, em que dívidas podem ser pagas sem multas e sem juros.

A medida estava prevista para terça-feira (2), mas foi adiada devido a problemas técnicos. O objetivo é incentivar os contribuintes a regularizarem débitos tributários administrados pela Receita Federal, evitando autuações e litígios tributários.

Segundo a Receita, podem ser incluídos tributos que não tenham sido constituídos até 30 de novembro de 2023, inclusive em relação aos quais já tenha sido iniciado procedimento de fiscalização, e tributos constituídos no período entre 30 de novembro de 2023 até 1º de abril de 2024. A adesão pode ser feita até o dia 1º de abril.

A dívida consolidada pode ser liquidada com redução de 100% das multas e juros, sendo necessário o pagamento de 50% da dívida como entrada, com o restante parcelado em até 48 prestações mensais. Quem não aderir ao programa estará sujeito a multas de mora de 20%. A autorregularização incentivada abrange todos os tributos administrados pela Receita.

Para aderir à autorregularização incentivada de tributos, o contribuinte precisa fazer um pedido por meio do Portal e-CAC, da Receita Federal. Durante a análise do requerimento, a exigibilidade do crédito tributário fica suspensa. A aceitação implica em confissão extrajudicial irrevogável da dívida.

O contribuinte pode utilizar créditos de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da CSLL, limitados a 50% do valor da dívida consolidada. A utilização desses créditos está condicionada à confissão da dívida pelo devedor.

O devedor será excluído do programa em caso de inadimplência com três parcelas consecutivas, seis alternadas ou uma parcela, estando pagas todas as demais.

De acordo com a Receita, a autorregularização incentivada não se aplica a débitos apurados no âmbito Simples Nacional. O órgão também informa que a redução das multas e juros não será computada na base de cálculo do IRPJ, CSLL, PIS/Pasep e Cofins.

Como se inscrever?

O requerimento deverá ser efetuado mediante abertura de processo digital no Portal do Centro Virtual de Atendimento, o Portal e-CAC, na aba “Legislação e Processo”, por meio do serviço “Requerimentos Web”, acessível nos termos da Instrução Normativa RFB nº 2.066, de 24 de fevereiro de 2022, e disponível no site da Receita, conforme tela abaixo:

Tela do e-CAC

Niágara Kraievski toma posse como presidente da Câmara em Coronel Sapucaia

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A presidente da Câmara Municipal de Coronel Sapucaia para o ano legislativo de 2024, vereadora Niágara Kraievski. (Fotos: Vilson Nascimento)

Vilson Nascimento

A vereadora Niágara Kraievski assumiu nessa segunda-feira, dia 1 de janeiro, a presidência da Casa de Leis para comandar os trabalhos frente à mesa diretora da Câmara Municipal de Coronel Sapucaia no decorrer do ano legislativo de 2024.

Em entrevista ao Clesio Ribeiro, do grupo A Gazeta (ASSISTA ABAIXO) a vereadora, que está em seu quarto mandato e foi a mais votada nas últimas eleições no município da fronteira com o Paraguai, disse estar preparada para comandar os trabalhos frente ao Poder Legislativo municipal local.

Também durante a entrevista Niágara, que já presidiu a Câmara de Coronel Sapucaia quando estava em seu segundo mandato como vereadora, falou sobre a relação Legislativo/Executivo e abordou vários outros temas relativos ao trabalho da vereança.

Niágara Kraievski toma posse como presidente da Câmara em Coronel Sapucaia
Niágara durante entrevista com Clesio Ribeiro, do grupo A Gazeta.

HRMS abre edital com 18 vagas para residências multiprofissional e uniprofissional

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A Fundação Serviços de Saúde de Mato Grosso do Sul publicou na quinta-feira (4) a abertura do edital para o acesso aos Programas de Residência Multiprofissional e Uniprofissional do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul).

Com bolsa no valor de R$ 4.106,09, o edital é destinado aos profissionais graduados nas áreas de Biomedicina, Farmácia e Serviço Social com duas vagas para cada curso, e Enfermagem, Fisioterapia e Nutrição com quatro vagas cada. A carga horária é de 60 horas semanais e duração de 2 anos. 

