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terça-feira, 9 de junho de 2026
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Esporte inclusivo e de excelência: MS renova planejamento até 2035 para fortalecer modalidades

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Fotos: Bruno Rezende/Secom-MS

Mato Grosso do Sul traça o futuro do esporte regional como ferramenta de inclusão, com fortalecimento da prática educacional, ampliação do acesso às modalidades ao longo da vida e promoção da integração institucional com os municípios, além da estruturação do esporte de excelência. Essas são as bases que vão guiar o fomento esportivo até 2035, conforme a definições da Conferência Estadual de Esporte e Lazer, acontecendo entre ontem (26) e hoje (27) no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande.

Promovido pelo Governo do Estado, por meio da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul) e da Setesc (Secretaria de Turismo, Esporte e Cultura), o evento reúne gestores públicos, profissionais de Educação Física, atletas, representantes de entidades esportivas, árbitros, membros da sociedade civil, profissionais da crônica esportiva e instituições de ensino superior. A participação na conferência é aberta ao público.

Iniciado na quinta-feira à tarde, o encontro contou com abertura oficial no período da noite, com a presença do governador Eduardo Riedel e do titular da Setesc, Marcelo Miranda, além da palestra ‘Esporte como direito: os novos desafios legais’, ministrada pelo Dr. Fernando Marinho Mezzadri. Já nesta sexta, os trabalhos começam às 8h e terminam com a plenária final, marcada para a partir das 14h com a leitura e aprovação das deliberações e moções.

“Não é só uma questão de orçamento. É também de liderança, de motivação, de exemplo. E vocês fazem acontecer pois têm comprometimento. Me lembro que em 2015 quando assumi como secretário de Governo tinhamos muito pouco recurso para o esporte, eram R$ 6 milhões por ano. Mas com garra conseguimos criar um modelo em que 354 escolas estaduais deram a massificação da base do esporte. São 200 mil alunos com acesso ao esporte, 270 escolas reformadas, quase todas com ginásio coberto, e com professores dedicados em parceria com a Secretaria de Educação, que deu a transversalidade que precisavamos para implantar esse projeto”, frisou Riedel.

O governador ainda destacou a trajetória do atleta e medalhista paralímpico Yeltsin Jacques – presente ao evento – como uma inspiração, e que para que surjam outros como ele é necessário que o Estado continue avançando em políticas de afunilamento e apoio nas diferentes etapas da organização do esporte regional, chegando até aos clubes e associações.

“Vocês estão concluíndo aqui um planejamento assertivo para os próximos 10 anos, e não tenho dúvida que com base de formação, profissionalismo, equipamento adequado e vontade de fazer, o Mato Grosso do Sul seguirá no caminho para se tornar uma referência no esporte”, concluiu o chefe do Executivo estadual.

Esporte inclusivo e de excelência: MS renova planejamento até 2035 para fortalecer modalidades
Esporte inclusivo e de excelência: MS renova planejamento até 2035 para fortalecer modalidades
Esporte inclusivo e de excelência: MS renova planejamento até 2035 para fortalecer modalidades
Esporte inclusivo e de excelência: MS renova planejamento até 2035 para fortalecer modalidades

Dono de três ouros paralímpicos no atletismo, sendo dois em Tóquio 2020 e uma em Paris 2024, Yeltsin Jacques rememorou as dificuldades que o fizeram trocar Mato Grosso do Sul, sua terra natal, por São Paulo, em 2012, para seguir na carreira. Foram cinco anos fora até que em 2017 ele retornou ao perceber mudanças, a partir de 2015, na política esportiva estadual.

“Em 2012 minha mãe pegou uma Parati, encheu de malas e com um colchão e fomos embora. Mas em 2015 começou a ter uma mudança e em 2017 vi o trabalho dando resultado, com muita firmeza e gestão profissional, e pude voltar para cá e construir minha vida aqui, conquistar a 100ª medalha de ouro da história paralímpica brasileira. Foram 11 anos de transformação do esporte sul-mato-grossense, desde a base, até o alto rendimento, a terceira idade. São ações feitas para atender a todos”, discursou o paratleta campo-grandense.

O objetivo central da conferência é o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao esporte e ao lazer em Mato Grosso do Sul, com foco na construção de diretrizes de longo prazo. Entre as metas estão a reformulação do Sistema Estadual de Esporte e Lazer, a elaboração do Plano Estadual para o período de 2026 a 2035, a criação do Conselho Estadual e a reestruturação do Fundo Desportivo Estadual – tudo de forma conjunta com os protagonistas do desporto local.

A programação foi organizada a partir de eixos estratégicos considerados fundamentais para o desenvolvimento do setor, orientando os debates técnicos e a formulação de propostas. Os participantes foram distribuídos em grupos de trabalho temáticos para análise de documentos-base, incluindo minutas do Sistema Estadual, do Plano de Esporte e Lazer (2026–2036), da criação do Conselho e da reformulação do Fundo de Investimento Esportivo.

“Conseguimos ao longo desses 11 anos desenvolver um bom trabalho no esporte, e fico feliz ter cumprido quase que na integralidade o que foi estabelecido em um fórum como esse em 2015. No ínicio tivemos medo de se passarem os quatro anos do mandato e não conseguir executar o programado, mas conseguimos estabelecer um plano muito interessante, mesmo em um momento de grande desafio, uma crise. Mas o Riedel, então secretário de Governo, deu todas as condições e orientações de gestão para construirmos os resultados alcançados”, disse Marcelo Miranda.

O secretário estadual de Turismo, Esporte e Cultura destacou que Mato Grosso do Sul foi o primeiro estado a criar o programa Bolsa Técnico, e focou ainda na importância de prestar apoio às federações e quão importante foram as ações de democratização do acesso ao esporte. “Essa parceria foi decisiva para surgir talentos. Não à toa no paradesporto, por exemplo, alcançamos o 4º lugar nas paralimpíadas nacionais, um estado pequeno sendo referência”, comentou.

Esporte inclusivo e de excelência: MS renova planejamento até 2035 para fortalecer modalidades
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Esporte inclusivo e de excelência: MS renova planejamento até 2035 para fortalecer modalidades

Investimentos consolidam políticas públicas

A realização da conferência está inserida em um cenário de ampliação dos investimentos públicos no esporte, seja ele de caráter inclusivo, educacional ou de alto rendimento. Em 2025, o Governo de Mato Grosso do Sul destinou R$ 41 milhões ao setor, contemplando programas como Bolsa Atleta, editais de jogos, convênios e apoios operacionais a entidades esportivas.

Em 2026, até março, já foram aplicados R$ 8,3 milhões, totalizando R$ 49,3 milhões no período. Os recursos abrangem desde o incentivo direto a atletas e técnicos até o custeio de logística esportiva, como arbitragem, transporte e estrutura de competições.

