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quinta-feira, 9 de julho de 2026
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Copom decide nesta quarta corte dos juros básicos da economia

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Banco Central

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (31) o corte na taxa básica de juros, a Selic. Mesmo com a recente alta do dólar e com os juros altos nos Estados Unidos, o órgão deve reduzir a Selic, atualmente em 11,75% ao ano, para 11,25% ao ano. Esse será o quinto corte desde agosto, quando a autoridade monetária interrompeu o ciclo de aperto monetário.Copom decide nesta quarta corte dos juros básicos da economiaCopom decide nesta quarta corte dos juros básicos da economia

Nos comunicados das últimas reuniões, o Copom tinha informado que os diretores do BC e o presidente do órgão, Roberto Campos Neto, tinham previsto, por unanimidade cortes de 0,5 ponto percentual nos próximos encontros.

Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve realmente cair 0,5 ponto percentual. A expectativa do mercado financeiro é que a Selic encerre o ano em 11,25% ao ano. Nesta quarta-feira, ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão.

Inflação

Na ata da última reunião, em dezembro, o Copom mostrou preocupação com as contas públicas. O colegiado também apontou riscos de um eventual repique do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial.

O Copom avaliou que parte da incerteza observada nos mercados, com reflexo nas expectativas de inflação, está em torno da capacidade do governo de executar as medidas de receita e despesas compatíveis com o arcabouço fiscal. No mercado internacional, a perspectiva de alta de juros nos Estados Unidos e a guerra entre Israel e o grupo palestino Hamas dificultam a tarefa do BC de baixar os juros em 0,5 ponto por longo tempo.

Segundo o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras feita pelo BC, a Em dezembro, puxado por alimentos e bebidas, o Taxa Selic

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Meta

Para 2024, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%. Para 2025 e 2026, as metas também são de 3% para os dois anos, com o mesmo intervalo de tolerância.

No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA

Com possibilidade para chuvas de verão, quarta-feira tem previsão de sol e nebulosidade

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A previsão do tempo para esta quarta-feira (31) indica sol e variação de nebulosidade, porém, são esperadas pancadas de chuva típicas de verão, onde chove em uma cidade ou bairro e em locais vizinhos ocorre apenas um aumento de nebulosidade. Pontualmente, podem ocorrer chuvas intensas e tempestades acompanhadas de raios e rajadas de vento.

De acordo com o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), as instabilidades ocorrem devido ao deslocamento de cavados em médios e altos níveis da atmosfera e a atuação de áreas de baixa pressão.

Em Campo Grande, o dia amanhece com 23°C e atinge 34°C nos horários mais quentes. Dourados e Anaurilândia registram máximas de 36°C, com mínimas de 22°C e 23°C, respectivamente. Ponta Porã, na região Sul-Fronteira, apresenta variação entre 22°C e 34°C.

No Bolsão, Paranaíba tem mínima de 23°C e máxima de 33°C, enquanto os termômetros em Três Lagoas marcam 24°C inicialmente e chegam aos 36°C. Coxim, na região Norte, tem 23°C pela manhã e 35°C pela tarde.

No Pantanal, Corumbá e Aquidauana apresentam mínimas de 24°C e máximas respectivas de 34°C e 36°C. Porto Murtinho, no Sudoeste do estado, registra a temperatura mais alta do dia, com valores entre 25°C e 37°C.

Heloisa Duim, Programa de Estágio Supervisionado

Caixa conclui pagamento da parcela do Bolsa Família de janeiro

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A Caixa Econômica Federal conclui o pagamento da parcela de janeiro do novo Bolsa Família. Recebem nesta quarta-feira (31) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final zero.Caixa conclui pagamento da parcela do Bolsa Família de janeiroCaixa conclui pagamento da parcela do Bolsa Família de janeiro

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas, com o novo adicional, o valor médio do benefício sobe para R$ 685,61. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 21,12 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,48 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

A partir deste ano, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Cadastro

Desde julho do ano passado, passa a valer a integração dos dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, 3,7 milhões de famílias foram canceladas do programa em 2023 por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família.

O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes vínculos de emprego formal, renda e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS.

Em compensação, outras 2,85 milhões de famílias foram incluídas no programa no ano passado. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício.

Regra de proteção

Cerca de 2,4 milhões de famílias estão na regra de proteção em janeiro. Em vigor desde junho do ano passado, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 373,07.

Brasília (DF) 19/11/2024 - Arte calendário Bolsa Família Janeiro 2024Arte Agência Brasil

Calendário Bolsa Família Janeiro 2024  – Arte Agência Brasil

Auxílio Gás

Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em fevereiro.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Estão abertas as inscrições de fóruns para gestores de esporte e atletas do Mato Grosso do Sul

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O Governo do Estado, por meio da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer), em parceria com o CBC (Comitê Brasileiro de Clubes), nos dias 20 e 21 realizam dois Fóruns com o objetivo de fortalecer o esporte no Mato Grosso do Sul.

No dia 20 de fevereiro acontece o Fórum Estadual de Políticas de Esporte e Lazer organizado pela Fundesporte, e tem o objetivo de reunir gestores e atletas para a formação de diretrizes de políticas de esporte para os próximos 4 anos. 

No dia 21 de fevereiro, é a vez do Fórum Estadual de Formação Esportiva organizado pelo CBC com apoio da Fundesporte. A ação visa o fortalecimento dos clubes, associações e institutos esportivos, e contará com a participação dos embaixadores do CBC, os medalhistas e campeões olímpicos Emanuel Rego, Lars Grael e André Heller.

Ambos os Fóruns são gratuitos e abertos ao público, serão realizados no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo. Os eventos são individuais, e para participar, é necessário inscrever-se em cada um dos Fóruns que possuem os links disponibilizados abaixo.

Fórum Estadual de Políticas de Esporte e Lazer 

No dia 20 será realizado o Fórum Estadual de Políticas de Esporte e Lazer. O evento é direcionado a Gestores Esportivos, Presidentes de Federações/Associações e a Comunidade Esportiva.

O objetivo é estabelecer diretrizes dos próximos 4 anos do esporte no Mato Grosso do Sul, com base nas três manifestações esportivas: formação, vivência e excelência.

Ao reunir segmentos representativos da área esportiva, paradesportiva e de lazer, gestores e atletas podem pensar no esporte como política pública para continuar fazendo a diferença na vida dos Sul-Mato-Grossenses. 

Serviço: 

  • Dia: 20/2
  • Horário: 8h-12h / 13h-17h
  • Inscrições até o dia: 16/2
  • Local: Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo.
  • Para se inscrever basta acessar o link
Estão abertas as inscrições de fóruns para gestores de esporte e atletas do Mato Grosso do Sul

Fórum Estadual de Formação Esportiva 

No dia 21 será realizado o Fórum Estadual de Formação Esportiva do Mato Grosso do Sul. O evento é direcionado a Gestores de Clubes, Presidentes de Federação, Gestores Municipais e Atletas no Geral.