Conforme o cronograma, as inscrições poderão ser efetuadas a partir do próximo dia 8 de janeiro até o dia 24 de janeiro, pelo site do www.hospitalregional.ms.gov.br . Após a conclusão de todas as etapas do cronograma, a previsão é que o programa inicie em 1 de março de 2024. 

Clique aqui e confira o edital na íntegra.

Joilson Francelino, Comunicação HRMS
Foto: Joilson Francelino

Chuvas não são descartadas em sexta-feira de sol e altas temperaturas em MS

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Foto: Vilson Nascimento

A previsão do tempo para a primeira sexta-feira (5) do ano indica sol e variação de nebulosidade. Além disso, não são descartadas chuvas típicas de verão, em que chove em alguns locais enquanto outros sofrem apenas um aumento de nebulosidade. Localmente, existe a possibilidade de tempestades acompanhadas de raios e rajadas de vento.

De acordo com o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), as instabilidades podem ocorrer em todo o estado devido ao aquecimento diurno combinado à disponibilidade de umidade, com destaque para as regiões Centro-Norte, Pantaneira e Bolsão.

Em Campo Grande, os termômetros iniciam o dia com 23°C e atingem os 32°C. Em Dourados, a mínima é semelhante à capital, com máxima de 36°C. No Sul-Fronteira, Ponta Porã amanhece com 21°C e marca 33°C pela tarde. Iguatemi, na região Cone-Sul, tem mínima de 22°C e máxima de 35°C.

No Bolsão, Paranaíba registra 23°C pela manhã e chega aos 33°C nos horários mais quentes, já Três Lagoas apresenta variação entre 25°C e 36°C. Camapuã e Coxim, no Norte do estado, marcam 23°C inicialmente e atingem 32°C e 33°C, respectivamente.

No Pantanal, Corumbá tem mínima de 24°C e máxima de 33°C; Em Aquidauana, na mesma região, a mínima é de 25°C enquanto a máxima atinge os 36°C. Mais uma vez, Porto Murtinho é responsável pela temperatura mais alta do dia, com valores entre 25°C e 39°C.

Chuvas não são descartadas em sexta-feira de sol e altas temperaturas em MS

Heloisa Duim, Programa de Estágio Supervisionado

Balança comercial tem superávit recorde de US$ 98,838 bi em 2023

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Impulsionada pela safra recorde de soja e pela queda das importações, a balança comercial encerrou 2023 com superávit recorde de US$ 98,839 bilhões, divulgou nesta sexta-feira (5), em Brasília, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O resultado representa alta de 60,6% sobre 2022, pelo critério da média diária, e é o maior desde o início da série histórica em 1989.Balança comercial tem superávit recorde de US$ 98,838 bi em 2023Balança comercial tem superávit recorde de US$ 98,838 bi em 2023

No ano passado, as exportações bateram recorde, enquanto as importações recuaram. Em 2023, o Brasil vendeu US$ 339,673 bilhões para o exterior, alta de 1,7% em relação a 2022. As compras do exterior somaram US$ 240,835 bilhões, recuo de 11,7% na mesma comparação.

Apenas em dezembro, a balança comercial registrou superávit de US$ 9,36 bilhões. O valor também é recorde para o mês, com alta de 127,1% sobre o mesmo mês de 2022 pelo critério da média diária, que minimiza a diferença de dias úteis entre meses iguais de um ano e outro.

As exportações totalizaram US$ 28,839 bilhões no mês passado, com aumento de 2,1% em relação a dezembro de 2022 pela média diária. As importações somaram US$ 19,479 bilhões, com queda de 11,3%, também pela média diária.

Previsões

O resultado superou as previsões do mercado. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central (BC), as instituições financeiras estimavam superávit comercial de US$ 81,3 bilhões para o ano passado.

O superávit também superou a estimativa de US$ 93 bilhões divulgada pelo MDIC em outubro.

Quantidade

Em relação às exportações, o recorde decorreu principalmente do aumento da quantidade exportada, que subiu 8,7% no ano passado, impulsionado principalmente pela safra recorde de grãos. Os preços médios recuaram 6,3%, puxados principalmente pela desaceleração na cotação das commodities (bens primários com cotação internacional).