O volume de investimentos, aliado ao processo de planejamento participativo promovido pela conferência, reforça a estratégia do Estado de consolidar o esporte como política pública estruturante, com impacto social, educacional e de desenvolvimento regional.

O palestrante

Professor doutor pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Fernando Marinho Mezzadri é graduado em Educação Física pela UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa), com mestrado pela UFPR (Universidade Federal do Paraná).

Atualmente, é professor titular da UFPR, onde atua na graduação e na pós-graduação em Políticas Públicas do Esporte, além de coordenar o Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva e o projeto ‘Monitoramento do esporte brasileiro’, financiado pelo CNPq.

Ao longo da carreira, ocupou cargos de gestão na universidade, como pró-reitor de Planejamento, Orçamento e Finanças, vice-diretor do Setor de Ciências Biológicas, chefe do Departamento de Educação Física e diretor do Centro de Educação Física e Desporto.

Também foi consultor da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) em políticas de controle de dopagem e professor visitante da Universidade de Toronto. Sua produção acadêmica concentra-se nas áreas de políticas públicas e gestão do esporte.

Fonte: Nyelder Rodrigues, Comunicação Governo de MS

Mato Grosso do Sul é o único Estado a implementar todos os instrumentos da governança climática

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Foto: Bruno Rezende/Secom/Arquivo

Mato Grosso do Sul é o único estado brasileiro que cumpre todos os quesitos acordados entre os entes subnacionais para implementação da governança climática. Os dados estão na segunda edição do Anuário Estadual de Mudanças Climáticas, estudo divulgado na semana passada pelo Centro Brasil no Clima (CBC) e que reúne dados, indicadores e análises sobre o estágio das políticas climáticas nos estados brasileiros.

O Anuário contém todos os dados das atividades econômicas, os impactos que causam no meio ambiente (como emissões de GEEs), e as políticas que os estados se comprometeram e estão desenvolvendo para reverter e amenizar os efeitos das mudanças climáticas. Essas são as Estratégias de Mudanças Climáticas, que envolvem planos de ação ou um conjunto de diretrizes estruturadas pelos governos para orientar a gestão climática no estado, incluindo prazos e organismos ou instituições responsáveis pela execução.

Mato Grosso do Sul se destaca em vários aspectos do Anuário. Junta-se ao grupo de oito estados com melhores índices de destinação correta dos resíduos sólidos urbanos. Em 2015 o percentual de destinação correta dos resíduos sólidos urbanos em todos os municípios sul-mato-grossenses era de 44%; em 2024 esse índice chegou a 85%.

Ao lado de Minas Gerais e Bahia, Mato Grosso do Sul implantou todas as etapas de gestão do CAR (Cadastro Ambiental Rural), desde a inscrição, análise por equipe e automatizada, regulamentou e disponibilizou recursos humanos para operacionalizar o PRA (Programa de Regularização Ambiental).

MS ainda possui todos os instrumentos estaduais de financiamento às políticas ambientais e enfrentamento às mudanças climáticas, a exemplo do ICMS Verde, Fundo Ambiental, Fundo de Recursos Hídricos, Fundo Climático. Por fim, o Estado tem a meta mais ambiciosa de todos os entes subnacionais, que é tornar o Estado Carbono Neutro até 2030.

Escolha certa

Para o titular da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Jaime Verruck, o sucesso do Plano Clima no Estado se deve à opção feita pelo governador Eduardo Riedel de perseguir o caminho do desenvolvimento sustentável que alia o crescimento econômico e social com a conservação ambiental.

Recentemente o Estado elaborou e implantou a Política Estadual de Mudanças Climáticas, também implantou o Fórum Estadual de Mudanças Climáticas e realizou dois encontros para levantar, debater e propor soluções aos temas elencados, em abril e novembro de 2024.  Em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e o Governo de Mato Grosso, implementou o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Pantanal (PPPantanal).

A lista de ações conta ainda com o alinhamento às metas nacionais do Plano ABC+ de sustentabilidade na atividade agropecuária, aplicação do Inventário de Emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa) e criação o Fundo de Financiamento de Mudanças Climáticas, além de possuir PERS (Plano de Resíduos Sólidos) e PERH (Plano de Recursos Hídricos). Essas são as sete condicionantes acordadas entre os entes subnacionais para integração e aplicação efetiva da política climática estadual.

Mato Grosso do Sul é o único Estado a implementar todos os instrumentos da governança climática

Secretária-executiva de Meio Ambiente da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Ana Trevelin participou de um painel em Brasília (DF) durante o lançamento da segunda edição do Anuário e analisa os avanços e desafios de Mato Grosso do Sul para implementar toda agenda da ação climática.

“Ficamos felizes com o resultado do Anuário e, principalmente, com o exercício que ele provoca junto a todos os gestores públicos estaduais do País na área do meio ambiente a pensarem como estão pensando e realizando seu trabalho, produzindo resultados para a sociedade e como está nossa capacidade de enfrentamento das mudanças climáticas”, ponderou Ana Trevelin.

“No caso de Mato Grosso do Sul, ficamos satisfeitos ao comprovar que existe um trabalho sistêmico que envolve outras secretarias, não apenas a Semadesc e a Secretaria Executiva de Meio Ambiente, assim como os organismos vinculados, todos voltados para a preocupação de como é que podemos amparar nossa sociedade e conduz um trabalho de adaptação e mitigação às mudanças climáticas”, completou a secretária executiva.

Economia

O perfil socioeconômico do Estado também apresenta boa classificação. Destaca-se entre os estados menos desiguais com relação à distribuição de renda do País, segundo a metodologia do Índice Gini, que mede a desigualdade de renda indo de 0 (perfeita igualdade) a 1 (máxima desigualdade). Santa Catarina tem o melhor índice Gini do País (0,431), seguido de Mato Grosso (0,442), Rondônia (0,443) e Minas Gerais (0,449). Em quinto está Mato Grosso do Sul (0,455) e em sexto, Rio Grande do Sul (0,460).

Em 2023, Mato Grosso do Sul apresentou o segundo maior índice de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), estudo que soma todas as riquezas produzidas no Estado naquele ano. O índice de Mato Grosso do Sul ficou em 13,4%, pouco abaixo do Acre, que teve o melhor desempenho com 14,7%.

Com relação às emissões, houve redução significativa no volume de gases causadores do Efeito Estufa liberados na Atmosfera em todo País. Foram 1,49 bilhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente em 2024, enquanto em 2023 esse volume chegou a 1,92 bi/ton e no ano anterior, 2,08 bi/ton. Só a região Sudeste não apresentou redução nas emissões. Entre as atividades com as maiores emissões está a Agropecuária.

Desafios

Mato Grosso do Sul é o único Estado a implementar todos os instrumentos da governança climática

Entre os desafios para melhorar os resultados de sustentabilidade, destaca-se a vasta área com índices de degradação. Dos 179 milhões de hectares de pastagens, 107,6 milhões (60%) foram classificados como de baixo ou médio vigor.