Os Fóruns por todo o país acontecem em parceria com as Secretarias Estaduais de Esporte, Clubes Integrados ao Programa de Formação de Atletas do CBC e Sindicato de Clubes do Estado

A ação reunirá gestores, profissionais, treinadores, atletas de clubes formadores, pesquisadores e autoridades da área esportiva. 

Com a realização em parceria com a Fundesporte e o Círculo Militar de Campo Grande, e apoio do Ministério do Esporte e do Comitê Olímpico do Brasil (COB), o evento visa aprimorar a troca de conhecimentos, experiências e tendências no campo esportivo, com foco especial na Formação de Atletas dentro de Clubes, Associações e Institutos Esportivos. 

O tema central desta edição será “O CBC e a Universalização do Programa de Formação de Atletas Olímpicos com apoio dos Municípios e Estados”. Destacando o compromisso do CBC com a formação esportiva em todo o país, o fórum contará com palestras de representantes, dirigentes e dos embaixadores do CBC, os medalhistas e campeões olímpicos Emanuel Rego, Lars Grael e André Heller.

O evento representa uma oportunidade ímpar para os participantes discutirem e aprenderem sobre as práticas e políticas que impulsionam a formação de atletas no Brasil. Após o êxito das edições anteriores, a expectativa é que este evento contribua significativamente para o fortalecimento da Rede Nacional de Clubes Formadores, destacadamente do estado do Mato Grosso do Sul.

Serviço: 

  • Dia: 21/2
  • Horário: 
  • Credenciamento: 13h
  • Abertura: 14h30
  • Inscrições até o dia: 9/2
  • Local: Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo

Para se inscrever basta acessar o link

Estão abertas as inscrições de fóruns para gestores de esporte e atletas do Mato Grosso do Sul

Bel Manvailer, Comunicação Fundesporte 
Foto: Divulgação.

ISI Biomassa e Instituto Fraunhofer UMSICHT irão gerir tecnologia exclusiva para converter resíduos em energia limpa

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Tecnologias refinadas e cada vez mais inovadoras são cruciais para encontrar soluções para reduzir o uso de recursos fósseis. A parceria entre o ISI Biomassa (Instituto SENAI de Inovação em Biomassa), localizado em Três Lagoas, e o Instituto Fraunhofer UMSICHT, da Alemanha, ampliará o potencial de pesquisa para transformar resíduos em energia limpa.

Segundo o gerente de Negócios e Gestão do ISI Biomassa, João Gabriel Marini, a rede de Institutos Senai de Inovação foi inspirada e implementada com a consultoria da rede de Institutos Fraunhofer da Alemanha, liderada pelo Fraunhofer IPK. “Hoje, com essa parceria, temos a oportunidade de transferir as tecnologias desenvolvidas por eles, que podem ser aplicadas pela nossa equipe usando matérias-primas locais.”

Para o pesquisador Robert Daschner, chefe do departamento de Tecnologias Avançadas de Conversão de Carbono do Fraunhofer UMSICHT, em uma indústria que pode prescindir de carbono fóssil, a biomassa será uma das fontes de carbono do futuro. “O Brasil possui um dos maiores potenciais de biomassa no mundo, especialmente para resíduos biogênicos previamente não utilizados. Esse potencial pode ser realizado com a ajuda de nossa tecnologia.”

O ISI receberá duas plantas para a conversão de biomassa residual da Fraunhofer, uma em escala laboratorial com capacidade de 2 quilogramas por hora e outra em estágio piloto com capacidade de 30 quilogramas por hora.  Ambas as plantas incorporam a tecnologia patenteada de Reforma Termo-Catalítica (TCR) inventada pelo Fraunhofer UMSICHT.

A tecnologia revolucionária tem a capacidade de gerar hidrogênio, combustíveis sintéticos e biofertilizantes a partir de vários tipos de biomassa residual, como lodo de esgoto, resíduos de plantas de biogás, resíduos de madeira, resíduos de biomassa industrial, como grãos gastos ou lodo de reciclagem de papel, palha e outros resíduos agrícolas até esterco de cavalo ou gado.

“Já temos vários projetos sendo planejados para usar essa tecnologia, o que nos torna ainda mais referência em pesquisa aplicada na transformação de biomassa no Brasil”, enfatiza o gerente do ISI Biomassa.

De acordo com o pesquisador industrial do ISI Paulo Renato dos Santos, a inovação permitirá o desenvolvimento simultâneo de diferentes projetos focados na produção de novos biocombustíveis e também produtos químicos verdes, utilizando várias biomassas e resíduos existentes no país. “Assim, iremos auxiliar as indústrias brasileiras a atingirem seus objetivos e metas de sustentabilidade”, destaca.

O TCR é um sistema que converte eficientemente biomassa e resíduos em óleos e gases combustíveis, incluindo hidrogênio renovável, com alto grau de utilização de energia. Ele transforma a biomassa em três produtos: biochar, óleo e syngas, a partir dos quais podem ser derivados combustíveis sintéticos ou materiais básicos para a indústria química.

Desenvolvida e patenteada pelo Instituto Fraunhofer UMSICHT, a tecnologia é única no mundo, especialmente devido às altas qualidades dos produtos que podem ser alcançadas. Plantas-piloto de TCR de vários tamanhos estão atualmente em operação no Chile, Suíça, Itália e Canadá como parte de projetos de pesquisa ou colaborações acadêmicas. A maior planta de demonstração de TCR com capacidade de 12 toneladas por dia é operada pelo Fraunhofer UMSICHT na Alemanha/Baviera, construída como parte do projeto europeu To-Syn-Fuel.

O interesse global e o estado avançado de desenvolvimento mostram o potencial de transformação da tecnologia TCR, especialmente se matérias-primas locais forem utilizadas e os sistemas forem adaptados a elas.

Hidrogênio a partir de biomassa local e a possibilidade de ampliar a produção

Dada a urgente necessidade de descarbonização e o uso de matérias-primas renováveis para combater o aquecimento global e seus impactos negativos, incluindo uma redução substancial no uso de fontes fósseis e nas emissões de gases de efeito estufa, o principal objetivo da parceria é a geração de hidrogênio renovável, derivado de biomassa e denominado “musgo verde”.

A pesquisa visa possibilitar o uso apropriado de diferentes fontes de biomassa para a produção de energia, biocombustíveis e insumos no Brasil, com foco na diversidade de matérias-primas nacionais. Com o apoio do instituto Fraunhofer, a intenção é desenvolver e disseminar tecnologias adequadas ao contexto brasileiro.

O hidrogênio é considerado uma ótima alternativa para substituir os combustíveis fósseis. Embora o hidrogênio verde, gerado por meio de eletrólise da água com energia renovável, seja favorecido, o alto custo e os desafios tecnológicos para escalabilidade de produção são um desafio. Portanto, o hidrogênio musgo surge como uma opção promissora, especialmente considerando a natureza agrícola de Mato Grosso do Sul e região.