Nas importações, a quantidade comprada caiu 2,6%, mas o preço médio recuou 8,8%. A queda nos preços decorreu principalmente da redução no preço internacional do petróleo e de derivados, como fertilizantes, em 2023. Em 2022, as cotações dispararam por causa do início da guerra entre Rússia e Ucrânia.

“Mesmo com queda do preço de commodities e menor crescimento na economia mundial, o Brasil avançou 8,7% no volume das exportações e 1,7% do valor das exportações. Nossas exportações cresceram dez vezes mais que a média mundial. Em todo o planeta, as exportações cresceram 0,8% no ano passado”, declarou, por meio de videoconferência, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e Vice-Presidente da República, Geraldo Alckmin.

Brasília (DF), 20/06/2023 - O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, durante abertura do evento Diálogo: O Mercado Regulado de Carbono e a Competitividade Industrial, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Alckmin: “Nossas exportações cresceram dez vezes mais que a média mundial”   – Foto – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ele anunciou uma meta de US$ 348 bilhões em exportações para este ano. “Vamos trabalhar para isso”, disse. Alckmin também divulgou o recorde de 28,5 mil empresas exportadoras no ano passado e recorde de vendas para o exterior dos seguintes produtos em 2023: soja, açúcar, milho, carnes e máquinas de mineração.

Em relação aos principais mercados, Alckmin ressaltou que as maiores expansões foram registradas nas exportações para China, Indonésia, México, Vietnã, Argentina, Uruguai e Paraguai.

Quanto ao saldo da balança comercial, o MDIC projeta superávit de US$ 94,4 bilhões em 2024, com queda de 4,5% em relação a 2023. Isso decorre porque a pasta prevê alta de 2,5% das exportações e aumento de 5,4% das importações neste ano. As compras do exterior deverão subir por causa da recuperação da economia, que aumenta o consumo, num cenário de preços internacionais menos voláteis do que no início do conflito entre Rússia e Ucrânia.

Pequenas e médias empresas já podem contratar energia no mercado livre

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O ano de 2024 começou com boa notícia para pequenas e médias empresas que contratam energia em alta tensão, como padarias e outros setores, e têm contas em torno de R$ 9 mil. Esses consumidores já podem migrar para o Mercado Livre de Energia, um ambiente de venda onde, além de escolherem o fornecedor de preferência, tem espaço para discutir preço, quantidade necessária para uso, período de recebimento e forma de pagamento da energia.Pequenas e médias empresas já podem contratar energia no mercado livrePequenas e médias empresas já podem contratar energia no mercado livre

Até o fim do ano passado, essas empresas tinham que se submeter ao mercado regulado, também chamado de mercado cativo, e a compra de energia era apenas com a distribuidora local. Antes da abertura, somente os consumidores com demanda de no mínimo 500 kilowatts podiam participar do mercado livre.

“A partir de 2024, todos os consumidores que estiverem ligados em alta tensão poderão ser livres, independentemente da demanda contratada. Antes, precisavam consumir um mínimo para ser livre, agora basta estarem conectados na alta tensão que são elegíveis a ser livre”, informou a administradora Daniela Alcaro, sócia da Stima Energia, empresa comercializadora de energia, em entrevista à Agência Brasil.

Segundo ela, existem 200 mil unidades conectadas em alta tensão. Entre elas 37 mil já são livres, as maiores e que já vinham migrando desde 2001 como grandes fábricas de aço e vidros. Do restante que está no mercado regulado, uma parte já instalou sistemas de energia solar e comprou energia de geração distribuída.

“Essa parte que encontrou uma alternativa para economizar talvez não se anime a migrar neste momento, mas há outro grupo que não foi por esse caminho e está muito interessado na migração. Eu diria que são 72 mil unidades. Dessas, 13 mil já denunciaram [termo usado no setor para dizer que fez a opção de migração] seus contratos na distribuidora e já sinalizaram que vão migrar”, disse, destacando que isso comprova a demanda para o mercado livre.

O mercado brasileiro de energia é dividido em duas partes. Os consumidores cativos estão no Ambiente de Contratação Regulada (ACR), onde compram energia de concessionárias de distribuição como a Light e a Enel. Nesse caso, o cliente paga somente uma fatura de energia mensal, concentrando o serviço de distribuição e a geração de energia.