A região Centro-Oeste concentra 41,5% do potencial de áreas degradadas passíveis de conversão para sistemas sustentáveis tanto na pecuária intensificada, silvicultura, agricultura ou sistemas agroflorestais.

Mato Grosso do Sul detém 12,3 milhões de hectares de pastagens com baixo ou médio vigor, conforme a segunda edição do Anuário de Mudanças Climáticas, seguido de Mato Grosso (12,5 milhões/ha) e em terceiro, Minas Gerais (17,2 milhões/ha).

“O Estado demonstrou nesse Anuário, novamente, os avanços em relação às políticas de mudanças climáticas, tendo desenvolvido um conjunto de instrumentos adequados para poder avançar nessa área. Um exemplo é o Road Map, em que avaliamos a situação de todos os municípios, e a estratégia do Estado Carbono Neutro que passa, sim, pela necessidade de fazermos recuperação. Nos últimos anos já incorporamos 5 milhões de hectares ao processo produtivo e a ideia é que, através do FCO Verde, do Programa Prosolo, possamos dar continuidade nesse processo de recuperação convertendo essa área remanescente ao processo produtivo”, afirmou Jaime Verruck.

Por fim, o Anuário apresenta iniciativas estratégicas de Mato Grosso do Sul para mitigar os efeitos e reverter riscos ambientais como queimadas, ondas de calor e emissões de GEEs, como o Programa MS Carbono Neutro, Carne Carbono Neutro e Rodovias Resilientes, destaca o estudo.

Entre os biomas brasileiros, o Pantanal apresentou o maior índice (-58,6%) de redução de desmatamento em 2024, comparado a 2023. O status de mitigação dos riscos e vulnerabilidades do Estado é classificado como Avançado/Parcial, com destaque para o monitoramento das emissões e certificação dos ativos ambientais.

Fonte: João Prestes, Comunicação Semadesc

MS garante mais de 1,2 mil novas vagas no sistema prisional com construção de unidades na Gameleira

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Foto: Chico Ribeiro/Seilog

Mais segurança pública, melhores condições no sistema penitenciário e avanço na política de ressocialização. Esses são os principais impactos da construção de três novas unidades prisionais de baixa complexidade no Complexo Prisional da Gameleira, localizado na saída para Sidrolândia, em Campo Grande.

Os investimentos foram oficializados com a homologação das licitações, publicada na edição desta quinta-feira (26) do Diário Oficial do Estado. Juntas, as obras somam mais de R$ 65 milhões em recursos aplicados pelo Governo de Mato Grosso do Sul.

Cada unidade terá capacidade para até 408 internos, do regime fechado, totalizando 1.224 novas vagas no sistema prisional, contribuindo diretamente para a redução da superlotação e para a melhoria das condições de custódia. As estruturas foram projetadas para oferecer mais organização e eficiência, com 30 celas por unidade e espaços planejados para garantir segurança, controle e melhores condições de gestão penitenciária.

A unidade Gameleira I será construída pela empresa JAC Engenharia Soluções Inteligentes Ltda, com investimento de R$ 22.185.230,81. Já a Gameleira II ficará sob responsabilidade da Poligonal Engenharia e Construções Ltda, com valor de R$ 21.228.036,72. A Gameleira III será executada pela Engetal Engenharia e Construções Ltda, com investimento de R$ 22.187.208,50.

Além da ampliação de vagas, os projetos também contemplam uma infraestrutura moderna, com áreas construídas que variam entre mais de 3 mil metros quadrados, reforçando o compromisso com um sistema mais estruturado e adequado às necessidades atuais.

Para o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara, o investimento representa um avanço importante para o Estado. “Estamos falando de obras que trazem mais organização ao sistema prisional e contribuem diretamente para a segurança da população. É um investimento estratégico, que alia estrutura adequada com gestão eficiente”, explicou.

As obras e os projetos são coordenados pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), responsável pela elaboração, contratação, execução e fiscalização, garantindo qualidade técnica e cumprimento dos prazos estabelecidos.

As obras integram um pacote mais amplo de expansão do sistema penitenciário sul-mato-grossense, que prevê a criação de mais de 2,4 mil novas vagas no regime fechado em todo o estado, por meio de construções e ampliações de unidades já existentes.

Para o diretor-presidente da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), Rodrigo Rossi Maiorchini, a ampliação da capacidade representa um avanço estratégico. “A criação de novas vagas fortalece a gestão do sistema prisional, contribuindo tanto para a segurança quanto para o aprimoramento das políticas de ressocialização e custódia”, destacou.

Com a iniciativa, o Governo do Estado reforça seu compromisso com a segurança pública, investindo em infraestrutura que contribui para um sistema mais equilibrado, humano e eficiente.

Fonte: Luciana Bomfim, Comunicação Seilog
*colaborou Agepen

Fim de semana será quente no Sul e Centro-Oeste, e Inmet alerta para possível nova onda de calor

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— Foto: João Laud/RBS TV

O último fim de semana de março promete encerrar o mês com muito calor em boa parte do Brasil.

A partir desta sexta-feira (27), o calorão deve se firmar especialmente sobre o Rio Grande do Sul, áreas do oeste de Santa Catarina e Paraná e Mato Grosso do Sul.

Segundo os meteorologistas, a tendência é de que esse aquecimento se mantenha, pelo menos, até a próxima segunda-feira (30).

Justamente por isso, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) não descarta que o episódio evolua para uma onda de calor.

O que está por trás desse aquecimento é a atuação de um sistema de alta pressão que se posiciona sobre a região entre esta sexta e a segunda-feira.

Sem nuvens para bloquear a incidência solar, a radiação chega com mais intensidade ao solo e empurra os termômetros para cima de forma consistente.

No Rio Grande do Sul, o calor deve ser mais forte entre sábado (28) e domingo (29), principalmente em áreas do interior.

As temperaturas podem chegar perto dos 36 °C a 38 °C, com sensação de abafamento durante a tarde. Em Porto Alegre (RS), a previsão é de dias de sol e máximas acima dos 30 °C.

Em Santa Catarina e no Paraná as tardes devem ser bem quentes. Mesmo assim, podem ocorrer pancadas isoladas entre a tarde e a noite, típicas dessa combinação de calor e umidade. Em Curitiba (PR), a máxima deve ficar perto dos 28 °C.

No Centro-Oeste, os termômetros devem subir bastante no Mato Grosso do Sul. Em algumas áreas do estado, as temperaturas podem se aproximar dos 35 °C a 38 °C.

Em Campo Grande (MS), o dia começa com sol e termina com aumento de nuvens, com máxima perto dos 30 °C.

No Sudeste, o calor continua, mas de forma menos intensa. Em São Paulo (SP), o sol predomina e a temperatura chega aos 31 °C.

No Rio de Janeiro (RJ), o tempo fica firme e quente, com máximas de até 33 °C. Em Belo Horizonte (MG), há chance de chuva rápida à tarde, mas o calor segue presente.