Segundo Paulo Santos, o objetivo geral é contribuir para expandir o conhecimento e desenvolver tecnologias para a produção de hidrogênio renovável a partir da valorização de biomassa agroindustrial e resíduos, minimizando os impactos ambientais causados pelo descarte inadequado.

A biomassa tem o potencial de gerar biogás e biometano, que poderiam então ser convertidos em hidrogênio. A tecnologia implementada no ISI também permite o desenvolvimento de diferentes projetos com alto potencial para escalabilidade industrial e forte integração com outros processos a serem instalados no estado.

Sociedade Fraunhofer

A Sociedade Fraunhofer, sediada na Alemanha, é a principal organização de pesquisa aplicada do mundo. Seu principal objetivo é preencher a lacuna entre a produção acadêmica e a indústria, sendo a inspiração para a criação dos Institutos Senai de Inovação.

Fundada em 1949, a organização realiza pesquisas aplicadas que impulsionam o desenvolvimento econômico e servem a um benefício mais amplo para a sociedade.

Possui 76 institutos em toda a Alemanha e seus serviços são solicitados por clientes e parceiros contratuais na indústria, no setor de serviços e na administração pública.

No Brasil, com a intensificação das ações do governo alemão em pesquisa, a Sociedade Fraunhofer identificou várias formas de iniciar novos projetos em parceria com empresas e organizações locais. Devido à crescente demanda brasileira por tecnologias inovadoras e de ponta, a Sociedade Fraunhofer vê grande potencial no mercado para a introdução de soluções tecnológicas e atividades de pesquisa.

Fraunhofer UMSICHT

O Fraunhofer UMSICHT é pioneiro em ações para um mundo mais sustentável. Com pesquisa em economia circular, gestão de carbono, hidrogênio verde e sistemas de energia locais, ele faz contribuições concretas para alcançar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas.

O instituto desenvolve tecnologias, produtos e serviços inovadores e industrialmente viáveis para uma economia circular. O foco está no equilíbrio entre desenvolvimento econômico socialmente equitativos e sustentáveis.

O instituto possui três unidades na Alemanha. Em 2021, o Fraunhofer UMSICHT gerou um faturamento de mais de 57,8 milhões de euros com uma equipe de 608 funcionários.

ISI Biomassa e Instituto Fraunhofer UMSICHT irão gerir tecnologia exclusiva para converter resíduos em energia limpa

Dengue: distribuição de doses pode começar na 2ª semana de fevereiro

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A distribuição da vacina contra a dengue para os 521 municípios brasileiros selecionados pode começar na segunda semana de fevereiro. A ministra da Saúde, Nísia Trindade, disse nesta terça-feira (30) que as doses ainda não começaram a ser entregues em razão de uma exigência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a ser cumprida pelo laboratório Takeda, responsável pela produção do imunizante.Dengue: distribuição de doses pode começar na 2ª semana de fevereiroDengue: distribuição de doses pode começar na 2ª semana de fevereiro

“A relação de prioridades da vacina já foi feita. A ideia é distribuir dentro daquele mapa já apresentado. Ainda não iniciamos essa distribuição porque há uma exigência e ela tem que ser cumprida pelo laboratório produtor. É uma exigência regulatória da Anvisa que a bula esteja em português. Estamos finalizando esse processo”, explicou. “A partir do momento em que seja solucionada essa questão, essa é a nossa previsão. Não haverá por que ter mais delongas.”

De acordo com a ministra, a pasta não descarta a possibilidade de priorizar alguns dos 521 municípios selecionados, caso haja necessidade. “Não estabelecemos prioridades naquela lista, mas o critério de gravidade de casos, de número de casos sempre será considerado, se for necessário escalonar aquilo que já definimos como prioridade”, destacou.

Ainda segundo Nísia, na próxima quinta-feira (1º), o ministério, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) devem se reunir para a reunião mensal da Comissão Intergestores Tripartite, em Brasília. O tema da dengue deve retornar à pauta durante o encontro.

Mais de 50% das crianças do 2º ano do fundamental não conseguem ler

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Mais da metade das crianças do segundo ano do Ensino Fundamental da rede pública não aprenderam a ler e escrever no Brasil. A informação é do Fundo Internacional de Emergência das Nações Unidas para a Infância (Unicef), com base nos dados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) de 2021.Mais de 50% das crianças do 2º ano do fundamental não conseguem lerMais de 50% das crianças do 2º ano do fundamental não conseguem ler

Segundo o Unicef, os resultados indicam que 56% dessas crianças não foram alfabetizadas na faixa etária esperada e elas se somam a outros milhares de meninas e meninos no Brasil que estão na escola sem saber ler e escrever.

A situação já era preocupante antes da pandemia da covid 19, quando o país registrava quase 40% de crianças não alfabetizadas no segundo ano do ensino fundamental, e se agravou ao longo da emergência mundial.

A oficial de Educação do Unicef, Júlia Ribeiro, afirma que a pandemia teve um grande impacto nesses resultados com a redução dos dias letivos, dificuldade de acesso aos materiais educacionais e a falta de um profissional orientando os alunos de forma próxima.

Segundo a especialista, a alfabetização é uma etapa fundamental da trajetória escolar de crianças e adolescentes e a perda desse momento pode repercutir não só no seu desempenho acadêmico, mas em toda a sua vida.

Júlia avalia que o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada – lançado em 2023 pelo Ministério da Educação – está alinhado às principais estratégias para enfrentar o problema.

O programa – realizado em parceria com estados e municípios – prevê medidas para assegurar que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do segundo ano do Ensino Fundamental, além da recomposição das aprendizagens das crianças do 3º, 4º e 5º ano que foram afetadas pela pandemia.

Acompanhamento

A oficial de Educação do Unicef reforça, no entanto, que é preciso acompanhamento e monitoramento constante da iniciativa para que ela seja implementada corretamente e alcance os resultados esperados.

O Ministério da Educação informou, em nota, que 100% dos estados aderiram ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e quase a totalidade dos municípios do país. Ainda de acordo com o MEC, mais de R$ 620 milhões de investimentos do programa foram executados no ano passado.

Entre os projetos, estão a designação de mais de seis mil articuladores, com potencial de beneficiar mais de 15 milhões de crianças desde a educação infantil, e a instalação de Cantinho de Leitura nas escolas com turma de educação infantil.

A iniciativa também formalizou junto a cinco universidades – uma em cada região do país – parceria de oferta de formação continuada do Programa de Formação Leitura e Escrita na Educação Infantil para a etapa da pré-escola.