A outra parte é o Ambiente de Contratação Livre (ACL) no qual estão incluídos os consumidores que exercem a escolha e podem comprar a energia diretamente dos geradores ou de comercializadores. As condições são negociadas livremente em contratos bilaterais. O serviço de distribuição é pago pelo cliente por meio de uma fatura a uma concessionária local com tarifa regulada pelo governo e ainda uma ou mais faturas referentes à compra da energia com o preço negociado no contrato.

“A empresa fará contrato com uma distribuidora e passará a pagar duas faturas – uma à distribuidora pelo transporte e outra para o fornecedor de energia”, observou Daniela.

Segundo a administradora, no começo da venda de energia o mercado regulado foi responsável pela expansão da geração no Brasil, porque comprava toda a energia em contratos de 20 anos indexados à inflação. “Era bom para o gerador, porque o preço ia subindo já que o contrato era indexado, mas muito ruim para o consumidor. Imagina um contrato indexado com período de 20 anos. Quando está na metade, a energia já é extremamente cara e, no final, muito cara”.

Vantagem

A vantagem da migração para o mercado livre é a redução dos custos com a energia porque serão adquiridos contratos de geração de energia mais baratos do que os atuais no mercado cativo. Além disso, há previsibilidade, porque no ato da compra já se sabe quanto será pago pela geração. “Eu já sei qual vai ser o meu preço de geração de energia. Não estarei suscetível às intempéries e aos ajustes dentro da energia cativa”, explicou.

De acordo com Daniela, quando o mercado livre surgiu o consumidor questionou a permanência no mercado cativo com tarifas mais elevadas. “Nessa comparação começou a migrar e a ter uma demanda muito grande para o mercado livre, ao ponto de começar a ser responsável pela expansão. A demanda começou a ir mais para o mercado livre, mais equilibrado para o consumidor em termos de preço. Não pesava tanto com contratos longos e indexados”, disse ela, acrescentando,que, em sua maioria, as energias renováveis têm venda no mercado livre.

Crescimento

Outro sócio da Stima Energia, Erico Mello contou que esse mercado começou a se movimentar a partir de 2001/2002, quando houve a migração de grandes clientes como a Vale, Votorantim e outros industriais. Em 2008 cerca de 20% da carga nacional era atendida pelo mercado livre e desde aquele ano vem se desenvolvendo.

“Até por causa das renováveis – em que se tem uma busca dos consumidores por contratos de longo prazo com geradores renováveis. Eles querem ter certeza de que estão comprando energia numa eólica, numa planta solar até de PCH, por exemplo, e por isso fazem contratos de longo prazo, buscando a energia renovável no mercado livre. Esse foi um dos fatores do crescimento do mercado nos últimos dez anos”, disse à Agência Brasil, acrescentando, que embora tenha sido um movimento gradual, a expansão do mercado livre baseada nas energias limpas se consolidou a partir de 2016.

Para Mello, o mercado livre trouxe liquidez ao ativo energia. Se o investidor quiser construir uma planta atualmente não terá dúvidas porque sabe que haverá comprador para o que for gerado. “Não precisa mais esperar um leilão do governo para fazer a compra. Pode construir porque vai ter realmente um comprador para a energia, pois existe liquidez no mercado”, disse, comparando o investidor com um produtor de soja ou de feijão que tem noção de venda garantida do seu produto.

Residenciais

Os consumidores residenciais ainda não têm permissão para migrar para o mercado livre. Daniela Alcaro comentou que existem várias associações e agentes do mercado de energia em frequente contato com o Ministério de Minas e Energia reivindicando a abertura total do Livre, para que todos possam se beneficiar da redução de custos.

A função da comercializadora é fazer todo o processo de migração desse consumidor, que tem que comunicar à distribuidora, apresentar uma série de documentos, estar ligado à comercializadora para que ela saiba o consumo dele e informe à Câmara de Comercialização de Energia. Então, há um processo para a contabilidade da medição da fatura e dos contratos, feito por uma comercializadora varejista responsável por passar todas as informações. Haverá um relógio medidor de energia para dizer quanto ele está consumindo, o que poderá ser  conferido junto com a fatura da varejista.