O destaque na região fica para o litoral do Espírito Santo, onde a chuva deve aumentar e pode ocorrer com mais força em alguns momentos.

No Nordeste, o litoral da Bahia concentra a maior atenção. Entre sexta e sábado, a chuva deve ganhar intensidade e pode cair com mais volume em cidades como Salvador (BA).

No restante da região, o sol aparece mais, com pancadas isoladas.

Já no Norte, a previsão é de pancadas frequentes ao longo do dia, principalmente em Amazonas, Pará, Rondônia e Amapá.

Mesmo com a chuva, o tempo continua abafado em cidades como Manaus (AM).

Previsão de desvio da temperatura máxima para o dia 29 de março de 2026. — Foto: Inmet/Reprodução
Previsão de desvio da temperatura máxima para o dia 29 de março de 2026. — Foto: Inmet/Reprodução

Fonte: Roberto Peixoto, g1

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 8

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Brasília (DF) -- Novo cartão Bolsa Família 2023. Foto: MDAS/Divulgação

A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira (27) a parcela de março do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 8.Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 8Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 8

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 683,75. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 18,73 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,77 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Pagamento unificado

Os beneficiários de 171 cidades de nove estados receberam o pagamento no último dia 18, independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 126 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca, e os moradores de Juiz de Fora, Ubá, Patrocínio do Muriaé e Formiga, em Minas Gerais, afetados por enchentes. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Amazonas (3), Bahia (17), Paraná (1), Piauí (1), Rio de Janeiro (4), Roraima (6) e Sergipe (9).

Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família. O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Regra de proteção

Cerca de 2,35 milhões de famílias estão na regra de proteção em março. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Neste mês, o benefício médio para elas está em R$ 368,97.

Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.

Calendário de pagamento do Bolsa Família 2026

Calendário de pagamento do Bolsa Família 2026 – Arte EBC

Nota de falecimento de Virgílio Borges de Souza

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Comunicamos com pesar o falecimento nessa sexta-feira, dia 27 de março, no Hospital Regional, em Amambai, de Virgílio Borges de Souza, de 72 anos.

Seu corpo foi velado no Memorial Primavera e o sepultamento aconteceu às 16h no Cemitério Municipal Crepúsculo.

Informou Pax Primavera- Fone: 3481-1887

Copa Paranhos de Futebol Suíço define campeões de 2026 neste sábado

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A equipe Amigos F.C, de Ypejhú, finalista da Copa Paranhos de Futebol Suíço 2026. (Fotos: Carlos Pavão/Sejel)

Vilson Nascimento

Acontecem na noite deste sábado, dia 28 de março, no campo do Parque Ecológico Clóvis Bronzin, na cidade da fronteira com o Paraguai, as finais da Copa Paranhos de Futebol Suíço 2026.

Na noite dessa quinta-feira (27) foram definidos os finalistas do certame regional, promovido pela Prefeitura de Paranhos através da Sejel (Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer), da categoria livre.

A equipe Amigos F.C da cidade paraguaia de Ypejhú chegou à final ao vencer a Super Motos, de Paranhos, pelo placar de 1×0. Já o Global F.C, da cidade de Mundo Novo, se garantiu na decisão ao derrotar o Duas Nações FC pelo placar de 4×3 nas cobranças de penalidades máximas, após empate em 1×1 no tempo normal de jogo.

Copa Paranhos de Futebol Suíço define campeões de 2026 neste sábado
A equipe Global F.C, da cidade de Mundo Novo.

Outras finalistas

Na noite de quarta-feira, 25 de março, também no campo do Parque Ecológico Clóvis Bronzin, foram definidos os finalistas das categorias, feminina e master da Copa Paranhos de Futebol Suíço 2026.

Pela categoria feminina da competição regional a Alcatéia FC, da Aldeia Pirajuí garantiu a vaga na decisão ao golear, em um das semifinais, a equipe Fúria AC, da Aldeia Arroio Corá pelo placar de 5×0 e a Aldeia Paraguassu se classificou para a grande final ao derrotar a equipe Flor FC pelo placar de 2×1.

Pela categoria master a Super Motos chegou a decisão ao vencer o Rancho do Sabor pelo placar de 1×0. O adversário da Super Motos na decisão da Copa Paranhos de Futebol Suíço 2026, que acontece neste sábado, dia 28 de março, será a equipe de Amambai, que na noite dessa quarta-feira (25) passou pelo Boleiros do Campinho ao vencer nos pênaltis pelo placar de 5×4 após empate sem gols no tempo normal de jogo.

O prefeito Heliomar Klabunde e o secretário de esportes do município, Denílson Rafaíne convidam a população de Paranhos e região para comparecer no campo do Parque Ecológico Clóvis Bronzin na noite deste sábado (28) para acompanhar as partidas decisivas.

Copa Paranhos de Futebol Suíço define campeões de 2026 neste sábado
A equipe de Amambai avançou à final da categoria master após vitória nos pênaltis na noite dessa quarta-feira.
Copa Paranhos de Futebol Suíço define campeões de 2026 neste sábado
A equipe Super Motos.
Copa Paranhos de Futebol Suíço define campeões de 2026 neste sábado
O elenco da Aldeia Pirajuí, finalista da categoria feminina.
Copa Paranhos de Futebol Suíço define campeões de 2026 neste sábado
O time Aldeia Paraguassu.

CMN reduz juros de financiamentos a cooperativas rurais pelo Pronaf

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As cooperativas da agricultura familiar terão acesso a juros mais baixos nos financiamentos à bovinocultura. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (26) a redução, de 8% para 3% ao ano, da taxa de juros do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), na modalidade Mais Alimentos.CMN reduz juros de financiamentos a cooperativas rurais pelo PronafCMN reduz juros de financiamentos a cooperativas rurais pelo Pronaf

Em nota, o Ministério da Fazenda explicou que a medida busca estimular investimentos na produtividade do setor.

A nova taxa de 3% ao ano passa a valer para operações contratadas por cooperativas que adquirirem sêmen, óvulos e embriões para melhoramento genético, com foco tanto na pecuária de corte quanto na de leite.

Até então, esse percentual mais baixo já era aplicado apenas para financiamentos contratados diretamente por agricultores familiares. Com a mudança, o benefício é estendido às cooperativas que atendem seus associados.

Incentivo genético

O CMN também autorizou o financiamento desses itens de forma isolada por meio do Renovagro, programa voltado a sistemas de produção agropecuária sustentáveis.

Além da aquisição de material genético, passam a ser financiados serviços associados, como inseminação artificial e transferência de embriões. Antes, essas operações estavam limitadas a 30% do valor total do crédito de investimento.

Fundo para o café

Na mesma reunião, o colegiado aprovou a destinação de R$ 7,37 bilhões para o financiamento do setor cafeeiro em 2026, por meio do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).

Os recursos serão utilizados em diversas frentes, como custeio da produção, comercialização, aquisição de café, capital de giro e recuperação de lavouras danificadas.