Dengue: Aedes veio para ficar e vacina é saída, alerta infectologista

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O mosquito Aedes aegypti, transmissor de todas as arboviroses que atualmente circulam no país, inclusive a dengue, chegou a ser erradicado do território brasileiro por volta de 1950, como resultado de uma série de medidas para o controle da febre amarela. Entretanto, dadas as atuais proporções de infestação, é impossível sonhar com esse cenário novamente. “O Aedes veio para ficar”, alertou o infectologista Antonio Carlos Bandeira.Dengue: Aedes veio para ficar e vacina é saída, alerta infectologistaDengue: Aedes veio para ficar e vacina é saída, alerta infectologista

Formado pela Universidade Federal da Bahia e especialista em saúde pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, Bandeira descobriu, em 2015, a chegada do vírus Zika ao Brasil. A doença também é transmitida pelo Aedes aegypti. Em entrevista à Agência Brasil, o médico citou alterações climáticas, sobretudo o aumento das temperaturas, como fatores que colaboram para a explosão de casos de dengue este ano.

O infectologista manifestou preocupação com o ressurgimento do sorotipo 3 da dengue no país – que não circulava de forma epidêmica há mais de 15 anos. “Mas, independentemente do sorotipo, preocupa a grande quantidade de casos que a gente tem. Porque uma grande quantidade de casos implica uma grande quantidade de complicações e uma grande quantidade de possíveis óbitos”.

Confira a seguir os principais trechos da entrevista:

Agência Brasil: Nas primeiras semanas de 2024, o número de casos de dengue mais que dobrou em relação ao mesmo período de 2023, que já havia sido classificado como ano epidêmico. O que tem causado essa explosão de casos no Brasil?
Antonio Carlos Bandeira: Vários fatores têm causado essa explosão. O primeiro e mais importante têm sido as alterações climáticas. Houve agora, com o El Niño, nos últimos dois anos, uma combinação de muito calor no corredor que segue da Região Centro-Oeste e desce pela porção oeste das regiões Sudeste e Sul. Esse corredor climático acabou facilitando muito a disseminação do mosquito tanto para locais da Região Sudeste e, mais importante ainda, da Região Sul. Isso facilitou que o Aedes aegypti pudesse ser disseminado. Não só o Brasil, mas países circunvizinhos como Paraguai e Argentina viveram a mesma situação: uma chegada muito forte do Aedes aegypti. É um passo para começar a ter epidemias de dengue, chikungunya e zika.

Outro fator é o desmantelamento que houve, de certa maneira, nos últimos anos, de uma vigilância mais proativa no sentido de instituir medidas como larvicida ou o famoso fumacê. Temos períodos que ficaram sem larvicidas. E o terceiro fator é pegar a população que é exatamente dessas regiões que citei e que eram virgens de dengue. Diferentemente da Região Nordeste, em que as pessoas frequentemente tiveram episódios pregressos de dengue. Nesses casos, a pessoa fica um pouco mais resistente, apesar de ainda poder pegar a doença por outros sorotipos. No caso da Região Sul, está todo mundo ali sem nenhum tipo de proteção anterior. E a vacina só agora está sendo pensada.

Agência Brasil: O recente aumento das temperaturas em praticamente todo o país associado à grande quantidade de chuvas contribui de alguma forma para esse agravamento do cenário da dengue?
Bandeira: É, isso que faz com que a coisa complique. Você tem esse corredor de calor e ele fica oscilando com muita precipitação pluviométrica de forma intensiva. Isso facilitou demais. Calor e muita chuva intermitente são a combinação principal para a dengue. Por culpa, de certa maneira, do El Niño. O Aedes aegypti se reproduz mais rápido e vive mais quanto mais elevada é a temperatura. A situação é essa. Ele vive mais e se multiplica mais.

Agência Brasil: A dengue tem comportamento sazonal e sempre retorna de forma epidêmica de tempos em tempos. É comum termos dois anos consecutivos de epidemia se já considerarmos 2023 e 2024?
Bandeira: Estamos diante de populações virgens. A maioria dos casos de dengue que estamos tendo no ano passado e este ano é na Região Sudeste e Sul. Essa população que nunca teve dengue antes está muito suscetível.

Agência Brasil: O pico da dengue no Brasil geralmente acontece entre março e maio. Em função do início precoce de casos, já em outubro do ano passado, há chance de esse pico chegar mais cedo em 2024?
Bandeira: No ano passado, a gente teve uma situação completamente diferente porque tivemos, como de praxe, a dengue no início do ano. Em fevereiro, já tínhamos muitos casos. Mas, normalmente, as taxas começam a subir em fevereiro, março, abril e, em maio, começam a cair. No ano passado, essas taxas foram altas o primeiro semestre praticamente inteiro, até julho. E só foram começar a cair em agosto, já mostrando um comportamento diferente.

Talvez algumas regiões atinjam o pico de dengue antes, mas isso não é garantido. Nesses processos epidêmicos, cada estado, na verdade, tem um comportamento. Depende da precocidade com que se começa a detectar, usar larvicida em grande quantidade, fumacê, alertar a população. Cada estado tem uma intervenção diferente. Um está em calamidade pública e, em outro, a coisa é intensa, mas não é trágica. Cada local acaba tendo uma dinâmica diferente. Se você não fizer nada, o pico pode chegar antes sim.

Agência Brasil: O sorotipo 3 da dengue não circulava de forma epidêmica no Brasil há mais de 15 anos, mas voltou a registrar casos em 2023 e em 2024. Como esse ressurgimento pode agravar ainda mais as perspectivas para este ano?
Bandeira: Sem dúvida, o tipo 3 voltou a circular. A gente só não sabe se ele vai ser o responsável pela maioria dos casos. A gente não tem como saber isso neste momento. Já tivemos a introdução de sorotipos que começam a circular, mas não vão muito adiante. No passado, o sorotipo 4, por exemplo, começou, mas não dominou o espectro da doença. O sorotipo 3 realmente preocupa porque é mais um sorotipo para causar a doença. Por outro lado, pode ser que ele não seja dominante na maior parte dos estados do Brasil. O que a gente está vendo hoje é que os sorotipos 1 e 2 estão fazendo uma grande quantidade de notificação no Brasil como um todo.

Neste momento, independentemente do sorotipo, preocupa a grande quantidade de casos que a gente tem. Porque uma grande quantidade de casos implica uma grande quantidade de complicações e uma grande quantidade de possíveis óbitos.

Agência Brasil: O Aedes aegypti chegou a ser erradicado do território brasileiro por volta de 1950 como resultado de medidas para controle da febre amarela. É possível sonhar com esse cenário novamente, dadas as proporções atuais de infestação?
Bandeira: Jamais. Nunca mais. Não tem como. O Aedes veio para ficar e só faz aumentar. Começou em 1980 no Rio de Janeiro e, hoje, já está presente em praticamente todos os municípios do Brasil. É um mosquito altamente domiciliável. Nessas temperaturas elevadas, não tem como. E a tentativa de trazer aqueles mosquitinhos transgênicos, que realmente poderiam ajudar num determinado momento, hoje em dia, não tem como. Você teria que soltar mosquitos transgênicos aos bilhões no Brasil inteiro. A gente realmente perdeu o timing da coisa porque ficou parado. Ficou-se, todos os anos, esperando que a epidemia fosse embora. Mas o vírus não entende os apelos e os clamores humanos. Ele quer continuar. Veio pra ficar mesmo. A saída nossa agora é a vacina. Não tem outra.