,Segundo Daniela, quando o mercado livre começou a crescer os consumidores questionaram porque permanecer no mercado regulado com indexação tão forte e, por isso, custo elevado, no lugar de migar para o livre. com contratos mais curtos e, portanto, com uma indexação de menor peso.

“Nessa comparação começou a migrar e a ter uma demanda muito grande para o mercado livre ao ponto desse mercado ser responsável pela expansão. A demanda começou a vir muito mais do mercado livre, muito mais equilibrado em termos de preços para o consumidor, que os indexados”, afirmou, acrescentando que inicialmente todo tipo de energia era vendida no regulado.

“Mais recentemente, a gente tem visto a geração crescer em renováveis, com parques até mais baratos se pensar em uma usina hidrelétrica ou estruturante como Belo Monte, que muito cara se comparada à solar, eólica ou mesmo térmicas de biomassa, que são energias limpas e mais acessíveis do ponto de vista de investimentos”.

CCEE

O presidente do Conselho de Administração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Alexandre Ramos, informou que visando atender à Portaria nº 50/2023, do MME, e os requisitos aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em reunião pública de diretoria, o órgão “prontamente tomou e continuará tomando todas as ações necessárias para garantir a realização da abertura do mercado livre de energia para os clientes conectados em alta tensão, vigente desde o dia 1º de janeiro de 2024”.

Ele disse que com a abertura foi dado um passo importante e defendeu a expansão permanente do mercado. “Entendemos que um importante passo foi dado. Entretanto, propomos que a abertura do mercado, que tanto defendemos, deverá, obrigatoriamente, ser realizada de forma contínua, previsível e, principalmente, de maneira sustentável para o setor elétrico nacional”.

“A CCEE, em trabalho conjunto com o Ministério de Minas e Energia, a Aneel e os agentes de mercado, se empenhou e continuará trabalhando para que a migração das empresas abarcadas pela portaria ao mercado livre ocorra de forma simples, eficiente e segura”, completou.

A câmara foi criada em 2004, por meio de lei federal, para viabilizar o comércio de energia elétrica no mercado livre do Brasil.

Barbosinha inaugura sistema para segurança hídrica e abastecimento e anuncia reformas em 4 escolas

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O município de Dourados e região tem a segurança hídrica e o abastecimento de água garantidos por meio de novos investimentos da Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul), entregues nesta quinta-feira (4) pelo governador em exercício José Carlos Barbosa (Barbosinha), com um volume total de investimentos em Dourados alcança R$ 41,2 milhões. Além disso, foi anunciado a reforma em quatro escolas estaduais do município, o maior do interior do Estado.

Nesta quinta foi inaugurado o novo sistema de controle, automação e telemetria implantada no abastecimento de água da cidade. Os novos sistemas de automação e telemetria de elevatórias, reservatórios e estações de tratamento de água são de fundamental importância para a melhoria dos processos de saneamento.

Eles fornecem em tempo real as medições dos parâmetros hidráulicos, mecânicos e elétrico das estações. Assim, garantem um abastecimento pleno e seguro. Dourados possui 21 reservatórios, 25 poços, a captação no rio Dourado e oito estações de elevação, todos controlados e monitorados pela telemetria. Este investimento foi de R$ 4,8 milhões em modernização e tecnologia.

“O trabalho da Sanesul é um trabalho silencioso. Mas se nós analisarmos Dourados, a partir de 2008, 2009, 2010, é um salto gigantesco. Uma cidade que tinha aproximadamente 13% de serviços cobertos, tratamentos de esgoto, Dourados aproxima dos 90 % com as obras que estão sendo realizadas. Isso é um salto gigantesco e que torna Dourados, assim como outras cidades do Mato Grosso do Sul, um estado diferenciado no contexto do serviço universal de saneamento e esgotamento”, afirmou o governador em exercício.

Barbosinha ainda fez questão de lembrar que a onda de calor que atingiu o País no ano passado não provocou desabastecimento hídrico graças aos aportes da Sanesul. Também na oportunidade, foi entregue a obra de perfuração e ativação do poço tubular profundo (DOU-038), com profundidade 650 metros e vazão de 270m³/h.