Destinação

Segundo o governo, a distribuição dos valores entre as diferentes linhas de crédito será definida pelo Ministério da Agricultura. As operações seguirão as regras estabelecidas no Manual de Crédito Rural.

Presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o CMN também é composto pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.

Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 40 milhões

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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.988 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (26). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 40 milhões para o próximo sorteio.Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 40 milhõesMega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 40 milhões

Os números sorteados são: 06 – 14 – 28 – 31 – 56 – 59

  • 44 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 33.183,44 cada
  • 2.443 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 985,14 cada

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (28), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. 

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

Alta do diesel dispara alerta no campo

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Nesse contexto, a eficiência no uso de combustível passa a ser um fator decisivo - Foto: Canva

O aumento do custo do diesel em 2026 já provoca efeitos diretos nas operações agrícolas, pressionando margens e exigindo maior controle sobre os gastos no campo. Em um ambiente de instabilidade no mercado internacional de petróleo, produtores intensificam a busca por soluções que preservem a rentabilidade ao longo da safra.

Nesse contexto, a eficiência no uso de combustível passa a ser um fator decisivo. Avaliações em campo indicam que máquinas com maior nível tecnológico conseguem reduzir significativamente o consumo por hora trabalhada, segundo Lucas Zanetti, gerente de Marketing de Produtos da Massey Ferguson. Considerando ciclos operacionais que podem alcançar cerca de 2.000 horas por safra, a economia pode ultrapassar 20 mil litros de diesel por equipamento, ampliando a área atendida com o mesmo volume de combustível .

A modernização da frota se consolida como uma estratégia técnica e econômica. Equipamentos com transmissões continuamente variáveis e motores mais eficientes apresentam menor consumo específico, além de melhorar o rendimento operacional e a previsibilidade dos custos. Outro efeito relevante é a redução do desgaste interno dos componentes, o que impacta positivamente a manutenção e a vida útil das máquinas .

Resultados de testes em diferentes culturas e sistemas produtivos reforçam esse cenário. Em operações de plantio, preparo de solo e subsolagem, o uso de tecnologias mais avançadas proporcionou reduções expressivas no consumo de combustível e ganhos de eficiência operacional. Em alguns casos, também houve diminuição no tempo de execução das atividades, antecipando etapas importantes do calendário agrícola .

“Isso significa que grandes propriedades conseguem finalizar suas janelas de operação com dias de antecedência, reduzindo o número de máquinas necessárias na lavoura, a necessidade de horas extras e, novamente, a exposição da frota ao consumo de diesel”, finaliza Zanetti.

Mercado de insumos nunca esteve tão pressionado

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O cenário reúne fatores que afetam diretamente o abastecimento - Foto: Divulgação

A pressão sobre o mercado global de fertilizantes já começa a impactar o planejamento da próxima safra brasileira, em meio a restrições simultâneas de oferta e incertezas geopolíticas. A avaliação é de Isan Rezende, presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso e do Instituto do Agronegócio.

O cenário reúne fatores que afetam diretamente o abastecimento. A Rússia, responsável por praticamente todo o fornecimento de nitrato de amônio ao Brasil, suspendeu temporariamente os embarques. Ao mesmo tempo, a China interrompeu exportações de fosfatados e nitrogenados, sem previsão clara de retomada. Soma-se a isso o bloqueio do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de fertilizantes, afetada por tensões envolvendo o Irã.

Os reflexos já aparecem nos custos de produção. Insumos como MAP, DAP e cloreto de potássio acumulam altas ao longo de 2026, pressionando as margens de culturas como soja e milho. O Ministério da Agricultura classifica o momento como de elevado risco de desabastecimento, com estimativa de déficit entre 1 e 3 milhões de toneladas de fosfatados.

A preocupação se intensifica diante do calendário agrícola. A demanda do Hemisfério Norte entra em fase de pico, enquanto o Brasil mantém forte dependência externa, com cerca de 85% do consumo de fertilizantes vindo de importações. Esse desequilíbrio estrutural, aliado à instabilidade internacional, reforça a tendência de preços elevados no curto prazo.

Para a safra 2026/2027, o ambiente é de incerteza. Produtores, cooperativas e investidores enfrentam um mercado mais caro e volátil, com risco concreto de escassez. Nesse contexto, decisões antecipadas de compra e diversificação de fornecedores passam a ser determinantes não apenas para controlar custos, mas para garantir produtividade.

Casa do Trabalhador disponibiliza 52 oportunidades de emprego nesta sexta-feira em Amambai

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Entrada da cidade de Amambai. Foto: Geovana Biron

Redação

A Casa do Trabalhador, órgão ligado à Fundação do Trabalho (Funtrab), do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza 52 oportunidades de emprego nesta sexta-feira, dia 27 de março, em Amambai.

Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas

7 vagas para pedreiro
3 vagas para atendente
3 vagas para motorista caminhão-pipa
3 vagas para auxiliar de mecânico de autos
2 vagas para mecânico de autos em geral
2 vagas para operador de pá carregadeira
2 vagas para vendedor
2 vagas para auxiliar de limpeza
1 vaga para assistente administrativo (cursando superior em administração – jovem aprendiz)
1 vaga para auxiliar de linha de produção
1 vaga para confeiteiro
1 vaga para cozinheira
1 vaga para auxiliar de cozinha
1 vaga para salgadeira
1 vaga para auxiliar nos serviços de alimentação
1 vaga para garçom
1 vaga para empregada doméstica
1 vaga para cuidador de idoso
1 vaga para caseiro
1 vaga para montador de móveis
1 vaga para instalador de sistema eletrônico de segurança
1 vaga para monitor de sistema eletrônico de segurança interno
1 vaga para ajudante de eletricista
1 vaga para mecânico de automóveis
1 vaga para auxiliar mecânico de refrigeração
1 vaga para mecânico de bicicleta
1 vaga para mecânico de máquinas pesadas (manutenção)
1 vaga para motorista (categoria E)
1 vaga para motorista de caminhão-guincho pesado com munck
1 vaga para operador de patrola niveladora
1 vaga para lavador de carro
1 vaga para serralheiro
1 vaga para soldador
1 vaga para torneiro mecânico
1 vaga para caçambeiro
1 vaga para mestre de obras

Casa do Trabalhador também oferece

A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região. 

Segundo o órgão, para dar entrada no pedido de benefício, o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade). 

A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.

O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta-feira no período das 7h às 13h. Mais informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai podem ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.

Lideranças de Japorã e Mara Caseiro reivindicam apoio da Semadesc para abatedouro de peixes

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Fotos: ©Vitor Chileno/Assessoria Parlamentar

O prefeito de Japorã, Vitor Cunha da Rosa (Malaquias); o presidente do Legislativo Gabriel José Klasmann; os vereadores Carlos Pavão e Jaclison Lopes; e o diretor do Departamento de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Sidinei Lobo, acompanhados pela deputada estadual Mara Elisa Caseiro mantiveram, no fim da tarde desta quinta-feira (26-03), audiência com o Secretário de Estado da Semadesc (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Jaime Verruck.