Agência Brasil: O controle dos criadouros do mosquito, em tese, não é algo tão difícil de se fazer. O que falta? Mais campanha? Maior conscientização?
Bandeira: Cuba, que é uma ilhazinha minúscula quando comparada ao Brasil, não conseguiu erradicar os criadouros com um sistema político altamente centralizado. Para a gente, não tem como. É absolutamente impossível, não tem como. A única possibilidade seriam tecnologias novas, inovadoras mesmo. Mas até isso bate em uma situação de custo que pode ser muito elevado para o país todo. Serve para algumas regiões de epidemia, mas é impossível acabar com o Aedes aegypti. Não é factível, não é viável. Só em filme de Hollywood.

Agência Brasil: O Brasil ainda registra lixões e esgoto a céu aberto, além de uma grande quantidade de terrenos baldios sem fiscalização adequada. Como o senhor avalia as ações para controle do mosquito no país ao longo dos últimos anos? É preciso mudar de estratégia?
Bandeira: Acho que a gente tem que investir em pesquisa. Os governos, sejam eles federal, estadual ou municipal, precisam entender, de uma vez por todas, que o que resolve os nossos problemas é a pesquisa feita aqui dentro, para as nossas necessidades. É investimento massivo em pesquisa, pra gente poder descobrir novas drogas pra dengue, novas vacinas e assim por diante.

Em segundo lugar, a gente tem que ter coragem mesmo para pensar em atuar nas favelas. Você olha, por exemplo, o que acontece com a dengue. Geralmente, nas áreas urbanizadas, você tem uma taxa de dengue muito menor. Não deixa de ter, mas é menor. Quando você olha as favelas, essas aglomerações no Rio de Janeiro, em São Paulo ou em qualquer lugar do Brasil, esses locais concentram uma quantidade gigantesca de pessoas num espaço minúsculo. Isso vai facilitar muito a transmissão. Um mosquito vai picar 20, 30 pessoas e passar a dengue porque estão muito pertinho umas das outras. Não há recolhimento de lixo adequado, isso facilita água parada. A questão do saneamento básico é horroroso. Mesmo em águas sujas, o Aedes consegue se multiplicar. São áreas críticas para transmissão da doença.

Também são críticas para a criminalidade, para o tráfico de drogas, para doenças diarreicas, para tudo. A gente precisaria fazer um investimento. São 11 milhões de pessoas no Brasil que vivem nas favelas. Quero ver um PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] das favelas. Algum governante que tenha coragem de fazer isso. Para que você possa urbanizar. Não precisa deslocar a população para fora. Você vai urbanizar aquilo ali. Talvez tenha que desapropriar uma pequena quantidade de pessoas, mas passar ruas, saneamento básico, coleta de lixo, organizar o espaço urbano de forma que você possa fazer ações de saúde, larvicida, passar fumacê. Hoje em dia, se você tem um surto em qualquer favela do Brasil, você não consegue subir com o fumacê, passar larvicida. Não consegue fazer nada. Isso sim é atuar nas causas raízes dos problemas.

A melhor forma de combater a dengue é impedir a reprodução do mosquito. Foto: Arte/EBC

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Em uma semana, casos prováveis de dengue sobem de 120 mil para 217 mil

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Nas primeiras semanas de 2024, o Brasil já registra um acumulado de 217.841 casos prováveis de dengue. Há ainda 15 mortes confirmadas e 149 em investigação. Com base nos números, a incidência da dengue no país é de 107,1 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, enquanto a taxa de letalidade da doença está em 0,9%.Em uma semana, casos prováveis de dengue sobem de 120 mil para 217 milEm uma semana, casos prováveis de dengue sobem de 120 mil para 217 mil

No balanço anterior, referente às três primeiras semanas de 2024, o país registrava 12 mortes e 120.874 casos prováveis da doença. Havia ainda 85 óbitos em investigação.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (30) pelo Ministério da Saúde, durante encontro entre representantes da Sala Nacional de Arboviroses, do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Brasília.

A pasta também divulgou dados sobre Chikungunya no país. Nas quatro primeiras semanas de 2024, foram contabilizados 12.838 casos prováveis. Há ainda três mortes confirmadas e 11 em investigação. A incidência de Chikungunya no país é de 6,3 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, enquanto a taxa de letalidade da doença está em 0,02%.

No balança da semana passada, referente às três primeiras semanas do ano, o país contabilizava 7.063 casos de Chikungunya, doença também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Foi confirmada uma morte pela doença e oito estão em investigação.

A melhor forma de combater a dengue é impedir a reprodução do mosquito. Foto: Arte/EBC

Governo de MS e representantes indígenas discutem soluções para abastecimento de água em aldeias

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Com atuação e apoio do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, populações indígenas do Estado, dentre elas as que vivem na reserva formada pelas aldeias Jaguapiru e Bororó, em Dourados, poderão ter o abastecimento de água adequado no local.

Essa foi a principal pauta em discussão durante encontro nesta terça-feira (30) entre o governador Eduardo Riedel e representantes de comunidades indígenas, órgãos federais como DSEI e Sesai (Distrito Sanitário Especial Indígena), bancada federal, municípios e a SEC (Secretaria de Estado de Cidadania)

Para auxiliar e apoiar a União, o Governo do Estado vai investir R$ 15 milhões para garantir segurança hídrica nas comunidades indígenas.

Além disso, o Governo Federal também vai aportar recursos de R$ 44 milhões como parte do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e a Itaipu Binacional já sinalizou que vai disponibilizar mais R$ 45 milhões para apoiar o investimento. A previsão é de que o total de recursos chegue a R$ 104 milhões, para beneficiar a população indígenas do Estado.

“Buscamos uma solução que não seja paliativa e sim definitiva. O investimento é considerável e o projeto é para estruturar o abastecimento de água com qualidade. A obra pode ser executada pela Sanesul, porém é necessário que haja um plano de governança para gerenciamento do sistema”, explicou o governador Eduardo Riedel.

Governo de MS e representantes indígenas discutem soluções para abastecimento de água em aldeias
Reunião DSEI - saúde indígena Foto Saul Schramm
Fotos: Saul Schramm

O encontro reuniu também a secretária Viviane Luiza (Cidadania), Fernando Souza (subsecretário de Estado de Políticas Públicas para a População Indígena), além de Ricardo Weibe Tapeba (secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde), Renato Marcílio (presidente da Sanesul), Vander Loubet (deputado federal), e ainda representantes da população indígena, Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), MPF (Ministério Público Federal), das prefeituras de Dourados e Itaporã.