Barbosinha inaugura sistema para segurança hídrica e abastecimento e anuncia reformas em 4 escolas
Barbosinha inaugura sistema para segurança hídrica e abastecimento e anuncia reformas em 4 escolas
Barbosinha inaugura sistema para segurança hídrica e abastecimento e anuncia reformas em 4 escolas

O governador em exercício ainda garantiu a licitação da obra de fornecimento e instalação de equipamentos e pré-operação da Estação de Tratamento de Resíduos (ETR) da Estação de Tratamento de Água, da Sanesul. “Esse poço é um investimento de 4 milhões e 796 mil reais, com a capacidade de produzir até 290 mil litros de água por hora. Também assinamos o termo de licitação para obra de fornecimento e instalação de equipamentos e pré-operação da estação de tratamento de resíduo. Esse investimento é de 5 milhões e 545 mil reais”, ressaltou.

Reformas de Escolas

Com mais de R$ 19 milhões de investimentos, Barbosinha, acompanhado do secretário de Educação Helio Daher, assinou documento que autoriza a reforma em quatro escolas estaduais (EE Escola Ramona da Silva Pedroso, EEPastor Daniel Berg, EE Abigail Borralho e EE Floriano Viegas Machado) em Dourados. Juntas, essas unidades são responsáveis pelo atendimento de mais de 2,4 mil estudantes no município.

Ainda na ocasião, Barbosinha e o secretário Daher receberam os 22 diretores eleitos e servidores da Regional da Educação de Dourados. Os gestores e gestoras que estão deixanndo suas funções receberam homenagens de reconhecimento.

Esses dirigentes foram escolhidos por meio do “Processo Eletivo de Dirigentes Escolares da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul – 2024/2027”, cujo resultado foi homologado em dezembro de 2023.

Barbosinha inaugura sistema para segurança hídrica e abastecimento e anuncia reformas em 4 escolas
Barbosinha inaugura sistema para segurança hídrica e abastecimento e anuncia reformas em 4 escolas
Barbosinha inaugura sistema para segurança hídrica e abastecimento e anuncia reformas em 4 escolas
Barbosinha inaugura sistema para segurança hídrica e abastecimento e anuncia reformas em 4 escolas
Barbosinha inaugura sistema para segurança hídrica e abastecimento e anuncia reformas em 4 escolas

“É por essa razão que aquilo que nós íamos atingir no último ano de governo se atingiu agora no primeiro ano que é todos os municípios do Mato Grosso do Sul terem escolas em período integral. Nós teremos até o final do nosso governo, sem dúvida nenhuma, todas as escolas reformadas. Escolas reformadas, recuperadas, climatizadas, com investimento na questão de energia. Hoje pagamos o melhor salário do Brasil e nós precisamos de transformar isso em resultado. Nós precisamos ver esse resultado nos indicadores do IDEB. É fundamental que a gente trabalhe esse processo pra que a gente possa ver todos os investimentos da educação refletido da qualidade do ensino. E aí entra o papel fundamental dos diretores”, enfatizou.

Barbosinha lembrou também do programa Infovia Digital que levará dados e informações para os órgãos públicos estaduais, entre eles, as unidades escolares.

“São mais de 7 mil quilômetros de fibra ótica que integram os 79 municípios do Mato Grosso do Sul até o final do ano. Isso vai possibilitar um salto qualitativo extraordinário na educação, lousa digital, treinamento dos professores para que possam utilizar essas tecnologias, um avanço extraordinário”, salientou.

O último compromisso do governador foi na Vila Vargas, com a assinatura de ordem de início de serviço para obra de ampliação e melhorias do prédio de atendimento ao cliente da Sanesul, além da execução de reforma e adequação de três travessias sobre córregos. Os recursos totalizam R$ 5,9 milhões.

Ao discursar, Barbosinha afirmou que o diálogo é a essência do municipalismo. “É a marca e a presença do Estado com apoio do Legislativo, um trabalho integrado. Esta é a grande receita do Mato Grosso do Sul que chama atenção dos outros estados”, encerrou.

O governador em exercício continua cumprindo agenda no sul do Estado com entregas amanhã (5) em Caarapó e no Distrito de Itahum.