Na Semadesc as lideranças japoraenses e a deputada apresentaram o empresário Rodrigo Farias dos Santos, investidor que irá abrir uma agroindústria. “Temos um projeto em andamento visando à implantação de um frigorífico, abatedouro de peixes”, explicou Rodrigo apresentando as plantas baixas e prestando todos os esclarecimento do empreendimento.

Lideranças de Japorã e Mara Caseiro reivindicam apoio da Semadesc para abatedouro de peixes

“Já fizemos a doação da área de 10.000 m2, garantindo o principal incentivo à implantação do empreendimento. Vamos continuar apoiando, fomentando a piscicultura junto aos produtores da agricultura tradicional do município”, afirmou o prefeito Malaquias. “Temos o maior interesse na diversificação da produção da agricultura familiar, por isso, aprovamos a doação da área com o aval de todos os vereadores, e estaremos atuando firmes no desenvolvimento deste empreendimento, considerando que será opção de renda para nossos produtores e para o município”, acrescentou Gabriel Klasmann.

Lideranças de Japorã e Mara Caseiro reivindicam apoio da Semadesc para abatedouro de peixes

A deputada Mara chamou a atenção e entro na defesa do empresário na busca de incentivos e projetos do Governo do Estado para sacramentar o projeto. “Temos o maior interesse em projetos desta natureza. O governador Eduardo Riedel está determinado em oferecer respaldo à piscicutura. Temos os projetos Pró-Peixe. Além disso, muitos tanques estão ociosos em várias regiões do Estado e a meta é apoiar que os produtores voltem à atividade”, respondeu Verruck.

Lideranças de Japorã e Mara Caseiro reivindicam apoio da Semadesc para abatedouro de peixes

O agroindustrial Rodrigo Farias simultaneamente reivindicou apoio para acessar recursos do FCO – Fundo Constitucional para o Centro-Oeste. Jaime Verruck prontamente respondeu que a carta consulta deverá ser encaminhada o mais rápido possível para a análise dos conselheiros do FCO. “Não vejo problema. O incentivo fiscal também é de interesse do Estado que tem como meta a expansão da produção de proteínas, sobretudo, carne de peixe”, comentou o titular da Semadesc.

Lideranças de Japorã e Mara Caseiro reivindicam apoio da Semadesc para abatedouro de peixes
Vereador Jaclison, diretor de Desenvolvimento Ney Lobo, Prefeito Malaquias, empresário Rodrigo Farias, Presidente da Câmara de Vereadores Gabriel Klasmann, deputada Mara Caseiro, e vereador Carlos Pavão. © Vitor Chileno

A futura MS Fish tem como meta inicial abater 3 toneladas de peixe dia, com ênfase na agroindustrialização de tilápia, absorvendo toda a produção de Japorã, Eldorado e demais municípios do Cone Sul de Mato Grosso do Sul.

Fonte: Roney Minella – Repórter Panorama do MS

Dívida Pública sobe 2,31% em fevereiro e supera R$ 8,8 trilhões

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© JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL/ARQUIVO

A forte emissão de títulos prefixados fez a Dívida Pública Federal (DPF) subir em fevereiro. Segundo números divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 8,641 trilhões em janeiro para R$ 8,841 trilhões no mês passado – alta de 2,31%.

Em agosto do ano passado, o indicador superou pela primeira vez a barreira de R$ 8 trilhões. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado em janeiro, o estoque da DPF deve encerrar 2026 entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões.

A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) avançou 2,17%, ao passar de R$ 8,331 trilhões em janeiro para R$ 8,511 trilhões em fevereiro. No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 102,81 bilhões em títulos a mais do que resgatou, principalmente em papéis prefixados (com juros definidos com antecedência). A essa emissão líquida, somou-se a apropriação de R$ 77,76 bilhões em juros.

Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 14,75% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.

No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 143,26 bilhões em títulos da DPMFi. No entanto, mesmo com o baixo volume de vencimentos em fevereiro, os resgates foram menores e somaram R$ 40,46 bilhões.

A Dívida Pública Federal externa (DPFe) subiu 6,13%, ao passar de R$ 310,59 bilhões em janeiro para R$ 329,65 bilhões em fevereiro. Apesar da queda de 1,54% do dólar no mês passado, a dívida aumentou por causa do lançamento de US$ 4,5 bilhões em títulos do Tesouro Nacional no mercado externo no mês passado.

Colchão

Após queda em janeiro, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) voltou a subir em fevereiro. Essa reserva passou de R$ 1,085 trilhão em janeiro para R$ 1,192 trilhão no mês passado. O principal motivo, segundo o Tesouro Nacional, foi a emissão líquida (emissões menos resgates) no mês passado.

Atualmente, o colchão cobre 6,41 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,44 trilhão em títulos federais. No resultado de março, que será divulgado em abril, esse indicador deve apresentar queda porque o Tesouro recomprou cerca de R$ 49 bilhões em títulos da dívida pública após o início da guerra no Oriente Médio.

Composição

Com a forte emissão de títulos prefixados, a composição da DPF variou da seguinte forma de janeiro para fevereiro:

  • Títulos vinculados à Selic: de 49,42% para 49,1%;
  • Títulos corrigidos pela inflação: de 26,35% para 25,85%;
  • Títulos prefixados: de 20,65% para 21,33%;
  • Títulos vinculados ao câmbio: de 3,58% para 3,71%.

O PAF prevê que os títulos encerrarão o ano nos seguintes intervalos

  • Títulos vinculados à Selic: de 46% a 50%;
  • Títulos corrigidos pela inflação: de 23% a 27%;
  • Títulos prefixados: de 21% a 25%;
  • Títulos vinculados ao câmbio: de 3% a 7%.

Normalmente, os papéis prefixados (com taxas definidas no momento da emissão) indicam mais previsibilidade para a dívida pública, porque as taxas são definidas com antecedência. No entanto, em momentos de instabilidade no mercado financeiro, as emissões caem porque os investidores pedem juros muito altos, que comprometeria a administração da dívida do governo.

Em relação aos papéis vinculados à Selic (juros básicos da economia), esses títulos estão atraindo o interesse dos compradores por causa das altas promovidas pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) até meados do ano passado. A dívida cambial é composta por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa.

Prazo

O prazo médio da DPF oscilou de 4,03 para 4 anos. O Tesouro só fornece a estimativa em anos, não em meses. Esse é o intervalo médio que o governo leva para renovar (refinanciar) a dívida pública. Prazos maiores indicam mais confiança dos investidores na capacidade do governo de honrar os compromissos.