“A partir do grupo de trabalho, junto com a Sanesul, com observação em campo, apenas com esse levantamento inicial garantimos água para mais de 150 famílias, e seguimos atentos à situação em todo Estado. A água é um direito que precisa ser garantido”, afirmou a secretária Viviane Luiza, sobre ações do Estado realizadas em 2023, com abertura de mais de 5 mil metros de rede de abastecimento e 2,5 mil metros de ramais, atendendo comunidades que esperavam há duas décadas por água.

“Já existe um projeto, de dois superpoços, que vai melhorar a questão da água na região sul. O diagnóstico realizado em 2023 ajuda a traçar um caminho para solucionar tudo isso”, afirmou Tapeba, secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde.

A Sesai (Secretaria de Saúde Indígena), órgão do Ministério da Saúde, é responsável pela atenção primária à saúde e pelo saneamento para os povos indígenas aldeados no Brasil. Para auxiliar, a Sanesul executou, a pedido do Governo do Estado, um projeto macro com o quantitativo de poços e reservatórios necessários para atender toda a Reserva Indígena pelos próximos dez anos.

Governo de MS e representantes indígenas discutem soluções para abastecimento de água em aldeias
Fotos: Victor Alexandre
Governo de MS e representantes indígenas discutem soluções para abastecimento de água em aldeias

“A Sanesul esteve na aldeia durante 90 dias. A obra do sistema definitivo, a gente consegue fazer, temos estrutura técnica e operacional”, afirmou o presidente da Sanesul, Renato Marcílio.

Ao menos dois encaminhamentos resultaram do encontro na governadoria, primeiro é o emergencial, que DSEI e Sesai irão somar forças para garantir que um caminhão pipa esteja em todos os locais com falta de água, e, também, será feita uma audiência pública com apresentação do projeto, desenvolvido pela Sanesul, para as comunidades indígenas.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Foto: Saul Schramm

Brasil e Bolívia assinam acordo para ampliar produção de fertilizantes

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Os governos do Brasil e da Bolívia assinaram, nesta terça-feira (30), um memorando de entendimento para, conjuntamente, ampliarem a produção de fertilizantes. O acordo prevê a realização de estudos para a construção de fábricas de fertilizantes nitrogenados; para o mapeamento geológico e pesquisa mineral, além de medidas para ampliar e facilitar o comércio dos insumos.Brasil e Bolívia assinam acordo para ampliar produção de fertilizantesBrasil e Bolívia assinam acordo para ampliar produção de fertilizantes

Segundo o memorando, divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores, a cooperação estratégica pode viabilizar a realização de estudos sobre a viabilidade e o potencial econômico de projetos em Três Lagoas (MS) e Cuiabá (MT), no Brasil; e em Porto Quijarro (Santa Cruz), Uyuni (Potosí), Copaisa (Oruro) e Santivañez (Cochabamba), na Bolívia.

A implementação do memorando será conduzida por um grupo de trabalho conjunto, composto por representantes das áreas técnicas, que terá a responsabilidade de elaborar um plano estratégico de cooperação, em conformidade com as leis brasileiras e bolivianas.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, a Bolívia tem grandes reservas de gás natural – matéria-prima fundamental para a produção dos nitrogenados, além de minerais usados em outros tipos de nutrientes. Contudo, carece de capacitação e de recursos para desenvolver suas cadeias. 

“Carência que o memorando tenta reduzir ao prever ações de cooperação técnica, plano de desenvolvimento industrial e programa de atração de investimento, entre outras medidas”, informou a pasta, em nota.

O memorando foi assinado no âmbito da visita da chanceler boliviana, Celinda Sosa Luna, que veio pela segunda vez ao Brasil desde novembro de 2023, acompanhada pelos ministros de Hidrocarbonetos, Franklin Molina, e de Desenvolvimento Rural e Terras, Remmy Gonzáles, a fim de tratar de temas de interesse bilaterais.

O Brasil é o maior parceiro comercial da Bolívia. Em 2022, a corrente de comércio bilateral totalizou US$ 3,3 bilhões, com exportações brasileiras de US$ 1,8 bilhão e importações de US$ 1,85 bilhão. A Bolívia é o principal fornecedor de gás natural ao mercado brasileiro e, nessa condição, exerce papel essencial para a segurança energética do Brasil.

Durante o encontro, no Palácio do Itamaraty, os representantes dos dois países também assinaram um acordo que estabelece que as partes reconhecem, reciprocamente, a validade das carteiras de habilitação emitidas no Brasil e na Bolívia. A medida visa a permitir que os motoristas habilitados possam conduzir veículos no território vizinho e agilizar o trânsito rodoviário. Para quem não estabelecer residência legal, a autorização para dirigir portando o documento de seu país de origem terá validade de 180 dias contados a partir da data de entrada no território vizinho.

Detran-MS otimiza processos e supera marca de 80 leilões realizados pelo segundo ano seguido

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Pelo segundo ano seguido o Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) superou a marca de mais de 80 leilões realizados. A otimização de processos internos, aumentou a eficiência dos certames, ampliando a segurança e também a transparência.

Relatório anual da Gedest (Gerência de Destinação de Veículos) mostra que embora a quantidade de leilões realizados em 2023 tenha sido menor que a de 2022, o número de veículos ofertados no último ano foi 3% maior, com o arremate de 9.145 veículos.

Conforme o balanço, em 2023 foram realizados 29 certames na modalidade veículos para circulação, 29 de sucata aproveitável, e 24 de sucata inservível. 

A disponibilização de veículos para leilão, segue a Resolução Contran nº 623/16 que regulamenta procedimentos administrativos para a remoção, custódia e realização de leilão de veículos que foram removidos ou recolhidos por órgãos que integram o SNT (Sistema Nacional de Trânsito), e que não foram recuperados pelos seus proprietários dentro do prazo de 60 dias, mesmo com as duas notificações, uma no ato da entrega do veículo e outra no Diário Oficial do Estado.  

A abordagem de leilões, não só evita o acúmulo de veículos nos pátios das agências, mas também tem um impacto positivo na sustentabilidade. Desde 2020 a operação Pátio Zero, tem objetivo de evitar que esses veículos se tornem obsoletos, com acúmulo de sujeira, lixo e larvas de mosquito. 

Renajud

Na presença do Secretário Nacional de Trânsito, Adrualdo Catão, o Detran-MS foi o primeiro do País a firmar um termo de cooperação com o TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), para racionalizar o procedimento de retirada de restrição judicial nos processos cíveis de competência da justiça estadual. O primeiro certame nesta modalidade está previsto para acontecer ainda no primeiro semestre de 2024. 

Mireli Obando, Comunicação Detran-MS
Foto: Rachid Waqued

Polícia Militar Rodoviária prende homem por contrabando de agrotóxico em um veículo em Amambai

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A equipe da Base Operacional de Amambai, do BPMRv, prendeu na manhã desta terça-feira (30/01), homem que transportava carga de agrotóxico em um veículo na MS 386.

Os Policiais Militares realizavam abordagem para fiscalização de trânsito pela MS 386, por volta das 09h00min, quando avistaram um veículo Fiat/Uno retornando bruscamente ao ver a presença da viatura da PMR. Desse modo, foi iniciado acompanhamento tático para averiguação. 