Barbosinha inaugura sistema para segurança hídrica e abastecimento e anuncia reformas em 4 escolas
Barbosinha inaugura sistema para segurança hídrica e abastecimento e anuncia reformas em 4 escolas
Barbosinha inaugura sistema para segurança hídrica e abastecimento e anuncia reformas em 4 escolas
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Barbosinha inaugura sistema para segurança hídrica e abastecimento e anuncia reformas em 4 escolas
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Barbosinha inaugura sistema para segurança hídrica e abastecimento e anuncia reformas em 4 escolas
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Barbosinha inaugura sistema para segurança hídrica e abastecimento e anuncia reformas em 4 escolas
Barbosinha inaugura sistema para segurança hídrica e abastecimento e anuncia reformas em 4 escolas

Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
*colaborou Heloísa Duim , do Programa de Estágio Supervisionado
Fotos: João Garrigó

ONU: Braille é essencial para plena realização dos direitos humanos 

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Mesmo em circunstâncias normais, pessoas com deficiência têm menos chance de acessar serviços de saúde, educação e emprego. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), é mais provável que elas vivam na pobreza, registrem taxas mais elevadas de violência, negligência e abuso e estejam entre os mais marginalizados. No caso de deficientes visuais, a pandemia de covid-19, segundo a entidade, mostrou a importância de produzir informação essencial em formatos acessíveis, incluindo braille e formatos sonoros.  ONU: Braille é essencial para plena realização dos direitos humanos ONU: Braille é essencial para plena realização dos direitos humanos 

“Muitas pessoas com deficiência poderiam enfrentar risco maior de contaminação devido à falta de acesso a orientações e precauções para proteger e reduzir a propagação de uma pandemia. A covid-19 também enfatizou a necessidade de intensificar todas as atividades relacionadas com a acessibilidade digital para garantir a inclusão digital de todos”, destacou a ONU. No Dia Mundial do Braille, lembrado nesta quinta-feira (4), a proposta é ampliar a conscientização do Braille como meio de comunicação para a plena realização dos direitos humanos de pessoas com deficiência visual. 

Entenda 

O Sistema Braille foi criado em 1825 pelo francês Louis Braille, que ficou cego aos 3 anos em razão de um acidente que causou infecção nos dois olhos. A versão mais conhecida da escrita data de 1837. O sistema permite a comunicação em várias línguas. 

Dia Mundial do Braille: 4 de janeiro.  Como está o ensino do Braille no país? Como os cegos aprendem a ler e escrever? O Braille é ensinado nas escolas públicas do Brasil? Qual a participação do governo federal neste processo? Foto: Freepik

Dia Mundial do Braille é comemorado em 4 de janeiro – Foto Freepik

Formado por símbolos alfabéticos e numéricos, o sistema possibilita a escrita e a leitura, por meio da combinação de um a seis pontos. A leitura, com uma ou ambas as mãos, se faz da esquerda para a direita. Os pontos em relevo obedecem a medidas padrão e a dimensão da cela braille corresponde à unidade de percepção da ponta dos dedos. 

No Brasil, o braille foi introduzido por José Álvares de Azevedo, idealizador da primeira escola para o ensino de pessoas cegas no país, o Imperial Instituto de Meninos Cegos, atual Benjamin Constant. Em 8 de abril, aniversário de Azevedo, é comemorado o Dia Nacional do Braille. 

A ONU destaca que o braille é considerado essencial no contexto da educação, da liberdade de expressão e de opinião, bem como da inclusão social, conforme previsto na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. 

Números 

Condições oculares são consideradas extremamente comuns. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que pelo menos 1 bilhão de pessoas em todo o mundo apresentam algum tipo de deficiência visual, seja para enxergar de perto ou de longe, que poderia ter sido evitada ou que ainda não foi solucionada.  

“As pessoas com deficiência visual têm maior probabilidade do que as que não têm de sofrer taxas mais elevadas de pobreza e desvantagem. Não satisfazer as suas necessidades ou não cumprir os seus direitos tem consequências de amplo alcance: a perda de visão representa, muitas vezes, uma vida inteira de desigualdade, problemas de saúde e barreiras à educação e ao emprego”, alertou a ONU. 

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Farmácia Santo Remédio   Fone: 99820-3883

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