Detentores

A composição dos detentores da Dívida Pública Federal interna ficou a seguinte:

  • Instituições financeiras: 31,76% do estoque;
  • Fundos de pensão: 22,59%;
  • Fundos de investimentos: 21,58%;
  • Não residentes (estrangeiros): 10,75%
  • Demais grupos: 13,3%.

Com a menor tensão no mercado financeiro em fevereiro, antes do início da guerra no Oriente Médio, a participação dos não residentes (estrangeiros) subiu em relação a janeiro, quando estava em 10,69%. O indicador atingiu o maior nível desde novembro de 2024, quando estava em 11,2%. Quanto maior a fatia de estrangeiros na dívida interna, maior a confiança no Brasil.

Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).

Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Farmácia do Edson         Fone: 3481-2645

Ao lado do Ponto do Pastel

Regional de Ponta Porã fortalece assistência no Mutirão da Saúde da Mulher e amplia acesso a procedimentos

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Foto: HRPP

O HRPP (Hospital Regional de Ponta Porã) integrou, no último fim de semana, o Mutirão da Saúde da Mulher — ação promovida pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), em parceria com o Governo Federal. A iniciativa mobilizou hospitais em todo o país para ampliar o acesso a procedimentos e contribuir para a redução da demanda reprimida.

Referência para a região sul do Estado, o hospital reorganizou fluxos internos e escalas assistenciais, com foco nas especialidades de Ginecologia e Cirurgia Geral. A mobilização contemplou pacientes previamente agendadas pelo sistema de regulação do SUS (Sistema Único de Saúde), assegurando agilidade, segurança e qualidade na assistência.

Com planejamento e integração das equipes multiprofissionais, o hospital obteve resultados expressivos durante a ação. Foram realizados 42 diagnósticos por imagem ― 12 ultrassonografias e 30 tomografias ― e onze procedimentos ― 7 histerectomias, 2 colpoperineoplastias e 2 cirurgias para retirada de vesícula.

Humanização e agilidade reconhecidas pelas pacientes

O impacto positivo da iniciativa foi destacado pelas próprias usuárias. A paciente Maria Célia Lupes Benitez, de 51 anos, comemorou a realização do procedimento aguardado há meses. “Estou muito feliz; já esperava há algum tempo e tudo aconteceu com muita rapidez. O atendimento foi excelente e sou muito grata a toda a equipe”, afirmou.

Marli Rosa Pinheiro, de 46 anos, também ressaltou a importância de ações voltadas à saúde da mulher, destacando a relevância de políticas públicas que garantam dignidade, acesso e cuidado especializado.

Compromisso com a eficiência e o acesso

Para o diretor técnico da unidade, o médico Antonio Sergio Martinussi, o desempenho da equipe demonstra o compromisso institucional com a eficiência e a ampliação do acesso à saúde pública.

“Com organização e empenho técnico, conseguimos otimizar cada etapa do processo para levar o SUS a quem mais precisa. É uma satisfação ver Ponta Porã inserida nesta iniciativa federal, contribuindo para agilizar diagnósticos e reduzir o tempo de espera”, destacou.

O Hospital Regional de Ponta Porã é referência em saúde pública para mais de 200 mil habitantes da região sul de Mato Grosso do Sul. A unidade pertence ao Governo do Estado do Mato Grosso do Sul e é gerenciada pelo Instituto Social Mais Saúde desde agosto de 2025, por meio de um contrato de gestão firmado com a Secretaria de Estado de Saúde.

O hospital possui 117 leitos e realiza serviços de urgência e emergência, internações, cirurgias e atendimento ambulatorial nas especialidades de clínica médica, ginecologia-obstétrica, pediatria e ortopedia, além de dispor de amplo suporte diagnóstico com exames de imagem e de laboratório.

Fonte: Comunicação SES
*com informações HRPP

No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas

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Fotos: Mairinco de Pauda

O secretário adjunto da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Artur Falcette, participou na manhã dessa quinta-feira (26) do 2º Encontro Regional Centro-Oeste do ICLEI Brasil, evento que integra a programação da COP15 sobre Conservação das Espécies Migratórias e Animais Silvestres e que aconteceu no auditório do Bioparque Pantanal, em Campo Grande. Em sua explanação, Falcette afirmou que o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul tem claro em seu planejamento que a conservação e o desenvolvimento têm a mesma finalidade: melhorar a vida das pessoas.

“O Estado tem uma abordagem muito pragmática no entorno da agenda de conservação. Como eu disse aqui inicialmente, primeiro, a partir de uma visão que a conservação não é feita contra as pessoas, em detrimento das pessoas, ela precisa ser feita com e para as pessoas. Ela faz parte daquilo que vai proporcionar a melhor qualidade de vida para o sul-mato-grossense, naturalmente”, disse Falcette.

“Esse processo de transformação é para as pessoas, ele é para, no fim do dia, poder entregar oportunidades. E naturalmente, para que o Estado também possa ter estrutura para investir em áreas prioritárias. E é aí que vem essa grande conexão com a agenda de conservação”, continuou.

Por outro lado, o secretário adjunto lembrou outro aspecto importante da agenda ambiental: o custo. “Ela não depende exclusivamente de vontade política, ela depende muito mais de recurso. É muito fácil, por exemplo, propor a criação de uma unidade de conservação, de 100 mil, 200 mil, 300 mil hectares. Pode parecer simples, e para toda questão complexa, tem uma solução simples pronta para falhar miseravelmente”, salientou.

Discorrendo sobre dados econômicos de Mato Grosso do Sul para uma plateia de visitantes de outros estados e também estrangeiros, Falcette lembrou que nos três últimos anos o Estado cresceu mais do que crescia a China em seus tempos áureos. “É o Estado que, nos últimos 15 anos, mais se industrializou no Brasil, teve o maior avanço do seu parque de industrialização.”

Nesse ponto, o secretário adjunto lembrou que até pouco tempo havia a crença de que crescimento econômico não era compatível com a agenda conservacionista, e Mato Grosso do Sul provou que isso é possível.

“Nosso esforço é justamente esse: como a gente compatibiliza uma agenda de crescimento -que para o Estado ela é cara – e ela é prioridade, porque essa é a única forma que a gente consegue entregar algumas transformações como o fato de a gente ter reduzido para um terço o número de beneficiários de programas sociais nos últimos anos. De ter saído de um Estado que tinha o 21º salário médio no Brasil, para um dos cinco melhores do país, e a terceira maior renda per capita do Brasil”, completou.

Fazer conservação que vai muito além de ideologia esbarra na capacidade dos agentes públicos de criar um modelo que sustente essa agenda a longo prazo e que seja viável economicamente. Ele citou a criação da Lei do Pantanal, que incluiu mais de um milhão de hectares na área protegida do Estado, alertando para a necessidade do Estado ser capaz de “fazer gestão” e proteger esses territórios, só terá “criado uma reta”.