A equipe da PMR realizou abordagem ao veículo, que estava sendo conduzido por um homem, 60 anos, e constatou que em seu interior havia grande quantidade de inseticida Tiametoxam, que posteriormente totalizou 130 kg do agrotóxico.

Aos policiais, o homem informou ter comprado o inseticida em Pedro Juan Caballeiro- PY e venderia na região de Amambai-MS.

Diante dos fatos, autor, veículo e carga de agrotóxico foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal de Ponta Porã. O prejuízo ao crime foi estimado em R$ 140.000,00

Para denúncias e informações, ligue 198 e fale com a PMR.

Polícia Militar Rodoviária prende homem por contrabando de agrotóxico em um veículo em Amambai

Dívida pública fecha 2023 em R$ 6,52 trilhões

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A Dívida Pública Federal – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – fechou 2023 em R$ 6,52 trilhões, informou nesta terça-feira (30) a Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda. O valor representou aumento de 9,56% em relação a 2022, quando a dívida estava em R$ 5,951 trilhões.Dívida pública fecha 2023 em R$ 6,52 trilhõesDívida pública fecha 2023 em R$ 6,52 trilhões

O valor representa alta de 3,09% em relação a novembro, quando a dívida era de R$ 6,325 trilhões. Apesar do alto volume de emissões em dezembro, a dívida ficou dentro dos limites estabelecidos pelo Plano Anual de Financiamento de 2023, que estabelecia que a dívida pública poderia fechar o ano passado entre R$ 6 trilhões e R$ 6,4 trilhões.

Dívida interna e externa

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), que é a parte da dívida pública no mercado interno, aumentou 3,19% em dezembro, passando de R$ 6,075 trilhões para R$ 6,269 trilhões. Esse crescimento ocorreu por causa da emissão líquida mensal de R$ 136,86 bilhões – quando o Tesouro emitiu mais títulos do que resgatou -, e da apropriação positiva de juros, no valor de R$ 57,19 bilhões – quando os juros da dívida são incorporados ao total mês a mês.

Apesar da emissão líquida em dezembro, o governo terminou o ano resgatando R$ 40,23 bilhões a mais do que emitiu da dívida interna. Isso porque houve vencimentos em grandes volumes de títulos prefixados em janeiro e em julho do ano passado e de títulos corrigidos pela Taxa Selic (juros básicos da economia) em março e setembro.

O estoque da Dívida Pública Federal Externa (DPFe), captada do mercado internacional, subiu 0,57% no último mês de 2023, encerrando o ano em R$ 251,46 bilhões (US$ 51,94 bilhões). Embora o dólar tenha caído 1,14% no mês passado, houve a contratação de empréstimos no exterior.

Em 2023, a Dívida Pública Federal Externa (DPFe) caiu 0,39% em relação ao ano anterior, quando tinha ficado em R$ 252,45 bilhões. Segundo o Tesouro Nacional, apesar de o governo ter aumentado o endividamento com organismos internacionais no ano passado e emitido títulos públicos no exterior em abril e em novembro, a queda de 8,08% do dólar no ano passado fez o valor diminuir em reais.

Recursos

Por meio da dívida pública, o Tesouro Nacional emite títulos públicos para pegar emprestado dinheiro dos investidores e honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, no vencimento do papel, com algum rendimento. A correção pode seguir a taxa Selic, a inflação, o câmbio ou ser prefixada (definida com antecedência).

Em dezembro, os maiores detentores da dívida pública eram as instituições financeiras (29,67%). O estoque desse grupo passou de R$ 1,755 trilhão para R$ 1,86 trilhão de novembro para dezembro.

Em seguida, estão os fundos de investimento, com uma fatia de 23,53%; os fundos de Previdência, com 22,99%; os investidores estrangeiros, com 9,48%; as seguradoras, 4,02%; o governo, 3,8%, e outros,com 6,51%. 

Apesar de uma leve queda nos últimos meses de 2023, a participação de estrangeiros na dívida interna subiu em relação a dezembro de 2022, quando estava em 9,36%. O interesse dos estrangeiros na dívida interna serve como parâmetro para a confiabilidade da dívida pública brasileira no exterior.

MEC publica nesta terça resultado da primeira chamada do Sisu

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O Ministério da Educação divulga nesta terça-feira (30) o resultado da primeira chamada do processo seletivo 2024 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Os candidatos poderão conferir se foram aprovados no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.MEC publica nesta terça resultado da primeira chamada do SisuMEC publica nesta terça resultado da primeira chamada do Sisu

É pelo Sisu que é feita a seleção dos estudantes para as vagas ofertadas por instituições públicas de ensino superior de todo país, tendo por base a nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A lista considera o limite da oferta das vagas por curso e modalidade de concorrência, de acordo com as escolhas dos candidatos inscritos e o perfil socioeconômico para Lei de Cotas. Este ano são ofertadas 264.360 vagas, distribuídas entre as 127 instituições de educação superior participantes do programa. As matrículas têm início na quinta-feira (1º).

O resultado divulgado hoje servirá para vagas em cursos com início das aulas previsto para o primeiro e o segundo semestres deste ano. Com a divulgação da lista, tem início o período de manifestação de interesse pela lista de espera, por candidatos não classificados, até o dia 7 de fevereiro. As vagas remanescentes poderão ser preenchidas ao longo de todo o ano.

Casa do Trabalhador disponibiliza 85 oportunidades de emprego nesta quarta-feira em Amambai

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Vista da entrada da cidade de Amambai. Casa do Trabalhador local disponibiliza 85 oportunidades de emprego nesta quarta-feira, dia 31 de janeiro. (Foto: Vilson Nascimento)

Vilson Nascimento 

A Casa do Trabalhador, órgão ligado a Fundação do Trabalho (Funtrab) do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza 85 oportunidades de emprego nesta quarta-feira, dia 31 de janeiro, em Amambai.

Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas

4 vagas para auxiliar administrativo PCD (Pessoa com Deficiência)

1 vaga para auxiliar estoque PCD

1 vaga para recepcionista PCD

1 vaga para repositor de mercadorias PCD

1 vaga para salgadeira

1 vaga para marketing

3  vagas para vendedor, 2 ter CNH

1 vaga para trabalhador da manutenção de edificações (morar em outro município)

1 vaga para nutricionista

1 vaga para esteticista

5 vagas para consultor de vendas

1 vaga para costureira

1 vaga para cozinheira

1 vaga para biomédico

1 vaga para auxiliar de mecânico

2  vagas para auxiliar engenheiro civil

4 vagas para gerente de produção

1 vaga para chapeador metalúrgico

1 vaga para empregada doméstica

1 vaga para motorista de caminhão, ter CNH categoria D

25 vagas para trabalhador polivalente do curtimento de couros e peles (morar em outro município)

1 vaga para mecânico de motocicleta

1 vaga para acabador de mármore e granito

2  vagas para motorista de caminhão

1 vaga para promotor de vendas

1 vaga para ajudante de eletricista

9  vagas para servente de serviços gerais na conservação de vias permanente (exceto trilhos)

1  vaga para mecânico linha pesada caminhão

1 vaga para motorista entregador

1 vaga para secretária, ter CNH

1 vaga para soldador

1  vaga para mecânico de veículos automotores a diesel

Casa do trabalhador também oferece

A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região. 