Falcette citou o PSA Pantanal (Programa de Pagamento de Serviços Ambientais do Pantanal) que já distribuiu mais de R$ 9 milhões entre entidades e proprietários rurais que ajudam a conservar o bioma, sendo esse o maior programa da natureza no Brasil. Entretanto, para que programas como o PSA Pantanal sejam sustentáveis em longo prazo, o Estado precisa ter a capacidade de gerar recursos. As organizações da sociedade civil “têm um potencial muito grande de alocar recursos para essa agenda, pois sabem fazer isso muito melhor do que o poder público”, disse Falcette.

Nesse aspecto, o secretário adjunto defende uma articulação multinível entre poder público e iniciativa privada para manter os programas e toda a agenda conservacionista. “Essa articulação entre todos esses entes que vai propiciar que a gente tenha capacidade de fazer essa articulação com os parceiros. É uma somatória de todos esses atores que faz com que a gente consiga caminhar nessa agenda com a expectativa de que ela seja uma agenda para melhorar a qualidade de vida das pessoas”, finalizou.

O ICLEI (Governos Locais pela Sustentabilidade) é uma rede global de mais de 2.500 cidades e regiões comprometidas com o desenvolvimento urbano sustentável, baixo carbono, resiliência e biodiversidade. Mato Grosso do Sul integra o ICLEI desde 2023 e Campo Grande, Porto Alegre, Florianópolis, bem como os Estados do Paraná e do Rio Grande do Sul e a cidade de São Lourenço do Sul (RS) passam a integrar a rede a partir da COP15.

No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas
No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas
No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas
No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas
No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas
No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas
No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas
No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas
No encontro do ICLEI, secretário adjunto da Semadesc defende agenda de conservação que melhore a vida das pessoas

Fonte: João Prestes/Semadesc

Prefeitura de Amambai participa de audiência pública sobre fornecimento de energia elétrica em MS

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Foto: Divulgação

Nesta quarta-feira, dia 25, a Prefeitura de Amambai participou da audiência pública em Campo Grande, que debateu o fornecimento de energia elétrica em todo o estado de Mato Grosso do Sul. O encontro foi realizado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul e reuniu autoridades, representantes de municípios, parlamentares e a concessionária responsável pelo serviço.

Durante a audiência, o prefeito Sérgio Barbosa destacou a importância do diálogo entre os municípios e a concessionária, reconhecendo avanços no atendimento emergencial, mas reforçando a necessidade de soluções estruturais.

“É importante esse diálogo, isso é muito positivo. Tivemos recentemente um evento climático em Amambai que deixou mais de 10 mil casas sem energia, e precisamos reconhecer que o tempo de resposta foi eficiente naquele momento”, afirmou o prefeito.

Apesar do reconhecimento, Sérgio Barbosa pontuou diversos desafios enfrentados pelo município, principalmente na zona rural. Entre os principais problemas citados estão a precariedade da rede elétrica, com postes inclinados e estruturas antigas herdadas da antiga concessão, o que aumenta o risco de rompimento durante ventos fortes.

“O que vemos são muitos postes já inclinados, praticamente a 45 graus. Basta um vento mais forte para romper a rede e deixar regiões inteiras sem energia, principalmente no meio rural”, alertou.

Outro ponto levantado foi a recorrente interrupção no fornecimento de energia, que, segundo o prefeito, impacta diretamente serviços essenciais e a economia local. Ele destacou que, em áreas rurais e comunidades indígenas, a falta de energia também significa falta de água, comprometendo o funcionamento de escolas e postos de saúde.

“Quando falta energia no campo e nas aldeias, falta água. Muitas vezes é preciso suspender aulas porque não há condições básicas de funcionamento”, ressaltou.

Prefeitura de Amambai participa de audiência pública sobre fornecimento de energia elétrica em MS

O chefe do Executivo também chamou atenção para a baixa qualidade da energia fornecida em alguns pontos da cidade, o que tem prejudicado empresas que precisam recorrer a geradores para manter suas atividades.

A questão da poda de árvores e o planejamento urbano também foram citados como fatores que contribuem para as quedas de energia, indicando a necessidade de ações integradas entre concessionária e poder público.

Por fim, o prefeito destacou a importância da população registrar oficialmente as ocorrências de falta de energia, para que os dados reflitam a realidade e contribuam para a melhoria dos indicadores.

A audiência pública teve como objetivo principal ouvir as demandas dos municípios e buscar encaminhamentos que garantam mais eficiência, qualidade e segurança no fornecimento de energia elétrica em todo o estado.

Fonte: Secom/Prefeitura de Amambai

Com hospitais sob pressão, Lia Nogueira pede ampliação do atendimento para casos de chikungunya

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Foto: Divulgação

A deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) levou à Assembleia Legislativa a preocupação com o avanço dos casos de chikungunya em Dourados e nas aldeias Jaguapiru e Bororó. Diante do cenário, a parlamentar apresentou indicação ao Governo do Estado solicitando a destinação de uma ala ou espaço específico no Hospital Regional para atendimento dos pacientes acometidos pela doença, além do reforço das medidas emergenciais já adotadas.

Ao abordar o tema, Lia Nogueira destacou que Dourados vive um momento muito delicado, com hospitais no limite e a rede de saúde cada vez mais exigida. A deputada reconheceu a disponibilização de 15 leitos, sendo 10 adultos e 5 pediátricos, mas ponderou que a estrutura pode não ser suficiente diante do aumento dos atendimentos. “Dourados enfrenta hoje uma situação muito difícil. O Governo do Estado anunciou leitos no Hospital Regional, o que é importante, mas a gente acredita que, diante da gravidade do momento, isso pode não ser suficiente”, afirmou.

A parlamentar ressaltou que o pedido não se restringe às aldeias, embora as comunidades indígenas estejam entre as mais afetadas. Segundo ela, a necessidade de ampliação envolve toda a cidade, já que o município concentra os casos mais graves e conta com um hospital de referência para mais de 30 municípios do Conesul. “Nós precisamos de um esforço concentrado. O Hospital Regional é referência na região. Por isso, defendemos um espaço específico para os casos de chikungunya, para que a rede tenha mais organização e consiga atender da forma que esse momento exige”, pontuou.

Por conhecer de perto a realidade de Dourados e a situação enfrentada nas aldeias, Lia Nogueira esteve nas comunidades afetadas e participou das articulações que envolvem poder público, lideranças locais e a força-tarefa montada para atender a população. Ao tratar do agravamento dos casos nas aldeias e nas áreas de retomada, a deputada destacou ainda que o problema também está ligado a dificuldades antigas, como a falta de saneamento e de água tratada.

Para Lia Nogueira, o momento exige união entre Governo do Estado, Governo Federal, prefeituras e rede de saúde. “A gente sabe que existem responsabilidades de cada ente, mas neste momento o mais importante é unir forças. O que está em jogo é a vida das pessoas. Dourados precisa de apoio, de estrutura e de uma resposta à altura da situação que está enfrentando”, declarou.

Fonte: Assessoria Dep. Lia Nogueira