Segundo o órgão para dar entrada no pedido de benefício o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade). 

A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa a Secretaria Municipal de

Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.

O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 13h. Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.

FCO Leite: Nova linha de financiamento está em vigor

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A partir deste mês de janeiro, está em vigor uma linha de crédito dedicada à bovinocultura leiteira, inserida no Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). Proposto pelo Governo de Goiás ao Ministério do Desenvolvimento Regional, o FCO Leite oferece taxas de juros mais baixas e prazos mais longos de carência para pagamento.

A iniciativa, divulgada pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Governo de Goiás, visa financiar projetos no segmento, priorizando miniprodutores, pequenos e pequenos-médios produtores rurais. O objetivo é fortalecer a pecuária leiteira, promovendo práticas sustentáveis economicamente e ecologicamente. A linha de crédito busca reduzir os riscos na produção de leite, incentivar o melhoramento genético do rebanho e ampliar a oferta de produtos lácteos.

Aprovada pelo Conselho Deliberativo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Condel/Sudeco), órgão gestor do FCO, a linha de crédito possibilitará o financiamento de tecnologias voltadas para aprimorar as condições da produção leiteira intensiva e semi-intensiva. Isso inclui a implementação, expansão e/ou modernização de sistemas como Compost Barns e Free Stall.

Dentre as opções de financiamento disponíveis pelo FCO Leite estão investimentos na produção e armazenagem de alimentos para o gado leiteiro, aquisição de equipamentos destinados à produção, armazenagem e processamento do leite, bem como o melhoramento genético do rebanho.

Para investimentos fixos, o prazo de pagamento pode se estender até 15 anos, incluindo um período de carência de até 4 anos. No caso de máquinas e equipamentos, o prazo é de até 10 anos, também com um período de carência de até 4 anos, respeitando a vida útil provável do bem financiado. A taxa de juros aproximada é de 7,46% ao ano. O FCO Leite beneficia miniprodutores, pequenos e pequenos-médios pecuaristas de leite, tanto pessoas físicas quanto jurídicas, bem como suas cooperativas de produção e associações.

Governo assina convênio para levar capacitação, inovação e sustentabilidade às pequenas empresas

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Fomentar e dar boas condições ao pequeno empreendedor. Com este lema o governador Eduardo Riedel assinou convênio no valor de R$ 11 milhões com o Sebrae-MS, para levar capacitações, inovações, tecnologia e ações sustentáveis às pequenas empresas do Mato Grosso do Sul. A parceria prevê uma série de ações até dezembro de 2024.

Governo assina convênio para levar capacitação, inovação e sustentabilidade às pequenas empresas
Governador discursa durante evento no Sebrae

“São R$ 11 milhões no total para diferentes áreas, não apenas de capacitação, mas de relacionamento com os municípios, formação de dados para as micro e pequenas empresas, nesta parceria junto com o Sebrae, que vai envolver ciência, tecnologia e inovação. Desta forma poderemos dar sequência a este ambiente positivo de negócio no Estado”, afirmou o governador.

A solenidade ocorreu na sede do Sebrae-MS, em Campo Grande. “Com este convênio vamos levar inovação e sustentabilidade e ainda conseguir colocar na pauta do pequeno negócio o impacto ambiental, para contribuirmos na formação do Estado carbono neutro. Toda esta linha que vai desde a qualificação do empreendedor até a busca de novos mercados, inovações, para melhorar o indicador de seus negócios”, descreveu o superintendente do Sebrae-MS, Cláudio Mendonça.

Governo assina convênio para levar capacitação, inovação e sustentabilidade às pequenas empresas
Governador assina convênio com o Sebrae-MS

Ele mencionou que os grandes investimentos privados no Estado, que hoje tem o menor ICMS modal do Brasil, cria novas oportunidades para quem deseja iniciar o seu negócio. “Mostra ao empreendedor que é o momento dele investir, abrir novos mercados, aproveitar este ambiente positivo. A chegada de grandes empresas cria-se novas oportunidades para se investir nas cidades”, ponderou.

O convênio feito por meio da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) prevê ainda a promoção de desenvolvimento do ambiente público e privado, fortalecendo startups, empresas ecoinovadoras, empresas de base tecnológicas, até chegar nos negócios tradicionais urbanos e rurais. A parceria conta com R$ 9,9 milhões do Estado e R$ 1,1 milhão do Sebrae-MS.

“No Estado 92% dos negócios são de pequenas empresas, então objetivo deste convênio é que o Estado passe a atuar com o Sebrae em missões empresariais, capacitações, instituição da lei da liberdade econômica, desburocratização, na questão ambiental dos municípios, com uma ação direcionada a este segmento”, explicou o secretário da Semadesc, Jaime Verruck.

Governo assina convênio para levar capacitação, inovação e sustentabilidade às pequenas empresas
Governo assina convênio para levar capacitação, inovação e sustentabilidade às pequenas empresas

Ambiente positivo

O governador aproveitou o evento para apresentar aos empresários e autoridades as boas condições de negócio do Estado, que atualmente conta com uma carteira de investimento privado de 76 bilhões, sendo R$ 17 bilhões obtidos apenas no ano passado.

“Nosso foco é continuar este processo de desenvolvimento e prosperidade, com o desafio da qualificação, de ser um Estado com baixíssima taxa de desocupação. Para isto precisamos de parceiros, pois o Governo não consegue executar todas estas ações sozinho, por isso trabalha em parceria com quem já tem expertise em diversas áreas”, destacou Riedel.

Governo assina convênio para levar capacitação, inovação e sustentabilidade às pequenas empresas
Governador apresentou cenário de negócios em MS

Ele tem grandes perspectivas para o Estado em 2024. “Somo um Estado em transformação, que tem recebido um grau de investimento muito robusto do setor privado e por isso precisa dar respostas na infraestrutura, educação e saúde, para continuar incluindo as pessoas neste processo de prosperidade. Para isto teremos eficiência e responsabilidade na aplicação dos recursos públicos”.

Entre os indicadores positivos, Mato Grosso do Sul lidera nos quesitos investimento per capita, crescimento, universalização do saneamento e solução de homicídios. Aparece na 3° colocação do Brasil em capital humano (remunerações) e menor taxa de extrema pobreza, além de ser o quarto (menor) na taxa de desocupação e quinto na transparência.

Governo assina convênio para levar capacitação, inovação e sustentabilidade às pequenas empresas
Governo assina convênio para levar capacitação, inovação e sustentabilidade às pequenas empresas

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende